Você está na página 1de 57

A H I S T Ó R I A DO

Tales deMileto

ÁTOMO
V

Tales Anaxímenes Jenofánes Empédocles


(625-558 a.c.) (585-528/5 a.c.) (570-475 a.c.) (490-430 a.c.)

AGUA AR AGUA+TERRA QUATRO


Origem “Tudo provém “Todas as coisas, ELEMENTOS
única de do ar e retorna inclusive o
homem, são
TERRA, ÁGUA, AR
todas as ao ar”.
coisas: formados de e FOGO, seriam os
componentes últimos das coisas,
"Tudo é terra e ar”. ora reunidos sob a atração do
água" Amor, ora separados pela força da
Discórdia (ou do Ódio), os dois
princípios cósmicos fundamentais.
A H I S T Ó R I A DO

Séc. V a.c. ÁTOMO Texto1 -


Tales

 O atomismo dos antigos gregos se apóia num raciocínio lógico de acordo


com o que se observa da natureza: os gregos não se preocupavam em ver os
átomos - no sentido de testar-lhes os efeitos - ao menos não faziam disso
uma condição fundamental para certificarem-se de sua existência. O que
realmente lhes importava “era que aquilo que imaginavam, bastante
engenhosamente, resultasse em efeitos sensíveis, observáveis: a imaginação
pode corresponder à realidade, contanto que se imponha a si mesma regras
lógicas”(1).

 TALES, de Mileto – Filósofo - Grécia: A primeira noticia sobre alguém


que tivesse se preocupado com o universo minúsculo data do século
VI a.C. Conta-se que o filósofo Tales (640-546 a.C.), que vivia na
cidade grega de Mileto, afirmava que todas as substâncias se originam
na água, e, tanto quanto possível, retomam à água. Tales e outros
filósofos gregos da Antigüidade defendiam a idéia de que todas as
coisas tinham uma origem única, que chamavam de arché. Na
concepção de Tales, essa origem seria a água.
A H I S T Ó R I A DO
Leucipo e Democritus

ÁTOMO
V

Leucipo Demócritus
(460-370 a.c.) (470-380 a.c.)

"Nada deriva do acaso,


mas tudo de uma razão
sob a necessidade."
Consideravam que todas as coisas do
Universo eram formadas por um
único tipo de partícula – O ÁTOMO
(“indivisível”, em grego), eterno e
imperecível, que se movimentava no
vazio.
A H I S T Ó R I A DO

Séc. V a.c. ÁTOMO Texto2 -


Leucipi

 Leucipo, de Abdera – Filósofo – Ásia Menor: Ele defendia que o universo é


constituído por elementos indivisíveis cujo movimento produz ou destrói os
objetos, por união ou separação - e pelo vazio.
Leucipo não deixou registros de suas idéias, e sua teoria sobreviveu graças a
seu seguidor, Demócrito – Filósofo (460-370 a.C.), que melhorou o conceito,
afirmando que o universo é formado por um número infinito de elementos
invisíveis, por serem muito pequenos e indivisíveis, pois se fossem divisíveis ao
infinito, confundir-se-iam com o vazio.

As teorias de Leucipo e Demócrito deram origem ao conceito de que a matéria


é constituída por partículas muito pequenas e indivisíveis, chamadas de
átomos (do grego, a: 'não' e tomo: 'divisível'). O conceito deles estava certo,
no que diz respeito ao tamanho, mas incorreto no que se refere à
indivisibilidade. Todavia, foram necessários mais de dois mil anos para que
alguém conseguisse provar que não estavam completamente certos, como
veremos mais adiante.
A H I S T Ó R I A DO
Platão
ÁTOMO
V III

UNIVERSO

Platão, de Atenas Aristóteles


(427-347 a.c.) (384-322 a.c.)

DODECAEDRO

AR AGUA TERRA FOGO

OCTAEDRO ICOSAEDRO HEXAEDRO TETRAEDRO


A H I S T Ó R I A DO

Séc. III a.c. ÁTOMO Texto3 - Platão

 Platão – Filósofo – Grécia: Platão via no sistema atômico apenas quatro


espécies de átomos (teoria dos quatro elementos), sendo estes água, terra,
fogo e ar, que foram submetidos a uma compreensão geométrico-analítica, e
passaram a possuir diferentes estruturas geométricas respectivamente as
formas icosaédrica, cúbica, tetraédrica e octaédrica. Assim, as pequenas
partículas de cada elemento tinham uma forma especial. A combinação entre
elas resultava na imensa variedade das formas naturais. Como cada uma
dessas estruturas geométricas possuía um raio, a análise de Platão revelava
que o mundo era formado de estruturas matemáticas.
A diferença de tamanho das figuras geométricas ilustrava diferentes espécies
de uma mesma “classe”, por exemplo, dentro da classe dos líquidos, o vinho, o
mel, e o óleo seriam diferentes pois apresentariam diferentes tamanhos nos
seus corpúsculos elementares, embora todos eles fossem icosaédricos.
Cada elemento se distinguia ainda por sua qualidade predominante: o calor
para o fogo, o frio para a água, a umidade para o ar e a secura para a terra.
Mas os elementos se relacionavam, também, através das qualidades, pois cada
um deles possuía outra qualidade, além da predominante. Assim, as qualidades
do fogo são o calor e a secura, as da água são o frio e a umidade e as do ar
são a umidade e o calor. Os elementos podem se transformar uns nos outros de
acordo com as qualidades que apresentem em comum. Assim, por exemplo,
‘retirando’ o frio, a água se transforma em ar, o que se relaciona às
observações feitas sobre a evaporação dos líquidos.
A H I S T Ó R I A DO

Séc. III a.c. ÁTOMO Texto4 –


Aristóteles

 Aristóteles - Filósofo - Grécia: Também propôs uma teoria para a constituição da matéria,
considerada inadequada nos dias atuais, diante de tudo que se conhece através das ciências.
Simpatizante das idéias de outros filósofos (Anaximandro, Heráclito, Empédocles e Platão),
Aristóteles acreditava que a base do mundo material era uma entidade para nós misteriosa, por
ele chamada de "matéria primitiva", que não era percebida enquanto não tomasse forma. A forma
viria a se materializar no que ele definiu como os quatro elementos básicos: fogo, ar, terra e água.
Tais elementos eram representados por qualidades físicas, assim denominadas: calor, frio,
secura e umidade.
A convicção de que a essência das coisas materiais estaria em alguma entidade eterna, imutável, à
parte da matéria, era a base do pensamento metafísico grego (metafísica: palavra de origem grega
que designa o pensamento que não se refere diretamente às coisas materiais).

