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Ano 2 - nº 1 - R$ 10,00 AgAgAgAgAgorororororaaaaa vvvvvocêocêocêocêocê vvvvvaiaiaiaiai tocartocartocartocartocar
Ano 2
-
nº 1
- R$ 10,00
AgAgAgAgAgorororororaaaaa vvvvvocêocêocêocêocê vvvvvaiaiaiaiai tocartocartocartocartocar
>10200
>10200
vvvvvaiaiaiaiai tocartocartocartocartocar >10200 Só Você Cakewalk 6.0 O Software mais utilizado Bateria

Só Você

Cakewalk 6.0
Cakewalk 6.0

O Software mais utilizado

Bateria
Bateria

Aprenda a seqüenciar

ISSN 1415-1871 7 71 41 5 1 87 006
ISSN 1415-1871
7 71 41 5
1 87 006

Partituras

com letras e cifras

Roland E-500
Roland E-500

A análise

006 Partituras com letras e cifras Roland E-500 A análise Me Abraça As Origens dos Ritmos

Me Abraça

As Origens dos

Ritmos Ritmos

Brasileiros Brasileiros

VOZ
VOZ

Como explorar e cuidar

Ritmos Brasileiros Brasileiros VOZ Como explorar e cuidar We Are The World of Carnaval e outras

We Are The World of Carnaval e outras

Queen, Alan Parsons, Billy Joel, Creedence Clearwater Revival

Cursos e Vendas

Teclado - Piano - Sax - Guitarra - Violão - Baixo Bateria - Flauta Transversal - Cavaquinho Canto - Gaita - Música por Computador

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Carta do Editor

Carta do Editor Editora Zardo Ltda . Diretores Edeli S.Zardo Everton Zardo Editora Edeli S.Zardo Coordenação

Editora Zardo Ltda.

Diretores

Edeli S.Zardo

Everton Zardo

Editora Zardo Ltda . Diretores Edeli S.Zardo Everton Zardo Editora Edeli S.Zardo Coordenação Geral Everton Zardo

Editora

Edeli S.Zardo

Coordenação Geral

Everton Zardo

Supervisão Editorial e Musical João Henrique P. Baptistella

Revisão Editorial

Terezinha Oppido

Marketing

Silvia Zardo

Departamento Musical

Programação de bateria e mixagem Gilberto M. Abreu

Músicas Sequenciadas Edeli S.Zardo Simone Santos Monteiro

Revisão Musical Elenice Dallomo Borba Lucila do Amaral Britto

Colaboraram nesta edição Neide Beccari Delcio Tatini Neto Lico Candeias Cintia A. Silva Regina Belo Eloysa Silveira

Fotolitos e Impressão Grande ABC Editora Gráfica S/A

Fotos da Capa Divulgação

Tiragem

20.000 exemplares

Playmusic é uma publicação mensal da Editora Zardo Ltda. A reprodução total ou parcial das matérias, partituras ou mú- sicas sequenciadas, sem expressa autori- zação, está sujeita à todas as sanções pre- vistas por Lei. Opiniões, sugestões ou re- clamações, escreva para:

Editora Zardo Ltda. Rua Olivaldo Vila Nova, 160 04652-270 - São Paulo - SP Tel/Fax (011) 5562-8208 E-Mail: playmusic@playmusic.com.br

O Ritmo da Comunicação

Caros leitores, é muito gratificante saber que nossa publicação está atendendo satisfatoriamente seus objetivos. Através de cartas, ligações telefônicas e E-Mail, que recebemos de todas as partes do país, constatamos que Playmusic está cumprindo seu papel de aten- der os estudantes e amantes de música, no sentido de dar uma moti- vação a mais para descobrir “como é bom poder tocar um instru- mento ” O fato de vocês reservarem um espaço, entre inúmeros afazeres, para escrever ou ligar para nós, seja para dar sugestões, elogiar, ou mesmo criticar, só vem confirmar que estávamos certos quando pen- samos em atender esse universo, até então inexplorado, da tecnolo- gia musical. Como toda ousadia e pioneirismo têm um preço, é claro que nos defrontamos com alguns problemas, os quais enfrentamos com ho- nestidade e profissionalismo e que, no fim, só serviram para apren- dermos ainda mais. Buscamos, através desse intercâmbio com vocês leitores, nortear nosso trabalho para atender, na medida do possível, seus pedidos e satisfazer essa necessidade de aprender cada vez mais. Pensando nisso passamos, a partir deste número, a dar uma orientação de como seqüenciar, iniciando pela bateria, com exemplos e exercícios inclu- ídos no disquete que sempre acompanha nossa publicação, além de outras matérias que acreditamos ser de interesse geral. Mudamos também a diagramação do caderno de partituras, se- guindo sugestões de nossos leitores, para facilitar a execução das peças. E não pretendemos parar por aí. Nossa equipe estará empe- nhada em satisfazer os anseios de todos vocês. Afinal é para isso que trabalhamos! Pretendemos iniciar este ano de 1998 com muita energia positiva e, para esta época que precede nosso carnaval, selecionamos, a par- tir desta edição, algumas músicas para vocês treinarem antes da fes- ta. Sobre o repertório, gostaríamos de esclarecer que toda a equipe do departamento musical cuida com muito carinho da escolha das músicas, procurando mesclar os vários estilos para satisfazer todos os gostos. Não estamos comprometidos só com sucessos e sim com a boa música. Esse intercâmbio fundamental com você, leitor, é nossa principal motivação, pois acreditamos que esse carinho que recebemos é o resultado merecido para quem faz o que gosta e trabalha com amor.

