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EDUCAÇÃO E

TECNOLOGIA

Pricila Kohls
As tecnologias da
informação e comunicação:
a escola e os professores
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:

„ Apreender o impacto das tecnologias da informação e comunicação


(TIC) na escola.
„ Analisar com os professores têm se posicionado em relação às TICs.
„ Identificar como a escola se prepara para fazer uso das TICs.

Introdução
Neste capítulo, você vai estudar sobre o relacionamento da escola e dos
professores com as tecnologias da informação e comunicação (TIC). Você
vai aprender sobre o impacto que estas tecnologias causam no ambiente
escolar, o posicionamento da categoria docente em relação a inserção
das TICs e quais são os preparativos que as escolas devem ter para utilizar
as TICs no contexto escolar.

O impacto das tecnologias da informação e


comunicação (TIC) na escola
Com a evolução constante da tecnologia, as habilidades exigidas pela sociedade
são cada vez mais complexas, sendo necessário qualificação, eficiência e a
constância do aprender a aprender. Assim, a educação se torna, mais do que
nunca, um dos pilares essenciais para o desenvolvimento das novas habilidades
exigidas pela sociedade digital.
Diante dessa realidade, a utilização da informática na educação se torna
um meio de aproximação do aluno e da escola com esta sociedade digital,
proporcionando uma aprendizagem mais significativa e promovendo a coo-
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peração e a colaboração, familiarizando o aluno com os recursos tecnológicos


que poderão ser utilizados em outros contextos e realidades.
A construção do conhecimento exige uma escola mais contextualizada,
motivadora, dinâmica e interessante, pois, dessa forma, o aprendizado se torna
sinônimo de prazer, de realização e de novas descobertas.
Por intermédio do computador e dos dispositivos tecnológicos, aqui en-
tendidos por TICs, é possível que o educando aprenda determinado conteúdo
mais facilmente, pois pode ver, ouvir e interagir com o conteúdo com a ajuda
das TICs.
Vejamos alguns exemplos de TICs no Quadro 1.

Quadro 1. Exemplos de TICs.

Exemplos de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC)

„  Computadores pessoais (PCs, personal computers).


„  Notebook.
„  Câmeras de vídeo e foto para computador ou Webcams.
„  Smart TV.
„  Suportes para guardar e portar dados, como discos rígidos ou HDs, cartões
de memória, pendrives, entre outros.
„  Celulares e smartphones.
„  Tablets.
„  Correio eletrônico (e-mail) e as listas de discussão (mailing lists).
„  Internet.
„  Streaming, podcasting.
„  Tecnologias digitais de captação e tratamento de imagens e sons (câmeras
filmadoras, gravadores, câmeras fotográficas, etc.).
„  Captura eletrônica ou digitalização de imagens por meio de scaners.
„  Fotografia, cinema, vídeo, rádio e som digital (TV e rádio digital).
„  Tecnologias de acesso remoto: Wi-Fi, Bluetooth.
„  Consoles de jogos (videogames), p.ex., Xbox, Play Station, etc.
„  Dentre outros.

As TICs como ferramentas auxiliadoras no processo de ensino e de apren-


dizagem são um meio e não um fim, assim o educando deve ter a oportunidade
de utilizar a tecnologia como suporte para suas descobertas. Para isso, há de
se ter consciência de que o professor, no papel de mediador, precisa agregar
o recurso tecnológico como estímulo na sua prática pedagógica, pois o com-
putador sozinho não faz nada.
As tecnologias da informação e comunicação: a escola e os professores 3