Os filósofos metafísicos acreditavam que os nossos sentidos não seriam capazes de conhecer
completamente as coisas e que os conhecimentos que adquirimos através delas são incompletos,
falhos. Eles pensavam que a existência do mundo material só seria completamente compreendida com
o conhecimento das essências. Nelas deveria estar a verdadeira origem de tudo.

Para eles, essas essências se materializariam em objetos constituídos pelos quatro elementos, para
compor o mundo físico. Por defender essa postura, Aristóteles não apoiou a teoria atomista, que
considerava materialista e simplória, e ainda condenou-a, atacando as idéias de Leucipo e Demócrito.
Ele não admitia a possibilidade de existirem espaços vazios, como propunha Leucip o .

O conceito aristotélico atravessou o tempo, perdurando por muitos séculos e exercendo notável
influência no período a seguir. As idéias de Leucipo e Demócrito tiveram repercussões no Ocidente,
defendidas pelos filósofos Epicuro (341-271 a.C.) e Leucrécio (97-54 a.C.), mas acabaram sendo
soterradas, permanecendo na obscuridade por quase dois mil anos.
A H I S T Ó R I A DO
John Dalton
ÁTOMO
V III 1806
ELEMENTO
S

John Dalton
(1766-1844)

1. To d a m a t é r i a é c o n s t i t u í d a p o r p a r t í c u l a s
fundamentais, os átomos.
2. Os átomos têm a capacidade de se "juntar" (ligar) e
Modelo atômico de Dalton: “Bola formar "átomos compostos" (= hoje são chamados
de Bilhar” - Esférico, maciço, moléculas).
indestrutível, indivisível,
homogêneo e neutro; 3. As transformações químicas são separações,
combinações e rearranjo entre os átomos.
A H I S T Ó R I A DO

1806 ÁTOMO Texto5 - Dalton

 John Dalton – Químico - Inglaterra: foi o fundador da teoria atômica moderna que esteve na base
do desenvolvimento da Química no século 19. Em 1806 publicou um livro onde foi apresentada, pela
primeira vez de um modo muito semelhante ao atual, a idéia de que toda a matéria é constituída por
partículas.
Os postulados de Dalton são vários, mas podem ser resumidos em três essenciais, nos quais ele se
baseou para enunciar a sua teoria:
1. Os elementos são constituídos por partículas muito pequenas chamadas átomos. Todos os
átomos de um dado elemento são idênticos, tendo em particular o mesmo tamanho, massa e
propriedades químicas. Os átomos dos diferentes elementos diferem entre si em, pelo menos,
uma propriedade.
Os compostos são constituídos por átomos de mais de um elemento. Em qualquer composto, a
razão entre o número de átomos dos dois elementos constituintes é um número inteiro, ou então
uma fração simples.
Todas as reações químicas consistem na separação, combinação ou rearranjo de átomos, mas
nunca na criação ou destruição destes. Segundo o primeiro postulado, os átomos de um dado
elemento são diferentes dos átomos de todos os outros elementos. Dalton não tentou descrever a
estrutura ou composição dos átomos, sobre a qual nada se conhecia, mas sabia que as
propriedades distintas de dois compostos eram devidas às diferenças dos elementos que os
constituem.
2. Para formar um certo composto, não é apenas necessário ter os átomos apropriados, mas
também saber combiná-los na proporção correta. Segundo Dalton, se dois elementos podem, por
combinação, dar mais de um composto, então as massas de cada um dos elementos que, em
cada composto, se combinam estão entre si segundo números inteiros pequenos. De fato, os
compostos diferem entre si pelo número de átomos de cada tipo que se combinam, número esse
sempre inteiro.
3. O terceiro postulado de Dalton é uma outra forma de enunciar a lei da conservação da massa,
segundo a qual a matéria não pode ser criada nem destruída. Sendo a matéria constituída por
átomos, e não podendo estes ser criados ou destruídos numa reação química, a massa é
necessariamente conservada.
Segundo a teoria de Dalton pode definir-se átomo como sendo a menor porção de um elemento
que pode participar numa reacção química. Dalton imaginava o átomo como sendo algo de muito
pequeno e indivisível, mas grande parte dos estudos do século 19 vieram mostrar a existência de
uma estrutura interna nos átomos.
A H I S T Ó R I A DO
Michael Faraday

ÁTOMO
V III 1803 1833
ELEMENTO 1º MODELO
S

Michael Faraday
(1791 - 1867)

1ª. A massa da quantidade de metal depositada nas barras metálicas


e a quantidade de eletricidade que passa por cada solução, são
proporcionais;

2ª. A massa de uma substância liberada por uma certa quantidade de


eletricidade é proporcional ao peso atômico do elemento liberado.
A H I S T Ó R I A DO

1833 ÁTOMO Texto6 - Faraday

 Michael Faraday – Físico/Químico - Inglaterra: Em 1833, Faraday realizou


algumas experiências sobre a eletrólise das quais resultaram alguns dos
primeiros indícios relativos à natureza da eletricidade e à estrutura elétrica
dos átomos. Dessas experiências foram extraídas duas leis:

1. Uma dada quantidade de eletricidade deposita sempre a mesma


quantidade de uma dada substância no eletrodo.
2. As massas das várias substâncias depositadas, dissolvidas ou
for m a d a s n o e l e t r o d o p o r u m a q u a n t i d a d e d e f i n i d a d e
eletricidade são proporcionais às massas equivalentes das
mesmas.

Desta segunda lei podemos concluir, entre outras coisas, que as leis da
eletrólise são análogas às que regem as reações químicas; logo, se um
número definido de átomos se combina com uma pré-determinada
quantidade de eletricidade, parece ser logicamente válido supor que a
própria eletricidade é constituída por partículas. Desta forma, uma molécula
deve poder receber ou perder um número inteiro destas partículas que
constituem a eletricidade. Estes resultados experim entais foram
posteriormente estudados mais profundamente por G. J. Stoney sendo que
em 1874 ele sugeriu o nome de "elétron" para a partícula elétrica
fundamental.
A H I S T Ó R I A DO

Á T O MELETRÓLIS
O
D
E
m
V III 1803 1850 1869 i
ELEMENTO 1º MODELO t
S r
i
M
e
n
d
e
l
e
e
v
Dmitri I. Mendeleev
(1834-1907)

Os dados eram anotados em


cartões, que eram fixados na
parede de seu laboratório e,
conforme observava alguma
semelhança, mudava a posição
dos cartões.
A H I S T Ó R I A DO

1869 ÁTOMO Texto7 - Mendeleev

 Dmitri Mendeleev – Físico/Químico - Rússia: Em 1869, Mendeleev descobriu uma relação


importante entre o peso atômico dos elementos e as suas propriedades físicas e químicas. Este facto
levou-o a organizar um quadro em que os elementos estavam dispostos por ordem crescente do peso
atômico, possuindo em cada coluna propriedades químicas análogas.