Edeli S. Zardo

Cartas

Desativando a Melodia

Desejo saber como eliminar o canal da melodia no PSR-620? JOÃO BOSCO PINOTTI Colatina - ES GRÍGOLO HÉRCULES RENATO Via Internet

A Playmusic utiliza o canal 4 para a melodia. No PSR-620 utilize a tecla function até encontrar a função overall, e através dos botões cursores encontre as telas MinusChR e MinusChL. Informe o n.º 04 em ambos os casos, e pressione a tecla MinusOne.

Emoção Via Acróstico

Pioneira

Lindíssima

Adorável

Young (Jovem)

Magnífica

Unica

Sensasional

Incrível

Criativa

Já que a revista é para atender a todos (iniciantes e mais avançados), poderia ser colocada a letra na partitura da revista, pois assim facilita a compre- ensão para os inici- antes.Visitem minha

não deve ser removida. Em relação à mensagem, essa indica se o software deve enviar : Um reset do equipamen- to para um padrão específico (GM, GS, XG) ou parâmetros exclusivos tais como volume, timbres, efeitos, etc

Edição Musical

Amigos da Playmusic, gostaria de elo- giar com méritos esta revista. Não tive problemas na reprodução das músicas, mas pergunto se é possível editá-las e com qual software. RENATO OLIVEIRA Porto Alegre - RS

Os softwares informados na edição n.º 2, com exceção dos arranjadores, po- dem ser utilizados para edição das mú- sicas da revista. A melhor escolha es- tará entre os seqüenciadores, que pos- suem maior número de recursos, como por exemplo o Cakewalk (veja na pró- xima página), Powertracks, Cubase, etc

Disquete no PSR-620

página sobre o Roberto Carlos. JÚLIO JOSÉ TEIXEIRA Gama-DF www.conectanet.com.br/robertocarlos

Como posso acessar as músicas do dis- quete no PSR-620? JONNY MARINHO Via Internet

1-Inserir o diquete no drive e aguar-

Ficamos muito lisonjeados com seu E-Mail. Optamos pela não inclusão das letras nas partituras, para facilitar a leitura tanto dos tecladistas como dos guitarristas.

Sistema Exclusivo

VALTER APARECIDO KOPPE Via Internet

dar a leitura até apagar a luz 2-Colocar com as setas do botão function (do lado esquerdo do visor) em song

Parabéns à Playmusic. Graças a revista pude esclarecer uma dúvida antiga:

3-Pressionar o botão de número 2 (lado direito) com o desenho disk aci-

Como transportar meus arquivos MIDI em disquete do computador para o teclado. Aquela etiquetazinha foi a grande solução. Gostaria de saber o que significa a mensagem “File has System Exclusive auto send banks. Send them now?”, ao carregar as músicas do disquete.

ma, até aparecer o desenho do disque- te no visor 4-Digitar o número da música de- sejada. Ex: 0 (zero) 1 (um) para seleci- onar a primeira música. No visor de- verá aparecer o código da música 5-Agora é só pressionar o botão play/stop no lado esquerdo do teclado,

 

JOSÉ WILSON

onde aparece: rec play/stop repeat play

Via Internet

minus one. 6-Para selecionar outras músicas,

A

etiqueta permite a formatação do dis-

basta pressionar os botões -/no ou

quete HD em DD(720 Kb), formato que

+/yes para voltar ou avançar, ou repe-

a

maioria dos teclados exige, portanto

tir os Ítems 3 e 4 acima.

ÍNDICE

3

Carta do Editor

4

Cartas

5

Computer Music Cakewalk 6.0

8

Análise

Roland E-500

9

Pesquisa Ritmos Brasileiros

11

Guia do Repertório

Partituras

12

Só Voce

15

Have You Ever Seen the Rain

17

Menina

21

Just The Way You Are

24

Eye In The Skay

27

Crazy Little Thing Called Love

30

Me Abraça

33

Barracos (Escombros)

36

Estrela Primeira

39

We Are The World of Carnaval

42

Você Sabia ?

43

Técnicas A arte de Seqüenciar

46

Dica

47

Entrevista Voz

49

Opinião Música e Sensibilidade

50

Classificados

Computer Music

Computer Music Cakewalk 6.0 A Preferência Internacional Delcio Tatini Neto O produto no mercado Todo mundo
Cakewalk 6.0
Cakewalk 6.0

A Preferência Internacional

Delcio Tatini Neto

O produto no mercado

Todo mundo sabe ou, pelo me- nos, todo mundo que trabalha com música em computadores platafor- ma IBM, que seqüenciador no PC tem um sinônimo: Cakewalk. O produto, cujas origens remontam a era do DOS, e que concorria com o popular Voyetra Plus Gold (software mais utilizado em PC naquela épo- ca) ganhou o mercado a partir da sua versão 1.3 para Windows 3.1, po- pularizando-se e conquistando no- vos adeptos fiéis, apaixonados e afi- cionados a cada dia, tornando-se hoje, o software seqüenciador sobe- rano mais vendido do mercado nas Américas. Sem pretensões de con- correr em termos de sofisticação e flexibilidade com seus rivais euro- peus Logic e Cubase, o Cakewalk ganhou terreno com outras armas. Toda essa popularidade não nasceu simplesmente porque o Cakewalk é um software poderoso e estável (confiável, pois afinal, nada pode ser mais frustrante do que, depois de seis horas de árduo trabalho de pro- dução em um seqüenciador, o seu micro apresentar uma daquelas hor- ripilantes mensagens do tipo erro de proteção geral ou coisa parecida), mas principalmente por se tratar de um software extremamente prático

