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CADERNO DE APOIO

AO PROFESSOR
Sandra Costa
Carlos Fiolhais
Manuel Fiolhais
Victor Gil
Carla Morais
João Paiva

Fichas de
Planificações Planos de aula Fichas globais
diagnóstico

Fichas Atividades Guiões de recursos Recursos


diferenciadas práticas multimédia extra

8. o Ano
Ciências
Físico-Químicas
Índice

1. Apresentação do Projeto Universo Atividades prático-laboratoriais – Som ............... 87


FQ – 8.o ano........................................................ 3 Atividade N.o 1 – Frequências das notas musicais . 87
Atividade N.o 2 – Instrumentos musicais
2. Metas Curriculares .......................................... 6 e efeitos sonoros .............................................. 88
Atividade N.o 3 – A que distância está
3. Calendarização .................................................. 7 uma trovoada? ................................................. 89
Calendarização anual............................................. 7 Atividades prático-laboratoriais – Luz ................. 90
Planificação a médio prazo .................................... 9 Atividade N.o 1 – A cor e a visão......................... 90
Planos de aula ..................................................... 22
9. Recursos complementares ao manual .... 91
4. Fichas de diagnóstico .................................... 45 Textos de apoio ................................................... 91
Ficha de diagnóstico N.o 1 – Reações químicas ... 45 Notícias ................................................................ 98
Ficha de diagnóstico N.o 2 – Som ....................... 46 Adivinhas ........................................................... 101
Ficha de diagnóstico N.o 3 – Luz ......................... 47
10. Utilização das Tecnologias de Informação
5. Fichas diferenciadas ...................................... 48 e Comunicação ........................................... 105
Ficha 1A – Reações químicas ............................... 48 : alguns exemplos de recursos ...... 105
Ficha 1B – Reações químicas ............................... 50 Guia de exploração de recursos multimédia ..... 105
Ficha 2A – Reações químicas ............................... 52 WebQuests ........................................................ 110
Ficha 2B – Reações químicas ............................... 54 WebQuest «Mega Bolo de Chocolate» ............. 111
Ficha 1A – Som .................................................... 56 WebQuest «O som em vias de extinção» .......... 111
Ficha 1B – Som .................................................... 58 WebQuest «Luzes, câmara… festa!» ................. 113
Ficha 1A – Luz ...................................................... 60 Atividade com os Pais no Computador (APC) –
Ficha 1B – Luz ...................................................... 62 «A química e a sustentabilidade na Terra» ....... 114

6. Fichas globais .................................................. 64 11. Propostas de «Ciência divertida» para o


Ficha global N.o 1 – Reações químicas................. 64 «Dia Aberto» na escola ........................... 117
Ficha global N.o 2 – Som ...................................... 66 Atividade N.o 1 «Vamos fazer “truques de magia”
Ficha global N.o 3 – Luz ........................................ 68 com a fenolftaleína?» ........................................ 117
Atividade N.o 2 «Telefone de cordel»................ 117
7. Questões usadas em avaliações externas Atividade N.o 3 «Construção de um periscópio»118
internacionais ................................................. 70 Atividade N.o 4 «Construção da casa
dos fenómenos luminosos» .............................. 118
8. Atividades prático-laboratoriais ............... 80
Atividades prático-laboratoriais – Reações 12. Soluções de fichas e atividades ............. 119
químicas............................................................... 80
Atividade N.o 1 – «Viagem» ao interior 13. Bibliografia................................................... 128
das substâncias ................................................ 80
Atividade N.o 2 – Explorando as reações químicas .... 82
Atividade N.o 3 – Reações de oxidação-redução ... 83
Atividade N.o 4 – Reações de ácido-base ............ 84
Atividade N.o 5 – Reações de precipitação .......... 85
Atividade N.o 6 – Efeito da temperatura e dos
catalisadores na velocidade das reações químicas .. 86

© Texto | Universo FQ 1
1 Appresentaação do Projetoo Univerrso FQ – 8.o anoo
O projeto Universo FQ
Q é constituíd
do por um to que inclui os seguintes
odo, coerentte entre si, q
elementos:
Aluno Prrofessor
• Manual • Manual do Prrofessor
• Caderno de
d Atividadess • Caderno de A
Apoio ao Proffessor

• Manual
O Manual tem uma esttrutura bastaante simples e funcional. Dividido em
trrês capítulos, que correspo ondem aos trrês domínios das Metas Cuurriculares, e
22 pequenas secções, ap presenta os conteúdos de um moodo simples,
reecorrendo frrequentemen nte a esque emas para melhor sisteematizar os
diversos assun ntos. Inclui divversos momeentos de «parragem» ao loongo de cada
caapítulo, mommentos esses em que é feita uma síntese do que see aprendeu e
sãão propostas diversas que estões, assim como uma ou duas tarefaas. Pensando
que estas que estões podem m ser usadas quer em salas de aula quer como
trrabalho de casa,
c fornece emos as suaas respostas apenas no Manual do
Professor.
No final dee cada capítu ulo é apresenntado um Re esumo geral e + Questõess. Visando prromover o
esstudo autóno omo, e penssando que esstas questões poderão seer usadas peelos alunos q quando se
preparam paraa os momentos de avaliaçãão, fornecem mos a sua respposta no final do Manual.
No Manuaal do Professsor encontraam-se remisssões para váários recurso os, facilitando
o assim a
articulação de todos os com mponentes do o projeto.

• Caderno de Atividades
Tal como o Manual, o Caderno de d Atividadess está dividi do em três
caapítulos. Visaando promove er o estudo autónomo,
a inclui resumos e pequenas
fichas de exerccícios. No finaal encontram-se as soluçõees das fichas..

• Caderno de Apoio ao Professor


O Caderno o de Apoio o ao Professsor tem como objetivvo fornecer
nformações e recursos complementa
in c ares úteis para os profeessores que
trrabalham comm o Manual Universo
U FQ. Os recursos aqui
a contidoss pretendem
auxiliar os doccentes no ennsino dos várrios domínioss que integraam as Metas
o 8.o ano da disciplina.
Curriculares do d

© Texxto | Universo FQ
Q 3
Este Caderno de Apoio ao Professor inicia-se com a apresentação integrada de todo o Projeto do
Universo FQ - 8.o ano. No segundo tópico deste Caderno apresentam-se algumas considerações
importantes sobre as Metas Curriculares para as Ciências Físico-Químicas no 3.o ciclo do ensino
básico: 8.o ano. De seguida, apresenta-se uma proposta de calendarização anual e de planificação a
médio prazo, bem como 22 planos de aula, de 90 + 45 min, que abrangem todos os conteúdos do
manual. Estes materiais encontram-se também disponíveis, em formato editável, em ,
para que o professor os possa adaptar às necessidades de cada turma.
Com o intuito de detetar a falta de pré-requisitos, assim como as ideias prévias dos alunos sobre
alguns conteúdos a abordar, apresentam-se algumas fichas de diagnóstico fotocopiáveis, que
poderão ser usadas pelo professor. Estas fichas também estão disponíveis, em formato editável, em
.
Disponibiliza-se ainda um conjunto de oito fichas de trabalho com grau de dificuldade
diferenciado, mais elementar (Fichas A) e mais exigente (Fichas B), respetivamente, em relação ao
aluno médio.
Há ainda três fichas globais, que podem ser usadas com o propósito de auxiliar o aluno no
processo de aplicação e consolidação dos conhecimentos adquiridos. Incluem-se algumas questões
usadas em avaliações externas internacionais, assim como um conjunto de atividades prático-
-laboratoriais relacionadas com os três domínios em estudo.
No Caderno de Apoio ao Professor podem encontrar-se alguns textos com aprofundamentos e
extensões, notícias de ciência divulgadas pelos media e um conjunto de adivinhas sobre os temas
abordados no programa.
Encontra-se ainda neste Caderno uma secção dedicada à utilização das Tecnologias da Informação
e Comunicação, com destaque para o guia de exploração de alguns recursos da ,
propostas de WebQuest e uma proposta de uma Atividade com os Pais no Computador (APC).
São fornecidas propostas de «Ciência Divertida» para o «Dia Aberto» da escola, apresentam-se as
soluções das fichas e atividades e termina-se com algumas sugestões de bibliografia.

