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PREFÁCIO

Este manual de reparações (Volume 1) foi elaborado para fornecer informações sobre a preparação,
especificações e procedimentos de diagnóstico de falhas para o LAND CRUISER/LAND CRUISER
PRADO.
Modelo atendido: Série KZJ120
Para os procedimentos de reparo do motor, chassi e carroçaria, e procedimentos de serviço no sistema
elétrico, consulte o VOLUME 2 (Nº da Publicação RM990E2).
O manual está dividido em 5 capítulos com um índice lateral para cada capítulo colocado na borda das
páginas.
Observe que as publicações relacionadas abaixo também apresentam informações relevantes sobre os
componentes e sistemas instalados neste veículo.

Nome do Manual Nº da Publicação


• Manual de Reparações para o Motor 1KZ-TE RM997E
• Manual de Reparações para a Transmissão Automática A340E, A340F, A343F RM998U
• Manual de Reparações para a Transmissão Manual R150F RM996E
• Diagrama Elétrico do LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO EWD513E
• Características do novo veículo LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO NCF233E

Todas as informações contidas neste manual estão baseadas nas mais recentes informações sobre o
produto, na época de sua publicação. Entretanto, as especificações e os procedimentos estão sujeitos a
mudanças sem aviso prévio.

TOYOTA MOTOR CORPORATION

©2002 TOYOTA MOTOR CORPORATION


Todos os direitos reservados. Este manual não pode ser
copiado, total ou parcialmente, sem o consentimento por
escrito da Toyota do Brasil Ltda.
1ª Impressão: 23 de agosto de 2002
01-020823-00
ATENÇÃO
Este manual foi planejado para ser utilizado por mecânicos qualificados, não contendo, portanto, todas as
informações relativas aos serviços de inspeção, manutenção e reparos do veículo.

Os serviços executados por pessoas não qualificadas, sem ferramentas ou equipamentos adequados,
utilizando somente este manual, podem ser perigosos para o mecânico e pessoas ao redor e causar danos
ao veículo do cliente.

Para evitar tais situações, leia e siga as instruções abaixo.

• Leia este manual do início ao fim. É de fundamental importância uma boa compreensão de todos os
tópicos descritos na seção PRECAUÇÕES, no capítulo “INTRODUÇÃO”.

• Os métodos de serviço e reparos descritos são muito eficientes. Ao efetuar os serviços seguindo os
procedimentos deste manual, certifique-se de utilizar as ferramentas especificadas e recomendadas.
Nos casos onde seja necessário utilizar outros métodos ou ferramentas, certifique-se de que esses
não sejam perigosos para o mecânico e pessoas ao redor, nem danifiquem o veículo do cliente.

• Quando necessário, substitua uma peça por outra com o mesmo número de código ou equivalente.
Nunca utilize peças de qualidade inferior.

• É importante notar que este manual contém várias “Atenções” e “Notas”, as quais devem ser cuidado-
samente seguidas para diminuir o risco de acidentes. Caso contrário, podem acarretar ferimentos gra-
ves às pessoas ao redor ou danos ao veículo. Essas observações não devem ser desprezadas, pois
possuem informações importantes sobre o que pode ocorrer, caso suas instruções não sejam cuida-
dosamente observadas.
INTRODUÇÃO 1
PREPARAÇÃO 2
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO 3
DIAGNÓSTICOS 5
SISTEMA DE CONTROLE DO MOTOR 10
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL 11
SISTEMA DE CONTROLE DE EMISSÕES 12
SISTEMA DE ADMISSÃO 13
PARTE MECÂNICA DO MOTOR 14
SISTEMA DE ESCAPAMENTO 15
SISTEMA DE ARREFECIMENTO 16
LUBRIFICAÇÃO 17
SISTEMAS DE PARTIDA E CARGA 19
SUSPENSÃO DIANTEIRA 26
SUSPENSÃO TRASEIRA 27
PNEUS E RODAS 28
DIFERENCIAL 29
SEMI-EIXO / ÁRVORE DE TRANSMISSÃO 30
CAIXA DE TRANSFERÊNCIA 31
SISTEMA DE FREIOS 32
FREIO DE ESTACIONAMENTO 33
TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 40
TRANSMISSÃO MANUAL 41
EMBREAGEM 42
COLUNA DE DIREÇÃO 50
DIREÇÃO HIDRÁULICA 51
AQUECEDOR E AR-CONDICIONADO 55
SISTEMA SUPLEMENTAR DE SEGURANÇA 60
CINTO DE SEGURANÇA 61
ILUMINAÇÃO 65
LIMPADOR E LAVADOR 66
SISTEMA DE ÁUDIO E VISUAL 67
FIAÇÃO 68
SISTEMA DE COMUNICAÇÃO 69
PÁRA-BRISA / VIDROS / ESPELHOS RETROVISORES 70
PAINEL DE INSTRUMENTOS / MEDIDORES 71
BANCOS 72
SISTEMA ANTIFURTO E TRAVA DA PORTA 73
CAPÔ / PORTAS 75
ACABAMENTO EXTERNO / INTERNO 76
CONTROLE DA VELOCIDADE DE CRUZEIRO 82
ÍNDICE ALFABÉTICO
INTRODUÇÃO

COMO UTILIZAR ESTE MANUAL ........................... 01-1


INFORMAÇÕES GERAIS ............................................. 01-1
INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO ................... 01-4 1
NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO E
NÚMEROS DE SÉRIE .................................................. 01-4
INSTRUÇÕES PARA REPAROS ............................. 01-5
PRECAUÇÕES .............................................................. 01-5
POSIÇÕES PARA LEVANTAR E
SUSTENTAR O VEÍCULO ............................................. 01-21
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE FALHAS
DOS SISTEMAS CONTROLADOS PELA ECU ..... 01-22
INFORMAÇÕES GERAIS .......................................... 01-22
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
DE FALHAS ................................................................... 01-23
PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE CIRCUITOS
ELETRÔNICOS ............................................................. 01-33
TERMINOLOGIA ...................................................... 01-38
ABREVIAÇÕES UTILIZADAS NESTE MANUAL ........... 01-38
GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIA SAE E TOYOTA ...... 01-44
1
INTRODUÇÃO – Como Utilizar este Manual 01-1

COMO UTILIZAR ESTE MANUAL


INFORMAÇÕES GERAIS
1. DESCRIÇÃO GERAL
(a) Este manual está de acordo com a norma SAE J2008.
(b) Os procedimentos de reparo podem ser divididos principalmente em três processos: 1
1. Diagnóstico
2. Remoção e Instalação, Substituição, Desmontagem, Instalação e Verificação, Ajuste
3. Inspeção Final
(c) Este manual explica os procedimentos de “Diagnóstico” (no capítulo “Diagnósticos”), além dos proce-
dimentos de “Remoção e Instalação, Substituição, Desmontagem, Instalação e Verificação, Ajuste”,
mas o procedimento de “Inspeção Final” é omitido.
(d) Os seguintes procedimentos essenciais não foram descritos neste manual, mas eles devem ser efe-
tuados.
(1) Procedimento com macaco ou elevador
(2) Limpeza de uma peça removida, quando necessário
(3) Inspeção visual
2. ÍNDICE
(a) No final do manual, é apresentado um ÍNDICE alfabético, como um capítulo, para ajudá-lo a encontrar o
item a ser reparado.
3. PREPARAÇÃO
(a) Pode ser necessário utilizar as ferramentas especiais de serviço (SST) e os materiais especiais de
serviço (SSM), dependendo das condições de reparo. Certifique-se de utilizar as SST e os SSM quan-
do necessários e seguir corretamente os procedimentos de serviço. Uma lista de SST e SSM pode ser
encontrada no capítulo Preparação.
4. PROCEDIMENTOS DE REPARO
(a) O desenho do componente está localizado na seção Componentes, quando necessário.
(b) As ilustrações apresentam os componentes na forma de “vista explodida”. Com elas, você irá compre-
ender as condições de fixação dos componentes.
(c) As peças não-reutilizáveis, peças lubrificadas, peças pré-revestidas e o torque de aperto são especi-
ficados no desenho dos componentes.

Exemplo:
Tampa de Abastecimento
Pino da Forquilha
Bóia
© Junta
Reservatório Coifa Presilha

© Bucha de Borracha
Pino Elástico 12 (120, 9)
Forquilha
15 (155, 11)
Anel Elástico
Arruela
Pistão Contraporca

Haste de Acionamento

Cilindro

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


© Peça não-reutilizável N17080
01-2 INTRODUÇÃO – Como Utilizar este Manual

(d) Nos procedimentos, são apresentados o torque de aperto, pontos de lubrificação e peças não-
reutilizáveis.
NOTA:
Há casos em que os itens acima podem ser indicados somente através de uma ilustração. Nesses
casos, toda a informação relativa ao torque, lubrificação, etc. será apresentada na ilustração.
(e) O procedimento de instalação dos itens ou componentes em operação é efetuado na ordem inversa da
1 remoção. Somente os casos com observações importantes são descritos.
(f) Somente os itens com observações importantes são descritos no procedimento. O conteúdo e a parte
operacional são mostrados na ilustração. Nas explicações, são apresentados os detalhes dos méto-
dos operacionais, valor-padrão e nota.
(g) Em alguns casos, as ilustrações podem ser utilizadas em comum com modelos similares. Portanto,
nesse caso, os detalhes podem ser diferentes do veículo real.
(h) Os procedimentos são apresentados no formato passo-a-passo:
(1) As ilustrações mostram o que fazer e onde fazer.
(2) O título da tarefa diz o que fazer.
(3) O texto detalhado explica como efetuar a tarefa e fornece outras informações, tais como especi-
ficações e advertências.
Exemplo:

Ilustração:
o que e onde fazer Título da tarefa: o que fazer

Û
14. INSTALE O ROLAMENTO DO CUBO DO EIXO
DIANTEIRO, LE.
(a) Utilizando a SST e uma prensa, instale um novo
SST
rolamento na manga da direção.Û Texto detalhado:
como efetuar
SST 09950-60020 (09951-00720), a tarefa
Û

09950-70010 (09951-07100)
Û
Nº do conjunto da peça Código da peça

F40231

RECOMENDAÇÃO:
Este formato permite a um técnico experiente o ACESSO RÁPIDO às informações necessárias. Os títulos
das tarefas, em caixa alta, permitem a leitura a um simples olhar, quando necessário, e o texto que se segue
fornece as informações detalhadas. Advertências e informações importantes são sempre apresentadas em
negrito.
5. ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO
(a) Sempre que necessárias, as especificações são apresentadas em negrito. Nunca será preciso deixar
os procedimentos para consultar as especificações. Para uma referência rápida, as especificações
também são encontradas no capítulo Especificações de Serviço.
6. DEFINIÇÃO DE TERMOS
ATENÇÃO Indica que existe a possibilidade de ferimentos pessoais ao mecânico ou pessoas ao redor.
NOTA Indica a possibilidade de danos aos componentes que estão sendo reparados.
RECOMENDAÇÃO Fornece informações adicionais para aumentar a eficiência do reparo.
INTRODUÇÃO – Como Utilizar este Manual 01-3

7. UNIDADE SI
(a) As UNIDADES apresentadas neste manual são expressas, primeiramente, de acordo com as UNIDA-
DES SI (Unidades do Sistema Internacional) e, alternativamente, nos sistemas métrico e inglês.
Exemplo:
Torque: 30 N.m (310 kgf.cm, 22 Ibf.pé)

1
01-4 INTRODUÇÃO – Informações de Identificação

INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO
NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO E NÚMEROS DE SÉRIE
1. NÚMERO DE IDENTIFICAÇÃO DO VEÍCULO
(a) O número de identificação do veículo é o identificador legal do veículo. Esse número está estampado
1 no lado dianteiro direito do chassi, conforme mostrado na ilustração.
Esse número também está estampado na placa do fabricante.
A: Número de Identificação do Veículo
B: Placa do Fabricante

D29308

2. NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR E NÚMERO DE SÉRIE DA TRANSMISSÃO


(a) O número de série do motor está estampado no bloco do motor e o número de série da transmissão
está estampado na caixa da transmissão, conforme mostrado na ilustração.

Número de Série do Motor Número de Série da Transmissão

1KZ-TE

R150F

A343F

D29309
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-5

INSTRUÇÕES PARA REPAROS


PRECAUÇÕES
1. RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA REPAROS
(a) RECOMENDAÇÕES SOBRE OPERAÇÕES

1
2

6 3
4
D28947

1 Aparência • Sempre use um uniforme limpo.


• Boné e sapatos de segurança sempre devem ser usados.
2 Proteção do veículo • Coloque protetores de grade, pára-lama, assento e assoalho antes de iniciar
a operação.
3 Segurança da operação • Quando trabalhar com 2 ou mais pessoas, certifique-se de verificar a
segurança dos demais.
• Quando trabalhar com o motor em funcionamento, preste atenção à
ventilação adequada da oficina.
• Tome cuidado para não sofrer queimaduras ou ferimentos quando trabalhar
com peças em alta temperatura, rotativas, móveis e vibratórias.
• Ao levantar o veículo, certifique-se de apoiá-lo nos locais especificados com
um cavalete de segurança.
• Quando levantar o veículo, utilize um equipamento de segurança.
4 Preparação de ferramentas • Antes de iniciar a operação, prepare o carrinho de ferramentas, SST,
e medidores medidores, óleo, panos de limpeza e peças de reposição.
5 Operações de remoção e • Efetue o diagnóstico da falha com compreensão do problema e com eficácia.
instalação, desmontagem • Antes de remover as peças, verifique o conjunto quanto à condição geral,
e montagem deformações e danos.
• Quando a estrutura for complexa, faça anotações ou coloque marcas de
referência de modo a evitar enganos que afetem o funcionamento das peças.
• Limpe e lave as peças removidas, se necessário, e monte-as após uma
verificação completa.
6 Peças removidas • Mantenha as peças removidas na ordem apropriada para evitar misturá-las
ou sujá-las.
• Peças não-reutilizáveis, como juntas, anéis “O” e porcas autotravantes, de-
vem ser substituídas por novas de acordo com as instruções deste manual.
• Armazene as peças substituídas em uma caixa e apresente-as para o cliente.

(b) LEVANTAMENTO E APOIO DO VEÍCULO


(1) Deve-se tomar cuidado ao levantar e sustentar o veículo. Certifique-se de levantar e sustentar o
veículo nos pontos de sustentação corretos. (Consulte a página 01-21.)
01-6 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

(c) PEÇAS PRÉ-REVESTIDAS


(1) As peças pré-revestidas são porcas, parafusos, etc.,
recobertas na fábrica com trava química.
(2) Caso uma peça pré-revestida seja apertada nova-
mente ou removida, essa deverá ser recoberta com
a trava química especificada.
1 Trava Química
(3) Ao reutilizar peças pré-revestidas, retire a trava quí-
mica antiga e seque as peças com ar comprimido.
Em seguida, aplique a trava química especificada no
Z11554
parafuso, porca ou rosca.
NOTA:
Verifique o torque com o menor valor-limite da tolerância
de torque.
(4) Dependendo da trava química aplicada, pode ser ne-
cessário aguardar um tempo especificado para que
ela endureça.
(d) JUNTAS
(1) Se necessário, use uma junta líquida nas juntas para evitar vazamentos.
(e) PARAFUSOS E PORCAS
(1) Observe cuidadosamente os valores de torque para o aperto. Utilize sempre um torquímetro.

Fusível para Corrente Média e (f) FUSÍVEIS


Fusível para Corrente Alta (1) Ao substituir os fusíveis, certifique-se de que os no-
Mesma Especificação vos fusíveis tenham a mesma especificação. NÃO
UTILIZE fusíveis com capacidade diferente dos fusí-
veis retirados.

BE1367

Ilustração Símbolo Item Abreviação

FUSÍVEL FUSE

BE5594 IN0365

FUSÍVEL PARA CORRENTE M-FUSE


MÉDIA
BE5595 IN0366

FUSÍVEL PARA CORRENTE ALTA H-FUSE


D27353 IN0367
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-7

(g) PRESILHAS
(1) Os métodos de remoção e instalação de presilhas típicas utilizadas em peças da carroçaria são
mostrados na tabela abaixo.
RECOMENDAÇÃO:
Caso a presilha seja danificada durante a operação, sempre a substitua por uma nova.

Formato (Exemplo) Remoção/Instalação 1

Alicate
Extrator de Presilhas

Fita Protetora

Chave de Fenda

Fita Protetora

Raspador

Remoção

D29310
01-8 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

Formato (Exemplo) Remoção/Instalação

Remoção Instalação

Remoção Instalação

V00012

(h) REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE MANGUEIRAS DE


VÁCUO
(1) Para desconectar as mangueiras de vácuo, puxe-as
pelas extremidades, nunca pelo meio.

INCORRETO CORRETO

D25063

(2) Ao desconectar as mangueiras de vácuo, utilize eti-


quetas para identificar a posição em que devem ser
conectadas novamente.
(3) Ao término do serviço, inspecione duas vezes se as
mangueiras de vácuo foram corretamente conectadas.
Uma etiqueta afixada sob o capô mostra a passa-
gem correta das mangueiras.
(4) Ao utilizar um vacuômetro, nunca instale a manguei-
ra diretamente em uma conexão de tamanho maior.
D25064 Utilize um adaptador/redutor para o ajuste. Depois de
alargada, a mangueira pode apresentar vazamentos.
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-9

(i) APERTO UTILIZANDO UM TORQUÍMETRO COM


FERRAMENTA DE EXTENSÃO
(1) No caso de aperto aumentando o comprimento total
do torquímetro combinado com uma SST ou ferra-
menta, se o torquímetro for apertado até sua leitura
atingir o valor de torque especificado, o torque real
torna-se excessivo.
1
(2) Neste manual, é apresentado somente o torque es-
pecificado. Caso utilize uma SST ou ferramenta de
D02612 extensão, determine a leitura do torquímetro através
da fórmula.
(3) Fórmula: T’ = T x L2/(L1 + L2)
T’ Leitura do torquímetro {N.m (kgf.cm, lbf.pé)}
L1 L2
T Torque {N.m (kgf.cm, lbf.pé)}
L1 Comprimento da SST ou ferramenta de extensão (cm)
L2 Comprimento do torquímetro (cm)

D01201

2. PARA VEÍCULOS EQUIPADOS COM AIRBAG SRS E PRÉ-TENSIONADOR DO CINTO DE


SEGURANÇA
RECOMENDAÇÃO:
O LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO está equipado com SRS (Sistema Suplementar de Seguran-
ça), que é composto de airbag do motorista (botão da buzina), airbag do passageiro dianteiro e pré-tensionador
do cinto de segurança.
Caso os procedimentos de serviço não sejam efetuados na seqüência correta, o sistema suplementar de
segurança pode ser acionado inesperadamente durante os serviços, o que poderá causar um grave aci-
dente.
Além disso, se houver alguma falha durante os serviços, o SRS poderá não funcionar adequadamente,
quando necessário. Antes de efetuar os serviços (incluindo a remoção, instalação, inspeção ou substituição
de peças), certifique-se de ler cuidadosamente os itens a seguir e, só então, siga os procedimentos descri-
tos neste manual.
(a) NOTAS GERAIS
(1) Os sintomas de mau funcionamento do sistema suplementar de segurança são difíceis de serem
confirmados. Portanto, os códigos do diagnóstico de falhas tornam-se as fontes de informações
mais importantes durante a inspeção. Ao efetuar o diagnóstico de falhas do sistema suplementar
de segurança, verifique os códigos de falhas antes de desconectar a bateria. (Consulte a página
05-456.)
(2) O serviço deve ser iniciado 90 segundos após a chave de ignição ser girada para a posição LOCK
(travada) e o cabo do terminal negativo (–) ser desconectado da bateria.
(O sistema suplementar de segurança está equipado com uma fonte suplementar de alimentação,
portanto, se o serviço for iniciado antes que sejam transcorridos 90 segundos desde a desconexão
do cabo do terminal negativo (–) da bateria, o SRS ainda pode ser acionado.)
Quando o cabo do terminal negativo (–) é desconectado da bateria, as memórias do sistema de
áudio e do relógio são canceladas. Portanto, antes de iniciar o serviço, anote as informações
armazenadas na memória de cada sistema. Ao término do serviço, ajuste o relógio e o sistema de
áudio com as mesmas configurações anteriores. Para evitar que as memórias desses sistemas
sejam apagadas, nunca utilize uma fonte suplementar de alimentação de outro veículo.
01-10 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

(3) Mesmo no caso de pequenas colisões, onde o SRS não tenha sido acionado, o conjunto do botão
da buzina, o conjunto do airbag do passageiro dianteiro, o conjunto do airbag do banco dianteiro e
o pré-tensionador do cinto de segurança devem ser inspecionados. (Consulte as páginas 60-13,
60-25 e 61-9.)
(4) Nunca utilize peças do SRS de outros veículos. Quando necessário, substitua as peças por novas.
(5) Antes de efetuar os reparos, remova o sensor do airbag caso exista a possibilidade de impacto
1 aos sensores durante os reparos.
(6) Nunca desmonte nem repare o conjunto do sensor do airbag, o conjunto do botão da buzina, o
conjunto do airbag do passageiro dianteiro, o conjunto do airbag do banco dianteiro e o pré-
tensionador do cinto de segurança.
(7) Caso o conjunto central do sensor do airbag, o conjunto do botão da buzina, o conjunto do airbag
do passageiro dianteiro ou o conjunto do airbag do banco dianteiro tenham sido derrubados, ou
apresentem trincas, amassados ou outros defeitos no corpo, suportes ou conectores, substitua-
os por novos.
(8) Não exponha o conjunto do sensor do airbag, o conjunto do botão da buzina, o conjunto do airbag
do passageiro dianteiro, o conjunto do airbag do banco dianteiro ou o pré-tensionador do cinto de
segurança a altas temperaturas ou chamas.
(9) Utilize um multímetro com alta impedância (mínimo de 10 kΩ/V) para efetuar o diagnóstico de
falhas do circuito elétrico.
(10) Etiquetas informativas estão afixadas nos componentes do SRS. Siga as instruções contidas
nessas etiquetas.
(11) Ao término dos serviços no sistema suplementar de segurança, verifique a luz de advertência do
SRS. (Consulte a página 05-456.)

(b) CABO ESPIRAL (no Interruptor Combinado)


(1) O volante de direção deve ser instalado corretamen-
te na coluna de direção com o cabo espiral na posi-
ção neutra. Caso contrário, pode ocorrer a desco-
nexão do cabo ou outras falhas. Consulte a página
60-20 quanto à instalação correta do volante de dire-
ção.

Marcas
H42386

(c) CONJUNTO DO BOTÃO DA BUZINA (com Airbag)


(1) Ao remover o conjunto do botão da buzina ou manusear um botão novo, sua face superior deve
estar virada para cima. Armazenar o conjunto do botão com sua superfície metálica virada para
cima pode causar um sério acidente se, por alguma razão, o airbag for acionado. Além disso, não
guarde o botão da buzina em cima de outro botão.
(2) Nunca meça a resistência do detonador do airbag (isso pode fazer com que o airbag seja aciona-
do, o que é muito perigoso).
(3) Não se deve aplicar graxa nem limpar o conjunto do botão da buzina com nenhum tipo de deter-
gente.
(4) O conjunto do botão da buzina deve ser guardado num local cuja temperatura ambiente permane-
ça abaixo de 93°C (200°F), sem muita umidade e interferências elétricas.
(5) Ao utilizar solda elétrica, solte primeiro o conector do airbag (amarelo e com 2 pinos), localizado
sob a coluna de direção próximo ao conector do interruptor combinado, antes de iniciar os servi-
ços.
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-11

(6) Antes de sucatear o veículo ou descartar o conjunto do botão da buzina, o airbag deve ser aciona-
do com a SST. (Consulte a página 60-13.)
Efetue esse procedimento num local seguro, sem interferências elétricas.
Exemplo:
CORRETO INCORRETO

F43280

Exemplo:

Z13950

(d) CONJUNTO DO AIRBAG DO PASSAGEIRO DIANTEIRO


(1) Sempre guarde o conjunto do airbag do passageiro dianteiro removido ou novo com o lado de
desdobramento virado para cima. Guardar o conjunto do airbag com o lado de desdobramento
virado para baixo pode causar um sério acidente, se o airbag for acionado.
(2) Nunca meça a resistência do detonador do airbag (isso pode fazer com que o airbag seja aciona-
do, o que é muito perigoso).
(3) Não se deve aplicar graxa no conjunto do airbag do passageiro dianteiro nem limpar a almofada
com nenhum tipo de detergente.
(4) O conjunto do airbag deve ser guardado num local cuja temperatura ambiente permaneça abaixo
de 93°C (200°F), sem muita umidade e interferências elétricas.
(5) Ao utilizar solda elétrica, solte primeiro o conector do airbag (amarelo e com 4 pinos), que está
instalado no conjunto, antes de iniciar os serviços.
(6) Antes de sucatear o veículo ou descartar o conjunto do airbag, é necessário acionar o airbag com
a SST. (Consulte a página 60-25.)
Efetue esse procedimento num local seguro, sem interferências elétricas.

Exemplo:
CORRETO INCORRETO

D27522
01-12 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

Exemplo:

Z13951

(e) CONJUNTO DO AIRBAG DO BANCO DIANTEIRO


(1) Sempre guarde o conjunto do airbag do banco dianteiro removido ou novo com o lado de desdo-
bramento virado para cima. Guardar o conjunto do airbag com o lado de desdobramento virado
para baixo pode causar um sério acidente, se o airbag for acionado.
(2) Nunca meça a resistência do detonador do airbag (isso pode fazer com que o airbag seja aciona-
do, o que é muito perigoso).
(3) Não se deve aplicar graxa no conjunto do airbag do banco dianteiro nem limpar a almofada com
nenhum tipo de detergente.
(4) O conjunto do airbag deve ser guardado num local cuja temperatura ambiente permaneça abaixo
de 93°C (200°F), sem muita umidade e interferências elétricas.
(5) Ao utilizar solda elétrica, solte primeiro o conector do airbag (amarelo e com 2 pinos), que está
instalado no conjunto, antes de iniciar os serviços.
(6) Antes de sucatear o veículo ou descartar o conjunto do airbag, é necessário acionar o airbag com
a SST.
Efetue esse procedimento num local seguro, sem interferências elétricas.

Exemplo:
CORRETO INCORRETO

D27523

Exemplo:

B01546
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-13

(f) PRÉ-TENSIONADOR DO CINTO DE SEGURANÇA


(1) Nunca meça a resistência do pré-tensionador do cinto de segurança (isso pode fazer com que o
pré-tensionador seja ativado, o que é muito perigoso).
(2) Nunca desmonte o pré-tensionador do cinto de segurança.
(3) Nunca instale o pré-tensionador em outro veículo.
(4) O pré-tensionador deve ser guardado num local cuja temperatura ambiente permaneça abaixo de
80°C (176°F), sem muita umidade e interferências elétricas.
(5) Ao utilizar solda elétrica, solte primeiro o conector (amarelo e com 2 pinos), antes de iniciar os
serviços.
(6) Antes de sucatear o veículo ou descartar o pré-tensionador do cinto de segurança, este deverá
ser ativado. (Consulte a página 61-9.) Efetue esse procedimento num local seguro, sem interferên-
cias elétricas.
(7) O pré-tensionador fica muito quente após o acionamento, portanto, deixe-o resfriar antes de
descartá-lo. Contudo, nunca jogue água no pré-tensionador do cinto de segurança.
(8) Não se deve aplicar óleo ou água no cinto de segurança externo dianteiro nem limpá-lo com ne-
nhum tipo de detergente.

Exemplo:

D26744

(g) CONJUNTO DO SENSOR DO AIRBAG


(1) Nunca reutilize o conjunto do sensor do airbag de um veículo envolvido numa colisão, onde o SRS
tenha sido acionado.
(2) Os conectores do conjunto do sensor do airbag devem ser conectados ou desconectados com o
sensor ainda instalado no assoalho. Caso contrário, pode ocorrer uma ignição indesejável no sis-
tema suplementar de segurança.
(3) O serviço deve ser iniciado 90 segundos após a chave de ignição ser girada para a posição LOCK
(travada) e o cabo do terminal negativo (–) ser desconectado da bateria, mesmo que seja somente
para soltar os parafusos de fixação do conjunto do sensor do airbag.
(h) CONECTORES E CHICOTE ELÉTRICO
(1) O chicote elétrico do SRS integra o conjunto de chicotes do painel de instrumentos. Todos os
conectores do sistema são amarelos. Caso o chicote elétrico do SRS seja desconectado ou seus
conectores se quebrem devido a um acidente, etc., repare ou substitua-o.
01-14 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

3. CONTROLE ELETRÔNICO
Terminal (a) REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DO TERMINAL DA
Negativo (–)
BATERIA
(1) Antes de efetuar serviços na parte eletrônica, solte o
cabo do terminal negativo (–) da bateria a fim de evi-
tar danos de queima por curto-circuito.
(2) Ao desconectar e instalar o cabo do terminal, gire a
chave de ignição para a posição OFF (desligada) e
desaperte a porca do terminal completamente. Efe-
D25080
tue essas operações sem torcer nem forçar o termi-
nal.
(3) Quando o terminal da bateria é desconectado, todas
as memórias do relógio, rádio, DTCs, etc. são apaga-
das. Portanto, antes de removê-lo, verifique-as e faça
anotações.

(b) MANUSEIO DE COMPONENTES ELETRÔNICOS


(1) Não abra a tampa ou a cobertura da ECU a menos
que seja absolutamente necessário. (Caso os termi-
nais dos CI (circuitos integrados) sejam tocados, a
eletricidade estática poderá destruí-los.)
(2) Para soltar os conectores elétricos, puxe o próprio
conector, nunca os fios.
(3) Tenha cuidado para não derrubar os componentes
INCORRETO
eletrônicos, tais como sensores ou relés. Se forem
D01556
derrubados numa superfície rígida, esses componen-
tes devem ser substituídos. Nunca os reutilize.
(4) Ao limpar o motor com vapor, proteja os componen-
tes eletrônicos, o filtro de ar e os componentes rela-
cionados com o sistema de controle de emissões.
(5) Nunca utilize chaves de impacto para remover ou ins-
talar interruptores térmicos ou sensores de tempera-
tura.
(6) Ao verificar a continuidade no conector elétrico, insi-
ra a ponta de prova do testador cuidadosamente a
fim de evitar que os terminais sejam dobrados.

4. REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE PEÇAS DO SISTEMA DE CONTROLE DE COMBUSTÍVEL


(a) LOCAL PARA REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE PEÇAS DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
(1) Trabalhe em um local bem ventilado e sem nenhum equipamento nas proximidades que possa
inflamar o combustível, tais como máquinas de solda, lixadeiras, furadeiras, motores elétricos ou
estufas.
(2) Nunca trabalhe no interior de um poço ou valeta, nem em suas proximidades. Existe a possibilida-
de do vapor de combustível se acumular nesses locais.
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-15

(b) REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DE PEÇAS DO SISTEMA DE COMBUSTÍVEL


(1) Prepare um extintor de incêndio antes de iniciar a operação.
(2) Para evitar a eletricidade estática, instale um aterramento no equipamento de troca de combustí-
vel, veículo e tanque de combustível. Não aplique água em excesso para evitar escorregar.
(3) Nunca utilize equipamentos elétricos, tais como motores elétricos ou lâmpadas de serviço, pois
eles podem gerar faíscas ou altas temperaturas.
(4) Nunca utilize um martelo de ferro, pois ele pode gerar faíscas.
(5) Descarte os panos de limpeza separadamente dos reservatórios de combustível.

5. REMOÇÃO E INSTALAÇÃO DAS PEÇAS DE


ADMISSÃO DO MOTOR
(a) Caso alguma partícula metálica seja admitida na passa-
gem de entrada, pode causar sérios danos ao motor e
turbocompressor.
(b) Ao remover e instalar peças do sistema de admissão, fe-
che a abertura das peças removidas do sistema de ad-
missão e o motor com um pano limpo ou fita adesiva.
(c) Ao instalar peças do sistema de admissão, certifique-se
D01563
de que não haja contaminação por partículas metálicas.

Braçadeira de Lingüeta
6. MANUSEIO DE BRAÇADEIRAS DE MANGUEIRAS
(a) Antes de remover a mangueira, verifique a posição da bra-
çadeira a fim de instalá-la corretamente.
(b) Substitua as braçadeiras deformadas ou amassadas por
novas.
(c) Caso reutilize a mangueira, faça coincidir a posição da
braçadeira com a deformação na mangueira.
Área Deformada pela Braçadeira
(d) Depois de instalar uma braçadeira de lingüeta, ajuste-a
D25081 forçando na direção da seta.

7. SE O VEÍCULO ESTIVER EQUIPADO COM O


SISTEMA DE COMUNICAÇÃO MÓVEL
(a) Instale a antena o mais afastado possível da ECU e dos
sensores dos sistemas eletrônicos do veículo.
(b) Instale o cabo da antena a pelo menos 20 cm (7,87 pol.)
da ECU e dos sensores dos sistemas eletrônicos. Para
obter mais detalhes sobre a localização dos sensores e
da ECU, consulte o capítulo do componente correspon-
dente.
D29374
(c) Não enrole o cabo da antena junto com outros fios. Além
disso, evite que o cabo da antena seja passado paralela-
mente a outros chicotes elétricos.
(d) Certifique-se de que a antena e o cabo estejam ajustados
corretamente.
(e) Não instale sistemas de comunicação móveis muito po-
tentes.
01-16 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

8. AO EFETUAR REPAROS EM VEÍCULOS 4x4


Indicador de Travamento
do Diferencial Central INTEGRAL
O LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO 4x4 Integral está
equipado com o sistema do diferencial central do tipo com
travamento mecânico.
Durante os testes com o testador de frenagem ou o
dinamômetro de chassi, assim como o teste de força de
frenagem ou o teste do velocímetro, se somente as rodas di-
anteiras ou traseiras devam girar, será necessário posicionar
o diferencial central na posição “FREE” (livre) ou “LOCK” (tra-
Interruptor de Travamento vado), dependendo do tipo de teste a ser efetuado.
do Diferencial Central
RECOMENDAÇÃO:
Quando a alavanca seletora da transferência é colocada na
posição LL, o diferencial central é colocado na condição LOCK
(travado), independente da posição do interruptor de travamento
do diferencial central.

Alavanca Seletora
da Transferência
D29306

Indicador Apagado Condição do diferencial central LIVRE:


Condição Roda
Interruptor do OFF (desligado) Mesmo que apenas
diferencial central uma roda esteja
Indicador Apagado levantada, ela não
Livre Livre poderá ser girada
Alavanca seletora Qualquer posição enquanto a trans-
da transferência missão permanecer
(H/L) na posição N.
Interruptor
Desligado
Condição do diferencial central TRAVADO:
Indicador Aceso Condição Roda
Interruptor do ON (ligado) Mesmo que apenas
diferencial central uma roda esteja
Indicador Aceso levantada, ela não
poderá ser girada
Alavanca seletora Qualquer posição enquanto a trans-
Travada Travada da transferência missão permanecer
(H/L) na posição N.

Interruptor Ligado NOTA:


B04699 Procedimentos de seleção da condição TRAVADO ↔ LI-
VRE do diferencial central:
• Somente acione o interruptor quando todas as 4 ro-
das estiverem paradas ou o veículo seja conduzido
em linha reta.
• Nunca acione o interruptor quando alguma roda esti-
ver patinando.
• Nunca acione o interruptor quando alguma roda esti-
ver girando livremente.
• Nunca acione o interruptor durante curvas ou mano-
bras.
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-17

Procedimentos de mudança da marcha H ↔ L da transfe-


rência
Durante a mudança, sempre coloque a alavanca seletora
da transmissão na posição N. Em outras posições, a mu-
dança não poderá ser efetuada.
RECOMENDAÇÃO:
Procedimentos de seleção da condição TRAVADO ↔ LIVRE
do diferencial central:
Caso o indicador não funcione corretamente quando o interrup-
D29307
tor de travamento do diferencial central for ligado ou desligado,
movimente o veículo levemente para a frente ou para trás.
9. QUANDO TESTAR FREIOS, VELOCÍMETRO, ETC.
Indicador de Travamento
do Diferencial Central (a) Quando efetuar serviços ou testes em um veículo 4x4 in-
tegral no qual somente as rodas dianteiras e traseiras de-
vam girar (teste de frenagem, teste do velocímetro), certi-
fique-se de tomar as seguintes precauções.
Se as preparações e os procedimentos de teste utiliza-
dos estiverem incorretos, o teste não só será incompleto
como também pode se tornar perigoso.
Portanto, antes de iniciar tais testes ou serviços, verifique
os itens a seguir:
Interruptor de Travamento
do Diferencial Central • Posição do modo do diferencial central “FREE” (livre)
ou “LOCK” (travado);
• Se as rodas devem ser levantadas ou se devem to-
car o solo;
• A posição da marcha da transmissão (posição N);
• A posição da marcha da transferência (posição H ou
L);
Alavanca Seletora • A velocidade máxima do veículo para o teste;
da Transferência D29306 • O tempo máximo para o teste.
RECOMENDAÇÃO:
Quando a alavanca seletora da transferência é colocada na
posição LL, o diferencial central é colocado na condição LOCK
(travado).

(b) Quando utilizar o Testador de Frenagem:


Meça utilizando o testador de frenagem do tipo baixa veloci-
dade (Velocidade do veículo: abaixo de 0,5 km/h ou 0,3 mph).
Antes de efetuar as medições no testador de frenagem em
baixa velocidade, observe as instruções a seguir:
(1) Posicione as rodas a serem testadas (dianteiras ou
traseiras) no testador.
(2) Coloque o diferencial central na posição LIVRE.
(3) Posicione a alavanca seletora da transmissão na
D29299
posição N.
01-18 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

(c) Utilizando o Testador do Velocímetro:


Observe as seguintes instruções e, em seguida, efetue o
teste com as rodas traseiras.
(1) Posicione as rodas traseiras sobre os rolos do testa-
dor.
(2) Posicione as rodas dianteiras sobre os rolos livres
ou levante-as com um macaco.
(3) Coloque o diferencial central na posição LIVRE.
D29300 (4) Certifique-se de que o veículo não se mova, utilizan-
do cabos de amarração.
NOTA:
A velocidade máxima deve ser inferior a 60 km/h (37 mph)
e o tempo máximo do teste deve ser de 1 minuto.
RECOMENDAÇÃO:
• Nunca efetue mudanças de marchas, acelerações,
desacelerações e frenagens bruscas durante o teste.

(d) Utilizando o Dinamômetro de Chassi:


Observe as seguintes instruções e, em seguida, efetue o
teste com as rodas traseiras.
(1) Remova a árvore de transmissão dianteira.
(2) Coloque o diferencial central na posição LOCK (tra-
vado).
(3) Certifique-se de que o veículo seja fixado firmemen-
te.
D29297 RECOMENDAÇÃO:
• Nunca efetue mudanças de marchas, acelerações,
desacelerações e frenagens bruscas durante o teste.
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-19

(e) Balanceamento das Rodas no Veículo:


Para evitar que as rodas girem em velocidades diferentes
e em diferentes direções durante o balanceamento das
rodas em veículos 4x4 integral (o que poderia danificar o
diferencial central), observe as seguintes precauções:
(1) Todas as 4 rodas devem ser levantadas completa-
mente do solo.
(2) Coloque o diferencial central na posição LOCK (tra-
vado).
(3) O freio de estacionamento deve estar totalmente li-
berado.
(4) Nenhum dos freios deve ser aplicado.
(5) As rodas deverão ser movidas pelo dispositivo de
balanceamento e pelo motor.
(6) Faça o balanceamento das rodas com a transmissão
na posição D.
RECOMENDAÇÃO:
• Durante esta operação, tenha cuidado com as outras ro-
das, que irão girar ao mesmo tempo.
D29298
• Nunca efetue acelerações, desacelerações e frenagens
bruscas.
01-20 INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos

10. AO REBOCAR VEÍCULOS 4x4 INTEGRAL


• Para rebocar o veículo, utilize somente um dos métodos mostrados abaixo.
• Se houver algum problema com o chassi ou sistema de transmissão, utilize o método 1 (caminhão com
carroçaria plana).

Condições Posição da Posição da Posição da


Freio de Alavanca de Alavanca Alavanca
Estacionamento Mudança Seletora Seletora da
Método de Rebocagem da T/M da T/A Transferência

Caminhão com Carroçaria Plana

Caminhão com Plataforma para Rodas –


A partir da Dianteira

Aplicado – Posição P Posição H

Caminhão com Plataforma para Rodas –


A partir da Traseira

Rebocagem com Corda ou Corrente Liberado Neutro Posição N Posição N

RECOMENDAÇÃO: Não reboque o veículo a uma velocidade


superior a 45 km/h (30 mph), nem a uma distância superior a
80 km (50 milhas).
D29311

NOTA:
Não utilize outros métodos de rebocagem além dos mostrados acima.
• Por exemplo, os métodos de rebocagem mostrados abaixo são perigosos e podem danificar o veículo.
Portanto, não devem ser utilizados.

• Nunca efetue uma rebocagem utilizando este método, onde


NÃO as rodas levantadas não possam girar.
• Caso o método de rebocagem seja utilizado, tanto para a
dianteira como para a traseira, há o perigo do sistema de
transmissão se aquecer e provocar uma quebra do sistema,
ou das rodas dianteiras saírem do macaco móvel.

Não utilize um guincho para efetuar a rebocagem, tanto para a


NÃO dianteira como para a traseira, pois este método pode danificar
a carroçaria.

D29302
INTRODUÇÃO – Instruções para Reparos 01-21

POSIÇÕES PARA LEVANTAR E SUSTENTAR O VEÍCULO

Dianteira

POSIÇÃO DO MACACO --------------------------------------------------------


Dianteira ----------------- Centro da Travessa Dianteira
Traseira ------------------ Centro do Alojamento do Eixo Traseiro

ATENÇÃO: Antes de levantar a dianteira ou a traseira, certifique-se


de que o veículo não esteja carregando nenhum peso extra.

POSIÇÃO DO SUPORTE
Cavalete de segurança -------------------------------------------------
Elevador com braço oscilante ----------------------------------------

D29295
01-22 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE FALHAS DOS


SISTEMAS CONTROLADOS PELA ECU
INFORMAÇÕES GERAIS
No LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO há um grande número de sistemas controlados pela ECU.
Em geral, esses sistemas são muito complicados, pois requerem um alto nível de especialização e conhe-
cimento técnico para que o diagnóstico de falhas possa ser efetuado. Contudo, se os circuitos forem
inspecionados um a um, o diagnóstico de falhas desses sistemas não será complicado. Tendo-se uma
compreensão adequada do sistema e um conhecimento básico de eletricidade, é possível efetuar um diag-
nóstico preciso, assim como localizar o problema e efetuar os reparos necessários. Este manual foi elabo-
rado com o objetivo de auxiliar os técnicos a efetuarem um diagnóstico de falhas preciso e efetivo, englo-
bando os principais sistemas controlados pela ECU.
Os procedimentos de diagnóstico de falhas e como utilizá-los são descritos nas páginas a seguir.

Sistema Página
1. Sistema ECD (1KZ-TE) 05-1
2. Sistema ABS com EBD 05-127
3. Sistema ABS com EBD e BA 05-185
4. Transmissão automática controlada eletronicamente (ECT) (1KZ-TE) 05-306
5. Sistema de ar-condicionado 05-359
6. Sistema suplementar de segurança 05-453
7. Sistema de iluminação 05-589
8. Sistema de áudio 05-652
9. Conjunto dos instrumentos 05-731
10. Sistema de controle de trava elétrica da porta 05-812
11. Sistema de controle remoto da trava elétrica da porta 05-843
12. Sistema de advertência de chave na ignição 05-862
13. Sistema imobilizador do motor 05-876
14. Sistema antifurto 05-904
15. Sistema de comunicação multiplex 05-932
16. Sistema de controle da velocidade de cruzeiro 05-959

PARA UTILIZAÇÃO DO TESTADOR PORTÁTIL


• Antes de utilizar o testador portátil, leia o manual do operador do início ao fim.
• Caso não haja comunicação entre o testador e os sistemas controlados pela ECU após conectar o
cabo do testador portátil ao DLC3, girar a chave de ignição para a posição ON (ligada) e acionar o
testador, existe um problema no lado do veículo ou do testador.
(1) Caso a comunicação esteja normal quando o dispositivo for conectado a outro veículo, inspecione
a linha de transmissão de dados de diagnóstico (linha Bus ⊕) ou o circuito de alimentação da ECU
do primeiro veículo.
(2) Caso a comunicação ainda não seja possível quando o dispositivo for conectado a outro veículo,
provavelmente o problema esteja no próprio dispositivo. Efetue os procedimentos de autoteste
descritos no manual do operador do testador.
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-23

COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE FALHAS


RECOMENDAÇÃO:
Efetue o diagnóstico de falhas de acordo com os procedimentos descritos nas páginas a seguir. Somente
os procedimentos básicos serão mostrados aqui. Mais detalhes serão fornecidos no capítulo “Diagnósti-
cos”, apresentando os métodos mais efetivos para cada circuito. Consulte os procedimentos corretos para
efetuar o diagnóstico de falhas de um circuito, antes de iniciar seu diagnóstico.

1 Veículo trazido à oficina

2 Análise do problema do cliente

(a) Pergunte ao cliente sobre as condições e local onde ocorreu o problema.

3 Confirmação dos sintomas do problema e verificação do DTC (e dados congelados)

(a) Verifique a tensão positiva da bateria.


Tensão: 10 – 14 V (com o motor desligado)
(b) Inspecione visualmente o chicote elétrico, os conectores e fusíveis quanto a circuito aberto, em curto, etc.
(c) Aqueça o motor à temperatura normal de funcionamento.
(d) Confirme os sintomas e as condições do problema e verifique os códigos do diagnóstico de falhas de
acordo com a tabela aplicável.

OK Vá para a etapa 5.

NG

4 Tabela de DTC

(a) Verifique os resultados obtidos na etapa 3 e, em seguida, confirme os procedimentos de inspeção para
o sistema ou peça que deve ser verificado, utilizando a tabela de códigos do diagnóstico de falhas.

OK Vá para a etapa 6.

5 Tabela de Sintomas de Problemas

(a) Verifique os resultados obtidos na etapa 3 e, em seguida, confirme os procedimentos de inspeção para
o sistema ou peça que deve ser verificado, utilizando a tabela de sintomas de problemas.

6 Inspeção do circuito e das peças

(a) Confirme o circuito do sistema ou peça que deve ser verificado utilizando a tabela de sintomas de
problemas ou os resultados obtidos na etapa 4.
01-24 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

7 Reparação

(a) Efetue o reparo do sistema ou peça afetados de acordo com as instruções da etapa 6.

8 Teste de confirmação

(a ) Após efetuar os reparos, verifique se o problema foi eliminado. (Caso o problema não ocorra novamen-
te, efetue o teste de confirmação nas mesmas condições e ambiente onde o problema ocorreu pela
primeira vez.)

Fim
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-25

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE


RECOMENDAÇÃO:
• No diagnóstico de falhas, os sintomas do problema devem ser verificados e todas as pré-avaliações
devem ser esclarecidas a fim de que se possa efetuar uma avaliação precisa. Para determinar quais
são os sintomas do problema, é extremamente importante perguntar ao cliente sobre o problema e as
condições existentes em sua primeira ocorrência.
• Os 5 itens a seguir são pontos importantes na análise do problema. Problemas anteriores, mesmo que
não estejam aparentemente correlacionados, históricos de reparos anteriores, etc. podem ser úteis em
alguns casos. Portanto, deve-se reunir o maior número possível de informações e determinar sua rela-
ção com o problema atual, para que sirvam como referência para o diagnóstico de falhas. O capítulo
Diagnóstico fornece uma tabela de análise do problema do cliente para cada circuito a ser investigado.

Pontos Importantes referentes à Análise do Problema do Cliente


• O que _______________ Modelo do veículo, nome do sistema
• Quando ______________ Data, hora e freqüência da ocorrência
• Onde ________________ Condições de rodagem
• Sob quais condições? ___ Condições climáticas, de rodagem e condução
• Como aconteceu? ______ Sintomas do problema

(Exemplo) Folha de inspeção do sistema suplementar de segurança

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE


Folha de Inspeção do
Sistema Suplementar de Segurança Nome do Inspetor

Nº do Registro

Nome do Cliente Data do Registro / /

Nº do Chassi
Data de Entrada km
do Veículo / / Leitura do Hodômetro
milhas

Data da primeira
ocorrência do problema / /

Tempo q Bom q Nublado q Chuvoso q Neve q Outros

Temperatura Aprox.

q Partida q Marcha lenta


Funcionamento q Condução ( q Velocidade constante q Aceleração
do veículo
q Desaceleração q Outros )
01-26 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

CONFIRMAÇÃO DOS SINTOMAS E VERIFICAÇÃO DO CÓDIGO DO


DIAGNÓSTICO DE FALHAS
RECOMENDAÇÃO:
• O sistema de diagnóstico do LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO executa várias funções. A
primeira dessas funções é a Verificação do Código do Diagnóstico de Falhas, na qual uma falha nos
circuitos de sinais da ECU é armazenada como código em sua memória (DTC). Outra função é a
Verificação do Sinal de Entrada, que verifica se os sinais dos interruptores são enviados corretamente
para a ECU. Utilizando essas funções de verificação, as áreas do problema podem ser reduzidas
rapidamente e o diagnóstico de falhas pode ser realizado efetivamente. As funções de diagnóstico
estão incorporadas nos seguintes sistemas do LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO.

Sistema Verificação do Verificação do Modo de Teste


código do sinal de entrada de Diagnóstico
diagnóstico (verificação (Teste Ativo)
de falhas do sensor)
Sistema ECD
(c/ Modo de
Verificação)
Sistema ABS com EBD
Sistema ABS com EBD e BA
Transmissão automática controlada eletronicamente
(ECT) (c/ Modo de
Verificação)
Sistema de ar-condicionado
Sistema suplementar de segurança
Sistema imobilizador do motor
Sistema de comunicação multiplex
Sistema de controle de cruzeiro

• Na verificação do código do diagnóstico de falhas, é muito importante determinar se o problema indica-


do pelo código continua ocorrendo ou se ocorreu anteriormente, mas já retornou ao normal. Além disso,
é preciso verificar na inspeção do sintoma do problema se a falha indicada pelo código do diagnóstico
de falhas está ou não diretamente relacionada com o sintoma do problema. Por essa razão, os códigos
do diagnóstico de falhas devem ser verificados antes e após a confirmação do sintoma para determinar
suas condições atuais. Caso isso não possa ser efetuado, pode resultar, dependendo do caso, num
diagnóstico de falhas desnecessário para um sistema que esteja operando normalmente, o que torna o
problema mais difícil de ser localizado, ou ainda em reparos não apropriados aos problemas atuais.
Portanto, siga sempre os procedimentos na ordem correta e efetue a verificação do código do diagnós-
tico de falhas.
• Esta página apresenta um fluxograma do procedimento de diagnóstico de falhas utilizando o código de
diagnóstico de falhas (DTC). Esse fluxograma demonstra como utilizar a inspeção do DTC com eficá-
cia. Em seguida, através da verificação cuidadosa dos resultados, ele indica como proceder para o
diagnóstico de falhas do DTC ou para o diagnóstico de falhas da tabela de sintomas de problemas.

1 Verifique o DTC.

2 Faça anotações e apague os DTCs indicados.


INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-27

3 Confirme os sintomas.

a Os sintomas do problema existem.


b Os sintomas do problema não existem.

a Vá para a etapa 5.

4 Efetue o teste de simulação utilizando os métodos de simulação.

5 Verifique o DTC.

a O DTC é indicado.
b O código normal é indicado.

Efetue o diagnóstico de falhas do problema


a
indicado pelo DTC.

6 Confirme o sintoma.

a Não existem sintomas do problema.


b Existem sintomas do problema.

Se um código do diagnóstico de falhas foi mostrado na verifi-


cação inicial do código, isso indica que o problema pode ter
ocorrido anteriormente no chicote elétrico ou no conector do
circuito. Portanto, verifique o chicote elétrico e os conectores
(Consulte a página 01-33).

a Sistema normal

Efetue o diagnóstico de falhas de cada sintoma do problema.

O problema ainda ocorre em outro local que não o circuito do diagnóstico (o DTC indicado inicialmente era
um problema antigo ou um problema secundário).
01-28 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

SIMULAÇÃO DO SINTOMA
RECOMENDAÇÃO:
Os casos mais difíceis de serem diagnosticados são aqueles que não apresentam sintomas. Nesse caso,
deve-se efetuar uma análise profunda do problema do cliente e, em seguida, fazer uma simulação das
condições e local em que o problema ocorreu. Se o mecânico efetuar o diagnóstico de falhas sem confirmar
os sintomas do problema, não importa o quão experiente ou habilidoso ele seja, provavelmente ele irá
ignorar algo importante durante os reparos e fará adivinhações erradas em algum ponto, o que o levará a
lugar nenhum. Por exemplo, para um problema que ocorre somente quando o motor está frio, ou um proble-
ma que ocorre somente quando há vibrações excessivas causadas pelas condições de rodagem, etc., o
problema nunca será detectado se os sintomas só forem analisados com o motor quente ou com o veículo
parado. Uma vez que vibrações, calor ou infiltrações de água (umidade) podem causar problemas difíceis
de serem confirmados, os testes de simulação mostrados aqui são medidas efetivas nas quais as causas
externas são aplicadas num veículo parado.
Pontos Importantes referentes ao Teste de Simulação do Sintoma:
No teste de simulação, os sintomas do problema devem ser confirmados. Porém, a área ou peças do proble-
ma também devem ser localizadas. Para atingir esse objetivo, é necessário, antes de iniciar o teste, conectar
um dispositivo de teste e reduzir os possíveis circuitos com problemas, de acordo com os sintomas apre-
sentados. Em seguida, efetue o teste de simulação, avaliando se o circuito testado está defeituoso ou
normal, confirmando ao mesmo tempo os sintomas do problema. Consulte a tabela de sintomas de proble-
mas para cada sistema a fim de reduzir as possíveis causas dos sintomas.