Para que a regularidade se verificasse, Mendeleev teve de admitir que o peso atômico de alguns
elementos estava mal determinado. Para ser mantida a idéia de periodicidade, a posição de alguns
elementos não correspondia à que lhes competia, de acordo com o peso atômico determinado pelos
químicos da época.

Mendeleev teve também que assumir que a posição relativa de alguns elementos deveria ser alterada.
Assim, por exemplo, o telúrio deveria ser colocado antes do iodo, embora o peso atômico do telúrio
seja 128 e o do iodo 127. Assinalou também as inversões de outros pares de elementos como argônio
e potássio, cobalto e níquel, tório e protactínio.

Na data em que Mendeleev elaborou o seu quadro periódico alguns elementos estavam ainda por
descobrir, pelo que deixou os seus lugares vagos. É o caso dos elementos análogos ao alumínio e ao
silício mas com pesos atômicos entre 65 e 75. Estes elementos foram descobertos pouco tempo
depois e denominados gálio e germânio, respectivamente .

As previsões de Mendeleev foram todas verificadas. No que respeita aos pesos atômicos mal
determinados, concluiu-se que elementos como o ítrio, o índio, o disprósio, o cério, o érbio, o lantânio,
o tório ou o urânio estavam mal determinados. Por outro lado foram-se descobrindo sucessivamente
todos os elementos que faltavam no quadro periódico de Mendeleev. As inversões assinaladas por
este químico mantiveram-se, tendo s ido explicada, posteriormente, esta aparente anomalia.

No quadro periódico de Mendeleev, atualizado, a que também se chama tabela periódica, atribui-se um
número de ordem a cada elemento, designado por número atômico, e que corresponde ao número de
elétrons do átomo neutro do elemento e como tal é igual ao número de prótons presentes no seu
núcleo.
A H I S T Ó R I A DO
William Crookes
Á T O MELETRÓLIS
O
E
V III 1803 185018691875
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA
Radiômetro de Crookes
Raios Catódicos

William Crookes
(1832-1919 )
A H I S T Ó R I A DO

Á T O MELETRÓLIS
O
William Crookes (Descoberta do Eletron-1)

E
V III 1803 185018691875
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

William Crookes
(1832-1919 )

Pesquisa com Raios Catódicos

Num tubo de vidro denominado de Ampola de Crookes são colocados dois


eletrodos: o cátodo (pólo negativo) e o ânodo (pólo positivo).
No interior do tubo existe gás rarefeito submetido a uma descarga elétrica
superior a 10 000 volts. Do cátodo parte um fluxo de elétrons denominado raios
catódicos, que se dirige à parede oposta do tubo, produzindo uma fluorescência
decorrente do choque dos elétrons que partiram do cátodo com os átomos do
vidro da ampola.
A H I S T Ó R I A DO
William Crookes (Descoberta do Eletron-2)
Á T O MELETRÓLIS
O
E
V III 1803 185018691875
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

William Crookes
(1832-1919 )

Pesquisa com Raios Catódicos

Os raios catódicos, quando incidem sobre um anteparo, produzem uma sombra


na parede oposta do tubo, permitindo concluir que se propagam em linha reta.
A H I S T Ó R I A DO
William Crookes (Descoberta do Eletron-3)
Á T O MELETRÓLIS
O
E
V III 1803 185018691875
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

William Crookes
(1832-1919 )

Pesquisa com Raios Catódicos

Os raios catódicos movimentam um molinete ou cata-vento de mica, permitindo


concluir que são dotados de massa.
A H I S T Ó R I A DO
William Crookes (Descoberta do Eletron-4)
Á T O MELETRÓLIS
O
E
V III 1803 185018691875
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

William Crookes
(1832-1919 )

Pesquisa com Raios Catódicos

Os raios catódicos são desviados por um campo de carga elétrica positiva,


permitindo concluir que são dotados de carga elétrica negativa.
A H I S T Ó R I A DO

1875 ÁTOMO Texto8 - Crookes

 Willian Crookes – Físico/Químico - Inglaterra:


Devemos a descoberta dos raios catódicos
(elétrons acelerados) a Sir W. Crookes (inglês).
Produzindo descargas elétricas num tubo de alto
vácuo ele produziu um feixe de elétrons que
podiam ser desativados pela ação de ímãs e
campos magnéticos.

Para Crookes, os raios catódicos eram moléculas


carregadas, as quais constituíam o quarto estado
da matéria (essa denominação é hoje usada
quando nos referimos ao plasma, que é
exatamente o que se tem quando se produz uma
descarga elétrica num gás rarefeito!).
A H I S T Ó R I A DO
Eugen Goldstein (Descoberta do Próton-1)

Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
E S
V III 1803 1850186918751876
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

Descoberta do PRÓTON
Eugen Goldstein
(1850-1930)
A H I S T Ó R I A DO

1876 ÁTOMO Texto9 - Goldstein

 Eugen Goldstein – Físico - Alemanha: Em 1876, o físico alemão


Eugen Goldstein (1850-1931) denominou de raios catódicos
(“Kathodenstrahlen”) às emanações provindas do catodo do tubo de
vácuo que havia sido construído pelo físico inglês William Crookes
(1832-1919), em 1875.

