09/05/2011

DOM - Diário Oficial do Município |

Terça-feira, 12 de Janeiro de 2010 Poder Executivo Secretaria Municipal de Governo

Ano XVI - Edição N.: 3502

Calendário ano de:
Maio, 2011

DECRETO Nº 13.842 DE 11 DE JANEIRO DE 2010 Regulamenta a Lei n° 9.725/09, que contém o Código de Edificações do Município de Belo Horizonte. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - A aplicação da Lei n° 9.725, de 15 de julho de 2009, que institui o Código de Edificações do Município de Belo Horizonte, observará o disposto neste Decreto. CAPÍTULO II DAS RESPONSABILIDADES Seção I Das Responsabilidades do Profissional e do Proprietário Art. 2º - Para fins da aplicação deste Decreto, e nos termos do art. 3º da Lei nº 9.725/09, fica estabelecido o que segue: I – profissional legalmente habilitado é a pessoa física com registro no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA, nos termos da legislação específica. II – pessoas jurídicas legalmente habilitadas são as sociedades, associações, companhias, cooperativas e empresas em geral, que se organizem para executar obras ou serviços relacionados na forma da lei, com registro no CREA. § 1º - O profissional legalmente habilitado poderá atuar individual ou coletivamente, como responsável técnico pela elaboração do projeto de edificação ou pela direção técnica da obra, assumindo sua responsabilidade no momento do protocolo do pedido de licença ou do início da obra. § 2º - Para os fins deste Decreto, considera-se: I - responsável técnico pelo projeto de edificação o responsável pelo conteúdo das peças gráficas, descritivas, especificações e exeqüibilidade de seu trabalho; II - responsável técnico da obra o profissional encarregado pela direção técnica das obras, desde seu início até sua total conclusão, respondendo por sua correta execução e adequado emprego dos materiais, conforme a legislação municipal, sem prejuízo da responsabilidade prevista no Código Civil. § 3º - A responsabilidade sobre projetos, instalações e execuções cabe aos profissionais, nos termos da Anotação de Responsabilidade Técnica – ART. Art. 3º - O responsável técnico pelo projeto de edificação ou pela direção técnica das obras declarará sua responsabilidade em formulário próprio, conforme modelo constante no Anexo Único deste Decreto. Parágrafo único - A declaração do responsável técnico pela direção da obra, se não anexada no ato da solicitação de aprovação do projeto de edificação, deverá ser apresentada na SMARU em até 10 (dez) dias antes do início efetivo da obra, sob pena de embargo, nos termos do inciso III, do art. 77 da Lei n° 9.725/09. Art. 4º - A substituição ou a transferência de responsabilidade técnica deverá ser comunicada em formulário próprio, segundo os procedimentos estabelecidos neste Regulamento. § 1º- Tratando-se de comunicação efetivada pelo proprietário, a mesma deverá: I - indicar o nome do novo responsável técnico; II - estar acompanhada do Termo de Compromisso constante no Anexo Único deste Decreto. § 2º - Tratando-se de comunicação efetivada pelo responsável técnico, a SMARU deverá notificar o proprietário para apresentação de novo responsável técnico, nos seguintes termos: I - tratando-se de responsável pelo projeto de edificação, o proprietário deverá apresentar novo RT no prazo máximo de 05 (cinco) dias, sob pena de indeferimento do processo de licenciamento; II - tratando-se de responsável pela direção técnica de obra, o proprietário deverá apresentar novo responsável técnico no prazo máximo de 10 (dez) dias, sob pena de embargo da obra, conforme previsto no inciso III do art. 77 da Lei n° 9.725/09. Art. 5º - O responsável técnico pelo projeto de edificação ou pela direção técnica da obra poderá designar, mediante formulário próprio e justificativa escrita, outro responsável técnico para acompanhar a tramitação do processo na SMARU, nos casos previstos neste Decreto. Art. 6º - Deverá ser mantida na obra: I – cópia do Alvará de Construção e das demais Licenças previstas no § 1º do art. 12 da Lei n° 9.725/09, quando pertinentes, todas dentro do prazo de validade; II- cópia do projeto arquitetônico aprovado pela SMARU. Art. 7º - O laudo técnico referente às condições de risco e estabilidade do imóvel deverá ser elaborado por profissional com habilitação expedida pelo CREA. Parágrafo único - O laudo mencionado no caput deste artigo deverá ser acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica - ART. Art. 8º - As informações, declarações e Termos de Compromissos prestados e firmados pelos Responsáveis Técnicos, pelos proprietários e por terceiros envolvidos no processo de licenciamento sujeitam os mesmos a responsabilização por sinistros, acidentes, danos causados a terceiros, falsidade ideológica e falsificação de documento público. Seção II Da Responsabilidade do Executivo Art. 9º – A aprovação de projeto por parte do Executivo contemplará: I – o atendimento à legislação e às normas técnicas vigentes; II - as declarações do responsável técnico e do proprietário, conforme disposto neste Decreto. § 1º - Não compete ao Executivo verificar o atendimento das exigências decorrentes do exercício legal da profissão. § 2º - Não compete ao Executivo verificar o recolhimento dos valores referentes às ARTs. CAPÍTULO III

Dom Seg Ter Qua Qui Sex Sáb 1 8 15 22 29 2 9 16 23 30 3 10 17 24 31 Proximo > 4 11 18 25 5 12 19 26 6 13 20 27 7 14 21 28

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Assunto: Critério: Com todas as palavras Com a expressão Com qualquer um a das palavras Período: data inicial data final

portal6.pbh.gov.br/dom/iniciaEdicao.d…

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725/09 será considerada atendida caso haja permeabilidade visual em pelo menos 1. VI – projeto estrutural. nos imóveis com tombamento específico ou de interesse de preservação.gov. a manifestação dos órgãos da Administração Direta e Indireta do Município acerca da aprovação dos projetos ou do acompanhamento das obras.O Executivo não procederá à aprovação de projetos complementares.O estande de vendas previsto no inciso II do art.br. 18 – As licenças para demolição e para movimentação de terra.limpo: aquele livre de lixo ou entulho de qualquer natureza. 13 – O fechamento frontal de lote ou terreno edificado com altura superior a 1. caberá ao Executivo apenas o licenciamento do projeto arquitetônico.A demolição do estande de vendas deverá ser efetuada anteriormente à solicitação de vistoria para concessão da Certidão de Baixa de Construção. de 18 de janeiro de 2005 e da Lei n° 9. 10 da Lei n° 9. V – projeto de prevenção e combate a incêndio. 10 da Lei n° 9. Art. no processo de aprovação de projeto. Art. deverão ser efetuados: I . bem como para a construção de marquises e muros de arrimo. sendo vedada a utilização de fogo. 22 – Qualquer intervenção em edificações situadas nos Conjuntos Urbanos Protegidos. 15 .br/dom/iniciaEdicao. sem área comum. 15 da Lei n° 9. pela qual seja possível a visualização de todo o lote ou terreno.725/09 não poderá invadir logradouro público.na SMARU.O licenciamento para construção de marquise e de muros de arrimo a que se refere o inciso II do caput deste artigo será realizado na Secretaria Municipal de Administração Regional competente. quando for o caso.80m (um metro e oitenta centímetros) do passeio deverá ser dotado de elementos construtivos que garantam permeabilidade visual em área equivalente a 50% (cinquenta por cento) daquela acima desta altura. não desobriga o proprietário e o responsável técnico do cumprimento do disposto nas normas pertinentes. bem como outras formas de fechamento que causem danos ou incômodos aos transeuntes. Art.Diário Oficial do CAPÍTULO III DO FECHAMENTO DOS LOTES E TERRENOS Município | Art.É permitida a instalação do estande de vendas a partir do início do período de validade do Alvará de Construção. entende-se por lote ou terreno: I . Art. Art.725/09. Art. que providenciará. Seção II Da Aprovação de Edificações Unifamiliares com Área Máxima de 70 m² (setenta metros quadrados) e de Empreendimentos Habitacionais de Interesse Social – EHIS Art. quando não for feita a opção pelo Alvará de Construção consolidado ou quando a intervenção não estiver vinculada à implantação de edificação.na Secretaria Municipal de Administração Regional competente. quando for o caso.pbh. Parágrafo único . III . 10 . 12 da Lei n° 9. Parágrafo único – Poderão ser dispensadas da exigência do caput deste artigo as edificações regularizadas nos termos da Lei n° 9. 23 . § 1º .00 m² (setenta metros quadrados) e de EHIS obedecerá aos procedimentos previstos neste Regulamento. observado o disposto neste Decreto. VII – projeto de impermeabilização.A solicitação dos licenciamentos previstos neste artigo deverá ser feita em formulário próprio.725/09. 20 . 12 .725/09. § 1º. equiparam-se às edificações residenciais unifamiliares para efeito do disposto neste Decreto. Ocupação e Uso do Solo e ao Código de Edificações. o padrão de representação gráfica dos projetos de aprovação de edificação e de licenciamento. 11 .Para efeito do disposto no caput do art. por meio de Portaria. Art. 17 – O licenciamento de obras de construção e reconstrução é de competência exclusiva da SMARU.00 m² (um metro quadrado) da extensão do fechamento. a manifestação da SMMA para subsidiar o licenciamento da supressão de vegetação. 16 – Os formulários previstos neste Decreto serão definidos pela SMARU e estarão disponíveis no sítio www.pbh. observado o disposto no § 3º do art.725/09. estará sujeita aos procedimentos e normas estabelecidos pela Diretoria de Patrimônio Cultural da Fundação Municipal de Cultura. em especial: I – projeto hidráulico-sanitário. 12 da Lei n° 9. entendidos como aqueles não necessários à constatação de conformidade da edificação perante a Lei de Parcelamento.gov. 24 – A abertura de processos de aprovação projetos de edificações destinadas ao uso residencial unifamiliar com área máxima de 70.A SMARU definirá. bem como da responsabilidade penal e civil perante terceiros. e deverá estar acompanhada de comprovante do pagamento do preço público correspondente. II . Art. b) sistema de drenagem.09/05/2011 DOM . IV – projeto de instalação de ar condicionado. 21 . § 2º .A exigência constante do § 5° do art. quando o proprietário fizer a opção por concessão de Alvará de Construção consolidado.A supressão de vegetação será licenciada pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente – SMMA. II . § 2° .roçado: aquele que apresenta desgaste da vegetação herbácea. Art. 19 . Art. CAPÍTULO IV DO LICENCIAMENTO Seção I Das Disposições Gerais Art.Fica proibida a utilização de arame farpado. chapiscos e vegetação com espinhos. mesmo sem a remoção de tocos ou de raízes. preservadas as eventuais nascentes e cursos d’água existentes e suas condições naturais de escoamento.Acatada pela SMARU a documentação necessária para o licenciamento da obra. 18 da Lei nº 9. Parágrafo único – Na hipótese de opção pelo Alvará de Construção consolidado. 14 – Para efeito da aplicação do disposto no § 2º do art. Art. conforme disposto no § 1º do art. § 1º.725/09.projeto de instalações de comunicação. a SMARU deverá providenciar.A dispensa de aprovação de projeto e licenciamento. Art.725/09. será aberto o processo administrativo e concedido portal6. 5º da Lei n° 9. III – drenado: aquele que apresenta: a) condições adequadas de escoamento de águas pluviais.d… 2/12 .As residências multifamiliares horizontais com acessos independentes e diretos ao logradouro público.074. previsto no §2º do art. II – projeto elétrico e luminotécnico.