1. MÉTODO DE VIBRAÇÃO: Quando a vibração parece


Vibre levemente ser a causa principal do problema.
(a) PEÇAS E SENSORES
(1) Aplique uma vibração suave com o dedo na peça do
sensor considerada como a causa do problema e ve-
rifique se há falhas.
RECOMENDAÇÃO:
Aplicar uma vibração muito forte nos relés pode resultar em
sua abertura.
(b) CONECTORES
(1) Balance levemente os conectores nas direções hori-
zontal e vertical.
Balance levemente
(c) CHICOTE ELÉTRICO
(1) Balance levemente os chicotes elétricos nas direções
horizontal e vertical.
A conexão e o apoio do chicote elétrico são as princi-
pais áreas a serem inspecionadas cuidadosamente.
Vibre
levemente
D25083

2. MÉTODO DE AQUECIMENTO: O problema parece


ocorrer quando a área suspeita está aquecida.
Falha (a) Aqueça o componente, considerado como a causa da fa-
lha, com um secador de cabelo ou objeto similar. Verifique
se a falha ocorre.
NOTA:
• Não aqueça o componente a mais de 60°C (140°F). (A
temperatura é limitada para evitar danos ao compo-
nente.)
D25084
• Não aplique calor diretamente sobre as peças da ECU.
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-29

3. MÉTODO UTILIZANDO PULVERIZAÇÃO COM ÁGUA:


Quando a falha parece ocorrer em dias chuvosos ou
com muita umidade.
(a) Pulverize água no veículo e verifique se a falha ocorre.
NOTA:
• Nunca pulverize água diretamente no compartimento
do motor. Mude indiretamente a temperatura e umida-
de, aplicando borrifos de água na parte dianteira do
radiador.
D28956
• Nunca aplique água diretamente nos componentes ele-
trônicos.
RECOMENDAÇÃO:
Se o veículo estiver sujeito a infiltrações, a água poderá conta-
minar a ECU. Deve-se tomar cuidados especiais ao efetuar
testes de infiltração no veículo.

ON (ligado)
4. OUTROS: A falha parece ocorrer quando há uma
carga elétrica excessiva.
(a) Ligue todos os componentes elétricos do veículo, tais como
aquecedor, lâmpadas internas, desembaçador do vidro
traseiro, etc., e verifique se a falha ocorre.

B02389
01-30 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO DE FALHAS


Os procedimentos de inspeção são mostrados na tabela abaixo. Esta tabela permite um diagnóstico eficien-
te e exato, utilizando os códigos de falhas mostrados na inspeção. Efetue o diagnóstico de acordo com o
procedimento de inspeção mostrado na tabela correspondente ao código registrado. Como exemplo, é mos-
trada abaixo a tabela de códigos do diagnóstico de falhas do Sistema Suplementar de Segurança.

• Nº do DTC
Indica o código do diagnóstico de falhas. • Possíveis causas
• Página ou instruções Indica a possível causa do problema.
Indica as páginas onde podem ser encontrados os pro-
cedimentos de inspeção de cada circuito, ou fornece
instruções para verificação e reparos.

• Condição detectada no DTC


Indica o sistema onde ocorre o pro-
blema ou as informações sobre o
problema.

TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO DE FALHAS


Se um código de falhas for mostrado durante a verificação do DTC, inspecione o circuito correspon-
dente a esse código na tabela abaixo. Consulte a página indicada para esse circuito.
Û

Û
Û

Nº do DTC
Luz de advertência
(Consulte a Condição detectada no DTC Possíveis causas
página)
do SRS

B0100/13 • Circuito do detonador D • Almofada do volante de direção Acesa


(05-119) em curto (detonador)
• Cabo espiral
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
B0101/14 • Circuito do detonador D • Almofada do volante de direção Acesa
(05-124) aberto (detonador)
• Cabo espiral
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
B0102/11 • Circuito do detonador D • Almofada do volante de direção Acesa
(05-128) em curto (com a massa) (detonador)
• Cabo espiral
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
B0103/12 • Circuito do detonador D • Almofada do volante de direção Acesa
(05-132) em curto (com B+) (detonador)
• Cabo espiral
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
B0105/53 • Circuito do detonador P • Conjunto do airbag do passageiro Acesa
(05-136) em curto dianteiro (detonador)
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
B0106/54 • Circuito do detonador P • Conjunto do airbag do passageiro Acesa
aberto dianteiro (detonador)
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
em curto (com a massa) • Conjunto do airbag do passageiro
dianteiro (detonador)
• Conjunto do sensor do airbag
• Chicote elétrico
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-31

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS


As peças ou circuitos suspeitos de cada sintoma do problema são mostrados na tabela abaixo. Utilize esta
tabela para efetuar o diagnóstico de falhas do problema quando um código “Normal” for mostrado na verifi-
cação do código do diagnóstico de falhas, mas o problema continuar ocorrendo. Os números na tabela
indicam a ordem de inspeção dos circuitos ou peças.
RECOMENDAÇÃO:
Quando o problema não é detectado pelo sistema de diagnóstico, mesmo quando o seu sintoma está apa-
rente, considera-se que o problema esteja ocorrendo fora do alcance do sistema de diagnóstico, ou que
esteja ocorrendo num sistema diferente do sistema de diagnóstico.

• Página
Indica a página onde está localizado
• Inspeção do Circuito, Ordem de Inspeção o fluxograma de cada circuito.
Indica o circuito que precisa ser verificado para
cada sintoma do problema. A inspeção deve ser
efetuada na ordem indicada.

• Circuito ou Peça
Indica o circuito ou peça que precisa ser verificado.

• Sintoma do Problema

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS


Efetue o diagnóstico de falhas de cada circuito apresentado na tabela abaixo.

Û
Û
Û

Consulte a
Problema Possíveis causas página
1. Com a chave de ignição na posição ACC 1. Circuito da luz de advertência do SRS (luz 05-180
(acessórios) ou ON (ligada), a luz de advertência sempre acesa quando a chave de ignição
do SRS algumas vezes se acende após um está na posição LOCK (travada).
período de aproximadamente 6 segundos.
Û

2. A luz de advertência do SRS permanece acesa


mesmo que a chave de ignição esteja na posição
LOCK (travada).

1. Com a chave de ignição na posição ACC 1. Circuito da luz de advertência do SRS (luz 05-183
(acessórios) ou ON (ligada), a luz de advertência não se acende quando a chave de ignição
do SRS não se acende. é girada para a posição ACC (acessórios)
ou ON (ligada)).

1. O DTC não é indicado. 1. Circuito do terminal Tc 05-187


2. A luz de advertência do SRS permanece sempre
acesa durante o procedimento de inspeção do
DTC.
3. O DTC é indicado sem a conexão dos terminais
Tc e CG.
01-32 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

INSPEÇÃO DO CIRCUITO
Como ler e utilizar as páginas conforme as mostradas abaixo.

• Descrição do Circuito
A função principal, o funcionamento, etc. do circuito e
seus componentes são explicados. • Procedimento de Inspeção
Utilize o procedimento de inspeção para
determinar se o circuito está normal ou se
apresenta alguma anormalidade. Caso apresente
anormalidades, utilize esse procedimento para
• Nº do Código do Diagnóstico de Falhas e Condição determinar se o problema localiza-se nos
Detectada no DTC sensores, atuadores, chicotes elétricos ou na
ECU.

• Indica o código do diagnóstico de falhas, o parâmetro


do conjunto de códigos e as possíveis causas.

05–74 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05–75

DTC P0500/42 Falha no Circuito do Sinal do Sensor de Velocidade PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO


1 Inspecione o funcionamento do velocímetro
DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Dirija o veículo e verifique se o funcionamento do velocímetro no conjunto dos instrumentos
O sensor de velocidade do veículo detecta a velocidade da roda e envia os sinais apropriados é normal.
para o conjunto do computador de controle de patinagem. RECOMENDAÇÃO:
O ECM converte esses sinais em um sinal de 4 pulsos e o envia para o conjunto dos instru- O sensor de velocidade do veículo estará funcionando normalmente se o mostrador do ve-
mentos. Após esse sinal ser convertido numa forma de onda retangular mais precisa pelo locímetro estiver normal.
circuito de formação de onda, localizado dentro do conjunto dos instrumentos, ele é transmi- Verifique o circuito do velocímetro
NG (Consulte a página 05-1560.)
tido para o ECM. O ECM determina a velocidade do veículo com base na freqüência desses
sinais de pulso. OK

4 Pulsos 4 Pulsos 2 Inspecione o funcionamento do velocímetro

(a) Coloque a alavanca de mudanças em neutro.


Vem do Sensor
de Velocidade (b) Levante o veículo com um macaco.

Conjunto do Computador Conjunto dos Instrumentos (c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
de Controle de Patinagem
(d) Meça a tensão entre os terminais SP1 e E2 do
A73544
conector do ECM enquanto gira a roda lentamente.
Conector do ECM
Resultado: A tensão é gerada intermitentemente.
Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas A56850
42 Todas as condições apresentadas abaixo são detectadas • Circuito do sensor de velocidade
continuamente por 8 s ou mais: do veículo em curto ou aberto
(a) Sinal de velocidade do veículo: 0 km/h (0 mph) • Sensor de velocidade do veículo
(b) Rotação do motor: 1.800 – 3.000 rpm • Conjunto dos instrumentos 4,5 – 5,5 V
(c) Temperatura do líquido de arrefecimento: 80°C (176°F) ou maior • ECM
(d) Ângulo de abertura do pedal do acelerador: 35 % ou mais

DIAGRAMA ELÉTRICO
Gire a roda

AT7809 NG Verifique e substitua o ECM


Conjunto dos Instrumentos

OK
J/B do Lado
do Motorista J/B nº 3

• Indica a condição do conector da ECU durante a inspeção.

A72399

O conector verificado O conector verificado é


• Diagrama Elétrico permanece conectado. desconectado.
Mostra o diagrama elétrico do circuito. As conexões do testador são Na verificação da massa
Use esse diagrama junto com o DIAGRAMA ELÉTRICO indicadas pelos símbolos (+) da carroçaria, a polaridade
para compreender totalmente o circuito. e (–) após o nome do terminal. não é indicada.
As cores dos fios são indicadas por um código alfabéti-
co:
B = Preto, L = Azul, R = Vermelho, BR = Marrom,
LG = Verde Claro, V = Violeta, G = Verde, O = Laranja,
W = Branco, GR = Cinza, P = Rosa, Y = Amarelo,
SB = Azul Claro
A primeira letra indica a cor do fio e a segunda, a cor da
faixa.
D25842
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-33

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE CIRCUITOS ELETRÔNICOS


1. INSPEÇÃO BÁSICA
(a) CONDIÇÃO DE MEDIÇÃO DA RESISTÊNCIA DE COMPONENTES ELETRÔNICOS
(1) A menos que especificamente recomendado, todas as resistências devem ser medidas a uma
temperatura ambiente de 20°C (68°F). Como a resistência pode apresentar diferenças se medida
a altas temperaturas, logo após o desligamento do motor, as medições devem ser efetuadas de-
pois que o motor tiver esfriado.

(b) MANUSEIO DOS CONECTORES


(1) Para remover conectores com trava, pressione o
conector em direção ao acoplamento a fim de facilitar
o movimento da garra da trava e liberar a trava.
(2) Ao remover o conector, nunca segure o chicote elé-
trico. Sempre segure o corpo do conector.
(3) Antes de ligar o conector, certifique-se de que os ter-
minais não estejam deformados, danificados ou
faltantes.
(4) O conector com trava deve ser inserido firmemente,
até que seja ouvido o ruído característico (clique).
INCORRETO (5) Caso verifique o conector com um testador elétrico
Toyota, faça-o pela seção posterior (lado do chicote
elétrico), utilizando pontas de prova pequenas.
NOTA:
• Os conectores à prova d’água não podem ser verifi-
cados pela seção posterior. Efetue o teste utilizando
um chicote elétrico auxiliar.
CORRETO • Não movimente a ponta de prova inserida para não
D25086 danificar os terminais.
(c) PONTOS DE VERIFICAÇÃO DO CONECTOR
(1) Verificação com o conector conectado:
Segure o conector e verifique a condição da inserção
e a eficiência do travamento (condição de acopla-
mento).

(2) Verificação com o conector removido:


Afrouxamento da Fixação Puxe o chicote elétrico levemente e verifique quanto
a terminais faltantes, condição de fixação dos termi-
nais e rompimento do condutor do fio.
Condutor Inspecione visualmente quanto à presença de ferru-
do Fio gem, partículas metálicas, água e dobramento dos
terminais (oxidação, contaminação por objetos estra-
Deformação nhos, deformação do terminal).
do Terminal
NOTA:
Puxe Levemente
D25087
Ao testar um terminal fêmea banhado em ouro, utilize sem-
pre um terminal macho banhado em ouro.
01-34 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

(3) Verificação da pressão de contato do terminal:


Prepare um terminal macho de teste.
Ao inseri-lo no terminal fêmea, verifique a condição
de acoplamento e a força de deslizamento.

Terminal de teste idêntico


ao terminal macho
D25088

(d) MÉTODO DE REPARO DO TERMINAL DO CONECTOR


(1) Caso haja sujeira no ponto de contato, limpe-o utili-
zando ar comprimido ou um pano de limpeza. Nunca
aplique uma lixa no ponto de contato a fim de evitar a
remoção do revestimento eletrolítico.
(2) Em caso de pressão de contato anormal, substitua o
terminal fêmea. Caso o terminal macho seja banhado
em ouro (dourado), utilize terminais fêmeas banha-
CORRETO INCORRETO
dos em ouro. Se o terminal for banhado em prata (pra-
D20024
teado), utilize terminais fêmeas prateados.

(e) MANUSEIO DE CHICOTES ELÉTRICOS


(1) Caso seja necessário remover o chicote elétrico, ve-
INCORRETO
rifique primeiro os fios e a condição de fixação, a fim
de conectá-lo corretamente.
(2) Nunca torça, puxe nem afrouxe o chicote elétrico mais
do que o necessário.
(3) Nunca permita o contato do chicote elétrico com pe-
ças quentes, rotativas, móveis, vibratórias ou com
arestas cortantes (borda do painel, ponta da chave
D01557
de fenda, etc.).
(4) Durante a instalação de peças, não permita a interfe-
rência do chicote elétrico com as mesmas.
(5) Nunca corte nem danifique a capa do chicote elétrico.
Caso ela seja cortada ou interrompida, substitua-a ou
repare-a firmemente utilizando fita isolante.

Fig. 1 2. VERIFICAÇÃO DE CIRCUITO ABERTO


ECU (a) Para inspecionar o chicote elétrico quanto a circuito aber-
to na Figura 1, efetue a verificação da continuidade na eta-
C ABERTO B A
Sensor pa (b) ou uma verificação de tensão na etapa (c) para lo-
1 1 1 1
calizar a seção do problema.
2 2 2 2

Z17004
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-35

Fig. 2 (b) Verifique a continuidade.


(1) Solte os conectores A e C e meça a resistência entre
eles.
ECU Resistência: 1 Ω ou menos
1
Sensor 1 1 1 RECOMENDAÇÃO:
2 2 2 Meça a resistência enquanto balança levemente o chicote elé-
C B A trico nas direções vertical e horizontal.
No caso da Figura 2,
Z17005
Entre o terminal 1 do conector “A” e o terminal 1 do
conector “C” → Não há continuidade (aberto)
Entre o terminal 2 do conector “A” e o terminal 2 do
conector “C” → Continuidade
Portanto, conclui-se que existe um circuito aberto
entre o terminal 1 do conector “A” e o terminal 1 do
conector “C”.

Fig. 3
(2) Solte o conector “B” e meça a resistência entre os
conectores.
ECU No caso da Figura 3,
Entre o terminal 1 do conector “A” e o terminal 1 do
Sensor
conector “B1” → Continuidade
Entre o terminal 1 do conector “B2” e o terminal 1 do
1 1 1 1 conector “C” → Não há continuidade (aberto)
2 2 2 2
C
Logo, conclui-se que existe um circuito aberto entre
B2 B1 A
B04722 o terminal 1 do conector “B2” e o terminal 1 do
conector “C”.

Fig. 4 (c) Verifique a tensão.


(1) Num circuito onde haja aplicação de tensão (no ter-
minal do conector da ECU), pode-se inspecionar
5V ECU quanto a circuito aberto, verificando-se sua tensão.
Conforme mostrado na Figura 4, com todos os
Sensor 0V 5V 1
1 1 conectores ainda ligados, meça a tensão entre a
2 2 2 massa da carroçaria e o terminal 1 do conector “A”
C B A no terminal de saída de 5 V da ECU, terminal 1 do
conector “B” e terminal 1 do conector “C”, nesta or-
Z17007 dem.
(2) Se os resultados forem:
5 V: entre o terminal 1 do conector “A” e a massa da
carroçaria
5 V: entre o terminal 1 do conector “B” e a massa da
carroçaria
0 V: entre o terminal 1 do conector “C” e a massa da
carroçaria
Conclui-se, então, que existe um circuito aberto no
chicote elétrico entre o terminal 1 do conector “B” e o
terminal 1 do conector “C”.
01-36 INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU

Fig. 5
3. VERIFICAÇÃO DE CURTO-CIRCUITO
ECU (a) Se o chicote elétrico estiver em curto com a massa, con-
forme mostrado na Figura 5, localize a seção, efetuando a
C CURTO B A verificação da continuidade com a massa na etapa (b).
1 1 1
2 2 2

Z17008

Fig. 6 (b) Verifique a continuidade com a massa da carroçaria.


(1) Solte os conectores “A” e “C” e meça a resistência
entre os terminais 1 e 2 do conector “A” e a massa da
ECU
carroçaria.
Sensor
Resistência: 1 MΩ Ω ou maior
1 1 1
2 2
RECOMENDAÇÃO:
2
C B
A Meça a resistência enquanto balança levemente o chicote elé-
trico nas direções vertical e horizontal.
Z17009 No caso da Figura 6,
Entre o terminal 1 do conector “A” e a massa da
carroçaria → Continuidade (curto)
Entre o terminal 2 do conector “A” e a massa da
carroçaria → Não há continuidade
Logo, conclui-se que existe um curto-circuito entre o
terminal 1 do conector “A” e o terminal 1 do conector
“C”.

Fig. 7 (2) Solte o conector “B” e meça a resistência entre o ter-


minal 1 do conector “A” e a massa da carroçaria, e o
terminal 1 do conector “B2” e a massa da carroçaria.
No caso da Figura 7,
ECU
Entre o terminal 1 do conector “A” e a massa da
Sensor
1 1 1 1 carroçaria → Não há continuidade
2 2 2 2
C A
Entre o terminal 1 do conector “B2” e a massa da
B2 B1
carroçaria → Continuidade (curto)
Z17808 Logo, conclui-se que existe um curto-circuito entre o
terminal 1 do conector “B2” e o terminal 1 do conector
“C”.
INTRODUÇÃO – Como Efetuar o Diagnóstico de Falhas dos Sistemas Controlados pela ECU 01-37

4. VERIFICAÇÃO E SUBSTITUIÇÃO DA ECU


NOTA:
• Inicie a inspeção do conector a partir de seu lado pos-
terior (lado do chicote elétrico), com o conector ainda
conectado à ECU.
• Quando nenhuma condição de medição é especificada,
efetue a inspeção com o motor parado e a chave de
ignição na posição ON (ligada).
(a) Primeiro, verifique o circuito da massa da ECU. Se apre-
sentar alguma anormalidade, repare-o. Se estiver normal,
a ECU pode estar defeituosa e deve ser substituída por
uma em boas condições. Verifique se os sintomas conti-
nuam ocorrendo.

Exemplo (1) Meça a resistência entre o terminal da massa da ECU


e a massa da carroçaria.
Resistência: 1 Ω ou menor
Massa

IN0383

Lado da ECU (2) Solte o conector da ECU e verifique os terminais da


massa no lado da ECU e do chicote elétrico quanto a
dobras. Em seguida, verifique a pressão de contato.

Massa
Lado do
Chicote Elétrico

Massa

IN0384
01-38 INTRODUÇÃO – Terminologia

TERMINOLOGIA
ABREVIAÇÕES UTILIZADAS NESTE MANUAL
Abreviações Significado
ABS Sistema de Freios Antiblocante
A/C Ar-condicionado
ACC Acessórios
ACIS Sistema de Indução de Controle Acústico
ACSD Dispositivo Automático de Partida a Frio
A.D.D. Diferencial com Desconexão Automática
ADM Admissão
A/F Proporção da Mistura Ar/Combustível
AHC Suspensão Ativa de Controle da Altura
ALR Retrator de Travamento Automático
ALT Alternador
AMP Amplificador
ANT Antena
APROX. Aproximadamente
ASSY Conjunto
ATF Fluido da Transmissão Automática
ATM Transmissão Automática
AUTO Automático
AUX Auxiliar
AVG Média
AVS Suspensão Variável Adaptativa
B+ Tensão da Bateria
BA Servo-freio
BACS Sistema de Compensação para Altas Altitudes
BAT Bateria
BDC (PMI) Ponto Morto Inferior
B/L Nível Duplo
B/S Relação Diâmetro x Curso do Pistão
BTDC (APMS) Antes do Ponto Morto Superior
BVSV Válvula Comutadora de Vácuo Bimetálica
c/ Com
CA Corrente Alternada
CALIF Califórnia
CB Disjuntor
CC Corrente Contínua
CCo Conversor Catalítico de Oxidação
CD CD
CF Forca de Esterçamento
CG Centro de Gravidade
CH Canal
CKD Completamente Desmontado
COMB. Combinação
INTRODUÇÃO – Terminologia 01-39

Abreviações Significado
CPE Coupe
CPS Sensor de Pressão de Combustão
CPU Unidade de Processamento Central
CRS Sistema de Segurança para Crianças
CTR Central
C/V Válvula de Retenção
CV Válvula de Controle
CW Peso em Ordem de Marcha
DAC Controle de Assistência em Declives
DEF Desembaçador
DFL Defletor
DH Direção Hidráulica
DIFF. Diferencial
DIFF. LOCK Trava do Diferencial
D/INJ Injeção Direta
DLC Conector de Transmissão de Dados
DLI Ignição sem Distribuidor
DOHC Duplo Comando de Válvulas no Cabeçote
DP Controle de Aceleração
DSP Processador do Sinal Digital
DTC Código do Diagnóstico de Falhas
DVD Disco Versátil Digital
EBD Distribuição Eletrônica da Força de Frenagem
ECAM Sistema de Medição e Controle do Motor
ECD Diesel Controlado Eletronicamente
ECDY Dinamômetro de Corrente Parasita
ECT Transmissão Controlada Eletronicamente
ECU Unidade de Controle Eletrônica
ED Revestimento Galvanizado
EDIC Controle Elétrico de Injeção de Diesel
EDU Unidade de Acionamento Eletrônica
EFI Injeção Eletrônica de Combustível
E/G Motor
EGR Recirculação dos Gases de Escapamento
EGR-VM Modulador de Vácuo EGR
ELR Retrator de Travamento de Emergência
EMPS Direção com Assistência Elétrica
ENG Motor
ESA Avanço Eletrônico de Faísca
ESC Escapamento
ETCS-i Sistema Eletrônico de Controle do Acelerador-inteligente
EVAP Controle de Emissões Evaporativas
EVP Evaporador
E-VRV Válvula Elétrica de Regulagem de Vácuo
FE Economia de Combustível
01-40 INTRODUÇÃO – Terminologia

Abreviações Significado
FF Motor Dianteiro – Tração Dianteira
F/G Medidor de Combustível
FIPG Junta Moldada no Local
FL Conexão Fusível
F/P Bomba de Combustível
FPU Aumento da Pressão do Combustível
Fr Dianteira
F/W Volante do Motor
FW/D Amortecedor do Volante do Motor
FWD Tração Dianteira
GAS Gasolina
GND Massa
GPS Sistema de Posicionamento Global
HAC Compensador de Alta Altitude
H/B Hatchback
H-FUSE Fusível para Corrente Alta
HI Alto
HID Descarga de Alta Intensidade (Farol)
HSG Alojamento, Carcaça
HT Hard Top
HWS Sistema de Aquecimento do Pára-brisa
IC (CI) Circuito Integrado
IDI Injeção Indireta de Diesel
IFS Suspensão Dianteira Independente
IG Ignição
IIA Conjunto Integrado de Ignição
INT Intermitente
I/P Painel de Instrumentos
IRS Suspensão Traseira Independente
ISC Controle da Marcha Lenta
J/B Bloco de Junção
J/C Conector de Junção
KD Kick-down
LAN Rede Local
LB Liftback
LCD Mostrador de Cristal Líquido
LD Lado Direito
LE Lado Esquerdo
LED Diodo Emissor de Luz
LHD Veículo com Direção do Lado Esquerdo
L/H/W Comprimento/Altura/Largura
LLC Líquido de Arrefecimento do Motor de Vida Útil Longa
LNG Gás Natural Liquefeito
LO Baixo
INTRODUÇÃO – Terminologia 01-41

Abreviações Significado
LPG Gás Liquefeito de Petróleo
LSD Diferencial Autoblocante
LSP & PV Válvula Proporcionadora Sensível à Carga e de Derivação
LSPV Válvula Proporcionadora Sensível à Carga
MAP Pressão Absoluta do Coletor
MÁX. Máximo
MIC Microfone
MIL Luz de Advertência de Falhas
MÍN. Mínimo
MG1 Motogerador nº 1
MG2 Motogerador nº 2
MP Uso Geral
MPI Injeção Eletrônica Multiponto
MPX Sistema de Comunicação Multiplex
MT Coxim
MTG Fixação
MTM Transmissão Manual
N Neutro
Nº Número
NA Aspiração Natural
O2S Sensor de Oxigênio
O/D Sobremarcha
OEM Fabricação do Equipamento Original
OHC Comando de Válvulas no Cabeçote
OHV Válvulas no Cabeçote
OPT Opcional
ORVR Recuperação de Vapor de Reabastecimento a Bordo
O/S Sobremedida
P & BV Válvula Proporcionadora e de Derivação
PCS Sistema de Controle Elétrico
PCV Ventilação Positiva do Cárter
PKB Freio de Estacionamento
PPS Direção Hidráulica Progressiva
PS Direção Hidráulica
PTO Power Take-off
P/W Vidro Elétrico
R&P Cremalheira e Pinhão
RAM Memória de Acesso Aleatório
R/B Bloco do Relé
RBS Direção do Tipo Esferas Recirculantes
R/F Reforço
RFS Suspensão Dianteira Rígida
RHD Veículo com Direção do Lado Direito
01-42 INTRODUÇÃO – Terminologia

Abreviações Significado
RLY Relé
ROM Memória Somente para Leitura
Rr Traseira
RRS Suspensão Traseira Rígida
RWD Tração Traseira
s/ Sem
SDN Sedan
SEN Sensor
SICS Sistema de Controle de Injeção de Partida
SOC Condição de Carga
SOHC Comando de Válvulas Simples no Cabeçote
SPEC Especificação
SPI Injeção de Combustível Monoponto
SRS Sistema Suplementar de Segurança
SSM Materiais Especiais de Serviço
SST Ferramentas Especiais de Serviço
STD Padrão
STJ Injeção de Combustível na Partida a Frio
SW Interruptor
SYS Sistema
T/A Transmissão Automática
TACH Tacômetro
TBI Injeção Eletrônica de Combustível no Corpo da Borboleta de
Aceleração
TC Turbocompressor
TCCS Sistema Controlado por Computador TOYOTA
TCV Válvula de Controle de Avanço
TDC (PMS) Ponto Morto Superior
TEMP. Temperatura
TEMS Suspensão Eletrônica Modulada TOYOTA
TFT Toyota Free – Tronic
TIS Sistema de Informação Global para o Desenvolvimento do Veículo
TM Transmissão
T/M Transmissão Manual
TMC TOYOTA Motor Corporation
TMMK TOYOTA Motor Manufacturing Kentucky, Inc.
TRC Sistema de Controle de Tração
TURBO Turbocompressor
TWC Catalisador de 3 Vias
U/D Submarcha
U/S Inframedida
VCV Válvula de Controle de Vácuo
VENT Ventilador
VIN Número de Identificação do Veículo
VPS Direção Hidráulica Variável
INTRODUÇÃO – Terminologia 01-43

Abreviações Significado
VSC Controle de Estabilidade do Veículo
VSV Válvula Comutadora de Vácuo
VTV Válvula de Transmissão de Vácuo
VVT-i Sincronização Variável das Válvulas Inteligente
WGN Wagon
W/H Chicote Elétrico
WU-TWC Aquecimento do Conversor Catalítico de 3 Vias
WU-OC Aquecimento do Conversor Catalítico de Oxidação
1ª Primeira
2ª Segunda
2WD Veículo com Tração nas Duas Rodas (4x2)
3ª Terceira
4ª Quarta
4WD Veículo com Tração nas Quatro Rodas (4x4)
4WS Sistema de Esterçamento nas Quatro Rodas
5ª Quinta
01-44 INTRODUÇÃO – Terminologia

GLOSSÁRIO DE TERMINOLOGIA SAE E TOYOTA


Este glossário lista todos os termos e abreviações da norma SAE–J1930 utilizados neste manual de acordo
com as recomendações SAE, bem como seus equivalentes TOYOTA.
Abreviações Terminologia SAE Terminologia/Abreviações TOYOTA
SAE
A/C Ar-condicionado Ar-condicionado
ACL Filtro de Ar Filtro de Ar, A/CL
AIR Injeção Secundária de Ar Injeção de Ar (AI)
AP Pedal do Acelerador –
B+ Tensão Positiva da Bateria +B, Tensão da Bateria
BARO Pressão Barométrica HAC
CAC Resfriador de Ar de Carga Inter Cooler
CARB Carburador Carburador
CFI Injeção Contínua de Combustível –
CKP Posição da Árvore de Manivelas Ângulo da Árvore de Manivelas
CL Ciclo Fechado Ciclo Fechado
CMP Posição da Árvore de Comando Ângulo da Árvore de Comando
CPP Posição do Pedal da Embreagem –
CTOX Coletor Oxidante Contínuo –
CTP Posição Fechada do Acelerador LL ON, Marcha Lenta ON
DFI Injeção Direta de Combustível (Diesel) Injeção Direta (DI)
DI Ignição do Distribuidor –
DLC1 Conector de Transmissão de Dados 1 1: Conector de Diagnóstico
DLC2 Conector de Transmissão de Dados 2 2: Elo de Comunicação de Diagnóstico Total (TDCL)
DLC3 Conector de Transmissão de Dados 3 3: Conector de Diagnóstico OBD II
DTC Código de Diagnóstico de Falhas Código de Falhas
DTM Modo de Teste de Diagnóstico –
ECL Nível de Controle do Motor –
ECM Módulo de Controle do Motor ECU (Unidade de Controle Eletrônica) do Motor
ECT Temperatura do Líquido de Arrefecimento do Motor Temperatura do Líquido de Arrefecimento,
Temperatura da Água (THW)
EEPROM Memória Somente para Leitura Programável/ Memória Somente para Leitura Programável/
Apagável Eletricamente Apagável Eletricamente (EEPROM), Memória
Somente para Leitura Programável/Apagável
(EPROM)
EFE Evaporação Antecipada de Combustível Aquecedor de Mistura a Frio (CMH),
Válvula de Controle de Aquecimento (HCV)
EGR Recirculação dos Gases de Escapamento Recirculação dos Gases de Escapamento (EGR)
EI Ignição Eletrônica Ignição sem Distribuidor TOYOTA (TDI)
EM Modificação do Motor Modificação do Motor (EM)
EPROM Memória Somente para Leitura Programável/ Memória Somente para Leitura Programável
Apagável (PROM)
EVAP Emissões Evaporativas Controle de Emissões Evaporativas (EVAP)
FC Controle do Ventilador –
FEEPROM Memória Somente para Leitura Programável/ –
Apagável Eletricamente Flash
FEPROM Memória Somente para Leitura Programável/ –
Apagável Flash
FF Alimentação Flexível –
FP Bomba de Combustível Bomba de Combustível
GEN Alternador Alternador
GND Massa Massa (GND)
INTRODUÇÃO – Terminologia 01-45

Abreviações Terminologia SAE Terminologia


SAE Abreviações TOYOTA
HO2S Sensor de Oxigênio Aquecido Sensor de Oxigênio Aquecido (HO2S)
IAC Controle de Ar da Marcha Lenta Controle de Rotação da Marcha Lenta (ISC)
IAT Temperatura do Ar de Admissão Temperatura do Ar de Admissão
ICM Módulo de Controle da Ignição –
IFI Injeção Indireta de Combustível Injeção Indireta (IDL)
IFS Corte da Inércia do Combustível –
ISC Controle de Rotação da Marcha Lenta –
KS Sensor de Detonação Sensor de Detonação
MAF Fluxo de Massa de Ar Medidor do Fluxo de Ar
MAP Pressão Absoluta do Coletor Pressão do Coletor
Vácuo de Admissão
MC Controle da Mistura Válvula de Controle Eletrônico de Sangria de Ar
(EBCV)
Válvula de Controle da Mistura (MCV)
Válvula de Controle Eletrônico de Ar (EACV)
MDP Pressão do Diferencial do Coletor –
MFI Injeção de Combustível Multiponto Injeção Eletrônica de Combustível (EFI)
MIL Luz de Advertência de Falha Luz de Advertência de Verificação do Motor
MST Temperatura da Superfície do Coletor –
MVZ Zona de Vácuo do Coletor –
NVRAM Memória de Acesso Aleatório Não Volátil –
O2S Sensor de Oxigênio Sensor de Oxigênio, Sensor O2 (O2S)
OBD Diagnóstico de Bordo Sistema de Diagnóstico de Bordo (OBD)
OC Conversor Catalítico de Oxidação Conversor Catalítico de Oxidação (OC), CCo
OP Ciclo Aberto Ciclo Aberto
PAIR Injeção Secundária de Pulsos de Ar Sucção de Ar (AS)
PCM Módulo de Controle da Transmissão e do Motor –
PNP Posição Estacionamento/Neutro –
PROM Memória Somente para Leitura Programável –
PSP Pressão da Direção Hidráulica –
PTOX Coletor Oxidante Periódico Filtro de Partículas de Diesel (DPF)
Detentor de Partículas de Diesel (DPT)
RAM Memória de Acesso Aleatório Memória de Acesso Aleatório (RAM)
RM Módulo de Relé –
ROM Memória Somente para Leitura Memória Somente para Leitura (ROM)
RPM Rotação do Motor Rotação do Motor
SC Superalimentador Superalimentador
SCB Derivação do Superalimentador E-ABV
SFI Injeção de Combustível Multiponto Seqüencial Injeção Eletrônica de Combustível (EFI),
Injeção Seqüencial
SPL Limitador de Fumaça –
SRI Luz Indicadora de Manutenção –
SRT Teste de Prontidão do Sistema –
ST Ferramenta de Varredura –
TB Corpo do Acelerador Corpo da Borboleta de Aceleração
TBI Injeção de Combustível no Corpo do Acelerador Injeção Monoponto
Injeção Central de Combustível (Ci)
TC Turbocompressor Turbocompressor
TCC Embreagem do Conversor de Torque Conversor de Torque
01-46 INTRODUÇÃO – Terminologia

Abreviações Terminologia SAE Terminologia


SAE Abreviações TOYOTA
TCM Módulo de Controle da Transmissão ECU da Transmissão, ECU de ECT
TP Posição do Acelerador Posição da Válvula de Aceleração
TR Faixa de Transmissão –
TVV Válvula Térmica de Vácuo Válvula Comutadora de Vácuo Bimetálica (BVSV)
Válvula Comutadora de Vácuo Termostática (TVSV)
TWC Conversor Catalítico de 3 Vias Catalisador de 3 Vias (TWC)
Conversor do Coletor
CCRO
TWC+OC Conversor Catalítico de 3 Vias + Oxidação CCR + CCO
VAF Volume do Fluxo de Ar Medidor do Fluxo de Ar
VR Regulador de Voltagem Regulador de Tensão
VSS Sensor de Velocidade do Veículo Sensor de Velocidade do Veículo
WOT Válvula do Acelerador Totalmente Aberta Válvula de Aceleração Totalmente Aberta
WU-OC Aquecedor do Conversor Catalítico de Oxidação –
WU-TWC Aquecedor do Conversor Catalítico de 3 Vias Conversor Catalítico do Coletor
3GR Terceira Marcha –
4GR Quarta Marcha –
PREPARAÇÃO

DIAGNÓSTICOS ..................................... 02-1 TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA ............. 02-42


PREPARAÇÃO ............................................ 02-1 PREPARAÇÃO ............................................ 02-42
SISTEMA DE CONTROLE DO TRANSMISSÃO MANUAL ...................... 02-43 2
MOTOR ................................................. 02-3 PREPARAÇÃO ............................................ 02-43
PREPARAÇÃO ............................................ 02-3 EMBREAGEM ......................................... 02-44
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL ............... 02-4 PREPARAÇÃO ............................................ 02-44
PREPARAÇÃO ............................................ 02-4 COLUNA DE DIREÇÃO ......................... 02-45
SISTEMA DE CONTROLE DE PREPARAÇÃO ............................................ 02-45
EMISSÕES ........................................... 02-6
DIREÇÃO HIDRÁULICA ......................... 02-48
PREPARAÇÃO ............................................ 02-6
PREPARAÇÃO ............................................ 02-48
SISTEMA DE ADMISSÃO ...................... 02-7
AQUECEDOR E
PREPARAÇÃO ............................................ 02-7 AR-CONDICIONADO .......................... 02-52
PARTE MECÂNICA DO MOTOR ........... 02-8 PREPARAÇÃO ............................................ 02-52
PREPARAÇÃO ............................................ 02-8 SISTEMA SUPLEMENTAR DE
SISTEMA DE ESCAPAMENTO .............. 02-12 SEGURANÇA ....................................... 02-56
PREPARAÇÃO ............................................ 02-12 PREPARAÇÃO ............................................ 02-56
SISTEMA DE ARREFECIMENTO .......... 02-13 CINTO DE SEGURANÇA ....................... 02-58
PREPARAÇÃO ............................................ 02-13 PREPARAÇÃO ............................................ 02-58
LUBRIFICAÇÃO ...................................... 02-15 LIMPADOR E LAVADOR ......................... 02-59
PREPARAÇÃO ............................................ 02-15 PREPARAÇÃO ............................................ 02-59
SISTEMAS DE PARTIDA E CARGA ...... 02-19 SISTEMA DE ÁUDIO E VISUAL ............. 02-60
PREPARAÇÃO ............................................ 02-19 PREPARAÇÃO ............................................ 02-60
SUSPENSÃO DIANTEIRA ..................... 02-20 SISTEMA DE COMUNICAÇÃO .............. 02-61
PREPARAÇÃO ............................................ 02-20 PREPARAÇÃO ............................................ 02-61
SUSPENSÃO TRASEIRA ....................... 02-23 PÁRA-BRISA / VIDROS / ESPELHOS
PREPARAÇÃO ............................................ 02-23 RETROVISORES ................................. 02-62
PNEUS E RODAS ................................... 02-24 PREPARAÇÃO ............................................ 02-62

PREPARAÇÃO ............................................ 02-24 PAINEL DE INSTRUMENTOS /


MEDIDORES ........................................ 02-63
DIFERENCIAL ......................................... 02-25
PREPARAÇÃO ............................................ 02-63
PREPARAÇÃO ............................................ 02-25
BANCOS ................................................. 02-64
SEMI-EIXO / ÁRVORE DE
TRANSMISSÃO .................................... 02-33 PREPARAÇÃO ............................................ 02-64

PREPARAÇÃO ............................................ 02-33 CAPÔ / PORTAS ..................................... 02-65


CAIXA DE TRANSFERÊNCIA ................ 02-36 PREPARAÇÃO ............................................ 02-65

PREPARAÇÃO ............................................ 02-36 ACABAMENTO EXTERNO /


INTERNO .............................................. 02-66
SISTEMA DE FREIOS ............................ 02-39
PREPARAÇÃO ............................................ 02-66
PREPARAÇÃO ............................................ 02-39
FREIO DE ESTACIONAMENTO ............. 02-41
PREPARAÇÃO ............................................ 02-41
2
PREPARAÇÃO – Diagnósticos 02-1

DIAGNÓSTICOS
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09709-29018 Conjunto do medidor LSPV Sistema ABS com EBD e BA

09843-18040 Cabo do conector de Sistema de ar-condicionado


diagnóstico nº 2 Sistema suplementar de
segurança
Sistema ABS com EBD e BA
Sistema ABS com EBD
Sistema de controle eletrônico
diesel (ECD)

09992-00242 Manômetro do turbocompressor Sistema de controle eletrônico


diesel (ECD)
02-2 PREPARAÇÃO – Diagnósticos

Ferramentas Recomendadas
09082-00040 Multímetro TOYOTA Sistema suplementar de
segurança
Conjunto dos instrumentos
Transmissão automática
controlada eletronicamente
(ECT)
Sistema de controle eletrônico
diesel (ECD)
2 (09083-00150) Conjunto de pontas de prova Sistema de ar-condicionado
Sistema suplementar de
segurança
Sistema de comunicação
multiplex
Sistema ABS com EBD e BA
Sistema imobilizador do motor
Sistema de controle remoto da
trava elétrica da porta
Sistema de controle da veloci-
dade de cruzeiro
Conjunto dos instrumentos
Sistema ABS com EBD
Sistema de controle da trava
elétrica da porta
Transmissão automática
controlada eletronicamente
(ECT)
Sistema de controle eletrônico
diesel (ECD)

09082-00050 Conjunto de multímetros Sistema de controle da trava


TOYOTA elétrica da porta
PREPARAÇÃO – Sistema de Controle do Motor 02-3

SISTEMA DE CONTROLE DO MOTOR


PREPARAÇÃO
Equipamentos
Ohmímetro
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Cabo de diagnóstico 2
Torquímetro
02-4 PREPARAÇÃO – Sistema de Combustível

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09228-64010 Chave para filtro de combustível Elemento do filtro de
combustível

2
09268-64010 Conjunto de chaves para bicos Conjunto de fixador do bico
injetores injetor e bico injetor

(09268-64020) Chave para porca de retenção Conjunto de fixador do bico


do fixador do bico injetor injetor e bico injetor

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Conjunto da bomba injetora


ou alimentadora

(09951-05010) Alça 150 Conjunto da bomba injetora


ou alimentadora

(09952-05010) Braço deslizante Conjunto da bomba injetora


ou alimentadora

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Conjunto da bomba injetora


ou alimentadora

(09954-05010) Trava nº 1 Conjunto da bomba injetora


ou alimentadora

Ferramentas Recomendadas
09130-00150 Alicate para bomba d’água Elemento do filtro de
combustível
PREPARAÇÃO – Sistema de Combustível 02-5

Equipamentos
Medidor de tensão da correia
Presilha
Relógio comparador
Chave sextavada, 10 mm
Recipiente graduado
Ohmímetro 2
Prensa
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Cabo de diagnóstico
Esquadro de aço
Cronômetro
Termômetro
Torquímetro
Paquímetro
02-6 PREPARAÇÃO – Sistema de Controle de Emissões

SISTEMA DE CONTROLE DE EMISSÕES


PREPARAÇÃO
Equipamentos
Bomba de vácuo manual
Ohmímetro
2 Dispositivo de teste da tampa do radiador
Torquímetro
Paquímetro
PREPARAÇÃO – Sistema de Admissão 02-7

SISTEMA DE ADMISSÃO
PREPARAÇÃO
Equipamentos
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Torquímetro
2
02-8 PREPARAÇÃO – Parte Mecânica do Motor

PARTE MECÂNICA DO MOTOR


PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-12700 Chave para porca de união, Conjunto parcial do motor
17 mm

2
09213-58013 Ferramenta para fixação da Conjunto parcial do motor
polia da árvore de manivelas Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção
Retentor de óleo traseiro do
motor
09223-15030 Sacador/instalador do Retentor de óleo traseiro do
rolamento e retentor de óleo motor

09223-46011 Sacador/instalador do retentor Carcaça da engrenagem de


de óleo dianteiro da árvore de sincronização ou sincronização
manivelas da árvore de comando
Junta do cabeçote
Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

09228-10002 Chave para filtro de óleo Conjunto parcial do motor

09248-64011 Ferramenta para ajuste da folga Folga da válvula


da válvula Árvore de comando

09268-64010 Conjunto de chaves para bicos Conjunto parcial do motor


injetores

(09268-64020) Chave para porca de retenção Conjunto parcial do motor


do fixador do bico injetor

09301-00110 Ferramenta para guia da Conjunto parcial do motor


embreagem

09308-10010 Sacador do retentor de óleo Retentor de óleo da carcaça


da engrenagem de sincroniza-
ção
PREPARAÇÃO – Parte Mecânica do Motor 02-9

09330-00021 Ferramenta para fixação do Conjunto parcial do motor


flange dianteiro Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção
Retentor de óleo traseiro do
motor
09843-18040 Cabo do conector de Motor
diagnóstico nº 2

2
09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Árvore de comando
Junta do cabeçote
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

(09951-04010) Alça 150 Árvore de comando


Junta do cabeçote
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

(09952-04010) Braço deslizante Árvore de comando


Junta do cabeçote
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

(09953-04020) Parafuso centralizador 150 Árvore de comando


Junta do cabeçote
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

(09954-04010) Braço 25 Árvore de comando


Junta do cabeçote
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

(09955-04061) Garra nº 6 Árvore de comando


Junta do cabeçote
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Conjunto parcial do motor


Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção

(09951-05010) Alça 150 Conjunto parcial do motor


Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção

(09952-05010) Braço deslizante Conjunto parcial do motor


Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Conjunto parcial do motor


Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroni-
zação

(09954-05010) Trava nº 1 Conjunto parcial do motor


02-10 PREPARAÇÃO – Parte Mecânica do Motor

(09954-05021) Trava nº 2 Conjunto parcial do motor


Retentor de óleo da carcaça
da engrenagem de sincroniza-
ção

(09957-04010) Acessório Retentor de óleo da carcaça


da engrenagem de sincroniza-
ção

09950-60010 Conjunto de sacadores/ Retentor de óleo da carcaça


2
instaladores da engrenagem de sincroniza-
ção

(09951-00350) Sacador/instalador 35 Retentor de óleo da carcaça


da engrenagem de sincroni-
zação

09950-70010 Conjunto de hastes Retentor de óleo traseiro do


motor

(09951-07100) Haste 100 Retentor de óleo traseiro do


motor

09992-00025 Conjunto do medidor de Motor


compressão

(09992-00211) Conjunto do manômetro Motor

09992-00500 Adaptador do medidor de Motor


compressão

Ferramentas Recomendadas
09017-38120 Chave-soquete longa de 12 mm Motor
Conjunto parcial do motor

09090-04020 Dispositivo de elevação do Conjunto parcial do motor


motor
PREPARAÇÃO – Parte Mecânica do Motor 02-11

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08826-00080 Junta líquida preta ou Folga da válvula
equivalente (FIPG) Árvore de comando
Junta do cabeçote
Retentor de óleo traseiro do
motor
Retentor de óleo nº 2 do
suporte do retentor de óleo

Equipamentos
Medidor de tensão da correia
Medidor de CO/HC
Conjunto de correntes
Medidor de compressão
Relógio comparador
Calibrador de lâminas
Chave sextavada, 10 mm
Dispositivo de teste do bico injetor
Micrômetro
Plastigage
Régua de precisão
Prensa
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Lixa (nº 400)
Esquadro de aço
Tacômetro
Lâmpada de ponto
Torquímetro
Paquímetro
02-12 PREPARAÇÃO – Sistema de Escapamento

SISTEMA DE ESCAPAMENTO
PREPARAÇÃO
Equipamentos
Paquímetro
Torquímetro
PREPARAÇÃO – Sistema de Arrefecimento 02-13

SISTEMA DE ARREFECIMENTO
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09223-46011 Sacador/instalador do retentor Conjunto da bomba d’água
de óleo dianteiro da árvore de
manivelas

09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Conjunto da bomba d’água

(09951-04010) Alça 150 Conjunto da bomba d’água

(09952-04010) Braço deslizante Conjunto da bomba d’água

(09953-04020) Parafuso centralizador 150 Conjunto da bomba d’água

(09954-04010) Braço 25 Conjunto da bomba d’água

(09955-04061) Garra nº 6 Conjunto da bomba d’água


02-14 PREPARAÇÃO – Sistema de Arrefecimento

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08826-00080 Junta líquida preta ou Conjunto bomba d’água
equivalente (FIPG)

Equipamentos
Medidor de tensão da correia
Aquecedor
Chave sextavada, 10 mm
Prensa
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Esquadro de aço
Termômetro
Torquímetro
Paquímetro
Líquido de arrefecimento

Líquido de Arrefecimento
Item Capacidade Classificação
Líquido de arrefecimento T/A 12,0 litros (12,7 US qts, 10,6 Imp. qts) “Toyota Long Life Coolant”
T/M 12,2 litros (12,9 US qts, 10,7 Imp. qts)
PREPARAÇÃO – Lubrificação 02-15

LUBRIFICAÇÃO
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-12700 Chave para porca de união, Conjunto da carcaça da
17 mm engrenagem de sincronização

09032-00100 Cortador do vedador do carter Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

09213-58013 Ferramenta para fixação da Conjunto da carcaça da


polia da árvore de manivelas engrenagem de sincronização

09223-00010 Sacador/instalador do retentor Conjunto da carcaça da


de óleo e cobertura engrenagem de sincronização

09223-46011 Sacador/instalador do retentor Conjunto da carcaça da


de óleo dianteiro da árvore de engrenagem de sincronização
manivelas

09228-10002 Chave para filtro de óleo Subconjunto do filtro de óleo


Conjunto do radiador de óleo

09301-00110 Ferramenta para guia da Conjunto da carcaça da


embreagem engrenagem de sincronização

09330-00021 Ferramenta para fixação do Conjunto da carcaça da


flange dianteiro engrenagem de sincronização

09520-01010 Acessório do sacador do Conjunto da carcaça da


semi-eixo engrenagem de sincronização

09520-24010 Sacador do eixo da engrenagem Conjunto da carcaça da


planetária do diferencial engrenagem de sincronização

(09520-32040) Conjunto do martelo deslizante Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

09628-62011 Sacador da junta esférica Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização
02-16 PREPARAÇÃO – Lubrificação

(09951-04010) Alça 150 Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

(09952-04010) Braço deslizante Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

(09953-04020) Parafuso centralizador 150 Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

(09954-04010) Braço 25 Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

(09955-04061) Garra nº 6 Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Conjunto do radiador de óleo


Conjunto da carcaça da
engrenagem de sincronização

(09951-05010) Alça 150 Conjunto do radiador de óleo


Conjunto da carcaça da
engrenagem de sincronização

(09952-05010) Braço deslizante Conjunto do radiador de óleo


Conjunto da carcaça da
engrenagem de sincronização

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Conjunto do radiador de óleo


Conjunto da carcaça da
engrenagem de sincronização

(09954-05010) Trava nº 1 Conjunto do radiador de óleo


Conjunto da carcaça da
engrenagem de sincronização

(09954-05021) Trava nº 2 Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização

09960-10010 Conjunto de chaves de pino Conjunto da carcaça da


variável engrenagem de sincronização

(09962-01000) Conjunto de hastes para chave Conjunto da carcaça da


de pino variável engrenagem de sincronização

(09963-01000) Pino 10 Conjunto da carcaça da


engrenagem de sincronização
PREPARAÇÃO – Lubrificação 02-17

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08826-00080 Junta líquida preta ou Conjunto da carcaça da
equivalente (FIPG) engrenagem de sincronização

Equipamentos
Medidor de tensão da correia
Medidor de compressão
Medidor de CO/HC
Relógio comparador
Chave sextavada, 10 mm
Prensa
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Esquadro de aço
Tacômetro
Lâmpada de ponto
Torquímetro
Paquímetro
02-18 PREPARAÇÃO – Lubrificação

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Óleo para motor API CF-4 ou CD
Drenagem e reabastecimento
c / troca do filtro de óleo 7,0 litros (7,4 US qts, 6,2 Imp. qts) –
s / troca do filtro de óleo 6,3 litros (6,7 US qts, 5,5 Imp. qts)
Abastecimento a seco 7,5 litros (7,9 US qts, 6,6 Imp. qts) –
PREPARAÇÃO – Sistemas de Partida e Carga 02-19

SISTEMAS DE PARTIDA E CARGA


PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09286-46011 Sacador do eixo estriado da Conjunto do motor de partida
bomba injetora (2,2 kW)

09810-38140 Chave 14 para porca do Conjunto do motor de partida


interruptor magnético do motor (2,2 kW)
de partida

09820-00030 Sacador/instalador do rolamento Conjunto do motor de partida


traseiro do alternador (2,2 kW)

Ferramentas Recomendadas
09017-38120 Chave-soquete longa de 12 mm Conjunto das velas de pré-
aquecimento

09082-00040 Multímetro TOYOTA Conjunto do motor de partida


(2,2 kW)
Conjunto do motor de partida
(2,7 kW)

Equipamentos
Amperímetro
Medidor de tensão da correia
Relógio comparador
Ohmímetro
Prensa
Dinamômetro
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Cabo de diagnóstico
Esquadro de aço
Torquímetro
Blocos em V
Paquímetro
02-20 PREPARAÇÃO – Suspensão Dianteira

SUSPENSÃO DIANTEIRA
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09223-00010 Sacador/instalador do retentor Subconjunto do braço inferior
de óleo e cobertura nº 1 da suspensão dianteira,
LE

09612-30012 Sacador do rolamento do Subconjunto do braço inferior


parafuso sem-fim da direção nº 1 da suspensão dianteira,
LE

09613-26010 Sacador do cone do rolamento Conjunto do braço superior da


do parafuso sem-fim da direção suspensão dianteira, LE

09628-00011 Sacador da junta esférica Subconjunto do braço inferior


nº 1 da suspensão dianteira,
LE

09628-62011 Sacador da junta esférica Conjunto do braço superior da


suspensão dianteira, LE

09632-36010 Sacador/instalador do rolamento Subconjunto do braço inferior


da bomba de palhetas da direção nº 1 da suspensão dianteira,
hidráulica LE

09710-22021 Conjunto de ferramentas para Amortecedor dianteiro com


bucha da suspensão dianteira mola helicoidal
Conjunto do braço superior da
suspensão dianteira, LE