• 20 Aula Digital
A Aula Digital possibilita a fácil exploração do projeto Universo FQ. Trata-se
de uma ferramenta que lhe permitirá tirar o melhor partido do seu projeto
escolar, simplificando o seu trabalho diário.
Projete e explore as páginas do Manual na sala de aula e aceda a um vasto
conjunto de conteúdos multimédia integrados com o Manual, para tornar a
sua aula mais dinâmica:
• Animações e animações 3D – permitem tornar a aula mais dinâmica e
interativa. Terminam sempre com atividades finais de verificação das
aprendizagens.
• Simulações – neste tipo de recursos é possível simular a manipulação de variáveis, sendo
possível testar os conceitos apresentados em contexto de sala de aula, de modo a perceber as
diferentes relações entre grandezas.
• Vídeos – de modo a complementar e enriquecer o primeiro tema do Manual e as atividades
experimentais propostas, são apresentados alguns recursos audiovisuais.
• Apresentações em PowerPoint – apresentação, de forma sintetizada, dos conteúdos essenciais.
• Protocolos projetáveis – os protocolos de todas as atividades laboratoriais propostas no manual
são fornecidos em formato PowerPoint, para poderem ser facilmente projetados na sala de
aula. No final de cada protocolo há questões de verificação das aprendizagens - com correção no
próprio PowerPoint.

4
• Testes innterativos – vasto
v conjunto de testes interativos, que se encontram organizados por
unidade e subunidade e, num extenso banco de testes.
t
• Atividadees interativas – recursos didáticos
d que permitem exxercitar os co
onteúdos de u uma forma
mais lúdica e interativva.
• WebQueests – este tipo de recurssos aproveitaa, através dee algumas qu uestões orienntadoras, a
vasta gamma de recurso os disponíveis online, reun
nindo-os por ttemática.
• Planificaçção de aulas – são forneccidas, em forrmato editáveel, todas as pplanificações (globais e
aula a aula),
a permitindo a sua adaptação ao contexto de cada turma. Poderá utilizar as
sequênciias de recursos digitais feeitas de acorddo com os Pl anos de Aulaa criados paraa si, que o
apoiarãoo nas suas aulas com recurrso a projetorr ou quadro innterativo.

Em 20 Aulaa Digital encon


ntra ainda um
ma base de ce
erca de 150 q uestões a partir da qual poderá utilizarr testes
pré-definidos ou
o criar teste
es à sua medid
da.

Além dos recursos do aluno,


disponibilizaam-se
ao professorr:

A
Animações Protocollos de atividaades laborato
oriais
Abbrangem todos os conteúdos; caada animação teermina com Protocoloss projetáveis de todas as atividaades laboratoriaiis
uma pequena atividade para verificação
v da ap
prendizagem propos tas no manual
Annimações 3D Mapas d
de conceitos
Exxemplos de alguumas das 21 animações Esquemas que se encontraam no final de ccada capítulo do manual
Átomos e elem
mentos químicoss mato interativo
em form
Como alterar a velocidade de uma reação quím
mica Apresen
ntações em Po
owerPoint
Fenómenos accústicos
22 apresenntações, uma poor cada secção d
do manual
Moléculas 3D
O olho em 3D Planos d
de aula
22 planos de aula para 90 + 45 min
Siimulações
Exxemplos de algu umas das 9 simu
ulações Testes in
nterativos
Pressão, volum
me e temperaturra de um gás 3 testes innterativos
Visualização de
e ondas sonorass num osciloscóp
pio Imagenss projetáveis
Formação de imagens em espe elhos 120 imageens ampliáveis para facilitar a exxploração em sala de
Formação de imagens em lenttes aula
A
Atividades interativas Soluçõess projetáveis
d aprendizagens em formato in
Paara verificação de nterativo
Teestes interativos
222 testes interativvos
V
Vídeos laborattoriais
Víídeos de todas as
a atividades laboratoriais propo
ostas no manual
V
Vídeos temáticos
Víídeos de curta duração

© Texxto | Universo FQ
Q 5
2 Metas Curriculares
Segundo o Despacho n.o 15971/2012, de 14 de dezembro, as Metas Curriculares «identificam a aprendizagem
essencial a realizar pelos alunos, realçando o que dos programas deve ser objeto primordial de ensino».

As Metas Curriculares permitem:


• identificar os desempenhos que traduzem os conhecimentos a adquirir e as capacidades que se querem ver
desenvolvidas;
• identificar o referencial para a avaliação interna e externa;
• orientar a ação do professor na planificação do seu ensino e na produção de materiais didáticos;
• facilitar o processo de autoavaliação pelo aluno.
As Metas Curriculares visam os resultados a atingir pelo aluno, mas não definem nem restringem as opções
metodológicas do professor.

Estas metas têm por base os elementos essenciais das «Orientações Curriculares para o 3.o ciclo do Ensino
Básico: Ciências Físicas e Naturais», 2001. Traduzem o essencial das aprendizagens que os alunos devem
alcançar, embora os professores possam ir além do que está indicado. Há metas obrigatórias de caráter
prático-laboratorial.

Na tabela seguinte, e para o 8.o ano de escolaridade:


• indicam-se os domínios definidos no documento das metas correspondentes aos temas organizadores das
orientações curriculares de 2001;
• destacam-se as principais alterações, indicando-se os conteúdos não obrigatórios (isto é, aqueles que não
constam das Metas Curriculares) e a alteração sugerida para a sequência da abordagem dos conteúdos.
Orientações Meta
curriculares
(2001): temas
Domínio Conteúdos
organizadores
Aconselha-se iniciar o 8.o ano pelos conteúdos da componente de química.
Mantêm-se os conteúdos, mas altera-se a sua sequência.
Inicia-se com os conceitos de átomos, moléculas, iões e compostos iónicos, dan-do-se ênfase à
respetiva simbologia química (é obrigatório os alunos memorizarem alguns símbolos químicos e
Reações
Som algumas fórmulas de iões).
químicas
Introduzem-se as reações químicas, escrevendo-se e acertando-se as respetivas equações
químicas, mas não se usam deliberadamente «equações por palavras».
Abordam-se depois tipos de reações químicas (sendo obrigatório os alunos memorizarem
Sustentabilidade na Terra

algumas fórmulas químicas de ácidos e hidróxidos) e fatores que alteram a sua velocidade.
Realça-se que o som é uma onda de pressão, introduzindo-se o conceito da variação de pressão
na representação gráfica da periodicidade temporal da onda sonora.

Luz Som Conteúdos não obrigatórios:


• Periodicidade espacial de uma onda (comprimento de onda)
• Relação entre velocidade de propagação, frequência e comprimento de onda
• Conceito de onda transversal e de onda longitudinal
Conteúdos não obrigatórios:
• Construção de imagens em espelhos curvos e em lentes
• Cores primárias e secundárias; filtros
Reações
Luz • Reflexão total da luz e fibras óticas
químicas
Caracterizam-se imagens em espelhos curvos e lentes a partir da observação das mesmas, sem
se fazer a sua construção geométrica.
Mudança
— Foi retirado este tema (lecionado em Geografia).
Global

6
3 Calendarização
Calendarização anual
O início do ano letivo exige um imenso trabalho de planificação e calendarização por parte do
professor. A elaboração de um plano é tão importante quanto a capacidade de se afastar
criticamente dele se assim o exigirem as necessidades e/ou interesses da turma à sua frente. Uma
aula deve ser viva e dinâmica, tendo em conta a trama complexa de inter-relações humanas, a
diversidade de interesses e as características dos alunos. Mas tal não implica que se perca o fio
condutor de uma planificação: significa que o plano deve ser flexível de modo que permita ao
professor inserir novos elementos, mudar de rumo se assim o determinarem as circunstâncias de
ensino-aprendizagem.
Sem prejuízo de uma salutar flexibilidade curricular, apresenta-se a seguir uma calendarização
que pode servir de base ao trabalho de planificação anual do professor.
O estudo das Ciências Físico-Químicas no 8.o ano irá desenrolar-se ao longo de aproximadamente
37 semanas. Cabe ao professor adaptar esta proposta de grelha às suas circunstâncias, incluindo
avaliação (A), atividades complementares/imprevistas (AC/AI), etc.
AC/ISI

1.1 1.2 1.3

Semana •
1 •
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2 •
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3 •
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5 •
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6 •
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Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 7


AC/ISI
2.1 2.2 2.3 2.4 3.1 3.2

17 •
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Semana •
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Semana •
36 •
Semana •
37 •

8
Planificação a médio prazo

Planificação a médio prazo


Apresenta-se uma proposta de planificação a médio prazo dos três domínios de ensino, cujas linhas estruturantes passaram por:
• Sugerir possíveis questões orientadoras que podem ser usadas com vantagem pedagógica para contextualizar as temáticas, despertando a
curiosidade e estimulando a participação e interesse dos alunos.
• Identificar e ordenar os conteúdos bem como os respetivos objetivos que lhes correspondem.
• Identificar os recursos que visam contribuir para a consecução dos objetivos delineados, bem como a sua localização no Manual, Caderno de Atividades,
Caderno de Apoio ao Professor e .

