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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

LTCAT
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES
AMBIENTAIS DE TRABALHO

ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOURADENSE

Dezembro de 2015

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Sumário

Identificação........................................................................................................................................... 4
Introdução.............................................................................................................................................. 5
Materiais e Métodos .............................................................................................................................. 5
Equipamentos Utilizados ....................................................................................................................... 5
Insalubridade ......................................................................................................................................... 6
Periculosidade ........................................................................................................................................ 9
Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO .......................................................... 9
Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA ......................................................................... 9
Laudo para Fins de Aposentadoria Especiais Junto ao INSS ................................................................ 10
Mapas de Riscos ................................................................................................................................... 10
Identificação dos Riscos Existentes...................................................................................................... 11
Ala I e Ala II........................................................................................................................................... 11
Ambulatório ......................................................................................................................................... 20
Banco de Sangue .................................................................................................................................. 28
Central de Material .............................................................................................................................. 34
Centro Cirúrgico ................................................................................................................................... 41
Clínica Cirúrgica .................................................................................................................................... 55
Cobertura ............................................................................................................................................. 63
Compras/Almoxarifado ........................................................................................................................ 71
Construção / Obras .............................................................................................................................. 75
Contabilidade ....................................................................................................................................... 80
Convenio/Autorizações ........................................................................................................................ 84
Creche .................................................................................................................................................. 87
Departamento Financeiro .................................................................................................................... 91
Departamento Pessoal......................................................................................................................... 98
Farmácia ............................................................................................................................................. 102
Faturamento / Convênio.................................................................................................................... 106
Faturamento / Particular ................................................................................................................... 109
Faturamento / SUS ............................................................................................................................. 112
Informática ......................................................................................................................................... 115
Laboratório de Análises ..................................................................................................................... 118
Lavanderia .......................................................................................................................................... 141
Limpeza .............................................................................................................................................. 162
Manutenção ....................................................................................................................................... 174
Médicos .............................................................................................................................................. 191
Nutrição e Dietética ........................................................................................................................... 196
PABX ................................................................................................................................................... 217
Posto I e Posto II................................................................................................................................. 225
Pronto Socorro ................................................................................................................................... 234
Recepção ............................................................................................................................................ 243
Recepção do Ambulatório ................................................................................................................. 247
Secretaria e Superintendência ........................................................................................................... 256
Serviço de Prontuário de Pacientes ................................................................................................... 259
SESMT Serviços Esp. em Engª de Segurança e Medicina do Trabalho .............................................. 262

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Supervisão de Enfermagem ............................................................................................................... 268


Unidade de Tratamento Intensivo – UTI............................................................................................ 274
Unidade de Tratamento Intensivo - Neonatal ................................................................................... 283
Considerações Finais .......................................................................................................................... 291
Anexos ................................................................................................................................................ 292
Anexo 1. Certificado de Calibração dos Equipamentos ................................................................. 292
Anexo 2. Anotação de Responsabilidade Técnica – ART ................................................................ 292
Anexo 3. Histograma e Dosimetria da Lavanderia ......................................................................... 292

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Identificação

Razão Social: ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DOURADENSE

Nome Fantasia: HOSPITAL EVANGELICO – Doutor e Senhora Goldsby King

Endereço: RUA HILDA BERGO DUARTE, 81

Bairro: CENTRO CEP: 79.806-020 Cidade: DOURADOS – M.S

CNPJ: 03.604.782/0001-66

Atividade Principal: ATENDIMENTO HOSPITALAR

Nº de Funcionários: 651

Elaboração: Julho a Dezembro de 2015

_____________________________________
Juliano Lopes
Engenheiro de Segurança do Trabalho
CREA-MT: 9356/D Visto 122269
CONFEA - Reg. Nacional: 122.299.724-4

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Introdução

A presente inspeção de higiene ocupacional objetiva o reconhecimento e avaliação dos


riscos ambientais a que estão expostos os empregados nas suas atividades laborais da Associação
Beneficente Douradense – Hospital Evangélico, em Dourados – M.S.

Serão avaliados os riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos citados nas
Normas Regulamentadoras NR-5 CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, Anexo IV
(Mapas de Riscos), NR-15 Atividades e Operações Insalubres, NR-16 Atividades e Operações
Perigosas, da Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho.

A presente inspeção de higiene ocupacional servirá de base para:

1- Definir o Grau de Insalubridade das Atividades e Operações;


2- Definir Atividades e Operações Perigosas;
3- Implementação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional,
4- Implementação do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
5- Base para Laudo de Aposentadorias Especiais junto ao INSS,
6- Implementação dos Mapas de Riscos.

Materiais e Métodos

A inspeção de higiene ocupacional foi realizada durante os meses de julho, agosto, setembro
e outubro de 2015. Em dezembro foi feito avaliação de ruído por dosimetria na Lavanderia. Tais
avaliações foram realizadas através de vistorias nos setores (locais de trabalho) do Hospital
Evangélico.
Os riscos ambientais foram quantificados e qualificados segundo as referências técnicas
citadas na literatura especializada de higiene ocupacional e, também, nos Anexos das Normas
Regulamentadoras NR-5 CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, NR-15 Atividades e
Operações Insalubres e NR-16 Atividades e Ações Perigosas, segundo os setores e locais de trabalho
e quando necessário, por cargo.

Equipamentos Utilizados

Decibelímetro DEC-490

Dosímetro de Ruído DOS 500

Medidor de Estresse Térmico TGD-400

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Insalubridade

A insalubridade é definida a partir de inspeções aos locais de trabalho e enquadramento legal


aos anexos da Norma Regulamentadora NR15 (atividades de operações insalubres). São passíveis
de percepção ao adicional salarial de insalubridade os empregados expostos aos riscos físicos,
químicos e biológicos. Os riscos ergonômicos e mecânicos não são contemplados com adicionais
salariais de insalubridade.
Os anexos da Norma Regulamentadora NR15 Atividades e Operações Insalubres se referem:

a) ANEXO 1 - RUÍDOS CONTÍNUOS E INTERMITENTES

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
São consideradas insalubres em grau médio as atividades com exposições continuadas, sem
proteção individual a ruídos de:

Decibéis dB(A) Tempo Máximo de Exposição Diária Permissível


85 8 horas
90 4 horas
95 2 horas
100 1 hora
115 Não é permitida exposição

b) ANEXO 2 - RUÍDOS DE IMPACTO

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
São consideradas insalubres em grau médio as atividades com exposições aos ruídos com picos de
energia acústica de duração inferior a 1 segundo, a intervalos superiores a 1 segundo. O limite de
tolerância é de 130 dB.

c) ANEXO 3 - LIMITES DE TOLERÂNCIA A EXPOSIÇÃO AO CALOR (SOBRECARGA)

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
São insalubres em grau médio as atividades desenvolvidas em locais de trabalho onde o índice de
Bulbo Úmido – Termômetro de Globo – IBUTG, ultrapassa os limites citados no quadro N.1 deste
Anexo. O gasto calórico e o IBUTG encontrados determinam o tempo de exposição à fonte de calor
e período de descanso no mesmo local de trabalho. O pagamento do adicional salarial de
insalubridade por sobrecarga térmica ocorre quando não é respeitado o tempo de descanso
assinalado na avaliação ambiental, independente do uso de Equipamento de Proteção Individual.

d) ANEXO 4 - ILUMINAMENTO

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
Os níveis de iluminamento eram considerados insalubres de grau médio até a revogação do Anexo
4 pela Portaria 3751 de 23/11/1990, do Ministério do Trabalho. Não há percepção de adicional

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salarial de insalubridade aos empregados que trabalham em níveis de iluminamento abaixo do


permitido pala NBR 5413. Esta Norma serve para a correção dos níveis para fins de ergonomia.
Note que o “iluminamento deficiente” consta dos riscos mecânicos citados na NR-5 CIPA e não na
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, que é referente à insalubridade a partir desta revogação.

e) ANEXO 5 - LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA RADIAÇÕES IONIZANTES

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
Nas atividades ou operações onde trabalhadores possam ser expostos a radiações ionizantes, os
limites de tolerância, os princípios, as obrigações e controles básicos para a proteção do homem e
do seu meio ambiente contra possíveis efeitos indevidos causados pela radiação ionizante, são os
constantes da Norma CNEN-NE-3.01 “diretrizes básicas de radioproteção” de Julho de 1988.

f) ANEXO 6 - TRABALHOS SOB CONDIÇÕES HIPERBÁRICAS

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Não se aplica ao caso da avaliação apresentada, pois se refere a mergulhadores de grandes
profundidades sujeitos a efeitos de descompressão.

g) ANEXO 7 - RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
São consideradas insalubres em grau médio as exposições, independente do tempo de exposição,
às radiações ultravioletas, microondas e laser, em decorrência ao laudo de inspeção realizadas ao
local de trabalho. As radiações infravermelhas não são consideradas insalubres.
Por ser uma avaliação qualitativa corre-se o risco de sempre os peritos judiciais determinarem
atividades insalubres. O uso de equipamentos de proteção individual, com registro efetivo é a única
forma de eliminar o pagamento de adicional salarial de insalubridade.

h) ANEXO 8 – VIBRAÇÕES

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
A quantificação deve seguir os enunciados das Normas ISSO 2631 e ISSO/DIS 5349 e podem se,
ultrapassados os limites de tolerância da Norma, insalubre em grau médio. A avaliação quantitativa
é realizada por equipamento importado e de alto custo (Oscilômetro).

i) ANEXO 9 – FRIO

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Não se aplica ao caso da avaliação apresentada, pois refere-se a trabalho executados em câmaras
frigoríficas e similares.

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j) ANEXO 10 - UMIDADE

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
Não se aplica ao caso da avaliação apresentada, pois refere-se a trabalhos executados em locais
alagados e encharcados.

k) ANEXO 11 - AGENTES QUÍMICOS

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
As atividades onde os limites de tolerância aos agentes químicos forem ultrapassados são
considerados insalubres em grau mínimo, médio e máximo, dependendo do tipo de agente. As
avaliações devem ser realizadas com bomba de gases e tubetes calorimétricos específicos para
cada agente. Nas atividades avaliadas nesta inspeção, não há exposição a atmosferas contaminam
com agentes citados neste anexo.

l) ANEXO 12 - LIMITES DE TOLERÂNCIA PARA POEIRAS MINERAIS

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
Não se aplica ao caso da avaliação apresentada, pois refere-se aos trabalhos onde as concentrações
destas poeiras estiverem acima dos limites de tolerância fixados neste anexo.

m) ANEXO 13 - AGENTES QUÍMICOS

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
As atividades de operações envolvendo agentes químicos, consideradas insalubres em grau
mínimo, médio e máximo, em decorrência de inspeção realizada ao local de trabalho. O uso do
equipamento de proteção individual com registro efetivo é a única forma de eliminar o pagamento
de adicional salarial de insalubridade, se o agente químico não for eliminado do processo.

n) ANEXO 14 - AGENTES BIOLÓGICOS

AVALIAÇÃO QUALITATIVA
As atividades e operações envolvendo agentes biológicos, considerados insalubres em grau médio e
máximo em decorrência de inspeção realizada ao local de trabalho. O uso de equipamento de
proteção individual, com registro efetivo é a única forma de eliminar o pagamento de adicional
salarial de insalubridade.

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Periculosidade

As atividades periculosas são citadas nos anexos 1 (atividade e operações perigosas com
explosivos) e anexo 2 (atividades e operações perigosas com inflamáveis). No armazenamento de
inflamáveis gasosos líquidos na quantidade acima de 135 Kg , toda área do recinto é considerada de
grau de risco.
A eletricidade é considerada periculosa segundo lei Federal no. 7369 de 20 /12 /85, citando
empregados do setor de energia elétrica.

Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO

O PCMSO é uma ferramenta para melhorar a saúde dos empregados,

“7.1.1 – Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e


implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores
como empregados, do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, com o
objetivo de promoção e preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores”.

“7.1.3 – Caberá à empresa contratante de mão de obra prestadora de serviços, informar a empresa
contratada, os riscos existentes e auxiliar na elaboração e implementação do PCMSO nos locais de
trabalho onde os serviços estão sendo prestados”.

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA

O PPRA é uma ferramenta para melhorar as condições de trabalho dos empregados,

“9.1- Esta Norma Regulamentadora – NR estabelece a obrigatoriedade da elaboração e


implementação, por parte de todos empregadores e instituições que admitam trabalhadores como
empregados, do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA, visando à preservação da
saúde e da integridade dos trabalhadores, através de antecipação, reconhecimento, avaliação e
consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no
ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos
naturais”.

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Laudo para Fins de Aposentadoria Especiais Junto ao INSS

A presente avaliação de higiene ocupacional pode servir de base para emissão de laudos
coletivos ou individuais para fins de aposentadoria especial junto ao INSS.
O departamento de recursos humanos deverá providenciar o Perfil Profissiográfico
Previdenciário das atividades de todos os empregados, bem como sua emissão, quando da
demissão de empregados.

Mapas de Riscos

Os mapas de riscos afixados nos locais de trabalho devem possuir uma leitura fácil e ter sua
elaboração com a participação do conjunto de trabalhadores através da CIPA.
O Mapa de Risco tem como objetivo: “possibilitar, durante sua elaboração, a troca e
divulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação nas
atividades de prevenção”.

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Identificação dos Riscos Existentes


Ala I e Ala II
Unidade Funcional: Alas I e II
Cargos ou Funções:
Gerente de Enfermagem, Enfermeiro I, Técnico em Enfermagem I e II; Auxiliar de Enfermagem I, II e III;

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Gerente de Enfermagem

 Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem de seu serviço e ou


setor;
 Interagir no processo do desenvolvimento do ensino;
 Avaliar e programar, junto com a coordenação de educação continuada as necessidades de capacitação
e aprimoramento técnico e cultural da equipe;
 Integrar- se com a equipe multiprofissional do serviço;
 Realizar a avaliação de desempenho, periódica, da equipe de enfermagem;
 Responsabilizar-se pela implementação da assistência de enfermagem e programas educativos de
saúde a usuários do Hospital Evangélico;
 Realizar e participar de desenvolvimento de pesquisa;
 Praticar os demais atos necessários à consecução dos objetivos da unidade, juntamente com o
coordenador da área; realizar as demais atribuições do enfermeiro do Hospital Evangélico;
 Revisar as folhas ponto de acordo com as escalas de serviço, anotando as particularidades e entregar ao
setor pertinente;
 Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do setor;
 Participar das reuniões mensais com coordenações e direção entre outros;
 Integrar os grupos de estudos, quando solicitados e necessários as adequações dos objetivos da
organização;
 Revisar escalas de serviço; fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto
contagiosas.
 Desenvolver outras atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Enfermeiro I

 Receber o plantão, realizar visitas a todos os pacientes internados em sua unidade, verificar o estado
geral, priorizar as necessidades do paciente e delegar atividades aos demais membros da equipe de
enfermagem;
 Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem em seus serviços e
setores;
 Elaborar escalas de serviço, diária, mensal e do seu turno de trabalho;
 Orientar e supervisionar a equipe de enfermagem quanto ao uso de materiais e equipamentos;
 Supervisionar e realizar estoque adequado dos medicamentos, materiais e equipamentos da unidade;
 Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do seu turno;

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 Avaliar a necessidade de capacitação e aprimoramento em serviço e solicitar ao chefe da unidade a


realização dos mesmos em conjunto com a educação continuada;
 Fazer prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis comunicando
a CCIRAS;
 Auxiliar os membros da equipe de saúde na realização de procedimentos;
 Supervisionar os procedimentos técnicos e os registros feitos pelos membros da equipe de enfermagem
e assinar colocando número do COREN;
 Realizar a admissão do paciente na unidade; cuidados diretos a pacientes graves; curativos complexos e
de cateteres venosos profundos; instalação de p.v.c.; balanço hídrico, intervindo diante de
desequilíbrio; sondagem nasogástrica, nasojejunal e vesical;
 Instalar e trocar frascos e drenagens torácicas; controle de medicamentos de psicotrópicos e
entorpecentes; instalação de quimioterápicos; troca de frascos de nutrição parenteral; sistematização
da assistência de enfermagem;
 Promover orientação e acompanhamento quanto ao preparo para cirurgia e exames complementares;
registros dos procedimentos realizados no prontuário do paciente;
 Realizar a passagem de plantão do seu turno; outras atividades de mesma complexidade; fazer
curativos contaminados; atender pacientes com doenças infectas contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Técnico em Enfermagem I e II

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia;
 Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
 Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria e
cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema conforme
rotina; nebulizações;
 Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo
serviço;
 Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;

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 Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
 Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
 Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
 Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
 Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
 Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
 Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

Auxiliar de Enfermagem I, II e III

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia, prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação
do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica, aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves, aplicar medidas de conforto e fazer prevenção
de úlceras de decúbito;
 Administrar dieta por sondas ‘sng’ e ‘sne’ e jejunostomia, gastrostomia, auxiliar e ou administrar a
alimentação por via oral;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Realizar cuidados no pré e pós-operatório mediato e imediato; levar e buscar os pacientes nos
diversos serviços e setores do Hospital Evangélico, quando solicitado;
 Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.

Outras ações previstas:

 Higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas); controle
hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações; buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o
uso devolvê-los ao mesmo serviço; buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os
mesmos nos respectivos lugares; auxiliar o enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar
coleta de material para exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e
levar o corpo pós-morte para o local designado; manter em ordem o material de uso e equipamentos
da unidade; confeccionar e embalar materiais de consumo; comunicar ao enfermeiro situações de
emergência; providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;

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acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias; acompanhar pacientes em


realização de exames fora do Hospital Evangélico, transferências externas; circular em sala cirúrgica;
realizar limpeza, desinfecção e esterilização de materiais, equipamentos e ambiente. Auxiliar o
enfermeiro e ou técnico de enfermagem na execução de programas de educação a saúde; realizar
tarefas de mesmo nível e complexibilidade delegadas pelo enfermeiro; executar tarefas referentes a
conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos; executar a prescrição de enfermagem.
Fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto contagiosas. As atribuições
previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986 – decreto n° 94.406, de
08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de enfermagem), são
desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº.
94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico, soda
QUÍMICOS
cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.

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ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.


MECÂNICOS Fratura, Luxação, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho, devido à
Proveniente das máquinas e
Físico Ruído maneira como realiza suas
equipamentos do setor
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
57,8 dB(A) a 69,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofrer desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no
danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais


da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA
FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.

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Manter as medidas de controle existente;


Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer
ERGONÔMICOS a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos
apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos corretos de
levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando
o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais das Alas I e II
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvido no desempenho dessas atividades nas Alas I e II do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas nas Alas I e II do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que
tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes,
não previamente esterilizados);

OBSERVAÇÃO:
Caso a Instituição tenha local destinado a “isolamento” no setor, os colaboradores que laboram nesta
condição em regime de trabalho contínuo e/ou escala de trabalho e/ou ou plantão, fica caracterizado o
direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para as
funções exercidas nas Alas I e II do Hospital Evangélico.

Insalubridade de grau máximo

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Ambulatório
Unidade Funcional: Ambulatório
Cargos ou Funções: Técnico de Enfermagem I e II; Auxiliar de Enfermagem III

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Técnico em Enfermagem I e II

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia;
 Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos
devidos lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
 Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de
peso; aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica,
glicosúria e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o
sistema conforme rotina; nebulizações;
 Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo
serviço;
 Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
 Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
 Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
 Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
 Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
 Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
 Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
 Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Auxiliar de Enfermagem I, II e III

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia, prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação
do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica, aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves, aplicar medidas de conforto e fazer prevenção
de úlceras de decúbito;
 Administrar dieta por sondas ‘sng’ e ‘sne’ e jejunostomia, gastrostomia, auxiliar e ou administrar a
alimentação por via oral;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Realizar cuidados no pré e pós-operatório mediato e imediato; levar e buscar os pacientes nos
diversos serviços e setores do Hospital Evangélico, quando solicitado;
 Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.

Outras ações previstas:

 Higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas); controle
hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações; buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o
uso devolvê-los ao mesmo serviço; buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os
mesmos nos respectivos lugares; auxiliar o enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar
coleta de material para exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e
levar o corpo pós-morte para o local designado; manter em ordem o material de uso e equipamentos
da unidade; confeccionar e embalar materiais de consumo; comunicar ao enfermeiro situações de
emergência; providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias; acompanhar pacientes em
realização de exames fora do Hospital Evangélico, transferências externas; circular em sala cirúrgica;
realizar limpeza, desinfecção e esterilização de materiais, equipamentos e ambiente. Auxiliar o
enfermeiro e ou técnico de enfermagem na execução de programas de educação a saúde; realizar
tarefas de mesmo nível e complexibilidade delegadas pelo enfermeiro; executar tarefas referentes a
conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos; executar a prescrição de enfermagem.
Fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto contagiosas. As atribuições
previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986 – decreto n° 94.406, de
08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de enfermagem), são
desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº.
94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

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IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e
ERGONÔMICOS
Mobiliários defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico,
QUÍMICOS
soda cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente das máquinas de lavar
Físico Ruído devido à maneira como
roupas (processamento)
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

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RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
65,9 dB(A) a 76,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

(ocasionado por picada de agulha ou corte com


objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando.contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS


ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de
Fratura, Luxação, Colisões,
Queda, Colisões trabalho, devido a
Mecânico Trauma e Aquisição de
Corte e Perfuração. maneira que realiza suas
doenças contagiosas.
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA
FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
ERGONÔMICOS
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa
comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios
mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos
corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a


amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da unidade funcional
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, mascara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades no Ambulatório do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas no Ambulatório do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros estabelecimentos


destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha contato com os pacientes, bem
como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente esterilizados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Banco de Sangue
Unidade Funcional: Banco de Sangue
Cargos ou Funções: Auxiliar de Banco de Sangue I e Auxiliar de Banco de Sangue III

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Auxiliar de Banco de Sangue I e III

o Coletam material biológico, orientando e verificando preparo do paciente para o exame;


o Auxiliam os técnicos no preparo de vacinas; aviam fórmulas, sob orientação e supervisão;
o Preparam meios de cultura, estabilizantes e hemoderivados;
o Organizam o trabalho, trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de
biossegurança.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e Mobiliários
ERGONÔMICOS
defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS:


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico, soda
QUÍMICOS
cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites.
BIOLÓGICOS Capazes de provocar infecções e contaminações de diversas doenças, efeitos tóxicos,

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

efeitos alergênicos, doenças autoimunes e a formação de neoplasias e malformações.


Contudo, a contaminação no ambiente de trabalho pelo HIV, Hepatite B e C são os
mais importantes na infecção ocupacional.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Luxações, fraturas, aquisição de doenças infecto contagiosas

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente de equipamentos do
Físico Ruído devido à maneira como realiza
setor
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
58,3 dB(A) a 67,1 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Produtos Hipoclorito de sódio (1%) e Álcool
Químico devido a maneira como
químicos 70%
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Pacientes e materiais No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico utilizados no exercício da devido à maneira como
Protozoários.
atividade. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.

TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.

VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO


AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas


com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS


ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.

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ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.


MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa
ERGONÔMICOS comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios
mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos
corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da unidade funcional
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
MEDIDAS MÉDICAS
Revezamento ou Troca de setor.

NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.


NORMAS
NR 17 - Ergonomia.
REGULAMENTADORAS
NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.


NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, mascara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades no “Banco de Sangue” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas no Banco de Sangue do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados.

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Central de Material

Unidade Funcional: Central de Materiais


Cargos ou Funções: Auxiliar de Enfermagem I, II e III; Técnico de Enfermagem I e II; Enfermeiro I

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Realizar teste biológico em autoclaves semanal;
 Realizar teste de baw disk diariamente, receber materiais dos setores;
 Realizar limpeza do material cirúrgico, montagem das caixas com instrumentais cirúrgicos;
 Manusear autoclave com técnica e segurança, realizar desinfecção com esterilizante químico,
fornecer matérias esterilizados ás unidades.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos X Biológicos X Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Assepsia e esterilização de materiais
Biológicos Vírus, Bactérias e Protozoários.
Ergonômicos Postura inadequada, Monotonia, Transporte de paciente e Estresse.
Mecânicos Queda, Colisões, Cortes e perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Manuseio com produtos químicos - Álcool 70%, benzina, vaselina, sabão liquido, PVPI
Químicos
tópico, PVPI degermântico e hipoclorito de sódio.
Atendimentos a pacientes portadores de diversas patologias e manuseio de materiais
Biológicos
do setor.
Trabalho a maior parte do tempo em pé, Gerenciamento de conflitos, Locomoção de
Ergonômicos
pacientes em cadeiras de roda e em macas.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
Mecânicos
perfuro cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Pode ocasionar complicações respiratórias, problemas dermatológicos, queimaduras e
intoxicação. Os gases e vapores orgânicos são de classificação primária, ou seja,
Químicos substancias que não produzem outro além de anestesiar os pacientes. Mesmo que o
colaborador seja submetido a exposições repetidas não sofrem danos, pois a
concentração é encontrada é baixa.
Contaminação, Aquisição de doenças contagiosas, Micoses, Infecções, Alergias,
Biológicos
Intoxicação alimentar.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Pode gerar distúrbios psicológicos, fisiológicos e provocar danos a saúde do trabalhador


porque produzem alteração no organismo e no estado emocional, podendo
comprometer sua produtividade por cansaço físico, dores musculares, hipertensão
Ergonômicos
arterial, alteração do sono, diabetes, doenças nervosas, taquicardia, doenças do
aparelho digestivo (gastrite e ulcera), tensão, ansiedade, problemas de coluna, entre
outros.
Mecânicos Pode ocasionar lesões perfuro cortantes, fraturas e luxações.

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
62,3dB(A) a 71,5 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de ação 80,0 dB
A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Álcool 70%, benzina, vaselina,
No ambiente de trabalho,
Produtos químicos sabão liquido, PVPI tópico, PVPI
Químico devido à maneira como
(vapores orgânicos) degermântico e hipoclorito de
realiza suas atividades.
sódio.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO RESERVATÓRIOS
DO RISCO
Trabalhadores, materiais e
Pacientes, equipamentos ou
equipamentos utilizados para
Vírus, Bactérias objetos contaminados com
Biológico procedimentos e assistência a
e Protozoários. material biológico (sangue,
pacientes portadores de
fluidos corpóreos e secreções).
doenças infectocontagiosas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fluídos
corpóreos potencialmente infectados.

TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade destes agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causar danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam estas atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanência dos contaminados, principalmente se houver
microrganismos no ambiente é pouco previsível deterioração ou não uso do equipamento de
em sua exatidão por ser dependente do tipo e da proteção individual (EPI) apropriado e
potencia de cada agente, pois a incubação, recomendado.
dependente do agente, pode variar.

VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO


AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofres desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no
danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.
com capacidades letais. Verifica-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da área da área da saúde do Hospital.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme informações estatísticas fornecidas pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS PREVENTIVAS APLICÁVEIS E SEU ACOMPANHAMENTO


Evitar exposição ocupacional ao sangue é o principal caminho para prevenir a transmissão do vírus da
imunodeficiência humana (HIV), da hepatite B (HBV) e da Hepatite C (HCB) aos colaboradores desta área
de atuação.
Luvas de procedimentos e/ou cirúrgicas; óculos de proteção com lente incolor; aventais; máscaras
respiratórias e vestimenta apropriada. Tais equipamentos deverão ser utilizados sempre que os
profissionais se deslocarem para procedimentos que os expõe aos riscos biológicos.
SOROCONVERSÃO

Quando a sorologia do paciente-fonte é desconhecida, o uso de Profilaxia Pós-Exposição Ocupacional ao


HIV (PEP), deve ser decidido caso a caso. É preciso considerar a forma de exposição e a probabilidade
clínica e epidemiológica da infecção do paciente-fonte pelo HIV/AIDS. Se estas condições indicarem a
probabilidade de infecção pelo HIV/AIDS, recomenda-se o início da PEP com o esquema básico de
antirretrovirais ITRN (inibidores da Transcriptase Reversa análogos de Nucleosídeos), até que os
resultados dos exames laboratoriais sejam conhecidos. Na dependência destes resultados, torna-se
fundamental atenção a necessidade de alteração ou suspensão do esquema abaixo:

Condutas Realizadas pelo Hospital em Caso de Exposição ao Trabalhador


- Realiza o teste rápido ‘anti-HIV’ do paciente-fonte após aconselhamento e autorização;
- Utiliza testes rápidos para obter o resultado logo após a exposição do trabalhador;
- Avalia o tipo de exposição (investigação);
- Avalia a probabilidade clinica e epidemiológica do paciente-fonte ter infecção pelo HIV/AIDS;
- Se for detectado HIV positivo no teste rápido, encaminha-se o colaborador par o SAE- Serviço
Ambulatorial de Dourados – M.S;

Observação: O Hospital Evangélico não possui médico especializado para realização da soroconversão.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE B - HBV

A vacinação pré-exposição contra a Hepatite B é a principal medida de prevenção ocupacional entre os


profissionais da saúde. Idealmente a vacinação deverá ser realizada antes da admissão do profissional
(ou estudante, estagiário) nos serviços de saúde.
É indicada para todos aqueles que podem estar expostos aos materiais biológicos durante suas
atividades, inclusive os que não trabalham diretamente na assistência ao paciente, como por exemplo, as
equipes de higienização de apoio. Para todos estes profissionais, a vacina está disponível nas unidades
básicas de saúde.

Observação: Não é recomendada a sorologia pré-vacinal para definir a vacinação exclusiva de


profissionais não imunes.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE C - HCV

Inexiste uma medida específica eficaz para a redução do risco de transmissão do vírus da Hepatite C após
exposição ocupacional. Os estudos não comprovaram benefício profilático com o uso de imunoglobinas.
Dados disponíveis sugerem que o ‘interferon’ somente atua de forma efetiva quando a infecção pelo
HCV está estabelecida, parecendo indicar que não atuariam como profilaxia pós-exposição.
A única medida eficaz para eliminação do risco de infecção pelo vírus da Hepatite C é por meio da
prevenção da ocorrência do acidente.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PACIENTE-FONTE

Com o intuito de proteger os trabalhadores do Serviço de Saúde do Hospital Evangélico, o paciente-fonte


é avaliado quanto à infecção pelo HIV, ‘Hepatite B’ e ‘Hepatite C’ no momento da ocorrência do
acidente. Informações disponíveis no prontuário sobre resultados de exames laboratoriais, história
clinica prévia e diagnóstico de admissão somente serão considerados se positivos para determinada
infecção (HIV, HBV e HCV).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do
Postura inadequada,
tempo em pé, No ambiente de trabalho,
Monotonia,
Ergonômico Gerenciamento de conflitos. devido à maneira como
Transporte de
Locomoção em cadeiras de realiza suas atividades.
paciente e Estresse.
roda e em macas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio,
Trajeto de ida e volta ou No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões, Corte e
Mecânico vice-versa e Manuseio devido à maneira que
Perfuração
com materiais perfuro- realiza suas atividades.
cortante.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


FISCOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, Mascara de proteção, Luvas descartável.
Óculos de proteção incolor, Jaleco, Lixeira com pedal, Torneira com dispositivo
BIOLÓGICOS automático, Caixa ‘descarpack’, máscara de proteção respiratória, Gorro, Propé e luvas
descartáveis.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Uso de caixa ‘descarpack’ e placas de sinalização – piso escorregadio.

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MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS:


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter a existente e treinamento quanto ao manuseio do produto químico.
Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existentes no local de
BIOLÓGICOS
trabalho.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho.
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS:
Fornecer os EPI e tornar obrigatório o seu uso correto.
MEDIDAS Fiscalizar o seu uso.
ADMINISTRATIVAS Orientação para o uso correto dos EPI e campanha de conscientização.
Treinamentos periódicos.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
As medidas de controle recomendadas, assim como o uso obrigatório e adequado dos EPI como:
óculos de proteção incolor; uniforme do setor, máscara de proteção respiratória, luvas descartáveis, calçado
de segurança antiderrapante; propé; gorro e as vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho
das atividades, garantindo a segurança e neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das
atividades das funções exercidas na “Central de Materiais” do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para os cargos ou funções desempenhadas na Central de
Materiais do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau máximo

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Centro Cirúrgico

Unidade Funcional: Centro Cirúrgico


Cargos ou Funções:
Auxiliar de Enfermagem I, II e III; Técnico de Enfermagem I e II; Enfermeiro I e Gerente de Enfermagem.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Auxilio geral em cirurgias médicas e observação de quaisquer alterações que evidenciem
complicações pós-operatórias imediatas, tais como: sangramentos, choque anafilático ou
hipovolêmico, evisceração da ferida operatória;
 Prestação de atendimento a pacientes internados após-cirurgias.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos X Biológicos X Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Assepsia, esterilização de materiais e vapores anestésicos (baixa concentração)
Biológicos Vírus, Bactérias e Protozoários.
Ergonômicos Postura inadequada, Monotonia, Transporte de paciente e Estresse.
Mecânicos Queda, Colisões, Cortes e perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS:


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Manuseio com produtos químicos - Álcool 70%, benzina, vaselina, sabão liquido, PVPI
Químicos
tópico, PVPI degermântico e hipoclorito de sódio.
Atendimentos a pacientes portadores de diversas patologias e manuseio de materiais
Biológicos
do setor.
Trabalho a maior parte do tempo em pé, Gerenciamento de conflitos, Locomoção de
Ergonômicos
pacientes em cadeiras de roda e em macas.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
Mecânicos
perfuro cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Pode ocasionar complicações respiratórias, problemas dermatológicos, queimaduras e
intoxicação. Os gases e vapores orgânicos são de classificação primária, ou seja,
Químicos substancias que não produzem outro além de anestesiar os pacientes. Mesmo que o
colaborador seja submetido a exposições repetidas não sofrem danos, pois a
concentração é encontrada é baixa.
Contaminação, Aquisição de doenças contagiosas, Micoses, Infecções, Alergias,
Biológicos
Intoxicação alimentar.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Pode gerar distúrbios psicológicos, fisiológicos e provocar danos a saúde do trabalhador


porque produzem alteração no organismo e no estado emocional, podendo
comprometer sua produtividade por cansaço físico, dores musculares, hipertensão
Ergonômicos
arterial, alteração do sono, diabetes, doenças nervosas, taquicardia, doenças do
aparelho digestivo (gastrite e ulcera), tensão, ansiedade, problemas de coluna, entre
outros.
Mecânicos Pode ocasionar lesões perfuro cortantes, fraturas e luxações.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
61,5 dB(A) a 68,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Álcool 70%, benzina, vaselina,
Produtos químicos No ambiente de trabalho,
sabão liquido, PVPI tópico, PVPI
Químico (vapores orgânicos e devido à maneira como
degermântico e hipoclorito de
vapores anestésicos) realiza suas atividades.
sódio.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO RESERVATÓRIOS
DO RISCO
Trabalhadores, materiais e
Pacientes, equipamentos ou
equipamentos utilizados para
Vírus, Bactérias objetos contaminados com
Biológico procedimentos e assistência a
e Protozoários. material biológico (sangue,
pacientes portadores de
fluidos corpóreos e secreções).
doenças infectocontagiosas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fluídos
corpóreos potencialmente infectados.

TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade destes agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causar danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam estas atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanência dos contaminados, principalmente se houver
microrganismos no ambiente é pouco previsível deterioração ou não uso do equipamento de
em sua exatidão por ser dependente do tipo e da proteção individual (EPI) apropriado e
potencia de cada agente, pois a incubação, recomendado.
dependente do agente, pode variar.

VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO


AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofres desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no
danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.
com capacidades letais. Verifica-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da área da área da saúde do Hospital.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

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MEDIDAS PREVENTIVAS APLICÁVEIS E SEU ACOMPANHAMENTO


Evitar exposição ocupacional ao sangue é o principal caminho para prevenir a transmissão do vírus da
imunodeficiência humana (HIV), da hepatite B (HBV) e da Hepatite C (HCB) aos colaboradores desta área
de atuação.
Luvas de procedimentos e/ou cirúrgicas; óculos de proteção com lente incolor; aventais; máscaras
respiratórias e vestimenta apropriada. Tais equipamentos deverão ser utilizados sempre que os
profissionais se deslocarem para procedimentos que os expõe aos riscos biológicos.

SOROCONVERSÃO

Quando a sorologia do paciente-fonte é desconhecida, o uso de Profilaxia Pós-Exposição Ocupacional ao


HIV (PEP), deve ser decidido caso a caso. É preciso considerar a forma de exposição e a probabilidade
clínica e epidemiológica da infecção do paciente-fonte pelo HIV/AIDS. Se estas condições indicarem a
probabilidade de infecção pelo HIV/AIDS, recomenda-se o início da PEP com o esquema básico de
antirretrovirais ITRN (inibidores da Transcriptase Reversa análogos de Nucleosídeos), até que os
resultados dos exames laboratoriais sejam conhecidos. Na dependência destes resultados, torna-se
fundamental atenção a necessidade de alteração ou suspensão do esquema abaixo:

Condutas Realizadas pelo Hospital em Caso de Exposição ao Trabalhador


- Realiza o teste rápido ‘anti-HIV’ do paciente-fonte após aconselhamento e autorização;
- Utiliza testes rápidos para obter o resultado logo após a exposição do trabalhador;
- Avalia o tipo de exposição (investigação);
- Avalia a probabilidade clinica e epidemiológica do paciente-fonte ter infecção pelo HIV/AIDS;
- Se for detectado HIV positivo no teste rápido, encaminha-se o colaborador par o SAE- Serviço
Ambulatorial de Dourados – M.S;

Observação: O Hospital Evangélico não possui médico especializado para realização da soroconversão.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE B - HBV

A vacinação pré-exposição contra a Hepatite B é a principal medida de prevenção ocupacional entre os


profissionais da saúde. Idealmente a vacinação deverá ser realizada antes da admissão do profissional
(ou estudante, estagiário) nos serviços de saúde.
É indicada para todos aqueles que podem estar expostos aos materiais biológicos durante suas
atividades, inclusive os que não trabalham diretamente na assistência ao paciente, como por exemplo, as
equipes de higienização de apoio. Para todos estes profissionais, a vacina está disponível nas unidades
básicas de saúde.

Observação: Não é recomendada a sorologia pré-vacinal para definir a vacinação exclusiva de


profissionais não imunes.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE C - HCV

Inexiste uma medida específica eficaz para a redução do risco de transmissão do vírus da Hepatite C após
exposição ocupacional. Os estudos não comprovaram benefício profilático com o uso de imunoglobinas.
Dados disponíveis sugerem que o ‘interferon’ somente atua de forma efetiva quando a infecção pelo
HCV está estabelecida, parecendo indicar que não atuariam como profilaxia pós-exposição.
A única medida eficaz para eliminação do risco de infecção pelo vírus da Hepatite C é por meio da
prevenção da ocorrência do acidente.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PACIENTE-FONTE

Com o intuito de proteger os trabalhadores do Serviço de Saúde do Hospital Evangélico, o paciente-fonte


é avaliado quanto à infecção pelo HIV, ‘Hepatite B’ e ‘Hepatite C’ no momento da ocorrência do
acidente. Informações disponíveis no prontuário sobre resultados de exames laboratoriais, história
clinica prévia e diagnóstico de admissão somente serão considerados se positivos para determinada
infecção (HIV, HBV e HCV).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do
Postura inadequada,
tempo em pé, No ambiente de trabalho,
Monotonia,
Ergonômico Gerenciamento de conflitos. devido à maneira como
Transporte de
Locomoção em cadeiras de realiza suas atividades.
paciente e Estresse.
roda e em macas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio,
Trajeto de ida e volta ou No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões, Corte e
Mecânico vice-versa e Manuseio devido à maneira que
Perfuração
com materiais perfuro- realiza suas atividades.
cortante.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


FISCOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, Mascara de proteção, Luvas descartável.
Óculos de proteção incolor, Jaleco, Lixeira com pedal, Torneira com dispositivo
BIOLÓGICOS automático, Caixa ‘descarpack’, Mascara de proteção respiratória, Gorro, Propé e
luvas descartáveis.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Uso de caixa ‘descarpack’ e placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA:


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter a existente e treinamento quanto ao manuseio do produto químico.
Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS:


Fornecer os EPI e tornar obrigatório o seu uso correto.
MEDIDAS Fiscalizar o seu uso.
ADMINISTRATIVAS Orientação para o uso correto dos EPI e campanha de conscientização.
Treinamentos periódicos.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
As medidas de controle recomendadas, assim como o uso obrigatório e adequado dos EPI como:
óculos de proteção incolor; uniforme do setor, máscara de proteção respiratória, luvas descartáveis, calçado
de segurança antiderrapante; propé; gorro e as vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho
das atividades, garantindo a segurança e neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das
atividade da sua função no “Centro Cirúrgico” do Hospital Evangélico.

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 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para os cargos ou funções desempenhadas no Centro
Cirúrgico do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau máximo

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Unidade Funcional: Centro Cirúrgico


Cargos ou Funções: Técnica em Radiologia

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

o Prepara materiais e equipamentos para exames no arco cirúrgico ou intensificador de imagens;


o Prepara pacientes e realizar exames
o Efetua a limpeza do equipamento;
o Eventualmente faz transporte de pacientes do leito para sala do exame e vice-versa.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos X Químicos X Biológicos X Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Físicos Radiação Ionizante
Químicos Assepsia, esterilização de materiais e vapores anestésicos (baixa concentração)
Biológicos Vírus, Bactérias e Protozoários.
Ergonômicos Postura inadequada, Monotonia, Transporte de paciente e Estresse.
Mecânicos Queda, Colisões, Cortes e perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Físicos Raio-X
Manuseio com produtos químicos - Álcool 70%, benzina, vaselina, sabão liquido, PVPI
Químicos
tópico, PVPI degermântico e hipoclorito de sódio.
Atendimentos a pacientes portadores de diversas patologias e manuseio de materiais
Biológicos
do setor.
Trabalho a maior parte do tempo em pé, Gerenciamento de conflitos, Locomoção de
Ergonômicos
pacientes em cadeiras de roda e em macas.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
Mecânicos
perfuro cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Lesões dermatológicas e alterações a nível celular
Pode ocasionar complicações respiratórias, problemas dermatológicos, queimaduras e
intoxicação. Os gases e vapores orgânicos são de classificação primária, ou seja,
Químicos substancias que não produzem outro além de anestesiar os pacientes. Mesmo que o
colaborador seja submetido a exposições repetidas não sofrem danos, pois a
concentração é encontrada é baixa.
Biológicos Contaminação, Aquisição de doenças contagiosas, Micoses, Infecções, Alergias,

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Intoxicação alimentar.
Pode gerar distúrbios psicológicos, fisiológicos e provocar danos a saúde do trabalhador
porque produzem alteração no organismo e no estado emocional, podendo
comprometer sua produtividade por cansaço físico, dores musculares, hipertensão
Ergonômicos
arterial, alteração do sono, diabetes, doenças nervosas, taquicardia, doenças do
aparelho digestivo (gastrite e ulcera), tensão, ansiedade, problemas de coluna, entre
outros.
Mecânicos Pode ocasionar lesões perfuro cortantes, fraturas e luxações.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
61,5 dB(A) a 75,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Físico Radiação Ionizante Máquina de Raio-X devido à maneira como realiza
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo por diferentes meios de penetração.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Álcool 70%, benzina, vaselina,
Produtos químicos No ambiente de trabalho,
sabão liquido, PVPI tópico, PVPI
Químico (vapores orgânicos e devido à maneira como
degermântico e hipoclorito de
vapores anestésicos) realiza suas atividades.
sódio.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO RESERVATÓRIOS
DO RISCO
Trabalhadores, materiais e
Pacientes, equipamentos ou
equipamentos utilizados para
Vírus, Bactérias objetos contaminados com
Biológico procedimentos e assistência a
e Protozoários. material biológico (sangue,
pacientes portadores de
fluidos corpóreos e secreções).
doenças infectocontagiosas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fluídos
corpóreos potencialmente infectados.

TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade destes agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causar danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam estas atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanência dos contaminados, principalmente se houver
microrganismos no ambiente é pouco previsível deterioração ou não uso do equipamento de
em sua exatidão por ser dependente do tipo e da proteção individual (EPI) apropriado e
potencia de cada agente, pois a incubação, recomendado.
dependente do agente, pode variar.

VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO


AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofres desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.


com capacidades letais. Verifica-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da área da área da saúde do Hospital.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

MEDIDAS PREVENTIVAS APLICÁVEIS E SEU ACOMPANHAMENTO


Evitar exposição ocupacional ao sangue é o principal caminho para prevenir a transmissão do vírus da
imunodeficiência humana (HIV), da hepatite B (HBV) e da Hepatite C (HCB) aos colaboradores desta área
de atuação.
Luvas de procedimentos e/ou cirúrgicas; óculos de proteção com lente incolor; aventais; máscaras
respiratórias e vestimenta apropriada. Tais equipamentos deverão ser utilizados sempre que os
profissionais se deslocarem para procedimentos que os expõe aos riscos biológicos.

SOROCONVERSÃO

Quando a sorologia do paciente-fonte é desconhecida, o uso de Profilaxia Pós-Exposição Ocupacional ao


HIV (PEP), deve ser decidido caso a caso. É preciso considerar a forma de exposição e a probabilidade
clínica e epidemiológica da infecção do paciente-fonte pelo HIV/AIDS. Se estas condições indicarem a
probabilidade de infecção pelo HIV/AIDS, recomenda-se o início da PEP com o esquema básico de
antirretrovirais ITRN (inibidores da Transcriptase Reversa análogos de Nucleosídeos), até que os
resultados dos exames laboratoriais sejam conhecidos. Na dependência destes resultados, torna-se
fundamental atenção a necessidade de alteração ou suspensão do esquema abaixo:

Condutas Realizadas pelo Hospital em Caso de Exposição ao Trabalhador


- Realiza o teste rápido ‘anti-HIV’ do paciente-fonte após aconselhamento e autorização;
- Utiliza testes rápidos para obter o resultado logo após a exposição do trabalhador;
- Avalia o tipo de exposição (investigação);
- Avalia a probabilidade clinica e epidemiológica do paciente-fonte ter infecção pelo HIV/AIDS;
- Se for detectado HIV positivo no teste rápido, encaminha-se o colaborador par o SAE- Serviço
Ambulatorial de Dourados – M.S;

Observação: O Hospital Evangélico não possui médico especializado para realização da soroconversão.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE B - HBV

A vacinação pré-exposição contra a Hepatite B é a principal medida de prevenção ocupacional entre os


profissionais da saúde. Idealmente a vacinação deverá ser realizada antes da admissão do profissional
(ou estudante, estagiário) nos serviços de saúde.
É indicada para todos aqueles que podem estar expostos aos materiais biológicos durante suas
atividades, inclusive os que não trabalham diretamente na assistência ao paciente, como por exemplo, as
equipes de higienização de apoio. Para todos estes profissionais, a vacina está disponível nas unidades
básicas de saúde.

Página 51 de 292
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Observação: Não é recomendada a sorologia pré-vacinal para definir a vacinação exclusiva de


profissionais não imunes.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE C - HCV

Inexiste uma medida específica eficaz para a redução do risco de transmissão do vírus da Hepatite C após
exposição ocupacional. Os estudos não comprovaram benefício profilático com o uso de imunoglobinas.
Dados disponíveis sugerem que o ‘interferon’ somente atua de forma efetiva quando a infecção pelo
HCV está estabelecida, parecendo indicar que não atuariam como profilaxia pós-exposição.
A única medida eficaz para eliminação do risco de infecção pelo vírus da Hepatite C é por meio da
prevenção da ocorrência do acidente.
CONSIDERAÇÕES SOBRE O PACIENTE-FONTE

Com o intuito de proteger os trabalhadores do Serviço de Saúde do Hospital Evangélico, o paciente-fonte


é avaliado quanto à infecção pelo HIV, ‘Hepatite B’ e ‘Hepatite C’ no momento da ocorrência do
acidente. Informações disponíveis no prontuário sobre resultados de exames laboratoriais, história
clinica prévia e diagnóstico de admissão somente serão considerados se positivos para determinada
infecção (HIV, HBV e HCV).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do
Postura inadequada,
tempo em pé, No ambiente de trabalho,
Monotonia,
Ergonômico Gerenciamento de conflitos. devido à maneira como
Transporte de
Locomoção em cadeiras de realiza suas atividades.
paciente e Estresse.
roda e em macas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio,
Trajeto de ida e volta ou No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões, Corte e
Mecânico vice-versa e Manuseio devido à maneira que
Perfuração
com materiais perfuro- realiza suas atividades.
cortante.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

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 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Parede de chumbo, biombo de chumbo e Dosímetro
Avental de chumbo, Protetor de tireóide, Óculos de proteção.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, Máscara de proteção, Luvas descartável.
Óculos de proteção incolor, Jaleco, Lixeira com pedal, Torneira com dispositivo
BIOLÓGICOS automático, Caixa ‘descarpack’, Máscara de proteção respiratória, Gorro, Propé e luvas
descartáveis.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Uso de caixa ‘descarpack’ e placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Manter as “medidas de controle existentes”
Manter a higiene pessoal (mãos) e do ambiente laboral (balcão e utensílios)
QUÍMICOS Manter a existente e treinamento quanto ao manuseio do produto químico.
Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS:


Fornecer os EPI e tornar obrigatório o seu uso correto.
Fiscalizar o seu uso.
MEDIDAS
Orientação para o uso correto dos EPI e campanha de conscientização.
ADMINISTRATIVAS
Treinamentos periódicos sobre a exposição aos riscos ocupacionais do
ambiente laboral.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

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 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
As medidas de controle recomendadas, assim como o uso obrigatório e adequado dos EPI como:
avental de chumbo, protetor de tireóide, óculos de proteção, uniforme do setor, máscara de proteção
respiratória, luvas descartáveis, calçado de segurança antiderrapante; propé; gorro, dosímetro e as vacinas
preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e neutralizando
e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos
trabalhadores envolvidos no desempenho das atividade da sua função.

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com a Lei 7394 de 29/10/1985, fica
caracterizado o direito ao adicional de insalubridade de 40% incidindo sobre 2 (dois) salários mínimos
vigentes para o cargo de “Técnica em Radiologia” do Hospital Evangélico.

LEI 7394 de 29/10/1985


Art. 16 - O salário mínimo dos profissionais, que executam as técnicas definidas no Art. 1º desta Lei, será
equivalente a 2 (dois) salários mínimos profissionais da região, incidindo sobre esses vencimentos 40%
(quarenta por cento) de risco de vida e insalubridade.

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Clínica Cirúrgica
Unidade Funcional: Clínica Cirúrgica
Cargos ou Funções:
Enfermeiro I, Enfermeiro II, Técnico em Enfermagem I e Técnico em Enfermagem II

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Enfermeiro I e Enfermeiro II

 Receber o plantão, realizar visitas a todos os pacientes internados em sua unidade, verificar o estado
geral, priorizar as necessidades do paciente e delegar atividades aos demais membros da equipe de
enfermagem;
 Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem em seus serviços e
setores;
 Elaborar escalas de serviço, diária, mensal e do seu turno de trabalho;
 Orientar e supervisionar a equipe de enfermagem quanto ao uso de materiais e equipamentos;
 Supervisionar e realizar estoque adequado dos medicamentos, materiais e equipamentos da unidade;
 Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do seu turno;
 Avaliar a necessidade de capacitação e aprimoramento em serviço e solicitar ao chefe da unidade a
realização dos mesmos em conjunto com a educação continuada;
 Fazer prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis comunicando
a CCIRAS;
 Auxiliar os membros da equipe de saúde na realização de procedimentos;
 Supervisionar os procedimentos técnicos e os registros feitos pelos membros da equipe de enfermagem
e assinar colocando número do COREN;
 Realizar a admissão do paciente na unidade; cuidados diretos a pacientes graves; curativos complexos e
de cateteres venosos profundos; instalação de p.v.c.; balanço hídrico, intervindo diante de
desequilíbrio; sondagem nasogástrica, nasojejunal e vesical;
 Instalar e trocar frascos e drenagens torácicas; controle de medicamentos de psicotrópicos e
entorpecentes; instalação de quimioterápicos; troca de frascos de nutrição parenteral; sistematização
da assistência de enfermagem;
 Promover orientação e acompanhamento quanto ao preparo para cirurgia e exames complementares;
registros dos procedimentos realizados no prontuário do paciente;
 Realizar a passagem de plantão do seu turno; outras atividades de mesma complexidade; fazer
curativos contaminados; atender pacientes com doenças infectas contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Técnico em Enfermagem I e Técnico em Enfermagem II

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia;

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 Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;


 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
 Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria e
cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema conforme
rotina; nebulizações;
 Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo
serviço;
 Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
 Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
 Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
 Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
 Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
 Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
 Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
 Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

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AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico, soda
QUÍMICOS
cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho, devido à
Proveniente das máquinas e
Físico Ruído maneira como realiza suas
equipamentos do setor
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

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RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
63,8 dB(A) a 73,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

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IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
VIRULENCIA DO AGENTE
AMBIENTE
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofrer desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no
danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.

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Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios


de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer
ERGONÔMICOS a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos
apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos corretos de
levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando
o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais das Alas I e II
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvido no desempenho dessas atividades na “Clínica Cirúrgica” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas nas Alas I e II do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que
tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes,
não previamente esterilizados);

OBSERVAÇÃO:

Caso a Instituição tenha quarto ou apartamento destinado a “isolamento”, os colaboradores que laboram
nesta condição mesmo que em regime de trabalho contínuo ou escala de trabalho ou revezamento ou
plantão, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja, 40% do salário
mínimo vigente para as funções exercidas nas Alas I e II do Hospital Evangélico.
Insalubridade de grau máximo

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Cobertura
Unidade Funcional: Cobertura
Cargos ou Funções: Técnico em Enfermagem I e Técnico de Enfermagem II

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Técnico em Enfermagem I e II

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia;
 Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
 Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no prontuário
do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria e cetonúria;
punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema conforme rotina;
nebulizações;
 Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo serviço;
 Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
 Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
 Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
 Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
 Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
 Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
 Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
 Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986
– Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de
enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº.
7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

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Outras ações previstas:

 Higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas); controle
hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações; buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o
uso devolvê-los ao mesmo serviço; buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os
mesmos nos respectivos lugares; auxiliar o enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar
coleta de material para exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e
levar o corpo pós-morte para o local designado; manter em ordem o material de uso e equipamentos
da unidade; confeccionar e embalar materiais de consumo; comunicar ao enfermeiro situações de
emergência; providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias; acompanhar pacientes em
realização de exames fora do Hospital Evangélico, transferências externas; circular em sala cirúrgica;
realizar limpeza, desinfecção e esterilização de materiais, equipamentos e ambiente. Auxiliar o
enfermeiro e ou técnico de enfermagem na execução de programas de educação a saúde; realizar
tarefas de mesmo nível e complexibilidade delegadas pelo enfermeiro; executar tarefas referentes a
conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos; executar a prescrição de enfermagem.
Fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto contagiosas. As atribuições
previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986 – decreto n° 94.406, de
08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de enfermagem), são
desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº.
94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e Mobiliários
ERGONÔMICOS
defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico, soda
QUÍMICOS
cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
ERGONÔMICOS Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e

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familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o


transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente das máquinas e
Físico Ruído devido à maneira como
equipamentos dos setores de trabalho
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
56,7 dB(A) a 65,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

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 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS, quadro anexo ao final do PPRA. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada

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ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa
ERGONÔMICOS comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios
mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos
corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

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MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais das Alas I e II
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, mascara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades de “Cobertura” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas nas Alas I e II do Hospital
Evangélico.

