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DIAGNÓSTICO DE ARTES 01 – EJA - NOITE/ FEVEREIRO

QUESTÃO 01: A palavra arte, de origem latina (artis), está ligada à língua grega no termo tékne
(origem também de técnica, relativa à arte, ao saber) e nasce da ideia de que o ser humano sempre
fez coisas, desde sua origem. Entretanto, arte nã o é simplesmente uma técnica para “fazer coisas”.
Para que algo seja arte, é necessá rio um sentido ou uma intençã o. Nã o há funçã o cotidiana na arte,
como encontramos em outros objetos, mas sim uma funçã o.

A) Harmô nica e filosó fica.


B) Poética, estética e artística.
C) Prá tica e objetiva.
D) Simplesmente do belo.
E) Ú nica e comunicativa.

A arte é compreendida como a atividade ligada à manifestaçã o de ordem estética por parte
do ser humano. Beleza, equilíbrio, harmonia, revolta sã o valores estéticos da criaçã o humana
que resumem as suas emoçõ es, sua histó ria, seus sentimentos e a sua cultura, o que também
define a arte.

A plá stica, a mú sica, a escultura, o cinema, o teatro, a dança sã o as vá rias formas pela qual a
arte se apresenta. Arte é a representaçã o má xima do momento, o termo histó ria da arte
aponta o conjunto das obras de uma época, país ou escola das artes visuais.

QUESTÃO 02: A literatura e o cinema sã o considerados, respectivamente:

A) a primeira e a sétima artes


B) a terceira e a sexta artes
C) a quarta e a sétima artes
D) a sexta e a sétima artes
E) a quinta e a sexta artes

QUESTÃO 03: Com relaçã o à s representaçõ es artísticas, como a literatura, a pintura e o cinema, é
incorreto afirmar que:

A) Muitas formas de arte sã o criadas e desenvolvidas a fim de promover uma


(re)construçã o/criaçã o dos mundos real e ficcional, bem como para registrar e representar
nossa cultura e nossa histó ria.
B) Os primeiros registros artísticos dos seres humanos sã o desenhos e escritas rupestres nas
paredes das cavernas, por meio dos quais é possível compreender como era o mundo e as
formas de organizaçã o social.
C) Toda produçã o artística está integrada em um tempo, cultura, histó ria e tradiçõ es. O trabalho
com as palavras representa nossa histó ria a partir de construçõ es simbó licas.
D) A obra artística pode ser considerada como sendo um exemplar da expressã o de sua época,
de sua cultura.
E) A mú sica é reconhecida como sendo a principal representaçã o artística, pois relaciona a
Literatura à instrumentalidade.
QUESTÃO 04:

Observe a imagem a seguir:

A imagem acima compõ e o acervo de pinturas rupestres da regiã o do Seridó , entre o Rio Grande do
Norte e a Paraíba, feitas há aproximadamente 9.000 anos.
 
Observe a imagem a seguir:

A) Um ritual canibalístico no qual seres primitivos se alimentam de carne humana – o que era muito
comum na época.
B) Um ritual fú nebre, no qual os indivíduos enterram um familiar zoomorfo, enquanto os outros
oferecem flores em sua tumba.
C) Uma cena de caça, na qual dois indivíduos abatem um animal, enquanto os demais aguardam a
carne com recipientes e instrumentos de coleta.
D) Um ritual religioso de adoraçã o ao deus Anú bis, o principal no panteã o politeísta da pré-histó ria
brasileira.
E) Estas pinturas nã o podem ser interpretadas, pois aqueles seres humanos nã o escreviam, o que
torna impossível a compreensã o da sua histó ria.

