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UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO

FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA


CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

BRUNO ZAPELLI BEZERRA


LUCAS BORGES DE SOUSA
REGINALDO FIALHO DOS SANTOS
VINICIUS FERREIRA RONQUETTI

SEMÁFORO INTELIGENTE

SÃO BERNARDO DO CAMPO


2011
UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
BRUNO ZAPELLI BEZERRA
LUCAS BORGES DE SOUSA
REGINALDO FIALHO DOS SANTOS
VINICIUS FERREIRA RONQUETTI

SEMÁFORO INTELIGENTE

Trabalho apresentado no curso de


graduação à Universidade Metodista de
São Paulo, Faculdade de Ciência e
Tecnologia, curso de Tecnologia em
Automação Industrial para conclusão do
semestre.

SÃO BERNARDO DO CAMPO


2011
UNIVERSIDADE METODISTA DE SÃO PAULO
FACULDADE DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA
CURSO DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

BRUNO ZAPELLI BEZERRA


LUCAS BORGES DE SOUSA
REGINALDO FIALHO DOS SANTOS
VINICIUS FERREIRA RONQUETTI

SEMÁFORO INTELIGENTE

Trabalho apresentado no curso de graduação à


Universidade Metodista de São Paulo,
Faculdade de Ciência e Tecnologia, curso de
Tecnologia em Automação Industrial para
conclusão do semestre.

Data de defesa:
Resultado: ________________________.

BANCA EXAMINADORA

_______________________________________ ___________
Universidade Metodista de São Paulo.

_______________________________________ ___________
Universidade Metodista de São Paulo

_______________________________________ ___________
Universidade Metodista de São Paulo

RESUMO

3
O projeto apresenta a construção de um sistema, que através, de circuitos
integrados simula o funcionamento de um conjunto de semáforos. Ao total foram
formados quatro semáforos dispostos em forma de um cruzamento, situação muito
comum nas ruas. Dois deles são destinados ao controle de fluxo dos veículos, e os
outros dois na sinalização aos pedestres, para que assim possam realizar uma
travessia segura. O semáforo de veículos possui luzes sinalizadoras verdes e amarelas
assim como qualquer outro, e para a sinalização vermelha foi adotado um display
digital, onde é exibido para condutores e pedestres o tempo restante em que a
passagem de veículos estará interrompida, fazendo com que o sistema se torne ainda
mais claro e aumente o nível de segurança. O sistema de sinalização para pedestres
utiliza métodos convencionais, um indicador verde e um vermelho demonstrando se é
ou não segura a passagem dos pedestres. Para semáforos com o sistema de display
que demonstra o tempo geralmente adotamos o nome de semáforo inteligente.

Palavras – Chave: semáforo inteligente, circuitos integrados, sinalização, segurança

ABSTRACT
The project presents the construction of a system, that integrated circuit through
simulates the operation of a set of traffic lights. The total were formed four lights
arranged in the shape of a cross, very common on the streets. Two of them are
intended to control the flow of vehicles, and the other two signaling to pedestrians, so

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you can perform a safe crossing. The traffic lights has green and yellow lights signaling
as well as any other, and to the Red signaling was adopted a digital display, where it is
displayed for drivers and pedestrians the time remaining in which the passage of
vehicles is interrupted, causing the system becomes even clearer and increase the
security level. The signaling system for pedestrians using conventional methods, a
green and a red indicator showing whether or not to secure the passage of pedestrians.
For traffic lights with display system that demonstrates the time generally adopt the
name of intelligent traffic light.

Key Words: Traffic light, integrated circuits, security, sinaling

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO................................................................................................................8
2 OBJETIVOS....................................................................................................................9
3 CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO..............................................................10
4 A IDÉIA..........................................................................................................................11
5 FUNCIONAMENTO DO CIRCUITO..............................................................................12
5.1 Sistema do display e contador de tempo................................................................12
5.2 Sistema do semáforo de veículos...........................................................................14
5.3 Funcionamento dos contadores de leds.................................................................15
5.4 Sistema de seqüencial de leds ..............................................................................17
5.5 Sistema de semáforo para pedestres ....................................................................19
6 VISUALIZAÇÃO DO LAYOUT COMPLETO ................................................................21
7 COMPONENTES DO EQUIPAMENTO.........................................................................22

5
8 CONCLUSÃO................................................................................................................23
9 REFERENCIAS..............................................................................................................24

