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QUAL A MELHOR METODOLOGIA AVALIATIVA EM LÍNGUA PORTUGUESA: AVALIAÇÃO TRADICIONAL OU AVALIAÇÃO CONSTRUTIVISTA? ACADÊMICA DARCY LEITE DE ALMEIDA ACADÊMICA ELISANDRA SANTANA LIMA ACADÊMICO SAMUEL SANTOS ORIENTAÇÃO - MESTRE MARIA JOSÉ DE AZEVEDO ARAUJO RESUMO Avaliar é indispensável em toda atividade humana e, portanto, em qualquer proposta de educação. Assim sendo, a escola enquadra-se ao aplicar medidas avaliativas, utilizando métodos tradicionais e /ou construtivistas, que medirão a aprendizagem e o desenvolvimento dos discentes. A prática avaliativa em Língua Portuguesa caminha para um redimensionamento, capaz de tornar a avaliação mais justa e eficaz, dos valores intelectuais dos discentes. É relevante também que o corpo docente posicione-se e procure estudar com mais seriedade uma melhor perspectiva de medir o rendimento e as habilidades dos alunos em língua portuguesa, que abrange aspectos da expressão escrita, oral e de regras gramaticais. Logo, a discussão dos conceitos de avaliação tradicional e progressista ou construtivista é crucial ao desenvolvimento dos embasamentos teóricos mencionados nesta investigação. A pesquisa tem caráter bibliográfico e como procedimentos metodológicos adota-se a revisão de obras que discutem a temática abordada. PALAVRAS-CHAVE: Avaliação tradicional, avaliação construtivista, língua portuguesa, educação, professor. ABSTRACT To evaluate is indispensable in all activity human being and, therefore, in any proposal of education. Thus being, the school is fit in applying measured evaluative, using traditional and/or constructivists methods that considerably will measure the learning and the development of the learning. The practical evaluative in Portuguese language walks for a redimensionamento, capable to become the evaluation more efficient joust and of the values of the intellectuals of the learning. He is excellent that the faculty is located and looked for to study with more seriousness better perspective to measure the income and the abilities of the pupils in Portuguese language that encloses aspects of written expression, also verbal and of grammatical rules. Soon, the quarrel of the evaluation concepts is crucial to the development of the mentioned theoretical basements in the

o estudante não é avaliado somente por uma prova escrita. A avaliação é uma das ferramentas utilizadas pelo professor para medir o grau de desenvolvimento e de aprendizagem do aluno. Nas considerações finais apontam-se as impressões dos . sendo uma pesquisa qualitativa do tipo bibliográfica. o qual trabalha com a avaliação continuada. o procedimento metodológico aplicado foi a revisão de obras que discutem a temática abordada. INTRODUÇÃO O presente artigo tem como objetivo explanar embasamentos teóricos tendo como ponto crucial a avaliação escolar e em particular discutir qual a melhor ferramenta avaliativa em Língua Portuguesa. no que tange à temática avaliação. Como referencial de pesquisa. KEYWORDS: Traditional evaluation. porém para se chegar até o ponto tão esperado. uma vez que a avaliação em Língua Portuguesa relaciona professor.aluno e tem grande importância para medir e analisar a aprendizagem e o rendimento do estudante em sua vivência escolar. o estudante passa por atividades avaliativas. onde os ideais são cultivados e estimulados à realização. logo. a avaliação representa uma das vertentes da educação relevantes para o alcance de uma prática pedagógica competente e fica claro que se conhece muito pouco acerca desse processo que acontece e é presente na esfera escolar. language Portuguese. caracterizado como progressista ou construtivista. devido ao interesse dos pesquisadores. leva-se em consideração todo o desenvolvimento intelectual e a aprendizagem do estudante no seu cotidiano escolar. que consequentemente na maioria das vezes são carregadas de métodos tradicionalistas. Logo. Assim. Nas seções seguintes discutem-se as questões voltadas para repensar a avaliação na escola e o redimensionamento da avaliação em Língua Portuguesa. o sistema educacional reviu os conceitos e apelou para um sistema avaliativo atual. A linha de pensamento desenvolve-se neste artigo da seguinte maneira: Na primeira seção apresenta-se a importância de estudar a avaliação na escola e o conceito de avaliação tradicional e construtivista ou progressista. constructivist evaluation. Justifica-se o desejo de pesquisar sobre o tema avaliação. abrangendo a diferença entre avaliação tradicional e avaliação progressista ou construtivista. education. teacher. causando nos alunos traumas e torturas psicológicas. O ambiente escolar é o lugar. por se tratar de um conhecimento necessário à carreira profissional.present work. The research has bibliographical character and as methodological procedures it is adopted revision of workmanships that argue thematic the boarded one. isto é.

