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Protocolo anestéscito em pacientes eletivos

normalmente as pessoas acham que esse tipo é um paciente mais fácil de ser anestesiado, mas todo
paciente apresenta uma certa dificuldade pra quem vai conduzir o procedimento anestésico. Esse
paciente o que a gente tem de vantagem é que ele não tem nenhuma doença causando algum problema
nele, a gente não tem uma doença causando algum problema nele, não tem status fisiológico ruim pra ir
ao procedimento anestésico, então existe uma segurança maior pra ir ao procedimento anestésico, mas
não é por isso que eu vou negligenciar a anetesia dese anima, eu vou me preocupar com a avaliação
pre-anestésica, vou me preocupar como eu vou anestesiar esse paciente, de forma mais adequda, e u
vou me preocupar em momentos cirurgicos, e quais são esses momentos que provocam maior disparo
adrenérgico, maior atividade dolorosa no paciente.

Introdução

são pacientes de baixo risco, sendo normalmente de ASA I ou II, e na maioria não vão causar uma
indisponibilidade fisiciologica muito importante nesse anima e as chances do pciente sair bem desse
procedimento são altas.

Entretanto, mesmo tendo a situação de ter um paciente que é estável, ou não é por isso qe a gente
negligencia uma MPA, realizar um exame físico nesse paciente, historico do animal, saber o pq dele estar
sendo anestesiado, realizar exames pré-operatórios e decidir se é realmente o melhor momento de
realizar esse procedimento ou não.

Não é incomum receber um paciente pra fazer uma profilaxia odondotologica, uma limpeza
odontologica, e esse paciente não poder ir pra procedimento nesse momento pq se descobre na
avaliação que esta com níveis aumentados de creat, lesão hepática, ou alguma alteração física que no
exame tem um sinal pra fazer investigação, então sempre lembrar que apesar do procedimento ser um
procedimento eletivo, eu devo sempre avaliar esse paciente pra saber se realmente é o melhor melhor
momento para conduzi-lo ao procedimento cirúrgico e anestésico.
então a gente pode dividir esse período que vamos trabalhar com o paciente em um período prévio ao
procedimento, então a gente tem a MPA e isso já passamos pela avaliaçõ do paciente e avaliaçã de
exames, e ai eu sei que esse paciente pode ser conduzido para o procedimento anestésico, então vamos
fazer uma MPA nesse animal, vai fazer a indução anestésica do paciente, que ele sai do estado de alerta
e ele ir pra um estado de sonolencia e o paciente dormir; a manutenção anestésica, uso de técnicas
auxiliares e como cuidar desse paciente no período pós-operatório. Esses são os momentos que temos
durante e o procedimento e teremos fármacos que vamos mais pensar em utilizar e a forma em que
vamos utilizar esses fármacos.

MPA
De MPA a gente geralmente associa um sedativo com um fármaco analgesico. pode ser feito somente o
fármaco analgesico ou sedativo, e isso varia conforme sua escolha. Como é um paciente com uma boa
capacidade hemodinamica, não existe muita restrição, e aqui vai considerar que não existe restrição no
histórico para utilizarmos esses sedativos. entretanto é importante pontuar que alguns sedativos podem
ter alguns empecilhos de acordo com o histórico clínico clínico do paciente.

Sedativo: Acepromazina, Clorpromazina, Midazolam e Dexmedetomidina. São os sedativos que o


professor mais utiliza.

Analgésico: Morfina, Meperidina, Metadona, Fentanil, Butorfanol.

Não é obrigatório realizar uma medicação pré-anestésica, se é um paciente que está estável, as vezes
pode valer a pena levar esse paciente para procedimento cirúrgico sem MPA e ai a única coisa que vai
perceber é que vai gastar mais fármacos na manutenção anestésica que se tivesse realizado no paciente
uma m MPA prévia, fora isso é um paciente que deve se comprotar muito bem no período
transoperatório.

Essas doses podem ser usadas tanto pra mão quanto pra gato.

O midazolam pode associar ao Diazepam. Eles são fármacos muito parecidos, eles funcionam de forma
muito semelhante e ai vai utilizar na mesma dose o diazepam, e pode usar na memsma via. O prof
prefere usar o diazepam pela pela IV, não pela via IM, ele parece um fámaco muito oleoso, causando dor
na aplicação, então evitar IM.

