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INTRODUÇÃO

Começaria por dizer que, é impressionante a ligação que encontrei deste tema com relação
ao que já vínhamos aprendendo e para que mais podemos usar. Informo que no presente
trabalho vou abordar A ANÁLISE SWOT de uma forma resumida. Neste trabalho aparece
com frequência o termo empresa/instituição muito por força do surgimento deste método ou
modelo como convenhamos, baseado na ideia do sucesso de negócios das empresas. A
matriz SWOT também dita ANÁLISE, foi desenvolvida na década de 60 na Universidade
de Stanford e, rapidamente, se transformou num método utilizado por todas as principais
empresas do mundo na formulação de suas estratégias. SWOT é uma sigla em inglês ao
qual trataremos com detalhe mais adiante, onde têm as suas áreas separadas entre análise
interna (forças e fraquezas) e análise externa (oportunidades e ameaças), que para além
disso, também existe a visão dos elementos que ajudam (forças e oportunidades) e aqueles
que atrapalham (ameaças e fraquezas). Assim, a SWOT ou FOFA sigla em português se
torna um exercício completo de análise de ambiente que deve ser aplicado “em qualquer
processo de planeamento estratégico”. Foi ai que encontrei a principal ligação aos temas por
nós já abordados de riqueza e pobreza em trabalhos como, África começa mal, Repensar o
desenvolvimento, Contornos de riqueza e pobreza, bem como na Definição de riqueza e
pobreza. O trabalho estará centrado nos pontos seguintes: objectivos, vantagens e a
importância do planeamento estratégico. Temas como, colonização, guerras, emprego,
recursos (factores que influenciam a pobreza e riqueza em moçambique) também serão
abordados. Trarei a ANÁLISE SWOT noutras realidades como a dos E.U.A, Brasil,
Oceânia, Austrália e Europa. O trabalho será conduzido sob o ponto de vista da perspectiva
analítica, esperando no final, estar próximo do objectivo ao qual o trabalho se propôs.

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APLICAÇÂO DA MATRIZ SWOT – A REALIDADE MOÇAMBICANA
Para introduzir o presente trabalho começaria por assinalar de que os comportamentos das
pessoas e as situações em que vivem têm impacto sobre a sua qualidade de vida. O
indivíduo é concebido como um ser activo, capaz de agir sobre o meio e que tem
responsabilidades no seu processo de fazer mudanças (desenvolver, enriquecer, sair do
estado de pobreza, dinamizar sociedades). Na perspectiva analítica, que se realiza por meio
de análise, exame (método analítico), estas mudanças não podem ser reduzidas ao
cumprimento das recomendações, mas ao resultado da exposição a situações de estratégia,
aprendizagem e de enfrentamento. Segundo Henri Bartolli – Repensar o desenvolvimento
(1999), podemos ter como factores de riqueza, a globalização ou a mundialização é o
fenómeno que tende a aumentar a integração das economias e que afecta os mercados, as
operações financeiras e os processos produtivos, caracterizado por uma enorme mobilização
de capitais, a globalização financeira é o processo que conduz à integração de todos os
controlos que travam a livre circulação do capital entre os grandes países industrializados
“riqueza para países desenvolvidos”, a agricultura, a energia (o petróleo, o carvão e o gás),
as indústrias aeronáuticas, informáticas, robóticas, construção naval, telecomunicações,
armamentos, produtos televisivos, entre outros, a estratégia de substituição de importações
"Produzir internamente tudo que antes era importado ou aquilo que iríamos importar"
processo que leva ao aumento da produção interna de um país e a diminuição das
suas importações (acumulação de capitais), Também englobasse o custo ecológico
(biosfera), que deixou de ser visto como um produto de luxo, somente para ricos, países
desenvolvidos e passou a ser visto como uma riqueza potencial mundial, que permite
protecção e transmissão patrimonial natural de geração para geração e a existência, de uma
maior consciencialização da qualidade humana ilimitada (riqueza humana). Ainda segundo
Henri Bartolli (1999), temos como factores da pobreza, o alargamento de mercado
mundializado “para países pobres”, agrava as desigualdades, a pobreza e o desemprego,
empenha as finanças dos países pobres e anula os esforços de desenvolvimento e da
democratização desses países, o sistema da Bretton Woods que criou dois órgãos
financeiros internacionais permanentes, o Fundo Monetário Internacional (FMI) - como
função auxiliar os países para que atingissem estabilidade financeira através do crescimento
e da destinação de recursos e o Banco Mundial (Banco Internacional para Reconstrução e
Desenvolvimento) - focado no desenvolvimento económico de longo prazo e na
reconstrução dos países abalados pela Guerra e, posteriormente, dos países que ainda se
encontravam à margem do sistema económico mundial, ambas criadas para aliviar a
pobreza, mas os resultados não têm sido vistosos pois as recuperações económicas dos
países têm sido questionadas e ai o problema é visto como não sendo científico mas politico
(eterna dependência externa), o insucesso social das estratégias de ajustamento estrutural
nos países em vias de desenvolvimento são caracterizadas pelas fracas políticas públicas, de
saúde, ambientais, a fraca participação social na vida politica (tomada de decisões), também
frágeis as propostas estratégicas orientadas a educação, ao direito, ao emprego e as partilhas
(inclusão social). Para René Dumont – África começa mal (1962), a Pobreza vista como um
estado de miséria, que causa sofrimentos por insuficiência de alimentação, calamidades
naturais, queimadas, a agricultura não mecanizada (uso da força braçal), geram problemas
de saúde, e esses vários factores influem no aprendizado e consequentemente na
profissionalização, que possa levar a pessoa a uma remuneração melhor e sair do estado de
miséria (condicionam a produção de riqueza).