sendo eliminada após o decurso deste prazo. se os projetos aprovados atendem à legislação vigente. II – indeferir o processo e encaminhar para ação fiscal. 15 da Lei n° 9.Diário Oficial do Município | § 1º . § 4º . a qualquer momento.O Executivo terá o prazo de 20 (vinte) dias para fornecer o projeto arquitetônico compatibilizado com a situação topográfica do terreno em questão. quando ocorrer superveniência de fatores que justifiquem a prorrogação e impossibilitem seu cumprimento.notificar o proprietário e o responsável técnico da revogação do Alvará de Construção. a administração deverá: I . § 4º . 29 deste Decreto. IV – termo unificado de compromisso. estadual e municipal.Caso haja alteração no projeto que implique prejuízo a seu enquadramento no disposto no art. § 1º . § 2º. quando se tratar de aprovação inicial.O exame do projeto das edificações de que trata esta seção poderá ser parcial. § 5º . § 1º . nos termos do Anexo Único deste Decreto. § 2º . que a edificação possui área superior. o interessado deverá solicitar o projeto arquitetônico à SMARU por meio de formulário próprio.O prazo de 45 dias. 14 da Lei n° 9.É responsabilidade dos responsáveis técnicos pela elaboração de projetos e dirigentes técnicos de obras a observância e o cumprimento das demais disposições relativas à edificação previstas nas legislações federal.gov. § 2º . 15 da Lei n° 9. § 2º. 18 da Lei n° 9. § 2º . § 1º. VII – área de estacionamento. em especial: I – coeficiente de aproveitamento.Acatada pela SMARU a documentação necessária para o licenciamento da obra. portal6. os prazos de correção e de emissão de parecer conclusivo com deferimento ou indeferimento do processo passam a ser. V – levantamento planialtimétrico.725/09. 27 – A solicitação para exame e aprovação de projetos de edificações ocorrerá junto à Central de Atendimento da SMARU. 14 deste Decreto. § 3º . o recebimento do Alvará de Construção fica condicionado à quitação do valor complementar.pbh. Art. Seção III Da Aprovação de Projeto Art. que indicará o endereço eletrônico para o seu acompanhamento. § 6º .promover a revogação do Alvará de Construção. IX – pé-direito. as responsabilidades assumidas e as informações prestadas pelo responsável técnico. VI – termo de compromisso prestado pelo responsável técnico. § 3º . o Alvará de Construção será concedido no prazo previsto no § 1º do art. previsto no §1º deste artigo. V – altura na divisa e da edificação. 13 da Lei nº 9.725/09. § 1º .Na hipótese contida no § 4° do art. mediante assinatura do Termo de Compromisso constante no Anexo Único deste Decreto. serão cobrados os valores devidos por todo o processo de aprovação da edificação antes da concessão da Certidão de Baixa de Construção. 26 – A aplicação do art. 13 da Lei n° 9. § 2º . se constatada a possível prática de crime nos termos da legislação penal. 32 – Constatado o não atendimento ao disposto no art. mediante requerimento próprio. Art.O proprietário e o responsável técnico deverão ser comunicados do indeferimento por meio do protocolo eletrônico de que trata o parágrafo único do art. frontal e de fundos. IV – encaminhar denúncia ao CREA e à Procuradoria Geral do Município. pelo cumprimento da legislação vigente e das demais normas complementares. os dispostos nos §§ 5° e 6º do art. perante o Poder Público e terceiros. Art.O prazo de 45 (quarenta e cinco) dias previsto no caput do art.br/dom/iniciaEdicao. será aberto o processo administrativo e concedido Alvará de Construção no prazo de 20 (vinte) dias.Os valores previstos para exame de projeto de edificação serão calculados considerando a área da edificação a ser licenciada informada pelo responsável técnico. a análise dos compartimentos internos das edificações unifamiliares e dos compartimentos internos das unidades autônomas de EHIS. 25 – Para fins da aplicação do disposto no § 4º do art.09/05/2011 § 1º.725/09 é contado a partir da data do protocolo da documentação acatada. Art. 29 – O andamento do processo de aprovação de projeto deverá ser acompanhado pelo responsável técnico e pelo proprietário pela Internet. respectivamente. caso não seja constatada irregularidade no projeto. dispensando-se.725/09 observará o disposto nesta Seção. III – taxa de ocupação e de permeabilização.d… 3/12 . 28 – O exame do projeto de edificação levará em conta a análise dos parâmetros que afetam a paisagem urbana e a qualidade de vida da coletividade. o protocolo será indeferido e instruído com o respectivo relatório das pendências. neste caso. o responsável técnico pelo projeto será o próprio Poder Executivo. nos termos do art. II – documentos que atendam ao disposto na informação básica. VI – fosso de iluminação e ventilação.Na hipótese prevista no § 3º deste artigo.Constatada irregularidade no projeto. 31 deste Decreto. Art. DOM .725/09.O Executivo poderá verificar.Caso seja constatado. observadas as condições previstas neste Decreto. Art. 31 – O processo de obtenção de licença para a execução de obras públicas ou privadas de edificações deverá ser instruído com a seguinte documentação: I – projeto arquitetônico.725/09. X – acessibilidade. VIII – circulação vertical e horizontal coletivas.Caso o Poder Público constate divergência entre a legislação vigente. II – quota de terreno por unidade habitacional. posteriormente. 30 – A abertura de processo administrativo de análise de projeto de edificação é precedida do exame do protocolo de documentação a ser efetuado no prazo máximo de 07 (sete) dias. devidamente instruído e comprovado o recolhimento prévio do preço público correspondente.O licenciamento simplificado de que trata esta Seção não desobriga o interessado do cumprimento das normas pertinentes nem da responsabilidade penal e civil perante terceiros.A aprovação do projeto arquitetônico será concedida com base nos documentos que os interessados apresentarem para exame e na responsabilidade assumida pelo profissional responsável pelo projeto. III . Art. IV – afastamento lateral.A documentação ficará disponível na Central de Atendimento por 10 (dez) dias.725/09. acompanhado do respectivo Alvará de Construção. III – formulário de caracterização da edificação. 13 da Lei n° 9. Parágrafo único – Será fornecido protocolo eletrônico no momento do recebimento da documentação. poderá ser prorrogado por meio de Portaria ou de despacho fundamentado do Secretário Municipal Adjunto de Regulação Urbana.

