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Alta CRIA 2020

Book · November 2020


DOI: 10.26626/978-65-5668-018-7.2020B0001

CITATION READS

1 576

13 authors, including:

Rafael Alves de Azevedo Alex Teixeira


Alta Universidade Federal de Uberlândia (UFU)
59 PUBLICATIONS   127 CITATIONS    22 PUBLICATIONS   72 CITATIONS   

SEE PROFILE SEE PROFILE

Carla Maris Machado Bittar Leoni Ferreira Martins


University of São Paulo Pennsylvania State University
144 PUBLICATIONS   856 CITATIONS    11 PUBLICATIONS   2 CITATIONS   

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Clostridium difficile infection: diagnosis and control View project

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Alta
CRIA 1
Alta
2 CRIA
Rafael Alves de Azevedo – Alta Genetics
Alex de Matos Teixeira – FAMEV/UFU
Carla Maris Machado Bittar – ESALQ/USP
Leoni Ferreira Martins – Purdue University
Lívia Carolina Magalhães Silva Antunes – Fazu
José Azael Zambrano – Rehagro
José Eduardo Portela Santos – UF
Paula Marques Tiveron – Alta Genetics
Polyana Pizzi Rotta – UFV
Rodrigo Melo Meneses – EV/UFMG
Rodrigo Otávio Silveira Silva – EV/UFMG
Sandra Gesteira Coelho – EV/UFMG
Viviani Gomes – FMVZ/USP

Alta CRIA 2020

Uberaba - Brasil
Alta Genetics
2020

Alta
CRIA 3
© 2020 by Rafael Alves de Azevedo, Alex de Matos Teixeira, Carla Maris Machado Bittar, Leoni
Ferreira Martins, Lívia Carolina Magalhães Silva Antunes, José Azael Zambrano, José Eduardo
Portela Santos, Paula Marques Tiveron, Polyana Pizzi Rotta, Rodrigo Melo Meneses, Rodrigo
Otávio Silveira Silva, Sandra Gesteira Coelho e Viviani Gomes. Direitos de edição reservados
à empresa Alta Genetics.

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida,
apropriada e estocada, por qualquer forma ou meio, sem autorização, por escrito do detentor
dos seus direitos de edição.

Impresso no Brasil

Todos os direitos reservados


A reprodução não autorizada desta publicação, no todo ou em parte, constitui violação
dos direitos autorais (Lei no 9.610).

Alta CRIA 2020, 2020. Autores: Rafael Alves de Azevedo, Alex de Matos Teixeira, Carla
Maris Machado Bittar, Leoni Ferreira Martins, Lívia Carolina Magalhães Silva Antunes,
José Azael Zambrano, José Eduardo Portela Santos, Paula Marques Tiveron, Polyana Pizzi
Rotta, Rodrigo Melo Meneses, Rodrigo Otávio Silveira Silva, Sandra Gesteira Coelho e
Viviani Gomes: Uberaba, Minas Gerais, 2020. 1ª Edição. 108 p.

ISBN - 978-65-5668-018-7
DOI: http://dx.doi.org/10.26626/978-65-5668-018-7.2020B0001

O conteúdo dos artigos contidos nesta publicação é de inteira responsabilidade dos


respectivos autores.

Capa: Ana Paula Silva Alves


Diagramação: Ana Paula Silva Alves
Impressão e acabamento: Gráfica 3 Pinti
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autorais patrimoniais são os autores dos respectivos capítulos desta obra.
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Alta
4 CRIA
PATROCINADORES

ORGANIZAÇÃO

Alta
CRIA 5
SUMÁRIO

01. CARACTERIZAÇÃO DAS FAZENDAS PERTENCENTES AO PROGRAMA ALTA CRIA 2020 15

02. PRÉ-PARTO 21

03. CUIDADOS COM A RECÉM-NASCIDA E MANEJO INICIAL DAS BEZERRAS 31

04. COLOSTRAGEM 41

05. MANEJO NUTRICIONAL DAS BEZERRAS 59

06. BIOSSEGURIDADE, MORBIDADE E MORTALIDADE DAS BEZERRAS 71

07. AMBIENTE E INSTALAÇÕES DAS BEZERRAS 83


08. TAXA DE CRESCIMENTO DAS BEZERRAS 89
09. CUSTOS, TECNOLOGIAS E CRIAÇÃO DOS BEZERROS MACHOS 95
10. RECRIA 99
11. BENCHMARKS ALTA CRIA 2020 109
12. ÍNDICE ALTA CRIA 2020 123

Alta
6 CRIA
PROGRAMA Alta CRIA

A criação de bezerras e novilhas é uma das fases mais importantes para a pecuária leiteira,
pois compreende a reposição genética que visa sempre a incorporação de animais mais
produtivos e saudáveis nos rebanhos.

Gerenciar os números e conhecer os principais índices zootécnicos é fundamental para


traçar metas, estratégias e alcançar os objetivos, que definirão o sucesso da criação das
bezerras e novilhas. Além disso, é importante tanto para auxiliar a tomada de decisões de
manejos nas propriedades, quanto para apontar áreas que necessitem de mais estudos.

O programa Alta CRIA surgiu em 2017 com o objetivo de levantar os principais índices
zootécnicos na fase de cria e recria, de forma a auxiliar no gerenciamento e estabelecer o
panorama nacional da criação de bezerras e novilhas leiteiras. O programa é composto por
um seleto grupo de conselheiros e técnicos, os quais discutem e trabalham os resultados e as
inovações relacionadas às fases de criação, contando com grande participação dos responsáveis
técnicos/proprietários de fazendas comerciais distribuídas em quase todo território nacional.

O livro Alta CRIA 2020 é fruto de questionário on-line aplicado aos clientes pertencentes ao
programa (112 fazendas) e dados disponibilizados por 102 fazendas, os quais serviram de base
para os cálculos e para os resultados aqui apresentados. Todos os dados são apresentados por
análise descritiva e compreendem o período de nascimento de 1 de outubro de 2019 a 30 de
setembro de 2020.

Rafael Azevedo
Gerente de Neonatos da Alta Brasil
Coordenador e Conselheiro do programa Alta CRIA

Alta
CRIA 7
CONHEÇA NOSSOS CONSELHEIROS

Alex de Matos Teixeira


Médico veterinário pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (EV
UFMG). Mestrado e doutorado em Zootecnia (EV UFMG). Atualmente é professor adjunto IV na
Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade Federal de Uberlândia e é Conselheiro do
Programa Alta CRIA.
E-mail: alexmteixeira@yahoo.com.br

Carla Maris Machado Bittar


Engenheira agrônoma pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ/USP). Possui
Master of Science pela University of Arizona. Doutorado em Ciência Animal e Pastagens pela
ESALQ/USP. Atualmente é professora associada do departamento de Zootecnia da ESALQ/USP e
orientadora no Programa de Pós-graduação em Ciência Animal e Pastagens (ESALQ/USP). Além
disso, coordena o grupo de extensão Clube de Criação de Bezerras (CCB), oferecendo treina-
mento a alunos, produtores e técnicos e é Conselheira do Programa Alta CRIA.
E-mail: carlabittar@usp.br

José Azael Zambrano


Médico veterinário pela Universidad Centroccidental Lisandro Alvarado (UCLA). Mestrado em
Ciência Animal pela Escola de Veterinária da UFMG. Doutorado em Ciência Animal pela Escola de
Veterinária da UFMG. Tem ampla experiência prática na área de Medicina e Cirurgia Veterinárias
com ênfase em Clínica de Ruminantes e Medicina de Produção. Atualmente é facilitador nos
cursos de capacitação e pós-graduação do Rehagro, bem como trabalha como consultor sênior
nas equipes de assistência técnica em gado leiteiro e de corte nessa mesma empresa, e é
Conselheirodo Programa Alta CRIA.
E-mail: jose.zambrano@rehagro.com.br

José Eduardo Portela Santos


Médico veterinário pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Mestrado e Dout-
orado em Ciência Animal pela Universidade do Arizona nos EUA. Residente clínico em medicina de
produção de bovinos leiteiros pela Universidade da Califórnia, Davis, EUA. Foi professor da Escola
de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia, Davis, EUA. Fez sabático na faculdade de
Medicina Veterinária da Universidade de Sydney, Austrália. Atualmente é Professor titular na Uni-
versidade da Flórida, EUA e Professor e orientador no programa de pós-graduação da Universidade
Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho em Botucatu, SP e é Conselheiro do Programa Alta CRIA.
E-mail: jepsantos@ufl.edu

Alta
8 CRIA
Lívia Carolina Magalhães Silva Antunes
Zootecnista pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual
Paulista (FCAV-Unesp). Mestre em Genética e Melhoramento Animal (FCAV-Unesp). Doutorado
em Zootecnia (FCAV-Unesp e pelo IRTA Investigación y Tecnologia Agroalimentarias, Catalunya,
Espanha). Pós-doutorado (FCAV-Unesp). Desenvolve projetos na área de comportamento
e bem-estar animal junto ao Núcleo de Pesquisa Fazu e ao Grupo ETCO (FCAV/ Unesp) e à
empresa BEA Consultoria e Treinamento. Atualmente é coordenadora do curso de Zootecnia e
docente das Faculdades Associadas de Uberaba (FAZU) e é Conselheira do Programa Alta CRIA.
E-mail: livia.silva@fazu.br

Polyana Pizzi Rotta


Zootecnista pela Universidade Estadual de Maringá. Mestrado e doutorado na Universidade
Federal de Viçosa (UFV). Período de treinamento na Colorado State University durante o
doutorado. Atualmente é professora adjunta de produção e nutrição em bovinocultura de leite
da UFV. É coordenadora do Programa Família do Leite e Conselheira do Programa Alta CRIA.
E-mail: polyana.rotta@ufv.br

Rafael Alves de Azevedo


Zootecnista pelo Instituto de Ciências Agrárias da Universidade Federal de Minas Gerias (ICA
UFMG). Mestre em Ciências Agrárias (ICA UFMG). Doutor em Zootecnia (Escola de Veterinária
da UFMG), com período de treinamento na Universidade da Flórida. Pós-doutorado em Zoot-
ecnia (Escola de Veterinária da UFMG). Atualmente é Gerente de Neonatos da Alta Genetics e
Coordenador do Programa Alta CRIA.
E-mail: rafael.azevedo@altagenetics.com

Rodrigo Melo Meneses


Médico veterinário pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). Especialização em Clínica e Cirurgia
Veterinária (Área de Grandes Animais) pela UFV. Mestrado e Doutorado em Ciência Animal,
área de Medicina e Cirurgia Veterinária pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de
Minas Gerais (EV UFMG). Atualmente é Professor Adjunto do Departamento de Clínica e Cirurgia
Veterinária na EV UFMG e é Conselheiro do Programa Alta CRIA.
E-mail: menesesrm@gmail.com

Alta
CRIA 9
CONHEÇA NOSSOS CONSELHEIROS

Rodrigo Otávio Silveira Silva


Médico veterinário pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (EV UFMG).
Mestrado e doutorado em Ciência Animal pela EV UFMG, com doutorado sanduíche na University
of Copenhagen (Denmark). Atualmente é professor adjunto da disciplina de doenças bacterianas da
EV UFMG e é Conselheiro do Programa Alta CRIA.
E-mail: rodrigo.otaviosilva@gmail.com

Sandra Gesteira Coelho


Médica veterinária pela Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (EV-
UFMG). Mestrado em Medicina Veterinária (Área de Reprodução) pela EV-UFMG. Doutorado em
Ciência Animal (Área de Nutrição) pela EV-UFMG, com período de treinamento na Universidade
da Flórida (EUA). Atualmente é uma das coordenadoras do Grupo de Estudo e pesquisa em
Pecuária de Leite (GPleite) da EV UFMG e é Professora Titular do Departamento de Zootecnia
da EV-UFMG e é Conselheira do Programa Alta CRIA.
E-mail: sandragesteiracoelho@gmail.com

Viviani Gomes
Médica veterinária pela Universidade Paulista (UNIP). Aprimoramento em Cínica e Cirurgia de
Grandes Animais (Área de Ruminantes) pela FMVZ (USP). Mestrado e Doutorado em Clínica
Veterinária pela FMVZ (USP). Pós-doutorado em Imunologia Bovina na University of Georgia
(UGA). Atualmente é coordenadora de Pesquisa GeCria- Grupo de Pesquisa especializado
em Medicina aplicada ao período de transição, cria e recria e é Professora Associada do
Departamento de Clínica Médica da FMVZ (USP) e é Conselheira do Programa Alta CRIA.
E-mail: viviani.gomes@usp.br

CONHEÇA NOSSA EQUIPE TÉCNICA

Leoni Ferreira Martins


Médico veterinário (Faculdade de Medicina Veterinária - UFU). Mestrado em Ciências
Veterinárias, área de Produção Animal, sub-área Produção de Forragens, Nutrição e
Alimentação Animal (Faculdade de Medicina Veterinária - UFU).
E-mail: leoniferreiramv@gmail.com

Paula Marques Tiveron


Médica veterinária (Universidade de Uberaba - UNIUBE). Pós-graduanda em Pecuária
de Leite (Rehagro). Atualmente é técnica comercial da Alta Genetics.
E-mail: paula.tiveron@altagenetics.com

Alta
10 CRIA
AGRADECIMENTOS

Agradecemos às fazendas pertencentes ao programa Alta CRIA/2020 pelo envio dos dados e pelo
preenchimento do questionário on-line. Esse programa não existiria se não fosse pela confiança
de vocês em nos depositar a responsabilidade de realização das avaliações para a padronização de
índices nas fases de cria e recria da pecuária leiteira.

