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Aula 23

Geografia p/ ENEM - 2019

Rosy Ellen Freire Viana Santos, Sergio Henrique


Rosy Ellen Freire Viana Santos, Sergio Henrique
Aula 23

SUMÁRIO

00. Bate Papo Inicial .......................................................................................................... 2


1. Distribuição de Renda e Mundo do Trabalho. ................................................................ 3
1.1. Pobreza e miséria é a mesma coisa? ......................................................................................... 3
1.2. Pobreza gera violência? ............................................................................................................. 4
2. A Economia da Desigualdade. ........................................................................................ 9
2.1. O PIB per capta (Renda per capta) ............................................................................................. 9
3. As Origens das Desigualdades Sociais Brasileiras. ........................................................ 11
4. O IDH, IPH e Coeficiente GINI. ...................................................................................... 13
4.1. IDH: Índice de Desenvolvimento Humano ................................................................................ 13
4.2. IPH: Índice de Pobreza Humana ............................................................................................... 13
4.3. Coeficiente/índice GINI: Mede a desigualdade social: ............................................................. 15
4.4. Retirantes Nordestinos/ Indústria da Seca .............................................................................. 16
4.5. Trabalho Infantil ....................................................................................................................... 17
Texto complementar: Casos de sucesso e o Brasil nas metas do milênio ...................................................................... 19

5. Exercícios. .................................................................................................................... 21
6. Considerações Finais. ................................................................................................... 93

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00. BATE PAPO INICIAL


Olá amigo estudante. É com muita alegria que o recebo para falarmos de geografia. Estudar
as aulas anteriores é fundamental para que você possa compreender muitas das coisas que vamos
tratar aqui. Leia com atenção seu texto de apoio e assista as vídeo-aulas. Leia e releia e pratique
exercícios. Aos poucos o conteúdo básico vai ficar retido na sua memória. Claro que para isso é
muito importante você fazer suas próprias anotações, ou em forma de resumo ou anotações nos
exercícios, não importa, você escolhe. O importante é estudarmos bastante e nos concentrarmos
nos estudos. Estimule sua disciplina e procure motivação pensando em seus sonhos. Bons
estudos.

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1. DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E MUNDO DO TRABALHO.


O mundo possui uma produção de riquezas enorme. As atividades econômicas são o grande
motor do crescimento econômico, desenvolvimento social e transformação do espaço.
Os países que tiveram um desenvolvimento econômico antigo, os países pioneiros das
revoluções industriais, passaram por um longo processo de acumulação de capitais. Como
consequência, no decorrer dos séculos, a melhoria das condições materiais individuais e coletivas
vão se transformando e desenvolvendo cada vez mais. O desenvolvimento social dos países
desenvolvidos, não ocorreram sem muitos conflitos. Os interesses dos grupos dominantes do
poder são diferentes das necessidades e demandas da população. Para continuarmos temos que
diferenciar desenvolvimento de crescimento.

Crescimento econômico refere-se estritamente ao PIB (produto interno bruto). A


economia pode crescer, mas as desigualdades e pobreza também.
Desenvolvimento é quando a riqueza material produzida pela sociedade é melhor
distribuída e convertida em melhorias urbanas, educacionais e todo o tipo de suporte e
infraestrutura social. Muitas vezes a qualidade de vida da população está boa, mas não há
crescimento econômico expressivo. É possível que o país cresça (aumenta o PIB), mas não
se desenvolva. Aumentou a riqueza, mas ela não corresponde necessariamente na
melhoria da qualidade de vida das pessoas. Então para pensarmos a sociedade hoje, é
necessário considerarmos estes dois conceitos, que devem andar juntos. Quanto mais
próximos, melhor para a sociedade, ou seja, crescimento econômico e desenvolvimento
social.

Compare comigo: A Grécia está numa espiral inflacionária, uma dívida pública
altíssima, dependendo de empréstimos, mas seu desenvolvimento humano é muito maior
que o brasileiro. Por sua vez o Brasil possui uma economia sólida, o sétimo PIB do mundo,
mas as desigualdades socais internas são agressivas. Há uma quantidade muito grande de
pobreza e miséria.

1.1. POBREZA E MISÉRIA É A MESMA COISA?

O debate em torno do assunto é bem grande, pois é muito difícil conceituar o que é
pobreza. Por exemplo, a renda não é um critério tão preciso. Uma família cuja renda per capta seja
de 600 reais e cinco membros, dependendo da localidade que vive a família terá uma diferença

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drástica na sua capacidade de consumo. Imagine a qualidade de vida que poderiam ter numa
cidade média ou pequena com esta renda, e imagine também como seriam escassos os recursos
da família se ela vive em uma grande capital como RJ, SP e BSB (Brasília). Nem todos estudiosos
usam os mesmos critérios para definir pobreza e alguns não diferenciam uma coisa da outra
(pobreza de miséria).

Paulo Sandroni, em seu dicionário de economia não distingue pobreza de miséria.


“Pobreza: Estado de carência em que vivem indivíduos ou grupos populacionais, impossibilitados,
por insuficiência de rendas ou inexistência de bens de consumo, de satisfazer suas necessidades
básicas de alimentação, moradia, vestuário, saúde e educação [...] A pobreza manifesta-se mais
intensamente nos países subdesenvolvidos. Em 1980 cerca de 2 bilhões de pessoas viviam em
miséria extrema, com renda anual inferior a 200 dólares.”

Outros especialistas como Anna Maria Peliano distinguem indigentes dos que vivem na linha
da pobreza.

“Indigentes: São todos aqueles cuja renda dá apenas, e na melhor das hipóteses, para garantir a
alimentação adequada, ou seja, para adquirir uma cesta básica de alimentos, cuja composição
varia de acordo com a região e que atende os critérios nutricionais recomendados pela ONU em
seu órgão para a alimentação e agricultura (FAO).”

Linha de pobreza corresponde ao nível de renda abaixo do qual as pessoas não conseguem atender
sequer às despesas básicas de alimentação. O Banco Mundial considera pobres os indivíduos que
“vivem” com menos de um dólar diário.
O diplomata brasileiro Luiz Felipe Lampreia considera que:

“[...] pobres (aqueles cuja renda, inferior à linha de pobreza, não permite atender suas
necessidades básicas de alimentação, moradia, vestuário, etc.). Indigentes são aqueles cuja
renda não permite atender nem mesmo as necessidades básicas de alimentação. Não pobres são
aqueles cuja renda se situa acima da linha da pobreza.[...]

Podemos observar ao redor do mundo que a distribuição entre os países é muito grande, e
no interior de cada país, quanto maior a desigualdade, maior a violência.

1.2. POBREZA GERA VIOLÊNCIA?

Este é um dos principais assuntos que preocupam as pessoas. Muitos associam, por
exemplo, a pobreza com a violência, mas isso não é verdade. É uma ideia generalizante e sob
premissas falsas. Numa favela, um aglomerado subnormal, é um ambiente carente de recursos e
serviços públicos. Ocorre o que Durkheim chama de anomia social: a total ausência de regras
sociais e ausência do Estado. Num ambiente assim, as possibilidades de ocorrerem crimes e
associais com o crime, é mais suscetível. Mas é um engano associar, por exemplo, o favelado à

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violência, inclusive porque são, em termos percentuais, uma pequena minoria que pratica o crime.
Seria como associar que todo o pobre está mais propenso a cometer crimes que ricos. Não é isso
que observamos. Cada vez mais somos cientes de crimes cujo impacto social é muito grande,
impedem o desenvolvimento e vidas são perdidas diante da omissão de senhores muito bem
vestidos e poderosos.
Quando nos referimos à violência social em que todos passam a sentir-se inseguros devido
ao aumento da violência como roubos, assassinatos, tráfico, há uma relação direta com o contraste
social. Lugares com enorme desigualdade social tendem a ser mais violentos. Quanto mais pobres
os países, mais ainda persistem elementos sociais muito arcaicos como no mundo árabe (do norte
da África à Indonésia) em que a submissão feminina ao homem, numa sociedade de costumes
patriarcais é vista como absolutamente natural em termos culturais.
Na Etiópia, e vários lugares do continente africano, ocorrem rituais terríveis, como a
retirada do clitóris feminino aos doze anos de idade. Podemos observar isso sob o ponto de vista
de que se trata de costumes bastante arcaicos e que possuem sentido dentro do grupo específico,
mas com a integração entre as pessoas e lugares e o desenvolvimento dos espaços, costumes
como esse são pouco a pouco abandonados. Quanto maior a pobreza e a falta de acesso à
informação, maiores são os atos de violência, até porque existem localidades no continente
africano que estupros ocorrem porque persiste uma crença de que ter relações sexuais com uma
virgem, que é pura aos olhos tribais, seria um excelente remédio para doenças venéreas, entre
elas. Para não irmos tão longe, no Brasil colonial, era considerado um importante remédio para
sífilis, ter relações sexuais com uma virgem. Pobres escravas!
Não podemos esquecer-nos da menina paquistanesa Malala, que sofreu um atentado
levando um tiro na cabeça enquanto ia a escola com sua turma. A razão do atentado era que ela
estudava numa escola mista e alguns fundamentalistas paquistaneses são totalmente contra a
educação feminina.
Quanto maior o desenvolvimento econômico, maiores são as chances de ocorrer o
desenvolvimento social quanto aos aspectos, sanitários, alimentares e escolares. Uma maior
escolaridade e percepção das relações políticas e econômicas que te envolvem faz com que a
população passe a agir mais racionalmente e ser cada vez mais exigente, tornando-se menos
tolerantes com algumas práticas. Em geral, um sinal de desenvolvimento social é a ampliação dos
direitos de proteção à mulher e direitos das minorias.
EUA, Canada, Japão e países da Europa ocidental, possuem uma população que usufrui de um
altíssimo padrão de vida. Os países do norte europeu, os países escandinavos, Noruega, Suécia e
Finlândia, e países da Europa central como Bélgica Suíça, possuem uma infraestrutura urbana de
altíssima qualidade, tanto em termos de saneamento, quanto moradia e transporte. A Suíça dia
05/06/2016 realizou um plebiscito para decidir um projeto de renda mínima. Cada cidadão teria
direito à 2500 francos suíços, aproximadamente R$ 9.000 por mês. No plebiscito a proposta foi

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derrotada, mas por vários argumentos, como por exemplo, a imigração em massa para o país, e o
possível desestímulo ao trabalho produtivo de quem possui uma renda menor.

O plebiscito é uma ferramenta de consulta popular muito avançada pois é uma forma de
democracia direta. Na Suíça elas podem ser propostas no parlamento por qualquer cidadão. É uma
das democracias mais diretas e sólidas do mundo. A proposta foi rejeitada por mais de 75% dos
votos, mas representa uma ideia de vanguarda, cujos defensores dizem ser a Suíça o país mais
indicado para esta experiência social tão arrojada. A Noruega é um país com muitos ricos e muito
poucos pobres. A diferença de renda e consumo dos 10% mais ricos e os 10% mais pobres é de 4
vezes. A qualidade de vida que foi alcançada é tão alta, que por inciativa dos poderes públicos e
um grupo de artistas foi criado o museu da pobreza. Para conscientizar as crianças norueguesas
que não foi sempre assim... tão desenvolvida.

Amsterdã. Holanda.

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Bruxelas. Bélgica.

Os países mais pobres possuem problemas bastante diferentes:

Soldado de uma milícia no Congo. O país vive em situação de guerra civil há anos.

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Nigéria. África Ocidental.

Habitantes do Djbuti, na Africa Oriental, banhada pelo mar vermelho. Estão na praia tentando captar sinal de internet que vem do Oriente Médio.

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2. A ECONOMIA DA DESIGUALDADE.
O PIB (Produto Interno Bruto) é o principal indicador do tamanho da economia de um país.
De acordo com o PIB, o Brasil ocupa um significativo sétimo lugar entre as maiores economias do
mundo, na frente de muitos países desenvolvidos, tais como o Canadá, e a Espanha. Entretanto
este indicador, que considera todas as riquezas produzidas pelo Estado, iniciativa privada nacional
e investimentos estrangeiros, reflete somente a superfície da economia dos Países.
O PIB Chinês, que já é o país mais industrializado do mundo desde 2008, é cerca de 70%
maior que o PIB do Japão, cuja população pouco ultrapassa os 130 milhões. É evidente que a
riqueza social proporcionada pela economia do Japão é muito maior que aquela proporcionada
pela economia chinesa. O PIB brasileiro é bem maior que o espanhol, em torno de 50%, mas nossa
população é cinco vezes maior que a espanhola.

O que é PNB? É o produto nacional bruto. A soma de todas as riquezas produzidas no pais
por empresas e serviços nacionais.
É diferente do PIB, pois ele considera as riquezas produzidas pelo capital internacional.

2.1. O PIB PER CAPTA (RENDA PER CAPTA)

É quando dividimos o PIB pela população. Essa operação simples revela a distância que
existe entre os países. O PIB per capta da China gira em torno de 6 mil dólares enquanto o do
Japão gira em torno de 30 mil dólares.
O PIB per capta da Índia pouco ultrapassa 3.000 dólares ao mesmo tempo em que na
Alemanha a renda é superior a 35.000 dólares.
A renda per capta do Brasil é de quase R$ 30.000.

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É baixo se comparado ao dos países desenvolvidos, mas no contexto regional da América do


Sul estamos bem situados, mas atrás da Argentina, Chile e Uruguai. Você deve ter percebido
também que há algo errado. Se não percebeu eu pergunto: Com vai a mesada de quase 30.000
reais? Se não está neste grupo de felizardos você já entendeu que como o PIB representa uma
média, e omite as desigualdades sociais.

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3. AS ORIGENS DAS DESIGUALDADES SOCIAIS BRASILEIRAS.


As origens da formação econômica e social foram fundadas sob o signo da concentração de
renda. Desde o início da colonização portuguesa somos uma sociedade com profundas
desigualdades sociais. Éramos uma sociedade escravista e estratificada. Até a década de 40 éramos
uma sociedade rural. O maior crescimento econômico ocorreu após a Segunda Guerra Mundial,
mas foi um processo de desenvolvimento que beneficiou principalmente uma elite da população e
na consolidação de uma classe média urbana pouco numerosa. Isso significa que uma reduzida
parcela da população reteve a maior parte da riqueza nacional, enquanto a grande maioria da
população ficou com uma fração bem pequena dessa riqueza. Não há país cuja renda seja
distribuída igualmente por todos os habitantes, mas poucos possuem padrões de distribuição tão
perversos quanto os brasileiros. Uma distribuição de renda tão ruim só ocorre em países como
Namíbia, Serra leoa, República Centro-Africana e África do Sul.
No Brasil o rendimento dos 10% mais ricos é mais de 20 vezes maior que o rendimento dos
40% mais pobres. Entre os mais ricos mais de 85% vivem em domicílios ligados a rede de
saneamento básico e mais de um quarto frequentam cursos superiores. Entre os mais pobres
pouco mais de um terço vive em domicílios com saneamento básico e menos que 5% são
estudantes de nível superior. Vamos a outro dado para ilustrar: os 50% mais pobres possuem
renda que equivale a cerca de metade da que é apropriada pelos 5% mais ricos. Essa desigualdade
ocorre em todas as regiões brasileiras, mesmo que em intensidades diferentes. Quanto maior o
desenvolvimento, menor as desigualdades sociais. Podemos identificar essa tendência tanto
dentro da população de um país, como na comparação entre países.
A tendência da concentração da renda possui raízes históricas profundas. Vamos tentar
enumerar algumas por aqui.

 Monopólio da terra por um pequeno grupo de latifundiários, proprietários beneficiados


com sesmarias e posteriormente a lei de terras que limitou o acesso à terra.

 A base escravista do trabalho. A visão sobre o trabalho e a valorização que se dá a ele


são afetados diretamente por países que foram escravistas. Além do
preconceito/aversão à trabalhos manuais, ele é desvalorizado, mal remunerado, e
associado à pobreza.

 O Brasil aboliu a escravidão tardiamente. Fomos o último país americano que aboliu a
escravidão, e com pressão internacional.

 Regime oligárquico e uma visão da elite política no início do século XX, que procurava
afastar o povo da participação política e uma superexpoloração.

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 Perpetuação de uma elite política no poder. Há estados brasileiros em que duas ou três
famílias se revezam no poder desde o início da república.

 Uma modernização conservadora que promoveu um grande êxodo rural devido à


mecanização da agricultura e o espaço urbano cresceu de forma desordenada, surgindo
as cidades ilegais “favelas e cortiços”.

 Oferta abundante de trabalho para a economia urbano-industrial. Muita mão de obra


disponível, achata os salários.

 O padrão excludente de desenvolvimento industrial.

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4. O IDH, IPH E COEFICIENTE GINI.

4.1. IDH: ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

Este índice procura identificar a qualidade de vida da população, baseado em uma equação
que leva em conta a saúde, educação e renda per capta. Ele varia em uma escala entre 0 e 1.
Quanto mais próximo de 1 maior a qualidade de vida, quanto mais próximo de 0 pior. Não
existem países com IDH 0.
 De 0 a 0,55 o IDH é baixo.

 De 0,55 a 0,7 o IDH é médio.

 De 0,7 a 0,9 o IDH é alto.

 Acima de 0,9 o IDH é muito alto.

Atualmente o nosso índice de desenvolvimento é 0,755. Já é considerado alto. Melhoramos


com relação à 2013 que foi 0,752. Mesmo com um aumento no IDH caímos de posição. Somos hoje
o país em 75° colocação. Caímos uma posição. Não porque pioramos, mas porque o Siri Lanka, uma
pequena ilha ao sul da Índia melhorou mais que o Brasil.
Existe outro índice que é o IDH-D. A letra D é de desigualdade, e quanto maior a
desigualdade social no país, ele perde pontos. Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Suécia, Noruega e
Alemanha são bastante igualitários. Durante o desenvolvimento econômico e político destes países
foram criadas politicas distributivas, de caráter Keynesiano. É a ideia da social democracia
europeia: crescimento econômico e desenvolvimento social. O Brasil no IDH-D perde pontos e
posição. Na verdade, são muitos pontos: É uma queda de mais de 26% e cairíamos para um valor
de 0,557.
Nossa expectativa de vida é em torno de 74,5 anos. Idade avançada, como em muitos
países desenvolvidos. A média de escolaridade é de 7,7 anos na vida da pessoa. É baixa. É como se
na média os brasileiros só tivessem avançado até o sétimo ano do ensino básico e não tivessem o
concluído. A Pobreza é um desafio de todas as sociedades. Para combatê-la é necessária uma série
de medidas políticas, ações sociais e mudanças nos espaços de vivencia e convivência.

