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Limite e continuidade

Noção intuitiva de limite


Considere a função. Esta função está definida para todo R, isto é, qualquer que seja o
número real , o valor está bem definido.
1)(2..xxf.x
0x)(xf
Exemplo 1. Se então. Dizemos que a imagem de é o valor
.
20.x312)2()(2....fxf
3)2(.f

Considere agora uma outra função . Esta função está definida R\{1}. Isto significa que
não podemos estabelecer uma imagem quando x assume o valor 1.
11)(
2
.
.
.
xxxg..x
???
001111)1(
2
..
.
.
.g
Quando dividimos a por b procuramos um número c tal que o produto bc resulte em a.

Se fizermos , para qualquer valor de R, isto é, infinitos valores de x . Daí a


indeterminação no valor de x. O quociente simboliza uma indeterminação matemática. Outros
tipos
de indeterminações matemáticas serão tratados mais adiante.
0000
....xx
00
Como a variável x não pode assumir o valor 1 na função g, vamos estudar o comportamento
desta função
quando x está muito próximo de 1, em outras palavras, queremos responder a seguinte
pergunta:
Qual o comportamento da função g quando x assume valores muito próximos (ou numa vizin
hança) de 1,
porém diferentes de 1?
A princípio o estudo do limite visa estabelecer o comportamento de uma função numa viz
inhança de um
ponto (que pode ou não pertencer ao seu domínio). No caso da função f, qualquer valor at
ribuído a x
determina imagem única, sem problema algum. Mas na função g, existe o ponto x = 1 que
gera a
indeterminação.
Estudemos os valores da função quando x assume valores próximos de 1, mas diferente de
1. Para isto vamos utilizar as tabelas de aproximações.
Observação: Podemos nos aproximar do ponto 1:

Tabelas de aproximações
As tabelas de aproximações são utilizadas para aproximar o valor da imagem de uma função (
se existir)
quando a variável x se aproxima de um determinado ponto. Atribuindo a x valores próx
imos de 1, porém
menores (pela esquerda) do que 1 (veja a tabela que abaixo):

Atribuindo a x valores próximos de 1, porém maiores (pela direita) do que 1. Veja a


seguinte tabela:

Observe que podemos tornar g(x) tão próximo de 2 quanto desejarmos, bastando para is
so tomarmos x
suficientemente próximo de 1. De outra forma, convencionaremos:

O limite da função g(x) quando x se aproxima de (tende a) 1 é igual a 2 .


Simbolicamente escrevemos: ou . 2)(lim1
.
.
xgx
211lim21
.
.
.
.xxx
Observação:
Os dois tipos de aproximações que vemos nas tabelas A e B são chamados de limites late
rais.
. Quando x tende a 1 por valores menores do que 1 (1a tabela acima), dizemos que
x tende a 1 pela
esquerda, e denotamos simbolicamente por x .. Temos então que: .1

. Quando x tende a 1 por valores maiores do que 1 (2a tabela acima), dizemos que
x tende a 1 pela
direita, e denotamos simbolicamente por x .. Temos então que: .1

Definição intuitiva de limite (para um caso geral)


Seja f uma função definida num intervalo R contendo a, excepto possivelmente no própri
o a.
Dizemos que o limite de f(x) quando x se aproxima de a é R , e escrevemos , se, e
somente se, os limites laterais à esquerda e à direita de a são iguais à L, isto é, .
.I
.LLxfax
.
.
)(lim
Lxfxfaxax
..
....
)(lim)(lim
Caso contrário, dizemos que o limite não existe.
Ainda com relação à função , podemos então concluir, pela definição, que:

porque os limites laterais são iguais a 2. De forma equivalente, . 2)(lim)(lim11


..
....
xgxgxx
Será necessário sempre construir tabelas de aproximações para determinar o limite de uma
função, caso
ele exista? Não! Há uma forma bem mais simples, como veremos a seguir.

