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Núcleo de Apoio Pedagógico Giz de Cera

Autores Principais ideias resumidas

FERREIRO, Emília. Reflexões Escrita como sistema de representação. Valorização dos aspectos da concepção de quem aprende e quem ensina com foco em como se
sobre Alfabetização. aprende. O professor deve refletir e interpretar, requer uma atitude teórica, fazer distinção entre desenho (icônico) e escrita (não icônico).
Formulação de hipóteses que as crianças passam para a formação da escrita, classificados em três períodos, o pré silábico, o silábico e o
alfabético.
FERREIRO, E; TEBEROSKY, A. Papel ativo do sujeito na elaboração da escrita; Elabora características, valores e a função da escrita; Constrói conceitos; Um processo ativo
Psicogênese da língua e dinâmico; Auxiliado por contradições e conflitos cognitivos para evoluir; Formulação de hipóteses acerca do escrito.
escrita. Na formulação de hipóteses existem 4 níveis:
Pré silábico: Escrever é produzir traços típicos da escrita; intenção subjetiva do escritor vale mais do que a diferença no resultado.
Silábico sem valor sonoro / Silábico com valor sonoro: Escritas diferentes = palavras diferentes. Cada letra vale uma sílaba; início da
fonetização da escrita; correspondência entre o oral/escrito.
Silábico Alfabético: Conflito entre escrita e leitura; é necessário desestabilizar esse conflito entre a hipótese silábica e a alfabética.
Alfabético: Realiza sistematicamente a análise sonora.
TEBEROSKY; COLOMER. Entende-se a aprendizagem da língua escrita como um domínio linguístico progressivo – não meramente do código gráfico -, nas situações e
Aprender a ler e escrever: para as funções que cumpre socialmente.
uma proposta construtivista. Considera e parte dos conhecimentos dos alunos sobre as funções da leitura; permite a comunicação com função real (sendo significativa)
trabalha a relação com a língua escrita e seu uso funcional; fomenta a consciência metalinguística; utiliza textos de circulação social,
concebidos para leitura, e não textos escolares, o que permite maior significado para os alunos; permite experiências com textos variados
para aprender suas características diferenciais; trabalha a leitura sem oralização, a não ser que haja uma função específica (comunicar algo
a alguém), diferentemente de como era trabalhado tradicionalmente;
A avaliação deve ser formativa: informa os alunos sobre seus progressos e avanços (por isso eles devem saber o tempo todo o que está
sendo observado e que resultado obtiveram), e serve como instrumento para o professor ajustar seu planejamento e métodos de ensino
(uma reflexão para a ação). O que comumente vê-se nas escolas é a não clareza do que avaliar e como avaliar.
WEISZ, T. O diálogo entre o Considerar o conhecimento prévio;
ensino e a aprendizagem. O conhecimento é visto como o produto da ação e da reflexão;
Esforço em assimilar novas informações;
Ensino por meio da resolução de problemas;
Reflexão da prática do professor com base nos registros;
Correção do erro no momento certo;

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O processo que o sujeito constrói é mais importante do que o resultado final;


