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FACULDADE DE ROLIM DE MOURA – FAROL

GRADUAÇÃO EM PSICOLGIA

GISLAINE PEREIRA DE MELO


JÉSSICA FÉLIX HENRIQUE
JOÃO FRANCISCO SELHORST SOARES
MARCELA DENONE RIGHETTE
RICHARDSON SILVA DE ASSIS
THIAGO RODRIGUES DA ROCHA
WAGNER DE MIRANDA KNUPP

HIPERATIVIDADE: uma investigação sobre o quanto os educadores das


séries iniciais a conhecem.

ROLIM DE MOURA – RO
2010
2

GISLAINE PEREIRA DE MELO


JÉSSICA FÉLIX HENRIQUE
JOÃO FRANCISCO SELHORST SOARES
MARCELA DENONE RIGHETTE
RICHARDSON SILVA DE ASSIS
THIAGO RODRIGUES DA ROCHA
WAGNER DE MIRANDA KNUPP

HIPERATIVIDADE: uma investigação sobre o quanto os educadores das


séries iniciais a conhecem.

Projeto Científico apresentado a Faculdade de


Rolim de Moura – FAROL, como avaliação
parcial da Atividade Interdisciplinar sob a
orientação da Professora Maria Izabel Pereira
Carneiro.

ROLIM DE MOURA – RO
2010
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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO................................................................................................................. 04
1.1. Problematização.............................................................................................................. 05
1.1.1 Objetivos........................................................................................................................ 05
1.1.2 Hipóteses........................................................................................................................ 05
1.1.3 Justificativas.................................................................................................................. 06
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA................................................................................... 07
2.1. As origens e causas do TDAH........................................................................................ 07
2.1.1. O Diagnóstico do TDAH.............................................................................................. 07
2.1.2. Fatores agravantes da sintomatologia do TDAH...................................................... 08
2.1.3. Transtornos, defasagens ou entidades nosológicas associadas ao TDAH............... 08
2.1.4. Como apoiar crianças com TDAH? .......................................................................... 09
2.1.5. Dicas que podem ser dadas aos alunos TDAH.......................................................... 10
2.1.6. Explorando o potencial dos hiperativos..................................................................... 11
3. MATERIAL E MÉTODOS.............................................................................................. 12
4. CRONOGRAMA............................................................................................................... 13
5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS............................................................................ 14
6. ANEXO............................................................................................................................... 16
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1. INTRODUÇÃO

A hiperatividade configura-se como elemento característico de um grupo de sinais e


sintomas constituintes do Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), um
transtorno neurobiológico de causas ainda desconhecidas, de forte participação genética que
acompanha o indivíduo por toda a vida.

O Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade1, também conhecido como


“disfunção cerebral mínima”, “síndrome hipercinética”, “hipercinesia” e atualmente “TDAH”
(Arnold & Jensen apud ASSUMPÇÃO & CURÁTOLO, 2004) é um dos transtornos
psiquiátricos mais comuns da infância e adolescência, presente em aproximadamente 6% (seis
porcento) da população de crianças em idade escolar. Sua incidência entre os meninos é mais
freqüente que entre as meninas. Não é uma doença, mas um transtorno constituído por
sintomas característicos de três grupos: desatenção, hiperatividade e impulsividade (NEWRA
et al, 2006).

A grande maioria das crianças e adolescentes com TDAH têm inteligência


considerada “normal”, isto é, de acordo com a média das demais crianças de sua idade.
Entretanto, o TDAH prejudica seriamente a aprendizagem geral e o desempenho escolar,
comprometendo as capacidades de escrita, leitura e matemática. Pesquisas demonstram que o
TDAH pode associar-se a outros transtornos, como é o caso do Transtorno de Aprendizagem,
Transtorno Desafiador Opositivo, Transtorno de Conduta e abuso de drogas.

Para o diagnóstico do TDAH é necessária a percepção da presença dos sinais e


sintomas característicos em pelo menos dois ambientes diferentes (família e escola, por
exemplo). É fundamental a percepção da presença de dificuldades no relacionamento da
criança com a família ou com os amigos e colegas, ou ainda dificuldades no desempenho
escolar. Na maioria das vezes os casos de TDAH são diagnosticados entre os seis aos onze
anos de idade. O diagnóstico antes dos cinco anos é muito precoce, embora possam surgir
sinais importantes nesse período. A eficiência e eficácia do diagnóstico e do tratamento do
TDAH são maiores quanto mais cedo ocorrer sua identificação.

