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DIAGNÓSTICO

O diagnóstico clínico da bancroftose é particularmente difícil.


Por possuir baixa sensibilidade e especificidade, necessita
de uma confirmação laboratorial. No entanto, em
área endêmicas, a história clínica de febre recorrente associada
com adenolinfangite, é um forte indicativo de
infecção.
O diagnóstico da filariose linfática causada pela W. bancrofti
pode ser realizado por diferentes técnicas parasitológicas,
imunológicas, moleculares e por imagem.

DIAGNÓSTICOS PARASITOLÓGICOS
Há várias décadas, a única prova conclusiva e comprobatória
da infecção filarial tem sido o encontro de microfilárias no
sangue periférico ou nos líquidos biológicos (urina, líquido
hidrocélico, quilocélico ou sinovial).
A pesquisa parasitológica pode ser realizada através de técnicas
como a gota espessa de sangue, concentração de Knott
e filtração de sangue em membrana de policarbonato, nas
quais a coleta sangüínea deve ocorrer entre 23 - 01 h (DREYER
et al., 1996). Essas duas últimas são técnicas de concentração,
que trabalham com um volume maior de sangue, aumentando
sua sensibilidade em relação à gota espessa. Porém,
em decorrência da dificuldade de execução e também, de visualização das
microfilárias, as técnicas quantitativas de
Knott e filtração em membrana de policarbonato não são utilizadas
na rotina e em inquéritos epidemiológicos. No entanto,
são bastante utilizadas no diagnóstico de casos individuais
e no controle pós-tratamento

DIAGNÓSTICO IMUNOLÓGICO
O diagnóstico parasitológico da doença é particularmente
difícil em pacientes que apresentam sintomas inflamatórios
e se encontram na fase crônica, ou que apresentam quadro
pulmonar (eosinofilia pulmonar tropical), situações nas
quais as microfilárias estão normalmente ausentes do sangue
periférico (SILVA et al., 2004). Por essa razão avaliações
imunológicas e de biologia molecular têm sido desenvolvidas
e aperfeiçoadas.

DIAGNÓSTICO MOLECULAR
Nos últimos anos, a biologia molecular, também, obteve
avanços e trouxe uma contribuição impar, não apenas para
o diagnóstico da filariose bancroftiana, como também de
outras patologias. A utilização das ferramentas de biologia
molecular nos estudos da filariose teve início a partir do
ano de 1980, quando muitos pesquisadores deram ênfase e
desenvolveu-se o procedimento de isolar e caracterizar seqüências
de DNA filarial espécie-especificas. Um dos principais
objetivos foi introduzir uma nova metodologia que
pudesse substituir a dissecção manual de milhares de mosquitos
na avaliação do impacto dos programas de controle
nas áreas endêmicas através da monitorização da infecção
vetorial.
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM
A ultra-sonografia foi primeiramente descrita, para pesquisa
de W. bancrofti, em 1994, quando Amaral et al. em estudos
desenvolvidos no Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães
evidenciaram vermes adultos em vasos linfáticos
intraescrotais do cordão espermático. Este método permite
detectar e monitorar vermes adultos vivos e dilatação linfática
em pacientes com filariose bancroftiana. Quando desenvolvida
de forma correta, essa técnica possibilita o diagnóstico
precoce da infecção e contribui para um controle
de cura mais eficiente, podendo medir diretamente a
ação da droga sobre o parasito (SILVA et al., 2004).

Cris, Raquel, Kyrna rangel

Meninas esses foram os diagnósticos q encontrei. Olhem se esta de acordo com o q


vcs querem qual quer coisa ó entrar em contato bjos.