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Urano Indústria de Balanças e Equipamentos Eletrônicos Ltda.

Data:
Rua Irmão Pedro 709 – Vila Rosa – Canoas – RS 23/08/11
Fone: (51) 3462.8700 – Fax:(51) 3477.4441

DEVEN DOMON DOPRO DOTE ✘ MANSERV

Código / Número: Descrição: Revisão:


46 MANUAL DE SERVIÇO DA BALANÇA UDC-CO / UDC-CO E 07
Revisado por: Jackson Galho
Aprovado por:
PETERSON B. SANTIAGO

1. REVISÃO DO PRODUTO (HISTÓRICO)


Data Núm. Motivo Abr. Atu
15/08/05 00 Revisão Inicial 1
14/02/06 01 Substituição da FONTE 6.31.400.104 para 3.40.201.832 1
22/02/06 02 Revisão na Composição da UDC CO/CO-E 1
Incluída ETIQUETA CONTATAR AUTORIZADA URANO (1.50.300.232) e excluída a
01/12/06 03 1
etiqueta ETQ ADES P/ EMB ATU (1.50.300.007)
Substituída a fonte com chave seletora de tensão 600mA por uma de 600mA
24/05/07 04 1
chaveada,
25/02/10 05 Troca de códigos AP5 para CIGAM 1
25/06/10 06 Substituído célula de carga 11.11.050.0110 com célula de carga 11.11.050.0068 1
Substituído 33.40.201.0953 CJ ADAP FONTE UR 9V 600MA CHAV por 66.31.400.0148
23/08/11 07 1
FONTE POP 9V 600 MA CHAVEADA.

Abrangência Atu
1 Todos os equipamentos
2 Equipamentos que retornam para manutenção
3 Equipamentos que retornam para manutenção quando necessário

UDC CO

UDC CO-E

Manserv 46 UDC-CO / UDC-CO E Revisão 07 Página 1 de 23


Índice geral
1. REVISÃO DO PRODUTO (HISTÓRICO)..............................................................................................................................1
2. INTRODUÇÃO......................................................................................................................................................................3
3. DEFINIÇÃO DE CONCEITOS...............................................................................................................................................3
4. CARACTERÍSTICAS.............................................................................................................................................................3
5. COMPOSIÇÃO UDC CO-E...................................................................................................................................................5
6. COMPOSIÇÃO UDC CO......................................................................................................................................................7
7. INSTALAÇÃO.......................................................................................................................................................................8
8. CONEXÕES..........................................................................................................................................................................8
8.1. Alimentação....................................................................................................................................................................8
8.2. Entre sinais do conector da célula de carga....................................................................................................................9
8.3. Saída Serial RJ45/USB...................................................................................................................................................9
9. RESUMO DAS FUNÇÕES DA UDC CO / CO E.................................................................................................................10
9.1. Teclas e Funções..........................................................................................................................................................10
9.2. Backlight (Item Opcional)..............................................................................................................................................10
9.3. Serial.............................................................................................................................................................................10
9.4. Função “Seteoito”:........................................................................................................................................................11
10. SEQÜÊNCIA DE INICIALIZAÇÃO....................................................................................................................................12
10.1. Configuração...............................................................................................................................................................12
10.1.1Item 0: Não aplicável...........................................................................................................................................12
10.1.2Item 1: Pequeno ajuste de estabilização por software.........................................................................................12
10.1.3Itens 2, 3, 4, 5 e 6: Parâmetros para a Compensação de Temperatura..............................................................12
10.1.4Item 7: Correção de Linearidade.........................................................................................................................13
10.1.5Item 8: Ajuste do valor de tensão de bateria lido pelo MSP430...........................................................................13
10.2. Resumo do modo de configuração da balanças de checkout.....................................................................................13
10.3. Calibração...................................................................................................................................................................14
10.3.1Entrando no menu de calibração.........................................................................................................................14
10.3.2Escolha do modelo..............................................................................................................................................14
10.3.3Funcionamento do menu.....................................................................................................................................15
10.3.4Escolha do peso de calibração............................................................................................................................15
10.3.5Fim da calibração................................................................................................................................................16
10.4. Resumo da calibração do equipamento......................................................................................................................16
11. VERIFICAÇÃO DE PESO.................................................................................................................................................17
12. CONSIDERAÇÕES SOBRE A FONTE E A BATERIA.....................................................................................................18
12.1. Resumo do aparecimento da indicação da bateria.....................................................................................................19
13. CUIDADOS IMPORTANTES............................................................................................................................................19
13.1. Tensões Vbat e Vorig..................................................................................................................................................19
13.2. Tensão do micro.........................................................................................................................................................20
13.3. Temperatura...............................................................................................................................................................20
13.4. Bateria........................................................................................................................................................................20
14. TESTES............................................................................................................................................................................20
14.1. Teste da tensão de operação da bateria.....................................................................................................................20
15. RESUMO DE FUNCIONAMENTO DO CIRCUITO...........................................................................................................21
15.1. Filtro de Hardware.......................................................................................................................................................22
16. MENSAGENS DE ERRO OU ADVERTÊNCIA.................................................................................................................23

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2. INTRODUÇÃO

As balanças de checkout UDC-CO e UDC-CO E foram projetadas com base no microcontrolador da


família MSP430F147 do fabricante Texas. O hardware das checkouts é baseado no circuito das POPs, obtendo
assim em torno de 90.000 divisões internas. A diferença principal das checkouts para o hardware das POPs é
a adição de um filtro de hardware para estabilização de peso, devido a sua utilização nos checkouts. As
balanças UDC-CO e UDC-CO E não possuem contagem de peças.

3. DEFINIÇÃO DE CONCEITOS

• Divisão externa: Divisão de pesagem do equipamento, indicada como “e” na painel da balança.
• Divisões internas ou Contador: Valor convertido pela analógica para o peso colocado sobre a célula de
carga.
• Memória FLASH: Tipo de memória de dados que o microcontrolador MSP430 possui internamente a qual
não perde os dados quando desenergizada.
• Tara inicial máxima: Máximo valor de peso que pode ser colocado sobre a plataforma com a balança
desligada para que a balança permita iniciar a pesagem.
• Tara base: Valor de peso morto que fica sobre a célula de carga (sapo superior e bandeja) que não é
considerado na pesagem.
• Tara inicial: Valor de contador mostrado pela analógica para a tara base (peso morto sobre a plataforma).
• Contador - Tara inicial: Informa o valor de contador (fornecido pela analógica) referente ao peso colocado
sobre a plataforma, pois desconta o valor de contador referente a tara base (peso morto sobre a plataforma).
• Temperatura: Informa o valor aproximado da temperatura ambiente medida pelo MSP430. O range de
temperatura medido pelo chip sem apresentar código de erro é de -10 a 60ºC.

