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Rei, dama, valete, curinga… Todo mundo conhece as figuras do baralho, mas será
que sabem quem elas representam? Por mais que conheçamos a ordem das
cartas em cada jogo, geralmente ignoramos algo bem interessante: o significado
das imagens que as ilustram.

Pensando nisso, elaboramos um artigo campeão explicando a origem de cada


uma das figuras que enfeitam o nosso bom e velho baralhinho. Ficou curioso?
Então acompanhe-nos!

Rei de Ouros
O Rei de Ouros representa Júlio César, militar e governante romano. Nascido em
100 a.C. e falecido em 44 a.C., ganhou notoriedade pelas importantes conquistas
militares enquanto esteve no poder. Na carta, geralmente ele empunha um
machado, que simboliza as legiões romanas.

Rei de Espadas
Faz alusão a Davi, rei de Israel. Seu reinado durou entre 1003 a.C. e 971 a.C. É
reconhecido como o maior rei israelita e dono de vários dons, como da música e
da poesia.

Rei de Copas
Este representa o rei Carlos Magno. Foi rei dos francos e imperador do Ocidente.
Nasceu em 742 e morreu em 814, e passou à história pelas campanhas militares e
habilidades políticas.

É o único rei das cartas que não possui bigode e, geralmente, é representado com
uma espada atravessando a cabeça, o que o deixou conhecido no jogo como “Rei
suicida”. A razão disso é que, em baralhos mais antigos, ele vinha portando um
machado. Mas cópias mal feitas fizeram com que o machado parecesse estar
cortando a cabeça do rei, o que inspirou a versão da espada que atravessa seu
crânio.

Rei de Paus
O Rei de paus é Alexandre, o Grande, que foi príncipe e rei da Macedônia. É o
mais célebre conquistador do mundo antigo, tendo reinado entre 336 a.C. e 323
a.C.

Dama de Ouros
Esta é Raquel, esposa de Jacó. Trata-se de uma personagem bíblica.

Dama de Espadas
É a deusa Atena. Na mitologia grega, é a deusa da guerra, da civilização, da
sabedoria, da estratégia em batalha, das artes, da justiça e da habilidade. Atena é
um dos doze deuses olímpicos.

Dama de Copas
A Dama de Copas é Judite, personagem da Bíblia católica. No “Livro de Judite”, do
Antigo Testamento, ela seduz e mata Holofernes, capitão do exército de
Nabucodonosor, que invadira e dominara terras de Israel.

Dama de Paus
Trata-se de Elizabeth I, rainha da Inglaterra entre 1558 e 1603, ano de sua morte.
Seu reinado foi o mais próspero da dinastia Thudor.
Valete de Ouros
Este é Heitor, príncipe de Troia. Na mitologia grega, é um dos maiores guerreiros
da Guerra de Troia.

Valete de Espadas
O Valete de Espadas é o cavaleiro Hogier, o Dinamarquês, primo de Carlos Magno
– o Rei de Copas.

Valete de Copas
Este é Étienne de Vignolles, conhecido como La Hire, que foi comandante militar
da França durante a Guerra dos Cem Anos.

Valete de Paus
Este valete é Sir Lancelot, personagem das histórias do Ciclo Arturiano. Para
outros, é Judas Macabeu, um guerreiro hebreu.

Curinga
O famoso Curinga, ou Joker, pode representar os palhaços dos castelos
medievais, os “bobos da corte”. Para alguns, sua origem está no baralho italiano,
numa carta chamada “Louco”, sem nome e sem número. Outros apontam uma
origem inglesa, do século 19, de uma carta que era chamada de “Imperial bower”,
que vencia todas as outras.

O baralho possui uma longa história e retrata figuras importantes em suas cartas.
Ficou ainda mais interessante jogar agora, não é mesmo? Guarde essas
informações e surpreenda seus amigos! Ah, e aproveite também para dar uma
jogadinha no nosso site!

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O diabólico Jogo das Cartas
(Aqui estão 2 significados das cartas do baralho, além destes existem outros)

A Liberdade Cristã

Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convêm;


todas as coisas são lícitas, mas nem todas glorificam o nome
de Deus.

(I Coríntios 10:23)

Visto que amou a maldição, ela lhe sobrevenha; não desejou


a bênção, ela se afasta de você.

(Salmos 109:17)

Não introduzirás uma coisa abominável em tua casa, para


que não sejas amaldiçoado, semelhantemente a ela. De todo
a detestarás, e de todo a abominarás, pois é amaldiçoada.

(Deuteronômio 7:26)
      É comum em muitos lares o uso do jogo como passatempo e brincadeiras inocentes.
Em muitos casos os que assim procedem o fazem inocentemente. Outros, no entanto,
ainda não conseguiram extirpar resquícios de antigos vícios. Terminam por produzir
testemunho negativo junto aos incrédulos, que insistem em afirmar igualdade de
comportamento com os filhos de Deus. A salvos que ao serem advertidos, reafirmaram
a inocência de tal proceder. ( não há nenhum pecado num simples jogo de cartas entre
pessoas crentes), dizem. Mas o significado da própria palavra baralho,
contesta tal afirmação. A palavra significa:confusão, conflito, desordenar,
embaralhar. Tal significado, seria suficiente para a não existência de baralhos em  lares
de crentes. Transcrevemos a origem e o significado das cartas do baralho. Quem
conhece a origem das cartas de jogar, também compreende porque as cartas estão
relacionadas com práticas satânicas, como adivinhação, esconjuração, etc... As cartas
foram criadas no ano de 1392 para uso pessoal do Rei Carlos da França, visando
minorar os seus sofrimentos de debilidade mental. O criador das cartas era um homem
degenerado e mal , escarnecedor de Deus e seus mandamentos. Para sua criação
maligna escolheu as Bíblicas. O rei representa o diabo. A dama, Maria, a mãe de Jesus.
Assim, de modo blasfemo, fez de Nosso Senhor um filho de Satanás e Maria. Copas e
asses representam o sangue do Senhor.  O valete representa o próprio Jesus. Paus e
outros símbolos representam a perseguição e destruição de todos os salvos. Seu
desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez de suas cartas. Quem
conhece essa origem diabólica do jogo de cartas compreende também as conseqüências
satânicas que acompanham os jogos. Não é de admirar que a adivinhação funcione tão
bem com as cartas pois são sinais diabólicos. Devemos ser advertidos: nenhum jogador
lembra da realidade de satanás e dos demônios que estão envoltos neste Jogo. Como
filhos de Deus não devemos nos envolver com jogos de cartas. Nem por brincadeiras,
pois não se brinca com satanás. A história da ciência oculta esta estritamente ligada
com a criação das cartas de jogar. Não há dúvidas que as cartas , em razão de sua
origem escarnecedora, são diabólicas. Cresce a cada a ação do maligno em nossa
sociedade. Usando os mais variados recursos satanás tenta desesperadamente envolver
até mesmo os salvos. O verdadeiro crente possui outros recursos para se alegrar e se
divertir. Não há necessidade de usar os meios propostos pelo maligno. O testemunho
do salvo, até mesmo nos momentos de folguedo, a que comprovar o
poder  transformador do evangelho. Somos novas criaturas, geradas pelo precioso
sangue de Cristo a produzir um novo estilo de vida e comportamento (Col. 3:1). Até
mesmo no divertimento, o verdadeiro salvo é diferente dos pecadores sem Cristo.
Buscamos não apenas uma alegria transitória, mas a verdadeira alegria de vidas
santificadas pelo Espírito Santo. Vidas que glorificam ao Senhor diuturnamente.
           