quando não houver previsão expressa na legislação municipal. § 2º.725/09.pbh. prorrogáveis.725/09.O prazo de 30 (trinta) dias previsto no § 5º do art. 44 – A aplicação do art. Art. 15 da Lei n° 9. 36 – O prazo para interposição de recurso contra o indeferimento de processo de licenciamento será de 10 (dez) dias improrrogáveis contados da intimação do responsável técnico. 15 da Lei n° 9. contados de sua intimação.A apresentação de projeto diverso do anteriormente examinado implicará o indeferimento do processo. Art.Configurada a hipótese do parágrafo anterior.725/09 será contado a partir da data de apresentação do projeto corrigido na Central de Atendimento. Art. § 6º .se comprove a superveniência de fatores que justifiquem a prorrogação do prazo e pelos quais fique caracterizada a impossibilidade de cumprimento dos prazos legais pelo servidor responsável pelo exame do projeto de edificação.O prazo de 25 (vinte e cinco) dias previsto no § 6º do art. o projeto de edificação será aprovado e o Alvará de Construção será emitido. quando for o caso. o responsável técnico e o proprietário receberão a comunicação de aprovação do projeto de edificação ou de indeferimento do processo de licenciamento. Art. § 3º .Na hipótese do decurso do prazo previsto no §7º do art. desde que atendidas. sendo que o não atendimento desse prazo implica o indeferimento do projeto. 46 – A responsabilidade do Município restringe-se à avaliação da regularidade técnica e urbanística do lote ou conjunto de lotes face às normas legais aplicáveis. conforme previsto no § 11 do art. a teor do disposto no § 12 do art. § 1º .725/09 sem que haja manifestação do Secretário. para o cálculo do coeficiente de aproveitamento e da taxa de permeabilidade.O responsável técnico e o proprietário são responsáveis pelas dimensões dos lotes no qual se situa o projeto de edificação a ser aprovado. 16 da Lei n° 9. em processo de licenciamento em curso na SMARU. 43 – A manifestação dos conselhos municipais deverá ocorrer no prazo de 30 (trinta) dias. § 4º . Art. conforme indicada nas Informações Básicas. que será emitida no prazo máximo de 05 (cinco) dias. § 2º . § 1º . 16 da Lei n° 9.09/05/2011 documentação ficará disponível na Central de Atendimento Diário Oficial do eliminada após o decurso deste prazo.725/09. 41 – O Secretário Municipal Adjunto de Regulação Urbana. os prazos ficarão suspensos durante a análise dos conselhos. Art.A Art. 15 da Lei nº 9. devidamente assinado pelo servidor responsável pelo exame do projeto.manutenção de cópia do protocolo da notificação de que trata o §1º deste artigo na obra. 48. 15 da Lei n° 9. a necessidade de manifestação dos conselhos municipais. sendo Município | § 2º . a área do terreno constante na planta de parcelamento aprovada. a qualquer tempo.725/09. 38 – A apuração da responsabilidade pelo descumprimento dos prazos previstos no art. por igual prazo. 42 – Constatada.br/dom/iniciaEdicao. 15 da Lei n° 9.O disposto nos §§ 1º a 5º deste artigo não se aplica aos projetos para os quais haja previsão legal de manifestação dos conselhos municipais.725/09 é improrrogável e será contado a partir do recebimento pelo responsável técnico de comunicação por escrito relativa às normas infringidas e aos erros técnicos cometidos na elaboração do projeto. para corrigir o projeto. § 1º.A entrega do Alvará de Construção fica condicionada: portal6. Art.725/09. Parágrafo único . § 7º .A não manifestação dos órgãos competentes no prazo previsto no § 2º deste artigo implicará anuência destes em relação ao projeto de edificação apresentado.725/09.725/09.Após o segundo exame do projeto de edificação. desde que. Art.Na hipótese prevista no § 7º do art. nos limites das competências legais de cada órgão. entende-se por divisa consolidada aquela delimitadora de lote ocupado e aprovado por CP. 15 da Lei nº 9. 15 da Lei n° 9. § 2º – Entende-se por diverso o projeto que apresenta alterações que descaracterizem o projeto analisado. 37 . nos termos do § 1º art. a Certidão de Aprovação de Projeto de Edificação.o descumprimento dos prazos não tenha ocorrido em função de faltas cometidas pelo proprietário ou pelo responsável técnico. 39 – Não havendo pendências. III – assinatura do Termo de Compromisso a que se refere o Anexo Único deste Decreto.A análise conjunta do projeto de edificação e a definição de diretrizes com os demais órgãos municipais deverá ocorrer no prazo máximo de 20 (vinte) dias. mediante despacho fundamentado. independentemente da omissão do servidor responsável pelo exame do mesmo. 15 da Lei n° 9. na Central de Atendimento. hipótese em que a prorrogação deverá ser negada. 45 . 33 – Qualquer manifestação dos órgãos e unidades da Administração Direta e Indireta do Município quanto a definições que interfiram na aprovação do projeto. 47 . 40 – A SMARU deverá garantir o cumprimento dos prazos para resposta ao munícipe em relação ao exame do projeto. não cabendo o exame da regularidade dominial ou possessória dos mesmos. DOM .O Município de Belo Horizonte não responderá a questionamentos de munícipes relativos à regularidade dos direitos de posse. contados a partir da data do protocolo da documentação acatada.gov.725/09. Art. conforme previsto no § 3° do art. 18 da Lei n° 9. 35 . cumulativamente: I . Art. o descumprimento do prazo. a obra referente ao projeto de edificação em análise poderá ser iniciada.A análise citada no caput deste artigo não poderá ser realizada isoladamente por cada órgão da Administração Direta e Indireta. Art. para fins de comprovação do direito ao início da mesma sem a aprovação do projeto. a notificação deverá ser feita ao Secretário Municipal Adjunto de Regulação Urbana. cabendo aos mesmos responder por invasão do logradouro público ou à propriedade de terceiros. § 1º . Art.d… 4/12 . recebendo documento comprobatório de sua entrega.Para efeito do disposto no § 3º do art. Art. cumulativamente. domínio ou quaisquer outros sobre lotes ou conjunto de lotes. 34 .725/09 deverá seguir os seguintes procedimentos: I – elaboração de relatório que considere o andamento do processo desde o protocolo de documentos e justifique. II – manifestação do superior imediato em relação à inadimplência do técnico. § 3º. será realizada sob coordenação da SMARU.O requerente deverá protocolar a notificação na SMARU. § 2º . 15 da Lei n° 9.O referido relatório poderá subsidiar a decisão do Secretário Municipal Adjunto de Regulação Urbana quanto à prorrogação do prazo prevista no § 2º do art. Parágrafo único – O responsável técnico terá o prazo de 30 (trinta) dias. a SMARU notificará o órgão sobre a aprovação do projeto de edificação.A SMARU convocará reuniões para deliberações dos órgãos competentes para o licenciamento de cada projeto de edificação. poderá determinar a substituição do servidor responsável pelo exame do projeto.por 10 (dez) dias. 15 da Lei n° 9. II . § 5º . Seção IV Do Alvará de Construção Art. Art.O proprietário ou o responsável técnico poderá solicitar por escrito. II . às seguintes condições: I – observância ao disposto no § 9º do art. justificadamente.725/09 observará.Fica vedado o envio do processo de licenciamento a órgãos da Administração Pública. implicando nova análise e não apenas a verificação das correções anteriormente exigidas.

