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CARTILHA RESUMO: PRINCIPAIS

CONTEÚDOS DE BIOLOGIA
EXIGIDOS NO ENEM

Residente: Deiciane Silva de Lima


Orientadora: Maria Raquel de Carvalho Cota
Preceptora: Geziane da Silva Gomes
A ORIGEM DA VIDA
Segundo os cientistas, a origem da vida na Terra pode ter se iniciado há cerca de
4,6 bilhões de anos através do acúmulo de diversas substâncias, dentre elas os gases,
rochas, poeira etc.
Durante o século XX e com a constante evolução científica, uma nova teoria
sobre a origem da vida na Terra surge. E, até o momento, é a mais comentada e
difundida. Trata-se da Big Bang (ou Grande Explosão).
E para o astrônomo belga George Lemaitre e o físico russo George Gamow (a
dupla George da Grande Teoria), a vida na Terra se iniciou depois da uma explosão,
sem que essa tenha algum motivo ou fator desencadeador. Para a dupla, o Universo não
passava de um denso grão. Eles defendem a ideia de que após essa explosão foi gerada
toda a matéria do Universo, assim como o tempo, a energia etc. E defendem a tese de
que, após esse fato, era impossível que existissem substâncias químicas no Planeta
devido a altíssima temperatura a que ele ficou exposto. Os átomos e o hidrogênio, ainda
segundo a dupla de George, só foram surgir milhões de anos após a explosão.
Os cientistas Harold Urey e Stanley Miller, na década de 50, fizeram um
experimento misturando elementos da atmosfera primitiva e lançando a eles inúmeras
descargas elétricas, produzindo assim aminoácidos essenciais. Sendo assim, Miller e
Urey defendem que os elementos essenciais para o início de uma provável vida no
Planeta foram a água, o carbono, gases e descargas elétricas.
Os primeiros seres vivos na Terra: Anaeróbicos; Fermentadores; Heterótrofos;
Simples; Abiogenéticos; Unicelulares.
Louis Pasteur e Francesco Redi
A partir do século 18 as pessoas já não acreditavam que a origem da vida se deu
a fatores espontâneos ou divinos (Abiogênese). Surgia então uma nova teoria sobre a
evolução humana.
Francesco Redi, médico italiano, o ciclo de vida das moscas se davam através
dos vermes que surgiam nos cadáveres dos primórdios humanos. Redi entendia que as
moscas nasciam graças a ovos depositados nesses cadáveres, e não por geração
espontânea ou criação de algum ser superior. Já Louis Pasteur, cientista francês,
motivado pela busca do prêmio da Academia Francesa de Ciências, utilizou um caldo
nutritivo distribuído por quatro frascos, cujos gargalos foram alterados para que
lembrassem o pescoço de um cisne.
Esses caldos receberam calor, fazendo com que o vapor produzido chegasse aos
gargalos. Como as partículas ficaram presas, o experimento foi resfriado e, mesmo com
o contato com o ar, os microrganismos só conseguiram chegar à superfície quando os
gargalos foram quebrados, desmentindo a hipótese da geração espontânea. Assim
começa a valer a teoria da Abiogênese, ou seja, um novo ser vivo só nasce através de
um outro ser vivo da sua mesma espécie.
DARWIN X LAMARCK
A teoria de Darwin considera que o ambiente faz uma escola dos indivíduos.
Para Darwin as forças responsáveis pela criação e pela seleção são diferentes, sendo que
a variação ocorre ao acaso, sem qualquer orientação evolutiva. Para ele os ancestrais de
animais variavam conforme a natureza hereditária. Para ele existia uma seleção natural,
na qual os animais mais favorecidos como as girafas com pescoço mais longos
conseguiam comer as folhas das árvores mais altas em relação as girafas de pescoços
mais curtos, assim elas tinham mais chances de sobreviver e deixar descendentes. A
seleção natural privilegiou os indivíduos de pescoços mais longos durante milhares de
gerações, e é responsável pelo pescoço longo das girafas atuais. Esse processo