     O BARALHO

     As cartas têm mistério. Reis, rainhas e valetes olham-nos enigmaticamente, com seus
sorrisos misteriosos. Paus, ouro, copas e espada são símbolos potentes com significados
ocultos ainda por decifrar. Muito já se falou sobre eles e muito ainda se falará sobre
esse antigo e intrigante oráculo.

    Como isso tudo começou? De onde surgiu o baralho? Uma lenda conta que o baralho
foi inventado por uma concubina de um imperador chinês em 1120 a. C. e outra afirma
que as cartas já eram utilizadas na China, na arte do vaticínio, dois séculos antes.

    Ali chegou vinda da Índia, após cruzar o Himalaia, assim como o Budismo e o Yoga.
Na antiga Índia, as cartas eram usada como oráculo, dividindo-se o baralho em dez
séries, uma para cada encarnação do deus hindu Visnu.

   Parece, pois, que desde o começo as cartas haviam sido utilizadas como oráculos para
resolver os enigmas pessoais da humanidade. Essa função precedeu sua associação
com o jogo. A maioria das artes, nas mais antigas civilizações, tinham um aspecto
religioso e a adivinhação significava intervenção dos deuses.

    Algumas das denominações que os europeus deram às cartas derivam dos nomes
que tinham no Oriente Médio e que estavam relacionados com as previsões. A palavra
hebraica nabi, que quer dizer previsão, havia dado seu nome a um antigo jogo de
cartas italiano, naib, do qual procede a palavra espanhola naipes.

   Um outro nome surge ligado à invenção do baralho: o antigo mago egípcio Hermes
Trismegistus, que não se sabe se realmente existiu ou  se as historias que o rodeiam são
místicas. Há também teorias de que no reinado dos faraós do Nilo foram empregadas
as cartas para esclarecer o destino da humanidade.

  Esta teoria parece ter algum sentido, quando se sabe que os ciganos, em suas
mudanças, passaram por ali e são tidos como os introdutores dos naipes na Europa.
Essa teoria se fortalece ainda mais agora que se sabe que os ciganos surgiram
originalmente na Índia, dividindo-se depois em dois grupos, um rumando para a
Pérsia e outro para o Egito.

   Qualquer que se seja sua origem, as cartas se difundiram pela Europa e dali para o
mundo todo, posteriormente, motivado pela curiosidade natural do ser humano,
ansioso para receber mensagens misteriosas a respeito do desconhecido.

    Acredita-se que tenha sido por simples comodidade que as setenta e oito cartas do
baralho completo original fossem reduzindo-se com o tempo, até chegar ao baralho
atual de cinqüenta e duas cartas, usado hoje em dia para o jogo. Para a arte de prever o
futuro com as cartas, conhecido como Cartomancia, deve-se reduzir ainda esse número
para trinta e duas cartas, a partir do sete, contando os ases como a de valor mais alto.

O SIGNIFICADO DAS CARTAS E DOS NAIPES

    Cada carta tem um significado e certas combinações de cartas têm seu próprio
significado.

COPAS

REIS: Um homem generoso, elegante, de pele clara. ( II Coríntios 11:14 - se apresenta


como anjo de luz)

RAINHA: Equivalente feminino do rei. ( Romanos 1:26;27 - Deus


fezhomem e fez a mulher com suas devidas características)

VALETE: Amigo ou amante, nem sempre confiável.

OITO: Convite, uma viagem ou uma visita. Satisfação interior.


( Satisfação interior só em Jesus Cristo João 14:27)

SETE: Satisfação especialmente no matrimônio. (Satisfação no casamento é quando


convida-mos o Senhor Jesus Cristo para estar no casamento Ele é único que transforma
a água em vinho, aquilo que não tem mais gosto Ele transforma no mais saboroso João
2:1-12)

PAUS: Retratam contratempo e advertências de desgraças, inimigos, escândalos e


traições, sofrimento e perda.

ÁS: Assuntos legais. Uma proposta amorosa ou de negócios.

REI: Advogado não muito confiável. (João 8:44 ele é o pai da mentira nele não há
verdade)

RAINHA: Viúva, separada ou divorciada, sutil e astuta.

VALETE: Um homem jovem, obscuro, descarado e traiçoeiro.

DEZ: Preocupação vinda de longe, talvez uma viagem ou prisão.


NOVE: Fracasso e desgraça.

OITO: Tristeza causada por más noticias.

SETE: Disputa, distúrbios e problemas.

OURO:- Assuntos gerais, não relacionados com as emoções e os sentimentos. As


figuras correspondem a pessoas.

ÁS: Carta importante, convite sério.

REI: Um homem de autoridade e força. (Toda autoridade e todo poder está em Jesus


Cristo Mateus 28:18)

RAINHA: Uma mulher bonita, mas rancorosa.