Ocupação e Uso do Solo. 55 – Para fins do disposto no art.O responsável técnico deverá declarar. 57 . 19 da Lei n° 9. § 1º. 48. nos termos da legislação vigente. Art.A solicitação de aprovação de modificação de projeto deverá ser efetuada na SMARU e deverá ser analisada e aprovada segundo procedimentos fixados na Seção II do Capítulo IV da Lei n° 9. § 4º.O Alvará de Construção poderá ser cancelado mediante solicitação expressa do proprietário feita à SMARU. III – pé-direito.br/dom/iniciaEdicao. 53 .Após a vistoria. será aberto o processo administrativo e será agendada vistoria com comunicação ao responsável técnico por meio eletrônico. Art. essas deverão ser solicitadas à respectiva Secretaria Municipal de Administração Regional.d… 5/12 . o enquadramento da edificação para exame nas diretrizes da legislação vigente. § 5º .725/09.A abertura do processo de regularização de edificação obedece aos procedimentos estabelecidos na Seção III do Capítulo IV deste Decreto. 19 da Lei n° 9. II . entende-se por substituição a aprovação de novo projeto de edificação que apresente alteração relativa aos parâmetros urbanísticos incluídos na Lei de Parcelamento. o processo de regularização seguirá as definições contidas na referida lei. § 1º. Art.à quitação do preço público complementar relativo ao exame de projeto de edificação. III – à emissão das autorizações previstas no § 2º do art.à análise do projeto. § 1º. nos termos do § 1° do mesmo artigo.Na hipótese contida no § 3° deste artigo.A revalidação do Alvará de Construção prevista no § 2º do art. § 5º .725/09. Parágrafo único . II . não alterará o prazo de validade do mesmo.Não se configura como modificação de projeto de edificação as alterações que abranjam somente a modificação da disposição dos compartimentos relativos à área interna da unidade autônoma tipo. no momento do protocolo da documentação para exame. § 3º. § 2º. Art.Constatado que a edificação possui área superior à declarada. 18 da Lei n° 9. a SMARU será responsável por proceder aos licenciamentos solicitados junto aos órgãos municipais competentes. a Secretaria Municipal de Administração Regional deverá ser comunicada pela SMARU para início da ação fiscal. II – ao relatório da vistoria. § 4º . sendo vedada. 50 – A cassação das autorizações previstas no § 2º do art. § 3º. comprovado o enquadramento da edificação nos critérios da Lei n° 9. Seção V Da Regularização Art. os órgãos municipais competentes deverão comunicar à SMARU as autorizações concedidas.725/09.gov. Art. ou nos critérios da Lei n° 9.No caso de obra em que a estrutura não esteja totalmente concluída e não atenda a legislação vigente. 19 da Lei nº 9.725/09 será realizada mediante requerimento e após verificação do estágio da obra pela SMARU.Decorrido o prazo de validade do Alvará de Construção. no Alvará de Construção.725/09 deverá ser feita no formulário próprio para abertura do processo de aprovação de projeto. 18 da Lei n° 9.Diário Oficial do Município | I . caso tenha sido feita a opção pelo Alvará de Construção Consolidado.Acatada a documentação.09/05/2011 Art. 19 da Lei n° 9. § 2º.Nos casos previstos no § 3° deste artigo. vistoria e multa pela construção sem o devido licenciamento. em até 05 (cinco) dias. os valores serão cobrados no momento da solicitação de cada autorização pelo órgão municipal competente. mediante requerimento próprio. 21 da Lei n° 9. salvo quando houver previsão legal. 20 da Lei n° 9.074/05. especialmente no que diz respeito à estrutura da edificação. 18 da Lei n° 9. § 7º . 54 . 49 – O proprietário poderá optar pela inclusão das autorizações previstas no § 2º do art.725/09 deverá ser solicitada à SMARU até a data de vencimento do mesmo. Art.A opção pela inclusão ou não das autorizações previstas no § 2º do art.725/09 não implicará a cassação do Alvará de Construção. desde que não haja alteração dos seguintes parâmetros constantes do projeto de edificação aprovado: I – área total da unidade autônoma tipo. na hipótese de a edificação possuir área superior àquela declarada quando da apresentação do projeto de edificação para aprovação.725/09. Art. a concessão da Certidão de Baixa de Construção fica condicionada à quitação do preço público correspondente.725/09 e neste Regulamento. § 3º. a referida licença caducará. devidamente instruído e comprovado o recolhimento prévio do preço público previsto para exame de projetos de edificações.074/05. § 2º. § 2º. que avaliará a suspensão do prazo de validade do Alvará de Construção.A vistoria deverá ocorrer no prazo máximo de 20 (vinte) dias contados a partir da data de protocolo. a solicitação de renovação de alvará será indeferida e o proprietário deverá ser notificado a solicitar aprovação de projeto de modificação de edificação. deverá ser aberto novo processo a ser analisado pela legislação vigente. § 6º. 56 – A aprovação de modificação de projeto referente a obra cujo Alvará de Construção esteja em vigor.Na hipótese do inciso II do § 2º do art.Na hipótese de se optar pela inclusão das autorizações no Alvará de Construção.A entrega do Alvará de Construção fica condicionada: DOM . cabendo ao proprietário da obra solicitar nova aprovação do projeto conforme a legislação vigente. nos termos da legislação vigente.O requerente receberá cópia do protocolo da solicitação de revalidação do Alvará de Construção. § 3º – Na hipótese de não inclusão das autorizações no Alvará de Construção.725/09. 21 da Lei nº 9.A solicitação de exame para regularização de edificações ocorrerá na SMARU. nos termos do caput do art. com descrição detalhada da fase da obra.pbh. mediante requerimento próprio.725/09.A não apresentação do projeto de modificação da edificação para aprovação no prazo máximo de 30 (trinta) dias contado da notificação implicará o encaminhamento do processo para ação fiscal e imediato embargo da obra até sua regularização.725/09 deverá ser imediatamente comunicado à SMARU. 18 da Lei n° 9. 51 – O impedimento de que trata o §1º do art. 52 . a renovação do Alvará de Construção fica condicionada: I . nesse caso.Os valores previstos no caput serão calculados considerando a área da edificação a ser licenciada informada pelo responsável técnico. Parágrafo único – Ocorrendo a hipótese do inciso II do § 2º do art. conforme a legislação em vigor. Art.disposição e dimensões dos vãos de ventilação e iluminação.A revalidação do Alvará de Construção prevista no § 2º do art. sem solicitação de sua revalidação. Parágrafo único . § 4º . § 1º.O Executivo terá 15 (quinze) dias para efetuar a vistoria da obra e se manifestar sobre a revalidação do Alvará de Construção.ao recolhimento dos valores referentes à fiscalização de obras. 58 – Na hipótese prevista no caput do art.725/09. constatadas divergências entre o levantamento da edificação portal6.Cancelado o Alvará de Construção. Art. que deverá ser mantida na obra. a substituição de projeto de edificação. 19 da Lei n° 9.

