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1. INTRODUÇÃO

O Transtorno do Espectro do Autista (TEA) é um transtorno do desenvolvimento


neurológico, caracterizado por uma junção heterogênea de dificuldades de comunicação e
interação social, presença de comportamentos e/ou interesses repetitivos ou restritos
sendo a gravidade de sua apresentação é variável. É um transtorno pervasivo e
permanente, de curso crônico, que atinge multiplas áreas do desenvolvimento, não
havendo cura - ainda que a intervenção precoce possa alterar prognósticos e suavizar os
sintomas.
Entre os transtornos do desenvolvimento, o TEA é tido como um dos mais
frequentes. Vale ressaltar que o autismo afeta, não só a criança, como também pais,
cuidadores e todos de sua convivência, emocionalmente e financeiramente.
Sem causa definida, as ultimas pesquisas apontam para uma combinação de
fatores genéticos e ambientais e que o transtorno afeta a forma como são feitas as
sinapses e as ligações entre as diferentes regiões do cérebro. Acredita-se que é por esse
motivo que as crianças com transtorno do espectro autista possuem uma dificuldade para
aprender a executar comportamentos complexos, que precisam de um funcionamento de
várias regiões cerebrais ao mesmo tempo (ROGERS E DAWSON, 2014).

Ainda que não haja evidencias que confirmem que o diagnóstico deste trasntorno,
ele pode ser feito no primeiro ano de vida, pois segundo Garcia e Lampreia (2011), há
sinais do transtorno que já podem ser percebidos antes dos 12 meses de idade. Um
estudo de investigação que buscava identificar os primeiros sinais de TEA percebidos
pelos pais dessas crianças, chegou a conclusão de que os problemas no
desenvolvimento social foram os primeiros sinais percebidos e já eram presentes no
primeiro ano de vida da criança. Esse resultado também foi encontrado em outros estudos
sobre o tema, ressaltando a importância da observação dos desvios da comunicação
social para preconizar a identificação dos sinais do transtorno (ZANON et al., 2014).

A precocidade na identificação de sinais e/ou diagnóstico de autismo pode ser tido


como um assunto relativamente novo, porém pesquisas reforçam os benefícios que a
identificação precoce traz para as crianças autistas, alertando que quanto mais
precocemente se dá início a intervenções, baseadas em evidências e de forma intensiva,
melhores serão os resultados de desenvolvimento da criança (ROGERS e DAWSON,
2014; SCHMIDT et al., 2015; WHITMAN, 2015; COSSIO et al., 2017).
A revisão de literatura proposta neste trabalho, tem o objetivo de mostrar as
pesquisas realizadas acerca _______________________________ descrever
revisões sistemáticas, não sistemáticas, etc…???

1.1 BREVE HISTÓRICO SOBRE O AUTISMO

No decorrer dos últimos anos, presenciamos um aumento significativo dos estudos


sobre o Transtorno do Espectro Autista. Segundo Whitman (2015), uma parte de toda
essa mobilização se dá pela atenção que esse tópico vem ganhando nas expressões
artísticas como filmes, novelas e séries, mas sobretudo pela facilidade que a internet
oferece para acessar artigos, vídeos, debates.

Conforme uma publicação da Organização Mundial de Saúde (2017), estima-se que


uma a cada 160 crianças tem o transtorno do Espectro autista no mundo, no entanto,
alertam que há uma expressiva variação nesse número dentre os estudos. Esse alerta
pode ser confirmado com facilidade ao procurar materiais sobre prevalência do autismo
no mundo, pois, um outro órgão ligado ao governo, desta vez, dos Estados Unidos liberou
dados alarmantes sobre a prevalência de autismo no pais e no mundo, segundo dados
do Center of Diseases Control and Prevention (2014), há um caso de autismo a cada 68
crianças nos Estados Unidos, um aumento significativo em relação ao último estudo.
Dessa forma, ao ponderar pelo número de habitantes em nosso país, estima-se que no
Brasil, cerca de 1,5 milhões de famílias convivem com o transtorno (ALCKMIN-
CARVALHO et al., 2014).
O termo autismo em 1906 foi usado pela primeira vez por Plouller enquanto
estudava pacientes com demência, cinco anos depois o psiquiatra suíço Eugen Bleuler
trouxe esse termo para descrever um dos sintomas do conjunto relacionado à
esquizofrenia (DIAS, 2015). Motivado pela informação de que é raro a manifestação da
esquizofrenia na primeira infância, outros estudos surgiram para entender mais a fundo
essa questão.

