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Projetos de Instrumentação

Detalhamento do Projeto

A maioria do homem-hora gasto em um projeto é consumido na fase da engenharia


detalhada e na fase de montagem. Nesta etapa do projeto, serão desenvolvidos os
cálculos de engenharia e seus memoriais, desenhos e diagramas, especificações de
instrumentos, requisições de compra, organização de literaturas e documentos.

Controle da documentação

Neste estágio com o aumento dos desenhos e diagramas do projeto é necessário


existir um sistema para manter o controle e rastreabilidade destes papéis. Além de
controlar os desenhos e documentos criados, faz-se necessário controlar as revisões
destes documentos. Muitos dos desenhos foram iniciados na fase preliminar do
projeto e serão modificados na fase de detalhamento da engenharia, o que prova que
nenhum documento é realmente um documento final.

Um sistema de controle de documentação pode ser simples ou complexo, porém


recomenda-se que o mesmo seja o mais descomplicado possível. Será necessário
criar um sistema que contemple as seguintes informações relacionadas ao
documento:

• Número

• Título

• Tipo

• Tamanho

• Data de criação

• Data de Revisões

• Nota das revisões

As especficações de instrumentos, folha de dados, memoriais, informações de


fabricantes, etc. podem também ser numerados e arquivado caso desejado.

Os documentos mais importantes a serem desenvolvidos nesta fase são:

• Memorial de cálculo de instrumentos

• Folha de Especificação de Instrumentos

DETALHAMENTO DE PROJETO...1
Projetos de Instrumentação

• Diagrama de fiação ou ligação

• Diagrama de malha

• Diagrama lógico

• Diagramas de detalhamento típico de instrumentos

• Planta de encaminhamentos de cabos

• Planta de encaminhamentos de cabos na sala de controle

• Desenhos de painel

A definição dos instrumentos em um projeto deve levar em consideração o estado-da-


arte dos instrumentos, ou seja a sua tecnologia atual, porém o custo e a
disponibilidade de peças para reparo e manutenção são outros fatores a serem
considerados.

DETALHAMENTO DE PROJETO...2
Projetos de Instrumentação

FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO DE INSTRUMENTOS


Deve conter: identificação (tag), serviço, dados operacionais e características técnicas
que permitam sua completa definição para fins de aquisição do instrumento. Devem
ser elaborados utilizando-se formulários padronizados.

A padronização das folhas de especificações de instrumentos está baseada


principalmente em dois sistemas:

• Procedimento PRINST/1 do IBP

• Norma ISA-20-1981 “Formulários de especificação de instrumentos, elementos


primários e válvulas de controle para medição e controle de processo”

Os dois padrões para folhas de especificações tem como objetivos comum:

• Facilidade no estabelecimento dos dados mínimos necessários à especificação


dos instrumentos;

• Uniformização da terminologia;

• Padronização na apresentação dos dados, permitindo critérios uniformes de


análise de especificações, cotações, ordens de compra, inspeção e recebimento;

• Aumento de eficiência no processamento das informações, desde a concepção


inicial até a operação dos sistemas de instrumentação e controle

As folhas de especificações utilizadas no Procedimento PRINST/1 do IBP,


representam uma forma resumida de especificação, não incluindo necessariamente
todos os dados de engenharia e de aplicação, permitindo-se que o usuário adicione
dados conforme sua necessidade.

O formato de cada folha obedece a critérios gerais de dimensionamento e distribuição


de informações. Os cabeçalhos permitem que cada usuário possa colocar
informações sobre a empresa ou da planta industrial a que destina-se.

A lista à seguir mostra os tipos de instrumentos que possuem formulários de


especificação disponíveis no PRINST/1 do IBP, sendo que para instrumentos menos
comuns, não contemplados nesta lista, sugere-se a utilização da folha de
especificação de “Instrumentos Diversos”.

DETALHAMENTO DE PROJETO...3
Projetos de Instrumentação

Instrumentos diversos Instrumentos de painel

Anunciadores de alarme –
Anunciadores de alarme
Gravação de Plaquetas

Termômetros bimetálicos e poços Termostatos

Termopares e poços Bulbos de resistência e poços

Instrumentos de temperatura (bulbo


Rotâmetros
cheio)

Placas de Orifíco e flanges Transmissores tipo turbina

Medidores magnéticos de vazão Totalizador local de vazão

Visores de nível Indicadores de nível de tanque

Chave de nível (bóia ou empuxo) Instrumentos de nível (empuxo)

Instrumentos de nível (tipo


Manômetros
capacitância)

Pressostatos Transmissores de pressão

Transmissores de pressão
Instrumentos de pressão
diferencial

Válvulas de controle Válvulas termostáticas

Válvulas controladoras de nível Válvulas controladoras de pressão

Válvulas motorizadas
Válvulas motorizadas eletricamente
pneumaticamente

Válvulas solenóide

É importante frisar que para realizar um boa e completa especificação de instrumento,


deve-se conhecer o princípio de funcionamento do mesmo, conceitos de normas de
classificação elétricas e mecânicas de equipamentos e instrumentos e consultar o
catálogo e/ou manual de pelo menos um fabricante deste tipo de instrumento, sem o
qual ficará extremamente difícil o trabalho.

DETALHAMENTO DE PROJETO...4
Projetos de Instrumentação

Detalhamento da especificação

Alguns conceitos importantes na especificação de instrumentos dizem respeito a:

• CLASSIFICAÇÃO DO INVÓLUCRO

Os invólucros dos equipamentos e instrumentos eletro-eletrônicos, conforme as


características do local em que serão instalados e de sua acessibilidade, devem
oferecer um determinado grau de proteção. Assim, por exemplo, um equipamento a
ser instalado num local sujeito a jatos de água, deve possuir um invólucro capaz de
suportar tais jatos, sob determinados valores de pressão e ângulo de incidência, sem
que haja penetração de água. O grau de proteção conforme definido por norma (NBR
6146 ou IEC 60529) é representado por letras IP, seguidas por dois algarismos.