E também para David Lands – A Riqueza e a Pobreza das Nações (2005), são também
causas culturais, circunstâncias históricas, doenças tropicais (Malária, Esquistossomíase,
Doenças do sono, Lepra, Filaríase infantil e actualmente o HIV/SIDA) que condicionam a
criação de riquezas, pois limita a mão-de-obra activa.
Para abordar o tema na visão política/governamental de que, O Desenvolvimento Agrário
tem sido desde sempre uma prioridade para Moçambique, em 1998, o Governo em

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colaboração com os principais parceiros desenhou o Programa de Desenvolvimento da
Agricultura (PROAGRI I) com o objectivo de melhorar a coordenação das intervenções
públicas na agricultura e orientar os investimentos, dai o surgimento do PARP (programa
mais político que social, virado ao combate a pobreza absoluta, mais essencialmente a
agricultura), que define a pobreza, como:
Estado de miséria que causa sofrimentos por insuficiência de alimentação, que por sua vez
gera problemas de saúde (PARPA I), factores que influenciam no aprendizado (PARPA II)
e consequentemente da profissionalização (PEDSA), que possa levar a pessoa a uma
remuneração melhor e sair do estado de miséria (PARPA III).
Dai a estar blindado de 07 (sete) programas/politicas que são: A Política Agrária e
Estratégia de Implementação (PAEI), O Plano de Acção para Redução da Pobreza (PARP);
O Programa Quinquenal do Governo 2010-2014; A Estratégia da Revolução Verde; O
Plano de Acção para a Produção de Alimentos (PAPA) - Estratégia de Desenvolvimento
Rural (EDR); A Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional II (ESAN II); O Plano de
Acção Multissectorial para a Redução da Desnutrição Crónica em Moçambique 2011-2014.

A abordagem sobre os assuntos transversais foi integrada nos 3 objectivos gerais:

• PARPA I (Reforma Institucional 2001 a 2005) - Melhorar e aumentar o acesso aos


factores de produção, a escala na utilização de infra-estruturas, serviços, insumos agrícolas,
investimentos públicos e privados em infra – estruturas.

• PARPA II (Promoção ao Crescimento 2006 a 2009) - Promover a expansão e


utilização de investimentos públicos e privados na produção tecnologias melhoradas,
aumentar a produção e melhorar o acesso aos insumos, promover as associações e
cooperativas de produtores para criar economias de investimento, promover a expansão do
acesso à mecanização e tracção animal, facilitar o acesso aos Mercados.

Com o decorrer dos programas e a difícil meta do seu cumprimento, houve a necessidade de
se criar uma estratégia que visava ligar e estes dois programas, o PEDSA (2011 a 2020) -
Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário que visava responder a estas
preocupações e enquadra -se nos instrumentos estabelecidos pelo Sistema Nacional de
Planificação, com uma visão de curto, médio e longo prazo.

• PARPA III (Implementação do PQG 2011-2014) - Facilitar o acesso a serviços


financeiros nas zonas rurais, assegurando o maior alcance das mulheres, aumentar o acesso
a informação do mercado, gestão sustentável recursos naturais (terras, águas, pescas e
floresta), melhorar o planeamento e gestão territorial, adoptar medidas de prevenção e
adaptação as mudanças climáticas, saúde e inclusão social.

HISTÒRICO RIQUEZA E POBREZA NO MUNDO

Para perceberem as carências do mundo actual, podemos usar o comércio triangular (África,
América e Europa no século XV) como ilustrativo. A crise alimentar na Europa derivada do
crescente consumo da população obrigou a que estes abandonassem as suas terras e
procurassem novas terras “era dos descobrimentos”, e o grande potencial das terras
americanas e a difícil escravização dos nativos americanos, levou a que a Europa
importasse mão-de-obra “barata” de África para trabalhar nas plantações americanas, para
alimentar a europa, que deixou sequelas nestes dois continentes que já vinham com seu
nível de civilização (escassez de mão-de-obra, guerras, desertificação entre outros), por
outras palavras trouxe pobreza, colonização e escravatura. A título de exemplo, o facto do
colonizador, defender e explorar as riquezas da terra (canaviais), gerou a necessidade do
Governo de Portugal instalar engenhos para a produção de açúcar no Brasil, sendo crescente
consumo na Europa. Porém, logo após esse período, começou a aparecer algumas

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dificuldades para a implantação. Houve falta de recursos financeiros na montagem da
moenda, assim como também houve dificuldades na compra de mão-de-obra escrava, na
refinaria e no transporte aos mercados consumidores da Europa. O açúcar se transformou
em um produto principal e foi através dele que a economia da europa se sustentou e também
se tornou a base para a colonização do Brasil e África durante os séculos XVI (BUESCU,
1970).

