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ESTADO DO PIAUÍ

SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO E CULTURA- SEDUC


UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO

PROGRAMA DE REFORÇO
DA APRENDIZAGEM:
JUNTOS PARA
AVANÇAR/2022

Diretor: Lindomar Cardoso Guimarães


Coordenadora: Auricelia Conceição da Silva Sousa
ACOLHIDA
Caros colegas,

Acolher é dizer de forma simples, seja bem-vindo(a)! Por isso acolhemos você hoje com alegria
e cheios de expectativas para o ano que começa.
Poderíamos iniciar este ano com muitas falas e mensagens bonitas, mas, preferimos iniciar
usando apenas uma palavra que representa toda a nossa alegria em estarmos de volta, gozando de
saúde e vida e cheio de expectativas para o recomeço. A palavra GRATIDAO! Esta palavra expressa
para cada um de nós um estado de espírito que reflete a alegria de estarmos juntos mais uma vez, de
estarmos com saúde, de estarmos firmes para executar o nosso trabalho de estarmos fazendo escolhas
e cultivando a esperança de dias melhores. Por isso somos gratos!
Com este espírito de gratidão, queremos propor um novo olhar para nossa vida profissional; um
olhar de carinho, respeito e de novas formas de aprender, pois assim teremos a oportunidade de
repensar o nosso caminhar e nossas estratégias, além de garantir que o ano seja de muitas conquistas
e de coisas boas realizadas.
Ainda com espírito de Gratidão, podemos acolher com mais bondade os nossos alunos, traçar
alternativas que podem fazer a diferença na aprendizagem, dedicar tempo a cumprir as normativas e
regras que regem a educação na rede e buscar qualificar ainda mais o nosso trabalho, tornando a
nossa escola uma referência em qualidade e organização. Primando pela qualidade podemos oferecer
o melhor a nossa comunidade e de forma organizada podemos manter o compromisso com nosso
trabalho e o respeito para com quem nos procura com a finalidade de aprender.
Sob este olhar e com este foco de gratidão sejamos bem-vindos para mais uma jornada, onde a
APRENDIZAGEM é o nosso maior objetivo!

Sejamos todos bem-vindos!!!

Ensinar é um exercício de imortalidade.


De alguma forma continuamos a viver
naqueles cujos olhos aprenderam
a ver o mundo pela magia da nossa palavra.
O professor, assim, nã o morre jamais…
– Rubem Alves.
PROGRAMAÇÃO DA
SEMANA PEDAGÓGICA-
2022
24/01/2022: DIRETRIZES GERAIS E CONSCIENTIZAÇÃO DO CURRICULO
 08:00 – Acolhimento, Clima escolar, Busca ativa, Boletim Monitoramento covid-19
 Responsáveis: UNEA/UGIE
 12:00 – Encerramento
 14:00 –Retorno as aulas e Programa Juntos para avançar: Fase 1 e 2/ Plano de Atendimento/Plano de
Ação/ Calendário escolar/ Aporte Financeiro.
Responsáveis: UNEA/UEJA/ UETEP
 17:00– Encerramento
25/01/2022: CONSCIENTIZAÇÃO DO CURRICULO DO ENSINO MÉDIO
 08:00 – Currículo: Competências Gerais e específicas: Ciências Humanas e Linguagem
 Responsáveis: UNEA/UEJA/ UETEP/UEMTEC
 12:00 – Encerramento
 14:00 – Currículo: Formação Geral Básica (FGB) Itinerários formativos (IF)
Responsáveis: UNEA/UEJA/ UETEP
 17:00– Encerramento
26/01/2022: CURRICULO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
 08:00 – Normativas _organização da oferta da Educação Básica para 2022
 Responsáveis: SUEB/SUETPEJA
 12:00 – Encerramento
 14:00 –Guia de implementação/ Programas de incentivo/ Itinerários formativos/ Aporte financeiro ao
novo Ensino médio.
Responsáveis: UNEA/UEJA/ UETEP
 17:00– Encerramento
27/01/2022: AVALIAÇÃO E FORMAÇÃO CONTINUADA
 08:00 – Devolutivas AGI/ Nova sistemática de avaliação na rede/ Avaliação na Educação Inclusiva
 Responsáveis: UTECE/CAEC
 12:00 – Encerramento
 16:00 – ACOLHIDA Psicóloga Caroline Martins – “Resiliência emocional e acolhimento”
 16:30 - Apresentação da programação da semana de planejamento;
Apresentação do Programa Juntos para avançar. PORTARIA SEDUC-PI/GSE Nº 1006/2020 Ofício Nº:
57/2021/SEDUC-PI/GSE/SUEB/UNEA Teresina/PI, 14 de janeiro de 2021
 17:30 – PAUSA PARA DESCANSO
 17:40 – Busca Ativa/Nova sistemática de avaliação na rede
 Elaboração de estratégias de Busca ativa para alunos da EJA e Fundamental.
 18:00 – PROGRAMAÇÃO SEDUC: Competências Gerais da BNCC/Competências específicas por
área.
 19:00 – ENCERRAMENTO
28/01/2022: FORMAÇÃO CONTINUADA
 08:00 – PPP Ensino Fundamental/ Ensino Médio/ Planos de aula: EF e EM.
 12:00 – Encerramento
 16:00 – ACOLHIDA Psicóloga Caroline “Abertura ao novo”
 16:30 – CONDIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA: Diálogos sobre o nosso
público escolar. (Quem são nossos alunos? / O que podemos possibilitar para que haja aprendizagem?
Quem condições temos de implementar as novas ações? Programa Brasil na Escola. (Leitura e discursão
sobre a temática).
 17:30 – PAUSA PARA DESCANSO
 17:40 – Competências especificas por áreas de conhecimento. Ciências da Natureza e Matemática,
Linguagem e Ciências Humanas.
 19:00 – ENCERRAMENTO

31/01/2022: PENSANDO A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA


 16:00 - Acolhida: Reflexão da música “
 16:30 – Matriz curricular e tempo de aula. (Apresentação da matriz e adequação ao tempo de
trabalho)/ Calendário escolar 2022
 17:30 – PAUSA PARA DESCANSO
 17:40 – Pensando a escola: Datas festivas, Projetos escolares, Implementação de novas estratégias de
aprendizagem e levantamento de conteúdo.
 1ª fase do Programa: 08/02/2022 a 18/03/2022
 2ª fase do Programa: 27/04/2022 a 16/12/2022
 19:00 – Encerramento
01/02/2022: PENSANDO A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA – O que devo trabalhar em cada ano?
 16:00 - Acolhida: Dinâmica: Papel amassado
 16:30 – Levantar os conteúdos a serem trabalhados em 2022. (Continuação)
1ª fase do Programa: 08/02/2022 a 18/03/2022
2ª fase do Programa: 27/04/2022 a 16/12/2022
 17:30 – PAUSA PARA DESCANSO17:40 – Elencar Estratégias e metodologias de ensino. Descubra
qual é o seu canal de aprendizagem preferencial.
 19:00 – Encerramento

02/02/2022: PENSANDO A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA – METAS E OBJETIVOS


 13:00/19:00 - Acolhida: Anuncio de jornal: (Criar manchete para promover um amigo)
 13:30/19:30 – Base Nacional Comum Curricular: Entenda as competências que sã o o “fio
condutor” da BNCC/Planejamento
 16:00/20:30 – PAUSA PARA DESCANSO
 16:10/20:40: Planejamento da 1ª Fase do Programa Juntos para avançar
 17:30/21:30 – Encerramento

03/02/2022: PENSANDO A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA – SISTEMATIZANDO O