Lista de Figuras
Pg.
Figura 1.1 .......................................................................................................................12
Figura 1.2 .......................................................................................................................12
Figura 1.3........................................................................................................................12
Figura 1.4........................................................................................................................12
Figura 1.5........................................................................................................................12
Figura 1.6 .......................................................................................................................12
Figura 1.7 .......................................................................................................................12
Figura 1.8........................................................................................................................12
Figura 1.9........................................................................................................................12
Figura 1.10......................................................................................................................12
Figura 2.1........................................................................................................................14
Figura 2.2........................................................................................................................14
Figura 3.1........................................................................................................................15
Figura 3.2........................................................................................................................15
Figura 3.3........................................................................................................................15
Figura 3.4........................................................................................................................15

6
Figura 3.5........................................................................................................................15
Figura 3.6........................................................................................................................15
Figura 4.1........................................................................................................................17
Figura 4.2........................................................................................................................17
Figura 4.3........................................................................................................................17
Figura 4.4........................................................................................................................17
Figura 4.5........................................................................................................................17
Figura 4.6........................................................................................................................17
Figura 4.7........................................................................................................................17
Figura 4.8........................................................................................................................17
Figura 4.9........................................................................................................................17
Figura 4.10......................................................................................................................17
Figura 4.11......................................................................................................................17
Figura 4.12......................................................................................................................17
Figura 4.13......................................................................................................................17
Figura 4.14......................................................................................................................17
Figura 4.15......................................................................................................................17
Figura 4.16......................................................................................................................17
Figura 4.17......................................................................................................................17
Figura 4.18......................................................................................................................17
Figura 4.19 .....................................................................................................................17
Figura 4.20......................................................................................................................17
Figura 5.1........................................................................................................................19
Figura 5.2........................................................................................................................19
1. INTRODUÇÃO

O primeiro semáforo da história foi colocado no dia 10 de dezembro de 1868 em


frente ao parlamento de Londres. Foi concebido por J.P.Knight, engenheiro especialista
em assuntos ferroviários. Contava com sistemas bem primitivos como cabos de aço e
lâmpadas a gás. Devido a um acidente no ano de 1969 foi inutilizado até o ano de
1914, quando foi reconstruído e a maneira de sinalização adotada já se aproximava
muito da forma atual.
O semáforo tem como objetivo a organização do transito como um todo. Além de
diminuir os riscos de colisões entre veículos e também o atropelamento de pedestres,
garante maior fluidez no transito que em grandes cidades é cada vez mais caótico.
Podemos ver exemplos como o da Índia onde não há sinalizações nas ruas e apesar do
número de acidentes ser baixo, andar pelas ruas pode se tornar uma aventura e o
transito é extremamente desorganizado.
Deve haver todo um planejamento para a implantação de um semáforo, pois seu
numero em excesso, e se o intervalo de tempo entre suas fazes for inadequado, por

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exemplo, ao invés de colaborar para o trânsito ele acabaria prejudicando seu
andamento. Por isso órgãos como a CET ( Companhia de Engenharia de Trafego ) e o
Denatran ( Departamento Nacional de Transito ) possuem um manual com instruções
que destinam-se aos responsáveis pela instalação, operação e manutenção dos
semáforos de cada cidade. Com isso conseguem obter um certo padrão e
determinados cuidados nesse planejamento.
Neste documento apresentaremos as técnicas e os conceitos utilizados para a
construção de um protótipo que irá simular o funcionamento deste equipamento tão
importante para o transito de nossas cidades.

2. OBJETIVO

O objetivo deste trabalho é utilizar o conhecimento adquirido em sala de aula, de


forma teórica e prática durante o decorrer do terceiro semestre no curso de Tecnologia
em Automação Industrial. Para a elaboração deste projeto foram utilizados
principalmente os conhecimentos adquiridos durante as aulas e laboratórios de técnicas
digitais, adotando um numero razoável de circuitos integrados que em conjunto
proporcionaram um resultado satisfatório e fiel ao que temos em nosso cotidiano.
Existem diversas maneiras de se construir um semáforo, porém nos preocupamos em
conduzir o projeto dentro da proposta que nos foi apresentada e o mais próximo ao que
encontramos em nosso dia-a-dia.
.

8
3. CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO

O estudo foi realizado na cidade de São Bernardo do Campo, São Paulo,


baseando-se em um equipamento já existente, e que desde a sua invenção já sofreu e
continua sofrendo mudanças visando maior eficiência.
É um equipamento de grande importância em nosso cotidiano e com um ótimo
leque a ser explorado. Suas funções podem ser exemplificadas de forma mais simples
do que as que encontramos em sua estrutura real, e pequenas modificações podem
auxiliar na melhoria de infra estrutura e diminuição de riscos aos pedestres e
condutores.