O primeiro desses estudos a ser publicado foi feito pelo Psiquiatra infantil, Leo
Kanner em 1946, que ao estudar as psicoses infantis na Johns Hopkins
University localizada nos Estados Unidos, chegou à conclusão de que o Autismo era um
distúrbio com diagnóstico separado da esquizofrenia. Apesar do autismo ter algumas
semelhanças com a esquizofrenia, como: estereotipias e comprometimento no
relacionamento interpessoal, ele chegou à conclusão de que o distinguia o autismo da
esquizofrenia infantil era o fato de que os sintomas de risco apareciam após o terceiro ano
de vida na esquizofrenia infantil, enquanto no autismo eles já se apresentavam desde o
início da vida, e incluiu também a informação de que os autistas não apresentavam
pensamentos fantasiosos como visto na esquizofrenia. Kanner publicou o Os distúrbios
autísticos de contato afetivo, apresentando o autismo infantil precoce, após analisar 11
casos de patologia grave (LAMPREIA, 2012; DIAS, 2015; WITHMAN, 2015).
Ele recorta um quadro cujo termo autista indica uma estrutura
anormal da personalidade da criança e uma caracterização que
sublinha o isolamento e a forte resistência em estabelecer
contato afetivo-social. (DIAS, 2015, p.308)
Kanner descreveu as principais características do autismo como crianças que
apresentavam um alheamento extremo já no início da vida, não respondiam aos estímulos
externos, viviam fora do mundo e mantinham, concomitantemente, uma relação
“inteligente” com objetos. Sua descrição foi embasada na teoria do desenvolvimento,
particularmente no trabalho de Gesell, que demonstrou que crianças típicas exibem um
interesse marcante na interação social numa fase precoce da vida. Ele ainda sugeriu que
o TEA era um transtorno inato e constitucional, em que as crianças nasciam sem
motivação para a interação social. Um ano depois, em 1944, Hans Asperger descreveu
uma síndrome onde a diferença entre o autismo de Kanner era que essas crianças só
apresentavam os sintomas após os seus três anos de vida e tinham um nível elevado de
inteligência e linguagem (DIAS, 2015).

Ele as descreve como um tipo de criança peculiar e


interessante que pode compensar suas deficiências por um alto
nível de pensamento e experiencia pessoal, que podem levá-
los a excepcionais êxitos na vida adulta. (DIAS, 2015, p.309)

O trabalho de Asperger só ficou conhecido em 1981, quando Wing na intenção não


só de divulgar o trabalho, e sim de fazer uma associação entre a patologia de Asperger e
o autismo de Kanner, trazendo a ideia de que se tratava da mesma patologia com níveis
diferentes. Logo após Wing publicar o artigo “A relação entre síndrome de Asperger e o
Autismo de Kanner” onde ela destaca dez pontos similares entre as crianças dos dois
autores, a patologia ficaria conhecida mundialmente como Síndrome de Asperger
(WHITMAN, 2015).
Apesar de todos esses estudos terem sido publicados, o transtorno só teve
reconhecimento oficial no DSM-III-R, onde foi nomeado como Autismo, e estando incluída
nos Transtornos Invasivos do Desenvolvimento (APA, 1987). Até então as crianças com
esse transtorno eram descritas por alguns outros termos, entre eles, Psicose Simbiótica e
Esquizofrenia Infantil (APA, 1980).

Segundo o DSM-V (2013), o TEA caracteriza-se por dificuldades significativas na


comunicação e na interação social, além de alterações de comportamento. Suas
características são identificadas geralmente, antes da criança completar três anos. De
acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em três grupos: Grupo 1: ausência
completa de qualquer contato interpessoal, dificuldade em aprender a falar, incidência de
movimentos estereotipados e repetitivos. Grupo 2: A pessoa com TEA é voltada para si
mesma, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente. Grupo 3:
domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação
social. Geralmente, esses são os estudantes que conseguem avançar em sua
escolarização. Além disso, o DSM-V deu um novo nome para o transtorno, a partir da
publicação deste Manual de Saúde Mental, que é um guia de classificação diagnóstica,
todos os distúrbios do autismo, incluindo Síndrome de Asperger, juntaram-se em um único
diagnóstico chamado Transtornos do Espectro Autista – TEA.