(09710-01031) Sacador/instalador da bucha do Conjunto do braço superior da


braço superior suspensão dianteira, LE

(09710-01071) Sacador da bucha do braço Amortecedor dianteiro com


inferior mola helicoidal

(09710-01081) Sacador/instalador da bucha do Amortecedor dianteiro com


braço inferior mola helicoidal

09710-26010 Conjunto de ferramentas para Conjunto do braço superior da


bucha da suspensão traseira suspensão dianteira, LE
Subconjunto do braço inferior
nº 1 da suspensão dianteira, LE

(09710-05061) Sacador/instalador Conjunto do braço superior da


suspensão dianteira, LE

(09710-05081) Base traseira Subconjunto do braço inferior


nº 1 da suspensão dianteira,
LE
PREPARAÇÃO – Suspensão Dianteira 02-21

09727-00060 Conjunto de braços “C” Amortecedor dianteiro com


mola helicoidal

09727-30021 Compressor da mola helicoidal Amortecedor dianteiro com


mola helicoidal

(09727-00010) Conjunto de parafusos Amortecedor dianteiro com


mola helicoidal

(09727-00031) Compressor Amortecedor dianteiro com


mola helicoidal

09950-00020 Sacador do rolamento Conjunto do braço superior da


suspensão dianteira, LE
Subconjunto do braço inferior
nº 1 da suspensão dianteira, LE

09950-60010 Conjunto de sacadores/ Subconjunto do braço inferior


instaladores nº 1 da suspensão dianteira,
LE

(09951-00400) Sacador/instalador 40 Subconjunto do braço inferior


nº 1 da suspensão dianteira,
LE

09950-60020 Conjunto de sacadores/ Subconjunto do braço inferior


instaladores nº 2 nº 1 da suspensão dianteira,
LE

(09951-00890) Sacador/instalador 89 Subconjunto do braço inferior


nº 1 da suspensão dianteira,
LE

Ferramentas Recomendadas
09040-00011 Conjunto de chaves sextavadas Amortecedor dianteiro com
mola helicoidal
Barra estabilizadora dianteira

(09043-20060) Chave-soquete sextavada, 6 Amortecedor dianteiro com


mola helicoidal
Barra estabilizadora dianteira
02-22 PREPARAÇÃO – Suspensão Dianteira

Equipamentos
Torquímetro
Relógio comparador com base magnética
Calibrador de pressão do pneu
Equipamento de alinhamento das rodas
Medidor de convergência
Medidor de ângulo
PREPARAÇÃO – Suspensão Traseira 02-23

SUSPENSÃO TRASEIRA
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-00100 Chave para porca de união, Mola helicoidal traseira, LE
10 mm

Equipamentos
Torquímetro
Bloco de madeira
02-24 PREPARAÇÃO – Pneus e Rodas

PNEUS E RODAS
PREPARAÇÃO
Equipamentos
Torquímetro
Relógio comparador com base magnética
Dispositivo de balanceamento das rodas
PREPARAÇÃO – Diferencial 02-25

DIFERENCIAL
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-00100 Chave para porca de união, Conjunto do suporte do
10 mm diferencial traseiro

09223-00010 Sacador/instalador do retentor Conjunto do suporte do


de óleo e cobertura diferencial dianteiro

09223-15020 Sacador/instalador do rolamento Conjunto do suporte do


e retentor de óleo diferencial dianteiro

09308-00010 Sacador do retentor de óleo Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro

09308-10010 Sacador do retentor de óleo Retentor de óleo do eixo da


engrenagem planetária do
diferencial
Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial dianteiro
09316-60011 Sacador/instalador do rolamento Conjunto do suporte do
da transmissão e caixa de diferencial traseiro
transferência Retentor de óleo do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial dianteiro
(09316-00011) Tubo do sacador/instalador Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial dianteiro

(09316-00021) Sacador/instalador “A” Conjunto do suporte do


diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial dianteiro
(09316-00041) Sacador/instalador “C” Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
02-26 PREPARAÇÃO – Diferencial

09330-00021 Ferramenta para fixação do Conjunto do suporte do


flange dianteiro diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
(09330-00030) Pino Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
09502-12010 Sacador/instalador do rolamento Conjunto do suporte do
do diferencial diferencial dianteiro

09504-00011 Chave para porca de ajuste do Conjunto do suporte do


rolamento lateral do diferencial diferencial dianteiro

09506-30012 Sacador/instalador do cone do Conjunto do suporte do


rolamento traseiro do pinhão diferencial dianteiro
motriz do diferencial Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

09520-01010 Acessório do sacador do Retentor de óleo do eixo da


semi-eixo engrenagem planetária do
diferencial
Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
09520-24010 Sacador do eixo da engrenagem Retentor de óleo do eixo da
planetária do diferencial engrenagem planetária do
diferencial
Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
(09520-32040) Conjunto do martelo deslizante Retentor de óleo do eixo da
engrenagem planetária do
diferencial
Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
09550-00032 Sacador/instalador Retentor de óleo do eixo da
engrenagem planetária do
diferencial

09554-22010 Sacador/instalador do retentor Conjunto do suporte do


de óleo do diferencial diferencial dianteiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro

09554-30011 Sacador/instalador do retentor Conjunto do suporte do


de óleo do diferencial diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
PREPARAÇÃO – Diferencial 02-27

09556-22010 Sacador/instalador do rolamento Conjunto do suporte do


dianteiro do pinhão motriz diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
09564-32011 Adaptador da pré-carga do Conjunto do suporte do
diferencial diferencial dianteiro

09608-32010 Sacador/instalador do retentor Conjunto do suporte do


de óleo da manga da direção diferencial dianteiro

09612-65014 Sacador do rolamento do Conjunto do suporte do


parafuso sem-fim da direção diferencial dianteiro

(09612-01020) Garra “B” Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

(09612-01050) Parafuso com porca Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

09628-62011 Sacador da junta esférica Retentor de óleo do eixo da


engrenagem planetária do
diferencial
Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
09636-20010 Sacador/instalador do guarda-pó Conjunto do suporte do
da junta esférica superior diferencial traseiro

09649-17010 Ferramenta para manga da Conjunto do suporte


direção do diferencial traseiro

09930-00010 Talhadeira da porca do semi-eixo Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
(09330-00030) Pino Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
02-28 PREPARAÇÃO – Diferencial

09950-00020 Sacador do rolamento Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09951-00680) Sacador/instalador 68 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

(09951-00890) Sacador/instalador 89 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

09950-30012 Conjunto de sacadores “A” Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro

(09951-03010) Placa superior Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
(09953-03010) Parafuso centralizador Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
(09954-03010) Braço Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro
(09955-03030) Placa inferior 130 Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro

(09956-03020) Adaptador 18 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Retentor de óleo do suporte
do diferencial dianteiro

(09956-03030) Adaptador 20 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro
Retentor de óleo do suporte do
diferencial traseiro
PREPARAÇÃO – Diferencial 02-29

09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09951-04020) Alça 200 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09952-04010) Braço deslizante Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09953-04020) Parafuso centralizador 150 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

(09953-04030) Parafuso centralizador 200 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09954-04010) Braço 25 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09955-04061) Garra nº 6 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09957-04010) Acessório Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

(09958-04011) Fixador Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

09950-60010 Conjunto de sacadores/ Conjunto do suporte do


instaladores diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09951-00360) Sacador/instalador 36 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

(09951-00380) Sacador/instalador 38 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

(09951-00430) Sacador/instalador 43 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

(09951-00470) Sacador/instalador 47 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro
02-30 PREPARAÇÃO – Diferencial

(09951-00480) Sacador/instalador 48 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09951-00510) Sacador/instalador 51 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

(09951-00520) Sacador/instalador 52 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

(09951-00550) Sacador/instalador 55 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

(09951-00610) Sacador/instalador 61 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

09950-60020 Conjunto de sacadores/ Conjunto do suporte do


instaladores nº 2 diferencial dianteiro

(09951-00680) Sacador/instalador 68 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

(09951-00810) Sacador/instalador 81 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

09950-70010 Conjunto de hastes Retentor de óleo do eixo da


engrenagem planetária do
diferencial
Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
(09951-00560) Sacador/instalador 56 Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

(09951-00570) Sacador/instalador 57 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

(09951-07100) Haste 100 Retentor de óleo da


engrenagem planetária do
diferencial

(09951-07150) Haste 150 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro
PREPARAÇÃO – Diferencial 02-31

09960-10010 Conjunto de chaves de pino Conjunto do suporte do


variável diferencial traseiro

(09962-01000) Conjunto de hastes para chave Conjunto do suporte do


de pino variável diferencial traseiro

(09963-00700) Pino 7 Conjunto do suporte do


diferencial traseiro

Ferramentas Recomendadas
09011-12301 Chave-soquete, 30 mm Conjunto do suporte do
diferencial dianteiro
Conjunto do suporte do
diferencial traseiro

09031-00030 Punção do tipo saca-pino Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

09044-00010 Chave-soquete Torx E14 Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

09905-00012 Expansor para anéis elásticos Conjunto do suporte do


nº 1 diferencial dianteiro

09905-00013 Alicate para anéis elásticos Conjunto do suporte do


diferencial dianteiro

Equipamentos
Relógio comparador
Micrômetro
Torquímetro
Paquímetro
Prensa
02-32 PREPARAÇÃO – Diferencial

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Óleo do diferencial dianteiro 1,40 ± 0,05 litro Óleo para engrenagem hipóide
(1,48 ± 0,05 US qts, 1,23 ± 0,04 Imp. qts) API GL-5
Acima de –18°C: SAE 90
Abaixo de –18°C: SAE 80W
ou 80W-90
Óleo do diferencial traseiro: 3,05 ± 0,05 litros Óleo para engrenagem hipóide
(4 satélites c / LSD) (3,22 ± 0,05 US qts, 2,68 ± 0,04 Imp. qts) API GL-5
Acima de –18°C: SAE 90
Abaixo de –18°C: SAE 80W
ou 80W-90
PREPARAÇÃO – Semi-eixo / Árvore de Transmissão 02-33

SEMI-EIXO / ÁRVORE DE TRANSMISSÃO


PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-00100 Chave para porca de união, Subconjunto do cubo do eixo
10 mm dianteiro, LE
Parafuso do cubo do eixo
dianteiro, LE
Semi-eixo traseiro, LE
09240-00020 Conjunto de calibradores de Conjunto do semi-eixo
arame dianteiro, LE

09308-00010 Sacador do retentor de óleo Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE
Semi-eixo traseiro, LE

09332-25010 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da árvore de


central da árvore de transmissão transmissão dianteira
Conjunto da árvore de
transmissão

09520-01010 Acessório do sacador do Conjunto do semi-eixo


semi-eixo dianteiro, LE

09520-24010 Sacador do eixo da engrenagem Conjunto do semi-eixo


planetária do diferencial dianteiro, LE

(09520-32040) Conjunto do martelo deslizante Conjunto do semi-eixo


dianteiro, LE

09521-24010 Sacador do semi-eixo traseiro Conjunto do semi-eixo


dianteiro, LE

09521-25011 Sacador do semi-eixo traseiro Semi-eixo traseiro, LE

09527-10011 Sacador do rolamento do Conjunto do semi-eixo


semi-eixo traseiro dianteiro, LE

09527-17011 Sacador do rolamento do Subconjunto do cubo do eixo


semi-eixo traseiro dianteiro, LE

09611-12010 Sacador do terminal de direção Parafuso do cubo do eixo


dianteiro, LE
02-34 PREPARAÇÃO – Semi-eixo / Árvore de Transmissão

09628-62011 Sacador da junta esférica Conjunto do semi-eixo


dianteiro, LE
Subconjunto do cubo do eixo
dianteiro, LE

09636-20010 Sacador/instalador do Conjunto da árvore de


guarda-pó da junta esférica transmissão dianteira
superior Conjunto da árvore de
transmissão

09649-17010 Ferramenta para manga da Subconjunto do cubo do eixo


direção dianteiro, LE

09650-17011 Sacador do parafuso do cubo Semi-eixo traseiro, LE


Parafuso do cubo do eixo
traseiro, LE

09710-30021 Conjunto de ferramentas para Subconjunto do cubo do eixo


bucha da suspensão dianteiro, LE

(09710-03051) Sacador/instalador da bucha Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

09950-00020 Sacador do rolamento Conjunto do semi-eixo


dianteiro, LE

09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09951-04020) Alça 200 Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09952-04010) Braço deslizante Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09953-04020) Parafuso centralizador 150 Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09954-04010) Braço 25 Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09955-04061) Garra nº 6 Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09957-04010) Acessório Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE
PREPARAÇÃO – Semi-eixo / Árvore de Transmissão 02-35

(09958-04011) Fixador Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

09950-60020 Conjunto de sacadores/ Semi-eixo traseiro, LE


instaladores nº 2

(09951-00770) Sacador/instalador 77 Semi-eixo traseiro, LE

09950-70010 Conjunto de hastes Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE
Semi-eixo traseiro, LE

(09951-07100) Haste 100 Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

(09951-07150) Haste 150 Semi-eixo traseiro, LE

(09951-01000) Sacador/instalador 100 Subconjunto do cubo do eixo


dianteiro, LE

Ferramentas Recomendadas
09905-00012 Expansor para anéis elásticos Conjunto do semi-eixo
nº 1 dianteiro, LE
Semi-eixo traseiro, LE

Equipamentos
Torquímetro
Relógio comparador com base magnética
Dinamômetro
02-36 PREPARAÇÃO – Caixa de Transferência

CAIXA DE TRANSFERÊNCIA
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09223-15020 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da caixa de
e retentor de óleo transferência

09223-46011 Sacador/instalador do retentor Retentor de óleo tipo T do


de óleo dianteiro da árvore de alojamento da extensão da
manivelas caixa de transferência
Conjunto da caixa de
transferência
09304-12012 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da caixa de
dianteiro da árvore de entrada transferência

09308-00010 Sacador do retentor de óleo Retentor de óleo da caixa de


transferência
Retentor de óleo tipo T do
alojamento da extensão da
caixa de transferência

09316-60011 Sacador/instalador do rolamento Retentor de óleo da caixa de


da transmissão e caixa de transferência
transferência Conjunto da caixa de
transferência

(09316-00011) Tubo do sacador/instalador Retentor de óleo da caixa de


transferência
Conjunto da caixa de
transferência

(09316-00031) Sacador/instalador “B” Conjunto da caixa de


transferência

(09316-00071) Sacador/instalador “F” Conjunto da caixa de


transferência

09330-00021 Ferramenta para fixação do Conjunto da caixa de


flange dianteiro transferência

09515-30010 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da caixa de


da roda traseira transferência

09554-30011 Sacador/instalador do retentor Conjunto da caixa de


de óleo do diferencial transferência

09555-55010 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da caixa de


do pinhão motriz do diferencial transferência
PREPARAÇÃO – Caixa de Transferência 02-37

09612-65014 Sacador do rolamento do Conjunto da caixa de


parafuso sem-fim da direção transferência

(09612-01030) Garra “C” Conjunto da caixa de


transferência

(09612-01050) Parafuso com porca Conjunto da caixa de


transferência

09631-32020 Ferramenta para anel de vedação Retentor de óleo tipo T do


alojamento da extensão da
caixa de transferência
Conjunto da caixa de
transferência

09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Conjunto da caixa de


transferência

(09951-04020) Alça 200 Conjunto da caixa de


transferência

(09952-04010) Braço deslizante Conjunto da caixa de


transferência

(09953-04030) Parafuso centralizador 200 Conjunto da caixa de


transferência

(09954-04010) Braço 25 Conjunto da caixa de


transferência

(09955-04051) Garra nº 5 Conjunto da caixa de


transferência

(09957-04010) Acessório Conjunto da caixa de


transferência

(09958-04011) Fixador Conjunto da caixa de


transferência

09950-60010 Conjunto de sacadores/ Conjunto da caixa de


instaladores transferência

(09951-00320) Sacador/instalador 32 Conjunto da caixa de


transferência
02-38 PREPARAÇÃO – Caixa de Transferência

(09951-00570) Sacador/instalador 57 Conjunto da caixa de


transferência

(09951-00590) Sacador/instalador 59 Conjunto da caixa de


transferência

09950-70010 Conjunto de hastes Conjunto da caixa de


transferência

(09951-07100) Haste 100 Conjunto da caixa de


transferência

Equipamentos
Relógio comparador com base magnética
Micrômetro
Torquímetro
Martelo de plástico
Paquímetro

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Óleo da caixa de transferência 1,4 litro (1,5 US qts, 1,2 Imp. qts) API GL-5 SAE 75W-90

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08826-00090 Junta líquida 1281,
THREE BOND 1281
ou equivalente (FIPG)
PREPARAÇÃO – Sistema de Freios 02-39

SISTEMA DE FREIOS
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-00100 Chave para porca de união, Conjunto do atuador do freio
10 mm Freio dianteiro
Conjunto do cilindro mestre do
freio
Conjunto do servo-freio
Conjunto da válvula sensível
à carga com mola
Fluido de freio

09608-04031 Sacador/instalador do cone do Conjunto da bomba de vácuo


rolamento interno do cubo
dianteiro

09737-00020 Chave para haste de Conjunto do cilindro mestre do


acionamento do servo-freio freio
Conjunto do servo-freio

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Sensor do ângulo da direção

(09951-05010) Alça 150 Sensor do ângulo da direção

(09952-05010) Braço deslizante Sensor do ângulo da direção

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Sensor do ângulo da direção

(09954-05021) Trava nº 2 Sensor do ângulo da direção


02-40 PREPARAÇÃO – Sistema de Freios

Ferramentas Recomendadas
09031-00040 Punção do tipo saca-pino Conjunto da bomba de vácuo

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Sensor do ângulo da direção

09905-00013 Alicate para anéis elásticos Conjunto da bomba de vácuo

Equipamentos
Paquímetro Chave sextavada
Relógio comparador
Micrômetro
Torquímetro

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Fluido de freio — SAE J1703 ou FMVSS
nº 116 DOT3
PREPARAÇÃO – Freio de Estacionamento 02-41

FREIO DE ESTACIONAMENTO
PREPARAÇÃO
Ferramentas Recomendadas
09070-20010 Sacador de moldura Subconjunto da alavanca do
freio de estacionamento
Conjunto nº 3 do cabo do freio
de estacionamento

Equipamentos
Torquímetro
Paquímetro
02-42 PREPARAÇÃO – Transmissão Automática

TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-12700 Chave para porca de união, Conjunto da transmissão
17 mm automática
Sensor de temperatura (ATM)

09032-00100 Cortador do vedador do cárter Chicote elétrico da


transmissão (ATM)
Conjunto do corpo de válvulas
da transmissão (ATM)

09350-32014 Conjunto de ferramentas da Conjunto da transmissão


transmissão automática TOYOTA automática
Embreagem do conversor de
torque e placa de acionamento
(ATM)
(09351-32010) Ferramenta para teste da Conjunto da transmissão
embreagem unidirecional automática
Embreagem do conversor de
torque e placa de
acionamento (ATM)

(09351-32020) Fixador do estator Conjunto da transmissão


automática
Embreagem do conversor de
torque e placa de acionamento
(ATM)

Equipamentos
Régua de precisão Conversor de torque
Paquímetro Conversor de torque
Relógio comparador ou relógio comparador com base magnética Placa de acionamento
Torquímetro

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Fluido da transmissão automática
Abastecimento a seco 10,1 litros (10,7 US qts, 8,9 Imp. qts) ATF Tipo T-IV
Drenagem e abastecimento 2,0 litros (2,1 US qts, 1,8 Imp. qts)
PREPARAÇÃO – Transmissão Manual 02-43

TRANSMISSÃO MANUAL
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09223-00010 Sacador/instalador do retentor Retentor de óleo do adaptador
de óleo e cobertura da caixa de transferência
(MTM)

09308-00010 Sacador do retentor de óleo Retentor de óleo do adaptador


da caixa de transferência
(MTM)

Equipamentos
Torquímetro

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Óleo da transmissão manual 2,2 litros (2,3 US qts, 1,9 Imp. qts) API GL-3
SAE 75W–90
02-44 PREPARAÇÃO – Embreagem

EMBREAGEM
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09023-00100 Chave para porca de união, Conjunto do cilindro mestre
10 mm da embreagem (MTM)
Conjunto do cilindro de
desacoplamento da
embreagem (MTM)
Conjunto do acumulador da
embreagem (MTM)

09301-00110 Ferramenta para guia da Unidade da embreagem (MTM)


embreagem

09303-35011 Sacador do rolamento dianteiro Unidade da embreagem (MTM)


da árvore de entrada

09304-12012 Sacador/instalador do rolamento Unidade da embreagem (MTM)


dianteiro da árvore de entrada

09333-00013 Sacador/instalador do rolamento Unidade da embreagem (MTM)


da junta universal

Equipamentos
Paquímetro
Relógio comparador com base magnética
Torquímetro
PREPARAÇÃO – Coluna de Direção 02-45

COLUNA DE DIREÇÃO
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09316-60011 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da coluna de direção
da transmissão e caixa de
transferência

(09316-00051) Sacador/instalador “D” Conjunto da coluna de direção

09921-00010 Ferramenta tensora da mola Conjunto da coluna de direção

09950-40011 Conjunto de sacadores “B” Conjunto da coluna de direção

(09951-04010) Alça 150 Conjunto da coluna de direção

(09952-04010) Braço deslizante Conjunto da coluna de direção

(09953-04020) Parafuso centralizador 150 Conjunto da coluna de direção

(09954-04010) Braço 25 Conjunto da coluna de direção

(09955-04061) Garra nº 6 Conjunto da coluna de direção

(09958-04011) Fixador Conjunto da coluna de direção

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Conjunto da coluna de direção

(09951-05010) Alça 150 Conjunto da coluna de direção

(09952-05010) Braço deslizante Conjunto da coluna de direção


02-46 PREPARAÇÃO – Coluna de Direção

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Conjunto da coluna de direção

(09954-05021) Trava nº 2 Conjunto da coluna de direção

09950-60010 Conjunto de sacadores/ Conjunto da coluna de direção


instaladores

(09951-00300) Sacador/instalador 30 Conjunto da coluna de direção

(09951-00340) Sacador/instalador 34 Conjunto da coluna de direção

09950-70010 Conjunto de hastes Conjunto da coluna de direção

(09951-07150) Haste 150 Conjunto da coluna de direção

(09951-07360) Haste 360 Conjunto da coluna de direção


PREPARAÇÃO – Coluna de Direção 02-47

Ferramentas Recomendadas
09031-00030 Punção do tipo saca-pino Conjunto da coluna de direção

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Conjunto da coluna de direção

(09043-20060) Chave-soquete sextavada 6 Conjunto da coluna de direção

09904-00010 Conjunto de expansores Conjunto da coluna de direção

(09904-00050) Trava nº 4 Conjunto da coluna de direção

Equipamentos
Torquímetro
02-48 PREPARAÇÃO – Direção Hidráulica

DIREÇÃO HIDRÁULICA
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09011-12271 Chave-soquete, 27 mm Conjunto do liame da direção
hidráulica
Conjunto da bomba de
palhetas

09023-12700 Chave para porca de união, Conjunto do liame da direção


17 mm hidráulica

09023-38200 Chave para porca de união, Conjunto do liame da direção


12 mm hidráulica

09319-60020 Sacador do rolamento de Conjunto da bomba de


agulhas da árvore de saída palhetas

09506-35010 Sacador/instalador do rolamento Conjunto da bomba de


traseiro do pinhão motriz do palhetas
diferencial

09612-00012 Suporte do alojamento da Conjunto do liame da direção


cremalheira e do pinhão da hidráulica
direção

09616-00011 Chave-soquete para ajuste do Conjunto do liame da direção


rolamento do parafuso sem-fim hidráulica
da direção

09628-62011 Sacador da junta esférica Conjunto do liame da direção


hidráulica

09630-00014 Conjunto de ferramentas para Conjunto do liame da direção


desmontagem e inspeção da hidráulica
caixa da direção hidráulica Conjunto da bomba de
palhetas

(09631-00132) Suporte da bomba de palhetas Conjunto da bomba de


palhetas

09631-00350 Cobertura da cremalheira da Conjunto do liame da direção


direção 35 hidráulica

09631-12071 Ferramenta para teste do retentor Conjunto do liame da direção


de óleo da cremalheira da hidráulica
direção

(09633-00010) Junta Conjunto do liame da direção


hidráulica
PREPARAÇÃO – Direção Hidráulica 02-49

09631-20060 Chave para porca da guia do Conjunto do liame da direção


rolamento hidráulica

09631-20081 Ferramenta para anel de Conjunto do liame da direção


vedação hidráulica

09631-20120 Chave para porca do batente do Conjunto do liame da direção


cilindro hidráulica

09922-10010 Chave de abertura variável Conjunto do liame da direção


hidráulica

09950-00020 Sacador do rolamento Conjunto da bomba de


palhetas

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-05010) Alça 150 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09952-05010) Braço deslizante Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09954-05021) Trava nº 2 Conjunto do liame da direção


hidráulica

09950-60010 Conjunto de sacadores/ Conjunto do liame da direção


instaladores hidráulica
Conjunto da bomba de
palhetas

(09951-00180) Sacador/instalador 18 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-00250) Sacador/instalador 25 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-00300) Sacador/instalador 30 Conjunto do liame da direção


hidráulica
02-50 PREPARAÇÃO – Direção Hidráulica

(09951-00320) Sacador/instalador 32 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-00340) Sacador/instalador 34 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-00390) Sacador/instalador 39 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-00400) Sacador/instalador 40 Conjunto da bomba de


palhetas

(09951-00420) Sacador/instalador 42 Conjunto do liame da direção


hidráulica
Conjunto da bomba de
palhetas

(09952-06010) Adaptador Conjunto do liame da direção


hidráulica

09950-70010 Conjunto de hastes Conjunto do liame da direção


hidráulica
Conjunto da bomba de
palhetas

(09951-07100) Haste 100 Conjunto do liame da direção


hidráulica

(09951-07150) Haste 150 Conjunto do liame da direção


hidráulica
Conjunto da bomba de
palhetas

(09951-07200) Haste 200 Conjunto do liame da direção


hidráulica
PREPARAÇÃO – Direção Hidráulica 02-51

Ferramentas Recomendadas
09025-00010 Torquímetro (30 kgf.cm) Conjunto da bomba de
palhetas

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Conjunto do liame da direção


hidráulica

09905-00012 Expansor para anéis elásticos Conjunto da bomba de


nº 1 palhetas

Equipamentos
Relógio comparador para diâmetros internos
Paquímetro
Relógio comparador
Calibrador de lâminas
Micrômetro
Torquímetro

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Fluido para direção hidráulica (Total) 1,0 litro (1,1 US qts, 0,9 Imp. qts) ATF DEXRON® II ou III

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08833-00080 Adesivo 1344, Conjunto do liame da direção
THREE BOND 1344, hidráulica
LOCTITE 242 ou equivalente
02-52 PREPARAÇÃO – Aquecedor e Ar-condicionado

AQUECEDOR E AR-CONDICIONADO
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
07110-58060 Conjunto de ferramentas de Líquido refrigerante
serviço do ar-condicionado Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador

(07117-58060) Válvula de serviço para Líquido refrigerante


drenagem do líquido Conjunto do radiador do
refrigerante ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
(07117-58070) Conexão “T” Líquido refrigerante
Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
(07117-58080) Adaptador para engate rápido Líquido refrigerante
Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
(07117-58090) Adaptador para engate rápido Líquido refrigerante
Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador

(07117-78050) Manômetro de carga do líquido Líquido refrigerante


refrigerante Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
PREPARAÇÃO – Aquecedor e Ar-condicionado 02-53

(07117-88060) Mangueira para carga do líquido Líquido refrigerante


refrigerante Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador

(07117-88070) Mangueira para carga do líquido Líquido refrigerante


refrigerante Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
(07117-88080) Mangueira para carga do líquido Líquido refrigerante
refrigerante Conjunto do radiador do
ar-condicionado
Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
09870-00015 Sacador nº 1 do engate rápido Conjunto do radiador do
do A/C ar-condicionado

09870-00025 Sacador nº 2 do engate rápido Conjunto do radiador do


do A/C ar-condicionado

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Conjunto do radiador do


ar-condicionado

(09951-05010) Alça 150 Conjunto do radiador do


ar-condicionado

(09952-05010) Braço deslizante Conjunto do radiador do


ar-condicionado

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Conjunto do radiador do


ar-condicionado

(09954-05021) Trava nº 2 Conjunto do radiador do


ar-condicionado

95047-10400 Fixador da embreagem Conjunto do compressor do


magnética resfriador
(código da peça DENSO)
02-54 PREPARAÇÃO – Aquecedor e Ar-condicionado

Ferramentas Recomendadas
09040-00011 Conjunto de chaves sextavadas Núcleo do condensador do
resfriador

(09043-30140) Chave sextavada reta 14 Núcleo do condensador do


resfriador

09041-00030 Chave Torx T30 Conjunto do radiador do


ar-condicionado

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Conjunto do radiador do


ar-condicionado

09070-20010 Sacador de moldura Conjunto de controle do


ar-condicionado
Conjunto do radiador do
ar-condicionado

09904-00010 Conjunto de expansores Conjunto do compressor do


resfriador

(09904-00050) Trava nº 4 Conjunto do compressor do


resfriador

95416-00140 Detector de vazamento de gás Líquido refrigerante


(detector de vazamento de Conjunto do radiador do
halogênio) ar-condicionado
(código da peça DENSO) Núcleo do condensador do
resfriador
Conjunto da unidade de
arrefecimento traseira
Conjunto do compressor do
resfriador
PREPARAÇÃO – Aquecedor e Ar-condicionado 02-55

Equipamentos
Voltímetro
Amperímetro
Ohmímetro
Fita de vinil
Chave sextavada, 4 mm
Chave sextavada, 14 mm
Detector de vazamento de gás
Relógio comparador com base magnética
Dispositivo de teste da tampa do radiador
Torquímetro

Lubrificante
Item Capacidade Classificação
Óleo para compressor — ND-OIL 8 ou equivalente
02-56 PREPARAÇÃO – Sistema Suplementar de Segurança

SISTEMA SUPLEMENTAR DE SEGURANÇA


PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09082–00700 Dispositivo para Acionamento Conjunto do botão da buzina
do Airbag SRS Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro

09082-00780 Chicote elétrico secundário do Conjunto do botão da buzina


cabo de acionamento do airbag Conjunto do airbag do
nº 6 passageiro dianteiro

09082-00802 Chicote elétrico secundário do Conjunto do botão da buzina


cabo de acionamento do
airbag nº 8

(09082-10801) Cabo elétrico A Conjunto do botão da buzina

(09082-30801) Cabo elétrico C Conjunto do botão da buzina

09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Subconjunto do cabo espiral


Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro

(09951-05010) Alça 150 Subconjunto do cabo espiral


Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro

(09952-05010) Braço deslizante Subconjunto do cabo espiral


Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Subconjunto do cabo espiral


Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro

(09954-05021) Trava nº 2 Subconjunto do cabo espiral


Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro
PREPARAÇÃO – Sistema Suplementar de Segurança 02-57

Ferramentas Recomendadas
09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Conjunto do botão da buzina
Subconjunto do cabo espiral
Conjunto do airbag do
passageiro dianteiro

Equipamentos
Torquímetro
Parafuso
Comprimento: 35,0 mm (1,387 pol.)
Passo de rosca: 1,0 mm (0,039 pol.) Descarte do airbag
Diâmetro: 6,0 mm (0,236 pol.)
Pneu
Largura: 185 mm (7,28 pol.) Descarte do airbag
Diâmetro interno: 360 mm (14,17 pol.)
Pneu instalado na roda
Largura: 185 mm (7,28 pol.) Descarte do airbag
Diâmetro interno: 360 mm (14,17 pol.)
Saco plástico Descarte do airbag
02-58 PREPARAÇÃO – Cinto de Segurança

CINTO DE SEGURANÇA
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09082–00700 Dispositivo para Acionamento Cinto de segurança dianteiro
do Airbag SRS

09082–00770 Chicote elétrico secundário do Cinto de segurança dianteiro


cabo de acionamento do airbag
nº 5

Ferramentas Recomendadas
09082-00040 Multímetro TOYOTA Sistema de advertência do
cinto de segurança

Equipamentos
Torquímetro
PREPARAÇÃO – Limpador e Lavador 02-59

LIMPADOR E LAVADOR
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09843-18040 Cabo do conector de Sistema do limpador e lavador
diagnóstico nº 2

Ferramentas Recomendadas
09082–00040 Multímetro TOYOTA Sistema do limpador e lavador

(09083-00150) Conjunto de pontas de prova Sistema do limpador e lavador

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08850-00065 Conjunto de fitas de butil Conjunto do motor do
limpador do vidro traseiro

Equipamentos
Torquímetro
02-60 PREPARAÇÃO – Sistema de Áudio e Visual

SISTEMA DE ÁUDIO E VISUAL


PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Subconjunto do cabo da
antena

(09951-05010) Alça 150 Subconjunto do cabo da


antena

(09952-05010) Braço deslizante Subconjunto do cabo da


antena

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Subconjunto do cabo da


antena

(09954-05021) Trava nº 2 Subconjunto do cabo da


antena

Ferramentas Recomendadas
09041-00030 Chave Torx T30 Subconjunto do cabo da
antena

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Subconjunto do cabo da


antena

09070-20010 Sacador de moldura Conjunto do acendedor de


cigarros
Conjunto do receptor de rádio
Tela do mostrador multifunção
(mostrador CRT)
Subconjunto do cabo da
antena
Conjunto da antena do
amplificador
Conjunto da saída de
alimentação

Equipamentos
Torquímetro
PREPARAÇÃO – Sistema de Comunicação 02-61

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO
PREPARAÇÃO
Ferramentas Recomendadas
09082-00050 Conjunto de multímetros TOYOTA Sistema da buzina
02-62 PREPARAÇÃO – Pára-brisa / Vidros / Espelhos Retrovisores

PÁRA-BRISA / VIDROS / ESPELHOS RETROVISORES


PREPARAÇÃO
Ferramentas Recomendadas
09082-00040 Multímetro TOYOTA Sistema do desembaçador do
vidro
Sistema de controle do
espelho retrovisor elétrico

Equipamentos
Adesivo
Faca
Corda de piano Pára-brisa
Folha de plástico Para proteção de superfícies
Aplicador
Torquímetro
Fita Para proteção de superfícies
Bloco de madeira ou objeto similar Para amarrar ambas as extremidades da
corda de piano.

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08850-00801 Conjunto de adesivos para Pára-brisa
pára-brisa ou equivalente
PREPARAÇÃO – Painel de Instrumentos / Medidores 02-63

PAINEL DE INSTRUMENTOS / MEDIDORES


PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09950-50013 Conjunto de sacadores “C” Subconjunto da almofada de
segurança do painel de
instrumentos

(09951-05010) Alça 150 Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos

(09952-05010) Braço deslizante Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos

(09953-05020) Parafuso centralizador 150 Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos

(09954-05021) Trava nº 2 Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos

Ferramentas Recomendadas
09082–00040 Multímetro TOYOTA Conjunto dos instrumentos

(09083-00150) Conjunto de pontas de prova Conjunto dos instrumentos

09041-00030 Chave Torx T30 Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos

09070-20010 Sacador de moldura Subconjunto da almofada de


segurança do painel de
instrumentos
Conjunto do relógio
Conjunto do mostrador dos
acessórios (monitor de campo)

Equipamentos
Torquímetro
Fita Para proteção de superfícies
02-64 PREPARAÇÃO – Bancos

BANCOS
PREPARAÇÃO
Equipamentos
Alicate para anéis presilhas
Torquímetro
PREPARAÇÃO – Capô / Portas 02-65

CAPÔ / PORTAS
PREPARAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09812-00010 Chave para parafuso de fixação Porta dianteira
da dobradiça da porta

09812-00020 Chave para parafuso de fixação Porta dianteira


da dobradiça da porta

Ferramentas Recomendadas
09041-00020 Chave Torx T25 Porta dianteira
Porta lateral traseira

09042-00010 Chave-soquete Torx T30 Porta dianteira


Porta lateral traseira
Porta traseira

09042-00020 Chave-soquete Torx T40 Porta dianteira


Porta lateral traseira
Porta traseira

SSM (Materiais Especiais de Serviço)


08833-00070 Adesivo 1324, Porta dianteira
THREE BOND 1324 Porta lateral traseira
ou equivalente Porta traseira

08850-00065 Conjunto de fitas de butil Porta dianteira


Porta lateral traseira
Porta traseira

Equipamentos
Extrator de presilhas
Fita Para proteção de superfícies
Torquímetro
02-66 PREPARAÇÃO – Acabamento Externo / Interno

ACABAMENTO EXTERNO / INTERNO


PREPARAÇÃO
Ferramentas Recomendadas
09050-00032 Furadeira pneumática Molduras externas
Estribo lateral

09050-02050 Bico nº 4 Molduras externas


Estribo lateral

09050-20010 Rebitadeira pneumática Molduras externas


Estribo lateral

09070-20010 Sacador de moldura Molduras externas


Conjunto da forração do teto

Equipamentos
Fita adesiva Para proteção de superfícies
Extrator de presilhas
Faca
Fita protetora Para proteção de superfícies
Torquímetro
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO

PARAFUSOS-PADRÃO ............................... 03-1 DIFERENCIAL ............................................... 03-27


COMO DETERMINAR A RESISTÊNCIA INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-27
DE UM PARAFUSO .......................................... 03-1 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-31
TORQUE ESPECIFICADO DE SEMI-EIXO / ÁRVORE DE
PARAFUSOS-PADRÃO .................................... 03-2 TRANSMISSÃO .......................................... 03-32
COMO DETERMINAR A RESISTÊNCIA 3
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-32
DE UMA PORCA .............................................. 03-3
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-33
SISTEMA DE CONTROLE DO MOTOR ..... 03-4
CAIXA DE TRANSFERÊNCIA ...................... 03-34
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-4
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-34
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-5
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-35
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL .................... 03-6
SISTEMA DE FREIOS .................................. 03-36
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-6
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-36
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-7
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-37
SISTEMA DE CONTROLE DE
EMISSÕES ................................................ 03-8 FREIO DE ESTACIONAMENTO ................... 03-38
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-8 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-38
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-9 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-39
SISTEMA DE ADMISSÃO ........................... 03-10 TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA ................... 03-40
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-10 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-40
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-11 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-41
PARTE MECÂNICA DO MOTOR ................ 03-12 TRANSMISSÃO MANUAL ............................ 03-42
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-12 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-42
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-13 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-43
SISTEMA DE ESCAPAMENTO ................... 03-15 EMBREAGEM ............................................... 03-44
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-15 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-44
SISTEMA DE ARREFECIMENTO ............... 03-16 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-45
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-16 COLUNA DE DIREÇÃO ............................... 03-46
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-17 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-46
LUBRIFICAÇÃO ........................................... 03-18 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-47
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-18 DIREÇÃO HIDRÁULICA ............................... 03-48
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-19 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-48
SISTEMAS DE PARTIDA E CARGA ........... 03-20 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-49
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-20 AQUECEDOR E AR-CONDICIONADO ...... 03-50
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-21 INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ......................... 03-50
SUSPENSÃO DIANTEIRA .......................... 03-22 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-51
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-22 SISTEMA SUPLEMENTAR DE
SEGURANÇA ............................................. 03-52
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-23
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-52
SUSPENSÃO TRASEIRA ............................ 03-24
CINTO DE SEGURANÇA ............................. 03-53
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-24
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-53
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ..................... 03-25
LIMPADOR E LAVADOR ............................... 03-54
PNEUS E RODAS ........................................ 03-26
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-54
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO ........................ 03-26
SISTEMA DE ÁUDIO E VISUAL ................... 03-55
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-55
SISTEMA DE COMUNICAÇÃO .................... 03-56
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-56
PÁRA-BRISA / VIDROS / ESPELHOS
3
RETROVISORES ....................................... 03-57
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-57
PAINEL DE INSTRUMENTOS /
MEDIDORES ................................................. 03-58
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-58
BANCOS ....................................................... 03-59
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-59
CAPÔ / PORTAS ........................................... 03-60
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ...................... 03-60
ACABAMENTO EXTERNO / INTERNO ....... 03-62
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE ......................... 03-62
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Parafusos-padrão 03-1

PARAFUSOS-PADRÃO
COMO DETERMINAR A RESISTÊNCIA DE UM PARAFUSO
Tipo do parafuso

Parafuso sextavado Classe


Prisioneiro Parafuso soldado
Parafuso com rebaixo normal Parafuso com rebaixo acentuado

4T 3

Sem marca Sem marca Sem marca

5T

6T

c/ Arruela c/ Arruela

7T

8T

9T

10T

11T

B06431
03-2 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Parafusos-padrão

TORQUE ESPECIFICADO DE PARAFUSOS-PADRÃO


Torque especificado
Diâmetro Passo de
Classe Parafuso sextavado Parafuso-flange sextavado
(mm) rosca (mm)
N.m kgf.cm Ibf.pé N.m kgf.cm Ibf.pé
6 1 5 55 48 Ibf.pol. 6 60 52 Ibf.pol.
8 1,25 12,5 130 9 14 145 10
10 1,25 26 260 19 29 290 21
4T 12 1,25 47 480 35 53 540 39
14 1,5 74 760 55 84 850 61
3 16 1,5 115 1.150 83 – – –

6 1 6,5 65 56 Ibf.pol. 7,5 75 65 Ibf.pol.


8 1,25 15,5 160 12 17,5 175 13
10 1,25 32 330 24 36 360 26
5T 12 1,25 59 600 43 65 670 48
14 1,5 91 930 67 100 1.050 76
16 1,5 140 1.400 101 – – –

6 1 8 80 69 Ibf.pol. 9 90 78 Ibf.pol.
8 1,25 19 195 14 21 210 15
10 1,25 39 400 29 44 440 32
6T 12 1,25 71 730 53 80 810 59
14 1,5 110 1.100 80 125 1.250 90
16 1,5 170 1.750 127 – – –

6 1 10,5 110 8 12 120 9


8 1,25 25 260 19 28 290 21
10 1,25 52 530 38 58 590 43
7T 12 1,25 95 970 70 105 1.050 76
14 1,5 145 1.500 108 165 1.700 123
16 1,5 230 2.300 166 – – –

8 1,25 29 300 22 33 330 24


8T 10 1,25 61 620 45 68 690 50
12 1,25 110 1.100 80 120 1.250 90

8 1,25 34 340 25 37 380 27


9T 10 1,25 70 710 51 78 790 57
12 1,25 125 1.300 94 140 1.450 105

8 1,25 38 390 28 42 430 31


10T 10 1,25 78 800 58 88 890 64
12 1,25 140 1.450 105 155 1.600 116

8 1,25 42 430 31 47 480 35


11T 10 1,25 87 890 64 97 990 72
12 1,25 155 1.600 116 175 1.800 130
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Parafusos-padrão 03-3

COMO DETERMINAR A RESISTÊNCIA DE UMA PORCA


Tipo da porca
Porca sextavada padrão antigo Classe
Porca sextavada padrão atual
Porca forjada a frio Porca processada por corte

4N

Sem marca
3

5N (4T)

Sem marca (c/ Arruela) Sem marca (c/ Arruela) Sem marca

6N

7N (5T)

8N

10N (7T)
Sem marca

11N

12N

B06432
*: Porca com 1 ou mais marcas em um dos lados.
RECOMENDAÇÃO:
Use a porca com o mesmo número de classificação de resistência de uma porca ou maior do que o número
de classificação de resistência de um parafuso ao instalar os componentes com parafuso e porca.
Exemplo: Parafuso = 4T
Porca = 4N ou maior
03-4 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Controle do Motor

SISTEMA DE CONTROLE DO MOTOR


INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Sensor de posição do pedal do acelerador
Tensão (ACCEL POS) Pedal do acelerador liberado 0,3 – 0,9 V
Pedal do acelerador pressionado 3,2 – 4,8 V
Tensão (ACCEL POS#2) Pedal do acelerador liberado 1,8 – 2,7 V
Pedal do acelerador pressionado 4,5 – 5,5 V
Borboleta de aceleração
3
Resistência 2 – 1, 3 18,2 – 21 Ω a 20°C (68°F)
5 – 4, 6 18,2 – 21 Ω a 20°C (68°F)
Condição especificada Borboleta de aceleração totalmente aberta Continuidade
Borboleta de aceleração totalmente fechada Sem continuidade
Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
Resistência a 20°C (68°F) 2,21 – 2,69 kΩ
a 80°C (176°F) 0,287 – 0,349 kΩ
Sensor de temperatura do ar de admissão do turbo
Resistência a 20°C (68°F) 2,21 – 2,65 Ω
Sensor de posição da árvore de manivelas
Resistência a 20°C (68°F) 22 – 28 Ω
Relé da ECU de controle eletrônico diesel
Condição especificada 1–2 Continuidade
3–5 Sem continuidade
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Controle do Motor 03-5

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto da borboleta de aceleração x Coletor de admissão 20 200 15
ECM x Carroçaria 13 133 10
Conjunto da haste do pedal do acelerador x Carroçaria 5,0 51 44 lbf.pol.

3
03-6 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Combustível

SISTEMA DE COMBUSTÍVEL
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Bomba injetora ou alimentadora
Sensor de rotação do motor Resistência 205 – 255 Ω a 20°C (68°F)
Válvula de controle de retorno Resistência 1 – 2 Ω a 20°C (68°F)
Válvula de controle de avanço Resistência 10 – 14 Ω a 20°C (68°F)
Interruptor de advertência do nível de combustível
Condição especificada Extremidade superior da bóia Continuidade
3
Extremidade inferior da bóia Sem continuidade
Sensor de temperatura do combustível
Resistência a 20°C (68°F) 2,21 – 2,69 kΩ
a 80°C (176°F) 0,287 – 0,349 kΩ
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Combustível 03-7

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto de fixador do bico injetor e bico injetor x Cabeçote 54 540 40
Conjunto do tubo de retorno dos bicos injetores x Conjunto de fixador do bico 30 306 22
injetor e bico injetor
Conjunto dos tubos de injeção x Conjunto de fixador do bico injetor e bico injetor 15 150 11
Presilha dos tubos x Cabeçote 6 65 53 lbf.pol.
Conjunto da bomba injetora ou alimentadora x Carcaça da polia 21 210 15
de sincronização
Suporte da bomba injetora x Bloco do motor Parafuso A 21 210 15
3
Parafuso B 21 210 15
Parafuso C 32 330 24
Conjunto da bomba injetora ou alimentadora x Porca da polia de acionamento 64 650 47
Flange da polia de sincronização da árvore de comando x Polia de sincronização 13 130 9
da árvore de comando
Reservatório de óleo da bomba de palhetas x Cabeçote 18 184 13
Conjunto do filtro de combustível x Carroçaria 18 184 13
Bujão do tanque de combustível x Tanque de combustível Tanque secundário 6,5 66 57
Transmissor do medidor de combustível x Tanque de combustível 1,5 15 13
Tanque secundário
Tubo do cânister do tanque de combustível x Tanque de combustível 1,5 15 13
Tanque secundário
Tubo de respiro do tanque de combustível x Tanque de combustível 3,5 36 31
Tanque secundário
Tubo de abastecimento do tanque de combustível x Tanque de combustível 3,0 31 27
Tanque secundário
Tanque de combustível x Carroçaria 40 408 30
Subconjunto do protetor do tanque de combustível nº 1 x Carroçaria 20 204 15
Subconjunto do protetor do tanque de combustível nº 2 x Carroçaria 20 204 15
Tanque secundário
03-8 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Controle de Emissões

SISTEMA DE CONTROLE DE EMISSÕES


INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Sensor de abertura da válvula EGR
Resistência 1–2 5,0 kΩ a 20°C (68°F)
3 – 2 Totalmente aberta 4,2 kΩ a 20°C (68°F)
3 – 2 Totalmente fechada 1,3 kΩ a 20°C (68°F)
E-VRV
Resistência a 20°C (68°F) 11 – 13 Ω
3
Válvula comutadora de vácuo
Resistência a 20°C (68°F) 37 – 44 Ω
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Controle de Emissões 03-9

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Válvula de controle eletrônico de EGR x Cabeçote 20 200 14
Subconjunto do tubo da EGR x Cabeçote Parafuso e porca 19 195 14
Subconjunto do tubo da EGR x Válvula de controle eletrônico de EGR 120 1.200 84
Porca de união

3
03-10 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Admissão

SISTEMA DE ADMISSÃO
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Turbocompressor
Pressão-padrão Rotação máxima (aprox. 4.600 rpm) 51 – 67 kPa (0,52 – 0,68 kgf/cm2,
7,4 – 9,7 psi)
Sensor de pressão do turbo
Tensão VC – E2 4,5 – 5,5 V
Queda de tensão 13,3 kPa (100 mmHg, 3,94 pol.Hg) 0,3 – 0,5 V
3 26,7 kPa (200 mmHg, 7,87 pol.Hg) 0,6 – 0,8 V
40,0 kPa (300 mmHg, 11,81 pol.Hg) 0,95 – 1,15 V
Aumento de tensão 19,6 kPa (0,20 kgf/cm2, 2,84 psi) 0,4 – 0,7 V
39,2 kPa (0,40 kgf/cm2, 5,69 psi) 0,9 – 1,2 V
58,8 kPa (0,60 kgf/cm2, 8,53 psi) 1,5 – 1,8 V
2
78,5 kPa (0,80 kgf/cm , 11,4 psi) 2,0 – 2,3 V
98,0 kPa (1,00 kgf/cm2, 14,2 psi) 2,5 – 2,8 V
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Admissão 03-11

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Cotovelo de entrada do compressor x Subconjunto do turbocompressor 19 195 14
Subconjunto do turbocompressor x Coletor de escapamento 52 530 38
Tubo de entrada de óleo do turbo x Subconjunto do turbocompressor 19 195 14
Coletor de escapamento x Cabeçote 52 530 38
Tubo de entrada de óleo do turbo x Bloco do motor Parafuso de união 26 260 19
Parafuso 12 125 9
Suporte do turbocompressor 24 245 18
Cotovelo de saída da turbina x Subconjunto do turbocompressor 39 390 28
Subconjunto do tubo do líquido de arrefecimento do turbo nº 1 x
Subconjunto do turbocompressor Porca 12 120 9
Parafuso 8 80 69 lbf.pol.
Isolador térmico do coletor de escapamento nº 1 x Coletor de escapamento 6 65 56 lbf.pol.
Isolador do turbo nº 1 x Coletor de escapamento 6 65 56 lbf.pol.
Conjunto do intercooler x Cabeçote 12 122 9
Duto de admissão de ar x Conjunto do intercooler 10 100 7
Protetor do intercooler x Conjunto do intercooler 8 82 71 lbf.pol.
Sensor de pressão do turbo x Conjunto do intercooler 8 82 71 lbf.pol.
Suporte do filtro de gás x Conjunto do intercooler 8 82 71 lbf.pol.
03-12 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Parte Mecânica do Motor

PARTE MECÂNICA DO MOTOR


INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Deflexão da correia de acionamento nova Força de pressionamento:
98 N (10 kgf, 22 lbf)
Para compressor do resfriador 6 – 8 mm (0,24 – 0,31 pol.)
Para ventilador e alternador 6 – 8 mm (0,24 – 0,31 pol.)
Deflexão da correia de acionamento usada Força de pressionamento:
98 N (10 kgf, 22 lbf)
Para compressor do resfriador 8 – 12 mm (0,31 – 0,47 pol.)
Para ventilador e alternador 8 – 12 mm (0,31 – 0,47 pol.)
Tensão da correia de acionamento nova
Para compressor do resfriador 440 – 540 N (45 – 55 kgf)
Para ventilador e alternador 400 – 600 N (41 – 61 kgf)
Tensão da correia de acionamento usada
Para compressor do resfriador 190 – 345 N (20 – 35 kgf)
Para ventilador e alternador 300 – 500 N (31 – 51 kgf)
Rotação de marcha lenta 650 – 750 rpm
Rotação máxima 4.450 – 4.750 rpm
Pressão de compressão 3.040 kPa (31,0 kgf/cm2, 441 psi)
ou mais
Pressão mínima 1.961 kPa (20,0 kgf/cm2, 284 psi)
Diferença entre cada cilindro 490 kPa (5,0 kgf/cm2, 71 psi)
ou menos
Folga da válvula (fria) Admissão 0,20 – 0,30 mm (0,008 – 0,012 pol.)
Escapamento 0,25 – 0,35 mm (0,010 – 0,014 pol.)
Parafuso de fixação do cabeçote
Diâmetro externo Padrão 13,500 – 14,000 mm
(0,5315 – 0,5512 pol.)
Mínimo 12,60 mm (0,4961 pol.)
Junta do cabeçote
Saliência do pistão em relação ao bloco do motor 0,08 – 0,33 mm (0,0031 – 0,0130 pol.)
Espessura da nova junta do cabeçote instalada Número de orifícios 1 0,80 – 0,90 mm (0,0315 – 0,0354 pol.)
3 0,90 – 1,00 mm (0,0354 – 0,0394 pol.)
5 1,00 – 1,10 mm (0,0394 – 0,0433 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Parte Mecânica do Motor 03-13