Segundo Papert (1986), dizer que as estruturas intelectuais são construídas


pelo aluno, em vez de ensinadas por um professor, não significa que elas sejam
construídas do nada. Pelo contrário, como qualquer construtor, a criança se
apropria, para seu próprio uso, de materiais que ela encontra e, mais signi-
ficativamente, de modelos e metáforas sugeridos pela cultura que a rodeia.
Ele ainda complementa dizendo que nós nos motivamos a aprender o novo
conhecimento, se estivermos conectados, de alguma forma, a conjuntos de
conhecimentos significativos para nós. E é assim que se dá a aprendizagem
espontânea e informal.
Ainda é necessário desmistificar o uso da “máquina” como recurso no
processo de ensino e de aprendizagem em sala de aula. Para auxiliar neste
processo, a escola pode recorrer à ajuda de um profissional especialista em
informática na educação. Este profissional está habilitado para mostrar o
quanto a informática pode ser uma aliada da educação e como ela pode ser
utilizada de forma mais proveitosa e educativa nas escolas.
A mudança de paradigmas requer educadores dispostos à mudança por
intermédio da inovação, quando o aluno deixa de ser mero espectador e passa
a ser ator, pois a participação e a coautoria estão vinculadas à formação de
cidadãos responsáveis e comprometidos, que é a exigência da sociedade atual.
A tecnologia também propicia a interação social no desenvolvimento da
cognição se valendo dos aspectos de sociabilização nos ambientes computa-
cionais de aprendizagem. O desenvolvimento pleno do potencial cognitivo
depende da interação social.
Portanto, precisamos transformar a sala de aula em um ambiente comu-
nicativo em que as trocas entre os educandos e o estímulo e a colaboração
sejam altamente valorizados (Figura 1).
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Figura 1. As TICs e a educação.


Fonte: Angela Waye/Shutterstock.com.

Como podemos observar na imagem, da tela do computador surgem inú-


meras possibilidades de aprendizado e conhecimento. Diferentes conteúdos
podem ser trabalhados na tela de computadores, de tablets, de smartphones e
de televisão, sendo que tais conteúdos estão ao alcance de todos que possuem
acesso à Internet.
Vale ressaltar que, para que haja uma aprendizagem efetiva com o uso da
tecnologia, o professor deve ter bem claro seus objetivos e seu plano de aula,
tendo consciência de que não é mais o detentor do conhecimento. Ele precisa
estar aberto para a troca e a interação com o aluno para que juntos possam
traçar o caminho rumo ao conhecimento e à aprendizagem efetivamente
significativa.
A entrada das TICs nas escolas é inevitável, seja em sala de aula, como
auxílio ao trabalho do professor, ou trazidas pelos alunos independentemente,
pois as TICs já fazem parte do contexto escolar. Fischer (2017) faz uma ana-
logia ao uso da televisão e da tecnologia e enfatiza que não podemos nos
despreocupar com as ferramentas disponíveis na sociedade e os educadores
não podem mais desconsiderar as TICs. “Esse meio de comunicação que se
tornou para nós, especialmente para nós, brasileiros, absolutamente impres-
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cindível, em termos de lazer e informação.”, segundo a autora, é a televisão


(FISCHER, 2017, p. 51-52).
A relação entre comunicação e educação é centralizada na cultura, sendo
que o conceito de cultura, segundo a autora, é “o conjunto complexo e di-
ferenciado de significações relativas aos vários setores da vida dos grupos
sociais”, como “as linguagens, a literatura, as artes, o cinema, a TV, o sistema
de crenças, a filosofia, os sentidos dados às diferentes ações humanas” (FIS-
CHER, 2017, p. 25).
Ou seja, o conteúdo e as informações estão disponíveis aos estudantes,
independente de serem “passados” por professores, esses conhecimentos podem
ser facilmente acessados a partir da Internet. Porém, há muitas informações
distorcidas e/ou contraditórias disponíveis na rede, por isso, o professor e a
escola devem trabalhar em conjunto para fomentar nos estudantes um olhar
crítico sobre a informação disponível e poder aprender a partir destas.

Os professores em relação às TICs


Diante deste cenário, faz-se necessário analisar como os professores têm se
posicionado em relação às TICs e como podem utilizá-las para favorecer e
qualificar o seu trabalho em sala de aula.
Como afirma Morin (2011), educar é colaborar para que professores e
alunos transformem suas vidas em processos permanentes de aprendizagem.
Para isso, nós, educadores, precisamos estar cientes do nosso papel de saber
ouvir, auxiliar, instigar o pensamento e o posicionamento dos alunos frente
às situações que lhes são apresentadas.
Sabendo que com a utilização das TICs é possível que o educando aprenda
mais facilmente, ao utilizar estas ferramentas é possível perceber a importância
do olhar atento ao caminho percorrido pelo aluno e das intervenções possí-
veis para o acompanhamento sistemático da trajetória de cada aluno, tendo
consciência de que o ponto de partida é sempre o mesmo, mas inúmeras são
as possibilidades de chegada. Nesse sentido, o professor, como mediador do
processo de ensino e de aprendizagem, deve estar ciente do seu importante
papel para o desenvolvimento de projetos e de atividades que estimulem os
alunos a pensar, criar, recriar, refletir, enfim, aprender com e não aprender por.
O professor precisa proporcionar ao aluno oportunidades de reflexão de
forma inovadora, de como que a colaboração seja valorizada e a criatividade
seja um meio para a construção e a disseminação do conhecimento.
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Dessa forma, e com a utilização das novas tecnologias, o professor deixa de