PLANEJAMENTO
 13:00/19:00 - Acolhida: Reflexão: O menininho
 13:30/19:30 – Estratégias didáticas para a sala de aula/Planejamento continuação
 16:00/20:30 – PAUSA PARA DESCANSO
 16:10/20:40: - Planejamento continuação
 17:30/21:30 – Encerramento
04/02/2022: PENSANDO A ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA
 16:00 - Acolhida: Presente de amigos.
 16:30 - Ajustando os ponteiros: Horários/ISEDUC/Avaliações diagnósticas/Semana Presente de
acolhida/
 18:00 – Jantar Pedagógico

Resumo da semana de implementação do Currículo

24/01/2022-
Promover um engajamento do clima na escola de modo a favorecer o bem-estar de toda a
comunidade escolar. Acolher de forma carinhosa, ter um espirito de boa vontade, de alegria para que
todos sintam-se acolhidos na escola.
Promover a BUSCA ATIVA dos alunos egressos no ano de 2021 e localizar alunos novos para o
ano de 2022.
Implementação do programa JUNTOS PARA AVANÇAR a partir de 7 de fevereiro, com a
primeira fase de 08/02 a 18/03. (Revisar conteúdos, avaliar, melhorara as estratégias de ensino e
aprendizagem).
Construir o plano de atendimento 2022 e o plano de ação da escola, adequando as novas
normativas.
O calendário escolar a ser adequado com a realidade da escola.
25/01/2022-
Implementar o currículo do estado do Piauí, adequando as habilidades e engajando novas
estratégias de ensino aprendizagem.
Reconhecer as habilidades especificas de cada área e adequar as competências gerais da BNCC.
O que compõe a formação Geral básica no Ensino médio e os Itinerários formativos. (Observar a
matriz).
26/01/2022-
Organização e oferta da Educação na rede estadual de Ensino:
Ensino Fundamental com aulas de 60min e 4 aulas diárias.
EJATEC- A partir da VI etapa com escolha entre dois Cursos: Informática Básica e
Técnico em Administração. Na VII Etapa ainda na matriz velha o aluno pode optar entre dois
cursos para complementar o currículo (Brigadista civil e Cuidador de idosos).
27/01/2022-
Acolhimento e permanência dos alunos na escola. (vídeos)
Avaliações diagnósticas do ano 2021- AGI (Avaliação Global Diagnóstica), inclusive por conta do
PROGRAMA BRASIL NA ESCOLA.
Sistemática de avaliação com foco na avaliação qualitativa sobre a avaliação quantitativa. (
Explanação da Portaria sobre o Programa Juntos para avançar. O que devemos observar? e o
que devemos fazer?
Traçar estratégias de BUSCA ATIVA para os alunos da escola.
Compreensão sobre as competências gerais da BNCC.
28/01/2022-
Acolhimento: Abertura ao novo
Avaliação na educação inclusiva: (vídeo)
Revisar o Projeto Político pedagógico da escola, incluindo ações ou retirando as existentes.
Conversar sobre as condições de aprendizagem significativa.
Competências e habilidades especificas das áreas de conhecimento.

Dinâmicas
O menininho
– Hoje nós iremos fazer um desenho.
– Que bom, pensou o menininho. Ele gostava de fazer desenhos. Ele podia fazê-los de todos os tipos: leões, tigres, galinhas,
vacas, trens e barcos. Ele pegou sua caixa de
lápis de cor e começou a desenhar. Mas a professora disse:
– Espere, ainda não é hora de começar. E ele esperou até que todos estivessem prontos.
– Agora, disse a professora, nós iremos desenhar flores.
– Que bom, pensou o menininho. Ele gostava de desenhar flores e começou a desenhar flores com lápis rosa, laranja e azul.
Mas a professora disse:
– Esperem, vou mostrar como fazer. E a flor era vermelha de caule verde.
– Assim – disse a professora, mostrando a sua flor. Agora vocês podem começar. Então, ele olhou para sua flor. Ele gostava
mais da sua flor, mas não podia dizer isso. Ele
virou o papel e desenhou uma flor igual à da professora – uma flor vermelha de caule verde.
Num outro dia, quando o menininho estava em aula ao ar livre, a professora disse:
– Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro.
– Que bom, pensou o menininho. Ele gostava de barro. Ele pensou que podia fazer todos os tipos de coisas com o barro:
elefante, camundongos, carros e caminhões. Ele
começou a amassar sua bola de barro. Mas a professora disse:
– Esperem, não é hora de começar. E ela esperou que todos estivessem prontos.
– Agora – disse a professora – nós iremos fazer um prato.
– Que bom, pensou o menininho. Ele gostava de fazer pratos de todas as formas e tamanhos. A professora disse:
– Esperem, vou mostrar como se faz. E ela mostrou a todos como fazer um prato fundo.
– Assim – disse a professora. Agora vocês podem começar. O menininho olhou para o seu prato. Ele gostava mais do seu prato
do que o da professora, mas ele não podia dizer isso. Ele amassou o seu barro numa grande bola novamente e fez um prato
igual ao da professora. Era um prato fundo.
E muito cedo o menininho aprendeu a esperar e olhar, e fazer as coisas exatamente como a professora. E muito cedo ele não
fazia mais coisas por si próprio. Foi então que o menininho e sua família se mudaram para outra casa, em outra cidade, e o
menininho tinha que ir para outra escola. Esta escola era ainda maior que a primeira. E não havia porta da rua para a sua sala.
Ele tinha que subir degraus até a sua sala. E, no primeiro dia, ele estava lá e a professora disse:
– Hoje nós vamos fazer um desenho.
– Que bom, pensou o menininho – e ele esperou que a professora dissesse o que fazer. Mas a professora não disse nada. Ela
apenas andava na sala. Veio até o menininho
e disse:
– Você não quer desenhar? – Sim – disse o menininho – mas o que vamos desenhar?
– Eu não sei, até que você faça – disse a professora.
– Como posso fazer? – perguntou o menininho.
– Da maneira que você gostar – disse a professora.
– E de que cor? – perguntou o menininho.
– Se todo mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber quem fez o quê? E qual o desenho de
cada um?
– Eu não sei, disse o menininho. E começou a desenhar uma flor vermelha de caule verde.

Dinâmica do presente de amigo


Divida o grupo de professores em subgrupos e em seguida, diga:

“Muitas vezes apreciamos mais um presente pequeno do que um grande. Muitas vezes ficamos preocupados
por não sermos capazes de realizar coisas grandes e negligenciamos de fazer coisas menores, embora de grande
significado. Na experiência que segue, seremos capazes de dar um pequeno presente de alegria para alguns
integrantes do grupo”

Peça para os integrantes de cada grupo escrever uma mensagem para todos aqueles que estão no mesmo
subgrupo. A carta deve ser honesta, escrita em primeira pessoa, com a opção de ser assinada ou não. No
conteúdo, que tem como objetivo primordial provocar sentimentos positivos, oriente para que todos evitem
elogios e características genéricas – para a atividade, o ideal é pensar nos pontos positivos e habilidades muito
próprios de cada pessoa, que a tornam única.

Depois que todos escreverem suas mensagens, peça para que os participantes a dobrem e coloquem o nome da
pessoa para quem é a carta do lado de fora do papel. Recolha-as e entregue para cada destinatário.
Amor Pra Recomeçar Quando você ficar triste, que seja por um dia
Frejat E não o ano inteiro
E que você descubra que rir é bom
Mas que rir de tudo é desespero
Eu te desejo não parar tão cedo
Pois toda idade tem prazer e medo
Desejo que você tenha a quem amar
E com os que erram feio e bastante
E quando estiver bem cansado
Que você consiga ser tolerante
Ainda exista amor pra recomeçar
Pra recomeçar
Quando você ficar triste, que seja por um dia
E não o ano inteiro
Eu desejo que você ganhe dinheiro
E que você descubra que rir é bom
Pois é preciso viver também
Mas que rir de tudo é desespero
E que você diga a ele, pelo menos uma vez
Quem é mesmo o dono de quem
Desejo que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Desejo que você tenha a quem amar
Ainda exista amor pra recomeçar
E quando estiver bem cansado
Pra recomeçar
Ainda exista amor pra recomeçar

Eu te desejo muitos amigos


Eu desejo que você tenha a quem amar
Mas que em um você possa confiar
E quando estiver bem cansado
E que tenha até inimigos
Ainda exista amor pra recomeçar
Pra você não deixar de duvidar
Pra recomeçar
Pra recomeçar.