4. CARACTERÍSTICAS

• Duas saídas para display de cristal líquido (7 dígitos);


• Altura dos dígitos: 14 mm;
• Temperatura de operação: 5 a 35º C;
• Consumo extremamente baixo:
• Consumo máximo: 10 Watts (uso com bateria, em carga) (OBS: A bateria é um item opcional);
• Consumo mínimo: 4,6 Watts;
• Umidade relativa: 10% a 85% sem condensação;
• Autonomia da bateria: 80 horas, tempo estimado para uma bateria nova (OBS: A bateria é um item opcional);
• Teclas de “TARA”, “ENVIA”, “L/D” (quando aplicável);
• Carregador de bateria inteligente (OBS: A bateria é um item opcional);
• Indicador de nível de carga da bateria (OBS: A bateria é um item opcional);
• Dispositivo de manutenção de zero para diferenças menores do que 1/2 da divisão externa.
• Rotina de calibração por software com configuração do peso a ser calibrado: carga máxima, metade da
carga máxima ou um valor editável intermediário entre as duas citadas anteriormente.
• Tara inicial máxima permitida de 15% da capacidade máxima do equipamento.
• Máximo valor para correção de desvio de zero (manutenção de zero) de ± 2% da capacidade máxima do
equipamento.
• Compensação de temperatura via rotina programável.
• Indicação de erros críticos via códigos numéricos.
• Saída serial RS 232C com conector RJ45 (opcional);
• Saída USB (opcional);
• Este equipamento segue as normas metrológicas exigidas pelo INMETRO para equipamentos de pesagem
classe III.
Tara máxima aceita pelo equipamento:
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Nº Modelo Divisões Tara Máxima
00 6000g / 1g De 0 a 6kg → 1g; 6kg
01 10000g / 1g ME De 0 a 3kg → 1g; De 3kg a 10kg → 2g 3kg
02 10000g / 2g De 0 a 10kg → 2g; 10kg
03 15000g / 1g ME De 0 a 3kg → 1g; De 3kg a 6kg → 2g; De 6kg a 15kg → 5g; 3kg
04 15000g / 2g ME De 0 a 6kg → 2g; De 6kg a 15kg → 5g; 6kg
05 15000g / 5g De 0 a 15kg → 5g; 15kg
06 15000g / 10g De 0 a 15kg → 10g; 15kg
07 30000g / 1g ME De 0 a 3kg → 1g; De 3kg a 30kg → 10g; 3kg
08 30000g / 2g ME De 0 a 6kg → 2g; De 6kg a 15kg → 5g; De 15kg a 30kg → 10g; 6kg
09 30000g / 5g De 0 a 30kg → 5g; 30kg
10 30000g / 10g De 0 a 30kg → 10g; 30kg
11 30000g / 20g De 0 a 30kg → 20g; 30kg
12 60000g / 10g De 0 a 60kg → 10g; 60kg
13 60000g / 20g De 0 a 60kg → 20g; 60kg
14 60000g / 50g De 0 a 60kg → 50g; 60kg
15 100000g / 10g ME De 0 a 30kg → 10g; De 30kg a 60kg → 20g; De 60kg a 99,5kg → 50g; 30kg
16 100000g / 20g De 0 a 99,8kg → 20g; 99,8kg
17 100000g / 50g De 0 a 99,5kg → 50g 99,5kg

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5. COMPOSIÇÃO UDC CO-E

N° CÓDIGO DESCRIÇÃO
1 33.40.201.0785 CJ PLATAFORMA UDC CO-E
2 11.50.300.0232 ETQ ADES CONTATAR AUTORIZADA ATU
3 33.20.040.0106 BASE MET 60X255X325 UDC CO/ CO-E
4 33.20.105.0010 COLUNA MET P/COMANDO UDC CO-E
5 77.40.210.0658 CJ PL 700 FILTRO POP
6 77.40.210.0722 CJ PL 462 CPU UDC CO/ CO E
7 11.10.031.0208 CABO CPU/CONECTOR UDC CO/CO-E
8 11.20.001.0001 ABRACADEIRA N X1
11.11.050.0109 CEL CARGA 15 A 36 KG 3000 DIV - 15/5 1
9 11.11.050.0068 CEL CARGA 40 KG 22X30X130MM 4
11.11.050.0111 CEL CARGA 30 A 40 KG 15000 DIV - 30/2
10 33.20.055.0021 CALÇO FIXAÇÃO CÉLULA PREMIUM
11 11.20.020.0009 ARRUELA LISA M6 BI- CROMATIZADA
2
12 11.20.021.0008 ARRUELA PRESSAO M6 D.EXT 11MM BI-CROMAT
13 11.20.290.0008 PARAFUSO ALLEN M6X30MM ZINCADO
14 33.20.390.0206 BASE CÉLULA CARGA UDC CO/CO-E
15 11.20.020.0008 ARRUELA LISA M5 BI- CROMATIZADA 3
16 11.20.021.0007 ARRUELA PRESSAO M5 DIN 127B BI-CROMAT
17 11.20.295.0022 PAR PHIL CAB PAN M5 X 16 BI-CROMAT 7 8
18 11.20.021.0006 ARRULA PRESSAO M4 BI-CROMAT
19 11.20.295.0023 PAR PHIL CAB PAN M4X 8 BI-CROMAT
9
20 33.20.040.0108 BASE DO LACRE DA PL 461 UDC CO/CO-E
21 33.20.390.0146 SUPORTE DA BANDEJA MAXIMUS 5
22 11.20.021.0005 ARRRUELA PRESSAO M3 BI- CROMAT
23 11.20.295.0050 PAR PHIL CAB CH M3 X 16 BI-CROMAT 6
24 11.20.340.0024 PORCA SEXT M3 CH 5, 5MM BI-CROMAT
14
25 77.40.210.0726 CJ PL 482 DISP OPER UDC CO/ CO E
26 11.20.295.0012 PAR PHIL CAB PAN M3 X6 BI-CROMAT
27 33.20.390.0186 SUPORTE DO COMANDO P/ COLUNA UDC CO-E
28 11.20.294.0027 PAR AUT AT CAB PAN PHIL 2,9X6,5 BI-CROMAT 11,12,13 10
29 33.20.040.0107 BASE DA PLACA 47X USB/SERIAL
18,19 15,16,17
77.40.210.0723 CJ PL 471 SERIAL
30
77.40.210.0725 CJ PL 471 SERIAL/USB
31 11.20.151.0006 ESPACADOR ECI 6.4
32 33.20.398.0006 TRAVA P/ PÉ BORRACHA PREM
33 11.20.310.0007 PE DE BORRACHA PREMIUM
21
34 11.50.300.0147 ETQ IDENTIFICAÇÃO UDC-S C/ JANELA
35 11.21.415.0002 NIVEL DE BOLHA DIAM 15MM
20
36 33.20.280.0467 PAINEL UDC CO E C/ JANELA
37 33.20.062.0013 CX MET DISPLAY UDC-CO
38 11.10.031.0207 CABO DISPLAY UDC CO E
39 33.20.396.0042 TAMPA MET DISPLAY UDC-CO
40 33.20.040.0111 BASE DA COLUNA UDC CO-E

11,12,13

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22,23,24 25

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27 33
26 29 31
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6. COMPOSIÇÃO UDC CO