Vidas que glorificam ao Senhor procuram seguir o que


está escrito na Bíblia
http://www.cicero.com.br/novaera/curiosidades.htm

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Baralho – O jogo de satanás. As cartas têm mistério.Reis, rainhas e valetes olham-
nos enigmaticamente, com seus sorrisos misteriosos. Paus, ouro, copas e espada
são símbolos potentes com significados ocultos ainda por decifrar. Muito já se falou
sobre eles e muito ainda se falará sobre esse antigo e intrigante oráculo.Como isso
tudo começou? De onde surgiu o baralho? Uma lenda conta que o baralho foi
inventado por uma concubina de um imperador chinês em 1120 a. C. e outra
afirma que as cartas já eram utilizadas na China, na arte do vaticínio, dois séculos
antes.Ali chegou vinda da Índia, após cruzar o Himalaia, assim como o Budismo e o
Yoga. Na antiga Índia, as cartas eram usada como oráculo, dividindo-se o baralho
em dez séries, uma para cada encarnação do deus hindu Visnu.Parece, pois, que
desde o começo as cartas haviam sido utilizadas como oráculos para resolver os
enigmas pessoais da humanidade. Essa função precedeu sua associação com o
jogo. A maioria das artes, nas mais antigas civilizações, tinham um aspecto
religioso e a adivinhação significava intervenção dos deuses.Os europeus deram às
cartas nomes que tinham no Oriente Médio e que estavam relacionados com as
previsões.A palavra hebraica nabi, que quer dizer previsão, havia dado seu nome a
um antigo jogo de cartas italiano, naib, do qual procede a palavra espanhola
naipes.O significado da própria palavra baralho:confusão, conflito, desordenar,
embaralhar. Tal significado, seria suficiente para a não existência de baralhos em
lares de crentes.O baralho comum tem 52 cartas divididas em 04 naipes
numerados de 02 a 10 e mais as cartas chamadas de figuras: o rei, a rainha, o
valete e o ás.1- A dama, Maria, a mãe de Jesus. Assim, modo blasfemar de Nosso
Senhormostrando-o como filho de Satanás e Maria.2- Copas e asses representam o
sangue do Senhor Jesus.3- O valete representa o próprio Jesus.4- Paus e outros
símbolos representam a perseguição e destruição a todos os salvos.Cada carta tem
um significado e certas combinações de cartas têm seu próprio significado.1- ♠
ESPADAS, representa a perseguição e destruição de todos os salvos.2- ♥ COPAS
representa o sangue do Senhor Jesus.3- ♣ PAUS: contratempo e desgraças,
inimigos, escândalos e traições, sofrimento e perda.4- ♦ OURO: Assuntos materiais,
não relacionados com as emoções e os sentimentos.As figuras correspondem a
pessoas. Para sua criação maligna escolheu as Bíblicas.1- REI: Um homem
generoso, elegante, de pele clara representa o diabo e o homossexualismo (Junção
de dois homens opostos). (2 Coríntios 11:14) – se apresenta como anjo de luz)
Advogado não muito confiável. (João 8:44 ele é o pai da mentira nele não há
verdade). Um homem de autoridade e força. (Toda autoridade e todo poder está
em Jesus Cristo Mateus 28:18)2- VALETE: homossexualismo- Um homem jovem,
obscuro, descarado e traiçoeiro. Amigo ou amante, nem sempre confiável. O valete
representa o próprio Jesus. Assim, de modo blasfemo, fez de Nosso Senhor um
filho de Satanás e Maria.3- RAINHA: ou dama, viúva, separada ou divorciada, sutil
e astuta( Lesbianismo). Uma mulher bonita, masrancorosa. Equivalente feminino do
rei. ( Romanos 1:26;27 – Deus fez homem e fez amulher com suas devidas
características) representa Maria, a mãe de Jesus.4- ÁS: Assuntos legais.
Interesses financeiros e trapaça.A origem das cartas de jogar cartas estão
relacionadas com práticas satânicas, como adivinhação, esconjuração, etc... As
cartas foram criadas no ano de 1392 para uso pessoal do Rei Carlos da França,
visando minorar os seus sofrimentos de debilidade mental. O criador das cartas era
um homem degenerado e mal , escarnecedor de Deus e seus mandamentos. Para
sua criação maligna escolheu as Bíblicas. O rei representa o diabo.Seu desprezo
pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez de suas cartas. Quem
conhece essa origem diabólica do jogo de cartas compreende também as
consequências satânicas que acompanham os jogos.Não é de admirar que a
adivinhação funcione tão bem com as cartas pois são sinais diabólicos.Devemos ser
advertidos: nenhum jogador lembra da realidade de satanás e dos demônios que
estão envoltos neste Jogo. Como filhos de Deus não devemos nos envolver com
jogos de cartas. Nem por brincadeiras, pois não se brinca com satanás.A história da
ciência oculta esta estritamente ligada com a criação das cartas de jogar. Não há
dúvidas que as cartas , em razão de sua origem escarnecedora, são diabólicas.
Cresce a cada a ação do maligno em nossa sociedade. Usando os mais variados
recursos satanás tenta desesperadamente envolver até mesmo os salvos. O
verdadeiro crente possui outros recursos para se alegrar e se divertir. Não há
necessidade de usar os meios propostos pelo maligno. O testemunho do salvo, até
mesmo nos momentos de folguedo, a que comprovar o poder transformador do
evangelho. Somos novas criaturas, geradas pelo precioso sangue de Cristo a
produzir um novo estilo de vida e comportamento."Todas as coisas me são lícitas,
mas nem tudo me convém. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei
levar por nenhuma delas"Por: Pastora Wilma Ribeiro.Blog da
Pastora: http://ministeriodapastorawilma.blogspot.com.br/

http://www.geracaojovem.com/2012/11/o-verdadeiro-significado-das-cartas-de.html?m=0
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-Tema: JOGOS DE AZAR
-Introdução: Significado da palavra baralho: confusão, conflito, desordenar, embaralhar.
Tal significado seria suficiente para a não existência de baralhos em lares de crentes.
A origem do baralho perde-se nos tempos. Em todas as civilizações antigas há registros
de jogos semelhantes, utilizando pranchas, placas de argila, de madeira, pedras coloridas
e tudo o mais para criar, estabelecer e desenvolver um sistema de símbolos que até hoje
intriga sábios e leigos.

A verdadeira origem do baralho, assim como a da maioria dos jogos de cartas hoje
conhecidos, permanece um tanto quanto misteriosa. Dizem historiadores, que as primeiras
cartas surgiram no século X antes de Cristo, no Oriente Médio. Outros pesquisadores
preferem a versão de que a invenção ocorreu na China, a pedido do imperador Sehum-Ho
para presentear sua namorada.
O fato é que a invenção do baralho pode ser atribuída a diversos povos, porém os
chineses, os egípcios, os árabes e os indianos certamente estão entre os primeiros povos
a usar as cartas.
Ao que tudo indica, as cartas, no início eram usadas com fins religiosos e de
adivinhação do futuro, o fato é que no século XVI foram introduzidas na Europa pelos
árabes, e os europeus, no século seguinte, se encarregaram de espalhá-los pelo resto do
mundo.
As cartas atuais foram criadas no ano de 1392 para uso pessoal do rei Carlos da França,
quando este sofria de debilidade mental. O criador das cartas era um homem degenerado
e mau, que escarnecia de Deus e seus mandamentos (Win Malgo).
Qual o significado das cartas e dos naipes?
O baralho comum tem 52 cartas divididas em 04 naipes numerados de 02 a 10 e mais as
cartas chamadas de figuras: o rei, a rainha, o valete e o ás. Cada carta tem um significado
e certas combinações de cartas têm seu próprio significado:

♠ ESPADAS, representa a perseguição e destruição de todos os salvos.


♥ COPAS representa o sangue do Senhor Jesus.
♣ PAUS, contratempo e desgraças, inimigos, escândalos e traições,
sofrimento e perda.
♦ OURO, assuntos materiais, não relacionados com as emoções e os
sentimentos.
As figuras correspondem a pessoas.
Para sua criação maligna, foram escolhidos
personagens bíblicos:

REI: Um homem generoso, elegante, de pele clara representa o diabo. ( II


Coríntios 11.14 - se apresenta como anjo de luz) Advogado não muito confiável. (João
8.44 ele é o pai da mentira nele não há verdade). Um homem de autoridade e força.
(Toda autoridade e todo poder está em Jesus Cristo Mateus 28.18).

RAINHA: ou dama, viúva, separada ou divorciada, sutil e astuta. Uma


mulher bonita, mas rancorosa. Equivalente feminino do rei. ( Romanos 1.26;27 - Deus
fez homem e fez a mulher com suas devidas características) representa Maria, a mãe de
Jesus.
VALETE: Um homem jovem, obscuro, descarado e traiçoeiro. Amigo ou
amante, nem sempre confiável. O valete representa o próprio Jesus. Assim, de modo
blasfemo, fez de Nosso Senhor um filho de Satanás e Maria.

ÁS: Representa assuntos legais. Interesses


financeiros e trapaça.

Os números também têm significados:


7 - Disputa, distúrbios e problemas. Satisfação especialmente no matrimônio. (Satisfação
no casamento é quando convidamos o Senhor Jesus Cristo para estar no casamento Ele é
único que transforma a água em vinho, aquilo que não tem mais gosto Ele transforma no
mais saboroso João 2.1-12).

8 - Convite, uma viagem ou uma visita. Satisfação interior.( Satisfação interior só em
Jesus Cristo João 14.27) Tristeza causada por más noticias.