O 1º algarismo indica o grau de proteção contra penetração de corpos sólidos


estranhos e contato acidental e o 2º algarismo indica o grau de proteção contra
penetração de água no interior do motor.

Uma outra padronização para classificação de invólucro está baseada na norma


NEMA.

A tabela à seguir mostra o detalhamento dos níveis de proteção em função dos


algarismos utilizados pela norma IEC, sendo que se o instrumento possue grau de
proteção IP68, ele está totalmente protegido contra poeira e pode trabalhar
permanentemente imerso em água.

1º ALGARISMO 2º ALGARISMO
INDICAÇÃO INDICAÇÃO
0 Sem proteção 0 Sem proteção
1 Corpos estranhos de dimensões acima de 1 Pingos de água na vertical
50mm
2 Corpos estranhos de dimensões acima de 2 Pingos de água até a inclinação de 15º
12mm com a vertical
3 Corpos estranhos de dimensões acima de 3 Água de chuva até a inclinação de 60º
2,5mm com a vertical
4 Corpos estranhos de dimensões acima de 4 Respingos de todas as direções
1,0mm
5 Proteção contra acúmulo de poeiras 5 Jatos de água de todas as direções
prejudiciais ao equipamento
6 Totalmente protegido contra a poeira 6 Águas de ondas ou jatos de água
potentes
7 Imersão temporária
8 Imersão permanente

DETALHAMENTO DE PROJETO...5
Projetos de Instrumentação

• CLASSIFICAÇÃO DA ÁREA

Os equipamentos e instrumentos eletro-eletrônicos quando instalados na área


industrial, podem estar sujeitos a atmosferas explosivas. Em função da frequência da
exposição destes instrumentos e do tipo de atmosfera explosiva as áreas são
classificadas.

Existem duas principais normas para classificar as áreas explosivas:

NEC➨ Baseia-se na classificação em Divisão; Classes e Grupos

IEC ➨ Baseia-se na classificação em Zona; Grupo e Temperatura de ignição


expontânea.

• CONEXÃO ELÉTRICA

Os instrumentos eletrônicos de campo, como por exemplo, os transmissores de


pressão possuem sempre uma conexão roscada para acoplamento do conduite
elétrico, definida nas folhas de especificação como CONEXÃO ELÉTRICA. Esta
conexão pode ser especificada normalmente com as seguintes opções: ½” NPT; Pg
13,5 ou M20 X 1,5.

• MATERIAIS

Os materiais que compõem as várias partes de um instrumento, normalmente são


opcionalmente especificados em função da aplicação. Estes materiais podem ser
utilizadas em partes molhadas do instrumento, isto é, as partes do instrumento que
estarão em contato com o fluído de processo ou em partes não molhadas.

Os exemplos mais comuns de tipos de materiais são:

AÇO INOX 304 (A.I. 304 ou AISI 304)

AÇO INOX 316 (A.I. 316 ou AISI 316)

Aço Carbono

NEOPRENE

TEFLON

LATÃO

MONEL

TANTALO

DETALHAMENTO DE PROJETO...6
Projetos de Instrumentação

EXEMPLO DE ESPECIFICAÇÃO DE MEDIDOR MAGNÉTICO DE VAZÃO

O medidor magnético de vazão é um instrumento dividido em 2 componentes:


medidor e transmissor, sendo que alguns fabricantes fornecem ambos montados de
forma integralmente.

O medidor é o componente que fica em contato direto com o processo, necessitando


especificar vários parâmetros relacionados a material de construção e características
do eletrodo de medição. O transmissor, basicamente é um equipamento eletrônico
com a função de medir o sinal gerado pelo medidor é transmití-lo em sinal analógico
ou digital (comunicação).

A folha de especificação a seguir mostra um exemplo de especificação de 2


medidores magnético, agrupando os dados a serem especificados em:

• GERAL

• MEDIDOR

• TRANSMISSOR

• ACESSÓRIOS

• CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO

DETALHAMENTO DE PROJETO...7
Projetos de Instrumentação
Nº REV
FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO 0
UNIDADE: FOLHA
_ de _
PROJ ETO:

CLIENTE:
MEDIDORES MAGNÉTICO DE VAZÃO
1 IDENTIFICAÇÃO FIT-01 FIT-02
CLARIFICADO EFLUENTE TRATADO
2 SERVIÇO P ARA ETA P ARA ETA
GERAL

3 IDENTIFICAÇÃO DA LINHA
4 DIÂM ETRO DA LINHA 14" 6"
5
6
7 DIÂM ETRO, CLASSE E FACE 10" 150#FP 4" 150#FP
8 ALCANCE 0 a 1675 m³/h 0 a 270 m³/h
9 CALIBRAÇÃO 0 a 500 m³/h 0 a 70 m³/h
10 M AT. DO TUBO M EDIDOR AISI 304 AISI 304
11 M AT. DO REVESTIM ENTO NEOP RENE NEOP RENE
12 M AT. DO FLANGE AÇO CARBONO AÇO CARBONO
13 TIP O DO ELETRODO STANDARD STANDARD
MEDIDOR

14 M AT. ELETRODO AISI 316 AISI 316


15 LIGAÇÃO DA BOBINA EM SÉRIE EM SÉRIE
16 P RECISÃO 0,5%DO VALOR M EDIDO 0,5%DO VALOR M EDIDO
17 REP ETIBILIDADE 0,1%DO VALOR M EDIDO 0,1%DO VALOR M EDIDO
18 ALIM ENTAÇÃO DO TRANSM ISSOR DO TRANSM ISSOR
19 CLASSIFICAÇÃO DO INVÓLUCRO NEM A 4 NEM A 4
20 CONEXÃO ELÉTRICA 1/2" NP T(F) 1/2" NP T(F)
21 VELOCIDADE ( m/s ) 1,53 1,33
22
23
24
25 M ONTAGEM INTEGRAL INTEGRAL
26 SINAL DE SAÍDA 4 a 20 mA,LINEAR,ISOLADO 4 a 20 mA,LINEAR,ISOLADO
TRANSMISSOR