O que preciso para recomeçar?


APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

CONDIÇÕES PARA A APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

Para que a aprendizagem


significativa ocorra é preciso entender
um processo de modificação do
conhecimento, em vez de
comportamento em um sentido externo e
observável, e reconhecer a
importância que os processos mentais
têm nesse desenvolvimento.

Então, são necessárias duas condições.


Em primeiro lugar, o aluno precisa ter uma disposição para aprender; em segundo lugar, o
conteúdo escolar a ser aprendido tem que ser potencialmente significativo, ou seja, ele tem
que ser lógica e psicologicamente significativo.

ANÁLISE E NOÇÃO DOS TIPOS DE APRENDIZAGEM

Para esclarecer como é produzida a aprendizagem escolar, Ausubel propõe distinguir dois
eixos ou dimensões diferentes que originarão, a partir dos diversos valores que possam tomar
em cada caso, a classes diferentes de aprendizagem.
• Aprendizagem significativa/ • Aprendizagem memorística.
A aprendizagem significativa é o eixo relativo à maneira de organizar o processo de
aprendizagem e a estrutura em torno da dimensão aprendizagem por descoberta /
aprendizagem receptiva. Essa dimensão refere-se à maneira como o aluno recebe os
conteúdos que deve aprender: quanto mais se aproxima do pólo de aprendizagem por
descoberta, mais esses conteúdos são recebidos de modo não acabado e o aluno deve defini-
los ou “descobri-los” antes de assimila-los; inversamente, quanto mais se aproxima do pólo
da aprendizagem receptiva, mais os conteúdos a serem aprendidos são dados ao aluno em
forma final, já acabada.
Enquanto que, aprendizagem memorística é o eixo que remete ao tipo de processo que
intervém na aprendizagem e origina um "continuum" delimitado pela aprendizagem
significativa, por um lado, e pela aprendizagem mecânica ou repetitiva, por outro. Nesse caso,
a distinção estabelece, ou não, por parte do aluno, relações substanciais entre os conceitos que
estão presentes na sua estrutura cognitiva e o novo conteúdo que é preciso aprender.
Quando mais se relaciona o novo conteúdo de maneira substancial e não arbitrária com algum
aspecto da estrutura cognitiva prévia que lhe for relevante, mais próximo se está da
aprendizagem significativa. Quanto menos se estabelece esse tipo de relação, mais próxima se
está da aprendizagem mecânica ou repetitiva.
A noção de aprendizagem significativa, definida dessa maneira, torna-se nesse momento o
eixo central da teoria de Ausubel. Efetivamente, a aprendizagem significativa tem vantagens
notáveis, tanto do ponto de vista do enriquecimento da estrutura cognitiva do aluno como do
ponto de vista da lembrança posterior e da utilização para experimentar novas aprendizagens,
fatores que a delimitam como sendo a aprendizagem mais adequada para ser promovida entre
os alunos.

Pode-se conseguir a aprendizagem significativa tanto por meio da descoberta como por meio
da repetição, já que essa dimensão não constitui uma distinção tão crucial como dimensão de
aprendizagem significativa/aprendizagem repetitiva, do ponto de vista da explicação da
aprendizagem escolar e do delineamento do ensino. Contudo, e com relação a essa segunda
dimensão, Ausubel destaca como são importantes, pelo tipo peculiar de conhecimento que
pretende transmitir, a educação escolar e, pelas próprias finalidades que possui a
aprendizagem significativa por percepção verbal.
Segundo a teoria de Ausubel, na aprendizagem há três vantagens essenciais em relação à
aprendizagem memorística.
Em primeiro lugar, o conhecimento que se adquire de maneira significativa é retido e
lembrado por mais tempo;
Em segundo lugar, aumenta a capacidade de aprender outros conteúdos de uma maneira
mais fácil, mesmo se a informação original for esquecida;
E, em terceiro lugar, uma vez esquecida, facilita a aprendizagem seguinte – a
“reaprendizagem”, para dizer de outra maneira. A explicação dessas vantagens está nos
processos específicos por meio dos quais se produz a aprendizagem significativa como um
processo central, a interação entre a estrutura cognitiva prévia do aluno e o conteúdo de
aprendizagem. Essa interação traduz-se em um processo de modificação mútua tanto da
estrutura cognitiva inicial como do conteúdo que é preciso aprender, constituindo o núcleo da
aprendizagem significativa, o que é crucial para entender as propriedades e a potencialidade

A CONSTRUÇÃO HUMANA ATRAVÉS DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA

A reforma educativa tem como missão não somente a ordenação do sistema educativo,
mas também a oferta de conteúdos e metodologias de aprendizagem. Ela supõe também a
reforma do currículo e, por consequência, dos propósitos e condições para que a educação
seja eficaz. Em outras palavras, para que a mudança da funcionalidade do sistema educativo
seja verdadeira, é necessária uma profunda reforma de conteúdos e métodos.
A intervenção educativa precisa de uma mudança de ótica substancial, na qual não
somente abranja o saber, mas também o saber fazer, bem como o aprender a aprender. Para
isso, é necessário que os rumos da ação educativa incorporem em sua trajetória um conjunto
de legalidades processuais.
Em primeiro lugar, a ação educativa deve estar condicionada ao nível de
desenvolvimento dos alunos, os quais nem sempre vêm marcados pelos estudos evolutivos
existentes e que, por tal motivo, devem complementar-se com a exploração dos
conhecimentos prévios dos alunos. A soma de sua competência cognitiva e de seus
conhecimentos prévios marcará o nível de desenvolvimento dos alunos.
Segundo a construção das aprendizagens significativas implica a conexão ou
vinculação do que o aluno sabe com os conhecimentos novos, quer dizer, o antigo com o
novo. A clássica repetição para aprender deve ser deixada de fora na medida do possível. É
importante que os alunos “realizem aprendizagens significativas por si próprias”. Assim,
garantem-se a compreensão e a facilitação de novas aprendizagens ao ter-se um suporte
básico na estrutura cognitiva prévia construída pelo sujeito.
Em terceiro, faz-se necessário modificar os esquemas do sujeito, como resultado do
aprender significativamente. Uma maneira adequada de ampliar e/ou modificar as estruturas
do aluno consiste em provocar discordâncias ou conflitos cognitivos que representem
desequilíbrios a partir dos quais, mediante atividades, o aluno consiga reequilibrar-se,
superando a discordância reconstruindo o conhecimento (PIAGET, 1997). Para isso, é
necessário que as aprendizagens não sejam excessivamente simples, o que provocaria
frustração ou rejeição.
Em resumo, o que é sugerido é a participação ativa do sujeito, sua atividade
estruturante, o que supõe a participação pessoal do aluno na aquisição de conhecimentos, de
maneira que eles não sejam uma repetição ou cópia dos formulas dados pelo professor ou pelo
livro didático, mas uma reelaboração pessoal.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O aluno que hoje frequenta uma escola infelizmente ainda vê o conhecimento como
algo muito distante da sua realidade, pouco aproveitável ou significativo nas suas
necessidades cotidianas. Na sua teoria, Ausubel apresenta uma aprendizagem que tenha como
ambiente uma comunicação eficaz, respeite e conduza o aluno a imaginar-se como parte
integrante desse novo conhecimento através de elos, de termos familiares a ele. Através da
palavra, o educador pode diminuir a distância entre a teoria e a prática na escola, capacitando-
se de uma linguagem que ao mesmo tempo desafie e leve o aluno a refletir e sonhar,
conhecendo a sua realidade e os seus anseios.
O próprio educador, praticante da sua área de conhecimento, é uma ferramenta do
saber do aluno. Se ele for apaixonado pela sua área de conhecimento e for capaz de encantar,
o aluno poderá talvez perceber que existe algo pelo qual alguém de fato se interessou e que
talvez possa valer a pena seguir o mesmo caminho. Mas se essa não for a realidade vivida
pelo professor, se ele apenas transmitir aquilo que leu nos livros, por mais que ele fale de
determinado assunto, todo corpo estará dizendo o contrário e o aluno provavelmente terá
aquele conhecimento como algo para apenas ser cumprido, porque a mente humana é capaz
de fazer leituras bastante profundas dos detalhes aparentemente insignificantes, mas que
certamente têm um grande poder de semear profundo significados.