e simples de operar; o enfoque do

produto é voltado para o usuário que procura facilidade e não gosta de ficar decifrando manuais ou arqui- teturas que mais parecem um que- bra-cabeças. Nele todas as ferra- mentas estão dispostas de forma muito intuitiva e os “atalhos” e a arquitetura de acesso aos menus permitem ao usuário efetuar opera- ções complexas de edição de ma- neira incrivelmente pratica, rápida

e visual! O Cakewalk tornou-se, a partir da versão 4.0, um software híbrido. Falei grego? Híbrido significa que,

além de seqüenciar, controlar e edi- tar material MIDI através de tecla- dos, módulos de som, mixers auto- matizados, processadores de efeitos

e uma infinidade de outros periféri-

cos baseados em tecnologia MIDI disponíveis no mercado, pode-se também gravar junto e sincroniza- damente com a seqüência de trechos de áudio análogo capturados atra- vés de uma placa de áudio ou mul- timídia instalada no computador. Dessa forma, um músico pode pro- duzir todo o playback, partes MIDI instrumentais do seu CD e, ao mes- mo tempo, gravar digitalmente os vocais e uma guitarra elétrica “plu- gados” diretamente na placa de som; o que faz de seu computador uma verdadeira workstation que auxilia o músico em todas as etapas no processo de produção, desde a criação até a finalização.

Hoje a última e mais sofisticada versão do produto é a 6.1 PRO Áu- dio, mas também há alternativas mais simples e econômicas do Cakewalk, comooPROFESSIONAL, que incorpora as mesmas ferramen- tas de edição de MIDI, mas é limi- tado à gravação de quatro canais de áudio analógico e não possui edições de áudio, e o HOME STUDIO, com as mesmas características de grava- ção e edição de áudio do PROFESSIONAL, apresentando, porém, uma concepção light das fer- ramentas MIDI que incorpora ape- nas as mais usuais e, na verdade, não é recomendado para aplicações pro- fissionais, pois não possui os recur- sos indispensáveis em um estúdio, como por exemplo, o sincronismo.

O que interessa

Mas vamos ao que interessa: ten- tar expressar todo o impressionante poder de edição, a facilidade e a agi- lidade com que se trabalha em um software tão sofisticado e com tan- tas ferramentas, com um manual de 400 páginas que explica, às vezes até de forma bem sucinta, cada uma de suas funções e cada um de seus parâmetros, do “gigante” Cakewalk 6.1 nestas poucas linhas, seria equi- valente a tentar expressar a idiossin- crasia, os detalhes de cada cena e toda a emoção de um filme como Indiana Jones com a mesma quanti- dade de palavras, ou seja, impossível.

Computer Music

Considerando isso, limito-me a citar objetivamente algumas das fer- ramentas e métodos que o Cake, para os íntimos, apresenta, para que você, futuro usuário, possa vislum- brar alguns dos benefícios que este

software pode trazer para seu traba- lho ou mesmo para seu lazer. Uma das maiores inovações in- corporada ao Cake desde a versão 4.0 é o método de edição por takes, isto é, cada trecho de uma seqüên- cia sendo MIDI ou áudio ou ambos, sem restrição de tamanho, fica agru- pado em um “pacote” de informa- ções denominado take; esse méto- do, empregado em outros softwares europeus, como o Logic e Cubase, facilita bastante a manipulação de trechos de uma seqüência e coloca

o usuário em um plano tridimensio-

nal de trabalho, porque cada take é representado na janela principal do Cakewalk em forma de uma barra colorida; o tamanho da barra (coor- denada X) representa o tamanho do Cake, e a posição vertical da barra (coordenada Y) representa a pista à qual ele pertence; no entanto, inú- meros takes independentes podem ser dispostos em camadas diferen- tes uns sobre os outros na mesma pista e na mesma posição em um

plano tridimensional, a coordenada Z. O método de seleção de cada take

é prático e, com o mouse e a tecla CTRL, o usuário pode rapidamente mover ou copiar os takes enquanto

a seqüência “rola”; aliás, uma série de outras operações na versão 6.0

podem ser realizadas durante a exe- cução da seqüência, como transpo- sições e quantizações. Falando em operações de edição, uma das mai- ores características do Cakewalk é

a quantidade e o poder das suas fer-

ramentas de edição, a saber: trans- posição; quantização; groove quan- tização ( quantização utilizando grooves); interpolação (esta ferra- menta permite produzir edições so-

