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REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

GOVERNO REGIONAL
SECRETARIA REGIONAL DE EDUCAÇÃO
Cursos de Educação e Formação
E BS Prof. Dr. Francisco de Freitas Branco, Porto
de Adultos – EFA
Santo Portaria n.º74/2011 de 30 de junho
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Educação N.º de Telefone: 291 980030/Fax:291 980047/46

IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

Curso EFA: Certificação Escolar de Nível Secundário | Ano letivo 2021/2022


Ricardo Bruno Alves dos Santos 05/01/2022

STC- Unidade 7- Saberes Fundamentais

DR1- O Elemento

Nome: Ricardo Bruno Alves dos Santos turma: EFA

Para este domínio de referência, propõe-se a elaboração de um trabalho de pesquisa


sobre o átomo e a sua constituição.
Pontos a abordar:
- Perspetiva histórica sobre o átomo e a sua constituição;
- Teoria atual mais aceite sobre o átomo e as suas principais partículas constituintes;
- Microscópio eletrónico.

O tema acima deverá ser trabalhado e apresentado em Word e deverá conter imagens.
Não pode fazer cópias de texto da web.
Átomo

O átomo é uma estrutura (composta por protões, neutrões, eletrões,


núcleo, níveis, subníveis e orbitais) que forma a matéria.

Fig. 1 – Representação de um átomo.

Átomo é o nome dado ao formador da matéria (tudo aquilo que ocupa


espaço e possui massa).
Esse nome foi proposto pelos filósofos gregos Demócrito e Leucipo.
Elementos químicos, moléculas, substâncias e materiais orgânicos ou
inorgânicos são formados por átomos. Em sua constituição, o átomo
apresenta partículas (protões, neutrões e eletrões), não sendo a
menor parte da matéria. Todavia, sua visualização não é possível.
O que se conhece sobre o átomo está relacionado com experimentos
físicos, químicos e aspetos matemáticos comprovados 
cientificamente. A evolução do conhecimento sobre o átomo fez com
que diversas tecnologias fossem desenvolvidas e aperfeiçoadas.
Composição básica de um átomo

 Núcleo: região mais densa do átomo e comporta protões e


neutrões;
 Níveis de energia: regiões que envolvem o núcleo e que
abrigam subníveis, orbitais e eletrões. Há sete níveis de energia, que
são representados pelas letras K, L, M, N, O, P e Q;
 Subníveis de energia: são regiões que abrigam os orbitais.
Estão presentes em todos os níveis e são representados por letras (s,
p, d f). Sua quantidade depende de cada nível: K (possui subnível s),
L (possui subníveis s e p), M (possui subníveis s, p e d), N (possui
subníveis s, p, d e f), O (possui subníveis s, p, d e f), P (possui
subníveis s, p e d) e Q (possui subníveis s e p);
 Orbitais atômicos: regiões de maior probabilidade de se
encontrar um elétron. Cada subnível apresenta uma quantidade
diferente de orbitais: s (um orbital), p (três orbitais), d (cinco orbitais) e
f (sete orbitais);
 Protões; partículas positivas (representadas por p);
 Eletrões; partículas negativas que apresentam também
comportamento de onda (representadas por e);
 Neutrões; partículas sem carga que diminuem a repulsão entre
os protões no núcleo (representadas por n).

Fig. 2 – Composição de um átomo


Representação de um átomo

A forma mais simples de representar um átomo é utilizando a sigla do


elemento químico que ele forma. A sigla “Se”, por exemplo,
representa todos os átomos que formam o elemento químico selênio.

A sigla que representa o átomo ainda pode fornecer duas importantes


informações: o número atômico (representado pela letra Z e sempre
do lado esquerdo inferior da sigla do átomo) e o número de massa
(representado pela letra A, podendo ser posicionado do lado esquerdo
ou direito na parte superior da sigla do átomo).

Sigla de um átomo com número de massa e número atômico

 Número Atômico (Z): indica o número de protões presentes no


núcleo do átomo e o número de eletrões (e) presentes nos níveis de
energia.

Fórmula que indica a representatividade do número atômico

 Número de massa (A): indica a massa presente no núcleo do


átomo, que resulta da soma do número de protões (p) e o número de
neutrões (n).

Fórmula que indica a representatividade do número de massa


Microscópio eletrónico

Tipo de microscópio que utiliza um feixe de eletrões em vez de


radiações luminosas, como o microscópio ótico, para
obter uma imagem de objetos muito pequenos, como são os
organelos, vírus ou a molécula de ADN.

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