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4. A IDÉIA

Por se tratar de um equipamento já existente, tivemos que imaginá-lo em um


processo reverso, ou seja, temos as condições de seu funcionamento, e precisaríamos
entende-las de tal forma que fosse possível sua reprodução de forma simplificada e
com recursos oferecidos pela eletrônica digital.
O intuito foi criar um protótipo em escala bem menor ao encontrado
habitualmente, porém com as mesmas funcionalidades, sendo utilizados componentes
mais primitivos e de simples funcionamento, que em conjunto reproduziram fielmente à
aqueles que encontramos nas vias urbanas.
Os semáforos que conhecemos, são montados através de controles de CLP e
podem ser controlados remotamente. Para nosso projeto foram adotados métodos mais
simples, onde o acionamento é local e não apresenta nenhum controle muito avançado,
mas pode ter o seu ciclo alterado mudando seu clock por exemplo.
A idéia do display torna o experimento mais versátil, e proporciona uma melhor
interpretação do mesmo, nos fornece uma informação mais completa, em nosso caso o
tempo em que o condutor necessita aguardar e o tempo em que o pedestre tem para
realizar a travessia. Enfrentamos algumas dificuldades em sua instalação onde foram
testados diversos modelos de CI até que chegássemos a um resultado satisfatório.
O protótipo foi montado em etapas que serão descritas a seguir, onde
procuramos primeiramente elaborar o sistema de um semáforo básico, com 3 cores
sinalizadoras para os condutores e um segundo semáforo dedicado a sinalização para

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pedestres com 2 cores, ambos foram duplicados e funcionam em regime inverso, ou
seja, o estado do primeiro será sempre o inverso do segundo. Em seguida
separadamente ao primeiro circuito foi montado um sistema de contador digital,
baseando-se em conceitos aplicados em laboratório e em sala de aula, em uma terceira
etapa foram moldados ambos os sistemas para que pudessem funcionar em conjunto e
sincronismo. Etapa esta em que enfrentamos maior dificuldade, exigiu uma infinidade
de testes e diversas modificações até que chegássemos a um resultado satisfatório.

5. ELABORAÇÃO DOS CIRCUITOS

A partir de agora estaremos descrevendo cada etapa do processo, desde o


primeiro circuito referente ao semáforo em forma simples, até sua ultima forma que foi
utilizada na montagem do protótipo e já contava com as funções desejadas.

5.1 CIRCUITO INICIAL DO SEMÁFORO

Abaixo o circuito desenvolvido inicialmente para o sistema do semáforo de


veículos e pedestres, não contava ainda com o sistema de display digital e baseava-se
principalmente no uso de portas lógicas tendo uma lógica relativamente complexa.

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Inicialmente possuímos um gerador de clock que se encarrega de determinar o
tempo em que o sistema levará para voltar ao seu estado, possuímos também uma
fonte de alimentação de 5V e uma chave para ligar e desligar o sistema.
O gerador de clock é ligado a entrada de clock do contador 74191, que fará a
distribuição para que seja possível a mudança de estados em determinado período de
tempo. Aplicamos um clock de 60Hz e em sua saída relacionamos sua tabela verdade e
os respectivos estados dos semáforos:

Semáfor Semáforo Semáforo Semáforo


o Pedestres Veículos Pedestres
D C B A
Veículos Primário Secundári Secundário
Primário o
0 0 0 0 Vermelho Verde Verde Vermelho
0 0 0 1 Vermelho Verde Verde Vermelho
0 0 1 0 Vermelho Verde Verde Vermelho
0 0 1 1 Vermelho Verde Amarelo Vermelho
0 1 0 0 Verde Vermelho Vermelho Verde

12
0 1 0 1 Verde Vermelho Vermelho Verde
0 1 1 0 Verde Vermelho Vermelho Verde
0 1 1 1 Amarelo Vermelho Vermelho Verde

A tabela descreve o estado de cada semáforo e a respectiva saída no contador.


Basicamente teremos 8 diferentes sinais de saídas até que nosso contador seja
resetado, onde para que cada luz sinalizadora seja acesa teremos que forçar a saída
em que será ligada para nível alto, porém existe uma série de combinações a serem
feitas, pois são dois equipamentos que deverão trabalhar em condições opostas entre
si, e além disso também não pode haver uma simultaniedade de sinais dentro de cada
semáforo.
A seguir serão descritos quais os recursos utilizados para gerar uma seqüência
de combinações fazendo com que o funcionamento de ambos os semáforos sejam
eficientes.