EDUCAÇÃO, CULTURA & CIDADANIA : APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA


(docenteinovador.blogspot.com)- visitado em 25/01/2022.

Descubra qual é o seu canal de aprendizagem preferencial

O ideal é conhecer também o principal canal de aprendizagem de quem trabalha ao seu


lado para facilita as coisas no dia a dia.
Wellington Moreira

Se prestar atenção a partir de agora, vai perceber que um ou dois deles


prevalecem em relação aos demais
canais.
Você já parou para analisar em que tipo de
situações geralmente aprende coisas
com facilidade? Como hoje em dia
temos de absorver variados tipos de
conteúdo, saber qual canal de
aprendizagem mais combina conosco
passou a ser uma importante medida de
autoconhecimento.
Os 5 canais de aprendizagem
Algumas pessoas, por exemplo,
preferem a leitura. É por isso que
degustam livros aos montes, adoram conferir logo cedo o jornal impresso ou digital,
costumam assinar revistas e ainda conservam as apostilas de cursos que fizeram anos atrás.
Tem gente que realmente só absorve um novo conteúdo quando escreve sobre ele. Ao
colocar no papel o que ainda está confuso em sua cabeça – ainda que sejam poucos rabiscos –,
abre espaço para a criação de poderosas conexões cerebrais.
Um processo parecido se dá com quem precisa expressar verbalmente. A
pessoa começa a entender o assunto quando fala dele em voz alta, mesmo que não haja
ninguém por perto para escutá-la. Ao verbalizar, seu objetivo não é transmitir o conteúdo para
terceiros e sim ela mesma processar o que diz para si.
Outras pessoas, porém, aprendem enquanto escutam. Por essa razão, tem facilidade em
se manter atentas durante uma palestra, escutam rádio por horas a fio e gostam de
ouvir podcasts até mesmo quando praticam exercícios. São elas, inclusive, que recordam do
teor de uma conversa meses depois.
E, por fim, alguns seres humanos precisam colocar a mão na massa para aprender de
verdade. Eles absorvem conteúdo ao vivenciarem experiências. Na sala de aula são aqueles
que esperam ansiosamente o professor aplicar dinâmicas ou exercícios práticos.
Como identificar qual deles prevalece
Talvez você ainda esteja um pouco confuso em relação ao seu canal de aprendizagem
preferencial porque, ao longo da vida, contou com todos esses meios citados para construir o
repertório pessoal. Mas, se prestar atenção a partir de agora, vai perceber que um ou dois
deles prevalecem em relação aos demais canais.
Desde que, alguns anos atrás, me dei conta que absorvo conteúdo mais facilmente
quando tenho a oportunidade de expressá-lo verbalmente e, na sequência, escrever sobre ele, a
minha produtividade aumentou muito. O resultado disso é que hoje dedico menos tempo para
aprender aquilo que preciso.
No entanto, saiba que não basta olhar para o espelho. O ideal é conhecer também o
principal canal de aprendizagem de quem trabalha ao seu lado, pois isso facilita muito as
coisas no dia a dia. Se você tem um chefe que prefere a leitura, por exemplo, está aí o motivo
de por que ele exige a entrega de relatórios. Por outro lado, caso aprenda falando, vai querer
agendar reuniões para tudo. E é claro, se for um maker, não suporta ver alguém parado no
escritório.
Igual raciocínio vale para o relacionamento com clientes. Um áudio
de WhatsApp funciona muito bem para quem escuta com primazia, mas pode ser um tiro no
pé quando você o envia para gente que não desenvolveu bem esse canal. Já uma apresentação
com slides bem elaborados pode atrair quem possui um canal visual dominante (os leitores),
mas costuma desagradar pessoas que gostariam de escutá-lo. Nesse último caso, inclusive, até
um simples flip-chart pode ser eficaz se a sua conversa for agradável.

Wellington Moreira
Palestrante e consultor empresarial especialista em Formação de Lideranças,
Desenvolvimento Gerencial e Gestão Estratégica, também é professor universitário em cursos
de pós-graduação. Mestre em Administração de Empresas.

Base Nacional Comum Curricular: Entenda as competências que são o “fio condutor”
da BNCC

O que a Base Nacional Comum Curricular entende por competência?


Para a construção da Base Nacional Comum Curricular, considerou-se competência como
sendo a mobilização de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores para resolver demandas
da vida cotidiana, do exercício da cidadania e do mundo do trabalho. Isso significa que
competência é aquilo que permite aos estudantes desenvolverem plenamente cada uma das
habilidades e aprendizagens essenciais estipuladas pela Base.
Quais são as 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum Curricular?
As 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum Curricular acompanham o
desenvolvimento dos alunos desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. Vamos conhecê-
las?
1. Conhecimento
Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social,
cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a
construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
2. Pensamento científico, crítico e
criativo
Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a
investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar
causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive
tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.
3. Repertório cultural
Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e
também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural.
4. Comunicação
Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita),
corporal, visual, sonora e digital –, bem como conhecimentos das linguagens artística,
matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e
sentimentos em diferentes contextos, além de produzir sentidos que levem ao entendimento
mútuo.
5. Cultura digital
Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma
crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares)
para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver
problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva.
6. Trabalho e projeto de vida
Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais, apropriar-se de conhecimentos e
experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer
escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade,
autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
7. Argumentação
Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e
defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos
humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e
global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do
planeta.
8. Autoconhecimento e autocuidado
Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo- se na
diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e
capacidade para lidar com elas.
9. Empatia e cooperação
Exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, fazendo-se respeitar e
promovendo o respeito ao outro e aos direitos humanos, com acolhimento e valorização da
diversidade de indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, suas identidades, suas culturas e
suas potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza.
10. Responsabilidade e cidadania
Agir pessoal e coletivamente com autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e
determinação, tomando decisões com base em princípios éticos, democráticos, inclusivos,
sustentáveis e solidários.
 
Na prática, como funciona a Base Nacional Comum Curricular?
Todas as competências indicam o que deve ser aprendido pelos estudantes (o objetivo
é identificado por verbos infinitivos que iniciam as descrições), do mesmo modo que
especificam com que finalidade determinada competência deverá ser desenvolvida,
elucidando a sua importância para a formação do estudante ao longo da Educação Básica.
Vamos tomar a primeira Competência, como exemplo:
1. Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico,
social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e
colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
Partindo dessa descrição, os conhecimentos dos campos de experiência e das áreas específicas
devem ser mobilizados para compreender e explicar a realidade, protagonizar escolhas e agir
de maneira colaborativa, com a intenção de construir uma sociedade justa, democrática e
inclusiva.
Progressão das Competências Gerais na Base Nacional Comum Curricular
É importante ressaltar que as Competências Gerais mantêm-se as mesmas da Educação
Infantil ao Ensino Médio, mas se desdobram ao longo de cada uma dessas etapas da educação
para adequarem-se às particularidades de cada fase do desenvolvimento dos estudantes.
Na Educação Infantil
Para esta etapa, as 10 Competências Gerais da Base se desdobram em direitos e objetivos de
aprendizagem e desenvolvimento, dentro dos 5 campos de experiência da Educação Infantil.
No Ensino Fundamental, as Competências Gerais estão presentes em unidades
temáticas, objetos de conhecimento e habilidades a serem trabalhadas dentro de cada área do
conhecimento e componentes curriculares específicos.
No Ensino Médio
Assim como no Ensino Fundamental, no Ensino Médio as Competências Gerais se desdobram
em habilidades que serão desenvolvidas dentro de cada área do conhecimento.