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Para simplificação, o Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade será designado apenas pela sigla
TDAH.
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1.1. Problematização

Em face dessas informações, configura-se uma questão de fundamental importância


saber o quanto os educadores conhecem a respeito da hiperatividade. Bem como se as escolas
oferecem cuidados especiais às crianças diagnosticadas como hiperativas.

1.1.1 Objetivos

O objetivo deste projeto é mensurar o grau de conhecimento dos educadores das


séries iniciais (1ª à 4ª séries do ensino fundamental) nas escolas da rede pública de ensino no
município de Rolim de Moura a respeito da hiperatividade. Interessa também investigar se
dispõem de profissionais com formação específica ou treinamento que os habilite a oferecer
cuidados especiais às crianças hiperativas, a exemplo dos psicólogos ou professores com pós-
graduação em psicopedagogia.

1.1.2 Hipóteses

Cabe a prova das seguintes hipóteses:

a) Os educadores das séries iniciais (1ª à 4ª séries do ensino fundamental) nas escolas da
rede pública de ensino no município de Rolim de Moura possuem um nível de
conhecimento superficial a respeito da hiperatividade;
b) Os educadores das séries iniciais (1ª à 4ª séries do ensino fundamental) nas escolas da
rede pública de ensino no município de Rolim de Moura possuem um nível de
conhecimento médio a respeito da hiperatividade;
c) Os educadores das séries iniciais (1ª à 4ª séries do ensino fundamental) nas escolas da
rede pública de ensino no município de Rolim de Moura possuem um alto nível de
conhecimento a respeito da hiperatividade;

Independente de qual hipótese provar-se verdadeira será ainda necessário demonstrar


as proporções dos resultados não predominantes, a fim de testar a validade de uma eventual
proposta de adoção de medidas que visem à capacitação dos educadores entrevistados.
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1.1.3 Justificativas

As escolas de ensino fundamental acolhem as crianças durante um período de


importância estratégica para o diagnóstico da hiperatividade, dada a faixa etária das crianças
quando nas séries iniciais.

Durante o ano letivo os educadores, por vezes, têm um tempo de convivência e


atenção dedicada às crianças superior ao tempo e atenção que os pais podem dedicar aos seus
filhos. Logo, é de grande importância que os educadores sejam suficientemente capacitados
para identificar os sinais e sintomas do TDAH e, sob o acompanhamento de um psicólogo,
oferecer a criança os cuidados especiais apropriados aos hiperativos a fim de que não ocorra
grave defasagem no aprendizado dos mesmos.

Os acadêmicos graduandos no curso de psicologia muito podem contribuir para a


clientela escolar, tanto para o corpo docente quanto para o corpo discente, oferecendo
palestras, seminários e oficinas que objetivem o esclarecimento de vários temas, tais como a
hiperatividade.

O presente projeto, portanto, é uma ação que visa aproximar os acadêmicos


graduandos no curso de psicologia da FAROL às vivências e dinâmicas das escolas da rede
pública de ensino no município de Rolim de Moura, em especial as das séries iniciais (1ª à 4ª
séries do ensino fundamental).

]
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2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1. As origens e causas do TDAH

Estudos sobre o TDAH ainda não tem uma conclusão definitiva sobre suas origens e
causas, mas apontam importantes fatores:
a) herança genética (histórico familiar);
b) fatores neuroquímicos (desequilíbrio de substâncias químicas influenciando o
funcionamento do cérebro);
c) fatores biológicos e físicos (problemas na gestação, traumatismos e infecções).

2.1.1. O Diagnóstico do TDAH

São necessários pelo menos seis dos sintomas de desatenção e/ou seis sintomas de
hiperatividade/impulsividade, com freqüência de pelo menos seis meses, em grau mal-
adaptativo e inconsistente com o nível de desenvolvimento para que se possa pensar no
diagnóstico de TDAH (ASSUMPÇÃO & CURÁTOLO, 2004).