fisticadas baseadas em duas telas Search/pesquisa e Replace/repasse, nas quais o usuário pode definir uma série de categorias de eventos como: notas, controles, intensida- de, canais, benders e muitos mais, pesquisando uma determinada ca- tegoria de eventos e repassando conforme os critérios definidos na tela Replace); velocity scale (per- mite alterar a escala de intensidade de um grupo de notas); fit-to-time (realoca eventos em novas posições proporcionais ou o andamento de um trecho, a fim de alterar seu tem- po de execução); fit-to- improvisation (função exclusiva do Cakewalk, que permite ao músico tocar livremente sem o uso de me- trônomo, usando uma marcação como pisadas em um pedal de sustain como referência para ali- nhar a seqüência com o andamento do clock do Cakewalk, podendo as- sim, posteriormente, efetuar quan- tizações ou impressões na pauta dentro dos compassos corretos. Essa função baseia-se em variações de compensação no andamento da seqüência.); slide (desloca um de- terminado trecho da seqüência para frente ou para trás); retrograde (re- monta o trecho em ordem inversa), e inúmeras outras edições. Todas as edições podem passar por um mé- todo de seleção por filtro (event filter) onde se pode filtrar determi- nadas categorias de eventos que não se deseja editar dentro do trecho se- lecionado. Outro fator importante a destacar é que inúmeras operações de edição, como quantizações e transposições, também podem ser aplicadas em trechos de áudio! E por falar em áudio, o Cakewalk também não deixou a desejar em termos de edição e tra- tamento de áudio. Os trechos de áudio são tratados como takes e po- dem ser editados livremente, sendo possível aplicar uma série de algo-

ritmos para tratamento do áudio, inclusive alguns em tempo real, en- quanto se ouve o áudio. Essa seção, denominada CFX, inclui efeitos como: reverb, chorus, flanger, echo, equalizações gráficas e paramétri- cas e time/pitch stretch (esta última

permite alterar a afinação de um tre- cho de áudio, sem alterar o anda- mento ou a afinação, muito útil para correções de tonalidade do cantor ou de trechos desafinados); a função Pitch-to-MIDI-converter também e um novidade da versão 6.0 e o iní- cio da concretização do sonho de muitos usuários. Com ela, é possí- vel transformar um trecho de áudio monofônico (como uma flauta, um saxofone ou mesmo uma voz huma- na) em informações MIDI; esse pro- cesso pioneiro e em fase inicial de desenvolvimento ainda está muito longe do sonho de transformar um material de áudio digital mixado com inúmeros instrumentos e fon- tes de áudio simultâneas, formando assim um espectro sonoro comple- xo e variado composto por inúme- ros instrumentos polifônicos e mo- nofônicos e masterizados em L e R em um arquivo MIDI, mas já é um começo. Graças à inovadora tecnologia desenvolvida pela Microsoft Direct X, pela qual um aplicativo pode in- corporar outros programas auxilia- res em seu interior, o Cakewalk ver- são 6.0 já “recebe” os plug-ins fa- bricados por outras empresas como

a Waves ou a Sound Fountry (fabri-

cante do Sound Forge), permitindo assim o tratamento de um trecho de

áudio através desses programas, di- retamente de dentro do Cakewalk,

o que faz do Cake uma ferramenta

eficiente até mesmo no processo fi- nal de uma produção, ou seja, a masterização. Impressionado? As ferramentas de visualização do Cakewalk também foram rece- bendo melhoramentos a cada ver-

Computer Music

são; na 6.0 encontramos algumas bem significativas. No menu View do Cakewalk en- contramos vários métodos com os quais podemos visualizar e editar o material armazenado, e que citamos a seguir. Piano-roll. Neste método, visu- aliza-se um piano vertical na parte esquerda da tela, e cada nota musi- cal surge como uma barra na tela, cujo início corresponde à cabeça da nota e a seu tamanho e duração; as- sim, o usuário pode inserir, apagar ou mover de forma muito simples uma nota ou mesmo um grupo de- las, e, ainda que não seja especifi- camente uma novidade, a nova ver- são traz algumas inovações práti- cas quanto à forma de edição e de seleção de notas. Staff. Este método, mais tradi- cional, exibe na tela a pauta da mú- sica e a nova versão inclui, entre outras, as pautas para guitarra (ta- blatura) e percussão, além de no- vos símbolos de notação como pe- dais ou dinâmica. O material pode ser facilmente editado através do mouse e a pauta impressa, mas lem- bre-se que, diferente do Encore ou do Finale, o Cakewalk não preten- de ser um software notador, não tra- zendo assim, ferramentas de edição de pauta tão sofisticadas quanto as de um software desenvolvido exclu- sivamente para esse fim. Event-list. Esse método apre- senta uma lista cronológica de to- dos os eventos em uma ou mais pis- tas, o que é muito útil para identifi- car ou inserir eventos específicos como benders ou variações de con- troles de volume ou reverb durante uma seqüência, das últimas versões para a nova não houve inovações. Lyrics. Esse método exibe uma espécie de processador de texto, no qual se vê a letra da música. A in- serção normalmente é feita através da janela Staff, em uma pista onde

é feita através da janela Staff , em uma pista onde Tela do Cakewalk com “Tracks”e