Rogers e Dawson (2014) sugerem que o autismo afeta a forma como são feitas as
sinapses, e as ligações entre as diferentes regiões do cérebro. Acredita-se que é por esse
motivo que as crianças com transtorno do espectro autista possuem uma dificuldade para
aprender a executar comportamentos complexos, que precisam de um funcionamento de
várias regiões cerebrais ao mesmo tempo. Sinais do transtorno podem percebidos logo
nos primeiros meses de vida.

Esse foi um dos motivos que fizeram com que uma nova lei fosse sancionada em
2017, a Lei 13.438/2017, que diz que pediatras do sistema único de saúde, deverão fazer
aplicação de um protocolo em todas as crianças até seus 18 meses de idade. Esse
protocolo tem em sua estrutura cerca de 20 perguntas que serão capazes de avaliar os
riscos ao desenvolvimento psíquico dessas crianças (BRASÍLIA, 2017. p.2).

Com a aplicação correta deste protocolo e um olhar clínico apurado, crianças com
TEA poderão iniciar a intervenção precocemente, o que resultará em um melhor
prognóstico já que até os 5 anos de idade o cérebro possui uma alta plasticidade neural, o
que possibilita atuar ao nível da transformação das sinapses neurais que ocorrem com
maior intensidade até essa idade. Existem várias possibilidades de abordagens
terapêuticas com diferentes modelos, porém com a mesma finalidade de preconizar esse
tratamento para que haja a redução dos desenvolvimento, que são as principais
características do transtorno do espectro autista (ROGERS e DAWSON, 2014).

Sendo assim, percebendo a importância de conscientizar sobre os benefícios que


essa detecção trará para essas crianças se feita nos primeiros anos de vida, esse
trabalho teve como objetivo esclarecer os critérios diagnósticos, falar sobre a importância
da percepção dos sinais de alerta e apresentar algumas abordagens terapêuticas mais
utilizadas atualmente, assim como um modelo de intervenção intensiva precoce, levando
em conta que considera-se intervenção precoce aquela iniciada até os 5 anos de idade.

1.2 DIAGNÓSTICO E INTERVENÇÃO PRECOCES

O TEA tem origem nos primeiros anos de vida, mas sua trajetória inicial não é
uniforme. Em algumas crianças, os sintomas são aparentes logo após o nascimento. Na
maioria dos casos, no entanto, os sintomas do TEA só são consistentemente
identificados entre os 12 e 24 meses de idade. Por exemplo, aos 6 meses de idade,
Ozonoff e colaboradores não encontraram diferenças entre bebês que mais tarde
receberam o diagnóstico de TEA e aqueles que continuaram a desenvolver-se tipicamente
no que diz respeito à frequência de comportamentos sociais e comunicativos próprios
dessa idade (sorriso social, vocalizações dirigidas e olhar para o rosto de outras pessoas).
Por outro lado, diferenças na frequência desses comportamentos eram claramente
perceptíveis aos 12 e/ou 18 meses de idade. Há também evidência de que, a partir dos 12
meses de idade, as crianças que mais tarde recebem o diagnóstico de TEA distinguem-se
claramente daquelas que continuam a desenvolver-se tipicamente em relação à
frequência de gestos comunicativos (apontar) e da resposta ao nome. Outros sinais já
aparentes aos 12 meses de idade incluem o manuseio atípico de objetos (enfileirar ou
girar os brinquedos) e/ou sua exploração visual2. Não obstante essa evidência, o
diagnóstico do TEA ocorre, em média, aos 4 ou 5 anos de idade3–5. Essa situação é
lamentável, tendo em vista que a intervenção precoce está associada a ganhos
significativos no funcionamento cognitivo e adaptativo da criança. Alguns estudiosos tem
até mesmo sugerido que a intervenção precoce e intensiva tem o potencial de impedir a
manifestação completa do TEA, por coincidir com um período do desenvolvimento em que
o cérebro é altamente plástico e maleável6,7. Não é surpreendente, portanto, que a busca
por sinais precoces do autismo continua sendo uma área de intensa investigação
científica. Alguns marcadores potencialmente importantes no primeiro ano de vida incluem
anormalidades no controle motor, atraso no desenvolvimento motor, sensibilidade
diminuída a recompensas sociais, afeto negativo e dificuldade no controle da atenção.
São sinais sugestivos no primeiro ano de vida: - perder habilidades já adquiridas, como
balbucio ou gesto dêitico de alcançar, contato ocular ou sorriso social; - não se voltar para
sons, ruídos e vozes no ambiente; - não apresentar sorriso social; - baixo contato ocular e
deficiência no olhar sustentado; - baixa atenção à face humana (preferência por objetos); -
demonstrar maior interesse por objetos do que por pessoas; - não seguir objetos e
pessoas próximos em movimento; - apresentar pouca ou nenhuma vocalização; - não
aceitar o toque; - não responder ao nome; - imitação pobre; - baixa frequência de sorriso e
reciprocidade social, bem como restrito engajamento social (pouca iniciativa e baixa
disponibilidade de resposta) - interesses não usuais, como fixação em estímulos sensório-
viso-motores; - incômodo incomum com sons altos; - distúrbio de sono moderado ou
grave; - irritabilidade no colo e pouca responsividade no momento da amamentação; A
avaliação formal do Desenvolvimento Neuropsicomotor é fundamental e indispensável e
faz parte da consulta pediátrica.