9 - Fracasso e desgraça.
10 - Seu desprezo pelos dez mandamentos foi expresso pelo número dez de suas cartas.
CONCLUSÃO:
Vidas que glorificam ao Senhor procuram seguir o que está escrito na Bíblia
Quem conhece essa origem diabólica do jogo de cartas compreende também as
conseqüências satânicas que acompanham os jogos. Não é de admirar que a adivinhação
funcione tão bem com as cartas pois são sinais diabólicos. Devemos ser advertidos:
nenhum jogador lembra da realidade de satanás e dos demônios que estão envoltos neste
Jogo.
Como filhos de Deus não devemos nos envolver com jogos de cartas. Nem por
brincadeiras, pois não se brinca com satanás. A história da ciência oculta esta
estritamente ligada com a criação das cartas de jogar. Não há dúvidas que as cartas, em
razão de sua origem escarnecedora, são diabólicas. Cresce a cada ação do maligno em
nossa sociedade. Usando os mais variados recursos satanás tenta desesperadamente
envolver até mesmo os salvos. O verdadeiro crente possui outros recursos para se
alegrar e se divertir. Não há necessidade de usar os meios propostos pelo maligno.
Meu irmão (ã) seja você jovem ou não, caso você esteja envolvido com essa
prática, Deus pode libertar sua vida. Se entregue totalmente a Ele e busque santidade.
Confie no Senhor, Ele é suficiente e quer te abençoar com todas as sortes de benção em
Cristo Jesus.
Com oração, carinho e misericórdia.

http://www.esbocosermao.com/2009/07/origem-do-baralho.html

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As Cartas Ciganas e a religião
É comum perguntarem sobre As Cartas Ciganas e a religião, ou
seja, se há ligação entre As Cartas Ciganas e uma religião,
inclusive no webnário entre amigos que ocorreu no dia 08/11/14
uma pessoa que estava assistindo nos fez essa pergunta. Então
resolvi escrever esse post para esclarecer o assunto. 

O Baralho Lenormand, aqui no Brasil, é conhecido como Baralho


Cigano, Tarot Cigano ou As Cartas Ciganas, mas o nome dele é (e
sempre foi) baralho Lenormand. 

A propósito, não foram os ciganos que desenharam ou


desenvolveram o baralho Lenormand, mas eles foram os
responsáveis por difundirem esse oráculo pelo mundo, até porquê
um baralho não ocuparia espaço dentro de suas carroças, pelas
estradas da vida. 
Se estudarem com profundidade, perceberão
que os símbolos que compõem As Cartas Ciganas não correspondem à
cultura cigana. Por exemplo: a casa (04), o navio (03), a torre
(19), o livro (26), a carta (27) e a âncora (35) não fazem
(faziam) parte da vida cigana, pelo menos na época em que as
cartas foram criadas. E se olharem com bastante atenção,
compreenderão que há um certo simbolismo católicos, como a cruz
(36). 

Pelo que eu me informei sobre a cultura cigana, os ciganos não


possuem uma religião definida. Eles sempre tiveram uma relação
estreita com a natureza. Na época que eles eram nômades (alguns
ainda são) eles recebiam a influência cultural daquele país, mas
deixavam a sua também. Então havia uma troca de crença e de
aprendizagem para ambos os lados. 

Muitos ciganos ao redor do mundo (mesmo os ciganos que não são


católicos) cultuam ou são devotos de Santa Sara, que não foi
reconhecida pela igreja católica. 

"Santa Sara é considerada pela Igreja Católica como santa de


culto local e nunca passou pelos processos de canonização, Sara
está ligada à história das tradições cristãs da Idade Média e os
assim chamado culto às virgens negras. Não se conhece a razão
exata que levou os ciganos a eleger Santa Sara como sua
padroeira, mas foi ela quem converteu os ciganos para o
cristianismo". 
Autora: Tina Simão
Livro: Santa Sara e o sagrado feminino. 
Editora: Alfabeto. 

Aqui no Brasil nós temos a Umbanda (a


única religião brasileira) e é aqui que tudo se confunde, pois
algumas pessoas acreditam que para ler As Cartas Ciganas é
necessário ter ou cultuar espíritos ciganos.

Detalhe: não é necessário vestir-se como um(a) cigano(a) ou usar


saias, brincos e pulseiras para se fazer um consultas com as
cartas. Acredite, isso não vai dar credibilidade e não vai
passar mais confiança na prestação do seu serviço.

Mais um detalhe: não é preciso fazer caras e bocas, evite fazer


uma cara de mistério ou de superioridade, isso pode assustar o
seu consulente e ele pode não se sentir a vontade com você.

Outro detalhe importantíssimo: oráculo não é feitiço. Em seus


atendimentos com as cartas não ofereça trabalhos espirituais de
amarração, separação ou qualquer outra prática de magia. Não
misture as coisas. Mantenha cada assunto em seu devido lugar. 

Sim, na qualidade de cartomante, podemos (e devemos) resgatar a


fé do nosso cliente, que muitas vezes foi perdida. Mas respeite
as suas crenças pessoais. 

Há uma lei universal de atração ou repulsão, então, por


afinidade, energias afins se atraem. Um médico terá uma "equipe
espiritual" de médicos do astral na hora do atendimento ou na
hora da cirurgia. Um artista terá uma "equipe espiritual" de
artista que lhe dão a inspiração para exercer a sua arte, e
assim por diante. Então um cartomante também terá uma "equipe
espiritual" de ajudantes que lhe fornecerão a intuição
necessária para orientar, da melhor maneira, os seus
consulentes. E essa "equipe espiritual" não precisa ser,
obrigatoriamente, cigana. 

Acompanhe o meu raciocínio, um espírito foi uma pessoa


encarnada. Logo, um espírito é energia pura, que possui uma
inteligência, ou seja, uma consciência (ou entendimento) mais
ampliado. Por isso, ele pode se apresentar pela forma que achar
conveniente, então uma energia pode se apresentar como cigano,
índio, padre, médico ou criança. Lembre que somos nós que
precisamos identificar uma forma para acreditarmos na
manifestação mediúnica, e consequentemente na mensagem
transmitida. 

Também quero chamar a atenção para as pessoas (cartomantes ou


não) que possuem uma "percepção" aguçada. Isso é adquirido
através de treino, muito treino. Então, procure silenciar a sua
mente, procure estar presente em todos os momentos,
principalmente quando estiver atendendo com as cartas, volte
100% da sua atenção para o seu consulente. Procure olhar mais,
ouvir com mais atenção, sentir as suas próprias sensações quando
estiver atendendo ou quando estiver ao lado de alguém ou quando
entrar em algum ambiente. Aprenda a adquirir confiança no que
"você mesmo percebe". Aqui é um execício individual e aqui não é
necessário nenhuma religião ou nenhuma influência espiritual.
Cada pessoa tem o seu próprio nível de  percepção, entendimento
e evolução. Fica a dica.  

Algumas pessoas imaginam, erroneamente, que um cartomante é


detentor de muita sabedoria e que tem resposta pra tudo, muitos
acreditam que um cartomante tem "poderes" milagrosos ou
sobrenaturais e que pode transformar o destino das pessoas. Ledo
engano, meu caro amigo. Muito cuidado para não criar dependência
nos seus clientes. E mais cuidado ainda para não ser acusado de
charlatanismo. Evite atender antes de 6 meses. E olha que eu
abro uma exceção de 3 meses, se algo de muito extraordinário
acontecer na vida de um consulente meu.  

A função de um oráculo é revelar o inconsciente (alma) do


consulente, por isso as cartas orientam/aconselham o melhor
caminho a ser trilhado. Mas entenda que o consulente tem o seu
livre arbítrio para não seguir o caminho apontado pela sua
alma. 
Quero explanar que cada ser humano "cria" o seu próprio destino
através das escolhas que faz, simples assim. Então eu rejeito,
veementemente, quando alguém supõe que eu posso transformar a
vida dele. Não aceito isso e não quero ocupar esse lugar.
Pronto, falei! Eu me sinto mais leve agindo assim, pois não sou
responsável pelas escolhas que as pessoas fazem em suas vidas.
Posso, no máximo, oferecer uma orientação, nada mais que isso. 