Levantar subsídios para a proposição de soluções e alternativas para a prática da avaliação. e a partir daí. Neste sentido.pesquisadores em relação à temática. Examinar os recursos da avaliação com que a escola realmente conta. p. a avaliação é a problematização da própria ação (Freire. deixando à margem outras dimensões importantes. reage e absorve a política educacional emanada dos órgãos superiores. além de focalizar e analisar qual a melhor ferramenta avaliativa em Língua Portuguesa. Daí o seu caráter dialógico. os obstáculos encontrados ou os erros equívocos porventura cometidos. Verificar como a escola encara. pretendemos através de um enfoque sociológico. Averiguar que informações são efetivamente usadas no processo de avaliação do aluno. A avaliação tem sido enfocada principalmente na sua dimensão técnica. Alguns autores brasileiros como Luckesi (1978 e 1986) e Soares (1981) têm denunciado essa unilateridade da abordagem assim como a seletividade e discriminação que a mesma encare. ao invés de ser um instrumento de fiscalização. A partir desses autores nacionais e estrangeiros e da nossa experiência anterior com o cotidiano escolar. REPENSANO A AVALIAÇÃO NA ESCOLA A avaliação não é o ato pelo qual alguém avalia alguém. 1977.26). Verificar que representação o aluno tem a respeito da avaliação e suas funções. registrar tudo o que ocorre de avaliação dentro da escola. considerando-se sua inserção no contexto socioeconômico e político. propusemo-nos os seguintes objetivos: Acompanhar a analisar o processo de avaliação tal como se desenvolve dentro da escola básica. POR QUE ESTUDAR AVALIAÇÃO NA ESCOLA? A avaliação representa um dos pontos vitais para o alcance de uma prática pedagógica competente e muito pouco conhecimento acerca desse processo que aconteceu na escola. em diálogo com a teoria. fazer uma análise cuidadosa. Detectar qual a visão da escola em relação à avaliação. . sobretudo no que se refere à construção de instrumentos válidos e fidedignos. Avaliar a relação específica da avaliação do processo ensinoaprendizagem com os outros aspectos da avaliação na escola e analisar como se situa a avaliação do trabalho do professor dentro do processo ensino-aprendizagem. Autores europeus como Broadfoot (1979 e 1984). Com essa motivação. Whitty e Young (1976) e Perrenound (1984) sugerem a importância de se analisar o processo de avaliação dentro da escola. que nos permitisse chegar a alguns princípios e alternativas para a prática da avaliação. seu desenvolvimento. a partir de um enfoque sociológico. É o ato por meio do qual avaliam juntos uma prática. Constatar que pressupostos teóricos orientam a ação do professor ao avaliar seus alunos.

o aluno é um ser passivo. A categoria de totalidade justifica-se enquanto o homem não busca apenas uma compreensão particular do real. é a da totalidade. é recurso próprio das ideologias dominantes. Ignorar a contradição é querer retirar do real o movimento e. 44) do seguinte modo: A mediação tem a ver com a categoria de ação recíproca. coordená-los com uma síntese explicativa cada vez mais ampla. o que impede um elemento de ser o todo. que as professoras já vêm usando na construção do conhecimento pelos alunos. não podendo retirá-la das contradições. captamos dois códigos de avaliação que. o professor coloca-se como aquele que ensina que é dono de um saber. sem aceitar a própria totalidade. valores e comportamentos que expressam significados e fases constantes da avaliação. enfim. sua vinculação imanente às relações sociais. que .27). sem estabelecer as relações internas entre os mesmos. explicada por Cury (1985. configuram-se a partir de atitudes. 34). que. Cury auxilia-nos na compreensão dessa categoria: Ignorar a contradição resulta numa atitude que leva ao conservadorismo. Uma segunda categoria muito presente em todo o processo de avaliação é a da mediação. p. a avaliação dentro desse contexto. através da qual deve ser lida a questão da avaliação dentro da escola. Sob o ponto de vista da sociedade. pois abstrair esse elemento é retirar da realidade seu caráter profundo de inacabamento. p. Finalmente toda a prática pedagógica parecia perpassada pela categoria da contradição. A realidade é um todo aberto. representam-na como imaginariamente superada (Cury 1985. p. Considerar a educação como processo particular da realidade. no interior do qual há uma determinação recíproca das partes entre si e com o todo. isto é. mas pretende uma visão que seja capaz de conectar dialeticamente um processo particular com outros processos. por isso. grosso modo.A problematização desses dados fez emergir algumas categorias que perpassam todo o cotidiano da escola e. portanto. A primeira categoria. Tal determinação limita mútua e negativamente as partes entre si. eliminar a totalidade significa tornar processos particulares da estrutura social em níveis autônomos. Ela significa também a exclusão de condicionamentos causais unidirecionais. que transmite um conhecimento. é elemento constituinte da relação. significar torná-la como universo separado. segundo eles. Por ela se pretende expressar as relações em sentidos diversos e opostos entre os fenômenos. que se expressava principalmente na exigüidade de processos de avaliação em coerência com as abordagens metodológicas mais atuais. A causa ação unidirecional ignora que. em especial. o seu contrário se lhe opõe e que. CONCEPÇÃO DE AVALIAÇÃO A partir de vários conceitos. e para isso buscamos apoio em Cury (1985. O primeiro código é o que esses agentes chamam de avaliação tradicional no qual. pela negação.