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto do alternador Parafuso A 62 632 46
Parafuso B 21 210 15
Porca de ajuste da polia do compressor do resfriador 39 400 29
Subconjunto da cobertura inferior do motor nº 1 x Carroçaria 29 300 21
Suporte da bomba injetora x Bloco do motor Parafuso A 21 210 15
Parafuso B 21 210 15
Parafuso C 32 330 24
Conjunto das velas de pré-aquecimento x Cabeçote 13 130 10
Subconjunto da tampa do cabeçote x Cabeçote 9 92 80 lbf.pol.
Suporte do motor nº 1 x Cabeçote 41 420 30
Suporte do motor nº 2 x Cabeçote 20 200 14
Placa da extremidade traseira 8 82 71 lbf.pol.
Sensor do nível de óleo do motor x Subconjunto do cárter nº 2 8 82 71 lbf.pol.
Subconjunto da tampa do cárter nº 1 x Subconjunto do cárter nº 2 9 92 80 lbf.pol.
Coxim dianteiro do motor nº 1, LE x Bloco do motor 68 693 50
Coxim dianteiro do motor nº 1, LD x Bloco do motor 68 693 50
Suporte de apoio do intercooler nº 2 x Cabeçote 18 185 13
Suporte de apoio do intercooler x Cabeçote 18 185 13
Suporte do alternador nº 1 x Bloco do motor 21 210 15
Barra de ajuste da correia do ventilador x Alternador 21 210 15
Guia da vareta medidora do nível de óleo x Entrada de água 8 82 71 lbf.pol.
Subconjunto do tubo de derivação do líquido de arrefecimento x Cabeçote 8 82 71 lbf.pol.
Tubo de respiro x Bloco do motor 13 133 10
Subconjunto do tubo de derivação do líquido de arrefecimento nº 2 x Cabeçote 8 82 71 lbf.pol.
Sensor de posição da árvore de manivelas x Bloco do motor 5 51 44 lbf.pol.
Conjunto do transmissor do medidor de temperatura do líquido 20 204 15
de arrefecimento x Bloco do motor
Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento do motor diesel x 20 204 15
Bloco do motor
Saída de água x Cabeçote 13 130 9
Coletor de admissão x Cabeçote 29 296 21
Parafuso de fixação da polia da árvore de manivelas 365 3.725 125
Conjunto da bomba de vácuo x Conjunto da carcaça da engrenagem 21 210 15
de sincronização
Polia de sincronização da árvore de comando x Conjunto da carcaça da 13 130 9
engrenagem de sincronização
Conjunto da bomba de palhetas x Bloco do motor 39 398 29
Reservatório de óleo da bomba de palhetas x Cabeçote 18 184 13
Compressor e embreagem magnética x Cabeçote 25 250 18
Conjunto do acoplamento viscoso x Conjunto da bomba d’água 18 184 13
Protetor do ventilador x Conjunto do radiador 5 51 44 lbf.pol.
Subconjunto do capô x Carroçaria Parafuso 13 130 8
Porca 18 180 13
Conjunto traseiro da cobertura inferior do motor x Carroçaria 29 300 21
Subconjunto da polia intermediária da correia de sincronização x Bloco do motor 35 350 25
Conjunto do tensionador da correia de sincronização nº 1 x Bloco do motor 13 133 9
Subconjunto da cobertura da correia de sincronização x Suporte do 6 61 53 lbf.pol.
retentor de óleo
03-14 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Parte Mecânica do Motor

Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé


Conjunto da capa do mancal da árvore de comando x Cabeçote 18 185 13
Polia de sincronização da árvore de comando x Árvore de comando 98 1.000 72
Parafuso do cabeçote x Bloco do motor 1º 40 408 30
2º Gire 90° Gire 90° Gire 90°
Suporte de fixação do compressor nº 1 x Cabeçote 25 250 18
Coletor de escapamento x Cabeçote 52 530 38
Tubo de óleo do turbo x Bloco do motor Parafuso de união 26 260 19
Parafuso 12 125 9
Suporte do turbocompressor 24 245 18
Cotovelo de saída da turbina x Subconjunto do turbocompressor 39 390 28
Subconjunto do tubo do líquido de arrefecimento do turbo nº 1 x
Subconjunto do turbocompressor Porca 12 120 9
Parafuso 8 80 69 lbf.pol.
Isolador térmico do coletor de escapamento nº 1 x Coletor de escapamento 6 65 56 lbf.pol.
Isolador do turbo nº 1 x Coletor de escapamento 6 65 56 lbf.pol.
Conjunto dos tubos de injeção x Conjunto de fixador do bico injetor e bico injetor 15 150 11
Conjunto dos tubos de injeção x Conjunto da bomba injetora ou alimentadora 15 150 11
Presilha dos tubos x Cabeçote 6 65 53 lbf.pol.
Subconjunto da placa de acionamento e coroa x Árvore de manivelas 178 1.815 132
Subconjunto do volante do motor x Árvore de manivelas 178 1.815 132
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Escapamento 03-15

SISTEMA DE ESCAPAMENTO
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Tubo de escapamento dianteiro x Coletor de escapamento 62 630 46
Tubo de escapamento dianteiro x Tubo de escapamento central 43 440 32
Tubo de escapamento central x Tubo de escapamento traseiro 48 490 35
03-16 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Arrefecimento

SISTEMA DE ARREFECIMENTO
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Válvula termostática
Temperatura de abertura da válvula 74 – 78 °C (165 – 172 °F)
Abertura da válvula a 90°C (194°F) 10 mm (0,39 pol.) ou mais
Tampa do radiador
Pressão de abertura da válvula de alívio Padrão 93 – 122 kPa (0,95 – 1,25 kgf/cm2, 13,4 – 17,6 psi)
Mínima 78 kPa (0,8 kgf/cm2, 11,4 psi)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Arrefecimento 03-17

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto da bomba d’água x Bloco do motor 13 130 9
Suporte do alternador nº 1 x Bloco do motor 21 210 15
Suporte do retentor de óleo da árvore de comando 10 102 7
Polia de sincronização da árvore de comando x Árvore de comando 98 1.000 72
Subconjunto da tampa do cabeçote x Cabeçote 9 92 80 lbf.pol.
Entrada de água x Bloco do motor 13 133 10
Guia da vareta medidora do nível de óleo x Entrada de água 8 82 71 lbf.pol.
Presilha do chicote elétrico x Entrada de água 12 130 9
Presilha do tubo do radiador de óleo nº 3 x Entrada de água 12 130 9
Subconjunto da cobertura inferior do motor nº 1 x Carroçaria 29 300 21
Radiador x Suporte do radiador 18 184 13
Protetor do ventilador x Radiador 5,0 51 44 lbf.pol.
03-18 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Lubrificação

LUBRIFICAÇÃO
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Pressão do óleo
em marcha lenta 29 kPa (0,3 kgf/cm2, 4,3 psi) ou mais
a 3.000 rpm 245 kPa (2,5 kgf/cm2, 36 psi) ou mais
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Lubrificação 03-19

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Bujão de drenagem de óleo 34 350 25
Radiador de óleo x Subconjunto da tampa do radiador de óleo 16 160 12
Subconjunto da tampa do radiador de óleo x Bloco do motor 13 130 9
Mangueira de vácuo x Bloco do motor
Conjunto da carcaça da engrenagem de sincronização x Bloco do motor Parafuso 13 130 9
Parafuso de união 16 160 12
Subconjunto do cárter x Bloco do motor 14,5 148 11
Subconjunto do filtro de tela x Subconjunto do cárter 8 82 71 lbf.pol.
Subconjunto do cárter nº 2 x Subconjunto do cárter 9 92 80 lbf.pol.
Bujão-guia roscado nº 1 x Conjunto da carcaça da engrenagem de sincronização 44 449 33
Subconjunto da tampa do cárter nº 1 x Subconjunto do cárter nº 2 9 92 80 lbf.pol.
Placa da extremidade traseira 8 82 71 lbf.pol.
Porca de fixação da engrenagem da bomba injetora 64 650 47
Engrenagem intermediária nº 1 x Bloco do motor 50 510 37
Carcaça da engrenagem de sincronização x Conjunto da carcaça da 13 133 10
engrenagem de sincronização
Barra de ajuste da correia do ventilador x Alternador 21 210 15
Parafuso de fixação da polia da árvore de manivelas 365 3.725 125
Conjunto da bomba de vácuo x Conjunto da carcaça da engrenagem 21 210 15
de sincronização
Reservatório de óleo da bomba de palhetas x Cabeçote 18 184 13
Suporte do retentor de óleo da árvore de comando 10 102 7
Polia de sincronização da árvore de comando x Árvore de comando 98 1.000 72
Subconjunto da tampa do cabeçote x Cabeçote 9 92 80 lbf.pol.
03-20 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistemas de Partida e Carga

SISTEMAS DE PARTIDA E CARGA


INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Motor de partida (tipo 2,2 kW)
Tensão e saída nominal 12 V 2,2 kW
Características sem carga Corrente 120 A ou menos a 11,5 V
Motor de partida (tipo 2,7 kW)
Tensão e saída nominal 12 V 2,7 kW
Características sem carga Corrente 180 A ou menos a 11,5 V
Relé do motor de partida
Condição especificada 1–2 Continuidade
3–5 Sem continuidade
Bateria
Exceto bateria livre de manutenção Densidade específica padrão 1,25 – 1,29 a 20°C (68°F)
Tensão a 20°C (68°F) 12,5 – 12,9 V
Regulador de tensão Tensão regulada 13,2 – 14,8 V
Corrente-padrão 10 A ou menos
Velas de pré-aquecimento
Resistência a 20°C (68°F) Aprox. 0,72 Ω
Relé das velas de pré-aquecimento
Condição especificada 1–2 Continuidade
3–4 Sem continuidade
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistemas de Partida e Carga 03-21

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto das velas de pré-aquecimento x Cabeçote 13 130 10
Conjunto do motor de partida x Transmissão 68 694 49
Cabo do motor de partida x Conjunto do motor de partida 8,8 90 78 lbf.pol.
Conjunto traseiro da cobertura inferior do motor x Carroçaria 29 300 21
Conjunto do alternador Parafuso A 62 632 46
Parafuso B 21 210 15
Cabo do alternador x Conjunto do alternador 9,8 100 72 lbf.pol.
Cabo da bobina de campo x Terminal C tipo 2,2 kW 5,9 60 52 lbf.pol.
tipo 2,7 kW 24 245 18
tipo 3,0 kW 24 245 18
03-22 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Suspensão Dianteira

SUSPENSÃO DIANTEIRA
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Alinhamento das • Altura do veículo
rodas dianteiras KZJ120L-GKMGT 5 passageiros Dianteira A–B: 79,7 mm (3,14 pol.)
Traseira C–D : 54,8 mm (2,16 pol.)
8 passageiros Dianteira A–B: 79,2 mm (3,12 pol.)
Traseira C–D: 59,1 mm (2,33 pol.)
KZJ120L-GKPGT 5 passageiros Dianteira A–B: 81,1 mm (3,19 pol.)
Traseira C–D: 55,1 mm (2,17 pol.)
8 passageiros Dianteira A–B: 80,6 mm (3,17 pol.)
Traseira C–D: 59,5 mm (2,34 pol.)
• Convergência (total)
0°10’ ± 0°10’ (0,16° ± 0,16°)
2 ± 2 mm (0,08 ± 0,08 pol.)
Diferença de comprimento da extremidade da cremalheira 1,0 mm (0.04 pol.) ou menor
• Ângulo de esterçamento
Lado interno da roda 36°20’ (34°20’ – 37°20’)
36,33° (34,33° – 37,33°)
Lado externo da roda: Referência 33°14’
33,23°
• Cambagem
–0°19’ ± 45’ (–0,32° ± 0,75°)
Erro à esquerda e à direita 45’ (0,75°) ou menor
• Cáster
2°40’ ± 45’ (2,67° ± 0,75°)
Erro à esquerda e à direita 45’ (0,75°) ou menor
• Inclinação do eixo de direção
12°11’ ± 45’ (12,18° ± 0,75°)
Erro à esquerda e à direita 45’ (0,75°) ou menor
Suspensão Torque de giro da junta esférica do braço superior 4,5 N.m (46 kgf.cm, 40 lbf.pol.) ou menor
dianteira Torque de giro da junta esférica do braço inferior 3,0 N.m (31 kgf.cm, 27 lbf.pol.) ou menor
Torque de giro da junta esférica do liame da barra 2,0 N.m (20 kgf.cm, 18 lbf.pol.) ou menor
estabilizadora
A: Altura do chão ao centro da roda dianteira
B: Altura do chão ao centro do parafuso de fixação nº 2 do braço inferior da suspensão
C: Altura do chão ao centro da roda traseira
D: Altura do chão ao centro do parafuso de fixação do tirante da suspensão
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Suspensão Dianteira 03-23

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Contraporca do terminal de direção 88 897 65
Haste do amortecedor dianteiro x Subconjunto do suporte da suspensão 25 260 18
Amortecedor (parte superior) x Carroçaria 64 650 47
Suporte do amortecedor (traseiro) x Carroçaria 29 300 21
Liame da barra estabilizadora x Manga da direção 70 710 52
Porca do cubo 112 1.140 83
Amortecedor x Braço inferior 135 1.380 100
Braço superior x Braço da manga da direção 110 1.120 81
Sensor de controle de patinagem x Braço superior 13 127 9
Braço superior x Carroçaria 115 1.170 85
Braço inferior x Travessa da suspensão 135 1.380 100
Fixador da junta esférica inferior x Braço da manga da direção 225 2.290 166
Suporte da barra estabilizadora x Carroçaria 40 410 30
03-24 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Suspensão Traseira

SUSPENSÃO TRASEIRA
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Torque de giro da junta esférica do liame da barra estabilizadora 0,05 – 2,0 N.m (0,5 – 20 kgf.cm, 0,4 – 17,7 lbf.pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Suspensão Traseira 03-25

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Amortecedor x Carroçaria 40 408 30
Porca do cubo 112 1.137 82
Amortecedor x Alojamento do eixo traseiro 98 1.000 72
Tubo de freio x Mangueira de freio 15 155 11
Braço de controle superior x Alojamento do eixo traseiro 80 816 59
Braço de controle superior x Chassi 80 816 59
Braço de controle inferior x Alojamento do eixo traseiro 130 1.326 96
Braço de controle inferior x Chassi 130 1.326 96
Braço de controle inferior x Cabo do freio de estacionamento 13 127 9
Haste de controle lateral x Alojamento do eixo traseiro 130 1.326 96
Haste de controle lateral x Chassi 130 1.326 96
Barra estabilizadora x Liame da barra estabilizadora 70 714 52
Barra estabilizadora x Alojamento do eixo traseiro 30 306 22
Liame da barra estabilizadora x Chassi 15 153 11
03-26 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Pneus e Rodas

PNEUS E RODAS
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Pressão do Tamanho do pneu:
pneu a frio 265/65R17 112S Dianteiro, traseiro: 200 kPa (2,0 kgf/cm2, 29 psi)
Excentricidade do pneu 3,0 mm (0,118 pol.) ou menor
Desbalanceamento após o ajuste 7 g (0,015 lb) ou menor
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Diferencial 03-27

DIFERENCIAL
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Diferencial Excentricidade vertical do flange dianteiro Máx. 0,10 mm (0,0039 pol.)
dianteiro Excentricidade lateral do flange dianteiro Máx. 0,10 mm (0,0039 pol.)
Pré-carga do pinhão motriz (inicial) Rolamento novo 0,98 – 1,57 N.m (10 – 16 kgf.cm,
8,7 – 13,9 lbf.pol.)
Rolamento reutilizado 0,49 – 0,78 N.m (5 – 8 kgf.cm,
4,3 – 6,9 lbf.pol.)
Pré-carga total (inicial) Pré-carga do pinhão motriz mais
0,25 – 0,45 N.m (3 – 5 kgf.cm,
2,2 – 4,0 lbf.pol.)
Folga entre as engrenagens da coroa e pinhão motriz 0,13 – 0,18 mm (0,0051 – 0,0071 pol.)
Folga entre as engrenagens planetárias 0 – 0,15 mm (0 – 0,0059 pol.)
Profundidade de instalação do retentor de óleo do suporte 4,35 ± 0,45 mm (0,171 ± 0,018 pol.)
do diferencial
Profundidade de instalação do retentor de óleo lateral 0 ± 0,30 mm (0 ± 0,0118 pol.)
Profundidade de instalação do retentor de óleo 5,3 ± 0,5 mm (0,209 ± 0,020 pol.)
do tubo lateral
Espessura do calço de encosto da engrenagem planetária 1,48 – 1,52 mm (0,0583 – 0,0598 pol.)
1,53 – 1,57 mm (0,0602 – 0,0618 pol.)
1,58 – 1,62 mm (0,0622 – 0,0638 pol.)
1,63 – 1,67 mm (0,0642 – 0,0657 pol.)
1,68 – 1,72 mm (0,0661 – 0,0677 pol.)
1,73 – 1,77 mm (0,0681 – 0,0697 pol.)
1,78 – 1,82 mm (0,0701 – 0,0717 pol.)
1,83 – 1,87 mm (0,0720 – 0,0736 pol.)
1,88 – 1,92 mm (0,0740 – 0,0756 pol.)
Espessura do calço de ajuste do rolamento lateral 1,59 – 1,61 mm (0,0626 – 0,0634 pol.)
1,62 – 1,64 mm (0,0638 – 0,0646 pol.)
1,65 – 1,67 mm (0,0650 – 0,0657 pol.)
1,68 – 1,70 mm (0,0661 – 0,0669 pol.)
1,71 – 1,73 mm (0,0673 – 0,0681 pol.)
1,74 – 1,76 mm (0,0685 – 0,0693 pol.)
1,77 – 1,79 mm (0,0697 – 0,0705 pol.)
1,80 – 1,82 mm (0,0709 – 0,0717 pol.)
1,83 – 1,85 mm (0,0720 – 0,0728 pol.)
1,86 – 1,88 mm (0,0732 – 0,0740 pol.)
1,89 – 1,91 mm (0,0744 – 0,0752 pol.)
1,92 – 1,94 mm (0,0756 – 0,0764 pol.)
1,95 – 1,97 mm (0,0768 – 0,0776 pol.)
1,98 – 2,00 mm (0,0780 – 0,0787 pol.)
2,01 – 2,03 mm (0,0791 – 0,0800 pol.)
2,04 – 2,06 mm (0,0803 – 0,0811 pol.)
2,07 – 2,09 mm (0,0815 – 0,0823 pol.)
2,10 – 2,12 mm (0,0827 – 0,0835 pol.)
2,13 – 2,15 mm (0,0839 – 0,0846 pol.)
2,16 – 2,18 mm (0,0850 – 0,0858 pol.)
2,19 – 2,21 mm (0,0862 – 0,0870 pol.)
2,22 – 2,24 mm (0,0874 – 0,0882 pol.)
2,25 – 2,27 mm (0,0886 – 0,0894 pol.)
2,28 – 2,30 mm (0,0898 – 0,0906 pol.)
2,31 – 2,33 mm (0,0909 – 0,0917 pol.)
2,34 – 2,36 mm (0,0921 – 0,0929 pol.)
2,37 – 2,39 mm (0,0933 – 0,0941 pol.)
2,40 – 2,42 mm (0,0945 – 0,0953 pol.)
2,43 – 2,45 mm (0,0957 – 0,0965 pol.)
2,46 – 2,48 mm (0,0969 – 0,0976 pol.)
03-28 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Diferencial

Diferencial Espessura do calço de ajuste do rolamento do pinhão motriz 1,69 – 1,71 mm (0,0665 – 0,0673 pol.)
dianteiro 1,72 – 1,74 mm (0,0677 – 0,0685 pol.)
(cont.)
1,75 – 1,77 mm (0,0689 – 0,0697 pol.)
1,78 – 1,80 mm (0,0701 – 0,0709 pol.)
1,81 – 1,83 mm (0,0713 – 0,0720 pol.)
1,84 – 1,86 mm (0,0724 – 0,0732 pol.)
1,87 – 1,89 mm (0,0736 – 0,0744 pol.)
1,90 – 1,92 mm (0,0748 – 0,0756 pol.)
1,93 – 1,95 mm (0,0760 – 0,0768 pol.)
1,96 – 1,98 mm (0,0772 – 0,0780 pol.)
1,99 – 2,01 mm (0,0783 – 0,0791 pol.)
2,02 – 2,04 mm (0,0795 – 0,0803 pol.)
2,05 – 2,07 mm (0,0807 – 0,0815 pol.)
2,08 – 2,10 mm (0,0819 – 0,0827 pol.)
2,11 – 2,13 mm (0,0831 – 0,0839 pol.)
2,14 – 2,16 mm (0,0843 – 0,0850 pol.)
2,17 – 2,19 mm (0,0854 – 0,0862 pol.)
2,20 – 2,22 mm (0,0866 – 0,0874 pol.)
2,23 – 2,25 mm (0,0878 – 0,0886 pol.)
2,26 – 2,28 mm (0,0890 – 0,0898 pol.)
2,29 – 2,31 mm (0,0902 – 0,0909 pol.)
2,32 – 2,34 mm (0,0913 – 0,0921 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Diferencial 03-29

Diferencial Excentricidade vertical do flange dianteiro Máx. 0,10 mm (0,0039 pol.)


traseiro Excentricidade lateral do flange dianteiro Máx. 0,10 mm (0,0039 pol.)
Pré-carga do pinhão motriz (inicial) Rolamento novo 1,05 – 1,64 N.m
(10,7 – 16,7 kgf.cm, 9,3 – 14,5 lbf.pol.)
Rolamento reutilizado 0,56 – 0,85 N.m
(5,7 – 8,7 kgf.cm, 5,0 – 7,5 lbf.pol.)
Pré-carga total (inicial) Pré-carga do pinhão motriz mais
0,39 – 0,59 N.m
(4,0 – 6,0 kgf.cm, 3,5 – 5,2 lbf.pol.)
Excentricidade da coroa Máx. 0,07 mm (0,0028 pol.)
Folga entre as engrenagens da coroa 0,13 – 0,18 mm (0,0051 – 0,0071 pol.)
Folga entre as engrenagens planetárias 0,05 – 0,20 mm (0,002 – 0,0079 pol.)
Excentricidade da caixa do diferencial Máx. 0,07 mm (0,0028 pol.)
Profundidade de instalação do retentor de óleo dianteiro 1,0 ± 0,45 mm (0,039 ± 0,018 pol.)
do diferencial traseiro
Espessura do calço de encosto da engrenagem planetária 0,9 mm (0,035 pol.)
1,0 mm (0,039 pol.)
1,1 mm (0,043 pol.)
1,2 mm (0,047 pol.)
1,3 mm (0,051 pol.)
Espessura do calço de ajuste do padrão de contato entre 1,70 mm (0,0669 pol.)
os dentes 1,73 mm (0,0681 pol.)
1,76 mm (0,0693 pol.)
1,79 mm (0,0705 pol.)
1,82 mm (0,0717 pol.)
1,85 mm (0,0728 pol.)
1,88 mm (0,0740 pol.)
1,91 mm (0,0752 pol.)
1,94 mm (0,0764 pol.)
1,97 mm (0,0776 pol.)
2,00 mm (0,0787 pol.)
2,03 mm (0,0799 pol.)
2,06 mm (0,0811 pol.)
2,09 mm (0,0823 pol.)
2,12 mm (0,0835 pol.)
2,15 mm (0,0846 pol.)
2,18 mm (0,0858 pol.)
2,21 mm (0,0870 pol.)
2,24 mm (0,0882 pol.)
2,27 mm (0,0894 pol.)
2,30 mm (0,0906 pol.)
2,33 mm (0,0917 pol.)
03-30 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Diferencial

Diferencial Excentricidade vertical do flange dianteiro Máx. 0,10 mm (0,0039 pol.)


traseiro (c/ LSD) Excentricidade lateral do flange dianteiro Máx. 0,10 mm (0,0039 pol.)
Pré-carga do pinhão motriz (inicial) Rolamento novo 1,05 – 1,64 N.m
(10,7 – 16,7 kgf.cm, 9,3 – 14,5 lbf.pol.)
Rolamento reutilizado 0,56 – 0,85 N.m
(5,7 – 8,7 kgf.cm, 5,0 – 7,5 lbf.pol.)
Pré-carga total (inicial) Pré-carga do pinhão motriz mais
0,39 – 0,59 N.m
(4,0 – 6,0 kgf.cm, 3,5 – 5,2 lbf.pol.)
Excentricidade da coroa Máx. 0,07 mm (0,0028 pol.)
Folga entre as engrenagens da coroa 0,13 – 0,18 mm (0,0051 – 0,0071 pol.)
Folga entre as engrenagens planetárias 0,05 – 0,20 mm (0,002 – 0,0079 pol.)
Excentricidade da caixa do diferencial Máx. 0,07 mm (0,0028 pol.)
Espessura do calço de encosto da engrenagem 1,77 – 1,86 mm (0,0697 – 0,0732 pol.)
planetária (Referência)
Espessura da placa de embreagem (Referência) 1,57 – 1,63 mm (0,0618 – 0,0640 pol.)
Comprimento livre da mola de compressão (Referência) 27,11 mm (1,067 pol.)
Profundidade de instalação do retentor de óleo do suporte 1,0 ± 0,45 mm (0,039 ± 0,018 pol.)
do diferencial traseiro
Espessura do calço de ajuste 0,15 mm (0,0059 pol.)
0,20 mm (0,0059 pol.)
0,25 mm (0,0098 pol.)
0,30 mm (0,0118 pol.)
0,35 mm (0,0138 pol.)
Espessura do calço de ajuste do padrão de contato entre 1,70 mm (0,0669 pol.)
os dentes 1,73 mm (0,0681 pol.)
1,76 mm (0,0693 pol.)
1,79 mm (0,0705 pol.)
1,82 mm (0,0717 pol.)
1,85 mm (0,0728 pol.)
1,88 mm (0,0740 pol.)
1,91 mm (0,0752 pol.)
1,94 mm (0,0764 pol.)
1,97 mm (0,0776 pol.)
2,00 mm (0,0787 pol.)
2,03 mm (0,0799 pol.)
2,06 mm (0,0811 pol.)
2,09 mm (0,0823 pol.)
2,12 mm (0,0835 pol.)
2,15 mm (0,0846 pol.)
2,18 mm (0,0858 pol.)
2,21 mm (0,0870 pol.)
2,24 mm (0,0882 pol.)
2,27 mm (0,0894 pol.)
2,30 mm (0,0906 pol.)
2,33 mm (0,0917 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Diferencial 03-31

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Diferencial dianteiro
Flange dianteiro x Pinhão motriz Consulte a página 29-13.
Suporte nº 2 do diferencial x Tubo do diferencial 145 1.480 107
Suporte nº 1 do diferencial x Suporte do diferencial 186 1.900 137
Suporte nº 3 do diferencial x Suporte do diferencial 108 1.100 80
Suporte nº 3 do diferencial x Travessa dianteira 87 889 64
Suporte da mangueira de respiro x Suporte do diferencial 13 133 10
Bujão de abastecimento 65 660 48
Bujão de drenagem 65 660 48
Tubo do diferencial x Suporte do diferencial 110 1.120 81
Retentor do rolamento lateral x Suporte do diferencial 50 510 37
Caixa do diferencial x Coroa 97 985 72
Diferencial traseiro
Flange dianteiro x Pinhão motriz Consulte a página 29-40.
Suporte do diferencial x Alojamento do eixo 20 204 15
Bujão de abastecimento 49 500 36
Bujão de drenagem 49 500 36
Suporte do diferencial (4 satélites)
Caixa do diferencial x Coroa 97 985 71
Capa do rolamento x Suporte do diferencial 85 870 63
Trava da porca de ajuste x Capa do rolamento 13 130 9
Caixa do diferencial, LD x Caixa do diferencial, LE 47 480 35
Suporte do diferencial (c/ LSD)
Caixa do diferencial x Coroa 97 985 71
Capa do rolamento x Suporte do diferencial 85 870 63
Trava da porca de ajuste x Capa do rolamento 13 130 10
Caixa do diferencial, LD x Caixa do diferencial, LE 47 480 35
03-32 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Semi-eixo / Árvore de Transmissão

SEMI-EIXO / ÁRVORE DE TRANSMISSÃO


INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Conjunto da árvore de transmissão dianteira
Excentricidade da árvore de transmissão Máxima: 0,3 mm (0,012 pol.)
Folga axial do rolamento da cruzeta da junta universal Máxima: 0 mm (0 pol.)
Conjunto da árvore de transmissão
Excentricidade da árvore de transmissão Máxima: 0,3 mm (0,012 pol.)
Folga axial do rolamento da cruzeta da junta universal Máxima: 0 mm (0 pol.)
Subconjunto do cubo do eixo dianteiro
Folga do cubo do eixo dianteiro Máxima: 0,05 mm (0,0020 pol.)
Oscilação do cubo do eixo dianteiro Máxima: 0,05 mm (0,0020 pol.)
Semi-eixo traseiro, LE
Folga do semi-eixo traseiro Máxima: 0,05 mm (0,0020 pol.)
Oscilação do semi-eixo traseiro Máxima: 0,05 mm (0,0020 pol.)
Excentricidade do semi-eixo traseiro Máxima: 1,5 mm (0,0591 pol.)
Excentricidade do flange do semi-eixo traseiro Máxima: 0,05 mm (0,0020 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Semi-eixo / Árvore de Transmissão 03-33

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto da árvore de transmissão dianteira
Garfo do flange da árvore de transmissão x Flange dianteiro 88 897 65
Conjunto da árvore de transmissão
Árvore de transmissão x Flange dianteiro 88 897 65
Subconjunto do cubo do eixo dianteiro, LE
Conjunto do cubo do eixo dianteiro x Porca-trava 235 2.396 173
Manga da direção x Terminal de direção 91 928 67
Manga da direção x Liame da barra estabilizadora 70 714 52
Pinça do freio a disco x Manga da direção 123 1.254 91
Pinça do freio a disco x Tubo de freio 15 155 11
Parafuso de fixação do suporte do tubo do freio dianteiro 26 296 21
Parafuso de fixação do suporte do chicote elétrico do sensor de 13 1.254 11
velocidade do ABS
Parafuso de fixação do sensor de velocidade do ABS 8,3 85 73 lbf.pol.
Manga da direção x Junta esférica superior 110 1.122 81
Manga da direção x Junta esférica inferior 225 2.294 166
Manga da direção x Conjunto do rolamento do rotor do eixo dianteiro com ABS 80 816 59
Porca de ajuste da roda dianteira x Conjunto do rolamento do rotor do eixo 275 2.804 203
dianteiro com ABS
Roda dianteira 112 1.142 83
Semi-eixo traseiro
Alojamento do eixo x Semi-eixo traseiro 123 1.254 91
Semi-eixo traseiro c/ espelho x Pinça do freio a disco 47 480 35
Porca de fixação do sensor de velocidade do ABS 8,3 85 73 lbf.pol.
Tubo do freio traseiro x Cilindro mestre 15 155 11
Roda traseira 112 1.142 83
03-34 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Caixa de Transferência

CAIXA DE TRANSFERÊNCIA
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Árvore de saída traseira
Folga de encosto da roda dentada motora STD 0,15 – 0,24 mm (0,0059 – 0,0094 pol.)
Máx. 0,24 mm (0,0094 pol.)
Folga radial da roda dentada motora STD 0,01 – 0,06 mm (0,0004 – 0,0024 pol.)
Máx. 0,06 mm (0,0024 pol.)
Espessura da garra do garfo de mudança de marcha nº 2 10 mm (0,3937 pol.)
Distância da ranhura da luva da embreagem de alta e baixa 10,5 mm (0,4134 pol.)
Folga entre a luva da embreagem de alta e baixa e o garfo
de mudança de marcha nº 2 STD 0,26 – 0,84 mm (0,0102 – 0,0331 pol.)
Máx. 0,84 mm (0,0331 pol.)
Espessura da garra do garfo de travamento do diferencial central 10 mm (0,3937 pol.)
Distância da ranhura da luva da embreagem da tração dianteira 10,5 mm (0,4134 pol.)
Folga entre a luva da embreagem da tração dianteira e o garfo de
travamento do diferencial central STD 0,26 – 0,84 mm (0,0102 – 0,0331 pol.)
Máx. 0,84 mm (0,0331 pol.)
Diâmetro externo da superfície do munhão da árvore de saída traseira
Parte A STD 27,98 – 27,99 mm (1,1016 – 1,1020 pol.)
Mín. 27,98 mm (1,1016 pol.)
Parte B STD 31,98 – 32,00 mm (1,2591 – 1,2598 pol.)
Mín. 31,98 mm (1,2591 pol.)
Parte C STD 34,98 – 35,00 mm (1,3772 – 1,3780 pol.)
Mín. 34,98 mm (1,3772 pol.)
Parte D STD 36,98 – 37,00 mm (1,4559 – 1,4567 pol.)
Mín. 36,98 mm (1,4559 pol.)
Árvore de entrada
Diâmetro externo da superfície do munhão da árvore de entrada Mín. 47,59 mm (1,8736 pol.)
Diâmetro interno da bucha da árvore de entrada Máx. 48,14 mm (1,8953 pol.)
Espessura do anel elástico do limitador da engrenagem de entrada Marca
A 2,10 – 2,15 mm (0,0827 – 0,0846 pol.)
B 2,15 – 2,20 mm (0,0846 – 0,0866 pol.)
C 2,20 – 2,25 mm (0,0866 – 0,0886 pol.)
D 2,25 – 2,30 mm (0,0886 – 0,0906 pol.)
E 2,30 – 2,35 mm (0,0906 – 0,0925 pol.)
F 2,35 – 2,40 mm (0,0925 – 0,0945 pol.)
G 2,40 – 2,45 mm (0,0945 – 0,0965 pol.)
H 2,45 – 2,50 mm (0,0965 – 0,0984 pol.)
J 2,50 – 2,55 mm (0,0984 – 0,1004 pol.)
K 2,55 – 2,60 mm (0,1004 – 0,1024 pol.)
L 2,60 – 2,65 mm (0,1024 – 0,1043 pol.)
M 2,65 – 2,70 mm (0,1043 – 0,1063 pol.)
N 2,70 – 2,75 mm (0,1063 – 0,1083 pol.)
P 2,75 – 2,80 mm (0,1083 – 0,1102 pol.)
Q 2,80 – 2,85 mm (0,1102 – 0,1122 pol.)
R 2,85 – 2,90 mm (0,1122 – 0,1142 pol.)
S 2,90 – 2,95 mm (0,1142 – 0,1161 pol.)
T 2,95 – 3,00 mm (0,1161 – 0,1181 pol.)
U 3,00 – 3,05 mm (0,1181 – 0,1201 pol.)
Engrenagem planetária
Folga de encosto do pinhão STD 0,11 – 0,84 mm (0,0043 – 0,0331 pol.)
Máx. 0,84 mm (0,0331 pol.)
Folga radial do pinhão STD 0,009 – 0,038 mm (0,0004 – 0,0015 pol.)
Máx. 0,038 mm (0,0015 pol.)
Espessura do anel elástico do rolamento da árvore de entrada Marca
1 1,45 – 1,50 mm (0,0571 – 0,0591 pol.)
2 1,50 – 1,55 mm (0,0591 – 0,0610 pol.)
3 1,55 – 1,60 mm (0,0610 – 0,0630 pol.)
4 1,60 – 1,65 mm (0,0630 – 0,0650 pol.)
5 1,65 – 1,70 mm (0,0650 – 0,0669 pol.)
Profundidade de instalação do rolamento da engrenagem planetária da baixa 7,7 – 8,3 mm (0,303 – 0,327 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Caixa de Transferência 03-35

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Protetor inferior da caixa de transferência x Caixa de transferência 18 184 13
Caixa de transferência x Adaptador da caixa de transferência 24 240 17
Subconjunto do retentor do rolamento dianteiro x Caixa dianteira 12 117 8
Subconjunto da tampa da caixa de transferência x Caixa dianteira 18 184 13
Porca-trava do subconjunto do flange dianteiro da árvore de saída 118 1.200 87
Subconjunto traseiro do alojamento da extensão x Caixa traseira 12 122 9
Caixa dianteira x Caixa traseira 28 285 21
Garfo de mudança de marcha nº 2 x Conjunto do atuador de mudança 24 245 18
da caixa de transferência
Subconjunto do garfo de travamento do diferencial central x Conjunto do 24 245 18
atuador de mudança da caixa de transferência
Conjunto do atuador de mudança da caixa de transferência x Caixa traseira 20 204 14
Bujão nº 1 da caixa (bujão de abastecimento) x Caixa traseira 37 377 27
Bujão nº 1 da caixa (bujão de drenagem) x Caixa traseira 37 377 27
Subconjunto do separador de óleo x Caixa traseira 7,5 76 66 lbf.pol.
Subconjunto do corpo da bomba de óleo x Caixa traseira 7,5 76 66 lbf.pol.
Bujão da caixa de transferência x Caixa dianteira 19 190 14
03-36 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Freios

SISTEMA DE FREIOS
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Altura do pedal de freio (a partir do painel corta-fogo) 181,6 – 191,6 mm (7,150 – 7,543 pol.)
Comprimento do adaptador da haste de acionamento 237,0 – 238,0 mm (9,331 – 9,370 pol.)
Folga livre do pedal de freio 1 – 6 mm (0,04 – 0,24 pol.)
Folga do interruptor da luz de freio 0,5 – 2,5 mm (0,020 – 0,098 pol.)
Distância de reserva do pedal a partir do assoalho
a 490 N (50 kgf, 110,2 lbf)
Motor a gasolina Acima de 52 mm (2,05 pol.)
Motor a diesel Acima de 44 mm (1,73 pol.)
Folga da haste de acionamento do servo-freio 0 mm (0 pol.)
Valor-padrão da bomba de vácuo Acima de 650 mmHg (86,7 kPa)
Espessura do revestimento da pastilha do freio dianteiro STD 11,5 mm (0,453 pol.)
Mín. 1,0 mm (0,039 pol.)
Espessura do disco do freio dianteiro STD 28,0 mm (1,102 pol.)
Mín. 26,0 mm (1,024 pol.)
Excentricidade do disco do freio dianteiro Máx. 0,05 mm (0,0020 pol.)
Espessura do revestimento da pastilha do freio traseiro STD 10,0 mm (0,394 pol.)
Mín. 1,0 mm (0,039 pol.)
Espessura do disco do freio traseiro STD 18,0 mm (0,709 pol.)
Mín. 16,0 mm (0,630 pol.)
Excentricidade do disco do freio traseiro Máx. 0,20 mm (0,0079 pol.)
Válvula sensível à carga com mola Pressão do fluido de freio traseiro 4.400 ± 600 kPa
(44,9 ± 6,1 kgf/cm2, 638 ± 87 psi)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Freios 03-37

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Fluido de freio
Bujão de sangria 11 112 8
Conjunto do suporte do pedal de freio
Contraporca da forquilha do servo-freio 25,5 260 19
Subconjunto do pedal de freio x Subconjunto do suporte do pedal de freio 34,3 350 25
Subconjunto do suporte do pedal de freio x Conjunto do servo-freio 14,2 145 10
Subconjunto do suporte do pedal de freio x Reforço do suporte de pedal de freio 34,3 350 25
Conjunto do cilindro mestre do freio
Conjunto do servo-freio x Conjunto do cilindro mestre do freio 12,5 127 9
Porca de união de freio 15,2 155 11
Conjunto do servo-freio
Subconjunto do suporte do pedal de freio x Conjunto do servo-freio 14,2 145 10
Conjunto da bomba de vácuo
Porca-trava da engrenagem da bomba de vácuo 110 1.125 81
Tampa da extremidade da bomba de vácuo x Carcaça da bomba 7,8 80 69 lbf.pol.
Válvula de retenção da bomba de vácuo x Tampa da extremidade 74 750 54
Porca de união da bomba de vácuo 14 140 10
Conjunto da bomba de vácuo x Motor 21 210 15
Freio dianteiro
Pinça do freio a disco dianteiro x Manga da direção 123 1.254 91
Porca de união do freio 15,2 155 11
Freio traseiro
Mangueira flexível x Conjunto da pinça do freio a disco traseiro 31 316 23
Placa de fixação da pinça do freio a disco traseiro x Cubo do eixo 105 1.071 77
Placa de fixação da pinça do freio a disco traseiro x Conjunto da pinça 88 897 65
do freio a disco traseiro
Conjunto da válvula sensível à carga com mola
Conjunto da válvula sensível à carga com mola x Carroçaria 29,4 300 22
Porca de união do freio 15,2 155 11
Conjunto da válvula sensível à carga com mola x Cobertura do conjunto da válvula 12,7 130 9
Conjunto do atuador do freio
Conjunto do atuador do freio x Suporte 5,4 55 48 lbf.pol.
Atuador do freio c/ suporte x Carroçaria 19 194 14
Porca de união do freio 15,2 155 11
Conjunto do filtro de ar x Carroçaria 5,0 51 44 lbf.pol.
Sensor de velocidade dianteiro, LE
Sensor de velocidade dianteiro x Manga da direção 8,3 85 73 lbf.pol.
Sensor de velocidade traseiro, LE
Sensor de velocidade traseiro x Cubo do eixo 8,3 85 73 lbf.pol.
Sensor de desaceleração
Sensor de desaceleração x Carroçaria 13,3 136 10
Sensor de desaceleração
Sensor de taxa de guinada x Carroçaria 13,3 136 10
Conjunto da ECU de controle de patinagem
Conjunto da ECU de controle de patinagem x Carroçaria 5,0 51 44 lbf.pol.
Conjunto do bloco de junção x Reforço 8,4 85 74 lbf.pol.
03-38 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Freio de Estacionamento

FREIO DE ESTACIONAMENTO
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Curso da alavanca do freio de estacionamento a 196 N (20 kgf, 44,1 lbf) 5 – 7 posições
Diâmetro interno do disco do freio traseiro Padrão 210 mm (8,27 pol.)
Máximo 211 mm (8,30 pol.)
Espessura da lona da sapata do freio de estacionamento Padrão 4,0 mm (0,158 pol.)
Máxima 1,0 mm (0,039 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Freio de Estacionamento 03-39

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Porca da roda 112 1.137 82
Contraporca do freio de estacionamento 13 127 9
Alavanca do freio de estacionamento x Carroçaria 13 127 9
Isolador térmico do assoalho x Carroçaria 13 127 9
Conjunto nº 3 do cabo do freio de estacionamento x Chassi 13 127 9
Conjunto nº 3 do cabo do freio de estacionamento x Espelho 8 82 71 lbf.pol.
03-40 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Transmissão Automática

TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Pressão da linha (roda travada)
Motor em marcha lenta
Posição D 323 – 382 kPa (3,3 – 3,9 kgf/cm2,
46,8 – 55,4 psi)
Posição R 500 – 598 kPa (5,1 – 6,1 kgf/cm2,
72,5 – 86,8 psi)
Em stall (borboleta de aceleração totalmente aberta)
Posição D 1.137 – 1.274 kPa (11,6 – 13,0 kgf/cm2,
165 – 184,8 psi)
Posição R 1.499 – 1.833 kPa (15,3 – 18,7 kgf/cm2,
217 – 265,8 psi)
Rotação de stall do motor Posições D e R 2.550 ± 150 rpm
Tempo de retardo Posição N → D Menos de 1,2 s
Posição N → R Menos de 1,5 s
Rotação de marcha lenta
(A/C desligado) Posição N 700 ± 50 rpm
Excentricidade da placa de acionamento Máxima 0,20 mm (0,0079 pol.)
Excentricidade da embreagem do conversor de torque Máxima 0,30 mm (0,0118 pol.)
Distância correta da embreagem do conversor de torque Mais de 44,67 mm (1,7587 pol.)
Tabela de mudança de marcha
Posição D
(Borboleta de aceleração totalmente aberta) 1→2 42 – 51 km/h (26,0 – 31,7 mph)
2→3 79 – 90 km/h (49,1 – 55,9 mph)
3→4 118 – 135 km/h (73,3 – 83,9 mph)
4→3 111 – 128 km/h (69,0 – 79,5 mph)
3→2 70 – 81 km/h (43,5 – 49,7 mph)
2→1 33 – 41 km/h (20,5 – 25,5 mph)
(Borboleta de aceleração totalmente fechada) 3→4 44 – 53 km/h (27,3 – 32,9 mph)
4→3 36 – 45 km/h (22,4 – 28,0 mph)
Posição 2
(Borboleta de aceleração totalmente aberta) 1→2 42 – 51 km/h (26,1 – 31,7 mph)
3→2 88 – 100 km/h (54,7 – 62,1 mph)
2→1 33 – 41 km/h (20,5 – 25,5 mph)
Posição L
(Borboleta de aceleração totalmente aberta) 2→1 51 – 61 km/h (31,7 – 53,4 mph)
Ponto de lock-up Abertura da borboleta de aceleração de 5 %
Sobremarcha (O/D) Lock-up ativado 75 – 86 km/h (46,6 – 53,4 mph)
Lock-up desativado 54 – 64 km/h (33,6 – 39,8 mph)
3ª marcha Lock-up ativado 62 – 72 km/h (38,5 – 44,7 mph)
Lock-up desativado 56 – 66 km/h (34,8 – 41,0 mph)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Transmissão Automática 03-41

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Interruptor da posição estacionamento/neutro x Conjunto da transmissão
automática Parafuso 13 130 9,0
Porca 6,9 70 61 lbf.pol.
Bujão de drenagem x Cárter 20 204 15
Conjunto da transmissão automática x Motor 71 724 54
Suporte do cabo de controle da transmissão nº 1 x Conjunto da transmissão 25 255 19
automática
Coxim traseiro do motor nº 1 x Conjunto da transmissão automática 18 184 13
Subconjunto da travessa do chassi nº 3 x Conjunto da transmissão automática
Parafuso A 72 735 55
Parafuso B 18 183 13
Conjunto do motor de partida x Conjunto da transmissão automática 68 694 49
Cabo do motor de partida x Conjunto do motor de partida 8,8 90 78 lbf.pol.
Placa de acionamento x Embreagem do conversor de torque 41 420 30
Isolador do cárter x Conjunto da transmissão automática 18 184 13
Chicote elétrico x Conjunto da transmissão automática 8,0 83 71 lbf.pol.
Conjunto do cabo de controle da transmissão x Alavanca do eixo de controle 12 122 9
Tubo do radiador de óleo x Conjunto da transmissão automática 34 350 25
Presilha do tubo do radiador de óleo x Conjunto da transmissão
automática Parafuso A 12 122 9
Parafuso B 5,0 51 44 lbf.pol.
Subconjunto do tubo de abastecimento de fluido da transmissão x 12 122 9
Conjunto da transmissão automática
Suporte da travessa da suspensão dianteira x Chassi 33 337 24
Subconjunto da cobertura inferior do motor nº 1 x Chassi 29 296 21
Conjunto traseiro da cobertura inferior do motor x Chassi 29 296 21
Subconjunto da placa de acionamento e coroa x Motor 178 1.820 132
Chicote elétrico da transmissão x Conjunto da transmissão automática 5,4 5,5 48 lbf.pol.
Conjunto do filtro de tela do corpo de válvulas x Corpo de válvulas 11 12 8,0
da transmissão
Cárter x Conjunto da transmissão automática 7,4 75 65 lbf.pol.
Válvula solenóide de mudança x Corpo de válvulas da transmissão SLT 6,4 65 56 lbf.pol.
Válvula solenóide de mudança x Corpo de válvulas da transmissão SL, SL1, SL2
Parafuso A 6,4 65 56 lbf.pol.
Parafuso B 9,8 100 87 lbf.pol.
Corpo de válvulas da transmissão x Conjunto da transmissão automática 11 112 8,0
Conjunto da alavanca seletora no assoalho x Carroçaria 12 122 8,9
Sensor de velocidade x Conjunto da transmissão automática 5,4 55 48 lbf.pol.
Sensor de temperatura x Conjunto da transmissão automática 15 150 11
Conjunto do cabo de controle da transmissão x Carroçaria 5 51 40 lbf.pol.
Porca de ajuste do cabo de aceleração x Suporte do cabo de aceleração 15 150 11
03-42 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Transmissão Manual

TRANSMISSÃO MANUAL
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Retentor de óleo do adaptador da caixa de transferência
Profundidade de instalação 45,9 ± 0,5 mm (1,807 ± 0,0197 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Transmissão Manual 03-43

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Bujões de abastecimento e drenagem R150F 37 377 27
Chassi x Subconjunto da travessa do chassi nº 3 72 735 53
Subconjunto da travessa do chassi nº 3 x Coxim do motor 19 189 14
Conjunto da unidade da transmissão manual x Coxim do motor 65 663 48
Cilindro de desacoplamento da embreagem x Conjunto da unidade da 12 120 9
transmissão manual
Conjunto do tubo de escapamento dianteiro x Coletor de escapamento 62 630 46
Conjunto do tubo de escapamento dianteiro x Tubo de escapamento traseiro 43 440 32
Suporte da travessa da suspensão dianteira x Chassi 33 337 24
Conjunto da unidade da transmissão manual x Motor Parafuso A 72 730 53
Parafuso B 39 400 29
Cobertura inferior do motor x Chassi 29 296 21
Conjunto da unidade da transmissão manual x Apoio do suporte do tubo 72 730 53
de escapamento nº 1
Presilha do apoio do suporte do tubo de escapamento nº 1 19 194 14
03-44 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Embreagem

EMBREAGEM
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Altura do pedal da embreagem em relação ao assoalho 197,9 – 207,9 mm (7,791 – 8,185 pol.)
Folga livre do pedal da embreagem 5,0 – 18,0 mm (0,197 – 0,709 pol.)
Folga da haste de acionamento do pedal da embreagem medida no topo do pedal 1,0 – 5,0 mm (0,039 – 0,197 pol.)
Profundidade da cabeça do rebite do disco da embreagem Máxima 0,3 mm (0,012 pol.)
Excentricidade do disco Mínima 0,8 mm (0,031 pol.)
Desgaste do ressalto da mola diafragma Profundidade máxima 0,5 mm (0,020 pol.)
Largura máxima 6,0 mm (0,236 pol.)
Excentricidade do volante do motor Máxima 0,1 mm (0,004 pol.)
Desgaste do ressalto da mola diafragma Profundidade máxima 0,5 mm (0,020 pol.)
Ponto de desacoplamento da embreagem a partir da posição de curso 25 mm (0,98 pol.) ou mais
máximo do pedal
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Embreagem 03-45

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Subconjunto do pedal da embreagem x Suporte do pedal da embreagem 34 347 25
Parafuso de fixação do suporte do pedal da embreagem x Carroçaria 14 143 10
Contraporca da forquilha da haste de acionamento do cilindro 26 265 19
Conjunto do cilindro mestre da embreagem x Tubo da mangueira flexível 15 153 11
Conjunto do cilindro mestre da embreagem x Suporte do pedal da embreagem 14 143 10
Bujão de sangria 11 112 8
Conjunto do cilindro de desacoplamento da embreagem x Alojamento da transmissão 12 122 9
Conjunto do cilindro de desacoplamento da embreagem x Tubo da mangueira flexível 16 158 11
Conjunto do platô x Volante do motor 19 195 14
Acumulador da embreagem x Carroçaria 5,0 51 44 lbf.pol.
Acumulador da embreagem x Tubo da mangueira flexível 16 163 12
03-46 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Coluna de Direção

COLUNA DE DIREÇÃO
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Folga livre do volante de direção Máxima 30 mm (1,18 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Coluna de Direção 03-47

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Porca de fixação do volante de direção 50 510 37
Parafuso de fixação da almofada do volante de direção (parafuso Torx) 8,8 90 78 lbf.pol.
Porca de fixação do conjunto da coluna de direção 26 270 20
Conjunto do eixo principal x Eixo intermediário da direção 36 370 27
Garfo deslizante da direção x Eixo intermediário nº 2 36 370 27
Caixa da direção hidráulica x Eixo intermediário nº 2 36 370 27
Garfo deslizante da direção x Eixo intermediário 36 370 27
Parafuso de trava da alavanca telescópica x Alavanca telescópica 23 240 17
Alavanca telescópica x Reforço do suporte da direção telescópica 5 50 44 lbf.pol.
Protetor da coluna de direção x Coluna de direção 6 60 52 lbf.pol.
Suporte do sinalizador de direção x Coluna de direção 5,7 58 50 lbf.pol.
Parafuso da coluna de direção com altura regulável 20 204 15
Subconjunto do suporte da coluna de direção com altura regulável x 15 150 11
Tubo da coluna de direção
Cobertura do eixo intermediário da direção 5 50 44 lbf.pol.
03-48 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Direção Hidráulica

DIREÇÃO HIDRÁULICA
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Fluido da direção hidráulica
Aumento do nível de fluido Máximo 5 mm (0,20 pol.)
Pressão do fluido em marcha lenta com a válvula fechada 8.336 kPa (85 kgf/cm2, 1.209 psi)
Volante de direção
Esforço de esterçamento em marcha lenta (Referência) 5,5 N.m (56 kgf.cm, 49 lbf.pol.)
Bomba de palhetas da direção hidráulica
Torque de giro da bomba de palhetas 0,27 N.m (2,8 kgf.cm, 2,4 lbf.pol.) ou
menor
Folga de óleo entre o eixo e o alojamento da bomba de palhetas STD 0,03 – 0,05 mm (0,0012 – 0,0020 pol.)
Máxima 0,07 mm (0,0028 pol.)
Altura da palheta Mínima 7,6 mm (0,29921 pol.)
Espessura da palheta Mínima 1,405 mm (0,05531 pol.)
Comprimento da palheta Mínimo 11,993 mm (0,47216 pol.)
Folga entre a ranhura do rotor e a palheta Mínima 0,025 mm (0,00098 pol.)
Comprimento livre da mola Mínimo 29,2 mm (1,150 pol.)
Caixa da direção hidráulica
Pré-carga total (torque de giro do terminal de direção) (Esterçando) 0,29 – 1,96 N.m (2,9 – 20,0 kgf.cm,
2,57 – 17,35 lbf.pol.)
Pré-carga total (torque de giro da válvula de controle) (Esterçando) 1,7 – 1,5 N.m (7,1 – 15,1 kgf.cm,
6,2 – 13,3 lbf.pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Direção Hidráulica 03-49

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto da bomba de palhetas
Parafuso de fixação da união do orifício de sucção 13 130 9
Alojamento traseiro x Alojamento dianteiro da bomba de palhetas 22 224 16
Conjunto da bomba de palhetas x Motor 39 400 29
Conjunto do tubo de alimentação de pressão x Conjunto da bomba de palhetas 51 520 38
União do orifício de pressão 69 700 51
Conjunto do liame da direção hidráulica
Parafuso de fixação do alojamento da válvula de controle 18 184 13
Porca da guia do rolamento 25 250 18
Tampa da mola da guia da cremalheira 25 250 18
Porca-trava da tampa da mola da guia da cremalheira 69 (65) 700 (660) 51 (48)
Cremalheira da direção hidráulica x Extremidade da cremalheira 103 (98) 1.050 (1.000) 76 (72)
Contraporca do conjunto do terminal de direção 88 897 65
Porca de união do tubo de pressão do esterçamento 25 (23) 250 (230) 18 (17)
Parafuso e porca de fixação do conjunto do liame da direção hidráulica 100 1.020 74
Tubo de alimentação de pressão e tubo de retorno x Alojamento da válvula 44 (42) 449 (428) 32 (31)
de controle
Parafuso de fixação da presilha do tubo de alimentação de pressão 28 286 21
Tubo de retorno de saída 44 (42) 449 (428) 32 (31)
Terminal de direção x Manga da direção 91 928 67
Parafuso de fixação do suporte dianteiro da barra estabilizadora 40 408 30