serão exigidas as condições de acessibilidade contidas na legislação e nas normas técnicas vigentes: I . o responsável técnico e o proprietário serão os responsáveis por todas as medidas de segurança de terceiros. conforme disposto na Lei n ° 9.Diário Oficial do Município | § 1º . em até 30 (trinta) dias.ao recolhimento do preço público correspondente.salas de conferência e similares.à legislação ambiental.à obediência dos critérios estabelecidos pelo Código de Posturas e sua regulamentação. V – estádios.gov. DOM . Art.Excetuam-se do previsto no caput deste artigo as hipóteses nas quais.Na hipótese prevista no §1º deste artigo. o processo será indeferido. nos termos da legislação em vigor. § 1º . no sítio www. quando for o caso.No caso de regularização de demolição efetuada sem o devido licenciamento. nos termos da legislação vigente e deste Decreto. III – a irreversibilidade do dano causado. poderá o órgão responsável pela gestão do trânsito autorizar a disposição das mesmas no logradouro público.Para fins de regularização. § 1º. o requerente deverá solicitar à Secretaria Municipal de Administração Regional pertinente a emissão da Certidão de Demolição. no prazo máximo de 10 (dez) dias após sua solicitação. II . comprovada a impossibilidade de garantia de vagas para estacionamento de veículos adaptados para uso de pessoas portadoras de deficiência.725/09 fica condicionado: I .725/09. constatadas divergências entre o levantamento da edificação apresentado e a edificação implantada no local.09/05/2011 Art.074/05.A licença de demolição será concedida juntamente com a licença para movimentação de terra e entulho. Ocupação e Uso do Solo. Art.d… 6/12 . estando o Alvará de Construção válido.A Certidão de Demolição deverá ser emitida pela Secretaria Municipal de Administração Regional competente. Art. III – cinemas.725/09.A demolição parcial de edificação fica condicionada à aprovação de projeto e obtenção de Alvará de Construção. VI . Seção VI Da Licença de Demolição Art. 63 . VII . 60 – Poderá ser regularizada a unidade autônoma.casas de espetáculos. a solicitação de Certidão de Demolição deverá ser indeferida e o processo encaminhado para ação fiscal. II – o dano causado aos direitos difusos.725/09 e demais legislações pertinentes. comprovadamente construída antes de 8 de novembro de 2000. V – o risco que a demolição acarreta ao imóvel. o proprietário deverá ser comunicado e o processo será imediatamente encaminhado para ação fiscal. § 5º. IV – auditórios. § 2 º . § 1º – É vedada a regularização de demolição de imóvel tombado ou de interesse de proteção. portal6. § 2º . aos imóveis vizinhos e ao logradouro público.br/dom/iniciaEdicao. o responsável técnico será notificado a apresentar à SMARU projeto de adequação da edificação à legislação vigente. Art.No caso de divergências entre o levantamento apresentado e a edificação implantada no local.ao disposto no Regulamento de Limpeza Urbana. nos termos da Lei de Parcelamento.725/09 e o disposto neste Regulamento.gov. Parágrafo único – A SMARU notificará o condomínio a promover a regularização da edificação ou de suas unidades. § 4º . § 2º . 64. IV – a área demolida.Para regularização de edificação destinada aos demais usos. sob pena de indeferimento do processo.O licenciamento tratado no art.A concessão da Certidão de Baixa de Construção seguirá os procedimentos fixados na Seção III do Capítulo V da Lei n° 9.Caso as divergências descritas no caput deste artigo persistam. 61 – Para regularização das edificações destinadas a abrigar as atividades que se seguem.Em qualquer demolição e retirada de entulho.pbh. 21 da Lei nº 9. 67 . III . do logradouro público e de propriedades vizinhas.à legislação ou deliberações dos órgãos responsáveis pelo patrimônio histórico e cultural. Art. o responsável técnico terá o prazo de 10 (dez) dias para correção do mesmo.A Secretaria Municipal de Administração Regional competente deverá efetuar a concessão da licença de que trata esta seção no prazo máximo de 15 (quinze) dias.Constatada a impossibilidade de regularização da edificação nos termos da Lei n° 9. por meio de vistoria. sob pena de indeferimento da respectiva solicitação de regularização. 59 – Na hipótese de indeferimento do processo.br. de 19 de dezembro de 2000. destinadas a serviços de uso coletivo.A emissão da Certidão de Demolição fica condicionada: I .725/09 e neste Decreto. para aplicação das penalidades cabíveis.estabelecimentos de ensino de qualquer nível. da efetiva demolição. II .725/09 e neste regulamento. 22 da Lei n° 9. Art. § 4º. 62 – A demolição total ou parcial de edificação deverá ser solicitada à SMARU ou à Secretaria de Administração Regional. § 7º.à constatação. independentemente da regularidade da edificação ou de suas demais unidades. será dispensado o atendimento às exigências das normas de acessibilidade previstas na Lei Federal n° 10. § 2º. contados da data da solicitação do requerente. §1º . a licença de demolição tenha sido concedida juntamente com o mesmo.pbh. 22 da Lei n° 9.O responsável técnico pela direção da obra deverá declarar sua responsabilidade conforme previsto no art.725/09 e neste Decreto. considerando-se: I – a relevância histórica e cultural do imóvel. 65 – A Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte definirá o valor da multa prevista no §2º do art.ginásios de esporte. 22 da Lei n° 9. § 2º . conforme disposto no §2° do art. bem como por todas as medidas necessárias à garantia de limpeza e circulação dos transeuntes. II – teatros. Art. Art. VIII . § 3º. a emissão da Certidão de Demolição fica condicionada ao pagamento da multa e do preço público correspondentes. § 3º . conforme a localização do imóvel.098. 58 – Na hipótese prevista no caput do art. 2° deste Decreto.A aprovação do projeto de adequação das irregularidades ocorrerá segundo procedimentos fixados na Seção II do Capítulo IV da Lei n° 9. 66 – Nas hipóteses de conclusão da demolição licenciada ou de regularização de demolição não licenciada. § 6º. IV .O Alvará de Construção será concedido conforme a Seção III do Capítulo IV da Lei n° 9. o responsável técnico será comunicado por meio do protocolo eletrônico disponibilizado via Internet.

Na hipótese de o projeto a ser reconstruído não obedecer à legislação e às normas técnicas relativas à acessibilidade de pessoas com mobilidade reduzida. os quais devem trafegar com as mesmas.725/09. Art. a tramitação passa a observar o rito previsto na Seção II do Capítulo IV da Lei n° 9. 74 . V . promovendo a emissão de nova licença sem ônus ao proprietário. 73 . II . entulho e material orgânico incluirá a autorização de tráfego de terra.Não será admitida nenhuma modificação no projeto que não tenha como objetivo cumprir normas e leis fixadas posteriormente à concessão da Baixa de Construção da edificação que tenha sofrido o sinistro.uso a que se destina a edificação segundo a Lei de Parcelamento. III .não possuir dispositivo de iluminação ou animação.gov. por meio de formulário próprio.725/09. § 8º .A abertura do processo de licenciamento de reconstrução obedecerá aos procedimentos dispostos na Seção III do Capítulo IV deste Decreto. devem ser mantidas no canteiro de obras.Caso haja necessidade de deslocamento e transporte de material fora do terreno.garantido o acompanhamento por responsável técnico.Soluções emergenciais com vistas a abrandar situações de risco podem ser efetivadas antes da obtenção do Alvará de Construção ou de outras licenças. 71 – A placa de identificação de obra. nos casos previstos na Lei n° 9.A edificação irregular não poderá ser reconstruída. Art.número e descrição de autorizações complementares. § 5º. Parágrafo único – As obras corretivas devem ser executadas em conformidade com a legislação pertinente. entulho e material orgânico. II .09/05/2011 DOM . § 1º. entulho e material orgânico serão licenciadas com base em projeto de terraplanagem. VI .As licenças expedidas pelas Secretarias de Administração Regional.A Secretaria Municipal de Administração Regional competente deverá efetuar a concessão da licença de que trata esta seção no prazo máximo de 15 (quinze) dias a partir da solicitação do requerente.A licença de movimentação de terra. será exigida a incorporação de adaptações necessárias ao atendimento das mesmas. de instalação obrigatória conforme disposto no art. nas seguintes condições: I – depois de efetuado aviso à Secretaria de Administração Regional competente.No caso de concessão de Alvará de Construção consolidado. após a aprovação do projeto de reconstrução total ou parcial da edificação. VIII . nos termos da Seção III do Capítulo IV da Lei n° 9. § 2º .Diário Oficial do Município | Seção VII Da Licença de Reconstrução Art. 70 .725/09 e neste decreto.725/09. de forma a reparar completamente o dano ocasionado. portal6. § 3º. 72.número do processo de licenciamento e do respectivo Alvará de Construção. o responsável técnico deverá comunicá-la ao Executivo para que sejam aplicados os procedimentos de concessão da Certidão de Baixa de Construção contidos na Seção III do Capítulo V da Lei n° 9.nome e número do CNPJ da empresa responsável pela direção da obra. § 1º .A placa de identificação deve obedecer aos seguintes critérios: I . nos termos do art.número de pavimentos. Art. quando for o caso. X – o zoneamento em que está inserido o imóvel. serão emitidas autorizações correspondentes ao número de veículos utilizados. § 4º .Caso a documentação apresentada seja insuficiente para a abertura do processo. § 7º. III . deverá conter as seguintes informações: I . conforme previsto no inciso II do art. § 2º. nos termos da Lei de Parcelamento.br/dom/iniciaEdicao. 30 da Lei nº 9.Será exigida ART para o projeto de terraplanagem e para a execução de movimentação de terra.00 m² (um metro quadrado). bem como às vistorias e exame de projeto. 24 da Lei n° 9. o responsável técnico deverá comunicar à Secretaria responsável pelo licenciamento a placa do veículo que irá realizar o transporte da carga. a Secretaria Municipal de Administração Regional competente poderá rever a localização do “bota-fora”. Art. 75 . entulho e material orgânico.não possuir estrutura própria de sustentação. § 6º.Após o término da obra. o mesmo será imediatamente indeferido. § 2º. no momento da solicitação de licença de movimentação de terra. VII . conforme disposto nos incisos I e II do art. CAPÍTULO V DAS OBRAS Seção I Do Canteiro de Obras Art.725/09 e neste regulamento.No caso previsto no §1° deste artigo. § 1º. Ocupação e Uso do Solo em vigor.725/09. entulho e material orgânico deverá ser solicitada à SMARU ou à Secretaria de Administração Regional competente. devendo o responsável técnico e o proprietário ser comunicados do fato pela Secretaria Municipal de Administração Regional. que deverá realizá-lo no prazo de 15 (quinze) dias.pbh.As movimentações de terra. Art. quando houver. quando for o caso.área total da edificação. Entulho e Material Orgânico. 30 da Lei n° 9. a obra será licenciada mediante emissão de Alvará de Construção. o responsável técnico deverá apresentar solicitação de exame à SMARU. § 2º .Em qualquer hipótese.número de unidades autônomas.Caso seja constatada irregularidade no projeto. 18 deste Decreto. Art.725/09 e neste Decreto. 68 . § 4º.Nos casos previstos no parágrafo único do art. 23 da Lei n° 9. no prazo máximo de 10 (dez) dias a partir da constatação da ocorrência do dano. Seção II Da Movimentação de Terra. Parágrafo único .d… 7/12 . II . ficam o proprietário e o responsável técnico obrigados a executar as obras corretivas necessárias. § 1º. Ocupação e Uso do Solo.A movimentação de terra. se for o caso. IV .autorizações dos conselhos temáticos.725/09.A solicitação de licença de reconstrução fica condicionada ao recolhimento dos valores referentes à emissão de Alvará de Construção e Certidão de Baixa de Construção. § 3º . deverá ser solicitada à SMARU.ter no máximo 1.Nos casos previstos no §2° deste artigo.nome e número do registro do CREA do Responsável Técnico pela execução da obra. IX .A placa de identificação não poderá ter nenhuma mensagem publicitária. 69 – A licença de reconstrução total ou parcial de edificação.