4.2. IPH: ÍNDICE DE POBREZA HUMANA

A renda per capta não reflete bem as reais condições de vida da população de um país. A
ONU criou uma série de indicadores capazes de mensurar e tornar comparáveis os níveis de bem-
estar social vigentes nas diferentes economias nacionais. Foi criado o IPH (índice de pobreza

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humana). Como existe uma imensa diferença entes os países desenvolvidos e os países
subdesenvolvidos no que diz respeito às condições de carência das populações, o IPH considera
padrões diferentes para mensurar os níveis de privação.

O IPH considera vários indicadores para identificar a porcentagem de pessoas em uma


população que sofre de privações em quatro dimensões básicas da vida:
a longevidade: considera a parcela de pessoas com expectativa de vida inferior a quarenta anos
 O conhecimento: taxa de analfabetismo de adultos

 A provisão econômica e a inclusão social: parcela da população sem acesso à água


potável e aos serviços de saúde, assim como a incidência de crianças menores de cinco
anos com peso insuficiente.

O IPH da ONU não considera a renda como um dos componentes de análise.

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O valor final expressa a parcela da população que vive sob fortes privações. Entre os 94
países avaliados por esse índice, o Brasil ocupa a posição 22. Temos aproximadamente 10 milhões
de pobres e estamos atrás de vizinhos da América do Sul como Uruguai, Chile, Argentina,
Colômbia, Equador, Paraguai e Venezuela. Lembre-se que o índice não mostra a capacidade
econômica do país, mas a proporção de pessoas que vivem na pobreza.

4.3. COEFICIENTE/ÍNDICE GINI: MEDE A DESIGUALDADE SOCIAL:

A sua preocupação principal é identificar as desigualdades internas de um país ou região.


Demonstra, portanto, a concentração de renda. Assim como o IDH possui uma escala que vai de 0
a 1. Quanto mais próximo de [1] maior a desigualdade, quanto mais próximo de [0] maior
igualdade. Não existem países nos dois extremos. O índice GINI do Brasil nos últimos 15 anos
diminuiu progressivamente. Sobretudo devido ao crescimento econômico experimentado e
políticas de inclusão social. De 2014 para cá o índice apresentou um leve aumento. Reflexo de uma
retração do PIB e uma conjuntura interna e externa de crise. Não cresceu o suficiente para
afirmarmos que ocorreu um retrocesso, mas o bastante para compreendermos que políticas
sociais e de geração de empregos são bastante eficientes para gerar um fluxo de desenvolvimento
social e econômico. As desigualdades sociais são as principais causas de violência, pois os
contrastes, sobretudos nas cidades de médio e grande porte são terríveis. Cria um ambiente de
segregação silenciosa, tenso, cheio de revolta e medo. Veja só. Subscrevo um trecho de uma
entrevista do economista Carlos Lessa, economista e ex-presidente do BNDES:

“A tendência no Rio era o melhor terreno ser ocupado pela elite, enquanto o dispensável ficava
disponível. Como a cidade é espremida entre o mar e a montanha [...], os pobres construíram
suas habitações próximas da elite. [...]. É verdade que a cidade nunca foi capaz de incluir os
pobres do ponto de vista da cidadania, mas essa população excluída sempre teve uma relação
simbiótica com a população rica. O bairro onde mora a pobreza sobrevive em grande parte

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prestando serviços à elite. Não é à toa que a maior favela do Rio, a Rocinha, fica ao lado de
bairros com as maiores rendas per capta, como São Conrado e Gávea. [...] Você não consegue
explicar o poder do tráfico sem explicar o poder de compra do Asfalto.”

Pesquisadores brasileiros criaram a linha de pobreza que mostra a distribuição desigual da


pobreza no território nacional. De acordo com os resultados da linha nacional de pobreza, a
situação social no Brasil é bem mais dramática do que pelas lentes do IPH. Na década de 90
tínhamos 44% da população abaixo da linha da pobreza. Início de 2000 a incidência da pobreza
recuou 30% da população. Mais de 50.000.000 de pessoas. Nos últimos 15 anos ocorreram
melhorias consideráveis nos índices sociais, mas ainda assim temos mais de 20 milhões de
brasileiros em condição de miséria, algo em torno de 10% da nossa população.

Devemos observar uma coisa importante: a incidência de pobreza é mais acentuada nas
áreas rurais que nas áreas urbanas. Cerca de 38% da população rural é pobre no Brasil,
enquanto a pobreza atinge quase 28% dos habitantes das áreas urbanas.

As aglomerações urbanas mais populosas do mundo estão na Ásia, principalmente em


países mais pobres. É que mundialmente a modernização agrícola, sobretudo nos países
emergentes foi muito intensa provocando forte êxodo rural.
A pobreza no Brasil é fortemente regionalizada, e a região mais pobre é também a que
apresenta maior proporção de pessoas vivendo no meio rural. No Nordeste mais da metade da
população é pobre, na região Sudeste cerca de 19% vivem na pobreza. Se compararmos estados
em diferentes níveis de desenvolvimento social e econômico como no Maranhão que possui 60%
da população na pobreza, em Santa Catarina a pobreza atinge menos que 13%.

4.4. RETIRANTES NORDESTINOS/ INDÚSTRIA DA SECA

A enorme incidência de pobreza no Nordeste tem raízes históricas que remontam a


econômica colonial. A estrutura de propriedade da terra, marcada pela coexistência do latifúndio
com o minifúndio, bloqueou o desenvolvimento regional. A urbanização recente da população
nordestina não foi acompanhada de um crescimento industrial equivalente, então a economia
urbana não absorveu formalmente a maioria dos trabalhadores. A maior parte vai dedicar-se à
serviços, a maioria na informalidade. Nas grandes cidades reproduziu-se a rígida divisão de classes
típica do meio rural, onde uma elite privilegiada convive com a pobreza da maioria da população.

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As principais metrópoles nordestinas como Salvador, Recife e Fortaleza cresceram a partir


de investimentos de empresas estatais ou grupos privados do Sudeste. Uma das consequências é
que o setor industrial nordestino absorve uma parcela muito restrita da mão de obra. Os
investimentos procuram no nordeste mão de obra abundante e barata. Altas taxas de crescimento
populacional e desigualdade de renda e oportunidades conduzem à exclusão social. Os salários são
achatados e boa parte da mão de obra qualificada na última década foi formada no sudeste e
migrou para o nordeste. Devido à grande população rural, ainda persistem formas arcaicas de
dominação coronelística que chamamos a indústria da Seca. Nos estados mais pobres,
destacadamente no semiárido, que ocupa a maior parte de seus territórios persistem relações
clientelistas (dominação/dependência), e patrimonialistas (que tratam o público como privado).
Quanto menor o acesso a informação e pobreza, maior a manipulação política de líderes locais,
verdadeiros coronéis, que trocam votos em troca de pequenos favores. A manutenção da miséria
local serve de mecanismo de poder e manutenção dos mesmos grupos familiares no Poder. Essa é
a indústria da seca.

4.5. TRABALHO INFANTIL

Há uma grande quantidade de trabalho infantil realizada no país.


A legislação trabalhista do Brasil proíbe o trabalho de crianças com menos de 16 anos,
senão na condição de aprendizes, desde que tenham mais de 14 anos. Para os adolescentes de 16
a 18 anos são proibidos o trabalho insalubre, o trabalho perigoso e o trabalho noturno. No meio
rural é comum encontrar crianças com menos de 10 anos executando tarefas de adultos.
A mão de obra infantil é empregada em diversas atividades. No nordeste, norte e centro
Oeste é maior a ocorrência, mas nos centros industriais do sudeste também encontramos. Vamos
à exemplos: É frequente o trabalho infantil em pedreiras como em Pirenópolis (GO), pedreiras
usam crianças de até nove anos para carregar quartzitos (rochas usadas como piso). Na região de
Ribeirão Preto (SP) é comum ver crianças na colheita de amendoim, no plantio e colheita da cana e
laranja. No norte de Minas Gerais crianças trabalham em carvoarias em condições insalubres
(prejudicam a saúde), muitas vezes em troca de um prato de comida e um pouco de farinha.
O Estado brasileiro tem tomado desde a redemocratização, várias providências como o PETI
– programa de erradicação do trabalho infantil - e da introdução de políticas públicas sociais
emergenciais como é o caso da Bolsa Escola dos governos FHC (94-2002) e da Bolsa Família criada
no governo Luís Inácio Lula da Silva a partir de 2002 e o programa existe até hoje. Ambos se
destinam às famílias carentes um valor mensal, em dinheiro, por filho menor, com a contrapartida
de que essas crianças frequentem a escola. De um modo geral, crianças podem ser vistas nas
olarias, amassando e transportando barro; no comércio nas pequenas indústrias, no extrativismo
vegetal e em várias atividades, inclusive ilegais como o tráfico e a distribuição de drogas.

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Na PNAD 2014 “Trabalho infantil em atividades agrícolas”, os autores investigaram diversos


aspectos da distribuição do trabalho infantil para a população de 10 a 14 anos de idade.

 89,3% das crianças e adolescentes rurais possuem ocupações. A maioria delas, 82,7%.
São típicas da agricultura familiar e o restante trabalhos que oscilam do mal
remunerado ao degradante nas carvoarias.

 Entre 2013 e 2014, o total de ocupados agrícolas nesta faixa etária, com domicílio rural,
cresceu de 406,9 mil para 427,5 mil ou 5,1%.
“Apesar do aumento no trabalho infantil rural de 2013 para 2014, o saldo dos dez anos estudados
é positivo: a queda do trabalho infantil no campo (57%) foi muito superior ao decréscimo
populacional da mesma faixa etária nos mesmos dez anos (16%)”.

Os programas sociais do governo de FHC até hoje têm surtido efeitos consideráveis,
principalmente nas regiões mais pobres. São bastante criticados e para muitos, alvo de polêmicas.
São políticas macroeconômicas, tipicamente influenciadas pelo keynesianismo (as ideias do
economista J.M.Keynes), ou seja, o estado para esta linha de pensamento deve ser um agente
direto da economia, gerando empregos e promovendo bem-estar social. É um mecanismo comum
nos países europeus, sociais democratas.

http://www.ipea.gov.br/

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Na implantação destas políticas, surgiram várias polêmicas. A geografia compreende como


natural, conflitos sociais entre o topo e a base da pirâmide. O país realizou uma série de programas
sociais (políticas redistributivas), e também se desenvolveu economicamente até ocuparmos a 7°
posição no PIB. As Classes de consumo D/E tiveram uma grande diminuição e um aumento da
classe C. A inserção social da nova classe de consumo C foi através de uma política de subsídios e
principalmente de concessão de crédito, o que colaborou muito para o poder de compra dos mais
pobres. Mesmo que o preço final fique mais caro, a parcela do boleto cabe no bolso. É mais sólido
à longo prazo e denota maior desenvolvimento, se a capacidade de consumo aumenta de acordo
com o aumento da renda. A classe média, que seria a base da classe B e o topo da classe C é a que
se sentiu mais prejudicada. Ocorreu melhoria nas condições de vida e acesso, mas num ritmo e
intensidade bem menores do que da classe A e a classe D/E. Isso gerou um sentimento de
insatisfação em amplos setores da classe média.

Texto complementar: Casos de sucesso e o Brasil nas metas do milênio

CONHEÇA EXEMPLOS E DEPOIMENTOS DE VOLUNTÁRIOS

ODM 1: Acabar com a fome e a miséria


Comunidade dos Pequenos Profetas – CPP
Projeto Clarion
Recife (PE)

Ideia chave: Melhorar a qualidade de vida e combater a violência contra a criança em


situação de rua, abordando em especial a agressão sexual.

A Região Metropolitana do Recife tem aproximadamente 3 milhões de habitantes e


cerca de 600 favelas. A situação de pobreza e ociosidade leva muitas crianças e
adolescentes a fugirem das suas casas ou serem abandonados, levando-os a morar nas
ruas. A partir de uma convivência intensiva com crianças e adolescente, meninos e
meninas de rua, foi fundada a Comunidade dos Pequenos Profetas (CPP) -
Projeto Clarion, em 1982 no centro do Recife. Como consequência dessa experiência de
rua, ao passar dos anos, a CPP firmou-se como uma entidade que tem o compromisso
de resgatar crianças e adolescentes de rua oferecendo-lhes atendimento básico,
educação, profissionalização e socialização, integrando-os no contexto de participação
social ao exercício pleno da cidadania.
Objetivos da Intervenção

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Resgatar as crianças e adolescentes de rua, retirando-os da marginalidade, propiciando-


lhes uma nova opção de vida, através de atividades educativas, profissionalização e
socialização;
Ajudar as meninas e meninos, vítimas de violência corporal e sexual, a diminuir os seus
sofrimentos de violência e refletir suas experiências traumáticas por meio de um
atendimento psico-social;
Interferir nas políticas públicas através de denúncias contra agressões, a fim de garantir
melhoria na qualidade do atendimento e das condições de vida das crianças.

Mobilização dos Cidadãos – Voluntariado: mais de 200 voluntários já doaram seu


tempo de trabalho e talento em prol desta causa. Atualmente, são 15 voluntários,
estrangeiros e brasileiros. Também trabalham na CPP meninos que já conseguiram sair
da rua graças ao programa.

Adaptado da publicação “50 Jeitos Brasileiros de Mudar o Mundo – O Brasil rumo aos
objetivos de desenvolvimento do milênio” – Fonte: Programa Voluntários das Nações
Unidas/PNUD

De acordo com a ONU e seu programa Metas do Milênios:

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5. EXERCÍCIOS.

1. (Enem 2000)
As sociedades modernas necessitam cada vez mais de energia. Para entender melhor a
relação entre desenvolvimento e consumo de energia, procurou-se relacionar o índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) de vários países com o consumo de energia nesses países.
O IDH é um indicador social que considera a longevidade, o grau de escolaridade, o PIB
(Produto Interno Bruto) "per capita" e o poder de compra da população. Sua variação é de 0
a 1. Valores do IDH próximos de 1 indicam melhores condições de vida.
Tentando-se estabelecer uma relação entre o IDH e o consumo de energia "per capita" nos
diversos países, no biênio 1991-1992, obteve-se o gráfico a seguir, onde cada ponto isolado
representa um país, e a linha cheia, uma curva de aproximação.

Fonte: GOLDEMBERG, J. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Edusp, 1998.

Com base no gráfico, é correto afirmar que:


A) quanto maior o consumo de energia "per capita", menor é o IDH.
B) os países onde o consumo de energia "per capita" é menor que 1 TEP não apresentam
bons índices de desenvolvimento humano.
C) existem países com IDH entre 0,1 e 0,3 com consumo de energia "per capita" superior a 8
TEP.

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D) existem países com consumo de energia "per capita" de 1 TEP e de 5 TEP que apresentam
aproximadamente o mesmo IDH, cerca de 0,7.
E) os países com altos valores de IDH apresentam um grande consumo de energia "per
capita" (acima de 7 TEP).
Comentários
O consumo energético é um dos indicadores do estágio econômico de um país. A composição da
classificação de um país leva em conta outros indicadores. O Brasil, por exemplo, consome muita
energia comparativamente, porém, é um país caracterizado pela injustiça social. Os valores totais
de consumo de um país pequeno, como a Holanda, serão menores em relação a grandes nações
territoriais, como os Estados Unidos, porém, possuem alto IDH.
A alternativa [A] é falsa: quanto maior o consumo de energia, maior é o IDH;
A alternativa [B] é falsa: vários países com consumo energético (total) baixo possuem alto IDH;
A alternativa [C] é falsa: na tabela não existem países com esse perfil. Estão todos abaixo de 1 TEP;
A alternativa [E] é falsa, existem países com alto IDH que consomem menos de 7 TEP.

Gabarito: D

2. (Enem PPL 2012)

Cada uma das personagens adota uma forma diferente de designar os países “não
desenvolvidos”, porém, atualmente tem-se adotado a terminologia “países em
desenvolvimento” porque
A) representa melhor a ausência de desigualdades econômicas que se observa hoje entre
essas nações.
B) facilita as relações comerciais no mercado globalizado, ao aproximar países mais e menos
desenvolvidos.
C) indica que os países estão em processo de desenvolvimento, reduzindo o estigma inerente
ao termo “subdesenvolvidos”.
D) demonstra o crescimento econômico desses países, que vem sendo maior ao longo dos
anos, erradicando as desigualdades.
E) reafirma que durante a Guerra Fria os países que eram subdesenvolvidos alcançaram
estágios avançados de desenvolvimento.

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Comentários
A dissolução do sistema internacional da guerra fria e a emergência de uma nova ordem mundial a
partir da década de 1990 altera a divisão internacional do trabalho, possibilitando que os países do
Sul subdesenvolvido ampliem sua participação na economia mundial. Nesse contexto e como
afirmado corretamente na alternativa [C], países subdesenvolvidos que apresentavam melhor
alinhamento tecnológico apresentam crescimento de suas economias permitindo maior
desenvolvimento.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque embora a denominação tenha se alterado, esses países ainda apresentam forte
desigualdade social, a exemplo do Brasil;
[B], porque a alteração da terminologia é consequência e não causa da aproximação comercial
com os países desenvolvidos;
[D], porque embora tenha havido crescimento econômico, não ocorreu erradicação das
desigualdades;
[E], porque embora tenha havido maior participação na economia mundial, esses países ainda
permanecem como subdesenvolvidos.
Gabarito: C

3. (Enem cancelado 2009)


Por volta de 1880, com o progresso de uma economia primária e de exportação, consolidou-
se em quase toda a América Latina um novo pacto colonial que substituiu aquele imposto por
Espanha e Portugal. No mesmo momento em que se afirmou o novo pacto colonial começou
a se modificar em sentido favorável à metrópole. A crescente complexidade das atividades
ligadas aos transportes e às trocas comerciais multiplicou a presença dessas economias
metropolitanas em toda a área da América Latina: as ferrovias, as instalações frigoríficas, os
silos e as usinas, em proporções diversas conforme a região, tornaram-se ilhas econômicas
estrangeiras em zonas periféricas.
DONGHI, T. H. História da América Latina. 2ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005 (adaptado).

De acordo com o texto, o pacto colonial imposto por Espanha e Portugal a quase toda a
América Latina foi substituído em função
A) das ilhas de desenvolvimento instaladas nas periferias das grandes cidades.
B) da restauração, por volta de 1880, do pacto colonial entre a América Latina e as antigas
metrópoles.
C) do domínio, em novos termos, do capital estrangeiro sobre a economia periférica, a
América Latina.
D) das ferrovias, frigoríficos, silos e usinas instaladas em benefício do desenvolvimento
integrado e homogêneo da América Latina.