QUESTÃO 05: No século XVIII, a arte brasileira, mais especificamente a de Minas Gerais,
apresentava a valorizaçã o da técnica e um estilo pró prio, incluindo a escolha dos materiais. Artistas
como Aleijadinho e Mestre Ataíde têm suas obras caracterizadas por peculiaridades que sã o
identificadas por meio

A) do emprego de materiais oriundos da Europa e da interpretaçã o realista dos objetos


representados.
B) do uso de recursos materiais disponíveis no local e da interpretaçã o formal com
características pró prias.
C) da utilizaçã o de recursos materiais vindos da Europa e da homogeneizaçã o e linearidade
representacional.
D) da observaçã o e da có pia detalhada do objeto representado e do emprego de materiais
disponíveis na regiã o.
E) da utilizaçã o de materiais disponíveis no Brasil e da interpretaçã o idealizada e linear dos
objetos representados.
DIAGNÓSTICO DE ARTES 02 – EJA - NOITE/ MARÇO

QUESTÃO 01 - Podemos dizer que a imagem abaixo é de um muiraquitã , que significa:

(A) talismã de osso na cor púrpura que representa a natureza


(B) mascote de pedra vermelha que representa animais, sempre batráquios.
(C) objeto decorado com chocalhos e que podem ser usados em rituais
(D) objeto de cerâmica que representam as formas de deuses.
(E) amuleto de pedra verde que representa animais, geralmente batráquios.

QUESTÃO 02 – Nessa gravura, o pintor, desenhista e gravador alemão Johann Moritz Rugendas (1802
– 1858), registrou os indígenas como 

(A) seres primitivos que viviam de forma improvisada na floresta.


(B) seres civilizados que viviam de forma organizada na floresta.
(C) seres vivos autênticos que viviam preparados para morar nas cidades.
(D) seres primitivos que viviam de forma improvisada nos campos.
(E) seres primitivos que viviam de forma planejada nos campos.

QUESTÃO 03 - A visão romântica dos artistas, que sabiam pouco a respeito dos povos indígenas,
destacava 

(A) a falta de patriotismo e coragem desse povo.


(B) a bravura e o heroísmo indígenas em narrativas épicas.
(C) a preguiça e a covardia em narrativas épicas
(D) a prática da antropofagia e o temor indígena nas narrativas.
(E) a falta de conquistas, medo e temor dos indígenas em suas histórias.

QUESTÃO 04 - . A peça O Guarani, de Carlos Gomes, buscava conciliar *

(A) a incultura africana e brasileira combinando música e lutas.


(B) a cultura francesa e a brasileira combinando culinária e literatura.
(C) a cultura europeia e a brasileira combinando música romântica com tema indígena.
(D) o conhecimento brasileiro e europeu na educação e nas artes visuais.
(E) o domínio na poesia dos europeus e as artes dos indígenas.

QUESTÃO 05 – Coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso: *

(A) V – V – F – F.
(B) V – F – V – F.
(C) F – F – V – V.
(D) V – V – V – F.
(E) F – V – F – V.
DIAGNÓSTICO DE PORTUGUÊS 01 – EJA - NOITE/ FEVEREIRO

QUESTÃO 01 Leia a tirinha a seguir para responder à s questõ es propostas.

https://www.facebook.com/
tirasarmandinho/photos/

a.488361671209144.113963.488356901209621/1687887594589873/?type=3&theater. Acesso em: 09 set. 2019.

No terceiro quadrinho da tirinha, o advérbio “aqui” transmite a ideia de


A) lugar. B) modo. C) tempo.
D) dú vida. E) negaçã o.

QUESTÃO 02 O meme a seguir faz uma releitura da frase “Penso, logo existo”, do famoso filó sofo
francês René Descartes.

Disponível em: https://imagohistoria.blogspot.com/2017/03/memes-de-humanas-penso-logo-existo.html Acesso em: 09 set. 2019.

(D4) Observando os quadros que compõ em o texto e associando a linguagem verbal e a nã o verbal,
podemos inferir que o personagem.
A) existe apenas se tirar selfies.
B) tira selfies, mas nã o gosta de postá -las.
C) gosta de tirar selfies e postá -las no face.
D) nã o gosta de tirar selfies devido a sua roupa.
E) gosta de usar paletó e postar selfies no face.