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 9


Domínio Reações químicas
Subdomínio Explicação e representação de reações químicas
1. Reconhecer a natureza corpuscular da matéria e a diversidade de materiais através das unidades estruturais das suas substâncias; compreender o
Objetivo geral
significado da simbologia química e da conservação da massa nas reações químicas.
Conteúdos Metas Curriculares Recursos
• Natureza corpuscular da 1.1 Indicar que a matéria é constituída por corpúsculos submicroscópicos • Manual:
matéria (átomos, moléculas e iões) com base na análise de imagens fornecidas, obtidas Apresentação dos conteúdos e questões de
– Constituição da matéria experimentalmente. aplicação intercalares: pp. 10-46.
– Sólidos, líquidos e gases 1.2 Indicar que os átomos, moléculas ou iões estão em incessante movimento
existindo espaço vazio entre eles. • Caderno de Atividades:
– Temperatura e agitação Resumo global: p. 3
corpuscular 1.3 Interpretar a diferença entre sólidos, líquidos e gases com base na liberdade de
Fichas de trabalho n.os 1, 2, 3, 4, 5 e 6
movimentos e proximidade entre os corpúsculos que os constituem.
– Pressão, temperatura e Ficha global n.os 1 e 2
volume de um gás 1.4 Associar a pressão de um gás à intensidade da força que os corpúsculos exercem,
por unidade de área, na superfície do recipiente onde estão contidos. • Caderno de Apoio ao Professor:
1.5 Relacionar, para a mesma quantidade de gás, variações de temperatura, de Ficha de diagnóstico n.o 1 – Reações químicas
pressão ou de volume mantendo, em cada caso, constante o valor de uma destas Ficha 1A – Reações químicas
grandezas. Ficha 1B – Reações químicas
Questões usadas em avaliações externas
• Átomos e seus internacionais
1.6 Descrever a constituição dos átomos com base em partículas mais pequenas
agrupamentos Atividades n.os 1 e 2
(protões, neutrões e eletrões) e concluir que são eletricamente neutros.
Textos de apoio
– Constituição dos átomos 1.7 Indicar que existem diferentes tipos de átomos e que átomos do mesmo tipo são Adivinhas
– Símbolos químicos de um mesmo elemento químico, que se representa por um símbolo químico Notícias
– Moléculas universal.
– Fórmulas químicas 1.8 Associar nomes de elementos a símbolos químicos para alguns elementos (H, C,
O, N, Na, K, Ca, Mg, Aы, Cы, S).
– Substâncias elementares
e substâncias compostas 1.9 Definir molécula como um grupo de átomos ligados entre si.
– Misturas de substâncias 1.10 Descrever a composição qualitativa e quantitativa de moléculas a partir de uma
fórmula química e associar essa fórmula à representação da substância e da
respetiva unidade estrutural.
1.11 Classificar as substâncias em elementares ou compostas a partir dos elementos
constituintes, das fórmulas químicas e, quando possível, do nome das
substâncias.

10
Domínio Reações químicas
Subdomínio Explicação e representação de reações químicas
1. Reconhecer a natureza corpuscular da matéria e a diversidade de materiais através das unidades estruturais das suas substâncias; compreender o
Objetivo geral
significado da simbologia química e da conservação da massa nas reações químicas.
Conteúdos Metas Curriculares Recursos
– Iões 1.12 Definir ião como um corpúsculo com carga elétrica positiva (catião) ou negativa • Recursos
– Símbolos de iões e (anião) que resulta de um átomo ou grupo de átomos que perdeu ou ganhou Simulação: «Pressão, volume e temperatura de
fórmulas químicas de eletrões e distinguir iões monoatómicos de iões poliatómicos. um gás»
sais 1.13 Indicar os nomes e as fórmulas de iões mais comuns (Na+, K+, Ca2+, Mg2+, Aы3+, Animação: «Átomos e elementos químicos»
NH4+, Cыо, SO42о, NO3о, CO32о, PO43о, OHо, O2о). Animação: «Moléculas 3D»
Animação: «Substâncias e misturas»
1.14 Escrever uma fórmula química a partir do nome de um sal ou indicar o nome de
Animação: «Formação de iões»
um sal a partir da sua fórmula química.
Vídeo: «Corrente elétrica em soluções»
1.15 Concluir, a partir de representações de modelos de átomos e moléculas, que Atividade: «Acerto de equações químicas»
nas reações químicas há rearranjos dos átomos dos reagentes que conduzem à Vídeo: «Mais um exemplo de conversação da
• Equações químicas formação de novas substâncias, conservando-se o número total de átomos de massa numa reação química»
• Conservação da massa cada elemento. Vídeo: «O que sucede à massa total na reação
– Lei de Lavoisier 1.16 Indicar o contributo de Lavoisier para o estudo das reações químicas. química entre o sulfato de cobre e o hidróxido
1.17 Verificar, através de uma atividade laboratorial, o que acontece à massa total de cálcio?»
das substâncias envolvidas numa reação química em sistema fechado. Vídeo: «Como varia a massa total na reação
química entre o ácido nítrico e o cobre sólido?»
1.18 Concluir que, numa reação química, a massa dos reagentes diminui e a massa
PowerPoint: «Natureza da matéria»
dos produtos aumenta, conservando-se a massa total, associando este
PowerPoint: «Átomos e seus agrupamentos»
comportamento à lei da conservação da massa (lei de Lavoisier).
PowerPoint: «Iões»
1.19 Representar reações químicas através de equações químicas, aplicando a lei da PowerPoint: «Equações químicas»
conservação da massa.

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Domínio Reações químicas
Subdomínio Tipos de reações químicas
Objetivo geral 2. Conhecer diferentes tipos de reações químicas, representando-as por equações químicas.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Reações de 2.1 Identificar, em reações de combustão no dia a dia e em laboratório, os reagentes • Manual:
oxidação-redução e os produtos da reação, distinguindo combustível e comburente. Apresentação dos conteúdos e questões de
– Combustões 2.2 Representar reações de combustão, realizadas em atividades laboratoriais, por aplicação intercalares: pp. 47-79.
equações químicas.
• Reações ácido-base • Caderno de Atividades:
2.3 Associar as reações de combustão, a corrosão de metais e a respiração a um tipo
Resumo global: p. 4
– Ácidos e bases no de reações químicas que se designam por reações de oxidação-redução.
Fichas de trabalho n.os 7, 8, 9, 10 e 11
dia a dia 2.4 Identificar, a partir de informação selecionada, reações de combustão Ficha global n.o 3
– Indicadores ácido-base relacionadas com a emissão de poluentes para a atmosfera (óxidos de enxofre e
– Indicador universal e nitrogénio) e referir consequências dessas emissões e medidas para minimizar • Caderno de Apoio ao Professor:
escala de pH os seus efeitos. Ficha 2A – Reações químicas
– Reações entre soluções 2.5 Dar exemplos de soluções aquosas ácidas, básicas e neutras existentes no Ficha 2B – Reações químicas
ácidas e básicas laboratório e em casa. Questões usadas em avaliações externas
2.6 Classificar soluções aquosas em ácidas, básicas (alcalinas) ou neutras, com base internacionais
– Ácidos, bases e sais
no comportamento de indicadores colorimétricos (ácido-base). Atividades n.os 3, 4, 5 e 6
Atividades com os Pais no Computador (APC)
2.7 Distinguir soluções ácidas de soluções básicas usando a escala de Sorensen.
– «A Química e a sustentabilidade na Terra»
2.8 Determinar o caráter ácido, básico ou neutro de soluções aquosas com Textos de apoio
indicadores colorimétricos, e medir o respetivo pH com indicador universal e Adivinhas
medidor de pH. Notícias
2.9 Ordenar soluções aquosas por ordem crescente ou decrescente de acidez ou de
alcalinidade, dado o valor de pH de cada solução. • Recursos
2.10 Prever se há aumento ou diminuição de pH quando se adiciona uma solução Infográfico e vídeo: «As combustões e a
ácida a uma solução básica ou vice-versa. poluição atmosférica»
Vídeo: «Fazer arder enxofre e fazer arder o
2.11 Identificar ácidos e bases comuns: HCы, H2SO4, HNO3, H3PO4, NaOH, KOH,
metal magnésio»
Ca(OH)2, Mg(OH)2.
Vídeo: «A intervenção do oxigénio na corrosão
2.12 Classificar as reações que ocorrem, em solução aquosa, entre um ácido e uma do ferro»
base em reações ácido-base e indicar os produtos dessa reação. Animação: «Ácidos e bases no dia a dia e no
2.13 Representar reações ácido-base por equações químicas. laboratório»