Tela do Cakewalk com “Tracks”e “Staff”

esteja gravada a melodia; assim, cada sílaba da letra fica “linkada” com a melodia e o resultado na ja- nela Lyrics é uma espécie de

karaokê, no qual a parte da letra que está sendo tocada vai sendo ilumi- nada em vídeo inverso. Panel. Esta janela, que nas ver- sões anteriores chamava-se faders, agora ganhou lay-out e concepção completamente novos, como uma espécie de “jogo de montar”, em que

o usuário desenha seu próprio pai-

nel de mixagem; para tanto, dispõe de uma série de modelos de elemen- tos como faders deslizantes, botões rotativos, knoks, leds, VUs e outros dispositivos. O usuário usa sua ima- ginação e pode satisfazer suas ne- cessidades para montar o seu pró-

prio painel, definindo não só a po- sição e a dimensão de cada um dos elementos dispostos no painel, mas principalmente o dispositivo que este vai controlar. Como elemento, pode ser associado a mais de um controle como control changes, con- troles MCI, SysEx (pode-se desen- volver editores de timbres), execu- ção de rotinas em linguagem CAL

e outros; vários elementos também

podem ser associados de modo a tra-

balharem em grupo, mantendo seus valores relativos quando se movi- menta qualquer elemento do grupo,

e o recurso de inserção de figuras e

textos serve para dar mais persona- lidade a cada painel criado. Áudio. Aqui o usuário visualiza uma representação gráfica dos tre- chos de áudio armazenados pelo Cakewalk, como nos softwares de edição de áudio. É a partir dessa ja- nela que se seleciona e acessa o menu de ferramentas para edição de áudio. Ainda há muito para dizer sobre

o Cakewalk. Além de especialista, sou grande admirador do Cake e es- tarei em outro número da Playmusic dando mais informações. Para os interessados, ao optarem por um seqüenciador, procurem antes co- nhecer um pouco do Cakewalk, se possível “ao vivo”, para certificar- se se ele realmente atende suas ex- pectativas, e em caso positivo, bem- vindo ao clube.

Delcio Tatini Neto é especialista em MIDI e síntese do Depto. de Treinamento da Tea Synthex, ministra os curso do Cakewalk e MIDI e faz parte da equipe de desenvol-vimento do curso Tecnologia Musical Profissionalizante na Synthex. Maiores informações podem ser obtidas pelo telefone: (011) 5581-6097 (Depto. de Treinamento).

Análise

E-500
E-500

O Roland Perfeito

João H. de Paiva Baptistella

Com a linha de teclados arran-

jadores, a Roland teve um lança- mento em 1997, o E-500. Teclado

61 teclas, com 270 timbres padrão

GM/GS, 8 sets de bateria, 64 notas de polifonia, 16 partes multitim- brais, 32 performances e 16 pistas de seqüenciador.

A entrada para disquete facilita

a leitura de novos estilos, músicas

prontas e perfomances do usuário. Não é necessário ‘carregar’ o arqui-

vo para dentro do teclado, pois este possui um processador R.I.S.C. de

32 bits que permite a leitura dos

estilos, músicas e performances em tempo real, muito importante para apresentações ao vivo.

A tela de cristal líquido de gran-

des dimensões facilita o manuseio

e permite visualização de funções

importantes como: Lyrics, letra das músicas, Desenho de um piano, onde controlamos a abertura da cau- da com modificação do som, as 16 pistas de seqüenciador, e a monta- gem de estilos.

O teclado E-500 possui uma fun-

ção chamada performance memory,

onde podemos armazenar até 32

registrações diferentes incluindo o timbre escolhido, o ritmo, o anda- mento, os efeitos (Reverb, Chorus

e Delay), recursos de layer (dois

timbres na mão direita), controle de pedais e muito mais. Caso as Per- formance Memories se esgotarem

e muito mais. Caso as Per- formance Memories se esgotarem o usuário pode salvá-las em disque-

o usuário pode salvá-las em disque- te e então liberar espaço para mais 32, chamando as anteriores assim que necessário. Existem dois botões chamados Pads, que ao contrário do que mui- ta gente pensa, são botões progra- máveis aos quais podem ser atri-

buídas funções como: Start/Stop, Fill-ins, Intro/Ending, Synchro Start/Stop, Fade In/Out entre ou- tros. Na parte de criação de estilos o E-500 possui 8 pistas para inclusão de bateria, baixo e outros acom- panhamentos, criando assim o es- tilo do usuário, que deve ser salvo em disquete. Outra função bem in-

teressante é a conversão de músi- cas padrão SMF em estilos. Colo- camos uma música no teclado e determinamos qual trecho servirá como introdução e qual a tonalida- de que deve ser adotada, pronto o teclado automaticamente transfor- mará o trecho em introdução. As- sim fazemos com as outras partes

(variação, original, final e viradas). O seqüenciador permite a gra- vação de 16 pistas com instrumen- tos variados dentre os 270 do te- clado. Existem funções de edição como: quantize, copy, paste, erase, delete, transpose entre outras. Mes- mo das músicas prontas pode-se alterar timbres, transposição, anda- mento e volume de cada pista.

Com a entrada para microfone e controles independentes pode-se fa- zer um karaokê completo e através dos botões transpose # ou b alterar o tom das músicas em tempo real.

“O E-500 ABRANGE RECUR- SOS DE SEQÜENCIADOR E DE TECLADO ARRANJA- DOR!”

Pode-se também gravar músicas

com os estilos de teclado e depois alterar apenas os compassos dese- jados através das funções edit do menu sequencer.

O E-500 também permite a lei-

tura de arquivos da linha de pianos

digitais da Roland ( linha KR ), com acompanhamentos e efeitos diferen- ciados. Com relação aos efeitos é possí- vel alterar os timbres e incluir Reverb, com 8 tipos, Chorus, com 8 tipos, e DSP com multiefeitos, além de controlar a intensidade de cada um.

O teclado possue ajustes interes-

santes e de fácil acesso para quem toca ao vivo, como controle de volume en- tre melodia e acompanhamento, ajus- tes de brilho no timbre, inclusão de segundo timbre na mão direita e trans- posição dos arranjos.