A vistoria poderá ser desmarcada pelo responsável técnico pela execução da obra com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas. Seção IV Da Baixa De Construção Art. entulho e material orgânico a ser retirado durante a obra e o volume indicado no licenciamento. 76 – A Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. com agendamento pelos técnicos da SMARU com 5 (cinco) dias de antecedência. 79. § 1º . o Alvará de Construção deverá estar dentro do prazo de validade. por agente fiscal das Administrações Regionais e da SMARU. Art. no prazo máximo de 05 (cinco) dias.Nos casos em que a SMARU der causa à não realização da vistoria. em formulário próprio. ao acompanhamento da vistoria. o responsável técnico deverá ser comunicado sobre o deferimento da concessão da Certidão de Baixa de Construção ou sobre as pendências constatadas no local. § 2º. § 7º.em caráter compulsório. 86 – Após a vistoria. mediante formulário próprio.pbh.Constatada desconformidade entre a obra executada e o projeto de edificação aprovado. § 2º .A SMARU. § 5º .Na data e turno marcados. § 2º . 81 – As vistorias de acompanhamento de obras deverão ocorrer: I . 78 . tomar 8/12 . a partir da data de comunicação de término. § 3º. 77 – Constatada divergência entre o volume de terra. definirá o valor da multa prevista no §2º do art.quando concluído o sistema estrutural da fundação. § 4º . 33 da Lei n° 9. II – o dano causado aos direitos difusos. deverá ser solicitada à Secretaria de Administração Regional pertinente nova licença referente à complementação da licença anteriormente concedida.A vistoria interna das unidades autônomas residenciais e não residenciais poderá se dar por amostragem.quando concluída a estrutura da edificação.o adensamento de cada região. pelo comunicado de vistoria.identificar potenciais pendências para a futura concessão da Certidão de Baixa de Construção.As vistorias de acompanhamento de obras por requerimento serão solicitadas pelo Responsável de Técnico da obra. após recolhimento de valor previsto para vistoria. no local da obra. contados da data da emissão do Alvará de Construção.A SMARU elaborará o Plano Estratégico de Acompanhamento de Obras do Município. 85 – Comunicado o término da obra. DOM .O não comparecimento do responsável técnico. § 1º . Art.O responsável técnico pela execução da obra será comunicado por meio eletrônico em 05 (cinco) dias. II . na data e turno agendados torna sem efeito a comunicação de término de obra. que será fornecida após pagamento dos valores devidos em até 10 (dez) dias. considerando-se: I – a relevância histórica e cultural do imóvel. Art. o responsável técnico deverá. 84 – A concessão da Certidão de Baixa de Construção será baseada na constatação da conformidade da obra executada ao projeto aprovado.conferir a fidelidade da obra ao projeto de edificação licenciado. Seção III Do Acompanhamento de Obras de Edificações Art. quando necessário.No prazo máximo de 05 (cinco) dias após a realização da vistoria. com atendimento pelos técnicos da SMARU em até 10 (dez) dias. exceto na hipótese prevista no § 1º do art. Art.A documentação exigida será a anexada ao formulário de comunicação de término de obra. Art. III – a irreversibilidade do dano causado. a vistoria no local deverá ocorrer no prazo máximo de 20 (vinte) dias.As vistorias de acompanhamento de obras deverão ser acompanhadas pelo responsável técnico da obra ou por profissional habilitado designado por ele por meio de documento a ser entregue ao vistoriador no momento da visita à obra. considerando: I .por solicitação do responsável técnico. § 6º. 32 da Lei n° 9. sobre a data e o turno em que ocorrerá a vistoria. IV – o risco que a movimentação de material acarreta ao imóvel. mediante recolhimento do valor correspondente. ou a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. § 2º . § 1º . Art. § 3º . 78 e do Anexo VII da Lei n° 9. por meio de requerimento próprio. § 3º . o responsável técnico ou seu representante legal deverá aguardar o profissional da SMARU responsável pela vistoria. portal6. II . § 4º .725/09.Será exigida ART para o projeto de terraplanagem e para a execução de movimentação de terra.Cada novo agendamento de vistoria por parte do responsável técnico implica pagamento do valor previsto para a realização da mesma.gov. esta será remarcada conforme disponibilidade do responsável técnico e da SMARU. a mesma será embargada. III .725/09. quando for o caso. 82 . no prazo máximo de 03 (três) dias. III .O servidor municipal incumbido das vistorias e da fiscalização de obras deverá ter garantido livre acesso ao local. § 2º .As vistorias compulsórias de acompanhamento de obras serão realizadas nas seguintes situações: I . 29 da Lei n° 9. resguardada a competência das Secretarias Municipais de Administração Regional relativa aos licenciamentos a que proceder.Deverá ser emitido laudo de acompanhamento de obras com descrição das etapas já executadas e constatações da situação da obra em relação ao projeto aprovado e à legislação vigente.alteração de legislação que imponha modificações em parâmetros de ocupação do solo no Município.No ato de comunicação de término da obra. 83 – Após a conclusão da obra.725/09. Art.Os relatórios das vistorias de acompanhamento de obras embasarão a análise da solicitação de concessão de Certidão de Baixa de Construção.O responsável técnico deve informar a SMARU sobre a conclusão da estrutura da edificação por meio de formulário próprio.725/09. ou do representante por ele designado.09/05/2011 único . a obra deverá estar concluída nos termos do disposto no art.Diário Oficial do Município | Parágrafo Art. caso não haja nova vistoria no prazo máximo de 30 (trinta) dias. II .Para comunicação de término de obra. § 1º .o porte das edificações.br/dom/iniciaEdicao. aos imóveis vizinhos e ao logradouro público.a cada 06 (seis) meses. sem reincidência de cobrança do valor previsto para a vistoria. § 1º .d… Art. II . 80 . pelo comunicado de vistoria. o responsável técnico pela obra deverá comunicar o seu término à SMARU. realizará vistorias periódicas de acompanhamento de obras com os seguintes objetivos: I . instruído com a documentação pertinente e com o recolhimento prévio dos valores previstos para vistoria e emissão da respectiva Certidão de Baixa de Construção. nos termos do inciso II do art.As vistorias compulsórias de acompanhamento de obras serão realizadas por técnicos da gerência responsável pelo controle urbano da SMARU e. III – identificar irregularidades que demandem ação fiscal e aplicação das devidas penalidades.