12
Domínio Reações químicas
Subdomínio Tipos de reações químicas
Objetivo geral 2. Conhecer diferentes tipos de reações químicas, representando-as por equações químicas.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Reações de precipitação 2.14 Concluir que certos sais são muito solúveis ao passo que outros são pouco • Recursos (cont.)
– Sais muito solúveis e sais solúveis em água. Simulação: «Determinação do pH de soluções»
pouco solúveis em água 2.15 Classificar em reações de precipitação as reações em que ocorre a formação de Vídeo: «Como detetar o caráter ácido ou básico
– Reações de precipitação sais pouco solúveis em água (precipitados). através da cor?»
na natureza e em nossas Animação: «Reações de ácido-base (ou de
2.16 Identificar reações de precipitação, no laboratório e no ambiente (formação de
casas neutralização)»
estalactites e de estalagmites).
Vídeo: «Como relacionar a cor do indicador, o
2.17 Representar reações de precipitação, realizadas em atividades laboratoriais, pH e o carácter ácido-base de uma solução?»
por equações químicas. Vídeo: «Como varia o pH perante a adição
2.18 Associar águas duras a soluções aquosas com elevada concentração em sais de sucessiva de uma base a um ácido?»
cálcio e de magnésio. Simulação: «Reações de precipitação»
2.19 Relacionar, a partir de informação selecionada, propriedades da água com a sua Vídeo: «Reações de precipitação na natureza e
dureza, referindo consequências do seu uso industrial e doméstico, e em casa»
identificando processos usados no tratamento de águas duras. Vídeo: «Solúvel ou pouco solúvel?»
Vídeo: «Como identificar reações de
precipitação?»
Vídeo: «Como identificar a dureza da água?»
PowerPoint: «Reações de oxidação-redução»
PowerPoint: «Reações ácido-base»
PowerPoint: «Indicador universal e escala de pH»
PowerPoint: «Reações de precipitação»

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 13


Domínio Reações químicas
Subdomínio Velocidade das reações químicas
Objetivo geral 3. Compreender que as reações químicas ocorrem a velocidades diferentes, que é possível modificar e controlar.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Reações químicas rápidas 3.1 Associar a velocidade de uma reação química à rapidez com que um reagente é • Manual:
e lentas consumido ou um produto é formado. Apresentação dos conteúdos e questões de
3.2 Identificar os fatores que influenciam a velocidade das reações químicas e dar aplicação intercalares: pp. 80-93.
• Fatores que influenciam a exemplos do dia a dia ou laboratoriais em que esses fatores são relevantes. Resumo geral e + Questões: pp. 94-101
velocidade das reações • Caderno de Atividades:
3.3 Identificar a influência que a luz pode ter na velocidade de certas reações
químicas Resumo global: p. 4
químicas, justificando o uso de recipientes escuros ou opacos na proteção de
– Efeito da concentração Fichas de trabalho n.os 12 e 13
alimentos, medicamentos e reagentes.
dos reagentes Ficha global n.o 4
3.4 Concluir, através de uma atividade experimental, quais são os efeitos, na • Caderno de Apoio ao Professor:
– Efeito da temperatura
velocidade de reações químicas, da concentração dos reagentes, da Ficha 2A – Reações químicas
– Efeito do estado de temperatura, do estado de divisão do(s) reagente(s) sólido(s) e da presença de
divisão do(s) reagente(s) Ficha 2B – Reações químicas
um catalisador apropriado. Ficha global n.o 1 – Reações químicas
sólido(s)
3.5 Associar os antioxidantes e os conservantes a inibidores utilizados na Questões usadas em avaliações externas
– Efeito da luz conservação de alimentos. internacionais
– Efeito dos catalisadores 3.6 Indicar que os catalisadores e os inibidores não são consumidos nas reações Atividades n.o 7
químicas, mas podem perder a sua atividade. Textos de apoio, Adivinhas, Notícias
3.7 Interpretar a variação da velocidade das reações com base no controlo dos • Recursos
fatores que a alteram. Animação: «Como alterar a velocidade de uma
reação»
Vídeo: «Qual é o efeito da concentração na
velocidade de uma reação?»
Vídeo: «Qual o efeito da temperatura na
velocidade de uma reação?»
Vídeo: «Qual é o efeito do estado de divisão de
um reagente na velocidade de uma reação?»
Vídeo: «Qual o efeito dos catalisadores na
velocidade de uma reação?»
Vídeo: «Qual é a influência de diferentes
catalisadores na velocidade da reação de
decomposição da água oxigenada?»
PowerPoint: «Fatores que influenciam a
velocidade das reações químicas I e II»
WebQuest – «Mega bolo de chocolate»

14
Domínio Som
Subdomínio Produção e propagação do som
Objetivo geral 1. Conhecer e compreender a produção e a propagação do som.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Origem dos sons 1.1 Indicar que uma vibração é o movimento repetitivo de um corpo, ou parte dele, em torno de uma • Manual:
• Fontes sonoras e posição de equilíbrio. Apresentação dos conteúdos e
instrumentos 1.2 Concluir, a partir da observação, que o som é produzido por vibrações de um material (fonte sonora) questões de aplicação intercalares:
musicais e identificar as fontes sonoras na voz humana e em aparelhos musicais. pp. 102-119
• Frequência da fonte 1.3 Definir frequência da fonte sonora, indicar a sua unidade SI e determinar frequências nessa unidade. + Questões: a partir da p. 151
sonora 1.4 Indicar que o som se propaga em sólidos, líquidos e gases com a mesma frequência da respetiva
• Propagação do som; fonte sonora, mas não se propaga no vácuo. • Caderno de Atividades:
mecanismo de 1.5 Explicar que a transmissão do som no ar se deve à propagação do movimento vibratório em Resumo global: p. 42
propagação do som sucessivas camadas de ar, surgindo, alternadamente, zonas de menor densidade do ar (zonas de Fichas de trabalho n.os 1 e 2
no ar rarefação, com menor pressão) e zonas de maior densidade do ar (zonas de compressão, com maior Ficha global n.o 7
• Velocidade de pressão).
propagação do som 1.6 Explicar que, na propagação do som, as camadas de ar não se deslocam ao longo do meio, apenas • Caderno de Apoio ao Professor:
transferem energia de umas para outras. Ficha de diagnóstico n.o 3 – Som
1.7 Associar a velocidade do som num dado material com a rapidez com que ele se propaga, Ficha 1A – Som
interpretando o seu significado através da expressão v = d/ȴt. Ficha global n.o 2 – Som
1.8 Interpretar tabelas de velocidade do som em diversos materiais ordenando valores da velocidade de Atividade n.o 1
propagação do som nos sólidos, líquidos e gases.
1.9 Definir acústica como o estudo do som. • Recursos
Vídeo: «O som e a vibração que o
produz»
PowerPoint: «Produção do som»
Animação: «Produção do som»
Simulação: «Velocidade de
propagação do som»
Vídeo: «Pode o som propagar-se
no vazio?»
Vídeo: «O som e a sua propagação»
PowerPoint: «Propagação do som»