QUESTÃO 03
Leia o trecho abaixo, retirado de uma reportagem publicada pelo Governo do Estado do Ceará.
(N2)
Muito além do 19 de abril, instituído o Dia do Índio no Brasil em 1943, estã o em todos os dias
na vida dos índios a afirmaçã o da sua identidade, a defesa das suas tradiçõ es e cultura, assim como a
luta pelo direito à terra e por ocupaçã o de espaços na sociedade. No Estado do Ceará sã o 14 os povos
indígenas, espalhados por 18 municípios, que fortalecem esse legado de resistência. Através deles o
que ainda há de mais ancestral em solo cearense mostra-se vivo e pulsando ativamente.
Anacé, Gaviã o, Jenipapo-Kanindé, Kalabaça, Kanindé, Kariri, Pitaguary, Potiguara, Tapeba,
Tabajara,Tapuia-Kariri, Tremembé, Tubiba-Tapuia e Tupinambá . Sã o as comunidades que
diariamente, seja ao pé da serra, na Regiã o Metropolitana de Fortaleza, litoral ou sertã o, celebram a
memó ria dos seus antepassados, educam suas crianças por meio de escolas indígenas, se organizam
enquanto etnias sobreviventes.
(…)
Além dos atuais 14 povos indígenas registrados, existem alguns outros grupos que estã o se
levantando, se organizando. “Temos assembleias todos os anos, onde é demandado quem aparece e
pede reconhecimento. Um dos povos que surgiu no ano passado é o povo chamado Jaguaribara,
apelidado de Karã o, por conta do cacique deles. Eles estã o ali perto dos Kanindé, em Baturité”, conta
Ceiça.
Disponível em: https://www.ceara.gov.br/2019/04/16/todo-dia-e-dia-de-indio-quais-sao-os-povos-indigenas-do-ceara/. Acesso em:
20 out. 2019.

(D5) O tema desenvolvido no texto é


A) a data em que se comemora o dia do índio.
B) os povos indígenas que vivem em territó rio cearense.
C) os povos indígenas cearenses que nã o sã o registrados.
D) as atividades realizadas pelos povos indígenas cearenses.
E) as características do povo indígena chamado Jaguaribara.
Fá cil: Identificar o assunto principal em reportagens.

QUESTÃO 04Leia o texto abaixo.

(D6) Podemos encontrar uma opiniã o no trecho:


A) “Minha mã e era uma boa criatura.” (l. 01)
B) “Era filha de uma senhora mineira.” (l. 06)
C) “Vendeu a fazendola e os escravos.” (l. 03-04)
D) “Preferiu ficar perto da igreja em que meu pai fora sepultado.” (l. 03)
E) “Quando lhe morreu o marido, contava trinta e um anos de idade.” (l. 01-02)

QUESTÃO 05

(D06) O fato que pode ter


motivado a publicaçã o da
charge acima é
A) a má qualidade do
atendimento aos cidadã os.
B) o surgimento de
grandes filas nas
repartiçõ es pú blicas.
C) a aprovaçã o de
mudanças nas regras da
aposentadoria.
D) a dificuldade de se acertarem os nú meros sorteados na loteria.
E) a impossibilidade de aposentadoria para grande parte da populaçã o.