( ): Somente para uso com SST


03-50 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Aquecedor e Ar-condicionado

AQUECEDOR E AR-CONDICIONADO
INFORMAÇÕES DE SERVIÇO
Volume da carga de líquido refrigerante Padrão 800 ± 30 g (28,21 ± 1,06 onças)
Folga da embreagem magnética 0,35 – 0,60 mm (0,013 – 0,023 pol.)
Deflexão da correia Correia nova 13 – 15 mm (0,51 – 0,59 pol.)
Correia usada 15 – 21 mm (0,59 – 0,82 pol.)
Folga do aquecedor viscoso c/ embreagem magnética 0,35 – 0,60 mm (0,013 – 0,023 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Aquecedor e Ar-condicionado 03-51

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Correia em V nº 1 (polias do compressor do resfriador e árvore de manivelas)
Apertada 2,5 25 22 lbf.pol.
Totalmente apertada 39 400 29
Conjunto do radiador do ar-condicionado
Conjunto do tubo do ar-condicionado x Subconjunto do evaporador do 3,5 35 30 lbf.pol.
resfriador nº 1
Conjunto da unidade do ar-condicionado x Carroçaria 5,4 55 48 lbf.pol.
Conjunto da unidade do ar-condicionado x Reforço do painel de instrumentos 9,8 100 87 lbf.pol.
Chicote elétrico x Reforço do painel de instrumentos 8,3 85 73 lbf.pol.
Conjunto da coluna de direção x Reforço do painel de instrumentos 26 265 19
Conjunto do ventilador
Conjunto do ventilador x Carroçaria 5,5 55 48 lbf.pol.
Conjunto do ventilador x Reforço do painel de instrumentos 9,8 100 87 lbf.pol.
Conjunto do compressor do resfriador
Cubo da embreagem magnética x Conjunto do compressor do resfriador 18 183 13
Compressor e embreagem magnética x Motor 24 245 18
Subconjunto da mangueira de descarga x Compressor e embreagem magnética 9,8 100 87 lbf.pol.
Subconjunto da mangueira de sucção x Compressor e embreagem magnética 9,8 100 87 lbf.pol.
Núcleo do condensador do resfriador
Tampa x Núcleo do condensador do resfriador 2,9 29 25 lbf.pol.
Coxim nº 1 do condensador do resfriador x Núcleo do condensador 5,4 55 48 lbf.pol.
do resfriador
Coxim nº 2 do condensador do resfriador x Núcleo do condensador 5,4 55 48 lbf.pol.
do resfriador
Suporte nº 1 do condensador do resfriador x Núcleo do condensador do resfriador 5,4 55 48 lbf.pol.
Conjunto do tubo do ar-condicionado x Núcleo do condensador do resfriador 5,4 55 48 lbf.pol.
Subconjunto da mangueira de descarga x Núcleo do condensador do resfriador 5,4 55 48 lbf.pol.
Conjunto da unidade de arrefecimento traseira
Conjunto do tubo do ar-condicionado x Subconjunto do evaporador traseiro 5,4 55 47 lbf.pol.
Tubo de sucção B do líquido refrigerante do resfriador x Conjunto da unidade de 9,8 100 87 lbf.pol.
arrefecimento traseira
Tubo C do líquido refrigerante do resfriador x Conjunto da unidade de 9,8 100 87 lbf.pol.
arrefecimento traseira
Aquecedor viscoso c/ embreagem magnética
Aquecedor viscoso c/ embreagem magnética x Motor 45 459 33
Suporte dianteiro do aquecedor x Aquecedor viscoso c/ embreagem magnética 25 255 18
03-52 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema Suplementar de Segurança

SISTEMA SUPLEMENTAR DE SEGURANÇA


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto do botão da buzina x Conjunto do volante de direção 8,8 90 78 lbf.pol.
Conjunto do volante de direção x Conjunto da coluna de direção 50 510 37
Conjunto do airbag do passageiro dianteiro x Reforço do painel de instrumentos 20 200 14
Conjunto central do sensor do airbag x Carroçaria 17,5 178 13
Parafuso de fixação do sensor dianteiro do airbag 7,5 76 66 lbf.pol.
Sensor de posição do banco do airbag x Banco dianteiro 8,0 82 71 lbf.pol.
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Cinto de Segurança 03-53

CINTO DE SEGURANÇA
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Cinto de segurança dianteiro
Conjunto do cinto de segurança externo dianteiro, LD (parte superior do retrator) x 8 80 71 lbf.pol.
Carroçaria
Conjunto do cinto de segurança externo dianteiro, LD (parte inferior do retrator) x 42 420 31
Carroçaria
Conjunto do cinto de segurança interno dianteiro, LD x Banco dianteiro 42 420 31
Conjunto do ajustador da ancoragem superior do cinto de segurança dianteiro x 42 420 31
Carroçaria
Ancoragem inferior do cinto de segurança externo dianteiro x Carroçaria 42 420 31
Ancoragem superior do cinto de segurança externo dianteiro x Carroçaria 42 420 31
Cinto de segurança traseiro
Conjunto do cinto de segurança externo traseiro (parte superior do retrator) x 8 80 71 lbf.pol.
Carroçaria
Conjunto do cinto de segurança externo traseiro (parte inferior do retrator) x 42 420 31
Carroçaria
Ancoragem inferior do cinto de segurança externo traseiro x Carroçaria 42 420 31
Ancoragem superior do cinto de segurança externo traseiro x Carroçaria 42 420 31
Conjunto do cinto de segurança interno traseiro x Conjunto do banco traseiro 42 420 31
nº 1, LD
Conjunto do cinto de segurança interno traseiro nº 1, LE x Conjunto do banco 42 420 31
traseiro nº 1, LD
Conjunto do cinto de segurança de 3 pontos nº 1, LE x Conjunto 42 420 31
do banco traseiro nº 1, LD
Conjunto do cinto de segurança externo traseiro nº 2, LD x Carroçaria 42 420 31
Ancoragem inferior do cinto de segurança externo traseiro nº 2 x Carroçaria 42 420 31
Ancoragem superior do cinto de segurança externo traseiro nº 2 x Carroçaria 42 420 31
Subconjunto do cinto de segurança interno traseiro nº 2 x Conjunto do banco 42 420 31
traseiro nº 2
Subconjunto do cinto de segurança interno traseiro nº 2, LE x Conjunto do banco 42 420 31
traseiro nº 2
Subconjunto do cinto de segurança interno traseiro x Conjunto do banco 42 420 31
traseiro nº 2
Subconjunto do cinto de segurança externo traseiro x Conjunto do banco 42 420 31
traseiro nº 2
03-54 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Limpador e Lavador

LIMPADOR E LAVADOR
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Motor do limpador do pára-brisa x Articulação do limpador 7,5 76 66 lbf.pol.
Articulação do limpador do pára-brisa x Carroçaria 7,0 71 62 lbf.pol.
Haste do limpador do pára-brisa, LD x Articulação do limpador 20 204 14,8
Haste do limpador do pára-brisa, LE x Articulação do limpador 20 204 14,8
Motor do limpador do vidro traseiro x Carroçaria 5,5 56 49 lbf.pol.
Haste do limpador do vidro traseiro x Motor do limpador do vidro traseiro 5,5 56 49 lbf.pol.
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Áudio e Visual 03-55

SISTEMA DE ÁUDIO E VISUAL


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto da antena do amplificador x Carroçaria 8 82 71 lbf.pol.
03-56 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Sistema de Comunicação

SISTEMA DE COMUNICAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto da buzina de alta freqüência
Conjunto da buzina de alta freqüência x Carroçaria 20 199 15
Conjunto da buzina de baixa freqüência
Conjunto da buzina de baixa freqüência x Carroçaria 20 199 15
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Pára-brisa / Vidros / Espelhos Retrovisores 03-57

PÁRA-BRISA / VIDROS / ESPELHOS RETROVISORES


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto do espelho retrovisor externo, LE
Conjunto do espelho retrovisor externo x Porta dianteira 8,0 82 71 lbf.pol.
03-58 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Painel de Instrumentos / Medidores

PAINEL DE INSTRUMENTOS / MEDIDORES


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Reforço do painel de instrumentos x Airbag 20 204 14
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Bancos 03-59

BANCOS
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Conjunto do cinto de segurança interno dianteiro x Conjunto do ajustador 42 430 31
do banco dianteiro
Conjunto do banco dianteiro x Carroçaria 37 375 27
Banco traseiro nº 1, LE e LD x Carroçaria 37 375 27
Cinto de segurança interno traseiro x Estrutura do assento do banco traseiro 42 430 31
Cinto de segurança interno traseiro nº 2 x Estrutura do assento do banco traseiro 42 430 31
Conjunto do cinto de segurança traseiro de 3 pontos, LE x Estrutura do 42 430 31
assento do banco traseiro
Estrutura do encosto do banco traseiro x Estrutura do assento do banco traseiro 50 510 37
Estrutura do assento do banco nº 1 x Estrutura do banco traseiro 18 185 13
Cinto de segurança interno traseiro x Estrutura do banco traseiro 42 430 31
Conjunto do banco lateral traseiro, LE x Carroçaria 37 375 27
Estrutura do encosto do banco lateral traseiro, LE x Estrutura do assento do 18 185 13
banco lateral traseiro, LE
03-60 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Capô / Portas

CAPÔ / PORTAS
ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Capô
Gancho da presilha auxiliar x Painel do capô 8,0 82 71 lbf.pol.
Alavanca de liberação da presilha auxiliar x Painel do capô 8,0 82 71 lbf.pol.
Dobradiça do capô x Carroçaria 13 130 10
Dobradiça do capô x Painel do capô 13 130 10
Trava do capô x Painel do capô 8,0 82 71 lbf.pol.
Suporte do capô x Painel do capô 17,5 180 13
Suporte do capô x Carroçaria 17,5 180 13
Grade do radiador x Painel do capô 5,5 56 49 lbf.pol.
Porta dianteira
Limitador da porta x Carroçaria 30 306 22
Limitador da porta x Painel da porta 5,5 56 42 lbf.pol.
Subconjunto da moldura do trilho da porta x Painel da porta 5,0 51 44 lbf.pol.
Vidro da porta x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Dobradiça da porta x Carroçaria 26 265 19
Dobradiça da porta x Painel da porta 26 265 19
Trava da porta x Painel da porta 5,0 51 42 lbf.pol.
Batente da trava da porta x Carroçaria 23 235 17
Cobertura da maçaneta externa da porta x Painel da porta 7,0 71 62 lbf.pol.
Estrutura da maçaneta externa da porta x Painel da porta 7,0 71 62 lbf.pol.
Chicote elétrico da trava da porta x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Espelho retrovisor externo x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Motor do regulador do vidro elétrico x Regulador do vidro 5,4 55 48 lbf.pol.
Regulador do vidro x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Porta lateral traseira
Barra divisória x Painel da porta 5,0 51 44 lbf.pol.
Limitador da porta x Carroçaria 30 306 22
Limitador da porta x Painel da porta 5,5 56 49 lbf.pol.
Vidro da porta x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Dobradiça da porta x Carroçaria 26 265 19
Dobradiça da porta x Painel da porta 26 265 19
Trava da porta x Painel da porta 5,5 56 49 lbf.pol.
Batente da trava da porta x Carroçaria 23 235 17
Cobertura da maçaneta externa da porta x Painel da porta 4,0 41 35 lbf.pol.
Estrutura da maçaneta externa da porta x Painel da porta 4,0 41 35 lbf.pol.
Chicote elétrico da trava da porta x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Motor do regulador do vidro elétrico x Regulador do vidro 5,4 55 48 lbf.pol.
Regulador do vidro x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Porta traseira
Dobradiça da porta x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Dobradiça da porta x Carroçaria 8,0 82 71 lbf.pol.
Trava da porta x Painel da porta 8,0 82 71 lbf.pol.
Batente da trava da porta x Carroçaria 27 275 20
Articulação da porta x Suporte da escora 18 184 13
Escora da porta x Carroçaria 18 184 13
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Capô / Portas 03-61

Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé


Escora da porta x Painel da porta 18 184 13
Subconjunto do suporte do estepe x Painel da porta 48 490 35
Haste do limpador x Motor do limpador 5,5 55 49 lbf.pol.
Motor do limpador x Painel da porta 5,5 55 49 lbf.pol.
Cobertura da maçaneta externa da porta x Painel da porta 7,0 71 62 lbf.pol.
Estrutura da maçaneta externa da porta x Painel da porta 7,0 71 62 lbf.pol.
Maçaneta externa da porta x Painel da porta 5,0 51 42 lbf.pol.
03-62 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – Acabamento Externo / Interno

ACABAMENTO EXTERNO / INTERNO


ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser fixada N.m kgf.cm Ibf.pé
Cobertura do pára-choque dianteiro
Reforço do pára-choque dianteiro x Carroçaria 65 663 48
Cobertura do pára-choque dianteiro x Carroçaria 8,0 82 71 lbf.pol.
Cobertura do pára-choque traseiro
Cobertura do pára-choque traseiro x Carroçaria 8,0 82 70 lbf.pol.
Reforço nº 1 do pára-choque traseiro x Carroçaria 25 255 18
Reforço nº 2 do pára-choque traseiro x Carroçaria 25 255 18
Forração do teto
Cinto de segurança externo dianteiro x Carroçaria 42 420 31
Cinto de segurança externo traseiro x Carroçaria 42 420 31
Frisos de acabamento lateral da calha, LE
Suporte dianteiro do bagageiro do teto x Carroçaria 10,0 102 7,4
Estribo lateral
Suporte do estribo lateral x Carroçaria 18 184 13
Suporte do estribo lateral x Subconjunto do estribo 5,0 51 3,7
DIAGNÓSTICOS

SISTEMA ECD (1KZ-TE) ......................... 05-1 TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO


COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE FALHAS .................................................. 05-137
DE FALHAS .................................................. 05-1 LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-139
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-6 TERMINAIS DA ECU .................................... 05-140
PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-7 TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-142
TABELA DE CÓDIGOS DO C0200/31 ...................................................... 05-143
DIAGNÓSTICO DE FALHAS ........................ 05-15 C0210/33 ...................................................... 05-148
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-17 C0226/21 ...................................................... 05-153 5
TERMINAIS DO ECM ................................... 05-18 C0273/13 ...................................................... 05-156
TABELA DE SINTOMAS DE C0278/11 ...................................................... 05-158
PROBLEMAS ............................................... 05-20
C1241/41 ...................................................... 05-160
12 ................................................................. 05-22
C1243/43 ...................................................... 05-163
13 ................................................................. 05-25
C1248/48 ...................................................... 05-166
14 ................................................................. 05-27
C1249/49 ...................................................... 05-168
15 ................................................................. 05-31
C1251/51 ...................................................... 05-170
18 ................................................................. 05-35
C1306/96 ...................................................... 05-172
19(1) ............................................................. 05-39
C1337/37 ...................................................... 05-173
19(2) ............................................................. 05-45
SEMPRE ACESA ......................................... 05-174
22 ................................................................. 05-49
CIRCUITO DA LUZ DE ADVERTÊNCIA
23 ................................................................. 05-55 DO ABS (LUZ NÃO SE ACENDE) ................ 05-177
32 ................................................................. 05-61 CIRCUITO DA LUZ DE ADVERTÊNCIA
35 ................................................................. 05-63 DO FREIO .................................................... 05-179
39 ................................................................. 05-68 CIRCUITO DO TERMINAL TC ...................... 05-181
42 ................................................................. 05-74 CIRCUITO DO TERMINAL TS ...................... 05-183
51 ................................................................. 05-77 SISTEMA ABS COM EBD E BA .............. 05-185
96 ................................................................. 05-81 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DO ECM ...... 05-84 DE FALHAS .................................................. 05-185
CIRCUITO DE CONTROLE DE EGR ............ 05-90 ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-187
CIRCUITO DO SINAL A/C ............................ 05-100 PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-188
CIRCUITO DE CONTROLE DE TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO
CORTE DO A/C ............................................ 05-103 DE FALHAS .................................................. 05-197
CIRCUITO DE DIAGNÓSTICO ..................... 05-107 LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-201
CIRCUITO DO SINAL DO MOTOR TERMINAIS DA ECU .................................... 05-202
DE PARTIDA ................................................ 05-114 TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-206
CIRCUITO DE CONTROLE DE C0200/31 ...................................................... 05-207
PRÉ-AQUECIMENTO ................................... 05-118 C0210/33 ...................................................... 05-212
CIRCUITO DA FONTE SUPLEMENTAR C0226/21 ...................................................... 05-218
DE ALIMENTAÇÃO DO ECM ....................... 05-125
C0278/11 ...................................................... 05-222
SISTEMA ABS COM EBD ....................... 05-127
C1210/36 ...................................................... 05-227
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
DE FALHAS .................................................. 05-127 C1223/43 ...................................................... 05-231

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-129 C1224/44 ...................................................... 05-232

PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-130 C1231/31 ...................................................... 05-234


C1232/32 ...................................................... 05-239
C1233/33 ...................................................... 05-243 SISTEMA DE AR-CONDICIONADO ....... 05-359
C1241/41 ...................................................... 05-247 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
C1242/42 ...................................................... 05-251 DE FALHAS .................................................. 05-359
C1246/46 ...................................................... 05-255 ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-361
C1249/49 ...................................................... 05-258 PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-362
C1251/51 ...................................................... 05-262 TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO
DE FALHAS .................................................. 05-367
C1254/54 ...................................................... 05-270
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-370
C1256/56 ...................................................... 05-273
TERMINAIS DA ECU .................................... 05-373
C1268/68 ...................................................... 05-278
TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS . 05-377
C1306/96 ...................................................... 05-280
11 ................................................................. 05-379
5 C1336/39 ...................................................... 05-281
12 ................................................................. 05-382
C1337/37 ...................................................... 05-284
13 ................................................................. 05-386
C1340/47 ...................................................... 05-285
14 ................................................................. 05-389
C1380/64 ...................................................... 05-288
17 ................................................................. 05-391
SEMPRE ACESA ......................................... 05-290
21 ................................................................. 05-394
CIRCUITO DA LUZ DE ADVERTÊNCIA
DO ABS (LUZ NÃO SE ACENDE) ................ 05-295 23 ................................................................. 05-396
CIRCUITO DA LUZ DE ADVERTÊNCIA DO 24 ................................................................. 05-399
FREIO .......................................................... 05-297 31 ................................................................. 05-401
CIRCUITO DO TERMINAL TC ...................... 05-301 32 ................................................................. 05-404
CIRCUITO DO TERMINAL TS ...................... 05-304 33 ................................................................. 05-407
TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 36 ................................................................. 05-410
CONTROLADA ELETRONICAMENTE 41 ................................................................. 05-413
(ECT) (1KZ-TE) ..................................... 05-306
42 ................................................................. 05-416
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
DE FALHAS .................................................. 05-306 43 ................................................................. 05-419

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-311 46 ................................................................. 05-422

PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-312 CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO IG ................ 05-425

TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO CIRCUITO DA FONTE SUPLEMENTAR


DE FALHAS .................................................. 05-323 DE ALIMENTAÇÃO ...................................... 05-427

LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-324 CIRCUITO DO RELÉ DO AQUECEDOR ...... 05-429

TERMINAIS DO ECM ................................... 05-325 CIRCUITO DO MOTOR DO VENTILADOR ... 05-431

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-327 CIRCUITO DO COMPRESSOR .................... 05-435

38(1) ............................................................. 05-332 CIRCUITO DO SINAL DE VELOCIDADE


DO VEÍCULO ................................................ 05-438
51 ................................................................. 05-334
CIRCUITO DO MÓDULO DE IGNIÇÃO ........ 05-440
61(2) ............................................................. 05-336
CIRCUITO DO RELÉ DO
62(1) ............................................................. 05-338 AR-CONDICIONADO TRASEIRO ................. 05-442
64(4) ............................................................. 05-341 CIRCUITO DO PAINEL DE CONTROLE
77(1) ............................................................. 05-344 DO AR-CONDICIONADO TRASEIRO .......... 05-444
CIRCUITO DO INTERRUPTOR DA CIRCUITO DA VÁLVULA MAGNÉTICA
POSIÇÃO ESTACIONAMENTO/NEUTRO .... 05-348 TRASEIRA ................................................... 05-446
CIRCUITO DO INTERRUPTOR SELETOR CIRCUITO DO MOTOR DO VENTILADOR
DE MODO .................................................... 05-352 TRASEIRO ................................................... 05-448
CIRCUITO DA LUZ INDICADORA DA CIRCUITO DE COMUNICAÇÃO DO
POSIÇÃO P DA T/A ..................................... 05-354 PAINEL DE CONTROLE DO AQUECEDOR .. 05-451
CIRCUITO DO INTERRUPTOR DA
POSIÇÃO L4 ................................................ 05-357
SISTEMA SUPLEMENTAR DE FALHA NO CIRCUITO DA LUZ DE
SEGURANÇA ........................................ 05-453 ADVERTÊNCIA DO SRS (LUZ NÃO
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO SE ACENDE COM A CHAVE DE
DE FALHAS .................................................. 05-453 IGNIÇÃO NA POSIÇÃO ON (LIGADA)) ........ 05-585
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-455 CIRCUITO DO TERMINAL TC ...................... 05-587
PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-456 SISTEMA DE ILUMINAÇÃO .................... 05-589
TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
DE FALHAS .................................................. 05-462 DE FALHAS .................................................. 05-589
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-465 ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-590
TERMINAIS DA ECU .................................... 05-466 PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-591
TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS .. 05-467 LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-594
B0100/13 ...................................................... 05-468 TERMINAIS DA ECU .................................... 05-597 5
B0101/14 ...................................................... 05-473 TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-600
B0102/11 ...................................................... 05-477 CIRCUITO DA CHAVE DE IGNIÇÃO ............ 05-603
B0103/12 ...................................................... 05-481 CIRCUITO DO INTERRUPTOR E LUZ
DE CORTESIA DA PORTA ........................... 05-606
B0105/53 ...................................................... 05-485
CIRCUITO DE POSIÇÃO DA TRAVA
B0106/54 ...................................................... 05-488 DA PORTA .................................................... 05-610
B0107/51 ...................................................... 05-491 CIRCUITO DO INTERRUPTOR DE
B0108/52 ...................................................... 05-494 CONTROLE DA LUZ ..................................... 05-612
B0126/27 ...................................................... 05-497 CIRCUITO DO INTERRUPTOR DE
B0130/63 ...................................................... 05-501 INTENSIDADE DO FAROL ........................... 05-616
B0131/64 ...................................................... 05-505 CIRCUITO DO RELÉ DA LANTERNA ........... 05-621
B0132/61 ...................................................... 05-508 CIRCUITO DO RELÉ DO FAROL ................. 05-628
B0133/62 ...................................................... 05-511 CIRCUITO DO RELÉ DE INTENSIDADE ...... 05-632
B0135/73 ...................................................... 05-514 CIRCUITO DE ILUMINAÇÃO ........................ 05-635
B0136/74 ...................................................... 05-518 CIRCUITO DO RELÉ DO PAINEL ................. 05-639
B0137/71 ...................................................... 05-521 CIRCUITO DO SINAL DO FAROL ................ 05-645
B0138/72 ...................................................... 05-524 CIRCUITO DO SINAL DO ALTERNADOR .... 05-650
B1100/31 ...................................................... 05-527 SISTEMA DE ÁUDIO ............................... 05-652
B1148/36 ...................................................... 05-536 DESCRIÇÃO ................................................ 05-652
B1149/37 ...................................................... 05-540 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
DE FALHAS .................................................. 05-655
B1153/25 ...................................................... 05-544
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-657
B1180/17 ...................................................... 05-550
PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-658
B1181/18 ...................................................... 05-555
TABELA DE CÓDIGOS DO
B1182/19 ...................................................... 05-559 DIAGNÓSTICO DE FALHAS ........................ 05-664
B1183/22 ...................................................... 05-563 LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-672
B1185/57 ...................................................... 05-567 TERMINAIS DA ECU .................................... 05-674
B1186/58 ...................................................... 05-570 TABELA DE SINTOMAS DE
B1187/55 ...................................................... 05-573 PROBLEMAS ............................................... 05-681
B1188/56 ...................................................... 05-576 O SISTEMA DE ÁUDIO NÃO É
QUEDA DA TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO .... 05-579 LIGADO AO PRESSIONAR O
INTERRUPTOR DE ALIMENTAÇÃO ............. 05-682
FALHA NO CIRCUITO DA LUZ DE
ADVERTÊNCIA DO SRS (LUZ SEMPRE A ILUMINAÇÃO NOTURNA DO RECEPTOR
ACESA COM A CHAVE DE IGNIÇÃO DE RÁDIO NÃO SE ACENDE QUANDO O
NA POSIÇÃO ACC (ACESSÓRIOS) INTERRUPTOR DA LUZ É LIGADO ............. 05-684
OU LOCK (TRAVADA)) ................................. 05-582 NENHUM SOM É OUVIDO NO ALTO-
FALANTE EM TODOS OS MODOS ............. 05-686
A QUALIDADE DO SOM É RUIM EM FALHA NO MOSTRADOR DE CONSUMO
TODOS OS MODOS (O VOLUME É MÉDIO/CONSUMO INSTANTÂNEO DE
MUITO BAIXO) ............................................. 05-690 COMBUSTÍVEL/AUTONOMIA ...................... 05-763
AS EMISSORAS DE RÁDIO NÃO SÃO A TEMPERATURA EXTERNA NÃO É
RECEBIDAS (MÁ RECEPÇÃO) .................... 05-702 INDICADA ..................................................... 05-766
A FITA CASSETE NÃO PODE SER SISTEMA DE CONTROLE DO VIDRO
INSERIDA OU EXECUTADA ......................... 05-704 ELÉTRICO .................................................... 05-768
A FITA CASSETE NÃO EJETA .................... 05-707 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
A QUALIDADE DO SOM É RUIM SOMENTE DE FALHAS .................................................. 05-768
QUANDO A FITA CASSETE É ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-770
EXECUTADA ................................................ 05-710 PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-771
A FITA ESTÁ TRAVADA DEVIDO AO MAU TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO
5 FUNCIONAMENTO NA VELOCIDADE DA DE FALHAS .................................................. 05-775
FITA OU NO AUTO-REVERSO ..................... 05-711
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-776
O CD NÃO PODE SER INSERIDO OU
É EJETADO LOGO APÓS A INSERÇÃO ..... 05-712 TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS .. 05-777

APESAR DO SISTEMA ESTAR B1221 ........................................................... 05-778


ALIMENTADO, O CD NÃO PODE SER B1231 ........................................................... 05-779
EXECUTADO ................................................ 05-715 A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA AUTOMÁTICA
O CD NÃO PODE SER REMOVIDO ............ 05-719 NÃO OPERA NO LADO DO MOTORISTA .... 05-780
A QUALIDADE DO SOM É RUIM SOMENTE A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA AUTOMÁTICA
QUANDO O CD É EXECUTADO NÃO OPERA NO LADO DO PASSAGEIRO
(O VOLUME É MUITO BAIXO) ..................... 05-722 DIANTEIRO .................................................. 05-783
O CD PULA .................................................. 05-723 A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA AUTOMÁTICA
OCORRÊNCIA DE RUÍDO ............................ 05-725 NÃO OPERA NO VIDRO TRASEIRO, LE ..... 05-786

A TELA DA DISQUETEIRA NÃO É A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA AUTOMÁTICA


APRESENTADA (O SOM E A TELA NÃO OPERA NO VIDRO TRASEIRO, LD ..... 05-789
NÃO SE ALTERAM) ..................................... 05-726 A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA MANUAL
SOMENTE A DISQUETEIRA APRESENTA NÃO OPERA NO LADO DO MOTORISTA .... 05-792
SOM RUIM (O SOM É BAIXO) ..................... 05-728 A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA MANUAL
CONJUNTO DOS INSTRUMENTOS ...... 05-731 NÃO OPERA NO LADO DO PASSAGEIRO
DIANTEIRO .................................................. 05-795
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
DE FALHAS .................................................. 05-731 A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA MANUAL
NÃO OPERA NO VIDRO TRASEIRO, LE ..... 05-798
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-732
A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA MANUAL
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-733 NÃO OPERA NO VIDRO TRASEIRO, LD ..... 05-801
TERMINAIS DA ECU .................................... 05-739 A FUNÇÃO SUBIDA/DESCIDA REMOTA
TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS .. 05-743 NÃO OPERA ................................................ 05-804
FALHA NO VELOCÍMETRO ......................... 05-744 O VIDRO DESCE DURANTE A
FALHA NO TACÔMETRO ............................. 05-748 OPERAÇÃO SUBIDA AUTOMÁTICA ........... 05-811
FALHA NO RECEPTOR DO MEDIDOR SISTEMA DE CONTROLE DA TRAVA
DE TEMPERATURA DO LÍQUIDO DE ELÉTRICA DA PORTA .......................... 05-812
ARREFECIMENTO ....................................... 05-751 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
FALHA NO RECEPTOR DO MEDIDOR DE FALHAS .................................................. 05-812
DE COMBUSTÍVEL ...................................... 05-754 ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-814
A OPERAÇÃO DO REOSTATO DE PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-815
CONTROLE DA LUZ NÃO ALTERA TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO
SEU BRILHO ................................................ 05-756 DE FALHAS .................................................. 05-817
TODO O CONJUNTO DOS LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-818
INSTRUMENTOS NÃO FUNCIONA .............. 05-759
TERMINAIS DA ECU .................................... 05-819
A LUZ DE ADVERTÊNCIA DO CINTO DE
SEGURANÇA DO MOTORISTA NÃO TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-823
FUNCIONA ................................................... 05-761 B1222 ........................................................... 05-824
AS FUNÇÕES DE TRAVAMENTO E B2793 ........................................................... 05-894
DESTRAVAMENTO DE TODAS AS PORTAS B2794 ........................................................... 05-895
NÃO OPERAM ATRAVÉS DO INTERRUPTOR
PRINCIPAL OU CILINDRO DA FECHADURA B2795 ........................................................... 05-896
DA PORTA DO MOTORISTA ......................... 05-826 B2796 ........................................................... 05-897
A FUNÇÃO DE AVISO DE CHAVE NA B2797 ........................................................... 05-900
IGNIÇÃO NÃO FUNCIONA CORRETAMENTE B2799 ........................................................... 05-901
(A OPERAÇÃO MANUAL E A OPERAÇÃO DE
INTERTRAVAMENTO DA CHAVE ESTÃO SISTEMA ANTIFURTO ............................ 05-904
ATIVAS) ........................................................ 05-832 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
A FUNÇÃO DE DUPLO TRAVAMENTO NÃO DE FALHAS .................................................. 05-904
OPERA CORRETAMENTE ........................... 05-836 ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-905
SISTEMA DE CONTROLE REMOTO TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-906
5
DA TRAVA ELÉTRICA DA PORTA ........ 05-843 TERMINAIS DA ECU .................................... 05-908
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-911
DE FALHAS .................................................. 05-843
CIRCUITO DA LUZ INDICADORA DE
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-844 SEGURANÇA ............................................... 05-912
PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-845 CIRCUITO DE ALIMENTAÇÃO DA ECU ....... 05-915
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-846 CIRCUITO DA CHAVE DE IGNIÇÃO ............ 05-917
TERMINAIS DA ECU .................................... 05-848 CIRCUITO DO INTERRUPTOR
TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS .. 05-850 DA LUZ DE CORTESIA DO CAPÔ .............. 05-919
SOMENTE O CONTROLE REMOTO NÃO CIRCUITO DA BUZINA ANTIFURTO ............ 05-922
OPERA (PREPARE UM TRANSMISSOR CIRCUITO DO SENSOR DE INTRUSÃO ...... 05-925
NOVO OU NORMAL DO MESMO TIPO
DE VEÍCULO) ............................................... 05-851 CIRCUITO DA SIRENE AUTO-ALIMENTADA .. 05-928

NÃO HÁ RESPOSTA SISTEMA DE COMUNICAÇÃO


(LUZ DO PISCA-ALERTA) ............................ 05-859 MULTIPLEX ............................................ 05-932
SISTEMA DE ADVERTÊNCIA DE COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO
CHAVE NA IGNIÇÃO ............................ 05-862 DE FALHAS .................................................. 05-932

COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-933


DE FALHAS .................................................. 05-862 TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-863 DE FALHAS .................................................. 05-934

PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-864 LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-935

LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-865 TERMINAIS DA ECU .................................... 05-937

TERMINAIS DA ECU .................................... 05-866 TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-940

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ... 05-868 B1211 ........................................................... 05-941

O ALARME DE AVISO DE CHAVE NA B1214 ........................................................... 05-945


IGNIÇÃO NÃO SOA ..................................... 05-869 B1249 ........................................................... 05-951
SISTEMA IMOBILIZADOR DO MOTOR ... 05-876 B1269 ........................................................... 05-955
COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE SISTEMA DE CONTROLE DA
FALHAS ........................................................ 05-876 VELOCIDADE DE CRUZEIRO ............. 05-959
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-878 COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE
PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-879 FALHAS ........................................................ 05-959

TABELA DE CÓDIGOS DO ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE ..... 05-961


DIAGNÓSTICO DE FALHAS ........................ 05-882 PRÉ-VERIFICAÇÃO ..................................... 05-962
LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-883 TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO
TERMINAIS DA ECU .................................... 05-884 DE FALHAS .................................................. 05-967

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS .. 05-888 LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS ....................... 05-968

B2780 ........................................................... 05-889 TERMINAIS DO ECM ................................... 05-969

B2784 ........................................................... 05-892 TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS .. 05-970


21(1) ............................................................. 05-971
32(1) ............................................................. 05-972
52(1) ............................................................. 05-974
54 ................................................................. 05-978
CIRCUITO DA LUZ INDICADORA PRINCIPAL
DO CONTROLE DA VELOCIDADE DE
CRUZEIRO ................................................... 05-979
CIRCUITO DO INTERRUPTOR DA
EMBREAGEM .............................................. 05-981
CIRCUITO DO CONECTOR DE
DIAGNÓSTICO (DLC3) ................................. 05-983
5
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-1

SISTEMA ECD (1KZ-TE)


COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE FALHAS
Caso utilize o testador portátil, efetue o diagnóstico de falhas de acordo com os procedimentos apresentados a
seguir.

1 Veículo trazido à oficina

2 Análise do problema do cliente (Consulte a página 05-6.)


5

3 Conecte o testador portátil ao DLC3.

RECOMENDAÇÃO:
Caso o mostrador indique falha de comunicação na ferramenta, inspecione o DLC3.

4 Verifique o DTC e os dados congelados. (Consulte a página 05-7.)

RECOMENDAÇÃO:
Anote ou imprima o DTC e os dados congelados, se necessário.

5 Apague o DTC e os dados congelados. (Consulte a página 05-7.)

6 Inspeção visual

7 Ajuste o modo de verificação (teste) do diagnóstico de falhas. (Consulte a página 05-7.)

8 Confirmação dos sintomas do problema

RECOMENDAÇÃO:
Caso o motor não dê partida, efetue primeiro as etapas 10 e 12.
A A falha não ocorre
B A falha ocorre

B Vá para a etapa 10.

A
05-2 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

9 Simulação do sintoma

10 Verificação do DTC (Consulte a página 05-7.)

A Ocorre o código de falhas


B Não ocorre o código de falhas

B Vá para a etapa 12.

5 A

11 Tabela de DTC (Consulte a página 05-15.)

Vá para a etapa 14

12 Inspeção básica (Consulte a página 05-7.)

A Peças incorretas não confirmadas


B Peças incorretas confirmadas

B Vá para a etapa 17.

13 Tabela de sintomas de problemas (Consulte a página 05-20.)

A Circuito incorreto confirmado


B Peças incorretas confirmadas

B Vá para a etapa 17.

14 Verifique o circuito de alimentação do ECM. (Consulte a página 05-84.)

15 Inspeção do circuito

A Falha não confirmada


B Falha confirmada

B Vá para a etapa 18.

A
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-3

16 Verifique quanto a problemas intermitentes. (Consulte a página 05-7.)

Vá para a etapa 18.

17 Inspeção das peças

18 Identificação do problema 5

19 Ajuste, Reparação

20 Teste de confirmação

Fim
05-4 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Caso não utilize o testador portátil, efetue o diagnóstico de falhas de acordo com os procedimentos apre-
sentados a seguir.

1 Veículo trazido à oficina

2 Análise do problema do cliente (Consulte a página 05-6.)

5 3 Verifique e apague o DTC. (Consulte a página 05-7.)

4 Confirmação dos sintomas do problema

A A falha ocorre
B A falha não ocorre

B Simulação do sintoma

5 Verificação do DTC (Consulte a página 05-7.)

A Ocorre o código de falhas


B Não ocorre o código de falhas

B Vá para a etapa 7.

6 Tabela de DTC (Consulte a página 05-15.)

Vá para a etapa 9

7 Inspeção básica (Consulte a página 05-7.)

A Peças incorretas não confirmadas


B Peças incorretas confirmadas

B Vá para a etapa 12.

A
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-5

8 Tabela de sintomas de problemas (Consulte a página 05-20.)

A Circuito incorreto confirmado


B Peças incorretas confirmadas

B Vá para a etapa 12.

9 Verifique o circuito de alimentação do ECM. (Consulte a página 05-84.)

10 Inspeção do circuito

A Falha não confirmada


B Falha confirmada

B Vá para a etapa 13.

11 Verifique quanto a problemas intermitentes. (Consulte a página 05-7.)

Vá para a etapa 13.

12 Inspeção das peças

13 Identificação do problema

14 Ajuste, Reparação

15 Teste de confirmação

Fim
05-6 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE

Folha de Inspeção do Sistema de Controle do Motor


Nome do Inspetor

Nome do Cliente Modelo e Ano do Veículo

Nome do Motorista Nº do Chassi


Data de Entrada do
Modelo do Motor
Veículo
km
Nº da Placa de Licença Leitura do Hodômetro
milhas
5

 O motor não  O motor não é acionado.  Sem combustão inicial  Combustão incompleta
funciona.

 Partida difícil  Outros


O motor demora para ser acionado.

Sintomas do Problema

 Marcha lenta  Primeira marcha lenta incorreta  Rotação anormal  Alta ( rpm)  Baixa ( rpm)
inadequada  Marcha lenta irregular  Outros
 Falha na aceleração q Ponto de ignição atrasado
 Condução  Explosão no silencioso (ponto de ignição adiantado) q Falhas
inadequada
 Pré-detonação q Outros
 Logo após a partida  Após pressionar o pedal do acelerador
 Motor  Após liberar o pedal do acelerador  Durante o funcionamento do ar-condicionado
morrendo  Durante a mudança de N (neutro)  Outros
para D (condução)

 Outros

Datas de ocorrência
do problema
Freqüência do  Constante  Às vezes ( vezes a cada dia/mês)  Apenas uma vez
problema  Outros
Tempo  Bom  Nublado  Chuvoso  Neve  Outros
Condições em que o

Temperatura
 Muito quente  Quente  Agradável  Fria (aproximadamente ___ OC/ ___ OF)
problema ocorre

externa

Local
 Rodovia  Bairro  Centro da cidade  Ladeira acima  Ladeira abaixo
 Superfície irregular  Outros
Temperatura
do motor  Frio  Aquecendo  Após aquecimento  A qualquer temperatura  Outros
 Na partida  Logo após a partida ( min)  Em marcha lenta  Alta velocidade
Funcionamen-
to do motor
 Condução normal  Velocidade constante  Aceleração  Desaceleração
 Interruptor do ar-condicionado ligado/desligado  Outros

Condição da luz de advertência de verificação


 Permanece acesa
do motor (CHK ENG)  Acende-se algumas vezes
 Não se acende

Modo normal  Normal  Código(s) de falhas (código )


(pré-verificação)  Quadro de dados congelados ( )
Inspeção do DTC
Modo de verificação  Normal  Código(s) de falhas (código )
(teste)  Quadro de dados congelados ( )
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-7

PRÉ-VERIFICAÇÃO
1. SISTEMA DE DIAGNÓSTICO
(a) Descrição para M-OBD
• Ao efetuar o diagnóstico de falhas nos veículos Multiplex
OBD (M-OBD), a única diferença em relação ao procedi-
mento usual consiste em conectar o testador portátil ao
veículo para efetuar a leitura dos vários dados de saída
FI2547
indicados pelo ECM.
• O computador de bordo do veículo acenderá a luz de ad-
vertência de verificação do motor (CHK ENG) no painel
de instrumentos quando detectar uma falha no próprio com-
putador ou nos componentes do sistema de motor e trans- 5
missão. Além da luz de advertência de verificação do
motor se acender quando uma falha for detectada, os có-
digos do diagnóstico de falhas (DTCs) correspondentes
são registrados na memória do ECM. (Consulte a página
05-15.) Se a falha não ocorrer novamente, a luz de adver-
tência de verificação do motor se apaga automaticamente
quando a chave de ignição é desligada e não volta a acen-
der quando a chave é ligada, mas os DTCs permanecem
registrados na memória do ECM.
• Para verificar os DTCs, conecte o testador portátil ao
Conector de Transmissão de Dados nº 3 (DLC3) no veí-
culo, ou efetue a leitura do número de piscadas da luz de
Testador Portátil advertência de verificação do motor quando os terminais
TC e CG do DLC3 estiverem conectados. O testador por-
tátil também possibilita apagar os DTCs, ativar os diver-
sos atuadores, além de verificar os dados congelados e
diversos dados referentes ao motor. (Para obter mais de-
talhes, consulte o manual de instruções do testador por-
tátil.)
A72434 • O sistema de diagnóstico funciona no modo normal du-
rante a condução normal do veículo. Além disso, apresen-
ta um modo de verificação (teste) os técnicos simulem os
sintomas das falhas e efetuem o seu diagnóstico. A maio-
ria dos DTCs utiliza a lógica de detecção de dupla varre-
dura* para evitar a detecção errônea e assegurar a com-
pleta detecção das falhas. Selecionando o modo de verifi-
cação (teste) do ECM através do testador portátil durante
o diagnóstico de falhas, o técnico pode fazer com que a
luz de advertência de verificação do motor se acenda para
uma falha que tenha sido detectada somente uma vez ou
momentaneamente (somente quando utilizar o testador
portátil) (Consulte a etapa 3).
05-8 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

• *Lógica de detecção de dupla varredura:


Quando uma falha é detectada pela primeira vez, ela é
armazenada temporariamente na memória do ECM (1ª var-
redura). Caso a mesma falha seja novamente detectada
durante o segundo teste de rodagem, essa segunda
detecção fará com que a luz de advertência de verifica-
ção do motor se acenda. (No entanto, a chave de ignição
deve ser desligada (OFF) entre a 1ª e a 2ª varredura.)
• Quadro de dados congelados:
Uma vez que os dados congelados registram as condi-
ções do motor (sistema de combustível, carga calculada,
temperatura do líquido de arrefecimento do motor,
5
equalização de combustível (fuel trim), rotação do motor,
velocidade do veículo, etc.) quando a falha é detectada,
ao efetuar o diagnóstico de falhas é recomendável deter-
minar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encon-
trava-se em movimento ou parado, o motor estava aque-
cido ou não, a proporção da mistura ar/combustível era
pobre ou rica, etc.

(b) Inspeção do DLC3


O ECM do veículo utiliza o protocolo de comunicação ISO
14230 (M-OBD). A configuração dos terminais DLC3 está
em conformidade com a norma ISO 15031-03 e
corresponde ao formato ISO 14230.

A58596

Conexão do Conexão/tensão ou resistência Condição


testador aos
terminais nº
7 Linha Bus + / Geração de pulsos + Durante a transmissão
4 Massa do chassi ↔ Massa da carroçaria / 1 Ω ou menos Sempre
16 Positivo da bateria ↔ Massa da carroçaria / 9 – 14 V Sempre

RECOMENDAÇÃO:
Caso o mostrador do testador apresente a mensagem
“UNABLE TO CONNECT TO VEHICLE” (Impossível a cone-
xão com o veículo) após a conexão do cabo do testador portá-
til ao DLC3 e depois da chave de ignição ter sido girada para a
posição ON (ligada) e o testador ter sido acionado, existe um
problema no lado do veículo ou do testador.
• Caso a comunicação esteja normal quando o dispositivo
for conectado a outro veículo, inspecione o DLC3 do pri-
meiro veículo.
• Caso a comunicação ainda não seja possível quando o
testador for conectado a outro veículo, provavelmente o
problema esteja no próprio dispositivo. Consulte a Assis-
tência Técnica relacionada no manual de instruções do
testador portátil.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-9

2. INSPEÇÃO DE DIAGNÓSTICO (Modo Normal)


(a) Inspeção da luz de advertência de verificação do motor
(1) A luz de advertência de verificação do motor (CHK
ENG) se acende quando a chave de ignição é girada
para a posição ON (ligada) e o motor não está em
funcionamento.
RECOMENDAÇÃO:
Caso a luz de advertência de verificação do motor (CHK ENG)
FI2547 não se acenda, efetue o diagnóstico de falhas do conjunto dos
instrumentos.
(2) A luz de advertência de verificação do motor deve se
apagar quando o motor entra em funcionamento. Caso
a luz de advertência permaneça acesa, isso indica 5
que o sistema de diagnóstico detectou uma falha ou
anormalidade no sistema.
(b) Verificação do DTC utilizando o testador portátil
NOTA:
Somente quando utilizar o testador portátil:
Quando o sistema de diagnóstico é selecionado a partir
do modo normal para o modo de verificação (teste), ele
apaga todos os DTCs e dados congelados registrados no
modo normal. Portanto, antes de selecionar os modos, sem-
pre verifique os DTCs e dados congelados, e anote-os.
(1) Prepare o testador portátil.
(2) Conecte o testador portátil ao DLC3.
(3) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada) e
ligue o interruptor principal do testador portátil.
(4) Utilize o testador portátil para verificar os DTCs e os
dados congelados, e anote essas informações. (Para
obter mais detalhes, consulte o manual de instruções
do testador portátil.)
(5) Consulte a página 05-15 para confirmar os detalhes
relativos aos DTCs.
CG (c) Para verificar o DTC sem utilizar o testador portátil, efetue
as etapas de (1) a (6).
(1) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(2) Utilizando a SST, conecte os terminais 13 (TC) e 4 (CG)
do DLC3.
SST 09843-18040
TC
DLC3 A58596

(3) Efetue a leitura do DTC através da luz de advertên-


cia de verificação do motor (CHK ENG).
0,25 s

Acesa Acesa Acesa Acesa

Apagada Apagada Apagada

0,25 s

FI0294
05-10 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

1,5 s
(4) Os padrões de intermitência para o código normal e
0,52 s
os códigos 12 e 31 são mostrados na ilustração como
4,5 s exemplo.
4,5 s
2,5 s (5) Os códigos são explicados na tabela de DTC na pá-
gina 05-15.
Acesa (6) Depois de completar a inspeção, desconecte os ter-
Apagada 0,52 s Repetição minais 13 (TC) e 4 (CG) e desligue o mostrador.
RECOMENDAÇÃO:
Um Ciclo
Início BR3589 Caso haja 2 ou mais códigos de falhas ocorrendo simultanea-
mente, a indicação começará por aquele que apresenta o me-
nor valor e continuará em ordem progressiva até o de maior
valor.
5 NOTA:
• Quando simular um sintoma para verificar os DTCs
sem utilizar o testador portátil, use o modo normal.
Para os códigos da tabela de DTC sujeitos à “lógica
de detecção de dupla varredura”, desligue a chave de
ignição (OFF) após simular o sintoma pela primeira
vez. Em seguida, efetue novamente o processo de si-
mulação. Quando o problema tiver sido simulado duas
vezes, a luz de advertência de verificação do motor
(CHK ENG) se acenderá e os DTCs serão registrados
no ECM.
• Verifique os DTCs de varredura única utilizando o
Modo 7 para a norma ISO 15031. (Resultados de Teste
Contínuo da função Euro-OBD no testador portátil)
3. INSPEÇÃO DE DIAGNÓSTICO (Modo de Verificação
(Teste))
RECOMENDAÇÃO:
Somente quando utilizar o testador portátil:
Comparado ao modo normal, o modo de verificação (teste)
apresenta maior sensibilidade para detectar falhas.
Além disso, os mesmos itens de diagnóstico detectados no
modo normal também podem ser detectados no modo de veri-
ficação (teste).
(a) Verificação do DTC
(1) Verifique as condições iniciais.
• Tensão da bateria igual ou superior a 11 V
• Borboleta de aceleração totalmente fechada
• Alavanca seletora na posição P (estacionamen-
to) ou N (neutro)
• Ar-condicionado desligado
(2) Gire a chave de ignição para a posição OFF (desli-
gada).
(3) Prepare o testador portátil.
(4) Conecte o testador portátil ao DLC3, localizado na
parte inferior esquerda/direita do painel de instrumen-
tos.
(5) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada) e
ligue o interruptor principal do testador portátil.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-11

(6) No testador portátil, selecione o modo de verificação (tes-


te) a partir do modo normal. (Verifique se a luz de adver-
tência de verificação do motor (CHK ENG) pisca.)
Piscada
NOTA:
Acesa Caso o ECM seja selecionado através do testador portátil a
partir do modo normal para o modo de verificação, ou vice-
Apagada
versa, ou ainda se a chave de ignição for girada da posição
ON (ligada) para as posições ACC (Acessórios) ou OFF (des-
0,13 s ligada) durante o modo de verificação, o DTC e os dados con-
gelados serão apagados.
FI3605 (7) Acione o motor. (A luz de advertência de verificação do
motor (CHK ENG) se apaga após a partida do motor.)
(8) Simule as condições da falha descrita pelo cliente.
NOTA:
Mantenha a chave de ignição na posição ON (ligada) até
que todos os DTCs, etc., tenham sido verificados.
(9) Após simular as condições da falha, utilize o seletor
de diagnósticos do testador portátil para verificar os
DTCs, os dados congelados, etc.
RECOMENDAÇÃO:
Tenha cuidado para não girar a chave de ignição para a posi-
ção OFF (desligada). Isso fará com que o sistema de diagnós-
tico mude do modo de verificação (teste) para o modo normal,
apagando desse modo todos os DTCs, etc.
(10) Após verificar o DTC, inspecione o circuito corres-
pondente.
(b) Apague o DTC.
O seguinte procedimento apagará o DTC e os dados con-
gelados.
• Utilize o testador portátil para apagar os códigos.
(Consulte o manual de instruções do testador portátil
para obter informações.)
• Desconecte o terminal da bateria ou remova o fusível
ECD por mais de 60 segundos.
4. TABELA DO MODO DE SEGURANÇA
Caso qualquer dos códigos apresentados abaixo seja registrado, o ECM entrará no modo de segurança.
Nº do DTC Funcionamento em modo de segurança Condições de desativação do modo de segurança
12 Proporção de funcionamento de TCV de 35 % 2 ou mais sinais TDC são detectados em
4 revoluções do motor
13 • Corte de combustível 2 ou mais sinais NE são detectados em 0,5 s
• Proporção de funcionamento de TCV de 0 %
• Borboleta de aceleração diesel fechada
15 • IDL SW ON: Borboleta de aceleração diesel Chave de ignição desligada (OFF)
fixada na posição de marcha lenta
• IDL SW OFF: Borboleta de aceleração diesel
fixada na posição totalmente aberta
• Posição do pedal do acelerador abaixo de 24 %
18 • Corte de combustível Chave de ignição desligada (OFF) ou
• Borboleta de aceleração diesel fechada motor de partida ON a partir de OFF
19 (1) Limite de rotação Chave de ignição desligada (OFF)
19 (2) Limite de rotação Chave de ignição desligada (OFF)
Posição do pedal do acelerador abaixo de 22 % Chave de ignição desligada (OFF)
22 Temperatura do líquido de arrefecimento do Retorno à condição normal
motor fixada em 60°C (140°F)
23 Temperatura do ar de admissão fixada Retorno à condição normal
em 140°C (284°F)
05-12 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Nº do DTC Funcionamento em modo de segurança Condições de desativação do modo de segurança


35 Pressão do ar de admissão fixada em 101,3 kPa
Retorno à condição normal
(760 mmHg, 30 pol.Hg)
39 Temperatura do combustível fixada em 40°C (104°F) Retorno à condição normal
42 Velocidade do veículo fixada em 0 km/h (0 mph) Velocidade do veículo > 10 km/h (6 mph)
5. VERIFICAÇÃO DE PROBLEMAS INTERMITENTES
RECOMENDAÇÃO:
Somente quando utilizar o testador portátil:
Ao colocar o ECM do veículo no modo de verificação (teste), é possível utilizar a lógica de detecção de varredura
única ao invés da lógica de detecção de dupla varredura, de modo a aumentar a sensibilidade de detecção de
circuito aberto. Isso facilita a detecção de problemas intermitentes.
(a) Apague o DTC. (Consulte a etapa 3.)
(b) Selecione o modo de verificação (teste). (Consulte a etapa 3.)
(c) Efetue um teste de simulação. (Consulte a página 01-23.)
(d) Verifique o conector e o terminal. (Consulte a página 01-33.)
(e) Manipule o conector. (Consulte a página 01-33.)
6. VALORES DE REFERÊNCIA PARA OS DADOS DO ECM
NOTA:
Os valores indicados abaixo para a “Condição Normal” são representativos. Assim, um veículo pode
apresentar-se normal mesmo que seus valores sejam diferentes dos apresentados aqui. Portanto, ao
decidir se uma peça está defeituosa ou não, não se baseie somente na “Condição Normal”.
RECOMENDAÇÃO:
Os dados do ECM podem ser monitorados através do testador portátil.
(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.
(b) Monitore os dados do ECM seguindo as instruções na tela do testador portátil. Consulte o manual do
operador do testador portátil para mais informações.
(c) Valores de referência
Item Condição de inspeção Valor de referência
INJECTION VOLUME Motor em marcha lenta*1 5 – 12 mm3/curso
Motor acelerado em 2.000 rpm*1 8 – 15 mm3/curso
Motor acelerado em 3.000 rpm*1 12 – 20 mm3/curso
INJECTION TIMING Motor em marcha lenta*1 13 – 15 °CA
Motor acelerado em 2.000 rpm*1 18,8 – 20,2 °CA
Motor acelerado em 3.000 rpm*1 22,4 – 24,0 °CA
ENGINE SPD RPM mantida estável (comparação com tacômetro) Sem grandes alterações
PIM c/ EGR: 92 – 98 kPa
Motor em marcha lenta*1
s/ EGR: 83 – 90 kPa
Motor acelerado em 2.000 rpm*1 101 – 111 kPa
Motor acelerado em 3.000 rpm*1 126 – 141 kPa
COOLANT TEMP Motor na temperatura normal de funcionamento 69 – 89°C (156 – 192°F)*2
INTAKE AIR Motor na temperatura normal de funcionamento Temperatura ambiente –100°C
FUEL TEMP Motor na temperatura normal de funcionamento Temperatura ambiente –90°C
VEHICLE SPD Durante a condução (comparação com velocímetro) Sem grandes diferenças
ACCEL POS #1 Pedal do acelerador liberado 0,6 – 1,3 V
Pedal do acelerador pressionado 2,8 – 4,5 V
ACCEL POS #2 Pedal do acelerador liberado 1,4 – 2,1 V
Pedal do acelerador pressionado 3,6 – 4,5 V
A/C SIG Interruptor do A/C ligado ON
IDL SIG Borboleta de aceleração totalmente fechada ON
STARTER SIG Durante a partida ON
A/C CUT SIG Interruptor do A/C desligado ON
EGR SYSTEM Em marcha lenta ON
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-13

Item Condição de inspeção Valor de referência


*3
NSW Sinal do interruptor de partida em neutro Posição P ou N: ON
PS OIL PRESS SW Sinal do interruptor de pressão do fluido da direção hidráulica Girando o volante de direção: ON
ACCEL CLOSE SW Pedal do acelerador totalmente fechado ON

*1: Aquecimento completo, alavanca seletora na posição “N”, todos os acessórios e A/C desligados.
*2: Caso o circuito do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento esteja em curto ou aberto, verifi-
que o ECM.
*3: Somente para T/A

INSPEÇÃO BÁSICA
Quando o código de falhas não for confirmado na verificação do DTC, deve-se efetuar o diagnóstico de
falhas na seqüência para todos os circuitos considerados como a causa dos problemas. Em muitos casos,
efetuando-se a inspeção básica mostrada no fluxograma a seguir, a localização da causa do problema pode
ser feita de maneira rápida e eficiente. Portanto, é essencial utilizar essa verificação no diagnóstico de
falhas do motor.

