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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema: Raiz

Ana António Armando e Código N.º 708211417

Curso: Biologia
Disciplina: Botânica Geral
Ano de Frequência: 1º Ano

Gurué, Janeiro, 2022


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Índice 0.5
Aspectos Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais Discussão 0.5
Conclusão 0.5
Bibliografia 0.5
Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
Descrição dos
Introdução 1.0
objectivos
Metodologia
adequada ao objecto 2.0
do trabalho
Articulação e domínio
do discurso
Conteúdo académico (expressão
2.0
escrita cuidada,
coerência / coesão
Análise e textual)
discussão Revisão bibliográfica
nacional e
internacionais 2.
relevantes na área de
estudo
Exploração dos dados 2.0
Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
Paginação, tipo e
tamanho de letra,
Aspectos
Formatação paragrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre
linhas
Normas APA
Rigor e coerência das
Referências 6ª edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia

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Folha para recomendações de melhoria: a ser preenchida pela tutora
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Índice
1. Introdução ........................................................................................................................... 5

1.1. Objectivos do Estudo ................................................................................................... 5

1.1.1. Objectivo Geral..................................................................................................... 5

1.1.2. Objectivos Específicos ......................................................................................... 5

2. Morfologia da Raiz ............................................................................................................. 6

1.2. Origem ......................................................................................................................... 6

1.3. Características Gerais da Raiz ..................................................................................... 6

1.4. Partes da Raiz ............................................................................................................... 7

3. Classificação Básica das Raízes ......................................................................................... 8

1.4.1. Classificação Especial das Raízes ........................................................................ 8

4. Conclusão ......................................................................................................................... 10

5. Referências Bibliográficas ................................................................................................ 11

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1. Introdução
O trabalho em causa é referente a cadeira de Botânica Geral oferecida pela Universidade
Católica de Moçambique – Instituto de Educação à Distância aos estudantes do curso de
Licenciatura em Ensino de Biologia. Trata de trabalho de campo e que de forma teórica irá
debruçar sobre a raiz, partindo da sua descrição e classificação, assim como demonstra o
desenho da raiz aprumada e sua legenda, explicar a função e importância da raiz aprumada;

Para a concretização do presente trabalho usou se o método bibliográfico baseado no uso do


módulo da disciplina, artigos, manuais entre outros que falam do tema a ser pesquisado como
far-se-á a menção nas referências bibliografias.

1.1. Objectivos do Estudo


1.1.1. Objectivo Geral
Conhecer a morfologia da raiz.

1.1.2. Objectivos Específicos


 Descrever a raiz;
 Classificar a raiz;
 Desenhar uma raiz aprumada;
 Legendar a raiz aprumada;
 Explicar as funções das partes que constituem a raiz aprumada; e
 Explicar a função e importância da raiz.

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2. Morfologia da Raiz
A raiz é a primeira estrutura a emergir da semente em germinação, o que vai possibilitar a
fixação da plântula no solo e absorver água. Ela apresenta, em geral, geotropismo positivo
(Raven; Evert, e Eichhorn, 2007).

As funções da raiz são de fixação do organismo ao solo, e absorção de nutrientes e água,


necessários a sua sobrevivência (Supinho, 2011).

Outras funções associadas à raiz são condução, armazenamento e aeração. A condução refere-
se a substâncias xilemáticas e floemáticas (Santos e Bonilla 2003).

Exemplos de raízes que armazenam substâncias são as de cenoura, beterraba e de batata-doce,


essas substâncias pode ser utilizadas pelas próprias raízes ou por outras partes da planta. As
raízes de aeração podem ocorrer em algumas plantas subaquáticas, sendo esponjosas, pois são
dotadas de grande quantidade de aerênquima (parênquima com grandes espaços intercelulares
cheios de ar), com função de reserva de oxigénio para órgãos submersos (Raven; Evert, e
Eichhorn, 2007).

A análise do sistema radicular de uma planta oferece importantes informações sobre o


ambiente no qual ela se encontra, e da estratégia fisiológica utilizada por ela para obter água e
nutrientes essenciais à sua sobrevivência.

1.2. Origem
Segundo Barbosa (2013), “a raiz principal tem origem na radícula do eixo embrionário da
semente, sendo exógena” (s.p.). Enquanto raízes secundárias têm origem endógena, a partir de
tecidos profundos, e as raízes laterais surgem a partir do periciclo, um tecido presente em
plantas com crescimento secundário (Barbosa, 2013).

1.3. Características Gerais da Raiz


De acordo com Barbosa (2013), as principais características da raiz destacam se em:

 Corpo não segmentado em nó e entrenós;


 Sem folhas;
 Sem gema;
 Em sua maioria, subterrânea;
 Ausência de clorofila, geralmente;
 Presença de crescimento subterminal;
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 Geotropismo positivo, geralmente; e
 Presença de coifa e pelos radiculares.