Cálculo de uma indeterminação do tipo


00
Sempre que nos depararmos com uma indeterminação do tipo , deveremos simplificar a e
xpressão da
função envolvida. Logo após, calculamos o limite da função substituindo, na expressão já si
ificada, o
valor de x. E para simplificar a expressão pode-se utilizar a factorização, conjugado
de radical, dispositivo
prático de Briot-Ruffini para dividir polinómios, etc.
00
Vejamos os exemplos seguintes:
Exemplo 2. Determine , onde . )(lim1xgx.
Observe que substituindo x por 1 na função g obtemos que é uma indeterminação matemática!
Quando a variável x está cada vez mais próxima de 1, a função g está cada vez mais próxima
quanto?
Devemos então simplificar a expressão da função g e depois fazer a substituição directa.
00)1(.g

Então:
Logo,
Chegamos à mesma conclusão da análise feita pelas tabelas de aproximações, porém de uma for
a mais
rápida e sistemática. Não mais utilizaremos as tabelas de aproximações para casos semelhan
tes a este!
Vale lembrar que a expressão significa que a função está tão próxima de 2
assim como x está suficientemente próximo de 1, porém diferente de 1.
Graficamente podemos verificar isso:
Gráfico da função ,. 1..x

Exemplo 3. Determine (observe a indeterminação matemática no ponto x = 1).


11lim21.
.
.xxx

Se construirmos as tabelas de aproximações, constataremos que a função está cada vez mais
próximo de a medida que x se aproxima de 1 pela esquerda e pela direita.
112.
.
.
xxy
41

Exemplo 4. Determine (observe a indeterminação matemática no ponto x = 2).


1238lim232.
.
.xxx

Constate através das tabelas de aproximações que se x . 2 então. 1123823


.
.
.
.
xxy
Exemplo 5. Determine (observe a indeterminação matemática no ponto x = 1).
134532lim231..
..
.xxxxx
Vamos resolver este limite usando o dispositivo prático para dividir polinómios de B
riot-Ruffini.
Precisaremos antes do Teorema de D Alembert que diz: Um polinómio f (x) é divisível por
(x - a),
R , se, e somente se, a é uma raiz de f (x), isto é, f (a) = 0. .a
Como o ponto x = 1 anula os polinómios do numerador e denominador, então ambos são div
isíveis por
. Assim, 1.x

(*) Usamos então o dispositivo de Briot- Ruffini para dividir estes polinómios.

Algumas fórmulas que auxiliam as simplificações nos cálculos dos limites.

Produtos notáveis:
1º) Quadrado da soma: . 2222)(bababa....
2º) Quadrado da diferença: 2222)(bababa....
3º) Produto da soma pela diferença: . 22))((bababa....
4º) Cubo da soma: . 3223333)(babbaaba.....
5º) Cubo da diferença: . 3223333)(babbaaba.....
6º) Soma de cubos: ))((2233babababa.....
7º) Diferença de cubos: ))((2233babababa.....
8º) O conjugado de é pois ba.ba.bababa....))((
9º) O conjugado de é pois ()() 33ba.32332baba..ba..

Proposição (unicidade do limite): Se e , então . Se o limite de uma


função num ponto existe, então ele é único.
1)(limLxfax
.
.
2)(limLxfax
.
.
21LL.

Principais propriedades dos limites.


Se e existem, e k é um número real qualquer, então: )(limxfax.
)(limxgax.
1. kkax
.
.
lim
2. . ....
.
)()(limxgxfax
.
.
)(limxfax
3. . )(lim)(limxfkxkfaxax..
.
4. . ....
.
)()(limxgxfax
.
.
)(limxfax
5. 0)(lim;
)(lim)(lim)(
)(
lim..
.
.
.
.
xgxgxfxgxfaxaxaxax

Exemplo 6. Calcule usando as propriedades.


427lim21.
.
.xxx

Mas, sem usar as propriedades, bastaria substituir o ponto x = 1 directamente na


expressão, obtendo logo o
resultado.

Continuidade
Definição: Seja um ponto do domínio de uma função f. Dizemos que f é contínua no ponto se:
)()(lim00xfxfxx
.
.
Exemplo 7. A função , do exemplo 1, é contínua no ponto , pois
.
1)(2..xxf20.x
3)2()(lim2
..
.
fxfx
Na verdade esta função é contínua em R, isto é, em todos os pontos da recta (do seu domínio
.