 As propriedades dos raios catódicos não dependiam do metal usado


nos pólos dos tubos à vácuo. Introduziu o termo raios catódicos
 No interior da ampola de descarga em gases rarefeitos é colocado
um cátodo perfurado.
 Do cátodo perfurado partem os elétrons ou raios catódicos
(representados em vermelho), que se chocam com as moléculas do
gás (em azul claro) contido no interior do tubo.
Com o choque, as moléculas do gás perdem um ou mais elétrons,
originando íons positivos (em azul escuro) que repelidos pelo ânodo,
são atraídos pelo cátodo, ... atravessam os furos e colidem com a
parede do tubo de vidro, enquanto os elétrons são atraídos pelo
ânodo e ao colidirem com a parede de vidro do tubo produzem
f l u o r e s c ê n c i a .
Os raios canais são, na realidade, prótons.
A H I S T Ó R I A DO
Eugen Goldstein (Descoberta do Próton-2)

Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
E S
V III 1803 1850186918751876
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

Descoberta do PRÓTON
Eugen Goldstein
(1850-1930)
A H I S T Ó R I A DO
Eugen Goldstein (Descoberta do Próton-3)
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
E S
V III 1803 1850186918751876
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

Descoberta do PRÓTON
Eugen Goldstein
(1850-1930)
A H I S T Ó R I A DO
Eugen Goldstein (Descoberta do Próton-4)
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
E S
V III 1803 1850186918751876
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA
S PERIÓDICA

Descoberta do PRÓTON
Eugen Goldstein
(1850-1930)
A H I S T Ó R I A DO
Wilhelm Konrad Roentgen

Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
E S
V III 1803 18501869187518761895
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON
S PERIÓDICA
RAIOS X

Wilhelm K. Roentgen
(1845 - 1923)

1901

Roentgen concluiu que o tubo emitia, além dos raios catódicos, algum tipo de
radiação desconhecida, razão pela qual lhe deu o nome provisório de raios X.
Preferiu então aperfeiçoar seus experimentos antes de divulgá-los, mas em apenas
dois meses já tinha acumulado conclusões suficientes para publicar seus resultados.
Pouco mais tarde, fez uma demonstração pública da capacidade desses raios de
fotografar o interior do corpo.
A H I S T Ó R I A DO

1895 ÁTOMO Texto10 - Roentgen

 Wilhelm Konrad Roentgen – Físico - Alemanha: Como muitos físicos da época. Roentgen
pesquisava o tubo de raios catódicos inventado pelo inglês William Crookes anos antes.
Quando Roentgen ligou o tubo naquele dia, algo muito estranho aconteceu: perto do
tubo, uma placa de material fluorescente chamado platinocianeto de bário brilhou. Ele
desligou o tubo e o brilho sumiu. Ligou de novo e lá estava ele. O brilho persistiu
mesmo quando Roentgen colocou um livro e uma folha de alumínio entre o tubo e a
placa. Alguma coisa saia do tubo, atravessava barreiras e atingia o platinocianeto.

Por seis semanas, o físico ficou enfurnado no laboratório. tentando entender o que era
aquilo. No dia 22 de dezembro. fez a radiação atravessar por 15 minutos a mão da
mulher, Bertha, atingindo do outro lado uma chapa fotográfica. Revelada a chapa, viam-
se nela as sombras dos ossos de Bertha, na primeira radiografia da história.

Em outra experiência, tirou a radiografia de seu rifle de caça e observou uma pequena
falha interna. Com isso, ele antecipou um dos usos atuais dos raios-X: descobrir falhas
internas em peças industriais. Também radiografou uma caixa de madeira fechada com
peças metálicas no interior. Fez, portanto, o que hoje se vê nos aeroportos, onde as
bagagens são radiografadas pelo pessoal da segurança.

Fascinado. mas ainda confuso. Roentgen decidiu chamar os raios de "X" - símbolo
usado em ciência para designar o desconhecido. Passados l00 anos, não só o raio X
deixou de ser obscuro como ajudou a clarear muita coisa para o olho e para a mente
humana. sem ele não conheceríamos a estrutura das moléculas e não poderíamos ver
as explosões que incendeiam o Sol. Também não teríamos informações importantes e
curiosas sobre coisas tão diversas quanto o método de trabalho do pintor Van Gogh ou
acredite - o torcicolo de múmias egípcias.
A H I S T Ó R I A DO
Wilhelm Konrad Roentgen

Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
E S
V III 1803 18501869187518761895
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON
S PERIÓDICA
RAIOS X

Wilhelm K. Roentgen
(1845 - 1923)

1901
A H I S T Ó R I A DO

ÁA T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO
n
t E S
V o III 1803 18501869187518761895
n
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON
iS PERIÓDICA
e
H.
B Registro obtido por
e
c Becquerel em chapa
q
u
fotográfica de
e radiações emitidas
r
e naturalmente.
Antonie
l H. Becquerel
(1852 - 1908)

Em 1895, Roentgen descobriu que os raios X podiam provocar fluorescência em certos


materiais. Becquerel ficou, então curioso para saber se o contrário também era possível: se
uma substância fluorescente emitiria raios X. Para verificar essa possibilidade, envolveu
uma chapa fotográfica com papel preto, colocou sobre ele cristais de um material
fluorescente (um composto de urânio) e expôs o conjunto à luz solar. Caso a luz provocasse
fluorescência nos cristais e eles passassem a emitir raios X, a chapa seria impressionada.
A H I S T Ó R I A DO

1895 ÁTOMO Texto11 -


Becquerel
 Antonie H. Becquerel – Físico - França: Antonie Henri Becquerel herdou da família o
interesse pela Física. O avô realizara trabalhos na área da eletroquímica e o pai
pesquisara os fenômenos da fluorescência e da fosforescência.

As pesquisas por ele realizadas transformariam a concepção que se tinha sobre a


estrutura da matéria.

Em 1895, Roentgen descobriu que os raios X podiam provocar fluorescência em certos


materiais. Becquerel ficou, então curioso para saber se o contrário também era
possível: se uma substância fluorescente emitiria raios X. Para verificar essa
possibilidade, envolveu uma chapa fotográfica com papel preto, colocou sobre ele
cristais de um material fluorescente (um composto de urânio) e expôs o conjunto à luz
solar. Caso a luz provocasse fluorescência nos cristais e eles passassem a emitir raios
X, a chapa seria impressionada.

Isso de fato ocorreu. Procurou então repetir a experiência nos dias seguintes, mas eles
foram todos nublados. Na última tentativa, desmontou o conjunto e resolveu revelar a
chapa assim mesmo. Surpreso, verificou que ela fora intensamente impressionada. A
radiação que atingira não dependera, então, da incidência de luz solar nos cristais. Eles
emitiam radiações por si mesmos!

Em 1899, Becquerel descobriu que a trajetória dessa radiação podia ser alterada por
campos magnéticos fortes, o que indicava ser ela constituída por partículas com carga
elétrica. No ano seguinte, concluía que essas partículas tinham carga negativa, e eram
elétrons acelerados. Em mais um ano, identificou a fonte desses elétrons: eles
provinham dos átomos de urânio.
A H I S T Ó R I A DO
J. J. Thompson
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
E S
V III 1803 185018691875187618951897
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON
S PERIÓDICA
- Modelo atômico de Thompson
(Modelo do pudim de passas).