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Domínio Som
Subdomínio Som e ondas
2. Compreender fenómenos ondulatórios num meio material como a propagação de vibrações mecânicas nesse meio, conhecer grandezas físicas
Objetivo geral
características de ondas e reconhecer o som como onda.
Conteúdos Metas Curriculares Recursos
• Produção de 2.1 Concluir, a partir da produção de ondas na água, numa corda ou numa mola, que uma onda resulta da • Manual:
ondas propagação de uma vibração. Apresentação dos conteúdos e
• Características de 2.2 Identificar, num esquema, a amplitude de vibração em ondas na água, numa corda ou numa mola. questões de aplicação intercalares:
uma onda: 2.3 Indicar que uma onda é caracterizada por uma frequência igual à frequência da fonte que origina a pp. 120-125.
frequência, vibração. + Questões: a partir da p. 151
período, 2.4 Definir o período de uma onda, indicar a respetiva unidade SI e relacioná-lo com a frequência da onda.
amplitude e 2.5 Relacionar períodos de ondas em gráficos que mostrem a periodicidade temporal de uma qualquer • Caderno de Atividades:
velocidade grandeza física, assim como as frequências correspondentes. Resumo global: p. 42
• A onda sonora 2.6 Indicar que o som no ar é uma onda de pressão (onda sonora) e identificar, num gráfico Ficha de trabalho n.o 3
como onda de pressão-tempo, a amplitude (da pressão) e o período. Ficha global n.o 7
pressão; gráficos
pressão-tempo • Caderno de Apoio ao Professor:
Ficha 1A – Som
Ficha 1B – Som
Ficha global n.o 2 – Som

• Recursos
Animação: «Características de uma
onda»
Simulação: «Visualização de ondas
num osciloscópio»
PowerPoint: «Som e ondas»

16
Domínio Som
Subdomínio Atributos do som e sua deteção pelo ser humano
3. Conhecer os atributos do som, relacionando-os com as grandezas físicas que caracterizam as ondas, e utilizar detetores de som.
Objetivo geral
4. Compreender como o som é detetado pelo ser humano.
Conteúdos Metas Curriculares Recursos
• Atributos dos 3.1 Indicar que a intensidade, a altura e o timbre de um som são atributos que permitem distinguir sons. • Manual:
sons: intensidade, 3.2 Associar a maior intensidade de um som a um som mais forte. Apresentação dos conteúdos e
altura e timbre 3.3 Relacionar a intensidade de um som no ar com a amplitude da pressão num gráfico pressão-tempo. questões de aplicação intercalares:
• Som puro e som pp. 126-141
3.4 Associar a altura de um som à sua frequência, identificando sons altos com sons agudos e sons baixos
complexo com sons graves. + Questões: a partir da p. 151
• Transformação de • Caderno de Atividades:
3.5 Comparar, usando um gráfico pressão-tempo, intensidades de sons ou alturas de sons.
ondas sonoras em Resumo global: p. 42
sinais elétricos 3.6 Associar um som puro ao som emitido por um diapasão, caracterizado por uma frequência bem definida.
Ficha de trabalho n.os 4 e 5
• O ouvido humano 3.7 Indicar que um microfone transforma uma onda sonora num sinal elétrico. Ficha global n.o 7
• Espetro sonoro; 3.8 Comparar intensidades e alturas de sons emitidos por diapasões a partir da visualização de sinais
• Caderno de Apoio ao Professor:
sons audíveis, obtidos em osciloscópios ou em programas de computador.
Ficha 1A – Som
infrassons e 3.9 Determinar períodos e frequências de ondas sonoras a partir dos sinais elétricos correspondentes, com Ficha 1B – Som
ultrassons escalas temporais em segundos e milissegundos. Ficha global n.o 2 – Som
• Nível de 3.10 Concluir, a partir de uma atividade experimental, se a altura de um som produzido pela vibração de Atividades n.os 2 e 3
intensidade um fio ou lâmina, com uma extremidade fixa, aumenta ou diminui com a respetiva massa e Questões usadas em avaliações
sonora; limiar de comprimento. externas internacionais
audição e limiar
3.11 Concluir, a partir de uma atividade experimental, se a altura de um som produzido pela vibração de • Recursos
de dor;
uma coluna de ar aumenta ou diminui quando se altera o seu comprimento. Animação: «Atributos do som»
sonómetro;
audiograma 3.12 Identificar sons complexos (sons não puros) a partir de imagens em osciloscópios ou programas de Vídeo: «Como aumentar a
• Poluição sonora computador. intensidade do som»
3.13 Definir timbre como o atributo de um som complexo que permite distinguir sons com as mesmas Vídeo: «Como variar a altura do som?»
intensidade e altura mas produzidos por diferentes fontes sonoras. Vídeo: «Visualização de ondas
4.1 Identificar o ouvido humano como um recetor de som, indicar as suas partes principais e associar-lhes sonoras»
as respetivas funções. PowerPoint: «Atributos do som»
Animação-3D: «Ouvido humano
4.2 Concluir que o ouvido humano só é sensível a ondas sonoras de certas frequências (sons audíveis), e
em 3D»
que existem infrassons e ultrassons, captados por alguns animais, localizando-os no espetro sonoro.
Animação: «O espetro sonoro»
4.3 Definir nível de intensidade sonora como a grandeza física que se mede com um sonómetro, se Vídeo: «A que níveis de
expressa em decibéis e se usa para descrever a resposta do ouvido humano. intensidade sonora estamos
4.4 Definir limiares de audição e de dor, indicando os respetivos níveis de intensidade sonora, e interpretar sujeitos na nossa escola?»
audiogramas. PowerPoint: «Deteção do som
4.5 Medir níveis de intensidade sonora com um sonómetro e identificar fontes de poluição sonora. pelo ser humano»

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Domínio Som
Subdomínio Fenómenos acústicos
Objetivo geral 5. Compreender alguns fenómenos acústicos e suas aplicações e fundamentar medidas contra a poluição sonora.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Reflexão do som; 5.1 Definir reflexão do som e esquematizar o fenómeno. • Manual:
aplicações (eco e 5.2 Concluir que a reflexão de som numa superfície é acompanhada por absorção de som e relacionar a Apresentação dos conteúdos e
reverberação, intensidade do som refletido com a do som incidente. questões de aplicação intercalares:
ecolocalização, pp. 142-149
5.3 Associar a utilização de tecidos, esferovite ou cortiça à absorção sonora, ao contrário das superfícies
SONAR, + Questões: a partir da p. 151
polidas que são muito refletoras.
ecografia)
• Absorção do som 5.4 Explicar o fenómeno do eco. • Caderno de Atividades:
• Refração do som 5.5 Distinguir eco de reverberação e justificar o uso de certos materiais nas paredes das salas de Resumo global: p. 42
• Poluição sonora, espetáculo. Ficha de trabalho n.o 6
absorção do som Ficha global n.o 7
5.6 Interpretar a ecolocalização nos animais, o funcionamento do sonar e as ecografias como aplicações da
e isolamento reflexão do som.
acústico • Caderno de Apoio ao Professor:
5.7 Definir a refração do som pela propagação da onda sonora em diferentes meios, com alteração de Ficha 1A – Som
direção, devido à mudança de velocidades de propagação. Ficha 1B – Som
5.8 Concluir que o som refratado é menos intenso do que o som incidente. Ficha global n.o 2 – Som
5.9 Indicar que os fenómenos de reflexão, absorção e refração do som podem ocorrer simultaneamente.
• Recursos
5.10 Dar exemplos e explicar medidas de prevenção da poluição sonora, designadamente o isolamento Animação: «Fenómenos
acústico. acústicos»
Vídeo: «Reflexão do som»
Vídeo: «Qual é o material que
melhor absorve o som?»
PowerPoint: «Reflexão, absorção
e refração do som»

18
Domínio Luz
Subdomínio Ondas de luz e sua propagação
1. Compreender fenómenos do dia em dia em que intervém a luz (visível e não visível) e reconhecer que a luz é uma onda eletromagnética,
Objetivo geral
caracterizando-a.
Conteúdos Metas Curriculares Recursos