27 COM P RIMENTO CABO DE SINAL - -


28 CLASSIFICAÇÃO DO INVÓLUCRO NEM A 4 NEM A 4
29 CONEXÃO ELÉTRICA 1/2" NP T(F) 1/2" NP T(F)
30 ALIM ENTAÇÃO 110 / 220 Vca 110 / 220 Vca
31 TIP O M ICROP ROCESSADO M ICROP ROCESSADO
32 INDICAÇÃO SIM - DIGITAL SIM - DIGITAL
33
34 P LAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO SI M - AISI 316 SI M - AISI 316
35 ANEL DE ATERRAM ENTO - -
ACESSÓRIOS

36 ANEL DE P ROTEÇÃO - -
37
38
39
40
41
42 FLUIDO ESTADO FÍSICO EFL. BRUTO LÍQUIDO EFL. TRAT. LÍQUIDO
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO

43 P RESSÃO NORM AL 2 2
44 P RESSÃO M ÁX. P RESSÃO M ÍNIM A 5 0 5 0
45 TEM P . NORM AL TEM P . M ÁXIM A AM B. AM B. AM B. AM B.
46 VAZÃO NORM AL 350 49
47 VAZÃO M ÁX. VAZÃO M ÍNIM A 500 0 70 0
48 DENSIDADE COND. OP ER. STAND. 1000 1000
49 VISCOSIDADE TEM P .OP ER. AM B. 1 1
50 SÓLIDOS EM SUSP ENSÃO SIM - 0,1% SIM - 0,1%
51 P ESO M OLECULAR
52 CONDUTIVIDADE ELÉTRICA
53
54
55 FABRICANTE
56 M ODELO
57 UNIDADES: PRESSÃO (bar) TEMPERATURA (ºC) VISCOSIDADE (cP) DENSIDADE (kg/m³) VAZÃO (m³/h)
NOTAS:

DETALHAMENTO DE PROJETO...8
Projetos de Instrumentação

As próximas figuras e tabelas mostram alguns detalhes de dois medidores mod. 8705
e 8711, além de um
transmissor mod. 8732 da
EMERSON (FISHER-
ROSEMOUNT) sem
esgotar as informações
necessárias para uma
completa especificação, o
que seria necessário o
manual e/ou catálogo do
fabricante.

DETALHAMENTO DE PROJETO...9
Projetos de Instrumentação

Vista do medidor mod.8705

DETALHAMENTO DE PROJETO...10
Projetos de Instrumentação

Vista do Medidor mod. 8711

DETALHAMENTO DE PROJETO...11
Projetos de Instrumentação

Vista do Transmissor mod. 8732

DETALHAMENTO DE PROJETO...12
Projetos de Instrumentação

EXEMPLO DE ESPECIFICAÇÃO DE PLACAS DE ORIFÍCO, TRANSMISSOR DE


PRESSÃO DIFERENCIAL E VÁLVULA DE CONTROLE
Nº REV
FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO 0
UNIDADE: FOLHA
_ de _
PROJ ETO:

CLIENTE:
PLACAS DE ORIFÍCIO
1 IDENTIFICAÇÃO FE-01 FE-02
CLARIFICADO EFLUENTE TRATADO
2 SERVIÇO P ARA ETA P ARA ETA

3 LINHA Nº
4
GERAL

DIÂM. EXT. DA LINHA / SCH 14" / 0,250" 6" / 40


5 MÉTODO DE CÁLCULO ISO 5167 ISO 5167
6
7
8 TIP O SEGMENTAL SEGMENTAL
9 MATERIAL AISI 316 AISI 316
10 ESP ESSURA (mm) 3,43 3,43
ORIFÍCIO

11 VAZÃO DE CÁLCULO 353,55 49,50


12 ∆P NA VAZÃO DE CÁLCULO 1250 mmH2O 1250 mmH2O
13 DIÂMETRO DE ORIFÍCIO (mm) 198,25 75,25
14 RELAÇÃO d/D = β 0,57836 0,49541
15 ∆P NA VAZÃO MÁXIMA 2500 mmH2O 2500 mmH2O
16
17
18 FLUIDO EFLUENTE BRUTO EFLUENTE TRATADO
19 ESTADO FÍSICO LÍQUIDO LÍQUIDO
20 VAZÃO NORMAL 350 49
21 VAZÃO MÁXIMA 500 70
22 VAZÃO MÍNIMA 0 0
23 P RESSÃO DE OP ERAÇÃO 2 2
24 P RESSÃO DE P ROJ ETO 5 5
25 TEMP ERATURA DE OP ERAÇÃO AMBIENTE AMBIENTE
26 TEMP ERATURA DE P ROJ ETO AMBIENTE AMBIENTE
27 DENSIDADE NA COND. OP ERAÇÃO 1000 1000
28 VISCOSIDADE NA COND. OP ERAÇÃO 1 1
29 P ESO MOLECULAR
30 Cp/Cv
31 FATOR DE COMP RESSIBILIDADE
32 SÓLIDOS EM SUSP ENSÃO 0,1% 0,1%
33
34
35
36
37 FABRICANTE
38 MODELO
39
40 UNIDADES: VAZÃO (m³/h) PRESSÃO (bar) TEMPERATURA (ºC) DENSIDADE (Kg/m³) VISC. (cP)
NOTAS:

DETALHAMENTO DE PROJETO...13
Projetos de Instrumentação
Nº REV
FOLHA DE ESPECIFICAÇÃO 0
UNIDADE: FOLHA
_ de _
PROJ ETO:

CLIENTE:
TRANSMISSORES DE PRESSÃO DIFERENCIAL
1 IDENTIFICAÇÃO

2 SERVIÇO

3 IDENTIFICAÇÃO DA LINHA
GERAL

4 TIP O M ANOM ÉTRICO M ANOM ÉTRICO DIFERENCIAL


5 CONEXÃO AO P ROCESSO 3" 300#FR 1/2" NP T ( F ) VER SELO
6 CONEXÃO ELÉTRICA P G13.5 P G13.5 P G13.5
7 CLASSIFICAÇÃO DA ÁREA ZONA 1, GRUP O II B, T4 ZONA 1, GRUP O II B, T4 ZONA 1, GRUP O II B, T4
8 CLASSIF. DO INVÓLUCRO IP 65 IP 65 IP 65
9 M ONTAGEM INTEGRAL INTEGRAL INTEGRAL
10
11 TIP O DO ELEM ENTO DIAFRAGM A DIAFRAGM A DIAFRAGM A
12 ALCANCE -1 a 2 bar -1 a 2 bar 0 a 0,05 bar
13 FAIXA ( CALIBRAÇÃO ) -0,2 a 1 bar -0,2 a 1 bar 0 - 0,025 bar
14 CL.P RESSÃO SOBREP RESSÃO - 20 bar - 20 bar - 10 bar
TRANSMISSOR

15 FLUIDO DE ENCHIMENTO FLUORLUBE FLUORLUBE FLUORLUBE


16
17 P RECISÃO LINEARIDADE 0,1%SP AN - 0,1% SP AN - 0,1% SP AN -
18 REP ETIBILIDADE HISTERESE - - - - - -
19
20
21 SINAL SAÍDA IM P ED. CARGA - - - - 4 a 20 mA 500
22 ALIM ENTAÇÃO SIST. TRANSM IS. - 2 FIOS - 2 FIOS 24 Vdc 2 FIOS
23 P ROTOCOLO P / COM UNIC. DIGITAL P ROFIBUS - P A P ROFIBUS - P A -
24 CONSUM O 12 mA 12 mA -
25 ELEM ENTO AISI 316 L AISI 316 L AISI 316 L
26 FLANGES E ADAP TADORES AISI 316 L AISI 316 L AISI 316
27 ANÉIS EM "O" P TFE P TFE P TFE
MATERIAIS

28 VÁLVULAS DE VENT E DRENO - - AISI 316


29 P ARAFUSOS P ORCAS - - - - AÇO INOX AÇO INOX
30 INVÓLUCRO/P INTURA ALUM ÍNIO/P OLIÉSTER ALUM ÍNIO/P OLIÉSTER ALUM ÍNIO/P OLIÉSTER
31 COR P ADRÃO FABRICANTE P ADRÃO FABRICANTE P ADRÃO FABRICANTE
32
33
34 TIP O - - REM OTO
SELO DIAFRAGMA

35 CONEXÃO AO P ROCESSO - - 2" 300# FR


36 DIAFRAGM A - - AISI 316 L
37 M ATERIAL CORP O SUP . INFERIOR - - - - AISI 316 AISI 316
38 CAP ILAR ARM ADURA - - - - AISI 304 AISI 304
39 COM P RIMENTO DO CAP ILAR - - 5 m ( CONFIRMAR )
40 FLUIDO DE ENCHIMENTO - - 2 NOTA 2
41
42 FLUIDO ESTADO FÍSICO VAP OR RESINA GASOSO EFLUENTE GASOSO ÁGUA+SOLV. L+GAS.
43 0,06 0,06 0
COND. OPER.

P RESSÃO NORM AL 1
44 P RESSÃO M ÁX. P RESSÃO M ÍNIM A 0,8 -0,04 0,8 -0,04 1 0,02 0
45 TEM P . NORM AL TEM P . M ÁXIM A 40 - 120 180 25 190 25 90
46 DENSIDADE REL. STAND. - - - -
47 VISCOSIDADE TEM P .OP ER. AM B. - - - -
48 SÓLIDOS EM SUSP ENSÃO NÃO NÃO NÃO
49 P ESO M OLECULAR -
50 INDICADOR LOCAL DIGITAL DIGITAL DIGITAL
ACESS.

51 KIT P / M ONTAGEM EM TUBO DE 2" - SIM SIM


52 M ANIFOLD INTEGRAL 3 VIAS - - -
53 P LAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO AISI 316 AISI 316 AISI 316
54
55 FABRICANTE SM AR SM AR
56 M ODELO
57 UNIDADES: PRESSÃO (bar) TEMPERATURA (ºC) VISCOSIDADE (cP)
NOTAS:

FOLHA DE DADOS Nº REV


0
UNIDADE: FOLHA 6 de 6
PROJ ETO: DETALHAMENTO DE PROJETO...14
CLIENTE:
VÁLVULAS DE CONTROLE
1 IDENTIFICAÇÃO HV-01 HV-02

2 SERVIÇO
RAL

3 LINHA
Projetos de Instrumentação

FOLHA DE DADOS Nº REV


0
UNIDADE: FOLHA 6 de 6
PROJ ETO:

CLIENTE:
VÁLVULAS DE CONTROLE
1 IDENTIFICAÇÃO HV-01 HV-02

2 SERVIÇO
GERAL

3 LINHA
4 DIÂM .entr./Sch. DIÂM .saída./Sch.
5 FLUXOGRAMA
6 CLASSIFIC. DA ÁREA (IEC)
7 TIP O
8 DIÂM ETRO / CLASSE / FACE
9 M AT. CORP O M AT. FLANGES
10
CORPO