pressupõe a existência de variabilidade entre organismos de uma mesma espécie.
As mutações e a recombinação gênica são as duas importantes fontes de
variabilidade. Essa variabilidade pode permitir que os indivíduos se adaptem ao
ambiente.
Já Lamarck defendia a evolução como causa de variabilidade, mas admitia a
geração espontânea das formas mais simples. Observando os seres vivos à volta,
Lamarck considerava que, por exemplo, o desenvolvimento da membrana interdigital de
alguns vertebrados aquáticos era devido ao esforço que estes faziam para se deslocar na
água. Assim, as alterações dos indivíduos de uma dada espécie eram explicadas por uma
ação do meio, pois os organismos, passando a viver em condições diferentes iriam
sofrer alterações das suas características. Lamarck afirmava que os animais quando
faziam força para alcançar alimento em árvores altas, às girafas esticavam seu pescoço e
com o tempo os pescoços ficam mais compridos. Essa característica é passada as
gerações seguintes, que nascem gradativamente com o pescoço mais compridos.
Atualmente, essa ideia de Lamarck é rejeitada sobre a teoria de transmissão dos
caracteres adquiridos. De fato, o ambiente provoca mudanças de fenótipos nos
organismos, porém foi comprovado experimentalmente que as mudanças adquiridas não
passam à prole. Em resumo, o mecanismo evolutivo proposto por Lamarck considera
que as variações do meio ambiente levam o individuo a sentir necessidade de se adaptar,
a lei do uso e desuso, e a lei da transmissão dos caracteres adquiridos. Segundo
Lamarck a evolução ocorre por ação do ambiente sobre as espécies, que sofrem
alterações na direção desejada num espaço de tempo relativamente curto. Alguns
aspectos desta teoria são válidos e comprováveis como o caso do uso e desuso de
estruturas.
PRIMEIRA LEI DE MENDEL
De acordo com os estudos de Mendel provavelmente já percebemos que temos
algumas características em comum com alguns dos nossos irmãos, nos primeiros
estudos de Mendel a semelhança entre pais e filhos foi exposta de diversas maneiras
como, a teoria da pré-formação e a teoria da epigenese, ou seja, a teoria que defendia
que o embrião se desenvolve a partir de uma matéria indiferenciada, ou seja, sem
organização e sem estruturas pré-formadas. De acordo com seus estudos bem pensados,
Gregor Mendel por suas experiências recebeu o título de pai da genética. Uma das
razões dos bons resultados de Mendel foi a escolha da ervilha, da espécie Pisum satium.
Essa planta apresenta uma série de características que facilitam o estudo de seu ciclo de
vida sendo o de fácil cultivo, ou seja, produzem muitas sementes e consequentemente,
grande número de descendentes, a flor é hermafrodita e pode se produzir por
autofecundação, mas também pode ser realizada por fecundação cruzada entre dois pés
de ervilha. A ervilha apresenta algumas características simples e contrastante, a cor da
semente é amarela ou verde, a forma da semente é lisa ou rugosa, em relação à altura,
ou a planta era muito baixa, com menos de 0,5 metros.
Além disso, Mendel sempre analisava um grande número de descendentes em
cada geração para determinar a proporção das características estudadas. Mendel também
supõe que, se uma planta tinha semente amarela, ela devia possuir algum “elemento” ou
fato responsável por essa cor à mesma ocorria com a planta de semente verde, que teria
um fato determinando a coloração. Em um dos experimentos ele começou cruzando
plantas de semente amarela e verde, depois selecionou as de semente somente amarela
que se originou dessa mesma cor as sementes, em seguida foram as da cor verde que
também produziu somente verde, para isso escolheu um individuo para observar durante
