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DOSSIÊ DO PROFESSOR @LDEIA.

GLOBAL 9
FICHAS FORMATIVAS

Observa a figura 1, que representa a balança comercial dos Estados-membros da União


Europeia, em 2013.

1. Seleciona, nas afirmações seguintes, a alínea que a completa de forma correta.


1.1. A balança comercial de um país é…
A) ... a razão entre as exportações e as importações de bens e serviços.
B) ... a diferença entre as exportações e as importações de bens e serviços.
C) ... a soma das exportações e das importações de bens e serviços.
D) ... a razão entre as importações e exportações de bens e serviços.

1.2. A balança comercial da União Europeia, em 2013, foi…


A) ... negativa, havendo então um défice comercial, fruto do valor das importações suplantar o
valor das exportações.
B) ... nula, dado o valor das exportações e das importações ser igual.
C) ... positiva, o que traduz superavit comercial, dado que o valor das importações é inferior ao
valor das exportações.
D) ... negativa, o que significa excedente comercial, resultante das exportações terem um maior
valor do que as importações.

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1.3. O país que mais beneficiou com o comércio externo foi…

A) ... a Alemanha.
B) ... o Reino Unido.
C) ... os Países Baixos.
D) ... a Espanha.

1.4. O país que registou o maior défice comercial foi…


A) ... a França.
B) ... a Finlândia.
C) ... o Reino Unido.
D) ... a Eslovénia.

1.5. Portugal registou…


A) ... um superavit comercial, reflexo do aumento das exportações e do decréscimo das
importações de bens e serviços. A diminuição das importações explica-se pela crise económica
nacional.
B) ... uma balança comercial positiva, resultante do aumento das importações e da diminuição das
exportações, fruto da crise económica nacional.
C) ... uma balança comercial nula, devido ao aumento das exportações e ao aumento das
importações.
D) ... uma balança comercial negativa, consequência do aumento das importações e das
exportações, resultante do crescimento económico nacional.

2. Identifica os conceitos referentes a cada definição.


2.1. Política de exercer o controlo ou a autoridade (política, económica, cultural, etc.) sobre um
território ocupado ou administrado por representantes do governo ou militares de um país, contra
a vontade dos seus habitantes.
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2.2. Regime político assente na liberdade política e na participação dos cidadãos.
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2.3. Empresas com sede num país e que instalam filiais noutros países.
______________________________________________________________________________
2.4. Soma dos débitos de um país resultante de um empréstimo e financiamento contraído pelo
governo e empresas, públicas e privadas, a outros países.
______________________________________________________________________________
2.5. Ajuda dos países doadores aos países em desenvolvimento, com o objetivo de promover o
seu crescimento económico e a melhoria do bem-estar das suas populações.
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3. Estabelece a associação entre os obstáculos ao desenvolvimento, da coluna A, e as


consequências respetivas, da coluna B.

A B

1. Diminuição da biodiversidade.
Aumento dos períodos de seca.

Políticos
2. Desrespeito pelos direitos humanos.
Corrupção.

Económicos
3. Perda de identidade cultural.
Escravatura de um povo.

Naturais

4. Dificuldade no acesso à educação.


Desequilíbrio entre a população e os
recursos naturais.

Sociais

5. Exploração de mão de obra abundante e


barata em muitos países em
desenvolvimento.
Intensa exploração das matérias-primas.

Históricos

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4. Lê o documento seguinte.

Há pelo menos 300 mil pessoas a passar fome em Portugal e quase 2 milhões não conseguem
garantir uma alimentação adequada em termos nutricionais. No entanto, em média, cerca de 1000
toneladas de alimentos são diariamente perdidas na fase de produção. A Oikos acredita que o
caminho para resolver este problema passa pela adoção de uma estratégia integrada de
segurança alimentar e nutricional por Portugal (estando a Oikos a trabalhar na sua construção),
pela promoção da agricultura familiar e pelos circuitos curtos de comercialização, estando a
trabalhar em formas que irão promover o reequilíbrio da cadeia agroalimentar.
http://www.oikos.pt/, 27 de fevereiro de 2015

4.1. A Oikos é uma organização não governamental para o desenvolvimento nacional (ONGD).
Menciona dois objetivos das ONGD. _______________________________________________
4.2. Refere duas finalidades da cooperação internacional para o desenvolvimento.
______________________________________________________________________________

5. Distingue ajuda pública de ajuda privada. _________________________________________

6. Refere dois exemplos de ajuda bilateral. __________________________________________

7. Classifica as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F).


a) O perdão da dívida é um exemplo de cooperação técnica. ___
b) A concessão de um empréstimo com condições menos favoráveis que as
do mercado é um exemplo de ajuda pública ao desenvolvimento. ___

8. Atenta no seguinte documento.

Ajudemos os refugiados a prosperar e não apenas a sobreviver


Há atualmente mais de 50 milhões de pessoas no mundo que foram forçadas a abandonar as suas
casas – um número sem paralelo desde a 2.ª Guerra Mundial. Mais de 3 milhões de refugiados sírios
procuram asilo nos países vizinhos. No Líbano, metade deles são crianças; apenas 20% estão na
escola.
Melissa Fleming, do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), faz
um apelo para que os campos de refugiados sejam um lugar de reabilitação onde as pessoas
possam desenvolver as competências necessárias para reconstruir a sua terra natal logo que a
paz regresse.
Conselho Português para os Refugiados, http://www.cpr.pt adaptado

8.1. Identifica o continente onde se localizam os países referidos no texto.


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8.2. Classifica o tipo de ajuda descrito no texto quanto aos instrumentos de implementação.
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1.1. (B)
1.2. (C)
1.3. (A)
1.4. (C)
1.5. (A)
2.1. Colonialismo.
2.2. Democracia.
2.3. Empresas transnacionais.
2.4. Dívida externa.
2.5. Ajuda pública ao desenvolvimento.
3. A) 2
B) 5
C) 1
D) 4
E) 3
4.1. Dois dos seguintes fatores ou outros relevantes:
> Contribuir para o desenvolvimento sustentado e responsável dos países do Sul, através de projetos integrados de
cooperação, que podem ir de pequenas realizações (construção de escolas, de postos médicos, etc.) a outras de maior
envergadura (como a definição de programas nacionais de educação para a saúde).
> Promover a cooperação entre as sociedades civis de vários países.
> Agir junto dos governos e dos decisores políticos das instâncias internacionais para que se alterem as políticas
contrárias ao desenvolvimento dos povos.
4.2. Alterar as estruturas económicas e sociais dos países e regiões; incentivar a autossuficiência e a independência
progressiva dos países a nível socioeconómico, de forma sustentável.
5. Enquanto a ajuda privada é fornecida por organismos privados, através de investimentos diretos, empréstimos
bancários e doações das ONGD, a ajuda pública é fornecida pelo setor público, através de transferência de donativos
ou empréstimos em condições muito mais favoráveis que as do mercado.
6. Por exemplo: Portugal – Moçambique; Portugal – Argentina.
7. a) V b) F
8.1. Ásia.
8.2. Ajuda humanitária, nomeadamente, ajuda aos refugiados

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