num seminário coletivo. por parte do avaliador. em coerência. das características do avaliador que realiza o julgamento no qual ocorre a mediação.aprende. p.. nessa medida. as tarefas em aula não favorecem a expressão do aluno. afirmaram que a contribuição que nós pesquisadores. deve ser objeto de atenção.. p. para a partir deles. do discurso dos agentes. relação professor-aluno e concepção de aprendizagem Gimeno coloca claramente essa posição expressa por nossos agentes. do professor. Não se pode avaliar a fluência verbal se. que atribui ao aluno uma "nota fria". 378). A contradição entre a teoria e a prática. que não serve para reformular o processo. trabalharem o conceito de avaliação que levam embutidos e o modo de colocá-lo em prática em coerência com as demais tarefas em sala de aula. O aluno é visto como sujeito da aprendizagem que descobre as regras e por isso não esquece o aprendido. Em contraposição a esse enfoque. que se utilize . segundo as informantes. A interação entre os três implica uma mediação que é a essência do ato de avaliar. 385). Parece necessário. Gimeno 1988). A avaliação tem um grande poder de configurar realidades sociais e pedagógicas dentro da sala de aula e. por exemplo. que inclui metodologia. Gimeno afirma que entre a atribuição de conceito e o tipo de realização (cões) que lhe(s) serviu de base ( conduta ou trabalho materialmente observável) existe um processo intermediário de elaboração de um juízo. a avaliação progressista ou construtivista. na opinião dessa professoras. diz que se estabelece uma interação entre três elementos: o avaliador e sua memória. acredita na capacidade de aprendizagem do aluno e o próprio professor se auto-avalia. do modelo de avaliação. Nessa abordagem usa-se a "medida". podíamos dar era indicar modos de avaliar na perspectiva construtivista. a partir de dados relevantes para uma tomada de decisão (Luckesi 1978. nem isso. faz diagnóstico. implícito ou explícito. (. mostrando que as concepções de avaliação são subsidiárias de uma determinada forma de trabalho pedagógico.) O método possibilita o surgimento de um tipo ou outro de indícios a selecionar como relevantes para o professor. chegar a julgamento. um processo que pode adotar formas e procedimentos muito diferentes em função: de qual seja o objeto da avaliação. que contém diversas informações sobre o segundo elemento que é o produtor (o aluno) da realização ou conduta avaliar e o produto real a ser avaliado que essa é realização ou conduta. a avaliação tem sido definida como um julgamento de valor. De modo amplo. através de uma prova. Suas falhas indicaram a grande relação entre a avaliação e a metodologia. mudar a avaliação. juntamente com a introdução de novos enfoques pedagógicos. se auto-avalia e é mais crítico. Mudar os métodos exige. Citando Caverni e Noizet (Gimeno 1988. às vezes. mas é ao mesmo tempo produto de pressões institucionais e de um controle que se realiza tecnicamente através do modelo de tarefas dominantes (Gimeno 1988. faz-se muito presente e é admitida mesmo pelas professoras de turma que. na qual o professor é orientador da aprendizagem do aluno. A prova mede as habilidades cognitivas e.

objetivável e discutível. discutindo esse problema. que acontece de dentro para fora. fruto de uma série de aprendizagens específicas. situando-se num enfoque psicopedagógico. O esquema mediador tem fortes projeções da personalidade dos professores e se traduz nas relações que estabelecem com seus alunos. em muitas ocasiões. com fortes concomitâncias com um tipo de comunicação que mantém com o aluno. bastante difícil pela simples razão de que a coleta de informações sobre o trabalho e a conduta dos alunos. do contexto imediato em que se coletam tais informações ou do contexto que reclama um determinado tipo de notícias procedentes de avaliação. toma a seguinte posição ente esses dois pontos de vista contraditórios: A solução do problema reside em que. Querer desvendar esse processo provoca algo como "uma coisa que escorrega das mãos". estimular. 18). de uma capacidade de abertura ou sensibilidade para com o meio ambiente etc. 382) tenta explicar a razão dessa dificuldade que os alunos têm em relação às avaliações: Ter acesso à privacidade dos procedimentos do ato de avaliar em cada professor é. Coll (1988. pública. que procede de fora para dentro. dificilmente explicitáveis. os processos evolutivos e os processos de aprendizagem não são . O QUE O PROFESSOR DEVE AVALIAR NO SEU ALUNO? Coll (1988). sem dúvida. A esse respeito o autor distingue duas posições básicas: os que acreditam que o desenvolvimento é um processo endógeno. para o próprio professor. a transformação dessa informação e a emissão do julgamento correspondentemente é um dos mecanismos mais decisivos na configuração de todo um estilo pedagógico pessoal. Esses mecanismos se concebem mais como pertencentes à esfera do íntimo. facilitar e promover o desenvolvimento. diz que todos concordam com o que a ação educativa tem como meta. no qual entram em jogo mecanismos mediadores com fortes implicações pessoais. para a coleta de informações. diz ele. principalmente. mas um processo complexo. E aqui reside uma das chaves pelas quais cremos que resulta difícil modificar os procedimentos de avaliação no ensino: porque não é uma simples conduta técnico-profissional. é um produto de uma biografia pessoal. quando planejamos as atividades mais adequadas para promovê-lo. contrariamente ao que postulam ambas as colocações. e os que o concebem como um processo principalmente exógeno. Entretanto. portanto. p. de uma formação. p. pessoal e oculto do que à estrita faceta profissional. Gimeno (1988.claramente ou não. as discordâncias surgem quando tentamos definir e explicar em que consiste o desenvolvimento humano e. e que é.