Se usar a bula da Dexmedeto, vai ver que existem doses mais altas; pra gato pode chegar na dose de 20
mcg/kg, e no cão 25mcg/kg. O professor não ve muito motivo pra isso, pq usando essas doses baixas
mesmo que pela via IM tem causado um efeit sedativo suficiente pro animal, então frequenremtne pra
cães usa 5mcg/kg, IM, e quando é feito IM, reduz a dose pra 1 ou 2 mcg/kg. Em gatos pode subir um
pouquinho a dose, podedndo chegar a 10 mcg/kg pela via IM, mas pela via IV pode ficar de 1-2 mcg/kg.
Acepromazina e Clorpromazina

São dois fenotiazinicos, e essa classe farmacológica faz parte do grupo maior de sedativos na medicina
veterinária.

Os sedativos maiores englobam Fenotiazínicos e Alfa dois agonista. São fármacos com alta capacidade de
sedação nos nossos pacientes, tanto pra cão quanto pra gatos promove sedação interesssante, mas é
maior a sedação causada em cães quando comparada aos gatos. Normalmente, o prof adciona outros
fármcos quanto faz esse tipo de fármaco em gatos, adicionando outros gurpos farmacologicos, mas em
cães, só usando a Acepromazina causa um efeito interessante.

Possui uma caracteristica de sedação boa, ou seja, o paciente apresenta característica de sedação muito
facilmente, e de forma rapida. Pela via IM leva cerca de 10-15 min pra começar, mas se fizer pela via IV o
efeito vai começar com 1-2min.

Promove esplenomegalia, ou seja, aumento do volume do baço. Se estiver em um centro de referencia e


o cirurgião queira usar uma video-laparoscopia, cuidado e não usar fenotiazinicos no paciente, pq esse
grupo faz essa esplenomegalia e muitas vezes pode provocar acidente na entrada da cirurgia, pq é uma
entrada as cegas, o cirurgião faz o acesso com o trocater pra colocar a camera la dentro e se o baço
estiver com volume maior, aumenta o alvo a ser acertado.

Deve considerar que esse paciente vai ter uma queda de Ht em torno de 10-30% e isso varia muito, a
maior parte dos autores diz que isso varia muito. É bem importante notar pq pro paciente hígido essa
queda pode não ser muito importante, mas em um paciente que já tem Ht ruim isso é importante, e ai
fica caracterizado a importancia de um exame laboratorial prévio.

Ocorre uma queda de PA em até 30% nesse paciente. Essa redução ocorre pela redução da resistencia
vascular periférica, então os fenotiazinicos são fármacos vasodilatadores e a acepromazina faz muito
esse efito de vasodialatração, e o paciente fica com essa pressão mais baixa. Em pacientes hígidos com
PA normal no período transoperatorio, as chances do paciente ficar hipotenso com essa dose de
fenotiazínico é baixa, mas se tem um paciente com dificuldade de manter essa PA, as chances de fazer
uma hipotensão são altas.

Ele faz uma diminuição do limiar convulsivo, ou seja, todo paciente que é epilético, paciente com
historico de convulsão tem um sinal que provoca o disparo desse evento convulsivo e isso a gente chama
de limiar, então é um estímulo mínimo necessario pro animal entrar em evento d econvulsão. Quando
eu uso fenotiazínico eu reduzo esse limiar, então eu torno mais fácil a possibilidade desse animal fazer
evento convulsiv, então se eu tenho historico de convulsão, animal epilético, eu evito usar os
fenotiazínicos também.

Além disso tem efeito antiemético e efeito anti-histamínico. A prometazina dentre os fenotiazínicos é o
fármaco que tem maior característica anti-histamínica, é indicado usar em pacientes com mastocitoma,
paciente com alergia e liberação histamínica muito importante.