João Henrique de Paiva Baptistella é professor de teclado, especialista em softwares musicais e supervisor de produção musical da Playmusic.

Pesquisa

Pesquisa Ritmos Ritmos Brasileiros Brasileiros Os embalos da vida Cintia A. Silva Qual a origem do

Ritmos Ritmos

Brasileiros Brasileiros

Os embalos da vida

Cintia A. Silva

Qual a origem do Samba? De onde vem o Axé? De onde vem a Timbalada? Depois de várias pes- quisas, concluí que lidava com uma “salada” brasileira, com grande di- versidade de ritmos. Hoje encontra- mos variações desses ritmos até no Rock’n Roll. É interessante observar que os estrangeiros apreciam muito nossa música e não conseguem imitá-la. Por que? É que eles não têm o nos- so “molhinho”. Até o Michael Jackson não resistiu ao nosso “tem- pero”. Está no sangue, mas no san- gue mesmo!!! A maioria dos ritmos

brasileiros vem de nossos ancestrais africanos e indígenas, que caracte- rizam esses ritmos pelo “batuque”, que significa fazer barulho, marte- lar e também é o nome de uma dan-

ça da região baiana. Ah

Bahia!

Berço da maioria dos novos ritmos que surgiram na última década. Então, vamos batucar moçada!

O Samba, ao contrário do que se

pensa, tem origem indígena e des-

cendência brasileira. Há vários ti- pos de Samba. Samba Tradicional, Pagode, Samba-canção, Bossa Nova , Samba-reggae etc. A dife- rença entre essas modalidades re- side no andamento. As batidas de Samba podem parecer bem simila- res ou mesmo iguais, mas quando modificamos o andamento estamos dando a característica principal para distingui-las. O Samba Tradi- cional vem do samba carioca. Pulsante e rápido, com andamento variando entre 112 a 126 semínimas por minuto, é aquele que dá vonta- de de sair sambando, como o sam- ba-enredo das escolas, com muitos ritmistas e instrumentos. Na escola de samba o número de instrumentos e a formação de- pendem do mestre da bateria e da escola. Fazem parte da bateria di- versos instrumentos de percussão, como o ganzá, formado por vários tubos cheios de pratinhos, cuja mai- oria, atualmente é tocada por mu- lheres na escola de samba. O chocalho, também conhecido como shaker, é aquele com areia dentro, geralmente de alumínio, e que, às vezes, improvisamos com uma latinha de cerveja ou de refri- gerante.

Entre os instrumentos mais co- nhecidos encontram-se: surdo e contra-surdo, tarol, maracaxeta, repenique e não repique, cuíca, pra- tos, reco-reco, tan-tan e pandeiro. Pagode é um estilo bem novo. Hoje em dia, grupos conhecidos como Negritude Júnior, Só prá Con- trariar e Zeca Pagodinho e sua ban- da popularizaram muito o ritmo. O Pagode usa menos instrumentos e seu andamento é mais cadenciado e sua origem é paulistana. Samba-canção e Bossa Nova vi- eram dar um novo colorido à nossa música a partir dos anos 60. A Bos- sa Nova de João Gilberto, Vinícius de Morais e Tom Jobim, entre ou- tros, logo tornou-se uma paixão mundial por seu ritmo um pouco mais lento que o Samba e harmonicamente diferente. João Gilberto interpreta bem a Bossa Nova sem um instrumento de mar- cação, que logo apareceu bem defi- nido pelo baterista Mílton Banana, precursor dessa batida, usando mui- to o aro de caixa e vassourinhas para caracterizá-la. O Samba-canção é bem lento e mais arrastado que a Bossa Nova, ficando seu andamento entre 56 e 60 semínimas por minuto, enquan-

Pesquisa

to a Bossa Nova fica entre 76 e 100 semínimas por minuto. Como exemplo de Samba-canção pode-

mos citar a música “Tatuagem” de

Chico Buarque de Holanda, inter-

pretada maravilhosamente por Elis Regina. A Bossa Nova é mais co- nhecida pelo grande sucesso mun-

dial “Garota de Ipanema”.

Podemos citar como ritmo tipi-

camente brasileiro, a Marcha-ran-

cho,

grande sucesso dos carnavais

dos

anos 40 e 50, que também é

um ritmo mais lento do que a Mar-

cha Tradicional. Através de gran-

des compositores como Braguinha, Mário Lago (ator e compositor) e finalmente Zequinha de Abreu, po-

demos notar a diferença desses dois estilos de marcha pelas músicas “A Estrela Dalva” (Marcha-rancho) e “Taí” (marcha), imortalizada na

voz de Carmem Miranda.

Um pouco mais acima, o Nor-

deste apresenta seis ritmos típicos.