Fazenda Proprietário Técnico responsável


4D Ana Paula Dinies Ana Paula Dinies
5 Meninas Mauri Antonio Zanatta Liliane Zanatta
ACN Agropecuária Anderson C. Nascimento Denilson Valim Torres
Açude das Melancias Esperança A. e Ind. Ltda Samuel Sampaio Alexandre
Adriana Natalia Barreto Gilberto Fernando Vaneti
Aeronáutica de Pirassununga Força Aérea Brasileira Thiago Santin
Agronelli Agronelli Agroindústria Ltda Sérgio Viana
Agropecuária Gabriel Ltda José Adonias Libório Adriano Souza de Matos
Agropecuária Nova Esperança Fabrício e Andreza Balerini -
Agropecuária Riacho Elísio Alves Cardoso Robson de Souza Machado
Agropecuária ZF Lunardi Zito Fernando Lunardi Lucas Dal Piva Lunardi
Areado Evandro Ferreira e Outros Evandro Ferreira
Aroeira Ricardo Bonfim Gomes Marcos Silva Nunes
Artagro Antonio dos Reis Tinoco Stefane Guerreiro Marsaro
Bacelar Agroleite Fernanda Bacelar Leandro Ramos
Boa Fé Ezra Ma Pedro Amaral Vilela
Boa Vista Roberto Lemos João Victor Rocha
Bola Preta Luiz Ricardo L. Xavier Luís Carlos Flauzino
Bom Retiro Amauri Pinto Costa Anna Pinto
Bom Sucesso Joarês Ghellar Marjori Ghellar
Brasilanda - Grupo Kompier Patrícia Kompier Marcelo B. J. de Andrade
Brasília Areno Eduardo M. Parreira Valdir Chiogna Junior
Cachoeirinha Hemilson Rocha Pereira Delsangela Maciel
Campos Bocaina Cássio Vieira Vilela Ricardo Rosique Lara
Canadá Fábio Pereira Guimarães Thiago Alvares Guimarães
Capetinga Marcelo Maldonado Cassoli Marcelo M. Cassoli
Caraíbas Tersa Cristina B. Vilas-Bôas Alfredo Vilas-Bôas Rezende
Céu Azul José Luiz Zago Ricardo Ribeiro Afonseca

Alta
CRIA 11
AGRADECIMENTOS

Fazenda Proprietário Técnico responsável


Chácara Geraldo Teodoro Georg Degger Gilberto Georg Degger
Chácara Lodewijka Stieven Haijes Elgersma -
Chácara Ouro Verde Korstiaan Bronkhorst Bernhard Bronkhorst
Chácara Pereira Alexandre Leonardo Geus Sibeli Hepp
Chácara Rino Raphael C. Hoogerheide Alex Van Westering
Cobiça José Henrique Pereira Soraya C. Veiga Barbosa
Colorado Maria P. de Souza e outros Sérgio Soriano e Alex Sica
Cravinhos Luiz Lacerda Biagi Rodrigo de M. Magnabosco
Da Glória William Urquiza Veloso Marina Veloso
Diana Diana Agro. e Com. Ltda Marcus Ubiratan A. Vieira
Dois Irmãos Odair Antonio Cenci Diana Pires Cenci
Estância do Leite Evando A. Ferreira e outros Gabriel Caixeta Ferreira
Estância Paraíso Marcos Corteletti e outros Marcos Corteletti
Estiva Daniel Osvaldo Vilela Rossiane Oliveira Vilela
Fazenda Experimental Profes- Universidade Federal de Minas
Sandra Gesteira Coelho
sor Hélio Barbosa UFMG Gerais

Figueiredo Luiz Carlos Figueiredo Pedro Henrique A. Afonso

Fini Hans Jan Groenwold Reynold Groenwold


Freyhardt Nestor e Ernesto Freyhardt Guilherme e Gustavo Freyhardt
Frísia Bauke Dijkstra Mateus G. Santos
Granja Leiteira Eudes Braga Eudes A. de Assis Braga Maico Vinicius de A. Braga
Grupo Prado - Rio Verdinho da
Nilson Carvalho Juliano Pires Castro
Barra Grande
GVS Agropecuária Giovanne Vicente de Souza Albino G. Nunes Neto
Haras Primavera Rodrigo Sarmento Walter Nascimento Ferraz
Jersey Vale A. Eirelli Epp Sérgio Antunes Júnior Cláudia G. Inácia Ribeiro
Joinha Edvaldo Prudente Paulo Soares
Kapamma Juliana Marinho C. Pires Ramon Faria
Lageado Geraldo F. de Santana João Paulo Tiago Santana
Lagoa Dourada Fernando L. B. de Carvalho Cristiano Correa
Londrina Éder Luis de Oliveira Thiago Franco Reis

Alta
12 CRIA
Fazenda Proprietário Técnico responsável
Maktub Juliana Samel -
Mariana Adriano Kiers Sibeli Hepp
Morada do Sol Antônio Augusto Marins Túlio Marins
Morro da Conquista Leonardo M. C. de Souza -
Morro dos Ventos Jacco Arnoud Erkel Simone Veronica Slob Erkel
Nossa Senhora Aparecida Ivan Ribeiro Pereira Aryel Tomba Pereira
Novo Mundo Irlanio Medeiros Pinheiro Kelven R. R. de Morais
Pereira Nelia R. de Geus Menarin Denilson Menarin
Pilar Vanderson Gourlart Eduardo Corrêa Brito
Pinhal Marcelo Martins Soraya C. Veiga Barbosa
Ponte Nova João Carlos Saad Luís Sérgio Fernandes Jr.
Primavera Carlos Alberto Rodrigues Gabriela Rodrigues
Querência do Guaçu Rafael M. Diniz Carvalho -
Quilombo Maurílio Ferreira Maciel Guilherme Junqueira Maciel
Rancho Grande José C. dos Reis e outros Ana Caroline teske Azarias
RAR Nilva Randon Angelo Lacerda Serrano
Real Agro Industrial Fábio Pedro Fabretti Márcio Belarmino
Recanto dos Tucanos Antônio Ribeiro Vinhal Gabriel Canedo Vinhal
Retiro Renato F. de Souza e Outros Giovane Guimarães Nunes
Reunidas Acp e Filhos Antônio Carlos Pereira Régis José de Carvalho
Rio Abaixo Ethel R. Kirchof e outros Ethel Regeane Kirchof
Rio Branco Charles Konzen Charles Konzen
Rromy Ronaldo Lima Yungh Orlando V. Oliveira Júnior
Salobo André de L. A. Ferreira Igor Oliveira do Carmo
Santa Carla Alessandro Chiogna Igor Oliveira do Carmo
Santa Cruz Adilson Antonio Coelho Valdir Chiogna Junior
Santa Helena Wladimir Antônio Puggina Ana Rita Ferreira Moura
Santa Luzia Mauricio Silveira Coelho Paulo Sergio A. da Silveira
Santa Maria Marcus Vinicius B. Carvalho Matheus Balduino Moreira
Santa Patrícia Sérgio V. de Carvalho Avelar Bruno Medeiros
Santa Rita-Agrindus Roberto Hugo Jank Junior Carla Bonanato de Avelar
Santo Ângelo Geraldo Viotto Valdoir Cavalheiro

Alta
CRIA 13
AGRADECIMENTOS

Fazenda Proprietário Técnico responsável


Santo Antônio - Milk Menk José Alberto Paiffer Menk Fernando A. de Macedo
Huguette Emilienne F. C. de
São João True Type Victor Marques de Paula
Noronha Guarani
Espólio de Orostrato Olavo
São José Mauro Santos Ribeiro
Silva Barbosa
São José do Can Can José Coelho Vítor Matheus Balduino Moreira
São Miguel Avelino Antunes Diogo Costa Guimarães
São Sebastião Alexandre Forssell Toscano Fernando Martins
Sekita Agronegócios Leonardo Lopes Garcia Felipe Rodrigues Mendes
Seriema Johann Schicht Leandro Borges
Sertãozinho Andres S. de Rojas Gonzalez Fernando Mancilha
Sitio do Charco Espolio Macio Maciel Leite -
Star Milk Mario Sossella Filho Sandro Luis Viechnieski
Esperança Agropecuária
Teotônio Samuel Sampaio Alexandre
e Industria Ltda
Terra do leite TDL Agropecuária Ltda Luciano Costa e Silva
Tinoco Agronegócios Sebastião Peres Tinoco Ana Rita Ferreira Moura
UEPE-Gado de leite UFV Polyana Pizzi Rotta
UPBN COPACOL Copacol Amauri Bernardi
Vacaria Tijuca Alimentos Raimundo E. Vasconcelos -
Vale do Jotuva Robin Vink Cleiton Antunes
Vale do Leite Antonio Celso Americano Matheus Henrique Soares
Vargem Fria Rafael C. de Queiroz e outro Rodolfo Coelho de Queiroz
Vila Maria Luiz Eduardo M. Junqueira Gabriel Costa Junqueira
Vitória Juvenal Pinto da Rocha Romano R. S. Tiveron Júnior
Xapetuba Agropecuária José Antônio da Silveira Wender Moreira Machado

Alta
14 CRIA
Alta
CRIA 15
Alta CRIA/2020

NÚMERO DE BEZERRAS AVALIADAS POR COMPOSIÇÃO RACIAL1


Composição racial N

Holandês2 19.227

7/8 Holandês-Gir 932

3/4 Holandês-Gir 3.177

5/8 Holandês-Gir 221

1/2 Holandês-Gir 1.269

Gir 355

Jersey 266

Outras composições raciais 3.568

Total 29.015
1
Bezerras nascidas entre outubro de 2019 a setembro de 2020. 2Bezerras com mais de 93% de
composição racial Holandês foram consideradas como Holandês.

PERFIL DE PRODUÇÃO1
Número médio de
Produção média de Produção total média
Item vacas em
leite por vaca/dia de leite/dia
lactação/dia

Média 423 vacas 30 litros/dia 13.216 litros/dia

Mínimo 25 vacas 12 litros/dia 500 litros/dia

Desvio padrão da
446 vacas 6 litros/dia 15.586 litros/dia
média

Máximo 2.058 vacas 44 litros/dia 82.189 litros/dia

Valores referentes a 112 fazendas avaliadas por questionário on-line.


1

Alta
16 CRIA
DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA DAS FAZENDAS DE ACORDO COM O ESTADO

53%

16%
13%
6%
4% 4%
1% 1% 1% 1% 1%

Minas Paraná São Goiás Rio Ceará Santa Espírito Sergipe Bahia Pará
Gerais Paulo Grande Catarina Santo
do Sul

SISTEMA DE PRODUÇÃO PREDOMINANTE


Sistema de produção %

Confinamento em compost barn 38%

Confinamento em free stall 38%

Semi-confinamento em piquete (águas-pastejo/seca-confinamento) 12%

Confinamento em free stall dentro do cross ventilation 8%

Pastejo o ano todo 4%

Confinamento em compost barn dentro do túnel de vento 1%

COMPOSIÇÃO RACIAL PREDOMINANTE DO REBANHO

71%

24%

2% 2% 1% 1%

Holandês Cruzamentos Jersolando Guzolando Gir Leiteiro Jersey


HOL-GIR

Alta
CRIA 17
PRINCIPAL SOFTWARE DE LANÇAMENTO DE DADOS
Software %

IDEAGRI® 59%

Dairy Plan C21® 10%

PRODAP Smartmilk® 7%

DelPro™ 6%

AfiFarm® 4%

SmartDairy® HerdMetrix™ 4%

Excel® 3%

Alta Gestão® 2%

ABS Monitor® 2%

Sistema MDA® 1%

UNIFORM-Agri ® 1%

Lely T4C® 1%

Dairy Comp 305® 1%

Agenda® 1%

NÚMERO DE COLABORADORES
Item N

Colaboradores na fazenda 19 ± 18 colaboradores

Colaboradores no bezerreiro 3 ± 2 colaboradores

Idade do(a) principal colaborador(a) responsável pelo bezerreiro 35 ± 11 anos

Média e desvio padrão da média.

Alta
18 CRIA
GÊNERO DO(A) COLABORADOR(A) RESPONSÁVEL PELO BEZERREIRO

72%

28%

Masculino Feminino

NÍVEL DE INSTRUÇÃO DO(A) PRINCIPAL COLABORADOR(A) DO BEZERREIRO


36%

24%
20%

9%
4% 4% 4%

Sem Ensino Ensino Ensino médio Ensino médio Superior Superior


escolaridade fundamental fundamental incompleto completo incompleto completo
incompleto completo

ÚLTIMA CAPACITAÇÃO DOS COLABORADORES DO BEZERREIRO


33%

27%

19%

12%

4% 5%

No último mês Nos últimos 3 Nos últimos 6 Nos últimos 12 Há mais de 1 Nunca
meses meses meses ano

Alta
CRIA 19
Alta
20 CRIA
Alta
CRIA 21
Alta CRIA/2020

MOMENTO DE SECAGEM DAS VACAS EM RELAÇÃO À DATA PREVISTA DO PARTO

79%

16%
4%

30 dias ou menos 45 dias 60 dias ou mais

UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE PRECISÃO DURANTE O PERÍODO SECO DAS VACAS


84%

12%
4%

Avaliação periódica com Sensores/dispositivos de Não utiliza dispositivos de


termômetros intravaginais para monitoramento individual precisão nessa fase
avaliação da temperatura

ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL DAS NOVILHAS NO PRÉ-PARTO

29%
26%

14% 13%
12%

5%

2,50 a 2,75 3,00 3,25 a 3,50 3,50 > 3,50 Não é avaliado

Alta
22 CRIA
ESCORE DE CONDIÇÃO CORPORAL DAS VACAS SECAS E DO PRÉ-PARTO
33%

25%

20%

11% 12%

3,25 a 3,50 3,00 3,50 > 3,50 Não é avaliado

MOMENTO DE RESFRIAMENTO DAS VACAS SECAS E DO PRÉ-PARTO


46%

29%
26%

30 dias antes da data prevista 60 dias antes da data prevista Não são resfriadas
do parto do parto

LOCAL DE RESFRIAMENTO DAS VACAS SECAS E DO PRÉ-PARTO1

44%

36%

10%
7%
3%

Linha de cocho Sala de espera Linha de cocho + Cross ventilation Túnel de vento
sala de espera
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 61) que adotam a estratégia de
resfriamento das vacas secas e do pré-parto.

Alta
CRIA 23
NÚMERO DE VEZES AO DIA QUE O LOTE DE VACAS SECAS
SÃO LEVADAS À SALA DE ESPERA PARA RESFRIAMENTO1

50%
43%

7%

1 vez 2 vezes 3 vezes


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 28) que levam os animais do lote
de vacas secas e do pré-parto à sala de espera para resfriamento.

Alta
24 CRIA
VACINAS UTILIZADAS NAS VACS SECAS1
Vacina %

ROTAVEC® CORONA 49%

ROTATEC J5® 31%

Scourguard® 4KC 28%

CattleMaster® GOLD FP 5/L5 25%

Covexin® 9 25%

Tifopasteurina® 25%

J-VAC® 22%

Fortress® 7 19%

BIOPOLIGEN® HS 11%

POLI-STAR® 9%

Bayovac RR® 8%

FERTIGUARD selenium Max® 5%

BIOABORTOGEN H® 4%

Bovigen V4J5® 3%

Excell 10® 3%

HIPRABOVIS 4® 3%

Paraven® 3%

RESGUARD MULTI® 3%

CattleMaster® 4+5L 2%

Clostrisan 11® 2%

Bioclostrigen® J5 1%

BOTULINA® 1%

BOVELA® 1%

InforceTM 3 1%

Fazendas que não utilizam 9%


1
O percentual de utilização de cada vacina foi calculado em relação às fazendas que utilizam
algum programa de vacinação nas vacas secas (N = 102).

Alta
CRIA 25
TIPO DE MATERNIDADE
Tipo de maternidade %

Compost barn 26%

Piquete 25%

Compost barn com baia de parto 21%

Free stall com baia de parto 13%

Free stall no cross ventilation com baia de parto 3%

Free stall 3%

Compost barn no túnel de vento com baia de parto 2%

Piquete com baia de parto 2%

Compost barn com acesso a piquete 2%


Compost barn no túnel de vento 2%

Free stall com acesso a piquete 2%

Free stall no cross ventilation 1%

CAMA DA MATERNIDADE

24% 23%
21%
14%
8%
4% 3% 2% 2%

Alta
26 CRIA
DIMENSÃO DAS BAIAS DE MATERNIDADE1
Média e desvio padrão da média Mínimo Máximo

Largura (metros)

5,1 ± 2,8 2,0 14,0

Comprimento (metros)

5,3 ± 2,2 3,0 12,0

Área (metros quadrados)

30,6 ± 31,8 9,0 144,0


1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 38) que informaram as dimensões
das baias maternidade, individuais ou coletivas.