É importante lembrar também que os Fenotiazínicos tem maior sensibilidade em paciente


braquicefálicos, então usar em doses mais proximas das mínimas e o Boxer é um anmal muito sensível a
acepromazina em específico, então se evita usar, lançando mão de outros tipos de mpa pq esse paciente
pode ficar muito hipotenso, muito vasodilatado. É importante notar também que vai fazer uma alteração
na temperatura, como sangue é nosso carreador de temperatura e o paciente vai ficar muito
vasodilatado, ele vai ter mais sangue na superficie corporal e com isso o animal perde mais temperatura
com mais facilidae quando usamos fenotiazínicos.

Midazolam e diazepam

A gente tem 4 efeitos farmacológicos interessantes. Eles são ansiolíticos, miorrelaxantes, amnésicos e
anticonvulsivante.

Se tem histórico de convulsão pode ser que você indique a utilização de um deles como MPA. entretanto
o efeito sedativo é muito baixo, e o prof não gosta de usar sozinho como mpa, mas associado a outros
fármcos funciona bem, e um exemplo disso é associar o Midazolam + Meperidina, que é um opioide com
característica sedativa.

Existem poucas alterações cardiovasculares produzidas pelos benzodiazepnicos, então não vai ter uma
alteração de pressão importante, uma alteração de débito cardíaco, não existe vasodilatação
peripériférica, é um fármaco que mantem a estabilidade hemodinamica do paciente. É importante saber
que o fato do fármaco manter a estabilidade hemodinamica não indica que é um fármco usaod em todos
os pacients, ele tem poucas chances de efeitos colaterais mas pode não alcançar seu efeito na anestesia
de forma adequada.

Existe uma exigencia muito grande da metabolização hepática pela parte dos benzodiazepínicos. Eu me
preocupo com isso principalmente nos paciente com lesão hepatica nos exames de sangue, ou seja, nos
bioquimicos eu vejo FA aumentada, ALT aumentada, GGT aumentada, e com isso eu me preocupo com o
paciente e esse paciente já tem uma lesão hepática e o benzo pode piorar essa lesão. Deve tomar
cuidado com o gato com lipidose, que fica um tempo sem se alimentar e começa a fazer infiltrado
gorduroso, e normlamente é um paciente que fica com fígado disfuncional por um periodo de tempo, e
ai não deve usar benzo nesse paciente para evitar metabolização hepática. Tenho que tomar cuidado
com hepatopatas verdadeiros que também não se deve ser usada.

Fora isso, a incidência de efeitos colaterais é muito pequena, apesar disso existe a possibilidade de usar
um reversor. O reversor dos benzodiazepínicos é o Flumazenil e ele reverte o efeito dos fármacos de
forma quase que imediata.

Dexmedetomidina

É um fármaco alfa 2 agonista.

A xilazina tem varios problemas no paciente e o principal problema é o estresse cardiaco e isso acontece
por conta da alta vasocontrição periferica provocada que vai aumentar o trabalho do musculo cardiaco
associada a diminuiçao da luz das coronárias, que dificulta a chegada de sangue até o tecido do
miocardio pra fazer a nutriçao cardiaca.

A dexmedeto produz bons efeitos de alfa 2 agonistas, fazendo menos efeito que a xilazina, mas deve
ficar atento se o paciente não terá alguma alteração.

Seu efeito de sedação é excelente, o paciente tem uma boa depressão do SNC ficando fácil de manejar o
paciente e realizar os procedimentos, ficando mais fácil de manipular.

Promove o aumento da RVP e isso afeta diretamente a PA, e com isso o paciente tem uma PA
aumentada. Essa vasoconstrição não deixa o paciente hipertenso, ele vai manter em torno de 120-
130mmHg e isso é ótimo pq eu não aumento o gasto cardíaco e eu acabo mantendo a PAS em um bom
nivel pro paciente.
A FC cai e ela pode cair bastante até, e as pessoas acabam se preocupando bastante principalmente nos
animais eletivos. Se o paciente já está intubado, se tá com monitoração de pressão boa, sautraçao boa e
a única coisa adversa é a FC baixa, não há necessidade de se preocupar, e só vai se preocupar se o
paciente estiver com a FC baixa e a PA também baixa.

Produz um efeito hiperglicemiante transitório, então deve tomnar cuidado em pacientes diabeticos,
sendo recomendado não usar.

