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ONU E GOVERNO MUNDIAL

O mundo caminha célere e inexoravelmente para uma forma de Governo Mundial


totalitário comandado pelas grandes Fundações através das ONG's. O núcleo deste
Governo já está em pleno funcionamento e localiza-se na ONU, cujas agências
funcionam como Ministérios Mundiais que tudo resolvem e a todos controlam. As
soberanias dos Estados Nacionais estão ameaçadas, quando não são já uma farsa de
governos que só servem para executar as instruções vindas de uma tal "comunidade
internacional", indefinida por natureza. Além disto, tudo se encaminha para a destruição
dos fundamentos judaico-cristãos da Civilização Ocidental e sua substituição por um
paganismo animista e materialista que sustente um relativismo moral e cognitivo para
reduzir a escombros os principais frutos desta Civilização, incluindo a ciência e o
desenvolvimento industrial e agrícola, alvos permanentes das "mentiras convenientes" do
ambientalismo retrógrado.

Heitor De Paola

A implementação do plano para o Governo Mundial já está em andamento e


para os leitores se darem conta disso, aqui vão alguns dos principais itens e seu estágio
de desenvolvimento atual:
 Formação de uma Força Internacional de Paz permanente sob o comando da ONU e
aumento do poder da ONU – em fase adiantada de implementação. Transformação da
Assembléia Geral da ONU ampliada num Parlamento Mundial com poderes acima dos
legislativos nacionais. Ampliação do Conselho de Segurança e dos Membros Permanentes
(Brasil candidato) com eliminação do poder de veto. A crença enraizada de que a ONU é
uma organização empenhada pela paz mundial é no mínimo irracional. Criada uma
burocracia, qual é a sua tendência senão expandir-se indefinidamente? E qual o meio da
ONU expandir senão se mostrando cada vez mais necessária fomentando guerras chamadas
“limitadas”? É o velho lema das burocracias “criar dificuldades para vender facilidades”. O
conceito de guerra limitada foi desenvolvido na primeira ação “pacífica” da ONU, a Guerra da
Coréia (1950-53). Os EUA não usaram todo o poderio que tinham muito superior ao de todos
os países comunistas juntos, porque não estavam lá para ganhar, mas apenas para “conter os
comunistas” que, por sua vez, sabiam que não podiam ganhar já quando iniciaram as
hostilidades. Entre os interesses dos dois lados foi decisivo o de dar credibilidade à ONU
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como pacificadora. MacArthur percebeu isto, protestou e foi despedido por Truman em
19561. Foi recebido com honras pela população que, enchera a Casa Branca com 125.000
telegramas de protesto. A tão decantada “paz” será um estado crônico de guerras localizadas.
Sem dúvida vai morrer muito mais gente nesta paz do que nas guerras convencionais, lutadas
para vencer. Mas a elite da comunidade internacional sabe que “A Paz”, pela qual financiam
tantos movimentos e passeatas, não passa de uma quimera intangível – salvo nos cemitérios
– quimera que a elite usa para iludir a população mundial. (grifo meu)
 Uma Corte Criminal Internacional para proteger os “direitos humanos” e mais tarde impor
seus julgamentos superiores aos das Cortes Nacionais. Tais “direitos” são sempre enfatizados
para bandidos, terroristas, assassinos, o alvo, os Estados Unidos da América. As exigências de
fechamento da base americana de Guantánamo, enquanto se fazem de desentendidos do
genocídio castrista do outro lado da cerca, é uma ilustração suficiente – esta Corte já está
formada: Tribunal Penal Internacional já em atividade.
 Um sistema global de impostos e taxas para sustentar a nova burocracia e o futuro Exército
mundial sob a ostensiva razão de “diminuir as desigualdades entre países”, redistribuição