ser o centro transmissor de informações e passa a exercer o papel de mediador
e facilitador no processo de aprendizagem, permitindo a cada aluno explorar ao
máximo suas potencialidades, proporcionando um ambiente capaz de fornecer
conexões individuais e coletivas. O conhecimento passa a ser construído e
não mais imposto. Com isso, a escola estará exercendo sua função formando
pessoas mais criativas, críticas, autônomas, motivadas e felizes. Mas para
que realmente este seja um processo eficaz, o professor deve estar atento ao
caminho percorrido e não apenas ao resultado obtido. Passa a ser fundamental
trabalhar não só o conteúdo específico, mas também valorizar o afetivo do
aluno, estimulando a cooperação como forma de valorizar as potencialidades
de cada um.
Para Vygotsky (1998), todos aprendem, mas chega um momento em que a
interação com outros sujeitos e a presença de novos estímulos são necessários
para que o aprendiz supere momentos de dificuldades e avance para novos
estágios de aprendizagem, sendo estes estímulos realizados pelo professor.

O professor continua tendo seu papel no desenvolvimento da aula,


criando problemas acerca dos assuntos a serem abordados, estabelecendo
critérios para a busca de soluções, mediando o processo e trazendo
referenciais, explicações para a construção efetiva do conhecimento;
da mesma forma o aluno que nesse processo tem autonomia e não
permissividade apenas. O aluno pode (cremos que deve) fazer caminhos
alternativos para a solução de dúvidas, explorando os diferentes recursos
digitais que tem à disposição, buscando auxílio e troca de experiências
com seus colegas, mas percorrendo o caminho para a busca de res-
postas pertinentes e significativas ao contexto, pautadas pela autoria.
Acreditamos que essa seja a movimentação da parceria, onde cada um
cumprindo o seu papel e, ao mesmo tempo, com diálogo, conseguimos
construir juntos aprendizagens e conhecimentos significativos para a vida
(CARDOSO, 2015, p. 212).

Em estudo realizado por Mendonça (2010), foi evidenciado que muitos


professores não utilizam as TICs em sua prática pedagógica por se sentirem
inseguros em relação a sua utilização em sala de aula. Sentem que é preciso
haver uma capacitação específica para tornar significativa esta utilização.
Os professores “[...] ao serem colocados diante de computadores e de outras
TICs, não sabem como usá-las, têm receio e preferem requisitar o auxílio
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de outro docente que saiba manipular, caso o seu uso seja imprescindível”
(MENDONÇA, 2010, p. 6).
Tal estudo comprova que a utilização de recursos tecnológicos em sala
de aula está intimamente associada ao uso pessoal que o professor faz da
tecnologia e de sua familiaridade com tais recursos. Embora reconheçam as
facilidades e infinitas fontes de informações proporcionadas pela Internet,
ressaltam que precisam de um planejamento maior, pois é muito fácil para os
alunos “perderem-se” nos links e atrativos da Internet (MENDONÇA, 2010).
Nesse sentido, é preciso pensar o uso das TICs como um projeto de escola,
com uma prática em toda a instituição. Assim, as políticas institucionais e os
projetos políticos pedagógicos precisam estar alinhados com esta prática e
fomentar o uso das TICs nas escolas, com o apoio dos gestores e dirigentes
no trabalho desenvolvido pelo professor em sala de aula.