1906

Josef J. Tompson
(1818-1889)

Observou partículas negativas muito menores que os átomos, os


elétrons, provando assim que os átomos não eram indivisíveis.
Formulou a teoria de que os átomos seriam uma esfera com carga
elétrica positiva onde estariam dispersos os elétrons suficientes
para que a carga total do átomo fosse nula.
A H I S T Ó R I A DO

1897 ÁTOMO Texto12 -


Thompson

 Josef J. Thompson: Os pesquisadores ingleses achavam que a radiação era de natureza


corpuscular. Isso porque Crookes tinha descoberto que a trajetória dos raios se curvava quando em
presença de um campo magnético, transportavam carga elétrica negativa.

Thompson estava decidido a defender a teoria corpuscular partindo para a experimentação. Após
sucessivas tentativas, conseguiu medir a razão carga / massa dessas partículas e descobriu que seu
valor era aproximadamente mil vezes maior que o observado na eletrólise dos líquidos. Imediatamente
procurou medir a carga de eletricidade conduzida por vários íons negativos, e chegou à conclusão de
que era a mesma tanto na descarga gasosa quanto na eletrólise. Constatava-se, assim, que as
partículas constituintes dos raios catódicos eram muito menores que qualquer átomo conhecido, por
pequeno que fosse: eram os elétrons.

Ele explicou este fato da seguinte forma: "Visto que os raios catódicos transportam uma
quantidade de eletricidade negativa, são desviados por uma força eletrostática
como se fossem negativamente carregados, e sofrem a ação de uma força
exatamente como se fossem um corpo carregado negativamente, movendo-se ao
longo do caminho seguido pelos raios, não vejo como fugir à explicação de que
eles são cargas de eletricidade negativa transportadas por partículas da matéria".
Aliás, o fato de serem independentes da natureza do gás utilizado sugere que são um "fragmento"
encontrado em todos os átomos.

Essa descoberta contou com a colaboração de muitos outros cientistas, mas foi Thomson o primeiro a
intuir que os elétrons são corpúsculos dotados de carga elétrica e de massa e, principalmente, que
fazem parte de toda matéria do Universo. Formulou uma teoria sobre a estrutura do átomo: Para ele, o
átomo era uma esfera maciça com carga positiva. Os elétrons estariam presos à superfície da esfera e
contrabalançariam a carga positiva. Esse modelo ficou conhecido como "pudim de massas", e seria
mais tarde substituído pelo modelo de Rutherford, discípulo de Thomson.
A H I S T Ó R I A DO
Albert Einstein
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
E S
V III 1803 185018691875187618951905
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON
S PERIÓDICA

“Eu não estou interessado neste ou naquele


fenômeno. Eu quero saber como Deus criou
o mundo, quais são os Seus pensamentos. O
Albert Einstein resto é detalhe”. Albert Einstein
(1879-1955)

E=mc²
1921
A H I S T Ó R I A DO

1905 ÁTOMO Texto13 - Einstein

 Albert Einstein – Físico/Matemático -Alemanha: Sua teoria da relatividade


espacial mudou as idéias sobre o espaço, o tempo e a natureza do universo.
 Em 1905, ele utilizou com sucesso a teoria quântica para explicar o efeito
fotoelétrico, recebendo por isso o Prêmio Nobel de Física de 1921.
 Ainda em 1905, apresentou a teoria especial da relatividade, descrevendo os
efeitos do movimento na forma de valores observados de comprimento,
massa e tempo. Uma conseqüência dessa teoria é que a massa, m, é
equivalente à energia, E, um conceito expresso pela equação, E=mc² onde c
é a velocidade da luz. Essa é a base de todos os cálculos da energia
liberada por reações nucleares. Ele expandiu suas idéias na teoria geral da
relatividade, publicada em 1915, que é centrada na gravitação e nos efeitos
do movimento acelerado.
 Sendo judeu, foi perseguido pelos nazistas e em 1932 teve de deixar a
Alemanha. Depois de uma rápida passagem pela Inglaterra, fixou-se nos
Estados Unidos e posteriormente tornou-se cidadão americano.
 Passou seus últimos anos tentando desenvolver uma grande teoria unificada
- um único sistema matemático que incorporasse as leis da gravitação e do
eletromagnetismo.
A H I S T Ó R I A DO
Robert Andrews Milikan
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X RELATIVIDA
E S DE
V III 1803 1850186918751876189518971905 1911
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO CARGA ELEMENTAR

Robert A. Milikan
(1868-1963)
A H I S T Ó R I A DO
Robert Andrews Milikan
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X RELATIVIDA
E S DE
V III 1803 1850186918751876189518971905 1911
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO

CARGA ELEMENTAR

Robert A. Milikan
(1868-1963)
A H I S T Ó R I A DO

1911 ÁTOMO Texto14 - Milikan

 Robert A. Milikan: A Experiência da Gota de Óleo de Millikan é uma das


mais populares e fascinantes experiências realizáveis num laboratório de
Física por várias razões:
- O principio experimental é de fácil execução e compreensão
- Mede uma constante fundamental atômica por um método criado por Robert
Millikan
- As observações do efeito de um ou mais elétrons sobre as gotas de óleo num
campo elétrico dando uma demonstração da natureza quantitativa da eletricidade

 O sistema da Experiência de Millikan utiliza um sistema de pré-alinhamento


óptico e um condensador especial para uma boa observação das gotas de
óleo. A precisão dos resultados depende da habilidade do experimentador
em obter medidas corretas de vários parâmetros: tensão dos pratos,
separação dos pratos, tempo e distância da queda e ascensão das gotas de
óleo, temperatura, densidade do óleo, etc.
 O extremo cuidado do design e a sua construção garantem a obtenção de
bons resultados, partindo do principio que o utilizador seguirá todos os
cuidados necessários na obtenção de resultados. Nesse caso a precisão dos
valores estarão dentro dos 3% de um valor aceitável.
A H I S T Ó R I A DO

Á T O MELETRÓLIS
O
Rutterford
RAIOS RELATI-
CATÓDICO RAIOS X VIDADE
E S
V III 1803 18501869187518761895189719051911
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO

Ernest Rutterford
(1871-1937)

Rutherford demonstrou que a maior parte do átomo era espaço


vazio, estando a carga positiva localizada no núcleo (ponto central
do átomo), tendo este a maior parte da massa do átomo. Os
elétrons estariam girando em torno do núcleo.
Rutherford também descobriu a existência dos prótons, as
partículas com carga positiva que se encontram no núcleo.
A H I S T Ó R I A DO