CRIAÇÃO DE NOVILHAS E VACAS JUNTAS NO PRÉ-PARTO

70%

30%

Sim Não

UTILIZAÇÃO DE SAIS ANIÔNICOS NO PRÉ-PARTO DAS NOVILHAS

87%

13%

Sim Não

Alta
CRIA 27
UTILIZAÇÃO DE SAIS ANIÔNICOS NO PRÉ-PARTO DAS VACAS

89%

11%

Sim Não

OBSERVAÇÃO NA MATERNIDADE ENTRE 6H E 12H


73%

19%
8%

1 vez 2 vezes 3 vezes ou mais

OBSERVAÇÃO NA MATERNIDADE ENTRE 12H E 18H

69%

21%

10%

1 vez 2 vezes 3 vezes ou mais

Alta
28 CRIA
OBSERVAÇÃO NA MATERNIDADE ENTRE 18H E 6H

35%

27%
21%
17%

1 vez 2 vezes 3 vezes ou mais Nunca

Alta
CRIA 29
Alta
30 CRIA
Alta
CRIA 31
Alta CRIA/2020

TIPO DE SERVIÇO QUE GEROU AS BEZERRAS POR COMPOSIÇÃO RACIAL


Tipo de serviço
Composição racial Inseminação Transferência
Monta natural N
artificial de embrião1
Holandês 87% 12% 1% 17.663

7/8 Holandês-Gir 95% 2% 3% 922

3/4 Holandês-Gir 30% 69% 1% 2.723

5/8 Holandês-Gir 12% 79% 9% 209

1/2 Holandês-Gir 7% 92% 1% 1.145

Gir 3% 96% 1% 339

Jersey 94% 1% 5% 266

Total2 77% 21% 2% 26.778


Inclui bezerras de fertilização in vitro e in vivo.2Inclui bezerras com outras composições raciais.
1

TIPO DE SÊMEN UTILIZADO NA INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL POR COMPOSIÇÃO RACIAL E


ORDEM DE PARTO DA MÃE
Tipo de Sêmen

Composição Novilhas Vacas N


racial
Sexado Sexado
Convencional Convencional Novilhas Vacas
fêmea fêmea
Holandês 48% 52% 93% 7% 3.626 3.782

7/8 Holandês-Gir 70% 30% 100% 0% 314 501

3/4 Holandês-Gir 82% 18% 99% 1% 224 565

5/8 Holandês-Gir - - - - - -

1/2 Holandês-Gir - - - - - -

Gir - - - - - -

Jersey - - - - - -

Total1 57% 43% 94% 6% 5.408 6.670


Inclui bezerras com outras composições raciais.
1

Alta
32 CRIA
TEMPO PARA INTERVENÇÃO NO PARTO DE NOVILHAS APÓS O ROMPIMENTO DA BOLSA

38%

29%

15%
13%

4%

≤ 30 minutos 1 hora 2 horas 3 horas Não possui


protocolo

TEMPO PARA INTERVENÇÃO NO PARTO DE VACAS APÓS O ROMPIMENTO DA BOLSA


38%

31%

16%
13%

3%

≤ 30 minutos 1 hora 2 horas 3 horas Não possui


protocolo

DISTRIBUIÇÃO MENSAL DOS NASCIMENTOS DAS BEZERRAS

2.908 2.938
2.695 2.798 2.697
2.540
2.357
2.018 2.092 2.118
1.960 1.894

Out 19 Nov 19 Dez 19 Jan 20 Fev 20 Mar 20 Abril 20 Maio 20 Jun 20 Jul 20 Ago 20 Set 20

Alta
CRIA 33
TIPO DE NASCIMENTO DAS BEZERRAS POR
COMPOSIÇÃO RACIAL E ORDEM DE PARTO DA MÃE 1
Tipo de nascimento

Composição racial Novilhas Vacas N

Normal Auxiliado Normal Auxiliado Novilhas Vacas

Holandês 90% 10% 92% 8% 7.690 7.204

7/8 Holandês-Gir 98% 2% 97% 3% 346 556

3/4 Holandês-Gir 97% 3% 98% 2% 345 725

5/8 Holandês-Gir 94% 6% 91% 9% 50 56

1/2 Holandês-Gir 91% 9% 88% 12% 32 93

Gir - - - - - -

Jersey - - - - - -

Total1 91% 9% 94% 6% 9.843 10.575


Inclui bezerras com outras composições raciais.
1

TIPO DE NASCIMENTO DE ACORDO COM O TIPO DE SERVIÇO


QUE GEROU AS BEZERRAS E ORDEM DE PARTO DA MÃE
Tipo de serviço

Tipo de parto Inseminação artificial Transferência de embrião1 Monta natural

Novilhas Vacas Novilhas Vacas Novilhas Vacas

Normal 91% 94% 89% 84% 94% 97%

Auxiliado 9% 6% 11% 16% 6% 3%

N 8.615 9.293 434 601 268 237


Inclui bezerras de fertilização in vitro e in vivo.
1

Alta
34 CRIA
TIPO DE AUXÍLIO NO PARTO

96%

4%

Manual (Humana) Equipamento (Fórceps)

TEMPO DE PERMANÊNCIA DA RECÉM-NASCIDA NA MATERNIDADE APÓS O PARTO

53%

20% 20%

6%
1% 1%

≤ 30 minutos 1 hora 2 horas 24 horas até 48 3 a 8 horas 9 a 24 horas


horas

MÉTODO DE SECAGEM DA RECÉM-NASCIDA


71%

7% 12%
6% 2% 2%

Pela própria Toalha Pó secante Secador Pela própria Não é seca e é


mãe, dentro da industrial mãe, com a colocada em
maternidade bezerra ambiente com
colocada na palha/feno
"caixa de
carinho"

Alta
CRIA 35
DISPONIBILIDADE DE BAIA/GAIOLA COM CAMPÂNULA PARA A RECÉM-NASCIDA
75%

25%

Sim Não

USO DE TRANSPORTE DA MATERNIDADE PARA O BERÇÁRIO/BEZERREIRO


EXCLUSIVO PARA A RECÉM-NASCIDA

61%

39%

Sim Não

PRODUTO UTILIZADO PARA A CURA DO UMBIGO


95%

2% 2% 1% 1%

Tintura de iodo Umbicura® Tintura de iodo 7% Clorexidina 0,5% Tintura de iodo 5%


10%

Alta
36 CRIA
NÚMERO DE VEZES POR DIA QUE É REALIZADA A CURA DO UMBIGO

54%

31%

14%

1 vez 2 vezes 3 vezes

PERÍODO QUE É REALIZADA A CURA DO UMBIGO APÓS O NASCIMENTO

50%

38%

8%
4%

1 dia 2 dias 3 dias Até cair

INSPEÇÃO E RETIRADA DE TETAS EXTRANUMERÁRIAS

52%

48%

Sim Não

Alta
CRIA 37
TIPO DE MOCHAÇÃO
57%

21%

11%
8%
4%

Ferro quente Pasta cáustica Ferro elétrico Ferro a gás Policresuleno

PROTOCOLO DE MOCHAÇÃO DE ACORDO COM O TIPO DE MOCHAÇÃO


Tipo de mochação
Protocolo de mochação
Ferro1 Pasta cáustica Policresuleno2

Anestesia local + anti-inflamatório 55% 17% 100%

Somente anestesia local 12% 17% 0%

Somente anti-inflamatório 5% 13% 0%

Anestesia local + anti-inflamatório + sedativo 5% 0% 0%

Somente sedativo 1% 0% 0%

Anestesia local + sedativo 1% 0% 0%

Não é aplicado nada 21% 52% 0%

Número de Fazendas 85 23 4

Valores referentes ao somatório de ferro quente, elétrico e a gás.


1

Produto ainda em teste. Converse com o Médico Veterinário antes de iniciar a utilização.
2

Alta
38 CRIA
IDADE DE MOCHAÇÃO DE ACORDO COM O TIPO DE MOCHAÇÃO
Tipo de mochação Número de Fazendas Idade

Ferro1 85 38 ± 18 dias

Pasta cáustica 23 7 ± 4 dias

Policresuleno2 4 12 ± 2 dias
1
Valores referentes ao somatório de ferro quente, elétrico e a gás. 2Produto ainda em teste;
converse com um Médico Veterinário antes de iniciar a utilização. Média e desvio padrão da
média.

Alta
CRIA 39
Alta
40 CRIA
Alta
CRIA 41
Alta CRIA/2020
TEMPO PARA ORDENHAR O COLOSTRO APÓS O PARTO

40%

21%
15% 14%

4% 4%

< 30 minutos 30 minutos a 1 1 a 2 horas 2 a 3 horas 3 a 4 horas > 4 horas


hora

LOCAL DE ORDENHA DO COLOSTRO APÓS O PARTO


38%
35%

15%
13%

Sala de ordenha, no Ordenha acessória Manualmente, em uma Sala de ordenha, no


lote inicial exclusiva área próxima à lote final
maternidade

APLICAÇÃO DE OCITOCINA PARA ESTIMULAR A "DESCIDA" DO COLOSTRO

70%

14% 16%

Sim, em todos os animais Sim, somente nos animais que Não


apresentam dificuldade de
"descer" o colostro

Alta
42 CRIA
TEMPO PARA O PRIMEIRO FORNECIMENTO DE COLOSTRO EM NASCIMENTOS QUE
OCORREM ENTRE 6H E 18H
41%
36%

11% 11%

1% 1%

< 30 minutos 30 minutos a 1 1 a 2 horas 2 a 3 horas 3 a 4 horas > 4 horas


hora

TEMPO PARA O PRIMEIRO FORNECIMENTO DE COLOSTRO


EM NASCIMENTOS QUE OCORREM ENTRE 18H E 6H
18%
17%
15%
13%
11%
10%
7%
4% 4%

< 30 30 1a2 2a3 3a4 4a5 5a6 > 6 horas Mama


minutos minutos a horas horas horas horas horas direto na
1 hora vaca

PRINCIPAL TIPO DE COLOSTRO FORNECIDO NA PRIMEIRA ALIMENTAÇÃO

52%

25%

12%
9%
3%

Fresco Fresco enriquecido Descongelado Descongelado Em pó


com colostro em enriquecido com
pó colostro em pó

Alta
CRIA 43
QUANTIDADE DE COLOSTRO FORNECIDO NA PRIMEIRA ALIMENTAÇÃO
75%

11% 11%
3% 1%

< 10% do peso vivo 10% do peso vivo > 10% do peso vivo 1 pacote de Mama direto na
ao nascimento ao nascimento ao nascimento colostro em pó vaca

INTERVALO DE TEMPO ENTRE O PRIMEIRO E O SEGUNDO FORNECIMENTO DE COLOSTRO

35%

21%
14% 13%
11%
5%

< 4 horas 4 a 5 horas 5 a 6 horas 6 a 7 horas > 7 horas Não é fornecida


uma segunda
alimentação de
colostro
PRINCIPAL TIPO DE COLOSTRO FORNECIDO NA SEGUNDA ALIMENTAÇÃO1

67%

16%
10%
5%
1%

Fresco Descongelado Fresco enriquecido Descongelado Refrigerado


com colostro em enriquecido com
pó colostro em pó
1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 73) que fornecem segunda
alimentação de colostro.

Alta
44 CRIA
QUANTIDADE DE COLOSTRO FORNECIDO NA SEGUNDA ALIMENTAÇÃO1

52%

38%

10%

< 5% do peso vivo ao 5% do peso vivo ao nascimento > 5% do peso vivo ao


nascimento nascimento
1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 73) que fornecem segunda
alimentação de colostro.

UTILIZAÇÃO DO COLOSTRO EM PÓ (SASKATOON COLOSTRUM®)1


Utilização %

Enriquecimento do colostro fresco/descongelado 74%

Estratégia de banco de colostro 18%

Protocolo na primeira mamada 3%

Partos noturnos 3%

Filhas de receptoras (FIV) 2%

Simulação do leite de transição 1%

Não utiliza o produto 4%


Calculado em relação às fazendas que utilizam o produto (N = 108).
1

Alta
CRIA 45
INSTRUMENTO UTILIZADO NA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE
IMUNOLÓGICA DO COLOSTRO A CAMPO
83%

13%
2% 3%

Refratômetro óptico Refratômetro digital Colostrômetro Não é avaliada


Brix Brix

PONTO DE CORTE BRIX ADOTADO PARA AVALIAÇÃO


IMUNOLÓGICA DO COLOSTRO A CAMPO1
33%

21%

11%
7% 8%
6% 7%
3% 4%
1%

< 22% de 22% de 23% de 24% de 25% de 26% de 27% de 28% de 29% de 30% de
Brix Brix Brix Brix Brix Brix Brix Brix Brix Brix ou
mais
1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 107) que utilizam o refratômetro
Brix, óptico ou digital, para avaliação da qualidade imunológica do colostro a campo.

CLASSIFICAÇÃO DA QUALIDADE IMUNOLÓGICA DO COLOSTRO FORNECIDO ÀS BEZERRAS1


Qualidade do colostro % N

Bom 95% 18.150

Médio 4% 846

Ruim 1% 91
1
Avaliações realizadas por colostro balls, colostrômetro ou refratômetro Brix. As classificações
bom, médio ou ruim foram adotadas de acordo com as cores verde, amarelo e vermelho
indicadas no colostrômetro e colostro balls. No refratômetro Brix, foi considerado bom, médio
ou ruim, os valores de Brix < 18%, ≥ 18% a < 22% e ≥ 22%, respectivamente.

Alta
46 CRIA
BRIX DO COLOSTRO FORNECIDO ÀS BEZERRAS
Brix do colostro % N

< 22% Brix 3% 420

22 a 24% Brix 10% 1.541

25 a 29% Brix 61% 9.678

≥ 30% Brix 27% 4.200

PASTEURIZAÇÃO DO COLOSTRO

96%

3% 2%

Sim, 60 graus por 30 minutos Sim, 60 graus por 60 minutos Não é pasteurizado

ANÁLISE DA CONTAGEM PADRÃO EM PLACAS DO COLOSTRO


84%

16%

Sim Não

Alta
CRIA 47
TIPO DA ANÁLISE DA CONTAGEM PADRÃO EM PLACAS DO COLOSTRO1

72%

28%

Em placas, na própria fazenda Em laboratório


1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 18) que realizam análise de
contagem padrão em placa do colostro.

TEMPO DE ARMAZENAMENTO DO COLOSTRO REFRIGERADO EM GELADEIRA

70%

20%

4% 5%
1%

1 dia 2 dias 3 dias > 4 dias Não é refrigerado

Alta
48 CRIA
DESTINO DO COLOSTRO REFRIGRADO QUANDO NÃO É UTILIZADO1

35%

32% 32%

Descartado Dilui no leite das bezerras Vai para o banco de colostro


Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 34) que refrigeram o colostro.
1

MODO DE ARMAZENAMENTO DO COLOSTRO EM FREEZER


63%

16% 18%

2% 1%

Placas dentro de Garrafa PET Placas sem Bolsa plástica Não possui banco
saco plástico embalagem comercial de colostro
descartável congelado

Alta
CRIA 49
TIPO DE DESCONGELAMENTO DO COLOSTRO ARMAZENADO EM FREEZER
47% 47%

3% 3%

Banho-maria com Banho-maria sem Termocirculador Chocolateira com


termostato termostato termostato
(marmiteira)
1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 92) que possuem banco de colostro
em freezer.

TEMPERATURA MÉDIA DE DESCONGELAMENTO DO COLOSTRO EM


DIFERENTES TIPOS DE DESCONGELAMENTO
Tipo de descongelamento Número de fazendas Temperatura (°C)

Banho-maria com termostato (marmiteira) 43 46 ± 6°C

Banho-maria sem termostato 43 48 ± 8°C

Chocolateira com termostato 3 53 ± 3°C

Termocirculador 3 47 ± 3°C
Média e desvio padrão da média.

PRINCIPAL TIPO DE FORNECIMENTO DE COLOSTRO


63%

16% 15%
5%

Mamadeira, e quando a Somente mamadeira Somente sonda Balde com bico


bezerra não quer, apropriado para
sonda colostro

Alta
50 CRIA
MÉTODO DE ANÁLISE A CAMPO PARA AVALIAR A TRANSFERÊNCIA DE IMUNIDADE PASSIVA

63%

16%
13%
8%

Refratômetro óptico de Refratômetro de Refratômetro digital de Não avalia


Brix proteína total (g/dL) Brix

IDADE DE COLETA DE SANGUE APÓS A COLOSTRAGEM PARA AVALIAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA


DE IMUNIDADE PASSIVA1
66%

12% 10%
8%
5%

24 a 48 horas após 3 dias de idade 4 dias de idade 5 dias de idade 6 a 7 dias de idade
o fornecimento do
colostro
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 103) que avaliam a transferência
de imunidade passiva das bezerras.