O tipo de analgesia que ela faz é visceral, então existem algumas partes do procedimento cirugico
eletvio, como a OSH eletiva que promover dor de origem visceral, mas existem algumas dores que são
de origem somática, então eu tenho que tomar cuidado nesses momentos pra dar o aporte analgésico
ideal ao paciente ou fazer um aprofundamento de plano anestesico pro paciente não demonstrar
nenhuma sensibilidade nesse momento.

O relaxamento muscular promovido por essa classe farmacológica é muito interessante. Outra vantagem
é que pode ser usado em IC e pode ser associado ao propofol, opioides de ação rápida pra manter a
anestesia no periodo transoperatorio, então além de ser um farmco que cabe na sua mpa é um fármco
que pode ajudar na manutenção anestésica.

Seu fármaco reversor é o Atipamezole, e usa o mesmo volume usado na dose se Dexmedeto pra rever, e
quando faz a aplicazaçao do atipamezola pela via iv, a reversão se da de 40 segundos a 1 minuto.

Analgésicos

Os opióides são muito usados no período pré e pós operatório pra produzir analgesia nos pacientes.
Aqui não usa tramadol pq no periodo transoperatório não tem efeitos tão interessantes.

A morfina é nosso opióide básico, então ela tem um excelente efeito analgesico nos paciente. É um
opióide puro, ou seja, atua tanto em receptores Kappa quanto receptores Mi e ela promove alnegsia
tanto visceral quanto somática. Sua aplicação como MPA auxilia na analgesia do paciente e potencializa
o efeito do sedativo de escolha. Deve tomar cuidado com emese, então o paciente com conteúdo
estomacal pode produzir emese e ter uma cavidade oral suja no momento da intubação orotraqueal. A
liberação histaminica é muito impotante quando usamos, podendo causar uma vasodilatação nesse
paciente. Então tem que tomar cuidado com pacientes que tem facilidade de liberar histaminia, como o
paciente com mastocitoma e alérgico.

A meperidina é um fármaco que o professor gosta de usar no period de pre, pq ele tem uma capacidade
sedativa interessant, mas não pode usar pela via IV pq promove uma liberaçao histamínica muito
intensa. Apesar de ter efeito sedativo interesante, o seu efeito analgesico não é tão bom, então esse
paciente vai sedar, mas a analgesia vai faltar, então eu preciso complementar com outros opióides.

O fentanil é um bom opioidepra periodo pre e trans. ele é opioide de ação curta, sendo feito em bolus
inicial, depois em IC e ele promove uma anlgesiqa que é dose dependente e eu posso ir regulando pra
esse paciente o quanto vou fazer de analgesia no periodo transopértório.

A metadona é um fármaco que tem um período de ação maior, mais longo. Existem varias teorias sobre
o seu feito na algesia, se é melhor ou pior que a morfina, pro prof ela tem efeito semelhante, mas com
periodo de ação maior. Ela não tem liberação histaminica, podendo usar pela via IV sem problemas e
tem periodo de ação mais longo e se quer uma alagesia pós operatoria com esse opioide pode ser
interessante associar a metadona.

O butorfanol é m fármaco com bom efeito analgésico visceral, mas sem bom efeito analgésico somático.
Então nos momentos de dor somatica, como incisão de pele, manioulação do pedículo ovariano, nesses
momentos pode ter um estimulo doloroso, liberaçao adrenergica, mas que pode ser controlado com
aprofundamento de plano anestesico. É incomum ter efeito colateral com o seu uso e é importnante
lembrar que ele é agonista antagonista, ou seja, ao mesmo que ele ativa receptores Kappa, ele bloqueia
receptores Mi, então se eu quiser depois que usei butorfanol, eu vou atrapalhar o outro opioide que vou
usar no outro paciente. Ele é muito interessante em pacientes com dor visceral, é muito bom no cavalo
com cólica, e nos pacientes eletivos é bom usar em gatas que vai fazer OSH eletiva.

Um bom protocolo para gatas em procedimentos eletivos é a Dexmedeto + Burtorfanol, pois os dois
fármacos produzem analgesia do tipo visceral. A dexmeto limita um pouco o movimento respiratorio do
paciente.

Indução anestésica.