2 anos. Em cada geração analisava os descendentes e se nenhuma produzisse somente
cor diferente da cor do individuo inicial, assim concluía-se que se tratava de uma planta
pura.
Com base nisso, resolveu considerar dominante as características da “ervilha
amarela” e recessiva as características da “ervilha verde”. Como isso ele fez com
ervilhas puras um cruzamento usando a parte masculina da planta de semente amarela e
feminino da semente da cor verde.
DNA e RNA
O DNA ou Ácido desoxirribonucleico é encontrado principalmente no núcleo
das células eucarióticas e em quase todos os organismos, exceto em certos vírus,
formados apenas por RNA. Trata-se de uma molécula que carrega a informação
genética responsável pelas características dos organismos vivos.
O DNA é uma molécula formada pela ligação de diversos nucleotídeos. Cada
nucleotídeo, também chamado de desoxirribonucleico é composto de três porções:
fosfato, desoxirribose (um açúcar formado por cinco carbonos, ou seja, uma pentose) e
uma base nitrogenada. As bases nitrogenadas podem ser de dois tipos: purinas/adenina
(A) e guanina (G), ou piridina/citosina (C) e timina (T).
O RNA ou Ácido ribonucleico é encontrado tanto no núcleo quanto no
citoplasma de todos os organismos. Ele é essencial no processo de síntese proteica, e
também participa de outras funções, inclusive como catalisador de algumas reações
biológicas.
O RNA é formado por uma única cadeia de ribonucleico unida por ligações
fosfodiéster. Dessa maneira, esse ácido nucleico é constituído por uma fita simples e a
base nitrogenada Uracila identificada pela letra U, em vez de timina (T).
O RNA pode se apresentar sob diferentes tipos, entre os quais intimamente à
síntese proteica são o RNA mensageiro, portador (RNAt) e o RNA ribossômico
(RNAr). De maneira geral, a síntese proteica envolve diversas etapas agrupadas.
MITOSE E MEIOSE
Mitose Animal
Embora a mitose seja contínua, se inicia com uma célula diplóide (2n), ou seja,
com o número total de cromossomos da espécie (no caso dos humanos, 46). Em
seguida, há um período de grande atividade metabólica, denominado interfase, em que
ocorre a duplicação do material genético. Para efeito de estudo é dividida em quatro
fases: prófase, metáfase, anáfase e telófase.
Prófase: No inicio, cada cromossomo é formado por duas cromátides-irmãs
unidos pelos centrômeros começa a se condensar, tornando-se individualizado e visível
ao microscópio.
Metáfase: Começa logo após a ruptura da carioteca, quando deixa de existir
limite físico entre o citoplasma e o material nuclear, permitindo que as fibras polares
atinjam a região antes ocupada pelo núcleo.
Anáfase: Inicia-se com a separação dos centrômeros, permitindo a separação
completa das duas cromátides-irmãs de cada cromossomo.
Telófase e Citocinese: A ultima fase da mitose, os cromossomos sofrem
descondensação, os cinetócoros e as fibras cromossômicas desaparecem: o envelope
nuclear e o núcleo são reorganizados e ficam apenas fibras polares restritas ao
citoplasma.
Mitose em células vegetais
A mitose das células de plantas possui alguns aspectos diferentes em relação à
mitose animal.
Não há centríolos. Não há formação de fibras do áster. A citocinese é centrifuga
em função da grande resistência da parede celular , nesse caso vesículas formadas pelo
complexo gouginiense se unem e formam uma lamela que cresce do centro para a
periferia separando as células filhas.
Meiose
A meiose garante a existência de uma fase haploide no ciclo de vida de que tem
a fase diploide restabelecida por meio de fecundação. A meiose é a divisão celular que
ocorre na formação dos gametas, reduzindo o número de cromossomos de uma espécie