MOÇAMBIQUE – FACTORES DE FORÇA E FRAQUEZA


Segundo a economista Suzana Souza, não obstante os pontos fortes e fracos identificados
“é crucial lembrar que o mercado moçambicano é diferente de qualquer outro mercado
africano, de modo que deverá planear a abordagem a este mercado de uma forma individual
e não partindo de qualquer critério de comparação com outro mercado”.
De potencial interesse para as empresas ou organizações internacionais, as motivações para
investir em Moçambique são diversas, podendo, de forma geral, ser destacadas:
 Principais pontos fortes (Forças) – a localização estratégica na África Austral;
Plataforma de acesso ao mercado SADC (África do Sul, Angola, Botswana, Lesoto,
Madagáscar, Malawi, Maurícias, Moçambique, Namíbia, R.D. Congo, Seychelles,
Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbabwe), o qual representa cerca de 250
milhões de consumidores; Crescimento de uma classe média com poder de compra,
perceptível no recente aumento dos padrões de consumo das famílias
moçambicanas; Mercado organizado, capaz de promover um ambiente favorável à
realização de negócios; Prioridade política na eliminação da pobreza, garantindo a
estabilidade macroeconómica e um crescimento sustentado; Processo de criação de
empresas de relativa facilidade, rapidez; Simplicidade dos processos de migração;
Solidez e estabilidade do sistema financeiro e do Estado de Direito; Ser um Estado
Laico, permite a livre escolha de religião; Existência de acordos de liberalização das
exportações para, EUA (AGOA) e União Europeia (EPA).

 Principais pontos fracos (Fraquezas) – a mão-de-obra pouco qualificada e com


baixos níveis de produtividade. Existência de limites à contratação de mão-de-obra
externa, em função da dimensão da empresa e dependente da prova de inexistência
dessas qualificações no mercado local. Estes factores podem revelar alguma
dificuldade no desenvolvimento do projecto de investimento da empresa; Custos de
logística, energia e telecomunicações elevados; Peso considerável da economia
informal, desvirtuando o mercado e a concorrência; Limitada obrigatoriedade no
cumprimento da lei, permitindo situações de concorrência desleal, como acontece
com as empresas chinesas que entram no mercado sem cumprir todas as exigências
legais; Morosidade da justiça; Investimentos são de médio/longo prazo e sem
retorno imediato; Processo de decisão lento; Há ausência de propriedade privada da
terra, o acesso a esta só é possível através de um processo de concessão, muitas
vezes, demorado e pouco claro, particularmente nas zonas rurais.

A AGRICULTURA EM MOÇAMBIQUE
Com mais de 80% da população Moçambicana ganhando o seu sustento através da
agricultura, ela é de longe a fonte mais importante de rendimento dos agregados familiares
no país. No entanto, apesar do enorme potencial agrícola do país, os níveis médios de
produção continuam muito baixos e são extremamente vulneráveis às condições
meteorológicas. Isto é principalmente devido ao uso generalizado de métodos tradicionais
manuais agrícolas, variedades de sementes de baixo rendimento e à falta de insumos
agrícolas, assistência técnica, infra-estruturas e acesso aos mercados. Como resultado, a
agricultura em Moçambique consiste predominantemente em agricultura de subsistência

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(80%) e só raramente se torna uma opção economicamente viável para uma renda extra.
Isto, por sua vez, perpetua o ciclo vicioso da pobreza nas zonas rurais e resulta numa
segurança alimentar altamente instável no país. É neste contexto que a ADPP Moçambique
elaborou programas que visam capacitar os pequenos e médios agricultores, a saber: os
Clubes de Agricultores e o Centro de Caju e Desenvolvimento Rural de Itoculo. De acordo
com o Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrícola (PEDSA) 2011-2020 do
Governo de Moçambique, o objectivo desses programas é contribuir para a transformação
da agricultura num sector competitivo e sustentável, que aumenta a segurança alimentar
global no país e aumenta a renda das famílias rurais em Moçambique.

 O Programa Clube dos Agricultores da ADPP foi lançado pela primeira vez em
Moçambique, em 2006. A sua missão é aumentar a segurança alimentar e renda familiar
entre as populações rurais, organizando os pequenos agricultores em clubes, treiná-los em
técnicas de agricultura de conservação eficientes e sustentáveis, melhorando o seu acesso
aos bem geridos recursos hídricos e melhorar o seu acesso aos mercados locais e regionais
através do aumento das ligações ao mercado e formação em comercialização dos seus
produtos, preços e marketing. Ao fazer isso, o programa fornece os pequenos agricultores
os meios para transformar as suas próprias vidas. Os agricultores beneficiários têm sido
bem-sucedidos no aumento dos rendimentos e diversificação das suas culturas, melhoria do
acesso à irrigação de baixo custo, melhoria da sua nutrição, e na criação de uma renda extra
significativa. Isto levou a duplicação da área de terra cultivada e a triplicar a renda familiar
dos agricultores ao longo do tempo.