ACABAM ENTO FACE DOS FLANGES


11 CASTELO
12 GAXETAS
13 P RISIONEIROS P ORCAS
14 LUBRIFICADOR VALV. ISOLAÇÃO
15 FOLE
16 Nº DE SEDES ORIFÍCIO
17 VAZÃO TENDE A
18 CLASSE DE VEDAÇÃO (ANSI B16.104)
INTERNOS

19 CARACTERÍSTICA
20 M AT. OBTURADOR REVESTIM .
21 M AT. DA SEDE REVESTIM .
22 TIP O DA GUIA
23 M AT. DA GUIA REVESTIM .
24 M AT. DA HASTE REVESTIM .
25 TIP O
ATUADOR

26 FECHA COM ABRE COM


27 P OSIÇÃO NA FALHA AR
28 CONEXÃO P NEUM ÁTICA
29
30 TIP O
31 CARACTERÍSTICA
POSIC.

32 ENTRADA SAÍDA
33 ALIM ENTAÇÃO P NEUM ÁTICA
34 CONEX. ELÉTRICA CONEX. P NEUM ÁT.
35 CLAS. DE P ROT. DO INVÓLUCRO (IEC)
36
37 P LAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO
ACES.

38 FILTRO REGULADOR C/ M ANÔM .


39 VÁLV.SOLENÓIDE CH. FINS CURSO
40
41 FLUÍDO ESTADO FÍSICO
42 VAZÃO NORM AL
43 VAZÃO MÍNIM A VAZÃO M ÁXIMA
CONDIÇÕES DE OPERAÇÃO

44 TEM P . NORM AL TEMP . M ÁXIM A


45 P RESSÃO VAZÃO NORM AL
46 ENTRADA VAZÃO M ÁX. VAZÃO M ÍN.
47 P RESSÃO VAZÃO NORM AL
48 SAÍDA VAZÃO M ÁX. VAZÃO M ÍN.
49 DP DE SHUT-OFF DP DINÂMICO
50 GR. ESP . COND.OP ER. GR. ESP . a 20 C
51 VISCOSIDADE CONDIÇÕES OP ERAÇÃO
52 P RESSÃO VAP OR P RESSÃO CRÍTICA
53 %DE VAP ORIZAÇÃO A J USANTE
54 P . M OLEC. k =cp/cv Z
55 VOL. ESP . ENTR. VOL. ESP . SAÍDA
56 GRAU DE SUP ERAQUECIM ENTO
57 CV CALC. M ÍN./ NOR./ M ÁX. RUÍDO
58 CV SELECIONADO / FL
59 FABRICANTE
60 M ODELO
61 UNIDADES: P RES. (bar.G) VAZÃO (m3/h ) TEM P . (ºC) DENSID. (Kg/m³) VISCOS. (cP ) VOL. ESP EC. ( m 3/Kg )

DIAGRAMA DE LIGAÇÃO OU FIAÇÃO

Neste desenho aparecem os detalhes de ligação dos condutores de sinal e blindagem


e as réguas terminais que interligam os instrumentos de campo aos demais

DETALHAMENTO DE PROJETO...15
Projetos de Instrumentação

componentes do sistemas de instrumentação. Estas réguas terminais podem ser de 2


tipos:

Réguas terminais de passagem, localizadas em caixas de junção

Réguas terminais de rearranjo localizadas em painéis locais, armários de rearranjo ou


painéis centrais.

DETALHAMENTO DE PROJETO...16
Projetos de Instrumentacao

DETALHAMENTO DE PROJETO...17
Projetos de Instrumentação

DIAGRAMA DE MALHA

É um desenho esquemático que mostra de forma individual os componentes de uma


malha de controle ou indicação/registro de uma variável de processo e suas
interligações.

O diagrama de malha a ser estudado estará baseado na norma ISA-5.4-1991 que tem
como objetivo estabelecer as mínimas informações necessárias e também os
detalhes opcionais para os diagramas. Certos campos de aplicação, tais como
astronomia, navegação e medicina utilizam vários instrumentos altamente
especializados que são diferentes dos instrumentos convencionais utilizados nos
processos industriais, os quais a norma não dedicou nenhum esforço específico para
atendê-las, entretanto a norma é flexível suficiente para a representação dos detalhes
específicos.

Os diagramas de malha são utilizados em vários momentos, tais como: projeto,


construção, start-up, operação, manutenção e modificação.

No projeto o diagrama de malha ilustra a filosofia de controle, sendo uma extensão do


fluxograma de engenharia (P&ID) mostrando os componentes e acessórios da malha,
conexões entre dispositivos e identificação da ação dos componentes.

Deve conter no mínimo as seguintes informações:

• Função da malha;

• Identificação dos dispositivos pertinentes à malha com suas identificações (tag´s)


e modêlo de acordo com o fluxograma de engenharia (P&ID);

• Indicação da relação com outras malhas incluindo conexão a circuitos de


intertravamento e/ou sequenciamento e suas respectivas identificações, assim
como set-point remoto de malhas em cascata, circuitos de segurança e bloqueio,
etc.:

• Identificação numérica e/ou colorida de todos os terminais elétricos, pneumáticos


e hidráulico nos instrumentos, painéis, caixas de junção, armários, etc.;

• Identificação da localização física dos instrumentos representados, tais como:


frente de painel, seção de painel, rack de I/O, armário, prateleira, campo, painel,
local, etc.;

• Ligação às fontes de energia mostrando os valores de tensão e/ou pressão;

DETALHAMENTO DE PROJETO...18
Projetos de Instrumentação

• Linhas de processo e equipamentos suficientes para descrever a parte de


processo da malha e oferecer uma clara visão da ação da malha, permitindo
saber o que está sendo medido e o que está sendo controlado;

• Ações e posições de segurança em caso de falha (eletrônica, pneumática ou


ambas) dos vários dispositivos de controle, tais como: controladores, chaves,
válvulas de controle, válvulas solenóides e transmissores (se ação reversa).