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E) do comércio e da implantação de redes de transporte, que são instrumentos de


fortalecimento do capital nacional frente ao estrangeiro.
Comentários

A América Latina passa a executar seu papel de fornecedora de matérias primas na Divisão
Internacional do Trabalho para atender a demanda do capital das economias centrais da Europa
Setentrional recebendo setores de produção em busca de custos mais baixos, que parecem ilhas
de excelência de produção me áreas de economia primária.
A alternativa [A] é falsa, as áreas de desenvolvimento situam-se nas grandes cidades.
A alternativa [B] é falsa, houve reestruturação do pacto colonial em 1880 com as novas
metrópoles.
A alternativa [D] é falsa, a infraestrutura tinha por tarefa atender ao capital externo apenas.
A alternativa [E] é falsa, as redes de transporte fortalecem o capital externo.
Gabarito: C

4. (Enem cancelado 2009)


Entre as promessas contidas na ideologia do processo de globalização da economia estava a
dispersão da produção do conhecimento na esfera global, expectativa que não se vem
concretizando. Nesse cenário, os tecnopolos aparecem como um centro de pesquisa e
desenvolvimento de alta tecnologia que conta com mão de obra altamente qualificada. Os
impactos desse processo na inserção dos países na economia global deram--se de forma
hierarquizada e assimétrica. Mesmo no grupo em que se engendrou a reestruturação
produtiva, houve difusão desigual da mudança de paradigma tecnológico e organizacional. O
peso da assimetria projetou- se mais fortemente entre os países mais desenvolvidos e
aqueles em desenvolvimento.
BARROS, F. A. F. Concentração técnico-científica: uma tendência em expansão no mundo
contemporâneo? Campinas: Inovação Uniemp, v. 3, nº 1, jan./fev. 2007 (adaptado).

Diante das transformações ocorridas, é reconhecido que


A) a inovação tecnológica tem alcançado a cidade e o campo, incorporando a agricultura, a
indústria e os serviços, com maior destaque nos países desenvolvidos.
B) os fluxos de informações, capitais, mercadorias e pessoas têm desacelerado, obedecendo
ao novo modelo fundamentado em capacidade tecnológica.
C) as novas tecnologias se difundem com equidade no espaço geográfico e entre as
populações que as incorporam em seu dia.
D) os tecnopolos, em tempos de globalização, ocupam os antigos centros de industrialização,
concentrados em alguns países emergentes.
E) o crescimento econômico dos países em desenvolvimento, decorrente da dispersão da
produção do conhecimento na esfera global, equipara-se ao dos países desenvolvidos.

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Comentários
O período após a Segunda Guerra Mundial mostrou um avanço firme das democracias, da
urbanização e da industrialização. Acontece que o processo não se deu de forma regular ou
homogênea. Os que se industrializaram ao longo da década de 1950 em diante são conhecidos
como países de industrialização tardia que mostram algum nível de dependência seja tecnológica
ou econômica e acabam mostrando deficits sociais e de desenvolvimento e pesquisa, em
assimetria com relação aos países mais adiantados.
A alternativa [B] é falsa, os fluxos de capital, mercadorias e pessoal encontra-se em expansão.
A alternativa [C] é falsa, a difusão tecnológica é iníqua.
A alternativa [D] é falsa, os tecnopolos são caracterizados por autonomia locacional em relação à
área industriais tradicionais.
A alternativa [E] é falsa, o crescimento econômico dos países em desenvolvimento ainda não está
equiparado aos países desenvolvidos.
Gabarito: A

5. (Enem 2009)
Com a perspectiva do desaparecimento das geleiras no Polo Norte, grandes reservas de
petróleo e minérios, hoje inacessíveis, poderão ser exploradas. E já atiçam a cobiça das
potências.
KOPP, D. Guerra Fria sobre o Ártico. Le monde diplomatique Brasil. Setembro, n. 2, 2007
(adaptado).

No cenário de que trata o texto, a exploração de jazidas de petróleo, bem como de minérios –
diamante, ouro, prata, cobre, chumbo, zinco – torna-se atraente não só em função de seu
formidável potencial, mas também por
A) situar-se em uma zona geopolítica mais estável que o Oriente Médio.
B) possibilitar o povoamento de uma região pouco habitada, além de promover seu
desenvolvimento econômico.
C) garantir, aos países em desenvolvimento, acesso a matérias-primas e energia, necessárias
ao crescimento econômico.
D) contribuir para a redução da poluição em áreas ambientalmente já degradadas devido ao
grande volume da produção industrial, como ocorreu na Europa.
E) promover a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética mundial, dominada,
majoritariamente, pelas fontes renováveis, de maior custo.
Comentários
O segundo choque do petróleo no final dos anos 1970 provocou uma corrida mundial em busca de
novas fontes de petróleo. A quase totalidade, incluindo áreas subpolares, fora do Oriente Médio
como alternativa às questões geopolíticas regionais.

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A alternativa [B] é falsa, é quase impossível sua ocupação populacional em função de seus rigores
climáticos.
A alternativa [C] é falsa, não há garantias de que isso possa acontecer, pois os recursos energéticos
como qualquer outro tipo de commmodity é um produto de mercado.
A alternativa [D] é falsa, é pouco provável que as áreas subpolares sejam fortemente
industrializadas.
A alternativa [E] é falsa, os combustíveis alternativos crescem em demanda e projeção para
substituir os combustíveis fósseis, mais poluentes.
Gabarito: A

6. (Enem 2009)
No presente, observa-se crescente atenção aos efeitos da atividade humana, em diferentes
áreas, sobre o meio ambiente, sendo constante, nos fóruns internacionais e nas instâncias
nacionais, a referência à sustentabilidade como princípio orientador de ações e propostas
que deles emanam.
A sustentabilidade explica-se pela
A) incapacidade de se manter uma atividade econômica ao longo do tempo sem causar danos
ao meio ambiente.
B) incompatibilidade entre crescimento econômico acelerado e preservação de recursos
naturais e de fontes não renováveis de energia.
C) interação de todas as dimensões do bem-estar humano com o crescimento econômico,
sem a preocupação com a conservação dos recursos naturais que estivera presente desde a
Antiguidade.
D) proteção da biodiversidade em face das ameaças de destruição que sofrem as florestas
tropicais devido ao avanço de atividades como a mineração, a monocultura, o tráfico de
madeira e de espécies selvagens.
E) necessidade de se satisfazer as demandas atuais colocadas pelo desenvolvimento sem
comprometer a capacidade de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades nos
campos econômico, social e ambiental.
Comentários
O desenvolvimento sustentável é uma forma de promover o atendimento das demandas atuais de
modo racional e equilibrado de maneira a não comprometer as gerações futuras quanto a suas
necessidades econômicas sociais e ambientais.
A alternativa [A] é falsa, o desenvolvimento sustentável deve ser capaz de manter atividades
econômicas sem causar danos ao meio ambiente.
A alternativa [B] é falsa, na sustentabilidade o desenvolvimento econômico e a preservação do
meio ambiente devem ser compatíveis.
A alternativa [C] é falsa, a sustentabilidade deve preservar os recursos naturais em qualquer
tempo.

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A alternativa [D] é falsa, a sustentabilidade não se limita a preservação de biomas, mas é uma nova
forma de pensamento e ação.

Gabarito: E

7. (Enem 2007)
Quanto mais desenvolvida é uma nação, mais lixo cada um de seus habitantes produz. Além
de o progresso elevar o volume de lixo, ele também modifica a qualidade do material
despejado. Quando a sociedade progride, ela troca a televisão, o computador, compra mais
brinquedos e aparelhos eletrônicos. Calcula-se que 700 milhões de aparelhos celulares já
foram jogados fora em todo o mundo. O novo lixo contém mais mercúrio, chumbo, alumínio
e bário. Abandonado nos lixões, esse material se deteriora e vaza. As substâncias liberadas
infiltram-se no solo e podem chegar aos lençóis freáticos ou a rios próximos, espalhando-se
pela água.
"Anuário Gestão Ambiental" 2007, p. 47-8 (com adaptações).

A respeito da produção de lixo e de sua relação com o ambiente, é correto afirmar que
a) as substâncias químicas encontradas no lixo levam, frequentemente, ao aumento da
diversidade de espécies e, portanto, ao aumento da produtividade agrícola do solo.
b) o tipo e a quantidade de lixo produzido pela sociedade independem de políticas de
educação que proponham mudanças no padrão de consumo.
c) a produção de lixo é inversamente proporcional ao nível de desenvolvimento econômico
das sociedades.
d) o desenvolvimento sustentável requer controle e monitoramento dos efeitos do lixo sobre
espécies existentes em cursos d'água, solo e vegetação.
e) o desenvolvimento tecnológico tem elevado a criação de produtos descartáveis, o que
evita a geração de lixo e resíduos químicos.
Comentários

O desenvolvimento tecnológico de um país capitalista implica em uma sociedade de consumo,


capaz de gerar lixo em grandes quantidades e ampla diversidade. Com a popularização de
produtos domésticos eletrônicos é cada vez maior a geração de lixo tecnológico (baterias, pilhas,
microprocessadores, entre outros) capazes de comprometer o meio ambiente nos recursos
hídricos, no solo e no ar, principalmente nos países subdesenvolvidos, cada vez mais capazes de
adquirir esses produtos. São aspectos que comprometem o desenvolvimento sustentável, em
geral, e nos países mais pobres, em especial, devido a sua baixa capacidade de implantar e
fiscalizar políticas sustentáveis de meio ambiente.
A alternativa A é falsa: as substâncias químicas, incorretamente manuseadas e depositadas na
natureza, revelam natureza tóxica, capaz de contaminar o solo;

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Em B, as políticas públicas educacionais são fundamentais na tarefa de incentivar o


desenvolvimento sustentável;
Na alternativa C, a produção de lixo é diretamente proporcional ao nível de desenvolvimento
econômico das sociedades;
Em E, o aumento dos produtos descartáveis, ao contrário do que diz a alternativa, incrementa a
geração de lixo e resíduos.

Gabarito: D

8. (Enem 2002)
O Protocolo de Kyoto - uma convenção das Nações Unidas que é marco sobre mudanças
climáticas, - estabelece que os países mais industrializados devem reduzir até 2012 a emissão
dos gases causadores do efeito estufa em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990. Essa
meta estabelece valores superiores ao exigido para países em desenvolvimento. Até 2001,
mais de 120 países, incluindo nações industrializadas da Europa e da Ásia, já haviam
ratificado o protocolo. No entanto, nos EUA, o presidente George W. Bush anunciou que o
país não ratificaria "Kyoto", com os argumentos de que os custos prejudicariam a economia
americana e que o acordo era pouco rigoroso com os países em desenvolvimento.
Adaptado do Jornal do Brasil, 11/04/2001.

Na tabela encontram-se dados sobre a emissão de CO2.

Emissões de CO2 desde Emissões anuais de CO2 per


Países
1950 (bilhões de toneladas) capita
Estados Unidos 186,1 16 a 36
União Europeia 127,8 7 a 16
Rússia 68,4 7 a 16
China 57,6 2,5 a 7
Japão 31,2 7 a 16
Índia 15,5 0,8 a 2,5
Polônia 14,4 7 a 16
África do Sul 8,5 7 a 16
México 7,8 2,5 a 7
Brasil 6,6 0,8 a 2,5
Word Resources 2000/2001.

Considerando os dados da tabela, assinale a alternativa que representa um argumento que se


contrapõe à justificativa dos EUA de que o acordo de Kyoto foi pouco rigoroso com países em
desenvolvimento.

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A) A emissão acumulada da União Europeia está próxima à dos EUA.


B) Nos países em desenvolvimento as emissões são equivalentes às dos EUA.
C) A emissão per capita da Rússia assemelha-se à da União Europeia.
D) As emissões de CO2 nos países em desenvolvimento citados são muito baixas.
E) A África do Sul apresenta uma emissão anual per capita relativamente alta.
Comentários

Segundo vários cientistas e centros de pesquisa, o mundo corre contra o relógio na tentativa de
diminuir emissões de gás carbônico, visto que podem aumentar as temperaturas médias do
planeta capazes de promover mudanças climáticas catastróficas.
A alternativa [A] é falsa: EUA e União Europeia são localidades desenvolvidas;
A alternativa [B] é falsa: as emissões são inferiores às dos EUA;
A alternativa [C] é falsa: a emissão da Rússia é inferior (metade) da União Europeia;
A alternativa [E] é falsa: não se relaciona ao fato de que os EUA acham que o protocolo foi pouco
rigoroso com os países emergentes.
Gabarito: D

9. (G1 - Cftmg 2016)


Observe o mapa a seguir:

São características das regiões cartografadas, EXCETO:

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A) predomínio de baixos Índices de Desenvolvimento Humano Municipal.


B) concentração de habitantes em áreas de vulnerabilidade social.
C) carência de investimentos infraestruturais.
D) limite espacial com as cidades globais.
Comentários
O mapa corresponde aos bolsões de pobreza no Brasil com IDH (Índice de Desenvolvimento
Humano) mais baixo. Áreas com maior ocorrência de subnutrição, problemas educacionais e
infraestrutura mais precária. Todas estas áreas não fazem limite com as cidades globais brasileiras
como São Paulo e Rio de Janeiro.

Gabarito: D

10. (Fuvest 2016)

Sobre as 20 aglomerações urbanas mais populosas do mundo, conforme gráfico ao lado, é


correto afirmar:
A) A maioria delas se encontra na Ásia, e, dentre estas, predominam as localizadas em países
com economias desenvolvidas ou em desenvolvimento.
B) Mais de 50% delas encontram-se em países desenvolvidos, com alto PIB e alta distribuição
de renda.
C) 50% delas estão localizadas na América Latina, em países subdesenvolvidos e pouco
industrializados.
D) 25% delas estão em países da Europa Oriental, em que há boa distribuição de renda e
serviços públicos essenciais gratuitos.
E) O segundo maior número dessas aglomerações encontra-se em países da África, as quais
se caracterizam por baixo IDH.

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Comentários
Como mencionado corretamente na alternativa [A], das 20 maiores aglomerações urbanas do
mundo, 14 são asiáticas e, dentre elas, a maioria encontra-se em países em desenvolvimento.
Estão incorretas as alternativas:
[B], porque somente 4 das aglomerações pertencem à países desenvolvidos;
[C], porque somente 15% das aglomerações estão localizadas na América Latina;
[D], porque nenhuma das aglomerações correspondem à Europa Oriental considerando-se a Rússia
como país asiático;
[E], porque o continente africano está representado apenas por Cairo.
Gabarito: A

11. (Fgvrj 2015)


Então, reduzir a desigualdade por meio da redistribuição prejudica o crescimento econômico?
Não, segundo dois estudos marcantes feitos por economistas do FMI (Fundo Monetário
Internacional), que dificilmente é uma organização de esquerda. O primeiro estudo examinou
as relações históricas entre desigualdade e crescimento e descobriu que os países com
desigualdade de renda relativamente baixa "têm mais êxito em alcançar um crescimento
econômico sustentado, em oposição a surtos ocasionais". O segundo, divulgado no mês
passado, analisou diretamente o efeito da redistribuição de renda e concluiu que "a
redistribuição parece geralmente benigna em termos de seu impacto sobre o crescimento.”
http://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/paul-krugman/2014/03/11/o-lugar-da-
distribuicao-de-renda-no-discurso-publico.htm

Assinale a afirmativa coerente com os argumentos do texto:


A) Os países da zona do euro menos afetados pela crise econômica foram aqueles que
adotam políticas redistribucionistas.
B) As políticas públicas de redistribuição de renda podem ter efeitos positivos para a
população mais pobre, mas promovem efeitos negativos no conjunto da economia nacional.
C) Os programas de redistribuição de renda afastam os mais pobres do mercado de trabalho,
resultando em desperdício de potencial humano.
D) Os países com desigualdade de renda relativamente baixa apresentam menos eficiência
econômica.
E) Nos Estados Unidos, as políticas redistribucionistas transformaram a desigualdade de
renda em igualdade de oportunidades.
Comentários
Os países integrantes da Zona do Euro que apresentam melhor distribuição de renda como é o
caso da Alemanha, Holanda e nações nórdicas como Suécia e Finlândia, ícones do Estado do bem-
estar social, foram menos afetadas pela crise econômica e financeira na União Europeia. Os países
mais afetados foram os PIIGS (Portugal, Itália, Irlanda, Grécia e Espanha) e Chipre.
Gabarito: A

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12. (Cefet MG 2013)

A partir da análise do gráfico, é correto afirmar que, nos países centrais, existe uma relação
direta entre desenvolvimento humano e
A) crise econômica.
B) superavit comercial.
C) produção tecnológica.
D) distribuição de renda.
E) quantidade populacional.
Comentários
Os países desenvolvidos, a exemplo do Japão e da Alemanha, apresentam IDH muito elevado (alta
renda per capita, elevada expectativa de vida e alta escolaridade). A melhor distribuição de renda
(índice de Gini mais baixo) contribui para o melhor acesso ao consumo, educação e saúde.
Gabarito: D

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13. (Mackenzie 2012)

De acordo com a charge acima e com os aspectos socioeconômicos do Brasil no período


apresentado, considere as afirmativas I, II e III.
I. A ascensão das classes D e E teve um salto a partir do Plano Real, oscilou durante o governo
de Fernando Henrique Cardoso e se acentuou no governo Lula, entre 2003 e 2010. Nesse
contexto, o Brasil superou totalmente a desigualdade crônica, vivida historicamente.
II. Apesar das oscilações do período 1995-2003 e da grande evolução do período 2004-2010,
a melhoria da condição social predominou. No entanto, ainda persistem grandes
desigualdades sociais no Brasil.
III. Houve, de um modo geral, uma melhora no padrão de distribuição de renda nacional.
Dessa forma, o Brasil hoje atingiu, em relação à concentração de renda, os padrões da Europa
Ocidental, hoje em crise.

Dessa forma,
A) apenas I e III estão corretas.
B) apenas I está correta.
C) apenas II está correta.
D) apenas II e III estão corretas.
E) apenas III está correta.
Comentários
As afirmativas incorretas são:
[I]. A redução da pobreza, a atenuação da desigualdade social e o aumento da classe média iniciou
no governo Fernando Henrique Cardoso e se intensificou no governo Lula na década de 2000.
Entretanto, o país continua sendo muito desigual socialmente.
[III]. O Brasil ainda continua sendo um dos países com pior distribuição de renda do mundo,
estando muito distante do padrão existente nos países desenvolvidos europeus.
Gabarito: C

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14. (Uftm 2012)


O Coeficiente de Gini é uma relação estatística para medir a desigualdade social, incluindo a
distribuição de renda, e varia de 0 (zero) a 1 (um). O gráfico apresenta, no período de 2005 a
2009, os coeficientes encontrados em alguns países do G20, onde para a distribuição de
renda o coeficiente 0 corresponde à completa igualdade na renda (todos detêm a mesma
renda per capita) e o coeficiente 1 corresponde à completa desigualdade entre as rendas.