N° CÓDIGO DESCRIÇÃO 2
1 11.50.300.0232 ETQ ADES CONTATAR AUTORIZADA URANO
2 33.40.201.0797 CJ PLATAFORMA UDC CO
3 33.20.040.0106 BASE MET 60X255X325 UDC CO/ CO-E
4 77.40.210.0658 CJ PL 700 FILTRO POP
5 11.10.031.0208 CABO CPU/CONECTOR UDC-CO/UDC-CO E
6 11.20.020.0009 ARRUELA LISA M6 BI-CROMATIZADA
7 11.20.021.0008 ARRUELA PRESSÃO M6 D.EXT 11MM BI-CROMAT 3
8 11.20.290.0008 PARAFUSO ALLEN M6X30MM ZINCADO
9 11.20.001.0001 ABRAÇADEIRA N X 1
1
10 11.10.031.0112 CABO CONEX BATERIA-FONTE
11 77.40.210.0722 CJ PL 462 CPU UDC CO/ CO E
4 6,7,8
12 11.20.021.0006 ARRUELA PRESSÃO M4 BI – CROMAT 5 9
10
13 11.20.295.0023 PAR PHIL CAB PAN M4X8 BI-CROMAT
14 11.20.020.0008 ARRUELA LISA M5 BI-CROMATIZADA
15 11.20.021.0007 ARRUELA PRESSÃO M5 DIN 127B BI – CROMAT
16 11.20.295.0022 PAR PHIL CAB PAN M5 X 16 BICROMAT
17 33.20.055.0021 CALCO FIXACAO CELULA PREMIUM
18 33.20.390.0206 BASE CELULA CARGA UDC CO/CO- E 19
11
11.11.050.0068 CEL CARGA 40 KG 22X30X130MM
19 11.11.050.0115 CEL CARGA 30 KG 30000 DIV - 30/1
20 11.20.021.0005 ARRUELA PRESSÃO M3 BI-CROMATIZADA
21 11.20.295.0050 PAR PHIL CAB CH M3 X 16 BICROMAT
22 11.20.340.0024 PORCA SEXT M3 CH 5,5 MM BICROMAT 18
23 77.40.210.0726 CJ PL 482 DISP OPER UDC CO/CO-E 12,13
24 77.40.210.0730 CJ PL 482 DISP CLIEN UDC CO 14,15,16
25 33.20.390.0192 SUPORTE DA BATERIA P/UDC CO 17
26 11.11.015.0002 BATER CHUMBO ACIDO 6V / 4,2AH 20,21,22
27 33.20.280.0364 PAINEL UDC CO C/ JANELA CLIEN
28 33.20.280.0363 PAINEL UDC CO C/ JANELA OPERADOR
29 33.20.062.0013 CX MET DISPLAY UDC CO
30 33.20.390.0146 SUPORTE DA BANDEJA MAXIMUS
31 33.20.040.0108 BASE DO LACRE DA PL 461 UDC CO/ CO-E
32 11.10.031.0206 CABO DISPLAY UDC CO
33 11.20.294.0027 PAR AUT AT CAB PAN PHIL 2,9X6,5 BI-CROMAT
23
77.40.210.0723 CJ PL 471 SERIAL
34 77.40.210.0724 CJ PL 471 USB
35 33.20.396.0042 TAMPA MET DISPLAY UDC CO
36 33.20.390.0172 SUPORTE MET DISPLAY UDC CO
24
37 11.20.295.0023 PAR PHIL CAB PAN M4 X 8 BI-CROMAT
23
38 33.20.390.0207 SUPORTE PRESCIONADOR CABOS DISPLAY
33.20.040.0116 BASE DA PLACA 47X SERIAL
39 33.20.040.0117 BASE DA PLACA 47X USB
40 11.20.295.0012 PAR PHIL CAB PAN M3 X6 BI - CROMAT
41 11.50.300.0147 ETQ IDENTIFICAÇÃO UDC-S C/ JANELA
42 11.21.415.0002 NIVEL DE BOLHA DIAM 15MM
43 33.20.398.0006 TRAVA P/ PÉ BORRACHA PREM

Manserv 46 UDC-CO / UDC-CO E Revisão 07 Página 7 de 23


N° CÓDIGO DESCRIÇÃO
44 11.20.310.0007 PE DE BORRACHA PREMIUM

28 30
37
32
25
33 33
31
26 38
34
39

6
35 32
33 36
27 29
40

41

43

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44

7. INSTALAÇÃO
A escolha do local de instalação deve ser feita com cuidado afim de garantir condições ideais ao
funcionamento das balanças de checkout. Portanto, os itens abaixo devem ser respeitados:

• Não colocar o equipamento em câmaras frias com temperatura abaixo de 0º ou em locais onde a a umidade
relativa seja muito alta. A temperatura permitida para operação vai de 5ºC a 35ºC e umidade relativa de 10%
a 85% sem condensação.
• Fornecer ao equipamento uma tomada de boa qualidade com ponto de aterramento. O aterramento não
deve estar ligado ao neutro da tomada.

8. CONEXÕES

8.1. Alimentação
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A balança é alimentada por uma FONTE POP 9V 600MA (66.31.400.0148), externa chaveada, 110VAC
ou 220VAC. Tensão de saída e capacidade de corrente: 9V / 0,6A.

8.2. Entre sinais do conector da célula de carga

8.3. Saída Serial RJ45/USB


As balanças de checkout possuem as seguintes saídas seriais opcionais:

• Um conector RJ45 para saída serial padrão RS232C.


• Um conector USB para comunicação serial USB.

Os conectores das seriais são encontrados na parte inferior do equipamento como pode ser visto nas
figuras a seguir. Os pinos utilizados no conector RJ45, bem como suas funções, estão listados abaixo:

Conexão fonte e serial Conexão fonte e USB

Desenho do cabo para serial RS232C da checkout é igual ao cabo da US/UDC/CP POP:

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9. RESUMO DAS FUNÇÕES DA UDC CO / CO E

9.1. Teclas e Funções


TECLA FUNÇÃO
TECLA “L/D” Liga ou desliga o equipamento.
TECLA “TARA” Tara digital.
TECLA “ENVIA” Transmite o peso para as seriais.

9.2. Backlight (Item Opcional)


As balanças de checkout podem ser fornecidas, opcionalmente, com iluminação de seu visor frontal.
Essa iluminação é chamada de backlight e serve para possibilitar a operação da balança de checkout em
ambientes com iluminação reduzida. O backlight pode operar de três modos:

• S.LIG – Sempre ligado;


• L.PES – Ligado com peso diferente de zero;
• S.DES – Sempre desligado.

Para os dois primeiros casos, a balança só acenderá o backlight se estiver conectada à fonte
externa. A configuração de “L.PES” também faz acender backlight quando o usuário estiver pressionando as
teclas.