PONTO DE CORTE PARA AVALIAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DE IMUNIDADE PASSIVA DE


ACORDO COM O TIPO DE REFRATÔMETRO
Tipo de refratômetro Número de fazendas Ponto de corte

Refratômetro óptico de Brix (%) 70 8,9 ± 0,9 % de Brix

Refratômetro de proteína total (g/dL) 18 6,0 ± 0,6 g/dL

Refratômetro digital de Brix (%) 15 8,7 ± 0,4 % de Brix

Média e desvio padrão da média.

Alta
CRIA 51
VALORES MÉDIOS DE PROTEÍNA TOTAL E DE BRIX SÉRICO POR COMPOSIÇÃO RACIAL

Composição Tipo de refratômetro

racial Proteína total (g/dL) N Brix (%) N

Holandês 7,2 ± 1,6 5.069 9,7 ± 1,2 7.614

7/8 Holandês-Gir 7,2 ± 1,5 151 9,7 ± 1,3 380

3/4 Holandês-Gir 6,9 ± 1,2 798 9,4 ± 1,1 692

5/8 Holandês-Gir 6,6 ± 0,8 118 9,7 ± 1,4 45

1/2 Holandês-Gir 7,4 ± 1,2 314 9,6 ± 1,3 78

Gir - - - -

Jersey - - 9,7 ± 1,5 160

Total1 7,1 ± 1,5 6.654 9,7 ± 1,2 10.124


Inclui bezerras com outras composições raciais. Média e desvio padrão da média.
1

VALORES MÉDIOS DE PROTEÍNA TOTAL SÉRICA POR ORDEM DE PARTO DAS MÃES E POR
COMPOSIÇÃO RACIAL
Proteína total (g/dL)
Composição racial
Novilhas N Vacas N

Holandês 7,3 ± 1,6 2.139 7,0 ± 1,2 1.441

7/8 Holandês-Gir 8,3 ± 1,8 31 6,9 ± 1,3 120

3/4 Holandês-Gir 6,9 ± 1,2 139 7,1 ± 1,6 220

5/8 Holandês-Gir 6,6 ± 0,7 36 6,7 ± 0,7 39

1/2 Holandês-Gir - - 6,9 ± 1,4 29

Gir - - - -

Jersey - - - -

Total1 7,2 ± 1,5 2.452 7,0 ± 1,3 2.037


Inclui bezerras com outras composições raciais. Média e desvio padrão da média.
1

Alta
52 CRIA
VALORES MÉDIOS DE BRIX SÉRICO POR ORDEM DE PARTO DAS MÃES E POR COMPOSIÇÃO
RACIAL
Brix (%)
Composição racial
Novilhas N Vacas N

Holandês 9,8 ± 1,2 3.199 9,7 ± 1,2 3.384

7/8 Holandês-Gir 9,7 ± 1,1 114 9,8 ± 1,3 250

3/4 Holandês-Gir 9,7 ± 1,1 64 9,6 ± 1,4 216

5/8 Holandês-Gir - - - -

1/2 Holandês-Gir - - 9,4 ± 1,3 38

Gir - - - -

Jersey - - - -

Total1 9,8 ± 1,2 3.806 9,7 ± 1,2 4.607


Inclui bezerras com outras composições raciais. Média e desvio padrão da média.
1

PROTEÍNA TOTAL SÉRICA DE ACORDO COM O BRIX DO COLOSTRO FORNECIDO

7,6 g/dL

6,9 g/dL 7,0 g/dL

6,6 g/dL

< 22% Brix 22 a 24% Brix 25 a 29% Brix ≥ 30% Brix


(N=103) (N=388) (N=3.719) (N=1.391)

Alta
CRIA 53
BRIX SÉRICO DE ACORDO COM O BRIX DO COLOSTRO FORNECIDO

9,7%
9,6%

9,2%

8,6%

< 22% Brix 22 a 24% Brix 25 a 29% Brix ≥ 30% Brix


(N=125) (N=853) (N=4.129) (N=2.149)

EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM
Proteína sérica total Brix sérico
Categoria Percentual de bezerras N
(g/dL)1 (%)1

Excelente ≥ 6,2 ≥ 9,4 64% 10.793

Boa 5,8 a 6,1 8,9 a 9,3 18% 3.085

Aceitável 5,1 a 5,7 8,1 a 8,8 11% 1.819

Ruim < 5,1 < 8,1 7% 1.081

Valores de referência.
1

EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM POR COMPOSIÇÃO RACIAL


Composição racial Excelente Boa Aceitável Ruim N

Holandês 65% 18% 11% 6% 12.683

7/8 Holandês-Gir 65% 18% 7% 10% 531

3/4 Holandês-Gir 56% 25% 13% 6% 1.490

5/8 Holandês-Gir 68% 21% 6% 5% 163

1/2 Holandês-Gir 80% 12% 5% 3% 392

Gir - - - -

Jersey 53% 25% 5% 17% 161

Alta
54 CRIA
EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM O TIPO DE SERVIÇO QUE GEROU A BEZERRA
Tipo de serviço
Eficiência de
Inseminação Transferência de
colostragem Monta natural
artificial embrião1
Excelente 63% 74% 58%

Boa 19% 15% 20%

Aceitável 12% 7% 10%

Ruim 7% 3% 12%

N 12.427 2.458 249


Inclui bezerras de fertilização in vitro e in vivo.
1

EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM A ORDEM DE PARTO DAS MÃES


Ordem de parto
Eficiência de colostragem
Novilhas Vacas

Excelente 67% 63%

Boa 17% 19%

Aceitável 10% 12%

Ruim 6% 7%

N 6.258 6.530

EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM O TIPO DE NASCIMENTO DAS BEZERRA

Eficiência de Tipo de nascimento

colostragem Normal Auxiliado

Excelente 64% 65%

Boa 18% 19%

Aceitável 11% 10%

Ruim 7% 6%

N 15.276 1.373

Alta
CRIA 55
EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM O TIPO DE FORNECIMENTO DE COLOSTRO
Fornecimento de colostro
Eficiência de colostragem
Mamadeira Sonda Balde com bico Mãe

Excelente 65% 65% 34% 69%

Boa 17% 19% 36% 16%

Aceitável 11% 11% 19% 7%

Ruim 7% 5% 11% 8%

N 9.411 6.458 549 213

EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM O BRIX DO COLOSTRO FORNECIDO

Eficiência de Brix do colostro fornecido1

colostragem < 22% 22 a 24% 25 a 29% ≥ 30%

Excelente 42% 52% 63% 66%

Boa 18% 24% 20% 17%

Aceitável 19% 15% 12% 10%

Ruim 21% 9% 6% 6%

N 228 1.241 7.848 3.540


Avaliações realizadas em refratômetro óptico ou digital de Brix.
1

EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM O TIPO DE COLOSTRO FORNECIDO

Eficiência de Tipo de colostro fornecido

colostragem Fresco Descongelado Enriquecimento1

Excelente 68% 65% 53%

Boa 16% 18% 23%

Aceitável 9% 10% 15%

Ruim 6% 7% 6%

N 8.756 3.657 4.365

Mistura do colostro fresco ou descongelado com o colostro em pó.


1

Alta
56 CRIA
EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DE ACORDO COM A QUANTIDADE DE COLOSTRO FORNECIDO
Quantidade de colostro fornecido
Eficiência de colostragem
< 4 litros 4 litros > 4 litros

Excelente 58% 65% 64%

Boa 19% 20% 17%

Aceitável 13% 10% 14%

Ruim 10% 5% 5%

N 3.517 7.209 2.440

TEMPO DE FORNECIMENTO DE LEITE DE TRANSIÇÃO APÓS A COLOSTRAGEM


29%
24%

16%
12%
8% 7%
4%

1 dia 2 dias 3 dias 4 dias 5 dias > 5 dias Não é


fornecido

TIPO DE LEITE DE TRANSIÇÃO FORNECIDO APÓS A COLOSTRAGEM1


83%

13%
3% 3%

Das vacas recém- Vacas recém-paridas Adiciona colostro em Adiciona colostro


paridas misturado com o leite pó no leite/sucedâneo fresco/descongelado no
de descarte leite/sucedâneo
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 80) que fornecem leite de
transição para as bezerras.

Alta
CRIA 57
Alta
58 CRIA
Alta
CRIA 59
ALTA CRIA/2020

MODO DE FORNECIMENTO DA DIETA LÍQUIDA


46% 45%

6%
4%

Balde com bico Balde Mamadeira Aleitador automático

TIPO DE DIETA LÍQUIDA PREDOMINANTEMENTE FORNECIDA


43%

32%

22%

3%

Leite não Leite comercializável Sucedâneo Leite acidificado


comercialiável

TIPO DE PASTEURIZAÇÃO DE ACORDO COM O TIPO DE DIETA LÍQUIDA


Tipo de dieta líquida Pasteurização lenta Pasteurização rápida Não pasteuriza

Leite não comercializável


29% 21% 50%
(N = 48)
Leite comercializável
14% 0% 86%
(N = 36)

Alta
60 CRIA
ADENSAMENTO DO LEITE COM UTILIZAÇÃO DE SUCEDÂNEO1
66%

34%

Sim Não
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 87) que utilizam leite
comercializável, leite não comercializável ou leite acidificado, predominantemente, na dieta
líquida.

TEOR DE SÓLIDOS TOTAIS ADOTADO NO ADENSAMENTO DO LEITE

52%

21%

10% 10%
3% 3%

13 % 14 % 15 % 16 % 18 % > 18%
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 29) que utilizam e que informaram
o teor de sólidos totais adotado no adensamento do leite.

Alta
CRIA 61
PRODUTO UTILIZADO NO ADENSAMENTO DO LEITE1

50%

10% 10%
7%
3% 3% 3% 3% 3% 3% 3%

1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 30) que realizam o adensamento
do leite.

PRODUTO UTILIZADO PARA SUBSTITUIÇÃO TOTAL DO LEITE NA DIETA LÍQUIDA1

36%

24%

16%
12%

4% 4% 4%

Sprayfo Azul® Nattimilk E- Sprayfo Nurture Kalvolac Kaliber milk® Kalvolac®


max® Violeta® Prime® Quick®
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 25) que utilizam sucedâneo para
substituição total do leite na dieta líquida das bezerras.

Alta
62 CRIA
DILUIÇÃO DO SUCEDÂNEO UTILIZADO PARA SUBSTITUIÇÃO TOTAL DO LEITE NA DIETA LÍQUIDA1

44%

24% 24%

4% 4%

1:5 1:6 1:7 1:8 1:9


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 25) que utilizam sucedâneo para
substituição total do leite na dieta líquida das bezerras.

QUANTIDADE DE DIETA LÍQUIDA FORNECIDA

69%

22%

6%
3%

4 litros/dia 5 a 6 litros/dia 7 a 8 litros/dia ≥ 9 litros/dia

FREQUÊNCIA DE FORNECIMENTO DE DIETA LÍQUIDA


93%

4% 4%

2 vezes ao dia 3 vezes ao dia Aleitador automático

Alta
CRIA 63
INTERVALO DE TEMPO ENTRE OS FORNECIMENTOS DA DIETA LÍQUIDA

27%
24%

19%
17%

7%
3% 4%

< 4 horas 5 horas 6 horas 7 horas 8 horas > 8 horas Aleitador


automático

ESTRATÉGIA DE ALEITAMENTO
40% 38%

21%

Começa com maior quantidade Começa com menor Mesma quantidade de dieta
e vai reduzindo quantidade, aumenta e depois líquida durante todo o
reduz aleitamento

IDADE DE INÍCIO DE FORNECIMENTO DE ÁGUA

89%

10%
1%

1 a 2 dias de vida 3 a 4 dias de vida 5 a 10 dias de vida

Alta
64 CRIA
TIPO DE FORNECIMENTO DE ÁGUA
65%

31%

1% 2% 1%

Balde Bebedouro Bico de Cocho de concreto Cocho de PVC


automático com suinocultura
boia

IDADE DE INÍCIO DE FORNECIMENTO DE CONCENTRADO

58%

28%

11%
1% 3%

1 a 2 dias de vida 3 a 4 dias de vida 5 a 10 dias de vida 11 a 15 dias de > 15 dias de vida
vida

PROCEDÊNCIA DO CONCENTRADO FORNECIDO


64%

36%

Comercial Feito na própria fazenda

Alta
CRIA 65
TIPO DE CONCENTRADO FORNECIDO

38%
37%

20%

5%

Peletizado Farelado Peletizado + extrusado Farelado + feno

PROTEÍNA BRUTA DO CONCENTRADO FORNECIDO

24%
21% 22%
21%

6%
4%
1% 1%

18 % 19 % 20 % 21 % 22 % 23 % 24 % > 24%

PRESENÇA DE COCCIDIOSTÁTICO NO CONCENTRADO

54%

46%

Sim Não

Alta
66 CRIA
IDADE DE INÍCIO DO FORNECIMENTO DE VOLUMOSO
23% 22%
21%
19%

13%

3%

1-6 dias de vida 7-29 dias de vida 30-39 dias de 40-59 dias de ≥60 dias de vida Não é fornecido
vida vida

TIPO DE VOLUMOSO UTILIZADO DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO1

49%
44%

2% 1% 1% 1% 1%

Silagem de Feno Silagem de Gramíneas TMR Pré secado Pré secado


milho sorgo de alfafa de Jiggs
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 87) que fornecem volumoso para
as bezerras durante a fase de aleitamento.

Alta
CRIA 67
MODO DE FORNECIMENTO DE VOLUMOSO DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO1

60%

40%

Misturado ao concentrado Separado do concentrado


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N=87) que fornecem volumoso para
as bezerras durante a fase de aleitamento.

QUANTIDADE DE VOLUMOSO UTILIZADO DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO1


55%

45%

À vontade De forma restrita (mais ou menos uma mão por


bezerra)
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 87) que fornecem volumoso para
as bezerras durante a fase de aleitamento.

Alta
68 CRIA
TIPO DE DESALEITAMENTO
92%

8%

Gradual Abrupto

CONSUMO MÉDIO DE CONCENTRADO AO DESALEITAMENTO1


28%
25%
21%
17%

6%
3%

< 1,0 kg 1,0 kg 1,5 kg 2,0 kg > 2,0 kg O consumo


médio de
concentrado
não é avaliado
Valores informados pela própria fazenda, através do questionário on-line.
1

Alta
CRIA 69
IDADE AO DESALEITAMENTO POR COMPOSIÇÃO RACIAL
Composição racial Idade (dias) N

Holandês 82 ± 16 12.782

7/8 Holandês-Gir 87 ± 17 579

3/4 Holandês-Gir 85 ± 13 2.093

5/8 Holandês-Gir 92 ± 12 146

1/2 Holandês-Gir 87 ± 18 769

Gir 133 ± 29 93

Jersey 92 ± 13 172

TEMPO DE PERMANÊNCIA DOS ANIMAIS NO BEZERREIRO APÓS O DESALEITAMENTO


32%

26%

21% 21%

< 7 dias 7 dias > 7 dias Nenhum

Alta
70 CRIA
Alta
CRIA 71
ALTA CRIA/2020

ADOÇÃO DE MEDIDAS DE BIOSSEGURIDADE NA MATERNIDADE


76%

24%

Sim Não

ADOÇÃO DE MEDIDAS DE BIOSSEGURIDADE NO BERÇÁRIO1

63%

37%

Sim Não
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 59) que possuem berçário.