Todos sabem muitas coisas, só que coisas diferentes;
Aprender a aprender requer conhecimento;
Professor pesquisador;
Aluno protagonista;
Superar um ponto de vista "adultocêntrico", ou seja, a forma como se concebe a aprendizagem das crianças;
Enxergar e acolher uma outra concepção de aprendizagem relacionada à perspectiva do aprendiz;
Independente do fato de que as crianças venham de uma família pobre ou não, o que importe realmente é a ação pedagógica do professor,
e esta dependerá da sua concepção de aprendizagem (todo o ensino se apoia numa concepção de aprendizagem);
Atuação do professor é fundamental, pois a conquista de novos patamares de compreensão pelo aluno é algo que depende também das
propostas didáticas e da intervenção que ele fizer.
SMOLE, Kátia Stocco; DINIZ, Aluno será levado a construir competências somente confrontando-se, regular e intensamente, com situações problematizadoras que
Maria Ignez (Orgs). Ler, mobilizem diversos tipos de recursos cognitivos e metacognitivos.
escrever e resolver A resolução de problemas nesse sentido não é uma situação qualquer, focada em achar uma resposta de forma rápida, mas deve colocar o
resolvedor diante de uma série de decisões a serem tomadas para alcançar um objetivo previamente traçado por ele mesmo ou que lhe
problemas.
foi proposto, mas com o qual ele interage, se desafia e envolve.
A escola como um espaço problematizador, no qual os alunos se deparam com desafios constantes, por meio dos quais buscam
regularidades, formulam, testam, justificam ou refutam hipóteses, refletem a partir de experiências bem sucedidas ou não.
PARRA, Cecília; SAIZ, Irma Aluno protagonista com reflexão sobre o sistema numérico, fazendo conceitualizações, reflexões e questionamentos sobre a matemática.
(Orgs). Didática da Refletir; Questionar; Conceitualizar; Comparar;
Matemática. Compreender o número escrito compreensão das regularidades que são:
 Magnitude do número;
 Posição do número;
 “Nós” = número redondos múltiplos de 10;
 Sequência dos números;
 Depois do 5 vem o 6, exemplo: 75/76;
 Contagem de 2 em 2/ 5 em 5.
Através da comparação do falado com o escrito é que surgem os questionamentos sobre os números.
LERNER, Délia; SADOVSKY, Reflexão sobre o sistema de operação e sobre as operações;
Patrícia. O sistema de O uso social do número e as práticas pedagógicas devem levar em consideração os aspectos relevantes para as crianças sobre o sistema de
numeração: um problema numeração: Aspectos sociais e históricos; Dia a dia que trazem para a escola (conhecimento prévio); Ideias elaboradas sobre os números;
Formulação de problemas e conflitos existentes; Elaboração de hipóteses acerca da matemática.

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didático. Organização de eixos para situações didáticas:


Comparar; Ordenar; Operar; Produzir; Interpretar
Considerar a natureza do objeto e valorizar as conceitualizações.
KAMII, Constance. A criança Conhecimento físico, conhecimento social, conhecimento lógico matemático.
e o número. O conhecimento físico precisa ser aplicado a um pensamento lógico-matemático e as atitudes consistem no conhecimento social.
Os três conhecimentos são indissociáveis, ou seja, é impossível separar totalmente os três tipos de conhecimento, pois eles sempre se
apresentam juntos.
O papel do professor no ensino de matemática é de encorajar, incentivar, estimular e apoiar o aluno a construir os conhecimentos.
A) ordem (ordenação): Que se refere à capacidade que a criança desenvolve em arranjar, ordenar e contar objetos;
B) inclusão hierárquica: Que se dá depois do desenvolvimento da relação de ordem. Esta última estrutura permite que aos poucos a criança
vá percebendo a sequência dos numerais.
A construção do conhecimento físico e matemático se dá através de tipos de abstração: abstração reflexiva (relações mentais) e abstração
empírica (relações físicas/objetos).
A classe-inclusão ou inclusão de classes é uma operação lógica de classificação, na qual o sujeito compreende as relações existentes entre
conjuntos e seus subconjuntos.
A autonomia é indissociavelmente social, moral e intelectual, isso significa levar em consideração o pensar autônomo e crítico, e o papel
do professor deve ser de desenvolver na criança a atitude consciente e não deve inserir no educando a dependência, de seguir normas sem
contestá-las, uma ação sistematizada coordenada pelo adulto á repressão.
Kamii aborda quatro exemplos de sanção por reciprocidade:
1. Exclusão temporária ou permanente do grupo;
2. Apelar para a consequência direta e material do ato;
3. Privar a criança de uma coisa que ela usou mal;
4. Reparação.
MORAIS, Artur Gomes. Para mudar esta situação do ensino de ortografia nas escolas, o autor acredita que é preciso mudar a atitude do Professor perante o erro
Ortografia: ensinar e do aluno.
aprender. princípios gerais para o ensino da ortografia:
I – O aluno precisa ter acesso a boas histórias, lendas, poesias, jornais e outros gêneros.
II – Deve-se mudar as práticas de ensino e o preconceito sobre o erro do aluno, o professor deve criar em sala de aula situações que levam
os alunos a refletirem sobre suas dúvidas.
III – Deve-se colocar metas para que os alunos aprendam ortografia a fim de orientar o trabalho do professor e facilitar o entendimento aos
alunos.
Quando começar a ensinar ortografia? O autor acha que a criança tem condições de aprender ortografia assim que puderem ler e escrever
sozinhas.
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o ensino mais eficaz é aquele que leva em conta os conhecimentos prévios que possuem e a partir deles criar oportunidades para a
aprendizagem que virão a viver previamente.
Princípios relativos ao encaminhamento das situações de ensino – aprendizagem
I. A reflexão sobre a ortografia deve estar presente em todos os momentos;
II. É preciso não controlar a escrita espontânea dos alunos: não pode censurar a produção espontânea de textos, que venham produzir;
III. É preciso não fazer da nomenclatura gramatical um requisito para a aprendizagem de regras;
IV. É preciso promover sempre a discussão coletiva dos conhecimentos que as crianças expressam;
V. É preciso fazer o registro escrito das descobertas das crianças;
VI. As atividades podem ser desenvolvidas coletivamente, em pequenos grupos ou em duplas;
VII. Ao definir metas, não podemos deixar de levar em conta a heterogeneidade de rendimento dos alunos: propiciar novas situações de
aprendizagem para os alunos com maior dificuldade.
DOLZ, J.; SCHNEUWLY, B. et É necessário compreender o texto com base na leitura de mundo, nos conhecimentos prévios do aluno, e é papel da escola proporcionar
col. Gêneros orais e escritos essa compreensão. A escola tem que levar o indivíduo a ultrapassar as formas de produção oral cotidiana para confrontar as mais cultas.
na escola. Os gêneros orais são mediadores da aprendizagem. São diferentes tipos de textos orais e escritos que o indivíduo usa socialmente.
Aspectos dos gêneros socialmente utilizados:
1. Situações sociais diferentes resultam em um tipo específico de enunciado;
2. Gêneros diferentes resultam em conteúdo, estilos e composição própria;
3. A definição do gênero se dá pela temática em foco (assunto), os participantes do contexto e a vontade do locutor/portador.
Os autores esclarecem sobre o processo de desenvolvimento linguístico, que se dá através de um processo contínuo e de ruptura (quebra)
por meio das situações espontâneas do discurso (gêneros primários) com relação as situações de comunicação cultural (gêneros
secundários).
Validade didática = critério para elaboração e desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.
A progressão do processo de aprendizagem escolar deve ter objetivos propostos, com finalidade em cada ciclo e com unidade (união) de
ensino.
Práticas sociais = relação do indivíduo com o meio social
Os gêneros são considerados como articuladores dessas práticas sociais com o objeto escolar, que resulta na apropriação das práticas e no
desenvolvimento de expressões orais/escritas diferentes.
MARCUSCHI, Luiz Antônio. O autor alerta para que o texto não torne-se uma espécie de panaceia geral para todos os problemas da língua. É possível trabalhar os
Produção Textual, Análise de aspectos da língua por meio de textos, como forma de acesso natural à língua, explorando a oralidade e a escrita.
Gêneros e compreensão. Levar para a escola situações escritas e orais que acontecem no dia a dia. Proporcionar aos alunos questões de argumentação e raciocínio
crítico. É preciso valorizar a reflexão, partindo do ensino normativo para um ensino reflexivo.
Ressalta que mesmo com propostas sociodiscursivas, a gramática também tem lugar na escola, pois não há língua sem gramática.
A função mais importante na língua não é a informação, mas inserir os indivíduos em contextos sócio históricos e permitir que eles se
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entendam. A língua é uma forma de ação que se desenvolve colaborativamente entre os indivíduos da sociedade
O autor agora trata os gêneros textuais como elementos tipicamente discursivos. É o uso interativo da língua. A ideia do texto como “objeto
de figura” indica uma configuração, uma esquematização que conduz a uma figura.
Entre discurso e texto está o gênero, que é visto como prática social e prática textual-discursiva. O gênero apresenta dois aspectos
importantes:
(a) Gestão Enunciativa: escolha dos planos de enunciação, modos discursivos e tipos textuais.
(b) Composicionalidade: identificação de unidades ou subunidades textuais que dizem respeito à sequenciação e ao encadeamento e
linearização textual.
Para Marcuschi (2008) o texto é a unidade máxima de funcionamento da língua. É uma unidade funcional (de natureza discursiva). Pode-se
ter um texto de somente uma palavra, como por exemplo na placa de trânsito: PARE. Não é o tamanho físico que faz um texto, mas a
discursividade, inteligibilidade e articulação que ele põe em movimento.
PANIZZA, M. Ensinar O conhecimento matemático é produzido por construções sucessivas pelo indivíduo com o meio, ou seja, através de desequilíbrios, quando
Matemática na Educação o aluno precisa resolver uma situação onde seus conhecimentos prévios são insuficientes. As crianças constroem ideias sobre o saber
Infantil e nas Séries Iniciais. matemático, formulam hipóteses e refletem sobre elas.
Baseado na tríade aluno/matemática/professor, é que se dá a relação do ensino/aprendizagem em matemática, o professor deve abrir
caminho entre a matemática e os alunos tornando esse caminho mais curto, levando os alunos até a matemática ou vice e versa.
ZABALZA, Miguel A., O termo qualidade, afirma tratar-se de um conceito relativo, baseado em valores e crenças. Tal conceito envolve subjetividades e é possível
Qualidade em Educação de múltiplas interpretações.
Infantil Então falar de educação infantil é pensar no contexto educacional que enriquece esta criança. Melhorar as políticas para o atendimento a
criança implica a orientação a família que paralelamente deve ser fortalecida para apoiar e estimular os filhos, acompanhá-los ao longo dos
anos em seu desempenho escolar.
1. Elevar as espectativas sobre o que se projeta.
2. Que sentido tem em iniciar algo novo
3. Quebrar paradigmas
4. Entender as diretrizes das políticas sobre a infância
5. Desenvolver critérios, evoluir ideias
6. Coletar dados e avaliar...Avançar nos conteúdos, continuidade e na progressão das aprendizagens
A criança apresenta o que Zabalza denomina de efectância – energia vital. Necessita executar atividades, adquirir segurança, desenvolver
competências.
Bons resultados dependem das oportunidades, contextos e experiências significativas, boa infraestrutura, projetos pedagógicos mais
profundos e complexos, planejamento, buscar contribuições, criar um clima satisfatório...
Aspectos do trabalho na educação infantil:
1. Organização dos espaços;
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2. Equilíbrio entre iniciativa infantil e trabalho dirigido no momento de planejar as atividades;