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Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal
que tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses
pacientes, não previamente esterilizados);

OBSERVAÇÃO:

Caso a Instituição tenha quarto ou apartamento destinado a “isolamento”, os colaboradores que laboram
nesta condição mesmo que em regime de trabalho contínuo ou escala de trabalho ou revezamento ou
plantão, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja, 40% do salário
mínimo vigente para as funções exercidas nas Alas I e II do Hospital Evangélico.
Insalubridade de grau máximo

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não
previamente esterilizadas.

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Compras/Almoxarifado

Unidade Funcional: Compras / Almoxarifado


Descrição do Cargo: Auxiliar de Almoxarifado II e III

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Recebimento, identificação, controle, separação e estocagem de materiais e mercadorias oriundos do


setor do setor de compras;
 Confecção de planilhas e tabelas para controle do almoxarifado.
 Entrega dos de materiais e equipamentos aos supervisores do Hospital Evangélico ou solicitantes,
conforme procedimento da Instituição;

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, levantamento manual de peso repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Físicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, levantamento manual de peso repetitividade de movimentos.
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
68,2 dB(A) a 77,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho sentado digitando
Posturas inadequadas,
e realizando anotações, No ambiente de trabalho,
levantamento manual
Ergonômico Trabalho em pé realizando devido à forma como realiza
de peso repetitividade
controle e recebimento de suas atividades.
de movimentos.
estoque.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e Piso escorregadio, Trajeto de ida
Mecânico devido à forma como realiza
luxação. e volta em deslocamentos.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

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 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar
exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna
cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
OBS: Nos trabalhos de digitação, mesmo que eventual ou ocasional, adotar postura
correta e o mobiliário deve ser adequado (mesa para digitar, cadeira com acento e
encosto ajustável, giratória e com apoio para os braços e descanso para os pés).
Recomenda-se uma análise ergonômica dos postos de trabalho por um profissional
habilitado. Em atividades com o computador deve-se: posicionar o monitor 50 a 60
ERGONÔMICOS centímetros dos olhos; o topo do monitor deve estar na altura dos olhos ou
ligeiramente abaixo; a sala deve estar bem iluminada; minimizar os reflexos na tela
alterando a posição do monitor ou das luzes; evitar o ofuscamento; cuidar com luzes
incidindo direto sobre os olhos (como luminárias de mesa); se necessário, utilizar um
filtro antirreflexo na tela do computador; descansos periódicos são importantes
recomenda-se uma pausa de 10 minutos para cada 50 minutos trabalhados. O uso
do computador requer longos períodos com cabeça, olhos e corpo imóveis, o que
costuma ser fatigante, Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de
ginástica laboral e Calçado antiderrapante.
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS
Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Tornar obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas”, uso de calçado com solado antiderrapante e as
vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança
neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade
física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades do Auxiliar de Almoxarifado II e III do
Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções de
Auxiliar de Almoxarifado II e III do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Construção / Obras

Unidade Funcional: Construção/Obras


Cargos ou Funções: Carpinteiro de Obras, Servente de Obras e Pedreiro

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

o Pedreiro
 Desenvolver serviços de alvenaria, reboco, abertura de portas, instalação de pisos e
revestimentos em paredes;
 Realizar atividades em constante comunicação e de acordo com orientações do superior
imediato.

o Carpinteiro de Obras

 Planejam trabalhos de carpintaria, preparam canteiro de obras e montam fôrmas metálicas;


 Confeccionam fôrmas de madeira e forro de laje (painéis), constroem andaimes e proteção de
madeira e estruturas de madeira para telhado;
 Montam portas e esquadrias.
 Finalizam serviços tais como desmonte de andaimes, limpeza e lubrificação de fôrmas
metálicas, seleção de materiais reutilizáveis, armazenamento de peças e equipamentos.

o Servente de Obras
 Executar demolição de edificação de alvenaria para posterior reparo e pintura;
 Realizar a limpeza da área demolida para ação doutros profissionais;
 Eventualmente auxiliar a equipe de manutenção nos serviços relacionados a encanamento e
limpeza de esgotos.

Máquinas e equipamentos utilizados: betoneira, colher de pedreiro, martelo, talhadeira, pá, enxada,
enxadão, punção, régua, prumo, desempeno, balde, esmerilhadora, lixadeira, furadeira e parafusadeira
elétrica, serra circular elétrica (‘makita’) e outras ferramentas manuais.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Ruído
QUÍMICOS Poeira inorgânica e produto químico
BIOLÓGICOS Não encontrados no momento da avaliação
Exigência de postura inadequada, monotonia, repetitividade de movimentos e
ERGONÔMICOS
estresse.
MECÂNICOS Queda, colisões, prensamento, queda de mesmo nível ou diferença de nível

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Manuseio de equipamentos e ferramentas manuais
Manuseio de cal reidratado e cimento. Preparo de traços de concreto (massa).
QUÍMICOS
Corte de tijolo, cerâmica (piso) e de parede de alvenaria. Tinta e verniz.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

BIOLÓGICOS Não encontrados no momento da avaliação


Trabalho a maior parte do tempo em pé realizando serviços de alvenaria, corte de
ERGONÔMICOS
ferragens, reboco, abertura de portas, piso e revestimento paredes.
Piso escorregadio, manuseio de máquinas e equipamentos e trajeto de ida e volta
MECÂNICOS
ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Perda da capacidade auditiva.
QUÍMICOS Dermatites de contato e alergias, irritação das vias aéreas, irritação nos olhos.
BIOLÓGICOS Doenças infectocontagiosas
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Luxação, fratura, traumas.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Proveniente de máquinas e No ambiente de trabalho,
Físico Ruído equipamentos utilizados no canteiro devido à maneira como
de obras realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

Ruído
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
66,5 dB(A) a 79,7 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Manuseio de cal reidratado e cimento.
No ambiente de trabalho,
Poeira Preparo de traços de concreto (massa).
Químico devido à maneira como
inorgânica Corte de tijolo, cerâmica (piso) e de
realiza suas atividades.
parede de alvenaria. Tinta e verniz.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do
No ambiente de
Exigência de postura tempo em pé realizando
trabalho, devido à
inadequada, monotonia, serviços de alvenaria, corte de
Ergonômico maneira como
repetitividade de ferragens, reboco, abertura de
realiza suas
movimentos e estresse. portas, piso e revestimento
atividades.
paredes.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio. Manuseio de
Queda, colisões, No ambiente de
equipamentos e ferramentas em
prensamento, queda trabalho, devido à
Mecânico atividades. Trajeto de ida e volta ou
de mesmo nível ou maneira como realiza
vice-versa. Escadas e andaimes.
diferença de nível. suas atividades.
Trabalho em altura.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Protetor auditivo
Luva de látex, luva de vaqueta em couro, óculos de proteção incolor e máscara
QUÍMICOS
respiratória PFF-1.
BIOLÓGICOS Máscara respiratória PFF-1 e luva de látex.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio. Isolamento por fita zebrada da área em
construção ou reforma. Cinto de segurança para trabalho em altura, luva de raspa
em couro, protetor facial, capacete, calçado de segurança tipo ‘botina’.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISICOS Manter a existente. Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho (educação continuada).
QUÍMICOS Manter a existente. Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho (educação continuada).
Manter a existente. Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho (educação continuada).
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
ERGONÔMICOS Procurar não levantar e carregar sozinho peso excessivo;
Participar de treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos corretos de
levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico;
MECÂNICOS Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades e deslocamentos;
Em atividades com equipamentos elétricos, verificar antes de iniciar os trabalhos
suas condições e solicitar auxilio a equipe de manutenção;
Ao utilizar a escada, verificar as condições da mesma, e adotar sistema de fixação;
Participar dos treinamentos quanto aos riscos existente no local de trabalho e
educação continuada da Instituição.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


- Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
MEDIDAS - Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
ADMINISTRATIVAS - Participar de palestras técnicas, campanhas de prevenção de acidentes de
trabalho e programa de educação continuada da Instituição;
Exames periódicos: Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NORMAS
NR 17 - Ergonomia.
REGULAMENTADORAS
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.


NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 Considerações

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, uso dos EPI: protetor auditivo; luva de látex; luva
de raspa couro; óculos de proteção incolor; máscara respiratória PFF-1; cinto de segurança tipo
‘paraquedista’ (quando realiza trabalho em altura); protetor facial (no uso de serra circular ou
esmerilhadora elétrica); capacete de segurança; calçado de segurança tipo ‘botina’ e vacinas preventivas,
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que
possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexos da NR-15 Atividades e
Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para os cargos
“Carpinteiro”, “Pedreiro” e “Servente de Obras” desempenhados no setor de Construção/Obras do
Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Contabilidade

Unidade Funcional: Departamento Financeiro


Descrição do Cargo: Assistente Contábil / Fiscal Junior

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Fiscal Junior

 Supervisionam e controlam equipe e serviços financeiros, de câmbio, bens-patrimoniais, créditos e


bancários;
 Elaboram orçamentos, efetuam e conferem pagamentos, realizam cobranças, planejando e
solucionando pendências.

Assistente Contábil

 Organizam documentos e efetuam sua classificação contábil;


 Geram lançamentos contábeis, auxiliam na apuração dos impostos, conciliam contas e
preenchimento de guias de recolhimento e de solicitações, junto a órgãos do governo;
 Emitem notas de venda e de transferência entre outras; realizam o arquivo de documentos.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS:


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
57,5 dB(A) a 69,2 dB(A) Ruído ambiente com alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS:


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS
FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no deslocamento
em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS
Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
promovida pelo Hospital Evangélico;
Medidas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
Administrativas hospital; Vacinas preventivas.
Contribuir no cumprimento das determinações previstas NR-32 quanto a proibição
de adornos quando adentrar em área hospitalar.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Normas
NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
Regulamentadoras
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.
NR 32 – Saúde e Segurança nos Trabalhos em Serviços de Saúde

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
As medidas de controle recomendadas, assim como o uso obrigatório do calçado fechado com
solado antiderrapante e vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades,
garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências
à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades no Departamento
Contábil do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no Departamento Financeiro do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Convenio/Autorizações

Unidade Funcional: Convênios/Autorizações


Descrição do Cargo: Faturista Junior, Faturista Trainee

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Planejar, organizar, dirigir, controlar as atividades do setor;


 Organizar vencimentos médicos, convênios, faturamento mensal e manter comunicar com a
Administração do Hospital sobre o balanço financeiro;
 Verificar e assinar as fichas de internação, antes de arquivar, conferencia e assinatura das faturas.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS:


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
61,2dB(A) a 73,4 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no setor de “Convênio/Autorizações” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no setor de Convênio/Autorizações do Hospital Evangélico

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Creche
Unidade Funcional: Creche
Descrição do Cargo: Atendente de Creche e Supervisora de Creche

ATENDENTE DA CRECHE

 Prestar cuidados diretos e simples às crianças, auxiliando-as em sua higiene pessoal, em sua
movimentação e atividades e na alimentação, para proporcionar-lhes conforto e bem-estar;
 Auxiliar em todas as atividades desenvolvidas pelas crianças da Creche;
 Organizar o ambiente e orientar as crianças para o repouso, permanecendo com as mesmas
todo o tempo em que estiverem dormindo;
 Seguir instruções da Supervisora para execução de outras atividades de apoio, como a
arrumação e manutenção da ordem e limpeza na creche, seguindo processos rotineiros,
para facilitar as tarefas dos demais membros da equipe;

SUPERVISORA DA CRECHE

 Realizar atividades recreativas e trabalhos educacionais com crianças através de jogos, brincadeiras,
desenhos e colagens.
 Acompanhar e orientar as crianças durante as refeições, estimulando a aquisição de bons hábitos
alimentares, auxiliando as crianças menores na ingestão de alimentos na quantidade e forma
adequada, oferecer mamadeira aos bebês, tomando o devido cuidado com o regurgito;
 Cuidar, estimular e orientar as crianças na aquisição de hábitos de higiene, trocar fraldas, dar
banho e escovar os dentes;
 Observar o comportamento das crianças durante o período de repouso e no desenvolvimento das
atividades diárias, prestando os primeiros socorros, quando necessário e/ou relatando as
ocorrências não rotineiras à Chefia Imediata, para providências subsequentes;
 Administrar medicamentos conforme prescrição médica, quando necessário, desde que solicitado
pelos pais e/ou responsáveis;
 Garantir a segurança das crianças na creche;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Mecânicos Mobiliário da creche Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões e luxação.

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
66,2dB(A) a 70,1 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante; luva descartável e avental
impermeável;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Normas
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Regulamentadoras
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais


NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas”, calçado com solado antiderrapante, luvas
descartáveis, avental impermeável e as vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das
atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar
consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades na
“Creche” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos na “Creche” do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Departamento Financeiro
Unidade Funcional: Departamento Financeiro
Cargo ou Função: Auxiliar Financeiro Trainee, Supervisor de Deptº Financeiro

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Organizam documentos e efetuam sua classificação financeira;
 Realiza a coleta de assinaturas nas unidades funcionais administrativas do Hospital Evangélico;
 Desenvolve suas atividades seguindo orientações do Departamento Financeiro do Hospital
Evangélico.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, Monotonia e Estresse.
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS:


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
59,3 dB(A) a 72,4 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte No ambiente de trabalho,
Posturas inadequadas, do tempo dirigindo transito em vias públicas e
Ergonômico
monotonia e estresse. veículo (locomoção com devido à forma como realiza
documentos). suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, No ambiente de trabalho,
Queda, colisões, Trajeto de ida e volta ou transito em vias públicas e
Mecânico
luxação e fratura. vice-versa em vias devido à forma como realiza
públicas. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

Página 92 de 292
LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes na unidade funcional e trânsito
seguro.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Campanha de conscientização, Orientação, Treinamentos periódicos na adoção de
Medidas
postura correta, Torna obrigatório o uso do calçado anti-derrapante no hospital e
Administrativas
vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
As medidas de controle recomendadas, assim como o uso obrigatório do calçado fechado com
solado antiderrapante e vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades,
garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências
à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades do Auxiliar de
Departamento Financeiro II do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no Departamento Financeiro do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Departamento Financeiro


Cargo ou Função: Office-Boy

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Transporte e entrega de documentos e ofícios, em ações externas, junto a instituições municipais,
como Correios, Cartórios, rede bancária e casas lotéricas;
 Realiza a coleta de assinaturas nas unidades funcionais administrativas do Hospital Evangélico;
 Desenvolve suas atividades seguindo orientações do Departamento Financeiro do Hospital
Evangélico;
 Em ações externas do Hospital Evangélico, faz uso da motocicleta (Motoboy) para deslocamentos.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, Monotonia e Estresse.
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
74.3 dB(A) a 79.4 dB(A) Ruído ambiente com alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte No ambiente de trabalho,
Posturas inadequadas, do tempo dirigindo transito em vias públicas e
Ergonômico
monotonia e estresse. veículo (locomoção com devido à forma como realiza
documentos). suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, No ambiente de trabalho,
Queda, colisões, Trajeto de ida e volta ou transito em vias públicas e
Mecânico
luxação e fratura. vice-versa em vias devido à forma como realiza
públicas. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes na unidade funcional e trânsito
seguro.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Campanha de conscientização, Orientação, Treinamentos periódicos na adoção de
Medidas postura correta, Torna obrigatório o uso do calçado anti-derrapante no hospital e
Administrativas vacinas preventivas.
LEI 12.997 de Junho de 2014 (Publicada no DOU em 20/06/2014)
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das ‘Medidas de Controle Recomendadas’, assim como o uso obrigatório do calçado fechado
com solado antiderrapante e vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades,
garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências
à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades do “Office-Boy”
do Departamento Financeiro do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para a função de
‘Office-Boy’ exercida no Departamento Financeiro do Hospital Evangélico.

 Adicional de Periculosidade

Fundamentação Legal: LEI 12.997 de Junho de 2014

Publicada e em vigor desde 20/6/14, a LEI 12.997 somou o §4º ao Artigo 193 da CLT, fixando como
perigosas às atividades de trabalhador em motocicletas. Com isso, os motoboys, moto taxistas, dentre
outros, já têm o direito ao adicional de periculosidade, além de reflexos, em razão do perigo inerente às
condições laborais, conforme Anexo.
Em face da existência de atividades de risco fixada como perigosa de acordo com o estabelecido na
LEI 12.997, fica caracterizado o direito ao adicional de periculosidade para a função de Motoboy do
Departamento Financeiro, ou seja, 30% do salário de contrato do colaborador, a partir de 20/06/2014.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Departamento Pessoal

Unidade Funcional: Departamento Pessoal


Descrição do Cargo:
Auxiliar de Dept° Pessoal Junior, Auxilar de Dept° Pessoal Pleno e Gerente de Dept° Pessoal

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS

 Supervisiona e controla as rotinas burocráticas dos departamentos do Hospital Evangélico

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
67,4dB(A) a 75,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no “Departamento Pessoal” do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no “Departamento Pessoal” do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Farmácia
Unidade Funcional: Farmácia
Descrição do Cargo:
Agente Administrativo VI, Auxiliar de FarmáciaI, Auxiliar de Farmácia II, Auxiliar de Farmácia III,
Comprador, Farmacêutico Responsável I, Farmacêutico Responsável II

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Farmacêutico Responsável I e II
 Possuem a atribuição de responsabilidade técnica da farmácia;
 Realizam o controle e recebimento de estoque, acomodação e retirada de estoque em prateleiras e
digitação em planilhas.

Auxiliar de Farmácia I, II, III e Agente Administrativo VI


 Realizam o controle e recebimento de medicamentos em estoque, acomodação;
 Efetuam a retirada de estoque em prateleiras e digitação em planilhas, conforme orientação do
farmacêutico responsável;
 Fazem a substituição dos cilindros de oxigênio, vazios por cheios, e entregam nos postos de
Enfermagem conforme solicitação junto a Farmácia.

Comprador
 Recebem requisições de compras, executam processo de cotação e concretizam a compra de serviços;
 Acompanham o fluxo de entregas, desenvolvem fornecedores de materiais e serviços;
 Preparam e apresentam relatórios para a Instituição.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS:


FISCOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Trabalho repetitivo.
MECÂNICOS Queda do mesmo nível e nível diferente, Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Gerenciamento de conflitos, Trabalho sentado digitando e realizando anotações,
ERGONÔMICOS Trabalho em pé realizando controle e recebimento de estoque (medicamentos),
Mobiliário inadequado.
Piso escorregadio (quando da limpeza do local), Trabalho de reposição e retirada de
MECÂNICOS
medicamentos do estoque, Trajeto de ida e volta ou vice-versa.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:

HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
BIOLÓGICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
ERGONÔMICOS Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte e Trauma.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
60,6 dB(A) a 69,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3 e 9.3.4)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas Gerenciamento de conflitos e
No ambiente de trabalho,
inadequadas e Trabalho sentado digitando e
Ergonômico devido a maneira como
Trabalho realizando anotações,
realiza suas atividades.
repetitivo. Mobiliário inadequado.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, No ambiente de trabalho,
Mecânico Queda e Colisões. Trajeto de ida e volta ou devido a maneira que
vice-versa. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS:

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


FISCOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrados no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Escada de reposição e retirada do medicamento no estoque.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio, Calçado de segurança anti-derrapante.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA:
FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho, Incentivar práticas
ERGONÔMICOS
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral, Antes de utilizar escada,
verificar suas condições e, o local onde a mesma será apoiada ou fixada;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho.
Manter a existente, Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, ao
MECÂNICOS deslocar-se no hospital ou fora dele e Treinamento quanto aos riscos existente no local
de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS:


Campanha de conscientização, Orientação e Treinamentos periódicos na
MEDIDAS
adoção de postura correta, Torna obrigatório o uso de Calçado anti-
ADMINISTRATIVAS
derrapante no hospital e vacinas preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das “medidas de controle recomendadas”, assim como o uso obrigatório do calçado fechado
com solado antiderrapante e vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades,
garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências
à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades na ‘Farmácia’ do
Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos na ‘Farmácia’ do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Faturamento / Convênio

Unidade Funcional: Faturamento - Convênios


Cargos ou Funções:
Faturista Trainee, Faturista Junior, Faturista Pleno, Faturista Senior e Chefe de Faturamento Convenio

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS


 Planejar, organizar, dirigir, controlar as atividades do setor;
 Organizar vencimentos médicos, convênios, faturamento mensal e manter comunicar com a
Administração do Hospital sobre o balanço financeiro;
 Verificar e assinar as fichas de internação, antes de arquivar, conferencia e assinatura das faturas.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
64,8dB(A) a 73,3 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no setor de Faturamento - Convênio do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no setor de Faturamento - Convênio do Hospital Evangélico

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Faturamento / Particular

Unidade Funcional: Faturamento - Convênios


Cargos ou Funções: Faturista, Faturista Junior, Faturista Pleno, Faturista Senior

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS


 Planejar, organizar, dirigir, controlar as atividades do setor;
 Organizar vencimentos médicos, convênios, faturamento mensal e manter comunicar com a
Administração do Hospital sobre o balanço financeiro;
 Verificar e assinar as fichas de internação, antes de arquivar, conferencia e assinatura das faturas.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
62,6dB(A) a 74,4 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no setor de “Faturamento – Particular” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no setor de “Faturamento – Particular” do Hospital Evangélico

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Faturamento / SUS

Unidade Funcional: Faturamento - Convênios


Cargos ou Funções: Chefe Faturamento Convenio II, Faturista Junior, Faturista Pleno

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS


 Planejar, organizar, dirigir, controlar as atividades do setor;
 Organizar vencimentos médicos, convênios, faturamento mensal e manter comunicar com a
Administração do Hospital sobre o balanço financeiro;
 Verificar e assinar as fichas de internação, antes de arquivar, conferencia e assinatura das faturas.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
61,4dB(A) a 72,1 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no setor de “Faturamento – SUS” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no setor de “Faturamento –SUS” do Hospital Evangélico

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Informática

Unidade Funcional: Informática


Cargos ou Funções: Agente Adminstrativo VI, Supervisor de TI.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS


 Operam sistemas de computadores e microcomputadores, monitorando o desempenho dos
aplicativos, recursos de entrada e saída de dados, recursos de armazenamento de dados, registros de
erros, consumo da unidade central de processamento (CPU), recursos de rede e disponibilidade dos
aplicativos. Asseguram o funcionamento do hardware e do software;
 Garantem a segurança das informações, por meio de cópias de segurança e armazenando-as em local
prescrito, verificando acesso lógico de usuário e destruindo informações sigilosas descartadas;
 Atendem aos usuários da Instituição, orientando-os na utilização de hardware e software;
inspecionam o ambiente físico para segurança no trabalho.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fisicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
59,3 dB(A) a 74,8 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no setor de “Informática” Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no setor de “Informática” do Hospital Evangélico

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Laboratório de Análises

BIOSSEGURANÇA EM LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS

A biossegurança é um conjunto de ações voltadas para: prevenção, minimização e eliminação de


riscos para a saúde, ajuda na proteção do meio ambiente contra resíduos e na conscientização do
profissional da saúde.
Os laboratórios clínicos apresentam uma série de situações, atividades e fatores potenciais de risco
aos profissionais, os quais podem produzir alterações leves, moderadas ou graves. Podem causar acidentes
de trabalho e/ou doenças profissionais nos indivíduos a eles expostos, pois os líquidos biológicos e os sólidos
manuseados nos laboratórios de análises clínicas são quase sempre, fontes de contaminação.
Devemos ter cuidados, para não haver contaminação cruzada dos materiais, não contaminar o
pessoal do laboratório, e da equipe de limpeza, os equipamentos e o meio ambiente através de aerossóis.
Esses cuidados mais o descarte dos materiais fazem parte das boas práticas em laboratório clínico, seguindo
as regras de biossegurança.

Princípios da Biossegurança

Os profissionais de laboratórios clínicos, além de estarem expostos aos riscos ocupacionais:


ergonômicos, físicos e químicos, trabalham com agentes infecciosos e com materiais potencialmente
contaminados, que são os riscos biológicos. Esses profissionais devem ser conscientizados sobre os riscos
potenciais, e treinados a estarem aptos para exercerem as técnicas e práticas necessárias para o manuseio
seguro dos materiais e fluidos biológicos.
Os riscos biológicos se subdividem em classes:

Classe de Risco 1 - o risco individual e para comunidade é baixo, são agentes biológicos, que têm
probabilidade nula ou baixa de provocar infecções no homem ou em animais sadios e de risco potencial
mínimo para o profissional do laboratório e para o ambiente. Exemplo: Lactobacillus.

Classe de Risco 2 - o risco individual é moderado e para comunidade é limitado. Aplica-se a agentes
biológicos que provocam infecções no homem ou nos animais, cujo risco de propagação na comunidade e de
disseminação no meio ambiente é limitado, não constituindo em sério risco a quem os manipula em
condições de contenção, pois existem medidas terapêuticas e profiláticas eficientes. Exemplo: Toxoplasma
spp.

Classe de Risco 3 - o risco individual 3 é alto para a comunidade e limitado. Aplica-se a agentes biológicos
que provocam infecções, graves ou letais, no homem e nos animais e representam um risco a quem os
mainipulam. Representam riscos se disseminados na comunidade e no meio ambiente, podendo se propagar
de individuo para individuo, mas existem medidas de tratamento e prevenção. Exemplo: Bacillus anthracis.

Classe de Risco 4 - o risco individual para a comunidade é elevado. Aplica-se a agentes biológicos de fácil
propagação, altamente patogênicos para o homem, animais e meio ambiente, representando um grande
risco a quem os manipula, com grande poder de transmissibilidade via aerossol ou com riscos de
transmissão desconhecido, inexistindo medidas profiláticas e terapêuticas. Exemplo: Vírus Ebola.

A ‘Classe de Risco 2’ aplica-se a todos os laboratórios de análises clinicas, onde o trabalho envolve sangue
humano, líquidos corporais, tecidos ou linhas ou de células humanas primárias onde a presença do agente
infeccioso pode ser desconhecida. Os agentes infecciosos são de um espectro de gravidade moderada para a
comunidade e gravidade variável a uma patologia humana.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Devido aos riscos ocupacionais, principalmente os riscos biológicos, cada laboratório deverá
desenvolver um manual de biossegurança ou de operações que identifique os riscos que poderão ser
encontrados. E que se especifiquem também as praticas e procedimentos específicos para minimizar ou
eliminar as exposições aos riscos.