O objectivo dos Clubes é demonstrar as importantes vantagens de se estar organizado em


associações: além de oferecer apoio dos pares, eles proporcionam um acesso a novas
informações através da formação, novos insumos agrícolas e equipamentos por meio de co
partilha, melhor poder de negociação nos mercados por meio de actividades de vendas
conjuntas e, eventualmente, acesso a fundos externos e outros recursos financeiros. A ideia
dos clubes não é de uma estrutura rígida, mas sim um fórum aberto para a aprendizagem,
cooperação e apoio mútuo. Cada grupo de 5 Clubes de Agricultores é apoiado por um
Instrutor Agrícola, especialmente treinado como agente de extensão e trabalha e vive na
comunidade onde o programa é implementado. Os agricultores são treinados em
Agricultura de Conservação em parcelas de demonstração, onde são aplicadas as técnicas.
Isso envolve fazer compostos e utilizar os compostos para fertilizar culturas de hortícolas,
intercalar as culturas com leguminosas como o amendoim, feijão-guando e feijão-frade. A
introdução de métodos de agricultura de conservação, visa melhorar a produção de produtos
agrícolas saudáveis, o aumento da renda para os agricultores e a melhoria da qualidade do
solo. A Mitigação das Mudanças Climáticas, os agricultores também são treinados em
questões de mudanças climáticas como uma forma de reforçar as suas capacidades para a
mitigação e adaptação aos efeitos negativos do aquecimento global e garantir a segurança
alimentar no futuro. O agro florestamento é promovido nos clubes e a fixação de nitrogénio,
forragem, lenha, sombra, fruta, bambu, árvores nativas e de moringa são produzidas e
plantadas pelas comunidades. As árvores são plantadas junto às casas, machambas dos
agricultores e nas zonas circundantes. A componente de plantação de árvores combinada
com a construção de sistemas de captação de água e barragens de pequena escala são
fundamentais para a captação da água das chuvas e circulação de água e a longo prazo vai
melhorar o nível de água do solo, vegetação e precipitação na região. O projecto está a
sensibilizar os agricultores sobre os efeitos das mudanças climáticas e formas de mitigação
através da promoção de plantação de árvores e desencorajamento da desflorestação e
queima de resíduos de culturas. O projecto está a trabalhar com a estação de pesquisa do
IIAM para introduzir variedades tolerantes à seca e inundações. O projecto treinou os
agricultores a construir e usar fogões poupa-lenha já que isso vai reduzir o corte de árvores
e economizar tempo das mulheres e as crianças de irem buscar lenha e concentrarem-se na
produção de culturas “Ref: Clubes dos Agricultores da ADPP”.
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Depois desta vasta dissertação, tentarei identificar os factores que constituem força,
fraqueza, oportunidade e ameaça em Moçambique usando material já por nós vistos, a
descrever:

1º FACTOR INTERNO POSITIVO FORÇA , isto é, o que o Pais oferece:

Riqueza – o Pais é rico em quase todo tipo de recursos, terrestres, marítimos e aquáticos, as
recentes descobertas de recursos naturais, gás, carvão e petróleo apresentam uma importante
forma de acumulação de riquezas ao Pais pela comercialização e exportação o que
permitiria a “distribuição equitativa de riquezas” a população num processo de Inclusão,
usando os planos ou programas quinquenais de governação acompanhados de uma visão,
tendo uma missão objectiva. Como exemplo usar a estratégia de substituição de
importações "Produzir internamente tudo que antes era importado ou aquilo que iríamos
importar", um processo que levaria ao aumento da produção interna do Pais e a diminuição
das nossas importações.

2º FACTOR INTERNO NEGATIVO FRAQUEZA, isto é, do que o Pais carece:

Pobreza – estado em que o Pais encontra-se, a falta de infra estruturas de escoamento de


alimentos e transitabilidade para ligação norte - sul, a fraca capacidade interna na criação de
estratégias e planeamento nos programas prioritários ao Pais, muita burocracia nas
instituições públicas que afugenta investidores nacionais e estrangeiros, a falta de quadros
qualificados para diversas áreas em todo Pais, e o fraco quase nulo desenvolvimento agrário
e de industria transformadora. Como exemplo reabertura de fábricas como da indústria
têxtil, açucareira, projecto de irrigação de Chóckwe, entre outros.

3º FACTOR EXTERNO POSITIVO OPORTUNIDADE, isto é, o que nos é oferecido:

O investimento estrageiro – num momento em que, cada vez mais se fala num mercado
mundial, caracterizado por uma enorme mobilização de capitais, e a globalização
financeira, processo que conduz à integração de todos os controlos que travam a livre
circulação do capital entre os países industrializados, seria benéfico o Pais optimizar estes
recursos, a canalização de novas tecnologias para diversas áreas da produção e ciências, o
conhecimento cientifico através de contratação a tempo delimitado de técnicos estrangeiros,
como forma de transmissão de conhecimento a nacionais, com isso o surgimento de novos
tipos de emprego “novas oportunidades”, e entrarmos num mundo comercial globalizado.
Como exemplo grandes projectos como a Mozal, Vale, Anadarko entre outros.