quando na realidade os dois aspectos estão intimamente entrelaçados e não se pode pensar num. na medida em que isso ocorra. porque. no condicionamento de expectativas do professor. em sua situação de trabalho. 397). tempo para reuniões pedagógicas e. dentro da escola. a própria ação do ensino. reclamando a atuação de "novos profissionais não-docentes". por torna-se a avaliação na escola algo tão técnico. em contrapor a realização de aprendizagens específicas à promoção do desenvolvimento pessoal. Não é recomendável para o trabalho educativo que a comprovação dos efeitos do ensino fique fora do controle dos professores. p. As condições objetivas passam por diminuição do numero de alunos. se esse conhecimento mais amplo não está unido a um amadurecimento geral do pensamento do professor e a uma mudança das práticas pedagógicas ou a uma transformação das mesmas. O erro consiste. 2. A divisão potencial da função educativa e uma maior desprofisionalização dos professores. Gimeno (1988) alerta para o fato de que as propostas de mudança têm que considerar as possibilidades de serem realmente implantadas em termos de sua adequação às limitações objetivas e subjetivas dos professores. sobre tudo. que possam ser colocadas em pratica pelos professores. É impossível em desenvolvimento pessoal correto sem a realização de umas determinadas aprendizagens específicas e. O autor ainda afirma que as conseqüências da ampliação do aspecto de variáveis ou qualidades a avaliar são várias. que preconiza que as tarefas educativas supõem a interdependência entre os processos evolutivos e as aprendizagens especificas e as colocações de Gimeno. a pergunta mais desafiante que fica: Como levar em conta tanto os processos evolutivos quanto as aprendizagens especificas? Devemos prosseguir nossas pesquisas buscando soluções plausíveis. a capacidade para realizar aprendizagens específicas depende do nível de desenvolvimento pessoal alcançado. como dissemos anteriormente. pois. destacando-se: 1. Quem mais diretamente pode utilizar os dados proporcionados pela avaliação é quem tem em sua mão a direção do processo didático (Gimeno 1988.independentes entre si. inversamente. colocam-se grandes desafios para uma conceituação de avaliação conseqüente. por melhores condições de . E finalmente. sem o outro. O problema ético acerca dos efeitos que tem um conhecimento de aspectos pessoais dos alunos nos mecanismos de controle escolar. Entre a concepção de Coll (1988). que escapa da sua competência. que alertam para as dificuldades e os perigos que na ampliação do objeto da avaliação apresenta. os dados da avaliação de poucos servirão para reorientar. de forma constante.

Enguita. Se uma proposta de avaliação ou um modo de entender como esta deve ser feita não pode ser usada pelos professores dentro da marcha normal de seu trabalho. A possibilidade de que o professor use com desenvoltura e correção um determinado esquema e cumpra as tarefas que esse esquema ou modelo de comportamento pedagógico propõe é condição básica para que se implante na pratica um sistema avaliativo mais satisfatório.salário e valorização profissional. sua habilidade na mesma. sem. os processos de aprendizagem que se desencadeiam em cada um de seus alunos. Embora se suponha que a avaliação verse somente sobre as dimensões cognitivas da educação. que certamente estamos enfocados de modo bastante amplo. Para efeito de melhorar a compreensão dos problemas é propor soluções alternativas com validade para a prática. é a que ele mesmo pode manejar e integrar nas decisões que tomar conscientemente. 1989. a avaliação pode ser realizada de varias maneira como: analisar o comportamento do aluno em sala de aula. é uma proposta inútil ainda que. Enguita. como o é em qualquer ser humano. Diz ele: A função fundamental que a avaliação deve cumprir no processo didático é a de informar ou conscientizar os professores acerca de como caminham os acontecimentos em sua turma. a mais aproveitável para o desenvolvimento de uma atividade ou metodologia que o professor tenha que dirigir o mais conscientemente possível. do ponto de vista teórico. 398). A AVALIAÇÃO DEVE SER FEITA A CADA DIA. contudo encerrar-se numa abordagem limitadora. é preciso diferenciar o que pode ser um modelo de avaliação conveniente e ideal do que é um modelo de avaliação assimilável pelos professores (Gimeno 1988. que é bastante realista. p. sua capacidade geral. A informação mais útil do ponto de vista didático. o que levava os educadores refletir qual seria a melhor forma de avaliar. Wood e Napthali (1975) assinalam seis critérios informais utilizados pelos professores na avaliação: o interesse do aluno na matéria. o seu desempenho com as tarefas que são ofertadas. seu comportamento. Sobre a conceituação de avaliação. Não é necessário avaliar o aluno só com uma prova. As condições subjetivas podem modificar-se com uma formação melhor. como avaliar e também formular um plano de aula que seve de base para suas aulas e acaba ajudando nas compreensões dos discentes. A capacidade de coletar. é óbvio que outros aspectos intervêm fortemente. queremos ainda colocar uma posição de Gimeno. . seja correta e conveniente.A avaliação agora feita com mais cautela. elaborar e interpretar informações provenientes do contexto no qual os professores atuam é limitada. p." (F. 205) Com base na citação de F. durante o ensino etc. a sua freqüência. a qualidade e a limpeza de seu trabalho e sua participação no contexto de aprendizagem.