Esclarecendo a questão da religião, um cartomante pode ser


espírita kardecista, umbandista ou candomblecista; pode ser
católico, judeu, budista ou hare krishna; pode ser ateu (porque
não?). Ou não ser adepto a nenhuma religião, como é o meu caso,
aliás, sou espiritualista, acredito no espírito e na sua
evolução, através das experiências vividas aqui no planeta
terra. 

O que quero deixar bem claro, para que não haja mais dúvidas é
que As Cartas Ciganas (ou Baralho Lenormand) não tem ligação com
religião nenhuma. 

Você é livre! Fique a vontade para escolher uma religião que te


ofereça conforto, que faça sentido para você e que te ajude a
melhorar como ser humano, mas respeite a religião dos seus
consulentes. Ofereça entendimento para expansão da consciência
deles, mas jamais imponha os seus dogmas, porque isso não é
ético. Espero ter esclarecido. 

https://ascartasciganas.blogspot.com.br/2014/11/as-cartas-ciganas-e-religiao.html

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O Louco
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Aos 14 anos, Ana Correa, 52, começou a ler baralho comum e mão, por
brincadeira, intuição. “Hoje em dia sei que era o inconsciente coletivo
familiar, porque sou descendente de ciganos”.

Para ler o Tarô foi um passo. Ana considera esse baralho de 22 cartas que
representam figuras emblemáticas, conhecidas como arcanos maiores, e as
56 cartas semelhantes ao baralho comum, conhecidas como arcanos
menores, “uma sínteses de muitos conhecimentos”.
Para ela, o Tarô é “um veículos de auto-conhecimento, uma ferramenta
para você entrar em contato com as leis cósmicas que vivem dentro da
gente”.
Em geral, para quem é chamado a se embrenhar pelo fascinante
simbolismo do Tarô , pouco importa sua origem. Mas não deixa de ser
curioso compreender que a profusão de baralhos hoje disponível em
qualquer livraria pode, na realidade, ser fruto de um baralho criado no
início do século XV, no norte da Itália, usado unicamente para um jogo
semelhante ao Bridge, conhecido como Jogo de Triunfos. De acordo com
Ana Correa, também há registros que as cartas eram usadas para o ensino
de virtudes para as crianças.
Nessa época, os baralhos de cartas de jogar já eram comuns na Europa. Há
documentos que atestam a existência, por volta de 1440, de um baralho de
“cartas de triunfos”, com pinturas alegóricas de animais. Em 1450, o recém-
instalado duque de Milão, Francesco Sforza, escreveu uma carta a um de
seus subalternos requerendo que ele comprasse vários pacotes de cartas
de triunfos para serem usadas na corte. Esta mensagem é interessante
porque o duque menciona as cartas de triunfo e as cartas de jogar,
distinguindo-as claramente, pois este último baralho seria sua segunda
opção de compra. De acordo com registros históricos, as primeiras cartas
datariam do reinado de Filippo Maria Visconti, duque de Milão, no período
de 1416 a 1447.

Mapa da Itália na Renascença


Naquela época a Itália era uma colcha de retalhos de cidades-estado. O
Vaticano controlava a maior parte do centro do país, e o reino da França
fazia fronteira com o reino de Savoya. Rapidamente, as cartas de triunfo se
espalharam pela França. Foi por volta de 1530 que a palavra tarochi
(ancestral da francesa Tarô ) apareceu pela primeira vez. Aparentemente, a
razão para a mudança de nome foi uma inovação feita pelos jogadores, que
descobriram que o jogo de triunfos poderia ser jogado com um baralho de
cartas comum, se eles simplesmente declarassem que um determinado
naipe servia como “triunfos”, no início do jogo.

Logo, “triunfo” se tornou um termo ambíguo e uma nova palavra era


necessária para se referir ao tradicional jogo que usava as cartas com
figuras como trunfos permanentes e que havia se tornado tremendamente
popular, particularmente entre a nobreza italiana e francesa da época. Foi
assim que a palavra tarochi começou a ser usada, embora sua etimologia
permaneça sujeita a conjecturas.

Embora evidências históricas documentem que as cartas de triunfos


nasceram como cartas de jogo, existe a possibilidade de que as 22 cartas
que formam os arcanos maiores do Tarô tenham sido criadas com outros
propósitos. Embora nenhum documento tenha sobrevivido para corroborar
esta hipótese, o fato é que os símbolos e imagens deste baralho não
parecem ter sido selecionados arbitrariamente.
Um dos possíveis criadores desse inventivo jogo de cartas pode ter sido o
sábio Marziano de Tortona, que foi tutor do duque Filippo Maria Visconte.
Ele era especialista em astrologia (ou astronomia, pois nessa época essas
duas disciplinas ainda caminhavam juntas) e lhe servia como secretário.

Sabe-se com certeza que em algum momento em torno de 1515, o duque


ordenou que Marziano inventasse um jogo de cartas de acordo com suas
instruções.

Ao invés dos naipes comuns, o novo baralho representava virtude,


riqueza, pureza e prazer, simbolizados por figuras de pássaros:águias,
fênix, rolas e pombas.
A cada naipe também havia quatro cartas maiores retratando divindades
clássicas. Essa concepção de baralho é um antecedente da idéia de
“triunfos”, mas embora essas não sejam as cartas que hoje conhecemos
como Tarô , Marziano chegou a escrever um livro para acompanhar esse
baralho de cartas. Seu livro não fornecia significados divinatório nem regras
para um jogo de cartas, seu foco era o significado alegórico das figuras e
sua hierarquia. Talvez não seja exagerado supor que algum tempo mais
tarde, o duque Filippo tenha instruído seu secretário a conceber outro
baralho com cartas alegóricas que, desta vez, significavam as forças que
controlam o destino humano.
Outras versões atestam que os Tarocchi de Veneza teriam sido os
primeiros a conter a fórmula dos baralhos de Tarô conhecidos hoje:78
lâminas, subdivididas em 22 arcanos maiores e 56 menores. Estes últimos
tinham quatro naipes – Denari (dinheiros), Coppe (cálices ou copas), Spade
(espadas) e Bastoni (bastos ou bastões) -, cada um deles integrado por um
rei, uma rainha, um cavalheiro e dez cartas numeradas.

Tarô e o ocultismo

O interesse moderno do Tarô como um instrumento divinatório teria se


originado no séc. XVIII, a partir do movimento ocultista francês e, mais
tarde, inglês.
O Enamoraado
Formado em teologia e pastor da Igreja Reformada, Antoine Court Gebelin
(1725-1784) devotou 20 anos à pesquisa que resultou em nove volumes
publicados sob o nome de Le Monde Primitif, analysé et compare avec leê
monde moderne. No primeiro volume de sua obra, Gebelin apresenta a
teoria de que as cartas de Tarô nasceram das páginas do Livro de Thot
salvo das ruínas dos templos egípcios. Conta-se que tal livro possuiria as
respostas para todos os problemas da humanidade e foi concebido por
sacerdotes após consultas com o deus da magia, Thot, que também seria o
Mercúrio egípcio. Esses sacerdotes teriam ocultado esse conhecimento
secreto no baralho deTarô .
O Carro
Gebelin também acreditava que os ciganos eram na verdade egípcios que
se dispersaram pela Europa, e teria sido deles que se originou o costume
de ler a sorte nas cartas. Entretanto há inúmeras evidências que
demonstram que os ciganos, forçados a sair da Índia no começo do século
XV, só estenderam suas peregrinações pela Europa quando as cartas – que
devem ter sido introduzidas na continente pelos árabes – já eram
conhecidas há algum tempo.