ADOÇÃO DE MEDIDAS DE BIOSSEGURIDADE NO BEZERREIRO

68%

32%

Sim Não

Alta
72 CRIA
PRODUTOS UTILIZADOS PARA DESINFECÇÃO DO LOCAL ONDE OCORREM OS PARTOS1
Produto %

Cal hidratada 62%

Dioxiplus® 34%

Amônia quaternária 4%

CB-30 TA® 2%

Vassoura de fogo 2%

Virkon™ S 2%

Não utilizam nada 42%


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 47) que utilizam algum produto
para desinfecção do local onde ocorreu o parto.

PRODUTOS UTILIZADOS PARA LIMPEZA DOS UTENSÍLIOS DE ALIMENTAÇÃO DAS BEZERRAS1


Produto %

Detergente neutro 74%


Dioxiplus® 44%
CB-30 TA® 34%
Detergente alcalino 23%
Água sanitária (Hipoclorito de sódio) 17%
Cloro 15%
Detergente ácido 13%
Agrisept® MC TABS 2%
Della-San® 2%
Della-Wash™ Blue 1%
D-1000® 1%
Oxiclean® 1%
Peroxoni Plus® 1%
Virkon™ S 1%
Não utilizam nada 2%
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 110) que utilizam algum
produto para limpeza dos utensílios utilizados na alimentação das bezerras.

Alta
CRIA 73
PRODUTOS UTILIZADOS PARA DESINFECÇÃO DAS INSTALAÇÕES DAS BEZERRAS 1
Produto %

Cal hidratada 52%

Dioxiplus® 50%

Vassoura de fogo 21%

Virkon™ S 21%

Detergente neutro 19%

CB-30 TA® 16%

Cloro 12%

Amônia quaternária 6%

Água sanitária (Hipoclorito de sódio) 5%

Creolina 4%

Detergente alcalino 3%

Virocid™ 2%

AVT-450® 1%

Biofor® 1%

Chlor-A-Foam™ 1%

Cloroclean Foamy 1%

Deter Sell-CB® 1%

Detergente ácido 1%

Foaming Caustic Cleaner 1%

Poly-Phen® 1%

Virukill® 1%

Não utilizam nada 10%


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 101) que utilizam algum
produto para desinfecção das instalações das bezerras.

Alta
74 CRIA
REALIZAÇÃO DE TRATAMENTO DA ÁGUA UTILIZADA NO BEZERREIRO

61%

39%

Sim Não

TEMPO MÉDIO DE VAZIO SANITÁRIO NAS INSTALAÇÕES DAS BEZERRAS


43%

21% 21%

14%

< 7 dias 7 dias > 7 dias Nenhum

REALIZAÇÃO DE TESTE NAS RECÉM-NASCIDAS PARA VERIFICAÇÃO DA PRESENÇA DE ANIMAIS


PERSISTENTEMENTE INFECTADOS (PI) PARA O VÍRUS DA DIARREIA VIRAL BOVINA (BVD)

81%

19%

Sim Não

Alta
CRIA 75
VACINAS REALIZADAS ATÉ 12 MESES DE IDADE
Vacina %

Brucelose 96%

Carbúnculo 79%

Raiva 78%

Diarreia viral bovina (BVD) 73%

Febre Aftosa 71%

Leptospirose 71%

Rinotraqueíte infecciosa bovina (IBR) 71%

Doença respiratória 50%

Botulismo 54%

Ceratoconjuntivite 39%

Salmonelose 24%

Alta
76 CRIA
MEDICAMENTOS/PRODUTOS QUE TODAS AS BEZERRAS RECEBEM COMO PROTOCOLO
DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO1
Medicamento/Produto % Medicamento/Produto %

Baycox® 5% 61% An@bolic® 1%

Halocur® 45% Bovi-Shield Gold® 5 1%

InforceTM 3 41% Biocalf® 1%

Ripercol® L 25% Covexin® 9 1%

Ivermectina 16% CursoZero® 1%

Panacur® 10% 13% Doramectina 1%

Imizol® 11% Eprinomectina Pour On 1%

Biobac® 10% Fortress® 7 1%

Pró Bezerro® 8% Isocox® 1%

Zuprevo® 7% Mod Plus 1%

Draxxin® 6% Paraven® 1%

Roboforte® 5% Pencivet® Plus PPU 1%

Dectomax® 4% Sulfóxido de albendazol 1%

Fagolac® 4% Terramicina® LA 1%

Nitazoxanida 2% Tilmicovet® 1%

- - VOSS Rico Oral® 1%

Não utilizam nada 13%


Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 97) que utilizam
1

medicamentos/produtos como protocolo em todas as bezerras.

Alta
CRIA 77
DOENÇAS QUE MAIS ACOMETEM AS BEZERRAS DURANTE O PERÍODO DE ALEITAMENTO1
Doença %

Diarreia 96%

Doenças respiratórias 84%

Tristeza parasitária 18%

Problemas de umbigo 10%

Timpanismo 10%

Verminose 2%

Otite 1%

Sepse 1%
1
Informações obtidas a partir do questionário on-line.

% DE ANIMAIS QUE APRESENTARAM DIARREIA E/OU DOENÇA RESPIRATÓRIA DURANTE A


FASE DE ALEITAMENTO
Doença % N

Diarreia 38,9% 24.192

Doença respiratória 23,4% 24.684

Diarreia e doença respiratória 11,4% 24.192

DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS CASOS DE DIARREIA DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO DE


ACORDO COM A IDADE DAS BEZERRAS1

51,0%

21,2%

10,6%
5,3% 3,2% 2,5% 2,0% 1,5% 1,1% 0,7% 0,3% 0,3% 0,3%

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 >12
Semana de idade

1
Percentual calculado em relação ao número de casos de diarreia (N = 10.662) durante a fase de
aleitamento. A idade média dos casos foi de 15 ± 14 dias de idade.

Alta
78 CRIA
REALIZAÇÃO DE AVALIAÇÃO DA TEMPERATURA RETAL DOS ANIMAIS PREVIAMENTE AO
TRATAMENTO DE DIARREIA COM ANTIBIÓTICO

76%

24%

Sim Não

MANEJO DE DIETA LÍQUIDA DE ANIMAIS QUE APRESENTAM DIARREIA


94%

4% 1% 1%

Mantida Reduzida nos dias de Aumentada nos dias de Retirada nos dias de
diarreia diarreia diarreia

Alta
CRIA 79
DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DOS CASOS DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS DURANTE A FASE DE
ALEITAMENTO DE ACORDO COM A IDADE DAS BEZERRAS1
12,8%
12,0% 12,2%
11,1% 11,0%
9,5% 9,3%
7,7%
5,7%
3,9%
2,2%
1,2% 1,4%

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 >12
Semana de idade

1
Percentual calculado em relação ao número de casos de doenças respiratórias (N = 7.116)
durante a fase de aleitamento. A idade média dos casos foi de 33 ± 22 dias de idade.

TIPO DE MONITORAMENTO DA TRISTEZA PARASITÁRIA BOVINA NA CRIA E RECRIA DOS


ANIMAIS1
Doença %

Comportamento e visual 47%

Avaliação periódica da temperatura retal 15%

Comportamento, visual e avaliação periódica da temperatura retal 8%

Avaliação periódica da temperatura retal, hematócrito e lâminas 6%

Avaliação periódica da temperatura retal e hematócrito 6%

Comportamento, visual e hematócrito 4%

Hematócrito 4%

Avaliação periódica da temperatura retal e lâminas 4%

Comportamento, visual, hematócrito e lâminas 2%

Lâminas 1%

Comportamento, visual e lâminas 1%

Não é monitorada 13%


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 97) que monitoram a tristeza
parasitária bovina na cria e recria.

Alta
80 CRIA
% DE MORTALIDADE DE BEZERRAS DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO

Item % N

Mortalidade 6,3%
27.874
Sobrevivência 93,7%

DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DE MORTALIDADE DURANTE A FASE DE ALEITAMENTO DE


ACORDO COM A IDADE DAS BEZERRAS1

26,0%

18,8%
17,3%

9,8%
6,5%
4,3% 3,8% 4,1%
2,8% 1,7% 1,9%
1,5% 1,5%

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 >12
Semana de idade

1
Percentual calculado em relação ao número de casos de morte (N = 1.764) durante a fase de
aleitamento. A idade média dos casos foi de 25 ± 27 dias de idade.

MORTALIDADE ATÉ O DESALEITAMENTO DE ACORDO COM O TIPO DE SERVIÇO QUE GEROU


A BEZERRA
Tipo de serviço
Item
Inseminação artificial Transferência de embrião1 Monta natural

Mortalidade 6,6% 6,5% 7,8%

N 19.898 5.596 526


1
Incluí bezerras de fertilização in vitro e in vivo.

Alta
CRIA 81
MORTALIDADE ATÉ O DESALEITAMENTO DE ACORDO COM O TIPO DE NASCIMENTO
Tipo de nascimento
Item
Normal Auxiliado

Mortalidade 6,2% 7,0%

N 25.230 1.954

MORTALIDADE ATÉ O DESALEITAMENTO DE ACORDO COM A EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM


Eficiência de colostragem1
Item
Excelente Boa Aceitável Ruim

Mortalidade 4,2% 6,6% 8,6% 11,1%

Risco relativo de morte1 2,6

N 10.526 2.973 1.744 1.043


Animais com eficiência de colostragem ruim apresentaram 2,6 vezes maior risco relativo de
1

morte durante a fase de aleitamento do que bezerras com excelente eficiência de colostragem.

Alta
82 CRIA
Alta
CRIA 83
ALTA CRIA/2020

PRESENÇA DE BERÇÁRIO

52%

48%

Sim Não

TEMPO DE PERMANENCIA DA BEZERRA NO BERÇÁRIO1

52%

22%

14% 12%

Até 7 dias de idade Até 14 dias Até 21 dias > 21 dias de idade
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 58) que possuem berçário.
1

Alta
84 CRIA
TIPO DE BERÇÁRIO1
53%

47%

Gaiola suspensa Baia no chão


Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 58) que possuem berçário.
1

TIPO DE PISO DAS GAIOLAS SUSPENSAS NO BERÇÁRIO1


55%

32%

6% 6%

Pisos de placas Madeira Tapete de borracha Grade de ferro


utilizados na
suinocultura
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 31) que possuem gaiola suspensa
no berçário.

Alta
CRIA 85
TIPO DE CAMA DO BERÇÁRIO1

69%

29%

2%

Feno/palha Serragem Areia


1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 58) que possuem berçário.

SISTEMA DE CRIAÇÃO
82%

14%
4%

Individual Coletivo (> 2 bezerras) Pares

TIPO DE BEZERREIRO
32%
25%
22%

8% 6%
3% 2% 1% 1%

Argentino Gaiola Baia no Casinha Piquete Calf-tel Área Ripado Estacas


suspensa chão tropical coletiva suspenso em galpão
de
avicultura
adaptado

Alta
86 CRIA
PRESENÇA DE PAINEIS SÓLIDOS COMO DIVISÓRIAS LATERAIS
DAS GAIOLAS OU BAIAS PRESENTES NO BERÇÁRIO E/OU BEZERREIRO1
55%

45%

Sim Não
1
Percentual calculado em relação ao número de fazendas (N = 87) que possuem gaiolas/baias
no berçário e/ou bezerreiro.

UTILIZAÇÃO DE VENTILADORES NO BEZERREIRO

79%

21%

Sim Não

DIMENSÃO DAS BAIAS E GAIOLAS1


Média e desvio padrão da média Mínimo Máximo

Largura (metros)

1,4 ± 0,6 0,8 5,0

Comprimento (metros)

1,9 ± 1,2 0,7 10,0

Área (metros quadrados)

3,1 ± 4,3 0,8 30,0


1
Valores calculados em relação ao número de fazendas (N = 79) que informaram as dimensões
das baias e gaiolas individuais ou coletivas.

Alta
CRIA 87
Alta
88 CRIA
Alta
CRIA 89
ALTA CRIA/2020

PESO CORPORAL DE BEZERRAS AO NASCIMENTO POR COMPOSIÇÃO RACIAL


Composição racial Peso corporal ao nascimento(kg) N

Holandês 39,0 ± 5,4 19.136

7/8 Holandês-Gir 36,0 ± 5,5 932

3/4 Holandês-Gir 35,3 ± 5,5 3.167

5/8 Holandês-Gir 35,6 ± 5,3 221

1/2 Holandês-Gir 35,1 ± 5,9 1.262

Gir 25,1 ± 4,6 353

Jersey 23,0 ± 4,9 266


Média e desvio padrão da média.

PESO CORPORAL DE BEZERRAS HOLANDÊS AO NASCIMENTO


DE ACORDO COM O TIPO DE SERVIÇO
Tipo de serviço Peso corporal ao nascimento(kg) N

Inseminação Artificial 39,1 ± 5,2 15.296

Transferência de embrião1 39,9 ± 6,6 2.031

Monta Natural 38,5 ± 5,0 245


Inclui bezerras de fertilização in vitro e in vivo. Média e desvio padrão da média.
1

PESO CORPORAL DE BEZERRAS AO NASCIMENTO DE ACORDO


COM A ORDEM DE PARTO DAS MÃES POR COMPOSIÇÃO RACIAL
Peso corporal ao nascimento(kg) N
Composição racial
Novilhas Vacas Novilhas Vacas

Holandês 38,2 ± 5,0 39,6 ± 5,5 7.793 7.401

7/8 Holandês-Gir 34,9 ± 4,9 36,6 ± 5,7 346 557

3/4 Holandês-Gir 33,2 ± 4,5 33,3 ± 4,9 344 735

5/8 Holandês-Gir 34,6 ± 4,6 35,2 ± 6,5 50 57

1/2 Holandês-Gir 35,3 ± 5,2 34,3 ± 4,5 32 91

Gir - - - -

Jersey - - - -
Média e desvio padrão da média.

Alta
90 CRIA
PESO CORPORAL DE BEZERRAS HOLANDÊS AO NASCIMENTO DE ACORDO
COM O TIPO DE NASCIMENTO E A ORDEM DE PARTO DAS MÃES
Peso corporal ao
Ordem de parto Tipo de nascimento N
nascimento(kg)
Normal 38,1 ± 5,0 6.872
Novilhas
Auxiliado 39,2 ± 5,5 781
Normal 39,6 ± 5,5 6.609
Vacas
Auxiliado 40,2 ± 5,6 574
Média e desvio padrão da média.

PESO CORPORAL DE BEZERRAS AOS 30 E AOS 60 DIAS DE IDADE POR COMPOSIÇÃO RACIAL
Composição racial Peso aos 30 dias (kg)1 N Peso aos 60 dias (kg)1 N

Holandês 59,7 ± 9,5 9.396 85,3 ± 12,5 6.949

7/8 Holandês-Gir 54,9 ± 9,9 448 83,1 ± 14,9 490

3/4 Holandês-Gir 55,6 ± 9,0 2.182 77,7 ± 11,6 1.031

5/8 Holandês-Gir 54,1 ± 7,9 158 78,1 ± 9,6 110

1/2 Holandês-Gir 56,5 ± 9,3 751 75,3 ± 12,2 226

Gir 40,4 ± 7,5 44 62,1 ± 10,5 37

Jersey 32,5 ± 8,9 168 51,5 ± 8,1 94


1
O peso corporal aos 30 e 60 dias foram corrigidos em função do ganho de peso e da idade de
pesagem original dos animais. Média e desvio padrão da média.