As informações à seguir são opcionais:

• Equipamentos de processo, linhas e suas identificações numéricas, fontes,


designações ou direção de fluxo;

• Referência a desenhos e registros complementares, tais como: detalhes típicos de


instalação, P&ID´s, diagramas de ligação, etc.;

• Localização específica de instrumentos, tais como: elevação, área, sub-divisão de


painel, número do rack ou armário, localização de E/S, etc.;

• Referência cruzada entre malhas que compartilham um mesmo componente, tal


como: registradores multi-variáveis, etc.;

• Referências a descrições de equipamentos, fabricantes, modêlo, especificação,


etc.;

• Valores de calibração e faixas de sinal, incluindo set-point para chaves alarmes e


dispositivos de bloqueio;

• Números de referência a softwares, tais como: endereço de E/S, tipos e nomes de


blocos de controle, etc.;

• Legenda que auxilie na identificação de instrumentos e acessórios;

• Identificação de acessórios, tais como: reguladoras, filtros, válvulas tipo manifold,


etc.;

• Referência a documentação do fabricante, tais como: esquemáticos, detalhes de


conexão, instruções de operação, etc.;

• Identificação codificada de cores para cabos e condutores ou tubos que utilizam


números para diferenciação.

As figuras à seguir mostram exemplos de diagramas de malhas, considerando os


itens mínimos e os opcionais.

DETALHAMENTO DE PROJETO...19
Projetos de Instrumentação

Exemplo de diagrama de malha com mínimas informações

DETALHAMENTO DE PROJETO...20
Projetos de Instrumentação

Exemplo de diagrama de malha com mínimas informações

DETALHAMENTO DE PROJETO...21
Projetos de Instrumentação

Exemplo de diagrama de malha com informações opcionais

DETALHAMENTO DE PROJETO...22
Projetos de Instrumentação

Exemplo de diagrama de malha com informações opcionais

DETALHAMENTO DE PROJETO...23
Projetos de Instrumentação

Exemplo de diagrama de malha com informações opcionais

DETALHAMENTO DE PROJETO...DETALHAMENTO DE PROJETO...24


Projetos de Instrumentação

DETALHAMENTO TÍPICO DE INSTALAÇÃO DE INSTRUMENTOS

São desenhos que mostram os vários detalhes de instalação de instrumentos e


acessórios. Podem ser classificados em:

Fixação de instrumentos e acessórios ➨ Desenho de detalhes de montagem, mostrando


os suportes dos instrumentos, as caixas de junção, as bandejas, etc.

Instalação de processo ➨ Desenho esquemático indicativos da instalação dos


instrumentos junto aos equipamentos e tubulações de processo. Deverá caracterizar os
materiais de instalação necesários para montagem (classe de pressão, diâmetros das
tomadas, tipo de material, etc.)

Instalação de ar ➨ Desenho esquemático de instalação mostrando o suprimento de ar e as


interligações pneumáticas dos instrumentos discriminando todos os materiais necessários
à montagem.

Instalação elétrica dos instrumentos ➨ Desenho esquemático mostrando o material


necessário à instalação elétrica dos instrumentos, observando sempre a classificação de
área onde os mesmos estão localizados.

DETALHAMENTO DE PROJETO...DETALHAMENTO DE PROJETO...25


Projetos de Instrumentacao

DETALHAMENTO DE PROJETO...26
Projetos de Instrumentação

DESENHOS DE PAINEL

Normalmente apresentado através dos seguintes desenhos:

Arranjo (Lay-out) do painel ➨ Desenho contendo o arranjo frontal do painel, com


instrumentos, botoeiras, anunciadores, lâmpadas.

Detalhe de construção do painel ➨ Desenho contendo uma vista traseira e lateral que
mostra: canaletas, barra de terminais, barra de terra, caixas de chave-fusívies,
prateleiras de instrumentos, etc. Este desenho deverá ser também emitido para os
armários de rearranjos de cabos.

Detalhe de furação do painel ➨ Desenho contendo as dimensões dos cortes na


chaparia necessários à montagem dos instrumentos

Semi-gráfico do painel ➨ Desenho que mostra os desenhos que constituirão o semi--


gráfico das diversa seções do painel.

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Projetos de Instrumentacao

DETALHAMENTO DE PROJETO...28
Projetos de Instrumentação

EXERCÍCIO
1. Quais as Normas que padronizam os formulários de especificação mais utilizados no
Brasil?

❏ NBR 6146 e IEC 60529 ❏ ISA-20 e PRINST/1 (IBP)

❏ NBR 10300 ❏ ISA-5.1

2. Qual o objetivo da padronização das folhas de especificação de instrumentos?

❏ Padronização na apresentação dos dados, permitindo critérios uniformes de análise


de especificações, cotações, ordens de compra, inspeção e recebimento.

❏ Obrigação de compra de equipamentos do mesmo fabricante

❏ Garantir que os instrumentos adquiridos possuam certificação ISO 9000

❏ Permitir que qualquer pessoa não qualificada efetue a especificação

3. A classificação do invólucro de instrumentos está baseada em qual norma?

❏ ISA-5.1 ❏ ISA-20 e PRINST/1 (IBP)

❏ NBR 10300 ❏ NBR 6146 e IEC 60529

4. A classificação do invólucro de instrumentos define:

❏ O grau de proteção contra explosões

❏ O grau de proteção contra penetração de sólidos e líquidos

❏ O grau de proteção contra resíduos químicos

❏ O tipo de pintura e proteção contra corrosão

5. A classificação do invólucro de instrumentos é representada por:

❏ IP XY , onde: X = 0 a 6 ; Y = 0 a 8 ❏ IP XY , onde: X = 0 a 8 ; Y = 0 a 6

❏ IP XY , onde: X = 0 a 8 ; Y = 0 a 8 ❏ IP XY , onde: X = 0 a 6 ; Y = 0 a 6

6. Na classificação do invólucro de instrumentos, o 1o algarismo do grau IP, representa o grau


de proteção:

❏ Contra penetração de ar ❏ Contra penetração de líquidos

❏ Contra penetração de umidade ❏ Contra penetração de corpos sólidos

7. Na classificação do invólucro de instrumentos, o 2o algarismo do grau IP, representa o grau


de proteção:

❏ Contra penetração de ar ❏ Contra penetração de líquidos

❏ Contra penetração de umidade ❏ Contra penetração de corpos sólidos

8. Qual classificação representa maior proteção contra penetração de líquidos:

DETALHAMENTO DE PROJETO...29
Projetos de Instrumentação
❏ IP 00 ❏ IP 58 ❏ IP 65 ❏ IP 44

9. Na especificação de instrumentos o quesito classificação da área define:

❏ O tipo de atmosfera explosiva que o instrumento ficará exposto

❏ A frequência com que o instrumento estará exposto a atmosfera explosiva

❏ A frequência e o tipo de atmosfera explosiva que o instrumento ficará exposto

❏ O grau de proteção de explosão do instrumento

10. A classificação da área na especificação de instrumentos está baseada em qual norma?

❏ NBR ❏ IBP ❏ AISI ❏ NEC e IEC

11. O que define o quesito conexão elétrica na especificação de instrumentos:

❏ O tipo de conexão roscada que será utilizada para acoplar o cabo de ligação elétrica

❏ A bitola do cabo a ser utilizada na ligação elétrica do instrumento

❏ A quantidade de fios a ser utilizada na ligação elétrica do instrumento

❏ A bitola e a quantidade de fios a ser utilizada na ligação elétrica do instrumento

12. O que significa partes molhadas na especificação de um transmissor de pressão


diferencial:

❏ As partes do instrumento que ficam exposta a chuva

❏ As partes do instrumento que ficam em contato com o fluído de processo

❏ As partes do instrumento que não ficam exposta a chuva

❏ As partes do instrumento que devem trabalhar sempre molhadas

13. O que deve ser considerado na escolha do material a ser utilizado no elemento sensor de
um manômetro:

❏ A capacidade corrosiva da chuva a qual o instrumento estará exposto

❏ O peso máximo do instrumento

❏ A capacidade corrosiva do fluído de processo que o elemento estará exposto

❏ A precisão do instrumento

14. No quesito conexão ao processo da especificação de instrumentos, podemos referenciar:

❏ ½ “ IBP ❏ ½ “ ISA ❏ ½ “ NPT ❏ ½ “ AISI

15. O que significa o campo “Conexão ao Processo” da especificação de um instrumento?

❏ Definição do material do Tanque em que este instrumento será conectado

❏ Definição do diâmetro e tipo de rosca que o instrumento usa para conectar-se ao


processo

DETALHAMENTO DE PROJETO...30
Projetos de Instrumentação
❏ Definição do tipo de cabo elétrico que o instrumento usa para conectar-se ao
processo

❏ Definição do tipo de Processo (p. ex. Químico, Siderur.) em que o instrumento será
aplicado

16. Na folha de especificação de um transmissor de pressão diferencial, o que significa o


campo Impedância de carga:

❏ O valor da impedância interna do transmissor

❏ O valor da mínima impedância da carga associada em série ao transmissor

❏ O valor da máxima impedância da carga associada em série ao transmissor

❏ O valor da máxima impedância da carga associada em paralelo ao transmissor

17. Na especificação de um bulbo de resistência e poço, quais os tipos de construção para


poço normalmente utilizados?

❏ Roscado e Embutido ❏ Embutido e Flangeado

❏ Roscado e Flangeado ❏ Embutido e Externo

18. Na especificação de um bulbo de resistência e poço, o que significa o campo Transmissor


no cabeçote:

❏ Existe um bloco eletrônico inserido no poço do elemento

❏ Define a necessidade ou não de um bloco eletrônico transmitindo 4 a 20 mA, inserido


no cabeçote do elemento

❏ Define que o elemento não utilizará cabeçote

❏ Define que o elemento utilizará um transmissor de outro fabricante.

19. Na figura mostrada abaixo, utilizada na especificação de um bulbo de resistência e poço,


qual o nome da peça que está no meio da cota “N”?

❏ União ❏ União ❏ Flange ❏ Nipple

20. Na figura mostrada acima, utilizada na especificação de um bulbo de resistência e poço,


qual o nome da peça formada pelos elementos “T” e “U”?

❏ Poço ❏ Elemento ❏ Nipple ❏ Flange

21. Na especificação de um manômetro, o que significa o campo Fluído de Enchimento:

❏ Define o tipo de fluído do processo

❏ Define a quantidade de fluído a ser utilizada no instrumento


DETALHAMENTO DE PROJETO...31
Projetos de Instrumentação
❏ Define o tipo de fluído utilizado no interior do instrumento para minimizar efeitos de
vibração

❏ Define o tipo de fluído o qual o instrumento pode ficar exposto por mais de duas
horas.

22. ESPECIFICAR TRANSMISSOR DE PRESSÃO DIFERENCIAL

• Supondo que a folha de especificação de transmissor de


pressão diferencial mostrada a seguir, necessite ser especificada com um
modêlo de transmissor LD301 da SMAR, identifique qual o código do
modêlo correto a ser especificado.

Obs.: Utilizar o Manual de Instruções, Operação e Manutenção do LD301

Resposta:

LD301________________________________________

• Preencha as folhas de especificações dos Transmissores de


Pressão Diferencial LT10101, LT10201, FT10300 da Planta Piloto do
SENAI, conforme dados de processo já levantados anteriormente.