O Frevo é originário de

Pernambuco, trazido pelos holan- deses. É frenético e rápido (138 a 144 semínimas por minuto). A maioria dos Frevos é de composi- tores baianos, pois Pernambuco e Bahia são conhecidos pelos Trios Elétricos, enormes carros de som

que transportam bandas para a di-

versão do povo ruas de Recife, Olinda e Salvador, berços desse rit- mo. Os frevos mais famosos são “Vassourinhas”, “Festa do Interior” e “Atrás do Trio Elétrico”. Axé Music, nascida na Bahia, vem dos círculos de capoeira, e é tocada com berimbau e atabaque ou conga. Esses instrumentos de per- cussão podem ser distinguidos en- tre si pela medida. A conga é me- nor que a tumbadora (nome atual) ou atabaque (nome indígena). Ca- poeira lembra afro e afro lembra Candomblé, o que explica o uso de vários instrumentos de percussão. Você já prestou atenção em uma

banda de Axé? É integrada pelo ba- terista e sempre há um ou dois percussionistas juntos para dar

riável do lento ao rápido. Carlinhos Brown é percussionista e toca mui-

bem a tumbadora, além de can- tar; a harmonia fica a cargo da voz apenas, porque não há instru- mentos de harmonia nos primeiros trabalhos da Timbalada de Carlinhos. Para concluir, va- mos falar do Forró. De origem totalmente nor- destina, descende do Xote (origem indígena

com descendência e desenvolvimento nor-

destinos) e do Baião (aquele famo- so e imortalizado por Luiz Gonzaga). Os instrumentos mais co- nhecidos do Forró são a zabumba,

o agogô e o triângulo. Às vezes,

pode-se introduzir um pandeiro, apenas como marcação. Hoje, exis- tem alguns trabalhos de Forró estilizado, como chamamos, pois no verdadeiro Forró, o instrumento de harmonia é a sanfona, e algumas

bandas substituíram esse instrumen-

to por guitarra e baixo.

Você sabia que existe um Chote (do alemão Schottisch, música hún- gara com raízes sulinas) que nada tem a ver com o ritmo nordestino? Vem do Rio Grande do Sul e sua batida é mais lenta que a do Xote nordestino, além da grafia diferen- te. Não dá para confundir. Se você tem curiosidade de pro- gramar ou deseja adquirir esses rit- mos, já pode encontrar esse traba- lho em forma de disquetes ou car- tuchos. Como baterista, posso pro- porcionar mais informações aos in- teressados, pelo E-mail desta revis- ta. Valeu!

to

in- teressados, pelo E-mail desta revis- ta. Valeu! ❏ to Timbalada Mineral - Foto de Mara

Timbalada Mineral - Foto de Mara Márcia (BA)

aquela batida gostosa. O Olodum e a Timbalada são os ritmos mais atuais, também prove- nientes da Bahia. O Olodum teve suas raízes nos Filhos de Gandhi, grupo folclórico encarregado da la- vagem das escadarias da Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. Seus componentes tocam vários instru- mentos usados nas escolas de sam- ba, como surdos, caixas e repeniques. Introduziram, contudo, um par de timbales, geralmente to- cado pelo mestre e que é o único instrumento que faz muitas varia- ções de divisão. O grupo é conhe- cido internacionalmente e já chegou a gravar com músicos americanos, como Paul Simon e Michael Jackson. Hoje o Olodum incorpora uma ala feminina. A Timbalada foi criada pelo músico baiano Carlinhos Brown, que hoje faz sucesso com a música “A namorada”. Recebeu o nome Timbalada pelo número grande de Timbals ou Timbas encontrados na banda. Carlinhos também nos apre- senta a “bacurinha”, que seria um timbale bem pequeno (medindo dez por quatro polegadas). A Timbalada tem um colorido diferente, propor- cionado pelos instrumentos de per- cussão, e seu andamento é muito va-

Cintia A. Silva é baterista profissionl, dá aulas há 15 anos. Desenvolveu método de ritmos brasileiros e pedal duplo.

Guia do Repertório

Estamos mudando a diagramação do caderno de músicas, a partir deste mês, conforme solicitado por nossos leitores através de cartas e ligações, parra permitir maior comodidade na uilização das partituras. As letras foram estrategicamente colocadas antes ou depois de cada partitura, para evitar que o músico precise virar as páginas durante a execução das mesmas. Pedimos a vocês leitores que nos enviem opiniões sobre essa nova forma de apresentação. Os estilos que aparecem no início de cada música foram escolhidos tendo sempre como base o original gravado no disquete. Seguindo esse mesmo procedimento, procurem em seus teclados os ritmos mais apropriados para cada música, lembrando que os mesmos sempre podem sere susbstituídos por outros, como no caso do Foxtrot por Swing. Neste número usamos como sugestão o ritmo Samba-reggae em quatro músicas, variando apenas a velocidade, para conseguir o balanço específico. Na música We Are The World Of Carnaval o estilo samba-reggae, usado na velocidade de 165 semínimas por minuto, consegue dar a idéia de frevo. Leia também a matéria Ritmos Brasileiros para aprimorar seus conhecimentos nesse campo muito rico de nossa cultura. Lembramos que existe à venda no mercado, cartuchos e disquetes específicos de ritmos brasileiros.

Edeli S. Zardo

PL020101

8 Beat Light

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Só Você

Fábio Jr.

Vinícius Cantuária

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Intro.: Am G/ F / Am G/ F/ Am G/ F G/F

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Demorei muito pra te encontrar

Am

G

F

Agora eu quero só você,

Am

G

F

Seu jeito todo especial de ser,

F

Fico louco com você.

C G Te abraço e sinto Am

Coisas que eu não sei dizer,

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Am

G

F

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F

Só sinto com você.

C G

Am

Meu pensamento voa

F

De encontro ao teu,

C

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F

Será que é sonho meu?

Am

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Tava cansado de me preocupar,

Am

Tantas vezes eu dancei

Am

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F

E tantas vezes que eu só fiquei,

Am

G

F

Chorei, chorei.