Exemplo 8. Algumas funções que não são contínuas no ponto :

Pois...
a) não existe, apesar de existir, neste caso ; )(lim0xfxx.
)(0xfLxf.)(0
b) existe , isto é . Existe , neste caso , mas ; 1)(lim0Lxfxx
.
.
20)(Lxf.)()(lim00xfxfxx
.
.
c) não existe , apesar de existir, neste caso .
Exemplo 9. Verifique se as funções abaixo são contínuas nos pontos indicados:
a) b) 4,4,424,2816)(02
.
..
..
.
..
.
.
.
.xxxxxxxf1,1,511,1221,11)(022
.
..
.
.
.
..
.
.
.
.
..
.
.
.
.
.
.
.xxxxxxxxxxg
Soluções:
a) Calculando o limite, temos:

Calculando a imagem, temos: f (4) = 2(4)-4 = 4 . Como , então a função não é contínua
no ponto .
)4()(lim4fxfx
.
.
40.x

b) Calculando o limite, temos:

Como os limites laterais são iguais, temos que . 4)(lim1


..
.
xgx
Calculando a imagem, temos: g(1) = 1 - 5(1) = -4 .
Como , então a função é contínua no ponto . )1()(lim1gxgx
.
.
10.x

Propriedades das funções contínuas.


Se as funções f e g são contínuas em um ponto , então:
i) f ± g é contínua em ;
ii) f . g é contínua em ;
iii) f / g é contínua em desde que . 0)(0.xg

Classificação dos pontos de descontinuidade


Como é sabido, uma função é descontínua no ponto se a condição não é
satisfeita, sendofinito. Mas para violar esta condição existem as seguintes possibil
idades:
()fxax.)()(limafxfax
.
.
()fa
1. Existe mas lim()
xafx
.
lim()()
xafxfa
.
.
2. O não existe, mas a função tem limites laterais finitos no ponto lim()
xafx
.
3. Pelo menos um dos limites laterais é infinito
4. Pelo menos um dos limites laterais não existe
Nestas condições,
No caso 1 diz-se que a função tem uma descontinuidade eliminável.
No caso 2 diz-se que a função tem um salto da 1ª espécie. xa.
Chama-se salto à diferença entre os limites laterais .
No caso 3 diz-se que a função tem um salto da 2ª espécie.
No caso 4 diz-se que a função tem uma descontinuidade indeterminada.

Limites infinitos
Quando resolvemos um limite e não encontramos como resposta valores numéricos, mas s
im infinito (+8
ou -8), dizemos então que o limite é infinito.

Exemplo 10. Calcule


11lim21.
.
..xxx
Neste caso, quando fazemos a substituição de x por -1 na expressão , encontramos .
112
.
.
xx
020
.
.
Esta não é uma situação especial. Sempre que na substituição de x ocorrer, k . 0, o resulta
o do limite
será sempre zero, naturalmente.
k0
E se na substituição do valor de x ocorrer , k . 0?
0k
Vamos analisar esta situação num caso particular e depois formalizar uma regra.

Exemplo 11. Estude o seguinte limite:


xx1lim0.
Devemos analisar os limites laterais. Vamos recorrer às tabelas de aproximações:
Aproximação do zero pela direita (notação x.)
.0
x
1
0,1
0,01
0,001
0,0001
f(x)=1/x
1
10
100
1000
10000

Cada vez que tomamos x suficientemente próximo de zero (pela direita), cresce
indefinidamente. Simbolizamos esta situação assim:
xxf/1)(.

Aproximação do zero pela esquerda (notação x.)


.0
x
1
0,1
0,01
0,001
0,0001
f(x)=1/x
1
10
100
1000
10000

Cada vez que tomamos x suficientemente próximo de zero (pela esquerda), decresce
indefinidamente. Simbolizamos esta situação assim:
Conclusão: Como os limites laterais são distintos, não existe . Veja a seguir o gráfico
da função
. xxf/1)(.

Regra (generalização)
Se na substituição do valor de x no cálculo de um limite ocorrer , k . 0, então diremos
que a resposta do
limite é:

Desta regra podemos perceber que . Se o denominador tende ao infinito com o nume
rador 0.
..
k
constante, a razão se aproxima de zero. Como veremos agora.