Para acessar o menu de configuração do Backlight proceda como segue:

• Desligue o equipamento pelo botão “L/D” caso ele esteja ligado;


• Pressione e mantenha pressionado o botão “TARA”;
• Ligue o equipamento através do botão “L/D”;
• Solte o botão “TARA”;
• Aparecerá a mensagem “-CONF. BL-” e logo em seguida a configuração atual do Backlight;
• Pressione “ENVIA” para navegar entre as opções: “S. LIG”, “L. PES” e “S. DES”;
• Pressione “TARA” para aceitar a configuração escolhida.
A configuração escolhida é gravada e não é perdida ao desligar o equipamento.

9.3. Serial
Entende-se serial como a saída serial RS232C e USB.

Transmissão:

A transmissão serial padrão e USB podem ser disparadas de dois modos:

• Via tecla “ENVIA”.


• Mediante solicitação de um outro periférico conectado à serial, como por exemplo um computador.

Neste caso, o computador faz a solicitação de peso para o equipamento, enviando um caracter de
comando (04 ou 05 em hexadecimal). Tão logo o equipamento receba este caracter de comando, o mesmo
irá transmitir a informação de pesagem para o computador ou periférico.

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Nota: O acionamento da tecla “ENVIA” faz com que as duas saídas (serial padrão e USB) transmitam
ao mesmo tempo.

Nota: O recebimento de um caracter de controle através de qualquer uma das entradas seriais (serial
padrão ou USB) faz com que ambas transmitam a resposta.

A transmissão serial através do botão “ENVIA” só é disparada caso as seguintes condições sejam
satisfeitas:

• O peso deve estar estável;


• O peso deve ser positivo;
• O peso deve ser maior que a carga mínima;
• Não estar em sobrecarga.

Nota: A transmissão serial via requisição de computador será disparada sobre qualquer condição, com
exceção da sobrecarga.

A informação transmitida pela serial segue o protocolo “Urano 12”:

Urano 12:

9.4. Função “Seteoito”:


Esta função permite observar as tensões medidas pelo chip, bem como a temperatura e o contador.
Para entrar na função ligue a balança com a tecla “ENVIA” acionada juntamente com o botão de calibração.

As informações que são mostradas na seteoito e suas nomenclaturas estão mostradas abaixo:

Como a balança possui apenas um display, as informações são trocadas a cada vez que for acionada a
tecla de “ENVIA”. Para sair da função “Seteoito” acionar a tecla “TARA”.

Vorig – Tensão medida a qual se refere a fonte externa, lida pelo pino P6.0 do micro (VMON).
Vbat – Tensão medida a qual se refere a tensão que alimenta todo o circuito e que é colocada sobre a
bateria, lida pelo pino P6.1 do micro (BAT MON).
Tensão do Micro – Tensão que o MSP detecta em sua alimentação.
Temperatura – Temperatura que o MSP detecta.
Contador – Valor de conversão do AD externo referente a célula de carga.

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10. SEQÜÊNCIA DE INICIALIZAÇÃO

A balança de checkout possui um botão tipo tach-switch, S1, localizado na placa 46X para proceder a
calibração e a configuração da mesma.

10.1. Configuração.
A balança de checkout possui uma função dedicada para configurar o equipamento.
Uma vez que a placa esteja funcionando corretamente, para entrar no modo de configuração, basta ligar
o equipamento e durante a inicialização, após 2 segundos, pressionar momentaneamente o botão S1. Ao
entrar no modo de configuração, o visor mostrará a mensagem CONFIG e após, o primeiro item do menu. A
esquerda aparece o número do ítem que está sendo configurado e a direita o valor configurado para o item.

Ao entrar no modo de configuração, a tecla “ENVIA” altera o estado das configurações e a tecla “TARA”
avança para o próximo ítem até o valor 8. Pressionando-se a tecla mais uma vez após o ítem 8 encerra-se a
operação de configuração, momento em que as configurações alteradas são salvas.

10.1.1Item 0: Não aplicável


O ítem 0 (zero) não possui efeito para as balanças de checkout.

10.1.2Item 1: Pequeno ajuste de estabilização por software.


Este ajuste serve para melhorar a estabilização de peso para equipamentos que sofrem algum tipo de
vibração externa.

ITEM ESTADO SELEÇÃO Padrão de fáb.


00 Ajuste fino (Para menores vibrações). *
01 01 Ajuste médio.
02 Ajuste grosso (Para maiores vibrações).

10.1.3Itens 2, 3, 4, 5 e 6: Parâmetros para a Compensação de Temperatura.


Caso seja necessário compensar o erro do equipamento quanto a temperatura ajuste os itens da
compensação conforme tabela abaixo:

ITEM DESCRIÇÃO DA FUNÇÃO


FUNÇÃO
Sentido de atuação do fator 1: se o peso do equipamento estiver baixando com o aumento
da temperatura, deve-se deixar esta configuração em “0”. Isto fará com que o aumento de
Sinal do Fator 1 temperatura aumente o ganho até anular inteiramente o erro do equipamento.
2
(0 ou 1) Se o peso do equipamento estiver aumentando com o aumento da temperatura, deve-se
deixar esta configuração em “1”. Isto fará com que o aumento de temperatura diminua o
ganho até anular inteiramente o erro do equipamento.

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Consiste em um fator que irá atuar na razão contrária ao erro do equipamento. Se o valor
programado for “0”, não há fator algum atuando, ou seja, o equipamento está sem nenhuma
Fator 1
3 compensação de temperatura. O valor do fator pode ir de 1 até 500. O 500 tem peso maior
(0 a 500)
que o 0, ou seja, quanto maior o valor do fator, maior será o erro contrário injetado no
equipamento (escala linear).
Sinal do Fator 2 Este recurso só se aplica para temperaturas abaixo do ponto T que foi setado.
4
(0 ou 1)
Fator 2 Este recurso só se aplica para temperaturas abaixo do ponto T que foi setado.
5
(0 a 500)
6 Ponto T (0 a 20) Temperatura específica (Ponto T). Padrão de fábrica: 0.

10.1.4Item 7: Correção de Linearidade


As balanças de checkout possuem um recurso de linearizarão que consiste em inserir fatores para
correção do erro de linearidade da célula de carga. Ainda não disponível (uso somente no processo de
homologação).

10.1.5Item 8: Ajuste do valor de tensão de bateria lido pelo MSP430.


A balança de checkout possui um recurso de ajuste da tensão da bateria lida pelo MSP430. Este recurso
deve ser utilizado caso a tensão da bateria apresentada pelo chip seja menor do que 7.5V quando a balança
estiver sendo alimentado somente por fonte externa. O ajuste pode ser de 0 (sem ajuste) a 10 (adição de 0,2V).