1991. No cotidiano das atividades escolares. a avaliação passou a ser uma espécie de finalidade: a aula é dada para preparar a prova. o fio dessa interdependência parece ter-se rompido e. o livro é lido porque "é para nota". escritas e gramaticais.aprendizagem escolar. A partir do pensamento de John Milton Gregory (1991). Com grandes prejuízos para o ensino. abrangendo o lúdico e aspectos construtivistas ou até mesmo aspectos tradicionais resumindo em uma prova escrita ou argüições. que são utilizadas pelos educadores. desse modo. interpretativas. auxiliar o mesmo a planejar suas aulas. No trabalho de atualização com professores. pois.POR QUE HÁ NECESSIDADE DE AVALIAÇÃO E DE FORMAÇÃO DE PROFESSOR? O motivo pelo qual há necessidade de se estudar a avaliação e formação de docente. está relacionado ao índice elevado de professores que vão para salas de aulas. o professor depara-se com diversas maneiras de ministrar e expor o conteúdo. ressalta-se que o professor nunca deve ir à sala de aula sem antes se preparar. A renovação pedagógica abre novos horizontes para explicar os surgimentos de vários fatores.14). um alimenta o outro." (John Milton Gregory. Não teria sentido avaliar o que não foi objeto de ensino. Assim. a literatura é consultada porque "cai no vestibular" e assim por diante. No processo de ensino. avaliação e ensino nem sempre guardam essa reciprocidade. tudo é claro em função de se conseguir realizar o intuito maior que é desenvolver competências no campo de Língua Portuguesa. em muitos casos. palestras e outros recursos. com o objetivo qualificá-los são ofertados cursos de capacitação. p. mais não estão preparados o suficiente para enfrentarem os novos desafios. Em Língua Portuguesa. Estuda-se . Redimensionar a avaliação em Língua Portuguesa. a avaliação qualitativa descritiva e global. o ensino e a avaliação se interdependem. no qual se referem ao projeto coletivo de ensino. disciplina a qual enfoca aspectos de expresses orais. Os recursos ofertados aos educadores têm com base. Pois a aprendizagem do aluno depende muito da explicação do professor. Um fraco domínio do conteúdo resulta num ensino deficiente. orais e escritas. a lidar com a nova metodologia de avaliação e torná-los mais humanos. REDIMENSIONANDO A AVALIAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA A avaliação é um dos caminhos para medir ou observar a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno. seminários. "O professor deve conhecer muito bem o assunto que está ensinando. significa rever os conceitos e olhar a avaliação por um ângulo moderno e eficaz à aprendizagem e a um melhor desenvolvimento dos alunos em suas habilidades comunicativas.

. não é diferente quando se trata da avaliação dos resultados desse mesmo ensino. a própria representação social da disciplina como lugar de aquisição de determinadas destrezas literárias contribuem para acentuar a complexidade e especificidade da avaliação nesta disciplina. normalmente com honrosas exceções. as dificuldades se dão hipoteticamente. 56). conforme os graus de seus desempenhos. devido às particularidades do objeto de trabalho da disciplina. ato de avaliar aquisições e progressos apresenta maiores dificuldades devido às particularidades do objeto de trabalho que se assume. o processo de avaliação aplicado no ambiente escolar acontece para que se prove. Sim. O redimensionamento avaliativo depende verdadeiramente do empenho do professor e da sua grande responsabilidade em enxergar a avaliação como um a ferramenta fundamental para o desenvolvimento educativo e intelectual do estudante. o contexto em que se desenvolve o processo didático de ensino/aprendizagem. A complexidade que caracteriza a avaliação escolar aumenta quando se refere à avaliação das aprendizagens e das competências na disciplina de Língua Portuguesa. Segundo Irandé Antunes (2003. os quais se acomodam e encaram a avaliação como mais uma atividade a cumprir dentre as atividades pedagógicas. A natureza transdisciplinar das aquisições que nela têm lugar. seja o que for . conforme a citação acima concerne à avaliação na disciplina um leque de dificuldades e complexidade. que pode ser mensal trimestral. Se o ensino da língua merece um a reorientação. pois. tem que começar pela revisão de nossos fundamentos conceituais. mudança que tem suas origens na revisão de nossas concepções. no final do ciclo etc.para… "uma prestação de contas". a multiplicidade de objetivos e objetos. como veículo de transmissão e comunicação. 2005. p. capaz de se atingir um resultado avaliativo positivo. Assim. o processo de avaliação escolar converteu-se num instrumento de seleção de alunos apenas. Daí ser o termo "cobrar" uma expressão bem corrente no discurso da escola. p 2. simultaneamente. Por diversas razões. é fundamental que a mudança ocorra primeiramente na visão conceitual dos professores de Língua Portuguesa. É mais do que oportuno.) A prática avaliativa em Língua Portuguesa. uma vez que se trabalha com habilidades que requer do aluno e do professor um relacionamento mútuo. anual. o que ficou na memória." (Cardoso. Logo. porque mudar. perguntar-se sobre os descaminhos da avaliação e decidir por uma mudança de rumo. logo. o que bem claramente denuncia esse lado mercadológico do ensino.