A partir da análise do gráfico, é correto afirmar que, no período e dentre os países analisados,
A) o Brasil é o segundo país com maior desigualdade na distribuição de renda dentre os
países do G20.
B) o Brasil apresenta a melhor taxa de distribuição de renda dos países da América Latina.
C) assim como no Brasil, os governos de países de economias emergentes priorizaram a
melhoria na distribuição de renda.
D) a África do Sul apresenta a melhor distribuição de renda do grupo em função dos recursos
minerais existentes em seu território.
E) países desenvolvidos como França, Alemanha e Canadá, embora apresentem economia
estável, possuem elevados índices de desigualdade social.
Comentários
Nos anos 2000, houve uma melhora na distribuição de renda no Brasil. No entanto, o país continua
sendo um dos mais desiguais do mundo. O Brasil apresenta Índice de Gini superior a 0,4 indicando
que o país acentuada concentração da renda. Na América Latina, Argentina e México apresentam
melhores indicadores que o Brasil. Entre os países do G20 (das Grandes Economias), a África do Sul
é o único que supera o Brasil em desigualdade social, uma vez que o índice supera 0,6.
Gabarito: A

15. (Unesp 2011)

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Cândido Portinari conseguiu retratar em suas obras o dia a dia do brasileiro comum,
procurando denunciar os problemas sociais do nosso país. No quadro Os Retirantes,
produzido em 1944, Portinari expõe o sofrimento dos migrantes, representados por pessoas
magérrimas e com expressões que transmitem sentimentos de fome e miséria.

Sobre o tema desta obra, afirma-se:


I. Essa migração foi provocada pelo baixo índice de mortalidade infantil do Nordeste,
associado à boa distribuição de renda na região.
II. Contribuíram para essa migração os problemas de cunho social da região Sul, com altas
taxas de mortalidade infantil.
III. Os retirantes fugiram dos problemas provocados pela seca, pela desnutrição e pelos altos
índices de mortalidade infantil no Nordeste.
IV. Contribuíram para essa migração a desigualdade social, no Nordeste.

É correto apenas o que se afirma em


A) I.
B) I e II.
C) II, III e IV.
D) III e IV.
E) IV.
Comentários

As obras de arte como expressões culturais podem exercer vários papéis, inclusive em
transversalidades, como política e psicanálise. Obras como o quadro “Os Retirantes” podem ser

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interpretadas pelo seu viés político como expressão ou forma de protesto contra a situação de
injustiça social.
A afirmativa I é falsa: alguns aspectos que provocaram fortes migrações de nordestinos do Sertão
para outras áreas foram, entre outras, a mortalidade infantil e a má distribuição de renda;
A afirmativa II é falsa: na região Sul, as taxas de mortalidade infantil estão entre as menores do
Brasil.
Gabarito: D

16. (Enem cancelado 2009)


No Brasil, entre 2001 e 2007, a renda per capita dos mais pobres cresceu substancialmente. O
crescimento anual da renda dos 10% mais pobres foi de 7%, quase três vezes maior que a
média nacional de 2,5%. Observe-se que, entre 2001 e 2007, houve dois momentos bastante
distintos do crescimento da renda dos grupos. Entre 2001 e 2003, a renda média per capita
decresceu a uma taxa de 3% ano. Entre 2003 e 2007 essa renda média cresceu 5,4%.
Considera-se classe média, aqui, os extratos situados entre o terceiro e o oitavo décimos da
distribuição de renda representada nos gráficos.

Com relação à taxa de crescimento médio da renda familiar per capita entre 2001 e 2003 e
considerando-se a distribuição das classes sociais no Brasil, o gráfico mostra que
A) a renda da classe média apresentou decréscimo.
B) a renda familiar per capita cresceu para os grupos especificados.
C) a renda dos 10% mais pobres foi o dobro da média nacional.
D) ela decresceu linearmente com relação aos décimos da distribuição.
E) o decréscimo mais acentuado foi para os 10% mais ricos, sendo de 2,8%.
Comentários

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As políticas públicas, adotadas pelo governo federal, favoreceram o crédito e a inserção parcial
através de programas sociais como bolsa família.
A alternativa [B] é falsa, a classe média apresentou decréscimo.
A alternativa [C] é falsa, o crescimento é inferior à média.
A alternativa [D] é falsa, decresceu de modo não linear.
A alternativa [E] é falsa, o decréscimo foi de 3,9%.
Gabarito: A

TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:


Basta uma gota de sangue para que um chip, criado por cientistas brasileiros do Instituto de
Física da USP de São Carlos, consigam detectar, em poucos segundos e com baixo custo, se
alguém está infectado com malária, leishmaniose e Chagas.

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17. (Fatec 2013)


A Geografia colabora com a medicina, mapeando informações geográficas das doenças e da
assistência médica oferecida.
Sobre as doenças citadas na matéria, é correto afirmar que
A) são comuns na região Centro-Oeste e no Nordeste Brasileiro, devido ao elevado índice de
umidade dessas regiões.

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B) são transmitidas por insetos, que encontram nos países de clima temperado um habitat
ideal para seu desenvolvimento.
C) estão associadas às “casas de pau-a-pique”, construções comuns em regiões que passaram
pelo processo de conurbação e de macrocefalia urbana.
D) estão correlacionadas com fatores socioeconômicos, pois se manifestam principalmente
nos países com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) elevado.
E) estão entre as enfermidades rotuladas como doenças tropicais e são um grave problema,
considerando o alto índice de mortalidade associado a elas.
Comentários
[A] INCORRETO – A região nordeste caracteriza-se por baixa umidade em decorrência do
predomínio do clima semiárido.
[B] INCORRETO – As doenças mencionadas no texto são características de áreas tropicais.
[C] INCORRETO – As doenças mencionadas são características de áreas rurais ou de menor
urbanização.
[D] INCORRETO – As doenças mencionadas são típicas de países com baixo IDH.
[E] CORRETO – As doenças mencionadas são típicas de áreas tropicais, afetando considerável
população que é privada de saneamento e assistência médica.
Gabarito: E

18. (Feevale 2016)


O PISA – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes – é um exame elaborado pela
Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em diferentes países,
visando a avaliar a aprendizagem de estudantes na faixa dos 15 anos, nas áreas de Leitura,
Matemática e Ciências. Observe o gráfico a seguir que apresenta os resultados do Brasil em
cada uma das edições do PISA.

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A respeito do tema e do gráfico, fazem-se as seguintes afirmações.


I. Apesar da melhora do desempenho no período 2000-2012, os estudantes brasileiros ainda
apresentaram resultados inferiores aos da maioria dos países avaliados no PISA.
II. A diminuição no crescimento dos índices do PISA no Brasil é resultado de políticas públicas
de redução dos investimentos em educação na última década.
III. A educação também é uma das dimensões consideradas no cálculo do IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano) dos países, juntamente com renda e longevidade.

Marque a alternativa correta.


A) Apenas a afirmação I está correta.
B) Apenas a afirmação II está correta.
C) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
D) Todas as afirmações estão corretas.
E) Nenhuma afirmação está correta.
Comentários
O item [II] está incorreto, conforme o gráfico, houve um aumento dos índices PISA no Brasil. A
melhora é considerada pequena, visto que o país tem ficado entre os últimos colocados em
matemática, leitura e ciências. O investimento em educação também aumentou, embora ainda
insuficiente.
Gabarito: C

19. (Espcex (Aman) 2016)


O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é usado pelo Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento (PNUD) para avaliar o nível de bem-estar social de um país. Sobre o IDH,
podemos afirmar que
I. o cálculo desse índice é feito com base nos seguintes indicadores socioeconômicos:
longevidade, nível de instrução e PIB per capita.
II. tal como o coeficiente de Gini, os valores do IDH variam entre 0 e 1, e quanto mais
próximos a zero, mais elevado será o IDH, isto é, melhores serão as condições de vida de um
país.
III. o Brasil possui um IDH que o classifica acima da média de muitos países em
desenvolvimento, porém encontra-se ainda atrás de países como a Argentina e o Uruguai.
IV. os IDHs apresentados pelos estados do Maranhão e de Alagoas, no Nordeste brasileiro,
estão entre os piores do mundo, inferiores aos de países africanos, como Zimbábue e Lesoto.

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Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas.


A) I e III
B) II e IV
C) III e IV
D) I, II e III
E) I, II e IV
Comentários
Os itens incorretos são:
[II] O Índice de Gini mede desigualdade social, quanto mais próximo de 0 mais igualitário, quanto
mais próximo de 1 mais desigual;
[IV] Apesar do IDH de alguns estados do Nordeste brasileiro como Maranhão e Alagoas estarem
entre os menores do país, são melhores do que os verificados em nações africanas.
Gabarito: A

20. (G1 - cftmg 2016)


Analise o gráfico a seguir:

A partir da análise dos dados do gráfico, afirma-se que:


I. O Brasil, apesar de possuir um baixo Índice de Desenvolvimento Humano, possui um nível
de desigualdade social similar ao dos países desenvolvidos.
II. A posição dos países emergentes no gráfico confirma a heterogeneidade socioeconômica
desse grupo.

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III. O conjunto de países representados na parte superior do gráfico apresenta melhores


índices sociais.
IV. Para a definição do desenvolvimento social dos países, é necessário avaliar a relação
inversa dos índices representados.

Estão corretas apenas as afirmativas:


A) I e II.
B) I e III.
C) II e IV.
D) III e IV.
Comentários
Os itens incorretos são:
[I] o Brasil apresenta IDH elevado e acentuada desigualdade social, similar a países
subdesenvolvidos periféricos africanos;
[III] o desenvolvimento social é representado pelo Índice de Desenvolvimento Humano, composto
por renda per capita, escolaridade e expectativa de vida, assim quanto mais próximo de 1, maior a
qualidade de vida ou desenvolvimento social.
Gabarito: C

21. (Unesp 2016)

A charge ironiza uma das variáveis que compõem o cálculo do Índice de Desenvolvimento
Humano proposto pela Organização das Nações Unidas, a saber,
A) a renda, pela referência ao dia em que as personagens almoçaram.
B) a expectativa de vida, pela alusão ao condicionamento físico da personagem que move o
carrinho.

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C) a renda, pela referência aos objetos de alto valor agregado que as personagens carregam.
D) a escolaridade, pela alusão à língua portuguesa empregada em sua forma padrão pelas
personagens.
E) a mobilidade, pela referência ao meio de transporte utilizado pelas personagens.
Comentários
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é integrado pela expectativa de vida, média de anos
de estudo e renda per capita. A renda per capita constitui a divisão do PIB (Produto Interno Bruto)
pela população absoluta. Como é uma média, não afere a distribuição social da renda dos países.
Gabarito: A

22. (Pucpr 2015)


Observe o quadro abaixo:

Médio
Indicadores Máximo Mínimo do
Brasil
Densidade demográfica 2007 Rio de Janeiro (SE) Roraima (N)
21,60
(hab/km³) 352.90 1.80
Piauí (NE)
População urbana 2006 (%) São Paulo (SE) 94.50 84.50
62.10
Rio Grande
Taxa de natalidade 2008
Roraima (N) 29.50 do Sul (S) 16,30
(por 1000)
12,6
Santa Catarina (S) Alagoas (NE)
Longevidade (anos) 72.60
75.30 66.80
Santa Catarina (S) Alagoas (NE)
2007 Homens 68.80
72.10 62.90
Rio Grande do Sul Alagoas (NE)
2007 Mulheres 76.40
(S) 78.80 70.90
Santa
Mortalidade infantil Maranhão (NE)
Catarina (S) 39.30
(até 5 anos) (por 1000) 85.70
16.80
Rio de Janeiro (SE) Maranhão
Médicos (por 1000 hab.) 2006 1.70
3.40 (NE) 0.60
Leitos hospitalares 2005 (por Rio de Janeiro (SE) Amapá (N)
24.00
10.000 hab.) 29.30 1.30
Distrito
Analfabetismo (%) 2006 (pop.
Alagoas (NE) 26.40 Federal (CO) 10.40
15-17 anos)
3.80
Ensino médio (%) 2000 (pop. São Paulo (SE) 53.60 Alagoas (NE) 34.40

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15-17 anos) 13.40


Domicílios com água corrente Rondônia (N)
São Paulo (SE) 96.40 34.50
2006 (%) 38.60
Domicílios com refrigerador Santa Catarina (S) Maranhão
89.20
2006 (%) 98.50 (NE) 77.80
Rio de Janeiro (SE) Maranhão
Domicílios com TV 2006 (%) 93.00
98.60 (NE) 77.70
Distrito Federal (CO) Maranhão
Domicílios com carro 2000 (%) 32.30
52.10 (NE) 7.80
Distrito Federal (CO)
824.00 Maranhão
Renda/per capta (R$) 2007 390.00
São Paulo (SE) (NE) 197.00
525.00
Santa
Renda dos 10% mais ricos
Paraíba (NE) 50.80 Catarina (S) 43.80
2007 (%)
36.70
Roraima (N)
PIB 205 (%) São Paulo (SE) 33.90 100.00
0.10
Distrito Federal (CO)
Piauí (NE)
PIB/per capita 205 (R$) 34.510 11.658
197.00
São Paulo (SE) 33.90
Distrito Federal (CO)
0.900 Alagoas (NE)
IDH 2007 0.816
Santa Catarina (S) 0.722
0.860
KOHLHEPP, Gerd. Disparidades regionais e planejamento regional no Brasil. Revista del CESLA
[on-line] 2010, 2, p. 457.

De acordo com os dados apresentados, é possível traçarmos algumas linhas de reflexão sobre
as disparidades regionais brasileiras. Tomando esses dados, é INCORRETO dizer que:
A) a densidade demográfica, aliada à quantidade de médicos (por 1.000 habitantes) e de
leitos hospitalares (por 10.000 habitantes), apresenta-se em níveis máximos no estado do Rio
de Janeiro.
B) inúmeros indicadores encontram-se abaixo ou acima da mídia nacional, como ι o caso da
mortalidade infantil no Maranhão ou da quantidade de leitos hospitalares no Amapá.
C) os indicadores densidade demográfica, população urbana, taxa de natalidade e
mortalidade infantil, quantidade de médicos e leitos hospitalares não têm nenhuma
correlação com o indicador IDH (índice de desenvolvimento humano).

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D) o percentual de domicílios que dispõem de água corrente, refrigeradores, televisores e


carro é um importante indicador de pobreza sazonal ou crônica, sendo os estados do Norte e
Nordeste os que apresentam os menores índices nesses quesitos.
E) em termos puramente econômicos, a maior diferença se dá no indicador PIB e PIB/per
capita.
Comentários
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é integrado pela renda per capita, expectativa de vida
e média de anos de estudo. Indicadores como mortalidade, natalidade, acesso a médicos e a leitos
hospitalares possuem correlação com o IDH, visto que se referem às condições de saúde da
população e, portanto, repercutem na expectativa de vida.
Gabarito: C

23. (Espm 2015)


As classificações do IDH têm por base limiares fixos para os IDH, que derivam dos quartis da
distribuição dos indicadores componentes. Os limiares são:

 Grupo que registra um desenvolvimento humano muito elevado – IDH superior ou igual a
0,800;
 Grupo que registra um desenvolvimento humano elevado – Valores de IDH entre 0,700 e
0,799;
 Grupo que registra um desenvolvimento humano médio – Valores de IDH entre 0,550 e
0,699; e
 Grupo que registra um desenvolvimento humano baixo – Valores de IDH inferiores a
0,550.
Fonte: IBGE, 2015.
Em relação ao texto é correto afirmar:
A) O órgão responsável pelo estudo é o PNUD e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano médio.
B) O órgão responsável pelo estudo é o Banco Mundial e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano elevado.
C) O órgão responsável pela elaboração do estudo é o PNUD e o Brasil encontra-se no grupo
de desenvolvimento humano elevado.
D) O órgão responsável pelo estudo é o UNICEF e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano médio.
E) O órgão responsável pelo estudo é o Banco Mundial e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano muito elevado.
Comentários

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Como mencionado corretamente na alternativa [C], o PNUD (Programa das Nações Unidas para o
desenvolvimento) é um órgão da ONU cujo objetivo é promover o desenvolvimento e eliminar a
pobreza no mundo, e dentre outros, tem como função produzir relatórios sobre o
desenvolvimento humano, como o IDH, que no caso brasileiro, é classificado como elevado.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque a classificação do Brasil é como elevado;
[B], [D], e [E], porque os órgãos citados não são os responsáveis pela elaboração do IDH.
Gabarito: C

24. (Acafe 2015)


Em setembro de 2000, foram aprovadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova
York, as resoluções da Declaração do Milênio. Nesse encontro, foram estabelecidas as Metas
do Desenvolvimento do Milênio.
Sobre essas metas, todas as alternativas estão corretas, exceto a:
A) O relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em
setembro de 2014, apontou avanços na luta global contra a insegurança alimentar e colocou
o Brasil fora do mapa da fome, embora ainda existam pessoas que sofrem restrição
alimentar.
B) A educação básica universal, uma das metas do Desenvolvimento do Milênio, deve ser
buscada todos os dias e ela aparece na composição do cálculo do Índice de Desenvolvimento
Humano – IDH, juntamente com a saúde e a renda per capita.
C) A fome é uma das principais consequências da extrema pobreza e envolve também
questões relacionadas à insegurança alimentar e a saúde, colocando-a, por isso, como o
primeiro objetivo da Declaração do Milênio.
D) Os avanços para atingir as Metas do Desenvolvimento do Milênio têm sido equilibrados e
iguais nas diferentes regiões do planeta, o que demonstra o empenho de todas as nações em
alcançar e garantir a sustentabilidade para todos.
Comentários
Como mencionado corretamente nas alternativas [A], [B], e [C], uma das principais metas da
Declaração do Milênio é a erradicação da fome, cujo predomínio se dá em países
subdesenvolvidos. Ao lado da insegurança alimentar, a educação é também prioridade, haja vista
ser um processo que alavanca o desenvolvimento humano do país.
A alternativa [D] está incorreta porque não há equilíbrio na execução ou resultados da Declaração
do Milênio, haja vista que, alguns países não têm registrado avanços em suas estatísticas.
Gabarito: D

25. (Ufrgs 2015)


Considere a tabela abaixo, sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que é uma
medida comparativa usada para classificar a qualidade de vida oferecida por um país aos seus
habitantes.

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Rendimento
Média de
Nacional
Classifi Expectativa anos de
IDH Bruto
cação País de Vida escolarida
Valor (RNB) per
do IDH (anos) de
capita
(anos)
(em dólar)
1° Noruega 0,943 81,1 12,6 47557
4° EUA 0,910 78,5 12,4 43557
45° Argentina 0,797 75,9 9,3 14527
51° Cuba 0,776 79,1 9,9 5416
84° Brasil 0,718 73,5 7,2 10162
173° Zimbábue 0,376 51,4 7,2 376
174° Etiópia 0,363 59,3 1,5 971

Disponível em: <http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH_global_2011.aspx>. Acesso em:


8 set. 2014.
Com base na tabela, considere as seguintes afirmações.
I. Cuba apresenta expectativa de vida, média de anos de escolaridade e rendimento per
capita superiores aos do Brasil.
II. Brasil e Zimbábue apresentam, em média, a mesma escolaridade.
III. Zimbábue apresenta maior IDH em relação à Etiópia, devido à média de anos de
escolaridade.