É o momento em que eu vou pegar o paciente que acabou de receber essa sedação, faço um acesso
venoso e vou colocar esse paciente num estado de incosnciencia e sonolencia

É mais facil fazer essa indução anestésica com procedimento de anestesia intravenosa, quando
comparada por máscara de indução, por mais que seja possível induzir animais com máscara ou caixa de
indução com anestesico inalatorio, mas é mais interessante realizar a indução com fármacos injetaveis
porque é muito mais rápido.

Pode ser usado propofol, cetamina, existem algumas pessoas que ainda usam Tiopental, mas ele não é
mais tão comum, e máscaras ou caixas de indução com anestésico inalatório.

Propofol

O propofol é um farmaco que se deve usar somente pela via IV e é a única via e ele pode promover
apneia
Para que não tenha apneia pode ter duas sugestões:

1) Antes de induzir o paciente faz a pré-oxigenação, ou seja, coloca uma máscara de oxigenio no
pacinete, ficando d 3-5 minutos pre-oxigenando, pq quando for fazer a indução anestésica com propofol,
mesmo que ele faça um periodo de apneia eu tenho mais tempo pra intubação orotraqueal, e isso
acontece porque eu aumentei a fração inspirada de oxigenio, tenho mais oxigenio circulante e portanto
tenho mais tempo pra fazer a intubação caso seja necessáiro realizar a intubação nesse paciente.

Existe uma redução da Pa que é um efeito transitório, mas é importante. Alguns pacientes quando tem
associado uma MPA, principalmente Feno, eles demonstram diminuição da RVP muito intensa e a PA
acompanha, então pode ter 140 de PAS e após a MPA e indução, o paciente fica com 70 de PAS. Isso é
transitório, o paciente se recupera facilmente no período transoperatório, mas se não for o caso, pode
tentar fazer um ataque de fluido, vasopressores pra aumentar essa PA.

O relaxamento muscular é muito interessante. O paciente se torna tão relaxado ao ponto da mandíbula
ficar altamente manipulável pra realizar a intubação, e como ele é um fármaco que a gente usa mais
dose efeito que dose calculada, a gente usa a tensão mandibular pra verificar que esse paciente está no
momento da intubação ou não.

O processo de metabolizção e excreção do propofol são as duas grandes vantagens do seu uso, pq o
processo de metabolização acontece no prorpio plasma pelas esterases plasmáticas, então é
independente do fígado, então se é um paciente com lesão hepática pode ser feito ele sem problema
nenhum. Quanto a excreção, o propfol é um fármaco que tem cpacidae de ser excretao pro múltiplas
vias, como lágrima, via respiratória, mas o principal modo de excreção é via renal e biliar, mas se não
tem essas vias disponiveis, ele assume outras vias pra ser excretado. Por conta desses dois fatores, é um
fármco que pode ser usado em farmacos com disfunção hepática e/ou renal.

2) Indução lenta: a indução anestésica é feita a longo prazo, ou seja, a indução do propofol deve passar
de 1 minuto, não é uma idnução tão lenta a potno de ficar 5 minutos. Isso evita que o paciente faça o
efieto de apneia. Existem várias formas de aplicar em 2 volumes um determinado volume, mas o
professor faz em um volume que seja 10% da dose do paciente, por exemplo, se o paciente tem 10kg e a
gente tem 10mL, vou fazer 1mL em bolus imediato nesse animal, e aguardo um período de 20-30
segundos e faço mais 1mL em bolus imediato, aguarda mais 30 segundos e faz mais 1mL, e vai fazendo
isso até alcançar o objetivo, que é ter uma mandibula bem relaxada pra fazer a intubação.

A indução pode ser cntinuada pela IC de propofol.

Cetamina

É um farmaco que pode ser usado na indução anestésica, mas o professor não ve uma vantagem de usar
em cães e gatos. Se for usar, é obigatorio associar a um relaxante musclar, geralmente associa ao Benzo,
em seringas separadas.

O animal não faz um relaxamento tão interessante, porque ele é um fármaco cataletico, ou seja, ele faz
com que a musculatura fique mais tensa, mais rígida e normalmente ve um efeito na respiração bem
ruim de ver, que é o paciente fazendo uma respiração apneiatica, ou seja, ventila e fica um tempo sem
respirar, ventila e fica sem respirar, e ele vai fazendo essas intervenções de apneia durante o periodo de
ventilação dele.