4º FACTOR EXTERNO NEGATIVO AMEAÇA, isto é, o que nos pode acontecer:

A dependência eterna as instituições da BrettonWoods – o Pais fica à mercê das decisões


externas do FMI e do BIRD, das oscilações do mercado externo que ditam de fora os passos
para o tratamento das políticas sociais (características de países do IIIº mundo). O insucesso
social das estratégias de ajustamento estrutural nos países em vias de desenvolvimento são
caracterizadas pelas fracas políticas públicas, políticas ambientais, a fraca participação
social na vida política (tomada de decisões), que pode nos conduzir a uma situação de
recolonização, o crescente aumento do desemprego com a diminuição da mão-de-obra
capacitada por vários motivos (a morte por doenças, imigração, quadros não capacitados),
que provoca a exclusão social imposta pela condição “falta de conhecimento”, o que pode
conduzir o Pais ao surgimento de guerras criadas por indivíduos da sociedade (se sintam
marginalizados) e fora dela (que podem tirar dividendos da situação).

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MOÇAMBIQUE visto no quadro referente ao enquadramento das categorias de
análise SWOT
Factores Positivos Factores Negativos

Forças Fraquezas
- Riqueza - Pobreza
- Recursos Naturais e - Infra Estruturas
Factores Internos Marítimos - Estratégias e Planeamento
- Terra para produção - Muita Burocracia nas
- Programa de governação instituições.
- Visão, Missão e Objectivo - Quadros Qualificados
- Inclusão - Subdesenvolvimento
- Religião - Calamidades Naturais
- Mão-de-obra Jovem - Doenças Tropicais
- Localização Geográfica - Corrupção
Oportunidades Ameaças
- Investimento Estrangeiro - Dependência eterna do FMI
Factores Externos - Novas tecnologias - Recolonização
- Conhecimento científico - Redução de mão - de - obra
- Surgimento de novos tipos capacitada, Desemprego
de empregos - Exclusão Social
- Globalização - Surgimento de Guerras

É possível identificar no quadro acima, algumas etapas do PLANEAMENTO ESTRATÉGICO:

1. Definição de valores do Pais, como A  VISÃO (o que o Pais pretende alcançar) A


MISSÃO E OBJECTIVOS (valores, conjuntamente com as metas a alcançar).

2. Análise do AMBIENTE EXTERNO, oportunidades e ameaças para o Pais e Análise do


AMBIENTE INTERNO, forças e fraquezas do Pais.

Que é basicamente a Análise do contexto actual através da ANÁLISE SWOT - Strengths


(Forças), Weaknesses (Fraquezas), Opportunities (Oportunidades) e Threats (Ameaças) ou
em Português FOFA (Força, Oportunidade, Fraqueza, Ameaça)

A aplicação da Análise SWOT num processo de planeamento estratégico, pode representar


um impulso para a mudança cultural de qualquer organização, quer política, social e
económica.

MOÇAMBIQUE nestas condições descritas, podemos ver como um país empobrecido e não
pobre, porque notamos segundo René Dumont “a predominância do papel capital comercial,
sobre o capital industrial, uma característica essencial do subdesenvolvimento”, isto é, o
dinheiro pode ser uma ferramenta bastante importante no combate a pobreza, mas por si só
não elimina a pobreza. A transferência significa o direccionamento da riqueza para
produção de capital necessária na contribuição para o crescimento da riqueza na sociedade.
Quando se propõe a geração de renda, o indivíduo começa a orientar-se na conversão da
riqueza de consumo, para a riqueza de investimento, e portanto ao aumento da riqueza e
redução da pobreza. Então podemos de uma forma geral, resumir como sendo a
transformação da riqueza em condições de bem-estar social.

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EXEMPLOS DE ANÁLISE SWOT EM ALGUNS PAISES

NO BRASIL - A revista “O Economista” publicou o texto “The Brazil backlash – Its


strengths are real, but the government should worry more about its weaknesses”
Por  J OR G E I K A W A   Publicado, em 2 9/ 05 / 20 12 .

 Temos como Factores de Forças - baixo índice de desemprego, salários crescentes,


investimento estrangeiro directo abundante e previsão de crescimento ao redor de
3,5% ao ano sem desencadear um processo inflacionário são algumas das
características, aponta a publicação, que fazem com que ele ocupe posição de
destaque “muitos países adorariam ter as fazendas brasileiras de alta produtividade e
os novos grandes campos de petróleo”, complementa. Comparativamente à Rússia,
China e Índia, o país possui um estado de direito mais estabelecido. A revista
destaca ainda o trabalho para a construção de um estado de bem-estar social e o
fortalecimento da democracia.