10 estratégias didáticas para usar nas suas aulas

As estratégias didáticas podem ser definidas como a arte de aplicar ou explorar os


meios e condições favoráveis e disponíveis, visando atingir objetivos específicos.
O trabalho docente não trata apenas de um conteúdo, mas de um processo que envolve
um conjunto de pessoas na construção de saberes.
Assim, a escolha das estratégias deve levar em consideração o conhecimento do aluno,
seu modo de ser, de agir, de estar, além de sua dinâmica pessoal.
Até porque todo conteúdo possui em sua lógica interna uma forma que lhe é própria e
que precisa ser captada e apropriada para sua efetiva compreensão.
E para essa forma de assimilação, que obedece à lógica interna do conteúdo, utilizam-
se os processos mentais ou as operações do pensamento.
As estratégias visam atingir objetivos.
E portanto, há que ter clareza sobre aonde se pretende chegar naquele momento com o
processo de ensino aprendizagem.
Por isso, os objetivos que o norteiam devem estar claros, tanto para professores quanto
para alunos.
E devem também estar presentes no contrato didático, registrado no Programa de
Aprendizagem correspondente ao módulo, fase, curso, etc…
Assim o professor precisa ser um verdadeiro estrategista, – ainda mais diante de tanta
coisa que compete a atenção dos alunos na aula, como por exemplo os smartphones.
E por isso se usa o termo estratégia, no sentido de estudar, selecionar, organizar e
propor as melhores ferramentas facilitadoras para que os estudantes se apropriem do
conhecimento.
Mas lidar com diferentes estratégias não é fácil!
Entre nós, docentes, existe uma rotina de trabalho (por n motivos) com uma
predominância em exposição do conteúdo em aulas expositivas ou palestras, uma estratégia
funcional para a passagem de informação.
Essa rotina reforça uma ação de transmissão de conteúdos prontos, acabados e
determinados.
E geralmente foi assim que vivenciamos todo o processo escolar como alunos.
Além disso, a atual configuração curricular e a organização disciplinar (em grade),
predominantemente conceituais, tem a palestra como a principal forma de trabalho.
E os próprios alunos esperam do professor a contínua exposição dos assuntos que
serão aprendidos.
Sair do habitual envolve sair da zona de conforto, e enfrentar vários desafios para
atuar de forma diferente.
Como por exemplo lidar com dúvidas, críticas, resultados incertos, respostas
incompletas e perguntas inesperadas (às vezes complexas, às vezes incompreensíveis para o
professor).
Além disso, novas estratégias também exigem uma modificação na dinâmica da aula.
O que inclui a organização espacial, com o rompimento da antiga disciplina estabelecida.
E ainda resta a incerteza quanto aos resultados.
Afinal, quando damos aula expositiva nos garantimos em relação ao tempo/ conteúdo
com maior propriedade.
Mas “dar conta” do conteúdo programado não é garantia de ensino ou de
aprendizagem, não é mesmo?
Assistir aulas nulas como se assiste a um programa de TV e dar aulas nulas como se
faz uma palestra não é mais suficiente.
E é pensando nisso que apresentamos 10 estratégias para você dar aquele upgrade na
sua aula.
Estratégia Didática 1 – Aula expositiva dialogada

O que é?
É a exposição do conteúdo com a participação ativa dos estudantes.
Ou seja, o conhecimento prévio deve ser considerado e pode ser tomado como ponto
de partida.
O professor leva os alunos questionarem, interpretarem e discutirem o objeto de
estudo, a partir do reconhecimento e confronto com a realidade.
Deve favorecer a análise crítica resultando na produção de novos conhecimentos.
E propõe a superação da passividade e imobilidade intelectual dos alunos.
O que mobiliza?
Esse tipo de estratégia mobiliza nos alunos a coleta e organização de dados, interpretação,
raciocínio crítico, comparação e capacidade de síntese.
Como funciona
O docente contextualiza o tema de modo a mobilizar as estruturas mentais do aluno
para operar com informações que este traz (conhecimento prévio), articulando essas com as
que serão apresentadas.
A exposição, que deve ser bem-preparada.
E requer a participação dos alunos como por exemplo,  ao solicitar exemplos e buscar
o estabelecimento de conexões entre a experiência vivencial dos participantes, o objeto
estudado e o todo da disciplina.
É importante ouvir o estudante!
Busque identificar sua realidade e seus conhecimentos prévios, que podem mediar a
compreensão crítica do assunto e problematizar essa participação.
O forte dessa estratégia é o diálogo*, com espaço para questionamentos, críticas e
solução de dúvidas.
É imprescindível que o grupo discuta e reflita sobre o que está sendo tratado, a fim de
que uma síntese integradora seja elaborada por todos.
Como avaliar os resultados?
A avaliação pode ser feita pela observação da participação dos estudantes contribuindo
na exposição.
Como por exemplo perguntando, respondendo, acompanhando a compreensão e a
análise dos conceitos apresentados e construídos.
Além disso, é possível usar diferentes formas de obtenção da síntese pretendida na
aula.
Como por exemplo, forma escrita, oral, pela entrega de perguntas, esquemas,
portfólio, sínteses variadas, complementação de dados no mapa conceitual e outras atividades
complementares a serem efetivadas em continuidade pelos estudantes.
* Vale ressaltar que estratégias deste tipo, em que é solicitado ao aluno falar é
necessário paciência e muito planejamento.
Assim como estamos acostumados a dar aulas expositivas, os alunos não estão
acostumados a ter que participar.
Até o aluno se ambientar a uma nova forma de aula, mais participativa, pode
levar algumas aulas.
Estratégia didática 2: Phillips 66

O que é?
Essa estratégia é uma atividade em grupo em que são feitas análises e discussões sobre
temas/problemas do contexto dos alunos.
Pode também ser útil para obtenção de informação rápida sobre interesses, problemas,
sugestões e perguntas.
O que mobiliza?
Estratégias como essa mobilizam nos alunos habilidades de interpretação, análise,
levantamento de hipóteses, organização de dados e explicação.
Como funciona
Os alunos são divididos em grupos de 6 membros.
E durante 6 minutos podem discutir um assunto/tema/problema na busca da
proposição de uma solução provisória.
Também pode ser feita uma síntese com a solução acordada pelo grupo e explicitada
aos demais durante mais 6 minutos.
O professor dá aos alunos suporte para a discussão com um texto de apoio sobre a
questão discutida e estabelece a forma que os resultados serão explicados.
Como avaliar os resultados?
A avaliação dessa estratégia deve ser feita sempre em relação aos objetivos
pretendidos.
Por exemplo, o envolvimento dos membros do grupo; a participação conforme os
papeis estabelecidos; a pertinência das questões/síntese elaborada em relação ao que foi
proposto; e o processo de auto avaliação dos participante.
Vale ressaltar que toda atividade em grupo precisa de um fechamento do docente.
O grupo precisa de uma devolutiva sobre o que foi discutido, incluindo alguma
correção caso necessária.
Assim como o desenvolvimento, avanços, desafios e dificuldades enfrentadas que
variam conforme a maturidade e autonomia dos alunos e devem ser vistos processualmente.
Trabalho em grupo é outra coisa que talvez seus alunos não estejam habituados e precisam ser
guiados para dar resultados.
Estratégia didática 3: Tempestade de ideias (Brainstorming)

