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2016 Brazilian Technology Symposium

Instalações de Sistemas de Geração Solar Fotovoltaica


Um estudo sobre sistemas de aterramento, proteção contra surto e descargas atmosféricas

Douglas Aguiar do Nascimento Hermes José Loschi


Departamento de Comunicações (DECOM) Departamento de Comunicações (DECOM)
Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC)
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
eng.douglas.a@ieee.org hermes@decom.fee.unicamp.br

Yuzo Iano Silvio Renato Messias de Carvalho


Departamento de Comunicações (DECOM) Departamento de Comunicações (DECOM)
Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC)
Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)
yuzo@decom.fee.unicamp.br srcmessias@gmail.com

Resumo— Atualmente no Brasil passamos por uma


crescente demanda pelas instalações de sistemas para II. PROTEÇÃO CONTRA SURTOS E DESCARGAS ATMOSFERICAS
geração solar fotovoltaica, em conjunto com preocupações Atualmente, por meio da geração de energia elétrica
quanto às técnicas e métodos utilizados para aterramento, distribuída, em que se utiliza sistema de geração solar
dimensionamento de sistemas de proteção contra surtos e residencial sobre telhado, por exemplo, os módulos
de proteção contra descargas atmosféricas para estas fotovoltaicos tornaram-se a interface mais próxima da
instalações. Este cenário torna-se extremamente atmosfera, sendo expostos às descargas atmosféricas diretas
preocupante, à medida que muitos sistemas de geração ou indiretas. A capacidade de geração de eletricidade depende
solar fotovoltaica, são conectados em sistemas elétricos da área de captação da luz solar, por isso, quanto maior a
sem a presença de sistema de aterramento, utilização de capacidade do sistema, maior o número e/ou a área dos
DPS (dispositivo de proteção contra surto), e muita vezes módulos fotovoltaicos e maiores a sua exposição às descargas
em instalações sem a utilização de sistemas de proteção atmosféricas. Em instalação elétrica de edificações o projeto
contra descargas atmosféricas (SPDA). Neste contexto, este do SPDA deve levar em consideração a existência do sistema
artigo apresenta uma análise de algumas normas e de geração solar fotovoltaica para que este esteja dentro do
recomendações para segurança destas instalações. volume de proteção do subsistema de captação do SPDA para
evitar que os módulos fotovoltaicos sejam atingidos.
Palavras-Chave: SPDA, DPS, Aterramento, Sistema Entre as estruturas de sustentação dos módulos
Fotovoltaico fotovoltaicos, externos ou em edificações, deve ser
considerada a distância de segurança para impedir
I. INTRODUÇÃO centelhamentos entre os componentes metálicos do SPDA e
Algumas recomendações encontradas na literatura do sistema de geração solar fotovoltaica, onde as medidas
destacam que o propósito do sistema de aterramento é contidas em um SPDA de classe III (conforme classes
certificar de que não exista, ou, que seja minimizada, a definidas na ABNT NBR 5419-2015) são normalmente
diferença de potencial entre as partes de metal expostas dos suficientes para as características. Na elaboração do projeto do
equipamentos utilizados em uma instalação de geração solar SPDA devem ser observados os seguintes pontos:
fotovoltaica, com a terra. Portanto todos os equipamentos  O sistema de aterramento do sistema de geração solar
metálicos devem ser aterrados, incluindo calhas de metal, fotovoltaica deve ser interligado ao sistema de aterramento
invólucros, peças de montagem, armação do módulo, principal da instalação;
acessórios de canalização, entre outros. Outro ponto  Condutores de equipotencialização devem ser roteados em
importante é o SPDA. Caso a instalação tenha um SPDA, paralelo e o mais próximo possível dos cabos de corrente
deve-se dimensionar sua conexão com o aterramento principal contínua;
da instalação, além da utilização de DPS entre as conexões  Os condutores de sinal devem estar incluídos na filosofia
com os equipamentos utilizados na instalação dos sistemas de de proteção.
geração solar fotovoltaica [1]-[15]. Em condições, onde a instalação de um SPDA não seja
necessária, então se faz necessário o fornecimento da proteção
da linha elétrica de entrada (para o caso da instalação não ser

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em um ambiente urbano). Nestes casos, é necessário uma


atenção especial para a escolha do nível de proteção do DPS.