3. Atenção privilegiada aos aspectos emocionais;
4. Utilização de linguagem enriquecida;
5. Diferença entre atividades para abordar todas as dimensões do desenvolvimento e todas as capacidades;
6. Rotinas estáveis;
7. Materiais diversificados e polivalentes;
8. Atenção individualizada a cada criança;
9. Sistemas de avaliação, anotações, etc., que permitam o acompanhamento global do grupo e de cada uma das crianças;
10. Trabalho com as mães, os pais e o meio ambiente (escola aberta).
HOFFMANN, Jussara, É preciso, portanto, re-significar a avaliação em educação infantil como acompanhamento e oportunização ao desenvolvimento máximo
Avaliação na pré-escola: Um possível de cada criança, assegurando alguns privilégios dessa instancia educativa, tais como o não- atrelamento ao controle burocrático do
olhar sensível e reflexivo sistema oficial de ensino em termos de avaliação, e a autonomia em relação à estrutura curricular.
Formar educadores infantis é muito mais do que lhes sugerir ou supervisionar um trabalho junto às crianças. É oferecer-lhes espaço de
sobre a
reflexão e troca de experiências e suscitar-lhes autonomia e iniciativa, principalmente no que se refere à avaliação.
Depende diretamente da observação das crianças em sua exploração permanente do mundo e da aproximação dos educadores com a
realidade sociocultural dessas crianças, à luz de suas próprias representações e sentimentos.
O espaço pedagógico X avaliação mediadora: A ação da avaliativa mediadora implica em projetar o futuro a partir de recortes do cotidiano,
em delinear a continuidade da ação pedagógica, respeitando a criança em seu desenvolvimento, em sua espontaneidade na descoberta de
mundo oferecendo-lhe um ambiente de afeto e segurança para suas tentativas.
Três princípios norteadores da avaliação mediadora que fundamentam a elaboração de registros de avaliação:
 princípio de investigação docente;
 princípios de provisoriedade dos juízos estabelecidos;
 princípios de complementaridade;
A avaliação, enquanto mediação insere-se no processo educativo como um instrumento de reflexão, que auxilie o professor a tomar
consciência de mudanças a operar em sua ação.
A avaliação necessita ser uma prática multidimensional, e os educadores devem perceber que o ato de avaliar envolve aspectos
importantes, dentre eles é válido destacar que saber valorizar as pessoas e compreendê-las, torna-se uma necessidade desse modo, é
importante construir um envolvimento bem como o reconhecimento de que é primordial conhecer a criança e suas especificidades, para
que a educação seja transformadora.
LERNER, Délia– Ler e Ler e escrever são considerados como heranças culturais.
escrever na escola Ler não é decodificar o texto, transcende a alfabetização.
É necessário formar praticantes da leitura/escrita, tendo a escrita como instrumento de reflexão sobre o pensamento, para combater a
discriminação, com necessidade de capacitação dos saberes para mudar a proposta didática.
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É preciso aprender ler lendo e escrever escrevendo


