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SIONISMO

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ÍNDICE

1 Terminologia

2 História do Sionismo

2.1 Precedentes do Sionismo

2.2 O Caso Dreyfus como impulso

2.3 O Congresso Sionista

2.4 Oposição judaica ao Sionismo

2.5 A Palestina e a Terra de Israel

3 As divisões do Sionismo

3.1 O Sionismo Socialista

3.2 O Sionismo Político

3.3 O Sionismo Revisionista

3.4 O Sionismo Religioso

4 Pensadores sionistas

4.1 O Antissionismo

5 Referências

6 Ligações externas

Sionismo (em hebraico: ‫ ציונות‬Tsiyonut) é um movimento político e filosófico que defende o direito à
autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado nacional judaico independente e soberano
no território onde historicamente existiu o antigo Reino de Israel (Eretz Israel).

O sionismo é também chamado de nacionalismo judaico e historicamente propõe a erradicação da


Diáspora Judaica, com o retorno da totalidade dos judeus ao atual Estado de Israel. O movimento defende
a manutenção da identidade judaica, opondo-se à assimilação dos judeus pelas sociedades dos países em
que viviam.

O sionismo surgiu no final do século XIX na Europa Central e Oriental como um movimento de
revitalização nacional e logo foi associado, pela maioria dos seus líderes, à colonização da Palestina.
Segundo o pensamento sionista, a Palestina fora ocupada por estranhos.1 Desde a criação do Estado de
Israel, o movimento sionista continua a defender o estado judeu, denunciando as ameaças à sua
permanência e à sua segurança.
Em uma acepção menos comum, o termo pode também se referir ao sionismo cultural, proposto por Ahad
Ha'am, e ao apoio político dado ao Estado de Israel por não-judeus, tal como no sionismo cristão.

Os críticos do sionismo o consideram como um movimento colonialista ou racista.2 Os sionistas rebatem


essas críticas, identificando o antissionismo com o antissemitismo.3 4

Terminologia

O termo "sionismo" é derivado da palavra "Sion" (em hebraico: ‫)ציון‬, que, em hebraico, quer dizer
elevado. Originalmente, Sião ou Sion era o nome de uma das colinas que cercam a Terra Santa, onde
existiu uma fortaleza de mesmo nome. Durante o reinado de David, Sião se tornou um sinônimo de
Jerusalém ou da Terra de Israel. Em inúmeras passagens bíblicas, os israelitas são chamados de "filhos
(ou filhas) de Sião".

No Livro de Isaias, o nome de Sião figura diversas vezes como equivalente para todo aquele que crê no
Deus de Israel: Por amor de Sião não me calarei, e por amor de Jerusalém não me aquietarei, até que saia
a sua justiça como um resplendor, e a sua salvação como uma tocha acesa (Isaias, 62-1).

História do Sionismo

O chamado "sionismo moderno" articulou-se e desenvolveu-se especialmente a partir da segunda metade


do século XIX, em especial entre os judeus da Europa Central e do Leste Europeu, que viviam sob a
pressão das perseguições e massacres sistemáticos provocados pelo antissemitismo crônico destas
regiões.

O século XIX foi uma época de irrupções nacionalistas em todo mundo. Gregos, italianos, poloneses,
alemães e sul-americanos, entre outros, estabeleceram seus movimentos nacionais em busca de
singularidade política, étnica e cultural. Seguindo estes modelos, o sionismo foi o mais recente dos
processos de renascença nacional a despertar na Europa.

O sionismo também pode ser considerado como uma reação ao crescente assimilacionismo provocado
pela integração dos judeus da Europa Central aos povos e comunidades onde se encontravam
estabelecidos, o que, segundo os críticos, solapava as bases culturais e religiosas fundamentais do
judaísmo tradicional.

O uso do termo "sionismo" surgiu durante um debate público realizado na cidade de Viena, na noite de 23
de janeiro de 1892, e foi cunhado por Nathan Birnbaum, um escritor judeu local que fundara em 1885 a
revista “Selbstemanzipation!” (Autodeterminação!)5 . No entanto, considera-se que o "Pai do Sionismo"
tenha sido o jornalista e escritor austríaco Theodor Herzl, autor do livro “Der Judenstaat” (O Estado
Judeu).