Quais estão corretas?


A) Apenas I.
B) Apenas II.
C) Apenas III.
D) Apenas II e III.
E) I, II e III.
Comentários
[I] INCORRETA. O rendimento per capita de Cuba é inferior ao do Brasil.
[II] CORRETA. Os dados apresentados apontam que Brasil e Zimbábue apresentam a mesma
escolaridade.
[III] CORRETA. A média de anos de escolaridade de Zimbábue é expressivamente maior que a da
Etiópia, colocando-a em uma posição superior com relação à Etiópia.
Gabarito: D

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26. (Upf 2014)


O Atlas Brasil 2013, divulgado recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD), apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e publica
dados referentes às condições de vida dos brasileiros nos últimos 20 anos, considerando
longevidade, educação e renda.

O IDH é expresso por um número, que varia entre 0 e 1 e compreende as seguintes faixas:

0 – 0499 Muito Baixo

0,500 – 0,599 Baixo

0,600 – 0, 699 Médio

0,700 – 0,799 Alto

0,800 – 1 Muito Alto

Sobre os dados publicados, é correto afirmar:


A) A maioria dos municípios das regiões Sul, Sudeste e Norte é classificada com o índice
“Alto” e “Muito Alto Desenvolvimento Humano”, demonstrando redução da desigualdade.
B) A maior concentração de municípios com índice “Muito Alto Desenvolvimento Humano”
está nas regiões Sudeste e Sul e na capital federal.
C) Os municípios da região Nordeste apresentaram o maior crescimento do IDH referente à
longevidade da sua população, colocando-se no mesmo nível da região Sul nesse quesito.
D) A renda per capita do brasileiro cresceu 14,2% no período, elevando para a categoria de
“Alto Desenvolvimento Humano” 90% dos municípios brasileiros.
E) O indicador educação é o que menos contribui para o IDH nacional, embora apresente um
crescimento contínuo, impulsionado pelo avanço da escolaridade da população adulta e pelo
aumento de ingresso e de permanência de jovens no ensino médio.
Comentários
O Brasil ainda apresenta grandes desigualdades regionais. A maioria dos municípios com IDH
(Índice de Desenvolvimento Humano) muito elevado localiza-se nas regiões Sul, Sudeste, além do
Distrito Federal. O IDH é integrado por renda per capita, média de anos de estudo e expectativa de
vida.
Gabarito: B

27. (G1 - IFCE 2014)


O subdesenvolvimento é uma realidade do sistema capitalista que atinge a maior parte dos
países do mundo. Dentre as suas características, destacam-se, exceto
A) dependência econômica e alto endividamento externo e interno.

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B) predominância do setor primário na ocupação da população economicamente ativa na


grande maioria de países.
C) grandes desigualdades sociais e concentração de renda.
D) baixo nível de instrução e qualificação da maioria da população.
E) alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e alta esperança de vida ao nascer.
Comentários
Os países subdesenvolvidos apresentam diferentes IDHs, alguns muito elevado e elevado, mas a
maioria tem médio e baixo. A maioria apresenta baixa e média expectativa de vida ao nascer.
Gabarito: E

28. (Ufsm 2014)


Observe o gráfico:

Conforme o gráfico, é correto afirmar:


I. Há uma tendência que revela a relação entre o número de médicos por habitante e o Índice
de Desenvolvimento Humano dos países.
II. Identificam-se grupos de países que apresentam distribuição aleatória em relação a
número de médicos por habitante e Índice de Desenvolvimento Humano.
III. Estados Unidos, Canadá e Inglaterra são exemplos de países que apresentam relação
significativa entre número de médicos por habitante e Índice de Desenvolvimento Humano.

Está(ão) correta(s)
A) apenas I.
B) apenas III.

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C) apenas I e II.
D) apenas II e III.
E) I, II e III.
Comentários
De modo geral, quanto maior o número de médicos por habitante, maior o IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano). Nações desenvolvidas com IDH muito elevado como EUA, Reino Unido
e Canadá tem significativo número de médicos. Existem casos específicos, Cuba tem elevado
número de médicos por habitante, não correspondendo ao IDH, visto que a renda per capita é
mais baixa. Porém, o país tem bons indicadores de saúde e educação.
Gabarito: E

29. (Uem 2014)


Sobre as desigualdades sociais, a pobreza e os indicadores econômicos, assinale o que for
correto.
01) O Índice de Pobreza Humana (IPH) considera diversos indicadores para verificar a
porcentagem de pessoas em uma população que sofre privações em quatro dimensões
básicas da vida: a longevidade, o conhecimento, a provisão econômica e a inclusão social.
02) A linha de pobreza é um recorte espacial efetuado nas cidades para zonear os bairros em
classes sociais, dividindo a área urbana em bairros de alto, de médio e de baixo padrão.
04) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é construído com base em três grandes
indicadores: a expectativa de vida, o nível de instrução e o produto interno bruto per capita.
08) No Brasil, a concentração de renda está vinculada, entre outros aspectos, ao monopólio
da terra pela elite de latifundiários e ao nível de salários reduzidos na economia urbano-
industrial.
16) O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos mais tradicionais indicadores do desempenho
social, sendo suficiente tanto para medir as desigualdades sociais entre países como para
avaliar a distribuição de renda de um determinado país.
Comentários
[01] CORRETA – A afirmativa descreve corretamente as variáveis consideradas para se estimar o
IPH de um país.
[02] INCORRETA – A “linha da pobreza” é o termo que designa a baixa ou ausência de renda de
parcela da população dos países.
[04] CORRETA – A afirmativa descreve corretamente as variáveis consideradas para se estimar o
IDH de um país.
[08] CORRETA – Os baixos salários sustentados pela mais-valia e a concentração da terra, em um
país de tradição agrícola, são considerados como fatores da concentração de renda no Brasil.

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[16] INCORRETA – O indicador mais adequado à quantificação das desigualdades é o índice de Gini.
Gabarito: 01 + 04 + 08 = 13.

30. (Ufpr 2014)


Observe a tabela abaixo:

População PIB Índice de Crescimento IDH


Países
(2011) 2011 Gini (2011) do PIB (2012) 2011
US$
194 2,5 0,718
Brasil 0,539 1,5%
milhões trilhõ (alto)
es
US$
0,687
1,34 7,32
China 0,474(*) 7,8% (médi
bilhão trilhõ
o)
es
US$ 0,910
313,8 15,09 (muit
EUA 0,450 2,2%
milhões trilhõ o
es alto)
(*) Dado para 2012.

Fontes: Revista Época, n. 756, 12 nov. 2012; Income inequality: Delta blues. The
Economist, 23 jan. 2013; UNDP. Human development report 2011.

Com base na tabela e nos conhecimentos de Geografia, assinale a alternativa correta.


A) O índice de Gini revela que a tradição liberal dos EUA se reflete em uma desigualdade de
renda mais elevada que a dos outros países selecionados.
B) A grande população da China torna difícil para esse país alcançar um IDH elevado devido
aos custos dos sistemas de saúde e de educação.
C) Os EUA possuem o maior PIB em virtude do volume de suas exportações de alta tecnologia
e das remessas de lucros de empresas multinacionais desse país para suas sedes.

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D) Embora possua o segundo maior PIB, o elevado contingente populacional da China implica
uma renda per capita baixa, refletida no seu nível de desenvolvimento humano.
E) A comparação entre Brasil e China mostra que o crescimento do PIB não tem efeito sobre o
IDH porque esse índice é calculado com base nas estatísticas de saúde e de educação.
Comentários
Como mencionado corretamente na alternativa [D], embora tenha o 2º maior PIB do planeta, a
China apresenta baixa renda per capita em razão de sua grande população absoluta.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque o coeficiente de Gini mensura a desigualdade social em uma escala de 0 a 1 em que 0
indica completa igualdade de renda e 1 completa desigualdade de renda;
[B], porque o IDH não depende do tamanho da população;
[C], porque mais da metade do PIB dos EUA é provida pelo setor terciário e as remessas de lucros
das transnacionais são direcionadas a ele, haja vista o grande número de empresas de origem
estadunidense;
[E], porque a renda também compõe o cálculo do IDH.
Gabarito: D

31. (Espm 2014)


Observe o mapa:

Ele está representando:


A) A densidade demográfica mundial.
B) O PIB mundial.
C) O IDH.
D) Os países mais populosos.

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E) Emissão de CO2.
Comentários
Como mencionado corretamente na alternativa [C], a maior intensidade do tema do mapa
representado por “muito alto” é encontrado majoritariamente em países desenvolvidos e,
portanto, correspondem ao IDH.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque países como Canadá e Austrália, registram baixa densidade demográfica;
[B], porque economias emergentes e países primos-exportador como Brasil e Arábia Saudita estão
entre os países de maior PIB;
[D], porque China e Índia são os dois países mais populosos do mundo e não correspondem à
maior intensidade do tema;
[E], porque a maior emissão de CO2 incluiria países como China e Índia.
Gabarito: C

32. (G1 - IFAL 2014)


No ano de 1990, já existiam mais de 10 milhões de pessoas infectadas pelo HIV naquele
continente. Desde o início da epidemia de AIDS, nos anos 1980, até os dias atuais, esse
número já ultrapassou o de 40 milhões de infectados.
A AIDS é um dos problemas que tem dificultado os avanços sociais no continente, mantendo
piora na esperança de vida e na configuração negativa do IDH (Índice de Desenvolvimento
Humano) do continente, onde a mortalidade é muito alta. Na Zona meridional, entre os anos
1980 e 2000, foram registradas as mortes de mais de 11 milhões de pessoas vítimas do vírus
da AIDS.
Em 1997, na Zona mais pobre, cerca de 1,5 milhão de crianças ficaram órfãs devido à AIDS.
Nos últimos anos, seus países perderam considerável camada da população
profissionalmente ativa, comprometendo o desenvolvimento econômico e social do
continente. Nos países onde a situação é mais grave, a taxa dessa perda varia entre 20%, 25%
e 33% Nos demais países, essa média é de 5%.
Porém, no continente a AIDS atinge todas as classes sociais e profissionais, de professores a
agricultores.
Texto adaptado de: http://www.infoescola.com/doencas/aids-na-africa/

O continente de que trata o texto é


A) América do Sul.
B) Ásia.
C) Oceania.
D) Europa.
E) África.

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Comentários
A África Subsaariana é a região do mundo mais afetada pela epidemia de HIV-Aids. A região tem
cerca de 1 milhão de mortos por ano devido à epidemia e um alto porcentual de jovens e
adolescentes infectados pelo vírus. A expansão da epidemia na África tem como causas:
precariedade dos sistemas de saúde, baixo nível educacional da população e a baixa renda que
resulta em dificuldades de acesso aos medicamentos. A epidemia diminuiu a expectativa de vida
em vários países. Apesar de grave, nos últimos anos, aumentou o acesso aos medicamentos na
África em decorrência da maior cooperação internacional e melhoria socioeconômica em alguns
países da região. Assim, houve uma diminuição da mortalidade.
Gabarito: E

33. (Fatec 2013)


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar
a qualidade de vida oferecida por um país aos seus habitantes, levando em consideração três
dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde.
O IDH vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o país.

Analise a tabela a seguir:

Rendimento
Média de Nacional
Classifica Expectativa
IDH anos de Bruto (RNB)
ção do País de Vida
Valor escolaridade per capita
IDH (anos)
(anos) (em dólar)

1º Noruega 0,943 81,1 12,6 47 557


4º EUA 0,910 78,5 12,4 43 017
45º Argentina 0,797 75,9 9,3 14 527
51º Cuba 0,776 79,1 9,9 5 416
84º Brasil 0,718 73,5 7,2 10 162
173º Zimbábue 0,376 51,4 7,2 376
174º Etiópia 0,363 59,3 1,5 971
(www://hdr.undp.org/en/media/HDR_2011_PT_Tables.pdf. Acesso em: 24.09.2012.
Adaptado)

Pode-se concluir corretamente que


A) a Etiópia, por contar com qualidade nos serviços de saúde e de saneamento ambiental,
ampliou a expectativa de vida de seus habitantes.

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B) o Zimbábue apresenta a média de anos de escolaridade igual à do Brasil e tem o


Rendimento Nacional Bruto superior ao da Etiópia.
C) Cuba, apesar de ter o rendimento nacional bruto elevado, não investe no setor
educacional e na saúde de sua população.
D) a Argentina, por estar em crise econômica, apresenta os índices de renda, educação e
saúde inferiores aos do Brasil.
E) a Noruega tem a maior classificação no IDH por, entre outros fatores, garantir vários anos
de escolaridade para seus habitantes.
Comentários
Como mencionado corretamente na alternativa [E], a escolaridade é um dos requisitos que garante
à Noruega a maior classificação do IDH.
Estão incorretas as alternativas:
[A], porque a Etiópia, país subdesenvolvido agrominerador, não apresenta qualidade de saúde e
saneamento;
[B], porque embora a média de anos seja idêntica à do Brasil, o Zimbábue possui menor RNB que a
Etiópia;
[C], porque possui baixo RNB embora tenha tradicional política de investimentos em educação e
saúde;
[D], porque a Argentina apresenta valores mais elevados que o Brasil nos critérios que definem o
IDH.
Gabarito: E

34. (Unioeste 2012)


Ao se estudar as fases do processo de desenvolvimento do capitalismo percebe-se que este
não se deu de forma igual em todos os países do mundo. Como um dos resultados desse
desenvolvimento desigual tem-se os países classificados como “desenvolvidos” e
“subdesenvolvidos”. Sabe-se, também, que somente índices econômicos não são suficientes
para compreender se um país possibilita boa qualidade de vida para a população ou não. Por
isso foi desenvolvido, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Analisando as afirmativas seguintes, que se referem ao IDH, assinale a alternativa correta.
A) Varia de 0 a 10,0.
B) Quanto mais próximo de 0, melhor a qualidade de vida da população.
C) Não consegue mostrar a evolução das desigualdades sociais entre os países.
D) Segundo esse índice os países podem ser classificados como de alto IDH (maior que 0,5) e
os de baixo IDH (menor que 0,5).
E) Considera, em seus cálculos, a expectativa de vida, níveis de educação e renda (através do
PIB per capita), que são consideradas as três dimensões básicas de desenvolvimento humano
de uma sociedade ou país.

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Comentários
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) foi criado pelo PNUD (Programa das Nações Unidas
para o Desenvolvimento), na década de 1990. Logo se tornou o indicador de qualidade de vida dos
países, mais utilizado em âmbito internacional. A nota final de cada país varia entre 0 (pior
condição de vida) até 1 (melhor condição de vida). Os países pesquisados são divididos em 4
grupos: IDH muito elevado, IDH elevado, IDH médio e IDH baixo. É integrado por três dimensões: a
renda, a educação e a saúde. O indicador de renda é a renda per capita (PIB – Paridade de Poder
de Compra/População), a média de anos de estudo/expectativa de anos de estudo e a expectativa
de vida (em anos).
Gabarito: E

35. (Feevale 2012)


“O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), classifica o Brasil na 84ª
posição entre 187 países avaliados pelo índice.”
(Disponível em: <http://g1.globo.com/brasil/noticia>. Acesso em: 04 nov. 2011.)

Sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que pesquisa a qualidade de vida das
populações, e os resultados deste ano, são feitas algumas afirmações.
I. A Noruega, neste ano, ocupa a 1ª posição do ranking.
II. O Brasil está no grupo dos Países considerados de desenvolvimento humano elevado,
tendo os melhores indicadores da América Latina.
III. O IDH analisa dados referentes à renda, saúde e escolaridade. No caso brasileiro, a média
de escolaridade da população não chega ao Ensino Fundamental completo.

Marque a alternativa correta.


A) Apenas a afirmação I está correta.
B) Apenas as afirmações I e II estão corretas.
C) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
D) Apenas as afirmações II e III estão corretas.
E) Todas as afirmações estão corretas.
Comentários
O IDH é composto pela renda per capita, média de anos de estudo/expectativa de anos de estudo
e expectativa de vida. A afirmação incorreta é a II, pois na América Latina, o Brasil não está entre
os países com melhor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), nações como Chile, Argentina,
Uruguai, México, Cuba, Costa Rica, entre outras apresentam posições melhores.
Gabarito: C

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36. (Ucs 2012)


Embora, com base no PIB (Produto Interno Bruto), apurado pelo FMI (Fundo Monetário
Internacional), o Brasil esteja entre os dez primeiros países na economia mundial, na
classificação baseada no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que varia em uma escala
de 0 a 1, ele está na 20ª posição no ranking da América Latina, cuja primeira posição pertence
ao Chile. O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) estabeleceu, em
2011, que os 47 países com o maior IDH são Países de Desenvolvimento Humano Muito
Elevado. O último colocado nessa classificação atingiu IDH igual a 0,793.
A tabela a seguir apresenta dados do IDH, constantes no relatório do Desenvolvimento
Humano de 2011, do PNUD.

País IDH
1º Noruega 0,943
2º Austrália 0,929
3º Holanda 0,910
4º Estados Unidos 0,910
5º Nova Zelândia 0,908
6º Canadá 0,908

44º Chile 0,805

73º Venezuela 0,735

84º Brasil 0,718

República Democrática
187º 0,286
do Congo

(Disponível em: <http://www.redeacqua.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2012. – Adaptado.)

Considerando as informações do texto e da tabela acima, assinale a alternativa correta.


A) Os continentes em que o país com o IDH mais elevado e o país com o IDH mais baixo estão
localizados são, respectivamente, Europa e Ásia.
B) A Nova Zelândia, que está entre os cinco países com o maior IDH, encontra-se no
continente africano.
C) A diferença entre o IDH do Brasil e o IDH do país da América do Sul com maior
desenvolvimento humano é de 0,87%.
D) Mantido o IDH dos demais países, se o Brasil tivesse atingido mais 0,076 pontos, teria sido
classificado como País de Desenvolvimento Humano Muito Elevado.