• Luz visível e não 1.1 Distinguir, no conjunto dos vários tipos de luz (espetro eletromagnético), a luz visível da luz não visível. • Manual:
visível 1.2 Associar escuridão e sombra à ausência de luz visível e penumbra à diminuição de luz visível por Apresentação dos conteúdos e
• Corpos luminosos interposição de um objeto. questões de aplicação intercalares:
e iluminados pp. 156-169
1.3 Distinguir corpos luminosos de iluminados, usando a luz visível, e dar exemplos da astronomia e do dia
• A visão dos + Questões: a partir da p. 207
a dia.
objetos 1.4 Dar exemplos de objetos tecnológicos que emitem ou recebem luz não visível e concluir que a luz • Caderno de Atividades:
• Propagação da luz transporta energia e, por vezes, informação. Resumo global: p. 58
• Velocidade de
1.5 Indicar que a luz, visível e não visível, é uma onda (onda eletromagnética ou radiação Fichas de trabalho n.os 1 e 2
propagação da luz
eletromagnética). Ficha global n.o 7
• Materiais
transparentes, 1.6 Distinguir ondas mecânicas de ondas eletromagnéticas, dando exemplos de ondas mecânicas (som, • Caderno de Apoio ao Professor:
opacos e ondas de superfície na água, numa corda e numa mola). Ficha de diagnóstico n.o 3 – Luz
translúcidos 1.7 Associar à luz as seguintes grandezas características de uma onda num dado meio: período, frequência Ficha 1A – Luz
• Sombra e e velocidade de propagação. Ficha 1B – Luz
penumbra 1.8 Identificar luz de diferentes frequências no espetro eletromagnético, nomeando os tipos de luz e Ficha global n.o 3 – Luz
• Propagação ordenando-os por ordem crescente de frequências, e dar exemplos de aplicações no dia a dia. Questões usadas em avaliações
retilínea da luz externas internacionais
• A luz como onda 1.9 Indicar que a velocidade máxima com que a energia ou a informação podem ser transmitidas é a
• Ondas mecânicas velocidade da luz no vácuo, uma ideia proposta por Einstein.
• Recursos
e ondas 1.10 Distinguir materiais transparentes, opacos ou translúcidos à luz visível e dar exemplos do dia a dia. Animação: «Luz visível e não
eletromagnéticas 1.11 Concluir que a luz visível se propaga em linha reta e justificar as zonas de sombra com base nesta visível»
• Espetro propriedade. PowerPoint: «Luz visível e Luz não
eletromagnético 1.12 Definir ótica como o estudo da luz. visível»
Animação: «Espetro
eletromagnético»
Animação: «Luz e Ondas»
PowerPoint: «Propagação da luz»

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Domínio Luz
Subdomínio Fenómenos óticos
Objetivo geral 2. Compreender alguns fenómenos óticos e algumas das suas aplicações e recorrer a modelos da ótica geométrica para os representar.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Reflexão da luz; 2.1 Representar a direção de propagação de uma onda de luz por um raio de luz. • Manual:
aplicações; leis da 2.2 Definir reflexão da luz, enunciar e verificar as suas leis numa atividade laboratorial, aplicando-as no Apresentação dos conteúdos e
reflexão; reflexão traçado de raios incidentes e refletidos. questões de aplicação intercalares:
especular e difusa pp. 170-205
2.3 Associar a reflexão especular à reflexão da luz em superfícies polidas e a reflexão difusa à reflexão da
• Absorção da luz + Questões: a partir da p. 207
luz em superfícies rugosas, indicando que esses fenómenos ocorrem em simultâneo, embora
• Imagens virtuais
predomine um. • Caderno de Atividades:
e reais
• Imagens em 2.4 Explicar a nossa visão dos corpos iluminados a partir da reflexão da luz. Resumo global: p. 58
espelhos planos 2.5 Interpretar a formação de imagens e a menor ou maior nitidez em superfícies com base na Fichas de trabalho n.os 3, 4, 5 e 6
• Espelhos predominância da reflexão especular ou da reflexão difusa. Ficha global n.o 7
côncavos e 2.6 Concluir que a reflexão da luz numa superfície é acompanhada por absorção e relacionar, justificando, • Caderno de Apoio ao Professor:
convexos; focos as intensidades da luz refletida e da luz incidente. Ficha 1A – Luz
reais e virtuais; Ficha 1B – Luz
2.7 Dar exemplos de objetos e instrumentos cujo funcionamento se baseia na reflexão da luz (espelhos,
imagens Ficha global n.o 3 – Luz
caleidoscópios, periscópios, radar, etc.).
• Refração da luz; Atividade n.o 1
aplicações 2.8 Distinguir imagem real de imagem virtual.
• Lentes 2.9 Aplicar as leis da reflexão na construção geométrica de imagens em espelhos planos e caracterizar • Recursos
convergentes e essas imagens. Animação: «Reflexão da luz»
divergentes; Vídeo: «Verificação das leis da
2.10 Identificar superfícies polidas curvas que funcionam como espelhos no dia a dia, distinguir espelhos
imagens côncavos de convexos e dar exemplos de aplicações. reflexão da luz»
• Potência de PowerPoint: «Reflexão da luz»
2.11 Concluir, a partir da observação, que a luz incidente num espelho côncavo origina luz convergente Simulação: «Formação de imagens
uma lente
num ponto (foco real) e que a luz incidente num espelho convexo origina luz divergente de um ponto em espelhos»
• Olho humano;
(foco virtual). Vídeo: «Imagens em espelhos
defeitos da visão
e sua correção 2.12 Caracterizar as imagens virtuais formadas em espelhos esféricos convexos e côncavos a partir da esféricos côncavos e convexos»
• Luz observação de imagens em espelhos esféricos usados no dia a dia ou numa montagem laboratorial. PowerPoint: «Espelhos»
monocromática e 2.13 Definir refração da luz, representar geometricamente esse fenómeno em várias situações (ar-vidro, Animação: «Refração da luz»
policromática; ar-água, vidro-ar e água-ar) e associar o desvio da luz à alteração da sua velocidade. Simulação: «Formação de imagens
dispersão da luz 2.14 Concluir que a luz, quando se propaga num meio transparente e incide na superfície de separação de em lentes»
policromática outro meio transparente, sofre reflexão, absorção e refração, representando a reflexão e a refração Vídeo: «Imagens em lentes
• Cor dos objetos num só esquema. côncavas e convexas»
opacos Animação-3D: «O olho em 3D»
2.15 Concluir que a luz refratada é menos intensa do que a luz incidente. Simulação: «Correção de defeitos
2.16 Dar exemplos de refração da luz no dia a dia. de visão»

20
Domínio Luz
Subdomínio Fenómenos óticos
Objetivo geral 3. Compreender alguns fenómenos óticos e algumas das suas aplicações e recorrer a modelos da ótica geométrica para os representar.

Conteúdos Metas Curriculares Recursos


• Reflexão da luz; 2.17 Distinguir, pela observação e em esquemas, lentes convergentes (convexas, bordos delgados) de Animação: «Dispersão da luz»
aplicações; leis da lentes divergentes (côncavas, bordos espessos). Simulação: «As cores dos objetos»
reflexão; reflexão 2.18 Concluir quais são as características das imagens formadas com lentes convergentes ou divergentes a PowerPoint: «Refração da luz»
especular e difusa partir da sua observação numa atividade no laboratório. PowerPoint: «Lentes»
• Absorção da luz
2.19 Definir vergência (potência focal) de uma lente, distância focal de uma lente e relacionar estas duas
• Imagens virtuais
grandezas, tendo em conta a convenção de sinais e as respetivas unidades SI.
e reais
• Imagens em 2.20 Concluir que o olho humano é um recetor de luz e indicar que ele possui meios transparentes que
espelhos planos atuam como lentes convergentes, caracterizando as imagens formadas na retina.
• Espelhos côncavos 2.21 Caracterizar defeitos de visão comuns (miopia, hipermetropia) e justificar o tipo de lentes para os
e convexos; focos corrigir.
reais e virtuais; 2.22 Distinguir luz monocromática de luz policromática dando exemplos.
imagens 2.23 Associar o arco-íris à dispersão da luz e justificar o fenómeno da dispersão num prisma de vidro com
• Refração da luz; base em refrações sucessivas da luz e no facto de a velocidade da luz no vidro depender da
aplicações frequência.
• Lentes
2.24 Justificar a cor de um objeto opaco com o tipo de luz incidente e com a luz visível que ele reflete.
convergentes e
divergentes;
imagens
• Potência de
uma lente
• Olho humano;
defeitos da visão
e sua correção
• Luz
monocromática e
policromática;
dispersão da luz
policromática
• Cor dos objetos
opacos

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Planos de aula

Privilegia-se, no início da aula e sempre que oportuno, a revisão dos conteúdos relevantes já abordados.
Essa atenção aos conhecimentos anteriores dos alunos radica-se no reconhecimento de que a aprendizagem
de novos conteúdos é fortemente influenciada pelos conhecimentos prévios que o aluno possui. Sem prejuízo
de outros contextos, recorre-se frequentemente a exemplos do quotidiano, por esta ser uma estratégia que
aproxima a física e a química à realidade dos alunos. Deste modo, os alunos tenderão a assimilar melhor os
conteúdos estudados e a aplicá-los mais e melhor no espaço fora da sala de aula.
Aposta-se na criação de situações de aprendizagem que contribuam para o desenvolvimento dos alunos,
permitindo-lhes observar, experimentar, manipular materiais, relacionar, conjeturar, argumentar, concluir,
comunicar e avaliar. Faz-se uma referência particular à realização de trabalho prático-laboratorial por estas
atividades serem absolutamente centrais na formação científica dos alunos.
Apresentam-se 22 planos de aula de 90 + 45 minutos. Estes planos encontram-se em e em
formato editável, para que o professor lhes possa imprimir o seu cunho pessoal e os possa adaptar às
necessidades de cada turma.