Precedentes do Sionismo

São considerados precursores do sionismo (ou "protossionistas") alguns pensadores e religiosos judeus
que expressaram em obras escritas o desejo ancestral do povo judeu de retornar às suas raízes históricas
através da volta para sua terra de origem. Por outro lado, o nacionalismo judaico é considerado como uma
decorrência direta dos diversos movimentos nacionalistas que surgiram no Ocidente a partir do
Iluminismo e das revoluções Francesa e Americana.

Os primeiros protossionistas foram membros do clero judaico, como os rabinos Judá Alkalai; Naftali
Berlin (o “HaNatziv”); Tzvi Kalisher; Samuel Mohiliver e Isaac Jacob Reines.

Segundo a narrativa religiosa e tradicional, o sionismo surgiria logo após a queda do Segundo Templo e a
consequente expulsão da maioria dos judeus dos territórios do antigo Reino de Israel, entre os anos 66 e
135 d.C. A oração "no ano que vem, em Jerusalém", recitada todo os anos durante o Pessach, expressa a
vontade, transmitida através das gerações, de retorno à Terra de Israel como condição precípua para a
vinda do Messias e do estabelecimento de uma nova ordem, onde as esferas sagrada e terrena passariam a
conviver em um único plano.

A "nostalgia de Sião" se manifestou claramente nos discursos de diversos místicos judeus surgidos ao
longo dos séculos de duração da Diáspora, desde David Alroy ("falso messias"), no século XII, até
Sabbatai Zevi, no século XVII, passando pelos poemas de Yehudah Halevi e por uma infinidade de
místicos.

No século XIX, o britânico George Eliot publica o romance Daniel Deronda (1876), que descreve a vida
de um homem que se dedica à busca da criação de um centro nacional para os judeus. Mas seriam Leon
Pinsker, médico polonês e Moses Hess, escritor alemão, aqueles que mais se destacariam como
precursores do Sionismo naquele século.

O Caso Dreyfus como impulso

Ao final do século XIX os judeus que detinham uma condição social um pouco mais elevada (em geral os
habitantes dos países da Europa Ocidental) julgavam-se mais seguros contra as perseguições antissemitas
que vitimavam os judeus do Leste, mais arraigados às tradições, pois encontravam-se plenamente
inseridos nas sociedades daqueles países. Esses judeus pouco diferiam, culturalmente, de seus vizinhos
cristãos, e muitos abandonavam as práticas religiosas ou se convertiam ao cristianismo, como forma de
selar o processo de completa assimilação. Entre esses, encontrava-se Theodor Herzl, um advogado
nascido em Budapeste e que, na juventude, chegou a pedir em carta ao Papa que ajudasse os judeus de
toda a Europa a se converterem coletivamente ao catolicismo.

Herzl ganhou notoriedade quando passou a publicar matérias assinadas na imprensa alemã a partir do
final da década de 1880 e, graças a isso, recebeu um convite para se tornar correspondente do jornal
"Neue Freie Presse" em Paris, onde cobriu o julgamento do militar Alfred Dreyfus. Dreyfus era um
oficial judeu do Exército Francês acusado injustamente de espionar em favor dos alemães. Ao
testemunhar a série de fraudes engendradas por elementos da oficialidade francesa para culpar Dreyfus
com alegações antissemitas, Theodor Herzl se deu conta de que nem a assimilação cultural seria capaz de
livrar os judeus da discriminação.

Com base nessas reflexões e aproveitando-se do pensamento de outras pessoas, Herzl escreve, em 1895,
sua principal obra, Der Judenstaat – Versuch Einer Modernen Lösung der Judenfrage ("O Estado Judeu –
Uma Solução Moderna para a Questão Judaica"), onde preconiza a necessidade da reconstrução da
soberania nacional dos judeus em um Estado próprio6 . Em O Estado Judeu, Herzl descreve, de forma
romanceada, suas visões de como tornar possível a construção de uma futura nação judaica, discorrendo
sobre imigração, compra de terras, edificações, leis, idioma etc. Muitas das ideias de Herzl serviriam de
inspiração para os primeiros legisladores do futuro Estado de Israel.