O que é?
Essa estratégia é uma possibilidade de estimular novas ideias de forma espontânea e
natural, deixando funcionar a imaginação.
Portanto, tudo o que for levantado é considerado.
E se necessário, pode ser solicitado uma explicação posterior do aluno para que você
enquanto professor consiga direcionar ao assunto foco da discussão.
O que mobiliza?
Estratégias como essa mobilizam no aluno a imaginação e criatividade, a busca de
suposições, e habilidades de classificação.
Como funciona
Ao serem perguntados sobre uma problemática ou tema os alunos expressam em
palavras ou frases curtas as ideias que vem a cabeça.
Isso inclui o que o aluno sabe, o que ela acha que sabe e o que ele associa quando ouve
sobre determinado assunto.
É recomendado registrar e organizar a relação de ideias espontâneas para que no
próximo momento seja feita a seleção das ideias que serão discutidas conforme critério a ser
combinado (estabelecido pelo professor, o que se pretende trabalhar?*)
Como avaliar os resultados?
Essa estratégia pode ser avaliada pela observação das habilidades dos estudantes na
apresentação de ideias.
Você pode adotar alguns critérios como por exemplo a capacidade criativa, concisão e
pertinência.
Ou o desempenho do aluno na descoberta de soluções apropriadas ao problema
proposto.
* Vale ressaltar que, por uma questão de tempo, é necessário dar prioridade as ideias
que atendem o que ajuda na discussão que se pretende fazer.
Por isso é importante estabelecer critérios e apesar disso, ouvir todos.
Estratégia didática 4: Mapa conceitual

O que
é?
É a
construção de
um diagrama
que indica a
relação de
conceitos em
uma
perspectiva
bidimensional,
procurando
mostrar as relações hierárquicas entre os conceitos pertinentes a estrutura do conteúdo.
O que mobiliza?
Estratégias deste tipo mobilizam habilidades de interpretação, classificação,
organização de informações, resumo e raciocínio lógico.
Como funciona
O professor poderá selecionar um conjunto de textos ou de dados.
Ou ainda objetos e informações sobre um tema ou objeto de estudo.
E a partir dessa escolha propõe ao aluno identificar os conceitos chave do objeto ou
texto estudado.
Pode ser solicitado ao alunos por exemplo:
 Selecionar os conceitos por ordem de importância;
 Incluir conceitos e ideias mais específicas;
 Estabelecer relação entre os conceitos por meio de linhas e identificá-las com uma ou
mais palavras que explicitem essa relação;
 Identificar conceitos e palavras que devem ter um significado ou expressam uma
preposição;
 Buscar estabelecer relações horizontais e cruzadas e traça-las.
É legal chamar a atenção dos alunos para as várias formas de traçar o mapa conceitual.
Outra forma de se utilizar essa estratégia, é construir o mapa coletivamente, possibilitando
que o aluno justifique a localização de certos conceitos e verbalize seu entendimento.
A construção coletiva é uma boa opção para ensinar os alunos como fazer um mapa
conceitual.
Como avaliar os resultados?
A avaliação desta estratégia pode ser feita pelo acompanhamento da construção do
mapa conceitual a partir da definição coletiva dos critérios de avaliação.
Você pode usar os seguintes critérios de avaliação: conceitos claros, relação
justificada; riqueza de ideias; criatividade na organização e representatividade do conteúdo
trabalhado.
Uma dica para essa estratégia é o Cmap Tools, um programa gratuito que facilita
muito a construção e organização de mapas conceituais.
Estratégia didática 5 : Estudo dirigido

O que é?
Essa estratégia é um estudo sob a orientação e diretividade do professor, visando sanar
dificuldades específicas.
É preciso ter claro o objetivo, o roteiro e como é preparada a atividade.
O que mobiliza?
Mobiliza habilidades como identificação e organização de dados, levantamento de
hipóteses, explicação, argumentação  e generalização.
Como funciona
Pode ser uma atividade individual ou em grupo.
O docente apresenta o roteiro de estudo com a situação problema para resolução.
Além disso pode também apresentar as questões que vão ser resolvidas a partir do material
estudado.
É possível fazer discussões sobre o problema abordado para que os alunos possam expor seus
conhecimentos e  posicionamentos  frente aos assuntos abordados.
Como avaliar os resultados?
Nesse tipo de estratégia, a avaliação pode realizada no acompanhamento da produção.
Ou seja, o que o aluno for construindo.
Portanto, você pode avaliar tanto na execução das atividades propostas no roteiro; nas
questões que formula ao docente; nas revisões que lhe são solicitadas, quanto na interação e
desempenho no grupo em que pertence.
Uma avaliação diagnóstica, em que se acompanha todo o processo, é o mais indicado
para estratégias grupais e atividades longas.
Estratégia didática 6: Resolução de problemas

O que é?
É a proposição de um problema, que exige pensamento reflexivo, crítico e criativo
para ser resolvido a partir de dados fornecidos.
Demanda a aplicação de conhecimento científico e de argumentos que fomentem sua
explicação.
O que mobiliza?
Mobilizam habilidades como observação, levantamento de hipóteses, coleta e
organização de dados, interpretação, explicação e argumentação.
Como funciona
É apresentado ao aluno um problema sem solução óbvia, em que ele tem que buscar a
solução.
O docente precisa orientar os estudantes nas etapas de construção da explicação do
problema.
Como por exemplo, expor as hipóteses, resultados e explicações para que possa haver
o debate de ideias distintas (se houver) sempre conduzindo para o objetivo pretendido.
Vale ressaltar que, aqui como em outras estratégias, é preciso priorizar – por uma questão de
tempo – hipóteses e explicações que vão de encontro a solução esperada por você ao
problema proposto.
Como avaliar os resultados?
Observação das habilidades dos estudantes na apresentação de ideias, bem como seu
desempenho na explicação do problema proposto.
Estratégia didática 7: Estudo de caso

O que é?
É a análise minuciosa e objetiva de uma situação real que necessita ser investigada e é
desafiadora para os envolvidos.
Pode ser de um ambiente cotidiano do aluno.
Em um roteiro de trabalho fornecido pelo docente deverá estar descrito os aspectos e
categorias que compõem o todo da situação e as categorias mais importantes que devem ser
analisadas.
O que mobiliza?
Estratégias como essa mobilizam habilidades de análise, interpretação, pensamento
crítico, levantamento de hipóteses, explicação, resumo.
Como funciona
O docente expõe o caso a ser estudado (distribui e lê o problema com os estudantes).
Pode ser um caso para cada grupo ou o mesmo caso para todos os grupos.
O grupo analisa o caso expondo seus pontos de vista e os aspectos do problema que
vão ser enfocados (decisão coletiva).
O docente retoma os prontos principais, analisando coletivamente as soluções
propostas.
O grupo discute as soluções, elegendo as melhores conclusões.
O papel do docente é selecionar o material de estudo, apresentar um roteiro de
trabalho, orientar os grupos no decorrer do trabalho e mediar a argumentação apresentada
pelos alunos, que deverão justificar suas preposições mediante ao conhecimento científico que
dispõe.
Como avaliar os resultados?
Você pode avaliar por meio de fichas com critérios a serem considerados.
Como por exemplo aplicação dos conhecimentos (a argumentação explícita aos
conhecimentos produzidos a partir dos conteúdos); relação entre o argumento do aluno e o
problema proposto e riqueza na argumentação (profundidade e variedade de informações) e
capacidade de síntese.
Estratégia didática 8:  Júri simulado
O que é?
É a simulação de um júri em que, a partir de um problema, são apresentados
argumentos de defesa e de acusação.
Leva o grupo a analisar e avaliar um fato proposto com objetividade e realismo e a
dinamização do grupo para estudar profundamente um tema real.
O que mobiliza?
Mobiliza habilidades de interpretação, comparação, análise, levantamento de hipótese,
argumentação e explicação.
Como funciona
Você propõe aos alunos um problema concreto e objetivo, estudado e conhecido pelos
participantes.
Pode ser uma situação pontual, como por exemplo a construção de uma usina
hidrelétrica em área de reserva.
Ou os impactos ambientais na construção de um novo bairro.
Pode também ser utilizado uma situação real de um problema cotidiano dos alunos.
Assim, um aluno fará o papel de juiz e outro o papel de escrivão.
E os demais componentes da classe serão divididos em quatro grupos: promotoria (de
um a quatro aluno); defesa (com igual  número);  conselho  de  sentença (com  sete  alunos); e
o plenário (com os demais).
A promotoria e a defesa devem ter alguns dias para a preparação dos trabalhos, sob
orientação do docente.
Cada parte terá 15 min para apresentar seus argumentos.
O juiz manterá a ordem dos trabalhos e formulará os quesitos ao conselho de sentença,
que após ouvir os argumentos de ambas as partes, apresenta sua decisão final.
O escrivão tem a função de fazer o relatório dos trabalhos.
O plenário fica encarregado de observar e avaliar o desempenho da promotoria e da
defesa.
Como pode ser avaliado os resultados?
Você pode fazer uma avaliação formativa ou utilizando fichas de avaliação.
Para isso pode considerar o processo de formulação do debate, a   apresentação  (se é
concisa, clara  e  lógica  das  ideias),  além da  profundidade dos argumentos e embasamento
de conhecimento científico.
Estratégia  didática 9: Fórum