Daí que avaliação não é apenas um evento isolado. Restringindo-se às atividades de produção de textos. cidadã. Logo. Claramente. de aprendizagem. que incansavelmente é posta em prática e aos poucos está entrando no campo educacional. O professor avalia o aluno para também de certa forma. da intervenção do professor passam pelas peças desse jogo. uma vez que desconstruir o tradicional no setor educativo ainda é uma luta. a comentar. a avaliação é uma temática que requer muito esforço e muita responsabilidade do professor. isto é. sem ter ampliado sua própria capacidade de avaliar o que lê. reflexão e estudo. as reais e as fictícias. a relacionar. a avaliação atual das produções dos alunos não tem se afastado muito das práticas tradicionais de destacar os erros cometidos. p. previsto no calendário escolar. pois. a contestar. falam da nossa visão distorcida do que seja ensinar e do que seja verificar ou avaliar se o aluno assimilar o que propomos. que beneficamente trariam bons resultados para o desenvolvimento intelectual e particularmente para uma formação ética. como propõe Perrenoud (1999) e a "tortura" dos dias de prova tem dado lugar a muitas oportunidades para que o aluno se observe e reveja o que pode alcançar em seu desenvolvimento e o que o impediu de fazê-lo com maios sucesso. O aluno.Que concepções de escola. depois do qual tudo é tal como estava pensando. essas encenações.65). uma avaliação a serviço da regulação das aprendizagens. a acrescentar? Que tipo de cidadãos estamos querendo formar com esse procedimento de simplista de aceitação pacífica e mnemônica que a autoridade nos diz? Mesmo que digamos o contrário. Desta forma. Verdadeiramente a avaliação deveria ficar evidente para o professor. Assim afirma Irandé Antunes (2003. precisamos rever os conceitos de avaliação. algumas escolas já têm adotado novos rumos avaliativos. para coisas que ele ainda precisa trazer para sala de aula como matéria de análise. avaliar o seu trabalho e projetar os jeitos de continuar. a levantar hipóteses. portanto. pois. digna e justa. recebe passivamente esta interferência do professor e parte para a próxima experiência . para que isso acorra é necessário um a grande parceria entre equipe pedagógica e corpo docente. que de inocente não tem nada. sem que os resultados alcançados servissem de algum suporte para futuras decisões. com tanta repercussão da temática avaliação. com acréscimos da alternativa correta do lado. que leva o aluno a perguntar. ao nosso redor temos métodos construtivistas. o que diz ou o que escreve. a fim de rompermos com a finalidade puramente seletiva que existe e que presenciamos na comunidade escolar atual. sem ser levado a pensar a inadequação de sua escolha ou o porquê da substituição apontada . Que concepções de avaliação estão aí implicadas nesse pingue-pongue de perguntas e respostas? Onde é que está o professor que faz pensar. avaliar é muito mais do que atribuir uma simples nota . Atualmente ainda é observável que a avaliação caminha para o tradicionalismo.