O Congresso Sionista

O livro de Herzl foi bem recebido pela maior parte dos judeus europeus que compartilhavam dos mesmos
ideais. Com o intuito de aglutinar as diversas tendências nacionalistas judaicas, Herzl organizou o
Primeiro Congresso Sionista, que deveria ser realizado em Munique, na Alemanha. Contudo, líderes
religiosos da comunidade judaica local se opuseram à iniciativa, por temerem uma exposição excessiva e
uma possível retaliação antissemita. Assim, o evento acabou por se realizar na cidade suíça de Basileia,
em 29 de agosto de 1897. Segundo seus criadores, o Congresso tinha como propósito de mostrar ao
mundo "o que é o sionismo e o que ele pretende" e também para unir todos os sionistas sob uma só
organização.

O evento reuniu cerca de 200 participantes e seus principais resultados foram a formulação da plataforma
sionista, conhecida como "Programa de Basileia", e a fundação da Organização Sionista Mundial, sob a
presidência de Herzl. Durante a reunião, discutiu-se onde deveria ser instalado o Estado Judeu, dividindo-
se os congressistas entre a Palestina Otomana ou algum território desabitado cedido aos sionistas7 , como
a ilha de Chipre, a Patagônia e até em alguma das colônias europeias na África, como o Congo ou
Uganda. Venceram os partidários da Palestina, com o argumento de que aquela era a região de origem de
toda identidade judaica na Antiguidade8 . Em seu diário, Herzl escreveu: "Se eu tivesse que resumir o
Congresso de Basileia numa só frase, ela seria: ‘em Basileia eu fundei o Estado Judeu’. Se eu dissesse
isto hoje, seria objeto de risos universais; mas em cinco anos, talvez em cinquenta, todos o verão".

Seriam realizados 21 Congressos Sionistas até à eclosão da Segunda Guerra Mundial.

Oposição judaica ao Sionismo

Segundo alguns autores, a intenção de imigrar e viver na Palestina seria algo distante das intenções reais
da maioria dos judeus, estando presente apenas enquanto referência religiosa. Abraham Leon escreve em
1942 que "durante o tempo que o judaísmo ficou incorporado ao sistema feudal, o 'sonho de Sião' não foi
precisamente mais que um sonho e não correspondia a nenhum interesse real (...). O taberneiro ou o
'granjeiro' judeu da Polônia do século XVI pensava em retornar à Palestina tanto quanto o milionário
judeu da América de hoje."9

A tese do retorno ao lugar de origem ganhou a grande maioria dos adeptos por ter forte apelo religioso,
baseado na redenção do povo de Israel e na “Terra Prometida”. Por outro lado, outras correntes religiosas
(em especial as fundamentalistas) a consideravam uma compulsão heroica e sentimental, e alguns até a
reprovavam duramente, alegando que esta “redenção” deveria vir obrigatoriamente pela “obra de Deus” e
não de ações políticas. Outros judeus a não aderir ao Sionismo foram os adeptos do budismo. No entanto,
tais visões foram se tornando gradativamente minoritárias e isoladas com o passar dos anos e o
crescimento da Organização Sionista.

Nos dias atuais, a oposição judaica ao Sionismo está restrita a alguns membros de seitas religiosas, como
os haredim do Neturei Karta, Satmer e Edá Hacharedit, bem com aos adeptos de ideologias
internacionalistas de esquerda.
A Palestina e a Terra de Israel

A região da Palestina, onde historicamente existiu uma pátria judaica, encontrava-se desde o ano de 638
sob o jugo árabe muçulmano. A partir de 1517, o Império Turco-Otomano incorpora aquelas terras,
tornando-se a Palestina uma província turca, status que duraria até o início do século XX. A presença dos
judeus na região permaneceu ininterrupta por todo este período, embora em condição de minoria. Em
algumas cidades, como Hebron e Safed, a presença das comunidades judaicas se fazia mais numerosa e
importante, convivendo em relativa paz com a maioria muçulmana.