1.4. Partes da Raiz


A raiz é composta de várias partes:

1. Coifa (caliptra): É uma espécie de capuz que protege a ponta da raiz. A coifa envolve
e protege a raiz contra o atrito com as partículas do solo e contra o ataque de
microrganismos diversos;
2. Região lisa (crescimento): É a região onde ocorre o alongamento da raiz. Assim, para
que uma raiz cresça bem, deve haver: multiplicação de células (na ponta) e
alongamento celular (na região lisa);
3. Região prolífera (pêlos absorventes): Nessa região existem pêlos absorventes, que
retiram do solo água e sais minerais.
4. Região suberosa (ramificação): Região na qual a raiz se ramifica, originando as
raízes secundárias;
5. Colo (coleto): Ponto de encontro da raiz com o caule.

Figura 1: Partes da Raiz

Fonte: Supinho (2011).

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3. Classificação Básica das Raízes
Se gundo Supinho (2011), as angiospermas podem ser divididas em dois grandes grupos:
monocotiledóneas e dicotiledóneas. Nesses grupos, verificam-se dois tipos básicos de raízes:
fasciculadas e pivotantes

1. Raízes Fasciculadas: As raízes fasciculadas compõem-se de um conjunto de raízes


finas que têm origem em um único ponto, essas raízes ocorrem nas monocotiledóneas,
milho, a cana, etc.
2. Raízes Aprumadas (Pivotantes): Apresenta raiz principal da qual partem as raízes
laterais, que também se ramificam.

Essas raízes também chamadas de raízes axiais, ocorrem nas dicotiledóneas, como o feijão, o
café, a laranjeira.

Figura 14: Esquema de Raizes.

14.1. Raiz Fasciculada e 14.2. Raiz Aprumada.

Fonte: Supinho, (2011, p. 27)

1.5. Classificação Especial das Raízes


As raízes têm função de absorção e de fixação. Mas algumas plantas possuem tipos especiais
de raízes com outras funções.

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1. Raízes Tuberculosas: As raízes tuberosas contêm reservas nutritivas e são muito
utilizadas na nossa alimentação. Como exemplos dessas raízes: mandioca, a cenoura, a
beterraba, a batata-doce e o nabo.
2. Raízes Aéreas (escoras): partem do caule e se fixam no solo, aumentando a superfície
de fixação da planta. Geralmente são encontradas nas plantas que se desenvolvem nos
mangues, ambientes de solos movediços (mangue-vermelho, do género Rhizophora);
3. Raízes Tabulares: As raízes tabulares são raízes achatadas como tábuas que
encontramos em algumas árvores de grande porte. Auxiliam a fixação da planta no
solo e possuem poros que permitem a absorção de gás oxigénio da atmosfera. A
sumaúma, da Amazónia, apresenta raízes tabulares.
4. Raízes Sugadoras: São raízes de plantas parasitas, como a erva-de-passarinho, que
penetram no caule de uma planta hospedeira, sugando-lhe a seiva.
5. Raízes Respiratórias (pneumatóforas): São raízes de algumas plantas que se
desenvolvem em manguais. O solo é geralmente muito pobre em gás oxigénio. Essas
raízes partem de outras existentes no solo e crescem verticalmente, emergindo da
água; possuem poros que permitem a absorção de oxigénio atmosférico.

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4. Conclusão
Pela realização deste trabalho, que girou em torno da raiz, chegou se a conclusão de que a raiz
é um órgão da planta que tem como função fixar a planta no solo, absorver água e sais
minerais. A raiz é composta de várias partes: coifa (caliptra), região lisa (crescimento), região
prolífera (pêlos absorventes) e colo (colecto). As plantas podem ser monocotiledóneas e
dicotiledóneas. Nesses grupos, verificam-se dois tipos básicos de raízes: fasciculadas e
pivotantes. As raízes fasciculadas são as que compõem-se de um conjunto de raízes finas que
têm origem em um único ponto, essas raízes ocorrem nas monocotiledóneas, milho, a cana,
etc.

E raízes aprumadas (pivotantes): apresenta raiz principal da qual partem as raízes laterais, que
também se ramificam. Essas raízes também chamadas de raízes axiais, ocorrem nas
dicotiledóneas, como o feijão, o café, a laranjeira. As raízes têm função de absorção e de
fixação. Mas algumas plantas possuem tipos especiais de raízes com outras funções. Também
podem ser classificadas em tuberculosas, aéreas (escoras), tabulares, e respiratórias
(pneumatóforas).

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5. Referências Bibliográficas
Barbosa, J. (2013). Morfologia da Raiz: Introdução. Disponível em:
https://botanicagraduacao.blogspot.com.

Raven, p. H.; Evert, R. F.; Eichhorn, S. E. (2007). Biologia vegetal. (7ª. Ed.). Brasil, Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan.

Santos, J. H. R e Bonilla, O. H. (2003). Organografia das fanerógamas. Brasil, Fortaleza:


UECE

Supinho, A. E. P. (2011). Manual de Curso de Licenciatura-Ensino de Biologia: Botânica


Geral. Moçambique, Beira: UCM-CED.

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