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MacArthur cunhou a frase de sua renúncia: “In war there is no substitute for victory”.
obrigatória da riqueza e da renda para combater as desigualdades, perdão unilateral das
dívidas externas [Lula fez isso à exaustão] – já propostas e em discussão, o Brasil atual é um dos
paladinos desta causa “social”.
 Uma abordagem global para a doença mais politizada de toda a história da humanidade: a
AIDS. Controle global da saúde determinando, via OMS, o que podemos ou comer, ampliar o
pânico do fumo, gorduras e o que mais interesse – já em pleno andamento. Sucesso total
quanto ao fumo, parcial quanto às gorduras. Itens importantes da agenda são a liberação das
drogas, do aborto e da eutanásia.
 Radical feminização do poder segundo a “perspectiva de gênero” inventada pelas feministas
radicais americanas – em plena fase de implementação, nos meios “bem pensantes” entre
nós, a palavra sexo foi praticamente abolida e substituída por gênero. Abordei brevemente
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este ponto no meu artigo Desarmamento infantil e androginia Liberação dos casamentos
homossexuais e da possibilidade de adoção de crianças por casais homossexuais, e
descriminalização do abordo em qualquer época – em fase de implementação; mais uma vez
o Brasil na vanguarda.
 Educação pública internacionalizada e ações afirmativas internacionais – praticamente em
todo o mundo a UNESCO já é quem dá as cartas na educação, com exceção de alguns
colégios particulares religiosos que ainda resistem nos USA. Para as bases desta Nova
Educação para a Paz e Cidadania Universal ver meu True Lies II. Objetivo principal: erradicar
completamente as tradições da civilização ocidental judaico-cristã, substituindo estas
religiões pela religião da Nova Era.
 Registro internacional de armas e restrição ao porte – os eleitores brasileiros deram uma
surra; mas ganhamos apenas uma batalha, a guerra continua e será cada vez mais árdua, pois
o interesse em colocar todas as armas do mundo sob controle da ONU é avassalador. A lição
foi de que no voto podem não levar, o que só reforçará a investida a favor de um grupo não-
eletivo. Apesar do resultado do referendo o Estatuto do Desarmamento, que deveria ter sido
extinto após a manifestação do eleitorado, está sendo usado para ampliar as limitações.
 Pânico ecológico crescente, visando aterrorizar a população com o fim do mundo para
submetê-la totalmente aos burocratas, ativistas e políticos alarmistas sob o manto da ONU,
fazendo com que a população mundial abra cada vez mais mão de seus direitos cedendo-os
aos burocratas globais que passariam a controlar cada casa, cada meio de transporte, fábrica,
negócios, agricultura e todas as decisões dos consumidores. O objetivo mais tenebroso é
acabar, para os cidadãos comuns, com os resultados do progresso capitalista fazendo a
humanidade retornar a um estado anterior de escassez, resultado inevitável da aplicação do
Protocolo de Kyoto. O tom de fim do mundo com que o tema do clima tem sido abordado e
principalmente a atribuição a causas humanas, é exatamente para impedir as pessoas de
pensar e se informar e somente reagir emocionalmente como num arco reflexo de Pavlov:
falou em aquecimento global a maioria começa caninamente a salivar ódio contra as
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indústrias “poluidoras”, os carros e aviões que lançam CO na atmosfera, enfim, contra o
capitalismo e o “imperialismo norte-americano”. As muitas alegações catastróficas sobre o
aquecimento global ser uma conseqüência direta e inequívoca da ação do homem, servem
como justificativas para o avanço da agenda política da burocracia global, isto é, é parte
integrante e essencial dos planos de Governo Mundial. São bilhões de dólares escorrendo
para os bolsos de cientistas, ativistas, burocratas, políticos, empresas que vendem novos
produtos “politicamente corretos” geralmente subsidiados. É dinheiro, poder e controle
mundial ! Se não houver pânico, não haverá dinheiro.
 Last but not least, destruição da linguagem tradicional em todos os idiomas substituindo-as
pela Novilíngua (apud Orwell), a já instalada linguagem do politicamente correto.

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http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=3561

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Todas estas ações são dadas como oriundas da misteriosa “comunidade
internacional” e realizadas através de “formadores de opinião”: pop stars, personagens
destacadas tipo Al Gore, cineastas, teatrólogos, atores de TV, teatro e cinema,
principalmente nos países como o Brasil, em que são dependentes de verbas federais e
das ONG’s globais: “uma gente que desde os tempos de Stalin só pensa em tomar o
poder em nome da igualdade e da justiça social, mas sempre de olho na grana fácil,
nos cargos públicos e nas mordomias sem fim”, como bem assinala Ipojuca Pontes,
profundo conhecedor do ramo.
Os pontos acima não são sequer discutíveis; são impostos como aceitos “por
todos” consensualmente. Como disse o eco agit prop Al Gore perante o Congresso
americano sobre seu filmeco cheio de mentiras convenientes para a “comunidade
internacional”: “Não há mais lugar para nenhum debate sério sobre os pontos básicos do
consenso sobre o aquecimento global”, ao que Rush Limbaugh observou que, “quando
os liberais declaram que acabou o debate, pode apostar que não acabou, eles querem
sufocá-lo”.

(Excerto das pp. 240-44, feito por Anatoli Oliynik, do livro indicado na fonte a seguir)
Fonte:
PAOLA, Heitor de. O Eixo do Mal Latino-Americano e a Nova Ordem Mundial. São Paulo: É Realizações,
2008. 288 p.

GOVERNO MUNDIAL
Um governo mundial acaba com duas coisas:

1. Direito de asilo;
2. Jurisdição territorial.

Se você não concordar com as medidas tomadas por esse Governo


Mundial, vai pedir asilo a quem? Vai fugir para onde? Para a Lua, Marte
ou Plutão?

Se isso acontecer, será o fim das liberdades e da democracia e o


início de mil anos de escuridão para a humanidade.

Anatoli Oliynik
23-6-2008

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