10.2. Resumo do modo de configuração da balanças de checkout

Condição para configuração: Botão S1 da placa 46X pressionado 2 segundos após ligar o equipamento, durante a
inicialização. Use a tecla “ENVIA” para trocar o estado da configuração do ítem, e a tecla “TARA” para avançar para o
próximo ítem.
ITEM OPÇÃO
0 – Não aplicável Não aplicável.
00 - Ajuste fino (Para menores vibrações).*
1 – Estabilização 01 - Ajuste médio.
02 - Ajuste grosso (Para maiores vibrações).
0 – fator 1 positivo.*
2 – Sinal do fator 1
1 – fator 1 negativo.
Tecla “ENVIA” incrementa fator 1 de uma unidade e tecla “ENVIA” sempre acionada
3 – Fator 1
incrementa de 5 unidades em velocidade alta.
0 – fator 2 positivo.*
4 – Sinal do fator 2
1 – fator 2 negativo.
Tecla “ENVIA” incrementa fator 1 de uma unidade e tecla “ENVIA” sempre acionada
5 – Fator 2
incrementa de 5 unidades em velocidade alta
Tecla “ENVIA” incrementa temperatura de uma unidade e tecla “ENVIA” sempre acionada
6 – Ponto T
incrementa em velocidade alta.
7 – Fatores linearidade Não aplicável
8 – Ajuste VBat 0* a 10 – Ajuste da tensão da bateria indicada pelo MSP430. Ajuste máximo = + aprox. 0,2V
(* Padrão de fábrica)

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Observações sobre a configuração do equipamento:

• O processo de configuração e edição dos fatores de temperatura devem ser feitos antes da calibração.
• Se algum dos fatores de temperatura (ítens 2 à 6) forem alterados, devemos recalibrar o equipamento
obrigatoriamente.
• Apesar de quando alterado algum dos itens de configuração do equipamento o mesmo tentar partir sem
indicar mais o erro 90 (equipamento descalibrado) não significa que o equipamento esteja calibrado!

10.3. Calibração
Nota: Observar os ítens que interferem diretamente na calibração do equipamento.

Antes de entrar na rotina de calibração são necessários alguns cuidados:

• Deixar o equipamento ligado aproximadamente 30 minutos ou mais para pré-aquecimento do circuito.


• Caso tenha-se desmontado o suporte da célula e/ou o suporte da bandeja, deve-se proceder o amaciamento
da estrutura da seguinte forma: colocar a carga máxima da balança sobre a bandeja e retirá-la, repetir o
processo. Fazer este procedimento através da visualização do contador interno, para que se possa verificar
que a estrutura se acomodou e que passa a repetir os valores para carga máxima e zero. Obtendo este
resultado, o amaciamento está pronto.
• Não haver interferência na indicação do peso (ex.: vento).
• Não estar sobre superfícies sujeitas a vibração.
• A balança deve estar com toda a estrutura mecânica com a qual a mesma irá funcionar após a calibração,
pois a tara inicial da entrada na rotina de calibração será a tara base que corresponde à soma do peso do
suporte da bandeja + bandeja, utilizada no cálculo da máxima tara permitida após ligar o equipamento. Desta
forma, a tara máxima aceitável para que o equipamento continue funcionando após ser ligado é a tara
utilizada na calibração do equipamento somada com 15% da capacidade máxima da balança.
• O valor de contador máximo para o zero da balança no momento de calibração é de 30000. Caso contrário a
rotina de calibração não partirá (888888). Assim como o valor mínimo de contador é 100, abaixo disto a
rotina de calibração também não partirá (888888).

10.3.1Entrando no menu de calibração

• Com o equipamento desligado, pressione a tecla de calibração (botão S1 da placa 46X), que se encontra ao
lado de onde se soldam os fios da célula de carga, e mantenha-o pressionado.
• Ligue o equipamento através da tecla “L/D”.
• O display apresentará “888888”, e logo após irá piscar (apagar e acender novamente todo o display).
• A mensagem “calibra” irá aparecer indicando que entrou no menu de calibração.
• Solte o botão de calibração.

10.3.2Escolha do modelo

• A partir deste momento a balança irá apresentar “00” no display.


• Aperte a tecla “ENVIA” o número de vezes que for necessário para selecionar o modelo desejado conforme a
tabela de modelos abaixo:

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Nº Modelo Divisões
0 6000g / 1g De 0 a 6kg → 1g;
01 10000g / 1g De 0 a 3kg → 1g; De 3kg a 10kg → 2g
02 10000g / 2g De 0 a 10kg → 2g;
03 15000g / 1g De 0 a 3kg → 1g; De 3kg a 6kg → 2g; De 6kg a 15kg → 5g;
04 15000g / 2g De 0 a 6kg → 2g; De 6kg a 15kg → 5g;
05 15000g / 5g De 0 a 15kg → 5g;
06 15000g / 10g De 0 a 15kg → 10g;
07 30000g / 1g De 0 a 3kg → 1g; De 3kg a 30kg → 10g;
08 30000g / 2g De 0 a 6kg → 2g; De 6kg a 15kg → 5g; De 15kg a 30kg → 10g;
9 30000g / 5g De 0 a 30kg → 5g;
10 30000g / 10g De 0 a 30kg → 10g;
11 30000g / 20g De 0 a 30kg → 20g;
12 60000g / 10g De 0 a 60kg → 10g;
13 60000g / 20g De 0 a 60kg → 20g;
14 60000g / 50g De 0 a 60kg → 50g;
15 100000g / 10g De 0 a 30kg → 10g; De 30kg a 60kg → 20g; De 60kg a 99,5kg → 50g;
16 100000g / 20g De 0 a 99,8kg → 20g;
17 100000g / 50g De 0 a 99,5kg → 50g

• Após estar visualizando o número do modelo escolhido para ser calibrado, pressione “TARA” para aceitá-lo.
Nota: Lembre-se que é nesse momento que a balança captura o zero para a calibração e define a tara
base, portanto certifique-se de que a plataforma esteja devidamente montada e sem peso sobre a mesma
antes de apertar a tecla “TARA”.

• Aparecerá no display o valor da carga máxima de calibração para o modelo escolhido.

10.3.3Funcionamento do menu

• A partir de agora, apertando a tecla “ENVIA” diversas vezes, o menu se desloca mostrando outras
informações como mostra a figura abaixo.

10.3.4Escolha do peso de calibração

• Para calibrar com a carga máxima, aperte a tecla “ENVIA” até que apareça o valor da carga máxima no
display (1º item do menu).
• Para calibrar com a metade da carga máxima aperte “ENVIA” até que apareça a metade da carga máxima
no display (2º item do menu).
• Para calibrar com um valor intermediário aos dois, faça como segue:
Deixe o display apresentando a metade da carga máxima (2º item do menu).
Pressione e mantenha pressionado a tecla “Envia”.
Os pontos do display piscarão indicando que entrou na configuração de peso de calibração.
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Solte a tecla “ENVIA”.
Aperte a tecla “ENVIA” o número de vezes necessárias para chegar ao peso a ser calibrado. Se a tecla
“ENVIA” for mantida acionada o valor é incrementado rápida e grosseiramente.
Quando chegar ao peso escolhido pressione a tecla “TARA” para aceitá-lo. Note que os pontos do
display param de piscar indicando o fim da edição.
• A partir de agora o peso escolhido para a calibração estará aparecendo no display.
• Espere a seta de estabilização aparecer e pressione a tecla “TARA”.
• Caso apareça o erro 93, significa que você apertou a tecla “TARA” sem que o peso estivesse estável, repita
o passo descrito acima.
• Caso apareça o erro 94, significa que o contador é insuficiente para a calibração.
Nota: Caso o equipamento tenha sido calibrado com uma carga diferente da carga máxima é
necessário colocar a massa referente a carga máxima sobre o equipamento calibrado para avaliação dos
erros máximos permitidos naquele ponto.