06. Leia, a seguir, o trecho de uma matéria.


Estreia nesta terça-feira, 8, a nova série da Rede Globo, Segunda Chamada. A obra vai retratar
os desafios de quem nã o conseguiu trilhar uma vida de estudos regular, mas luta para retomá -la na
fase adulta, como aluno da Educaçã o de Jovens e Adultos (EJA) na periferia de Sã o Paulo. A trama vai
se passar dentro da escola fictícia “Carolina Maria de Jesus”, em homenagem a uma das primeiras
escritoras negras do Brasil. De grande relevâ ncia para a literatura nacional e autora do best-seller
Quarto de Despejo – Diário de uma Favelada, publicado em 1960, vendido em 40 países e traduzido
para 16 idiomas, Carolina travou uma luta contra adversidades sociais e econô micas para aprender a
ler e a escrever.
O percurso da autora foi imprová vel para uma menina negra, favelada e pobre, nascida de pais
negros e analfabetos, em uma comunidade rural da cidade de Sacramento-MG, no dia 14 de março de
1914. Filha ilegítima de um homem casado, Carolina sofreu maus tratos ainda na infâ ncia. Teve
contato com a escola aos sete anos de idade, porque sua mã e a colocou como criada da esposa de um
fazendeiro rico. A vida escolar durou dois anos.
No período, a menina aprendeu o bá sico da língua, como codificar e decodificar as letras e
assim, aos poucos, formando palavras, frases, decifrando pará grafos, aprendeu a ler e
escrever.
(...).
Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/quem-foi-carolina-de-jesus-escritora-da-nome-a-escola-em-serie-da-
globo/. Acesso em: 22 out. 2019.

(D07) A informaçã o principal desse texto está relacionada


A) ao conteú do de um novo programa de TV.
B) à divulgaçã o de uma nova série a ser exibida na TV aberta.
C) a dificuldades enfrentadas por crianças negras no início do século passado.
D) a maus-tratos aos quais crianças de origem mais pobre sã o submetidas.
E) à histó ria de uma escritora negra, Carolina de Jesus, muito importante para a literatura nacional.
Questã o fá cil: Reconhecer a informaçã o principal em um texto.

QUESTÃ O 07: (ENEM 2009)

(D12) Na comparaçã o entre os textos, conclui-se que as regras do Estatuto do Idoso


A) Apresentam vantagens em relaçã o à s de outros países.
B) Sã o ignoradas pelas famílias responsá veis por idosos.
C) Alteram a qualidade de vida das pessoas com mais de 60 anos.
D) Precisam ser revistas em razã o do envelhecimento da populaçã o.
E) Contratam com as condiçõ es de vida proporcionadas pelo país.

08. TEXTO
E quando eu estiver triste
Simplesmente me abrace
Quando eu estiver louco

Subitamente se afaste
Quando eu estiver fogo
Suavemente se encaixe

(...) E quando eu estiver bobo


Sutilmente disfarce yeah
Mas quando eu estiver morto
Suplico que nã o me mate, nã o
Dentro de ti, dentro de ti

Mesmo que o mundo acabe, enfim


Dentro de tudo que cabe em ti
Mesmo que o mundo acabe, enfim
Dentro de tudo que cabe em ti
(...)
Disponível em: https://www.vagalume.com.br/skank/sutilmente.html. Acesso: 06 de out. 2019 (adaptado).

(D14) O texto 2 é a cançã o Me Abrace, do Skank e traz uma sequência de conectivos que relacionam
os versos: “E quando eu estiver triste”; “Quando eu estiver louco”; “Mas quando eu estiver morto”.
Qual o sentido que esses conectivos dã o ao texto, respectivamente
A) “E” indica adiçã o; “Quando” expressa ideia de tempo; “Mas” apresenta ideia de causa.
B) “E” expressa consequência; “Quando” apresenta ideia de causa; “Mas” indica continuidade.
C) “E” expressa adiçã o de ideia; “Quando” indica tempo; “Mas” apresenta oposiçã o de ideias.
D) “E” indica consequência; “Quando” indica tempo; “Mas” expressa continuidade de ideias.
E) “E” indica adiçã o; “Quando” traz uma ideia de organizaçã o temporal; “Mas” apresenta
continuidade.