1 Verifique a tensão positiva da bateria.

NOTA:
Efetue esta verificação com o motor na condição de parada completa.

OK NG
Tensão 11 V ou mais Menos de 11 V

NG Carregue ou substitua a bateria.

OK

2 Verifique se o motor é acionado.

Consulte a Tabela de Sintomas de Problemas


NG
na página 05-20.

OK

3 Verifique o filtro de ar.

(a) Inspecione visualmente o filtro de ar quanto à sujeira ou


oleosidade excessiva.
NOTA:
Lado Externo
Se necessário, limpe o filtro com ar comprimido. Primeiro,
aplique abundantemente o ar comprimido a partir do lado
interno e depois pelo lado externo do filtro de ar.
Lado Interno

A58674 NG Repare ou substitua.

OK
05-14 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

4 Verifique a qualidade do combustível.

(a) Certifique-se de utilizar somente óleo diesel.


(b) Certifique-se de que o combustível não contenha nenhuma impureza.

NG Substitua o combustível.

OK

5 Verifique o óleo do motor. (Consulte a página 17-1.)

NG Adicione ou substitua.

OK

6 Verifique o líquido de arrefecimento do motor. (Consulte a página 16-1.)

Substitua o líquido de arrefecimento.


NG (Consulte a página 16-13.)

OK

7 Inspecione o avanço de injeção. (Consulte a página 14-3.)

Ajuste o avanço de injeção. (Consulte a


NG página 14-3.)

OK

8 Verifique a rotação da marcha lenta e a rotação máxima. (Consulte a página 14-3.)

Repare ou substitua a bomba injetora.


NG (Consulte a página 11-9.)

OK

9 Verifique o circuito de diagnóstico. (Consulte a página 05-107.)

NG Repare ou substitua.

OK

10 Verifique a bomba de vácuo.

NG Repare ou substitua a bomba de vácuo.

OK

Consulte a Tabela de Sintomas de Problemas na página 05-20.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-15

TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO DE FALHAS


RECOMENDAÇÃO:
Os parâmetros relacionados na tabela podem não ser exatamente os mesmos da sua leitura devido ao tipo
de instrumento utilizado ou outros fatores.
Caso um código de falhas seja indicado durante a inspeção do DTC no modo de verificação (teste), inspe-
cione o circuito correspondente aos códigos apresentados na tabela abaixo. Para obter mais detalhes sobre
cada código, consulte a página indicada na coluna “Consulte a página” para o respectivo “Nº do DTC” na
tabela de DTC.

Nº do DTC CHK
Condição detectada no DTC Possíveis causas Memória
(Consulte a pág.) ENG *1
12 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de posição da árvore de m m
(05-22) rotação do motor 1 (circuito manivelas em curto ou aberto
TDC ou G1) • Sensor de posição da árvore de manivelas
• ECM
13 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de rotação do motor em curto ou aberto m m
(05-25) rotação do motor 2 • Sensor de rotação do motor
(circuito NE) • ECM
14 Falha no sistema de controle • Circuito da válvula de controle de avanço em curto ou aberto m m
(05-27) de avanço • Válvula de controle de avanço
• Filtro de combustível (obstruído)
• Combustível (congelamento, entrada de ar)
• Bomba injetora (pressão interna e válvula de controle de
avanço)
• ECM
15 Falha no circuito do motor de • Circuito do motor de controle da borboleta de m m
(05-31) controle da borboleta de aceleração em curto ou aberto
aceleração • Motor de controle da borboleta de aceleração
• Borboleta de aceleração
• Conjunto da borboleta de aceleração
• ECM
17 Falha no CI interno • ECM m m
18 Falha no circuito da válvula de • Circuito da válvula de controle de retorno em curto ou m m
(05-35) controle de retorno aberto
• Válvula de controle de retorno
• ECM
19(1) Circuito do sensor de posição • Circuito do sensor de posição do pedal do acelerador m m
(05-39) do peda do acelerador em curto ou aberto
(Aberto/Em curto) • Sensor de posição do pedal do acelerador
• ECM
19(2) Circuito do sensor de posição • Circuito do sensor de posição do pedal do acelerador m m
(05-45) do pedal acelerador (Interrup- em curto ou aberto
tor de marcha lenta/Faixa) • Sensor de posição do pedal do acelerador
• ECM
22 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de temperatura do líquido de m m
(05-49) temperatura do líquido de arrefecimento em curto ou aberto
arrefecimento • Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento
• ECM
23 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de temperatura do ar de admissão – m
(05-55) temperatura do ar de admis- em curto ou aberto
são • Sensor de temperatura do ar de admissão
• ECM
32 Falha no sistema de correção • Circuito da unidade de correção da bomba injetora em – m
(05-61) da bomba injetora curto ou aberto
• Unidade de correção da bomba injetora
• ECM
35 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de pressão absoluta do coletor de m m
(05-63) pressão absoluta do coletor admissão em curto ou aberto
de admissão • Sensor de pressão absoluta do coletor de admissão
• ECM
39 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de temperatura do combustível em m m
(05-68) temperatura do combustível curto ou aberto
• Sensor de temperatura do combustível
• ECM
05-16 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Nº do DTC CHK
Condição detectada no DTC Possíveis causas Memória
(Consulte a pág.) ENG *1
42 Falha no circuito do sinal do • Circuito do sensor de velocidade do veículo em curto ou m m
(05-74) sensor de velocidade do aberto
veículo • Sensor de velocidade do veículo
• Conjunto dos instrumentos
• ECM
51 Falha no circuito do interruptor • Circuito do interruptor da luz de freio em curto ou aberto m m
(05-77) da luz de freio • Interruptor da luz de freio
• ECM
96 *2 Falha no circuito do sensor de • Circuito do sensor de posição da válvula EGR em m m
(05-81) posição da válvula EGR curto ou aberto
• Sensor de posição da válvula EGR
• ECM
99 *3 Falha no circuito do sistema • Circuito do sistema imobilizador do motor em curto ou – m
imobilizador do motor aberto
• Amplificador da chave transponder
• Computador da chave transponder
• Bobina da chave transponder
• ECM

*1: – A luz de advertência de verificação do motor (CHK ENG) não se acende.


m A luz de advertência de verificação do motor (CHK ENG) se acende.
*2: Somente c/ EGR
*3: Consulte a página 05-901, capítulo “Sistema Imobilizador do Motor”
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-17

LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS

Motor de Controle da
ECM Borboleta de Aceleração
Válvula Comutadora de Vácuo
Sensor de Temperatura
do Ar de Admissão
Conjunto da Válvula de
Controle Eletrônico de EGR
Sensor de Pressão Absoluta
do Coletor de Admissão
Conjunto dos Instrumentos
Conjunto das Velas
de Pré-aquecimento

DLC3
Injetor
Conjunto da Haste do Pedal do
Acelerador (Sensor de Posição
do Pedal do Acelerador)

Sensor de Temperatura
do Líquido de
Arrefecimento
Conjunto da Bomba
Injetora ou Alimentadora Sensor de Posição da
Árvore de Manivelas

R/B do Compartimento do Motor

Sensor de
Rotação do Motor
Sensor de
Temperatura Válvula de Controle
do Combustível de Retorno

Unidade de Correção
da Bomba Injetora
Válvula de Controle de Avanço

A73881
05-18 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

TERMINAIS DO ECM
Terminais do ECM

A09639

Símbolos (nº dos terminais) Cor do fio Condição Tensão STD (V)
BATT (E9–2) – E1 (E12–22) L ↔ BR Sempre 9 – 14
+B (E9–1) – E1 (E12–22) B ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
VC (E11–21) – E2 (E11–20) R-W ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 4,5 – 5,5
VCPA (E10–8) – EPA (E10–27) LG-R ↔ BR-W Chave de ignição ligada (ON) 4,5 – 5,5
VPA (E10–19) – EPA (E10–27) W-L ↔ BR-W Chave de ignição ligada (ON), pedal do acelerador 0,6 – 1,3
liberado
VPA (E10–19) – EPA (E10–27) W-L ↔ BR-W Chave de ignição ligada (ON), pedal do acelerador 2,8 – 4,5
pressionado
VPA2 (E10–28) – EPA (E10–27) GR-G ↔ BR-W Chave de ignição ligada (ON), pedal do acelerador 1,4 – 2,1
liberado
VPA2 (E10–28) – EPA (E10–27) GR-G ↔ BR-W Chave de ignição ligada (ON), pedal do acelerador 3,6 – 4,5
pressionado
PIM (E11–16) – E2 (E11–20) L-B ↔ BR Aplique vácuo a 40 kPa (300 mmHg, 11,8 pol.Hg) 1,0 – 1,8
PIM (E11–16) – E2 (E11–20) L-B ↔ BR Aplique vácuo a 135 kPa (1.000 mmHg, 39,4 pol.Hg) 2,3 – 3,2
THA (E11–22) – E2 (E11–20) B-L ↔ BR Marcha lenta, temperatura do ar de admissão 0,2 – 3,8
0°C (32°F) a 60°C (140°F)
THW (E11–14) – E2 (E11–20) R-L ↔ BR Marcha lenta, temperatura do líquido de arrefecimento 0,1 – 1,5
do motor 60°C (140°F) a 120°C (248°F)
THF (E11–24) – E2 (E11–20) G-B ↔ BR Chave de ignição ligada (ON), motor frio 0,5 – 3,8
IGSW (E9–9) – E1 (E12–22) B-O ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
STA (E10–6) – E1 (E12–22) B-Y ↔ BR Durante a partida 6,0 ou mais
NE+ (E12–17) – NE– (E12–28) B↔W Marcha lenta Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-25)
TDC+ (E12–16) – TDC– (E12–27) V↔P Marcha lenta Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-22)
SP1 (E10–22) – E1 (E12–22) V-R ↔ BR Chave de ignição ligada (ON), gire a roda motora Geração de pulsos
lentamente (Consulte a
página 05-74)
TCV (E12–5) – E1 (E12–22) R-W ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
TCV (E12–5) – E1 (E12–22) R-W ↔ BR Marcha lenta Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-27)
STP (E10–14) – E1 (E12–22) G-Y ↔ BR Chave de ignição ligada (ON), pedal do freio pressionado 7,5 – 14
STP (E10–14) – E1 (E12–22) G-Y ↔ BR Chave de ignição ligada (ON), pedal do freio liberado Abaixo de 1,5
ST1– (E10–23) – E1 (E12–22) R-L ↔ BR Chave de ignição ligada (ON), pedal do freio pressionado Abaixo de 1,5
ST1– (E10–23) – E1 (E12–22) R-L ↔ BR Chave de ignição ligada (ON), pedal do freio liberado 7,5 – 14
MREL (E9–7) – E01 (E12–21) W-G ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
AC1 (E10–4) – E1 (E12–22) Y-R ↔ BR Interruptor do A/C ligado (ON) (em marcha lenta) 0 – 1,5
AC1 (E10–4) – E1 (E12–22) Y-R ↔ BR Interruptor do A/C desligado (OFF) 9 – 14
TAC (E10–2) – E1 (E12–22) B-W ↔ BR Marcha lenta Geração de pulsos
SREL (E9–16) – E01 (E12–21) R ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-19

Símbolos (nº dos terminais) Cor do fio Condição Tensão STD (V)
W (E9–12) – E01 (E12–21) R-B ↔ W-B Luz de advertência de verificação do motor acesa 0–3
W (E9–12) – E01 (E12–21) R-B ↔ W-B Exceto luz de advertência de verificação do motor acesa 9 – 14
GIND (E9–3) – E01 (E12–21) Y-R ↔ W-B Luz indicadora de pré-aquecimento acesa 0–3
GIND (E9–3) – E01 (E12–21) Y-R ↔ W-B Exceto luz indicadora de pré-aquecimento acesa 9 – 14
DATA (E11–13) – E1 (E12–22) V ↔ BR Durante 0,5 s após ligar a chave de ignição (ON) Geração de pulsos
CLK (E11–12) – E1 (E12–22) P ↔ BR Durante 0,5 s após ligar a chave de ignição (ON) Geração de pulsos
ACT (E10–13) – E1 (E12–22) Y-G ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
ACT (E10–13) – E1 (E12–22) Y-G ↔ BR Durante o controle de corte do A/C 0–3
(conduzindo abaixo de 30 km/h, pedal do acelerador
totalmente aberto durante 5 s)
LU+A (E12–20) – E01 (E12–21) L-B ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-31)
LU–A (E12–30) – E01 (E12–21) L-W ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-31)
LU+B (E12–19) – E01 (E12–21) L-R ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-31)
LU–B (E12–29) – E01 (E12–21) L-Y ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-31)
TC (E9–18) – E1 (E12–22) P-L ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
SIL (E9–19) – E1 (E12–22) R-Y ↔ BR Conecte o testador portátil ao DLC3 Geração de pulsos
IMI (E11–7) – E1 (E12–22) W-R ↔ BR Marcha lenta Geração de pulsos
IMO (E9–15) – E1 (E12–22) L-R ↔ BR Alguns segundos após a partida do motor Geração de pulsos
SPV+ (E12–7) – E1 (E12–22) R-L ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
SPV+ (E12–7) – E1 (E12–22) R-L ↔ BR Marcha lenta após o aquecimento Geração de pulsos
SPV– (E12–6) – E1 (E12–22) R-Y ↔ BR Marcha lenta após o aquecimento Geração de pulsos
HSW (E10–1) – E1 (E12–22) G-Y ↔ BR Interruptor da marcha lenta acelerada de 0–3
aquecimento ligado (ON)
HSW (E10–1) – E1 (E12–22) G-Y ↔ BR Interruptor da marcha lenta acelerada de 9 – 14
aquecimento desligado (OFF)
EGR (E12–4) – E01 (E12–21) G-B ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
EGR (E12–4) – E01 (E12–21) G-B ↔ W-B EGR ativada (ON) Geração de pulsos
(Consulte a
página 05-90)
EGRC (E12–2) – E01 (E12–21) P-L ↔ W-B Chave de ignição ligada (ON) 0–3
EGRC (E12–2) – E01 (E12–21) P-L ↔ W-B Mantenha a rotação do motor em 1.500 rpm após 9 – 14
o aquecimento
EGLS (E11–23) – E2 (E11–20) L-W ↔ BR Chave de ignição ligada (ON) 0,6 – 1,4
05-20 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS


Quando a falha não for confirmada na verificação do código do diagnóstico de falhas e o problema ainda não
puder ser confirmado durante a inspeção básica, prossiga para esta etapa e efetue o diagnóstico de falhas
de acordo com a ordem apresentada na tabela abaixo.

Problema Possíveis causas Consulte a página


O motor não pode ser acionado 1. Motor de partida 19-1
(partida difícil) 2. Relé do motor de partida 19-1
3. Circuito do interruptor de partida em neutro (T/A) –
Motor frio (partida difícil) 1. Circuito do sinal STA 05-114
2. Bico injetor 11-1
3. Filtro de combustível 11-12
4. ECM 01-33
5. Bomba injetora 11-1
Motor aquecido (partida difícil) 1. Circuito do sinal STA 05-114
2. Bico injetor 11-1
3. Filtro de combustível 11-12
4. Compressão 14-3
5. ECM 01-33
6. Bomba injetora 11-1
Motor morrendo 1. Filtro de combustível 11-12
(logo após a partida) 2. Circuito de alimentação do ECM 05-84
3. ECM 01-33
4. Bomba injetora 11-1
Motor morrendo (outros) 1. Circuito de alimentação do ECM 05-84
2. ECM 01-33
3. Bomba injetora 11-1
Marcha lenta inicial irregular 1. Filtro de combustível 11-12
(marcha lenta inadequada) 2. ECM 01-33
3. Bomba injetora 11-1
Alta rotação da marcha lenta 1. Circuito do sinal A/C 05-100
(marcha lenta inadequada) 2. Circuito do sinal STA 05-114
3. ECM 01-33
4. Bomba injetora 11-1
Baixa rotação da marcha lenta 1. Circuito do sinal A/C 05-100
(marcha lenta inadequada) 2. Bico injetor 11-1
3. Circuito de controle de EGR 05-90
4. Compressão 14-3
5. Folga da válvula 14-8
6. Linha de combustível (sangria de ar) –
7. ECM 01-33
8. Bomba injetora 11-1
Marcha lenta irregular 1. Bico injetor 11-1
(marcha lenta inadequada) 2. Linha de combustível (sangria de ar) –
3. Circuito de controle de EGR 05-90
4. Compressão 14-3
5. Folga da válvula 14-8
6. ECM 01-3
7. Bomba injetora 11-1
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-21

Problema Possíveis causas Consulte a página


Variação de rotação com o 1. Bico injetor 11-1
motor aquecido 2. Circuito de alimentação do ECM 05-84
(marcha lenta inadequada) 3. Compressão 14-3
4. Linha de combustível (sangria de ar) –
5. Folga da válvula 14-8
6. ECM 01-33
7. Bomba injetora 11-1
Variação de rotação com o 1. Bico injetor 11-1
motor frio 2. Circuito de alimentação do ECM 05-84
(marcha lenta inadequada) 3. Compressão 14-3
4. Linha de combustível (sangria de ar) –
5. Folga da válvula 14-8
6. ECM 01-33
7. Bomba injetora 11-1
Falha na aceleração/ 1. Bico injetor 11-1
aceleração inadequada 2. Filtro de combustível 11-12
(condução inadequada) 3. Circuito de controle de EGR 05-90
4. Compressão 14-3
5. ECM 01-33
6. Bomba injetora 11-1
Pré-detonação 1. Bico injetor 11-1
(condução inadequada) 2. Circuito de controle de EGR 05-90
3. ECM 01-33
Fumaça negra 1. Bico injetor 11-1
(condução inadequada) 2. Circuito de controle de EGR 05-90
3. ECM 01-33
4. Bomba injetora 11-1
Fumaça branca 1. Circuito de controle de EGR 05-90
(condução inadequada) 2. Bico injetor 11-1
3. Filtro de combustível 11-12
4. ECM 01-33
5. Bomba injetora 11-1
Falhas/variação de rotação 1. Bico injetor 11-1
(condução inadequada) 2. ECM 01-33
3. Bomba injetora 11-1
05-22 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Falha no Circuito do Sensor de Rotação do Motor 1


DTC 12 (Circuito TDC ou G1)

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de posição da árvore de manivelas no sistema de controle do motor contém a placa de sinal e uma
bobina de captação para o sinal TDC. A placa de sinal TDC apresenta 1 dente em sua circunferência exter-
na. O sensor do sinal TDC gera 1 sinal para cada rotação do motor. O ECM detecta o ponto morto superior
através dos sinais TDC.
O sensor de rotação do motor no sistema de controle do motor contém a placa de sinal e uma bobina de
captação para o sinal NE. A placa do sinal NE apresenta 78 dentes e está instalada na bomba injetora. O
sensor do sinal NE gera 78 sinais a cada 2 rotações do motor. O ECM detecta a rotação do motor e a
posição de elevação do ressalto da bomba injetora. O ECM utiliza o sinal TDC e os sinais NE para o controle
do avanço de injeção. O sinal NE é utilizado também para o controle de volume de injeção.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


12 Não há entrada do sinal TDC para o ECM a 400 rpm • Circuito do sensor de posição da árvore
ou mais. de manivelas em curto ou aberto
• Sensor de posição da árvore de manivelas
• ECM

DIAGRAMA ELÉTRICO

Sensor de Posição da ECM


Árvore de Manivelas (Blindado)

Sensor de Rotação do Motor


(no interior da Bomba Injetora) (Blindado)

A76100
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-23

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o sensor de posição da árvore de manivelas.

(a) Verifique o sensor de posição da árvore de manivelas


quanto à resistência.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência: 22 – 28 Ω a 20°C (68°F)

(b) Verifique a forma de onda do sinal.


Item Conteúdo
Terminal TDC+ Ö TDC–
NE+ Ö NE–
Ajuste do equipamento 2 V/DIV, 20 ms/DIV
Condição Durante a marcha lenta

RECOMENDAÇÃO:
Conector do ECM A56850 As formas de onda corretas são mostradas na figura ao lado.

Formas de Onda dos Sinais TDC e NE

TDC 2 V/Divisão

NE

Substitua o sensor de posição da árvore de


NG
20 ms/Divisão (marcha lenta) A02483 manivelas.

OK
05-24 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de posição da árvore


2 de manivelas).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de posição da árvore de mani-
velas.
(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de Posição
da Árvore de Manivelas A74548
+ (C3 – 1) ↔ TDC+ (E12 – 16) Continuidade
– (C3 – 2) ↔ TDC– (E12 – 27)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
TDC+ (E12 – 16) ↔ TDC– (E12 – 27) Sem continuidade
TDC+ (E12 – 16) ↔ E2 (E11 – 20)
TDC– (E12 – 27) ↔ E2 (E11 – 20)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou


NG
Conector do ECM A56851 conector.

OK

3 Inspecione a instalação do sensor.

(a) Verifique a instalação do sensor de posição da árvore de manivelas.

NG Aperte o sensor.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-25

Falha no Circuito do Sensor de Rotação do Motor 2


DTC 13 (Circuito NE)

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Consulte o DTC 12 na página 05-22.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


13 Não há entrada do sinal NE para o ECM por 0,5 s ou • Circuito do sensor de rotação do motor
mais, com a rotação do motor de 580 rpm ou superior. em curto ou aberto
Não há entrada do sinal NE para o ECM por 2,0 s ou • Sensor de rotação do motor
mais durante a partida do motor. • ECM

DIAGRAMA ELÉTRICO
Consulte o DTC 12 na página 05-22.

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o conjunto da bomba injetora ou alimentadora (sensor de rotação do motor).

(a) Verifique o sensor de rotação do motor quanto à resistên-


Ohmímetro cia.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência: 205 – 255 Ω a 20°C (68°F)
(b) Verifique a forma de onda do sinal. (Consulte a página
05-22.)

Verifique e substitua o conjunto da bomba inje-


B12956 NG tora ou alimentadora. (Consulte a página 11-9.)

OK
05-26 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de rotação do motor).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de rotação do motor.


(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


Conector do Sensor de Rotação
do Motor A71304
NE+ (E7 – 2) ↔ NE+ (E12 – 17) Continuidade
NE– (E7 – 1) ↔ NE– (E12 – 28)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
NE+ (E12 – 17) ↔ NE– (E12 – 28) Sem continuidade
NE+ (E12 – 17) ↔ E2 (E11 – 20)
NE– (E12 – 28) ↔ E2 (E11 – 20)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou


NG
Conector do ECM A56851 conector.

OK

3 Inspecione a instalação do sensor.

(a) Verifique a instalação do sensor de rotação do motor.

NG Aperte o sensor.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-27

DTC 14 Falha no Sistema de Controle de Avanço

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O ECM controla o avanço de injeção através da válvula de controle de avanço. Essa válvula está instalada
na bomba injetora e atrasa o avanço pelo controle da pressão do combustível dentro da bomba.
O ECM detecta o ângulo de avanço da injeção através dos sinais TDC e NE.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


14 Durante e após o aquecimento do motor, o avanço de • Circuito da válvula de controle de
injeção real é diferente do valor ideal calculado pelo avanço em curto ou aberto
ECM, durante vários segundos. • Válvula de controle de avanço
• Filtro de combustível (obstruído)
• Combustível (congelamento, entrada
de ar)
• Bomba injetora (pressão interna e
válvula de controle de avanço)
• ECM

DIAGRAMA ELÉTRICO

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

ECM

Válvula de Controle
de Avanço

Bateria

A76101
05-28 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o conjunto da válvula de controle de avanço.

(a) Verifique a válvula de controle de avanço quanto à resis-


tência.
Ohmímetro
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência: 10 – 14 Ω a 20°C (68°F)

Substitua o conjunto da válvula de controle


NG
B12766 de avanço.

OK

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Solte o conector E12 do ECM.


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
TCV (E12 – 5) ↔ Massa da carroçaria 9 – 14 V

Conector do ECM A56851


OK Vá para a etapa 4.

NG
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-29

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto da válvula de controle de


3
avanço, Conjunto da válvula de controle de avanço – Relé EFI).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector da válvula de controle de avanço.


(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(d) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector da Válvula de Controle de Avanço
TCV (T5 – 2) ↔ TCV (E12 – 5) Continuidade
A73804
B (T5 – 1) ↔ ECU
(terminal 3 do relé EFI do R/B)
Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
TCV (E12 – 5) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
B (T5 – 1) ↔ Massa da carroçaria

Conector do ECM A56851

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

ECU
Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
A70834 conector.

OK

Verifique o circuito de alimentação do ECM. (Consulte a página 05-84.)


05-30 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

4 Inspecione o ECM.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
TCV (E12 – 5) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

(c) Verifique a forma de onda do sinal.

Conector do ECM A56850


Item Conteúdo
Terminal TCV Ö E1
Ajuste do equipamento 10 V/DIV, 10 ms/DIV
Forma de Onda do Sinal TCV Condição Durante a marcha lenta

TCV RECOMENDAÇÃO:
A forma de onda correta é mostrada na figura ao lado.
10V/DIV

10 ms/Divisão (Em Marcha Lenta) A02482 NG Repare ou substitua o ECM.

OK

5 Verifique o filtro de combustível quanto a obstrução, congelamento ou entrada de ar.

NG Repare ou substitua.

OK

Verifique e substitua o conjunto da bomba injetora ou alimentadora. (Consulte a página 11-9.)


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-31

DTC 15 Falha no Circuito do Motor de Controle da Borboleta de Aceleração

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O motor de controle da borboleta de aceleração é acionado pelo ECM e abre e fecha a borboleta de acele-
ração.
A abertura completa da borboleta de aceleração é detectada pelo sensor de abertura total da borboleta de
aceleração, o qual está instalado no corpo da borboleta de aceleração.
Caso este DTC seja memorizado, o ECM desliga a alimentação do motor de controle da borboleta de acele-
ração.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


15 • Circuito do motor de controle da borbo-
Circuito do motor de controle da borboleta de acelera- leta de aceleração em curto ou aberto
ção em curto ou aberto • Motor de controle da borboleta de acele-
ração
• Borboleta de aceleração
Circuito do sensor de abertura total da borboleta de
aceleração em curto ou aberto • Conjunto da borboleta de aceleração
• ECM
05-32 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DIAGRAMA ELÉTRICO

Motor de Controle da
Borboleta de Aceleração ECM

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

Bateria

A76102
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-33

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é recomen-
dável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento ou parado, o
motor estava aquecido ou não, etc.

1 Inspecione o ECM (circuito do motor de controle da borboleta de aceleração).

(a) Verifique a forma de onda do sinal.


Item Conteúdo
Terminal LU+A, LU–A, LU+B, LU–B Ö E01
Ajuste do equipamento 10 V/DIV, 0,5 ms/DIV
Condição Durante a aceleração do motor

RECOMENDAÇÃO:
As formas de onda corretas são mostradas na figura ao lado.
Conector do ECM A56850

Forma de Onda do Sinal


10 V/
Divisão

GND

0,5 ms/Divisão A09818 OK Verifique e substitua o ECM.

NG

Inspecione o conjunto da borboleta de aceleração (motor de controle da borboleta de


2 aceleração).

(a) Verifique o motor de controle da borboleta de aceleração


quanto à resistência.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência:
Terminais Temperatura Resistência
2 – 1, 3 a 20°C (68°F) 18 – 22 Ω
2 – 1, 3 a 80°C (176°F) 22 – 28 Ω
A31135
5 – 4, 6 a 20°C (68°F) 18 – 22 Ω
5 – 4, 6 a 80°C (176°F) 22 – 28 Ω

Substitua o conjunto da borboleta de acele-


NG
ração. (Consulte a página 10-5.)
OK
05-34 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione o chicote elétrico e o conector (Motor de controle da borboleta


3
de aceleração – ECM).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do motor de controle da borboleta de ace-
leração.
(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


Conector do Motor de Controle
da Borboleta de Aceleração A57648 LU+A (T2 – 6) ↔ LU+A (E12 – 20) Continuidade
LU–A (T2 – 4) ↔ LU–A (E12 – 30)
LU+B (T2 – 3) ↔ LU+B (E12 – 19)
LU–B (T2 – 1) ↔ LU–B (E12 – 29)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
LU+A (E12 – 20) ↔ E01 (E12 – 21) Sem continuidade
LU–A (E12 – 30) ↔ E01 (E12 – 21)
LU+B (E12 – 19) ↔ E01 (E12 – 21)
Conector do ECM A56850 LU–B (E12 – 29) ↔ E01 (E12 – 21)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-35

DTC 18 Falha no Circuito da Válvula de Controle de Retorno

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O ECM controla o volume de injeção de combustível acionando a válvula de controle de retorno. Essa
válvula está instalada na bomba injetora e atua abrindo e fechando a passagem de liberação da pressão de
injeção através da válvula solenóide localizada na válvula de controle de retorno (durante a injeção, a válvu-
la é fechada (ON)). O ECM decide o volume básico de injeção de combustível em função da rotação do
motor e do ângulo de abertura do pedal do acelerador. Em seguida, ele calcula o ângulo final da injeção de
combustível para adicionar as diversas correções sobre o volume básico de injeção de combustível. O
ECM conta os pulsos NE para detectar o ângulo a partir do início da injeção e operar a válvula de controle
de retorno de ON (ativada) para OFF (desativada) (a passagem de liberação da pressão de injeção é
aberta) na posição em que o ECM constata o ângulo final da injeção de combustível.

Pulso NE

Fecha (ON)
SPV
Abre (OFF)
Ângulo Final da Injeção
de Combustível
Abertura
do Êmbolo

Início da Injeção
A76395

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


18 Circuito da válvula de controle de retorno em curto ou • Circuito da válvula de controle de
aberto a 500 rpm ou mais retorno em curto ou aberto
• Válvula de controle de retorno
• ECM

DIAGRAMA ELÉTRICO
ECM
Válvula de
Controle de
Retorno

A15522
05-36 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o conjunto da bomba injetora ou alimentadora (válvula de controle de retorno).

Ohmímetro (a) Verifique a válvula de controle de retorno quanto à resis-


tência.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência: 1 – 2 Ω a 20°C (68°F)

Substitua o conjunto da bomba injetora ou


NG alimentadora. (Consulte a página 11-9.)
B12767

OK

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SPV+ (E12 – 7) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V
SPV+ (+)

Conector do ECM A56850 NG Substitua o ECM.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-37

3 Inspecione o ECM.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SPV+ (E12 – 7) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V
SPV+ (+)
(c) Verifique a forma de onda do sinal.
Conector do ECM
A56850 Item Conteúdo
Terminal SPV+ Ö E1
Ajuste do equipamento 10 V/DIV, 10 ms/DIV
Forma de Onda do Sinal SPV
10 V/ Condição Durante a marcha lenta
Divisão
RECOMENDAÇÃO:
A forma de onda correta é mostrada na figura ao lado.

SPV

Verifique quanto a problemas intermitentes.


10 ms/Divisão (em marcha lenta) OK
A02481 (Consulte a página 05-7.)

NG

4 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Válvula de controle de retorno).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector da válvula de controle de retorno.


(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SPV+ (M1 – 2) ↔ SPV+ (E12 – 7) Continuidade
Conector da Válvula de Controle de Retorno A73807 SPV– (M1 – 1) ↔ SPV– (E12 – 6)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


SPV+ (E12 – 7) ↔ E2 (E11 – 20) Sem continuidade
SPV– (E12 – 6) ↔ E2 (E11 – 20)

SPV+ SPV–
Conector do ECM A56851 OK Verifique e substitua o ECM.

NG
05-38 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-39

Circuito do Sensor de Posição do Pedal do Acelerador


DTC 19(1) (Aberto/Em Curto)

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
RECOMENDAÇÃO:
• Este é o procedimento de reparo do “sensor de posição do pedal do acelerador”.
• Este sistema de acelerador elétrico não utiliza um cabo do acelerador.
• Este sensor de posição do pedal do acelerador é do tipo indutivo (sem-contato).
O sensor de posição do pedal do acelerador está instalado no pedal do acelerador para detectar seu ângulo
de abertura. Como esse sensor é controlado eletronicamente através de elementos hall, é possível obter
um controle preciso e confiável. Ele apresenta 2 sensores a fim de detectar a posição do pedal do acelera-
dor e eventuais falhas no sensor de posição do pedal do acelerador.
No sensor de posição do pedal do acelerador, a tensão aplicada aos terminais do pedal VPA e VPA2 do ECM
se altera entre 0 V e 5 V, proporcionalmente ao ângulo de abertura do pedal do acelerador. VPA é o sinal que
indica o ângulo de abertura real do pedal do acelerador, utilizado para controlar o motor do veículo, enquanto
o sinal VPA2 indica informações relativas ao ângulo de abertura que são utilizadas para detectar falhas.
O ECM avalia o ângulo de abertura atual do pedal do acelerador a partir desses sinais enviados pelos
terminais VPA e VPA2 e, em seguida, controla o motor da borboleta de aceleração.
Tensão de Saída do Sensor de Posição do Pedal do Acelerador (V)

*1 *2

Sensor de Posição do
Pedal do Acelerador 5
ECM
Ímã 3,7 – 4,4

CI nº 1 2,9 – 3,6

1,6

0,8

25
0 Faixa Útil

CI nº 2 Ângulo de Abertura do Pedal do Acelerador (graus)

Ímã

*1: Pedal do Acelerador Totalmente Liberado


*2: Pedal do Acelerador Totalmente Pressionado

A19803
05-40 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


19(1) As condições (a), (b), (c) ou (d) ocorrem continua- • Circuito do sensor de posição do pedal
mente por 2,0 segundos: do acelerador em curto ou aberto
(a) VPA1 0,2 V e VPA2 0,5 V • Sensor de posição do pedal do
acelerador
(b) VPA1 4,8 V
• ECM
(c) Quando 3,45 V VPA1 0,2 V e VPA2 4,8 V
(d) VPA1–VPA2 0,02 V
A condição (a) ocorre por 0,5 segundo:
(a) VPA1 0,2 V ou VPA2 0,5 V

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 19 (1), use o testador portátil para confirmar a porcentagem de abertura da borboleta
de aceleração.

Problema Posição do pedal do acelerador expressa como tensão


Pedal do acelerador liberado Pedal do acelerador pressionado
ACCEL POS #1 ACCEL POS #2 ACCEL POS #1 ACCEL POS #2
Circuito VC aberto 0 – 0,2 V 0 – 0,2 V 0 – 0,2 V 0 – 0,2 V
Circuito VPA em curto 0 – 0,2 V 1,2 – 2,0 V 0 – 0,2 V 3,4 – 5,3 V
com a massa ou aberto
Circuito VPA2 em curto 0,5 – 1,1 V 0 – 0,2 V 2,6 – 4,5 V 0 – 0,2 V
com a massa ou aberto
Circuito E2 aberto 4,5 – 5,5 V 4,5 – 5,5 V 4,5 – 5,5 V 4,5 – 5,5 V

DIAGRAMA ELÉTRICO

Sensor de Posição do
Pedal do Acelerador ECM

A76376
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-41

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é recomen-
dável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento ou parado, o
motor estava aquecido ou não, etc.
Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (ACCEL POS #1 e ACCEL POS #2).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Selecione o item “DIAGNOSIS/ENHANCED OBD II/DATA
LIST/ETCS/ACCEL POS #1 e ACCEL POS #2”. Em se-
guida, leia o valor apresentado no testador portátil.
Padrão:
Pedal do acelerador ACCEL POS #1 ACCEL POS #2
Liberado 0,6 – 1,3 V 1,4 – 2,1 V
Pressionado Liberado Pressionado 2,8 – 4,5 V 3,6 – 4,5 V
FI7052
OK Vá para a etapa 5.

NG

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de posição do pedal


2
do acelerador).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acele-
rador.
(b) Solte os conectores E10 e E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade dos conectores do lado do chico-
te elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VCP2 (A28 – 1) ↔ VC (E11 – 21) Continuidade
Conector do Sensor de Posição EPA2 (A28 – 2) ↔ E2 (E11 – 20)
do Pedal do Acelerador A70828
VPA2 (A28 – 3) ↔ VPA2 (E10 – 28)
VCPA (A28 – 4) ↔ VCPA (E10 – 8)
EPA (A28 – 5) ↔ EPA (E10 – 27)
VPA (A28 – 6) ↔ VPA (E10 – 19)
Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VCP2 (A28 – 1) ou VC (E11 – 21) Sem continuidade
↔ Massa da carroçaria
EPA2 (A28 – 2) ou E2 (E11 – 20)
↔ Massa da carroçaria
Conector do ECM A76387 VPA2 (A28 – 3) ou VPA2 (E10 – 28)
↔ Massa da carroçaria
VCPA (A28 – 4) ou VCPA (E10 – 8)
↔ Massa da carroçaria
EPA (A28 – 5) ou EPA (E10 – 27)
↔ Massa da carroçaria
VPA (A28 – 6) ou VPA (E10 – 19)
↔ Massa da carroçaria
05-42 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

3 Inspecione o ECM (tensão VC e VCPA).

(a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acele-


Conector do Sensor rador.
de Posição do Pedal (b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
do Acelerador
(c) Meça a tensão entre os terminais dos conectores E10 e
E11 do ECM.
Padrão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada

A19521
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11 – 20) 4,5 – 5,5 V
VCPA (E10 – 8) ↔ EPA (E10 – 27)

Conector do ECM
A56850 NG Verifique e substitua o ECM.

OK

4 Substitua o conjunto da haste do pedal do acelerador. (Consulte a página 10-6.)

Leia a indicação do DTC (o DTC do sensor de posição do pedal do acelerador é indicado


5
novamente).

(a) Apague o DTC. (Consulte a página 05-7.)


(b) Dê partida no motor.
(c) Mantenha o motor em marcha lenta por 15 s ou mais.
(d) Leia o DTC. (Consulte a página 05-7.)
Resultado:
Mostrador (DTC indicado) Vá para
O DTC 19(1) é indicado novamente A
Nenhum DTC é indicado B
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-43

B Sistema OK

Verifique e substitua o ECM.

Caso não utilize o testador portátil:


Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de posição do pedal
1
do acelerador).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acele-
rador.
(b) Solte os conectores E10 e E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade dos conectores do lado do chico-
te elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de Posição
do Pedal do Acelerador A70828
VCP2 (A28 – 1) ↔ VC (E11 – 21) Continuidade
EPA2 (A28 – 2) ↔ E2 (E11 – 20)
VPA2 (A28 – 3) ↔ VPA2 (E10 – 28)
VCPA (A28 – 4) ↔ VCPA (E10 – 8)
EPA (A28 – 5) ↔ EPA (E10 – 27)
VPA (A28 – 6) ↔ VPA (E10 – 19)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


VCP2 (A28 – 1) ou VC (E11 – 21) Sem continuidade
Conector do ECM A76387 ↔ Massa da carroçaria
EPA2 (A28 – 2) ou E2 (E11 – 20)
↔ Massa da carroçaria
VPA2 (A28 – 3) ou VPA2 (E10 – 28)
↔ Massa da carroçaria
VCPA (A28 – 4) ou VCPA (E10 – 8)
↔ Massa da carroçaria
EPA (A28 – 5) ou EPA (E10 – 27)
↔ Massa da carroçaria
VPA (A28 – 6) ou VPA (E10 – 19)
↔ Massa da carroçaria

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK
05-44 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

2 Inspecione o ECM (tensão VC e VCPA).

(a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acele-


rador.
Conector do Sensor
de Posição do Pedal (b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
do Acelerador
(c) Meça a tensão entre os terminais dos conectores E10 e
E11 do ECM.
Padrão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada

A19521
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11 – 20) 4,5 – 5,5 V
VCPA (E10 – 8) ↔ EPA (E10 – 27)

Conector do ECM
A56850
NG Verifique e substitua o ECM.

OK

3 Substitua o conjunto da haste do pedal do acelerador. (Consulte a página 10-6.)

Leia a indicação do DTC (o DTC do sensor de posição do pedal do acelerador é indicado


4
novamente).

(a) Apague o DTC. (Consulte a página 05-7.)


(b) Dê partida no motor.
(c) Mantenha o motor em marcha lenta por 15 s ou mais.
(d) Leia o DTC. (Consulte a página 05-7.)
Resultado:
Mostrador (DTC indicado) Vá para
O DTC 19(1) é indicado novamente A
Nenhum DTC é indicado B

B Sistema OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-45

Circuito do Sensor de Posição do Pedal do Acelerador


DTC 19(2) (Interruptor de Marcha Lenta/Faixa)

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
RECOMENDAÇÃO:
Este é o procedimento de reparo do “sensor de posição do pedal do acelerador”.
Consulte o DTC 19(1) na página 05-39.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


19(2) Após o aprendizado completo do sensor do ECM e • Circuito do sensor de posição do pedal
quando a diferença de potencial elétrico dos sensores do acelerador em curto ou aberto
nº 1 e nº 2 se torna maior do que 1,2 V ou menor do • Sensor de posição do pedal do acelera-
que 0,4 V. dor
• ECM
Uma das seguintes condições ocorre continuamente
por mais de 2,0 segundos:
(a) Quando a diferença de potencial elétrico dos
sensores nº 1 e nº 2 excede o valor especificado.
(b) VPA2 4,9 V
(c) A tensão do critério de marcha lenta do
acelerador dos sensores nº 1 e nº 2 é menor do
que 0,04 V.

DIAGRAMA ELÉTRICO
Consulte o DTC 19(1) na página 05-39.

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é recomen-
dável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento ou parado, o
motor estava aquecido ou não, etc.

Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (ACCEL POS #1 e ACCEL POS #2).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Selecione o item “DIAGNOSIS/ENHANCED OBD II/DATA
LIST/ETCS/ACCEL POS #1 e ACCEL POS #2”. Em se-
guida, leia o valor apresentado no testador portátil.
Padrão:
Pedal do acelerador ACCEL POS #1 ACCEL POS #2
Pressionado Liberado Liberado 0,6 – 1,3 V 1,4 – 2,1 V

FI7052
Pressionado 2,8 – 4,5 V 3,6 – 4,5 V

OK Verifique e substitua o ECM.

NG
05-46 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de posição do pedal


2
do acelerador).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acele-
rador.
(b) Solte os conectores E10 e E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade dos conectores do lado do chico-
te elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):

Conector do Sensor de Posição


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
do Pedal do Acelerador A70828 VCP2 (A28 – 1) ↔ VC (E11 – 21) Continuidade
EPA2 (A28 – 2) ↔ E2 (E11 – 20)
VPA2 (A28 – 3) ↔ VPA2 (E10 – 28)
VCPA (A28 – 4) ↔ VCPA (E10 – 8)
EPA (A28 – 5) ↔ EPA (E10 – 27)
VPA (A28 – 6) ↔ VPA (E10 – 19)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM
A76387 VCP2 (A28 – 1) ou VC (E11 – 21) Sem continuidade
↔ Massa da carroçaria
EPA2 (A28 – 2) ou E2 (E11 – 20)
↔ Massa da carroçaria
VPA2 (A28 – 3) ou VPA2 (E10 – 28)
↔ Massa da carroçaria
VCPA (A28 – 4) ou VCPA (E10 – 8)
↔ Massa da carroçaria
EPA (A28 – 5) ou EPA (E10 – 27)
↔ Massa da carroçaria
VPA (A28 – 6) ou VPA (E10 – 19)
↔ Massa da carroçaria

Repare ou substitua o chicote elétrico ou


NG
o conector.

OK

Substitua o conjunto da haste do pedal do acelerador.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-47

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM (tensão VPA e VPA2).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector E10 do ECM.
Padrão:
Posição do pedal Símbolos Símbolos
do acelerador (nº dos terminais) (nº dos terminais)
VPA (E10 – 19) ↔ VPA2 (E10 – 28) ↔
EPA (E10 – 27) EPA (E10 – 27)
Conector do ECM Liberado 0,6 – 1,3 V 1,4 – 2,1 V
A56850
Pressionado 2,8 – 4,5 V 3,6 – 4,5 V

OK Verifique e substitua o ECM.


NG

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de posição do pedal


2
do acelerador).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acele-
rador.
(b) Solte os conectores E11 e E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade dos conectores do lado do chico-
te elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de Posição
do Pedal do Acelerador VCP2 (A28 – 1) ↔ VC (E11 – 21) Continuidade
A70828
EPA2 (A28 – 2) ↔ E2 (E11 – 20)
VPA2 (A28 – 3) ↔ VPA2 (E10 – 28)
VCPA (A28 – 4) ↔ VCPA (E10 – 8)
EPA (A28 – 5) ↔ EPA (E10 – 27)
VPA (A28 – 6) ↔ VPA (E10 – 19)
Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada

Conector do ECM
VCP2 (A28 – 1) ou VC (E11 – 21) Sem continuidade
A76387 ↔ Massa da carroçaria
EPA2 (A28 – 2) ou E2 (E11 – 20)
↔ Massa da carroçaria
VPA2 (A28 – 3) ou VPA2 (E10 – 28)
↔ Massa da carroçaria
VCPA (A28 – 4) ou VCPA (E10 – 8)
↔ Massa da carroçaria
EPA (A28 – 5) ou EPA (E10 – 27)
↔ Massa da carroçaria
VPA (A28 – 6) ou VPA (E10 – 19)
↔ Massa da carroçaria
05-48 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou


NG
o conector.

OK

Substitua o conjunto da haste do pedal do acelerador.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-49

Falha no Circuito do Sensor de Temperatura do Líquido de


DTC 22 Arrefecimento

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este sensor monitora a temperatura do líquido de arrefecimento
Figura 1
do motor. Um termistor instalado no sensor altera o valor da
resistência de acordo com a temperatura do líquido de
arrefecimento. Quanto menor a temperatura do líquido de
arrefecimento, maior será o valor da resistência do termistor.
Quanto maior a temperatura do líquido de arrefecimento, me-
nor será o valor da resistência do termistor. (Veja a Figura 1)
Aceitável O sensor de temperatura do líquido de arrefecimento é
conectado ao ECM (veja abaixo). A tensão de alimentação de
Resistência kΩ

5 V no ECM é aplicada a esse sensor a partir do terminal THW


através do resistor R. Ou seja, o resistor R e o sensor de tem-
peratura do líquido de arrefecimento estão ligados em série.
Quando o valor da resistência do sensor se altera de acordo
com as mudanças na temperatura do líquido de arrefecimento,
o potencial no terminal THW também se altera. Com base nes-
se sinal, o ECM aumenta o volume de combustível injetado a
fim de melhorar a condução enquanto o motor está frio.

Temperatura °C (°F)

A71307

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


22 Circuito do sensor de temperatura do líquido de • Circuito do sensor de temperatura do
arrefecimento em curto ou aberto por 0,5 s ou mais líquido de arrefecimento em curto ou
aberto
• Sensor de temperatura do líquido de
arrefecimento
• ECM

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 22, utilize o testador portátil para confirmar a temperatura do líquido de arrefecimento
a partir da função CURRENT DATA (dados atuais).

Temperatura indicada Falha


–40°C (–40°F) Circuito aberto
140°C (284°F) ou maior Circuito em curto
05-50 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DIAGRAMA ELÉTRICO

ECM
Sensor de Temperatura
do Líquido de Arrefecimento

A76377

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Caso diferentes DTCs relativos a sistemas diversos sejam indicados simultaneamente enquanto o
terminal E2 é utilizado como terminal de aterramento, E2 pode estar aberto.
• Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é
recomendável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento
ou parado, o motor estava aquecido ou não, etc.

Caso utilize o testador portátil:


Leia o valor indicado no testador portátil (temperatura do líquido de arrefecimento
1 do motor).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: Mesmo valor que a temperatura real do líquido de arrefecimento do motor
Resultado:
Temperatura indicada Vá para
–40°C (–40°F) A
140°C (284°F) ou maior B
OK C

B Vá para a etapa 4.

Verifique quanto a problemas intermitentes.


C
(Consulte a página 05-7.)

A
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-51

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (verifique quanto a circuito aberto).

(a) Solte o conector do sensor de temperatura do líquido de


ECM arrefecimento.
Sensor de Temperatura do
Líquido de Arrefecimento (b) Conecte os terminais 1 e 2 do conector do sensor de tem-
peratura do líquido de arrefecimento do lado do chicote
elétrico.
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(d) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: 140°C (284°F) ou maior
A75743

Lado do Chicote Elétrico

Conector do Sensor de Temperatura


do Líquido de Arrefecimento Substitua o sensor de temperatura do líquido
OK de arrefecimento.
A66104

NG

3 Inspecione o ECM (verifique quanto a circuito aberto).

(a) Conecte os terminais THW e E2 do conector do ECM.


Sensor de Temperatura do ECM (b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
Líquido de Arrefecimento
(c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: 140°C (284°F) ou maior

A75742

THW

E2
Conector do ECM Repare ou substitua o chicote elétrico
A56850 OK ou o conector.

NG
05-52 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Verifique e substitua o ECM.

4 Inspecione o chicote elétrico e o conector (verifique quanto a circuito em curto).

(a) Solte o conector do sensor de temperatura do líquido de


arrefecimento.
Sensor de Temperatura
do Líquido de Arrefecimento (b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: –40°C (–40°F)

Substitua o sensor de temperatura do


OK
A76591 líquido de arrefecimento.

NG

5 Inspecione o ECM (verifique quanto a circuito em curto).

(a) Solte o conector E11 do ECM.


Sensor de Temperatura
(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
do Líquido de Arrefecimento (c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: –40°C (–40°F)

A75744

Conector do ECM Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


OK
A56852 conector.

NG

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-53

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos Condição Condição
(nº dos terminais) especificada
THW (E11 – 14) ↔ 20°C (68°F) 0,2 – 3,8 V
THW (+) E2 (–)
E2 (E11 – 20) 80°C (176°F) 0,1 – 1,5 V
Conector do ECM
A56850
Verifique quanto a problemas intermitentes.
OK
(Consulte a página 05-7.)

NG

2 Inspecione o sensor de temperatura do líquido de arrefecimento.

(a) Verifique o sensor de temperatura do líquido de


Ohmímetro arrefecimento quanto à resistência.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência:
Aprox. 20°C (68°F): 2,28 – 2,63 kΩΩ

Aprox. 80°C (176°F): 0,305 – 0,331 kΩ
NOTA:
Aceitável
Caso utilize água para verificar o sensor de temperatura
Resistência kΩ

do líquido de arrefecimento, tome cuidado para não mo-


lhar os terminais. Após a verificação, enxugue o sensor.

Temperatura °C (°F) Substitua o sensor de temperatura do


NG líquido de arrefecimento.
Z17274

OK
05-54 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de temperatura do líquido de


3
arrefecimento).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de temperatura do líquido de


arrefecimento.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
E2 THW elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de Temperatura
do Líquido de Arrefecimento THW (W3 – 2) ↔ THW (E11 – 14) Continuidade
A66104
E2 (W3 – 1) ↔ E2 (E11 – 20)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
THW (E11 – 14) ↔ E2 (E11 – 20) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


Conector do ECM NG
A56852 conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-55

DTC 23 Falha no Circuito do Sensor de Temperatura do Ar de Admissão

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este sensor monitora a temperatura do ar de admissão. Um
termistor instalado no sensor altera o valor da resistência de
acordo com a temperatura do ar de admissão, conforme mos-
trado na ilustração. Esse valor da resistência do sensor de
temperatura do ar de admissão é um dos fatores para decidir o
volume de combustível injetado.

Aceitável
Resistência kΩ

Temperatura °C (°F)

A71307

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


23 Circuito do sensor de temperatura do ar de admissão • Circuito do sensor de temperatura do ar
em curto ou aberto por 0,5 s ou mais de admissão em curto ou aberto
• Sensor de temperatura do ar de admis-
são
• ECM

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 23, utilize o testador portátil para confirmar a temperatura do ar de admissão a partir
da função CURRENT DATA (dados atuais).

Temperatura indicada Falha


–40°C (–40°F) Circuito aberto
140°C (284°F) ou maior Circuito em curto
05-56 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DIAGRAMA ELÉTRICO

ECM

Sensor de Temperatura do Ar de Admissão

A76377

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Caso diferentes DTCs relativos a sistemas diversos sejam indicados simultaneamente enquanto o
terminal E2 é utilizado como terminal de aterramento, E2 pode estar aberto.
• Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é reco-
mendável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento ou para-
do, o motor estava aquecido ou não, etc.
Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (temperatura do ar de admissão).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: Igual à temperatura real da entrada de ar
Resultado:
Temperatura indicada Vá para
–40°C (–40°F) A
140°C (284°F) ou maior B
OK C

B Vá para a etapa 4.