pela metade. Assim, uma célula-mãe diploide origina 4 células-filhas haploides.
O processo ocorre por meio de duas etapas de divisões celulares sucessivas,
dando origem a quatro células:
 Meiose I: Etapa reducional, pois o número de cromossomos é reduzido pela
metade.
Nessa da Meiose I na interfase os cromossomos são finos e cumpridos. Ocorre a
duplicação do DNA e dos cromossomos, formando assim as cromátides. Após a
duplicação inicia-se a divisão celular.
Prófase I
A prófase I é uma fase bastante complexa, sendo dividida em cinco sub-fases
consecutivas:
Leptóteno: cada cromossomo é formado por duas cromátides. Pode-se notar a
presença de pequenas condensações, os cromômeros.
Zigóteno: inicia-se o emparelhamento dos cromossomos homólogos,
denominado de sinapse, que se completa no paquíteno.
Paquíteno: cada par de cromossomos homólogos possui quatro cromátides,
constituindo uma bivalente ou tétrade, formada por cromátides-irmãs.
Diplóteno: os cromossomos homólogos começam a se afastar, mas permanecem
ligados pelas regiões onde ocorreu a permutação. Tais regiões constituem
os quiasmas.
Diacinese: continua ocorrendo condensação e separação dos cromossomos
homólogos.
Metáfase I
Na metáfase I, a membrana celular desaparece. Os pares de cromossomos
homólogos se organizam no plano equatorial da célula.
Anáfase I
Na anáfase I, não ocorre divisão dos centrômeros. Cada componente do
par de homólogos migra em direção a um dos polos da célula.
Telófase I
Na telófase, os cromossomos desespiralizam-se, a carioteca e o nucléolo
reorganizam-se e ocorre a citocinese, divisão do citoplasma. Desse modo,
surgem duas novas células haploides.
 Meiose II: Etapa equacional, o número de cromossomos das células que se
dividem mantém-se o mesmo nas células que se formam.
A meiose II é extremamente semelhante à mitose. A formação de células
haploides a partir de outras haploides só é possível porque ocorre durante a
meiose II, a separação das cromátides que formam as díades. Cada cromátide de
uma díade dirige-se para um polo diferente e já pode ser chamada de
cromossomo-irmão. As fases da meiose II são as seguintes:
Prófase II
Ocorre a condensação dos cromossomos e a duplicação dos centríolos. O
nucléolo e a carioteca voltam a desaparecer.
Metáfase II
Os centríolos estão prontos para serem duplicados e os cromossomos
organizam-se na região equatorial.
Anáfase II
As cromátides-irmãs separam-se se migram para cada um dos polos da
célula, puxadas pelas fibras do fuso.
Telófase II
As fibras do fuso desaparecem e o cromossomo já se encontra nos polos
da célula. A carioteca surge novamente e o nucléolo se reorganiza. Por fim,
ocorre a citocinese e o surgimento de 4 células-filhas haploides.
VÍRUS
O vírus é um organismo biológico com grande capacidade de
multiplicação. Usa para isso a estrutura de uma célula hospedeira. É um agente
capaz de causar doenças em animais e vegetais.
Estrutura de um vírus
Os vírus são formados por um capsídeo de proteínas que envolve o ácido
nucleico. Os capsídeos podem assumir formas diferentes: cilíndrica, helicoidal
(parecida com uma escada em espiral, etc.). O ácido nucleico pode ser RNA
(ácido ribonucleico) ou DNA (ácido desoxirribonucleico). Em alguns tipos de
vírus, esta estrutura é envolvida por uma capa lipídica ligada a tipos de
proteínas.
Um vírus sempre precisa de uma célula para poder replicar seu material
genético. Conseguindo a célula, o vírus produz cópias dele mesmo. Ele possui
uma grande capacidade de destruir uma célula, pois usa todo o funcionamento
da mesma para seu processo de reprodução. Pode infectar células eucarióticas
(de animais, fungos, vegetais) e procarióticas (de bactérias).
Classificação (tipos de vírus)
A classificação dos vírus se faz de acordo com o tipo de ácido nucleico