 Como Fraquezas - O artigo ressalta que embora 3,5% de expansão pareça ser um
bom número para os padrões ocidentais, pode não ser suficiente para que o Brasil
continue a apresentar os ganhos sociais recentes. “Algumas das fontes do
crescimento acelerado dos anos recentes podem estar se esgotando”, alerta. A
diminuição do bónus da estabilização, da abertura e da reforma económica dos anos
1990, o esgotamento dos recentes ganhos nos termos de troca em virtude do apetite
chinês por commodities (recursos), a desaceleração no crescimento da força de
trabalho e o menor ritmo do crédito interno são alguns dos factores a serem
monitorados com atenção. Soma-se a isso um facto que tem sido recorrente nas
análises sobre o país, uma espécie de “custo Brasil”. O artigo chama a atenção para
o facto de que está ficando caro fazer negócios aqui em virtude da carga tributária
elevada, complexo sistema fiscal e desperdício do dinheiro público.

NOS E.U.A - Antes do 11 de Setembro, o sector das linhas aéreas já estava a sofrer
dificuldades. Agora veremos exemplos de forças e fraquezas que criaram vantagens ou
desvantagens para atender as necessidades dos clientes (Economias de Escala e de
Custo).Referência: FERRELL, O.C. Estratégia de Marketing: Thomson Learning, 2006

 Factores de Forças - Empresas como (American Airways, Delta, United e US


Airways) possuíam forças por serem: grandes, terem volumes de passageiros e uma
boa articulação de marketing, os equipamentos de baixo custo, eficiência interna,
flexibilidade nas operações deram a essas empresas uma vantagem na economia de
custo. Actualmente, a maioria dos consumidores consideram o preço como único
factor realmente discriminador entre marcas concorrentes, o que “obriga” as
grandes empresas a pensarem formas de operarem com menores custos para garantir
sua sobrevivência no mercado.

 Factores de fraquezas - associadas a relações de trabalho e modelos de negócio que


não conseguiam acompanhar as mudanças de preferência do consumidor. Essas
fraquezas intensificavam se comparadas as empresas aéreas de baixo custo como a
(Southwest, America West e JetBlue), tanto que essas ofereciam serviços em linhas
ignoradas pelas grandes companhias. O que fazia elas trabalharem com mais
eficiência e custo reduzidos mudando a maneira dos consumidores de verem as
viagens aéreas.

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 Factores Ameaça (Recursos Dimensionais e Financeiro) - Apesar da concorrência
nos vários sectores o crescer constantemente pode constituir ameaça, se a maior
parte dos problemas for interno. Porque campanhas de marketing mal elaboradas,
pouca inovação de produto e principalmente uma expansão sem precedente,
potencializam as suas fraquezas resultando numa popularização dos seus
concorrentes. Importante tentar controlar o crescimento, restabelecer o domínio
diminuindo o número de novas lojas/estabelecimentos e fechando aquelas com
desempenho insatisfatório. O objectivo é mudar para atrair mais consumidores para
as lojas existentes melhorando a qualidade da comida, atendimento e introduzindo
novos produtos.
 Factores Oportunidades (Recursos Intelectuais, Legais e de Reputação) - Quando
uma empresa sabe fazer um produto realmente de qualidade e essa qualidade é
protegida por patentes e admirada por consumidores em todo mundo, torna-se uma
combinação de grande vantagem competitiva, pois cria novas oportunidades. Nesse
caso, vantagens obtidas pela fidelidade de consumidores que apreciam a qualidade,
beleza e reputação, são difíceis de superar, se tornando uma força inegável da
organização.

NA OCEÂNIA - Esta é uma análise estratégica, dos negócios e operações da empresa


Oceania Capital Partners Limited, Fundamental Company Report Including Financial –
SWOT, Competitors and Industry Analysis Copyright © 2016 Weiner & Partner.

 Factores de Força - mercado doméstico, facilidade de entrada no mercado, taxa de


crescimento – alta, força de trabalho – com conhecimento científico, assistência -
financeira fornecida, unidades de negócios – experimentada, rentabilidade - alta de
receitas.
 Factores de Fraquezas - fracos investimentos em pesquisa de desenvolvimento,
taxas de juros de empréstimo altos, mercado muito competitivo.

 Factores de oportunidades – investir com capital de risco, demanda crescente de


mercados – Global.

 Factores de ameaças - Aumento dos custos de investimentos, fraca capacidade de


financiamento e baixo fluxo de caixa, crescimento da concorrência e menor
rentabilidade do negócio.