Fig. 1. Módulos fotovoltaicos dentro da zona de proteção (LPZ) de um SPDA [15].

Caso o DPS seja instalado a menos de 10 metros de instalação. Comumente as instalações residências utilizam um
distância dos dispositivos a serem protegidos, o comprimento DPS Classe II no lado dos módulos fotovoltaicos e no lado do
das conexões devem ser levados em conta, para calcular o inversor. Para a proteção do lado CC, duas possibilidades
nível de proteção do DPS , podendo ser dimensionado de devem ser consideradas [5]:
acordo com a equação 1 [5]. a) quando a distância de separação entre SPDA e o módulo
fotovoltaico é proporcional. A figura 2 ilustra esse caso,
(1) em que pode se verificar a distância de separação .

onde, é o nível de proteção real do DPS, é a


tensão de descarga suportável do aparelho a ser protegido e
é a queda de tensão nos condutores de ligação do DPS.
Há muitas opções de dispositivos que atendem a vários
equipamentos e a vários ambientes. Afinal, cada DPS possui
uma finalidade. A seguir, destacam-se as classes que existem e
quais as situações em que cada uma pode ser aplicada. São
divididas entre [2]:
 Classe I: instalações que levam descargas atmosféricas
diretamente nas hastes de para-raios ou na rede elétrica. É
um recurso muito utilizado em indústrias e em construções
de elevadas alturas (edifícios, por exemplo);
 Classe II: usadas para proteger o local, em geral, do
aumento excessivo da tensão (sobretensão). Esses
dispositivos são aplicados em casas e em residências;
 Classe III: o nível de proteção dessa classe abrange
equipamentos sensíveis a surtos. São instaladas em cada
aparelho.
Em sistemas de geração solar fotovoltaica, é necessário
fornecer uma proteção contra surtos e descargas atmosféricas
Fig. 2. Instalação com DPS isolado [5].
para o lado de corrente continua (CC). A primeira coisa a
fazer é uma de conexão entre a estrutura de suporte dos
módulos fotovoltaicos e da barra de equipotencialização da