DETALHAMENTO DE PROJETO...32
Projetos de Instrumentação
Nº REV
FOLHA DE DADOS 0
UNIDADE: FOLHA
X de Y
P ROJ ETO:

CLIENTE:
TRANSMISSORES DE PRESSÃO DIFERENCIAL
1 IDENTIFICAÇÃO

2 SERVIÇO

3 IDENTIFICAÇÃO DA LINHA
GERAL

4 TIP O M ANOM ÉTRICO


5 CONEXÃO AO P ROCESSO 1/2" NP T ( F )
6 CONEXÃO ELÉTRICA P G13.5
7 CLASSIFICAÇÃO DA ÁREA ZONA 1, GRUP O II B, T4
8 CLASSIF. DO INVÓLUCRO IP 65
9 M ONTAGEM INTEGRAL
10
11 TIP O DO ELEM ENTO DIAFRAGM A
12 ALCANCE 1 a 2 bar
13 FAIXA ( CALIBRAÇÃO ) -0,2 a 1 bar
14 CL.P RESSÃO SOBREP RESSÃO - 20 bar
15 FLUORLUBE
TRANSMISSOR

FLUIDO DE ENCHIM ENTO


16
17 P RECISÃO LINEARIDADE 0,1% SP AN -
18 REP ETIBILIDADE HISTERESE - -
19
20
21 SINAL SAÍDA IM P ED. CARGA 4 a 20mA 500Ω
22 ALIM ENTAÇÃO SIST. TRANSM IS. 24 Vcc 2 FIOS
23 P ROTOCOLO P / COM UNIC. DIGITAL
24 CONSUM O
25 ELEM ENTO AISI 316 L
26 FLANGES E ADAP TADORES -
27 ANÉIS EM "O" P TFE
MATERIAIS

28 VÁLVULAS DE VENT E DRENO -


29 P ARAFUSOS P ORCAS - -
30 INVÓLUCRO/P INTURA ALUM ÍNIO/P OLIÉSTER
31 COR P ADRÃO FABRICANTE
32
33
34 TIP O -
SELO DIAFRAGMA

35 CONEXÃO AO P ROCESSO -
36 DIAFRAGM A -
37 M ATERIAL CORP O SUP . INFERIOR - -
38 CAP ILAR ARM ADURA - -
39 COM P RIM ENTO DO CAP ILAR -
40 FLUIDO DE ENCHIM ENTO -
41
42 FLUIDO ESTADO FÍSICO VAP OR RESINA GASOSO
43 P RESSÃO NORM AL 0,06
COND. OPER.

44 P RESSÃO M ÁX. P RESSÃO M ÍNIM A 0,8 -0,04


45 TEM P . NORM AL TEM P . M ÁXIM A 40 - 120 180
46 DENSIDADE REL. STAND. - -
47 VISCOSIDADE TEM P .OP ER. AM B. - -
48 SÓLIDOS EM SUSP ENSÃO NÃO
49 P ESO M OLECULAR -
50 INDICADOR LOCAL DIGITAL
51
ACESS.

KIT P / M ONTAGEM EM TUBO DE 2" -


52 M ANIFOLD INTEGRAL 3 VIAS -
53 P LAQUETA DE IDENTIFICAÇÃO AISI 316
54
55 FABRICANTE SM AR
56 M ODELO
57 UNIDADES: PRESSÃO (bar) TEMPERATURA (ºC) VISCOSIDADE (cP)
NOTAS:
1 - REFERE-SE À PRESSÃO DIFERENCIAL .

DETALHAMENTO DE PROJETO...33
Projetos de Instrumentação

23. Elaborar Folha de especificação dos instrumentos necessários para atualização da


Planta-Piloto:

• Transmissor de P com placa de orifício (FIT-10105), para indicação de Vazão na


linha de saída de água da bomba;

• Transmissor eletromagnético de vazão (FIT-10205) para indicação de vazão na


linha de água misturada (fria e quente);

• Válvula solenóide (HY-10207) para comando manual remoto de válvula de


bloqueio na entrada da linha de ar comprimido.

• Válvula solenóide (HY-10208) para comando manual remoto de válvula de


bloqueio na linha de transferência água do tanque aberto para o tanque fechado.

• Pressostato (PSHH-10109) para medir a pressão da água na saída do tanque


aberto após a bomba.

• Transmissor eletromagnético de vazão (FIT-10309) para indicação de vazão na


linha de transferência água para o tanque fechado;

24. Elaborar Folha de especificação dos instrumentos necessários para


automação/controle do sistema de geração de ar comprimido, considerando os
seguintes instrumentos:

• Medição de: Temperatura, Vazão e Pressão do ar comprimido na saída do


reservatório de ar comprimido.

• Pressostato para medir a pressão e operar como sensor para segurança


do reservatório, ou seja caso a pressão ultrapasse 8,5 Kgf/cm2 uma válvula
solenóide abrir-se-á permitindo alívio de pressão;

• Válvula de segurança para aliviar a pressão do reservatório em caso de


falha do controle, para atuar quando a pressão atingir 9,0 Kgf/cm2 ;

• Manômetro para indicar a pressão do reservatório.

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Projetos de Instrumentação

25. ELABORAR DIAGRAMA DE MALHA PARA PLANTA PILOTO

O exercício à seguir propõe a elaboração do diagrama de malha dos seguintes


sistemas de controle:

• Malha de nível do tanque 10100 e malha de nível do tanque


10200

• Malha de pressão do tanque 10200.

• Malha de temperatura de água misturada (cascata)

A turma será dividida em grupos e cada um destes elaborarão:

Obs.: Será necessário para este trabalho consultar os documentos CT-PRO


001/2001; CT-PRO 002/2001 e CT-PRO 003/2001; CT-PRO 008/2001 e CT-PRO
009/2001

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Projetos de Instrumentação

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