09. Leia o texto a seguir


O que querem as mulheres?
Fernanda Young
Trinta anos apó s o mais profundo estudo sobre os desejos humanos, Freud se
questionava: ―Afinal, o que querem as mulheres?. Os homens sabem nada sobre as
mulheres, isso é certo. Mesmo porque a mulher é esperta o bastante para esconder o
que faz dela diferente.
[...]
As mulheres sabem o que os homens querem. Simples eles sã o, muito simples. E como opçõ es de um
harém lotado, nas quais as transformaram, mulheres sabem também tudo sobre as outras — e sã o
muitos e muitos quereres.
Mas caso fosse necessá rio escolher um desejo, que todas pudessem partilhar, creio que seria:
descansar. Todas, estamos cansadas. Porque cansa a arte de dissimular tensõ es, ser adestrada a sair-
se bem em tantas camadas de obrigaçõ es e contingências, das mais simples có licas mensais, aos mais
absurdos abusos diá rios. Cansadas da luta pela beleza, da disputa por uma voz, de tudo ser tã o
delicado e importante [...].
A mulher, sobretudo essa aqui, quer dormir por 11 horas seguidas. Quer um descanso, porque
pensou demais, e em assuntos de sobra.
Disponível em: oglobo.globo.com/opiniao/o-desejo-da-mulher-23475903. Acesso em 17/10/2019.

(D15) A tese defendida pela autora do texto é:


a) todos os homens entendem as mulheres.
b) todas as mulheres desejam que os homens as entendam.
c) todas as mulheres necessitam ser mais espertas que os homens.
d) todas as mulheres querem que os homens descubram o que elas querem.
e) todas as mulheres desejam descansar, pois estã o cansadas de suas lutas diá rias.
10.Leia o texto a seguir

Desafios para a Saúde Mental na Era Digital


“(...) é necessá rio destacar que, apesar de afetar todas as idades, o uso excessivo de smartphones” é
um problema recorrente principalmente entre os adolescentes. Uma pesquisa realizada em Flandres,
na Bélgica, com 1656 estudantes entre 13 e 17 anos, apontou que o uso de celular à noite é uma
prá tica comum entre os jovens, e isso está diretamente relacionado ao aumento no nível de cansaço
desse grupo social. Na esteira desse pensamento, infere-se que, quanto mais tempo os adolescentes
gastam no celular, mais dependentes eles se tornam, e, com isso, mais vulnerá veis ao surgimento de
síndromes como a nomofobia, que é o medo irracional de ficar sem o telefone celular.”
Raul Lima de Mesquita – estudante da 3ª série do Ensino Médio
EEEP Professor Antonio Valmir da Silva (CREDE 1/SEDUC-CE)
23 de outubro de 2019

(D17) No trecho do texto Desafios para a Saúde Mental na Era Digital, o autor utiliza o pronome
demonstrativo isso para referir-se
A) ao uso do celular à noite.
B) à síndrome da monofobia.
C) à pesquisa realizada na Bélgica.
D) ao uso excessivo de smartphones.
E) ao nível de cansaço dos adolescentes.

11.
Destruição
Os amantes se amam cruelmente
e com se amarem tanto nã o se veem.
Um se beija no outro, refletido.
Dois amantes que sã o? Dois inimigos.

Amantes sã o meninos estragados


pelo mimo de amar
e nã o percebem
quanto se pulverizam no enlaçar-se,
e como o que era mundo volve a nada.
E eles quedam mordidos para sempre.
Deixaram de existir, mas o existido
continua a doer eternamente.
ANDRADE, C.D. O amor natural. Companhia da Letras, Rio de Janeiro: 2014.

(D17) No poema, o eu- lírico especifica os sentimentos de amor e dor através do uso de
A) adjetivos. B) advérbios. C) pronomes.
D) conjunçõ es. E) preposiçõ es.