Verifique quanto a problemas intermitentes.


C
(Consulte a página 05-7.)

A
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-57

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (verifique quanto a circuito aberto).

(a) Solte o conector do sensor de temperatura do ar de ad-


missão.
Sensor de Temperatura
do Ar de Admissão (b) Conecte os terminais 1 e 2 do conector do sensor de
temperatura do ar de admissão do lado do chicote elétri-
co.
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(d) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: 140°C (284°F) ou maior
A75743

Lado do Chicote Elétrico

Conector do Sensor de Temperatura Substitua o sensor de temperatura do ar de


OK
do Ar de Admissão A56868 admissão.

NG

3 Inspecione o ECM (verifique quanto a circuito aberto).

(a) Conecte os terminais THA e E2 do conector do ECM.


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
Sensor de Temperatura
do Ar de Admissão (c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: 140°C (284°F) ou maior

A75742

Conector do ECM
A56850
05-58 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou


OK
o conector.

NG

Verifique e substitua o ECM.

4 Inspecione o chicote elétrico e o conector (verifique quanto a circuito em curto).

(a) Solte o conector do sensor de temperatura do ar de ad-


missão.
Sensor de Temperatura (b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
do Ar de Admissão
(c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: –40°C (–40°F)

Substitua o sensor de temperatura do ar de


OK
A76591 admissão.

NG

5 Inspecione o ECM (verifique quanto a circuito em curto).

(a) Solte o conector E11 do ECM.


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
Sensor de Temperatura
do Ar de Admissão (c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: –40°C (–40°F)

A75744

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


Conector do ECM OK
A56852 conector.

NG

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-59

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos Condição Condição
(nº dos terminais) especificada
THA (E11 – 22) ↔ 20°C (68°F) 0,2 – 3,8 V
E2 (E11 – 20) 80°C (176°F) 0,1 – 1,5 V
Conector do ECM
A56850

Verifique quanto a problemas intermitentes.


OK
(Consulte a página 05-7.)

NG

2 Inspecione o sensor de temperatura do ar de admissão.

(a) Verifique o sensor de temperatura do ar de admissão quan-


to à resistência.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência:
Aprox. 20°C (68°F): 2,21 – 2,65 kΩ Ω
Aceitável
Resistência kΩ

Temperatura °C (°F)

Substitua o sensor de temperatura do ar de


NG
A64380 admissão.

OK
05-60 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione e substitua o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de temperatura do


3
ar de admissão).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de temperatura do ar de ad-


missão.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
E2 THA elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de Temperatura
do Ar de Admissão
THA (I10 – 2) ↔ THA (E11 – 22) Continuidade
A56868
E2 (I10 – 1) ↔ E2 (E11 – 20)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
THA (E11 – 22) ↔ E2 (E11 – 20) Sem continuidade

Conector do ECM Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A56852 conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-61

DTC 32 Falha no Sistema de Correção da Bomba Injetora

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sistema de correção corrige pequenas variações entre as bombas injetoras.
Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas
32 Quando a ignição é ligada, ou quando o ECM determi- • Circuito da unidade de correção da
na se há um erro de RAM no ECM ou não, o ECM bomba injetora em curto ou aberto
efetua uma comunicação simples. Caso alguma das • Unidade de correção da bomba injetora
seguintes condições ocorra na comunicação, o ECM
• ECM
efetua uma comunicação adicional. Enquanto o ECM
efetua a comunicação, se (a) se repetir por 20 vezes
consecutivas, ou (b) se repetir por 20 vezes consecuti-
vas, ou (c) se repetir por 2 vezes consecutivas, o ECM
indica o DTC 32.
(a) Houve um erro de comunicação durante o recebi-
mento dos dados.
(b) Ambos os dados BCC, obtidos um através do rece-
bimento e outro através do cálculo após o recebi-
mento, não coincidem.
(c) Os dados recebidos da ROM da bomba não dão
entrada em um período de 1024 ms.
Apesar do processo de determinação ser completado
sem nenhum problema, o ECM efetua a comunicação
novamente se um código indefinido for encontrado du-
rante a verificação de um código de identificação dos
dados recebidos. Se o código indefinido se repetir por
20 vezes consecutivas em seqüência, o ECM indicará
o código do DTC.

DIAGRAMA ELÉTRICO
Bomba Injetora

(Blindado)

A76379
05-62 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Unidade de correção da bomba injetora).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector da unidade de correção da bomba injetora.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
DATA Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
DATA (I5 – 1) ↔ DATA (E11 – 13) Continuidade
Conector da Unidade de
Correção da Bomba Injetora A66283 CLK (I5 – 4) ↔ CLK (E11 – 12)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
DATA (E11 – 13) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
CLK (E11 – 12) ↔ E1 (E12 – 22)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


Conector do ECM NG
A56852 conector.

OK

2 Substitua o conjunto da bomba injetora ou alimentadora. (Consulte a página 11-9.)

3 Leia a indicação do DTC (o DTC 32 é indicado novamente).

(a) Apague o DTC. (Consulte a página 05-7.)


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Verifique o DTC. (Consulte a página 05-7.)
Resultado:
Mostrador (DTC indicado) Vá para
O DTC 32 é indicado novamente A
Nenhum DTC é indicado B

B Sistema OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-63

Falha no Circuito do Sensor de Pressão Absoluta do Coletor de


DTC 35 Admissão

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de pressão absoluta do coletor de admissão está
V conectado ao coletor de admissão. O ECM detecta a pressão
do coletor de admissão como uma tensão através do sensor.
4,5
O ECM utiliza o sinal de pressão do coletor de admissão para
correção dos controles de volume e avanço de injeção.
A VSV do sensor de pressão absoluta do coletor de admissão
alterna a atmosfera aplicada ao sensor, aplicando a pressão
0,5
absoluta do coletor de admissão. O sensor de pressão absolu-
ta do coletor de admissão monitora a pressão atmosférica e a
kPa pressão do coletor de admissão, e transmite a tensão de saída
60,0 206,7 para o ECM, o qual utiliza esse valor da pressão atmosférica
mmHg
450 1,550 para corrigir o volume de injeção.
(17,7) (61,0) pol.Hg

Pressão do Ar A06532

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


35 Circuito do sensor de pressão absoluta do coletor de • Circuito do sensor de pressão absoluta
admissão em curto ou aberto por 2 segundos ou do coletor de admissão em curto ou
mais aberto
• Sensor de pressão absoluta do coletor de
admissão
• ECM

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 35, utilize o testador portátil para confirmar a pressão do coletor de admissão no filtro
de ar a partir da função CURRENT DATA (dados atuais).

Pressão do coletor de admissão (kPa) Falha


Aproximadamente 0 • Circuito PIM em curto
206,7 ou maior • Circuito VC em curto ou aberto
• Circuito PIM aberto
• Circuito E2 aberto
05-64 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DIAGRAMA ELÉTRICO

Sensor de Pressão Absoluta


do Coletor de Admissão

A76380

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Caso diferentes DTCs relativos a sistemas diversos sejam indicados simultaneamente enquanto o
terminal E2 é utilizado como terminal de aterramento, E2 pode estar aberto.
• Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é
recomendável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento
ou parado, o motor estava aquecido ou não, etc.

Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (pressão do coletor de admissão).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Leia o valor da pressão do coletor de admissão no testador portátil.
Pressão: Igual à pressão atmosférica
OK Repare ou substitua a mangueira de vácuo.

NG

2 Inspecione o sensor de pressão absoluta do coletor de admissão. (Consulte a página 13-4.)

SST 09992-00242
Substitua o sensor de pressão absoluta do
NG
coletor de admissão.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-65

3 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11 – 20) 4,5 – 5,5 V

Conector do ECM
A56850 NG Verifique e substitua o ECM.

OK

4 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
PIM (E11 – 16) ↔ E2 (E11 – 20) 1,0 – 2,2 V

Conector do ECM
A56850 OK Verifique e substitua o ECM.

NG
05-66 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de pressão absoluta


5
do coletor de admissão).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de pressão absoluta do coletor
de admissão.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de Pressão
Absoluta do Coletor de Admissão A56992
VC (T7 – 3) ↔ VC (E11 – 21) Continuidade
PIM (T7 – 2) ↔ PIM (E11 – 16)
E (T7 – 1) ↔ E2 (E11 – 20)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VC (E11 – 21) ↔ PIM (E11 – 16) Sem continuidade
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11 – 20)
PIM (E11 – 16) ↔ E2 (E11 – 20)
Conector do ECM
A56852

Repare ou substitua o chicote elétrico ou


NG
o conector.
OK

Substitua o sensor de pressão absoluta do coletor de admissão.

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o sensor de pressão absoluta do coletor de admissão (Consulte a página 13-4.)

SST 09992-00242
Substitua o sensor de pressão absoluta do
NG
coletor de admissão.

OK

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11 – 20) 4,5 – 5,5 V

Conector do ECM
A56850
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-67

NG Verifique e substitua o ECM.

OK

3 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
PIM (E11 – 16) ↔ E2 (E11 – 20) 1,0 – 2,2 V

Conector do ECM
A56850 OK Verifique e substitua o ECM.

NG

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de pressão absoluta


4
do coletor de admissão).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de pressão absoluta do coletor
de admissão.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):

Conector do Sensor de Pressão


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Absoluta do Coletor de Admissão VC (T7 – 3) ↔ VC (E11 – 21) Continuidade
A56992
PIM (T7 – 2) ↔ PIM (E11 – 16)
E (T7 – 1) ↔ E2 (E11 – 20)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VC (E11 – 21) ↔ PIM (E11 – 16) Sem continuidade
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11 – 20)
PIM (E11 – 16) ↔ E2 (E11 – 20)
Conector do ECM A56852
Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
conector.

OK

Substitua o sensor de pressão absoluta do coletor de admissão.


05-68 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DTC 39 Falha no Circuito do Sensor de Temperatura do Combustível

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este sensor monitora a temperatura do combustível. Um
Figura 1
termistor instalado no sensor altera o valor da resistência de
acordo com a temperatura do combustível. Quanto menor a
temperatura do combustível, maior será o valor da resistência
do termistor. Quanto maior a temperatura do combustível, me-
nor será o valor da resistência do termistor. (Veja a Figura 1.)
O sensor de temperatura do combustível está conectado ao
Aceitável
ECM (veja abaixo). A tensão de alimentação de 5 V no ECM é
Resistência kΩ

aplicada ao sensor de temperatura do combustível a partir do


terminal THF através do resistor R. Ou seja, o resistor R e o
sensor de temperatura do combustível estão ligados em série.
Quando o valor da resistência do sensor se altera de acordo
com as mudanças na temperatura do combustível, o potencial
no terminal THF também se altera. Com base nesse sinal, o
ECM aumenta o volume de combustível injetado a fim de me-
lhorar a condução em baixas rotações do motor e com alta
temperatura do combustível.

Temperatura °C (°F)
A71307

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


39 Circuito do sensor de temperatura do combustível em • Circuito do sensor de temperatura do
curto ou aberto por 0,5 segundo ou mais combustível em curto ou aberto
• Sensor de temperatura do combustível
• ECM

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 39, utilize o testador portátil para confirmar a temperatura do combustível a partir da
função CURRENT DATA (dados atuais).

Temperatura indicada Falha


–40°C (–40°F) Circuito aberto
140°C (284°F) ou maior Circuito em curto
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-69

DIAGRAMA ELÉTRICO

Sensor de Temperatura do Combustível

A76377

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Caso diferentes DTCs relativos a sistemas diversos sejam indicados simultaneamente enquanto o
terminal E2 é utilizado como terminal de aterramento, E2 pode estar aberto.
• Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é
recomendável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento
ou parado, o motor estava aquecido ou não, etc.

Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (temperatura do combustível).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: Igual à temperatura real do combustível
Resultado:
Temperatura indicada Vá para
–40°C (–40°F) A
140°C (284°F) ou maior B
OK C

B Vá para a etapa 4.

Verifique quanto a problemas intermitentes.


C (Consulte a página 05-7.)
A
05-70 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (verifique quanto a circuito aberto).

(a) Solte o conector do sensor de temperatura do combustí-


vel.
Sensor de Temperatura
do Combustível (b) Conecte os terminais 1 e 2 do conector do sensor de tem-
peratura do combustível do lado do chicote elétrico.
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(d) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: 140°C (284°F) ou maior

A75743

Lado do Chicote Elétrico

Conector do Sensor de Substitua o sensor de temperatura do


Temperatura do Combustível OK
A66104 combustível.

NG

3 Inspecione o ECM (verifique quanto a circuito aberto).

(a) Conecte os terminais THF e E2 do conector do ECM.


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
Sensor de Temperatura
do Combustível (c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: 140°C (284°F) ou maior

A75742

Conector do ECM

A56850
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-71

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


OK
conector.

NG

Verifique e substitua o ECM.

4 Inspecione o chicote elétrico e o conector (verifique quanto a circuito em curto).

(a) Solte o conector do sensor de temperatura do combustí-


Sensor de Temperatura vel.
do Combustível
(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: –40°C (–40°F)

Substitua o sensor de temperatura do


OK
A76591 combustível.

NG

5 Inspecione o ECM (verifique quanto a circuito em curto).

(a) Solte o conector E11 do ECM.


Sensor de Temperatura (b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
do Combustível
(c) Leia o valor da temperatura no testador portátil.
Temperatura: –40°C (–40°F)

A75744

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


Conector do ECM OK
A56852 conector.

NG

Verifique e substitua o ECM.


05-72 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos Condição Condição
(nº dos terminais) especificada
THF (E11 – 24) ↔ 20°C (68°F) 0,5 – 3,8 V
E2 (E11 – 20) 80°C (176°F) 0,1 – 1,5 V
Conector do ECM
A56850

Verifique quanto a problemas intermitentes.


OK
(Consulte a página 05-7.)

NG

2 Inspecione o sensor de temperatura do combustível.

(a) Verifique o sensor de temperatura do combustível quanto


Ohmímetro à resistência.
(1) Utilizando um ohmímetro, meça a resistência entre
os terminais.
Resistência:
Aprox. 20°C (68°F): 2,21 – 2,69 kΩΩ
Aprox. 80°C (176°F): 0,287 – 0,349 kΩ Ω
NOTA:
Aceitável Caso utilize água para verificar o sensor de temperatura
Resistência kΩ

do combustível, tome cuidado para não molhar os termi-


nais. Após a verificação, enxugue o sensor.

Substitua o sensor de temperatura do


Temperatura °C (°F) NG
Z17274 combustível.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-73

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de temperatura do


3
combustível).

Lado do Chicote Elétrico


(a) Solte o conector do sensor de temperatura do combustí-
vel.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do Sensor de
Temperatura do Combustível
A66104
THF (F11 – 2) ↔ THF (E11 – 24) Continuidade
E2 (F11 – 1) ↔ E2 (E11 – 20)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
THF (E11 – 24) ↔ E2 (E11 – 20) Sem continuidade

Conector do ECM
A56850
Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.


05-74 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DTC 42 Falha no Circuito do Sinal do Sensor de Velocidade do Veículo

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de velocidade do veículo detecta a velocidade da roda e envia os sinais apropriados para o
conjunto do computador de controle de patinagem.
O ECM converte esses sinais em um sinal de 4 pulsos e o envia para o conjunto dos instrumentos. Após
esse sinal ser convertido numa forma de onda retangular mais precisa pelo circuito de formação de onda,
localizado dentro do conjunto dos instrumentos, ele é transmitido para o ECM. O ECM determina a velocida-
de do veículo com base na freqüência desses sinais de pulso.

4 Pulsos 4 Pulsos

Vem do Sensor
de Velocidade

Conjunto do Computador Conjunto dos Instrumentos


de Controle de Patinagem

A73544

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


42 Todas as condições apresentadas abaixo são detecta- • Circuito do sensor de velocidade do
das continuamente por 8 s ou mais: veículo em curto ou aberto
(a) Sinal de velocidade do veículo: 0 km/h (0 mph) • Sensor de velocidade do veículo
(b) Rotação do motor: 1.800 – 3.000 rpm • Conjunto dos instrumentos
(c) Temperatura do líquido de arrefecimento: 80°C • ECM
(176°F) ou maior
(d) Ângulo de abertura do pedal do acelerador: 35 %
ou mais

DIAGRAMA ELÉTRICO

Conjunto dos Instrumentos

J/B do Lado do Motorista J/B nº 3

A72399
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-75

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 Inspecione o funcionamento do velocímetro.

Dirija o veículo e verifique se o funcionamento do velocímetro, no conjunto dos instrumentos, está normal.
RECOMENDAÇÃO:
O sensor de velocidade do veículo estará funcionando normalmente se o mostrador do velocímetro estiver
normal.

Verifique o circuito do velocímetro.


NG
(Consulte a página 05-744.)

OK

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Coloque a transmissão em neutro.


(b) Levante o veículo com um macaco.
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(d) Meça a tensão entre os terminais SP1 e E2 do conector
do ECM enquanto gira a roda lentamente.
Resultado: A tensão é gerada intermitentemente.

Conector do ECM
A56850

4,5 – 5,5 V

Gire a roda
AT7809 OK Verifique e substitua o ECM.

NG
05-76 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

3 Inspecione o chicote elétrico e o conector (Conjunto dos instrumentos – ECM).

(a) Solte o conector C11 do conjunto dos instrumentos. (Con-


sulte a página 71-24.)
(b) Solte o conector E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM
A56853
+S (C11 – 14) (Configuração dos Continuidade
terminais na página 05-739) ↔
SP1 (E10 – 22)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SP1 (E10 – 22) ↔ E2 (E11 – 20) Sem continuidade

OK Verifique e substitua o ECM.

NG

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o conector.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-77

DTC 51 Falha no Circuito do Interruptor da Luz de Freio

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Neste sistema, o sinal do interruptor da luz de freio é usado para avaliar se o sistema de aceleração encon-
tra-se normal ou não.
O interruptor da luz de freio apresenta um sistema duplex (sinais STP e ST1–) para memorizar a anormali-
dade quando os sinais relativos ao pressionamento e à liberação do pedal do freio são detectados simulta-
neamente.
RECOMENDAÇÃO:
A condição normal é apresentada na tabela.

Sinal Pedal do freio liberado Em transição Pedal do freio pressionado


STP OFF ON ON
ST1– ON ON OFF

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


51 Quando os sinais STP (sem pressionar o pedal do freio) • Circuito do interruptor da luz de freio
e ST1– (com o pedal do freio pressionado) ocorrem aberto ou em curto
continuamente por mais de 0,5 s com a chave de igni- • Interruptor da luz de freio
ção ligada (ON)
• ECM
05-78 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DIAGRAMA ELÉTRICO

Interruptor da Luz de Freio

R/B do Comparti-
mento do Motor

STOP

ALT
J/B do Lado do Motorista

Chave de Ignição

R/B do Compartimento
do Motor

Bateria

A76386
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-79

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é recomen-
dável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento ou parado, o
motor estava aquecido ou não, etc.

1 Inspecione o funcionamento da luz de freio.

(a) Verifique se a luz de freio se acende e apaga normalmente quando o pedal do freio é pressionado e
liberado.

Repare o circuito do interruptor da luz de


NG
freio.

OK

2 Inspecione o ECM.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Pedal do Freio Tensão:
Pedal do Freio Liberado
Pressionado
Símbolos Pedal do freio Tensão
(nº dos terminais)
STP (E10 – 14) ↔ Pressionado 7,5 – 14 V
E1 (E12 – 22) Liberado Abaixo de 1,5 V
ST1– (E10 –23) ↔ Pressionado Abaixo de 1,5 V
A56985
E1 (E12 – 22) Liberado 7,5 – 14 V

Conector do ECM Verifique quanto a problemas intermitentes.


OK
A56850 (Consulte a página 05-7.)

NG
05-80 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

3 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Interruptor da luz de freio).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do interruptor da luz de freio.


(b) Solte o conector E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
L (S18 – 1) ↔ STP (E10 – 14) Continuidade
Conector do Interruptor da Luz de Freio
A56986 L (S18 – 4) ↔ ST1– (E10 – 23)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
STP (E10 – 14) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
ST1– (E10 – 23) ↔ E1 (E12 – 22)

Conector do ECM Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


A56853
NG
conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-81

DTC 96 Falha no Circuito do Sensor de Posição da Válvula EGR

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas
96 A condição (a) ou (b) ocorre durante 0,5 s ou mais: • Circuito do sensor de posição da
(a) EGLS < 0,1 V válvula EGR em curto ou aberto
• Sensor de posição da válvula EGR
(b) EGLS > 4,9 V
• ECM

DIAGRAMA ELÉTRICO

Sensor de Posição da Válvula EGR

A76378
05-82 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Caso diferentes DTCs relativos a sistemas diversos sejam indicados simultaneamente enquanto o
terminal E2 é utilizado como terminal de aterramento, E2 pode estar aberto.
• Efetue a leitura dos dados congelados utilizando o testador portátil. Uma vez que os dados congelados
registram as condições do motor quando a falha é detectada, ao efetuar o diagnóstico de falhas é
recomendável determinar se, quando da ocorrência da falha, o veículo encontrava-se em movimento
ou parado, o motor estava aquecido ou não, etc.

Inspecione o conjunto da válvula de controle eletrônico de EGR (sensor de posição da


1
válvula EGR).

Substitua o conjunto da válvula de controle


NG
eletrônico de EGR.

OK

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector E11 do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
EGLS (E11 – 23) ↔ E2 (E11 – 20) 0,6 – 1,4 V

EGLS (+) E2 (–)

Conector do ECM NG Verifique e substitua o ECM.


A56850

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-83

3 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Sensor de posição da válvula EGR).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector do sensor de posição da válvula EGR.
(b) Solte o conector E11 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VC (E11 – 21) ↔ VC (E2 – 1) Continuidade
Conector do Sensor de
Posição da Válvula EGR A57010 EGLS (E11 – 23) ↔ EGLS (E2 – 3)
E2 (E11 – 20) ↔ E2 (E2 – 2)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
VC (E11 – 21) ↔ EGLS (E11 – 23) Sem continuidade
VC (E11 – 21) ↔ E2 (E11– 20)
EGLS (E11 – 23) ↔ E2 (E11– 20)

Conector do ECM
A56852 Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
conector.

OK

4 Inspecione a instalação do sensor.

NG Aperte o sensor.

OK

Verifique e substitua o ECM.


05-84 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Circuito de Alimentação do ECM

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Quando a chave de ignição é ligada (ON), a tensão positiva da bateria é aplicada à bobina, fechando os
contatos do relé principal EFI (marcação: EFI) e alimentando o terminal +B do ECM.

DIAGRAMA ELÉTRICO

Chave de Ignição J/B do Lado do Motorista

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

Bateria

A76381
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-85

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
+B (E9 – 1) ↔ E1 (E12 –22) 9 – 14 V

Conector do ECM
Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado
A56850 OK na tabela de sintomas de problemas.
(Consulte a página 05-20.)
NG

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (massa do ECM).

(a) Solte os conectores E11 e E12 do ECM.


(b) Verifique a continuidade entre o conector do lado do chi-
cote elétrico e a massa da carroçaria.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
E1 (E12 – 22) ↔ Massa da carroçaria Continuidade
E2 (E11 – 20) ↔ Massa da carroçaria
Conector do ECM
A56876
Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
conector.
OK

3 Inspecione o relé EFI.

(a) Verifique o relé EFI quanto à continuidade.


(1) Utilizando um ohmímetro, certifique-se de que haja
continuidade entre os terminais.
Condição especificada:
Entre os terminais Condição especificada
1–2 Continuidade
3–5 Sem continuidade

B16200
(2) Utilizando um ohmímetro, certifique-se de que haja
continuidade entre os terminais 3 e 5 quando a ten-
são da bateria é aplicada entre os terminais 1 e 2.
Condição especificada: Continuidade

NG Substitua o relé EFI.


OK
05-86 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

4 Verifique o fusível (fusível EFI).

R/B do Compartimento do Motor (a) Remova o fusível EFI do R/B do compartimento do motor.
(b) Verifique a continuidade do fusível EFI.
Resistência: Continuidade

Verifique o chicote elétrico e todos os componen-


A70835
NG tes conectados ao fusível EFI quanto a circuito em
curto.

OK

5 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Relé EFI, Relé EFI – Bateria).

R/B do Compartimento do Motor (a) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(b) Solte os conectores E12 e E9 do ECM.
Relé EFI (c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
MREL (Terminal 1 do relé EFI do R/B) ↔ Continuidade
MREL (E9 – 7)
A70834
B (Terminal 5 do relé EFI do R/B) ↔
Terminal positivo da bateria

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
MREL (E9 – 7) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Conector do ECM
A70836
Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
conector.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-87

6 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
IGSW (E9 – 9) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

Conector do ECM
A56850
OK Vá para a etapa 9.

NG

7 Inspecione o conjunto da chave de ignição ou partida.

(a) Verifique a continuidade entre os terminais.


Padrão:
Posição da chave Nº dos terminais Condição especificada
LOCK (travada) Todos os terminais Sem continuidade
ACC (acessórios) 2↔3 Continuidade
ON (ligada) 2↔3↔4
5↔6
START (partida) 1↔2↔3
LOCK (travada) 5↔7

ACC (acessórios)

ON (ligada)

START (partida)

Substitua o conjunto da chave de ignição ou


NG
A72389 partida.

OK
05-88 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

8 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Chave de ignição ou partida).

Lado do Chicote Elétrico


(a) Solte o conector da chave de ignição ou partida.
(b) Solte o conector E9 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


Conector da Chave de Ignição ou Partida IG2 (I14 – 6) ↔ IGSW (E9 – 9) Continuidade
A56974

IGSW

Conector do ECM A56854 Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

9 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


MREL (E9 – 7) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

Conector do ECM
A56850 NG Verifique e substitua o ECM.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-89

10 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Relé EFI, Relé EFI – Massa da carroçaria).

R/B do Compartimento do Motor (a) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(b) Solte o conector E9 do ECM.
Relé EFI (c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
MREL (Terminal 1 do relé EFI do R/B) ↔ Continuidade
MREL (E9 – 7)
A70834
E (Terminal 2 do relé EFI do R/B) ↔
Massa da carroçaria

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
MREL (E9 – 7) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Conector do ECM
A56854 Repare ou substitua o chicote elétrico ou o
NG
conector.

OK

Verifique o bloco de relés do compartimento do motor.


05-90 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Circuito de Controle de EGR

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
(a) O sistema EGR recircula os gases de escapamento em uma dosagem adaptada às condições de
condução, introduzindo uma quantidade apropriada desses gases na mistura do ar de admissão a fim
de diminuir a velocidade e a temperatura da combustão e reduzir o nível de emissões de NOx.
A abertura da válvula EGR é controlada pelo vácuo que é regulado pela E-VRV operada pelo ECM.
Se pelo menos uma das condições apresentadas abaixo for atendida, a VSV será ativada (ON) por um
sinal proveniente do ECM. Isso fará com que o ar atmosférico atue sobre a válvula EGR, fechando-a e
cortando o fluxo de gases de escapamento (corte de EGR).
(b) Sob as seguintes condições, a EGR é cortada para manter as condições de condução.
• Antes do aquecimento do motor
• Com rotações do motor acima de 4.000 rpm
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-91

DIAGRAMA ELÉTRICO

E-VRV para
Válvula EGR

VSV para
Válvula EGR

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

Bateria

A76382

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Caso utilize o testador portátil:

1 Inspecione a conexão da mangueira de vácuo.

NG Repare ou substitua a mangueira de vácuo.

OK
05-92 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

2 Verifique o vácuo.

(a) Utilizando uma conexão de 3 vias, conecte um vacuômetro


Vacuômetro à mangueira, entre a VSV e a válvula EGR.
(b) Aqueça o motor acima de 80°C (176°F).
(c) Verifique o vácuo com uma rotação do motor de 1.500 rpm.
Resultado:
Tipo Vácuo
A 0 kPa (0 mmHg, 0 pol.Hg)
B12762 B 0 kPa (0 mmHg, 0 pol.Hg) – 28 kPa (210 mmHg,
8,3 pol.Hg)
C Acima de 28 kPa (210 mmHg, 8,3 pol.Hg)

A Vá para a etapa 6.

C Vá para a etapa 10.

Efetue um teste ativo usando o testador portátil (verifique o circuito da VSV para o
3
conjunto da válvula de controle eletrônico de EGR).

VSV: ON VSV: OFF


(a) Desconecte a mangueira de vácuo da VSV para a EGR.
Filtro de Ar Filtro de Ar (b) Conecte o testador portátil ao DLC3.
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada) e acione
Ar Ar
o interruptor principal do testador portátil.
(d) Selecione o modo ACTIVE TEST (teste ativo) no testador
portátil.
(e) Verifique o funcionamento da VSV para a EGR quando
acionada pelo testador portátil.
A73885
Resultado:
VSV ativada (ON)
O ar não flui pela passagem F para o filtro de ar.
VSV desativada (OFF)
O ar proveniente da passagem F flui através do filtro
de ar.

OK Vá para a etapa 10.


NG

4 Verifique a válvula comutadora de vácuo. (Consulte a página 12-6.)

NG Substitua a válvula comutadora de vácuo.


OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-93

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto da válvula comutadora de


5
vácuo nº 1, Conjunto da válvula comutadora de vácuo nº 1 – Relé EFI).

Lado do Chicote Elétrico


(a) Solte o conector da VSV.
(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(d) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector da VSV
A52933 EGRC (V8 – 2) ↔ EGRC (E12 – 2) Continuidade
+B (V8 – 1) ↔ ECU (Terminal 3 do
relé EFI do R/B)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
EGRC (E12 – 2) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
+B (V8 – 1) ↔ Massa da carroçaria

Conector do ECM A56851

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

ECU
Repare ou substitua o chicote elétrico
NG
A70834 ou o conector.

OK
05-94 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

6 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector E12 do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
EGR (E12 – 4) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

(c) Referência
Conector do ECM (1) Verifique a forma de onda do sinal.
A56850

Item Conteúdo
Forma de Onda do Sinal EGR Terminal EGR ↔ E1
5V/
Divisão Ajuste do equipamento 5 V/DIV, 1 ms/DIV
Condição Rotação do motor em 1.500 rpm

RECOMENDAÇÃO:
A forma de onda correta é mostrada na figura ao lado.

1 ms/Divisão (1.500 rpm) A05967 NG Vá para a etapa 8.

OK

7 Verifique o funcionamento da E-VRV.

E-VRV: ON E-VRV: OFF


(a) Desconecte as mangueiras de vácuo da E-VRV.
Ar Ar (b) Conecte o testador portátil ao DLC3.
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada) e acione
o interruptor principal do testador portátil.
(d) Selecione o modo ACTIVE TEST (teste ativo) no testador
portátil.
Filtro de Ar
(e) Verifique o funcionamento da E-VRV quando acionada pelo
testador portátil.
A70852 Resultado:
E-VRV ativada (ON)
O ar proveniente da passagem E flui através da pas-
sagem F.
E-VRV desativada (OFF)
O ar proveniente da passagem E flui através do filtro
de ar.
OK Vá para a etapa 10.
NG

8 Inspecione a E-VRV. (Consulte a página 12-6.)

NG Substitua a E-VRV.
OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-95

9 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – E-VRV, E-VRV – Relé EFI).

Lado do Chicote Elétrico


(a) Solte o conector da E-VRV.
(b) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(c) Solte o conector E12 do ECM.
(d) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector da E-VRV
A53155 EGR (V5 – 1) ↔ EGR (E12 – 4) Continuidade
ECU (Terminal 3 do relé EFI
R/B do Compartimento do Motor do R/B) ↔ B (V8 – 2)

Relé EFI Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
EGR (E12 – 4) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
B (V5 – 2) ↔ Massa da carroçaria
ECU

A70834

Repare ou substitua o chicote elétrico


Conector do ECM NG
A56851 ou o conector.

OK

10 Inspecione o conjunto da válvula de controle eletrônico de EGR. (Consulte a página 12-6.)

Substitua o conjunto da válvula de controle


NG
eletrônico de EGR.

OK

Verifique e substitua o ECM.


05-96 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione a conexão da mangueira de vácuo.

NG Repare ou substitua a mangueira de vácuo.

OK

2 Verifique o vácuo.

(a) Utilizando uma conexão de 3 vias, conecte um vacuômetro


Vacuômetro à mangueira, entre a VSV e a válvula EGR.
(b) Aqueça o motor acima de 80°C (176°F).
(c) Verifique o vácuo com uma rotação do motor de 1.500 rpm.
Resultado:
Tipo Vácuo
A 0 kPa (0 mmHg, 0 pol.Hg)
B12762
B 0 kPa (0 mmHg, 0 pol.Hg) – 28 kPa (210 mmHg,
8,3 pol.Hg)
C Acima de 28 kPa (210 mmHg, 8,3 pol.Hg)

A Vá para a etapa 5.

C Vá para a etapa 8.

3 Inspecione a válvula comutadora de vácuo. (Consulte a página 12-6.)

NG Substitua a válvula comutadora de vácuo.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-97

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto da válvula comutadora de


4
vácuo nº 1, Conjunto da válvula comutadora de vácuo nº 1 – Relé EFI).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector da VSV.


(b) Solte o conector E12 do ECM.
(c) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(d) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector da VSV
A52933 EGRC (V8 – 2) ↔ EGRC (E12 – 2) Continuidade
+B (V8 – 1) ↔ ECU (Terminal 3
do relé EFI do R/B)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
EGRC (E12 – 2) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
+B (V8 – 1) ↔ Massa da carroçaria

Conector do ECM
A56851

R/B do Compartimento do Motor

Relé EFI

ECU Repare ou substitua o chicote elétrico ou


NG
A70834 o conector.

OK
05-98 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

5 Verifique o funcionamento da E-VRV.

(a) Solte o conector E12 do ECM.


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Verifique o funcionamento da E-VRV.
(1) Conecte os terminais EGR e E1 do conector E12 do
ECM. A E-VRV é ativada (ON).
(2) Desconecte os terminais EGR e E1 do conector E12
do ECM. A E-VRV é desativada (OFF).
Conector do ECM Resultado:
A56851
E-VRV ativada (ON)
E-VRV: ON E-VRV: OFF O ar proveniente da passagem E flui através da pas-
Ar Ar sagem F.
E-VRV desativada (OFF)
O ar proveniente da passagem E flui através do filtro
de ar.

Filtro de Ar

A70852 OK Vá para a etapa 8.

NG

6 Inspecione a E-VRV. (Consulte a página 12-6.)

NG Substitua a E-VRV.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-99

7 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – E-VRV, E-VRV – Relé EFI).

Lado do Chicote Elétrico (a) Solte o conector da E-VRV.


(b) Remova o relé EFI do R/B do compartimento do motor.
(c) Solte o conector E12 do ECM.
(d) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector da E-VRV
A53155 EGR (V5 – 1) ↔ EGR (E12 – 4) Continuidade
ECU (Terminal 3 do relé
R/B do Compartimento do Motor EFI do R/B) ↔ B (V8 – 2)

Relé EFI Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
EGR (E12 – 4) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade
B (V5 – 2) ↔ Massa da carroçaria
ECU
A70834

Conector do ECM Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A56851 conector.

OK

8 Inspecione o conjunto da válvula de controle eletrônico de EGR. (Consulte a página 12-6.)

Substitua o conjunto da válvula de controle


NG
eletrônico de EGR.

OK

Verifique e substitua o ECM.


05-100 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Circuito do Sinal A/C

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Quando o compressor do A/C é ligado (ON), o conjunto de controle do A/C envia o sinal A/C para o ECM.
Em seguida, o ECM aumenta o volume de combustível injetado a fim de melhorar a condução durante a
marcha lenta do motor.

DIAGRAMA ELÉTRICO

Conjunto de Controle do A/C J/B nº 3

A76569

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (sinal A/C).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Leia o valor do sinal A/C no testador portátil com o compressor do A/C ligado (ON).
Resultado:
Condição do interruptor do A/C OFF ON
Sinal A/C OFF ON

Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado


OK na tabela de sintomas de problemas. (Consulte a
página 05-7.)

NG
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-101

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Dê partida no motor.


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos Condição do Condição
(nº dos terminais) interruptor do A/C especificada
AC1 (E10 – 4) ↔ ON Abaixo de 1,5 V
E1 (E12 – 22) OFF 9 – 14 V
Conector do ECM A56850
OK Verifique e substitua o ECM.

NG

3 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto de controle do A/C)

(a) Solte o conector A22 do conjunto de controle do A/C. (Con-


sulte a página 55-27.)
(b) Solte o conector E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM A56853
AC1 (A22 – 8) (Configuração dos Continuidade
terminais na página 55-2) ↔
AC1 (E10 – 4)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
AC1 (E10 – 4) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

Verifique e substitua o conjunto do amplificador do ar-condicionado.


05-102 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Dê partida no motor.


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos Condição do Condição
(nº dos terminais) interruptor do A/C especificada
AC1 (E10 – 4) ↔ ON Abaixo de 1,5 V
E1 (E12 – 22) OFF 9 – 14 V
Conector do ECM
A56850
OK Verifique e substitua o ECM.

NG

2 Inspecione e substitua o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto de controle do A/C).

(a) Solte o conector A22 do conjunto de controle do A/C. (Con-


sulte a página 55-27.)
(b) Solte o conector E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM AC1 (A22 – 8) (Configuração dos Continuidade
A56853
terminais na página 55-2) ↔
AC1 (E10 – 4)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
AC1 (E10 – 4) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

Verifique e substitua o conjunto do amplificador do ar-condicionado.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-103

Circuito de Controle de Corte do A/C

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este circuito corta o funcionamento do ar-condicionado durante a aceleração do veículo a fim de aumentar
o desempenho da aceleração. Durante a aceleração, com a velocidade do veículo igual ou inferior a 30 km/h
(19 mph) e o ângulo de abertura do pedal do acelerador igual ou superior a 45°, o interruptor magnético do
A/C é desligado (OFF) durante alguns segundos.
O ar-condicionado também é controlado pelo ECM, que desvia a temperatura do líquido de arrefecimento do
motor para o conjunto de controle do A/C.

DIAGRAMA ELÉTRICO

Conjunto de Controle do A/C


J/B nº 3

A76383
05-104 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do testador portátil (verifique o funcionamento do controle de corte do A/C).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Dê partida no motor e ligue o interruptor do ar-condicionado.
RECOMENDAÇÃO:
A embreagem magnética do A/C é ativada.
(c) Selecione o modo ACTIVE TEST (teste ativo) no testador portátil.
(d) Verifique o funcionamento da embreagem magnética de corte do ar-condicionado quando o controle de
corte do A/C é acionado através do testador portátil.
Resultado: A embreagem magnética do A/C é desativada.
Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado
OK na tabela de sintomas de problemas. (Consulte a
página 05-20.)

NG

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto de controle do A/C).

(a) Solte o conector A21 do conjunto de controle do A/C. (Con-


sulte a página 55-27.)
(b) Solte o conector E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM ACT (A21 – 8) (Configuração dos Continuidade
terminais na página 55-2) ↔
A56853

ACT (E10 – 13)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
ACT (E10 – 13) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-105

3 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Dê partida no motor.


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:

Símbolos Condição do Condição


(nº dos terminais) interruptor do A/C especificada
ACT (E10 – 13) ↔ Motor em marcha lenta 9 – 14 V
E1 (E12 – 22) IG ligada (ON), 0–3V
Conector do ECM
A56850
motor desligado

Verifique e substitua o conjunto do amplifica-


NG
dor do ar-condicionado.

OK

Verifique e substitua o ECM.

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Dê partida no motor.


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:

Símbolos Condição do Condição


(nº dos terminais) interruptor do A/C especificada
ACT (E10 – 13) ↔ Motor em marcha lenta 9 – 14 V
E1 (E12 – 22)
Conector do ECM IG ligada (ON), 0–3V
A56850 motor desligado

OK Verifique e substitua o ECM.

NG
05-106 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto de controle do A/C).

(a) Solte o conector A21 do conjunto de controle do A/C. (Con-


sulte a página 55-27.)
(b) Solte o conector E10 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM ACT (A21 – 8) (Configuração dos Continuidade
A56853
terminais na página 55-2) ↔
ACT (E10 – 13)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
ACT (E10 – 13) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

Verifique e substitua o conjunto do amplificador do ar-condicionado.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-107

Circuito de Diagnóstico

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Os terminais TC e CG se localizam no DLC3.
O DLC3 se localiza sob o painel de acabamento inferior. Quando os terminais TC e CG são conectados, o
DTC no modo normal ou modo de verificação (teste) pode ser lido a partir da luz de advertência de verifica-
ção do motor no conjunto dos instrumentos.
Além disso, o terminal SIL está localizado no DLC3. Esse terminal é utilizado para a comunicação M-OBD
com o testador portátil.
05-108 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

DIAGRAMA ELÉTRICO

Conjunto dos Instrumentos


J/B do Lado do Motorista (Luz de Advertência de
Verificação do Motor)

Chave de
Ignição J/B nº 1

R/B do
Comparti-
mento do
Motor

Bateria

A76096
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-109

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 Inspecione a luz de advertência de verificação do motor (MIL).

SST 09843-18040
(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(b) Utilizando a SST, conecte os terminais TC e CG do DLC3.
SST 09843-18040
(c) Verifique a condição da luz de advertência de verificação
do motor (CHK ENG (MIL)).
Resultado:
CHK ENG (MIL): Piscando
RECOMENDAÇÃO:
FI2547
Caso esta inspeção resulte normal e não haja um testador
portátil disponível, não será necessário seguir as etapas se-
guintes e este circuito estará OK. Efetue a inspeção do próxi-
mo circuito apresentado na tabela de sintomas de problemas
(Consulte a página 05-20.)

NG OK Vá para a etapa 8.

2 Inspecione o DLC3 (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do DLC3.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
TC (D6 – 13) ↔ CG (D6 – 4) 9 – 14 V

A58596 OK Vá para a etapa 5.

NG

3 Inspecione o DLC3.

(a) Verifique a continuidade entre o DLC3 e a massa da


carroçaria.
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
CG (D6 – 4) ↔ Massa da carroçaria Continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A58596 conector.

OK
05-110 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

4 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – DLC3).

(a) Solte o conector E9 do ECM.


(b) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):

Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada


TC (E9 – 18) ↔ TC (D6 – 13) Continuidade

Conector do ECM Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


A56854
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
TC (E9 – 18) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

TC Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A58596 conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.

5 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
W (E9 – 12) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

Conector do ECM
A56850 OK Verifique e substitua o ECM.

NG
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-111

6 Verifique a lâmpada (luz de advertência de verificação do motor).

NG Substitua a lâmpada.

OK

7 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto dos instrumentos).

(a) Solte o conector C12 do conjunto dos instrumentos. (Con-


sulte a página 71-24.)
(b) Solte o conector E9 do ECM.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
Conector do ECM
A56854
CHK (C12 – 10) (Configuração dos Continuidade
terminais na página 05-739) ↔
W (E9 – 12)

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
W (E9 – 12) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.

8 Leia o DTC indicado no testador portátil (incluindo DTC normal).

Resultado:
Mostrador Vá para
O DTC não é indicado A
O DTC é indicado B

Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado


B na tabela de sintomas de problemas. (Consulte a
página 05-20.)

A
05-112 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

9 Inspecione o DLC3 (verifique a tensão).

(a) Meça a tensão entre os terminais do DLC3.


Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
BAT (D6 – 16) ↔ CG (D6 – 4) 9 – 14 V

CG (–)
BAT (+)
A58596 NG Vá para a etapa 11.

OK

10 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – DLC3).

(a) Solte o conector E9 do ECM.


(b) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SIL (D6 – 7) ↔ SIL (E9 – 19) Continuidade

Conector do ECM Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


A56854
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SIL (E9 – 19) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

SIL Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A58596 conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-113

11 Inspecione o fusível OBD.

R/B do Compartimento do Motor


(a) Remova o fusível OBD do R/B do compartimento do mo-
tor.
(b) Verifique a continuidade do fusível OBD.
Resistência: Continuidade

A73811 NG Substitua o fusível.

OK

12 Inspecione o chicote elétrico e o conector (DLC3 – R/B do compartimento do motor).

(a) Remova o fusível OBD do R/B do compartimento do mo-


CG tor.
(b) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
L (Terminal 2 do fusível OBD do R/B) ↔ Continuidade
BAT BAT (D6 – 16)
A58596

R/B do Compartimento do Motor Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
BAT (D6 – 16) ↔ CG (D6 – 4) Sem continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A73811 conector.

OK

Repare ou substitua o circuito de alimentação.


05-114 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Circuito do Sinal do Motor de Partida

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Durante o acionamento do motor, o fluxo do ar de admissão é lento, portanto a vaporização do combustível
é inadequada. Assim, é necessária uma mistura rica a fim de obter boa capacidade de partida. Enquanto o
motor está sendo acionado, a tensão positiva da bateria é aplicada ao terminal STA do ECM. O sinal do
motor de partida é usado principalmente para aumentar o volume de combustível injetado para o controle da
injeção durante e após a partida.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-115

DIAGRAMA ELÉTRICO

J/B do Lado do Motorista J/B nº 3 Interruptor de Partida em Neutro

Chave de
Ignição

Relé R/B do Compartimento


STA do Motor nº 4

R/B do Comparti-
mento do Motor

Bateria

*1: T/A
*2: T/M

A76097
05-116 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
A tabela de diagnóstico está baseada no acionamento normal do motor. Se o motor não der partida, vá para
a tabela de sintomas de problemas na página 05-20.
Caso utilize o testador portátil:

1 Leia o valor do mostrador do testador portátil (sinal STA).

(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.


(b) Leia o valor do sinal STA no testador portátil durante o funcionamento do motor de partida.
Resultado:
Posição da chave de ignição ON STA
Sinal STA OFF ON

Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado


OK na tabela de sintomas de problemas. (Consulte a
página 05-20.)
NG

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Relé do motor de partida).

R/B do Compartimento do Motor nº 4 (a) Solte o conector E10 do ECM.


(b) Remova o relé do motor de partida do R/B do comparti-
mento do motor nº 4.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada

A70839
+S (Terminal 2 do relé STA do R/B) ↔ Continuidade
STA (E10 – 14)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


Conector do ECM NG
A56853 conector (ECM – Relé do motor de partida).

OK

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o conector (ECM – Bateria).


DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-117

Caso não utilize o testador portátil:

1 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos Condição Condição
(nº dos terminais) especificada
STA (E10 – 6) ↔ Partida 6,0 V ou mais
E1(E12 – 22)
Conector do ECM
A56850 Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado
OK na tabela de sintomas de problemas. (Consulte a
página 05-20.)

NG

2 Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Relé do motor de partida).

R/B do Compartimento do Motor nº 4 (a) Solte o conector E10 do ECM.


(b) Remova o relé do motor de partida do R/B do comparti-
mento do motor nº 4.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada

A70839
+S (Terminal 2 do relé STA do R/B) ↔ Continuidade
STA (E10 – 6)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


Conector do ECM NG
A56853 conector (ECM – Relé do motor de partida).

OK

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o conector (ECM – Bateria).


05-118 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Circuito de Controle de Pré-aquecimento

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Quando a chave de ignição está ON (ligada), o ECM calcula o tempo de acendimento da luz indicadora de
pré-aquecimento/aquecimento correspondente à temperatura do líquido de arrefecimento neste momento e
ativa a luz indicadora de pré-aquecimento/relé das velas de pré-aquecimento.
Uma vez que se utiliza cerâmica para o material das velas de pré-aquecimento, o controle de corrente não
é efetuado.

Mínimo Segundos
Após Tempo de Aquecimento (T2)

Tempo de Acendimento da Luz (T1)


Temperatura do Líquido de Arrefecimento °C (°F)

A76623
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-119

DIAGRAMA ELÉTRICO

Conjunto dos
J/B do Lado do Motorista Instrumentos
(GLOW)

Chave de Ignição

R/B do Compartimento do Motor nº 4

Relé GLOW

R/B do Compartimento do Motor nº 2

Velas de Pré-aquecimento

Bateria

A76384
05-120 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione a luz indicadora de pré-aquecimento.

(a) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).


(b) A luz indicadora de pré-aquecimento se acende?
(c) A luz indicadora de pré-aquecimento se acende por 0,5 s ou mais.

OK Vá para a etapa 6.

NG

2 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Solte o conector E9 do ECM.


(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
GIND (E9 – 3) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

Conector do ECM
A56854 OK Verifique e substitua o ECM.

NG

3 Inspecione o fusível GAUGE.

J/B do Lado do Motorista (a) Remova o fusível GAUGE do J/B do lado do motorista.
(b) Verifique a continuidade do fusível GAUGE.
Resistência: Continuidade

Verifique o chicote elétrico e todos os componen-


NG tes conectados ao fusível GAUGE quanto a circui-
A70840 to em curto.

OK

4 Inspecione a luz indicadora de pré-aquecimento.

NG Substitua a lâmpada.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-121

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Conjunto dos instrumentos,


5
Conjunto dos instrumentos – Fusível GAUGE).

(a) Solte o conector E9 do ECM.


(b) Solte os conectores C9 e C12 do conjunto dos instrumen-
tos. (Consulte a página 71-24.)
(c) Remova o fusível GAUGE do J/B do lado do motorista.
(d) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Conector do ECM Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
A56854

GLW– (C12 – 5) (Configuração dos Continuidade


J/B do Lado do Motorista terminais na página 05-739) ↔
GIND (E9 – 3)
L (Terminal 2 do fusível GAUGE do J/B) ↔
IG+ (C9 – 19) (Configuração dos
terminais na página 05-739)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A70841 conector.

OK

Verifique e substitua o ECM.

Inspecione o tempo de acendimento da luz indicadora de pré-aquecimento e o tempo de


6
pós-aquecimento. (Consulte a página 19-9.)

NG Verifique e substitua o ECM.

OK

7 Leia a indicação do DTC. (Consulte a página 05-7.)

SST 09843-18040
Resultado:
A B
Resultado Nenhum DTC é indicado Outro DTC é indicado

B Vá para a tabela do DTC correspondente.

A
05-122 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

8 Inspecione o subconjunto do relé das velas de pré-aquecimento.

(a) Verifique a continuidade do relé das velas de pré-aqueci-


mento.
(1) Utilizando um ohmímetro, certifique-se de que haja
continuidade entre os terminais.
Condição especificada:
Entre os terminais Condição especificada
1–2 Sem continuidade
3–4 Continuidade
A33913

(2) Utilizando um ohmímetro, certifique-se de que haja


continuidade entre os terminais 1 e 2 quando a ten-
são da bateria é aplicada entre os terminais 3 e 4.
Condição especificada: Continuidade
Substitua o subconjunto do relé das velas
NG
de pré-aquecimento.

OK

9 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Gire a chave de ignição para a posição START (Partida).


(b) Meça a tensão entre os terminais do conector do ECM.
Tensão:

Símbolos Condição Condição


(nº dos terminais) especificada
SREL (E9 – 16) ↔ Partida 9 – 14 V
Conector do ECM
E1 (E12 – 22)
A56850

NG Verifique e substitua o ECM.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-123

Inspecione o chicote elétrico e o conector (ECM – Relé das velas de pré-aquecimento,


10
Relé das velas de pré-aquecimento – Massa da carroçaria)

R/B do Compartimento do Motor nº 4 (a) Solte o conector E9 do ECM.


(b) Desconecte o relé das velas de pré-aquecimento do R/B
do compartimento do motor nº 4.
(c) Verifique a continuidade do conector do lado do chicote
elétrico.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
+S (Terminal 3 do relé GLOW do R/B) ↔ Continuidade
A73872
SREL (E9 – 16)
–S (Terminal 4 do relé GLOW do R/B) ↔
Massa da carroçaria

Padrão (Verifique quanto a circuito em curto):


Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
SREL (E9 – 16) ↔ E1 (E12 – 22) Sem continuidade

Conector do ECM Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
A56854 conector.

OK

11 Inspecione o conjunto das velas de pré-aquecimento. (Consulte a página 19-9.)

Substitua o conjunto das velas de pré-aque-


NG
cimento. (Consulte a página 19-11.)

OK

12 Inspecione o conjunto das velas de pré-aquecimento (instalação).

NG Aperte as velas de pré-aquecimento.

OK
05-124 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

Inspecione o chicote elétrico e o conector (Relé das velas de pré-aquecimento – Velas de


13
pré-aquecimento, Relé das velas de pré-aquecimento – Bateria).

R/B do Compartimento do Motor nº 4 (a) Remova o relé das velas de pré-aquecimento do R/B do
compartimento do motor nº 4.
(b) Desconecte o cabo das velas de pré-aquecimento.
(c) Verifique a continuidade do cabo.
Padrão (Verifique quanto a circuito aberto):
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
L (Terminal 2 do relé das velas de Continuidade
A73872
pré-aquecimento do R/B) ↔
Cabo das velas de pré-aquecimento
B (Terminal 1 do relé das velas de
pré-aquecimento do R/B) ↔
Terminal positivo da bateria

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK

Efetue a inspeção do próximo circuito apresentado na tabela de sintomas de problemas.


(Consulte a página 05-7.)
DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE) 05-125

Circuito da Fonte Suplementar de Alimentação do ECM

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A tensão positiva da bateria é fornecida ao terminal BATT do ECM mesmo quando a chave de ignição está
desligada (OFF) para utilização da memória dos DTCs, memória dos valores de controle adaptativo da
proporção da mistura ar/combustível, etc.

DIAGRAMA ELÉTRICO

R/B do Compartimento do Motor

Bateria

A76099

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o ECM (verifique a tensão).

(a) Meça a tensão entre os terminais dos conectores E12 e


E9 do ECM.
Tensão:
Símbolos (nº dos terminais) Condição especificada
BATT (E9 – 2) ↔ E1 (E12 – 22) 9 – 14 V

Conector do ECM
OK Verifique e substitua o ECM.
A56850

NG
05-126 DIAGNÓSTICOS – Sistema ECD (1KZ-TE)

2 Inspecione o fusível EFI.

R/B do Compartimento do Motor (a) Remova o fusível EFI do R/B do compartimento do motor.
(b) Verifique a continuidade do fusível EFI.
Resultado: Continuidade

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


OK
A70835 conector (ECM – Bateria).