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E) Entre os países da América Latina com maior IDH, estão o Chile e a Venezuela, que são as
duas únicas nações da América do Sul a não fazerem divisa com o Brasil.
Comentários
O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é composto pela renda per capita (PNB per capita),
expectativa de vida e educação (média de anos de estudo e expectativa de anos de estudo). O
Brasil foi classificado no IDH de 2011 no grupo de IDH elevado, para atingir o grupo de IDH muito
elevado, o país teria que ter 0,076 a mais de pontuação, atingindo 0,794. Na América do Sul, o IDH
do Brasil é inferior ao de países como Chile, Argentina, Uruguai, Venezuela e Peru.
Gabarito: D

1. (Enem 2000)
As sociedades modernas necessitam cada vez mais de energia. Para entender melhor a
relação entre desenvolvimento e consumo de energia, procurou-se relacionar o índice de
Desenvolvimento Humano (IDH) de vários países com o consumo de energia nesses países.
O IDH é um indicador social que considera a longevidade, o grau de escolaridade, o PIB
(Produto Interno Bruto) "per capita" e o poder de compra da população. Sua variação é de 0
a 1. Valores do IDH próximos de 1 indicam melhores condições de vida.
Tentando-se estabelecer uma relação entre o IDH e o consumo de energia "per capita" nos
diversos países, no biênio 1991-1992, obteve-se o gráfico a seguir, onde cada ponto isolado
representa um país, e a linha cheia, uma curva de aproximação.

Fonte: GOLDEMBERG, J. Energia, meio ambiente e desenvolvimento. São Paulo: Edusp, 1998.

Com base no gráfico, é correto afirmar que:

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A) quanto maior o consumo de energia "per capita", menor é o IDH.


B) os países onde o consumo de energia "per capita" é menor que 1 TEP não apresentam
bons índices de desenvolvimento humano.
C) existem países com IDH entre 0,1 e 0,3 com consumo de energia "per capita" superior a 8
TEP.
D) existem países com consumo de energia "per capita" de 1 TEP e de 5 TEP que apresentam
aproximadamente o mesmo IDH, cerca de 0,7.
E) os países com altos valores de IDH apresentam um grande consumo de energia "per
capita" (acima de 7 TEP).
2. (Enem PPL 2012)

Cada uma das personagens adota uma forma diferente de designar os países “não
desenvolvidos”, porém, atualmente tem-se adotado a terminologia “países em
desenvolvimento” porque
A) representa melhor a ausência de desigualdades econômicas que se observa hoje entre
essas nações.
B) facilita as relações comerciais no mercado globalizado, ao aproximar países mais e menos
desenvolvidos.
C) indica que os países estão em processo de desenvolvimento, reduzindo o estigma inerente
ao termo “subdesenvolvidos”.
D) demonstra o crescimento econômico desses países, que vem sendo maior ao longo dos
anos, erradicando as desigualdades.
E) reafirma que durante a Guerra Fria os países que eram subdesenvolvidos alcançaram
estágios avançados de desenvolvimento.

3. (Enem cancelado 2009)

Por volta de 1880, com o progresso de uma economia primária e de exportação, consolidou-
se em quase toda a América Latina um novo pacto colonial que substituiu aquele imposto por
Espanha e Portugal. No mesmo momento em que se afirmou o novo pacto colonial começou
a se modificar em sentido favorável à metrópole. A crescente complexidade das atividades

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ligadas aos transportes e às trocas comerciais multiplicou a presença dessas economias


metropolitanas em toda a área da América Latina: as ferrovias, as instalações frigoríficas, os
silos e as usinas, em proporções diversas conforme a região, tornaram-se ilhas econômicas
estrangeiras em zonas periféricas.
DONGHI, T. H. História da América Latina. 2ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005 (adaptado).

De acordo com o texto, o pacto colonial imposto por Espanha e Portugal a quase toda a
América Latina foi substituído em função
A) das ilhas de desenvolvimento instaladas nas periferias das grandes cidades.
B) da restauração, por volta de 1880, do pacto colonial entre a América Latina e as antigas
metrópoles.
C) do domínio, em novos termos, do capital estrangeiro sobre a economia periférica, a
América Latina.
D) das ferrovias, frigoríficos, silos e usinas instaladas em benefício do desenvolvimento
integrado e homogêneo da América Latina.
E) do comércio e da implantação de redes de transporte, que são instrumentos de
fortalecimento do capital nacional frente ao estrangeiro.

4. (Enem cancelado 2009)

Entre as promessas contidas na ideologia do processo de globalização da economia estava a


dispersão da produção do conhecimento na esfera global, expectativa que não se vem
concretizando. Nesse cenário, os tecnopolos aparecem como um centro de pesquisa e
desenvolvimento de alta tecnologia que conta com mão de obra altamente qualificada. Os
impactos desse processo na inserção dos países na economia global deram--se de forma
hierarquizada e assimétrica. Mesmo no grupo em que se engendrou a reestruturação
produtiva, houve difusão desigual da mudança de paradigma tecnológico e organizacional. O
peso da assimetria projetou- se mais fortemente entre os países mais desenvolvidos e
aqueles em desenvolvimento.
BARROS, F. A. F. Concentração técnico-científica: uma tendência em expansão no mundo
contemporâneo? Campinas: Inovação Uniemp, v. 3, nº 1, jan./fev. 2007 (adaptado).

Diante das transformações ocorridas, é reconhecido que


A) a inovação tecnológica tem alcançado a cidade e o campo, incorporando a agricultura, a
indústria e os serviços, com maior destaque nos países desenvolvidos.
B) os fluxos de informações, capitais, mercadorias e pessoas têm desacelerado, obedecendo
ao novo modelo fundamentado em capacidade tecnológica.
C) as novas tecnologias se difundem com equidade no espaço geográfico e entre as
populações que as incorporam em seu dia.

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D) os tecnopolos, em tempos de globalização, ocupam os antigos centros de industrialização,


concentrados em alguns países emergentes.
E) o crescimento econômico dos países em desenvolvimento, decorrente da dispersão da
produção do conhecimento na esfera global, equipara-se ao dos países desenvolvidos.

5. (Enem 2009)

Com a perspectiva do desaparecimento das geleiras no Polo Norte, grandes reservas de


petróleo e minérios, hoje inacessíveis, poderão ser exploradas. E já atiçam a cobiça das
potências.
KOPP, D. Guerra Fria sobre o Ártico. Le monde diplomatique Brasil. Setembro, n. 2, 2007
(adaptado).

No cenário de que trata o texto, a exploração de jazidas de petróleo, bem como de minérios –
diamante, ouro, prata, cobre, chumbo, zinco – torna-se atraente não só em função de seu
formidável potencial, mas também por
A) situar-se em uma zona geopolítica mais estável que o Oriente Médio.
B) possibilitar o povoamento de uma região pouco habitada, além de promover seu
desenvolvimento econômico.
C) garantir, aos países em desenvolvimento, acesso a matérias-primas e energia, necessárias
ao crescimento econômico.
D) contribuir para a redução da poluição em áreas ambientalmente já degradadas devido ao
grande volume da produção industrial, como ocorreu na Europa.
E) promover a participação dos combustíveis fósseis na matriz energética mundial, dominada,
majoritariamente, pelas fontes renováveis, de maior custo.

6. (Enem 2009)

No presente, observa-se crescente atenção aos efeitos da atividade humana, em diferentes


áreas, sobre o meio ambiente, sendo constante, nos fóruns internacionais e nas instâncias
nacionais, a referência à sustentabilidade como princípio orientador de ações e propostas
que deles emanam.
A sustentabilidade explica-se pela
A) incapacidade de se manter uma atividade econômica ao longo do tempo sem causar danos
ao meio ambiente.
B) incompatibilidade entre crescimento econômico acelerado e preservação de recursos
naturais e de fontes não renováveis de energia.

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C) interação de todas as dimensões do bem-estar humano com o crescimento econômico,


sem a preocupação com a conservação dos recursos naturais que estivera presente desde a
Antiguidade.
D) proteção da biodiversidade em face das ameaças de destruição que sofrem as florestas
tropicais devido ao avanço de atividades como a mineração, a monocultura, o tráfico de
madeira e de espécies selvagens.
E) necessidade de se satisfazer as demandas atuais colocadas pelo desenvolvimento sem
comprometer a capacidade de as gerações futuras atenderem suas próprias necessidades nos
campos econômico, social e ambiental.

7. (Enem 2007)
Quanto mais desenvolvida é uma nação, mais lixo cada um de seus habitantes produz. Além
de o progresso elevar o volume de lixo, ele também modifica a qualidade do material
despejado. Quando a sociedade progride, ela troca a televisão, o computador, compra mais
brinquedos e aparelhos eletrônicos. Calcula-se que 700 milhões de aparelhos celulares já
foram jogados fora em todo o mundo. O novo lixo contém mais mercúrio, chumbo, alumínio
e bário. Abandonado nos lixões, esse material se deteriora e vaza. As substâncias liberadas
infiltram-se no solo e podem chegar aos lençóis freáticos ou a rios próximos, espalhando-se
pela água.
"Anuário Gestão Ambiental" 2007, p. 47-8 (com adaptações).

A respeito da produção de lixo e de sua relação com o ambiente, é correto afirmar que
a) as substâncias químicas encontradas no lixo levam, frequentemente, ao aumento da
diversidade de espécies e, portanto, ao aumento da produtividade agrícola do solo.
b) o tipo e a quantidade de lixo produzido pela sociedade independem de políticas de
educação que proponham mudanças no padrão de consumo.
c) a produção de lixo é inversamente proporcional ao nível de desenvolvimento econômico
das sociedades.
d) o desenvolvimento sustentável requer controle e monitoramento dos efeitos do lixo sobre
espécies existentes em cursos d'água, solo e vegetação.
e) o desenvolvimento tecnológico tem elevado a criação de produtos descartáveis, o que
evita a geração de lixo e resíduos químicos.

8. (Enem 2002)
O Protocolo de Kyoto - uma convenção das Nações Unidas que é marco sobre mudanças
climáticas, - estabelece que os países mais industrializados devem reduzir até 2012 a emissão
dos gases causadores do efeito estufa em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990. Essa

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meta estabelece valores superiores ao exigido para países em desenvolvimento. Até 2001,
mais de 120 países, incluindo nações industrializadas da Europa e da Ásia, já haviam
ratificado o protocolo. No entanto, nos EUA, o presidente George W. Bush anunciou que o
país não ratificaria "Kyoto", com os argumentos de que os custos prejudicariam a economia
americana e que o acordo era pouco rigoroso com os países em desenvolvimento.
Adaptado do Jornal do Brasil, 11/04/2001.

Na tabela encontram-se dados sobre a emissão de CO2.

Emissões de CO2 desde Emissões anuais de CO2 per


Países
1950 (bilhões de toneladas) capita
Estados Unidos 186,1 16 a 36
União Europeia 127,8 7 a 16
Rússia 68,4 7 a 16
China 57,6 2,5 a 7
Japão 31,2 7 a 16
Índia 15,5 0,8 a 2,5
Polônia 14,4 7 a 16
África do Sul 8,5 7 a 16
México 7,8 2,5 a 7
Brasil 6,6 0,8 a 2,5
Word Resources 2000/2001.

Considerando os dados da tabela, assinale a alternativa que representa um argumento que se


contrapõe à justificativa dos EUA de que o acordo de Kyoto foi pouco rigoroso com países em
desenvolvimento.
A) A emissão acumulada da União Europeia está próxima à dos EUA.
B) Nos países em desenvolvimento as emissões são equivalentes às dos EUA.
C) A emissão per capita da Rússia assemelha-se à da União Europeia.
D) As emissões de CO2 nos países em desenvolvimento citados são muito baixas.
E) A África do Sul apresenta uma emissão anual per capita relativamente alta.

9. (G1 - Cftmg 2016)


Observe o mapa a seguir:

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São características das regiões cartografadas, EXCETO:


A) predomínio de baixos Índices de Desenvolvimento Humano Municipal.
B) concentração de habitantes em áreas de vulnerabilidade social.
C) carência de investimentos infraestruturais.
D) limite espacial com as cidades globais.

10. (Fuvest 2016)

Sobre as 20 aglomerações urbanas mais populosas do mundo, conforme gráfico ao lado, é


correto afirmar:

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A) A maioria delas se encontra na Ásia, e, dentre estas, predominam as localizadas em países


com economias desenvolvidas ou em desenvolvimento.
B) Mais de 50% delas encontram-se em países desenvolvidos, com alto PIB e alta distribuição
de renda.
C) 50% delas estão localizadas na América Latina, em países subdesenvolvidos e pouco
industrializados.
D) 25% delas estão em países da Europa Oriental, em que há boa distribuição de renda e
serviços públicos essenciais gratuitos.
E) O segundo maior número dessas aglomerações encontra-se em países da África, as quais
se caracterizam por baixo IDH.

11. (Fgvrj 2015)


Então, reduzir a desigualdade por meio da redistribuição prejudica o crescimento econômico?
Não, segundo dois estudos marcantes feitos por economistas do FMI (Fundo Monetário
Internacional), que dificilmente é uma organização de esquerda. O primeiro estudo examinou
as relações históricas entre desigualdade e crescimento e descobriu que os países com
desigualdade de renda relativamente baixa "têm mais êxito em alcançar um crescimento
econômico sustentado, em oposição a surtos ocasionais". O segundo, divulgado no mês
passado, analisou diretamente o efeito da redistribuição de renda e concluiu que "a
redistribuição parece geralmente benigna em termos de seu impacto sobre o crescimento.”
http://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/paul-krugman/2014/03/11/o-lugar-da-
distribuicao-de-renda-no-discurso-publico.htm

Assinale a afirmativa coerente com os argumentos do texto:


A) Os países da zona do euro menos afetados pela crise econômica foram aqueles que
adotam políticas redistribucionistas.
B) As políticas públicas de redistribuição de renda podem ter efeitos positivos para a
população mais pobre, mas promovem efeitos negativos no conjunto da economia nacional.
C) Os programas de redistribuição de renda afastam os mais pobres do mercado de trabalho,
resultando em desperdício de potencial humano.
D) Os países com desigualdade de renda relativamente baixa apresentam menos eficiência
econômica.
E) Nos Estados Unidos, as políticas redistribucionistas transformaram a desigualdade de
renda em igualdade de oportunidades.

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12. (Cefet MG 2013)

A partir da análise do gráfico, é correto afirmar que, nos países centrais, existe uma relação
direta entre desenvolvimento humano e
A) crise econômica.
B) superavit comercial.
C) produção tecnológica.
D) distribuição de renda.
E) quantidade populacional.

13. (Mackenzie 2012)

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De acordo com a charge acima e com os aspectos socioeconômicos do Brasil no período


apresentado, considere as afirmativas I, II e III.
I. A ascensão das classes D e E teve um salto a partir do Plano Real, oscilou durante o governo
de Fernando Henrique Cardoso e se acentuou no governo Lula, entre 2003 e 2010. Nesse
contexto, o Brasil superou totalmente a desigualdade crônica, vivida historicamente.
II. Apesar das oscilações do período 1995-2003 e da grande evolução do período 2004-2010,
a melhoria da condição social predominou. No entanto, ainda persistem grandes
desigualdades sociais no Brasil.
III. Houve, de um modo geral, uma melhora no padrão de distribuição de renda nacional.
Dessa forma, o Brasil hoje atingiu, em relação à concentração de renda, os padrões da Europa
Ocidental, hoje em crise.

Dessa forma,
A) apenas I e III estão corretas.
B) apenas I está correta.
C) apenas II está correta.
D) apenas II e III estão corretas.
E) apenas III está correta.

14. (Uftm 2012)


O Coeficiente de Gini é uma relação estatística para medir a desigualdade social, incluindo a
distribuição de renda, e varia de 0 (zero) a 1 (um). O gráfico apresenta, no período de 2005 a
2009, os coeficientes encontrados em alguns países do G20, onde para a distribuição de
renda o coeficiente 0 corresponde à completa igualdade na renda (todos detêm a mesma
renda per capita) e o coeficiente 1 corresponde à completa desigualdade entre as rendas.

A partir da análise do gráfico, é correto afirmar que, no período e dentre os países analisados,

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A) o Brasil é o segundo país com maior desigualdade na distribuição de renda dentre os


países do G20.
B) o Brasil apresenta a melhor taxa de distribuição de renda dos países da América Latina.
C) assim como no Brasil, os governos de países de economias emergentes priorizaram a
melhoria na distribuição de renda.
D) a África do Sul apresenta a melhor distribuição de renda do grupo em função dos recursos
minerais existentes em seu território.
E) países desenvolvidos como França, Alemanha e Canadá, embora apresentem economia
estável, possuem elevados índices de desigualdade social.

15. (Unesp 2011)


Cândido Portinari conseguiu retratar em suas obras o dia a dia do brasileiro comum,
procurando denunciar os problemas sociais do nosso país. No quadro Os Retirantes,
produzido em 1944, Portinari expõe o sofrimento dos migrantes, representados por pessoas
magérrimas e com expressões que transmitem sentimentos de fome e miséria.

Sobre o tema desta obra, afirma-se:


I. Essa migração foi provocada pelo baixo índice de mortalidade infantil do Nordeste,
associado à boa distribuição de renda na região.
II. Contribuíram para essa migração os problemas de cunho social da região Sul, com altas
taxas de mortalidade infantil.
III. Os retirantes fugiram dos problemas provocados pela seca, pela desnutrição e pelos altos
índices de mortalidade infantil no Nordeste.
IV. Contribuíram para essa migração a desigualdade social, no Nordeste.

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É correto apenas o que se afirma em


A) I.
B) I e II.
C) II, III e IV.
D) III e IV.
E) IV.

16. (Enem cancelado 2009)


No Brasil, entre 2001 e 2007, a renda per capita dos mais pobres cresceu substancialmente. O
crescimento anual da renda dos 10% mais pobres foi de 7%, quase três vezes maior que a
média nacional de 2,5%. Observe-se que, entre 2001 e 2007, houve dois momentos bastante
distintos do crescimento da renda dos grupos. Entre 2001 e 2003, a renda média per capita
decresceu a uma taxa de 3% ano. Entre 2003 e 2007 essa renda média cresceu 5,4%.
Considera-se classe média, aqui, os extratos situados entre o terceiro e o oitavo décimos da
distribuição de renda representada nos gráficos.

Com relação à taxa de crescimento médio da renda familiar per capita entre 2001 e 2003 e
considerando-se a distribuição das classes sociais no Brasil, o gráfico mostra que
A) a renda da classe média apresentou decréscimo.
B) a renda familiar per capita cresceu para os grupos especificados.
C) a renda dos 10% mais pobres foi o dobro da média nacional.
D) ela decresceu linearmente com relação aos décimos da distribuição.
E) o decréscimo mais acentuado foi para os 10% mais ricos, sendo de 2,8%.

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TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:


Basta uma gota de sangue para que um chip, criado por cientistas brasileiros do Instituto de
Física da USP de São Carlos, consigam detectar, em poucos segundos e com baixo custo, se
alguém está infectado com malária, leishmaniose e Chagas.

17. (Fatec 2013)


A Geografia colabora com a medicina, mapeando informações geográficas das doenças e da
assistência médica oferecida.