DESEMPENHO DE BEZERRAS DO NASCIMENTO AOS 30 DIAS


E DOS 30 AOS 60 DIAS DE IDADE POR COMPOSIÇÃO RACIAL
GMD1 do nascimento GMD1 dos 30 aos 60
Composição racial N N
aos 30 dias (g/d) dias (g/d)
Holandês 672 ± 273 9.396 866 ± 269 6.030

7/8 Holandês-Gir 634 ± 298 448 862 ± 291 330

3/4 Holandês-Gir 661 ± 237 2.182 817 ± 275 879

5/8 Holandês-Gir 603 ± 222 158 822 ± 267 101

1/2 Holandês-Gir 692 ± 231 751 768 ± 300 190

Gir 471 ± 233 44 634 ± 311 16

Jersey 324 ± 293 168 615 ± 184 86


Ganho médio diário. Média e desvio padrão da média.
1

Alta
CRIA 91
DESEMPENHO DE BEZERRAS DO NASCIMENTO
AOS 60 DIAS DE IDADE POR COMPOSIÇÃO RACIAL
Composição racial GMD1 do nascimento aos 60 dias (g/d) N

Holandês 773 ± 192 6.949

7/8 Holandês-Gir 780 ± 224 490

3/4 Holandês-Gir 715 ± 168 1.031

5/8 Holandês-Gir 705 ± 145 110

1/2 Holandês-Gir 704 ± 175 226

Gir 606 ± 150 37

Jersey 485 ± 142 94


Ganho médio diário. Média e desvio padrão da média.
1

DESEMPENHO DE BEZERRAS DOS 60 DIAS AO DESALEITAMENTO POR COMPOSIÇÃO RACIAL


GMD1 dos 60 dias ao Idade ao
Composição racial N
desaleitamento (g/d) desaleitamento (dias)
Holandês 1.027 ± 451 82 ± 13 5.904

7/8 Holandês-Gir 1.066 ± 360 85 ± 13 391

3/4 Holandês-Gir 923 ± 479 87 ± 11 739

5/8 Holandês-Gir 1.145 ± 362 90 ± 10 81

1/2 Holandês-Gir 1.093 ± 383 89 ± 9 127

Gir 1.012 ± 145 119 ± 21 17

Jersey 689 ± 359 93 ± 10 87


Ganho médio diário. Média e desvio padrão da média.
1

Alta
92 CRIA
DESEMPENHO DE BEZERRAS AO DESALEITAMENTO POR COMPOSIÇÃO RACIAL
GMD1 do nascimento ao Peso ao Idade
Composição racial N
desaleitamento (g/d) desaleitamento (kg) (dias)

Holandês 849 ± 165 107,8 ± 17,4 81 ± 13 12.487

7/8 Holandês-Gir 869 ± 208 109,7 ± 18,0 86 ± 15 524

3/4 Holandês-Gir 774 ± 164 100,8 ± 16,3 84 ± 10 1.891

5/8 Holandês-Gir 825 ± 141 110,9 ± 15,2 91 ± 12 127

1/2 Holandês-Gir 800 ± 147 104,0 ± 18,8 85 ± 14 686

Gir 805 ± 94 130,7 ± 23,3 131 ± 27 88

Jersey 519 ± 154 70,8 ± 12,4 92 ± 13 172


Ganho médio diário. Média e desvio padrão da média.
1

INFLUÊNCIA DAS DOENÇAS NO DESEMPENHO DE BEZERRAS HOLANDÊS DO NASCIMENTO


AOS 30 DIAS DE IDADE
GMD1 do nascimento aos 30
Item N
dias de idade (g/d)

Não teve diarreia 719 ± 267 5.279

Teve diarreia 619 ± 268 3.799

Diferença de GMD 100 g/dia

Não teve doença respiratória 688 ± 272 6.383

Teve doença respiratória 641 ± 164 2.915

Diferença de GMD 44 g/dia

Não teve diarreia e nem doença respiratória 689 ± 269 7.714

Teve diarreia e doença respiratória 560 ± 257 1.364

Diferença de GMD 129 g/dia


Ganho médio diário. Média e desvio padrão da média.
1

Alta
CRIA 93
INFLUÊNCIA DAS DOENÇAS NO DESEMPENHO DE
BEZERRAS HOLANDÊS DO NASCIMENTO AO DESALEITAMENTO

GMD1 do nascimento ao
Item N
desaleitamento (g/d)
Não teve diarreia 868 ± 164 6.628

Teve diarreia 827 ± 168 4.147

Diferença de GMD 41 g/dia

Não teve doença respiratória 864 ± 166 7.700

Teve doença respiratória 820 ± 164 3.185

Diferença de GMD 44 g/dia

Não teve diarreia e nem doença respiratória 862 ± 159 9.383

Teve diarreia e doença respiratória 781 ± 153 1.386

Diferença de GMD 81 g/dia


Ganho médio diário. Média e desvio padrão da média.
1

Alta
94 CRIA
Alta
CRIA 95
ALTA CRIA/2020

CUSTOS DAS BEZERRAS DO NASCIMENTO AO DESALEITAMENTO DE ACORDO COM O TIPO DE


CÁLCULO
Média e desvio padrão da média Mínimo Máximo

Calculado (N = 36 fazendas)

R$1.017 ± 272 R$345 R$1.700

Estimado (N = 68 fazendas)

R$1.174 ± 572 R$300 R$3.500

DESTINO DOS BEZERROS MACHOS


Destino %

Doa na primeira semana de vida 37%

Vende na primeira semana de vida 22%

Cria para engorda 16%

Cria para fazer tourinhos 11%

Vende após o desaleitamento 6%

Outros 4%

Vende antes do desaleitamento 3%

Doa antes do desaleitamento 2%

CRIAÇÃO DOS MACHOS E DAS FÊMEAS NO MESMO SISTEMA

68%

32%

Sim Não

Alta
96 CRIA
UTILIZAÇÃO DE SÊMEN DE CORTE NAS VACAS DE LEITE
PARA PRODUZIR ANIMAIS MESTIÇOS PARA COMERCIALIZAÇÃO

89%

11%

Sim Não

UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE PRECISÃO NA FASE DE CRIA

98%

2%

Sensores/dispositivos de monitoramento Não utiliza dispositivos de precisão nessa fase


individual

Alta
CRIA 97
Alta
98 CRIA
Alta
CRIA 99
ALTA CRIA/2020

CUSTOS DAS NOVILHAS DO DESALEITAMENTO ATÉ


O PRIMEIRO PARTO DE ACORDO COM O TIPO DE CÁLCULO
Média e desvio padrão da média Mínimo Máximo

Calculado (N = 43 fazendas)

R$4.006 ± 1.166 R$1.490 R$7.350

Estimado (N = 69 fazendas)

R$3.847 ± 1.469 R$550 R$8.000

UTILIZAÇÃO DE DISPOSITIVOS DE PRECISÃO NA FASE DE RECRIA

98%

2%

Sensores/dispositivos de monitoramento Não utiliza dispositivos de precisão nessa fase


individual

NÚMERO DE NOVILHAS NO PRIMEIRO GRUPO APÓS A TRANSIÇÃO DO BEZERREIRO

38%

31%

23%

7%

Até 4 animais 5 a 8 animais 9 a 15 animais > 15 animais

Alta
100 CRIA
TIPO DE FORNECIMENTO DA DIETA DAS NOVILHAS NO PRIMEIRO GRUPO APÓS A
TRANSIÇÃO DO BEZERREIRO

60%

26%
13%
1%

Dieta total (TMR) Concentrado e Concentrado e Concentrado e feno


volumoso separado no volumoso separado o misturado
início e vai misturando tempo todo
gradativamente

PRINCIPAL SISTEMA DE CRIAÇÃO DAS NOVILHAS APÓS O BEZERREIRO

80%

14%
3% 3%

Semi-confinamento em Confinamento em Confinamento em Confinamento em free


piquete compost barn piquete stall

PARÂMETRO UTILIZADO PARA A LIBERAÇÃO DAS NOVILHAS PARA A REPRODUÇÃO

58%

29%

7%
4%
2%

Peso e Idade Peso Peso, Idade e Idade Peso e Altura


Altura

Alta
CRIA 101
PESO DE LIBERAÇÃO DE NOVILHAS PARA REPRODUÇÃO DE ACORDO COM A COMPOSIÇÃO
RACIAL PREDOMINANTE NA FAZENDA1
Média e desvio padrão da média Mínimo Máximo

Holandês (N = 79 fazendas)

353 ± 18 kg 320 kg 450 kg

Cruzamento Holandês-Gir (N = 27 fazendas)

335 ± 21 kg 270 kg 360 kg


1
Valores informados pelas fazendas ao responderem o questionário. Obs: outras composições
raciais não foram apresentadas, devido ao baixo número de fazendas com informações. Valores
informados pelas fazendas ao responderem o questionário on-line.

PESO CORPORAL DE NOVILHAS AO PRIMEIRO SERVIÇO POR COMPOSIÇÃO RACIAL 1


Composição racial Peso corporal (kg) N

Holandês 367 ± 32 9.445

7/8 Holandês-Gir 359 ± 30 694

3/4 Holandês-Gir 371 ± 28 1.712

5/8 Holandês-Gir 358 ± 36 155

1/2 Holandês-Gir 376 ± 26 1.598

Gir 366 ± 30 127

Jersey - -
1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Média
e desvio padrão da média

IDADE DE NOVILHAS AO PRIMEIRO SERVIÇO POR COMPOSIÇÃO RACIAL 1


Composição racial Idade (meses) N

Holandês 14,0 ± 1,9 18.379

7/8 Holandês-Gir 15,7 ± 2,9 1.021

3/4 Holandês-Gir 18,0 ± 3,8 3.285

5/8 Holandês-Gir 17,1 ± 3,3 317

1/2 Holandês-Gir 17,5 ± 3,1 2.532

Gir 20,0 ± 3,0 252

Jersey 12,0 ± 2,3 41


1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Média
e desvio padrão da média.

Alta
102 CRIA
DESEMPENHO DE NOVILHAS DO DESALEITAMENTO
AO PRIMEIRO SERVIÇO POR COMPOSIÇÃO RACIAL 1
GMD2 do desaleitamento Peso ao 1º Idade ao 1º
Composição racial N
ao 1º serviço (g/d) serviço (kg)1 serviço (meses)
Holandês 779 ± 120 369 ± 31 14,1 ± 1,8 7.070

7/8 Holandês-Gir 701 ± 127 360 ± 30 15,3 ± 2,1 602

3/4 Holandês-Gir 612 ± 104 372 ± 28 18,0 ± 2,7 1.628

5/8 Holandês-Gir 598 ± 92 357 ± 33 17,5 ± 2,5 125

1/2 Holandês-Gir 663 ± 88 376 ± 25 17,6 ± 2,0 1.421

Gir 493 ± 71 368 ± 31 19,8 ± 1,9 69

Jersey - - - -
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. 2Ganho
1

médio diário. Média e desvio padrão da média.

DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DE NOVILHAS COM DIFERENTES


COMPOSIÇÕES RACIAIS DE ACORDO COM A IDADE AO PRIMEIRO SERVIÇO1

69% 69%
60%

35% 37%
27%
18% 16%18%15%
14%
10%12% 8% 7% 9% 7%
11%
9% 9% 10%
11%
6% 6% 8%

Holandês 7/8 Holandês-Gir 3/4 Holandês-Gir 5/8 Holandês-Gir 1/2 Holandês-Gir

< 13 meses 13-14 meses 14-15 meses 15-16 meses ≥ 16 meses

1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Número
de novilhas avaliadas: 18.379 serviços de Holandês; 1.021 serviços de 7/8 Holandês-Gir; 3.285
serviços de 3/4 Holandês-Gir; 317 serviços de 5/8 Holandês-Gir e 2.532 serviços de 1/2 Holandês-
Gir.

Alta
CRIA 103
UTILIZAÇÃO DE SEMEN SEXADO DE FÊMEAS EM NOVILHAS
86%

14%

Sim Não

INFLUÊNCIA DO GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO DO NASCIMENTO AO


DESALEITAMENTO NA IDADE AO PRIMEIRO SERVIÇO DE NOVILHAS HOLANDÊS1

GMD2 Idade (meses) N

< 500 g/dia 15,7 ± 2,5 356

500 a 600 g/dia 14,8 ± 1,8 941

600 a 700 g/dia 14,3 ± 1,8 2.279

700 a 800 g/dia 14,0 ± 1,6 3.341

800 a 900 g/dia 13,8 ± 1,5 3.530

≥ 900 g/dia 13,6 ± 1,5 3.932


Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. 2Ganho
1

médio diário. Média e desvio padrão da média.

Alta
104 CRIA
PESO CORPORAL DE NOVILHAS AO PRIMEIRO PARTO POR COMPOSIÇÃO RACIAL 1

Composição racial Peso ao 1º parto (kg) N

Holandês 580 ± 67 4.006

7/8 Holandês-Gir 559 ± 77 261

3/4 Holandês-Gir 522 ± 62 746

5/8 Holandês-Gir 533 ± 60 49

1/2 Holandês-Gir 512 ± 59 761

Gir 460 ± 31 72

Jersey - -
1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Média
e desvio padrão da média.

IDADE DE NOVILHAS AO PRIMEIRO PARTO POR COMPOSIÇÃO RACIAL 1

Composição racial Idade ao 1º parto (meses) N

Holandês 24,3 ± 2,6 8.775

7/8 Holandês-Gir 25,6 ± 3,1 511

3/4 Holandês-Gir 28,6 ± 4,2 1.470

5/8 Holandês-Gir 27,9 ± 3,6 148

1/2 Holandês-Gir 27,6 ± 3,3 1.232

Gir 30,7 ± 3,5 97

Jersey - -
1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Média
e desvio padrão da média.

Alta
CRIA 105
DISTRIBUIÇÃO PERCENTUAL DE NOVILHAS COM DIFERENTES COMPOSIÇÕES RACIAIS DE
ACORDO COM A IDADE AO PRIMEIRO PARTO1
74%
70%
67%

38%
35%

20% 20%
17% 15%
15% 15% 15% 13%
11% 9%
5% 5% 7% 7% 8% 6% 9% 6% 4% 9%

Holandês 7/8 Holandês-Gir 3/4 Holandês-Gir 5/8 Holandês-Gir 1/2 Holandês-Gir

< 23 meses 23-24 meses 24-25 meses 25-26 meses ≥ 26 meses

1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Número
de novilhas avaliadas: 8.775 partos de Holandês; 511 partos de 7/8 Holandês-Gir; 1.470 partos de
3/4 Holandês-Gir; 148 partos de 5/8 Holandês-Gir e 1.232 partos de 1/2 Holandês-Gir.

INFLUÊNCIA DO GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO DO NASCIMENTO AO DESALEITAMENTO NA


IDADE AO PRIMEIRO PARTO DE NOVILHAS HOLANDÊS1
GMD2 Idade (meses) N

< 500 g/dia 25,8 ± 3,3 158

500 a 600 g/dia 24,8 ± 2,2 459

600 a 700 g/dia 24,5 ± 2,6 1.030

700 a 800 g/dia 24,3 ± 2,2 1.417

800 a 900 g/dia 24,0 ± 2,1 1.471

≥ 900 g/dia 23,8 ± 2,2 1.683


Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. 2Ganho
1

médio diário. Média e desvio padrão da média.

Alta
106 CRIA
PRODUÇÃO CORRIGIDA NA PRIMEIRA LACTAÇÃO (305 DIAS)
DE PRIMÍPARAS POR COMPOSIÇÃO RACIAL 1

Composição racial Produção de leite (kg)1 N

Holandês 9.116 ± 2.235 2.437

7/8 Holandês-Gir 8.161 ± 2.684 175

3/4 Holandês-Gir 6.475 ± 2.539 380

5/8 Holandês-Gir 6.211 ± 2.757 43

1/2 Holandês-Gir 5.699 ± 2.414 455

Gir 1.397 ± 1.216 22

Jersey - -
1
Valores obtidos do banco de dados do Alta CRIA, de janeiro de 2017 a outubro de 2020. Foram
consideradas somente lactações com no mínimo 100 dias de produção. Média e desvio padrão
da média.