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Neste caso deve ser instalado um DPS Classe II no lado III. ATERRAMENTO
dos módulos fotovoltaicos e no lado do inversor. Uma investigação sobre métodos de aterramento para
b) quando a distância de separação entre SPDA e o módulo instalações de sistemas de geração solar fotovoltaica no Brasil,
fotovoltaico não é proporcional. A figura 3 ilustra esse primeiramente deve compreender a ABNT NBR 5410, norma
caso, em que pode se verificar a distância de separação . que estabelece os critérios e materiais para instalação elétrica
de sistemas de aterramento e equipotencialização. Para
analisar os esquemas de aterramento TN-S, TN-C-S, TN-C,
TT e IT, considerados pela norma, a interpretação das figuras
deve ser feita de forma genérica e as massas que são indicadas
não simbolizam um único, mas sim qualquer que seja o
número de equipamentos elétricos a serem aterrados.
Outra particularidade trata-se que a mesma instalação pode
eventualmente abranger mais de uma edificação, neste caso, as
massas devem necessariamente compartilhar o mesmo
eletrodo de aterramento, mas podem, em princípio, estar
ligadas a eletrodos de aterramento distinto, se situadas em
diferentes edificações, com cada grupo de massas associado ao
eletrodo de aterramento da edificação respectiva. Na norma,
simbologias como: condutor neutro (N), condutor de proteção
(PE) e condutor combinando as funções de neutro e de
condutor de proteção (PEN) é frequentemente utilizado. Na
classificação dos esquemas de aterramento a seguinte
simbologia é utilizada [1]:
 “Primeira letra (situação da alimentação em relação a
Fig. 3. Instalação com DPS isolado [5]. terra):
o T – ponto diretamente aterrado;
Neste caso uma ligação equipotencial da estrutura dos o I – isolação de todas as partes vivas em relação a terra
painéis com o SPDA é necessária, além disso, um DPS Classe I ou aterramento de um ponto através de impedância;
também é necessário para a proteção do módulo, lado CC E do  Segunda letra (situação das massas da instalação elétrica
inversor. A figura 4 representa a estrutura de um sistema de em relação a terra):
geração solar fotovoltaico dividida em zonas diferentes (de A a o T – massas diretamente aterradas, independentemente
D) em que: A é caixa de combinação da matriz fotovoltaica, do aterramento eventual de um ponto da alimentação;
em que oferece proteção aos módulos e às strings contra sobre
o N – massas ligadas ao ponto da alimentação aterrado
tensão de origem atmosférica- distância A/B recomendada: 10
(em corrente alternada, o ponto aterrado é
m; B é o lado DC do inversor, oferece proteção ao inversor
contra sobretensão de origem atmosférica e seu uso é sempre normalmente o ponto neutro);
reomendado; C é o lado AC do inversor, provê proteção ao  Outras letras (disposição do condutor neutro e do
inversor contra sobretensão de origem atmosférica – é condutor de proteção):
recomendado caso a distância entre C/D seja maior que 10 m o S – funções de neutro e de proteção asseguradas por
ou se D possui nível baixo de proteção (vide [5]); e D é o lado condutores distintos;
inicial de AC, em que possui a função de protação do inversor o C – funções de neutro e de proteção combinadas em
contra sobretensão de origem atmosférica e da rede e deve ser um único condutor.”
sempre utilizado como recurso de proteção. O conceito de ligação à terra aplicado a um sistema de
geração fotovoltaica pode envolver tanto as partes condutoras
expostas (por exemplo, estrutura de metal dos painéis), bem
como o sistema de geração de energia (módulos fotovoltaicos)

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Fig. 4. Estrutura de sistema de geração solar fotovoltaica residencial dividida em diferentes zonas [5].

A deterioração dos isoladores (que ocorre ao longo do (conectando-se a carcaça condutora a terra) e o aterramento
tempo) e a presença de umidade fazem com que a resistência funcional do sistema, ligando-se o circuito elétrico a terra por
de isolamento seja reduzida. Para os autores Pinho e Galdino meio do condutor neutro, no lado de corrente alternada (CA).
(2014), o aterramento de sistemas elétricos de baixa tensão, de O aterramento deve estar em devidamente instalado de forma
acordo com a norma ABNT NBR 5410:2004, podem ser a permitir a equipotencialização de todos os condutores
considerados como uma ligação intencional de estruturas ou presentes na instalação. A instalação do aterramento do
instalações com a terra, visando garantir o correto sistema de geração solar fotovoltaico difere-se dos sistemas
funcionamento da instalação e, principalmente, proporcionar isolados devido ao aterramento de cada unidade individual ser
um caminho preferencial às correntes elétricas indesejáveis de interconectado com o aterramento de outras unidades
surto, falta ou fuga, a fim de evitar riscos para pessoas e consumidoras da concessionária, o que eleva a eficiência da
equipamentos [6]. malha do aterramento [6].
No caso de sistema de geração solar fotovoltaico, se faz
necessário realizar o aterramento dos equipamentos

Com isso, o sistema de equipotencialização consiste em um


IV. EQUIPOTENCIALIZAÇÃO BEP (Barramento de Equipotencialização Principal) e
O sistema de equipotencialização é uma medida de condutores de proteção ligados aos componentes ou partes
proteção contra choques elétricos, que consiste em equalizar o metálicas que devem ser aterrados e, ou, equipotencializados.
potencial elétrico de todos os componentes condutores de uma O barramento principal é, então, conectado ao barramento de
instalação (excetuando-se os condutores vivos não aterrados). terra que, por sua vez, é ligado à malha de aterramento da
Geralmente, o aterramento das massas metálicas e elementos instalação. Em algumas ocasiões, podem ser necessários
são feito por meio do sistema de equipotencialização, o qual é sistemas de equipotencialização suplementares em algumas
partes do sistema distantes da equipotencialização principal,
conectado ao sistema de aterramento [7].
que deve ser interconectados ou dividirem a mesma malha de
aterramento, conforme ilustrado na figura 5 [7].