5.1 SEMÁFORO PRIMÁRIO

Para que o semáforo de veículos primário esteja em vermelho, temos a saída C


e D do contador 74191 ( U1 ) em 0, ambas passam por uma inversora 7404 ( U7A e
U8A ) e para uma porta E 7408 ( U4A ) formando a equação CD , o led vermelho só
funcionara enquanto as saídas CD do contador estiverem em nível baixo, o que
ocorrerá durante 4 períodos dos 8 possíveis.
Para o led amarelo no semáforo primário o sinal sai do contador 74191, A e B
são ligados a uma porta E 7408 (U12A), enquanto que C é ligado diretamente a uma
segunda porta E, e a saída D passa por uma inversora antes de chegar a ela ( U10A ),
Por sua vez as saídas de U10A e U12A passam para uma terceira porta E (U13A) que
vai ligada ao led amarelo ( equação: ABC D ) assim estabelecemos uma condição em
que todas as entradas nas portas E sejam levadas a nível alto para que funcione, por
isso a saída D passa por uma inversora .Isso garante que o período em que o led
amarelo fique acesso seja menor, e que seja a única alteração no sistema durante esta
transição, a cada sinal de clock temos uma mudança de estado nas saídas do contador.
entre 8 possíveis condições nas saídas, sua condição de funcionamento é única.

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Já para o estado verde temos a seguinte equação: AC D +BC D , onde sua
condição é funcionamento exige que as saídas de U1 em C e D esteja em nível alto,
por esse motivo D passa pela inversora U8A, o sinal é jogado em uma porta E (U9A),
que por sua vez são lançadas para duas portas E, onde na primeira será ligado
juntamente com o sinal de A ( U6A ) e com o sinal de B ( U2A ) a saída de cada uma
delas é ligada em uma porta OU e finalmente o led verde vai ligado a saída da porta OU
7432 ( U11A ), criando uma condição em que além de C e D obrigatoriamente devem
estar em nível alto, ou a saída A ou a saída B após passar pela inversora devem estar
em nível alto para que o led possa ser aceso. Esta condição ocorrerá durante 3
períodos, ou seja o tempo em que ficará acesso será 3 vezes maior que o do led
amarelo, e o espaço de tempo de cada período será determinado pela freqüência do
clock, pois ela quem determinará o tempo para mudança de estado das saídas.
Para os semáforos de pedestres a lógica é extremamente simples, como todos
sabemos só devemos efetuar a travessia enquanto o semáforo de veículos indicar o
sinal vermelho ( fato este que nem sempre é respeitado e pode causar muitos acidentes
). Por isso apenas foi criada uma ramificação do sinal vermelho de veículos para o
verde de pedestres, assim necessariamente os dois serão ligados simultaneamente.
Como estamos trabalhando com períodos de tempos muito pequenos ( o ciclo completo
deverá girar em torno de 12 segundos ) não foi incluída uma lógica para o sinal
vermelho de pedestres em relação ao sinal amarelo de condutores, porém se
enquadraria perfeitamente ao projeto uma ramificação do sinal amarelo, podendo
passar por uma porta do tipo E em conjunto com o sinal de CLOCK, quando tivéssemos
a entrada do sinal amarelo em nível alto, o sinal de clock seria transmitido fazendo com
que o sinal vermelho para pedestres oscilasse assim como vemos nas ruas. Já para o
sinal vermelho de pedestres optamos em adicionar uma ramificação do sinal vermelho
que passou por uma inversora 7404 e foi ligada ao led, apresentando assim sempre o
estado oposto ao sinal de veículos.

5.2 SEMÁFORO SECUNDÁRIO

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O semáforo secundário funciona em resumo de forma oposta ao primário, como
um regime mestre escravo. Estaremos abaixo descrevendo quais as condições e
devidas ligações que foram realizadas.
Para o sinal vermelho temos a saída D sendo ligada a uma inversora 7404 ( U8A
) que por sua vez é ligada a uma porta E 7408 ( U14A ) que sai para o led vermelho, ou
seja temos em sua entrada: CD . Já para o sinal amarelo teremos: AB C D , onde A e
B entram na porta E 7408 ( U20A ) e CD entram na porta E 7408 ( U19A ), a saída de
ambas as portas é ligada em uma nova porta E ( U21A ) e é ligada ao led amarelo.
Já para o sinal verde temos: C D( A +B ) , em que CD vão ligados a porta E
U15A, sua saída é ligada a U18A juntamente com o sinal de A que passa pela inversora
U5A. e em uma segunda por E U19A juntamente com o sinal de B que também passa
por uma inversora, a porta U3A. As saídas de U!8ª e U19A por sua vez são ligadas a
uma porta OU 7432 ( U17A ), nesta condição devemos ter em conjunto com CD apenas
A ou B em nível alto para que o sinal verde acenda. A lógica utilizada para o semáforo
de pedestres é a mesma utilizada no primeiro semáforo.