Unidade Funcional: Laboratório


Cargos ou Funções: Auxiliar de Laboratório I, II e III
Classe de Risco: 2

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Coleta material biológico no Laboratório e no Hospital Evangélico, orientando e verificando preparo
do paciente para o exame;
 Preparam meios de cultura e estabilizantes;
 Organizam o trabalho, recuperam material de trabalho (tubetes), higienizando lavando, secando e
separando;
 Trabalham em conformidade a normas e procedimentos técnicos e de biossegurança.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos (vapores orgânicos).
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Monotonia, Gerenciamento de conflitos e Estresse.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Manuseio com produtos químicos - álcool 70%, Hipoclorito de sódio, sabão liquido,
QUÍMICOS
vaselina, acetona, ácido clorídrico.
Medicação, Atendimentos e Manuseio com pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
ERGONÔMICOS Trabalho a maior parte do tempo em pé e atendimento ao paciente.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa, Manuseio e lavagem com
MECÂNICOS
materiais perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Alergias, irritação para pele, garganta e olhos.
BIOLÓGICOS Contaminação, aquisição de doenças contagiosas, micoses, infecções e alergias.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação, trauma e aquisição de doenças contagiosas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente de conversas e
Físico Ruído devido à maneira como
equipamentos de análises do setor.
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
69,5 dB(A) a 78,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Manuseio com produtos
No ambiente de
químicos - Álcool, Hipoclorito
Produtos químicos trabalho, devido a
Químico de sódio, Formol, Acetona,
(vapores orgânicos). maneira como realiza
Acido clorídrico, Lavagem e
suas atividades.
higienização dos tubetes.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Coleta do material biológico de No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico pacientes portadores de devido à maneira como
Protozoários.
diversas patologias realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS


ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do tempo
No ambiente de trabalho,
Posturas em pé realizando analise de
Ergonômico devido a maneira como
inadequadas materiais humanos, manual e
realiza suas atividades.
através de aparelhos.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Posturas
Ergonômico Posição de trabalho devido a maneira como realiza
inadequadas
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de ida No ambiente de
Queda, Colisões, e volta ou vice-versa; trabalho, devido a
Mecânico
Corte e Perfurações Manuseio e lavagem com maneira que realiza
materiais perfurocortante. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, Mascara de proteção, Luvas descartável.
Óculos de proteção incolor, Jaleco, Lixeira com pedal, Torneira com dispositivo
BIOLÓGICOS
automático, Caixa “descarpack”, Mascara de proteção, Gorro e luvas descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Caixa “descarpack”, Placas de sinalização – piso escorregadio e calçado fechado e
antiderrapante.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existente e treinamento quanto ao manuseio do
produto químico e descarte dos frascos.
Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de jaleco no laboratório.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e demais orientações sobre procedimentos
operacionais padrão (POP) e de biossegurança no laboratório.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas,
em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Com a adoção das Medidas de Controle Recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, avental impermeável, máscara e luvas descartável, calçado de segurança antiderrapante),
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores no desempenho dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções de “Auxiliar de Laboratório I, II e III”,
exercidas no Laboratório do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau médio

- laboratórios de análise clínica e histopatológica (aplica-se tão-só ao pessoal técnico);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Laboratório


Cargo ou Função: Auxiliar de Serviços Gerais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Coletam e higienizam todos os materiais para reutilização no laboratório, dentre eles lâminas de
análise laboratorial, tubos de ensaio (tubetes), entre outros;
 Realizam a esterilização de materiais contaminados com resíduos biológicos (fezes, urina e sangue)
manipulando reagentes químicos;
 Organizam o trabalho recupera e desenvolvem as atividades com conformidade com as normas e
procedimentos de biossegurança do laboratório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Ruído e Umidade
QUÍMICOS Produtos químicos (vapores orgânicos).
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, monotonia e repetitividade de movimentos.
MECÂNICOS Queda, colisões e cortes

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Autoclave
Manuseio com produtos químicos, Álcool, Hipoclorito de sódio, Formol, Acetona, Acido
QUÍMICOS
clorídrico, Lavagem e higienização das lâminas de análise laboratorial e tubetes.
BIOLÓGICOS Resíduos biológicos das análises laboratoriais
ERGONÔMICOS Trabalho a maior parte do tempo em pé
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa,
MECÂNICOS
Manuseio e lavagem com materiais perfurocortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS:


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Alergias, irritação para pele, garganta e olhos.
BIOLÓGICOS Contaminação, aquisição de doenças contagiosas, micoses, infecções e alergias.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação, trauma e aquisição de doenças contagiosas.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente da autoclave e
Físico Ruído devido à maneira como
equipamentos de análises do setor.
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
62,5 dB(A) a 79,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.
Observação: Na operação da autoclave o nível de ruído fica entre 78,2 a 84,8 dB (A). Avaliação foi realizada in locu
com auxílio de decibelímetro.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Manuseio com produtos
No ambiente de
químicos - Álcool, Hipoclorito
Produtos químicos trabalho, devido a
Químico de sódio, Formol, Acetona,
(vapores orgânicos). maneira como realiza
Acido clorídrico, Lavagem e
suas atividades.
higienização dos tubetes.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e Resíduos biológicos das análises
Biológico devido à maneira como
Protozoários. laboratoriais
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do tempo
No ambiente de trabalho,
Posturas em pé realizando a higienização de
Ergonômico devido a maneira como
inadequadas lâminas de análises laboratoriais e
realiza suas atividades.
tubetes.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada


ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Posturas
Ergonômico Posição de trabalho devido a maneira como realiza
inadequadas
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de ida No ambiente de
Queda, Colisões, e volta ou vice-versa; trabalho, devido a
Mecânico
Corte e Perfurações. Manuseio e lavagem com maneira que realiza
materiais perfuro cortante. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


FISICOS Ruído - Protetor auditivo
(Autoclave) Umidade – calçado de segurança tipo bota de borracha
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, Mascara de proteção, Luvas descartável.
Óculos de proteção incolor, Jaleco, Lixeira com pedal, Torneira com dispositivo
BIOLÓGICOS
automático, Caixa “descarpack”, Mascara de proteção, Gorro e luvas descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Caixa “descarpack”, Placas de sinalização – piso escorregadio e calçado fechado e
antiderrapante.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existente e treinamento quanto ao manuseio do
produto químico e descarte dos frascos.
Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de jaleco no laboratório.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e demais orientações sobre procedimentos
operacionais padrão (POP) e de biossegurança no laboratório.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas,
em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das Medidas de Controle Recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, avental impermeável, máscara e luvas descartável, calçado de segurança antiderrapante),
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores no desempenho dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para as funções de “Auxiliar de Serviços Gerais” , exercidas
no Laboratório do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau máximo

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Laboratório


Cargo ou Função: Farmacêutico Bioquímico I, Farmacêutico Bioquímico II e Biomédico

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Analisam amostras de materiais microbiológicas e bromatológicos por meio de aparelhos;
 Executam rotinas laboratoriais nos setores de bioquímica, hematologia, imunologia, parasitologia e
microbiologia do Laboratório;
 Selecionam equipamentos e insumos, visando o melhor resultado das análises finais para posterior
liberação e emissão de laudos.
 Contribuem na elaboração e organização de Procedimentos Operacionais Padrão (POP) e documentos
exigidos pela Vigilância Sanitária;
 Verificar resultados de relatórios técnicos, conferir, assinar e liberar laudos emitidos;
 Trabalham seguindo normas e procedimentos de boas práticas específicas de sua área de atuação.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos (vapores orgânicos).
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Monotonia, Gerenciamento de conflitos e Estresse.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Manuseio com produtos químicos - Álcool, Hipoclorito de sódio, Formol, Acetona,
QUÍMICOS
Acido clorídrico.
BIOLÓGICOS Analise de materiais humanos através de aparelhos.
Trabalho a maior parte do tempo em pé realizando analise de materiais humanos,
ERGONÔMICOS
manual e através de aparelhos.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa,
MECÂNICOS
Manuseio com materiais perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Alergias, irritação para pele, garganta e olhos.
BIOLÓGICOS Contaminação, aquisição de doenças contagiosas, micoses, infecções e alergias
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação e contusões.

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Proveniente de conversas e No ambiente de trabalho,
Físico Ruído equipamentos de análises devido à maneira como
laboratoriais. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
61,6 dB(A) a 65,8 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Manuseio com produtos
químicos - Álcool, No ambiente de trabalho,
Produtos químicos
Químico Hipoclorito de sódio, devido à maneira como
(vapores orgânicos)
Formol, Acetona, Acido realiza suas atividades.
clorídrico.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Análise biológica realizada e No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico acompanhamento da rotina de devido à maneira como
Protozoários.
atividades do Laboratório. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados encontrados
em esgotos.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS


ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do tempo
No ambiente de trabalho,
Posturas em pé realizando analise de
Ergonômico devido a maneira como
inadequadas materiais humanos, manual e
realiza suas atividades.
através de aparelhos.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de
No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões, ida e volta ou vice-versa,
Mecânico devido à maneira que
Corte e Perfuração. Manuseio com materiais
realiza suas atividades.
perfuro-cortante.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, máscara de proteção, luva descartável.
Óculos de proteção incolor, jaleco, lixeira com pedal, torneira com dispositivo
BIOLÓGICOS
automático, caixa ‘dascarpack’, mascara de proteção, gorro e luvas descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Caixa ‘descarpack’, placas de sinalização – piso escorregadio e calçado
antiderrapante.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existente e treinamento quanto ao manuseio do
produto químico e descarte dos frascos.
Manter as medidas de controle existente e treinamento periódico quanto aos riscos
BIOLÓGICOS
existente no local de trabalho.
Incentivar práticas desportivas (caminhadas)
ERGONÔMICOS
Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter as medidas de controle existente e treinamento quanto aos riscos existente
no local de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de jaleco no laboratório.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e demais orientações sobre procedimentos
operacionais padrão (POP) e de biossegurança no laboratório.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas,
em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das Medidas de Controle Recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, avental impermeável, máscara e luvas descartável, calçado de segurança antiderrapante),
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores no desempenho dessas atividades.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções de “Farmaceutico Bioquímico” , exercidas
no Laboratório do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau médio

- laboratórios de análise clínica e histopatológica (aplica-se tão-só ao pessoal técnico);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Laboratório


Cargos ou Funções: Recepcionista I, III e IV

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Recepcionam e prestam serviços de apoio a clientes, pacientes e familiares;
 Prestam atendimento telefônico e fornecem informações;
 Conferem documentos;
 Organizam informações, planejam o trabalho do cotidiano e observam as normas internas
do laboratório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS:


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Monotonia e Estresse.
MECÂNICOS Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Trabalho a maior parte do tempo sentado (fazendo anotações e digitação);
ERGONÔMICOS
Trabalho em pé (Locomoção com documentos e Organização do local de trabalho).
MECÂNICOS Piso escorregadio e Trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte e Trauma.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

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 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de
Proveniente de conversas, aparelho
trabalho, devido à
Físico Ruído telefônico e equipamentos
maneira como realiza
eletrônicos.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
64,5 dB(A) a 70,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de ação 80,0 dB A

OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do tempo No ambiente de
Posturas sentado (atendimento ao publico trabalho, devido a
Ergonômico inadequadas, fazendo anotações e digitação), maneira como
Monotonia e Estresse. Trabalho em pé (transporte de realiza suas
documentos). atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, No ambiente de trabalho,
Mecânico Queda e Colisões. Trajeto de ida e volta ou devido a maneira que
vice-versa. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrados no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
OBS: Nos trabalhos de digitação, mesmo que de forma eventual ou ocasional, adotar
postura correta e o mobiliário deve ser adequado (mesa para digitar, cadeira com
acento e encosto ajustável, giratória e com apoio para os braços e descanso para os
pés).
Recomenda-se uma análise ergonômica dos postos de trabalho por um profissional
habilitado. Em atividades com o computador deve-se: posicionar o monitor 50 a 60
ERGONÔMICOS
centímetros dos olhos; o topo do monitor deve estar na altura dos olhos ou
ligeiramente abaixo; a sala deve estar bem iluminada; minimizar os reflexos na tela
alterando a posição do monitor ou das luzes; evitar o ofuscamento; cuidar com luzes
incidindo direto sobre os olhos (como luminárias de mesa); se necessário, utilizar um
filtro antirreflexo na tela do computador; descansos periódicos são importantes
recomenda-se uma pausa de 10 minutos para cada 50 minutos trabalhados. O uso do
computador requer longos períodos com cabeça, olhos e corpo imóveis, o que
costuma ser fatigante, Incentivar práticas desportivas (caminhadas),
Programa de ginástica laboral e calçado fechado.
MECÂNICOS Manter as medidas de controle já existentes;
Utilizar calçado antiderrapante,
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, ao deslocar-se no hospital ou
fora dele;
Participar dos treinamentos quanto aos riscos existente no local de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Campanha de conscientização, Orientação, Treinamentos periódicos na
MEDIDAS
adoção de postura correta, Torna obrigatório o uso do calçado anti-
ADMINISTRATIVAS
derrapante no hospital e vacinas preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.


NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas,
em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com as medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos calçado fechado e vacinas
preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando
e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
trabalhadores envolvidos no desempenho dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15
Atividades e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as
função de ‘Recepcionista I, III e IV‘, desenvolvida no Laboratório do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Lavanderia
Unidade Funcional: Lavandeira
Cargo ou Função: Gerente Administrativo

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Gerenciamento dos processos que envolvem a lavanderia da Instituição;
 Planejamento e organização do enxoval do Hospital Evangélico;
 Orçamento e aquisição de materiais de consumo, tecidos, produtos químicos e mobiliários do setor da
lavanderia;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Não encontrado no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrado no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Vírus, bactérias e protozoários.
ERGONÔMICOS Monotonia, gerenciamento de conflitos e estresse.
MECÂNICOS Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Não encontrado no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrado no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Atividade executada em pé de supervisão e sentada realizando relatórios e anotações.
MECÂNICOS Piso escorregadio e Trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE HABITUAL INTERMITENTE X

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Não encontrado no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrado no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte e Trauma.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

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 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

Ruído
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
66,5 dB(A) a 73,7 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Na maioria do tempo, as
Gerenciamento de No ambiente de trabalho,
atividades são realizadas na
Ergonômico conflitos, Monotonia devido à maneira como
posição sentada, realizando
e Estresse. realiza suas atividades.
relatórios e anotações.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de ida No ambiente de trabalho,
Mecânico Queda e Colisões e volta ou vice-versa e manuseio devido a maneira como
de documentos. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrado no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrado no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho e fora dele.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
MEDIDAS Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Institutição (fazer cumprir).
ADMINISTRATIVAS Participar de palestras técnicas, campanhas de prevenção de acidentes de
trabalho campanha de conscientização e Treinamentos periódico.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros exames
MEDIDAS MÉDICAS a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em
virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas e vacinas preventivas, podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho dessas
atividades.

Observação: Quando ‘Gerente Administrativo’ adentrar na Lavanderia, é necessário e obrigatório o uso dos
seguintes EPI: óculos de proteção com lente incolor; máscara de proteção respiratória; calçado de segurança
antiderrapante e luvas descartáveis, pela exposição aos riscos físicos e biológicos do setor.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para a função de ‘Chefe
de Serviços’ exercida na Lavanderia do Hospital Evangélico.

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Unidade Funcional: Lavandeira


Cargo ou Função: Auxiliar de Lavanderia

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES NA ÁREA CONTAMINADA

 Recebimento e abertura dos sacos plásticos ‘hamper’ com roupas provenientes do Hospital
Evangélico;
 Realizar a separação da roupa de acordo com o seu ‘tipo’;
 Fazer a classificação visual (separação) das roupas, conforme procedimento de setor de lavanderia;
 Realizar a pesagem das roupas ‘sujas’ em balança, conforme a separação;
 Acomodar as roupas ‘sujas’ nas lavadoras (de duas portas) do setor;
 Acompanhar o processo de lavagem das roupas nas lavadoras (processamento);

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Ruído, calor e umidade
QUÍMICOS Produtos químicos
BIOLÓGICOS Vírus, bactérias e protozoários.
ERGONÔMICOS Repetitividade de movimentos, postura inadequada, monotonia e estresse.
MECÂNICOS Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Ruído – proveniente das máquinas de lavar roupas;
Umidade – proveniente do processo de retirada das roupas da lavadora e deficiência
FISICOS
na drenagem da umidade do piso;
Calor - ambiente com ventilação deficiente.
Manuseio de produtos químicos no processamento das roupas;
QUÍMICOS Respingos e inalação de produtos químicos do processamento das roupas;
Partículas (felpas de roupas) em suspensão no ar
Manipulação de roupa contaminada (suja) ou materiais perfuro cortante proveniente
BIOLÓGICOS
do Centro Cirúrgico;
Atividade executada em pé durante a jornada de trabalho;
ERGONÔMICOS Exigência de atenção e observação no processo de separação das roupas
Monotonia das atividades e repetitividade de movimentos repetitivos.
Piso molhado (escorregadio), trajeto de ida e volta ou vice-versa.
MECÂNICOS
Quedas, colisões, materiais perfuro cortantes

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EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE HABITUAL INTERMITENTE X

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Perda gradual da capacidade auditiva.
QUÍMICOS Alergias, irritação da pele e dos olhos.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Luxação, contusão e trauma.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

Ruído
Avaliação Quantitativa por Dosimetria
TWA (%Dose 8 horas) OBSERVAÇÃO
73,0 dB Dosimetria de Ruído – Data da Avaliação:15/12. Horário: 07:58 às 11:41.
Tempo de Exposição: 03:42. Valor da dose (%): 19.17.
OBS.:. Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária,
conforme NR 9.3.6.1. Detalhamento no Anexo 2 do PPRA.

ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Manuseio de produtos químicos para a
Produtos No ambiente de trabalho,
utilização na lavagem e na desinfecção de
Químico químicos devido à maneira como
roupas (desinfetante a base de amônia e
realiza suas atividades.
ácidos). Respingos, inalação e absorção.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

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IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados encontrados
nas roupas contaminadas.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
VIRULENCIA DO AGENTE
AMBIENTE
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Repetitividade de Na maioria do tempo, as
No ambiente de trabalho,
movimentos, atividades são realizadas na
Ergonômico devido à maneira como
monotonia e posição ‘em pé, com
realiza suas atividades.
estresse. movimentos repetitivos.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Materiais perfuro-cortantes e
instrumentais cirúrgicos junto às
roupas para lavar;
No ambiente de trabalho,
Falta de proteção nas partes
Mecânico Queda e Colisões devido a maneira como
girantes de máquinas;
realiza suas atividades.
Equipamentos necessitando de
manutenção preventiva;
Pisos molhados;
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Uso de protetor auditivo e de botas de borracha (especialmente nas centrifugas)
Avental impermeável, par de luvas látex, conjunto de roupa uso exclusivo, máscara
QUÍMICOS
bico de pato, touca descartável óculos de segurança com lente incolor.
Avental impermeável, par de luvas látex, conjunto de roupa uso exclusivo, máscara
BIOLÓGICOS
bico de pato, touca descartável óculos de segurança com lente incolor.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Manter as medidas de controle já existentes e treinamento periódico dos
colaboradores quanto aos riscos ocupacionais do ambiente laboral
QUÍMICOS Manter as medidas de controle já existentes e treinamento periódico dos
colaboradores quanto aos riscos ocupacionais do ambiente laboral
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho e fora dele.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS:


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da lavanderia.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros exames
MEDIDAS MÉDICAS a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em
virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, uso dos EPI do setor (avental impermeável, luvas
látex, conjunto de roupa uso exclusivo, máscara bico de pato, touca descartável, calçado de segurança tipo
‘botas de borracha’, óculos de segurança com lente incolor) e vacinas preventivas, podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho dessas
atividades.

Observação:
* Protetor Auditivo - em função da amplitude da intensidade de pressão sonora que ultrapassou o Limite de
Tolerância para Ruído, conforme a dosimetria realizada.

 Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para a função de ‘Auxiliar de Lavandera - Área
Contaminada‘, exercida na Lavanderia do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau máximo

Trabalhos e operações em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas bem como objetos de seu uso, não
previamente esterilizados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Lavandeira


Cargo ou Função: Auxiliar de Lavanderia – Área Limpa

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES NA ÁREA LIMPA

 Fazer a retirada das roupas lavadas diretamente na lavadora;


 Realizar o acondicionamento das roupas molhadas nas centrifugas para o processo de centrifugação
e secagem;
 Efetuar a retirada das roupas das centrifugas;
 Classificar e separar as roupas secas com o auxílio de carrinho de roupas para início da calandragem;
 Realizar a calandragem das peças de roupa;
 Efetuar a dobra das roupas, montagem de kits;
 Realizar a entrega do enxoval nas Alas e Postos do Hospital Evangélico;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Ruído e umidade
QUÍMICOS Produtos químicos
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação
ERGONÔMICOS Repetitividade de movimentos, monotonia, estresse.
MECÂNICOS Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Ruído – proveniente das máquinas da lavanderia;
FISICOS Umidade – proveniente do processo de retirada das roupas da lavadora e deficiência
na drenagem da umidade do piso.
Respingos e inalação de produtos químicos do processo de lavagem.
QUÍMICOS
Partículas (felpas de roupas) em suspensão no ar
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
Atividade executada em pé durante a jornada de trabalho;
ERGONÔMICOS
Monotonia das atividades e repetitividade de movimentos repetitivos.
MECÂNICOS Piso molhado (escorregadio), trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE HABITUAL INTERMITENTE X

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Perda gradual da capacidade auditiva.
QUÍMICOS Alergias, irritação da pele e dos olhos.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Luxação, contusão e trauma.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

Ruído
Avaliação Quantitativa por Dosimetria
TWA (%Dose 8 horas) OBSERVAÇÃO
73,0 dB Dosimetria de Ruído – Data da Avaliação:15/12. Horário: 07:58 às 11:41.
Tempo de Exposição: 03:42. Valor da dose (%): 19.17.
OBS.:. Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária,
conforme NR 9.3.6.1. Detalhamento no Anexo 2 do PPRA.

ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Repetitividade de Na maioria do tempo, as
No ambiente de trabalho,
movimentos, atividades são realizadas na
Ergonômico devido à maneira como
monotonia e posição ‘em pé, com
realiza suas atividades.
estresse. movimentos repetitivos.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de ida No ambiente de trabalho,
Mecânico Queda e Colisões e volta ou vice-versa e manuseio devido a maneira como
de documentos. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


FISICOS Uso de protetor auditivo e de botas de borracha (especialmente nas centrifugas)
QUÍMICOS Não encontrado no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Óculos de proteção incolor, máscara de proteção e luvas descartável.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISICOS Uso de protetor auditivo e de botas de borracha (especialmente nas centrifugas)
QUÍMICOS Óculos de proteção de lente incolor, máscara de proteção e luvas descartável.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
Manter as ‘Medidas de Controle Existentes’
ERGONÔMICOS Elaboração de laudo ergonômico
Implantar programa de ginástica laboral
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho e fora dele.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho, especialmente do risco ergonômico;
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da lavanderia.
Adequar a calandra segundo a NR-12
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros exames
MEDIDAS MÉDICAS a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos
NORMAS
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS
NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em
virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, uso dos EPI do setor (protetor adutivo*, óculos de
proteção incolor, máscara de proteção, calçado de segurança tipo ‘bota de borracha’, luvas descartáveis) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
trabalhadores envolvidos no desempenho dessas atividades.

Observação:
* Protetor Auditivo - em função da amplitude da intensidade de pressão sonora que ultrapassou o Limite de
Tolerância para Ruído, conforme a dosimetria realizada.

 Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para a função de ‘Supervisora da Lanvanderia‘, exercida na
Lavanderia do Hospital Evangélico.
Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau médio

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que
tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes,
não previamente esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Lavandeira


Cargo ou Função: Supervisora da Lavanderia

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Coordenação dos processos da lavanderia que ocorrem em locais intitulados “área contaminada” e
“área limpa”.
 Orientação e acompanhamento das atividades dos colaboradores da lavanderia na “área
contaminada” (separação e processamento) e na “área limpa” (centrifuga, secadora, calandra,
dobra, preparo dos kits e distribuição nos setores);
 Planejamento das ações diárias dos colaboradores e acompanhamento da jornada de trabalho;
 Atendimento as demandas de roupas do Hospital Evangélico;
 Planejamento e elaboração da escala (semanal, quinzenal ou mensal) de trabalho, tais como folgas,
férias, novas contratações e pedidos de desligamentos do setor;
 Realizar as atividades conformidade com as determinações da ‘Chefe de Serviços’ do Hospital
Evangélico;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Ruído e umidade
QUÍMICOS Produtos químicos
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação
ERGONÔMICOS Repetitividade de movimentos, monotonia, estresse.
MECÂNICOS Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Ruído – proveniente das máquinas da lavanderia;
FISICOS Umidade – proveniente do processo de retirada das roupas da lavadora e deficiência
na drenagem da umidade do piso.
Respingos e inalação de produtos químicos do processo de lavagem.
QUÍMICOS
Partículas (felpas de roupas) em suspensão no ar
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
Atividade executada em pé durante a jornada de trabalho;
ERGONÔMICOS
Monotonia das atividades e repetitividade de movimentos repetitivos.
MECÂNICOS Piso molhado (escorregadio), trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE HABITUAL INTERMITENTE X

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Perda gradual da capacidade auditiva.
QUÍMICOS Alergias, irritação da pele e dos olhos.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Luxação, contusão e trauma.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

Ruído
Avaliação Quantitativa por Dosimetria
TWA (%Dose 8 horas) OBSERVAÇÃO
73,0 dB Dosimetria de Ruído – Data da Avaliação:15/12. Horário: 07:58 às 11:41.
Tempo de Exposição: 03:42. Valor da dose (%): 19.17.
OBS.:. Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária,
conforme NR 9.3.6.1. Detalhamento no Anexo 2 do PPRA.

ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Repetitividade de Na maioria do tempo, as
No ambiente de trabalho,
movimentos, atividades são realizadas na
Ergonômico devido à maneira como
monotonia e posição ‘em pé, com
realiza suas atividades.
estresse. movimentos repetitivos.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de ida No ambiente de trabalho,
Mecânico Queda e Colisões e volta ou vice-versa e manuseio devido a maneira como
de documentos. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Uso de protetor auditivo e de botas de borracha (especialmente nas centrifugas)
QUÍMICOS Não encontrado no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Óculos de proteção incolor, máscara de proteção e luvas descartável.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Uso de protetor auditivo e de botas de borracha (especialmente nas centrifugas)
QUÍMICOS Óculos de proteção de lente incolor, máscara de proteção e luvas descartável.
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas) e Programa de ginástica laboral,
MECÂNICOS Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho e fora dele.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho.
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da lavanderia.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros exames
MEDIDAS MÉDICAS a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em
virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, uso dos EPI do setor (óculos de proteção incolor,
máscara de proteção, calçado de segurança tipo ‘bota de borracha’, luvas descartável) e vacinas preventivas,
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que
possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho dessas atividades.

Observação:
* Protetor Auditivo - em função da amplitude da intensidade de pressão sonora que ultrapassou o Limite de
Tolerância para Ruído, conforme a dosimetria realizada.

 Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para a função de ‘Supervisora da Lanvanderia‘, exercida na
Lavanderia do Hospital Evangélico.
Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Insalubridade de grau médio

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que
tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes,
não previamente esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Lavandeira


Cargo ou Função: Costureira

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Confeccionar novas peças de roupas e realizar reparos nas peças que forem necessários, além de
controlar roupas do enxoval hospitalar;
 Verificar necessidade de reparos nos setores e as peças que retornam rasgadas da lavanderia e
realizar reparos nas roupas, mantendo-as em bom estado de aparência;
 Controlar quantidade de reparos e baixas de peças inutilizadas.
 Efetuar moldes, cortar e executar a confecção e serviços de serigrafia nas roupas, segundo as
solicitações recebidas pela chefia imediata.
 Fazer a manutenção e limpeza necessária, para garantir o bom funcionamento das máquinas.
 Solicitar à supervisora ou gerente administrativo o material necessário para a execução das tarefas.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Ruído
QUÍMICOS Produtos químicos
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação
ERGONÔMICOS Repetitividade de movimentos, monotonia, estresse.
MECÂNICOS Corte nas mãos e dedos

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Máquinas de costura e máquina de cortar tecido
QUÍMICOS Tinta serigráfica
BIOLÓGICOS Alergias, Irritação para pele, garganta e olhos.
Atividade executada na posição ‘sentada’ durante a jornada de trabalho; Monotonia
ERGONÔMICOS
das atividades e repetitividade de movimentos
MECÂNICOS Máquina para cortar tecido, tesoura manual, agulhas e alfinetes.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE HABITUAL INTERMITENTE X

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Perda gradual da capacidade auditiva.
QUÍMICOS Alergia e irritação nos olhos e vias respiratorias
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Cortes nas mãos e nos dedos

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

Ruído
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
55,4 dB(A) a 82,3 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Manuseio com produtos químicos
Químico Tinta serigráfica devido a maneira como
(respingos, inalação e absorção).
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Repetitividade de Na maioria do tempo, as
No ambiente de trabalho,
movimentos, atividades são realizadas na
Ergonômico devido à maneira como
monotonia e posição ‘sentada’, com
realiza suas atividades.
estresse. movimentos repetitivos.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Máquinas para cortar tecido, No ambiente de trabalho,
Cortes nas mãos
Mecânico tesoura manual, agulhas e devido a maneira como
e dedos
alfinetes realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4). Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Uso de protetor auditivo no manuseio das máquinas de costura e corte de tecidos
QUÍMICOS Luvas de PVC, óculos de segurança incolor e máscara respiratória PFF-2
BIOLÓGICOS Não encontrado no momento da avaliação.
ERGONÔMICOS Programa de ginástica laboral
MECÂNICOS Não encontrado no momento da avaliação.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA
FISICOS Manter as medidas de controle já existentes.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle já existentes.
BIOLÓGICOS Manter as medidas de controle já existentes.
ERGONÔMICOS Manter as medidas de controle já existentes.
MECÂNICOS Luvas de malha de aço de costura; Calçado de segurança
Instalar proteção em peças giratórias das máquinas de costura, segundo a NR-12.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho.
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da lavanderia.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em
virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, uso dos EPI do setor (protetor auditivo, luvas de PVC,
luva de malha de aço para costura, óculos de segurança incolor, calçado de segurança) e vacinas preventivas,
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que
possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho dessas atividades.

 Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de para a função
‘Costureira’, exercida na Lavanderia do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Limpeza
Unidade Funcional: Limpeza
Cargo ou Função: Auxiliar de Serviços Gerais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Fazem a coleta da roupa contaminada de todo o Hospital Evangélico;


 Realizam o transporte das roupas contaminadas em carrinho específico até o setor de ‘área
contaminada’ na Lavanderia;
 Auxiliam na desinfecção terminal, ou seja, processo de higienização em quarto ou apartamento em
pacientes com doenças infectocontagiosas ou vírus/bactérias multirresistentes;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Umidade
QUÍMICOS Produtos Químicos
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, trabalho repetitivo, monotonia, gerenciamento de conflitos e
ERGONÔMICOS
Estresse.
MECÂNICOS Queda e colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Limpeza em geral do hospital.
QUÍMICOS Manuseio com produtos químicos (respingos, inalação e absorção).
BIOLÓGICOS Limpeza em geral do hospital.
Agressividade de paciente, trabalho a maior parte do tempo em pé realizando limpeza
ERGONÔMICOS
em geral do hospital.
MECÂNICOS Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Gripe e resfriado.
QUÍMICOS Alergias, Irritação para pele, garganta e olhos.
Contaminação, Aquisição de doenças contagiosas, Micoses, Infecções, Alergias e
BIOLÓGICOS
Intoxicação alimentar.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Torção, luxação, fratura, e trauma.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Proveniente das máquinas e No ambiente de trabalho, devido à
Físico Ruído equipamentos do Hospital maneira como realiza suas
Evangélico atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
58,7 dB(A) a 70,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS:


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Produtos químicos (detergente
Manuseio com No ambiente de
amoniacal, desinfetante hospitalar,
produtos químicos trabalho, devido a
Químico impermeabilizante acrílico, gel
(respingos, inalação e maneira como realiza
limpador, álcool 70%, detergente
absorção). suas atividades.
neutro, sabonete líquido)
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico Limpeza do hospital devido à maneira como
Protozoários.
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas pode ocorrer
através da coleta do lixo hospitalar.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.

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ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS


ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Gerenciamento de No ambiente de
Agressividade de paciente,
conflitos, Posturas trabalho, devido a
Trabalho a maior parte do tempo
Ergonômico inadequadas, maneira como
em pé realizando limpeza em geral
Monotonia e realiza suas
do hospital.
Estresse. atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Luvas de látex e Bota de borracha.
Óculos de proteção incolor, máscara de proteção respiratória, avental Impermeável e
QUÍMICOS
Bota de borracha.
Óculos de proteção incolor, Uniforme, Mascara de proteção, Luvas de látex, Touca,
BIOLÓGICOS
Avental Impermeável e Bota de borracha.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio e Bota de borracha.

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MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Manter as medidas de controle existente
Realizar treinamentos periódicos sobre a importância e correta utilização dos EPI
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existente
Realizar treinamentos periódicos sobre a importância e correta utilização dos EPI
Manter as medidas de controle existente
BIOLÓGICOS
Realizar treinamentos periódicos sobre a importância e correta utilização dos EPI
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
ERGONÔMICOS
respeitando o limite individual de esforço físico; sempre que o peso a ser
transportado possa comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser
utilizados meios mecânicos apropriados;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas) e Programa de ginástica laboral.
Manter as medidas de controle existentes, ter cuidado e atenção na realização de
MECÂNICOS suas atividades e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho e fora dele.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


- Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
- Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
- Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS - Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
- Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais do setor de Limpeza;
- Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à
saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, uniforme, máscara de proteção respiratória, luvas de látex, touca e bota de borracha) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvido no desempenho da função de Auxiliar de Serviços Gerais do setor de Limpeza do
Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau máximo

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos
da NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade
em grau máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para desempenho da função de Auxiliar de
Serviços Gerais do setor de Limpeza do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:

- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não
previamente esterilizadas.

- lixo urbano (coleta e industrialização).

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Unidade Funcional: Limpeza


Cargo ou Função: Supervisora de Limpeza e Faxineiro

Supervisor de Limpeza
 Responsável por inspecionar e orientar os trabalhos da equipe de limpeza;
 Fornecer suporte e apoio para sua equipe nas atividades de higienização do Hospital;

Faxineiro
 Realiza a higienização dos ambientes físicos do Hospital Evangélico;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Umidade
QUÍMICOS Produtos Químicos (Álcool 70% e Hipoclorito de Sódio 1%)
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, trabalho repetitivo, monotonia, gerenciamento de conflitos e
ERGONÔMICOS
Estresse.
MECÂNICOS Queda e colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Limpeza em geral do hospital.
QUÍMICOS Manuseio com produtos químicos (respingos, inalação e absorção).
BIOLÓGICOS Limpeza em geral do hospital.
Agressividade de paciente, trabalho a maior parte do tempo em pé realizando limpeza
ERGONÔMICOS
em geral do hospital.
MECÂNICOS Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Gripe e resfriado.
QUÍMICOS Alergias, Irritação para pele, garganta e olhos.
Contaminação, Aquisição de doenças contagiosas, Micoses, Infecções, Alergias e
BIOLÓGICOS
Intoxicação alimentar.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Torção, luxação, fratura, e trauma.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho, devido à
Proveniente das máquinas e
Físico Ruído maneira como realiza suas
equipamentos do setor
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
59,1 dB(A) a 68,3 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Produtos químicos (detergente No ambiente de
Manuseio com
amoniacal, desinfetante hospitalar, trabalho, devido a
produtos químicos
Químico impermeabilizante acrílico, gel maneira como
(respingos, inalação
limpador, álcool 70%, detergente realiza suas
e absorção).
neutro, sabonete líquido) atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico Limpeza do hospital devido à maneira como
Protozoários.
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas pode ocorrer
através da coleta do lixo hospitalar.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.

VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO


AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Gerenciamento de No ambiente de
Agressividade de paciente,
conflitos, Posturas trabalho, devido a
Trabalho a maior parte do tempo
Ergonômico inadequadas, maneira como
em pé realizando limpeza em geral
Monotonia e realiza suas
do hospital.
Estresse. atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Luvas de látex e Bota de borracha.
Óculos de proteção incolor, máscara de proteção, Luvas de látex, Avental
QUÍMICOS
Impermeável e Bota de borracha.
Óculos de proteção incolor, Uniforme, Mascara de proteção, Luvas de látex, Touca,
BIOLÓGICOS
Avental Impermeável e Bota de borracha.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio e Bota de borracha.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Manter as medidas de controle existente
Realizar treinamentos periódicos sobre a importância e correta utilização dos EPI
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existente
Realizar treinamentos periódicos sobre a importância e correta utilização dos EPI
Manter as medidas de controle existente
BIOLÓGICOS
Realizar treinamentos periódicos sobre a importância e correta utilização dos EPI
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
ERGONÔMICOS
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.


Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico; sempre que o peso a ser
transportado possa comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser
utilizados meios mecânicos apropriados;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas) e Programa de ginástica laboral.
Manter as medidas de controle existentes, ter cuidado e atenção na realização de
MECÂNICOS suas atividades e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho e fora dele.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


- Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
- Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
- Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS - Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
- Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais do setor de Limpeza;
- Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, uniforme, mascara de proteção, luvas de látex, touca e bota de borracha) e vacinas
preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando
riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos colaboradores
envolvido no desempenho dessas atividades do ‘faxineiro’ no setor de Limpeza do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pelo ‘faxineiro’ na higienização do
Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que
tenha contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes,
não previamente esterilizados);

OBSERVAÇÃO: Caso a Instituição tenha quarto ou apartamento destinado a “isolamento”, os colaboradores


que laboram nesta condição mesmo que em regime de trabalho contínuo ou escala de trabalho ou
revezamento ou plantão, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja,
40% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pelo ‘faxineiro’ nestes locais.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Manutenção

Unidade Funcional: Manutenção


Descrição do Cargo: Supervisor Administrativo

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Organizam as demandas de manutenções nos setores do Hospital Evangélico;
 Realizam lançamentos de peças e serviços realizados em planilhas eletrônicas e software de
gerenciamento de manutenção;
 Fazem cotações de peças e encaminham para análises e autorizações.
 Desenvolve suas atividades seguindo orientações do Administrativo do Hospital Evangélico.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, Monotonia e Estresse.
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
54,3 dB(A) a 71,4 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Posturas inadequadas, Trabalho a maior parte transito em vias públicas e
Ergonômico
monotonia e estresse. do tempo ‘sentado’ devido à forma como realiza
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, No ambiente de trabalho,
Queda, colisões, Trajeto de ida e volta ou transito em vias públicas e
Mecânico
luxação e fratura. vice-versa em vias devido à forma como realiza
públicas. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Campanha de conscientização, Orientação, Treinamentos periódicos na adoção de
Medidas
postura correta, Torna obrigatório o uso do calçado anti-derrapante no hospital e
Administrativas
vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
As medidas de controle recomendadas, assim como o uso obrigatório do calçado fechado com
solado antiderrapante e vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades,
garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências
à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das atividades do ‘Auxiliar
Administrativo’ do setor de Manutenção do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para o cargo
‘Supervisor Administrativo’ do setor de Manutenção do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Manutenção


Cargos ou Funções:
Auxiliar de Serviços de Manutenção I, Auxiliar de Serviços de Manutenção II, Assistente de Manutenção,
Assistente de Refrigeração e Supervisor de Manutenção

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Supervisor de Manutenção
 Coordenar todas as ações que envolvem a manutenção do Hospital;
 Realizar serviços de manutenção mecânica e elétrica em área interna e externa pertencente ao
Hospital Evangélico;
 Auxiliar nos serviços de eletricidade de baixa voltagem;

Auxiliar de Manutenção I, II e Assistente de Manutenção


 Realizar serviços de manutenção mecânica e elétrica em área interna e externa pertencente ao
Hospital Evangélico;
 Auxiliar nos serviços de eletricidade de baixa voltagem;

Auxiliar de Refrigeração
 Auxiliar na instalação, manutenção preventiva e corretiva de sistemas de refrigeração e ventilação;
 Montar tubulações, avalia o dimensionamento de locais para instalação de equipamento e realiza
testes finais nos equipamentos;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS X QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Ruído
QUÍMICOS Poeira inorgânica e produto químico
BIOLÓGICOS Vírus, bactérias e protozoários
Exigência de postura inadequada, monotonia, repetitividade de movimentos e
ERGONÔMICOS
estresse.
MECÂNICOS Queda, colisões, prensamento, queda de mesmo nível ou diferença de nível

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Manuseio de equipamentos e ferramentas manuais
QUÍMICOS Produtos graxos e solventes
BIOLÓGICOS Limpeza de galerias e tubulações
Trabalho a maior parte do tempo em pé realizando serviços de alvenaria, corte de
ERGONÔMICOS
ferragens, reboco, abertura de portas, piso e revestimento paredes.
Piso escorregadio, manuseio de máquinas e equipamentos, trabalho realizado em
MECÂNICOS
altura, cortes e choque elétrico.

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EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Perda da capacidade auditiva.
QUÍMICOS Dermatites de contato e alergias, irritação das mucosas
Capazes de provocar infecções e contaminações por diversas doenças, efeitos
tóxicos, efeitos alergênicos, doenças autoimunes e a formação de neoplasias e
BIOLÓGICOS
malformações, a contaminação do ambiente laboral pelo HIV e Hepatite B e C são os
agentes infecciosos mais importantes nas suas infecções ocupacionais.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Luxação, colisões e fratura.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Proveniente de máquinas e No ambiente de trabalho,
Físico Ruído equipamentos utilizados no canteiro devido à maneira como
de obras realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

Ruído
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
66,8 dB(A) a 83,8 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Manutenção de máquinas e
equipamentos do hospital e uso No ambiente de trabalho,
Poeira inorgânica e
Químico de produtos graxos e solventes devido à maneira como
produtos graxos
químicos. realiza suas atividades.

ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada


ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO RESERVATÓRIOS
DO RISCO
Trabalhadores, materiais e
equipamentos utilizados para
Vírus, Bactérias Limpeza de galerias e
Biológico procedimentos e assistência a
e Protozoários. tubulações
pacientes portadores de doenças
infectocontagiosas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados encontrados
em galerias e tubulações.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade destes agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causar danos (doenças) aos

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dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam estas atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanência dos contaminados, principalmente se houver
microrganismos no ambiente é pouco previsível deterioração ou não uso do equipamento de
em sua exatidão por ser dependente do tipo e da proteção individual (EPI) apropriado e
potencia de cada agente, pois a incubação, recomendado.
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofres desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no
danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.
com capacidades letais. Verifica-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da área da área da saúde do Hospital.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.
MEDIDAS PREVENTIVAS APLICÁVEIS E SEU ACOMPANHAMENTO

Evitar exposição ocupacional ao sangue é o principal caminho para prevenir a transmissão do vírus da
imunodeficiência humana (HIV), da hepatite B (HBV) e da Hepatite C (HCB) aos colaboradores desta
área de atuação.
Luvas de procedimentos e/ou cirúrgicas; óculos de proteção com lente incolor; aventais; máscaras
respiratórias e vestimenta apropriada. Tais equipamentos deverão ser utilizados sempre que os
profissionais se deslocarem para procedimentos que os expõe aos riscos biológicos.

SOROCONVERSÃO

Quando a sorologia do paciente-fonte é desconhecida, o uso de Profilaxia Pós-Exposição Ocupacional


ao HIV (PEP), deve ser decidido caso a caso. É preciso considerar a forma de exposição e a
probabilidade clínica e epidemiológica da infecção do paciente-fonte pelo HIV/AIDS. Se estas condições
indicarem a probabilidade de infecção pelo HIV/AIDS, recomenda-se o início da PEP com o esquema
básico de antirretrovirais ITRN (inibidores da Transcriptase Reversa análogos de Nucleosídeos), até que
os resultados dos exames laboratoriais sejam conhecidos. Na dependência destes resultados, torna-se
fundamental atenção a necessidade de alteração ou suspensão do esquema abaixo:

Condutas Realizadas pelo Hospital em Caso de Exposição ao Trabalhador


- Realiza o teste rápido ‘anti-HIV’ do paciente-fonte após aconselhamento e autorização;
- Utiliza testes rápidos para obter o resultado logo após a exposição do trabalhador;
- Avalia o tipo de exposição (investigação);
- Avalia a probabilidade clinica e epidemiológica do paciente-fonte ter infecção pelo HIV/AIDS;
- Se for detectado HIV positivo no teste rápido, encaminha-se o colaborador par o SAE- Serviço
Ambulatorial de Dourados – M.S;

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Observação: O Hospital Evangélico não possui médico especializado para realização da


soroconversão.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE B - HBV

A vacinação pré-exposição contra a Hepatite B é a principal medida de prevenção ocupacional entre os


profissionais da saúde. Idealmente a vacinação deverá ser realizada antes da admissão do profissional
(ou estudante, estagiário) nos serviços de saúde.
É indicada para todos aqueles que podem estar expostos aos materiais biológicos durante suas
atividades, inclusive os que não trabalham diretamente na assistência ao paciente, como por exemplo,
as equipes de higienização de apoio. Para todos estes profissionais, a vacina está disponível nas
unidades básicas de saúde.

Observação: Não é recomendada a sorologia pré-vacinal para definir a vacinação exclusiva de


profissionais não imunes.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE C - HCV

Inexiste uma medida específica eficaz para a redução do risco de transmissão do vírus da Hepatite C
após exposição ocupacional. Os estudos não comprovaram benefício profilático com o uso de
imunoglobinas. Dados disponíveis sugerem que o ‘interferon’ somente atua de forma efetiva quando a
infecção pelo HCV está estabelecida, parecendo indicar que não atuariam como profilaxia pós-
exposição.
A única medida eficaz para eliminação do risco de infecção pelo vírus da Hepatite C é por meio da
prevenção da ocorrência do acidente.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PACIENTE-FONTE

Com o intuito de proteger os trabalhadores do Serviço de Saúde do Hospital Evangélico, o paciente-


fonte é avaliado quanto à infecção pelo HIV, ‘Hepatite B’ e ‘Hepatite C’ no momento da ocorrência do
acidente. Informações disponíveis no prontuário sobre resultados de exames laboratoriais, história
clinica prévia e diagnóstico de admissão somente serão considerados se positivos para determinada
infecção (HIV, HBV e HCV).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de
Exigência de postura Trabalho a maior parte do
trabalho, devido à
inadequada, monotonia, tempo em pé realizando
Ergonômico maneira como
repetitividade de serviços de manutenção
realiza suas
movimentos e estresse. elétrica e mecânica
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso em desnível, escadas e
No ambiente de
Queda, colisões, andaimes (trabalho em altura).
trabalho, devido à
Mecânico prensamento, Manutenção de máquinas e
maneira como realiza
diferença de nível. equipamentos e ferramentas em
suas atividades.
atividades. Choque elétrico
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Protetor auditivo
Luva de látex, luva de vaqueta em couro, óculos de proteção incolor e máscara
QUÍMICOS
respiratória PFF-1.
BIOLÓGICOS Máscara respiratória PFF-1 e luva de látex.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio. Isolamento por fita zebrada da área em
construção ou reforma. Cinto de segurança para trabalho em altura, luva de raspa
em couro, protetor facial, capacete, calçado de segurança tipo ‘botina’.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Manter a existente. Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho (educação continuada).
QUÍMICOS Manter a existente. Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
trabalho (educação continuada).
Manter a existente. Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho (educação continuada).
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
ERGONÔMICOS Procurar não levantar e carregar sozinho peso excessivo;
Participar de treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos corretos de
levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico;
MECÂNICOS Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades e deslocamentos;
Em atividades com equipamentos elétricos, verificar antes de iniciar os trabalhos
suas condições e solicitar auxilio a equipe de manutenção;
Ao utilizar a escada, verificar as condições da mesma, e adotar sistema de fixação;

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Participar dos treinamentos quanto aos riscos existente no local de trabalho e


educação continuada da Instituição.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme ou jaleco pelos colaboradores do setor da manutenção.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
MEDIDAS acidentes de trabalho.
ADMINISTRATIVAS Participar dos treinamentos de capacitação pessoal previstos na legislação:
 NR-10 Segurança em Instalações e Serviços de Eletricidade
Curso NR-10 Básico (40 horas).
 NR-35 Trabalho em Altura
Curso Trabalho em Altura (mínimo 8 horas).
Exames periódicos: Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, uso dos EPI (protetor auditivo; luva de látex; luva
de raspa couro; óculos de proteção incolor; máscara respiratória PFF-1; cinto de segurança tipo
‘paraquedista’ (quando realiza trabalho em altura); protetor facial (no uso de serra circular ou
esmerilhadora elétrica); capacete de segurança; calçado de segurança tipo ‘botina’) e vacinas preventivas,
podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que
possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo 14 da NR-15 Atividades e
Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade de grau médio, ou seja, 20%
do salário mínimo vigente, para os cargos “Auxiliar de Serviços de Manutenção II” e “Supervisor de
Manutenção” desempenhados no setor de Manutenção do Hospital Evangélico.

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Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes), bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não
previamente esterilizados.

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Unidade Funcional: Manutenção


Cargo ou Função: Motorista

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Transportam roupas contaminadas (sujas) recolhidas e depositadas em sacos plásticos (hamper)
provenientes do Hospital da Vida para a Lavanderia do Hospital Evangélico;
 Transportam e entregam recipientes com material biológico (fluidos corporais, sangue e secreções)
para análises laboratoriais no Laboratório do Hospital Evangélico;
 Transportam em caixas apropriadas refeições do Hospital Evangélico para o Hospital da Vida;
 Auxiliam, quando necessário, na entrega de documentos e serviços bancários.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Não identificados no momento da avaliação
QUÍMICOS Não identificados no momento da avaliação
BIOLÓGICOS Vírus, bactérias e protozoários
Exigência de postura inadequada, monotonia, repetitividade de movimentos e
ERGONÔMICOS
estresse.
MECÂNICOS Queda, colisões e luxações

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Não identificados no momento da avaliação
QUÍMICOS Não identificados no momento da avaliação
BIOLÓGICOS Material biológico (fluidos corporais, sangue e secreções)
Exigência de postura inadequada, monotonia, repetitividade de movimentos e
ERGONÔMICOS
estresse.
MECÂNICOS Piso em desnível, deslocamentos em via publica.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISICOS Não identificados no momento da avaliação
QUÍMICOS Não identificados no momento da avaliação
Capazes de provocar infecções e contaminações por diversas doenças, efeitos tóxicos,
efeitos alergênicos, doenças autoimunes e a formação de neoplasias e malformações,
BIOLÓGICOS
a contaminação do ambiente laboral pelo HIV e Hepatite B e C são os agentes
infecciosos mais importantes nas suas infecções ocupacionais.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Luxação, colisões e fratura.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

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 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Proveniente de máquinas e No ambiente de trabalho,
Físico Ruído equipamentos utilizados no canteiro devido à maneira como
de obras realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

Ruído
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO db(A) OBSERVAÇÃO
66,8 dB(A) a 72,8 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 horas de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO RESERVATÓRIOS
DO RISCO
Trabalhadores, materiais e
Material biológico equipamentos utilizados para
Vírus, Bactérias
Biológico (fluidos corporais, sangue procedimentos e assistência a
e Protozoários.
e secreções) pacientes portadores de doenças
infectocontagiosas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou

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dermatites) com sangue ou com outros fluídos


corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade destes agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causar danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam estas atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanência dos contaminados, principalmente se houver
microrganismos no ambiente é pouco previsível deterioração ou não uso do equipamento de
em sua exatidão por ser dependente do tipo e da proteção individual (EPI) apropriado e
potencia de cada agente, pois a incubação, recomendado.
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente. Alguns
cada trabalhador, podendo o mesmo ser vírus podem sofres desnaturação com 30 minutos
acometido de pequenas infecções sem maiores e as microbactérias esporuladas persistirem no
danos ou mesmo contágios por doenças graves ambiente durante anos.
com capacidades letais. Verifica-se a necessidade
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da área da área da saúde do Hospital.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.
MEDIDAS PREVENTIVAS APLICÁVEIS E SEU ACOMPANHAMENTO
Evitar exposição ocupacional ao sangue é o principal caminho para prevenir a transmissão do vírus da
imunodeficiência humana (HIV), da hepatite B (HBV) e da Hepatite C (HCB) aos colaboradores desta área
de atuação.
Luvas de procedimentos e/ou cirúrgicas; óculos de proteção com lente incolor; aventais; máscaras
respiratórias e vestimenta apropriada. Tais equipamentos deverão ser utilizados sempre que os
profissionais se deslocarem para procedimentos que os expõe aos riscos biológicos.

SOROCONVERSÃO

Quando a sorologia do paciente-fonte é desconhecida, o uso de Profilaxia Pós-Exposição Ocupacional ao


HIV (PEP), deve ser decidido caso a caso. É preciso considerar a forma de exposição e a probabilidade
clínica e epidemiológica da infecção do paciente-fonte pelo HIV/AIDS. Se estas condições indicarem a
probabilidade de infecção pelo HIV/AIDS, recomenda-se o início da PEP com o esquema básico de
antirretrovirais ITRN (inibidores da Transcriptase Reversa análogos de Nucleosídeos), até que os
resultados dos exames laboratoriais sejam conhecidos. Na dependência destes resultados, torna-se
fundamental atenção a necessidade de alteração ou suspensão do esquema abaixo:

Condutas Realizadas pelo Hospital em Caso de Exposição ao Trabalhador


- Realiza o teste rápido ‘anti-HIV’ do paciente-fonte após aconselhamento e autorização;
- Utiliza testes rápidos para obter o resultado logo após a exposição do trabalhador;
- Avalia o tipo de exposição (investigação);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

- Avalia a probabilidade clinica e epidemiológica do paciente-fonte ter infecção pelo HIV/AIDS;


- Se for detectado HIV positivo no teste rápido, encaminha-se o colaborador par o SAE- Serviço
Ambulatorial de Dourados – M.S;

Observação: O Hospital Evangélico não possui médico especializado para realização da soroconversão.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE B - HBV

A vacinação pré-exposição contra a Hepatite B é a principal medida de prevenção ocupacional entre os


profissionais da saúde. Idealmente a vacinação deverá ser realizada antes da admissão do profissional
(ou estudante, estagiário) nos serviços de saúde.
É indicada para todos aqueles que podem estar expostos aos materiais biológicos durante suas
atividades, inclusive os que não trabalham diretamente na assistência ao paciente, como por exemplo, as
equipes de higienização de apoio. Para todos estes profissionais, a vacina está disponível nas unidades
básicas de saúde.

Observação: Não é recomendada a sorologia pré-vacinal para definir a vacinação exclusiva de


profissionais não imunes.

TRABALHADORES EXPOSTOS A HEPATITE C - HCV

Inexiste uma medida específica eficaz para a redução do risco de transmissão do vírus da Hepatite C após
exposição ocupacional. Os estudos não comprovaram benefício profilático com o uso de imunoglobinas.
Dados disponíveis sugerem que o ‘interferon’ somente atua de forma efetiva quando a infecção pelo
HCV está estabelecida, parecendo indicar que não atuariam como profilaxia pós-exposição.
A única medida eficaz para eliminação do risco de infecção pelo vírus da Hepatite C é por meio da
prevenção da ocorrência do acidente.