De vantagem tem o efeito simpatomimético interessante e ai da um aumento da atividade do musculo


cardíaco, aumenta a tensão dos capilares fazendo um aumento da RVP.

Existe uma anlgesia pelo tipo de bloqueio dos receptores do tipo NMDA. Essa analgesia não é uam
analgesia completa pra um procedimento eletvo, sendo recomendado associar outros fármacos e nunca
deve pensar que essa analgesia é fuciente para o procedimento. Depois que foi feita a indução pode
continuar a IC para manter como analgésico, e ai mantem o paciente na taxa de infusão pra fazer
analgesia no paciente. Não se ve muita vantagem.

Indução com anestésico inalatório

Ela tem seus prós e contras. A grande vantagem é que de efeito colateral é basicamnete vasodilatação, o
iso é um vasodilatador, mas não promove efeit otxico em musculo cardiaco, figado e rim, então pod suar
com boa margem de segurança nos aicentes. O contra é que o tempo de indução é muito longo e os
paciente não aceitam máscara pq seu cheiro pé pungente, agrendindo as vias aereas, muitas vezes é
necessario caixa de indução pq só a máscara não é suficiente.

É um fármaco metabolizado no fígado e excretado na forma íntegra (98%) e a gente recoleta isso no
sistema de anestesia pra ventilar o paciente novamente.

A excreção é pela via aerea do paciente, o que facilita o processo de saída do fármaco do paciente.

Manutenção

Pra gente manter esse paciente em anestesia, na anetsai inalaotira, na TIVA, existem várias formas de
manter esse paciente.

Na anestesia inaltória é uma tecnica muito utilizada. Hoje a atenção está voltada pra anestesia
intravenosa total (TIVA) ou pra técncia de anestesia alvocontrole, que é o desmembramento da TIVA,
que é uma TIVA mais calculada.

Em pacientes eletivos pode-se usar tanto a tecnica de TIVA quanto usar anestesia inalatória sem grande
problemas pro paciente.

Anestesia inalatória.

Isoflurano e Sevoflurano são os mais usados atualmente. Eles não são metabolizados pelo fígado, eles
são excretados na sua forma intacta, sem precisar de um processo de metabolização e a excreção é
sempre pela via aérea.

Ha um grupo de pesquisa que estava trabalhando com o uso de anestésico inalatorio pela via IV e voce
consegue produzir o mesmo efeito a excreção continua sendo inalatória, mas esse grupo chegou a
conclusão que não tem melhora ou mudança dos efeitos sendo feita pela via intravenosa.

Existe uma vasodilatação dose dependente e isso significa que quanto mais usa, maior a vasodilatação.
O iso é mais vasodilator que o sevo, e o sevo o custo benefício não é tão interesante atualmente. Como o
isofluorano tem uma idferença pro sevo, ainda se usa muito o iso, mas ambos são adequados pra manter
o paciente em anestesia inalatória.

Uma coisa inadequada é a poluição da sala de cirurgia, do ambiente cirúrgico e também do meio
ambiente. O gás inalaotiro pode promover enxaqueca, principalmente em euqipes que ficam muito
tempo em anestesia, com alta vaporização, principalmente em anestesia de equinos, e esse anestesico é
extraido da sala pelo sistema antipoluição e vai pro ambiente e existe um efeito ambiental (que não é
muito calculado). Apesar disso já existem varios tratados que no futuro a gente vai deixa de usar
anestesia inalatória e usar somente TIVA.

Anestesia em TIVA

Não se usa fármacos inalatórios, a gente usa farmcos somente pela via IV pra produzir os efeitos que a
gente quer.