Gebelin deixou inúmeros seguidores. Muitos ocultistas dizem reconhecer


nas cartas do Tarô as páginas de livros hieroglíficos que contêm os
princípios da filosofia mística dos egípcios numa série de símbolos e figuras
emblemáticas.
Um de seus maiores seguidores, o peruqueiro Alliete, inverteu a ordem de
seu nome, e como Etteilla publicou muitos livros, entre eles, seu famoso
trabalho Manière de se récréer avec lê Jeu de Cartes nommés Tarot.

Etteile sabia como arrebatar a imaginação e a mente do povo da sua época.


Adaptou o baralho do Tarô ao seu próprio sistema e promoveu ao máximo
a cartomancia. Desse modo, Alliette transformou-se no grande adivinho
Etteilla e, instalado no Hotel De Crillon, em Paris, pressagiou o destino de
muitos franceses que seriam vitimados pelos acontecimentos de 1789.
Enquanto Gebelin e Etteilla procuraram, zelosamente, provar a origem
egípcia das cartas do Tarô , Eliphas Levi acreditou que elas fossem um
alfabeto sagrado e oculto, atribuído, pelos hebreus, a Enoch, filho mais
velho de Caim; pelos egípcios, a Hermes Trimegistus, ao deus egípcio Thoth;
e, pelos gregos, a Cadmus, que fundou a cidade de Tebas.
Eliphas Levi foi um filósofo e um simbolista profundo. Padre da Igreja
Romana, seu verdadeiro nome era Alphonse Louis Constant. Mas por causa
de suas obras filosóficas e ocultistas, traduziu seu nome para o hebreu –
Eliphas Levi Zahed.
Levi encontrou no Tarô uma síntese da ciência e a chave universal da
Cabala, pois as dez esferas ou emanações que formam o diagrama
cabalístico conhecido como Sephiroth, ou Árvore da Vida, são interligadas
por 22 caminhos, cada qual representado por uma das 22 letras do alfabeto
hebraico.
Levi, portanto, proclamou que as 22 cartas dos Arcanos Maiores poderiam
ser corretamente atribuídas a cada uma das letras do alfabeto hebraico,
constituindo, assim, uma unidade completa de letras, cartas e caminhos.

Outro autor que contribuiu significativamente para o ocultismo do Tarô e


para a adaptação das 22 cartas-trunfo do baralho às 22 letras do alfabeto
hebraico foi Gerard Encausse (1865-1917), médico francês que escreveu
sob o nome de Papus. Fundador e líder da Ordem espiritual e maçônica dos
Martinistas e membro da Ordem Cabalística da Rosa Cruz, Papus baseou a
sua filosofia ocultista na doutrina teosófica concernente ao nome divino
YHVH. Os conceitos e aplicações dos códigos e dos diagramas de Papus são
apresentados no seu famoso trabalho The Tarot of the Bohemians –
Absolute Key to Occult Science.
Autor de um dos mais famosos baralhos de Tarô , Dr. Arthur Edward Waite
(1857-1942) foi membro da Ordem do Golden Dawn e um genuíno
estudioso e pesquisador do ocultismo. Entre seus livros está The Key to the
Tarot e The Holy Kabbalah. Para ele, a chave do Tarô reside única e
exclusivamente no simbolismo das cartas, que formam uma espécie de
alfabeto capaz de infinitas combinações que sempre fazem sentido. “O Tarô
incorpora as representações simbólicas das idéias universais, por trás das
quais estão todos os subentendidos da mente humana”, disse Waite. “É
nesse sentido que ele contém a doutrina secreta, que é a percepção, por uns
poucos, de verdades encerradas na consciência de todos, muito embora
elas não tenham sido claramente reconhecidas pelas pessoas comuns”.

Tipos de baralho

Tarô de Marselha

O Eremita
Um dos mais velhos desenhos que hoje se encontram a nossa disposição,
oTarô de Marselha surgiu no final do século XV, na França, e tornou-se
popular em toda a Europa. Para Ana Correa, é o baralho que tem a
simbologia mais próxima da cultura ocidental, e é o que ela costuma
introduzir a seus alunos. Embora alguns de seus exemplares sejam
vendidos acompanhados de um texto explicativo, originalmente o Tarô de
Marselha é vendido só como baralho e seus símbolos e figuras servem de
ponte para que a intuição do leitor alce vôo e interprete sua linguagem.
Tarô de Etteilla

As cartas do Tarô de Etteilla, conhecidas como as cartas do Grande Etteilla,


são um conjunto de cartas emblemáticas baseadas nos desenhos dos Tarô
s típicos e acompanhadas por uma série numeral, começando com o
número 1, Ettelila questionnant (Etteila consultando) e indo até o número
78, Folie (A Loucura). Os desenhos de Etteilla representam um afastamento
em relação às figuras simbólicas padrão, encontradas na maioria dos
outros baralhos de Tarô . Os desenhos das cartas são quase todos de
figuras de corpo inteiro. Os títulos estão em ambas extremidades das
cartas e variam levando em consideração os significados invertidos.
Esse conjunto de cartas, desenhado e preparado para fins divinatórios por
Etteilla, vinha acompanhado de um livro de explicações e orientações,
intitulado Maniére de tirer – Lê Grand Etteilla où tarots Egyptiens.

Tarô Rider-Waite

Famoso baralho criado por Arthur Edward Waite e desenhado, sob a sua
supervisão, por Miss Pámela ColmanSmith. O baralho foi editado
primeiramente pela Rider&Co., em 1910, e por isso ficou conhecido como
baralho Rider. Tornou-se o mais popular em países de língua inglesa.

Neste Tarô , Waite presumiu, corretamente, que O Bobo, sendo uma carta


sem número e representado por O, não devia ser colocado entre as cartas
número 20 e 21, conforme fora sugerido por Levi e por Papus, mas que a
suas sequência natural seria antes do Mago, como um atributo da primeira
letra do alfabeto hebraico, o Aleph. Ele também mudou de lugar as cartas
da Força e da Justiça. Geralmente mostrada com o número XI, a Força é
indicada por Waite com o número VIII, trocando de lugar com a Justiça.
Outra inovação de Waite foi trazer figuras simbólicas nas cartas numeradas,
ao invés de apenas o símbolo do naipe. Com esta mudança, cada carta do
baralho faz uma sugestão psicológica imediata na mente do leitor.

Tarô de Thoth

Outro membro famoso da Ordem do Golden Dawn, o famoso ocultista


Aleister Crowley criou o Tarô de Thoth (deus egípcio da magia), pintado por
Lady Frieda Harris, em 1940, mas publicado somente em 1966. Esse
baralho tem figuras psicologicamente intensas (beirando o psicodelismo) e
um desenho bastante abstrato e visceral. Embora as interpretações de
Crowley tenham conexões com as de Waite, essa cartas afastam-se
completamente dos desenhos usuais de Tarô .

Tarô de Wirth

As 22 cartas dos Arcanos maiores que acompanham o livro de Oswald


Wirth, Le Taro dês Imagiers du Moyen Age, contêm letras hebraicas
desenhadas no canto inferior direito de cada carta. Por exemplo, o Aleph é
atribuído à carta número I, Lê Bateleur (O Mago). As cartas de Wirth são
impressas em admiráveis cores metálicas e ostentam algarismos romanos
na parte de cima.