Modalidades Organizativas: Projetos, Sequências Didáticas, Atividades Habituais e Atividades Independentes (Ocasionais e Sistematização).
O conhecimento didático na formação do professor:
Necessário refletir sobre a prática;
Considerar os problemas da sala de aula;
Aula como processo de formação;
Processo formativo que envolve acompanhamento no trabalho da escola;
Professor investigativo para planejar sua prática

SOARES, Magda– O letramento é o resultado da ação de ensinar ou aprender (alfabetizar) é a condição de quem usa socialmente a leitura/escrita, um grupo
letramento: um tema em 3 social adquire essa habilidade e como consequência se apropria dela.
gêneros. O letramento está intimamente ligado às práticas sociais, exigindo do indivíduo, uma visão do contexto social em que vive. Isso faz da
alfabetização uma prática centrada mais na individualidade de cada um e do letramento uma prática mais ampla e social.
Alfabetização é a aquisição do código alfabético e ortográfico, através do desenvolvimento das habilidades de leitura e de escrita.

ORTIZ, Cisele, Interações: ser Começamos efetivamente a atender as crianças a partir de 1 ano de idade.
professor de bebês: cuidar, Muitas podem ser as razões para este descompasso. A primeira é a falta de vagas; a fila de espera é longa, pois os governos ainda não dão a
educar e brincar: uma ação devida importância a esta faixa etária, não resultando em uma cultura estabelecida. A segunda é que quanto menor a criança, maior seu
única custo, pois exige um espaço com metragem maior, dentro dos ambientes educativos e com lugares preservados.
na perspectiva de pensar neste processo de constituição do sujeito, incluímos tanto os aspectos de condições ambientais (ambiente físico,
material e relacional) e orgânicas (constituição e funcionamento físico e fisiológico), quanto os aspectos simbólicos que o determinam: o
lugar que ocupa na família, os mitos familiares, as ações realizadas em função do bebê, o que se fala dele, os sujeitos desses discursos, os
desdobramentos desses campos discursivos a partir dos primeiros contatos, enfim, o que se pode falar a respeito dele e por ele.
Quando falamos em bebê, falamos sempre de mais alguém, aquele com quem o bebê está, aquele que para ele olha e que dele se ocupa,
pois ele é incapaz de sobreviver sozinho.
Processo de inserção de crianças pequenas no âmbito institucional, comumente chamado de processo de adaptação, requer cuidado
específico.
O ambiente comporta quatro elementos principais: ambiente físico, rotinas/tempo, interações e materiais.

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