A escola e as TICs
Vimos o contexto dos professores frente ao uso das TICs na educação, agora
vamos buscar identificar como a escola se prepara para fazer uso das TICs
no contexto escolar.
De acordo com Leite (2004), o domínio contínuo e crescente das tecnologias
que estão na escola e na sociedade, mediante o relacionamento crítico com
elas, requer uma nova postura por parte da escola, uma vez que este domínio
se traduz em uma percepção global do papel das tecnologias na organização
do mundo atual e na capacidade do(a) professor(a) em lidar com as diversas
tecnologias, interpretando sua linguagem e criando novas formas de expres-
são, além de distinguir como, quando e por que são importantes e devem ser
utilizadas no processo educativo.
É papel da escola fornecer subsídios e também cobrar dos seus professores
uma postura proativa em relação ao uso das tecnologias educacionais. De
acordo com Santos e Policarpo (2013):

As instituições de ensino precisam ajustar-se aos mecanismos de fun-


cionamento desse novo modelo de sociedade para se tornar próxima,
e fazer sentido a educação, para nossas crianças e adolescentes, pois,
caso contrário, poderão estar fadadas à extinção ou apenas fazer parte
de um mero protocolo legal, seja este, a obrigatoriedade de crianças e
adolescentes estarem matriculadas em escola.
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Assim sendo, é urgente a necessidade de alinhar a comunicação entre


os nascidos na era digital e os imigrantes digitais. Para tal, é preciso gerar
uma nova consciência entre os professores imigrantes digitais, a qual per-
passa pela ideia de que a informação pode ser conseguida pelos nativos
digitais1 muito rapidamente através da internet. O que a internet talvez
não consiga fornecer é a experiência na aplicabilidade da informação,
e é neste ponto que o professor, imigrante digital, ou não, precisa estar
atento e tencionar seus esforços. (SANTOS; POLICARPO, 2013, p. 46).

Nesse sentido, tornar o uso das TICs uma prática sistemática nas escolas
não é tarefa fácil. É preciso “desmistificar” a máquina e trabalhar com os
professores o que é e como pode ser utilizado o recurso da informática em sala
de aula. O computador não substitui a importância do papel desempenhado
pelo professor, apenas o torna mais eficaz e possibilita um ensinar e aprender
inovador.
No processo de “sedução” e conscientização do professor, o gestor ou
supervisor/orientador escolar se tornam parceiros valiosos para realização de
projetos e capacitações dos professores para o uso das tecnologias de comu-
nicação e de informação no processo de ensino e de aprendizagem. Como o
supervisor/orientador está envolvido com toda a comunidade escolar, ele é a
pessoa mais indicada para, em conjunto com um especialista em tecnologia
educacional, envolver os professores e sensibilizá-los quanto a utilização dos
recursos tecnológicos em suas aulas. Cada um com sua especificidade e visão
do contexto escolar, supervisor e especialista podem trabalhar e significar o
uso do computador e dos recursos tecnológicos por parte dos professores em
sua prática docente, tornando as aulas mais atrativas e inovadoras.
Giraffa (2013) atenta para a questão estrutural das escolas para o uso das
TICs:

Não dá para querer criar uma cultura de uso de tecnologia se esta não
fizer parte do dia-a-dia do usuário. Isto não ocorre no contexto brasileiro.
Raríssimas são as escolas onde este cenário se verifica. Quando isto ocorre
são escolas de elite e pouco acessíveis a grande parte da sociedade. Os
laboratórios das escolas são locais aonde os alunos vão para ter acesso à
tecnologia, em tempo curto e de forma esporádica. Devido a isto não se
consegue ter um ritmo de aprendizado associado ao uso de um artefato
ou mesmo tirar proveito do uso da rede Internet. (GIRAFFA, 2013, p. 26)
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É importante a reflexão sobre os investimentos necessários para qualificar


as nossas escolas. Desde a infraestrutura da entrada, dos pátios, das salas de
aula e dos recursos de tecnologias de informação e comunicação, pois estas
infraestruturas são basilar para o desenvolvimento de qualquer ação educativa.
Também é preciso cautela ao falar sobre as tecnologias na educação, para
não tornarmos essa prática possível apenas nas escolas de elite. Vale salientar
que as escolas de elite possuem melhores condições e melhores ferramentas,
porém cabe aos dirigentes das escolas e os professores pensarem juntos como
podem fazer uso das tecnologias disponíveis, mesmo que não sejam as mais
modernas no mercado.
Santos (2012) aponta o papel da escola neste contexto:

Assim, a escola, por ser em essência um espaço de interação, pode tam-


bém ser um espaço de inovação, de experimentação de novos caminhos
e possibilidades. No entanto, não é preciso se desfazer de tudo que a
‘escola tradicional’ propõe, mas é preciso agregar ao currículo ativida-
des que instiguem os alunos à pesquisa e a busca pelo conhecimento.
(SANTOS, 2012, p. 43).

Os desafios são muitos, porém muitas, também, são as possibilidades


de utilização das TICs para qualificação do ensino e para aproximação de
estudantes e professores em sala de aula e em contextos educativos. Ao apro-
ximar as TICs da educação, a escola estará realizando o seu papel, que é o de
contribuir para a formação de cidadãos críticos e preparados para a realidade
que os aguarda ao saírem da condição de alunos para atuarem no mercado de
trabalho, buscando a sua inserção em um mercado altamente competitivo e que
requer profissionais preparados para lidar com as diversidades apresentadas
a cada instante e, principalmente, com a tecnologia que hoje faz parte do dia
a dia de qualquer profissional.
Olhar para a utilização da tecnologia como parte da função da escola não
é mais objeto de luxo, mas, sim, uma realidade necessária para o desenvol-
vimento integral do ser humano e do profissional que está sendo preparado,
pela escola, para o mercado e para a vida.
10 Educação e tecnologias

Se você quiser saber um pouco mais sobre os nativos digitais, leia o livro PALFREY,
J.; GASSER, U. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração de nativos digitais.
Porto Alegre: Artmed, 2011.

Para conhecer alguns exemplos da evolução das TICs


na educação, assista ao vídeo: A história da tecnologia
na educação. Disponível em:

https://goo.gl/N6NrW1.
As tecnologias da informação e comunicação: a escola e os professores 11

CARDOSO, A. de O. da C. Tecnologias digitais, currículo e interdisciplinaridade na


escola: um link possível a partir da ação docente. Educação Por Escrito, Porto Alegre,
v. 6, n. 2, p. 208-219, jul./dez. 2015.
FISCHER, R. M. B. Televisão & educação: fruir e pensar a tv. 4. ed. Belo Horizonte: Au-
têntica, 2017. (Temas & Educação, 1).
GIRAFFA, L. M. M. O contexto escolar e seus desafios. In: GIRAFFA, L. M. M.; POOL, M.
A. P. (Org.). Escola digital: entendendo o novo contexto. Porto Alegre: Ed. UniRitter,
2013, p. 21-32.
LEITE, L.S. (Coord.). Tecnologia educacional: descubra suas possibilidades na sala de
aula. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.
MENDONÇA, L. F. F. de. O que pensam os docentes sobre o uso das tecnologias da infor-
mação e da comunicação nas práticas de ensino?. 2010. Disponível em:<http://www.
abed.org.br/congresso2010/cd/352010004454.pdf>. Acesso em: 03 jul. 2017.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2011.
PALFREY, J.; GASSER, U. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração de
nativos digitais. Porto Alegre: Artmed, 2011.
PAPERT, S. LOGO: computadores e educação. São Paulo: Brasiliense, 1986.
SANTOS, P. K. dos; POLICARPO, D. de A. Professores imigrantes digitais: ainda vale esta
classificação? In: GIRAFFA, L. M. M.; POOL, M. A. P. (Org.). Escola digital: entendendo o
novo contexto. Porto Alegre: Ed. UniRitter, 2013, p. 45-55.
SANTOS, P. K. dos. Inclusão digital de professores: uma proposta de construção de
trajetórias personalizáveis em cursos na modalidade a distância. 2012. 101 f. Disser-
tação (Mestrado em Educação)- Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do
Sul, Porto Alegre, 2012.
VYGOTSKY, L.S. A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psico-
lógicos superiores. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Leitura recomendada
PRENSKY, M. From digital natives to digital wisdom: hopeful essays for 21st century
education. Thousand Oaks: Corwin, 2012.

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