99 – O ambiente de consumo de alimentos fica classificado como de permanência prolongada e o de preparo de alimentos como de permanência transitória. no sistema de lançamento de água pluvial não podem ser lançados dejetos. 88. no prazo de 15 (quinze) dias. Seção IV Dos Ambientes e Compartimentos Art. Parágrafo único – O descumprimento dos prazos previstos neste Decreto implicará o indeferimento do processo e a aplicação das sanções previstas na Lei n° 9. Parágrafo único .09/05/2011 DOM . pelo Código do Consumidor e pelas demais normas pertinentes.725/09. Art. decorativos. não sendo computados os espaços ocupados por elementos estruturais. 50 da Lei n° 9. além de atender os requisitos previstos no § 3º do art.725/09.725/09. a cada 19 degraus.ser ajardinado ou fechado. as saliências deverão estar sempre em balanço e não conter nenhum elemento de sustentação. no prazo previsto no art. 92 – Para efeito de aplicação do art. de proteção e segurança. nos termos do Código de Posturas e do Regulamento de Limpeza Urbana.725/09 serão livres. Art. § 4º – Caso as alterações não atendam à legislação vigente.Para fins do disposto no inciso III do art. Seção III Das Fachadas Art. Art. mesmo que temporárias. 40 da Lei n° 9. com portão de acesso e com passeio regular conforme padrão estabelecido. 96 – Para efeito do disposto no art.gov. portal6. o levantamento das alterações deverá ser apresentado no ato da comunicação de término. além do reboco.br/dom/iniciaEdicao. no prazo máximo de 05 (cinco) dias. § 2º . não poderão ser utilizadas para depósito ou guarda de qualquer tipo de carga. 100 . CAPÍTULO VI DAS EDIFICAÇÕES Seção I Das Disposições Gerais Art.pbh. § 1º . Art. 102 . o proprietário da obra e terceiros é regida pelo Código Civil.Na hipótese do § 1º do art. 42 da Lei n° 9.725/09. V e VI da Lei n° 9. 91 – Na hipótese prevista no art. 57 da Lei n° 9. Parágrafo único . Seção II Dos Elementos Construtivos e dos Materiais de Construção Art. Art. 35 da Lei n° 9. Art. no prazo máximo de 10 (dez) dias após a sua paralisação. 90 .A relação entre o responsável técnico de projeto arquitetônico. 93 – Para fins do disposto no art. o levantamento será visado e seus dados arquivados. § 3º . Seção V Das Circulações e Escadas em Edificações de Uso Residencial Multifamilar e Não Residencial Art. o leiaute apresentado será de total responsabilidade do responsável técnico e do proprietário.O responsável técnico deverá ser notificado a sanar a irregularidade da obra. 37 da Lei n° 9.725/09. ou II . Art.Nas escadas de uso comum.apresentando novo projeto para aprovação de acordo com a legislação vigente. 89 – A constatação de irregularidades em relação à legislação vigente impede a concessão da Certidão de Baixa de Construção.O exame do levantamento da situação existente será realizado pela SMARU no prazo máximo de 15 (quinze) dias. fechada. 103 . sem piso.725/09. 33 da Lei n° 9. 94 – Para efeito do disposto no art.725/09. § 5º . 98 – As fachadas e os elementos de fechamento de terrenos. Art. 87 – Na ocorrência de pendências ou na constatação de obra em desconformidade com o projeto aprovado. consideram-se ressaltos os desníveis superiores a 5mm (cinco milímetros). grades e portões não poderão ter saliências projetadas sobre o passeio. muros. III – possuir acesso exclusivo para sua manutenção.Constatado que as alterações ocorridas atendem à legislação vigente. no máximo. Art.Na situação prevista no parágrafo anterior. pelo comunicado de vistoria. produtos químicos e nenhum tipo de água servida. sob pena de indeferimento do processo. sob pena de aplicação das sanções previstas.725/09. Art. 101 – As dimensões mínimas para circulações.725/09.O responsável técnico pelo projeto arquitetônico. 97 – As marquises.procedendo à adequação do local ao projeto aprovado no prazo máximo de 30 (trinta) dias.Na ocorrência do previsto no § 6º do art. II . as condições de salubridade no terreno devem ser garantidas.725/09.Na situação prevista no § 2º deste artigo. o responsável técnico de execução da obra. o responsável técnico deverá ser notificado a adequar a edificação ao projeto licenciado. a vistoria deverá ser agendada no prazo máximo de 05 (cinco) dias e o responsável técnico comunicado da data e do turno em que ocorrerá a referida vistoria.725/09.d… Art. 41 da Lei n° 9. o responsável técnico deverá providenciar a regularização a partir do recebimento do comunicado de vistoria: I . 34 da Lei n° 9. deverá conter patamar com extensão mínima igual à largura da 9/12 . considera-se área sem utilização sob projeção da edificação a área sobre terreno natural. 86 – Após a vistoria. 95 – O espaço não utilizado sob a projeção da edificação em terreno em declive deverá: I – ser mantido limpo. Parágrafo único – O proprietário deverá manter a obra em boas condições sanitárias e de segurança. Seção V Das Obras Paralisadas Art. 42 da Lei n° 9. rampas e escadas definidas nos Anexos III. o responsável técnico deverá.Diário Oficial do Município | Art. consideram-se acabadas as estruturas e paredes que possuam algum tipo de revestimento. tomar conhecimento se a Certidão de Baixa de Construção solicitada foi concedida ou se existem irregularidades ou pendências a serem sanadas. o responsável técnico pela direção da obra e o proprietário são responsáveis pelas irregularidades constatadas nas áreas privativas das unidades autônomas. somente após a comunicação do responsável técnico à SMARU sobre a adequação da obra deverá ser agendada a vistoria para fins de concessão da Certidão de Baixa de Construção.

cultural. 104 deste Decreto. portal6. além dos requisitos constantes da ABNT.Para fins do disposto no art.gov.embargo de obra . 58 da Lei n° 9. sendo vedada a utilização de piso intertravado.pbh. 103 . quando exigido. em cada pavimento. Seção VII Da Iluminação e Ventilação das Edificações de Uso Residencial Multifamiliar e Não Residencial Art. mas que apresentam espaço reservado em todos os níveis da edificação destinados ao uso comum.O percurso acessível. deverá conter patamar com extensão mínima igual à largura da Parágrafo único – Os patamares da escada devem estar livres de quaisquer obstáculos. d) serviços de natureza hoteleira. c) indústria. de embargo e de interdição emitidos.Nas edificações deve ser garantido pelo menos um percurso acessível às pessoas portadoras de deficiência do logradouro ao interior da edificação. 110 – O confinamento a que se refere a definição de Área de iluminação fechada no glossário da Lei n° 9. § 2º .Para fins do disposto no § 2º do art. Ocupação e Uso do Solo e da alínea “a” do inciso II do art.aquelas destinadas à habitação e às atividades e serviços não mencionados na alínea “d” do inciso II deste artigo. para cada sexo. consideram-se normas pertinentes as Normas Técnicas de Acessibilidade da ABNT. considera-se: I . 107 – O sanitário acessível. b) comércio.Diário Oficial do Município | Art. deverá estar livre de barreiras arquitetônicas e possuir piso antiderrapante e contínuo. religiosa.d… 10/12 . este deverá ser acessível ao uso por pessoa portadora de deficiência e deverão ter entrada independente dos demais.Os elementos essenciais da edificação de que trata o inciso II do art. Art. § 2º .725/09. Art. financeira. turística e educacional. 113 . o valor da multa corresponderá ao valor da multa anterior acrescido de seu valor base. Seção VI Da Acessibilidade das Edificações Art.nível de implantação da edificação. 109 – Um compartimento não pode ser iluminado e ventilado por outro. 69 da Lei n° 9. II – percurso entre a vaga e a entrada da edificação totalmente acessível e sinalizado. com largura mínima de 2. em ambientes de lojas.impedimento de sua ocupação e de seu uso.locação da edificação em relação ao terreno.725/09. das lojas e das áreas de uso comum da edificação. para futura instalação de elevador adaptado nos termos da legislação federal e municipal. recreativa. Parágrafo único . § 1º . com entrada independente dos demais sanitários coletivos. 111 – Para efeito de aplicação do parágrafo único do art. 105 – Para efeito do disposto no art.A acessibilidade às áreas comuns fica dispensada nas edificações com mais de um pavimento e que não estejam obrigadas à instalação de elevador. esportiva. em cada reincidência. sendo vedado o piso intertravado. com entrada independente dos demais sanitários coletivos.Nas escadas de uso comum. quando obrigatório ou na existência de sanitário de uso comum ou aberto ao público. CAPÍTULO VII DA INFRAÇÃO Seção I Das Infrações e Penalidades Art. nos termos deste Decreto. consideram-se acessos independentes e diretos ao logradouro público os acessos por áreas abertas.Aplicada a penalidade de embargo da obra ou interdição. Art. deverá garantir os requisitos mínimos previstos na ABNT. direta ou indireta. IV – serem de livre acesso. 76 da Lei n° 9.725/09. II . § 3º – Nas Edificações de Uso Coletivo previstas nas alíneas “b”. III – perímetro da edificação.725/09. ou por empresas prestadoras de serviços públicos e as destinadas ao público em geral.725/09 é configurado por paredes e muros de divisa. II . exceto os previstos no inciso I do caput deste artigo. com exceção da situação prevista no inciso III do art. a cada 19 degraus. 106 . 61 da Lei n° 9. quando exigido. nos termos da Lei de Parcelamento. deve ser garantido pelo menos um sanitário acessível em cada pavimento. além de atender as normas fixadas na ABNT.aquelas administradas por entidades da Administração Pública. II – Edificações de Uso Coletivo – aquelas destinadas às seguintes atividades. § 1º . Parágrafo único – As Secretarias Municipais de Administração Regional deverão comunicar oficialmente à Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana acerca dos autos de infração. III – Edificações de Uso Privado . III – utilização de piso contínuo e antiderrapante. adotam-se os seguintes conceitos: I – Edificações de Uso Público . não configurando vagas presas. de saúde. deve ser garantido pelo menos um sanitário acessível. IV – altura da edificação. 74 da Lei n° 9. nos termos da Lei de Parcelamento. V – qualquer outro elemento que configure a mudança de destinação da edificação. 108 – As vagas de estacionamento de veículos para uso de pessoas portadoras de deficiência deverão atender. previstas na Lei Federal n° 10. são: I . 104 deste Decreto. 112 . Art. 104 – Para aplicação das normas e das condições de acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. 77 da Lei n° 9. Ocupação e Uso do Solo: a) serviço de uso coletivo. “c” e “d” do inciso II do art.098/2000 e nas demais normas pertinentes.09/05/2011 escada.Nas Edificações destinadas aos Serviços de Uso Coletivo. social. DOM .00 m (dois metros) sem obstáculos construtivos.Nas Edificações de Uso Público.br/dom/iniciaEdicao.725/09. no máximo. Seção VIII Das Instalações e Equipamentos em Edificações de Uso Residencial Multifamiliar e Não Residencial Art. Art.interdição da edificação . estas persistirão até que seja regularizada a situação que as provocou. os seguintes requisitos: I – localizarem-se próximas ao acesso à edificação. Art.725/09.interrupção compulsória e imediata da obra. 114 . Art. incluindo pé direito e espessura de lajes.