10.3.5Fim da calibração

• Após aceitar a calibração, o display irá mostrar algumas informações técnicas e ficará trancado na indicação
“888888”. Retire então todo o peso sobre a plataforma.
• A balança ficará pronta para a pesagem apresentando peso zero.

10.4. Resumo da calibração do equipamento


Após a escolha do modelo, selecionar entre um dos três métodos citados na tabela abaixo. O ideal é
fazer a configuração antes de calibrar, pois muitos itens da configuração invalidam a calibração.
Modos de
Procedimento a ser seguido
calibração
Ligue o equipamento com o botão S1 acionado e logo após soltar o botão. Escolha o modelo a ser
PASSO 1 calibrado através da tecla “ENVIA”. Com a indicação do modelo no visor, pressione a tecla “TARA”. A
partir deste momento o equipamento realiza a captura do zero e tara base.
Calibração com a carga máxima (Peso-padrão 1): Ao final do passo 1 o visor mostrará a carga
máxima da balança (Peso padrão 1). Coloque o peso de calibração pedido, aguarde estabilizar e então
CALIBRAÇÃO 1
pressione a tecla “TARA”. Retire a carga sobre a plataforma. PS: Sempre avalie o número de divisões
internas para o modelo escolhido.

Modos de
Procedimento a ser seguido
calibração
Calibração com a metade da carga (Peso-padrão 2): Ao final do passo 1 o visor mostrará a carga
máxima da balança (Peso padrão 1), pressione a tecla “ENVIA” para indicar o peso padrão 2. Coloque a
CALIBRAÇÃO 2
carga de calibração indicada, aguarde estabilizar e pressione a tecla “TARA”. Retire a carga sobre a
plataforma. PS: Sempre avalie o número de divisões internas para o modelo escolhido.
Calibração com carga intermediária (Peso-padrão 2 editado): Ao final do passo 1 o visor
mostrará a carga máxima da balança (Peso padrão 1), pressione a tecla “ENVIA” para indicar o peso
padrão 2. Pressione e mantenha pressionada a tecla “ENVIA” até piscar os pontos no visor, solte a tecla
CALIBRAÇÃO 3 “ENVIA”. Use a tecla “ENVIA“ para incrementar o valor e mantenha-a pressionada para incrementar
ligeiramente. Aceite o valor editado pressionando a tecla “TARA”. Coloque a carga de calibração
indicada, aguarde estabilizar e pressione a tecla “TARA”. Retire a carga sobre a plataforma. PS: Sempre
avalie o número de divisões internas para o modelo escolhido.

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11. VERIFICAÇÃO DE PESO

Após a calibração, á necessário fazer uma verificação dos erros máximos para o modelo escolhido. Para
tanto, as cargas que devem ser aplicadas para cada modelo estão descritas na tabela abaixo. As cargas devem
ser aplicadas em sua ordem crescente (carga) e depois retiradas de modo que passem pelo mesmo ponto
novamente (descarga) sem deixar a balança retornar a zero.

Para o caso dos modelos multiescala (ME), são necessárias uma carga e descarga para cada faixa de
pesagem, conforme é mostrado na tabela abaixo. Entre as faixas que serão testadas o equipamento pode
retornar a zero, porém quando na carga e posterior descarga não.

6000 / 1g 10000 / 1g 1ª faixa 10000 / 1g 2ª faixa 10000 / 2g 15000 / 1g 1ª faixa 15000 / 1g 2ª faixa 15000 / 1g 3ª faixa
(0 a 3kg -> 1g) (0 a 10kg -> 2g) (0 a 3kg -> 1g) (0 a 6kg -> 2g) (0 a 15kg -> 5g)
Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max
20g 0,5g 20g 0,5g 40g 1g 40g 1g 20g 0,5g 40g 1g 100g 2,5g
500g 0,5g 500g 0,5g 1kg 1g 1kg 1g 500g 0,5g 1kg 1g 2,5kg 2,5g
2kg 1g 1kg 0,5g 3kg 2g 3,5kg 2g 1kg 0,5g 2kg 2g 5kg 5g
3kg 1,5g 1,5kg 0,5g 4kg 2g 4kg 2g 1,5kg 0,5g 3kg 2g 7,5kg 5g
6kg 1,5g 2kg 1g 5kg 3g 5kg 3g 2kg 1g 4kg 2g 10kg 5g
3kg 1,5g 10kg 3g 10kg 3g 3kg 1,5g 6kg 3g 15kg 7,5g

15000 / 2g 1ª faixa 15000 / 2g 2ª faixa 15000 / 5g 15000 / 10g 30000 / 1g 1ª faixa 30000 / 1g 2ª faixa 30000 / 2g 1ª faixa
(0 a 6kg -> 2g) (0 a 15kg -> 5g) (0 a 3kg -> 1g) (0 a 30kg -> 10g) (0 a 6kg -> 2g)
Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max
40g 1g 100g 2,5g 100g 2,5g 200g 5g 20g 0,5g 200g 5g 40g 1g
1kg 1g 2,5kg 2,5g 2,5kg 2,5g 5kg 5g 500g 0,5g 5kg 5g 1kg 1g
2kg 2g 5kg 5g 5kg 5g 7,5kg 10g 1kg 0,5g 10kg 10g 2kg 2g
3kg 2g 7,5kg 5g 7,5kg 5g 15kg 10g 1,5kg 0,5g 15kg 10g 3kg 2g
4kg 2g 10kg 5g 10kg 5g 2kg 1g 20kg 10g 4kg 2g
6kg 3g 15kg 7,5g 15kg 7,5g 3kg 1,5g 30kg 15g 6kg 3g

30000 / 2g 2ª faixa 30000 / 2g 3ª faixa 30000 / 5g 30000 / 10g 30000 / 20g 60000 / 10g 60000 / 20g
(0 a 15kg -> 5g) (0 a 30kg -> 10g)
Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max
100g 2,5g 200g 5g 100g 2,5g 200g 5g 400g 10g 200g 5g 400g 10g
2,5kg 2,5g 5kg 5g 2,5kg 2,5g 5kg 5g 10kg 10g 5kg 5g 10kg 10g
5kg 5g 10kg 10g 10kg 5g 10kg 10g 15kg 20g 20kg 10g 20kg 20g
7,5kg 5g 15kg 10g 15kg 7,5g 15kg 10g 30kg 20g 30kg 15g 30kg 20g
10kg 5g 20kg 10g 30kg 7,5g 20kg 10g 60kg 15g 40kg 20g
15kg 7,5g 30kg 15g 30kg 15g 60kg 30g