Alta
CRIA 107
Alta
108 CRIA
Alta
CRIA 109
Alta CRIA/2020

Benchmarking é uma importante ferramenta de gestão que, no âmbito agropecuário, permite a


comparação de indicadores produtivos e econômicos entre as mais variadas empresas rurais. O
benchmarking Alta CRIA possibilita às fazendas participantes a comparação de indicadores de
eficiência de colostragem, desempenho e sanidade, com os objetivos de fomentar melhorias e
caracterizar a criação de bezerras no Brasil.

BENCHMARKING DE EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM CATEGORIA EXCELENTE

Foram considerados os dados de avaliação de transferência de imunidade passiva obtidos por


refratômetro g/dL e Brix, sendo o cálculo realizado de acordo com a seguinte equação:

Eficiência de colostragem (%) = Número de animais com proteína sérica acima da meta
Número de animais com avaliação de proteína sérica
Onde,
Número de animais com proteína sérica ≥ 6,2 g/dL pela avaliação com refratômetro g/dL e/ou
≥ 9,4 % de Brix pela avaliação com refratômetro Brix.

O sucesso na transferência de imunidade passiva considerou apenas a categoria excelente,


estabelecida de acordo com os parâmetros mais atuais para categorização dos animais.

BENCHMARKS DE DESEMPENHO

Foi considerado o indicador ganho médio diário (GMD) de bezerras com idade entre:
• 0 e 30 dias;
• 30 a 60 dias;
• 60 ao desaleitamento;
• 0 ao desaleitamento.

Para o cálculo de GMD, foi utilizada a seguinte equação:

GMD (x,y) = Peso Corporal (y) – Peso corporal (x)


Idade (y) – Idade (x)
Onde,
x: idade inicial de avaliação;
y: idade final de avaliação.

Foram considerados apenas os animais cujos valores de peso corporal foram informados em
ambas as idades de avaliação (x e y).

Os pesos foram corrigidos para 30 e 60 dias, respectivamente.

Alta
110 CRIA
BENCHMARKING DE SANIDADE

Foram considerados os casos de diarreia, doença respiratória e morte dos animais, sendo o
cálculo de porcentagem de ocorrência realizado pela seguinte equação:

% doença = Número de animais com doença


Número de animais nascidos
Onde,
Número de animais com doença = animais que apresentaram um caso de determinada doença
ou de mortalidade, não sendo contabilizado mais de uma ocorrência em um mesmo animal.

OBSERVAÇÕES GERAIS

Para o agrupamento no benchmarking, as fazendas foram ranqueadas em ordem decrescente


de eficiência de colostragem e de ganho de peso, e em ordem crescente de ocorrência de
doenças e mortalidade, sendo destacados 5 grupos distintos, com os seus respectivos pontos de
corte:

Top 5 - 5% superiores
Top 10 - 10% superiores
Top 25 - 25% superiores
Top 50 - 50% superiores
Top 75 - 75% superiores

Foram consideradas somente as fazendas que possuíam no mínimo 20 animais para avaliação,
nos respectivos benchmarks. Todos os dados compreendem o período de nascimento das
bezerras fêmeas de 1 de outubro de 2019 a 30 de setembro de 2020.

Alta
CRIA 111
RESUMO DOS BENCHMARKS

Ponto de corte
Item
Top 5% Top 10% Top 25% Top 50% Top 75%
Eficiência de colostragem
91,3% 84,8% 70,0% 55,2% 37,8%
(Categoria excelente)
Ganho de peso do nascimento
904 873 725 625 522
aos 30 dias de idade (g/dia)
Ganho de peso de 30 a 60 dias
1.094 1.014 911 850 745
de idade (g/dia)
Ganho de peso de 60 dias ao
1.364 1.317 1.118 1.003 875
desaleitamento (g/dia)
Ganho de peso do nascimento
999 977 909 824 728
ao desaleitamento (g/dia)
Ocorrência de diarreia 3,9% 6,5% 15,2% 35,8% 57,1%
Ocorrência de doenças
1,3% 2,2% 7,0% 12,4% 27,1%
respiratórias
Mortalidade 1,4% 1,9% 3,3% 6,3% 9,7%

Alta
112 CRIA
EFICIÊNCIA DE COLOSTRAGEM DAS BEZERRAS – CATEGORIA EXCELENTE1
Código Eficiência de Código Eficiência de
N Ranking N Ranking
fazenda colostragem fazenda colostragem
2 97,68% 1076 1º 6 55,64% 390 41 º
127 93,78% 209 2º 32 55,24% 143 42 º
20 93,10% 710 3º 8 54,47% 637 43 º
14 91,35% 104 4º 30 52,59% 135 44 º
55 87,63% 186 5º 88 51,85% 270 45 º
42 87,15% 2047 6º 117 51,85% 108 45 º
77 85,00% 760 7º 109 50,82% 61 46 º
120 84,76% 105 8º 110 50,00% 24 47 º
38 83,58% 67 9º 72 48,90% 681 48 º
79 81,63% 713 10 º 101 47,54% 61 49 º
100 80,57% 453 11 º 41 46,50% 329 50 º
134 80,00% 105 12 º 114 46,34% 41 51 º
16 79,22% 231 13 º 80 44,74% 38 52 º
103 75,94% 320 14 º 81 44,44% 144 53 º
9 75,00% 52 15 º 26 43,13% 211 54 º
43 75,00% 24 15 º 59 42,42% 66 55 º
67 74,19% 62 16 º 50 41,60% 363 56 º
29 73,08% 26 17 º 107 41,13% 141 57 º
47 71,64% 1354 18 º 128 40,39% 203 58 º
53 71,49% 235 19 º 76 39,81% 211 59 º
74 70,26% 195 20 º 111 39,44% 142 60 º
62 69,95% 203 21 º 25 38,94% 113 61 º
75 69,57% 23 22 º 104 37,84% 37 62 º
27 69,55% 289 23 º 102 35,48% 93 63 º
35 68,47% 1075 24 º 1 35,20% 196 64 º
121 68,42% 76 25 º 113 34,74% 95 65 º
95 67,16% 271 26 º 58 30,49% 164 66 º
94 66,85% 181 27 º 19 29,69% 256 67 º
71 66,84% 193 28 º 48 27,78% 90 68 º
70 66,67% 30 29 º 85 26,97% 89 69 º
125 66,67% 30 29 º 93 24,36% 78 70 º
98 65,85% 41 30 º 36 24,10% 332 71 º
22 65,81% 155 31 º 12 20,59% 34 72 º
57 65,00% 60 32 º 99 20,45% 44 73 º
60 63,31% 139 33 º 78 17,69% 130 74 º
39 61,83% 524 34 º 24 17,58% 91 75 º
135 61,54% 26 35 º 51 15,10% 351 76 º
40 58,74% 143 36 º 97 11,95% 251 77 º
54 57,75% 258 37 º 44 6,90% 29 78 º
116 57,53% 73 38 º 45 4,80% 229 79 º
69 56,58% 76 39 º 68 1,61% 62 80 º
63 55,79% 95 40 º
1Bezerras pertencentes a 83 fazendas ranqueadas do programa Alta CRIA 2020. A eficiência foi
considerada para valores de proteína sérica iguais ou superiores a 6,2 g/dL ou 9,4% de Brix,
referentes a categoria excelente.

Alta
CRIA 113
GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO DAS BEZERRAS DO NASCIMENTO AOS 30 DIAS DE IDADE1
Código GMD 0-30 Código GMD 0-30
N Ranking N Ranking
fazenda g/dia fazenda g/dia
85 1068,7 64 1º 30 610,2 32 37 º
29 1048,0 23 2º 32 608,4 137 38 º
41 929,7 283 3º 1 602,6 148 39 º
22 903,8 143 4º 67 599,1 36 40 º
74 893,3 177 5º 102 594,3 74 41 º
48 885,1 81 6º 50 589,9 227 42 º
47 873,3 1161 7º 6 589,5 355 43 º
72 857,8 612 8º 115 582,6 44 44 º
58 843,7 151 9º 68 566,9 33 45 º
126 810,9 35 10 º 125 566,3 32 46 º
27 776,0 167 11 º 95 560,4 284 47 º
83 766,7 242 12 º 16 548,9 200 48 º
88 754,0 242 13 º 62 543,8 88 49 º
7 752,6 51 14 º 43 541,2 28 50 º
25 748,7 73 15 º 111 533,6 141 51 º
35 746,2 963 16 º 103 532,8 282 52 º
110 732,1 30 17 º 53 528,9 320 53 º
44 725,2 33 18 º 93 522,3 64 54 º
76 721,8 229 19 º 100 502,9 369 55 º
8 712,2 514 20 º 109 491,4 69 56 º
60 709,9 131 21 º 94 486,8 153 57 º
14 708,3 85 22 º 71 471,6 214 58 º
63 702,1 21 23 º 69 464,2 74 59 º
42 698,8 1689 24 º 70 463,6 91 60 º
107 696,2 141 25 º 55 460,3 115 61 º
101 681,8 87 26 º 80 457,8 64 62 º
98 667,3 38 27 º 117 446,1 95 63 º
123 660,1 77 28 º 36 433,2 345 64 º
129 656,4 71 29 º 120 432,5 126 65 º
97 647,9 191 30 º 116 425,9 63 66 º
113 647,2 92 31 º 79 423,0 402 67 º
9 642,9 40 32 º 122 408,4 136 68 º
20 640,4 613 33 º 12 404,8 69 69 º
59 636,5 29 34 º 81 371,2 136 70 º
130 635,8 69 35 º 31 360,6 265 71 º
54 624,8 174 36 º 26 287,1 159 72 º
Bezerras pertencentes a 72 fazendas ranqueadas do programa Alta CRIA 2020.
1

Alta
114 CRIA
GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO DAS BEZERRAS DOS 30 AOS 60 DIAS DE IDADE1
Código GMD 30-60 Código GMD 30-60
N Ranking N Ranking
fazenda g/dia fazenda g/dia
130 1136,9 31 1º 76 849,0 198 31 º
72 1126,0 125 2º 117 845,2 85 32 º
27 1094,0 158 3º 70 841,0 66 33 º
129 1074,6 41 4º 53 821,7 261 34 º
69 1016,0 65 5º 102 812,3 51 35 º
88 1013,6 214 6º 8 809,5 496 36 º
7 1002,4 26 7º 81 809,1 116 37 º
98 992,1 32 8º 122 804,6 99 38 º
47 974,2 992 9º 42 783,3 91 39 º
20 964,5 247 10 º 41 782,9 255 40 º
1 958,7 122 11 º 101 778,5 72 41 º
111 956,0 119 12 º 94 757,2 110 42 º
14 943,4 71 13 º 32 746,1 118 43 º
29 940,2 22 14 º 107 744,7 63 44 º
12 910,6 48 15 º 103 740,0 179 45 º
79 907,2 279 16 º 83 733,2 179 46 º
113 904,8 83 17 º 48 726,5 67 47 º
58 899,6 127 18 º 60 713,9 117 48 º
16 898,4 164 19 º 126 713,5 27 49 º
25 880,5 38 20 º 55 701,4 33 50 º
93 879,0 48 21 º 123 693,9 38 51 º
36 874,4 261 22 º 80 683,6 47 52 º
115 872,7 20 23 º 54 663,9 133 53 º
95 870,9 242 24 º 31 663,0 202 54 º
22 869,6 127 25 º 71 652,6 146 55 º
6 860,2 277 26 º 26 627,2 83 56 º
74 856,0 150 27 º 62 623,8 71 57 º
109 853,9 54 28 º 50 589,3 166 58 º
100 850,2 283 29 º 116 554,1 38 59 º
97 849,8 150 30 º
Bezerras pertencentes a 59 fazendas ranqueadas do programa Alta CRIA 2020.
1

Alta
CRIA 115
GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO DAS BEZERRAS DOS 60 DIAS AO DESALEITAMENTO1
GMD 60- GMD 60-
Código Idade Código Idade
Des. N Ranking Des. N Ranking
fazenda Desal. fazenda Desal.
g/dia g/dia
14 1412,0 66 85 1º 20 999,8 247 64 32 º
112 1373,1 28 111 2º 117 986,8 78 94 33 º
25 1364,5 61 92 3º 109 986,8 50 103 33 º
7 1330,1 22 80 4º 111 984,9 104 81 34 º
8 1329,6 477 77 5º 83 976,8 117 90 35 º
98 1317,2 28 92 6º 27 975,5 206 84 36 º
31 1297,8 178 85 7º 45 958,2 147 70 37 º
113 1213,0 94 77 8º 47 949,5 934 82 38 º
6 1201,8 236 91 9º 103 942,6 165 94 39 º
41 1174,8 214 91 10 º 50 937,0 128 88 40 º
79 1153,4 408 77 11 º 107 914,0 28 69 41 º
16 1152,9 153 98 12 º 76 895,7 65 97 42 º
102 1151,3 34 100 13 º 36 881,1 235 66 43 º
38 1139,9 113 65 14 º 100 880,8 275 77 44 º
93 1120,3 40 89 15 º 32 879,4 108 92 45 º
130 1117,6 38 90 16 º 101 874,7 77 73 46 º
60 1113,5 102 88 17 º 70 868,3 58 75 47 º
58 1111,2 95 114 18 º 42 866,1 100 76 48 º
81 1107,0 81 87 19 º 116 850,6 39 100 49 º
129 1094,8 60 95 20 º 62 826,0 64 92 50 º
12 1089,5 48 102 21 º 22 811,3 120 78 51 º
74 1087,4 145 89 22 º 110 809,4 38 79 52 º
94 1083,8 90 88 23 º 19 784,3 143 72 53 º
1 1082,8 87 96 24 º 122 768,8 128 66 54 º
53 1081,9 270 92 25 º 54 751,7 87 67 55 º
71 1078,0 122 83 26 º 57 716,7 175 72 56 º
88 1059,7 191 91 27 º 48 709,3 60 75 57 º
72 1058,0 125 62 28 º 95 682,9 222 71 58 º
30 1030,8 20 101 29 º 26 659,7 83 93 59 º
29 1012,4 20 93 30 º 56 628,4 397 73 60 º
69 1002,6 53 101 31 º 97 367,3 137 88 61 º
Bezerras pertencentes a 62 fazendas ranqueadas do programa Alta CRIA 2020.
1