Os seguintes sinais e sintomas fazem parte do grupo desatenção (BENCZIK &


ROHDE, 1999, ps. 39 e 40):
a) Não prestar atenção a detalhes ou cometer erros por descuido;
b) Dificuldade para concentrar-se em tarefas e/ou jogos;
c) Não prestar atenção ao que é dito (“estar no mundo da lua”);
d) Dificuldade em seguir regras e instruções ou não terminar o que começa;
e) Ser desorganizado com as tarefas materiais;
f) Evitar atividades que demandam um esforço mental continuado;
g) Perder coisas importantes;
h) Distrair-se facilmente com coisas que não tem nada a ver com o que se
está fazendo;
i) Esquecer compromissos e tarefas;

Os seguintes sinais e sintomas fazem parte do grupo hiperatividade/impulsividade


(BENCZIK & ROHDE, 1999, p. 40):
a) Ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;
b) Não parar sentado por muito tempo;
c) Pular, correr excessivamente em situações inadequadas, ou ter uma sensação
interna de inquietude;
d) Ser muito barulhento para brincar, jogar ou divertir-se;
e) Ser muito agitado (“a mil por hora”);
f) Falar demais;
g) Responder as perguntas antes de terem sido terminadas;
h) Ter dificuldade em esperar a vez;
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i) Intrometer-se em conversas ou atividades dos outros;

2.1.2. Fatores agravantes da sintomatologia do TDAH

Além dos fatores originais causadores do TDAH (herança genética, neuroquímicos e


biológicos/físicos), fatores de ordem social são fortes complicadores do quadro sintomático
do TDAH, tratando-se especificamente da configuração familiar. Tais características
familiares englobam (BENCZIK & ROHDE, 1999): funcionamento familiar caótico, alto grau
de discórdia conjugal, baixa instrução materna, famílias com nível socioeconômico mais
baixo e famílias com apenas um dos pais ou que o pai abandona a família.

Assim, famílias desestruturadas e caracterizadas por um alto grau de agressividade


nas interações podem contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de
oposição desafiante nas crianças, determinando maior gravidade ou persistência para os
sintomas do TDAH.

2.1.3. Transtornos, Defasagens ou Entidades Nosológicas2 Associadas ao TDAH

É freqüente a ocorrência de transtornos secundários que se seguem ao TDAH, são as


chamadas comorbidades. Isto é, um ou mais transtornos secundários coexistindo com um
transtorno primário. Conforme esclarece SILVA (Gente, 2003, p.125):

“Obviamente isso contribui para agravar o quadro, obrigando o médico a atacar em


várias frentes. Comumente, esses transtornos “acessórios” (...) desenvolvem-se
secundariamente como conseqüência do transtorno primário, pois o desconforto e o
sofrimento causados por este atingem de tal forma a vida de uma pessoa, que outras
síndromes vêm somar-se à preexistente.”

O quadro sintomático dos transtornos associados ao TDAH pode agravar-se de modo


importante dependendo da configuração desses transtornos, estando os mesmos associados ou
não aos fatores sociais desencadeantes mencionados anteriormente: ansiedade generalizada,
pânico, fobias, transtornos obsessivo-compulsivos, depressão, transtorno bipolar do humor,
compulsões alimentares, transtornos de conduta e/ou transtorno desafiador opositivo,
transtorno de personalidade anti-social, uso/abuso de drogas e distúrbios do sono.

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Doença individualizada, com características e propriedades inerentes a patologia.
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Dada a natureza psicopatológica do TDAH, crianças podem apresentar inadequações


na coordenação motora e atraso no desenvolvimento tempo-espacial (Vilanova apud
ASSUMPÇÃO & CURÁTOLO, 2004). É freqüente o comprometimento do desenvolvimento
da linguagem, manifestado por trocas, omissões e distorções fonéticas, podendo também
associar-se a alterações no ritmo da fala, especialmente num ritmo mais acelerado,
caracterizando taquilalia (Andrade apud ASSUMPÇÃO & CURÁTOLO, 2004).

Segundo Disney et al apud SOUZA & INGBERMAN (1999, p. 4):

“Dentre os distúrbios comórbidos (dois distúrbios associados com maior freqüência


do que esperado pelo acaso) do TDAHI3 podem-se citar transtornos de humor (como
as depressões) e transtorno de conduta (ou também denominado transtorno
desafiador de oposição). A comorbidade com transtorno de conduta tem sido
descrita em 30% a 50% dos casos de TDAHI. O Transtorno de conduta aumenta o
risco do uso e abuso de substâncias variadas (como álcool, maconha, nicotina,
cocaína), especialmente entre adolescentes.”