Fig. 5. Exemplo de sistema de aterramento e equipotencialização de um sistema fotovoltaico. A equipotencialização suplementar pode ser: (a) conectada à
principal; (b) ligada à malha de aterramento principal [7]

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[9]. WILES, John C. Photovoltaic System Grounding. Solar America Board


V. CONSIDERAÇÕES FINAIS for Codes and Standards. 2012. Disponível em: <www.solarabcs.org>.
Acesso em: 19 jun 2016.
O presente estudo teve como objetivo uma avaliação das [10]. HANEY, Josh; BURSTEIN, Adam. PV System Operations and
técnicas de proteção contra descargas atmosféricas e Maintenance Fundamentals. 2012. Disponível em:
aterramento para sistemas de geração solar fotovoltaica. O <www.solarabcs.org>. Acesso em: 19 jun 2016.
estudo foi realizado com base em algumas normas e [11]. W. I. Bower and J. C. Wiles, “Analysis of grounded and ungrounded
photovoltaic systems,” in Proc. IEEE 1st World Conf. Photovoltaic
recomendações, onde foi possível constatar que o esquema de Energy Convers., Dec. 5–9, 1994, pp. 809–812
aterramento mais apropriado a ser utilizado é o TN (único [12]. NFPA – National Fire Protection Association. Article 690—Solar
ponto da alimentação diretamente aterrado e as massas ligadas Photovoltaic Systems of National Electrical Code. 2011.
ao ponto da alimentação aterrado) e que a configuração de [13]. J. C. Hernandez and P. G. Vidal, “Guidelines for protection against
equipotencialização mais adequada a um sistema fotovoltaico é electric shock in PV generators,” IEEE Trans. Energy Convers., vol.
a SS (configuração em estrela integrado à equipotencialização 24, no. 1, pp. 274–282, Mar. 2009.
[14]. G. Ball, B. Brooks, J. Johnson, J. Flicker, A. Rosenthal, J. Wiles, L.
por barra única de equipotencialização), conforme descrito na Sherwood, M. Albers, and T. Zgonena, “Inverter ground-fault detection
ABNT NBR 5419 (2015). Além disso, como forma de mitigar ‘blind spot’ and mitigation methods,” Solar Amer. Board Codes Stand.
surtos induzidos ocasionados por descargas atmosféricas, entre Rep., Jun. 2013.
as partes metálicas expostas de uma estrutura a ser protegida, [15]. Phoenix Contact. Solar Energy: Lightining and surge protection for
deve-se empregar a blindagem eletromagnética e as linhas de photovoltaic systems. Alemanha, 2015. Disponível em:
<https://www.phoenixcontact.com/assets/downloads_ed/global/web_d
equipamentos condutores devem ser roteadas em paralelo entre wl_promotion/5151226_EN_HQ_Solar_energy_LoRes.pdf>. Acesso
si e o mais próximo possível dos condutores de em 28 out. 2016.
equipotencialização. Também deve-se empregar o uso de
sistemas de proteção contra surtos e os condutores de sinal DOUGLAS AGUIAR DO NASCIMENTO. Formado em
devem estar incluídos na filosofia de proteção, para atenuar os Engenharia Elétrica (Universidade do Oeste de
a interferencia eletromagnética acoplada indutivamente. Santa Catarina - 2015). Atualmente, candidato M.Sc
pelo Departamento de Comunicações, Faculdade de
Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da
AGRADECIMENTOS Unicamp. Possui interesses de pesquisa em:
Telecomunicações, Processamento de Sinais,
Os autores gostariam de agradecer à Coordenação de Sistemas Embarcados e sistemas de potência.
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), o