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PACIENTE-FONTE

Com o intuito de proteger os trabalhadores do Serviço de Saúde do Hospital Evangélico, o paciente-fonte


é avaliado quanto à infecção pelo HIV, ‘Hepatite B’ e ‘Hepatite C’ no momento da ocorrência do
acidente. Informações disponíveis no prontuário sobre resultados de exames laboratoriais, história
clinica prévia e diagnóstico de admissão somente serão considerados se positivos para determinada
infecção (HIV, HBV e HCV).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Exigência de postura Trabalho a maior parte do No ambiente de
inadequada, monotonia, tempo em pé realizando trabalho, devido à
Ergonômico
repetitividade de serviços de transporte de maneira como realiza
movimentos e estresse. material biológico. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso em desnível, No ambiente de trabalho,
Queda, colisões,
Mecânico deslocamentos em via devido à maneira como realiza
luxações e fraturas.
publica. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não identificados no momento da avaliação
QUÍMICOS Não identificados no momento da avaliação
BIOLÓGICOS Máscara respiratória e luva de látex.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio. Uso de calçado de segurança tipo ‘botina’.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Manter as medidas de controle existentes.
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho (educação
continuada).
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existentes.
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho (educação
BIOLÓGICOS
continuada).
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando
o limite individual de esforço físico;
MECÂNICOS Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades e deslocamentos;
Participar dos treinamentos quanto aos riscos existente no local de trabalho e
educação continuada da Instituição.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


MEDIDAS Uso de uniforme ou jaleco pelos colaboradores do setor da manutenção.
ADMINISTRATIVAS Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).


Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
acidentes de trajeto.
Exames periódicos: Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros exames
MEDIDAS MÉDICAS a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em
virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das Medidas de Controle Recomendadas, uso dos EPI (luva de látex, máscara respiratória,
calçado de segurança tipo ‘botina’) e vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das
atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem
consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho dessas
atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo 14 da NR-15 Atividades e
Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade de grau médio, ou seja, 20%
do salário mínimo vigente, para o cargo de Motorista do setor de Manutenção do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados.

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Médicos
Unidade Funcional: Médicos
Cargos ou Funções:
Auditor Supervisor Médico, Chefe do Pronto Socorro, Chefe da UTI, Diretor Clinico, Diretor Médico
Hospitalar, Fisioterapeuta, Responsável Técnico pelo Banco de Sangue

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DA UNIDADE FUNCIONAL


 Realizam atendimento clinico, solicitam exames complementares se necessário;
 Prescrevem medicamentos e visitas aos pacientes internados no Hospital.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, monotonia, estresse, gerenciamento de conflitos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Atendimentos a pacientes portadores de diversas patologias.
Trabalha a maior parte do tempo realizando atendimento aos pacientes e familiares.
ERGONÔMICOS
Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação e aquisição de doenças contagiosas.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho, devido à
Proveniente de equipamentos
Físico Ruído maneira como realiza suas
do setor
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
56,7 dB(A) a 65,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos a pacientes No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico portadores de diversas devido à maneira como
Protozoários.
patologias. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,

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mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou


dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo No ambiente de
Posturas inadequadas,
realizando atendimento aos trabalho, devido a
monotonia, estresse e
Ergonômico pacientes e familiares. Quando maneira como
gerenciamento de
‘sentado’ realiza prescrição de realiza suas
conflitos.
rotina das atividades. atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
Manter as medidas de controle existente e treinamento periódico quanto aos riscos
BIOLÓGICOS
existente no local de trabalho.
ERGONÔMICOS Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral,
Manter as medidas de controle existente e treinamento quanto aos riscos existente no
MECÂNICOS
local de trabalho. Uso de calçado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer e orientar sobre os EPI e tornar seu uso obrigatório.
MEDIDAS
Campanha de conscientização. Treinamentos periódicos na forma de
ADMINISTRATIVAS
Educação Continuada (NR-32). Vacinas preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades dos “Médicos” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pelos Médicos do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previam

OBSERVAÇÃO:
Caso a Instituição tenha local destinado a “isolamento” no setor, os colaboradores que laboram nesta
condição em regime de trabalho contínuo e/ou escala de trabalho e/ou ou plantão, fica caracterizado o
direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para as
funções exercidas nas Alas I e II do Hospital Evangélico.

Insalubridade de grau máximo

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Nutrição e Dietética
Unidade Funcional: Nutrição e Dietética
Cargo ou Função: Copeiro de Hospital

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Atender os pacientes e acompanhantes, servindo-os de acordo com sua necessidade;
 Manipular e preparar alimentos, como: frutas, sucos, vitaminas, chás, entre outros;
 Fazer a entrega e retirada das dietas no censo de dietas, nos quartos das Alas e Unidade de Tratamento
Intensivo - UTI;
 Organizar e higienizar o caminho de distribuição;
 Distribuir todas as refeições: desejejum, coloção, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia;
 Recolher utensílios utilizados, promovendo a higienização e conservação;
 Executar e conservar a higienização da copa e dos equipamentos utilizados;
 Controlar e solicitar os materiais necessários para o uso diário;
 Organizar, conservar e higienizar os utensílios e equipamentos utilizados no refeitório, assim como
realizar a higienização do mesmo;
 Distribuir as refeições dos funcionários: desjejum, almoço e jantar;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos X Químicos X Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Físicos Ruído e Calor
Químicos Produtos químicos
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e estresse.
Mecânicos Queda, cortes e colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Ruído – máquinas e equipamentos do setor
Físicos
Calor – fogão industrial
Químicos Produtos químicos utilizados na higienização de utensílios do setor.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, trabalho em pé, repetitividade de movimentos e estresse.
Mecânicos Piso escorregadio e deslocamentos (trajetória de ida e volta)

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

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POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Físicos Irritabilidade, cansaço físico, dores no corpo.
Químicos Alergias dermatológicas e irritação das mucosas
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões e luxação.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente de máquinas e
Físico Ruído devido à maneira como realiza
equipamentos utilizados no setor
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.
RUÍDO
Avaliação quantitativa
Nível de Ruído dB(a) OBSERVAÇÃO
63,9 dB(A) a 75,7 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

AVALIAÇÃO DO CALOR

Condição Climática da Semana: Clima quente, com poucas nuvens e muito sol.

Fonte: http://www.cpao.embrapa.br/clima

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AGENTE NOCIVO - CALOR


Exposição ao calor em regime de trabalho intermitente com período de descanso em local
Avaliação quantitativa
Local avaliado Bulbo Seco Bulbo Úmido Bulbo Globo IBUTG
Fogão 30,1°C 25,7°C 32,1°C 27,8
Local de Descanso 29,6°C 25,5°C 29,8°C 26,7

Limite de Tolerância para Exposição ao Calor, em Regime de Trabalho Intermitente com Período de
Descando em Outro Local (Local de Descanso)

o O período de descanso será considerado como tempo de serviço para todos os efeitos legais;
o Para avaliação da exposição ao calor, o colaborador desenvolve suas atividades em dois locais
diferentes, mas pertencentes ao mesmo setor de trabalho (nutrição e dietética) a cada hora laborada;
Nesse sentido, entende-se como local avaliado:

a) Fogão = refere-se ao tempo a cada hora trabalhada em que a colaboradora realiza o preparo das
refeições dos pacientes e acompanhamentes do Hospital Evangélico, movimentando alimentos e
utensílios de cozinha, como panelas, bacias, talheres, marmitas térmicas, entre outros.
 Na avaliação, foi verificado que o tempo de exposição a essa condição (Fogão) onde o colaborador
permanece por 30 minutos por hora laborada

b) Descanso = considera-se como “local de descanso” o ambiente termicamente mais ameno, com o
trabalhador em pé, exercendo atividade leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços.
 Na avaliação, foi verificado que a colaboradora permanece no local de descanso por 30 minutos na
hora laborada

Os limites de tolerância de acordo com o Quadro 2 do Anexo 3 da NR-15.

M (Kcal/h) MÁXIMO IBUTG


175 30,5
200 30
250 28,5
300 27,5
350 26,5
400 26
450 25,5
500 25

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I. Determinação da Taxa de Metabolismo Ponderada por Hora

o As taxas de metabolismo Mt e Md serão obtidas consultando-se o “Quadro 3 - Taxa de Metabolismo


por Atividade”, pertencente ao Anexo 3 da NR-15;
o Para o calculo de Kcal/h, durante a hora trabalhada, aplica-se da fórmula abaixo:

M = Mt x Tt + Md x Td
60
Onde:

M = taxa de metabolismo media ponderada para uma hora ;

Mt = taxa de metabolismo no local de trabalho


(Quadro 3 – Taxas de metabolismo por tipo de atividade)
Trabalho Moderado: De pé, trabalho leve em máquina ou bancada com alguma movimentação – 175 Kcal/h

Tt = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de trabalho (30 minutos)

Md = taxa de metabolismo no local de descanso (Quadro 3 – Taxas de metabolismo por tipo de atividade)
Trabalho Leve: De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços - 150 Kcal/h

Td = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de descanso (30 minutos)

M = (175x30) + (150x30) = (5250) + (4500) / 60 = 162,5 kcal/h


60

II. Determinação do Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo - IBUTG


______
O IBUTG é o valor do IBUTG médio ponderado para uma hora, determinado pela seguinte fórmula:

______
IBUTG = IBUTGt x Tt + IBUTGd x Td
60

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Onde:

IBUTGt - valor do IBUTG no local de trabalho;

IBUTGd - valor do IBUTG no local de descanso;

Tt = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de trabalho (5 minutos)

Td = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de descanso (55 minutos)

______
IBUTG = (27,8 x 30) + (26,7 x 30) = (834 + 801) / 60 = 27,25
60

CONCLUSÃO QUANTO A EXPOSIÇÃO AO CALOR:


De acordo com o Quadro 2 da NR-15 – Para M = 162,5 kcal/h, a atividade do reclamante não se caracteriza
como insalubre, em função dos resultados obtidos.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Produtos químicos Produtos químicos No ambiente de trabalho,
Químico (detergente neutro, utilizados na higienização devido à maneira como
sabão liquido) de utensílios do setor. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas No ambiente de
em pé servindo variados dietéticos
inadequadas, trabalho, devido à forma
Ergonômico nutricionais aos pacientes;
monotonia e como realiza suas
Sentado realizando planejamento
estresse. atividades.
das atividades dietéticas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Piso escorregadio, Trajeto de
Queda, luxações, transito em vias públicas e
Mecânico ida e volta ou vice-versa em
cortes e colisões. devido à forma como realiza
vias públicas.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:


FISICOS Ruído – não necessário no momento da avaliação.
Calor - uso da coifa e sistema de exaustão para minimização do calor
Luvas de látex, máscara de proteção descartável, avental permeável, bota de
QUÍMICOS
borracha e Óculos de proteção incolor.
BIOLÓGICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção descartável e luvas de látex.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISCOS Manter as medidas de controle existentes.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existentes.
Manter as medidas de controle existentes.
BIOLÓGICOS
Treinamentos dos colaboradores quanto aos riscos ocupacionais do setor
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores;
ERGONÔMICOS coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
Programa de ginástica laboral.
Manter as medidas existentes;
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades
MECÂNICOS
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho e uso de
calçado com solado antiderrapante.

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MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer os EPIs e tornar obrigatório o seu uso, Controlar seu uso.
MEDIDAS
Orientação para o uso correto dos EPIs, campanha de conscientização,
ADMINISTRATIVAS
Treinamentos periódico na adoção de postura correta e. Vacinas preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem cono das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de proteção
incolor, avental impermeável, máscara de proteção e luvas descartável, bota de borracha, calçado de
segurança antiderrapante, touca) e vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das
atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causarem consequências à saúde e a integridade física dos colaboradores envolvidos no desempenho
dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pela ‘copeira’ do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não
previamente esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Nutrição e Dietética


Cargo ou Função: Nutricionista Clínica

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Definir, planejar, organizar, supervisionar e auxiliar as atividades de assistência nutricional aos


pacientes, seguindo níveis de atendimento em nutrição;
 Elaborar o diagnóstico nutricional, com base nos dados clínicos, bioquímicos, antropomédicos e
dietéticos;
 Registrar em prontuário do paciente a prescrição dietética e da evolução nutricional, as intercorrências
e dar alta nutricional;
 Acompanhar a alimentação dos pacientes nos quartos e apartamentos dos Postos e Alas da Instituição;
 Promover a educação alimentar e nutricional para clientes, familiares ou responsáveis;
 Prescrever documentos nutricionais, quando necessário; e aperfeiçoamento de colaboradores.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos X Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e estresse.
Mecânicos Queda, cortes e colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Físicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Atendimentos e visitas nutricionais aos pacientes portadores de diversas patologias
Labora a maior parte do tempo em pé, realizando desempenho nutricional dos
Ergonômicos
pacientes. Também sentado, realizando planejamento das atividades de nutrição.
Mecânicos Piso escorregadio, trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente Habitual Intermitente X

POSSIVEIS DANOS A SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Físicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Contaminação, aquisição de doenças contagiosas, micoses, infecções, alergias,
Biológicos
intoxicação alimentar.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.

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Mecânicos Colisões, fratura, luxação, aquisição de doenças contagiosas.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente de máquinas e
Físico Ruído devido à maneira como realiza
equipamentos utilizados no setor
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.
RUÍDO
Avaliação quantitativa
Nível de Ruído dB(a) OBSERVAÇÃO
62,7 dB(A) a 70,3 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE DE EXPOSIÇÃO LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos e Visitas
No ambiente de trabalho,
Biológico Vírus, Bactérias e nutricionais aos pacientes
devido à maneira como
Protozoários. portadores de diversas
realiza suas atividades.
patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA

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Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo


(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue, secreções ou com outros
fluídos corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.

ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS


ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas No ambiente de
em pé servindo variados dietéticos
inadequadas, trabalho, devido à forma
Ergonômico nutricionais aos pacientes;
monotonia e como realiza suas
Sentado realizando planejamento
estresse. atividades.
das atividades dietéticas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Piso escorregadio, Trajeto de
Queda, colisões e transito em vias públicas e
Mecânico ida e volta ou vice-versa em
luxações devido à forma como realiza
vias públicas.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
Manter as medidas de controle existentes;
BIOLÓGICOS
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros
inferiores, coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de
trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas)e Programa de ginástica laboral;
Observação:
Nos trabalhos de digitação, mesmo que eventual ou ocasional, adotar postura
correta e o mobiliário deve ser adequado (mesa para digitar, cadeira com acento
e encosto ajustável, giratória e com apoio para os braços e descanso para os
ERGONÔMICOS pés);
Recomenda-se uma análise ergonômica dos postos de trabalho por um
profissional habilitado.
Em atividades com o computador deve-se: posicionar o monitor 50 a 60
centímetros dos olhos; o topo do monitor deve estar na altura dos olhos ou
ligeiramente abaixo; a sala deve estar bem iluminada; minimizar os reflexos na
tela alterando a posição do monitor ou das luzes; evitar o ofuscamento; cuidar
com luzes incidindo direto sobre os olhos (como luminárias de mesa); se
necessário, utilizar um filtro antirreflexo na tela do computador; descansos
periódicos são importantes recomenda-se uma pausa de 10 minutos para cada

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50 minutos trabalhados.
O uso do computador requer longos períodos com cabeça, olhos e corpo imóveis,
o que costuma ser fatigante.
Manter as medidas de controle existentes;
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades;
MECÂNICOS
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho e uso de
calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de jaleco no setor.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
MEDIDAS
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
ADMINISTRATIVAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem cono das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de proteção
incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante, bota de
borracha, touca) e vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a
segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde
e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho dessas atividades.

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 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pela ‘copeira’ do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não
previamente esterilizados);

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Unidade Funcional: Nutrição e Dietética


Cargo ou Função: Supervisora de Copa, Supervisora de Cozinha e Nutricionista de Produção

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Nutricionista de Produção

 Planejar, elaborar e avaliar os cardápios, adequando-os as necessidades e ao perfil epidemiológico


da clientela atendida, visando respeitar hábitos alimentares;
 Planejar, coordenar e supervisionar as atividades de seleção de fornecedores, procedência dos
alimentos, bem como sua compra, recebimento e armazenamento de alimentos;
 Coordenar e executar cálculos de valor nutritivo, rendimento e custo das refeições e preparações
culinárias;
 Planejar, implantar, coordenar e supervisionar as atividades de pré-preparo, preparo,
porcionamento, distribuição e transporte de refeições e/ou preparações culinárias;
 Estabelecer e implantar procedimentos operacionais padronizados e métodos de controle de
qualidade de alimentos, em conformidade com a legislação vigente;
 Elaborar e implantar o Manual de Boas Práticas, avaliando e atualizando os procedimentos
operacionais padronizados (POP) sempre que necessário;
 Planejar, implantar, coordenar e supervisionar as atividades de higienização pessoal, de ambientes,
equipamentos e utensílios;
 Planejar, coordenar, supervisionar e/ou executar programas de treinamento, atualização e
aperfeiçoamento de colaboradores;

Supervisora de Copa

 Supervisão de todas as atividades relacionadas ao serviço de copa;


 Supervisionar e acompanhar as copeiras, quanto a retiradas das dietas no censo e distribuição das
refeições;
 Planejar, coordenar e supervisionar os pedidos de compra de materiais, utensílios e equipamentos
para o uso nas copas;
 Organizar, supervisionar e acompanhar as bandejas de refeições dos pacientes de acordo com os
tipos de dietas;
 Repor, organizar e higienizar a cantina, bem como seus equipamentos.

Supervisora de Cozinha

 Supervisão de todas as atividades relacionadas ao serviço de cozinha;


 Supervisionar e acompanhar as cozinheiras e auxiliares, quanto ao pré-preparo, preparo e
distribuição das atividades;
 Planejar e supervisionar as escalas de trabalho;
 Realizar a contratação e demissão de funcionários, juntamente com o gerente do setor;

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IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos X Químicos X Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Físicos Ruído e Calor
Químicos Produtos químicos
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e estresse.
Mecânicos Queda, cortes e colisões.
FONTE GERADORA DOS RISCOS
Ruído – máquinas e equipamentos do setor
Físicos
Umidade – higienização de alimentos, utensílios de cozinha e do setor.
Químicos Produtos químicos utilizados na higienização de utensílios do setor.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, trabalho em pé, repetitividade de movimentos e estresse.
Mecânicos Piso escorregadio e deslocamentos (trajetória de ida e volta)

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Físicos Irritabilidade, cansaço físico, dores no corpo.
Químicos Alergias dermatológicas e irritação das mucosas
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões e luxação.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente de máquinas e
Físico Ruído devido à maneira como realiza
equipamentos utilizados no setor
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo

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RUÍDO
Avaliação quantitativa
Nível de Ruído dB(a) OBSERVAÇÃO
68,4 dB(A) a 74,2 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

AVALIAÇÃO DO CALOR

Condição Climática da Semana: Clima quente, com poucas nuvens e muito sol.

Fonte: http://www.cpao.embrapa.br/clima

AGENTE NOCIVO - CALOR


Exposição ao calor em regime de trabalho intermitente com período de descanso em local
Avaliação quantitativa
Local avaliado Bulbo Seco Bulbo Úmido Bulbo Globo IBUTG
Fogão 30,1°C 25,7°C 32,1°C 27,8
Local de Descanso 29,6°C 25,5°C 29,8°C 26,7

Limite de Tolerância para Exposição ao Calor, em Regime de Trabalho Intermitente com Período de
Descando em Outro Local (Local de Descanso)

o O período de descanso será considerado como tempo de serviço para todos os efeitos legais;
o Para avaliação da exposição ao calor, o colaborador desenvolve suas atividades em dois locais
diferentes, mas pertencentes ao mesmo setor de trabalho (nutrição e dietética) a cada hora laborada;
Nesse sentido, entende-se como local avaliado:

a) Fogão = refere-se ao tempo a cada hora trabalhada em que a colaboradora realiza o preparo das
refeições dos pacientes e acompanhamentes do Hospital Evangélico, movimentando alimentos e
utensílios de cozinha, como panelas, bacias, talheres, marmitas térmicas, entre outros.
 Na avaliação, foi verificado que o tempo de exposição a essa condição (Fogão) onde o colaborador
permanece por 30 minutos por hora laborada

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b) Local de Descanso = considera-se como “local de descanso” o ambiente termicamente mais


ameno, com o trabalhador em pé, exercendo atividade leve, em máquina ou bancada, principalmente
com os braços.
 Na avaliação, foi verificado que a colaboradora permanece no local de descanso por 30 minutos na
hora laborada

Os limites de tolerância de acordo com o Quadro 2 do Anexo 3 da NR-15.

M (Kcal/h) MÁXIMO IBUTG


175 30,5
200 30
250 28,5
300 27,5
350 26,5
400 26
450 25,5
500 25

III. Determinação da Taxa de Metabolismo Ponderada por Hora

o As taxas de metabolismo Mt e Md serão obtidas consultando-se o “Quadro 3 - Taxa de Metabolismo


por Atividade”, pertencente ao Anexo 3 da NR-15;
o Para o calculo de Kcal/h, durante a hora trabalhada, aplica-se da fórmula abaixo:

M = Mt x Tt + Md x Td
60

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Onde:

M = taxa de metabolismo media ponderada para uma hora ;

Mt = taxa de metabolismo no local de trabalho


(Quadro 3 – Taxas de metabolismo por tipo de atividade)
Trabalho Moderado: De pé, trabalho leve em máquina ou bancada com alguma movimentação – 175 Kcal/h

Tt = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de trabalho (30 minutos)

Md = taxa de metabolismo no local de descanso (Quadro 3 – Taxas de metabolismo por tipo de atividade)
Trabalho Leve: De pé, trabalho leve, em máquina ou bancada, principalmente com os braços - 150 Kcal/h

Td = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de descanso (30 minutos)

M = (175x30) + (150x30) = (5250) + (4500) / 60 = 162,5 kcal/h


60

IV. Determinação do Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo - IBUTG


______
O IBUTG é o valor do IBUTG médio ponderado para uma hora, determinado pela seguinte fórmula:

______
IBUTG = IBUTGt x Tt + IBUTGd x Td
60

Onde:

IBUTGt - valor do IBUTG no local de trabalho;

IBUTGd - valor do IBUTG no local de descanso;

Tt = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de trabalho (5 minutos)

Td = soma dos tempos, em minutos, em que se permanece, no local de descanso (55 minutos)

______
IBUTG = (27,8 x 30) + (26,7 x 30) = (834 + 801) / 60 = 27,25
60

CONCLUSÃO QUANTO A EXPOSIÇÃO AO CALOR


De acordo com o Quadro 2 da NR-15 – Para M = 162,5 kcal/h, a atividade do reclamante não se
caracteriza como insalubre, em função dos resultados obtidos.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Produtos químicos No ambiente de trabalho,
Químico Produtos químicos utilizados na higienização devido à maneira como
de utensílios do setor. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas No ambiente de
em pé servindo variados dietéticos
inadequadas, trabalho, devido à forma
Ergonômico nutricionais aos pacientes;
monotonia e como realiza suas
Sentado realizando planejamento
estresse. atividades.
das atividades dietéticas.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Piso escorregadio, Trajeto
Queda, luxações, transito em vias públicas e
Mecânico de ida e volta ou vice-versa
cortes e colisões. devido à forma como realiza
em vias públicas.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

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 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
Luvas de látex, máscara de proteção descartável, avental permeável, bota de
QUÍMICOS
borracha e Óculos de proteção incolor.
Óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção descartável e luvas de
BIOLÓGICOS
látex.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISCOS Manter as medidas de controle existentes.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existentes.
Manter as medidas de controle existentes.
BIOLÓGICOS
Treinamentos dos colaboradores quanto aos riscos ocupacionais do setor
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros
inferiores; coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de
ERGONÔMICOS
trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
Programa de ginástica laboral.
Manter as medidas existentes;
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades
MECÂNICOS
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho e uso de
calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer os EPIs e tornar obrigatório o seu uso, Controlar seu uso.
MEDIDAS Orientação para o uso correto dos EPIs, campanha de conscientização,
ADMINISTRATIVAS Treinamentos periódico na adoção de postura correta e. Vacinas
preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de
trabalho, Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

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 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à
saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle existentes e recomendadas, como o utilizar a coifa e do sistema
de exaustão durante o preparo das refeições, e vacinas preventivas, podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causarem consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no desempenho
dessas atividades.

 Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15
Atividades e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para o
cargo de “Nutricionista” desempenhado no setor de Nutrição e Dietética do Hospital Evangélico.

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PABX

Unidade Funcional: PABX


Cargo ou Função: Telefonista Trainee, Telefone Junior e Telefonista Senior

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Operam equipamentos, atendem, transferem, cadastram e completam chamadas telefônicas locais e
estaduais, comunicando-se formalmente em português;
 Auxiliam o cliente, fornecendo informações e prestando serviços gerais.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Físicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Físicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Físicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
66,5 dB(A) a 77,7 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A

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OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Mecânico Colisão e luxação. de ida e volta em devido à forma como realiza
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades das funções do setor do PABX do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para os cargos ou
funções do PABX do PABX do Hospital Evangélico.

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Porteiro

Unidade Funcional: Porteiro


Cargos ou Funções: Porteiro Trainee, Porteiro Junior, Porteiro Pleno

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Recepcionar os pacientes, acompanhantes ou familiares no Hospital Evangélico;


 Zelar pela segurança dos pacientes, visitantes e familiares;
 Organizar a entrada e saída de familiares, acompanhantes ou visitantes nos horários de visitas aos
pacientes internados;
 Fornecer informações e orientações, quando necessário.
 Transportar em maca ou cadeira de rodas os pacientes de acordo com as suas necessidades.
 Zelar pelo patrimônio e exercer a vigilância da Instituição;
 Controlar o fluxo de pessoas na área hospitalar;
 Acompanhar os pacientes da recepção até o alojamento quando internar e do alojamento até a
recepção na “alta” hospitalar.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, monotonia, estresse, gerenciamento de conflitos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Atendimentos e transporte de pacientes portadores de diversas patologias.
Trabalha a maior parte do tempo realizando atendimento aos pacientes e familiares.
ERGONÔMICOS
Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

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POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS:


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação e aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho, devido à
Proveniente de equipamentos
Físico Ruído maneira como realiza suas
do setor
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
60,2 dB(A) a 71,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atende, recepciona manuseio
e transporta pacientes em No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico cadeira de roda e/ou maca devido à maneira como
Protozoários.
portadores de diversas realiza suas atividades.
patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada

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ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fluídos
corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS, quadro anexo ao final do PPRA. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas inadequadas, No ambiente de
realizando atendimento aos
monotonia, estresse e trabalho, devido a
Ergonômico pacientes e familiares. Quando
gerenciamento de maneira como realiza
‘sentado’ realiza prescrição de
conflitos. suas atividades.
rotina das atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Luvas e máscara descartável
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Uso de luvas e mascara descartável quando do manuseio e transporte de pacientes.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
Programa de ginástica laboral.
Manter as medidas de controle existente;
MECÂNICOS
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades e ao deslocar-se no hospital

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ou fora dele;
Treinamento quanto aos riscos existentes no local de trabalho.
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer e orientar sobre os EPI e tornar seu uso obrigatório.
MEDIDAS
Campanha de conscientização. Treinamentos periódicos na forma de
ADMINISTRATIVAS
Educação Continuada (NR-32). Vacinas preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (máscara de
proteção, luvas descartáveis, calçado de segurança antiderrapante) e vacinas preventivas, podem propiciar
melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causarem consequências à saúde e a integridade física dos colaboradores envolvida no desempenho dessas
atividades dos “Porteiros” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pelos ‘Porteiros” do Hospital
Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Posto I e Posto II
Unidade Funcional: Posto I e II
Cargos ou Funções
Auxiliar de Enfermagem I e III; Técnico de Enfermagem I e II, Enfermeiro I, Gerente de Enfermagem

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Gerente de Enfermagem

 Responsável pela coordenação dos serviços de enfermagem, monitorando o processo de trabalho


para o cumprimento de normas técnicas, administrativas e legais.
 Supervisão de equipes, realizando a distribuição e controle de tarefas, assim como a elaboração da
escala mensal e diária dos funcionários.
 Acompanhamento das ações de enfermagem na padronização de normas e procedimentos internos
e elaboração de manuais e protocolos, visando garantir a qualidade da assistência aos pacientes e
familiares.