Em acréscimo, SOUZA & INGBERMAN (1999, p. 4) salientam que:

“O transtorno (ou desordem) de conduta pode ser suspeitado quando, além de serem
perturbadoras, a impulsividade e a hiperatividade violam as normas sociais. A
existência de sintomas depressivos de leve intensidade e isolados não representa
necessariamente comorbidade com depressão. Quando a distratibilidade e a baixa
tolerância à frustração caracterizam-se por tristeza e perda de interesse, além de
irritabilidade, um transtorno depressivo pode ser diagnosticado em conjunto com o
TDAHI.”

2.1.4. Como apoiar crianças com TDAH?

Além da criança com TDAH, é fundamental estabelecer uma rede social que conte
com o envolvimento dos pais e professores da criança TDAH. Assim sendo, a família e a
escola precisam compreender adequadamente as dificuldades da criança que vem
apresentando dificuldades. Os educadores, em especial, precisam ter conhecimento sobre o
TDAH, promover ações que estimulem e valorizem a criança, além de estar dispostos a
conversar com ela dispondo-lhe mais tempo em relação as demais crianças (SOUZA &
INGBERMAN, 1999).

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Nesta fonte o TDAH recebe a designação TDAHI: Transtorno do Déficit de Atenção, Hiperatividade e
Impulsividade.
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É de fundamental importância a promoção de iniciativas e a realização de ações que


levem ao conhecimento da sociedade a existência desse transtorno e suas implicações,
permitindo que as pessoas atentem precocemente para possíveis sinais e sintomas nas
crianças, contribuindo para que não se discriminem tais crianças, mas se lhe ofereçam um
tratamento adequado e satisfatório (SOUZA & INGBERMAN, 1999).

As dicas que se seguem tem um papel instrumental de grande valor para implementar
o apoio às crianças TDAH no ambiente escolar:
a) Criar a agenda “escola-casa-escola”, fortalecendo a comunicação entre pais e
professores.
b) Sentar o aluno à frente da sala de aulas, afastado da janela e próximo ao professor.
c) Agendar as disciplinas mais difíceis para as primeiras aulas da manhã, quando os
alunos estão menos cansados e mais atentos.
d) Pequenas pausas regulares a cada 40 minutos de aula.
e) Instruções objetivas e breves para facilitar a compreensão do aluno.
f) Oferecer tempo extra nas atividades para que o aluno possa resolver os problemas e
responder com atenção às perguntas.
g) Estimular e reforçar positivamente atitudes assertivas do aluno.
h) Questionar o aluno sobre suas dúvidas na sala de aula.
i) Convidar o aluno para apagar o quadro negro, para reduzir sua ansiedade e
inquietação.
j) Elogiar atitudes e comportamentos positivos.

2.1.5. Dicas que podem ser dadas aos alunos TDAH

As orientações que se seguem são simples e práticas, devendo ser dirigidas aos
alunos TDAH:
a) Faça pergunte aos professores sempre que tiver dúvidas.
b) Divida os trabalhos grandes em várias etapas/partes.
c) Organize uma agenda de compromissos.
d) Crie uma lista de suas atividades diárias e seus respectivos horários.
e) Mantenha uma rotina diária de estudos, com horários pré-estabelecidos.
f) Leia sobre o TDAH para conhecer e entender melhor esse transtorno.
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2.1.6. Explorando o potencial dos hiperativos

Em atenção aos casos de hiperatividade duas questões devem ser objeto de reflexão:
Quais aptidões podem ser exploradas positivamente e quais oportunidades demandam um
perfil “hiperativo”?

Notadamente as áreas ou profissões que demandem alta performance de criatividade


e adaptação às freqüentes mudanças, a exemplo dos web-designers, programadores de
softwares, áreas de criação e desenvolvimento de projetos inovadores, ciência e pesquisa de
todos os tipos, liderança; além das atividades ligadas à arte, tais como a literatura,
dramaturgia, composição, pintura, entre outras.
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3. MATERIAL E MÉTODOS

A modalidade de pesquisa a ser utilizada será a quantitativa, mais apropriada para


apurar opiniões e atitudes explícitas e conscientes dos entrevistados.O levantamento dos
dados será realizado por meio de questionários estruturados em perguntas claras, objetivas e
fechadas, a fim de garantir a uniformidade de entendimento dos entrevistados e a
padronização dos resultados, permitindo-se mensurá-los, representá-los graficamente e testar
as hipóteses.
Serão convidados a responder espontaneamente os questionários os educadores
atuantes nas escolas da rede pública de ensino fundamental do município de Rolim de
Moura/RO, em sua totalidade, sendo-lhes garantido o anonimato. O modelo dos questionários
a serem utilizados consta no Anexo do presente projeto científico.
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4. CRONOGRAMA