Limites no infinito
Estamos interessados agora em estabelecer o comportamento de uma função quando a var
iável x cresce
indefinidamente (x . +8) ou quando ela decresce indefinidamente (x . -8). Em alg
umas situações, a
função se aproxima de um valor numérico (figura 1), noutros pode também crescer indefini
damente
(figura 2) ou decrescer indefinidamente (figura 3).

Exemplo 12.
As tabelas abaixo apresentam situações de operações com infinito que usaremos com frequênc
ia.
Produto

Soma

Produto por uma constante

Soma com uma constante

R .k

Quociente

Potências

Expressões indeterminadas
Vimos que é uma expressão de indeterminação matemática. Também são:

Vamos analisar os quatro primeiros casos.

A indeterminação do tipo
.
.
Exemplo 13. Calcule os limites abaixo:
Podemos observar que estas expressões geram indeterminações do tipo, pois quando x . +
8 as
expressões do numerador e denominador também tendem a + 8 . Não podemos afirmar, a pri
ori, o valor
delas. Vejamos:

Observamos que nas três situações analisadas as indeterminações do tipo produziram respost
as
distintas (como era esperado, por isso que é indeterminação) Deve ter notado que para
resolver
indeterminações deste tipo a ideia é colocar o termo de maior grau em evidência no numer
ador e no
denominador.

A indeterminação do tipo 8 - 8
Exemplo 14. Calcule os limites abaixo:

Podemos observar que estas expressões geram indeterminações do tipo 8 - 8, mas não podem
os afirmar, a
priori, o valor delas. Vejamos, usando a mesma técnica da indeterminação anterior:

A indeterminação do tipo 0 × 8
Exemplo 15. Calcule os limites abaixo:

Podemos observar que estas expressões geram indeterminações do tipo (0 × 8), mas não podem
os afirmar,
a priori, o valor delas. Vejamos:

Transformamos a indeterminação 0 × 8 em 8 / 8 . Daí, já sabe!

Novamente transformamos a indeterminação para 8 / 8. Usando a técnica da racionalização:

Limite fundamental exponencial (a indeterminação do tipo )


.1
O número e tem grande importância em diversos ramos das ciências, pois está presente em
vários
fenómenos naturais, por exemplo: Crescimento populacional, crescimento de populações d
e bactérias,
desintegração radioactiva (datação por carbono), circuitos eléctricos, etc. Na área de econ
mia, é aplicado
no cálculo de juros.
Foi o Matemático Inglês Jonh Napier (1550-1617) o responsável pelo desenvolvimento da
teoria
logarítmica utilizando o número e como base. O número e é irracional, ou seja, não pode se
r escrito sob
forma de fracção, e vale aproximadamente:
e . 2,7182818
Como o número e é encontrado em diversos fenómenos naturais, a função exponencial é
considerada uma das funções mais importantes da matemática, merecendo atenção especial de
cientistas
de diferentes áreas do conhecimento humano.
exxf.)(

A prova desta proposição envolve noções de séries. Utilizaremos o recurso das tabelas de a
proximações e
gráfico para visualizar este resultado.
x
Gráfico:
100
2,7048
1000
2,7169
100000
2,7182
Faça uma tabela para x . - 8.
Exemplo 16. Calcule os limites abaixo:

Nestes dois casos percebemos indeterminações do tipo . Vejamos as soluções:

b) Neste caso, usaremos uma mudança de variável.


Façamos x = -3t . Se x . -8 então t . +8 .
Logo, teremos:

Consequências importantes do limite fundamental exponencial:

No item (i) faça a mudança de variável e use o limite fundamental exponencial.


tx1
.
No item (ii) faça a mudança de variável e use o item (i). tax..1

Limite fundamental trigonométrico


O limite fundamental trigonométrico trata de um limite cuja indeterminação é do tipo env
olvendo a
função trigonométrica . Este limite é muito importante, pois com ele resolveremos outros
problemas.
00
)(xseny.
Vamos utilizar a tabela de aproximação para verificar este resultado.
x

± 0,1
0,9983341664683
± 0,01
0,9999833334167
± 0,001
0,9999998333333
± 0,0001
0,9999999983333
± 0,00001
0,9999999999833
1010..
0,9999999999999

Visualizando o gráfico da função , podemos perceber também este resultado:


xxsenxf)(
)(.