12.
(D19) No texto 4, a expressã o “Ô mintira do cã o” foi usada para:
A) destacar, em tom de crítica, o quanto é triste constatar que o povo acredita em Fake News ou
mentiras falsas.
B) apresentar, em tom humorístico, que o cearense tem uma variante para a expressã o Fake News e,
por isso, deveria usá -la.
C) realçar, de maneira clara, o quanto é triste a adaptaçã o do estrangeirismo Fake News para o
cearês “ô mintira do cã o”.
D) esclarecer, em linguagem irô nica, o quanto o povo cearense abandona suas raízes linguísticas para
fazer uso de estrangeirismos.
E) evidenciar, em forma de denú ncia, que a chamada de Fake News correspondente à “mintira do
cã o” é uma tristeza e deve ser evitada.

Há ainda, por parte do autor, um certo incentivo ao uso do termo ao revelar que é triste vê-lo deixado
de lado em detrimento do uso do estrangeirismo. Há também uma nuance de humor nessa sugestã o.

13. Leia o texto abaixo:

A) revelaçã o da submissã o da mulher à situaçã o de violência, que muitas vezes a leva à morte.
B) ênfase na necessidade de se ouvirem os apelos da mulher agredida, que continuamente pede
socorro.
C) exploraçã o de situaçã o de duplo
sentido, que mostra que atos de
dominaçã o e violência nã o
configuram amor.
D) divulgaçã o da importâ ncia de
denunciar a violência domestica,
que atinge um grande nú mero de
mulheres no país.
E) naturalizaçã o de situaçõ es
opressivas, que fazem parte da
vida de mulheres que vivem em
uma sociedade patriarcal.

14.
A variaçã o linguística que expressa a diferença entre os textos I e II é:
A) variaçã o social.
B) variaçã o regional.
C) variaçã o histó rica.
D) variaçã o situacional.
E) variaçã o geográ fica.

15. Na reportagem lida, a autora


defende a tese de que os jovens
das novas geraçõ es preferem
inventar desculpas aos amigos
para ficar em casa do que mentir
para os pais para saírem
escondidos. Qual é o argumento
que apoia a tese defendida nesse
texto?
A) É perigoso consumir bebidas
alcoó licas.
B) Dirigir na adolescência traz
muitos riscos.
C) Os adolescentes nã o praticam
mais esportes.
D) Os jovens preferem se refugiar nas redes sociais.
E) Ficar nas redes sociais pode prejudicar a saú de mental.