Havia também a tradição judaica de migrar para a Palestina para lá morrer e ser sepultado, ou para
estudos religiosos nas diversas yeshivot instaladas na região. Estas escolas de formação rabínica recebiam
recursos doados por organizações filantrópicas, mas na segunda metade do século XIX, algumas destas
organizações, como a Aliança Israelita Universal, passaram a investir na fundação de cidades e fazendas
coletivas, dentro de um espírito socialista e secular. Assim Mikveh Israel foi fundada em 1870, seguida
por Petah Tikva (1878), Rishon LeZion (1882) e outras comunidades agrícolas fundadas pelas sociedades
Bilu e Hovevei Zion.

Mas com a primeira grande leva de imigrantes judeus chegados à Palestina, a partir de 1881, a demografia
na Palestina começou a sofrer a sua primeira grande mudança em séculos. Estas ondas (chamadas de
aliot), oriundas principalmente do Império Russo e do Iêmen, acabaram por gerar mais comunidades
agrícolas e cidades10 11 . Estas primeiras aliot independentes serviriam de modelo para as imigrações
que viriam nos anos seguintes, já sob o estímulo da Organização Sionista de Herzl.

Até meados do século XIX, a população total da Palestina registrava um decréscimo lento. Mas as
migrações judaicas inverteram este quadro, e no raiar do século XX a região registrou o primeiro aumento
demográfico em séculos. A população de judeus chegou a 10% do total antes de 1909, quando foi
fundada a cidade de Tel Aviv, a primeira urbe exclusivamente judaica desde a Antiguidade.

O estabelecimento dos primeiros olim em terras palestinas se deu em zonas desabitadas, adquiridas com
recursos doados por subscrições públicas ou por grandes filantropos europeus. O mais célebre destes foi o
barão Edmond de Rothschild, que sozinho doou recursos para a aquisição de 125 mil acres (ou 22,36
km²) de terras.

No entanto, uma nova onda de perseguições antissemitas ocorrida na Rússia fez crescer o número de
olim. Em abril de 1903 o Pogrom de Kishinev vitimou dezenas de judeus12 e evidenciou para os
sobreviventes a necessidade de buscar a autodeterminação em um ambiente democrático.

As divisões do Sionismo

O Sionismo Socialista

Ver artigo principal: Sionismo trabalhista

A partir do Segundo Congresso Sionista, realizado em 1898, surgiram os Sionistas Socialistas,


inicialmente um grupo minoritário, em sua maioria oriunda da Rússia, mas que exigiu representação na
Organização Sionista Mundial. A presença dos sionistas socialistas seria cada vez maior, chegando à
maioria dos delegados a partir de do 18º Congresso, realizado em Praga, em 1933. Os sionistas socialistas
formariam o principal núcleo político dos fundadores do Estado de Israel, gerando futuros líderes como
David Ben-Gurion, Moshe Dayan, Golda Meir, Yitzhak Rabin e Shimon Peres.
Alguns pensadores fundamentais para o conhecimento do sionismo socialista são Dov Ber Borochov e
Aaron David Gordon. Ambos, porém, encontram em Moses Hess uma origem da combinação de um
estado judeu e socialista.

Diferentemente dos primeiros sionistas reunidos por Herzl, os sionistas socialistas não acreditavam que o
Estado Judaico seria criado apelando à comunidade internacional, mas através da luta de classes e dos
esforços da classe trabalhadora judaica na Palestina. Os socialistas pregavam o estabelecimento dos
kibbutzim (fazendas coletivas) no campo e de um proletariado nas grandes cidades.

O Sionismo Político

Ver artigo principal: Sionismo político

A cisão da Organização Sionista pelos socialistas provocou a formação de um segundo bloco, a que se
chamou de “Sionistas Políticos”, que tal como Herzl e também Chaim Weizmann, preconizavam a
independência do Estado Judeu pela via diplomática. Em busca disso, o próprio Herzl encontrou-se com o
Kaiser Guilherme II da Alemanha e com o sultão Abdul Hamid II da Turquia, com os quais pediu o apoio
de seus países para o estabelecimento do Estado Judeu na Palestina. Após a morte de Theodor Herzl, em
1904, e com o fracasso de uma solução negociada para a independência do Estado Judeu, o Sionismo
Político foi perdendo importância dentro da Organização Sionista.