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60000 / 50g 10000 / 10g 1ª faixa 10000 / 10g 2ª faixa 10000 / 10g 3ª faixa 10000 / 20g 10000 / 50g
(0 a 30kg -> 10g) (0 a 60kg -> 20g) (0 a 100kg -> 50g)
Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max Carga Err. max
1kg 25g 200g 5g 400g 10g 1kg 25g 400g 10g 1kg 25g
20kg 25g 5kg 5g 10kg 10g 25kg 25g 10kg 10g 25kg 25g
25kg 25g 10kg 10g 20kg 20g 33kg 50g 33kg 20g 33kg 50g
30kg 50g 15kg 10g 30kg 20g 50kg 50g 40kg 20g 50kg 50g
60kg 50g 20kg 10g 40kg 20g 100kg 50g 50kg 30g 100kg 50g
30kg 15g 60kg 30g 100kg 30g

12. CONSIDERAÇÕES SOBRE A FONTE E A BATERIA


# Balança conectada somente a fonte:

A balança detecta que está conectada somente à fonte externa caso o VORIG medido estiver acima de
4V e VBAT medido estiver acima de 7.4V. Nesta situação, o sinal do carregador (Charge off – P6.5 do MSP)
estará sempre acionado (em zero) para poder manter o circuito ligado.

PS: Caso contrário, se este sinal, nesta situação, for para nível alto, a tensão sobre Vbat some e o
circuito é derrubado.

# Balança conectada somente à bateria:

Quando a balança estiver conectada somente à bateria (leitura de VORIG < 4V), a mesma mostra o
nível de carga da bateria seguindo as seguintes tensões:

VBAT acima de 6.05V

VBAT entre 5.85V e 6.05V

VBAT entre 5.7V e 5.85V

VBAT abaixo de 5.5V

Com VBAT abaixo de 5.5V o software não deixa o circuito ligar, pois essa tensão é muito baixa para o
regulador de tensão. Situação essa em que o circuito tenta partir, liga todos os segmentos e rapidamente se
desliga.

# Balança conectada a fonte e a bateria

A balança detecta se há bateria ou não lendo a tensão VBAT, caso a mesma esteja abaixo de 7.4V, e a
tensão e VORIG maior que 4V, a balança interpreta que há bateria + fonte.

Caso a tensão medida esteja acima de 7V (não esquecendo que só até 7.4V que estaria na condição
fonte + bateria), ela interpreta que a bateria está carregada e manda desligar a carga (nível baixo no pino P6.5
– charge off). Assim, o circuito passa a consumir somente da bateria. Há uma histerese para que o carregador
seja ligado novamente, é quando a tensão VBAT cai para um valor menor do que 6.2V. A partir dessa situação
o carregador é acionado novamente e só é desligado quando a tensão da bateria atingir novamente 7V.

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Caso a tensão medida esteja abaixo de 7V, a balança carregará a bateria até 7V, desligará o carregador
e entrará no regime descrito acima.

Para a operação de Fonte + Bateria:

Faixa de tensão do VBAT O que acontece ou aparece no display


VBAT > 7,4V Caso isso ocorra, a balança indicará “bat nao” na inicialização e interpretará que não há
bateria conectada!
7,4V > VBAT > 7,0V Bateria carregada - (nível baixo no pino P6.5 – charge off)
7,0 V > VBAT> 5,5V Bateria sendo carregada - (nível alto no pino P6.5 – charge off)
HISTERESE = 6,2V Caso já tenha sido carregado até 7,0V, a carga só será feita novamente após baixar de
6,2V
Se a balança estiver desligada e ao ligar a tensão estiver abaixo de 5,5V a balança mostra
VBAT < 5,5V
erro 69 momentaneamente e se desliga.

12.1. Resumo do aparecimento da indicação da bateria


O desenho da bateria será mostrado conforme as seguintes situações:

• No momento de ligar a balança, aparecerá o símbolo totalmente completo.


• Se a bateria estiver carregando, aparecerá em movimento (sinótico);
• Se a fonte estiver ligada na balança, e a bateria já atingiu os 7V, não aparecerá o símbolo da bateria até que
sua carga chegue a 6,2V, quando dará inicio ao carregamento e a bateria aparecerá em movimento
(sinótico).
• Se a bateria estiver com 7V e for desligado a alimentação da fonte, aparecerá o símbolo da bateria
completo. Nesta situação, haverá uma monitoração no decorrer da descarga desta, o símbolo passará por
quatro estágios: Três traços, dois traços, um traço e sem nenhum traço, depois disso a balança se
autodesligará.

13. CUIDADOS IMPORTANTES

13.1. Tensões Vbat e Vorig


Para o caso de liberação da balança pela produção ou pela ATU (no caso de manutenção) . É
necessário ler a tensão Vbat estando com a balança alimentada somente pela fonte externa.

A tensão de Vbat deve estar acima de 7.5V para que não haja problemas de desligamento do circuito. A
balança interpreta que há bateria conectada ao circuito caso a tensão de Vbat esteja abaixo de 7.4V, além
disso, interpreta ainda que se ela está com “bateria” a mesma está “carregada” (tensão de comparação de
carga completa é 7V) e manda desligar o carregador (pino P6.5 – charge off) derrubando o circuito, pois não
havia nenhuma bateria para sustentá-la. A margem de 7.5V é apenas uma folga para não ficar muito próximo
de 7.4V e ocorrer desligamento caso o circuito sofra variação de temperatura.
Caso o circuito apresente Vbat abaixo de 7.5V, há no menu de configuração da balança o item “8”
adicionado para fazer um pequeno ajuste por software desta tensão medida. O item pode ser configurado de 0
a 10. Quando diferente de zero, significa que ao Vbat está sendo acrescida uma tensão de ajuste. Colocar este
item em 10 significa acrescer um adicional de tensão de aprox. 0.2V. A tensão que foi acrescida já pode ser
notada pela função seteoito. OBS: Essa tensão modificada, embora apresentada pela seteoito como Vbat, só
será usada para a decisão de se há bateria conectada ou não (Vbat > 7.4V), as tensões de comparação para a
carga da bateria permanecem sem a tensão de ajuste. Caso a alteração via “Config 8” não dê resultado, pode
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ser alterado o divisor resistivo (R44 e R43) para forçá-lo subir a tensão medida

13.2. Tensão do micro


Verificar sempre que receber uma balança a tensão do micro apresentada pela seteoito, deve ser de
aprox. 3.6V. A variação máxima deve ser de ±0.2V, caso seja maior do que isto, é provável que a placa possua
algum defeito. Verificar com o multiteste a tensão do chip para ver se não é o chip que está lendo o valor
errado. Essa tensão medida é a tensão que alimenta o chip, a tensão fora da especificação (principalmente
para o caso de estar acima de 3.6V – máxima tensão que o MSP aguenta) estressa o chip queimando-o em
pouco tempo.

13.3. Temperatura
A temperatura do chip indicada na seteoito deve estar com uma diferença máxima de ±10ºC em relação
a temperatura local. O valor de temperatura medido difere entre as placas.