ATIVIDADE DE PORTUGUÊS 02 – EJA - NOITE/ MARÇO

ORIGEM DA LÍNGUA PORTUGUESA


Curiosamente, o português surgiu da mesma língua que originou a maioria dos idiomas europeus
e asiá ticos. Com as inú meras migraçõ es entre os continentes, a língua inicial existente acabou
subdividida em cinco ramos: o helênico, de onde veio o idioma grego; o româ nico, que originou o
português, o italiano, o francês e uma série de outras línguas denominadas latinas; o germâ nico,
de onde surgiram o inglês e o alemã o; e finalmente o céltico, que deu origem aos idiomas
irlandês e gaélico. O ramo eslavo, que é o quinto, deu origem a outras diversas línguas
atualmente faladas na Europa Oriental.
O latim era a língua oficial do antigo Império Romano e possuía duas formas: o latim clá ssico, que
era empregado pelas pessoas cultas e pela classe dominante (poetas, filó sofos, senadores, etc.), e
o latim vulgar, que era a língua utilizada pelas pessoas do povo. O português originou-se do latim
vulgar, que foi introduzido na península Ibérica pelos conquistadores romanos. Damos o nome
de neolatinas à s línguas modernas que provêm do latim vulgar. No caso da Península Ibérica,
podemos citar o catalã o, o castelhano e o galego-português, do qual resultou a língua portuguesa.
O domínio cultural e político dos romanos na península Ibérica impô s sua língua, que, entretanto,
mesclouse com os substratos linguísticos lá existentes, dando origem a vá rios dialetos
genericamente chamados romanços (do latim romanice, que significa "falar à maneira dos
romanos"). Esses dialetos foram, com o tempo, modificando-se, até constituírem novas línguas.
Quando os germâ nicos, e posteriormente os á rabes, invadiram a Península, a língua sofreu
algumas modificaçõ es, porém o idioma falado pelos invasores nunca conseguiu se estabelecer
totalmente.
Somente no século XI, quando os cristã os expulsaram os á rabes da península, o galego-português
passou a ser falado e escrito na Lusitâ nia, onde também surgiram dialetos originados pelo
contato do á rabe com o latim. O galego-português, derivado do romanço, era um falar
geograficamente limitado a toda a faixa ocidental da Península, correspondendo aos atuais
territó rios da Galiza e de Portugal. Em meados do século XIV, evidenciaram-se os falares do sul,
notadamente da regiã o de Lisboa. Assim, as diferenças entre o galego e o português começaram a
se acentuar. A consolidaçã o de autonomia política, seguida da dilataçã o do império luso
consagrou o português como língua oficial da naçã o. Enquanto isso, o galego se estabeleceu
como uma língua variante do espanhol, que ainda é falada na Galícia, situada na regiã o norte da
Espanha.
As grandes navegaçõ es, a partir do século XV d.C. ampliaram os domínios de Portugal e levaram a
Língua Portuguesa à s novas terras da Á frica (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Sã o Tomé e
Príncipe), ilhas pró ximas da costa africana (Açores, Madeira), Á sia (Macau, Goa, Damã o, Diu),
Oceania (Timor) e América (Brasil).
CURIOSIDADES SOBRE A LINGUA PORTUGUESA.
 A maior palavra da nossa língua contém 46 letras e necessita de um par extra de pulmõ es
para ser falada. PNEUMOULTRAMICROSCOPICOSSILICOVULCANOCONIÓ TICO, que é o
estado das pessoas que sofrem de uma rara doença provocada pela aspiraçã o de cinzas
vulcâ nicas;
 Com cerca de 210 milhõ es de habitantes e a maior populaçã o entre os países-membros da
Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), o Brasil é hoje, de longe, a naçã o
com o maior nú mero de falantes do idioma. Mais de oito em cada 10 pessoas que falam
português no mundo atualmente sã o brasileiros;
 Ao todo, nove países fazem parte do chamado mundo lusó fono, adjetivo que classifica os
países que têm o português como língua oficial ou dominante. ... Brasil, Portugal, Angola,
Timor-Leste, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Sã o Tomé e Príncipe, Moçambique e Guiné
Equatorial: países linguisticamente unidos.
 A língua nada mais é que a ferramenta de uma cultura para expressar suas ideias. A
palavra saudades, tã o comum aqui, e que expressa o sentimento nostá lgico causado pela
ausência de uma pessoa, só existe para nó s.
 Museu da Língua Portuguesa ou Estaçã o Luz da Nossa Língua é um museu interativo
sobre a língua portuguesa localizado na cidade de Sã o Paulo, Brasil, no histó rico edifício
Estaçã o da Luz, no Bairro da Luz, regiã o central da cidade.

1- O Português originou-se de qual idioma?


a) Espanhol
b) Latim
c) copta
d) grego
e) Esperanto

2- O português é língua oficial em quantos países?


a) 5 países
b) 7países
c) 9 países
d) 12 países
e) 15 países

3- Segundo a ONU, qual o nú mero aproximado de pessoas que falam o português como Língua
materna?
a) 150 milhõ es
b) 250 milhõ es
c) 360 milhõ es
d) 500 milhõ es
e) 1 Bilhã o

4- A Língua Portuguesa se faz presente em todos os continentes. Em qual continente fica a


maioria
dos países onde o Português é língua oficial?
a) América
b) Europa
c) Á sia
d) Oceania
e) Á frica

5- Em qual País fica a maioria dos falantes da Língua Portuguesa?


a) Angola
b) Brasil
c) Portugal
d) Moçambique
e) Sã o Tomé e Príncipe

6- Como sã o chamados os países que falam a Língua Portuguesa?