Embora a identificação e o acesso à intervenção ocorram em menor frequência em


certos grupos socais do que em outros, o TEA manifesta-se em indivíduos de diversas
etnias ou raças e em todos os grupos socioeconômicos. Sua prevalência é maior em
meninos do que em meninas, na proporção de cerca de 4:1. Estima- -se que em torno de
60% dos casos apresentam deficiência intelectual e é também frequentemente associado
a outros transtornos psiquiátricos como transtorno do déficit de atenção e hiperatividade,
depressão e ansiedade e a outras condições médicas como epilepsia; transtornos,
síndromes genéticas. Dificuldades motoras como dispraxias são também relativamente
comuns entre indivíduos com TEA. Quando é detectado qualquer atraso, a estimulação
precoce é a regra. Retardar a estimulação significa perder o período ótimo de estimular a
aquisição de cada habilidade da criança.

ACESSO AOS SERVIÇOS


METODOLOGIA

A presente revisão trata-se de um estudo qualitativo ? levando-se em conta os


benefícios provenientes da estimulação e intervenção precoces, como ocorrem o acesso
da população, em especial as de baixa/média renda aos serviços de saúde.
Para atingir o objetivo do estudo, foram feitas buscas de revisões de literatura
sistemáticas e não sistemáticas, relatos de pesquisas, e estudos quantitativos e
qualitativos nas bases de dados Biblioteca Virtual em Saúde, no período de dezembro
de 2010 e abril de 2021. Foram empregados os seguintes descritores e termos: autismo,
transtorno do espectro autístico, transtorno do espectro autista, diagnóstico precoce e
acesso à serviços, divididos em três momentos.
No primeiro momento, foi utilizado somente o descritor autismo, pois a finalidade
nesse momento era recolher o que tem de mais atual acerca do assunto. Os critérios
utilizados para inclusão das obras encontradas foram os seguintes: (I) Obras publicadas
nos últimos 5 anos (entre 2015 e 2020). (II) Publicações na literatura nacional e
internacional. Resultando em 14.932 obras, conforme fluxograma abaixo.
O segundo momento, foi caracterizado pela utilização de dois descritores de forma
isolada e combinada, com os seguintes critérios de inclusão: (I) Diagnóstico precoce e (II)
Família, resultando em 473 obras, conforme fluxograma abaixo.

No terceiro e último momento, após avaliação dos descritores e as obras


pesquisadas, foi feita uma adequação através do supressão do descritor “família” e em
substituição, realizada pesquisa combinada com os demais, o descritor “acesso à
serviços”, resultando em 16 obras, conforme fluxograma abaixo.

Após essas 16 obras terem sido recuperadas, passaram por um critério de exclusão,
onde foram feitas, inicialmente, a leitura dos títulos e resumos para eliminação de estudos
que não tinham aproximação com o tema, excluindo assim 10 obras. Posteriormente, foi
feita a verificação de duplicidade, resultando na exclusão de mais 1 obra, resultando
então em 5 trabalhos, como mostra o fluxograma abaixo.
A seguir, efetuada a leitura das obras selecionadas, foram obtidas as informações
necessárias para a materialização dessa revisão de literatura.

Fluxograma da pesquisa:
RESULTADOS:

REFERÊNCIAS

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