como se o professor só tivesse olhos para enxergar o que não está correto. os professores de Língua Portuguesa na maioria das vezes corrigem um texto analisando somente os aspectos gramaticais. pois. Conforme Irandé Antunes (2003. de ensino e aprendizagem. fica difícil avaliar um estudante e verificar as suas habilidades. defendendo uma avaliação continua e eficaz a um bom desenvolvimento da aprendizagem e aquisição do conhecimento ainda é encarado com rejeição e aversão por muitos professores. requer do mesmo muita dedicação e empenho para diagnosticare acompanhar cada aluno . seja uma leitura. isto é. Por exemplo. casa etc. O TEMPO PARA A AVALIAÇÃO Evidentemente.159) Ainda é relevante que o professor converta cada momento da avaliação num tempo de reflexão. pode-se citar o que ocorre nas correções dos textos. (Antunes. só se enxerga a torturante gramática que conseqüentemente ainda é a grande manipuladora do ensino do Português. de apontamentos de erros. Sem o ranço das atitudes puramente corretivas. pela anteposição do artigo. é bom lembrar que o professor se apóie nos resultados apresentados pelos alunos. 2003. caneta. Tendo como exemplo. que não mede capacidade e não avalia corretamente o estudante. do gênero gramatical de palavras como estas. também. Daí o motivo por que parece perda de tempo estar exercitado os alunos no simples reconhecimento. sendo assim carregada de um tradicionalismo que intoleravelmente ainda vigora no sistema educacional moderno. em função mesmo de sua finalidade.por uma prova medíocre. ou seja. Nessa perspectiva. deixando de lado as idéias que relevantemente refletem a criticidade e o olhar do estudante para o mundo no qual vive. Desta forma." . seja uma escrita. de reorientação do saber anteriormente adquirido. de pesquisa. a fim de detectar suas dificuldades e aplicar atividades individuais e coletivos capazes de despertar a criticidade e a auto-suficiência dos estudantes. nenhum aluno tem dúvida quanto o gênero gramatical de lápis. a avaliação não se resume somente a uma prova escrita. uma vez que trabalhar com a avaliação continuada é muito mais trabalhoso e complicado para o professor. para decidir o que vai selecionar como objeto de estudo. aplicada mensal ou bimestralmente. livro. pois.68): "A avaliação. para que não fique ensinando aquilo que os alunos já sabem ou deixe de ensinar aquilo que eles precisam saber.p. pois a aprendizagem. p. deve acontecer em cada dia do período letivo. As organizações educacionais por mais que aprovem e invistam no ideal construtivista. está acontecendo todo dia.

o pragmático. observar. Parece que ele não é capaz de perceber outra coisa e de fato acaba não sendo. mais tarde. O fato de o professor. Nem vê as coisas interessantes que os alunos escreveram ou os progressos que revelaram alcançar. Tal prática tem. discernir sobre os erros. "tudo é erro na vida do revisor" (p. pois. Dessa forma. . porque. O OBJETO DA AVALIAÇÃO A avaliação é antes de tudo uma questão de concepção e não uma questão técnica. Dai a conveniência de o professor pensar. onde o grupo discute o que poderia ser alterado em função dos objetivos e dos leitores pretendidos para aquele ato específico de comunicação. Neste sentido. a vantagem de iniciar o aluno na tarefa de ser ele mesmo o primeiro revisor de seu texto. não avalia o que os alunos escrevem: o professor corrige. o ortográfico. como forma avaliativa a revisão do texto realizada coletivamente. descobrir em cada momento. o procedimento básico deve ser discutir com o aluno em que e por que seu texto na está adequado e. como revisor. como adverte Millôr Fernandes. a forma mais viável de contribuir para que o aluno se desenvolta na aquisição de sua competência comunicativa. inclusive. inibe a expressão do aluno e condiciona de certa forma o bloqueio com que. ele vai aprendendo a refazer sua primeira redação até chegar àquela definitiva que chegará às mãos do leitor. Claramente. inteiramente gratificado. o da apresentação formal do texto. Esta prática da caça dos erros . observa-se a importância da avaliação para a disciplina de Língua Portuguesa. E vai vivendo a experiência de percebe a imensa versatilidade da língua. a avaliação deve realizar-se como exercício de aprendizagem. tendo em conta os aspectos da situação em que o texto vai circular. o lexical. Levando a temática para o caminho positivo insiste-se em dizer que a avaliação centrada na caça aos erros. sobretudo estimular encorajar. só tem olhos para os erros. como prova o que não se conseguiu fazer. o semântico. sentindo-se capacitado e por isso. fez com que o professor de Português. ao lado do tempo se especializasse apenas em procurar o "errado" e sem muita reflexão . deixar os alunos com uma vontade grande de aprender. diante dos trabalhos dos alunos ter apenas que procurar os erros setornou uma coisa tão natural que o termo consagrado para essa leitura do professor é corrigir. sempre é claro. de. na mesma dimensão descobrir com eles as alternativas de reconstrução de seu dizer. Na verdade o professor não lê. o da paragrafação. o da pontuação. repito. as pessoas encaram a prática social na escrita. A decorrência desta realidade é presente devido ao comodismo e a hegemonia da avaliação tradicionalista no sistema educacional. As discussões e os acertos seriam valiosos para percorrem os vários estratos lingüísticos: o sintático.165).Logo. Assim.