22
o de aulaa N.o 1
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Explicação
E e representação de reações químicass

C
CONTEÚDOS: Na atureza corpuscu
ular da matéria: constituição da material; sólidoss, líquidos e gasees; temperatura e agitação corpu
uscular;
pressão, temperratura e volume de um gás

1.1 Indicar quue a matéria é constituída


c por corpúsculos subbmicroscópicos (átomos, molécculas e iões) comm base na
análise de
e imagens forneccidas, obtidas exxperimentalmennte.
1.2 Indicar qu
ue os átomos, moléculas ou iõess estão em incesssante movimento existindo esp paço vazio entre eles.
1.3 Interpretaar a diferença en
ntre sólidos, líqu
uidos e gases com
m base na liberddade de movimeentos e proximid
dade entre
Metas
os corpússculos que os connstituem.
C
Curriculares 1.4 Associar a pressão de um gás à intensidade da força que os corpúscculos exercem, por unidade dee área, na
superfície
e do recipiente onde
o estão contidos.
1.5 Relacionar, para a mesmaa quantidade de gás, variações dde temperatura,, de pressão ou de volume mantendo, em
cada casoo, constante o vaalor de uma desttas grandezas.

SSumário • Natureza coorpuscular da maatéria. Sólidos, líqquidos e gases. VVariações de tem


mperatura, pressãão e volume de u
um gás.

• Em diálogo com os alunos começar


c por recordar que no 7.o ano já aprendeeram a distinguirr as substâncias aatendendo
às diferençaas das suas proprriedades e às dife
erentes transforrmações em que podem estar en
nvolvidas.
• Solicitar aoss alunos a resoluução da Ficha dee diagnóstico n.o 1 – Reações quuímicas.
• Avançar paara a discussão da questão: «Q Qual é a constiituição de cadaa substância?». Incentivar a paarticipação
ordenada dos
d alunos e refo
orçar participaçõ
ões enriquecedooras.
• Na senda, apresentar a Fig. 5, da página 12 do manual , para os conduuzir à compreennsão de que a matéria é
constituída por numerosos e pequeníssimo
os corpúsculos eem constante moovimento.
• Partindo daa apresentação de uma caixa contendo um coonjunto bem em
mpacotado de bo
olas, conduzir os alunos a
verbalizaremm que há espaçços entre elas. Da mesma form ma, apesar de hhaver agregação o compacta das partículas
constituintees nos sólidos e nos
n líquidos, há intervalos (vazioss) entre elas.
• Solicitar aos alunos que appresentem exem mplos de sólidoss, líquidos e gasses. Partindo do
os exemplos aprresentados
pelos aluno os: a) distinguir os
o estados físico
os da matéria em m termos de aggregação corpuscular, b) levar o
os alunos a
A
Atividades reconhecerr o caráter mais livre dos movim mentos corpuscculares nos gasees do que nos lííquidos e nos sóólidos e c)
caracterizarr os materiais em e cada um de estes estados n o que respeita à forma e ao volume. Sistem matizar tais
informaçõe es numa tabela a ser construída de forma colaboorativa com os aalunos.
• Fazer uma pequena demonnstração onde se s dissolve tinta (ou corante alimentar) em águ ua quente e em água fria.
Os alunos irão verificar que q se a água estiver quentee, a tinta dissoolver-se-á mais rapidamente, isto é, os
corpúsculoss de tinta e de água
á misturar-se
e-ão mais depreessa. Usar esta ddemonstração co om ponto de paartida para
associar a variação
v da temp peratura de um gás à variação dda velocidade méédia dos seus co
orpúsculos.
• Após se relacionar a pressãão dos gases com as colisões doos corpúsculos ccontra superfíciees, recorrer aos exemplos
do balão e da seringa apressentados nas Figgs. 13 e 14, das páginas 15 e 166 do manual. Inteerpretar qualitativamente
as variaçõe es de pressão de e um gás com asa variações de volume e de teemperatura. Em m conjunto com os alunos
visionar e in
nteragir com a simulação compu utacional: «Pres são, volume e teemperatura de uum gás».
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Solicitar a resolução das quuestões intercalaares do manual.
• Manual • Caderno de Appoio ao Professo or
Apresentaçãão dos conteúdoss: pp. 10 a 17 (CAP) Simulação
o: «Pressão, volu
ume e
Recursos
Resumo: p. 18 Ficha de diagnóóstico n.o 1 – temperattura de um gás»
Reações químiccas

• Manual: Taarefa 1 da p. 18
TTPC
no1
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n.
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 23
o de aulaa N.o 2
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Explicação
E e representação de reações químicass

CCONTEÚDOS: Áttomos e seus aggrupamentos: co onstituição dos átomos;


á símboloos químicos; mooléculas; fórmulaas químicas; sub
bstâncias
eelementares e substâncias compostas; misturass de substâncias

1.6 Descrever a constituição o dos átomos co om base em parrtículas mais peequenas (protõees, neutrões e eeletrões) e
concluir que
q são eletricam mente neutros.
1.7 Indicar que existem dife erentes tipos de e átomos e quee átomos do mesmo tipo são de um mesmo elemento
químico, que
q se representa por um símbo olo químico univversal.
Metas 1.8 Associar nomes
n de elemeentos a símboloss químicos para aalguns elementoos (H, C, O, N, Naa, K, Ca, Mg, Aы,, Cы, S).
C
Curriculares 1.9 Definir moolécula como umm grupo de átom mos ligados entree si.
1.10 Descreve er a composiçãoo qualitativa e qu
uantitativa de mmoléculas a partiir de uma fórmuula química e asssociar essa
fórmula à representação o da substância e da respetiva uunidade estruturral.
1.11 Classificaar as substânciaas em elementaares ou composstas a partir doos elementos co onstituintes, dass fórmulas
químicass e, quando posssível, do nome daas substâncias.

• Constituição dos átomos e símbolos químiccos. Moléculas e fórmulas quím icas. Substânciaas elementares,
SSumário
compostas e misturas de su
ubstâncias.

• Fazer uma revisão


r da matéria dada na aulaa anterior usandoo a apresentaçãão PowerPoint: « «Natureza da maatéria».
• Partindo dee uma breve perspetiva históricaa dar a conhecerr aos alunos a iddeia atual de átoomo.
• Recorrendoo à apresentaçãoo PowerPoint: «Á Átomos e seus aagrupamentos» identificar os trêês tipos de partíículas mais
pequenas que
q constituem os
o átomos e con
ncluir que estes ssão eletricamente neutros.
• Em diálogo com os alunos solicitar que apresentem exem plos de símboloos e sinais que eexistem no munddo à nossa
volta. Considerando e discu utindo os exemplos dados peloos alunos, visualiizar a animação computacional: «Átomos
e elemento os químicos». Indicar, em jeiito de síntese, que a cada eelemento quím mico ou átomo diferente
correspond de um símbolo químico difere ente. Enfatizar a importância de conhecer alguns desses símbolos e
compreend der o significado da representaçãão simbólica doss elementos e das substâncias.
• Em diálogo com os alunos referir
r que com poucas exceçõees, os átomos nãão se encontram m isolados, mas liigados uns
aos outros,, por vezes formmando grupos bemb definidos, cchamados molé culas. Na sequêência visionar a animação
computacio onal «Moléculass 3D» e comple ementar tal com m o uso de moddelos molecularres (que poderãão circular
A
Atividades pelos alunoos), explicitando o código de cores usados para rrepresentar difeerentes átomos e moléculas.
• Descrever a composição qualitativa e quantitativa de mooléculas a partir de uma fórmula química e asssociar essa
fórmula à representação
r da
d substância e da respetiva u nidade estruturral. Recorrer às questões interccalares do
manual parra aplicar e consoolidar estes conhecimentos.
• Partindo de exemplos fam miliares aos aluunos e da visuualização da annimação compu utacional: «Subsstâncias e
misturas» levá-los a com mpreender que existem substââncias constitu ídas por átomos de um só elemento
(substâncias elementares)) e substânciaas constituídas por átomos de elementos diferentes (su ubstâncias
compostas)).
• Reconhecerr, ainda, atravéés de diagramaas, a partir doos elementos coonstituintes ou das fórmulas químicas,
substânciass elementares, substâncias comp postas e misturaas de substânciaas.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Solicitar a resolução das restantes
r questões intercalaress do manual. (SSe o decorrer d da aula assim o permitir,
algumas pro opostas de TPC podem migrar para
p atividades dde sala de aula).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 20 a 29 PowerPoint: «Natureza da matééria»
Recursos Resumo: p. 30 PowerPoint: «Áttomos e seus aggrupamentos»
Questões: p.
p 31 A
Animação: «Átoomos e elemento os químicos»