O que é?
É um tipo de reunião em que todos os membros do grupo tem a oportunidade de
participar da discussão de um tema ou problema determinado pelo docente.
Dessa forma, pode ser utilizado após um filme, um livro, a leitura de um artigo
científico, problema ou fato – histórico ou atual -, notícia de jornal, uma excursão, etc.
E todos os membros apresentam pontos de vista sobre o assunto abordado.
O que mobiliza?
Mobilizam habilidades como observação, levantamento de hipóteses, coleta e
organização de dados, interpretação, explicação, argumentação e capacidade de síntese.
Como funciona
O docente explica os objetivos do fórum, delimita o tempo total e o tempo parcial de
cada participante e define funções dos participantes.
O coordenador organiza a participação.
Ou seja, dirige o grupo e seleciona as contribuições dadas para a síntese final.
E, portanto, recomenda-se que esse papel seja feito pelo docente dependendo do
público em que essa estratégia for utilizada.
O grupo de síntese faz as anotações que irão compor o trabalho final.
E no público participante, cada membro do grupo se identifica ao falar e dá sua
contribuição, fazendo considerações e levantando questionamentos.
Ao final um membro do grupo de síntese relata o resumo elaborado coletivamente.
Como avaliar os resultados?
Você pode pedir que os alunos façam uma auto avaliação.
E utilizar critérios pré estabelecidos como por exemplo a participação dos alunos
como debatedores e público; a habilidade de atenção e concentração; a síntese de ideias
apresentadas; os argumentos apresentados e a produção escrita final.
Estratégia didática 10: Ensino com pesquisa

O que é?
É a utilização dos princípios do ensino associados aos da pesquisa.
Trabalha com a concepção de conhecimento e ciência em que a dúvida e a crítica,
assim como a construção coletiva do conhecimento, são elementos fundamentais.
O que mobiliza?
Observação, interpretação, classificação, resumo, analise, levantamento de hipóteses,
decisão, comparação, planejamento, coleta e organização de dados, generalizações.
Como funciona
Desafia o estudante como investigador.
Ou seja, diante de uma situação a ser investigada, o aluno cumpre etapas como em
uma pesquisa científica.
O docente norteia os alunos durante o desenvolvimento da pesquisa que tem como
etapas:
Construção do projeto: delimitação do problema a ser estudado.
Quais conhecimentos se baseiam a introdução? E qual a hipótese de trabalho?
Metodologia: como os dados serão coletados (ou se serão fornecidos pelo docente)
Definição de como analisar os dados, teste de hipóteses e análise dos dados.
Resultados: interpretação e apresentação dos resultados, discussão argumentando a
explicação do problema.
Considerações finais: o que se concluiu? Qual explicação para o problema investigado.
Como avaliar os resultados?
Você pode avaliar a execução do cronograma, observando e corrigindo cada uma das
etapas da pesquisa.
As pesquisas podem ser apresentadas para a discussão, e assim a avaliação além de
levar em conta o processo de produção, pode considerar também o produto final.
Ou seja, o trabalho escrito e a argumentação oral das ideias defendidas pelos alunos.

Para saber mais sobre estratégias didáticas


Quem quiser ler mais sobre o assunto, pode buscar nos livros:
ANASTASIOU, Léa das Graças Camargos et al. Estratégias de ensinagem. Processos de
ensinagem na universidade. Pressupostos para as estratégias de trabalho em aula, v. 3, p. 67-100,
2004.
BORDENAVE, Juan E. Diaz; PEREIRA, Adair Martins. Estratégias de ensino-aprendizagem.
In: Estrategias de ensino-aprendizagem. Vozes, 1985.
LIBÂNEO, José Carlos. didática. Cortez Editora, 2017.

NOSSAS METAS – 2022

 - AMPLIAR O NÚMERO DE ALUNOS DA ESCOLA:

TURMAS 6º 7º 8º 9º III IV V VI VII


ANO ANO ANO ANO Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa
MAT. ATUAL
PREVISÃO 30 30 30 20 20 40 40 45 45

 - REDUZIR O ABANDONO:

TURMAS 6º 7º 8º 9º III IV V VI VII


ANO ANO ANO ANO Etapa Etapa Etapa Etapa Etapa
ABANDONO
META 02 02 01 00 05 08 08 15 05

 - ALIMENTAR O SISTEMA COM INFORMAÇÕES: (FREQUENCIA, NOTAS E


PLANEJAMENTOS).
1º BIMESTRE – 25- abril
2º BIMESTRE – 10 - julho
3º BIMESTRE – 07- outubro
4º BIMESTRE – 18 - dezembro

 MELHORAR AS APRENDIZAGENS:
- Dar uma nova roupagem aos planejamentos;
- Dar suporte aos alunos nas dificuldades e encaminhar ao reforço os alunos com dificuldades
de leitura e escrita.
- Incentivar a participação de todos nas atividades propostas.
- Incentivar e participar nas ações e projetos/atividades propostas na escola.

ENCAMINHAMENTOS PARA A RETOMADA:


1. Observar o calendário de aulas do PROGRAMA DE REFORÇO DE APRENDIZAGENS
- JUNTOS PARA AVANÇAR;
2. Realizar o levantamento dos conteúdos a serem abordados durante o PROGRAMA DE
REFORÇO DE APRENDIZAGENS - JUNTOS PARA AVANÇAR, inclusive os da 1ª fase
com o reforço das aprendizagens.
3. Enviar conteúdo para montagem das apostilas de estudos em tempo hábil (disciplinas que
necessitam de apostila).
4. Manter um cronograma de atividades ativo com horas disponíveis para correção e
orientação dos alunos e informar o aluno sobre prazos e limites em cada atividade.
HORÁRIO DE ATIVIDADES: (SUGESTÃO)
I FASE PROGRAMA DE REFORÇO DE APRENDIZAGENS
JUNTOS PARA AVANÇAR.
9º ANO
Horas SEG TER QUA QUI SEX
13:30 ás 14:30 PORT. MAT. PORT. MAT. MAT.
14:30 as 15:30 CIEN. ED. FIS HIST GEOG. CIEN.
15:30 as 15:40 LANCHE
15:40 as 16:40 MAT. PORT. CIEN. EM. REL. PORT.
16:40 as 17:40 ARTE HIST INGL ED. FIS GEOG.
17:40 as 18:40 MAT PORT.
VI ETAPA (Presencial)
Horas SEG TER QUA QUI SEX
18:30 ás 19:15 PORT. MAT. FILOS QUIMICA QUAL.PROF
19:15 as 20:05 BIO ARTE PRO.VIDA FÍSICA QUAL.PROF
20:05 as 20:15 LANCHE
20:15 as 21:05 MAT. SOC CIEN. ED. FÍS. PORT.
21:05 as 21:45 PRO.VID HIST INGL ESPAN GEOG.
A
VI ETAPA (Não Presencial)
Horas SEG TER QUA QUI SEX
18:30 ás 19:15 PORT. MAT. QUAL.PROF ELETIVAS PORT.
19:15 as 20:05 PRO.VID ELETIVA QUAL.PROF FÍSICA MAT.
A S
20:05 as 20:15
20:15 as 21:05 TRILHAS TRILHAS TRILHAS
21:05 as 21:45
ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com

