Você está na página 1de 4

apresentação do seminário de redes 2

Slide 1 - Saudações
Slide 2 - Apresentação do roteiro
Slide 3 - Modelo OSI
Certo pessoal, antes de começar a falar realmente da camada de transporte,
eu trago o modelo OSI como referência para poder refrescar as nossas lembranças,
e conseguir absorver melhor o que estou trazendo para vocês. E não! Isso não é uma
maneira de ganhar tempo para bater o mínimo de 30 minutos de apresentação que a
prof exigiu, ou será que é? Bem, fica aí o questionamento!
O Modelo OSI é um padrão de referência da Organização Internacional de
Normalização (ISO), ela é a entidade responsável pela criação de normas que visam
facilitar o comércio e promover boas práticas de gestão, além do avanço
tecnológico. Esse modelo, cujo nome original é Open Systems Interconnection, foi
criado em 1984 e, desde então, serve de parâmetro para protocolos de comunicação
entre diferentes tipos de sistema, garantindo a comunicação end-to-end.
Esse modelo divide as funções em camadas, que são essas aí que vocês
estão vendo:
Nesse sentido, as principais vantagens desse modelo são:
● Primeiro, a decomposição dos componentes da rede em partes que são
menores;
● segundo, a padronização dos componentes presente na rede;
● terceiro, comunicação entre diversos tipos de softwares e hardwares;
● e por último, mas não menos importante, evita que as alterações em uma
camada, afetem as configurações de outra.
Portanto, a camada oferece seu serviço para a camada imediatamente que
está acima, e desta forma, as funções de cada uma das camadas dependem da
inferior.
Agora que já comi um tempo da apresentação, ops, digo, agora que já
lembrei a vocês como funciona o modelo OSI, vamos a introdução:
Pois bem, posicionada entre a de aplicação e a de rede, a camada de
transporte é uma peça central da arquitetura de rede em camadas. Ela desempenha
o papel fundamental de fornecer serviços de comunicação diretamente aos
processos de aplicação que rodam em hospedeiros diferentes.

Slide 4 - Mas qual a função da camada de transporte?


A função básica da camada de transporte é aceitar dados da camada de
aplicação (Camadas superiores), dividi-los em unidades menores em caso de
necessidade, passá-los para a camada de rede e garantir que todas essas unidades
cheguem corretamente à outra extremidade.

Slide 5 - Camada de transporte


Os autores do livro, ainda ressalta que Comunicação lógica nesse contexto
significa que, do ponto de vista de uma aplicação, tudo se passa como se os
hospedeiros que rodam os processos estivessem conectados diretamente; ou seja,
eles poderiam estar em lados opostos do planeta, conectados por diversos
roteadores e uma ampla variedade de tipos de enlace.

Slide 6 - Propósito da camada de transporte


A camada de transporte é responsável por estabelecer uma sessão de
comunicação temporária entre dois aplicativos e fornecer dados entre eles. Um
aplicativo gera dados que são enviados de um aplicativo em um host origem a um
aplicativo em um host destino, sem considerar o tipo de host destino, o tipo de meio
físico sobre o qual os dados devem viajar, o caminho tomado pelos dados, o
congestionamento em um link ou o tamanho da rede. Como mostrado na figura, a
camada de transporte é o link entre a camada do aplicativo e as camadas inferiores
que são responsáveis pela transmissão da rede.

A camada de transporte fornece um método de distribuição de dados em toda a


rede de uma maneira que assegura que os dados possam ser devidamente
colocados juntos de volta no lado receptor. A camada de transporte proporciona a
segmentação de dados e o controle necessário para reagrupar esses pedaços em
vários fluxos de comunicação. No TCP/IP, esses processos de segmentação e
reagrupamento podem ser obtidos usando dois protocolos muito diferentes da
camada de transporte: Transmission Control Protocol (TCP) e User Datagram
Protocol (UDP).

As responsabilidades principais dos protocolos de camada de transporte são:

● Rastrear a comunicação individual entre os aplicativos nos hosts de origem e


destino.
● Segmentando dados para a capacidade de gerenciamento e remontagem de
dados divididos em fluxos de dados de aplicativo no destino
● Identificando o aplicativo apropriado para cada fluxo de comunicação

Slide 7 - Camada de transporte

Lê os pontos do slide;

Slide 8 - Relação entre a camada de transporte e de rede

Lê os pontos do slide;

Slide 9 - Visão geral da camada de transporte na internet

Lê os pontos do slide;
Slide 10 - Multiplexação e Demultiplexação
Lê os pontos do slide;
Slide 11 - Multiplexação de Conversação
Enviar alguns tipos de dados (por exemplo, um fluxo de vídeo) em uma rede,
como um fluxo de comunicação completa, pode usar toda a largura de banda
disponível e impedir que outras comunicações ocorram ao mesmo tempo. Isso
também dificulta a recuperação de erro e retransmissão de dados danificados.

A figura mostra que segmentar os dados em blocos menores habilita muitas


comunicações diferentes, de muitos usuários diferente, sejam intercalada
(multiplexadas) na mesma rede. A segmentação de dados, de acordo com os
protocolos de camada de transporte, fornece os meios para enviar e receber dados
quando vários aplicativos são executados no momento em um computador.

Sem segmentação, apenas um aplicativo poderia receber dados. Por exemplo, um


fluxo de vídeo, o meio físico seria completamente absorvido por um fluxo de
comunicação em vez de compartilhado. Você não poderia receber e-mails,
conversar em um programa de mensagens instantâneas ou exibir páginas da web
enquanto estivesse exibindo o vídeo.

Para identificar cada segmento de dados, a camada de transporte adiciona ao


segmento um cabeçalho contendo dados binários. Este cabeçalho contém campos
de bits. São os valores nesses campos que habilitam os diferentes protocolos de
camada de transporte a realizarem diferentes funções no gerenciamento de
comunicação de dados.

Slide 12 - Multiplexação e demultiplexação não orientadas para conexão

Lê os pontos;

Slide 13 - Multiplexação e demultiplexação não orientadas para conexão

Lê os pontos;

Slide 14 - não orientadas para conexão

Lê os pontos;

Slide 15 - Multiplexação e demultiplexação orientadas para conexão

Lê os pontos;

Slide 16 - Orientadas para conexão

Lê os pontos;

Slide 17 - Servidores web

Lê os pontos;
Slide 18 - Servidores web

Lê os pontos

Slide 19 - FIM

Você também pode gostar