116 . de 21 de dezembro de 1940. VI . 120 . 11 de janeiro de 2010 Roberto Vieira de Carvalho Prefeito em exercício ANEXO ÚNICO TERMO DE COMPROMISSO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO NOS TERMOS DA LEI MUNICIPAL N° 9. de 26 de junho de 1998. seu representante legal ou preposto. 122 .Notificado o proprietário.09/05/2011 DOM .Os processos de licenciamento. movimentação de terra e tráfego de veículos não vinculados à aprovação de projetos de edificação serão realizados pela Secretaria de Administração Regional Municipal pertinente e excepcionalmente pela Secretaria Municipal Adjunta de Regulação Urbana. IDENT IFICAÇÃO DO IMÓVEL CÓDIGO DO BAIRRO DENOMINAÇÃO DO BAIRRO SEÇÃO QUART EIRÃO LOT E(S) portal6.os incisos I e II do art.725/09. IV . 137 do Decreto n° 11.A autorização prevista no § 2º do art.50 m. de 26 de setembro de 1996. Art.o Decreto n° 3. ou no caso do infrator. Seção II Da aplicação das Penalidades e dos Recursos Art. deverá ser elaborado por técnico indicado pelo Executivo. todos da Lei n° 9. a demolição deverá ser iniciada em até 90 (noventa) dias e concluída no prazo de 180 (cento e oitenta) dias. 15 da Lei n° 9.Os licenciamentos de demolição. Parágrafo único . § 1 º . 77 da Lei n° 9. 81 e 83 da Lei n° 9.O Executivo poderá promover a revisão do presente Decreto a partir de propostas apresentadas no âmbito dos conselhos municipais pertinentes. § 2º . VII . 2º .o Decreto n° 9.040. cuja análise não tenha sido concluída pela SMARU até a data de publicação deste Decreto.No auto de embargo de que trata o art.601 de 9 de janeiro de 2004. Médio e Superior. II . bem como as penalidades nele previstas. bem como as condições e o prazo em que estas deverão ser realizadas. em caso de recusa.50 m. de 13 de novembro de 1979. 3º .br/dom/iniciaEdicao.00 m. 79 e no inciso II do art.725/09 deverão constar as condições estabelecidas no laudo técnico referido no art. Art. 78 da Lei n° 9.77.238.725/09. 115 .80 m.Na hipótese do disposto no art. no § 2º do art.o Decreto n° 12. Art. Art.Diário Oficial do Município | V – qualquer outro elemento que configure a mudança de destinação da edificação. CAPÍTULO IX DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art.064 de 17 de novembro de 1999.as escolas destinadas ao Ensino Fundamental. 118 . as edificações destinadas a usos especiais que impliquem a aglomeração de pessoas. no prazo de 60 (sessenta) dias. 79 da Lei n° 9. hipótese em que será emitida notificação acessória e haverá aplicação direta da penalidade correspondente à infração. 124 – Ficam revogados: I . de 18 de abril de 2007. 121 . durante o prazo em que vigorar o embargo ou a interdição. 115 deste Decreto. 88 da Lei n° 9. de acordo com o disposto no Anexo VII da mesma lei. VIII . II – as pré-escolas. 73 da Lei n° 9. pessoalmente ou via postal. III .469. Parágrafo único – Excetuam-se da exigência prevista no inciso I do caput deste artigo: I . deverá ser solicitada ao órgão emissor da autuação.725/09. que deverão garantir pé direito mínimo de 3. que deverão garantir pé direito mínimo de 2. de 27 de outubro de 1999.928. II – vão de acesso principal com largura mínima de 1. seu representante legal ou preposto não serem encontrados. Belo Horizonte.pbh. a notificação prévia poderá ser dispensada.725/09 E DE SEU REGULAMENTO 1. CAPÍTULO VIII DISPOSIÇÕES FINAIS Art.725/09.A demolição de obra ou edificação correrá a cargo do proprietário.Às ações fiscais em curso aplicam-se as disposições do Decreto-Lei n° 84. conforme disposto no art.o Decreto n° 10. Art. 117 .616.d… 11/12 .725/09. Art. 125 – Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.A autuação do infrator dar-se-á em conformidade com o Capítulo VII e o Anexo VII da Lei n° 9. Art.O documento de autuação deverá ser assinado e recebido pelo autuado. Art. 123 . iniciando-se sua contagem na data de entrada em vigor da referida Lei. de 23 de dezembro de 1997.Para aplicação do disposto nos arts.O laudo técnico mencionado no inciso IV do art. 119 .o Decreto n° 12.725/09. ficam sujeitos aos prazos previstos no art. Art. V .725/09.o Decreto n° 10. 1º .725/09 deverão respeitar: I – pé direito mínimo de 3.A publicação no Diário Oficial do Município dar-se-á quando houver recusa do recebimento do documento de autuação. Art. o órgão de fiscalização encaminhará à Gerência da SMARU responsável pelo controle urbano a solicitação de cassação do Alvará de Construção. Parágrafo único – A cassação será publicada no Diário Oficial do Município e a intimação do interessado se consumará nos termos do inciso II do art. Parágrafo único – O laudo contemplará as obras necessárias à garantia da segurança da edificação ou dos imóveis vizinhos e as necessárias para fins de regularização. 80.o Decreto n° 9. bem como pelos órgãos e entidades de classe interessados.615.o Decreto n° 8.gov. esta circunstância deverá ser registrada pelo agente fiscal. e. Art.Até que a matéria seja regulamentada pelo Executivo. contado do recebimento da notificação. de 13 de dezembro de 2005. IX .684.

remessa de documentos à procuradoria geral do município para apuração da responsabilidade administrativa.296/04. N° 7.br/dom/iniciaEdicao. .616/03. À lei federal N° 10.º COMPLEMENT O CEP BAIRRO MUNICÍPIO U.F. .IDENT IFICAÇÃO DO RESPONSÁVEL T ÉCNICO NOME CPF/CNPJ ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA (RUA/AVE) N.166/96.09/05/2011 SEÇÃO QUART EIRÃO LOT E(S) DOM . N° 8.responsabilidade profissional do declarante junto ao órgão de controle do exercício da profissão. em especial ÀS leiS MunicipaIS N° 9.725/09 e seu regulamento.nulidade da licença eventualmente expedida com suporte na declaração. portal6. alterada pela LEI N°8. civil e criminal.pbh.gov.Declaro que o projeto arquitetônico ora apresentado atende a legislação municipal vigente.remessa do processo de licenciamento à fiscalização para aplicação DAS penalidades administrativas cabíveis.098/00 e decreto federal N° 5.d… 12/12 .Diário Oficial do Município | 2. a declaração em desacordo com as REFERIDAS leis implica: .137/00. . E-MAIL T ELEFONES PARA CONT AT O FAX CREA: DAT A: ASSINAT URA DO RESPONSÁVEL T ÉCNICO COMO Responsável Técnico: . .indeferimento do pedido de licença para construir.

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