NG

Verifique o chicote elétrico e todos os componentes conectados ao fusível EFI quanto a circuito
em curto.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-127

SISTEMA ABS COM EBD


COMO EFETUAR O DIAGNÓSTICO DE FALHAS
1 Veículo trazido à oficina

2 Análise do problema do cliente (Consulte a página 05-129.)

3 Verifique e apague os DTCs. (Consulte a página 05-130.)

4 Confirmação dos sintomas do problema

A falha não ocorre: Vá para a etapa 5.

A falha ocorre: Vá para a etapa 6.

5 Simulação do sintoma (Consulte a página 01-23.)

6 Verificação do DTC (Consulte a página 05-130.)

Não ocorre o código de falhas: Vá para a etapa 7.

Ocorre o código de falhas: Vá para a etapa 8.

7 Tabela de sintomas de problemas (Consulte a página 05-142.)

Verifique quanto a vazamento de fluido e vá


para a etapa 10.

8 Tabela de DTC (Consulte a página 05-137.)

9 Inspeção do circuito (Consulte as páginas 05-143 a 05-173.)

10 Identificação do problema
05-128 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

11 Reparação

12 Teste de confirmação

Fim

RECOMENDAÇÃO:
Etapas 3, 6, 9, 12:
Essas etapas do diagnóstico de falhas permitem utilizar o testador portátil.
Função de segurança:
Quando ocorre uma falha no sistema ABS, a luz de advertência do ABS se acende e o funcionamento do
ABS não é permitido. Além disso, quando ocorre uma falha que limita o funcionamento da EBD, a luz de
advertência do freio se acende e o funcionamento da EBD não é permitido.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-129

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE

Folha de Inspeção do ABS e EBD


Nome do Inspetor

Nº do Registro

Nome do Cliente Data do Registro / /

Nº do Chassi
Data de Entrada km
/ / Leitura do Hodômetro
do Veículo milhas

Data da Primeira Ocorrência do Problema / /

Freqüência com que o Problema Ocorre  Constante  Às vezes ( vezes por dia)

 O ABS não funciona.

 O ABS não funciona de forma eficiente.

 A EBD não atua.


Sintomas do
Problema
Luz de Advertência
do ABS Anormal  Permanece acesa  Não se acende

Luz de Advertência
do Freio Anormal  Permanece acesa  Não se acende
(Freio de estacionamento
liberado)

1ª Vez  Código normal  Código de falhas (Código )


Inspeção do DTC
2ª Vez  Código normal  Código de falhas (Código )

STOP LIGHT SW
(interruptor da  ON  OFF
luz de freio)

 NO SYS (sem sistema)


Quadro de Dados
Sistema  ABS
Congelados  FAIL SF (modo de segurança)

#IG ON
(ignição ligada)

VEHICLE SPD km/h


(velocidade do veículo) mph
05-130 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

PRÉ-VERIFICAÇÃO
1. SISTEMA DE DIAGNÓSTICO
(a) Solte o pedal do freio de estacionamento.
(b) Verifique o indicador.
Com a chave de ignição na posição ON (ligada), verifique
se a luz de advertência do ABS e a luz de advertência do
freio se acendem por aproximadamente 3 segundos.
F44081
RECOMENDAÇÃO:
• Quando o freio de estacionamento é aplicado ou o nível de
fluido está baixo, a luz de advertência do freio se acende.
• Se a inspeção do indicador apresentar alguma anormali-
dade, efetue o diagnóstico de falhas do circuito da luz de
advertência do ABS ou da luz de advertência do freio. (Con-
sulte a página 05-177 ou 05-179.)

(c) Caso não utilize o testador portátil:


Verifique o DTC.
(1) Utilizando a SST, conecte os terminais Tc e CG do
DLC3.
SST 09843-18040
(2) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(3) Faça a leitura do DTC através da luz de advertência
do ABS no conjunto dos instrumentos.
C52361
RECOMENDAÇÃO:
• Se nenhum código for indicado, inspecione o circuito de
diagnóstico ou o circuito da luz de advertência do ABS
(Consulte a página 05-177.)
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-131

• Os padrões de intermitência para o código normal e os


Código Normal códigos 11 e 21 são mostrados à esquerda como exem-
plo.
2s 0,25 s
(4) Os códigos são explicados na tabela de códigos na
página 05-137.
0,25 s
Acesa
Caso haja 2 ou mais códigos de falhas ocorrendo simultanea-
mente, a indicação começará por aquele que apresenta o me-
nor valor.
Apagada
(5) Depois de completar a inspeção, remova a SST do
DLC3.
Códigos 11 e 21
SST 09843-18040
0,5 s 0,5 s
1,5 s
(d) Caso utilize o testador portátil:
Verifique o DTC.
4s 2,5 s (1) Faça a leitura do DTC seguindo as instruções na tela
do testador.
Acesa
RECOMENDAÇÃO:
Apagada Para obter mais detalhes, consulte o Manual do Operador do
Código 11 Código 21 Testador Portátil.
R01346
(e) Caso não utilize o testador portátil:
Apague o DTC.
(1) Utilizando a SST, conecte os terminais Tc e CG do
DLC3.
SST 09843-18040
(2) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).

(3) Apague o DTC armazenado na ECU, pressionando


o pedal do freio 8 vezes ou mais, num intervalo de 5
segundos.
(4) Verifique se a luz de advertência do ABS indica o
código normal.
(5) Remova a SST do DLC3.
SST 09843-18040
RECOMENDAÇÃO:
F42949 O DTC armazenado na ECU não é cancelado quando o termi-
nal da bateria é removido durante reparos.
(f) Caso utilize o testador portátil:
Apague o DTC.
(1) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(2) Utilize o testador portátil para apagar os códigos.
RECOMENDAÇÃO:
Consulte o Manual do Operador do Testador Portátil para mais
detalhes.
05-132 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

2. LISTA DE DADOS
RECOMENDAÇÃO:
De acordo com a DATA LIST (lista de dados) apresentada no testador portátil, é possível ler o valor do
interruptor, sensor, atuador, etc., sem remover as peças. Efetuar a leitura da DATA LIST como primeira etapa
do diagnóstico de falhas é um método para poupar tempo de trabalho.
(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.
(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Leia a DATA LIST de acordo com as instruções na tela do testador portátil.

Item Item de medição/faixa (mostrador) Condição normal Nota de diagnóstico


ABS MOT RELAY Relé do motor do ABS / ON ou OFF
SOL RELAY Relé da solenóide / ON ou OFF
STOP LIGHT SW Interruptor da luz de freio / ON ou ON: Pedal do freio
OFF pressionado
OFF: Pedal do freio
liberado
PKB SW Interruptor do freio de ON: Pedal do freio de
estacionamento / ON ou OFF estacionamento aplicado
OFF: Pedal do freio de
estacionamento liberado
ABS OPERT FR Funcionamento do ABS (FR) / BEFORE: Sem funcionamento
BEFORE (antes) ou do ABS (FR)
OPERATE (funcionamento) OPERATE: Durante o
funcionamento do ABS (FR)
ABS OPERT FL Funcionamento do ABS (FL) / BEFORE: Sem funcionamento
BEFORE (antes) ou OPERATE do ABS (FL)
(funcionamento) OPERATE: Durante o
funcionamento do ABS (FL)
ABS OPERT RR Funcionamento do ABS (RR) / BEFORE: Sem funcionamento
BEFORE (antes) ou OPERATE do ABS (RR)
(funcionamento) OPERATE: Durante o
funcionamento do ABS (RR)
ABS OPERT RL Funcionamento do ABS (RL) / BEFORE: Sem funcionamento
BEFORE (antes) ou OPERATE do ABS (RL)
(funcionamento) OPERATE: Durante o
funcionamento do ABS (RL)
WHEEL SPD FR Leitura do sensor de velocidade Velocidade real da roda Velocidade indicada
da roda (FR) / mín.: 0 km/h no velocímetro
(0 mph), máx.: 326 km/h (202 mph)
WHEEL SPD FL Leitura do sensor de velocidade Velocidade real da roda Velocidade indicada
da roda (FL) / mín.: 0 km/h no velocímetro
(0 mph), máx.: 326 km/h (202 mph)
WHEEL SPD RR Leitura do sensor de velocidade Velocidade real da roda Velocidade indicada
da roda (RR) / mín.: 0 km/h no velocímetro
(0 mph), máx.: 326 km/h (202 mph)
WHEEL SPD RL Leitura do sensor de velocidade Velocidade real da roda Velocidade indicada
da roda (RL) / mín.: 0 km/h no velocímetro
(0 mph), máx.: 326 km/h (202 mph)
IG VOLTAGE Tensão de alimentação da NORMAL: 9,5 V ou superior
ECU / NORMAL ou TOO LOW TOO LOW: Abaixo de 9,5 V
(muito baixa)
SFRR Solenóide do ABS (SFRR)
ON / OFF
SFRH Solenóide do ABS (SFRH) ON / OFF
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-133

Item Item de medição/faixa (mostrador) Condição normal Nota de diagnóstico


SFLR Solenóide do ABS (SFLR) ON / OFF
SFLH Solenóide do ABS (SFLH) ON / OFF
SRRR (SRR) Solenóide do ABS (SRRR (SRR))
ON / OFF
SRRH (SRH) Solenóide do ABS (SRRH (SRH))
ON / OFF
SRLR Solenóide do ABS (SRLR) ON / OFF
SRLH Solenóide do ABS (SRLH) ON / OFF
AIR BLD Apoio de sangria de ar / Apoiada
SUPPORT SUPPORT (apoio) ou
NOT SUP (sem apoio)
TEST MODE Modo de teste / NORMAL ou NORMAL: Modo normal
TEST (teste) TEST: Durante o modo
de teste
#CODES Número de DTCs registrados / mín.: 0, máx.: 20
mín.: 0, máx.: 255

3. TESTE ATIVO
RECOMENDAÇÃO:
Efetuar o ACTIVE TEST (teste ativo) utilizando o testador portátil permite que o relé, VSV, atuador, etc.,
sejam acionados sem remover as peças. Efetuar o ACTIVE TEST (teste ativo) como primeira etapa do
diagnóstico de falhas é um método para poupar tempo de trabalho.
É possível apresentar o DATA LIST (lista de dados) durante o ACTIVE TEST (teste ativo).
(a) Conecte o testador portátil ao DLC3.
(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Efetue o ACTIVE TEST (teste ativo) de acordo com as instruções na tela do testador portátil.

Item Condição do veículo/Detalhes do teste Nota de diagnóstico


SFRR Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SFRR). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SFRH Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SFRH). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SFLR Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SFLR). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SFLH Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SFLH). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SRRR Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SRRR). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SRRH Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SRRH). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SRLR Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SRLR). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
SRLH Ativa (ON) / desativa (OFF) a solenóide do ABS (SRLH). O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
05-134 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

Item Condição do veículo/Detalhes do teste Nota de diagnóstico


SFRR & SFRH Ativa (ON) / desativa (OFF) as solenóides do ABS SFRR O ruído de funcionamento
e SFRH. das solenóides (clique)
pode ser ouvido.
SFLR & SFLH Ativa (ON) / desativa (OFF) as solenóides O ruído de funcionamento
do ABS SFLR e SFLH. das solenóides (clique)
pode ser ouvido.
SRH & SRR Ativa (ON) / desativa (OFF) as solenóides do ABS SRH e SRR. O ruído de funcionamento
das solenóides (clique)
pode ser ouvido.
SRLR & SRLH Ativa (ON) / desativa (OFF) as solenóides O ruído de funcionamento
do ABS SRLR e SRLH. das solenóides (clique)
pode ser ouvido.
SFRH & SFLH Ativa (ON) / desativa (OFF) as solenóides O ruído de funcionamento
do ABS SFRH e SFLH. das solenóides (clique)
pode ser ouvido.
SOL RELAY Ativa (ON) / desativa (OFF) o relé da solenóide do ABS. O ruído de funcionamento
da solenóide (clique) pode
ser ouvido.
ABS MOT RELAY Ativa (ON) / desativa (OFF) o relé do motor do ABS. O ruído de funcionamento
do motor pode ser ouvido.
ABS WARN Acende (ON) / apaga (OFF) a luz de advertência do ABS. Observe o conjunto dos
LIGHT instrumentos.
BRAKE WRN Acende (ON) / apaga (OFF) a luz de advertência do freio. Observe o conjunto dos
LIGHT instrumentos.

4. QUADRO DE DADOS CONGELADOS


(a) A condição do veículo detectada pelo sensor no momento da ocorrência da anormalidade do código do
diagnóstico de falhas e durante o funcionamento do ABS pode ser memorizada e apresentada utilizan-
do-se o testador portátil.
(b) Somente um registro do dado congelado é armazenado. No entanto, o quadro de dados congelados
durante o funcionamento do ABS é atualizado permanentemente. Após o armazenamento dos dados
congelados, até 31 operações de acionamento da chave de ignição são armazenadas e apresentadas.
RECOMENDAÇÃO:
Caso as operações de acionamento da chave de ignição excedam 31 vezes, o mostrador indicará “31”.
(c) Caso ocorra uma anormalidade do código do diagnóstico de falhas, o quadro de dados congelados no
momento da ocorrência da anormalidade é armazenado, mas os dados da atuação do ABS são apaga-
dos.
Mostrador do testador portátil Item de medição Valor de referência*
VEHICLE SPD Leitura da velocidade da roda Indicação de velocidade
de um velocímetro
STOP LIGHT SW Sinal do interruptor da luz de freio Interruptor da luz de freio
ON: ON, OFF: OFF
# IG ON Número de acionamentos da chave de ignição 0 – 31
(ON) após a memorização dos dados congelados
SYSTEM Condição do sistema ABS ativado: ABS
Modo de segurança
ativado: FAIL SF
Nenhum sistema ativado:
NO SYS
*: Caso nenhuma condição seja especificada quanto à “marcha lenta”, isso significa que a alavanca seletora
deve estar na posição N ou P, o interruptor do A/C e todos os interruptores dos acessórios devem estar
desligados.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-135

5. INSPEÇÃO DO SINAL DO SENSOR DE VELOCIDADE


RECOMENDAÇÃO:
• Se a chave de ignição for girada da posição ON (ligada)
para ACC (acessórios) ou LOCK (travada) durante o modo
de verificação (teste), o DTC da função de diagnóstico do
sensor será apagado.
• Durante o modo de verificação (teste), a ECU registra to-
dos os DTCs da função de diagnóstico do sensor. Ao efe-
tuar a verificação do sinal do sensor, os códigos são apa-
gados caso se verifique sua normalidade. Os códigos são
mantidos em caso de confirmação da anormalidade.
(a) Verifique o interruptor de travamento do diferencial cen-
tral.
(1) Ative (ON) o interruptor de travamento do diferencial
central para colocar o veículo na condição de dife-
rencial central travado.
(2) Desative (OFF) o interruptor de travamento do dife-
rencial central para colocar o veículo na condição de
diferencial central livre.
(b) Verifique o interruptor de detecção da posição L4.
(1) Coloque a alavanca H-L na posição L para colocar o
veículo no modo L4.
(2) Coloque a alavanca H-L na posição H para colocar o
veículo no modo H4.
(c) Caso não utilize o testador portátil:
Verifique o sinal do sensor de velocidade.

(1) Utilizando a SST, conecte os terminais Ts e CG do


DLC3.
SST 09843-18040
(2) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(3) Dê partida no motor.

C52361

(4) Certifique-se de que a luz de advertência do ABS


pisque.
0,13 s 0,13 s
RECOMENDAÇÃO:
Se a luz não piscar, inspecione o circuito da luz de advertência
Acesa
do ABS e o circuito Ts. (Consulte as páginas 05-177 e 05-183.)
(5) Conduza o veículo em marcha a ré por mais de 1
segundo a uma velocidade igual ou superior a 3 km/h
Apagada (2 mph).
(6) Conduza o veículo à frente em linha reta.
BR3904
RECOMENDAÇÃO:
Conduza o veículo a mais de 45 km/h (28 mph) por vários se-
gundos.
(7) Pare o veículo.
(8) Utilizando a SST, conecte os terminais Tc e CG do DLC3.
SST 09843-18040
05-136 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

(9) Conte o número de piscadas da luz de advertência


do ABS.
RECOMENDAÇÃO:
• Consulte a lista de DTCs na página 05-137.
• Se todos os sensores estiverem normais, um código nor-
mal será indicado (a luz repetirá ciclos de 0,25 s acesa e
0,25 s apagada.)
• Caso haja 2 ou mais códigos de falhas ocorrendo simulta-
neamente, a indicação começará por aquele que apresenta
o menor valor.

Código de Falhas (Exemplo: Códigos 72, 76)

Acesa

Apagada
1,5 s 2,5 s 4s
0,5 s 0,5 s
0,5 s 0,5 s Repetição
BR3893

(10) Depois de efetuar a inspeção, desligue a chave igni-


ção (OFF) e remova a SST do DLC3.
SST 09843-18040
(d) Caso utilize o testador portátil:
Verifique o sinal do sensor.
(1) Efetue as etapas de (3) a (6) mencionadas anterior-
mente.
(2) Faça a leitura do DTC seguindo as instruções na tela
do testador.
RECOMENDAÇÃO:
Para obter mais detalhes, consulte o Manual do Operador do
Testador Portátil.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-137

TABELA DE CÓDIGOS DO DIAGNÓSTICO DE FALHAS


RECOMENDAÇÃO:
• Utilizando a SST 09843-18040, conecte os terminais Tc e CG do DLC3.
• Se nenhuma anormalidade for encontrada durante a inspeção das peças, verifique a ECU e o chicote
elétrico.
• Se for apresentado algum código de falhas durante a inspeção do DTC, verifique o circuito correspon-
dente ao código. Para obter mais detalhes sobre o código, consulte a página indicada na coluna “Con-
sulte a página” quanto ao “Nº do DTC” correspondente na tabela de DTCs.

Nº do DTC
Condição detectada no DTC Possíveis causas
(Consulte a pág.)
C0200/31 Falha no sinal do sensor de velocidade dianteiro • Sensor de velocidade dianteiro direito ou
(05-143) direito esquerdo
• Rotor do sensor de velocidade
C0205/32 Falha no sinal do sensor de velocidade dianteiro • Instalação do rotor do sensor de velocidade
(05-143) esquerdo • Circuito de cada sensor de velocidade
C0210/33 Falha no sinal do sensor de velocidade traseiro direito • Instalação do rotor do sensor de velocidade
(05-148) • Sensor de velocidade traseiro direito ou
C0215/34 Falha no sinal do sensor de velocidade traseiro esquerdo
(05-148) esquerdo • Rotor do sensor de velocidade
• Circuito de cada sensor de velocidade
C0226/21 Circuito da solenóide de 2 posições da roda dianteira • Atuador do freio
(05-153) direita em curto ou aberto • Circuito SFRR ou SFRH
C0236/22 Circuito da solenóide de 2 posições da roda dianteira • Atuador do freio
(05-153) esquerda em curto ou aberto • Circuito SFLR ou SFLH
C0246/23 Circuito da solenóide de 2 posições da roda traseira • Atuador do freio
(05-153) direita em curto ou aberto • Circuito SRRR ou SRRH
C0256/24 Circuito da solenóide de 2 posições da roda traseira • Atuador do freio
(05-153) esquerda em curto ou aberto • Circuito SRLR ou SRLH
C0273/13 Circuito do relé do motor do ABS aberto • Bloco de conexão fusível
(05-156) • Fusível ABS nº 3
• Relé do motor do ABS
C0274/14 Circuito do relé do motor do ABS em curto • Circuito do relé do motor do ABS
(05-156)
C0278/11 Circuito do relé da solenóide do ABS aberto • Bloco de conexão fusível
(05-158) • Fusível ABS nº 2
• Relé da solenóide do ABS
C0279/12 Circuito do relé da solenóide do ABS em curto • Circuito do relé da solenóide do ABS
(05-158)
C1235/35 Material estranho fixado na extremidade do sensor • Sensor de velocidade dianteiro direito ou
(05-143) dianteiro direito esquerdo
• Rotor do sensor de velocidade
C1236/36 Material estranho fixado na extremidade do sensor
(05-143) dianteiro esquerdo
C1238/38 Material estranho fixado na extremidade do sensor • Sensor de velocidade traseiro direito ou
(05-148) traseiro direito esquerdo
• Rotor do sensor de velocidade
C1239/39 Material estranho fixado na extremidade do sensor
(05-148) traseiro esquerdo
C1241/41 Tensão anormal da bateria • Chicote elétrico e conector de alimentação
(05-160) • Bateria
• Sistema de carga
• Circuito de alimentação
C1243/43 Falha no sensor de desaceleração (saída constante) • Sensor de desaceleração
(05-239) • Circuito do sensor de desaceleração
05-138 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

Nº do DTC
(Consulte a pág.) Condição detectada no DTC Possíveis causas

C1244/44 Circuito do sensor de desaceleração em curto ou aberto • Sensor de desaceleração


(05-239) • Circuito do sensor de desaceleração
C1245/45 Falha no sensor de desaceleração • Sensor de desaceleração
(05-239) • Circuito do sensor de desaceleração
C1248/48 Circuito do travamento do diferencial traseiro aberto Circuito do travamento do diferencial traseiro
(05-166)
C1249/49 Circuito do interruptor da luz de freio aberto • Chicote elétrico e conector do interruptor da
(05-168) luz de freio
• Lâmpada da luz de freio
• Circuito do interruptor da luz de freio
• Interruptor da luz de freio
C1251/51 Travamento do motor da bomba do ABS Motor da bomba do ABS
(05-170)
C1306/96 Falha na alimentação do sensor de velocidade • Sensor de velocidade
(05-172) • Circuito do sensor de velocidade
C1337/37 Pneus de tamanhos diferentes Tamanho do pneu
(05-173)
Sempre acesa Falha na ECU ou tensão de alimentação excessiva • Bateria
(05-174) • Sistema de carga
• ECU de controle de patinagem

RECOMENDAÇÃO:
Há um caso em que o testador portátil não pode ser utilizado, quando a luz de advertência do ABS perma-
necer sempre acesa.

DTC da função de diagnóstico do sensor de velocidade:

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas

C1271/71 Baixa tensão de saída do sensor de velocidade • Sensor de velocidade dianteiro direito
dianteiro direito • Instalação do sensor
• Rotor do sensor
C1272/72 Baixa tensão de saída do sensor de velocidade • Sensor de velocidade dianteiro esquerdo
dianteiro esquerdo • Instalação do sensor
• Rotor do sensor
C1273/73 Baixa tensão de saída do sensor de velocidade • Sensor de velocidade traseiro direito
traseiro direito • Instalação do sensor
• Rotor do sensor
C1274/74 Baixa tensão de saída do sensor de velocidade • Sensor de velocidade traseiro esquerdo
traseiro esquerdo • Instalação do sensor
• Rotor do sensor
C1275/75 Variações anormais na tensão de saída do sensor de Rotor do sensor de velocidade dianteiro direito
velocidade dianteiro direito
C1276/76 Variações anormais na tensão de saída do sensor de Rotor do sensor de velocidade dianteiro
velocidade dianteiro esquerdo esquerdo
C1277/77 Variações anormais na tensão de saída do sensor de Rotor do sensor de velocidade traseiro direito
velocidade traseiro direito
C1278/78 Variações anormais na tensão de saída do sensor de Rotor do sensor de velocidade traseiro esquerdo
velocidade traseiro esquerdo
C1279/79 Sensor de desaceleração defeituoso • Sensor de desaceleração
• Instalação do sensor
C1282/82 Falha no interruptor do indicador de transferência Interruptor do indicador de transferência
(travamento do diferencial central) (travamento do diferencial central)
C1283/83 Falha no interruptor da posição L4 da transferência Interruptor da posição L4 da transferência
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-139

LOCALIZAÇÃO DAS PEÇAS

Atuador do Freio (Incluindo


ECU de Controle de Patinagem)

Sensores de
Velocidade Traseiros

Sensores de Velocidade Dianteiros

Conjunto dos Instrumentos


(Luz de Advertência do ABS)
(Luz de Advertência do Freio)

Interruptor da Luz de Freio

Interruptor de Travamento do
Diferencial Central

Interruptor do Freio
de Estacionamento
DLC3
Sensor de
Desaceleração

F44072
05-140 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

TERMINAIS DA ECU

F07812

Símbolos (nº dos terminais) Cor do fio Condição Tensão STD (V)
+BS (S1–1) – GND (S1–2, 24) Y – W-B Sempre acesa 10 – 14
FL– (S1–8) – GND (S1–2, 24) Y – W-B Chave de ignição ligada (ON), gire lentamente a Geração de pulsos
roda dianteira esquerda
FL+ (S1–9) – GND (S1–2, 24) G – W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
SP1 (S1–3) – GND (S1–2, 24) P-L – W-B Veículo conduzido a aproximadamente 20 km/h Geração de pulsos
(12 mph)
P (S1–5) – GND (S1–2, 24) G-B – W-B Chave de ignição ligada (ON), alavanca seletora 8 – 14
na posição P
Chave de ignição ligada (ON), alavanca seletora em Abaixo de 1,5
qualquer posição, exceto P
GL1 (S1–6) – GND (S1–2, 24) R – W-B Chave de ignição ligada (ON), veículo parado 0,5 – 4,5
GGND (S1–7) – GND (S1–2, 24) W – W-B Chave de ignição desligada (OFF) Continuidade
STP (S1–10) – GND (S1–2, 24) G-Y – W-B Interruptor da luz de freio ligado (ON) 10 – 14
Interruptor da luz de freio desligado (OFF) Abaixo de 1,0
RL+ (S16–11) – GND (S1–2, 24) V – W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
RL– (S16–12) – GND (S1–2, 24) LG – W-B Chave de ignição ligada (ON), gire lentamente a Geração de pulsos
roda traseira esquerda
WA (S1–13) – GND (S1–2, 24) LG-R – W-B Chave de ignição ligada (ON), luz de advertência 10 – 14
do ABS acesa
Chave de ignição ligada (ON), luz de advertência Abaixo de 2,0
do ABS apagada
D/G (S1–14) – GND (S1–2, 24) R-Y – W-B Chave de ignição ligada (ON) 10 – 14
Ts (S1–15) – GND (S1–2, 24) R-B – W-B Chave de ignição ligada (ON) 10 – 14
Tc (S1–16) – GND (S1–2, 24) P-L – W-B Chave de ignição ligada (ON) 10 – 14
EXI (S1–17) – GND (S1–2, 24) G-W – W-B Chave de ignição ligada (ON), interruptor de Abaixo de 2,0
travamento do diferencial central ligado (ON)
Chave de ignição ligada (ON), interruptor de 10 – 14
travamento do diferencial central desligado (OFF)
PKB (S1–18) – GND (S1–2, 24) LG – W-B Chave de ignição ligada (ON), interruptor do freio Abaixo de 1,0
de estacionamento ligado (ON)
Chave de ignição ligada (ON), interruptor do freio 10 – 14
de estacionamento desligado (OFF)
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-141

Símbolos (nº dos terminais) Cor do fio Condição Tensão STD (V)
+BM (S1–23) – GND (S1–2, 24) B – W-B Sempre acesa 11 – 14
IG1 (S1–25) – GND (S1–2, 24) B-R – W-B Chave de ignição ligada (ON) 10 – 14
VGS (S1–26) – GND (S1–2, 24) B – W-B Chave de ignição ligada (ON) 4,5 – 5,5
N *1 (S1–27) – GND (S1–2, 24) G-W – W-B Chave de ignição ligada (ON), alavanca seletora na 8 – 14
posição N
Chave de ignição ligada (ON), alavanca seletora em Abaixo de 1,5
qualquer posição, exceto N
EXI3 (S1-28) – GND (S1-2, 24) R-G – W-B Chave de ignição ligada (ON), interruptor L4 da Abaixo de 2,0
transferência ligado (ON)
Chave de ignição ligada (ON), interruptor L4 da 10 – 14
transferência desligado (OFF)
EXI2 (S1-29) – GND (S1-2, 24) R-G – W-B Chave de ignição ligada (ON), interruptor de travamento do Abaixo de 2,0
diferencial traseiro ligado (ON)
Chave de ignição ligada (ON), interruptor de travamento do 10 – 14
diferencial traseiro desligado (OFF)
FR– (S1-30) – GND (S1-2, 24) P – W-B Chave de ignição ligada (ON), gire lentamente a roda Geração de pulsos
dianteira direita
FR+ (S1-31) – GND (S1-2, 24) L – W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
BRL (S1-32) – GND (S1-2, 24) B-LY – W-B Chave de ignição ligada (ON), luz de advertência do freio 10 – 14
acesa (ON)
Chave de ignição ligada (ON), luz de advertência do freio Abaixo de 2,0
apagada (OFF)
RR+ (S1-33) – GND (S1-2, 24) B – W-B Chave de ignição ligada (ON) 9 – 14
RR– (S1-34) – GND (S1-2, 24) W – W-B Chave de ignição ligada (ON), gire lentamente a roda Geração de pulsos
traseira direita
05-142 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS


Se um código normal for indicado durante a inspeção do DTC, mas o problema ainda ocorrer, verifique os
circuitos de cada sintoma do problema na ordem apresentada na tabela abaixo e consulte a página do
diagnóstico de falhas correspondente.
NOTA:
Ao substituir a ECU de controle de patinagem, o sensor, etc., gire a chave de ignição para a posição
OFF (desligada).
Problema Possíveis causas Consulte a página
O ABS não funciona. Somente substitua a ECU de controle de patinagem quando
os seguintes itens estiverem normais, mas o problema
ainda ocorrer.
1. Verifique novamente o DTC para confirmar se o código normal 05-130
é indicado.
2. Circuito de alimentação IG e circuito da massa 05-160
3. Circuito do sensor de velocidade 05-143
05-148
O ABS funciona de forma Somente substitua a ECU de controle de patinagem quando os
ineficiente. seguintes itens estiverem normais, mas o problema ainda ocorrer.
1. Verifique novamente o DTC para confirmar se o código normal 05-130
é indicado.
2. Circuito de alimentação IG e circuito da massa 05-160
3. Circuito do sensor de velocidade 05-143
05-148
4. Circuito do interruptor da luz de freio
Anormalidades na luz de 1. Circuito da luz de advertência do ABS 05-177
advertência do ABS 2. ECU de controle de patinagem
Anormalidades na luz de 1. Circuito da luz de advertência do freio 05-179
advertência do freio 2. ECU de controle de patinagem
A inspeção do DTC não pode Somente substitua a ECU do ABS quando os seguintes itens
ser efetuada. estiverem normais, mas o problema ainda ocorrer.
1. Circuito da luz de advertência do ABS 05-177
2. Circuito do terminal Tc 05-181
A verificação do sinal do 1. Circuito do terminal Ts 05-183
sensor de velocidade não 2. ECU de controle de patinagem
pode ser efetuada.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-143

DTC C0200/31 Circuito do Sensor de Velocidade Dianteiro Direito

DTC C0205/32 Circuito do Sensor de Velocidade Dianteiro Esquerdo

Material Estranho Fixado na Extremidade do Sensor Dianteiro


DTC C1235/35 Direito

Material Estranho Fixado na Extremidade do Sensor Dianteiro


DTC C1236/36 Esquerdo

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de velocidade detecta a velocidade da roda e envia
os sinais apropriados para a ECU. Esses sinais são utilizados
Sensor de para controlar o sistema ABS.
Velocidade
Rotor Para a ECU

2,6 V
1,4 V
0,7 V

Baixa velocidade Alta velocidade

Ré À frente
F42903

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


C0200/31 Detecção de uma das condições de 1 a 6: • Sensor de velocidade dianteiro direito ou
C0205/32 1. Com o veículo a uma velocidade igual ou superior a esquerdo
10 km/h (6 mph), não há entrada de pulsos por 15 s. • Circuito de cada sensor de velocidade
2. A interrupção momentânea do sinal do sensor de
• Rotor do sensor de velocidade
velocidade ocorre pelo menos 7 vezes no período
em que a chave de ignição permaneceu ligada
(ON).
3. O circuito do sinal do sensor de velocidade
permanece aberto continuamente por 0,5 s ou
mais.
4. Com o veículo a uma velocidade igual ou superior
a 3 km/h (2 mph) e sinal de retorno de 3 das 4
rodas, um pulso com menos de 300 µs é gerado
75 vezes na outra roda.
5. A alteração entre o pulso de rotação normal e o
pulso de rotação reversa ocorre dentro de 6 ms por
1 s, continuamente.
6. O pulso de rotação reversa é produzido por 1 s
com velocidade de veículo igual ou superior a
100 km/h (62 mph).
C1235/35 Com o veículo a uma velocidade igual ou superior a • Sensor de velocidade dianteiro direito
C1236/36 20 km/h (12 mph), há ruído no sinal do sensor de ou esquerdo
velocidade por 5 s ou mais. • Rotor do sensor de velocidade
05-144 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

RECOMENDAÇÃO:
Os DTCs nº C0200/31 e C1235/35 correspondem ao sensor de velocidade dianteiro direito.
Os DTCs nº C0205/32 e C1236/36 correspondem ao sensor de velocidade dianteiro esquerdo.

DIAGRAMA ELÉTRICO

ECU de Controle
de Patinagem
A11 com Atuador
Sensor de Velocidade
do ABS Dianteiro, LD

A10
Sensor de Velocidade
do ABS Dianteiro, LE

*1: Blindado
*2: RHD

F42998
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-145

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Inicie a inspeção a partir da etapa 1 caso utilize o testador portátil, e da etapa 2 caso não o utilize.
• Inicie a inspeção a partir da etapa 4 no caso dos DTCs nº C1235/35 e C1236/36.

1 Leia o valor do sensor de velocidade dianteiro.

(a) Selecione o modo DATALIST (lista de dados) no testador portátil.


(b) Verifique se não há diferença entre o valor de saída, proveniente de cada um dos sensores de velocida-
de, apresentado pelo testador portátil, e o valor indicado pelo velocímetro quando o veículo é conduzi-
do. (Compare o valor de cada uma das 4 rodas com a velocidade do veículo apresentada no velocíme-
tro.)
OK:
Praticamente não há diferença entre os valores de velocidade apresentados.
RECOMENDAÇÃO:
Há uma tolerância de ± 10 % na indicação do velocímetro.

OK Vá para a etapa 3.

NG

Inspecione o chicote elétrico e o conector (Sensor de velocidade dianteiro – ECU de


2
controle de patinagem).

(a) Verifique o chicote elétrico e o conector entre cada sensor de velocidade e o conector da ECU de
controle de patinagem quanto a circuito em curto ou aberto. (Consulte a página 01-33.)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG conector.

OK
05-146 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

3 Inspecione o sensor de velocidade e o rotor do sensor.

(a) Remova a ECU de controle de patinagem com o conector


ainda conectado.
(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Meça a resistência entre os terminais FR– e GND, e FL–
e GND da ECU de controle de patinagem.
Resistência: 95 – 105 Ω

C86652

REFERÊNCIA: INSPEÇÃO UTILIZANDO O OSCILOSCÓPIO


(a) Conecte o osciloscópio nos terminais FR–, FL– e GND
2,6 V da ECU de controle de patinagem.
1,4 V
(b) Conduza o veículo a uma velocidade aproximada de 30
0,7 V
km/h (19 mph) e verifique a forma de onda do sinal. Certi-
fique-se de que nenhuma forma de onda anormal apareça
Baixa velocidade Alta velocidade
durante a condução do veículo em velocidade constante
À frente Ré por 1 minuto.
RECOMENDAÇÃO:
F44075
• À medida que a velocidade do veículo (velocidade de ro-
tação da roda) aumenta, o ciclo da forma de onda se torna
mais curto.
• Quando for identificado ruído na forma de onda no
osciloscópio, sinais de erro são gerados devido a riscos,
afrouxamento ou depósito de objetos estranhos no rotor
do sensor de velocidade.

Verifique e substitua o conjunto da ECU de


OK
controle de patinagem.

NG

4 Inspecione a instalação do sensor de velocidade dianteiro.

(a) Verifique a instalação do sensor de velocidade.


OK:
O parafuso de fixação está apertado corretamente e
não há folga entre o sensor e a manga da direção.
Torque: 8,0 N.m (82 kgf.cm, 71 lbf.pol.)

NG Substitua o sensor de velocidade dianteiro, LD.

BR3795 NG Substitua o sensor de velocidade dianteiro, LE.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-147

5 Inspecione a extremidade do sensor de velocidade.

(a) Remova o sensor de velocidade dianteiro. (Consulte a página 32-51.)


(b) Verifique a extremidade do sensor.
OK:
Não há riscos ou objetos estranhos na extremidade do sensor.

NG Limpe ou repare o sensor de velocidade.


NOTA:
Verifique o sinal do sensor de velocidade por último. (Con-
sulte a página 05-130.)
OK

6 Inspecione o rotor do sensor de velocidade.

(a) Remova o semi-eixo e verifique em toda a volta do rotor.


OK:
Não há riscos ou objetos estranhos.
RECOMENDAÇÃO:
Caso haja objetos estranhos aderidos, remova-os e, após a montagem, verifique a forma de onda do sinal.

Limpe ou repare o rotor do sensor de veloci-


NG
dade.

NOTA:
Verifique o sinal do sensor de velocidade por último. (Con-
sulte a página 05-130.)

OK Vá para a etapa 7.

OK

Inspecione e substitua o conjunto da ECU de controle de patinagem.

7 Inspecione o sensor de velocidade.

(a) Inverta o sensor dianteiro com o traseiro e verifique a forma de onda novamente.
OK:
Não há alteração.
NG Substitua o sensor de velocidade dianteiro, LD.

NG Substitua o sensor de velocidade dianteiro, LE.

OK

Substitua o rotor do sensor de velocidade.


05-148 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

DTC C0210/33 Circuito do Sensor de Velocidade Traseiro Direito

DTC C0215/34 Circuito do Sensor de Velocidade Traseiro Esquerdo

Material Estranho Fixado na Extremidade do Sensor


DTC C1238/38 Traseiro Direito

Material Estranho Fixado na Extremidade do Sensor


DTC C1239/39 Traseiro Esquerdo

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Consulte os DTCs Nº C0200/31, C0205/32, C1235/35 e C1236/36 na página 05-143.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


C0210/33 Detecção de uma das condições de 1 a 6: • Sensor de velocidade traseiro direito ou
C0215/34 1. Com o veículo a uma velocidade igual ou superior a esquerdo
10 km/h (6 mph), não há entrada de pulsos por 15 s. • Circuito de cada sensor de velocidade
2. A interrupção momentânea do sinal do sensor de • Rotor do sensor de velocidade
velocidade ocorre pelo menos 7 vezes no período
em que a chave de ignição permaneceu ligada
(ON).
3. O circuito do sinal do sensor de velocidade perma-
nece aberto continuamente por 0,12 s.
4. Com o veículo a uma velocidade igual ou superior
a 3 km/h (2 mph) e sinal de retorno de 3 das
4 rodas, um pulso com menos de 300 µs é gerado
75 vezes na outra roda.
5. A alteração entre o pulso de rotação normal e o
pulso de rotação reversa ocorre dentro de 6 ms
por 1 s, continuamente.
6. O pulso de rotação reversa é produzido por 1 s
com velocidade de veículo igual ou superior a
100 km/h (62 mph).

C1238/38 Com o veículo a uma velocidade igual ou superior a • Sensor de velocidade traseiro direito ou
C1239/39 20 km/h (12 mph), há ruído no sinal do sensor de esquerdo
velocidade por 5 s ou mais. • Rotor do sensor de velocidade

RECOMENDAÇÃO:
Os DTCs nº C0210/33 e C1238/38 correspondem ao sensor de velocidade traseiro direito.
Os DTCs nº C0215/34 e C1239/39 correspondem ao sensor de velocidade traseiro esquerdo.

.
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-149

DIAGRAMA ELÉTRICO

ECU de Controle
de Patinagem
com Atuador

A42
Sensor de
Velocidade do
ABS Traseiro, LE

*1: Blindado
*2: 5 Portas
*3: 3 Portas

F44060
05-150 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Inicie a inspeção a partir da etapa 1 caso utilize o testador portátil, e da etapa 2 caso não o utilize.
• Inicie a inspeção a partir da etapa 4 no caso dos DTCs nº C1238/38 e C1239/39.

1 Leia o valor do sensor de velocidade traseiro.

(a) Selecione o modo DATALIST (lista de dados) no testador portátil.


(b) Verifique se não há diferença entre o valor de saída, proveniente de cada um dos sensores de velocidade,
apresentado pelo testador portátil, e o valor indicado pelo velocímetro quando o veículo é conduzido.
(Compare o valor de cada uma das 4 rodas com a velocidade do veículo apresentada no velocímetro.)
OK:
Praticamente não há diferença entre os valores de velocidade apresentados.
RECOMENDAÇÃO:
Há uma tolerância de ± 10 % na indicação do velocímetro.

OK Vá para a etapa 3.

NG

Inspecione o chicote elétrico e o conector (Sensor de velocidade traseiro – ECU


2
de controle de patinagem).

(a) Verifique o chicote elétrico e o conector entre cada sensor de velocidade e o conector da ECU de
controle de patinagem quanto a circuito em curto ou aberto. (Consulte a página 01-33.)

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG
conector.

OK
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-151

3 Inspecione o sensor de velocidade e o rotor do sensor.

(a) Remova a ECU de controle de patinagem com o conector


ainda conectado.
(b) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(c) Meça a resistência entre os terminais RR– e GND, e RL–
e GND da ECU de controle de patinagem.
Resistência: 95 – 105 Ω

C86652

REFERÊNCIA: INSPEÇÃO UTILIZANDO O OSCILOSCÓPIO


(a) Conecte o osciloscópio nos terminais RR+, RR– e GND
da ECU de controle de patinagem.
2,6 V
1,4 V (b) Conduza o veículo a uma velocidade aproximada de 30
0,7 V km/h (19 mph) e verifique a forma de onda do sinal. Certi-
fique-se de que nenhuma forma de onda anormal apareça
Baixa velocidade
durante a condução do veículo em velocidade constante
Alta velocidade
por 1 minuto.
À frente Ré
RECOMENDAÇÃO:
F44075
• À medida que a velocidade do veículo (velocidade de ro-
tação da roda) aumenta, o ciclo da forma de onda se torna
mais curto.
• Quando for identificado ruído na forma de onda no
osciloscópio, sinais de erro são gerados devido a riscos,
afrouxamento ou depósito de objetos estranhos no rotor
do sensor de velocidade.

Verifique e substitua o conjunto da ECU de


OK
controle de patinagem.

NG

4 Inspecione a instalação do sensor de velocidade traseiro.

(a) Verifique a instalação do sensor de velocidade.


OK:
O parafuso de fixação está apertado corretamente e
não há folga entre o sensor e a manga do eixo.
Torque: 8,0 N.m (82 kgf.cm, 71 lbf.pol.)

NG Substitua o sensor de velocidade traseiro, LD.

BR3795 NG Substitua o sensor de velocidade traseiro, LE.

OK
05-152 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

5 Inspecione a extremidade do sensor de velocidade.

(a) Remova o sensor de velocidade traseiro. (Consulte a página 32-53.)


(b) Verifique a extremidade do sensor.
OK:
Não há riscos ou objetos estranhos na extremidade do sensor.

NG Limpe ou repare o sensor de velocidade.

NOTA:
Verifique o sinal do sensor de velocidade por último. (Con-
sulte a página 05-188.)

OK

6 Inspecione o rotor do sensor de velocidade.

(a) Remova o semi-eixo e verifique em toda a volta do rotor.


OK:
Não há riscos ou objetos estranhos.
RECOMENDAÇÃO:
Caso haja objetos estranhos aderidos, remova-os e, após a montagem, verifique a forma de onda do sinal.

Limpe ou repare o rotor do sensor de veloci-


NG
dade.
NOTA:
Verifique o sinal do sensor de velocidade por último. (Con-
sulte a página 05-188.)

OK Vá para a etapa 7.

OK

Inspecione e substitua o conjunto da ECU de controle de patinagem.

7 Inspecione o sensor de velocidade.

(a) Inverta o sensor traseiro com o dianteiro e verifique a forma de onda novamente.
OK:
Não há alteração.
NG Substitua o sensor de velocidade traseiro, LD.

OK NG Substitua o sensor de velocidade traseiro, LE.

Substitua o rotor do sensor de velocidade.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-153

DTC C0226/21 Circuito da Solenóide SFR

DTC C0236/22 Circuito da Solenóide SFL

DTC C0246/23 Circuito da Solenóide SRR

DTC C0256/24 Circuito da Solenóide SRL

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A válvula solenóide do ABS é ativada quando os sinais são enviados pela ECU e controla a pressão que
atua nos cilindros de freio das rodas, controlando assim a força de frenagem.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


C0226/21 1. Quando o relé da solenóide é ativado (ON) e a • Atuador do freio
C0236/22 tensão do terminal IG1 é de 9,5 – 18,5 V, o circuito • Circuito SFRR, SFRH, SFLR ou SFLH
da solenóide permanece em curto ou aberto por
0,05 s ou mais.
C0246/23 2. Com a tensão do terminal IG1 da ECU de controle • Atuador do freio
de patinagem a 9,5 – 18,5 V, durante o • Circuito SRRR, SRRH, SRLR ou SRLH
C0256/24 funcionamento do ABS, o contato do relé da
solenóide permanece desativado (OFF) por 0,05 s
ou mais.

• O DTC nº C0226/21 corresponde à válvula solenóide dianteira direita.


• O DTC nº C0236/22 corresponde à válvula solenóide dianteira esquerda.
• O DTC nº C0246/23 corresponde à válvula solenóide traseira direita.
• O DTC nº C0256/24 corresponde à válvula solenóide traseira esquerda.
05-154 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

DIAGRAMA ELÉTRICO

R/B do Compartimento do Motor

S1
ECU de Controle de Patinagem com Atuador

Relé da Solenóide

Bateria

F44073

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 Confirme novamente o DTC.

(a) Apague o DTC. (Consulte a página 05-130.)


(b) Gire a chave de ignição para a posição OFF (desligada).
(c) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada) e certifique-se de que o mesmo DTC esteja arma-
zenado na memória.

NÃO Fim

SIM
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-155

2 Verifique a tensão do terminal (+BS e GND da ECU de controle de patinagem).

LOCK (travada)
(a) Solte o conector da ECU de controle de patinagem.
(b) Meça a tensão entre os terminais 1 e 2 ou 24 do conector
da ECU de controle de patinagem.
OK: 11 – 14 V

Verifique e substitua o chicote elétrico ou o


NG
F13037 conector.

OK

Substitua o conjunto do atuador do freio.


05-156 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

DTC C0273/13 Circuito do Relé do Motor do ABS Aberto

DTC C0274/14 Circuito B+ do Relé do Motor do ABS em Curto

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O relé do motor do ABS alimenta o motor da bomba do ABS. Enquanto o ABS está ativado, a ECU liga o relé
do motor e aciona o motor da bomba.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


C0273/13 Detecção de uma das condições 1 ou 2 por 0,2 s ou • Bloco de conexão fusível
mais: • Fusível ABS nº 3
1. A tensão do terminal IG1 da ECU do ABS é de • Relé do motor do ABS
9,5 – 18,5 V e o relé do motor é ligado durante a • Circuito do relé do motor do ABS
inspeção inicial ou o controle do ABS. *1
2. O relé do motor é ligado durante a inspeção inicial
ou o controle do ABS e a tensão do terminal IG1
da ECU do ABS se torna igual ou inferior a 9,5 V.*2
C0274/14 A condição abaixo é detectada por 4 s ou mais:
Ao desligar o relé do motor, o circuito do terminal MT
da ECU do ABS permanece aberto.

DIAGRAMA ELÉTRICO

S1
ECU de Controle de Patinagem com Atuador

R/B do Compartimento do Motor

Relé do Motor

Bateria

F44062
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-157

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Inicie a inspeção a partir da etapa 1 caso utilize o testador portátil, e da etapa 2 caso não o utilize.

1 Efetue um teste ativo utilizando o testador portátil.

(a) Selecione a opção “ABS MOT RELAY” (relé do motor do ABS) no modo ACTIVE TEST (teste ativo) e
acione o relé do motor do ABS através do testador portátil.
(b) Verifique o ruído de funcionamento do relé do motor do ABS ao ativá-lo com o testador portátil.
OK:
O ruído de funcionamento do motor da bomba pode ser ouvido.

Verifique e substitua o conjunto do atuador


NG
do freio.

OK

2 Verifique a tensão dos terminais (+BM e GND da ECU de controle de patinagem).

(a) Solte o conector da ECU de controle de patinagem.


LOCK (travada)
(b) Meça a tensão entre os terminais 23 e 2 ou 24 do conector
da ECU de controle de patinagem.
OK: 11 – 14 V

Verifique e substitua o chicote elétrico e o


NG
F13036 conector.

OK

Caso o mesmo código continue a ser indicado depois de cancelar o DTC, verifique as condições
de contato de cada conexão.
05-158 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

DTC C0278 / 11 Circuito do Relé da Solenóide do ABS Aberto

DTC C0279 / 12 Circuito do Relé da Solenóide do ABS em Curto

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este relé alimenta todas as solenóides do ABS. Depois que a chave de ignição é ligada, se a inspeção inicial
não apresentar problemas, o relé é ativado.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


C0278/11 Detecção de uma das condições 1 ou 2 por 0,2 s ou • Bloco de conexão fusível
mais: • Fusível ABS nº 2
1. A tensão do terminal IG1 da ECU de controle de • Relé da solenóide do ABS
patinagem é de 9,5 –18,5 V, quando o relé da • Circuito do relé da solenóide do ABS
solenóide é ativado (ON).*1
2. Com o relé da solenóide ativado (ON), a tensão do
terminal IG da ECU de controle de patinagem é
menor do que 9,5 V.*1
C0279/12 Imediatamente após ligar a chave de ignição,
o relé da solenóide é desligado.*2

*1: Condição de contato desligado (OFF) do relé da solenóide:


A tensão total do terminal da solenóide corresponde à metade ou menos da tensão do terminal IG.
2
* : Condição de contato ativado (ON) do relé da solenóide:
A tensão total do terminal da solenóide corresponde à metade ou mais da tensão do terminal IG.

DIAGRAMA ELÉTRICO
R/B do Compartimento do Motor

S1
ECU de Controle de Patinagem com Atuador

Relé da Solenóide

Bateria

F44073
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-159

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Inicie a inspeção a partir da etapa 1 caso utilize o testador portátil, e da etapa 2 caso não o utilize.

Efetue o teste ativo utilizando o testador portátil (funcionamento do relé da solenóide


1
do ABS).

(a) Selecione a opção “ABS SOL RELAY” (relé da solenóide do ABS) no modo ACTIVE TEST (teste ativo)
e ative o relé da solenóide do ABS através do testador portátil.
(b) Verifique o ruído de funcionamento do relé da solenóide do ABS ao ativá-lo com o testador portátil.
OK: O ruído de funcionamento do relé da solenóide do ABS pode ser ouvido.

Verifique e substitua o conjunto do atuador


OK
do freio.

NG

2 Verifique a tensão dos terminais (+BS e GND da ECU de controle de patinagem).

(a) Solte o conector da ECU de controle de patinagem.


LOCK (travada)
(b) Meça a tensão entre os terminais 1 e 2 ou 24 do conector
da ECU de controle de patinagem.
OK: 11 – 14 V

Verifique e substitua o chicote elétrico e o


NG
F13037 conector.

OK

Caso o mesmo código continue a ser indicado depois de cancelar o DTC, verifique as condições
de contato de cada conexão.
05-160 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

DTC C1241 / 41 Tensão Anormal da Bateria

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este circuito alimenta a ECU e, portanto, a CPU e os atuadores do ABS.

Nº do DTC Condição detectada no DTC Possíveis causas


C1241/41 Detecção de uma das condições 1 ou 2: • Chicote elétrico e conector de alimenta-
1. Com a velocidade do veículo igual ou superior a ção
3 km/h (2 mph), a tensão do terminal IG da ECU • Bateria
é igual ou inferior a 9,5 V continuamente por 10 s • Sistema de carga
ou mais. • Circuito de alimentação
2. A tensão do terminal IG é igual ou inferior a 9,5 V,
e há um circuito aberto no relé do motor ou no relé
da solenóide, ou há uma falha no circuito da
solenóide.

DIAGRAMA ELÉTRICO

S1
ECU de Controle de
I14 J/B do Lado do Motorista Patinagem com Atuador
Chave de Ignição

R/B do Compartimento do Motor

Bateria

F44064
DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-161

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Inspecione o fusível ECU-IG do J/B do lado do motorista.

J/B do Lado do Motorista


(a) Remova o fusível ECU-IG do J/B do lado do motorista.
(b) Verifique a continuidade do fusível ECU-IG.
OK: Continuidade

NG Substitua o fusível.

F42929

OK

2 Inspecione a bateria (tensão dos terminais).

OK: 10 – 14 V

NG Verifique e substitua o sistema de carga.

OK

3 Verifique a tensão de alimentação do fusível ECU-IG.

Caso utilize o testador portátil:


(a) Selecione a opção “IG VOLTAGE” (tensão do terminal IG) na DATA LIST (lista de dados) e leia o valor
apresentado no testador portátil.
(b) Verifique a condição da tensão indicada pela ECU e apresentada no testador portátil.
OK: “Normal” é apresentada.

ON (ligada) Caso não utilize o testador portátil:


(c) Solte o conector da ECU de controle de patinagem.
(d) Gire a chave de ignição para a posição ON (ligada).
(e) Meça a tensão entre os terminais 25 e 2 ou 24 do conector
da ECU de controle de patinagem.
OK: 10 – 14 V

Verifique e substitua o conjunto do atuador


F13038 OK
do freio.
NG
05-162 DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD

Verifique a continuidade (GND do conector da ECU de controle de patinagem – Massa


4
da carroçaria).

(a) Meça a resistência entre os terminais 2 e 24 do conector


LOCK (travada)
da ECU de controle de patinagem e a massa da carroçaria.
OK: 1 Ω ou menos

Verifique e repare o chicote elétrico e o


NG
F13039 conector.

OK

5 Verifique a continuidade (Bateria – Fusível ECU-IG)

OK: Continuidade

Verifique e repare o chicote elétrico e o


NG
conector.

OK

Verifique e substitua o conjunto do atuador do freio.


DIAGNÓSTICOS – Sistema ABS com EBD 05-163

DTC C1243/43 Falha n