NA AUSTRÁLIA – a Turismo Research Austrália, organismo do governo. Publicou o


relatório " Previsões Turismo - Spring 2013 " que fornece previsões de dez anos para os
sectores de turismo da Austrália de entrada, doméstica e de saída de turistas.
 Factores de Força - o número manchete de visitantes internacionais: as chegadas de
visitantes internacionais deverão crescer em 2014 e 2015. Factor impulsionado pelo
crescimento da China, Reino Unido, Nova Zelândia e os Estados Unidos.
Investimento significativo em marketing digital e sistemas de reservas online, nos
últimos anos leva a competição saudável e suporta um mercado de turismo interno
que está disposta a pesquisa e serviços de livro de turismo online, tem um sector da
aviação competitivo suporta um crescimento sólido na capacidade de ar e,
posteriormente, impulsiona para baixo tarifas aéreas em termos reais. Isto é
esperado para, continuar a apoiar maiores volumes domésticos e internacionais.
 Factores de Fraquezas - Muitas economias, muitos dos quais europeus estão entre a
Austrália, ter estado em recessão profunda e não se espera que surgem durante dois
a três anos (baixar turismo). Isto, provavelmente vai elevar o desemprego, o limite
de despesas discricionárias, e enfraquecer ainda mais o consumidor e quebrar a

1
confiança empresarial. Em áreas metropolitanas, alguns segmentos do sector do
alojamento estão cortando taxas médias diárias em grande parte devido a um
segmento de negócio em desaceleração.
 Factores de Oportunidades – A proximidade com a Ásia, o crescimento dessa região
nos rendimentos e capacidade de aviação (de / para a Ásia) liderada por ambos
serviço completo e baixo-custo. Remodelação limitada de investimento está
ocorrendo em áreas regionais, que devem apoiar a dispersão internacional (apoio ou
aumentar a despesa média de lazer).
 Factores de ameaças – o tecto da dívida dos EUA, que continua por resolver a longo
prazo, conduzirem não só os EUA em recessão, mas também implicando outras
nações e regiões notadamente da zona do euro e no Japão, resultando em
recuperações paralisadas. Podem impactar o crescimento desse mercado por mais
tempo e mais profundo, do que os esperados três a seis meses.

A ANÁLISE DA MATRIZ SWOT – NA PERSPECTIVA ANALÍTICA


A técnica de ANÁLISE SWOT foi elaborada pelo norte-americano Albert Humphrey, durante
o desenvolvimento de um projecto de pesquisa na Universidade de Stanford entre as
décadas de 1960 e 1970, que usando dados da Fortune 500, uma revista que compunha um
ranking das maiores empresas americanas (investigava a razão do sucesso dessas empresas)
e desenhou este modelo. SWOT em inglês (Strengths - Forças, Weaknesses - Fraquezas,
Opportunities – Oportunidades and Threats - Ameaças) em português FOFA (Forças,
Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) é uma ferramenta utilizada para fazer análise - de
cenário ou de ambiente - sendo usada como base para gestão e planeamento estratégico de
uma corporação ou empresa. Mas devido a sua simplicidade, pode ser utilizada para
qualquer tipo de análise de cenário, desde a criação de um Blog, Site de internet, a gestão de
uma Multinacional e Pais. Para perspectiva analítica do tema, mencionarei O Diagnóstico
Rápido Participativo (DRP) que é um processo de auxílio na construção colectiva de
conhecimentos e habilidades, possibilitando uma reflexão crítica da realidade analisada.

OBJECTIVOS E VANTAGENS DA ANÁLISE SWOT


Os objectivos são:
1. De efectuar uma síntese das análises internas e externas, identificar elementos chave
para a gestão da empresa, o que implica estabelecer prioridades de actuação,
preparar opções estratégicas (riscos ou problemas a resolver).
2. Fazer o diagnóstico da empresa, fortalecer os pontos positivos, indicar quais os
pontos a melhorar, mostrar as oportunidades de crescimento (aumentando as
oportunidades e deixando em alerta diante de riscos).

A vantagem principal da SWOT é de realizar previsão de vendas, em articulação com as


condições de mercado e capacidades da empresa no geral.

Estas análises de cenário dividem – se em 02 (dois) ambientes que são:


1. Ambiente interno (Forças e Fraquezas) É a Integração dos Processos, Padronização
dos Processos, Eliminação de redundância e Foco na actividade principal.
2. Ambiente externo (Oportunidades e Ameaças) É Confiabilidade e Confiança nos
dados, Informação imediata de apoio à Gestão, Decisão estratégica e Redução de
erros.
As forças e fraquezas são determinadas pela posição actual da empresa e relacionam-se,
quase sempre, a factores internos. Estas são particularmente importantes para que a empresa
rentabilize o que tem de positivo (força), e reduza através da aplicação de um plano de
melhoria, os seus pontos fracos (fraqueza).
1
Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a factores
externos. Permitem a identificação de aspectos que podem constituir constrangimentos
(ameaças), à implementação de determinadas estratégias, e de outros que podem constituir-
se como apoios (oportunidades).
Todos estes cenários (FORÇA, OPORTUNIDADE, FRAQUEZA E AMEAÇA ) servem para alcançar
os objectivos delineados para a organização ou pais.
Factores que constituem, FORÇA FRAQUEZA OPORTUNIDADE E AMEAÇA:

 Força e Oportunidade – É tirar o máximo partido dos pontos fortes para aproveitar
ao máximo as oportunidades detectadas.
 Força e Ameaça – É tirar o máximo partido dos pontos fortes para minimizar os
efeitos das ameaças detectadas.
 Fraqueza e Oportunidade – Desenvolver estratégias que minimizem os efeitos
negativos dos pontos fracos e que em simultâneo aproveitem as oportunidades
detectadas.
 Fraqueza e Ameaça - As estratégias a adoptar devem minimizar ou ultrapassar os
pontos fracos e tanto quanto possível, fazer face às ameaças.