Normalmente é uma assoicçaão farmacologica. É muito comum usar o propofol como fármaco básico e
ai adiciona outros fármacos pra manter o plano de anestesia, dentre eles temos os opioides de ação
rápida como o Fentanil, Sulfentanil, Alfentanil, Remifentanil, Dexmedeto, Lidocaína, Cetamina.. são
fármcos que vão juntando, e faz no paciente pra manter a fase de anestsi ado animal. Pra isso indica o
uso de bombas de infusão, seja peristaltica ou de seringa e a praticidade da de seringa é usar o fármaco
concentrado ou pouco diluido e ai usa seringa pra empurrar o fármaco pro paciente, enquanto que a
peristáltica vc precisa diluir o fármco em fluido pra que ele va no paciente em uma deteminada
concentração, e ai vai ter que calcular essa concentração da solução pra ter a taxa de infusão em ML/h

O período de despertar antigamente era um fator problema pq os pacientes demoravam mais pra
acordar no procedimento de TIVA, mas hj a gente sabe mais sobre TIVA, ou seja, que se reduzir a dose de
propofol, aumentar a dose dos opioides de ação curta, ir reduzindo essas taxas no periodo trasn
operatorio de acordo como esse paciente não vai precisando de carga analgesica, carga de mantuenção
de incosnciena, é interessante pq o paciente acorda mais rapidamente. Até os gatos atualemnte a gente
consegue ter um despertar tranquill no período pós-operatório de TIVA.

Fármacos usados em TIVA.

Propofol - fármco que a gente usa pra menter o nível de conscincia baxa do pacientee a gente associa
outros fármcos. O propofol está associado, em dose alta, em um um período de despertar maior, uma
vasodilatação maior, então a gente tenta usar esse fármco em taxas mais baixas.

Quando for escolher o opioide de ação rápida, se tiver condição de usar um opioide ação muito curta,
pro paciente é mais interessante, e como exemplo nós temos:

Fentanil - ação mais longa

Sulfentanil

Remifentanil - ação mais curta, período de despertar muito curto, paciente acorda muito bem. A ampola
é cara, mas da pra usar em vários pacientes. Principal efeito colateral é bradicardia, mas é dose
dependente, então se o paciente estiver muito bradicardico é so reduzir a velocidade da taxa de infusão,
deixando ela mais lenta, e o paciente vai recuperar a FC rapidamente, pois seu período de ação é de 1
minuto, então ao parar, basicamente 1 minuto depois já não tem efeito do fármaco e o paciente se
recupera muito rapidamente.

Alfentanil

Lidocaína

Cetamina
Dexmedetomidina

MLK e FLK: Morfina + Lido + Ceta e Fentanil + Lido + Ceta. A lido e ceta tratam a dor pro vias diferentes
que a morfina e o fentanil, então a assoicçaõ me permite reduzir fármacos de manutenção, me permite
auxiliar o manejo analgesico do paciente no período trans operatório.

Em uma OSH eletiva de cadela e gata você vai manter super bem mesmo se fizer só propofol e fentanil, e
a unica coisa que pode ter no pós operatorio é um periodo de despertar maior, cerca de 30 minutos, mas
não é tão preocupante.

Na cadela em uma OSH eletiva pode ser feito associaçao com FLK, e na gata pode ser feito Sulfentanil +
DExmedeto em infusão contínua ou Remifentanil + Dexmeeto em IC, ambos associado ao propofol em
dose baixa. Se no periodo pré operatorio usou butorfanol, o professor recomenda não usar um opioide
Mi agonista ou agonista puro nesse momento, pq o butorfanol atrapalha a ação desse opioide, então
pode ser feito lido, ceta, dexmedeto em IC e não usar opioide!

Vaporizadores

Existem vaporizadores universais, que podem ser usados tanto pra iso quanto pra sevo, enquanto que os
Calibrados são calibraos somente pra um tipo de fármaco, e é mais interessante o seu uso pq aqui
consegue saber quanto de anestesico inalatorio você está fazendo; no universal não consegue saber o
quanto está fornecendo, mas usamos o que chamamos de fluxo de bolhas.

Se tem uma couna alta de bolhas, está fornencendo muito anestésico inalatório e o inverso é verdadeiro.
Ai vai conseguindo controlar o quanto vc vai fornecer ao paciente de forma visual. é importante lembrar
de avaliar esse fluxo pra não fazer erroneamente um fluxo muito alto e causar um efeito danoso no
animal.