Enfermeiro I

 Receber o plantão, realizar visitas a todos os pacientes internados em sua unidade, verificar o estado
geral, priorizar as necessidades do paciente e delegar atividades aos demais membros da equipe de
enfermagem;
 Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem em seus serviços e
setores;
 Elaborar escalas de serviço, diária, mensal e do seu turno de trabalho;
 Orientar e supervisionar a equipe de enfermagem quanto ao uso de materiais e equipamentos;
 Supervisionar e realizar estoque adequado dos medicamentos, materiais e equipamentos da
unidade;
 Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do seu turno;
 Avaliar a necessidade de capacitação e aprimoramento em serviço e solicitar ao chefe da unidade a
realização dos mesmos em conjunto com a educação continuada;
 Fazer prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis
comunicando a CCIRAS;
 Auxiliar os membros da equipe de saúde na realização de procedimentos;
 Supervisionar os procedimentos técnicos e os registros feitos pelos membros da equipe de
enfermagem e assinar colocando número do COREN;
 Realizar a admissão do paciente na unidade; cuidados diretos a pacientes graves; curativos
complexos e de cateteres venosos profundos; instalação de p.v.c.; balanço hídrico, intervindo diante de
desequilíbrio; sondagem nasogástrica, nasojejunal e vesical;
 Instalar e trocar frascos e drenagens torácicas; controle de medicamentos de psicotrópicos e
entorpecentes; instalação de quimioterápicos; troca de frascos de nutrição parenteral; sistematização
da assistência de enfermagem;

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 Promover orientação e acompanhamento quanto ao preparo para cirurgia e exames


complementares; registros dos procedimentos realizados no prontuário do paciente;
 Realizar a passagem de plantão do seu turno; outras atividades de mesma complexidade; fazer
curativos contaminados; atender pacientes com doenças infectas contagiosas
 Realizar demais atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Técnico em Enfermagem I e II

o Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


o Inteirar-se da escala de serviço do dia;
o Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
o Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
o Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
o Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
o Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos
devidos lugares;
o Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
o Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
o Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das
unhas); controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente;
controle de peso; aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com
os pacientes no prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia
periférica, glicosúria e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal,
trocando o sistema conforme rotina; nebulizações;
o Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao
mesmo serviço;
o Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
o Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para
exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-
morte para o local designado;
o Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
o Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
o Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
o Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
o Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
o Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

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Auxiliar de Enfermagem I e III

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia, prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob
orientação do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica, aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves, aplicar medidas de conforto e fazer
prevenção de úlceras de decúbito;
 Administrar dieta por sondas ‘sng’ e ‘sne’ e jejunostomia, gastrostomia, auxiliar e ou administrar a
alimentação por via oral;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos
devidos lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Realizar cuidados no pré e pós-operatório mediato e imediato; levar e buscar os pacientes nos
diversos serviços e setores do Hospital Evangélico, quando solicitado;
 Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.

Outras ações previstas:

 Higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas); controle
hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações; buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o
uso devolvê-los ao mesmo serviço; buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os
mesmos nos respectivos lugares; auxiliar o enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar
coleta de material para exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e
levar o corpo pós-morte para o local designado; manter em ordem o material de uso e equipamentos
da unidade; confeccionar e embalar materiais de consumo; comunicar ao enfermeiro situações de
emergência; providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias; acompanhar pacientes em
realização de exames fora do Hospital Evangélico, transferências externas; circular em sala cirúrgica;
realizar limpeza, desinfecção e esterilização de materiais, equipamentos e ambiente. Auxiliar o
enfermeiro e ou técnico de enfermagem na execução de programas de educação a saúde; realizar
tarefas de mesmo nível e complexibilidade delegadas pelo enfermeiro; executar tarefas referentes a
conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos; executar a prescrição de enfermagem.
Fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto contagiosas. As atribuições
previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986 – decreto n° 94.406, de
08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de enfermagem), são
desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº.
94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

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IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e
ERGONÔMICOS
mobiliários defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico,
QUÍMICOS
soda cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de
BIOLÓGICOS
diversas patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS,
BIOLÓGICOS
Rubéola, Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de
Proveniente das máquinas de lavar trabalho, devido à
Físico Ruído
roupas (processamento) maneira como realiza
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
60,1 dB(A) a 72,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto
ao uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas Trabalha a maior parte do tempo No ambiente de
Ergonômico inadequadas, em pé realizando atendimento aos trabalho, devido a
Monotonia, Estresse pacientes e Familiares, Sentado maneira como

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e Gerenciamento de realizando prescrição de rotina das realiza suas


conflitos. atividades, Transporte e manuseio atividades.
de paciente em maca e/ou cadeira
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu
descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar
exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna
ERGONÔMICOS cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar
práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-

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versa, solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de
dispositivos de transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado
possa comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados
meios mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e
procedimentos corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existentes no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer
cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da unidade funcional
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de
trabalho, Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à
saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, mascara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvido no desempenho dessas atividades nos Postos de Enfermagem I e II do Hospital
Evangélico.

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 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
máximo, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas nos Postos de Enfermagem I e II
do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados);

OBSERVAÇÃO

Caso a Instituição tenha quarto ou apartamento destinado a “isolamento”, os colaboradores que laboram
nesta condição mesmo que em regime de trabalho contínuo ou escala de trabalho ou revezamento ou
plantão, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja, 40% do salário
mínimo vigente para as funções exercidas nos Postos de Enfermagem I e II do Hospital Evangélico.
Insalubridade de grau máximo

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Pronto Socorro
Unidade Funcional: Pronto Socorro

Cargos ou Funções: Enfermeiro I, Técnico em Enfermagem I e II; Técnico em Imobilização Ortopédica I e II;
Auxiliar de Enfermagem III

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Enfermeiro I

 Receber o plantão, realizar visitas a todos os pacientes internados em sua unidade, verificar o estado
geral, priorizar as necessidades do paciente e delegar atividades aos demais membros da equipe de
enfermagem;
 Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem em seus serviços e
setores;
 Elaborar escalas de serviço, diária, mensal e do seu turno de trabalho;
 Orientar e supervisionar a equipe de enfermagem quanto ao uso de materiais e equipamentos;
 Supervisionar e realizar estoque adequado dos medicamentos, materiais e equipamentos da unidade;
 Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do seu turno;
 Avaliar a necessidade de capacitação e aprimoramento em serviço e solicitar ao chefe da unidade a
realização dos mesmos em conjunto com a educação continuada;
 Fazer prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis
comunicando a CCIRAS;
 Auxiliar os membros da equipe de saúde na realização de procedimentos;
 Supervisionar os procedimentos técnicos e os registros feitos pelos membros da equipe de
enfermagem e assinar colocando número do COREN;
 Realizar a admissão do paciente na unidade; cuidados diretos a pacientes graves; curativos complexos
e de cateteres venosos profundos; instalação de p.v.c.; balanço hídrico, intervindo diante de
desequilíbrio; sondagem nasogástrica, nasojejunal e vesical;
 Instalar e trocar frascos e drenagens torácicas; controle de medicamentos de psicotrópicos e
entorpecentes; instalação de quimioterápicos; troca de frascos de nutrição parenteral; sistematização
da assistência de enfermagem;
 Promover orientação e acompanhamento quanto ao preparo para cirurgia e exames complementares;
registros dos procedimentos realizados no prontuário do paciente;
 Realizar a passagem de plantão do seu turno; outras atividades de mesma complexidade; fazer
curativos contaminados; atender pacientes com doenças infectas contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Técnico em Enfermagem I e II

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia;
 Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;

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 Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de


oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
 Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
 Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de
peso; aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações;
 Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo
serviço;
 Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
 Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
 Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
 Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
 Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
 Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
 Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
 Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
 Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

Auxiliar de Enfermagem I e III

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia, prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação
do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica, aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves, aplicar medidas de conforto e fazer
prevenção de úlceras de decúbito;
 Administrar dieta por sondas ‘sng’ e ‘sne’ e jejunostomia, gastrostomia, auxiliar e ou administrar a
alimentação por via oral;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos
devidos lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;

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 Realizar cuidados no pré e pós-operatório mediato e imediato; levar e buscar os pacientes nos
diversos serviços e setores do Hospital Evangélico, quando solicitado;
 Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.

Imobilização Ortopédica I e II

 Confeccionar e retirar aparelhos gessados, talas gessadas (goteiras, calhas) e enfaixamentos com uso
de material convencional e sintético (resina de fibra de vidro);
 Executar imobilizações com uso de esparadrapo e talas digitais (imobilizações para os dedos);
 Preparar e executar trações cutâneas,
 Auxiliar o médico ortopedista na instalação de trações esqueléticas e nas manobras de redução
manual;
 Preparar sala para pequenos procedimentos fora do centro cirúrgico, como pequenas suturas e
anestesia local para manobras de redução manual, punções e infiltrações;
 Manter permanente comunicação com a equipe de trabalho do Pronto Socorro;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico,
QUÍMICOS
soda cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites.

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Doenças infectocontagiosas, como: tuberculose, hepatite, meningite, aids, rubéola,


BIOLÓGICOS
catapora, sarampo, pseudomona, estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação e aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente das máquinas de lavar
Físico Ruído devido à maneira como
roupas (processamento)
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
60,1 dB(A) a 72,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS:


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser

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acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto
ao uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

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 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA
FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu
descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar
exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna
cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar
práticas desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-
versa, solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de
dispositivos de transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado
ERGONÔMICOS possa comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados
meios mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e
procedimentos corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer
cumprir).
MEDIDAS
Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da unidade funcional
Vacinas preventivas

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros


MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de
trabalho, Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à
saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades no Pronto Socorro do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em
grau máximo, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas nos Pronto Socorro do
Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não
previamente esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

OBSERVAÇÃO

Caso a Instituição tenha quarto ou apartamento destinado a “isolamento”, os colaboradores que laboram
nesta condição mesmo que em regime de trabalho contínuo ou escala de trabalho ou revezamento ou
plantão, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau máximo, ou seja, 40% do salário
mínimo vigente para as funções exercidas nos Postos de Enfermagem I e II do Hospital Evangélico.
Insalubridade de grau máximo

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Recepção

Unidade Funcional: Recepção


Cargos ou Funções:
Auxiliar Administrativo II, Auxiliar Administrativo IV, Supervisor Administrativo, Recepcionista Trainee,
Recepcionista Junior, Recepcionista Senior, Gerente de Recepção

DESCRIÇÃO DAS PRINCIPAIS ATIVIDADES DA RECEPÇÃO

 Prestar informações com clareza e objetividade sobre o atendimento do Hospital Evangélico e


Hospital da Vida;
 Realizar atendimento inicial ao paciente e também aos acompanhamentos e familiares;
 Fazer registros, preencher formulários e demais informações cadastrais referentes ao controle dos
pacientes na Instituição em níveis ambulatoriais, de emergência e de internações, de acordo com os
procedimentos do setor;
 Promover o atendimento telefônico;
 Organizar, protocolar e arquivar os documentos dos pacientes atendidos na recepção hospitalar;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, levantamento manual de peso repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, levantamento manual de peso repetitividade de movimentos.
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

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POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
60,5 dB(A) a 69,7 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas, Trabalho sentado na
No ambiente de trabalho,
levantamento manual maioria do tempo,
Ergonômico devido à forma como realiza
de peso repetitividade digitalizando relatórios e
suas atividades.
de movimentos. realizando anotações.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e Piso escorregadio, Trajeto de ida
Mecânico devido à forma como realiza
luxação. e volta em deslocamentos.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Observação: Nos trabalhos de digitação, mesmo que eventual ou ocasional, adotar
postura correta e o mobiliário deve ser adequado (mesa para digitar, cadeira com
acento e encosto ajustável, giratória e com apoio para os braços e descanso para os
pés). Recomenda-se uma análise ergonômica dos postos de trabalho por um
profissional habilitado. Em atividades com o computador deve-se: posicionar o
ERGONÔMICOS monitor 50 a 60 centímetros dos olhos; o topo do monitor deve estar na altura dos
olhos ou ligeiramente abaixo; a sala deve estar bem iluminada; minimizar os reflexos
na tela alterando a posição do monitor ou das luzes; evitar o ofuscamento; cuidar
com luzes incidindo direto sobre os olhos (como luminárias de mesa); se necessário,
utilizar um filtro antirreflexo na tela do computador; descansos periódicos são
importantes recomenda-se uma pausa de 10 minutos para cada 50 minutos
trabalhados. O uso do computador requer longos períodos com cabeça, olhos e
corpo imóveis, o que costuma ser fatigante, Incentivar práticas desportivas
(caminhadas), Programa de ginástica laboral e Calçado antiderrapante.
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Tornar obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
Normas NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Regulamentadoras NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais

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NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.


NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas”, uso de calçado com solado antiderrapante e as
vacinas preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança
neutralizando e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade
física dos trabalhadores envolvidos no desempenho das funções administrativas exercidas na Recepção do
Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções
administrativas exercidas na Recepção Do Hospital Evangélico.

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Recepção do Ambulatório
Unidade Funcional: Recepção do Ambulatório
Cargo ou Função: Porteiro Trainee

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

 Zelar pela segurança dos pacientes, visitantes e familiares;


 Fornecer informações e orientações, quando necessário.
 Transportar em maca ou cadeira de rodas os pacientes de acordo com as suas necessidades.
 Zelar pelo patrimônio e exercer a vigilância da Instituição;

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, monotonia, estresse, gerenciamento de conflitos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Atendimentos e transporte de pacientes portadores de diversas patologias.
Trabalha a maior parte do tempo realizando atendimento aos pacientes e familiares.
ERGONÔMICOS
Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação e aquisição de doenças contagiosas.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho, devido à
Proveniente de equipamentos
Físico Ruído maneira como realiza suas
do setor
atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
62,6 dB(A) a 74,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atende, recepciona manuseio
e transporta pacientes em No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico cadeira de roda e/ou maca devido à maneira como
Protozoários.
portadores de diversas realiza suas atividades.
patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo


(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas inadequadas, No ambiente de
realizando atendimento aos
monotonia, estresse e trabalho, devido a
Ergonômico pacientes e familiares. Quando
gerenciamento de maneira como realiza
‘sentado’ realiza prescrição de
conflitos. suas atividades.
rotina das atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Luvas e máscara descartável
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Uso de luvas e mascara descartável quando do manuseio e transporte de pacientes.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
Programa de ginástica laboral.
Manter as medidas de controle existente;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades e ao deslocar-se no hospital
MECÂNICOS ou fora dele;
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho.
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer e orientar sobre os EPI e tornar seu uso obrigatório.
MEDIDAS
Campanha de conscientização. Treinamentos periódicos na forma de
ADMINISTRATIVAS
Educação Continuada (NR-32). Vacinas preventivas.
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NORMAS NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
REGULAMENTADORAS NR 17 - Ergonomia.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.


NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (máscara de
proteção, luvas descartáveis, calçado de segurança antiderrapante) e vacinas preventivas, podem propiciar
melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou
causarem consequências à saúde e a integridade física dos colaboradores envolvida no desempenho dessas
atividades do “Porteiro” da Recepção do Ambulatório do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as atividades exercidas pelos “Porteiro” da Recepção do
Ambulatório do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Unidade Funcional: Recepção Ambulatório


Descrição do Cargo:
Recepcionista Trainee, Recepcionista Junior, Recepcionista Pleno, Recepcionista Sênior

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Identificação de pacientes, coleta de dados pessoais, agendamento de consulta informações aos
familiares quanto ao estado geral dos internos mediante orientação médica;
 Orientar os acompanhantes sobre a rotina de troca de acompanhantes de pacientes;
 Atender chamadas telefônicas, anotando os recados quando for necessário;
 Auxiliar em pequenas tarefas administrativas quando solicitado.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, levantamento manual de peso repetitividade de movimentos
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, levantamento manual de peso repetitividade de movimentos.
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
68,5 dB(A) a 78,7 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS:


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas, Trabalho sentado na
No ambiente de trabalho,
levantamento manual maioria do tempo,
Ergonômico devido à forma como realiza
de peso repetitividade digitalizando relatórios e
suas atividades.
de movimentos. realizando anotações.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e Piso escorregadio, Trajeto de ida
Mecânico devido à forma como realiza
luxação. e volta em deslocamentos.
suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
Observação: Nos trabalhos de digitação, mesmo que eventual ou ocasional, adotar
postura correta e o mobiliário deve ser adequado (mesa para digitar, cadeira com
acento e encosto ajustável, giratória e com apoio para os braços e descanso para os
pés). Recomenda-se uma análise ergonômica dos postos de trabalho por um
profissional habilitado. Em atividades com o computador deve-se: posicionar o
ERGONÔMICOS monitor 50 a 60 centímetros dos olhos; o topo do monitor deve estar na altura dos
olhos ou ligeiramente abaixo; a sala deve estar bem iluminada; minimizar os reflexos
na tela alterando a posição do monitor ou das luzes; evitar o ofuscamento; cuidar com
luzes incidindo direto sobre os olhos (como luminárias de mesa); se necessário, utilizar
um filtro antirreflexo na tela do computador; descansos periódicos são importantes
recomenda-se uma pausa de 10 minutos para cada 50 minutos trabalhados. O uso do
computador requer longos períodos com cabeça, olhos e corpo imóveis, o que
costuma ser fatigante, Incentivar práticas desportivas (caminhadas), Programa de
ginástica laboral e Calçado antiderrapante.
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Tornar obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas”, uso de calçado com solado antiderrapante e as vacinas
preventivas podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando
e/ou minimizando riscos que possam gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos
trabalhadores envolvidos no desempenho das funções administrativas exercidas na Recepção do
Ambulatório do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções
administrativas exercidas na Recepção do Ambulatório do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Secretaria e Superintendência

Unidade Funcional: Superintendência


Cargos ou Funções:
Secretária da Superintendência, Assessor de Imprensa, Assistente Social, Gerente Administrativo,
Psicóloga, Auxiliar Capelão e Vice Superintendente Corporativo.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS


 Dirigem o fluxo financeiro da empresa;
 Implementam o orçamento empresarial e administram recursos humanos;
 Controlam patrimônio, suprimentos e logística e supervisionam serviços complementares;
 Coordenam serviços de contabilidade e controladoria e elaboram planejamento da empresa

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos.
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fisicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Podem gerar distúrbios psicológicos, fisiológicos e provocar danos a saúde do
colaborador porque produzem alterações no organismo e no estado emocional,
Ergonômicos podendo comprometer sua produtividade por cansaço físico, dores musculares,
hipertensão arterial, alteração do sono, diabetes, doenças nervosas, taquicardia,
doenças do aparelho digestivo, tensão, ansiedade, problemas de coluna, entre outros.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
56,1dB(A) a 70,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3).

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades nos setores de ‘Secretaria’ e ‘Superintendência’ do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos nos setores de ‘Secretaria’ e ‘Superintendência’ do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Serviço de Prontuário de Pacientes

Unidade Funcional: Serviço de Prontuário de Pacientes - SPP


Cargos ou Funções: Assessor Jurídico, Auxiliar de SPP

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS


 Realizam estatísticas, recolhem todas as fichas do atendimento diário do Hospital;
 Tiram cópias e carimbam todas as fichas, repassam para o CSO com as guias e originais carimbadas;
 Efetuam arquivamento de prontuários e digitalizações diversas.

Máquinas e equipamentos utilizados: telefone, computador e material de escritório.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


Físicos Químicos Biológicos Ergonômicos X Mecânicos X

AGENTE DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Posturas inadequadas, gerenciamento de conflitos e repetitividade de movimentos.
Mecânicos Queda e Colisões.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Postura inadequada, repetitividade de movimentos e estresse
Deslocamento no trajeto de ida e volta ou vice-versa no transito de veículos em vias
Mecânicos
públicas.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


Habitual Habitual Permanente X Habitual Intermitente

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


Fiscos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
Químicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Podem gerar distúrbios psicológicos, fisiológicos e provocar danos a saúde do
colaborador porque produzem alterações no organismo e no estado emocional,
Ergonômicos podendo comprometer sua produtividade por cansaço físico, dores musculares,
hipertensão arterial, alteração do sono, diabetes, doenças nervosas, taquicardia,
doenças do aparelho digestivo, tensão, ansiedade, problemas de coluna, entre outros.
Mecânicos Queda, colisões, luxação e fratura.

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RUÍDO
Avaliação quantitativa
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
56,1dB(A) a 67,4 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS:


ALTA MÉDIA BAIXA X

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Posturas inadequadas,
No ambiente de trabalho,
monotonia e Trabalho a maior parte do
Ergonômico devido à forma como realiza
gerenciamento de tempo ‘sentado’.
suas atividades.
conflitos
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.
IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto No ambiente de trabalho,
Queda, colisão e
Mecânico de ida e volta em devido à forma como realiza
luxação.
deslocamentos. suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


Fiscos Não encontrados no momento da avaliação.
Químicos Não encontrados no momento da avaliação.
Biológicos Não encontrados no momento da avaliação.
Ergonômicos Não encontrados no momento da avaliação.
Mecânicos Placas de sinalização – piso escorregadio.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISCOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
BIOLÓGICOS Não necessário.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho;
Realizar exercícios de alongamento para membros superiores, membros inferiores,
ERGONÔMICOS
coluna cervical e dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho;
Incentivar práticas desportivas (caminhadas);
MECÂNICOS Uso de calçado fechado com solado antiderrapante;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades, especialmente no
deslocamento em vias publicas;
Participar de treinamentos quanto aos riscos existentes no setor de trabalho.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Participar de campanha de conscientização e programas de educação continuada
Medidas promovida pelo Hospital Evangélico;
Administrativas Torna obrigatório o uso do calçado antiderrapante no setor de trabalho e nos
hospital; Vacinas preventivas.
Exames periódicos: Anamnese, físico e outros exames a critério do Médico do
Medidas Médicas
Trabalho. Afastamento do local de trabalho, revezamento ou troca de setor.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
Normas NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
Regulamentadoras NR 9 – Prevenção dos Riscos Ambientais
NR 15 – Atividades e Operações Insalubres.
NR 17 – Ergonomia.

 CONSIDERAÇÕES

Após a avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, compreende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com as “Medidas de Controle Recomendadas” e as vacinas preventivas podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causar consequências à saúde e a integridade física dos trabalhadores envolvidos no
desempenho das atividades no “Serviço de Prontuário de Pacientes - SPP” do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade

Em face da inexistência de atividades fixadas como insalubre de acordo com os Anexos da NR-15 Atividades
e Operações Insalubres, fica descaracterizado o direito ao adicional de insalubridade para as funções ou
cargos exercidos no “Serviço de Prontuário de Pacientes - SPP” do Hospital Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

SESMT Serviços Esp. em Engª de Segurança e Medicina do


Trabalho
Unidade Funcional:
SESMT Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho
Cargos ou Funções
Técnico em Segurança do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho, Fisioterapeuta (Ergonomia do Trabalho),
Médico do Trabalho e Engenheiro de Segurança do Trabalho.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES


 Inspecionam os setores, instalações e equipamentos do Hospital Evangélico e Hospital da Vida,
observando as condições de trabalho para determinar fatores de risco de acidentes;
 Estabelecem normas e procedimentos de segurança do trabalho;
 Sugerem modificações nos equipamentos e instalações, verificando seus riscos para prevenir os
acidentes de trabalho;
 Elaboram os programas do Hospital Evangélico e Hospital da Vida, previstos na NR-9 Prevenção dos
Riscos Ambientais, NR-7 Programa de Controle Médico da Saúde Ocupacional e Laudo Técnico das
Condições Ambientais de Trabalho.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
ERGONÔMICOS Posturas inadequadas, monotonia, gerenciamento de conflitos e estresse.
MECÂNICOS Queda, colisões, corte e perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Inspeções em extintores dos hospitais e orientações a equipe de trabalho nos setores
BIOLÓGICOS
com pacientes portadores de diversas patologias.
Trabalho a maior parte do tempo em pé realizando inspeções e ‘sentado’ elaborando
ERGONÔMICOS
documentos elaborando documentos do setor.
MECÂNICOS Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Contaminação, aquisição de doenças contagiosas, micoses, infecções e alergias
ERGONÔMICOS Cansaço, perda da concentração, dores lombares e dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, luxação e contusões.

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Proveniente de conversas e No ambiente de trabalho,
Físico Ruído equipamentos de análises devido à maneira como
laboratoriais. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propaga-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
58,1 dB(A) a 75,5 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR-9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária. Dose
100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas preventivas,
conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA MÉDIA X BAIXA

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Inspeções em extintores dos
hospitais e orientações a equipe No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e
Biológico de trabalho nos setores com devido à maneira como
Protozoários.
pacientes portadores de realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fluídos
corpóreos potencialmente infectados.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalho a maior parte do tempo
No ambiente de trabalho,
Posturas em pé realizando inspeções e
Ergonômico devido a maneira como
inadequadas ‘sentado’ elaborando documentos
realiza suas atividades.
elaborando documentos do setor.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas


atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Piso escorregadio, Trajeto de
No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões, ida e volta ou vice-versa,
Mecânico devido à maneira que
Corte e Perfuração. Manuseio com materiais
realiza suas atividades.
perfuro-cortante.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
BIOLÓGICOS Máscara respiratória e luvas descartáveis.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Não necessário.
Manter a existente e treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de
BIOLÓGICOS
trabalho.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho.
OBS: Nos trabalhos de digitação, mesmo que eventual ou ocasional, adotar postura
correta e o mobiliário deve ser adequado (mesa para digitar, cadeira com acento e
encosto ajustável, giratória e com apoio para os braços e descanso para os
pés).Recomenda-se uma análise ergonômica dos postos de trabalho por um
ERGONÔMICOS profissional habilitado. Em atividades com o computador deve-se: posicionar o
monitor 50 a 60 centímetros dos olhos; o topo do monitor deve estar na altura dos
olhos ou ligeiramente abaixo; a sala deve estar bem iluminada; minimizar os reflexos
na tela alterando a posição do monitor ou das luzes; evitar o ofuscamento; cuidar
com luzes incidindo direto sobre os olhos (como luminárias de mesa); se necessário,
utilizar um filtro antirreflexo na tela do computador; descansos periódicos são
importantes recomenda-se uma pausa de 10 minutos para cada 50 minutos
trabalhados. O uso do computador requer longos períodos com cabeça, olhos e

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

corpo imóveis, o que costuma ser fatigante, Incentivar práticas desportivas


(caminhadas), Programa de ginástica laboral
MECÂNICOS Manter as medidas de controle existente, uso de calçado antiderrapante e capacete
de segurança

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
MEDIDAS Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
ADMINISTRATIVAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entende-se que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas,
em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos
trabalhadores.
Com a adoção das Medidas de Controle Recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (capacete de
segurança, máscara e luvas descartável, calçado de segurança antiderrapante), podem propiciar melhor
desempenho das atividades, garantindo a segurança neutralizando e/ou minimizando riscos que possam
gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos colaboradores no desempenho
dessas atividades.

 Adicional de Insalubridade

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para os colaboradores do setor do SESMT do Hospital
Evangélico.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados);

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

Supervisão de Enfermagem
Unidade Funcional: Supervisão de Enfermagem
Cargos ou Funções: Enfermeiro Auditor de Contas Médicas, Enfermeiro I e Técnico em Enfermagem II

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

o Realiza a auditoria interna de enfermagem do Hospital Evangélico: leitura de análise dos prontuários;
o Realiza auditoria concorrente e retrospectiva avaliação de desempenho dos funcionários de sua
responsabilidade;
o Participam de reuniões administrativas e promovem inter-relacionamento entre as equipes de
enfermagem.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e Mobiliários
ERGONÔMICOS
defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico, soda
QUÍMICOS
cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS:


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.