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Sobre as doenças citadas na matéria, é correto afirmar que


A) são comuns na região Centro-Oeste e no Nordeste Brasileiro, devido ao elevado índice de
umidade dessas regiões.
B) são transmitidas por insetos, que encontram nos países de clima temperado um habitat
ideal para seu desenvolvimento.
C) estão associadas às “casas de pau-a-pique”, construções comuns em regiões que passaram
pelo processo de conurbação e de macrocefalia urbana.
D) estão correlacionadas com fatores socioeconômicos, pois se manifestam principalmente
nos países com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) elevado.
E) estão entre as enfermidades rotuladas como doenças tropicais e são um grave problema,
considerando o alto índice de mortalidade associado a elas.

18. (Feevale 2016)


O PISA – Programa Internacional de Avaliação de Estudantes – é um exame elaborado pela
Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em diferentes países,
visando a avaliar a aprendizagem de estudantes na faixa dos 15 anos, nas áreas de Leitura,
Matemática e Ciências. Observe o gráfico a seguir que apresenta os resultados do Brasil em
cada uma das edições do PISA.

A respeito do tema e do gráfico, fazem-se as seguintes afirmações.


I. Apesar da melhora do desempenho no período 2000-2012, os estudantes brasileiros ainda
apresentaram resultados inferiores aos da maioria dos países avaliados no PISA.
II. A diminuição no crescimento dos índices do PISA no Brasil é resultado de políticas públicas
de redução dos investimentos em educação na última década.

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III. A educação também é uma das dimensões consideradas no cálculo do IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano) dos países, juntamente com renda e longevidade.

Marque a alternativa correta.


A) Apenas a afirmação I está correta.
B) Apenas a afirmação II está correta.
C) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
D) Todas as afirmações estão corretas.
E) Nenhuma afirmação está correta.

19. (Espcex (Aman) 2016)


O IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é usado pelo Programa das Nações Unidas para
o Desenvolvimento (PNUD) para avaliar o nível de bem-estar social de um país. Sobre o IDH,
podemos afirmar que
I. o cálculo desse índice é feito com base nos seguintes indicadores socioeconômicos:
longevidade, nível de instrução e PIB per capita.
II. tal como o coeficiente de Gini, os valores do IDH variam entre 0 e 1, e quanto mais
próximos a zero, mais elevado será o IDH, isto é, melhores serão as condições de vida de um
país.
III. o Brasil possui um IDH que o classifica acima da média de muitos países em
desenvolvimento, porém encontra-se ainda atrás de países como a Argentina e o Uruguai.
IV. os IDHs apresentados pelos estados do Maranhão e de Alagoas, no Nordeste brasileiro,
estão entre os piores do mundo, inferiores aos de países africanos, como Zimbábue e Lesoto.

Assinale a alternativa que apresenta todas as afirmativas corretas.


A) I e III
B) II e IV
C) III e IV
D) I, II e III
E) I, II e IV

20. (G1 - cftmg 2016)


Analise o gráfico a seguir:

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A partir da análise dos dados do gráfico, afirma-se que:


I. O Brasil, apesar de possuir um baixo Índice de Desenvolvimento Humano, possui um nível
de desigualdade social similar ao dos países desenvolvidos.
II. A posição dos países emergentes no gráfico confirma a heterogeneidade socioeconômica
desse grupo.
III. O conjunto de países representados na parte superior do gráfico apresenta melhores
índices sociais.
IV. Para a definição do desenvolvimento social dos países, é necessário avaliar a relação
inversa dos índices representados.

Estão corretas apenas as afirmativas:


A) I e II.
B) I e III.
C) II e IV.
D) III e IV.

21. (Unesp 2016)

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A charge ironiza uma das variáveis que compõem o cálculo do Índice de Desenvolvimento
Humano proposto pela Organização das Nações Unidas, a saber,
A) a renda, pela referência ao dia em que as personagens almoçaram.
B) a expectativa de vida, pela alusão ao condicionamento físico da personagem que move o
carrinho.
C) a renda, pela referência aos objetos de alto valor agregado que as personagens carregam.
D) a escolaridade, pela alusão à língua portuguesa empregada em sua forma padrão pelas
personagens.
E) a mobilidade, pela referência ao meio de transporte utilizado pelas personagens.

22. (Pucpr 2015)


Observe o quadro abaixo:

Médio
Indicadores Máximo Mínimo do
Brasil
Densidade demográfica 2007 Rio de Janeiro (SE) Roraima (N)
21,60
(hab/km³) 352.90 1.80
São Paulo (SE) Piauí (NE)
População urbana 2006 (%) 84.50
94.50 62.10
Taxa de natalidade 2008 Rio Grande do
Roraima (N) 29.50 16,30
(por 1000) Sul (S) 12,6
Santa Catarina (S) Alagoas (NE)
Longevidade (anos) 72.60
75.30 66.80
Santa Catarina (S) Alagoas (NE)
2007 Homens 68.80
72.10 62.90
Rio Grande do Sul Alagoas (NE)
2007 Mulheres 76.40
(S) 78.80 70.90
Mortalidade infantil Maranhão (NE) Santa Catarina
39.30
(até 5 anos) (por 1000) 85.70 (S) 16.80
Médicos (por 1000 hab.) Rio de Janeiro (SE) Maranhão
1.70
2006 3.40 (NE) 0.60
Leitos hospitalares 2005 (por Rio de Janeiro (SE) Amapá (N)
24.00
10.000 hab.) 29.30 1.30
Analfabetismo (%) 2006 (pop. DistritoFederal
Alagoas (NE) 26.40 10.40
15-17 anos) (CO) 3.80
Ensino médio (%) 2000 (pop. São Paulo (SE) Alagoas (NE)
34.40
15-17 anos) 53.60 13.40

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Domicílios com água corrente São Paulo (SE) Rondônia (N)


34.50
2006 (%) 96.40 38.60
Domicílios com refrigerador Santa Catarina (S) Maranhão
89.20
2006 (%) 98.50 (NE) 77.80
Rio de Janeiro (SE) Maranhão
Domicílios com TV 2006 (%) 93.00
98.60 (NE) 77.70
Domicílios com carro 2000 Distrito Federal Maranhão
32.30
(%) (CO) 52.10 (NE) 7.80
Distrito Federal
(CO) 824.00 Maranhão
Renda/per capta (R$) 2007 390.00
São Paulo (SE) (NE) 197.00
525.00
Renda dos 10% mais ricos Santa Catarina
Paraíba (NE) 50.80 43.80
2007 (%) (S) 36.70
São Paulo (SE) Roraima (N)
PIB 205 (%) 100.00
33.90 0.10
Distrito Federal
(CO) 34.510 Piauí (NE)
PIB/per capita 205 (R$) 11.658
São Paulo (SE) 197.00
33.90
Distrito Federal
(CO) 0.900 Alagoas (NE)
IDH 2007 0.816
Santa Catarina (S) 0.722
0.860
KOHLHEPP, Gerd. Disparidades regionais e planejamento regional no Brasil. Revista del CESLA
[on-line] 2010, 2, p. 457.

De acordo com os dados apresentados, é possível traçarmos algumas linhas de reflexão sobre
as disparidades regionais brasileiras. Tomando esses dados, é INCORRETO dizer que:
A) a densidade demográfica, aliada à quantidade de médicos (por 1.000 habitantes) e de
leitos hospitalares (por 10.000 habitantes), apresenta-se em níveis máximos no estado do Rio
de Janeiro.
B) inúmeros indicadores encontram-se abaixo ou acima da mídia nacional, como ι o caso da
mortalidade infantil no Maranhão ou da quantidade de leitos hospitalares no Amapá.
C) os indicadores densidade demográfica, população urbana, taxa de natalidade e
mortalidade infantil, quantidade de médicos e leitos hospitalares não têm nenhuma
correlação com o indicador IDH (índice de desenvolvimento humano).
D) o percentual de domicílios que dispõem de água corrente, refrigeradores, televisores e
carro é um importante indicador de pobreza sazonal ou crônica, sendo os estados do Norte e
Nordeste os que apresentam os menores índices nesses quesitos.

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E) em termos puramente econômicos, a maior diferença se dá no indicador PIB e PIB/per


capita.

23. (Espm 2015)


As classificações do IDH têm por base limiares fixos para os IDH, que derivam dos quartis da
distribuição dos indicadores componentes. Os limiares são:

 Grupo que registra um desenvolvimento humano muito elevado – IDH superior ou igual a
0,800;
 Grupo que registra um desenvolvimento humano elevado – Valores de IDH entre 0,700 e
0,799;
 Grupo que registra um desenvolvimento humano médio – Valores de IDH entre 0,550 e
0,699; e
 Grupo que registra um desenvolvimento humano baixo – Valores de IDH inferiores a
0,550.
Fonte: IBGE, 2015.
Em relação ao texto é correto afirmar:
A) O órgão responsável pelo estudo é o PNUD e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano médio.
B) O órgão responsável pelo estudo é o Banco Mundial e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano elevado.
C) O órgão responsável pela elaboração do estudo é o PNUD e o Brasil encontra-se no grupo
de desenvolvimento humano elevado.
D) O órgão responsável pelo estudo é o UNICEF e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano médio.
E) O órgão responsável pelo estudo é o Banco Mundial e o Brasil encontra-se no grupo de
desenvolvimento humano muito elevado.

24. (Acafe 2015)


Em setembro de 2000, foram aprovadas pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova
York, as resoluções da Declaração do Milênio. Nesse encontro, foram estabelecidas as Metas
do Desenvolvimento do Milênio.
Sobre essas metas, todas as alternativas estão corretas, exceto a:
A) O relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), em
setembro de 2014, apontou avanços na luta global contra a insegurança alimentar e colocou
o Brasil fora do mapa da fome, embora ainda existam pessoas que sofrem restrição
alimentar.

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B) A educação básica universal, uma das metas do Desenvolvimento do Milênio, deve ser
buscada todos os dias e ela aparece na composição do cálculo do Índice de Desenvolvimento
Humano – IDH, juntamente com a saúde e a renda per capita.
C) A fome é uma das principais consequências da extrema pobreza e envolve também
questões relacionadas à insegurança alimentar e a saúde, colocando-a, por isso, como o
primeiro objetivo da Declaração do Milênio.
D) Os avanços para atingir as Metas do Desenvolvimento do Milênio têm sido equilibrados e
iguais nas diferentes regiões do planeta, o que demonstra o empenho de todas as nações em
alcançar e garantir a sustentabilidade para todos.

25. (Ufrgs 2015)


Considere a tabela abaixo, sobre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que é uma
medida comparativa usada para classificar a qualidade de vida oferecida por um país aos seus
habitantes.

Rendimento
Média de
Nacional
Classifi Expectativa anos de
IDH Bruto
cação País de Vida escolarida
Valor (RNB) per
do IDH (anos) de
capita
(anos)
(em dólar)
1° Noruega 0,943 81,1 12,6 47557
4° EUA 0,910 78,5 12,4 43557
45° Argentina 0,797 75,9 9,3 14527
51° Cuba 0,776 79,1 9,9 5416
84° Brasil 0,718 73,5 7,2 10162
173° Zimbábue 0,376 51,4 7,2 376
174° Etiópia 0,363 59,3 1,5 971

Disponível em: <http://www.pnud.org.br/atlas/ranking/IDH_global_2011.aspx>. Acesso em:


8 set. 2014.
Com base na tabela, considere as seguintes afirmações.
I. Cuba apresenta expectativa de vida, média de anos de escolaridade e rendimento per
capita superiores aos do Brasil.
II. Brasil e Zimbábue apresentam, em média, a mesma escolaridade.
III. Zimbábue apresenta maior IDH em relação à Etiópia, devido à média de anos de
escolaridade.

Quais estão corretas?

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A) Apenas I.
B) Apenas II.
C) Apenas III.
D) Apenas II e III.
E) I, II e III.

26. (Upf 2014)


O Atlas Brasil 2013, divulgado recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento (PNUD), apresenta o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e publica
dados referentes às condições de vida dos brasileiros nos últimos 20 anos, considerando
longevidade, educação e renda.

O IDH é expresso por um número, que varia entre 0 e 1 e compreende as seguintes faixas:

0 – 0499 Muito Baixo

0,500 – 0,599 Baixo

0,600 – 0, 699 Médio

0,700 – 0,799 Alto

0,800 – 1 Muito Alto

Sobre os dados publicados, é correto afirmar:


A) A maioria dos municípios das regiões Sul, Sudeste e Norte é classificada com o índice
“Alto” e “Muito Alto Desenvolvimento Humano”, demonstrando redução da desigualdade.
B) A maior concentração de municípios com índice “Muito Alto Desenvolvimento Humano”
está nas regiões Sudeste e Sul e na capital federal.
C) Os municípios da região Nordeste apresentaram o maior crescimento do IDH referente à
longevidade da sua população, colocando-se no mesmo nível da região Sul nesse quesito.
D) A renda per capita do brasileiro cresceu 14,2% no período, elevando para a categoria de
“Alto Desenvolvimento Humano” 90% dos municípios brasileiros.
E) O indicador educação é o que menos contribui para o IDH nacional, embora apresente um
crescimento contínuo, impulsionado pelo avanço da escolaridade da população adulta e pelo
aumento de ingresso e de permanência de jovens no ensino médio.

27. (G1 - IFCE 2014)


O subdesenvolvimento é uma realidade do sistema capitalista que atinge a maior parte dos
países do mundo. Dentre as suas características, destacam-se, exceto

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A) dependência econômica e alto endividamento externo e interno.


B) predominância do setor primário na ocupação da população economicamente ativa na
grande maioria de países.
C) grandes desigualdades sociais e concentração de renda.
D) baixo nível de instrução e qualificação da maioria da população.
E) alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e alta esperança de vida ao nascer.

28. (Ufsm 2014)


Observe o gráfico:

Conforme o gráfico, é correto afirmar:


I. Há uma tendência que revela a relação entre o número de médicos por habitante e o Índice
de Desenvolvimento Humano dos países.
II. Identificam-se grupos de países que apresentam distribuição aleatória em relação a
número de médicos por habitante e Índice de Desenvolvimento Humano.
III. Estados Unidos, Canadá e Inglaterra são exemplos de países que apresentam relação
significativa entre número de médicos por habitante e Índice de Desenvolvimento Humano.

Está(ão) correta(s)
A) apenas I.
B) apenas III.
C) apenas I e II.
D) apenas II e III.
E) I, II e III.

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29. (Uem 2014)


Sobre as desigualdades sociais, a pobreza e os indicadores econômicos, assinale o que for
correto.
01) O Índice de Pobreza Humana (IPH) considera diversos indicadores para verificar a
porcentagem de pessoas em uma população que sofre privações em quatro dimensões
básicas da vida: a longevidade, o conhecimento, a provisão econômica e a inclusão social.
02) A linha de pobreza é um recorte espacial efetuado nas cidades para zonear os bairros em
classes sociais, dividindo a área urbana em bairros de alto, de médio e de baixo padrão.
04) O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é construído com base em três grandes
indicadores: a expectativa de vida, o nível de instrução e o produto interno bruto per capita.
08) No Brasil, a concentração de renda está vinculada, entre outros aspectos, ao monopólio
da terra pela elite de latifundiários e ao nível de salários reduzidos na economia urbano-
industrial.
16) O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos mais tradicionais indicadores do desempenho
social, sendo suficiente tanto para medir as desigualdades sociais entre países como para
avaliar a distribuição de renda de um determinado país.

30. (Ufpr 2014)


Observe a tabela abaixo:

População PIB Índice de Crescimento IDH


Países
(2011) 2011 Gini (2011) do PIB (2012) 2011
US$
194 2,5 0,718
Brasil 0,539 1,5%
milhões trilhõ (alto)
es
US$
0,687
1,34 7,32
China 0,474(*) 7,8% (médi
bilhão trilhõ
o)
es
US$ 0,910
313,8 15,09 (muit
EUA 0,450 2,2%
milhões trilhõ o
es alto)
(*) Dado para 2012.

Fontes: Revista Época, n. 756, 12 nov. 2012; Income inequality: Delta blues. The
Economist, 23 jan. 2013; UNDP. Human development report 2011.

Com base na tabela e nos conhecimentos de Geografia, assinale a alternativa correta.

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A) O índice de Gini revela que a tradição liberal dos EUA se reflete em uma desigualdade de
renda mais elevada que a dos outros países selecionados.
B) A grande população da China torna difícil para esse país alcançar um IDH elevado devido
aos custos dos sistemas de saúde e de educação.
C) Os EUA possuem o maior PIB em virtude do volume de suas exportações de alta tecnologia
e das remessas de lucros de empresas multinacionais desse país para suas sedes.
D) Embora possua o segundo maior PIB, o elevado contingente populacional da China implica
uma renda per capita baixa, refletida no seu nível de desenvolvimento humano.
E) A comparação entre Brasil e China mostra que o crescimento do PIB não tem efeito sobre o
IDH porque esse índice é calculado com base nas estatísticas de saúde e de educação.

31. (Espm 2014)


Observe o mapa:

Ele está representando:


A) A densidade demográfica mundial.
B) O PIB mundial.
C) O IDH.
D) Os países mais populosos.
E) Emissão de CO2.

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32. (G1 - IFAL 2014)


No ano de 1990, já existiam mais de 10 milhões de pessoas infectadas pelo HIV naquele
continente. Desde o início da epidemia de AIDS, nos anos 1980, até os dias atuais, esse
número já ultrapassou o de 40 milhões de infectados.
A AIDS é um dos problemas que tem dificultado os avanços sociais no continente, mantendo
piora na esperança de vida e na configuração negativa do IDH (Índice de Desenvolvimento
Humano) do continente, onde a mortalidade é muito alta. Na Zona meridional, entre os anos
1980 e 2000, foram registradas as mortes de mais de 11 milhões de pessoas vítimas do vírus
da AIDS.
Em 1997, na Zona mais pobre, cerca de 1,5 milhão de crianças ficaram órfãs devido à AIDS.
Nos últimos anos, seus países perderam considerável camada da população
profissionalmente ativa, comprometendo o desenvolvimento econômico e social do
continente. Nos países onde a situação é mais grave, a taxa dessa perda varia entre 20%, 25%
e 33% Nos demais países, essa média é de 5%.
Porém, no continente a AIDS atinge todas as classes sociais e profissionais, de professores a
agricultores.
Texto adaptado de: http://www.infoescola.com/doencas/aids-na-africa/

O continente de que trata o texto é


A) América do Sul.
B) Ásia.
C) Oceania.
D) Europa.
E) África.

33. (Fatec 2013)


O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa usada para classificar
a qualidade de vida oferecida por um país aos seus habitantes, levando em consideração três
dimensões básicas do desenvolvimento humano: renda, educação e saúde.
O IDH vai de 0 a 1. Quanto mais próximo de 1, mais desenvolvido é o país.