1911 ÁTOMO Texto15 -


Rutterford

 Ernest Rutterford – Físico - Inglaterra:A descoberta da radioatividade


permitiu um melhor conhecimento da estrutura da matéria.
Rutherford, refutou o modelo de Thompson. Em 1911, bombardeou
uma finíssima folha de ouro com cerca de 100nm de espessura (1
nm = 10E-9 m) com partículas (He2+) emitidas por um material de
rádio. Essas partículas recolhidas por uma tela de cintilação de
sulfureto de zinco (pode-se substituir por uma película fotográfica)
demonstravam que a maioria das partículas passava sem se desviar.
Algumas desviavam-se consideravelmente e pouquíssimas eram
refletidas. Rutherford justificou este comportamento com um átomo
quase vazio.

 a) O átomo com núcleo. No átomo de Rutherford, a massa estava


concentrada no centro (núcleo) de uma esfera, muito maior, que era
ocupada pelos elétrons (camada exterior). O diâmetro do núcleo era
cerca de dez mil vezes menor do que o da camada exterior e entre
eles existia um grande espaço vazio. Ao número de prótons que o
núcleo do átomo contém chama-se número atômico. O número
atômico representa-se pela letra Z. Ao número de núcleos (prótons +
nêutrons) denomina-se número de massa. O número de massa
representa-se pela letra A
A H I S T Ó R I A DO
Rutterford (EXPERIMENTO)
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
E S
V III 1803 18501869187518761895189719051911
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO

Ernest Rutterford
(1871-1937)

Experimento de Rutherford - Partículas radioativas incidem sobre uma folha de ouro. A


maioria destas partículas passa através da folha pois são muito mais pesadas que os elétrons
(pontos pretos). Rutherford verificou que as cargas positivas são localizadas em pequenos
núcleos (esferas vermelhas). Desta forma explicaria porque as partículas incidentes são as
vezes desviadas de sua trajetória. Antes deste experimento acreditava-se que as cargas
positivas não eram localizadas em núcleos.
Assim, o modelo Atômico de Rutherford se assemelhava a uma versão microscópica do
modelo planetário, mas ao invés da força gravitacional, a força elétrica é a principal
responsável pela atração elétron-núcleo. Este é o modelo atômico mais comumente
encontrado na literatura moderna, embora verificou-se ser incompleto.
A H I S T Ó R I A DO
Niels Henrik David Bohr
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
E S
V III 1803 185018691875187618951897190519111913
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO

1922

Niels H. David Bohr


(1885-1962)

Bohr apresentou alterações ao modelo de Rutherford: os elétrons só podem ocupar


níveis de energia bem definidos, e os elétrons giram em torno do núcleo em
órbitas com energias diferentes. As órbitas interiores apresentam energia mais
baixa e à medida que se encontram mais afastadas do núcleo o valor da sua
energia é maior. Quando um elétron recebe energia suficiente passa a ocupar uma
órbita mais externa (com maior energia) ficando o átomo num estado excitado. Se
um elétron passar de uma órbita para uma outra mais interior liberta energia.
Os elétrons tendem a ter a menor energia possível - estado fundamental do átomo.
A H I S T Ó R I A DO
Niels Henrik David Bohr (ESPECTRO)
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
E S
V III 1803 185018691875187618951897190519111913
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO

1922

Niels H. David Bohr


(1885-1962)
A H I S T Ó R I A DO

1913 ÁTOMO Texto16 -


Bohr
 Niels H. David Bohr– Físico -Dinamarca: O átomo de Rutherford definia bem a natureza
elétrica da matéria. No entanto, não conseguia explicar a existência de espectros descontínuos de
emissão.
 a) Espectro de emissão: Quando os átomos de um determinado elemento aquecem e atingem uma
determinada temperatura, emitem luz. As luzes emitidas têm determinados comprimentos de onda,
característicos de cada elemento. Cada comprimento de onda corresponde a uma cor do arco-íris e
cada cor à emissão de uma energia. Se a luz resultante atravessar um prisma óptico, podem separar-
se as cores que o formam. A energia de cada unidade de luz (fóton) foi calculada por Planck: E = h.v,
onde v é a freqüência da luz e h é a constante de Planck, que é igual a 6,625e-34 joule.segundo.
A freqüência depende unicamente do comprimento de onda. Por conseguinte, quando um átomo
sobreaquecido emite luz de determinadas cores, significa que emite apenas determinadas energias.
 b) Postulados: Em 1913, Niels Bohr explicou o espectro do átomo de hidrogênio e de outros átomos
chamados hidrogenóides, que são os íons He+ ou Li2+ possuidores de um só elétron, a partir dos
postulados seguintes.
 O primeiro diz que um elétron em órbita estacionária não emite energia em forma de radiação. Assim
se explica por que motivo um elétron quando gira em redor de um núcleo não perde energia nem cai
sobre o núcleo.
 O segundo princípio indicava que nem todas as órbitas eram possíveis, mas apenas as que satisfazem
a relação: m.v.r = n.h/2pi sendo m a massa do elétron, v a sua velocidade linear, r o raio da sua órbita,
n um número inteiro 1, 2, 3, etc. e h a constante de Planck.
 O terceiro postulado diz que, quando um elétron passa de uma órbita para outra de menor energia,
emite esta energia em forma de radiação (luz). Esta radiação possui uma freqüência (cor) que se pode
calcular pela equação de Planck.
Estes postulados explicam os espectros de emissão.
 c) Níveis de energia. O átomo de Bohr possui órbitas diferentes que têm raios diferentes, não
podendo os elétron ocupar o espaço intermédio. Estes saltos correspondem à emissão do espectro. A
cada órbita corresponde uma energia que depende do valor de n do segundo postulado, que se
denomina número quântico principal. Quanto maior for o raio, maior é a energia.
 d) Número de elétron. Em cada órbita, o número máximo de electrões possível pode ser facilmente
calculado através expressão: N = 2.n.n, sendo n o número de ordem da órbita, e sabendo que a
numeração das órbitas vai da mais interna à mais externa.
 O átomo de Bohr foi modificado mais tarde por um seu colaborador, Sommerfeld, que admitiu a
existência de órbitas elípticas, para além das circulares. Estas órbitas de tipo diferente definem-se com
outros números quânticos.
A H I S T Ó R I A DO
Louis de Broglie
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS
DE
E S ENERGIA
V III 1803 1850186918751876189518971905191119131924
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º
MODELO
Teoria da “PARTÍCULA/ONDA”