Concelho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq), à Fundação de Amparo à Pesquisa do HERMES JOSÉ LOSCHI. Formado em Engenharia de
Estado de São Paulo (FAPESP), do Departamento de Controle e Automação (Universidade Paulista -
2014). Atualmente, Mestrando e Doutorando pelo
Comunicações (DECOM), à Faculdade de Engenharia Elétrica Departamento de Comunicações da Faculdade de
e de Computação (FEEC), à Universidade Estadual de Engenharia Elétrica e de Computação da
Campinas (UNICAMP), e à Fundação de Apoio à Capacitação Universidade Estadual de Campinas (Decom-Feec-
em Tecnologia da Informação (FACTI), pelo apoio no Unicamp). Os principais temas de interesse são:
desenvolvimento desta pesquisa. Redes de Sensores sem Fio, Internet das Coisas,
Redes Inteligentes, Radiodifusão, Biomassa,
REFERÊNCIAS Aplicação de Sistemas Fotovoltaicos, Energia Solar
e Rastreamento Solar.
[1]. ABNT NBR 5410-2004 – Instalações elétricas de baixa tensão; da
Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
[2]. ABNT NBR 5419- 2015 – Proteção de estruturas contra descargas YUZO IANO. Possui graduação em Engenharia
atmosféricas; Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Elétrica pela Unicamp (Universidade Estadual de
[3]. ABNT NBR IEC 61643-1:2007 – Dispositivos de proteção contra Campinas -1972), mestrado em Engenharia Elétrica
surtos em baixa tensão; Parte 1: Dispositivos de proteção conectados a pela Unicamp (1974) e doutorado em Engenharia
sistemas de distribuição de energia de baixa tensão; Associação Elétrica pela Unicamp (1986). Atualmente é Professor
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Titular MS6 do Decom/Feec/Unicamp (Departamento
[4]. ABNT NBR 14432-2000 – Exigências de resistência ao fogo de de Comunicações da Faculdade de Engenharia
elementos construtivos de edificações – Procedimentos; Associação Elétrica e de Computação da Unicamp).
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Os principais temas de interesse são: processamento,
[5]. ABB – Asea Brown Boveri. Technical Application Papers No. 10: e transmissão digital de
Photovoltaic Plants. 2014. Disponível em:< sinais/imagens/vídeo/áudio/dados, hdtv, tv digital,
http://www.abb.com/abblibrary/DownloadCenter/>. Acesso em: 19 jun redes 3G/4G/5G, middleware, transmissão/canalização/radiodifusão de sinais
2016. de televisão, reconhecimento de padrões, codificação digital de sinais,
[6]. PINHO, João Tavares; GOLDINO, Marco Antonio. Manual de transmissão/armazenamento de dados e cidades inteligentes/digitais.
Engenharia para Sistemas Fotovoltaicos. Grupo de Trabalho de Energia
Solar – GTES. CEPEL – CRESESB: Rio de Janeiro, 2014.
[7]. ALMEIDA, Marcelo Pinho. Qualificação de Sistemas Fotovoltaicos SILVIO RENATO MESSIAS DE CARVALHO. Obteve
Conectados à Rede. Universidade de São Paulo. Programa de Pós seu diploma em Engenharia Elétrica pela
Graduação em Energia (Dissetarção de Mestrado). São Paulo, 2012. UNICAMP (1994). Detém mestrado (2007) e grau
[8]. J. C. Hernandez, P. G. Vidal, and A. Medina, “Characterization of the de doutor (2013) em Engenharia Elétrica pela
insulation and leakage currents of PV generators: Relevance for human UNICAMP. Área de Atuação: áudio e vídeo para
safety,” Renew. Energy, vol. 35, no. 3, pp. 593–601, Mar. 2010. TV digital, engenharia de transmissão, engenharia
de TV digital, sistemas RF, TV móvel, antenas e
Eficiência Energética.

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