Quadro referente ao enquadramento das categorias - SWOT - para análise do cenário das
empresas

Em Administração é quase impossível falar da ANÁLISE SWOT, sem ligar um importante


instrumento de gestão “O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO” importante para o sucesso das
instituições, dai a referir - me um pouco sobre o tema. Para Mintzberg 2001 “a gestão
estratégica envolve muito mais do que processos formais; ela envolve processos altamente
sofisticados que abrangem os aspectos humanos e sociais”. O PLANEAMENTO
ESTRATÉGICO que é um conceito comum no âmbito da administração, que significa o acto
de pensar e fazer planos de uma maneira estratégica, sendo por isso, uma parte crucial do
empreendedorismo. Planejar estrategicamente, que significa usar os recursos disponíveis de
forma eficiente para qualquer empresa, pois é um dos recursos mais valiosos à sua
disposição.

Podemos encontrar O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO sob diversas maneiras:


O PLANEAMENTO ESTRATÉGICO tem um longo alcance e é executado pelos responsáveis
máximos da empresa, que determinam os objectivos dentro de um prazo temporal (curto,
médio ou longo prazo). O PLANEAMENTO TÁCTICO tem um escopo médio na empresa e
consiste no pensamento de como os meios ou recursos disponíveis podem ser utilizados
para alcançar um resultado favorável. Normalmente este planeamento é uma tarefa de
gestão, muitas vezes executada por administradores e O PLANEAMENTO OPERACIONAL de
alcance curto está directamente ligado com a área técnica de execução de um determinado
plano de acção.

Importante sublinhar que, em todos países, A ANÁLISE SWOT (Strengths, Weaknesses,


Opportunities, Threats), visa identificar os pontos positivos - forças e as deficiências -
fraquezas, para o crescimento futuro em qualquer área.
1
CONCLUSÃO
Ao concluir este Trabalho, mesmo sabendo que, os temas sociais não são estáticos mas sim
dinâmicos, espero ter conseguido levar com os temas abordados, um melhor entendimento,
no enquadramento da ANÁLISE SWOT – factores que constituem FORÇA, FRAQUEZA,
OPORTUNIDADE E AMEAÇA em MOÇAMBIQUE. E quero também deixar alguma nota
pessoal aos quais acredito já que, com subsídios como estes e tantos outros que tenho
aprendido, alguma coisa a nível de vontade politica ou individual está faltar para sairmos da
situação de pobreza absoluta em que nos encontramos, pois estamos moldados de algum
conhecimento para podermos fazer mais.

1
Bibliografia:

SOARES, PINHO C., COUTO J. e MOREIRA, J. Decisões de Investimento - Análise


financeira de projectos. Lisboa: Edições Silabo, 2008.

NUNES J. e CAVIQUE L, Plano de marketing, estratégia em Acção, Lisboa: Dom


Quixote, 2001.Vilhena, 2014.

REFERENCIA: BUESCU, 1970.

CHIAVENATO, Idalberto (2004) -PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

Elsevier ROJO, C. A. Planeamento Estratégico: modelo de simulação de cenários – uma


aplicação em instituição de ensino. Cascavel: Assoeste, 2006.

REFERENCIA: ROSTINA JOSÉ, Trabalhos da cadeira do 2ºano sociologia UEM -


Riqueza e Pobreza das Nações 2016.

REFERENCIA: “The Brazil backlash – Its strengths are real, but the government should
worry more about its weaknesses” Por JORGE IKAWA Publicado, em 29/05/2012.

REFERENCIA: Clubes dos Agricultores da ADPP. A ADPP está focada em programas


sobre educação, o HIV/SIDA, desenvolvimento comunitário, agricultura e segurança
alimentar.

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ÍNDICE
PÁG.

INTRODUÇÃO...................................................................................................................... 1

APLICAÇÂO DA MATRIZ SWOT – A REALIDADE MOÇAMBICANA........................2

HISTÒRICO RIQUEZA E POBREZA NO MUNDO...........................................................3

MOÇAMBIQUE – FACTORES DE FORÇA E FRAQUEZA..............................................4

A AGRICULTURA EM MOÇAMBIQUE.............................................................................4

MOÇAMBIQUE visto no quadro referente ao enquadramento das categorias de ANÁLISE


SWOT..................................................................................................................................... 7

EXEMPLOS DE ANALISE SWOT EM ALGUNS PAISES................................................8

A ANÁLISE DA MATRIZ SWOT – NA PERSPECTIVA ANALÍTICA...........................10

OBJECTIVOS E VANTAGENS DA ANÁLISE SWOT.....................................................10

CONCLUSÃO...................................................................................................................... 12

Bibliografia........................................................................................................................... 13

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