acredita-se na capacidade de aprendizagem do aluno e o próprio professor se auto-avalia. É de grande relevância que o professor de Português reafirme a consciência de que o perfil ideal para cada etapa. com todos os gostos e riscos que isso pode trazer. é necessário que o educador conheça a fundamental importância da avaliação. tendo como particularidade o corpo docente de Língua Portuguesa. faz-se diagnóstico. Conforme Gadotti(1984) "a avaliação é inerente e imprescindível . da escrita. Na avaliação construtivista. É crucial que se apele pela metodologia avaliativa voltada para o construtivismo. escritas e gramaticais dos estudantes.série é parcial. da fala. sobretudo. que indiscutivelmente abrange professor neste processo que necessita ser reconhecido é debatido pelo núcleo pedagógico mutuamente com o corpo docente. Portanto. durante todo o processo educativo que se realize em um constantetrabalho de ação. na qual o professor é o orientador da aprendizagem do aluno. Neste sentido é que se poderia se enquadrar qualquer atividade de ensino e. porém qualquer transição no sistema educacional depende deles. o fundamental é que o professor garanta ao estudante enfrentar o desafio da leitura. não só a avaliação. é problematizar o mundo em que vivemos para superar as contradições comprometendo-se com esse mundo para recriá-lo constantemente". o objeto da avaliação em Língua Portuguesa está inserido em um leque de diversificado de opções. como uma prática penosa. trabalhar com o método avaliativo progressista ou construtivista em Língua Portuguesa possibilita claramente uma maneira mais eficaz e justa de avaliar a . da qual se deseja o mais cedo e rápido possível. pois. de avaliação das coisas que os alunos falam e escrevem. na medida das aptidões e limitações dos alunos em cada período da escolaridade. Desta forma. Conforme Rubem Fonseca saber e sabor têm o mesmo troco etimológico e o mesmo núcleo semântico.A aprendizagem não pode interessar a alguém se é vista como castigo. isto é. onde o professor juntamente com a equipe pedagógica são responsáveis e os principais atores no campo educativo. uma vez que abrange uma avaliação continuada e aberta para valorizar e dinamizar as habilidades orais.reflexão-ação porque " educar é fazer ato de sujeito . Em suma. Aprender tem que ser uma coisa de bom gosto. 6-CONSIDERAÇÕES FINAIS Fica evidente que a avaliação é uma ferramenta marcante na esfera escolar. Será que há um melhor caminho para fazer com que o estudante cresça intelectualmente e principalmente familiarize-se com o mundo da pesquisa e da responsabilidade? Assim.

Portanto. 2005. Edmar Henrique.com. Irande. cursando o 3° período. uma prova. CARDOSO. Campinas. Praticas de avaliação em Língua Portuguesa: representações da disciplina em testes escritos.com .Http hal. habilidades orais e escritas e principalmente o domínio da lingual em sua variedade estilística. LUDKE.desenvoltura.webartigos. Elisandra Santana Lima é graduanda em Letras-Português na Universidade Tiradentes Aracaju/ SE.br. SP Parábola. É necessário estacionar a idéia de pagar a um aluno pelas suas tarefas de aprendizagem. Ao usar este artigo. Aracaju/ SE. Samuel Santos é graduando em Letras Português na Universidade Tiradentes Aracaju/ SE. novas praticas. Avaliação na escola de 1° grau: uma analise sociológica. cursando o 3° período. SP Papirus. na forma de pesquisa qualitativa.com. fazer uma observação. Contato: elisandrasantanalima@gmail. é preciso compreender que avaliar é muito mais do que aplicar um teste. RJ Vozes. no primeiro semestre do ano de 2010. Contato: Darcy_almeida18@hotmail. no segundo semestre do ano de 2010. 2003. cursando o 3° período. A presente investigação é resultado de prática investigativa. do tipo bibliográfica.samuel20@hotmail. este ou aquele conceito. Contato: samuca. Maria Helena Gonçalves.com. mas fazer da avaliação um instrumento auxiliar de um processo de conquista do conhecimento. Este artigo foi produzido sob orientação da mestre Maria José de Azevedo Araujo. O essencial não é mais saber se um aluno merece está ou aquela nota. Avaliação: novos tempos.net/ 1822/ 3263. 1992.handle. REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO ANTUNES. 1998. Menga e Mediana Zélia. mantenha os links e faça referência ao autor: QUAL A MELHOR METODOLOGIA AVALIATIVA EM LÍNGUA PORTUGUESA: AVALIAÇÃO TRADICIONAL OU AVALIAÇÃO CONSTRUTIVISTA? publicado 21/03/2010 por Maria José de Azevedo Araujo em http://www. Aula de Português: encontro e interação. SOBRE OS AUTORES Darcy Leite de Almeida é graduanda em Letras-Português na Universidade Tiradentes. Petrópolis. RABELO. no primeiro semestre do ano de 2010.

Organização do Trabalho Pedagógico. História Social da Criança e do Adolescente. Professora universitária de cursos de graduação e de pósgraduação. Estágio Supervisionado IV. Também publica artigos e textos poéticos. Ler outros artigos de Maria José de Azevedo Araujo Fonte: http://www. Líder do grupo de estudos GEPISTAE/UNIT.Quer publicar um artigo? Clique aqui e crie já o seu perfil! MARIA JOSÉ DE AZEVEDO ARAUJO Especialista e Mestre em Educação. Escrita. Alfabetização e Letramento.webartigos.html#ixzz1CAYLwiFS . Possui sete livros publicados: Estágio Supervisionado III.com/articles/34739/1/QUAL-A-MELHOR-METODOLOGIA-AVALIATIVA-EMLINGUA-PORTUGUESA-AVALIACAO-TRADICIONAL-OU-AVALIACAOCONSTRUTIVISTA/pagina1. Quem Tem Medo do TCC? Psicologia da Educação.

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