Alta
116 CRIA
GANHO DE PESO MÉDIO DIÁRIO DAS BEZERRAS DO NASCIMENTO AO DESALEITAMENTO1
GMD GMD
Código Idade Código Idade
Nasc-Des. N Ranking Nasc-Des. N Ranking
fazenda Desal. fazenda Desal.
g/dia g/dia
38 1143,0 179 66 1º 2 814,7 893 84 44 º
78 1077,0 34 94 2º 121 813,5 25 94 45 º
98 1002,0 29 92 3º 40 810,7 109 92 46 º
39 999,0 360 91 4º 67 810,6 50 80 47 º
29 998,8 20 93 5º 109 807,0 84 105 48 º
25 997,6 85 92 6º 111 804,1 109 81 49 º
58 978,7 96 114 7º 133 800,9 86 78 50 º
14 977,0 68 85 8º 83 797,9 121 90 51 º
72 976,6 584 59 9º 9 796,0 41 71 52 º
129 969,6 92 103 10 º 53 792,0 386 92 53 º
134 962,9 39 66 11 º 48 791,1 60 75 54 º
41 948,4 214 91 12 º 117 760,5 79 94 55 º
45 946,4 165 71 13 º 19 759,7 184 74 56 º
88 944,1 191 91 14 º 32 757,8 111 93 57 º
30 943,7 98 101 15 º 42 757,2 1477 80 58 º
74 943,0 150 89 16 º 31 753,2 205 85 59 º
17 941,8 1162 84 17 º 94 750,1 108 94 60 º
47 924,2 1010 82 18 º 104 744,5 32 126 61 º
7 918,8 26 83 19 º 103 743,8 218 95 62 º
130 909,2 95 93 20 º 101 743,7 88 72 63 º
128 908,6 194 79 21 º 81 727,8 93 88 64 º
27 905,6 216 85 22 º 79 724,7 520 78 65 º
115 901,8 23 94 23 º 80 718,9 47 106 66 º
112 899,2 151 120 24 º 107 713,8 62 82 67 º
59 896,5 48 96 25 º 110 710,1 57 81 68 º
6 892,7 290 92 26 º 50 709,7 140 88 69 º
102 892,6 62 104 27 º 57 709,5 305 84 70 º
113 889,4 100 76 28 º 95 701,4 239 71 71 º
1 888,2 129 96 29 º 100 700,9 328 77 72 º
85 887,8 77 85 30 º 51 690,6 270 80 73 º
16 886,1 165 98 31 º 62 680,9 133 101 74 º
22 883,1 122 77 32 º 54 674,9 91 67 75 º
8 880,0 493 77 33 º 36 672,3 266 66 76 º
76 861,2 75 98 34 º 70 658,7 60 75 77 º
126 858,6 146 79 35 º 71 658,2 155 83 78 º
35 857,8 837 74 36 º 127 654,4 49 83 79 º
60 842,2 106 88 37 º 116 627,1 53 100 80 º
69 841,3 55 101 38 º 56 627,0 508 74 81 º
20 836,4 562 62 39 º 97 615,0 182 89 82 º
63 834,6 45 100 40 º 122 612,2 157 69 83 º
93 831,7 43 89 41 º 26 507,6 160 92 84 º
12 829,6 57 104 42 º 120 497,3 105 61 85 º
77 823,7 790 78 43 º
Bezerras pertencentes a 85 fazendas ranqueadas do programa Alta CRIA 2020.
1

Alta
CRIA 117
PERCENTUAL DE DIARREIA1
Código Código
Diarreia N Ranking Diarreia N Ranking
fazenda fazenda
62 2,87% 209 1º 77 36,3% 1142 43 º
96 3,13% 32 2º 35 36,5% 1144 44 º
126 3,83% 235 3º 85 36,6% 131 45 º
63 3,88% 103 4º 67 37,7% 69 46 º
99 4,08% 49 5º 128 39,2% 406 47 º
121 4,49% 89 6º 136 39,5% 38 48 º
74 6,20% 242 7º 1 40,5% 215 49 º
133 6,45% 124 8º 122 41,0% 251 50 º
83 7,52% 266 9º 7 41,8% 91 51 º
88 7,69% 273 10 º 12 44,4% 90 52 º
101 7,89% 114 11 º 25 45,00% 120 53 º
38 9,02% 244 12 º 76 45,00% 320 53 º
47 9,22% 1356 13 º 129 46,0% 137 54 º
44 11,67% 60 14 º 71 48,3% 238 55 º
125 12,20% 41 15 º 79 49,5% 760 56 º
22 12,42% 161 16 º 31 50,9% 332 57 º
14 12,50% 104 17 º 8 51,6% 732 58 º
17 12,72% 1612 18 º 50 53,1% 367 59 º
69 12,99% 77 19 º 127 54,5% 286 60 º
134 14,88% 168 20 º 6 56,2% 393 61 º
20 15,19% 711 21 º 94 56,5% 186 62 º
120 15,49% 142 22 º 42 57,1% 2098 63 º
45 19,09% 241 23 º 111 57,5% 193 64 º
93 19,15% 94 24 º 104 59,7% 72 65 º
29 19,23% 26 25 º 59 59,8% 82 66 º
68 20,00% 85 26 º 24 60,3% 116 67 º
55 20,74% 188 27 º 135 61,5% 26 68 º
48 21,11% 90 28 º 26 61,7% 243 69 º
41 21,89% 338 29 º 9 61,8% 68 70 º
117 22,22% 108 30 º 116 63,9% 97 71 º
110 25,58% 86 31 º 113 65,5% 119 72 º
32 26,67% 150 32 º 95 67,4% 331 73 º
103 26,81% 455 33 º 115 70,5% 78 74 º
54 27,24% 279 34 º 72 73,4% 830 75 º
97 28,68% 258 35 º 27 73,8% 347 76 º
98 29,27% 41 36 º 58 75,8% 165 77 º
60 29,45% 146 37 º 100 78,4% 477 78 º
109 31,11% 135 38 º 40 78,5% 144 79 º
107 33,16% 190 39 º 16 80,2% 243 80 º
53 33,23% 674 40 º 19 80,7% 270 81 º
70 33,75% 160 41 º 75 82,6% 23 82 º
30 35,77% 137 42 º 36 82,7% 392 83 º
1
Percentual de bezerras que tiveram diarreia durante a fase de aleitamento em 84 fazendas
ranqueadas no programa Alta CRIA 2020.

Alta
118 CRIA
PERCENTUAL DE DOENÇA RESPIRATÓRIA1
Código Doença Código Doença
N Ranking N Ranking
fazenda respiratória fazenda respiratória
53 0,30% 674 1º 59 12,20% 82 41 º
74 0,41% 242 2º 19 12,22% 270 42 º
109 0,74% 135 3º 45 12,45% 241 43 º
126 1,28% 235 4º 14 13,46% 104 44 º
102 1,43% 140 5º 128 14,04% 406 45 º
123 1,74% 115 6º 127 15,03% 286 46 º
134 1,79% 168 7º 83 15,04% 266 47 º
99 2,04% 49 8º 117 16,67% 108 48 º
114 2,04% 49 8º 71 17,65% 238 49 º
7 2,20% 91 9º 103 18,02% 455 50 º
125 2,44% 41 10 º 22 20,50% 161 51 º
101 2,63% 114 11 º 95 20,85% 331 52 º
55 2,66% 188 12 º 40 21,53% 144 53 º
81 2,66% 188 12 º 9 22,06% 68 54 º
38 3,28% 244 13 º 6 22,39% 393 55 º
44 3,33% 60 14 º 85 22,90% 131 56 º
68 3,53% 85 15 º 94 23,12% 186 57 º
135 3,85% 26 16 º 88 24,54% 273 58 º
67 4,35% 69 17 º 58 24,85% 165 59 º
63 4,85% 103 18 º 47 25,22% 1356 60 º
136 5,26% 38 19 º 122 25,50% 251 61 º
113 6,72% 119 20 º 79 25,53% 760 62 º
72 6,99% 830 21 º 104 26,39% 72 63 º
26 7,00% 243 22 º 24 26,72% 116 64 º
62 7,18% 209 23 º 31 27,11% 332 65 º
98 7,32% 41 24 º 32 27,33% 150 66 º
1 7,44% 215 25 º 41 27,51% 338 67 º
29 7,69% 26 26 º 30 28,47% 137 68 º
60 8,22% 146 27 º 69 28,57% 77 69 º
120 8,45% 142 28 º 115 29,49% 78 70 º
75 8,70% 23 29 º 116 30,93% 97 71 º
121 8,99% 89 30 º 12 31,11% 90 72 º
70 9,38% 160 31 º 50 32,15% 367 73 º
133 9,68% 124 32 º 42 33,56% 2098 74 º
54 9,68% 279 32 º 17 35,42% 1612 75 º
25 10,00% 120 33 º 107 37,89% 190 76 º
97 10,47% 258 34 º 20 41,49% 711 77 º
76 10,63% 320 35 º 16 45,68% 243 78 º
93 10,64% 94 36 º 129 51,09% 137 79 º
111 10,88% 193 37 º 100 53,04% 477 80 º
48 11,11% 90 38 º 35 58,48% 1144 81 º
77 11,91% 1142 39 º 36 59,69% 392 82 º
8 12,16% 732 40 º 27 77,23% 347 83 º
1
Percentual de bezerras que tiveram doença respiratória durante a fase de aleitamento em 86
fazendas ranqueadas no programa Alta CRIA 2020.

Alta
CRIA 119
PERCENTUAL DE MORTALIDADE1
Código Código
Mortalidade N Ranking Mortalidade N Ranking
fazenda fazenda
98 0,00% 41 1º 53 5,79% 674 44 º
16 0,82% 243 2º 67 5,80% 69 45 º
110 1,16% 86 3º 96 6,25% 32 46 º
134 1,19% 168 4º 126 6,38% 235 47 º
47 1,41% 1352 5º 38 6,56% 244 48 º
102 1,43% 140 6º 7 6,59% 91 49 º
85 1,53% 131 7º 71 6,72% 238 50 º
117 1,87% 107 8º 121 6,74% 89 51 º
2 1,88% 1225 9º 22 6,83% 161 52 º
14 1,92% 104 10 º 42 6,86% 2098 53 º
99 2,08% 48 11 º 120 7,04% 142 54 º
77 2,10% 1141 12 º 95 7,25% 331 55 º
72 2,17% 830 13 º 88 8,06% 273 56 º
17 2,42% 1610 14 º 57 8,10% 531 57 º
20 2,53% 711 15 º 51 8,11% 370 58 º
130 2,63% 152 16 º 70 8,18% 159 59 º
56 2,66% 676 17 º 40 8,33% 144 60 º
60 2,74% 146 18 º 58 8,48% 165 61 º
109 2,96% 135 19 º 81 8,51% 188 62 º
83 3,01% 266 20 º 93 8,51% 94 62 º
6 3,07% 391 21 º 39 8,61% 546 63 º
80 3,09% 162 22 º 75 8,70% 23 64 º
31 3,31% 332 23 º 107 8,95% 190 65 º
62 3,35% 209 24 º 100 9,01% 477 66 º
97 3,49% 258 25 º 78 9,15% 153 67 º
36 3,83% 392 26 º 101 9,65% 114 68 º
29 3,85% 26 27 º 103 9,67% 455 69 º
115 3,85% 78 27 º 63 9,71% 103 70 º
35 3,93% 1144 28 º 12 11,11% 90 71 º
54 3,94% 279 29 º 76 11,25% 320 72 º
32 4,00% 150 30 º 94 11,29% 186 73 º
55 4,79% 188 31 º 45 11,62% 241 74 º
133 4,84% 124 32 º 19 12,22% 270 75 º
59 4,88% 82 33 º 8 12,57% 732 76 º
44 5,00% 60 34 º 25 14,17% 120 77 º
113 5,04% 119 35 º 125 14,63% 41 78 º
30 5,11% 137 36 º 111 15,03% 193 79 º
69 5,19% 77 37 º 26 15,64% 243 80 º
123 5,22% 115 38 º 129 16,06% 137 81 º
41 5,33% 338 39 º 112 16,25% 443 82 º
27 5,48% 347 40 º 68 16,47% 85 83 º
48 5,56% 90 41 º 122 17,13% 251 84 º
79 5,66% 760 42 º 9 17,65% 68 85 º
1 5,69% 211 43 º 116 18,56% 97 86 º

Alta
120 CRIA
PERCENTUAL DE MORTALIDADE1

Código Código
Mortalidade N Ranking Mortalidade N Ranking
fazenda fazenda
104 19,44% 72 87 º 24 25,86% 283 89 º
43 24,24% 33 88 º 50 33,33% 943 90 º

1
Percentual de mortalidade de bezerras durante a fase de aleitamento em 92 fazendas
ranqueadas no programa Alta CRIA 2020.

Alta
CRIA 121
Alta
122 CRIA
Alta
CRIA 123
Alta CRIA/2020

Desde 2019, o programa Alta CRIA propôs o primeiro índice na criação de bezerras leiteiras,
como forma de classificar todas as fazendas pertencentes ao benchmarking, levando em
consideração importantes fatores de impacto na criação de bezerras.

O índice considera três benchmarkings:

1 - Eficiência de colostragem – categoria excelente (fator de peso igual a 0,4)


2 - Ganho de peso do nascimento ao desaleitamento (fator de peso igual a 0,3)
3 - Taxa de mortalidade (fator de peso igual a 0,3)

Fazendas que possuem os três benchmarks e no mínimo 20 animais avaliados em cada um deles
foram ranqueadas, tendo a sua posição de ranque multiplicada pelo respectivo fator de peso
pré-estabelecido para cada benchmarking.

Após os cálculos, as fazendas foram novamente ranqueadas, sendo o somatório obtido em cada
benchmarking subtraído por 100. Assim, quanto maior o valor do somatório, melhor a
classificação da fazenda perante as demais.

Alta
124 CRIA
ÍNDICE Alta CRIA/20201

Código fazenda Pontuação Ranking Código fazenda Pontuação Ranking


14 93,00 1º 113 55,10 35 º
134 90,70 2º 120 55,10 35 º
98 86,80 3º 100 54,20 36 º
47 85,90 4º 54 54,00 37 º
16 84,90 5º 40 53,80 38 º
2 83,70 6º 58 53,20 39 º
29 83,60 7º 9 52,90 40 º
20 82,60 8º 1 52,80 41 º
38 81,70 9º 80 52,80 41 º
77 80,70 10 º 95 51,80 42 º
72 74,20 11 º 63 51,00 43 º
27 72,20 12 º 25 50,70 44 º
35 71,20 13 º 71 50,40 45 º
60 70,30 14 º 8 50,10 46 º
6 69,50 15 º 78 49,70 47 º
30 67,10 16 º 94 49,30 48 º
39 66,30 17 º 57 49,10 49 º
67 66,00 18 º 70 47,60 50 º
102 64,90 19 º 76 44,60 51 º
41 64,70 20 º 48 44,30 52 º
42 64,30 21 º 45 42,30 53 º
79 63,90 22 º 93 41,10 54 º
53 63,30 23 º 101 41,10 54 º
117 63,10 24 º 36 41,00 55 º
22 62,40 25 º 81 41,00 55 º
62 62,20 26 º 107 37,60 56 º
69 61,90 27 º 111 37,60 56 º
109 61,50 28 º 12 37,30 57 º
85 61,30 29 º 97 37,10 58 º
121 61,20 30 º 116 35,00 59 º
88 61,00 31 º 19 33,90 60 º
59 60,60 32 º 104 30,80 61 º
110 59,90 33 º 51 30,30 62 º
32 57,10 34 º 50 29,90 63 º
103 55,10 35 º 26 29,20 64 º

1
Distribuição das fazendas do programa Alta CRIA 2020 de acordo com o valor obtido no índice
Alta CRIA.

Alta
CRIA 125
MENSAGEM FINAL

Mais um ano do programa Alta CRIA e chegamos a mais de 29.000 dados avaliados!
Primeiramente gostaríamos de agradecer aos nossos colaboradores de campo, os quais são
responsáveis pela coleta de dados e por cuidar das bezerras, o futuro da fazenda! Gostaríamos
também de agradecer a todas as pessoas vinculadas ao lançamento de dados e as fazendas
que confiam no programa e nos disponibilizam os seus resultados.

Sabemos que os objetivos individuais do rebanho, o nível atual de tecnologia e a geografia


são diversos e que são fatores que podem influenciar os resultados entre as fazendas. Porém,
esse caderno fornece um guia estrutural para índices de reposição de animais no sistema de
produção de leite, com o objetivo de apresentar um norte para todos envolvidos no setor.

Utilize estas informações para identificar áreas para melhoria, necessidades e conduções de
treinamentos, além da implementação de planos que suportem os objetivos de desempenho
que você deseja alcançar. E lembre-se, o seu futuro começa aqui!

Cuide bem das suas bezerras!

Equipe Alta CRIA

Alta
126 CRIA
Alta
CRIA 127
Alta
128 CRIA
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