a) Lusó fonos
b)Anglo-saxõ es
c) Anglo-frísio
d) Frísios setentrional
e) NDA

7- Qual destas palavras nã o existe em nenhum outro idioma, apenas no português?


a) Amor
b) Adeus
c) Saudade
d) Cumplicidade
e) Memó ria

8- Quantas letras tem a maior palavra da Língua Portuguesa?


a) 15 letras
b) 23 letras
c) 36 letras
d) 41 letras
e) 46 letras
9- Em qual cidade fica o "Museu da Língua Portuguesa"?
a) Lisboa
b) Porto
c) Luanda
d) Sã o Paulo
e) Rio de Janeiro

ATIVIDADE DE PORTUGUÊS 03 – EJA - NOITE/ MARÇO

01 – Separe, das frases abaixo, os substantivos pró prios e os comuns,


escrevendo-os no quadro.
a) O motorista do ô nibus era Antô nio.
b) O Jornal do Brasil deu a notícia do assalto.
c) Os legumes caíram no chã o.
d) Benito, Iara e Marli já leram o texto em Recife.
e) Era sempre festa quando o professor Celso chamava os sobrinhos e os netos para contar-lhes
histó rias.
f) Clá udia, Helena, José e Joaquim atendiam ao avô , com muita alegria.
g) Eles gostavam de ouvir as mesmas lendas: Saci Pererê, Negrinho do Pastoreio.
h) As lendas de índios e as histó rias fantá sticas dos escravos trazidos da Á frica eram as histó rias
preferidas.
SUBSTANTIVOS PROPRIOS SUBSTANTIVOS COMUNS

02- Diante deste outro poema, atente-se para os devidos questionamentos que a ele se aplicam:
Que fiz de bem ou mal
Pelos caminhos que andei?
Qual dos dois, rosa e punhal,
E o da Princesa e do Rei?
Má rio Quintana. Poesias. Porto Alegre/Rio de Janeiro, Globo, 1983
Considerando os substantivos em destaque:
a) Analise-os quanto ao gênero (masculino e feminino) procurando evidenciá -los.
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b) De acordo com sua aná lise, todos apresentam flexã o quanto a este gênero? Justifique sua
resposta.
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c) Com base no que respondeu, aponte a referida flexã o dos substantivos.
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03- De acordo com o có digo em referência, explicite seus conhecimentos relacionando as


colunas:
(SA) substantivo abstrato
(SE) substantivo epiceno
(SS) substantivo sobrecomum
(SCG) substantivo comum de dois gêneros
( ) jacaré macho/jacaré fêmea – cobra macho/cobra fêmea
( ) amor, felicidade, gratidã o
( ) o líder/a líder – o indígena/a indígena
( ) a vítima – o cô njuge – a testemunha
04- Assinale a alternativa que contenha substantivos, respectivamente, abstrato, concreto e
concreto:
a) fada, fé, menino
b) fé, fada, beijo
c) beijo, fada, menino
d) amor, pulo, menino
e) menino, amor, pulo

05- Assinale a alternativa em que a flexã o do substantivo composto está errada:


a) os pés-de-chumbo
b) os corre-corre
c) as pú blicas-formas
d) os cavalos-vapor
e) os vaivéns

06- Em que alternativa aparecem dos substantivos de gênero masculino?


a) cal – faringe
b) omoplata – lança-perfume
c) sentinela – dó
d) champanha – telefonema
e) alface – dinamite

07- Cá fila, matilha, alcateia, manada sã o coletivos, respectivamente de:


a) camelos, cã es, lobos e cavalos.
b) insetos, cabras, lobos e cavalos.
c) moscas, carneiros, lobos e bois.
d) gafanhotos, cã es, ladrõ es e bois.
e) n.d.a

08- Assinale a alternativa incorreta:


a) Borboleta é um substantivo epiceno
b) Rival é comum de dois gêneros
c) Alface é substantivo masculino
d) Vítima é um substantivo sobrecomum
e) n.d.a

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