13.4. Bateria
Quando a tensão de Vorig lida pela função seteoito estiver abaixo de 10V (considerando fontes lineares
não reguladas!!), na condição de bateria (carregada) e fonte externa conectadas, significa que a bateria pode
estar danificada. Primeiramente, para garantir que não é a fonte externa, meça a tensão em aberto da mesma,
deve estar acima de 14V. Estando com a fonte externa ok, meça a corrente que passa pelo resistor de 1,2R
(R16 da placa) (pode-se fazer medindo a tensão sobre o resistor de 1,2R e dividindo o valor medido por 1.2).
Se a corrente estiver maior que aprox. 0.2A, a bateria está puxando muita carga e conseqüentemente deve
estar danificada. Para certificar-se de que a bateria está ruim, faça um último teste, coloque uma bateria boa e
carregada e faça a mesma medição, o valor deve dar abaixo de 0.2V.

14. TESTES

14.1. Teste da tensão de operação da bateria


• Desconectar a bateria e a fonte externa da balança;
• Ligar uma fonte de tensão ajustável (ajustada em 6,5V aproximadamente) ao cabo da bateria da placa
(simulando a bateria);
• Conectar o multímetro nos bornes de saída da fonte ajustável.
• Ligar a balança, através da tecla “L/D”, para que a mesma entre em operação funcionando apenas por
bateria;
• Colocar sobre a plataforma um peso de massa pequena;
• Baixar a tensão na fonte ajustável aos poucos e verificar se o indicador de peso não se altera;
• Continuar baixando a tensão da fonte ajustável até que o display mostre a mensagem BATERIA FRACA. A
tensão de corte deve ficar próximo aos 5,5V.
• Abaixo é demonstrado as etapas da indicação de carga da bateria em relação à tensão da mesma:

Faixa de tensão da bateria O que acontece ou aparece no display


VBAT > 7,4V Caso isso ocorra, a balança indicará “bat nao” na inicialização e interpretará que não há
bateria conectada!
7,4V > VBAT > 6,05V 3 Barras – Cheia
6,05 V > VBAT> 5,85V 2 Barras
5,85V > VBAT > 5,7V 1 Barra

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Faixa de tensão da bateria O que acontece ou aparece no display
5,5 V < VBAT < 5,7V Sem Barras – Vazia
VBAT < 5,5V Mensagem no display: BATERIA FRACA, segundos antes de autodesligar.

15. RESUMO DE FUNCIONAMENTO DO CIRCUITO

Circuito ligado pela fonte externa

O sinal VORIG proveniente da fonte atravessa o Q1 da placa 46X. Neste instante, o sinal
VORIG proveniente da fonte origina o sinal ON-REDE e VMON.
O sinal CHARGE-OFF permanece em nível baixo.

O sinal ON-REDE ativa o regulador U3 de 5V, regulador mestre, que ativa o regulador U4 de
3,6V. Os 5V regulados pelo U3 entram no pino de controle do regulador de 5V U2 (Alimentação
analógica) .

O micro, agora ativado, origina o sinal ON-MICRO, que será responsável por manter ativo o
regulador mestre, quando não existir o ON-REDE.

Neste instante, o carregador da placa 46X está ativado, ou seja, o sinal CHARGE-OFF continua
em nível baixo.

A leitura do BAT-MON, é feita utilizando-se de um AD interno ao MSP:


Há bateria? Se o sinal lido pelo MSP (o que representa o VBAT medido pelo multiteste) estiver
abaixo de 7,4V significa que tem bateria, se estiver acima, significa que não tem bateria.

Se a bateria estiver conectada e VBAT estiver abaixo de 7V, o sinal CHARGE-OFF, mantém-se
em nível baixo deixando assim o VORIG, passar para a bateria, carregando a mesma, até a tensão
chegar em 7V. Neste momento o sinal CHARGE-OFF, é ativado, para nível alto, desligando assim o
carregador. O sinal VORIG não ultrapassa mais o Q1 da placa 46X, sendo toda alimentação do
circuito proveniente apenas da bateria.

Quando VBAT cair a 6,2V (histerse de carga da bateria), o sinal CHARGE-OFF cai a zero,
ligando novamente o carregador. Desligando novamente quando chegar a 7V

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Ligando a balança com fonte externa

Pressionando a tecla L/D

O micro é ressetado através do sinal L/D2

O sinal READ-L/D eleva seu nível a cada pressão da chave L/D, avisando o micro para ligar ou
desligar os displays.

Ligando e desligando a balança apenas na bateria.

Pressionando a tecla L/D para ligar o circuito

O sinal VORIG, ativa o regulador mestre ligando os outros reguladores e todo o circuito

O sinal ON-MICRO será o responsável por manter ligado o regulador mestre (U3) quando não
tiver o sinal ON-REDE (ativado só quando há fonte alimentando o circuito).

Pressionando a tecla L/D novamente para desligar o circuito

É ativado novamente o sinal READ-L/D, o MSP desliga os displays pelo pino de BLANK.

Como não há fonte conectada, o sinal VMON está em zero, assim o circuito é desligado através
do sinal ON-MICRO indo a zero.

15.1. Filtro de Hardware


Todos as balanças de checkout possuem uma placa de filtro de hardware externa que é soldada na
placa 46X. A substituição desse filtro caso necessária é descrita abaixo:
• Com a ajuda de um ferro de solda, dessolde o fio "wirewrap" que está conectado entre a placa 46X e a placa
de filtro. Dessolde o fio no lado da placa de filtro (Nas costas do furo J1).
• Corte os 8 terminais que conectam a placa de filtro à placa 46X com a ajuda de um alicate de corte pequeno.
(Antes de cortá-los observar a posição de montagem da mesma).
• Retirar o resto de terminal e a solda excedente dos 8 furos com o auxílio de um ferro de solda e um sugador.
• Colocar a nova placa de filtro no lugar da antiga (a parte dos capacitores deve ficar virada para o lado dos
fios da célula de carga).
• Solde os 8 terminais e corte o excesso dos mesmos.
• Ressolde o fio "wirewrap" nas costas do furo J1 da placa de filtro.

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16. MENSAGENS DE ERRO OU ADVERTÊNCIA

Caso o equipamento detecte algum erro operacional ou alguma operação inválida o mesmo emite uma
mensagem de erro. Abaixo estão listadas todas as mensagem que podem ocorrer.

Nº Descrição do erro
Erro de escrita na Flash – Pode gerar erro 90 após o seu aparecimento dependendo do
99
segmento da Flash que sofreu erro.
98 Desacionar o botão de calibração
97 Desacionar o botão de configuração
96 Erro na tara pois a fuga de zero positivo está acima de 2% da carga máxima
95 Erro na tara pois a fuga de zero negativo está abaixo de 2% da carga máxima
94 Peso insuficiente para calibração
93 Peso não estabilizado
92 Erro de temperatura local acima do permitido
91 Erro de temperatura local abaixo do permitido
90 Equipamento descalibrado
70 Erro de checksum no segmento Flash
71 Erro de checksum na inicialização do segmento C da Flash
72 Erro de checksum na inicialização do segmento B da Flash
73 Erro de calibração do AD
69 VBAT < 5,5V na inicialização da balança

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