Técnicas auxiliares

Peridural - Existe indicação pra fazer analgesia abdominal, mas essa técnica tem vários risco associados,
então o prof prefere não fazer na paciente eletiva, pq toda vez que faz um cesso ao SNC existe risco e o
risco a esse aceso é ter paciente com problemas neurologicos, sinais neurologicos e infelizmente pode
ter um paciente que via avoluir muito mal com isso, e deixar pra usar em casos de neoplasia,
procedimento ortopédico.

Bloqueio de nervo pudendo - paciente macho. ele fornece analgesia interessante pra fazer o
procedimento, além da analgesia pós-operatoria. Esse procedimento pode ser feito com a tecnica do
neurolocalizador, e o esfincter do animal faz uma contração e isso porque a agulha do neurolocalizor está
proxima do ponto do nervo em que vai aplicar o anestésico local. Pra fazer esse bloqueio, a reigão
anatômica que vc segue é proxima do anus, e pensa em um relogio e entra com a agulha entr 1 a 2 horas
e coloca agulha no sentido externo; no neurolocalizador tem que ter pelo menos uma amperagem
máxiam de 0.5 mA pra dizer que eu to proximo do nervo, e se eu abaixar pra 0.25 mA eu não posso ter
contração muscular e se isso ocorre é pq eu to muito proximo do nervo, a ponto de se fizer a inoculação
do anestesico local posso produzir uma lesão no paciente. A tecnica muitas vezes é usada as cegas.

Bloqueio da inervação da boca - é feito em forme mandibular, forame mentoniano, forame infraorbitário
e forame maxilar. Cada uam dsssas regiões faz um bloquio diferene da cavidade oral e ai depende se vai
fazer uma extração dentária qua vai ser a reigão que vai bloquear.
A- bloquia a região do canino maxilar pra frente, então se tiver que retirar um canino ou qualquer dente
mais cranial a ele eu consigo.

B - é um bloqueio mais caudal, vai entrar abaixo do arco zigomático e nesse bloqueio, faz o bloqueio de
toda maxila do animal e ai pode tirar desde dentes muito caudais até dentes craniais.

Mentoniano - a principal localização é a prega labial que o cão tem principalmente, e ele está abaixo da
prega labial, e basta somente inserir a agulha na região e aplicar um pouco de anestesico local.

Mandibular - fica um pouco mais dificil de palpar, ele fica normalmente na face medial da mandibula e a
agulha entra no sentido da cabeça e vou raspando até achar o ponto de bloqueio.

Bloqueio de cabeça precisa de um treinamento prático, não é uma coisa que só estudando vai conseguir
realizar, então é importante peghar um modelo anatomico e estudar onde estão localizados os forames.

Pós-operatório

Avaliação analgésica, o quant que esse paciente precisa de analgesico, o quanto de dor, ou se o
analgesico do periodo trans operatório foi suficiente.

Deve realizar aquecimento, porque o paciente acaba perdendo temperatura no peroo trans. Não precisa
fazer um aqueciemnto ate o paciente chegar a 38°C, mas pode ser até 36°C.

Deve dar conforto ao paciente, porqu foi um evento traumatizante, assutadora, então deve dar conforto,
assim que ele acordar deve oferecer alimento, mas não muito, porque se o paciente faz uma expansão
muito rápida do estômago ele pode ter um event de emese, então vai fazendo aos pouquinhos e ai de 2
a 3 horas vai oferencendo de novo.

Vai ver se vai usar anti-inflamatório ou não. Algumas pessoas usam no período de transoperatório, mas o
professor prefere esperar e aplicar como pós operatório, e os AI de sua escolha são o Meloxicam e o
Carprofeno, mas também pode usar outros fármacos. Se por algum acaso teve uma complicação trans-
operatória como ter perdido o pedículo ovariano, o paciente sangrou muito durante a cirurgia, ficou um
tempo com o paciente em PA baixa, é melhor esperar um pouco pra aplicar o AI e deixar pra aplicar
quando esse paciente estiver produzindo urina.

Pra analgesia pós-operatória pra casa pode ser feito dipirona associado a AINE, ou tramadol em dose
baixa associado a AINE.

Neuroaleptoanalgesia = sedativo + analgésico.

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