PLANO BIMESTRAL – 2022 (Ens. Fundamental)


IDENTIFICAÇÃO:
ANO/ETAPA: COMPONENTE CURRICULAR
TURNO: PROFESSOR(A):
PERÍODO: OBSERVAÇÕES DO BIMESTRE:
ÁREA DO CONHECIMENTO:

ELEMENTOS ESTRUTURANTES
Competência Geral:
Competência específica da área
DATA CAMPO DE PRÁTICAS HABILIDADES OBJETOS DE ESTRATÉGIA MATERIAL DE VERIFICAÇÃO DA
ATUAÇÃO DE CONHECIMENTO METODOLÓGICA APOIO APRENDIZAGEM
LÍNGUAGEM
ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com
PLANO BIMESTRAL – 2022 (Ens. Fundamental)

IDENTIFICAÇÃO:
ANO/ETAPA: COMPONENTE CURRICULAR
TURNO: PROFESSOR(A):
PERÍODO: OBSERVAÇÕES DO BIMESTRE:
ÁREA DO CONHECIMENTO:

ELEMENTOS ESTRUTURANTES
Competência Geral:
Competência específica da área
DATA Competências HABILIDADES GERAL OBJETOS DE ESTRATÉGIA METODOLÓGICA MATERIAL DE VERIFICAÇÃO
CONHECIMENT APOIO DA
O APRENDIZAGEM
ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com

PLANO BIMESTRAL – 2022 (ELETIVAS)


IDENTIFICAÇÃO: Fundamental)ELETIVAS
ANO/ETAPA: COMPONENTE CURRICULAR
TURNO: PROFESSORES ENVOLVIDOS
PERÍODO: ELETIVA:
ÁREA DO CONHECIMENTO:
ELEMENTOS ESTRUTURANTES

TEMA OBJETIVOS DE OBJETOS DE UNIDADE HABILIDADES ESTRATÉGIA MATERIAL ESTRATÉGIAS ESTRATÉGIAS


INTEGRADOR APRENDIZAGEM CONHECIMENTO CURRICULAR METODOLÓGIC DE APOIO DE DE
A CULMINÂNCI AVALIAÇÃO
A

ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com
PLANO BIMESTRAL – 2022 (EJATEC)
IDENTIFICAÇÃO:
ANO/ETAPA: COMPONENTE CURRICULAR
TURNO: PROFESSOR(A):
PERÍODO: OBSERVAÇÕES DO BIMESTRE:
ÁREA DO CONHECIMENTO:

ELEMENTOS ESTRUTURANTES
Competência Geral:
Competência específica da área
HABILIDADE GERAL HABILIDADE ESPECÍFICA INTEGRAÇÃO OBJETOS DE METODOLOGIA MATERIAL DE APOIO ESTRATÉGIAS DE
ENTRE AS ÁREAS CONHECIMENTO AVALIAÇÃO
E/OS
COMPONENTES

ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com
PLANO BIMESTRAL – 2022 (PROJETO
IDENTIFICAÇÃO: INTEGRADOR) )Fundamental)ELETIVAS
ANO/ETAPA: COMPONENTE CURRICULAR
TURNO: PROFESSORES ENVOLVIDOS
PERÍODO: PROJETO INTEGRADOR
ÁREA DO CONHECIMENTO:
ELEMENTOS ESTRUTURANTES
TEMA OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM OBJETOS DE HABILIDADES ESTRATÉGIA MATERIA ESTRATÉGIAS ESTRATÉGIA
INTEGRADOR CONHECIMENT METODOLÓGIC L DE DE S DE
O A APOIO CULMINÂNCI AVALIAÇÃO
A

ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com
FREQUENCIA DAS FORMAÇÕES - 2022

TEMA: INTEGRAÇÃO DO CURRÍCULO


LOCAL: Unidade Escolar João Pinheiro
HORÁRIO: 16:00 as 19:00

NOME FUNÇÃO ASSINATURA ASSINATURA ASSINATURA


26/01/2022 27/01/2022 28/01/2022
ARACELE RODRIGUES DA SILVA PROFESSORA
ELDA MARIA SOUSA PROFESSORA
ERMINA DE SOUSA RAMOS PROFESSORA
JOELMA LIMA MIRANDA PROFESSORA
JOSLENE DE ALMEIDA SANTOS PROFESSORA
JUVENAL DELMONDES DE ARAUJO PROFESSOR
MARCIA LUZ PROFESSORA
MICHAEL SERGIO ALVES E SILVA PROFESSOR
MIRIAM ALMEIDA DA SILVA MARTINS PROFESSORA
ROSANGELA SILVA FREITAS PROFESSORA
SAVANNA BRITO MARQUES SOUSA PROFESSORA
SILVIA LIMA PEREIRA PROFESSORA
RAULINO NOLETO CABRAL SUPERVISOR
AURICELIA CONCEIÇÃO SILVA SOUSA COORDENADORA
LINDOMAR CARDOSO GUIMARÃES DIRETOR

Guadalupe (PI) janeiro/Fevereiro 2022

_____________________________________ ___________________________________ ________________________________________


Supervisor Diretor Coordenadora

ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-
SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com
FREQUENCIA DAS FORMAÇÕES - 2022
TEMA: INTEGRAÇÃO DO CURRÍCULO
LOCAL: Unidade Escolar João Pinheiro
HORÁRIO: 16:00 as 19:00
NOME FUNÇÃO ASSINATURA ASSINATURA ASSINATURA ASSINATURA ASSINATURA
31/01/2022 01/02/2022 02/02/2022 03/02/2022 04/02/2022
ARACELE RODRIGUES DA SILVA PROFESSORA
ELDA MARIA SOUSA PROFESSORA
ERMINA DE SOUSA RAMOS PROFESSORA
JOELMA LIMA MIRANDA PROFESSORA
JOSLENE DE ALMEIDA SANTOS PROFESSORA
JUVENAL DELMONDES DE ARAUJO PROFESSOR
MARCIA LUZ PROFESSORA
MICHAEL SERGIO ALVES E SILVA PROFESSOR
MIRIAM ALMEIDA DA SILVA PROFESSORA
MARTINS
ROSANGELA SILVA FREITAS PROFESSORA
SAVANNA BRITO MARQUES SOUSA PROFESSORA
SILVIA LIMA PEREIRA PROFESSORA
RAULINO NOLETO CABRAL SUPERVISOR
AURICELIA CONCEIÇÃO SILVA COORDENADORA
SOUSA
LINDOMAR CARDOSO GUIMARÃES DIRETOR

Guadalupe (PI) janeiro/fevereiro 2022

_____________________________________ ___________________________________ ________________________________________


Supervisor Diretor Coordenadora
ESTADO DO PIAUÍ
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA-SEDUC
UNIDADE ESCOLAR JOÃO PINHEIRO – UEJP
Quadra 15 s/ n Bairro- Centro- Guadalupe (Piauí)
E-mail: uejpinheiro@gmail.com

Unidade Escolar João Pinheiro

Professor(a): ________________________
Ano/2022

Alguns professores contribuem para a nossa educação, mas os


especiais conseguem deixar uma marca para a vida inteira.
Seja Bem-Vindo!

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