C G

Agora eu quero

Am

F

Ir fundo lá na emoção,

C G

Am

Mexer teu coração,

C

G

Am

Salta comigo alto,

F

Todo mundo vê

C

G

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Que eu quero só você

Só Você

Fábio Jr.

Solo: Am G/ F /

Am G / F

/Am G / F/ Am G / F

C G

Te abraço e sinto Am

F

Coisas que eu não sei dizer,

C

G

Am

F

Só sinto com você

C G

Am

Meu pensamento voa

F

De encontro ao teu,

C

G

Am

F

Será que é sonho meu?

G

Am

F

Estava cansado de me preocupar,

Am

Tantas vezes eu dancei

Am

G

F

G

F

E tantas vezes que eu só fiquei,

Am

G

F

Chorei, chorei

C G

Agora eu quero

Am

F

Ir fundo lá na emoção,

C

G

Am

F

Mexer teu coração,

C G

Am

Salta comigo alto,

F

Todo mundo vê

C G

Am

Que eu quero só você

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Eu quero só você

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Have You Ever Seen The Rain

Creedence Clearwater Revival

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Copyright by Jondora Music/Fantasy Inc/BMG Music Publishing Int Ltd Sub-editor BMG Music Publishing Brasil

Have You Ever Seen The Rain

Creedence Clearwater Revival

Intro.: Am / F / C / G / C / G7

C

Someone told me long ago

F

I want to know

G

C

C

Em/B

Am

Am7/G

Theres a calm before the storm

Have you ever seen the rain

 

G

F

G

C

I

know

Comindown on a sunny day

 
 

C

Its been cominfor sometime

F

G

C

I

want to know

Em/B

 

When its over so they say

 

C

Am

Am7/G

C

Have you ever seen the rain

 

Itll rain on a sunny day

 

F

G

G

I

want to know

 

I

know

C

Em/B

Am

Am7/G

C7

Have you ever seen the rain

 

C Shining down like water

 

F

G

C

 

Comindown on a sunny day

 

F

G

F

G

I

want to know

 

I

want to know

 
 

C

Em/B

Am

Am7/G

C

Em/B

Am

Am7/G

Have you ever seen the rain

 

Have you ever seen the rain

 

F

G

F

G

I

want to know

 

I

want to know

 
 

C

Em/B

Am

Am7/G

C

Em/B

Am

Am7/G

Have you ever seen the rain G Comindown on a sunny day

F

C

Have you ever seen the rain

G Comindown on a sunny day

F

C

C

F

G

Yesterday and days before

 

I

want to know

 

C

C

Em/B

Am

Am7/G

Sun is cold and rain is hard

 

Have you ever seen the rain

 

G

F

G

I

know

I

want to know

 
 

C

C

Em/B

Am

Am7/G

Its been that way for all my time

C

Till forever, on it goes

C

Though the circle, fast and slow

G

I know

C And it cant stop I wonder

F G

I want to know

C

Em/B

C7

Am

Am7/G

Have you ever seen the rain

Have you ever seen the rain

F G Comindown on a sunny day

C

G

C

Menina

Netinho

Intro.: Dm C / Bb C / Dm C / Bb C / Dm C / Bb C / F / Bb /

F

Am

Gm

C7

F

F7

Menina

Cantei prá ti dormir

Bb

Am

Bb

Am

Dm

Que um dia eu conheci criança

Bb

Me aparece assim de repente

Gm

Am

Dm

C7

F

C7

Linda, virou mulher

F

Menina

Am

Te carreguei no colo, menina

Gm

Cantei prá ti dormir

C

Solo

: C# /

/ F# /

D7/ C# / / Gm7 / C+

F

Am

/

Bb

Am

Menina

Como pude te amar agora

Bb

Am

Bb

Te carreguei no colo, menina

Gm

Cantei prá ti dormir

Bb

Te carreguei no colo, menina

Gm

Cantei prá ti dormir

Am

F

Am

F

Dm

C7

C7

F7

Dm

Eb7sus4

Que tantas vezes fiz chorar

Bb

Achando graça quando ela dizia

Gm

Quando eu crescer vou casar com você

F Am

Menina

Bb

Como pude te amar agora

Am

F

Dm

C7

C7

Am

Ab

Bb

Am

Dm

Lembro a menina feia

 

Te carreguei no colo,

menina

Bbm

Eb

Ab

Gb Fm

Gm

C7

F

C7

Tão acanhada de pé no chão

Cantei prá ti dormir

Ab

Bb

Am

Dm

Hoje maliciosa

Te carreguei no colo, menina

 

Bbm

Db

Gm7

Gm

C

Dm

C

Guarda um segredo em seu coração

Cantei prá ti dormir

C

C+

Bb

C

Dm

C

Seu coração

Cantei prá ti dormir

Bb

C

Dm

C

F Am

Cantei prá ti dormir

Menina

Bb

C

F

Bb

Am

Cantei prá ti dormir

Que tantas vezes fiz chorar

Bb

Achando graça quando ela dizia

Gm

Quando eu crescer vou casar com você

Am

F

Dm

C7

C7

F Am

Menina

Bb

Am

Como pude te amar agora

Bb

Am

Dm

Te carreguei no colo,

menina

Solo

: F

/ Bb / F

PL020103

Slow Bossa

q = 120

Menina

Netinho

Paulinho Nogueira

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B b

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C

B b

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