que possuem, número de cadeias desse ácido e forma de “interpretação” do
código genético:
Vírus com DNA
- De cadeia simples
- De cadeia dupla
- De cadeia simples com sentido positivo
- De cadeia simples com sentido negativo
- De cadeia dupla
7 CONVEITOS DE ECOLOGIA
Ecologia:  Ciência que estuda as relações dos seres vivos entre si e com o ambiente
em que vivem.
Componentes bióticos de um ambiente:  Corresponde a tudo aquilo que tem vida.
Exemplo: plantas, animais e microrganismos.
Componentes abióticos de um ambiente: São os componentes não-vivos,
inorgânicos, como a água, a luminosidade, a temperatura, o ar etc. É sempre importante
lembrar que os componentes abióticos influenciam muito nos componentes bióticos.
 Ecossistemas: De maneira simplificada, corresponde à união dos componentes
bióticos aos abióticos e as redes de relações existentes entre estes componentes. A
alteração de um ou mais componentes de qualquer ecossistema (tanto bióticos quanto
abióticos) pode modificar a rede de relações entre eles e causar um desequilíbrio
ecológico.
Organização dos seres vivos: Podemos classificar ecologicamente os indivíduos
pela maneira como se organizam nos ecossistemas.
Habitat – Local físico onde organismos de determinada população desempenham
suas funções vitais. É como o “endereço de um ser vivo”. Exemplo: a onça parda tem
como habitat as florestas de encosta da Mata Atlântica.
Nicho ecológico – Conjunto de hábitos de um ser vivo. É como a “profissão” do ser
vivo. Exemplo: a onça parda é um animal de hábitos noturnos que se alimenta de
pequenos mamíferos como a cutia.
METODOS CONTRACEPTIVOS – HOMEM E MULHER
Os métodos contraceptivos são utilizados por pessoas que têm vida sexual ativa e
querem evitar uma gravidez. Além disso, a camisinha, por exemplo, protege de doenças
sexualmente transmissíveis (DST). Há vários tipos de métodos contraceptivos
disponíveis no mercado, como a camisinha masculina, camisinha feminina, o DIU
(dispositivo intrauterino), contracepção hormonal injetável, contracepção hormonal oral
(pílula anticoncepcional), implantes, espermicida, abstinência periódica, contracepção
cirúrgica, contracepção de emergência, entre outros.
Entre os métodos contraceptivos, há os que são reversíveis e os que são
irreversíveis. Os métodos reversíveis, também chamados de temporários, são aqueles
que, ao interromper o uso, é possível engravidar. Os métodos irreversíveis, também
conhecidos como definitivos, são aqueles que exigem uma intervenção cirúrgica,
como vasectomia, para os homens; e laqueadura tubária, para as mulheres.
Os métodos contraceptivos são classificados em cinco grupos:
 Métodos comportamentais
Tabelinha; Temperatura basal; Muco cervical; Coito interrompido.
 Métodos de barreira
Camisinha (masculina e feminina); Diafragma; Esponjas; Espermicidas;
 Dispositivo intrauterino (DIU)
 Contracepção hormonal
Contraceptivos orais; Contraceptivos injetáveis; Implantes; Anel vaginal;
Adesivos cutâneos; Contracepção de emergência (pílula do dia seguinte).
 Contracepção cirúrgica
Vasectomia; Laqueadura.

REFERÊNCIAS
LINHARES, S; GEWANDSZNAJDE, F.; PACCA, H. Biologia hoje: Génetica,
evolução, ecologia. v. 1, ed. 3. São Paulo: Ática, 2016.

LINHARES, S; GEWANDSZNAJDE, F.; PACCA, H. Biologia hoje: Génetica,


evolução, ecologia. v. 3, ed. 3. São Paulo: Ática, 2016.

LOPES, S.; ROSSO, S. Bio. v. 1, ed. 3. São Paulo: Saraiva, 2016.

LOPES, S.; ROSSO, S. Bio. v. 2, ed. 3. São Paulo: Saraiva, 2016.

GRIFFITHS, A. J. F.; MILLER, J. H.; SUZUKI, D. T.; LEWONTIN, R. C.;


GELBART, W. M.; WESSLER, S. R. Introdução à genética. 9ª edição. Rio de
Janeiro, (RJ): Ed. Guanabara Koogan, 2009.

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