Analise a tabela a seguir:

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Rendimento
Média de Nacional
Classifica Expectativa
IDH anos de Bruto (RNB)
ção do País de Vida
Valor escolaridade per capita
IDH (anos)
(anos) (em dólar)

1º Noruega 0,943 81,1 12,6 47 557


4º EUA 0,910 78,5 12,4 43 017
45º Argentina 0,797 75,9 9,3 14 527
51º Cuba 0,776 79,1 9,9 5 416
84º Brasil 0,718 73,5 7,2 10 162
173º Zimbábue 0,376 51,4 7,2 376
174º Etiópia 0,363 59,3 1,5 971
(www://hdr.undp.org/en/media/HDR_2011_PT_Tables.pdf. Acesso em: 24.09.2012.
Adaptado)

Pode-se concluir corretamente que


A) a Etiópia, por contar com qualidade nos serviços de saúde e de saneamento ambiental,
ampliou a expectativa de vida de seus habitantes.
B) o Zimbábue apresenta a média de anos de escolaridade igual à do Brasil e tem o
Rendimento Nacional Bruto superior ao da Etiópia.
C) Cuba, apesar de ter o rendimento nacional bruto elevado, não investe no setor
educacional e na saúde de sua população.
D) a Argentina, por estar em crise econômica, apresenta os índices de renda, educação e
saúde inferiores aos do Brasil.
E) a Noruega tem a maior classificação no IDH por, entre outros fatores, garantir vários anos
de escolaridade para seus habitantes.

34. (Unioeste 2012)


Ao se estudar as fases do processo de desenvolvimento do capitalismo percebe-se que este
não se deu de forma igual em todos os países do mundo. Como um dos resultados desse
desenvolvimento desigual tem-se os países classificados como “desenvolvidos” e
“subdesenvolvidos”. Sabe-se, também, que somente índices econômicos não são suficientes
para compreender se um país possibilita boa qualidade de vida para a população ou não. Por
isso foi desenvolvido, pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) o
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Analisando as afirmativas seguintes, que se referem ao IDH, assinale a alternativa correta.
A) Varia de 0 a 10,0.
B) Quanto mais próximo de 0, melhor a qualidade de vida da população.

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C) Não consegue mostrar a evolução das desigualdades sociais entre os países.


D) Segundo esse índice os países podem ser classificados como de alto IDH (maior que 0,5) e
os de baixo IDH (menor que 0,5).
E) Considera, em seus cálculos, a expectativa de vida, níveis de educação e renda (através do
PIB per capita), que são consideradas as três dimensões básicas de desenvolvimento humano
de uma sociedade ou país.

35. (Feevale 2012)


“O relatório do Desenvolvimento Humano 2011, divulgado nesta quarta-feira (2) pelo
Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), classifica o Brasil na 84ª
posição entre 187 países avaliados pelo índice.”
(Disponível em: <http://g1.globo.com/brasil/noticia>. Acesso em: 04 nov. 2011.)

Sobre o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que pesquisa a qualidade de vida das
populações, e os resultados deste ano, são feitas algumas afirmações.
I. A Noruega, neste ano, ocupa a 1ª posição do ranking.
II. O Brasil está no grupo dos Países considerados de desenvolvimento humano elevado,
tendo os melhores indicadores da América Latina.
III. O IDH analisa dados referentes à renda, saúde e escolaridade. No caso brasileiro, a média
de escolaridade da população não chega ao Ensino Fundamental completo.

Marque a alternativa correta.


A) Apenas a afirmação I está correta.
B) Apenas as afirmações I e II estão corretas.
C) Apenas as afirmações I e III estão corretas.
D) Apenas as afirmações II e III estão corretas.
E) Todas as afirmações estão corretas.

36. (Ucs 2012)


Embora, com base no PIB (Produto Interno Bruto), apurado pelo FMI (Fundo Monetário
Internacional), o Brasil esteja entre os dez primeiros países na economia mundial, na
classificação baseada no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que varia em uma escala
de 0 a 1, ele está na 20ª posição no ranking da América Latina, cuja primeira posição pertence
ao Chile. O PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) estabeleceu, em
2011, que os 47 países com o maior IDH são Países de Desenvolvimento Humano Muito
Elevado. O último colocado nessa classificação atingiu IDH igual a 0,793.
A tabela a seguir apresenta dados do IDH, constantes no relatório do Desenvolvimento
Humano de 2011, do PNUD.

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País IDH
1º Noruega 0,943
2º Austrália 0,929
3º Holanda 0,910
4º Estados Unidos 0,910
5º Nova Zelândia 0,908
6º Canadá 0,908

44º Chile 0,805

73º Venezuela 0,735

84º Brasil 0,718

República Democrática
187º 0,286
do Congo

(Disponível em: <http://www.redeacqua.com.br>. Acesso em: 16 abr. 2012. – Adaptado.)

Considerando as informações do texto e da tabela acima, assinale a alternativa correta.


A) Os continentes em que o país com o IDH mais elevado e o país com o IDH mais baixo estão
localizados são, respectivamente, Europa e Ásia.
B) A Nova Zelândia, que está entre os cinco países com o maior IDH, encontra-se no
continente africano.
C) A diferença entre o IDH do Brasil e o IDH do país da América do Sul com maior
desenvolvimento humano é de 0,87%.
D) Mantido o IDH dos demais países, se o Brasil tivesse atingido mais 0,076 pontos, teria sido
classificado como País de Desenvolvimento Humano Muito Elevado.
E) Entre os países da América Latina com maior IDH, estão o Chile e a Venezuela, que são as
duas únicas nações da América do Sul a não fazerem divisa com o Brasil.

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TEXTO PARA A PRÓXIMA QUESTÃO:


O AZUL DA COR DA TERRA

Quando, em 12 de abril de 1961, o planeta Terra foi visto a uma distância jamais atingida
antes por qualquer mortal, o astronauta soviético Yuri Gagarin, que foi o primeiro a vê-la sob
este ângulo, exclamou admirado:
- A Terra é azul!
Pela primeira vez fotografada, assim foi ela vista também pelos olhos não menos
admirados de toda a humanidade: AZUL! Azul da cor da água límpida dos lagos, rios, mares e
oceanos que cobrem a maior parte da superfície de nosso planeta chamado,
contraditoriamente (ou não), de Terra.
Água que existe em toda parte, dentro e fora de nós, e cuja presença percebemos ou
pressentimos o tempo todo, ainda que não a vejamos na forma líquida, que, por algum
motivo, sempre nos pareceu "a mais normal".
Sob essa ou outras formas que lhe são próprias, ela está mesmo em toda parte, ainda
que não tão evidente e explícita para nós: está nos lugares, nos objetos e nos seres animais,
vegetais e minerais que constituem o nosso ambiente natural, social e cultural.
Se não está no momento presente, já esteve em algum outro tempo na formação,
composição, preparação, conservação ou na higienização dos objetos que nos rodeiam, por
mais sólidos, rígidos, resistentes ou por mais etéreos que sejam. Como também está ou já
esteve nas paisagens e nos ambientes onde tais objetos e seres se encontram.
Está nos alimentos, remédios, tratamentos de saúde, vestimentas, edificações; na luz que
nos ilumina e no ar condicionado que aquece ou refrigera nossos ambientes; na decoração,
arte, literatura; no lazer e no transporte; na política, economia e religião. Nas comemorações
de paz e nas disputas de guerra. Enfim, no nascimento, na sobrevivência e na morte.
Graças à água, a humanidade se libertou de suas limitações, à medida que soube
aproveitá-la, conduzindo-a para os lugares onde melhor poderia ser utilizada e servir às suas
inúmeras necessidades.
Contudo, apesar da dádiva que ela sempre representou para nós, humanos, as relações
das civilizações modernas e pós-modernas, com essa mãe provedora, nem sempre têm sido
pautadas pelo princípio do "amor com amor se paga".
Hoje, a nossa Terra corre o risco de se tornar um planeta de terras áridas pelos maltratos
que infligimos à natureza, em suas mais variadas manifestações e diversidade.
Mas quem usa, cuida; quem necessita, zela; quem ama, protege. Quem recebeu a dádiva
da vida deve manter viva a fonte da qual a recebeu.
Daí a razão de termos escolhido a ÁGUA como tema para análise e reflexão nesta prova.
Planeta Terra: este planeta Azul que, um dia, o compositor e cantor Guilherme Arantes
homenageou com a belíssima música "Planeta Água".

Águas que movem moinhos são


as mesmas águas que
encharcam o chão
E sempre voltam humildes pro

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fundo da terra, pro fundo da


terra
Terra, planeta água

37. (G1 - CPS 2007)


Reflita sobre a charge de Alcy Linares Deamo.

Identifique uma interpretação que seja coerente com a charge.


A) A população da periferia das grandes cidades dispensa a ação do poder público na solução
dos problemas provocados pela reação da natureza.
B) Os problemas ambientais estão diretamente relacionados à elevada taxa de natalidade
registrada nas metrópoles brasileiras.
C) A população pobre, originária do campo, decide morar nas áreas próximas aos mananciais
para evitar problemas de falta de água para sua família.
D) A má distribuição de renda é um dos fatores que levam famílias a morar em regiões
sujeitas a catástrofes provocadas pela natureza e pela ação humana.
E) A navegação poderia ser um dos meios mais baratos e eficazes de transporte para a
população pobre da periferia das grandes cidades.

38. (Espm 2006)


Observe a matéria e a canção a seguir.
Mais uma vez, o Brasil recebeu destaque negativo em estudo do Bird (Banco Mundial).
Campeão da desigualdade social na América Latina, o Brasil só está melhor hoje do que
quatro países africanos Suazilândia, República Centro-Africana, Botswna e Namímbia).
("Folha de S. Paulo", 21/09/05)

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O Brasil é o que tem talher de prata,


ou aquele que só come com a mão?
Ou será que o Brasil é o que não come,
Brasil gordo na contradição?
O Brasil é uma foto do Betinho,
ou um vídeo da Favela Naval?
São os trens da alegria de Brasília,
ou os trens de subúrbio da Central?
("A cara do Brasil", Celso Viáfora e Vicente Barreto)

Da leitura dos excertos, podemos concluir que:


A) Uma das causas da situação exposta é a perpetuação de uma elite econômica e política no
poder no Brasil há décadas.
B) O aumento do analfabetismo brasileiro verificado nas duas últimas décadas pode ser visto
como o grande responsável pelo quadro social apontado na reportagem e na canção.
C) O Brasil vem apresentando acentuada piora de seus indicadores sociais, como acusou o
último censo do IBGE.
D) Apesar da melhora da distribuição de renda verificada na segunda metade do século XX, o
ritmo foi insuficiente para corrigir as distorções sociais no Brasil.
E) A acentuada melhora das exportações e o crescimento do PIB brasileiro conseguiram
amenizar a forte concentração de renda.

39. (G1 - CPS 2005)


Considere as informações do texto.
- As desigualdades regionais e estaduais com relação às taxas de mortalidade infantil ainda
continuam grandes no Brasil, confirmando-se o melhor desempenho das regiões Sul e
Sudeste.
- Em 1990, a maior taxa de mortalidade infantil foi registrada em um estado da região
Nordeste, Alagoas (96 por 1 000 nascidos vivos), e a mais baixa no Rio Grande do Sul (23 por
1 000 nascidos vivos).
- Em 2000, apesar da forte queda da taxa de mortalidade infantil em Alagoas (60 por 1 000
nascidos vivos) e no Rio Grande do Sul (15 por 1 000 nascidos vivos), a diferença continuava
na mesma ordem de grandeza.
- Outro problema característico da mortalidade infantil no Brasil é sua elevada taxa de
mortalidade infantil tardia (taxas de óbitos que ocorrem de 28 dias até 1 ano de vida),
especialmente concentrada nas regiões Nordeste e Norte.
(Adaptado de http://www.pnud.org.br/arquivos/odm4_mortalidadeinf.doc)

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A ONU estabeleceu como um de seus objetivos a redução da mortalidade na infância (até 5


anos de idade). O texto mostra alguns fatores relacionados à elevada taxa de mortalidade
infantil no Brasil. São medidas que o Brasil poderia adotar para reduzir esse problema social:
A) aplicar investimentos no combate às doenças infecto-contagiosas e manter as crianças nos
hospitais durante os primeiros 12 meses de vida.
B) transferir as mulheres grávidas de baixa renda para as áreas ricas do país e aumentar a
construção de escolas nas regiões mais pobres.
C) aumentar o investimento no abastecimento de água e esgoto no país e realizar reformas
sociais para melhorar a distribuição de renda no país.
D) manter a distribuição de latas de leite nas escolas públicas e melhorar a qualidade da
merenda escolar no ensino fundamental (1a a 8a série) e médio (1a a 3a série)
E) criar mais empregos para as crianças de famílias pobres e aumentar o número de farmácias
nas áreas rurais e regiões pobres do país.

40. (Fuvest 2001)


No Brasil, os temas "crescimento populacional" e "exclusão social" aparecem, muitas vezes,
vinculados às discussões sobre crescimento urbano. Considerando as ASSOCIAÇÕES
mencionadas, assinale a alternativa correta.
A) As altas taxas de crescimento populacional, decorrentes da industrialização, produzem a
exclusão social nas grandes cidades.
B) As altas taxas de crescimento vegetativo nas grandes cidades produzem crise da habitação,
sendo responsáveis pela existência dos "sem-teto".
C) O alto índice de crescimento demográfico e os baixos investimentos privados em
infraestrutura urbana geram uma população socialmente excluída.
D) A macrocefalia urbana, decorrente da superpopulação e da ampliação da megalópole, gera
uma população socialmente excluída.
E) As altas taxas de crescimento populacional nas grandes cidades e a má distribuição de
renda conduzem à exclusão social.

41. (Uff 2001)


A localização de empresas no espaço urbano vem revelando novos critérios de seleção. Estes
critérios apresentam uma superação da visão tradicional marcada pela concentração do
mercado de mão de obra, de consumo e de matérias-primas. Dentre tais critérios, destacam-
se:
A) o baixo custo da mão de obra, a rede de transportes intermodal desenvolvida e o acesso
direto às matérias-primas;

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B) a participação gerencial do Estado, as estratégias de marketing e o crescimento contínuo


da população;
C) a distribuição de renda que garanta o crescimento do potencial de consumo, a
escolaridade da força de trabalho e a segurança civil;
D) a aglomeração de serviços bancários, a força de trabalho industrial especializada e a
centralização administrativa municipal;
E) a criação de distritos industriais, os incentivos fiscais para exportação e os investimentos
de capitais de origem estatal.

42. (Uerj 2001)


Relacione o texto com a mensagem do anúncio:
A América Latina produziu mais pobres nas últimas décadas do que em toda a sua história:
mais pobres, menos empregos formais, um crescimento da economia informal e um fosso
crescente entre os que têm acesso a condições dignas de vida e os que vivem em situação de
pobreza. (...) Cresce a exclusão através de mecanismos autoritários e da repressão policial;
aumenta a suspeita e a desconfiança como forma cotidiana de vida; diminuem os lugares de
sociabilidade e de encontro coletivo, "rebaixando" a experiência urbana.
(Adaptado de REGUILLO, R. In: "Revista Lugar Comum", n.8, 1999.)

A alternativa que caracteriza a segregação social urbana nas metrópoles é:


A) políticas de estado atuantes na economia visam à desintegração social nas metrópoles
B) setores da economia alimentados pela insegurança existente reforçam as barreiras sociais
C) ideologias defensoras da separação permitem a aceleração do crescimento da cidade
D) segmentos da sociedade ligados à marginalidade impossibilitam as políticas de distribuição
de renda.

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43. (Pucmg 2000)


Analise o gráfico adiante.

Todas as alternativas apresentam interpretações corretas dos dados do gráfico, EXCETO:


A) Na década de 70, período de crescimento econômico, a quantidade de pobres no País
reduziu-se em nada menos do que 48%.
B) Nos anos 80, na média, a quantidade de pobres oscilou em torno de 30% do total de
população.
C) Na década de 90, período de recessão econômica, o número de pobres aumentou
relativamente à década anterior.
D) Apesar da redução percentual ocorrida no período, isso não significa que a distribuição de
renda no País tenha melhorado.
E) De 1970 até 1997, a quantidade de pobres teve uma redução de aproximadamente 70%.

44. (Fatec 2000)


Nesta região brasileira, a existência de uma estrutura fundiária extremamente dividida entre
minifúndios e latifúndios dificultou a distribuição de renda, o aumento dos padrões de
consumo e a expansão das atividades econômicas terciárias, como o comércio e os serviços,
mantendo na pobreza milhões de pessoas e impedindo uma urbanização mais expressiva.
Caracteriza-se, ainda, pelas maiores taxas de mortalidade infantil no País.
O texto refere-se à região
A) Norte.
B) Nordeste.
C) Centro-Oeste.
D) Sudeste.
E) Sul.

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1. Alternativa D 15. Alternativa D 29. 01+04+08=13


2. Alternativa C 16. Alternativa A 30. Alternativa D
3. Alternativa C 17. Alternativa E 31. Alternativa C
4. Alternativa A 18. Alternativa C 32. Alternativa E
5. Alternativa A 19. Alternativa A 33. Alternativa E
6. Alternativa E 20. Alternativa C 34. Alternativa E
7. Alternativa D 21. Alternativa A 35. Alternativa C
8. Alternativa D 22. Alternativa C 36. Alternativa D
9. Alternativa D 23. Alternativa C 37. Alternativa D
10. Alternativa A 24. Alternativa D 38. Alternativa A
11. Alternativa A 25. Alternativa D 39. Alternativa C
12. Alternativa D 26. Alternativa B 40. Alternativa E
13. Alternativa C 27. Alternativa E 41. Alternativa C
14. Alternativa A 28. Alternativa E 42. Alternativa B
43. Alternativa C
44. Alternativa B

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6. CONSIDERAÇÕES FINAIS.
Bom pessoal, chegamos ao fim de mais uma aula, espero que ela seja de grande ajuda para
vocês alcançarem seus objetivos. Não se esqueça deles, dedique-se com toda a força para alcança-
los. Você sabe que com uma boa nota no ENEM poderá escolher uma ótima universidade e
também seu curso dos sonhos. Lembre-se sempre de suas motivações: ter um bom emprego,
estudar numa instituição de prestigio e várias coisas mais, pois elas vão te dar a energia que você
precisa para encarar o desafio de estudar muito e fazer uma excelente nota no ENEM. Sonhe alto,
pois “quem sente o impulso de voar, nunca mais se contentará em rastejar”. Te encontro na nossa
próxima aula.
Bons estudos, um grande abraço e foco no sucesso.

Até logo...

Prof. Sérgio Henrique Lima Reis.

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