O baralho de Case

Paul Foster Case, em seu livro The Taro, A Key to the Wisdom of the Ages,
usa, para as 22 cartas dos Arcanos Maiores, desenhos que em alguns casos
são similares aos desenhos de Waite. As cartas de Case trazem um número
arábico no canto inferior esquerdo e uma letra hebraica no canto inferior
direito. O Aleph, por exemplo, é atribuído ao Bobo, enquanto que Beth é
atribuído ao Mago. Os desenhos em branco e preto do baralho Case
permite que a pessoa lhes dê o colorido que preferir.

Tarô de C.C. Zain

O baralho do Tarô usado por C.C. Zain em seu livro The Sacred Tarot,
publicado pela Igreja da Luz, também é em branco e preto e se presta para
colorir.
Embora as cartas sejam ricas em matéria de simbolismo egípcio, elas se
afastam completamente dos símbolos usuais de Tarô .

The Motherpeace Tarot

Este é o primeiro baralho de cartas circulares. Ele promove uma


espiritualidade feminista, dentro de um contexto shamanico e de cultura
tribal.

Osho Zen Tarot

Embora contenha 78 cartas que podem ser postas em correspondência


com as dos baralhos de Tarô tradicionais, esse Tarô suprimiu totalmente a
distinção entre arcanos maiores e menores. Cada carta é uma bela e
psicológica imagem em si, pretendendo ser profundamente
transformadora.

Tarô Mitológico

Criados por Juliete Charman-Bourke e Liz Greene, todos os arcanos


deste Tarô são representados por entidades e histórias da mitologia grega.
O conjunto de cartas que forma cada naipe dos arcanos menores
retrata um mito ou tragédia grega:o de Copas a lenda de Eros e Psiqué; o
de Paus, ao mito de Jasão e Os Argonautas em busca do Velocino de Ouro;
o de Espadas, a tragédia de Orestes e a maldição da Casa de Atreu, o de
Ouros, a história Dédalus, arquieto, escultor e artesão ateniense que
construiu o labirinto para o rei Minos de Creta.
Fonte: www.geocities.com

Tarô

Verdades e Mentiras sobre o Tarô


As Origensdo Tarô
A origem do Tarô é desconhecida. Existem muitas especulações a respeito,
porém nada se fez realmente concreto. Sabemos que surgiu na Europa
(Itália) no século XIV, não como é conhecido hoje (em sua forma Oracular),
mas como um jogo lúdico, um “passatempo” entre os nobres. Com o
passar do tempo começou a grande especulação sobre o que poderia estar
por trás daqueles símbolos e então sua prática divinatória se estabeleceu.
Vale dizer que durante os séculos XIV, XV, XVI o número de cartas variava e
não eram 78 lâminas, como hoje. Após este período, determinou-se que o
Tarô seria considerado se contivesse exatamente a estrutura com 78 cartas.
O que já elimina a primeira incorreção – o Tarô não é qualquer baralho com
36, 42 ou 80 cartas. Para ser estudado dentro de uma estrutura lógica e
simbólica é imprescindível que tenha o número correto de Arcanos (cartas /
lâminas).
Vale ressaltar:não há críticas sobre qualquer outro Oráculo, mas através
de um curso de Tarô você aprenderá as técnicas existentes dentro das 78
cartas, nem uma a mais e nem a menos.Com o passar do tempo é possível
visualizar a dificuldade clara de usar a estrutura do Tarô em qualquer outro
método oracular. Assim como em outras técnicas, conseguimos transportar
os conceitos superficialmente, mas no aprofundamento não há como unir
todos os segmentos, afinal, cada um tem sua linguagem e seu fundamento.
Por este motivo vale ressaltar mais uma incorreção:estudar Tarô
através da Cabala, da Numerologia, da Astrologia ou qualquer outro
assunto pode se tornar inviável. Não há como entendermos os trânsitos de
um Mapa Astral pela Numerologia e vice-versa.
Podemos complementar, mas não isentar um conhecimento pelo outro.
Portanto, respeitemos a formação do Tarô em suas 78 cartas e dentro
dessa estrutura teremos infinidades de tipos de Tarô s.

Existem algumas correntes que determinam o surgimento do Tarô no


Antigo Egito, outros que atribuem esse surgimento aos ciganos.Acho
importante lembrar que, dentro de uma estrutura racional e técnica, não há
como “acharmos” nada, devemos sempre buscar a certeza e o fundamento,
pelo menos no que diz respeito ao estudo.

Portanto, dizer que “em minha concepção o Tarô veio do Egito” não passa
de suposição, pois não existe registro especificado nem documentado
historicamente a respeito. O mesmo ocorre quanto aos ciganos, que ao
chegarem na Europa já encontraram o Tarô na Região.

Volto a dizer que não existe nenhuma implicância pessoal quanto a isso,
mas sim, base de pesquisa e história. Inclusive porque os ciganos contam
com um sistema oracular extremamente interessante – próprio – e o Egito
sempre usou seus símbolos com sabedoria. Cada um com o seu mérito,
mas valorizado separadamente.

Utilização Correta

Um fato importante:a palavra Tarô não surgiu juntamente com as Cartas.


Tivemos muitos nomes atribuídos ao conjunto de lâminas antes de serem
denominadas Tarô . Por essa razão é incorreto afirmar que sempre chamou
Tarô e que sua significação é “mágica”. Está comprovado que este nome
atual foi se fixando com o passar do tempo.

Um fator primordial é que, quando estudamos, esquecemos de nos


reportar à mentalidade e condições utilizadas na época a qual nos
referimos.

Sempre que as pessoas comentam sobre o Tarô , dão a entender que


ele veio:fechadinho na caixa (?) com 78 Cartas (?) de uma civilização extinta
(?) e já chamava Tarô (?).
Analise comigo:Como ele pode ter aparecido prontinho, impresso, numa
época onde não havia gráfica, por exemplo? Se não era de papel (era
confeccionado por artesãos e sob encomenda) onde eles seriam
guardados? E, se eram encomendados, como determinaram que seriam 78
cartas? Onde ele apareceu, já que foi deixado por uma civilização extinta?
Se foi extinta, para quem eles entregaram? E como chegou à Europa, se a
civilização à qual eles se reportam é extremamente distante e não havia
avião, sedex, ou qualquer outro meio rápido e “seguro” de transporte? E
por último, se era artesanal (século XIV) não era em papel, então onde
estava escrito Tarô e quem criou este nome?
Como pode ver, a pesquisa é fundamental para se conhecer o instrumento
utilizado.Concordo que alguns textos elaborados contam lendas
encantadoras, lúdicas, românticas e “mágicas”, mas é importante sabermos
qual a realidade para podermos usufruir as criações e especulações. Caso
contrário trabalharemos com suposições e naturalmente incorreremos no
erro de pensarmos que, se é um instrumento tão “sagrado” e mágico,
somente quem tem o dom pode aprender.

Aí se encontra mais um equívoco:Qualquer pessoa pode jogar Tarô ? Sim!