MECÂNICOS Fratura, Luxação, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente das máquinas de lavar
Físico Ruído devido à maneira como
roupas (processamento)
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
60,1 dB(A) a 72,9 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA

 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada


ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em sua deterioração ou não uso do EPI apropriado e
exatidão por ser dependente do tipo e da potencia recomendado.
de cada agente, pois a incubação, dependente do
agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a necessidade persistirem no ambiente durante anos.
de medidas emergenciais quanto ao uso
obrigatório e corretas dos EPI pelos profissionais
da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

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IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

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MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa comprometer
ERGONÔMICOS a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios mecânicos
apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos corretos de
levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre respeitando
o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da unidade funcional
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

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Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições realizadas,
entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou corretivas, em virtude
da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades exercidas pela “Supervisão de Enfermagem” no
Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau médio

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
médio, ou seja, 20% do salário mínimo vigente para as funções exercidas pela “Supervisão de Enfermagem”
no Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

- hospitais, serviços de emergência, enfermarias, ambulatórios, postos de vacinação e outros


estabelecimentos destinados aos cuidados da saúde humana (aplica-se unicamente ao pessoal que tenha
contato com os pacientes, bem como aos que manuseiam objetos de uso desses pacientes, não previamente
esterilizados);

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Unidade de Tratamento Intensivo – UTI


Unidade Funcional: Unidade de Tratamento Intensivo - UTI
Cargos ou Funções
Enfermeiro I, Enfermeiro II, Técnico em Enfermagem I e II; Auxiliar de Enfermagem III

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Enfermeiro I e II
o Receber o plantão, realizar visitas a todos os pacientes internados em sua unidade, verificar o estado
geral, priorizar as necessidades do paciente e delegar atividades aos demais membros da equipe de
enfermagem;
o Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem em seus serviços e
setores;
o Elaborar escalas de serviço, diária, mensal e do seu turno de trabalho;
o Orientar e supervisionar a equipe de enfermagem quanto ao uso de materiais e equipamentos;
o Supervisionar e realizar estoque adequado dos medicamentos, materiais e equipamentos da unidade;
o Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do seu turno;
o Avaliar a necessidade de capacitação e aprimoramento em serviço e solicitar ao chefe da unidade a
realização dos mesmos em conjunto com a educação continuada;
o Fazer prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis
comunicando a CCIRAS;
o Auxiliar os membros da equipe de saúde na realização de procedimentos;
o Supervisionar os procedimentos técnicos e os registros feitos pelos membros da equipe de
enfermagem e assinar colocando número do COREN;
o Realizar a admissão do paciente na unidade; cuidados diretos a pacientes graves; curativos complexos
e de cateteres venosos profundos; instalação de p.v.c.; balanço hídrico, intervindo diante de
desequilíbrio; sondagem nasogástrica, nasojejunal e vesical;
o Instalar e trocar frascos e drenagens torácicas; controle de medicamentos de psicotrópicos e
entorpecentes; instalação de quimioterápicos; troca de frascos de nutrição parenteral; sistematização
da assistência de enfermagem;
o Promover orientação e acompanhamento quanto ao preparo para cirurgia e exames complementares;
registros dos procedimentos realizados no prontuário do paciente;
o Realizar a passagem de plantão do seu turno; outras atividades de mesma complexidade; fazer
curativos contaminados; atender pacientes com doenças infectas contagiosas;
o Realizar demais atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Técnico em Enfermagem I e II
o Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;
o Inteirar-se da escala de serviço do dia;
o Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
o Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;

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o Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de


oxigenioterapia;
o Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
o Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
o Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
o Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
o Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de
peso; aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações;
o Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo
serviço;
o Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
o Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
o Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
o Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
o Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
o Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
o Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
o Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
o Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

Auxiliar de Enfermagem I e II

 Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;


 Inteirar-se da escala de serviço do dia, prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação
do enfermeiro;
 Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
 Realizar curativos de menor complexidade técnica, aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
 Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves, aplicar medidas de conforto e fazer prevenção
de úlceras de decúbito;
 Administrar dieta por sondas ‘sng’ e ‘sne’ e jejunostomia, gastrostomia, auxiliar e ou administrar a
alimentação por via oral;
 Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
 Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;

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 Realizar cuidados no pré e pós-operatório mediato e imediato; levar e buscar os pacientes nos
diversos serviços e setores do Hospital Evangélico, quando solicitado;
 Observar, reconhecer e descrever sinais e sintomas.

Outras ações previstas:

 Higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas); controle
hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações; buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o
uso devolvê-los ao mesmo serviço; buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os
mesmos nos respectivos lugares; auxiliar o enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar
coleta de material para exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e
levar o corpo pós-morte para o local designado; manter em ordem o material de uso e equipamentos
da unidade; confeccionar e embalar materiais de consumo; comunicar ao enfermeiro situações de
emergência; providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias; acompanhar pacientes em
realização de exames fora do Hospital Evangélico, transferências externas; circular em sala cirúrgica;
realizar limpeza, desinfecção e esterilização de materiais, equipamentos e ambiente. Auxiliar o
enfermeiro e ou técnico de enfermagem na execução de programas de educação a saúde; realizar
tarefas de mesmo nível e complexibilidade delegadas pelo enfermeiro; executar tarefas referentes a
conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos; executar a prescrição de enfermagem.
Fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto contagiosas. As atribuições
previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986 – decreto n° 94.406, de
08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de enfermagem), são
desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº.
94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e
ERGONÔMICOS
Mobiliários defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.
FONTE GERADORA DOS RISCOS
FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico,
QUÍMICOS
soda cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.

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Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas


BIOLÓGICOS
patologias.
Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e
ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente das máquinas de lavar
Físico Ruído devido à maneira como
roupas (processamento)
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
64,5 dB(A) a 75,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS


ALTA X MÉDIA BAIXA
 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO

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Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.

TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos
dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE.
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS, quadro anexo ao final do PPRA. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Queda, Colisões Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Mecânico
Corte e Perfuração. Trauma e Aquisição de devido a maneira que

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

doenças contagiosas. realiza suas atividades.


ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.

MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADAS


FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa
ERGONÔMICOS comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios
mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos
corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter as ‘Medidas de Controle Existentes”
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
MECÂNICOS Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.

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LAUDO TÉCNICO DAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE TRABALHO – LTCAT

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS


Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
MEDIDAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
ADMINISTRATIVAS acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos
operacionais da unidade funcional
Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
MEDIDAS MÉDICAS exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
Revezamento ou Troca de setor.
NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.
NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à saúde
dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, mascara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvido no desempenho dessas atividades nos Postos de Enfermagem I e II do Hospital
Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau máximo

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em grau
máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para as funções exercidas na Unidade de Tratamento
Intensivo (UTI) do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

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Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não previamente
esterilizadas.

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Unidade de Tratamento Intensivo - Neonatal


Unidade Funcional: Unidade de Tratamento Intensivo – UTI Neonatal
Cargos ou Funções
Enfermeiro I, Enfermeiro II, Técnico em Enfermagem I e Técnico de Enfermagem II e Gerente de
Enfermagem

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES

Gerente de Enfermagem

 Responsável pela coordenação dos serviços de enfermagem, monitorando o processo de trabalho


para o cumprimento de normas técnicas, administrativas e legais.
 Supervisão de equipes, realizando a distribuição e controle de tarefas, assim como a elaboração da
escala mensal e diária dos funcionários.
 Acompanhamento das ações de enfermagem na padronização de normas e procedimentos internos
e elaboração de manuais e protocolos, visando garantir a qualidade da assistência aos pacientes e
familiares.

Enfermeiro I e II
o Receber o plantão, realizar visitas a todos os pacientes internados em sua unidade, verificar o estado
geral, priorizar as necessidades do paciente e delegar atividades aos demais membros da equipe de
enfermagem;
o Planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar a assistência de enfermagem em seus serviços e
setores;
o Elaborar escalas de serviço, diária, mensal e do seu turno de trabalho;
o Orientar e supervisionar a equipe de enfermagem quanto ao uso de materiais e equipamentos;
o Supervisionar e realizar estoque adequado dos medicamentos, materiais e equipamentos da unidade;
o Realizar reuniões periódicas com a equipe de enfermagem do seu turno;
o Avaliar a necessidade de capacitação e aprimoramento em serviço e solicitar ao chefe da unidade a
realização dos mesmos em conjunto com a educação continuada;
o Fazer prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis
comunicando a CCIRAS;
o Auxiliar os membros da equipe de saúde na realização de procedimentos;
o Supervisionar os procedimentos técnicos e os registros feitos pelos membros da equipe de
enfermagem e assinar colocando número do COREN;
o Realizar a admissão do paciente na unidade; cuidados diretos a pacientes graves; curativos complexos
e de cateteres venosos profundos; instalação de p.v.c.; balanço hídrico, intervindo diante de
desequilíbrio; sondagem nasogástrica, nasojejunal e vesical;
o Instalar e trocar frascos e drenagens torácicas; controle de medicamentos de psicotrópicos e
entorpecentes; instalação de quimioterápicos; troca de frascos de nutrição parenteral; sistematização
da assistência de enfermagem;
o Promover orientação e acompanhamento quanto ao preparo para cirurgia e exames complementares;
registros dos procedimentos realizados no prontuário do paciente;

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o Realizar a passagem de plantão do seu turno; outras atividades de mesma complexidade; fazer
curativos contaminados; atender pacientes com doenças infectas contagiosas;
o Realizar demais atribuições previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – decreto n° 94.406, de 08.06.1987.

Técnico em Enfermagem I e II
o Participar da passagem de plantão no início e fim do turno;
o Inteirar-se da escala de serviço do dia;
o Prestar cuidados de enfermagem ao paciente sob orientação do enfermeiro;
o Administrar medicamentos e ou tratamento prescritos;
o Realizar curativos de menor complexidade técnica; aplicar e controlar paciente em uso de
oxigenioterapia;
o Auxiliar o enfermeiro nos cuidados à pacientes graves;
o Conhecer o funcionamento dos equipamentos e zelar pela sua conservação mantendo-os nos devidos
lugares;
o Realizar preparo dos pacientes para consultas, exames e tratamento;
o Levar e buscar os pacientes nos diversos serviços e setores do hospital, quando solicitado;
o Realizar a higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas);
controle hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de
peso; aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações;
o Buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o uso devolvê-los ao mesmo
serviço;
o Buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os mesmos nos respectivos lugares;
o Auxiliar o Enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar coleta de material para exames
(urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e levar o corpo pós-morte para o
local designado;
o Manter em ordem o material de uso e equipamentos da unidade;
o Comunicar ao enfermeiro situações de emergência;
o Providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
o Acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias;
o Executar tarefas referentes a conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos;
o Atender pacientes com doenças infectos contagiosas;
o Realizar demais atribuições previstas pelo conselho regional de enfermagem, Lei n° 7.498, de
15.06.1986 – Decreto n° 94.406, de 08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem
(auxiliares de enfermagem), são desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro,
conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº. 94.406/87.

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Outras ações previstas:

 Higienização (corporal, oral, higiene íntima, couro cabeludo, tricotomia facial, das unhas); controle
hídrico; controle de sinais vitais conforme rotina e necessidade do paciente; controle de peso;
aplicação de calor e frio; enteroclisma; registros de atividades realizadas com os pacientes no
prontuário do mesmo; controle das eliminações (aspecto, cor, volume); glicemia periférica, glicosúria
e cetonúria; punções venosas periféricas; aspiração oral, e nasotraqueal, trocando o sistema
conforme rotina; nebulizações; buscar e levar materiais no centro de material e esterilização e após o
uso devolvê-los ao mesmo serviço; buscar medicamentos na farmácia, conferindo-os e guardar os
mesmos nos respectivos lugares; auxiliar o enfermeiro na admissão do paciente na unidade; realizar
coleta de material para exames (urina, fezes, secreções) encaminhando aos serviços afins; preparar e
levar o corpo pós-morte para o local designado; manter em ordem o material de uso e equipamentos
da unidade; confeccionar e embalar materiais de consumo; comunicar ao enfermeiro situações de
emergência; providenciar o material e auxiliar o enfermeiro ou o médico nos procedimentos;
acompanhar e posicionar pacientes para exames, tratamento e cirurgias; acompanhar pacientes em
realização de exames fora do Hospital Evangélico, transferências externas; circular em sala cirúrgica;
realizar limpeza, desinfecção e esterilização de materiais, equipamentos e ambiente. Auxiliar o
enfermeiro e ou técnico de enfermagem na execução de programas de educação a saúde; realizar
tarefas de mesmo nível e complexibilidade delegadas pelo enfermeiro; executar tarefas referentes a
conservação e aplicação de vacinas e outros medicamentos; executar a prescrição de enfermagem.
Fazer curativos contaminados; atender pacientes com doenças infecto contagiosas. As atribuições
previstas pelo Conselho Regional de Enfermagem, Lei n° 7.498, de 15.06.1986 – decreto n° 94.406, de
08.06.1987. As atividades desenvolvidas pela enfermagem (auxiliares de enfermagem), são
desempenhadas sob orientação ou supervisão do enfermeiro, conforme lei nº. 7.498/86 e decreto nº.
94.406/87.

Máquinas e Equipamentos Utilizados: esfigmomanômetro, estetoscópio, refrigerador, endoscópio,


tesouras, anoscópios, torpedo de oxigênio, agulhas, seringas, lâminas de bisturi, eletrocautério, entre
outros.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS


FISICOS QUÍMICOS X BIOLÓGICOS X ERGONÔMICOS X MECÂNICOS X

AGENTE DOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Produtos químicos.
BIOLÓGICOS Vírus, Bactérias e Protozoários.
Posturas inadequadas, Monotonia, Estresse, Gerenciamento de conflitos e Mobiliários
ERGONÔMICOS
defeituosos.
MECÂNICOS Queda, Colisões, Corte e Perfuração.

FONTE GERADORA DOS RISCOS


FISICOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação.
Hipoclorito de sódio (1%); Detergente cirúrgico (a base de formol, ácido sulfônico, soda
QUÍMICOS
cáustica, trietanolamina) e álcool 70%.
Atendimentos, Visitas, Banho e Medicamentos aos pacientes portadores de diversas
BIOLÓGICOS
patologias.

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Trabalha a maior parte do tempo em pé realizando atendimento aos pacientes e


ERGONÔMICOS familiares. Quando sentando, realiza prescrição de rotina das atividades. Faz o
transporte e manuseio de paciente em maca e/ou cadeira de roda.
Piso escorregadio, Trajeto de ida e volta ou vice-versa e Manuseio com materiais
MECÂNICOS
perfuro-cortante.

EXPOSIÇÃO AOS RISCOS


HABITUAL HABITUAL PERMANENTE X HABITUAL INTERMITENTE

POSSIVEIS DANOS Á SAÚDE RELACIONADO AOS RISCOS


FISCOS Agentes nocivos não encontrados no momento da avaliação
QUÍMICOS Irritações respiratórias e nos olhos, intoxicações e dermatites..
Doenças Infectocontagiosas, como: Tuberculose, Hepatite, Meningite, AIDS, Rubéola,
BIOLÓGICOS
Catapora, Sarampo, Pseudomona, Estafilococus entre outras patologias.
ERGONÔMICOS Cansaço, Perda da concentração, Dores lombares e Dores no corpo.
MECÂNICOS Fratura, Luxação, Morte, Trauma e Aquisição de doenças contagiosas.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
No ambiente de trabalho,
Proveniente das máquinas de lavar
Físico Ruído devido à maneira como
roupas (processamento)
realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: O agente nocivo propagam-se pelas atividades
desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente no canal auditivo.

RUÍDO
AVALIAÇÃO QUANTITATIVA
NÍVEL DE RUÍDO dB(A) OBSERVAÇÃO
64,5 dB(A) a 75,6 dB(A) Ruído ambiente sem alteração, conforme NR 9, nível de
ação 80,0 dB A
OBS.: Ruído – Limite de tolerância da NR 15, Anexo 1, Lavg 85,0 dB para 8:00 hs de exposição diária.
Dose 100%, sendo que valores acima de 50% (Nível de Ação) não se faz necessário iniciar medidas
preventivas, conforme NR 9.3.6.1.

CATEGORIA DOS RISCOS:


ALTA X MÉDIA BAIXA

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 RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS (DE ACORDO COM NR 09 – ITEM 9.3.3)

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Hipoclorito de sódio(1%);
No ambiente de trabalho,
Produtos Detergente cirúrgico (a base de
Químico devido a maneira como
químicos formol, ácido sulfônico, soda
realiza suas atividades.
cáustica, trietanolamina) e alcool.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas atividades
desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias respiratórias,
absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos contaminados.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Atendimentos, Visitas, Banho
No ambiente de trabalho,
Vírus, Bactérias e e Medicamentos aos
Biológico devido à maneira como
Protozoários. pacientes portadores de
realiza suas atividades.
diversas patologias.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas se espalhando pelo ar e com trajetória no corpo, sendo inalados por vias
respiratórias, absorvidos pela pele e através de ingestão se dá devido a bebidas ou alimentos
contaminados.

IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS BIOLÓGICOS MAIS PROVÁVEIS


Agentes: Bactérias (Proteus mirabilis, Streptococcus spp, E. coli, Klebsiella spp., Pseudomonas spp.,
Serracia spp., Stafhylococus ssp., entre outras; e Vírus (HIV, HBV e HCV).
SETOR CARACTERISTICA DO SERVIÇO
VIAS DE TRANSMISSÃO VIAS DE ENTRADA
Direta e indireta Infecções através de ferimento percutâneo
(ocasionado por picada de agulha ou corte com
objeto pontiagudo) ou contato de membrana,
mucosa ou pele (através de rachaduras de pé ou
dermatites) com sangue ou com outros fruídos
corpóreos potencialmente infectados. A grande
maioria das exposições percutâneas é associado as
retiradas de sangue ou a punção venosa periférica,
no entanto, podem ocorrer exposições envolvendo
procedimentos como scalps, lancetas para punção,
coleta de hemocoultura, dentre outros.
TRANSMISSIBILIDADE PATOGENICIDADE
A probabilidade de transmissão deste agentes a Foi verificado que há probabilidade dos agentes
um hospedeiro é permanente e variável biológicos causarem danos (doenças) aos

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dependente das condições de exposição do trabalhadores que executam tais atividades pelo
trabalhador e dos locais que estiver transitando. contato direto com materiais humanos
Assim, o período de permanecidos micro contaminados, principalmente se houver
organismos no ambiente é pouco previsível em deterioração ou não uso do EPI apropriado e
sua exatidão por ser dependente do tipo e da recomendado.
potencia de cada agente, pois a incubação,
dependente do agente, pode variar.
VIRULENCIA DO AGENTE PERSISTENCIA DO AGENTE BIOLÓGICO NO
AMBIENTE
As doenças possíveis de serem transmitidas nos A capacidade de estes agentes biológicos
mais variados ambientes e suas potencialidades permanecerem vivos fora de contato com os
dependem exclusivamente do local de labor de hospedeiros varia quanto ao tipo de agente.
cada trabalhador, podendo o mesmo ser
acometido de pequenas infecções sem maiores Alguns vírus podem sofrer desnaturação com 30
danos ou mesmo contágios por doenças graves minutos e as microbactérias esporuladas
com capacidades letais. Verificou-se a persistirem no ambiente durante anos.
necessidade de medidas emergenciais quanto ao
uso obrigatório e corretas dos EPI pelos
profissionais da saúde do setor.
ESTUDOS EPIDEMIOLÓGICOS OU DADOS OUTRAS INFOMAÇÕES CIENTIFICAS
ESTATISTICOS
Conforme dados estatísticos fornecidos pela Podendo ser acrescentadas pelo médico e/ou
CCIRAS. enfermeiro coordenador das atividades da CCIRAS.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Trabalha a maior parte do tempo
Posturas em pé realizando atendimento aos No ambiente de
inadequadas, pacientes e Familiares, Sentado trabalho, devido a
Ergonômico Monotonia, Estresse realizando prescrição de rotina das maneira como
e Gerenciamento de atividades, Transporte e manuseio realiza suas
conflitos. de paciente em maca e/ou cadeira atividades.
de roda.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada
ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades
desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo, mais precisamente nos membros superiores e
lombares.

IDENTIFICAÇÃO
AGENTE FONTE GERADORA LOCALIZAÇÃO
DO RISCO
Fratura, Luxação, Colisões, No ambiente de trabalho,
Queda, Colisões
Mecânico Trauma e Aquisição de devido a maneira que
Corte e Perfuração.
doenças contagiosas. realiza suas atividades.
ANÁLISE QUANTITATIVA: (de acordo com NR 09 – item 9.3.4) Não realizada

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ANÁLISE QUALITATIVA: Contato direto devido à propagação do agente nocivo e atividades


desenvolvidas.
TRAJETÓRIA DOS AGENTES E MEIO DE PROPAGAÇÃO: Os agentes nocivos propagam-se pelas
atividades desenvolvidas com trajetória no corpo.

 MEDIDAS DE CONTROLE DOS RISCOS AMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE


FISICOS Não encontrados no momento da avaliação.
QUÍMICOS Óculos de proteção incolor, jaleco, másscara de proteção e luvas descartável.
Caixa ‘descarpak’, óculos de proteção incolor, jaleco, máscara de proteção e luvas
BIOLÓGICOS
descartável.
ERGONÔMICOS Não encontrados no momento da avaliação.
MECÂNICOS Placas de sinalização – piso escorregadio.
MEDIDAS DE CONTROLE RECOMENDADA
FISICOS Não necessário.
QUÍMICOS Manter as medidas de controle existe
Ter muito cuidado e atenção na realização das atividades.
Manter as medidas de controle existente;
Treinamento periódico quanto aos riscos existente no local de trabalho;
BIOLÓGICOS
Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado para o seu descarte;
Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades.
Realizar pequenos intervalos em posição diferente da de trabalho; Realizar exercícios
de alongamento para membros superiores, membros inferiores, coluna cervical e
dorsal por breves períodos, durante a jornada de trabalho e Incentivar práticas
desportivas (caminhadas), Programa de ginástica laboral.
Nos procedimentos de deslocamento de pacientes da maca para a cama e vice-versa,
solicitar auxílio de outro profissional ou, deve ser privilegiado o uso de dispositivos de
transferência apropriados; sempre que o peso a ser transportado possa
ERGONÔMICOS comprometer a segurança e saúde do trabalhador, devem ser utilizados meios
mecânicos apropriados; treinamento periódico sobre as maneiras e procedimentos
corretos de levantamento e transporte manual de cargas.
Na movimentação de pesos, dobrar os joelhos ao invés da coluna, sempre
respeitando o limite individual de esforço físico.
Realizar um acompanhamento psicológico por profissional habilitado de forma a
amenizar o Convívio com as situações de morte, sentimento de perda e dor dos
familiares e pacientes, também por um eventual conflito.
Manter a existente, Colocar os materiais perfuro cortantes no recipiente apropriado
para o seu descarte; Ter cuidado e atenção na realização de suas atividades;
MECÂNICOS
Treinamento quanto aos riscos existente no local de trabalho
Uso de calçado com solado antiderrapante.
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS DOS RISCOS AMBIENTAIS
Uso de uniforme pelos colaboradores da lavanderia.
Fornecer os EPI e orientar o colaborador quanto ao seu uso.
MEDIDAS Exigir do colaborador o uso do EPI fornecido pela Instituição (fazer cumprir).
ADMINISTRATIVAS Participar de palestras técnicas e demais orientações sobre prevenção de
acidentes de trabalho (Capacitação Inicial e Continuada – NR-32).
Participar de treinamentos e orientações técnicas sobre procedimentos

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operacionais da unidade funcional


Vacinas preventivas
Exames periódicos Anamnese, exame físico, Hemograma, Urina, outros
exames a critério do médico examinador, Afastamento do local de trabalho,
MEDIDAS MÉDICAS
Revezamento ou Troca de setor.

NR 32 - Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde.


NR 17 - Ergonomia.
NORMAS NR 15 - Atividades e Operações Insalubres.
REGULAMENTADORAS NR 7 - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional.
NR 6 - Equipamento de Proteção Individual.
NR 5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

 CONSIDERAÇÕES

Após avaliação do ambiente de trabalho e das atividades desenvolvidas, bem como das medições
realizadas, entendemos que há necessidade da adoção de medidas de controle preventivas e/ou
corretivas, em virtude da presença dos agentes agressivos que possam gerar e/ou causarem danos à
saúde dos trabalhadores.
Com a adoção das medidas de controle recomendadas, o uso obrigatório e adequado dos EPI (óculos de
proteção incolor, jaleco, mascara de proteção e luvas descartável calçado de segurança antiderrapante) e
vacinas preventivas, podem propiciar melhor desempenho das atividades, garantindo a segurança e/ou
minimizando riscos que possam gerar e/ou causarem consequências à saúde e a integridade física dos
colaboradores envolvida no desempenho dessas atividades na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI)
Neonatal do Hospital Evangélico.

 Adicional de Insalubridade em grau máximo

Em face da existência de atividades fixadas como insalubre de acordo com Anexo XIV Riscos Biológicos da
NR-15 Atividades e Operações Insalubres, fica caracterizado o direito ao adicional de insalubridade em
grau máximo, ou seja, 40% do salário mínimo vigente para as funções exercidas na Unidade de
Tratamento Intensivo (UTI) Neonatal do Hospital Evangélico.

Fundamentação Legal: Anexo XIV Agentes Biológicos

Trabalhos e operações em contato permanente com pacientes, animais ou com material infecto-
contagiante, em:

Trabalho ou operações, em contato permanente com:


- pacientes em isolamento por doenças infectocontagiosas, bem como objetos de seu uso, não
previamente esterilizadas.

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Considerações Finais
Equipamentos de Proteção Individual:

Os equipamentos de proteção individual deverão ser fornecidos e anotados em ficha individual assinada,
pois é a única prova documental deste fornecimento em caso de ações judiciais. Os EPIs a serem utilizados devem
apresentar o Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho.
A participação dos supervisores das atividades dos setores no processo de implantação e implementação
do “Programa de Fornecimento e Controle de Equipamentos de Proteção Individual” é imperativa nos
treinamentos aos empregados. Para os EPIs de uso prolongado deverão constar data da manutenção e peças
substituídas.
Para os EPIs de uso diário deverão constar no mínimo os fornecimentos de um equipamento para cada
dia de trabalho. A utilização adequada e higienização dos EPIs deverão ser informadas aos empregados através de
treinamento nos locais de trabalho, com confirmação de presença.
Quanto a higienização dos mesmos deverá ser de responsabilidade do funcionário sob controle da chefia
ou do técnico de segurança do trabalho. Os EPIs que não são utilizados para elidir adicional de insalubridade
deverão ser anotados nas fichas.
Concluindo o presente Laudo, fundamentado na Legislação Trabalhista e Previdenciária, através da NR 15
e NR 16 da Portaria 3214/78. Decreto 3.048 de 06/05/91, atualizadas pela Instrução Normativa/INSS n.º 84 de
17/12/2.002 que regulamentou a confecção de Laudos Técnicos de Condições Ambientais – LTCA e após visita de
inspeção, bem como o uso efetivo de todos os Equipamentos de Proteção Individual, fornecido pelo empregador
constatado “in loco”e consultas à legislação, onde enquadramos as atividades desenvolvidas pelos
funcionários (ver conclusões individuais de cada atividade desenvolvida pelos funcionários).

Coloco-me à disposição da Associação Beneficente Dourados – Hospital Evangélico para eventuais dúvidas.

Dourados, 30 de dezembro de 2015.

__________________________
Juliano Lopes
Engenheiro de Segurança do Trabalho
CONFEA - Reg. Nacional: 122.299.724-4

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Anexos

Anexo 1. Certificado de Calibração dos Equipamentos

Anexo 2. Anotação de Responsabilidade Técnica – ART

Anexo 3. Histograma e Dosimetria da Lavanderia

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