O Sionismo Revisionista

Ver artigo principal: Sionismo revisionista

Os maiores opositores dos sionistas socialistas seriam os Sionistas Revisionistas, que surgiram em 1925,
liderados por Vladimir Ze'ev Jabotinsky, um filósofo liberal que pretendia reviver na Organização
Sionista “o espírito e a doutrina verdadeiramente herzlianos”13 .

Para os sionistas revisionistas, o Estado Judeu só seria viabilizado com a organização dos judeus em
frentes paramilitares que combatessem, simultaneamente, a presença britânica na Palestina (a partir de
1917) e a resistência armada dos árabes muçulmanos da Palestina, que vinham atacando pessoas e
propriedades dos sionistas. Os revisionistas também combatiam os socialistas, pois pregavam uma
ideologia liberal-democrática (contrária ao marxismo) dentro da Organização Sionista e a defendiam para
o futuro Estado Judeu.

O Sionismo Religioso

Ver artigo principal: Sionismo religioso

Pensadores sionistas

São conhecidos por esse nome personalidades que, com suas obras e artigos colaboraram com a
estruturação do Sionismo como ideologia de formação de um Estado Judeu nos mais diferentes formatos.

Além disso, os pensadores sionistas serviram (e servem) como eixo orientador das comunidades ao redor
do mundo, e como referências para seus seguidores. Isso não descarta a importância de autores como
Leon Pinsker, considerado um pré-sionista.
Diversas correntes de pensamento são importantes para a compreensão do Sionismo atual. Achad Haam,
por exemplo, foi o criador de uma visão peculiar do Sionismo, mas que é intimamente ligada aos dias
atuais. Há ainda Rav Kook, com o sionismo religioso.

Relativamente às criticas dirigidas ao Sionismo, de que seria um movimento de cunho racista, seus
defensores defendem-se alegando que o Sionismo não é doutrinariamente unificado e coeso, possuindo
diversas versões divergentes umas das outras. Além disso, alguns também discordam afirmando que
palestinos e judeus não são racialmente distintos, e assim não se aplicaria o termo já que a discriminação
não se funda na raça.

O Antissionismo

Ver artigo principal: Antissionismo

Referências

Ir para cima ↑ PAPPÉ, Ilan, A limpeza étnica da Palestina, 2006, p.10-11.

Ir para cima ↑ Nações Unidas A/RES/3379 (XXX) 10 de novembro de 1975. Resolution adopted by the
General Assembly on the report of the Third Committee (A/10320) 3379 (XXX). Elimination of all forms
of racial discrimination. A Resolução 3379 determina que o sionismo é uma forma de racismo e de
discrimação racial. Foi anulada pela Resolução 4686 da Assembleia Geral de 16 de Dezembro de 1991.

Ir para cima ↑ Anti-Zionism is anti-semitism, por Emanuele Ottolenghi. The Guardian, 29 de novembro
de 2003.

Ir para cima ↑ Institute for Global Jewish Affairs. Jewish Political Studies Review 16:3-4 (Fall 2004).
Anti-Zionism and Anti-Semitism, por Robert Wistrich.

Ir para cima ↑ Laqueur, Walter. A History of Zionism – Holt, Reinhart and Winston (1972)

Ir para cima ↑ Herzl, Theodor. O Estado Judeu – Editora e Livraria Sêfer (São Paulo, 1997)

Ir para cima ↑ Discurso de abertura do Primeiro Congresso Sionista

Ir para cima ↑ Goldmann, Nahum. O Paradoxo Judeu – Memórias pessoais dos encontros históricos que
moldaram o drama do Judaísmo moderno – Editora B’nai B’rith (São Paulo, 1984)

Ir para cima ↑ LEON, Abraham. apud WEINSTOCK, Nathan. El sionismo contra Israel: una historia
critica del sionismo. Barcelona: Fontanella, 1970, p. 78.

Ir para cima ↑ aliyah: Definition and Much More from Answers.com

Ir para cima ↑ Scharfstein, Sol, Chronicle of Jewish History: From the Patriarchs to the 21st Century,
p.231, KTAV Publishing House (1997), ISBN 0-88125-545-9

Ir para cima ↑ Cem anos de Kishinev

Ir para cima ↑ BENARI, Yehuda – “Zeev Jabotinsky – Um esboço biográfico” (Biblioteca Popular
Judaica/FISESP – 1977)

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