Exemplo 17. Calcule os limites abaixo:

Soluções:
De uma forma geral, R, . Vamos usar este resultado agora: ..k1)(
lim0
.
.kxkxsenx

Funções limitadas
Definição: Uma função é chamada limitada, se existe uma constante R , tal que
, isto é , . Em outras palavras, possui o conjunto
imagem contido num intervalo de extremos reais. Observe que Df significa domínio d
a função f.
)(xfy..k
Dfxkxf...,)(Dfxkxfk.....,)(

Exemplo 14. Algumas funções limitadas e seus gráficos.

)132()(2...xxsenxf

Exemplo 18.
a) Calcule
xxsenx)(
lim
...

Solução:
?
Ficha . 3: Limites

1. Prove, a partir da definição de limites de funções, que:


.123lim);
211lim)
;
3212lim);
3412lim)
;4)13(lim);8)91(lim)
112211
..
.
.
.
.
.
.
.
.....
....
...
..
xxfxxexxdxxcxbxaxxxxxx

2. Calcule os seguintes limites:

..
.
...
.
.
....
..
..
.
..
.
.
.
.
..
.
..
.
..
.
.
..
.
..
..
..
..
..
..
...
.
.
..
...
5323111lim);
)54)(35(
)32)(13(
lim)
1213lim);
3532)35)(23(
12lim)
;
24lim);
36132lim)
;
23)12)(3(
lim));46(lim)
11022210342412122xxxhxxxxgxxxxfxxxxxxehhdxxxxxcxxxxbxxaxxxxhxxx

216lim);
)(
lim);
1311lim)
1lim);
)1(
lim);
3423lim)
334lim);
231lim)
25105lim)
)23(lim);
11lim);
234lim)
4233031221332431232212250231222
.
...
..
.
..
.
.
.
.
.
.
.
...
..
..
.
..
..
.
.
..
.
.
.
..
.
...
...
....
.....
xxthxhxsxxrxxxqaxaxaxpxxxxoxxxnxxxmxxxlxkxxjxxxixhxxaxxxxxxxx

3. Calcule os limites das seguintes funções irracionais:

;
123lim);lim);
)1(
12lim)
;
473lim);
11lim)
1111lim)
;
31lim);
48lim);
11lim)
12332194313043641
.
..
.
.
.
..
..
.
.
.
..
..
.
.
.
.
.
.
...
...
...
xxiaxaxhxxxgxxfxxexxdxxcxxbxxaxaxxxxxxxx
.4932lim);
28lim);lim)
;
346262lim);
5153lim)
273833022234
.
..
.
...
..
.....
..
..
...
..
xxnxxmhxhxlxxxxxxkxxjxxhxx

4. Calcule os seguintes limites (no infinito):

....
....
....xxxrxxqxxxpxaxxoxxxnxxmxxlxxxxkxxjxxixxhxxgxxxfxxexxxxxdxxxcxxbxxxxaxxxxxxxx
xxxxxxxxxxln)1ln(lim);)2ln()12ln(lim)
3lim);)(lim);
1432lim)
63lim);3lim);
5852lim)
32lim);
5)1(
lim);
10lim)
13lim);
3124lim)1lim)
13)94)(53)(32(
lim);
5)23()32(
lim)
;
...321lim);
)3)(2)(1(
lim)
22423432322332233533322223
.....
.....
.
..
...
..
..
.
.
.
.
.
..
..
..
..
...
.
..
.......
....
......
......
......
......
....
....

5. Sendo , calcule . 1)(2..xxf


3)3()(
lim3.
.
.xfxfx

6. Sendo , calcule .
xxg1)(.
hghgh)1()1(
lim0
..
.

7. Calcule os seguintes limites trigonométricos (notáveis):

..
xxlxxtgjaxaxixxtgiaxsenasenxhxxgxsenxfxsenxsenexsenxsendxsenxsencxxsenbxsenxaxxa
xxaxxxxxxxxcos1lim);
2lim);
coscoslim)
5lim);lim);
cos1lim)
lim);
3lim)
25lim)
23lim);
3lim);lim)
0202010002
.
..
.
.
..
.
....
...
...
...
.
..
.
.
2002000400cos1lim);
32lim);;
coscoslim)
cos37lim);
cos1lim);
1coslim)
11lim);
)(
lim)
xxtxsenxxsenxsxnxmxrxxxsenxsenqxsenxtgxptgxxsenxoxsenxsenxnhsenxhxsenmxxxxxxxh
.
.
..
.
.
.
.
.
.
.....
...
..
.
..
.