1929

Louis de Broglie
(1892-1987)

“A natureza demonstra-se ser essencialmente simétrica. Existem as cargas


positivas e as negativas, o frio e o calor, etc. Além disso, o universo observável é
composto inteiramente de matéria e energia. Se a luz tem um comportamento ao
mesmo tempo de onda e de partícula, talvez o mesmo acontecesse com a matéria.
A H I S T Ó R I A DO

1924 ÁTOMO Texto17 - de Broglie


 Louis de Broglie – Físico - França: Um passo importante para a explicação
dos sucessos da teoria de Bohr, e que abriria as portas para a uma teoria
consistente, foi dado pelo físico francês Louis De Broglie. Em sua tese de
doutoramento, em 1924, De Broglie fez uma proposição de simetria baseada
em uma teoria de Einstein de 1905 de que a luz pode, em algumas
condições, se comportar como partícula. Não poderiam as partículas
apresentar um comportamento de ondas? Aplicando esta suposição ao
modelo de Bohr ele supôs que o elétron teria uma onda associada ao longo
de sua órbita em torno do próton. Mas apenas algumas órbitas seriam
possíveis para que a onda não interferisse destrutivamente consigo mesma.
Essas órbitas especiais eram exatamente as propostas por Bohr!

Este resultado abriu caminho para uma nova interpretação do elétron e da


matéria em geral. As partículas teriam um novo comportamento chamado de
partícula-onda. Se o elétron colidir com um detector, um ponto bem definido
será registrado, como espera-se de uma partícula. Mas o elétron mostra
claramente, em alguns experimentos, que tem um comportamento ondular
associado a ele.
A H I S T Ó R I A DO
Schrödinger
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS
DE
E S ENERGIA
V III 1803 18501869187518761895189719051911191319241926
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA-
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

PRINCÍPIO DA INCERTEZA

Erwin Schrödinger

1933

Modelo atômico de Schrödinger - A partir das equações de Schrödinger não é possível


determinar a trajetória do elétron em torno do núcleo, mas, a uma dada energia do sistema, obtém-
se a região mais provável de encontrá-lo.
A H I S T Ó R I A DO

1926 ÁTOMO Texto18 - Schrödinger

 Erwin Schrödinger: O modelo atual de átomo, atribuído a Schrõdinger, apóia-se nos


seguintes princípios e descobertas: a teoria sobre a dualidade partícula-onda, publicado
por De Broglie (1923); o princípio da incerteza e a mecânica quântica desenvolvida por
Schrõdinger.

O átomo de Schrõdinger é um modelo matemático que descreve os átomos de uma


forma muito semelhante ao de Bohr-Sommerfeld, mas com uma diferença notável, a
saber: pelo princípio de incerteza, perde sentido a palavra órbita e surge a palavra
orbital. Um orbital é uma zona (não uma linha) do espaço onde é mais provável
encontrar-se um elétron.

Números quânticos. O tratamento que se dá ao elétron é totalmente o de uma onda e


as equações de onda têm solução através de números denominados números
quânticos. Número quântico principal, n, que pode tomar valores 1, 2, 3... que dá a idéia
da distância ao núcleo, ou seja, da dimensão. Número quântico secundário, l, que pode
ter dois valores inteiros desde 0 até ao valor de n-1 e dá a idéia da simetria do orbital;
quanto mais elevado for o número l, tanto mais complicada é a simetria do orbital. O
número quântico magnético, m, que dá a razão da orientação do orbital e pode tomar
valores inteiros entre -1 e +1, passando por zero.
Em 1929, Dirac introduziu um outro número chamado spin, s, que indica a rotação de
um elétron sobre si mesmo e pode adotar os valores de +1/2 ou -1/2.
A H I S T Ó R I A DO
Schrödinger
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS
DE
E S ENERGIA
V III 1803 18501869187518761895189719051911191319241926
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA-
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

INÍCIO DO MODELO ATÔMICO ATUAL

Erwin Schrödinger

1933
A H I S T Ó R I A DO
Chadwick (Descoberta do Neutron)
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 185018691875187618951897190519111913192419261932
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA-
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

1935

James Chadwick
(1891-1974)

Descoberta do NEUTRON

Num acelerador de partículas subatômicas, a partícula alfa ,


que é o núcleo do átomo de hélio, com dois prótons e dois
nêutrons e número de massa quatro (4), é lançada contra o
núcleo do átomo de berílio, com quatro prótons e cinco
nêutrons e número de massa nove (9).
A H I S T Ó R I A DO

1932 ÁTOMO Texto19 - James Chadwick


 James Chadwick – Físico/Químico –Nova Zelândia: Do ponto de vista didático, a
experiência de Chadwick é um ótimo exemplo de como eram feitas as pesquisas experimentais na
física das partículas sub-atômicas, antes do advento dos aceleradores de hoje em dia. O arranjo
experimental montado por Chadwick, seguindo os passos de Bothe, era esquematicamente o seguinte:

 A fonte radioativa de polônio emite partículas alfa que incidem sobre um disco de berílio. O berílio
bombardeado pelas alfas produz uma radiação neutra desconhecida. Para descobrir a natureza dessa
radiação, Chadwick captou-a em uma câmara de ionização. Como o nome indica, a passagem da
radiação pela câmara ioniza átomos de um gás que serão, então, capturados por uma placa metálica
eletricamente carregada. Desse modo, pulsos de corrente elétrica saem da placa e produzem
deflexões no ponteiro de um oscilógrafo. Chadwick observou que, colocando a fonte de radiação bem
junto do detector, já surgiam 4 deflexões por minuto no oscilógrafo.

 Essa contagem se mantinha mesmo quando uma chapa de chumbo com 2 centímetros de espessura
era colocada entre o berílio e o detector, demonstrando que a radiação desconhecida era bastante
penetrante.
 A seguir, observou que, colocando uma placa de parafina entre o berílio e o detector, as contagens no
oscilógrafo aumentavam para cerca de 10 por minuto.

 Isso indicava claramente que a radiação desconhecida induzia a produção de outro tipo de radiação a
partir da parafina. Alguns testes simples mostraram que essa nova radiação era formada de prótons.
Chadwick conseguiu medir a energia desses prótons e logo ficou claro que eles não poderiam ser
produzidos por raios gama. Uma comparação elementar utilizando a conservação da energia em um
choque frontal entre partículas mostrou que uma radiação gama não seria capaz de arrancar prótons
da parafina com a energia observada.