Setembro Outubro Março Abril Maio Junho


Atividades
2010 2010 2011 2011 2011 2011
Pesquisa Bibliográfica
Revisão de Literatura
Coleta de dados
Análise dos dados
Redação preliminar
Revisão e correção
Redação final
Apresentação
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5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ASSUMPÇÃO Jr., Francisco Batista; CURÁTOLO, Eliana. Psiquiatria infantil: guia


prático. Barueri: Manole, 2004. ISBN 85-204-1778-7

BENCZIK, Edyleine B. P.; ROHDE, Luís Augusto P. Transtorno de déficit de


atenção/hiperatividade: o que é? como ajudar? Porto Alegre: Artmed, 1999. Edição
reimpressa em 2006. ISBN 85-7307-594-5

CARNEIRO, Maria Izabel Pereira. Apostilas de psicopatologia utilizadas por ocasião das
aulas ministradas no IV período do curso de graduação em Psicologia da FAROL –
Faculdade de Rolim de Moura/RO. Não publicadas, 2010.

GOLEMAN, Daniel. Inteligência emocional: a teoria revolucionária que define o que é


ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. ISBN 85-7302-080-6

GOLEMAN, Daniel... [et al.]. O espírito criativo. São Paulo: Editora Cultrix, 1999.

GOLEMAN, Daniel... [et al.]. O poder da inteligência emocional / primal leadership / a


experiência de liderar com sensibilidade e eficácia. Tradução de Cristiana Serra. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2002. 5ª impressão. ISBN 85-352-0970-0

JUNIOR, Plínio Marinho de Carvalho; CARNEIRO, Maria Izabel Pereira. Guia para
elaboração de projetos de pesquisa padrão farol de normalização – psicologia. Rolim de
Moura: Não publicado, 2010.

LEITE, Érida Maria Diniz (org). Dicionário digital de termos médicos 2007. Conteúdo
extraído da página eletrônica
http://www.pdamed.com.br/diciomed/pdamed_0001_18538.php, consulta realizada em
25/09/2010.

NEWRA, Tellechea Rotta... [et al.]. Transtorno da aprendizagem/abordagem


neurobiológica e multidisciplinar. Porto Alegre: Artmed, 2006. ISBN 978-85-363-0683-4
15

SILVA, Ana Beatriz B. Mentes inquietas: entendendo melhor o mundo das pessoas
distraídas, impulsivas e hiperativas. São Paulo: Editora Gente, 2003. ISBN 85-7312-406-7

SOUZA, Eneida Maria Leone; INGBERMAN, Yara Kuperstein. Transtorno do déficit de


atenção e hiperativiade: características, diagnóstico e formas de tratamento. Conteúdo
extraído da página eletrônica: ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/psicologia/article/download/332
3/2667. Consulta realizada em 25/09/2010.
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6. ANEXO

Questionário:

1. De acordo com as alternativas abaixo, assinale qual seu nível conhecimento a respeito do
tema “hiperatividade”?
( ) Superficial – Tenho apenas uma idéia do que seja hiperatividade, com base em
minha experiência.
( ) Médio – Fiz cursos e pesquisas sobre hiperatividade e estou apto a executar
atividades relacionadas ao tema, desde que sob supervisão.
( ) Alto – Domino o assunto e estou formalmente apto a diagnosticar casos de
hiperatividade, além de supervisionar atividades relacionadas ao tema.

2. Na escola onde trabalho são realizadas palestras e treinamentos de capacitação sobre vários
temas, inclusive hiperatividade...
( ) Regularmente, várias vezes durante o ano.
( ) Sem muita freqüência, poucas vezes ao ano.
( ) Não é comum ocorrer palestras ou treinamentos de capacitação, cabendo a cada
profissional fazer suas próprias leituras e pesquisas.

3. Na escola onde trabalho a proporção de crianças hiperativas é...


( ) Grande, ultrapassando o número das crianças não hiperativas.
( ) Média, equivalendo-se ao número de crianças não hiperativas.
( ) Pequena, consideravelmente inferior ao número de crianças não hiperativas.
( ) Não sei informar com segurança.

4. A escola onde trabalho possui em seu quadro de profissionais ou dispõe da assistência


profissional de:
( ) Psicólogo.
( ) Psicopedagogo.
( ) Nenhuma das alternativas.