8. Calcule os seguintes limites notáveis:

....;1lim);lim);21lim)
1lim);1lim);
11lim)
2100kxxxxxbxxxxxkxxxkfcoxexdxkcxbxa
..
.
..
.
..
..
.
..
.
...
.
..
.
...
.
..
.
.
....
......
.
..
....
.
sinsinlim);lim);
15sin13lim)
;
2255lim);
314lim);
2110lim)
;1lim);
31lim);
11lim)
;
1lim);
2332lim);
32lim)
;
11lim);
121lim);
2lim)
00411253322021211222200102bxaxeeuxeetxsxrxqxpaxoxxnxxmxlxxxxkxxjxxixxhxxsengbxax
xbxaxxxxxxxxxxxbxxxxxxxxxsenxxxxxxxxxx
.
..
.
.
.
.
.
.
.
.
...
.
..
.
.
.
..
.
..
.
.
.
..
.
...
..
.
.
..
.
.
..
..
..
.
..
.
.
.
..
.
..
.
.
.
..
.
..
.
.
.
..
.
..
.
.
..
.
.
.
.
.
..
.
.
.
.
..
.
.
.
....
....
.
.

9. Calcule os seguintes limites laterais:

....
;
52lim;
52lim)
;
1lim;
1lim)
;
3lim;
3lim)
;
23lim;
23lim)
5521213322
..
..
..
..
..
..
..
..
..
..
..
....
xxexxdxxexxcxxexxbxexaxxxxxxxx
10. Sendo e
...
.
..
.
0,0,13)(
2xsexxsexxf
..
..
.
.
.
..
.
1,21,41,1)(
xsexxsexsexxh
a) Esboce os gráficos de f e h.
b) Verifique a existência ou não dos limites seguintes:

)(lim));(lim)
10xhiixfixx..

11. Sendo s uma função real de variável real, definida por


(b.R). Calcule b, tal que existe.
..
..
.
..
.
..
.
2,32,42,1)(
2xsebxxsexsexxs
)(lim2xsx.

12. Dadas às funções: ;


..
..
.
...
.
...
.
12,2,221,4)(
xxsexxsexsexxf

e
..
..
.
...
...
...
.
1,21,21,2)(
2xsexxsexsexxxg
.
.
.
..
.
.
...
..
..
.
1,321,211,
)(
2xsexxsexsexxh
a) Represente f, g e h graficamente;
b) Determine o domínio e o contradomínio de f, g e h.
c) Através do gráfico, indique os pontos de descontinuidade de f, g, h.

13. De cada uma das seguintes funções, esboce o gráfico, estude a continuidade e
classifique os pontos de descontinuidade, nos pontos indicados:
a) ; em x = 1; 1)(..xxf
b) , em x = 2;
...
.
.
.
2;102;2)(
2xsexsexxf
c) , em x = 0;
...
..
..
.
0,20,2)(
2xsexxsexxf
d) , em x = 0;
...
..
....
.
20,01,1)(
xsexxsexf
e) , em x = 1;
......
..
.
21,210,2)(
xsexxsexxf
f) , em x = 1;
..
..
.
...
.
..
.
21,31,410,2)(
xsexxsexsexxf
g) , em x = 1;
..
..
.
....
..
.....
.
21,1,313,2)(
xsexxsexsexxf
h) , em x = 3;
..
..
.
.
..
.
..
.
3,5623,15)(
2xsexxxxsexxf
i) , em x = 3 e x = 1;
...
..
..
.
3,23,21)(
2xsexxsexxf
j) , em x = 2.
..
..
.
.
.
..
..
.
2,3342,15)(2xsexxxxsexxf

14. Seja dada a função definida por . Determine o valor de


a para o qual f(x) é contínua em x = 0.
...
..
.
.
0,0,3)(
xsexaxsexfx

15. Qual deve ser o valor de k para que a função:

Seja contínua.
..
..
.
..
.
..
.
.
3,33,562)(2xsekxsexxxxf