 Foi então que Chadwick supôs que a radiação fosse composta de partículas neutras com peso
semelhante ao peso do próton. Levando em conta essa hipótese, usou a radiação neutra do berílio
para bombardear vários gases diferentes. Desse modo, medindo a energia dos átomos desses gases
após serem atingidos pela radiação, conseguiu calcular a massa das partículas neutras. Obteve um
valor um pouco maior que a massa do próton, como era de se esperar.
A H I S T Ó R I A DO Chadwick (Descoberta do Neutron)

Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 185018691875187618951897190519111913192419261932
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA-
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

1935

James Chadwick
(1891-1974)

Descoberta do NEUTRON
Na colisão o átomo de berílio adiciona a partícula alfa e
transmuta-se no elemento químico carbono, com seis prótons
e sete nêutrons, número de massa treze (13) e que por ser
instável, elimina um nêutrons e transmuta-se no carbono
estável de número de massa doze (12).
A H I S T Ó R I A DO
Chadwick (Descoberta do Neutron)
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 185018691875187618951897190519111913192419261932
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA-
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

1935

James Chadwick
(1891-1974)

Descoberta do NEUTRON

Na colisão o átomo de berílio adiciona a partícula alfa e


transmuta-se no elemento químico carbono, com seis prótons
e sete nêutrons, número de massa treze (13) e que por ser
instável, elimina um nêutrons e transmuta-se no carbono
estável de número de massa doze (12).
A H I S T Ó R I A DO
Chadwick (Descoberta do Neutron)
ÁTOMO RAIOS
ELETRÓLIS CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 185018691875187618951897190519111913192419261932
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA-
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

1935

James Chadwick
(1891-1974)

Descoberta do NEUTRON

O nêutron eliminado, ao atravessar um campo elétrico, não


sofre desvio, permitindo concluir que o nêutron é uma
partícula que não possui carga elétrica, mas que possui
massa praticamente igual a do próton
A H I S T Ó R I A DO
FISSÃO NUCLEAR
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 1850186918751876189518971905191119131924192619321938
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA- NEUTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

Otto Frisch deu o nome


de "fissão nuclear" a esse
processo, em analogia ao
conhecido processo de
Lise Meitner fissão celular.
(1878-1968)

Otto Frisch
(1909-1974)
A H I S T Ó R I A DO
A BOMBA ATÔMICA
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 1850186918751886189518971905191119131924192619321945
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA- NEUTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

A Bomba Atômica
1-) O início da explosão de uma bomba atômica corresponde ao FatMan
início da reação em cadeia que ocorre em pleno ar. Ao ser
detonada atinge temperaturas da ordem de milhões de graus
Celsius.
2-) Após 10/4 segundos, a massa gasosa em que se
transformou a bomba emite elevadas quantidades de raio X e
raios ultravioletas, podendo destruir a retina e cegar pessoas
que olharem diretamente.
3-) Entre 10/4 e 6 segundos, a radiação já foi totalmente
absorvida pelo ar ao redor, que se transforma numa enorme
bola de fogo cuja expansão provoca a destruição de todos os
materiais inflamáveis num raio médio de 1 km, assim como LittleBoy
queimaduras de primeiro, segundo e terceiro graus.
4-) Após 6 segundos, a esfera de fogo atinge o solo iniciando
uma onda de choques e devastação que se propaga através de
um deslocamento de ar comparável a um furacão com ventos
de 200 a 400 km/h.
5 -) A p ó s 2 min u t o s a e s f e r a d e f o g o j á s e t r a n s f o r m o u
completamente num cogumelo que atinge a estratosfera. As
partículas radioativas se espalham pela atmosfera levadas
pelos ventos fortes e acabam se precipitando em diversos
A H I S T Ó R I A DO

1938 ÁTOMO Texto22 – Bomba Atômica

 Bomba Atômica: Quem inventou a bomba atômica? Do que era feita e como foi
a c i o n a d a ?

A invenção da bomba atômica se deu por etapas. Em 1934, o físico italiano Enrico
Fermi descobriu a radioatividade do urânio, que é o elemento natural mais pesado e
capaz de sofrer fissão. No final de 1938, os físicos Otto Hahn e Fritz Strassmann
conseguiram pela primeira vez promover o processo de fissão, que ocorre quando o
urânio é bombardeado por nêutrons (partículas subatômicas sem carga) que provoca a
divisão de cada núcleo em dois, de massa menor, com grande liberação de energia. Em
1939, o físico francês Frédéric Joliot descobriu que a explosão dos núcleos liberava
novos nêutrons, que, por sua vez, poderiam bombardear outros núcleos de urânio.
Estava descoberto o mecanismo da reação em cadeia, que permitiria obter uma energia
de potência até então inimaginável. Mas o processo só foi conseguido em 1942 nos
Estados Unidos por um grupo de físicos chefiados por Fermi, que havia se exilado no
país durante a Segunda Guerra Mundial. A construção das primeiras bombas atômicas
e as pesquisas de Fermi sobre a reação em cadeia foram feitas dentro do famoso
"Projeto Manhattan", lançado pelo presidente Franklin Roosevelt e dirigido pelo físico
americano Robert Oppenheimer. A guerra estava no auge. De 1942 a 45, os físicos
pesquisaram a construção da bomba, escolhendo como materiais de fissão o urânio
235 e o plutônio 239. Em julho, uma bomba de plutônio foi detonada no deserto do
Novo México, no primeiro teste da nova arma. Em 6 de agosto, a segunda bomba
atômica, de urânio, batizada de Little Boy, foi lançada sobre Hiroshima, matando cerca
de 140 mil pessoas. Dois dias depois, outra bomba, de plutônio, a Fat Man, foi lançada
sobre a cidade de Nagasaki, matando 70 mil pessoas.
A H I S T Ó R I A DO
A BOMBA ATÔMICA
Á T O MELETRÓLIS
O RAIOS
CATÓDICO RAIOS X
RELATI-
VIDADE
NÍVEIS PRINCÍPIO
DE DA
E S ENERGIA INCERTEZA
V III 1803 1850186918751886189518971905191119131924192619321945
ELEMENTO 1º MODELO 1ª TABELA PRÓTON ELÉTRON ÓRBITAS PARTÍCULA- NEUTRON
S PERIÓDICA 2º MODELO 3º MODELO ONDA

A Bomba Atômica

"Meu primeiro pensamento foi que aquilo era


igual ao inferno, sobre o qual eu já havia lido.
Nunca vira nada parecido antes. Mas achei
que, se existia o inferno, era aquilo ali" - de
um sobrevivente de Hiroshima, 1945.

Você também pode gostar