5.3 CONSIDERAÇÕES FINAIS SOBRE O CIRCUITO INICIAL

A analise do circuito é muito simples, podemos verificar que em seu


funcionamento temos sempre a saída forçada para nível alto para que uma
determinada condição do semáforo seja verdadeira. Existe além disso o uso de alguns
artifícios para que não tenhamos o mesmo tipo de saída em cada semáforo, em termos
de circuito as ligações são feitas de formas opostas, garantindo assim o sincronismo e
que não sejam coincididas as condições entre o semáforo primário e o semáforo
secundário. A seguir estaremos descrevendo a montagem do display utilizado e por fim
como ocorreu a ligação entre semáforos e display digital. O protótipo sofrerá alterações
onde o gerador de pulsos que encontramos no circuito será substituído por um CI do
tipo LM555, a alteração poderá ser vista no circuito que será apresentado adiante.

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6. VISUALIZAÇÃO DO LAYOUT COMPLETO

7. COMPONENTES DO EQUIPAMENTO

Abaixo a listagem dos principais componentes utilizados e suas respectivas


quantidades, para os casos de alguns CI também a indicação de do número de
portas utilizadas.

• 3 x 74125
Buffer tri-state de 4 saídas cada, sendo utilizadas 10 delas.

• 3 x 4027
Flip-Flop JK de 2 saídas cada, sendo utilizadas 6 delas.

• 2 x 4002
Porta NOR 2 saídas cada, sendo utilizadas 4 delas.

• 2 x 4029
Contador de Década.

• 2 x 4017
Contador Johnson.

• 2 x 4511
Decodificador para 7 segmentos.

• 1 x 4069
Porta inversora de 6 entradas, sendo utilizadas delas.

• 1 x 4081
Porta AND de 2 entradas e 4 saídas, sendo utilizadas 3 saída.

• 1 x 4082
Porta AND de 4 entradas duas saídas, sendo utilizada 1 saída.

• 1 x 4093
Porta NAND Schmitt-trigger de 2 entradas e 4 saídas, sendo utilizada 4 saídas.

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8. CONCLUSÃO

Inicialmente visualizamos o projeto de forma simples e não esperávamos que o


decorrer de seu desenvolvimento apresentasse tamanha complexidade, formando um
circuito relativamente grande.
Enfrentamos muitas dificuldades e foi necessária a consulta de muitos materiais
além dos professores para que chegássemos a um resultado satisfatório. No decorrer
da ultima semana do desenvolvimento deste projeto foi noticiado em um jornal local a
instalação deste tipo de semáforo em nossa região, o que demonstra a tendência na
utilização deste tipo de sistema.
Graças a ferramentas como o software Multisim, foi possível uma serie de testes
para a obtenção de resultados sem riscos de danos a peças físicas, o que faz com que
a montagem do projeto tenha uma margem de certeza quanto ao seu funcionamento e
segurança.
Existem ainda alguns recursos possíveis a serem implementados e que poderão
ser mencionados e utilizados em futuros projetos, que por sua vez poderão ser
desenvolvidos a partir de novos componentes mais avançados e próximos ao que
encontramos no dia a dia como é o caso de micro controladores e CLP´s.

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10. REFERÊNCIAS

MINERVA. Site de páginas pessoas de professores da Universidade Federal de


Pelotas. Disponível em: http://minerva.ufpel.edu.br/~guntzel/isd/isd.html. Acesso em
Março de 2011

GREGORY L. Moss. Sistemas digitais, 10ª Edição, Makron Books, 2007

DATASHEET CATALOG. Site dedicado a pesquisa de datasheet de milhares de


componentes eletrônicos, Disponível em: http://www.datasheetcatalog.com/. Acesso em
Março de 2011

CLUBE DO HARDWARE. Fórum dedicado a discussões sobre informática e


eletrônicos. Disponível em: http://www.clubedohardware.com.br/artigos/Introducao-as-
Portas-Logicas/1139/9. Acesso em Abril de 2011

LEARN ABOUT-. Site em inglês, dedicado ao estudo da elétrica / eletrônica. Disponível


em: http://www.learnabout-electronics.org. Acesso em Abril de2011

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