Desde que estude, aprimore raciocínio e não queira saber tudo a respeito
num só dia.Não é preciso ser vidente, intuitivo e talentoso para isso. Quem
tem um dom pode estudar, mas se quiser acessará as informações que
deseja de qualquer outra maneira. E muitas vezes, quem tem esse mesmo
dom nem o utiliza ou guarda a sete chaves, pois sabe da sua
responsabilidade. Para encerrar o assunto, acredito que ter acesso às
informações com o Tarô é um direito de quem se interessa pelo tema – de
nada adianta esconder seus ensinamentos, caso contrário o acesso às
cartas seria proibido ou totalmente restrito, o que não acontece. Se tantos
tarólogos competentes e sérios tiveram sua chance de penetrar neste
Universo, o que impede outras pessoas de fazê-lo também? Nada. Quanto
mais gente souber sobre as descobertas e a realidade que cerca o Tarô ,
melhor. Portanto, caso você seja dessas pessoas que quer estudar e jogar
Tarô , desejo desde já boa sorte e aviso que sua opção certamente será o
primeiro passo para iniciar sua Jornada.
Eis um ponto especial em nosso estudo:conhecer a sua responsabilidade.
É muito bom poder “adivinhar” o futuro dos amigos, da família, do (a)
namorado (a), mas precisamos conter nossa carência de holofotes
principalmente no que se refere à responsabilidade de indicar soluções e
dar palpites na vida alheia.O Taro não é só um Oráculo. Na verdade, por ser
um jogo ele já perde a qualidade oracular – o Oráculo é um instrumento /
veículo de comunicação com deuses/deusas, entidades. Como o Tarô não
utiliza nenhum meio divino – a não ser o homem e sua interpretação
simbólica – não se configura como Oráculo. Mas popularmente “assumiu”
esse formato.
Porém, não se trata apenas disso. Pode ser usado como uma forma de
meditação, autoconhecimento, Filosofia de vida, Terapia, entre muitas
outras funções. Sempre digo aos meus alunos que conhecer o Tarô para
apenas jogar é meta em curto prazo. O ideal mesmo é conhecer todas as
suas possibilidades, para então poder jogar consciente, sem preconceito e
sem medo.

Você pode estar se perguntando: qual Tarô devo ter para fazer um
curso?
Qualquer um, a menos que o instrutor especifique o contrário. Se
conhecermos o funcionamento dos Arcanos e estudarmos as suas técnicas
veremos que qualquer Tarô (com 78 cartas) poderá ser utilizado. O que
determina seu Tarô é o gosto pessoal e o número correto de Cartas.

Resumindo:
O Tarô surgiu no século XIV, na Europa (Itália) – não há registros sobre seu
surgimento ou utilização no Egito, nem foi trazido pelos ciganos.

A princípio não continha 78 cartas nem era conhecido pelo nome Tarô (foi
chamado de Trunfos, Ludus Cartarum, entre outros nomes). Este nome
surgiu no século XVI.

Qualquer pessoa pode aprender o Tarô , basta querer.

Para estudar Tarô não é necessário conhecer a Cabala ou qualquer outro


segmento.

( Tarô de Marselha)
Afinal, o que é o Tarô ?
Acima esclarecemos algumas questões simples e básicas, mas bem
polêmicas. Sobra pouco a se fazer com o Tarô . Certo? Errado, claro! A partir
destas descobertas é que podemos compreender melhor sua natureza,
finalidades e práticas.

Enquanto precisarmos de outras ferramentas para jogarmos Tarô pouca


segurança teremos em nossa mente e em nosso coração. Se o Tarô
depende de deidades, instrumentos mágicos, energia dos outros,
misticismos… pouca credibilidade e confiança ele terá para você e para
quem se interessar por ele, não é mesmo?

O Tarô é um conjunto de 78 cartas (ou lâminas) conhecidas como Arcanos


(derivado da palavra Arcanum = segredo, mistério) e que traz em si
inúmeras utilidades / finalidades. Trata-se de uma linguagem pura e
simbólica, interdependente, harmoniosa e sincrônica, que pode nos
mostrar caminhos, possibilidades, situações, fatos ou mesmo buscar
inspiração.

Suas cartas podem proporcionar reflexão, filosofia, compreensão da vida e


(principalmente) do ser humano, terapia, autoconhecimento e outras
possibilidades mais.

Através de seus símbolos, podemos analisar as situações, fatos, momentos,


idéias, sentimentos, etc. e quanto mais conhecermos e interpretarmos
corretamente seus símbolos melhor podemos nos esclarecer. Por isso não
é necessária a intuição – porque precisamos estudar e conhecer símbolos
para traduzir sem equívocos as mensagens contidas nas lâminas. Como
dito anteriormente, para as pessoas que possuem o dom esta prática é
natural, mas para quem não tem essa via como fazer para usar a intuição
num momento crítico, onde o consulente (quem deseja a consulta do Tarô )
está passando pelas mesmas dificuldades que você? É nesta hora que a
técnica se faz essencial.

Você deve estar se perguntando:“tudo bem, até aceito que o misticismo


atrapalhe, mas como você me explica o fato de eu tirar exatamente a carta
que preciso?” e eu te respondo que essa, sem dúvida, é a parte mais
especial do Jogo de Tarô : o momento que você escolhe exatamente a carta
que precisa ou que a (o) representa, dependendo para qual finalidade
esteja utilizando o Tarô . Nesse momento, sim, há magia, há energia,
vibração. Pode ser explicado pela sincronicidade (quando se “reconhece” a
vibração da carta) ou mesmo sua energia que pode captar a carta que te
representa. De um modo ou de outro, para esse momento não há
explicação – você (ou o outro) escolhe a carta ideal.
A partir daí, a interpretação é do tarólogo, e quanto mais elaborada for,
mais fácil fica captar – e traduzir – a mensagem.

Uma aluna minha me disse uma vez que hoje em dia “livre-arbítrio virou
desculpa”. Essa frase faz bastante sentido, pois como muitas pessoas não
conhecem os símbolos profundamente não conseguem esclarecer o jogo,
seja no método utilizado, nos próprios Arcanos ou no plano a ser analisado.

http://www.portalsaofrancisco.com.br/esoterismo/taro

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As Cartas Ciganas e as 4 leis da espiritualidade - Por Tânia
Durão
Na Índia existem as Quatro Leis da Espiritualidade.

1ª Lei: A pessoa que chega é a pessoa certa. Nada ocorre em


nossas vidas por casualidade. Todas as pessoas que nos rodeiam,
que interagem conosco, estão ali por uma razão, para que
possamos aprender e evoluir em cada situação.
Obs: para mim é a carta 18-cão, pois quem passa pela nossa vida
é um mestre. Alguns ensinam como fazer e outros ensinam como não
fazer.

2ª Lei: O que aconteceu é a única coisa que poderia ter


acontecido. Absolutamente nada que ocorre em nossas vidas
poderia ter sido de outra maneira. Nem mesmo o detalhe mais
insignificante! Não existe: "se acontecesse tal coisa, talvez
pudesse ter sido diferente...". Não! O que ocorreu foi a única
coisa que poderia ter ocorrido e teve que ser assim para que
pudéssemos aprender essa lição e então seguir adiante. Todas e
cada uma das situações que ocorrem em nossas vidas são
perfeitas, mesmo que nossa mente e nosso ego resistam em aceitá-
las.
Obs: para mim é a carta 19-torre, pois a vida/karma/destino
sempre nos impulsionam para a evolução, através do aprendizado.

3ª Lei: Qualquer momento que algo se inicia, é o momento certo.


Tudo começa num momento determinado. Nem antes, nem depois!
Quando estamos preparados para que algo novo aconteça em nossas
vidas, então será aí que terá início!
Obs: para mim é carta 12-pássaros, por tratar-se do tempo e da
fé.

4ª Lei: Quando algo termina, termina! Simplesmente assim! Se


algo terminou em nossas vidas, é para nossa evolução! Portanto é
melhor desapegar, erguer a cabeça e seguir adiante, enriquecidos
com mais essa experiência! Nenhum grão de areia, em momento
algum, cai em lugar errado!!!
Obs: para mim é a carta 10-foice, pois os rompimentos, os cortes
e as separações são necessárias para acreditarmos mais em nós
mesmos e assim seguirmos em frente.

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%204%20leis%20da%20espiritualidade

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