• Manual: Taarefa da p. 30
TTPC
• Caderno dee Atividades: Ficchas de trabalho n.os 2 e 3
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

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4
o de aulaa N.o 3
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
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_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Explicação
E e representação de reações químicass

C
CONTEÚDOS: Áttomos e seus aggrupamentos: iõ
ões; símbolos de
e iões e fórmulass químicas de sais

1.12 Definir ião como um co orpúsculo com carga elétrica ppositiva (catião)) ou negativa (aanião) que resulta de um
átomo ou o grupo de átomos
á que pe erdeu ou ganh ou eletrões e distinguir iões monoatómicoss de iões
poliatóm
micos.
Metas
1.13 Indicar os
o nomes e as fórmulas
f de iõess mais comuns (Na+, K+, Ca2+, MMg2+, Aы3+, NH4+, Cыо, SO42о, NO
O3о, CO32о,
C
Curriculares 3о о 2о
PO4 , OH , O ).
1.14 Escreverr uma fórmula química a partir do
d nome de umm sal ou indicar o nome de um ssal a partir da su ua fórmula
química..

SSumário • Iões. Símboolos de iões e fórrmulas químicass de sais.

• Fazer uma revisão da maatéria dada na aula anterior usando a apreesentação PoweerPoint: «Átomoos e seus
agrupamen
ntos».
• Avançar para a discussão da
d questão: «O que são iões e como se formaam?». Incentivarr a participação ordenada
dos alunos e reforçar particcipações enrique
ecedoras.
• Recorrer à animação
a compu
utacional «Formação de iões» paara levar os alunnos a compreend
der que os iões são outros
corpúsculoss constituintes daa matéria com caarga elétrica possitiva (catião) ou negativa (anião)) que resulta de um átomo
ou grupo de e átomos que perdeu ou ganhou eletrões e distinnguir iões monoaatómicos de iõess poliatómicos.
• Explicitar oss objetivos assocciados à realizaçção da Tarefa 2 ddo manual.
• Realizar a taarefa conjuntam mente com os alu unos.
• Alertar os alunos
a para a im
mportância das componentes «N No teu caderno»» e «Descobre m mais», propostass na Tarefa
A
Atividades 2.
• Partilhar e discutir
d os resulttados obtidos naa atividade labo ratorial realizada.
• Visualizar o vídeo: «Corrente elétrica em m soluções» parra destacar os aaspetos mais reelevantes, como o sendo a
compreensão de que as sub bstâncias iónicass conduzem a coorrente elétrica se no estado líqquido ou em solu ução.
• Referindo que
q os símboloss químicos tamb bém servem paraa representar iõões, usando-se ssinal mais (+) paara os iões
positivos e sinal menos (– –) para os iões negativos, parti r do exemplo ddo cloreto de só ódio para avanççar para a
representaçção simbólica de e alguns iões, beem como para a apresentação e discussão das rregras necessáriias para se
escrever as fórmulas químicas e nome de substâncias
s ióni cas.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interccalares do manuual para aplicar e consolidar estes conhecimenttos. (Se o decorrrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 32 a 35 PowerPoint: «Áttomos e seus aggrupamentos»
Recursos
Resumo: p. 36 A
Animação: «Forrmação de iões»»
Questões: p.
p 37

• Manual: Taarefa da p. 36
TTPC
• Caderno dee Atividades: Ficcha global n.o 1 e Ficha de traballho n.o 4
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 25
o de aulaa N.o 4
Plano 1 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Explicação
E e representação de reações químicass

C
CONTEÚDOS: Eq
quações químicas. Conservação
o da massa – Leii de Lavoisier

1.15 Concluir,, a partir de reprresentações de modelos de átom mos e moléculass, que nas reaçõões químicas há rearranjos
dos átommos dos reagenttes que conduze em à formação dde novas substââncias, conservando-se o númerro total de
átomos de cada elemen nto.
1.16 Indicar o contributo de Lavoisier
L para o estudo das reaçções químicas.
Metas
1.17 Verificarr, através de umma atividade labo
oratorial, o que acontece à masssa total das subbstâncias envolvidas numa
C
Curriculares reação química
q em sisteema fechado.
1.18 Concluirr que, numa re eação química, a massa dos reagentes diminui e a massa dos produtos aumenta,
conservaando-se a massaa total, associando este comporrtamento à lei daa conservação da massa (lei de LLavoisier).
1.19 Representar reações quíímicas através de equações quím micas, aplicandoo a lei da conservvação da massa.

SSumário • Escrita, acerto e leitura de equações


e químicas. Conservaçãão da massa – Leei de Lavoisier

• Fazer uma revisão


r da matéria dada na aulaa anterior usandoo a apresentaçãão PowerPoint: «
«Iões».
• Em diálogo com os alunos solicitar-lhes
s quee apresentem exxemplos de reaçções químicas doo nosso dia a diaa.
• A partir dee representações de modelos ded átomos e mooléculas, conduzzir os alunos a concluir que naas reações
químicas háá rearranjos doss átomos dos reagentes que co nduzem à formaação de novas ssubstâncias, con nservando-
se o número total de átomo os de cada elemmento.
• Introduzir as
a equações qu uímicas enquantto representaçõões simbólicas ddas reações químicas e discuttir com os
alunos os passos a ter em conta
c na escrita de equações quuímicas.
• Recorrer à atividade: «Aceerto de equaçõees químicas» paara aplicar e connsolidar estes cconhecimentos rrelativos à
escrita de equações
e químiccas usando símbolos e fórmulas químicas.
• Colocar aoss alunos a seguuinte questão: «O « que sucede à massa total, dos regentes e produtos, num ma reação
química?». Incentivar a parrticipação ordenada dos alunos e reforçar particcipações enriqueecedoras.
A
Atividades • Visando confirmar experim mentalmente que, nas reações químicas há connservação da m massa, organizar os alunos
em grupos de trabalho e re ealizar, de formaa rotativa, as Tarrefas 3 e 4.
• Alertar os alunos
a para a importância das co omponentes «Noo teu caderno» e «Descobre maais».
• Partilhar e discutir os resultados obtidoss nas atividadess laboratoriais rrealizadas, que visavam aplicarr a Lei de
Lavoisier ou
u Lei da Conservvação da Massa a casos concretoos.
• Visualizar os
o vídeos: «O qu ue sucede à maassa total na reaação química enntre o sulfato d de cobre e o hid
dróxido de
cálcio?», «CComo varia a massa
m total na reação química entre o ácido nítrico e o cob bre sólido?» e «Mais um
exemplo de e conversação da d massa numaa reação químic a», de modo a consolidar a id deia de que num ma reação
química, a massa dos reaagentes diminui e a massa d os produtos auumenta, conserrvando-se a maassa total,
associando este comportam mento à Lei da Conservação
C da M
Massa (Lei de Laavoisier).
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 38 a 44 PowerPoint: «Iões»
Resumo: p. 45 Atividade: «AAcerto de equaçções químicas»
Recursos Questões: p.
p 46 Vídeos: «Maais um exemplo de conversação o da massa num ma reação
química»; «O O que sucede à massa total naa reação químicca entre o
sulfato de coobre e o hidróxiddo de cálcio?»; «
«Como varia a m massa total
na reação quuímica entre o áccido nítrico e o ccobre sólido?»

• Manual: Taarefa da p. 45
TTPC n os 5 e 6
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. • CAP: Fichas 1AA e 1B – Reaçõees químicas

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

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o de aulaa N.o 5
Plano 90 + 45 min

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Ano _______
___________ Turma ____
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_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Tipos
T de reaçõess químicas

C
CONTEÚDOS: Re
eações de oxida
ação-redução – Combustões
C

2.1 Identificar, em reações de d combustão no n dia a dia e eem laboratório,, os reagentes e os produtos dda reação,
distinguin
ndo combustível e comburente.
2.2 Representtar reações de combustão, realizadas em atividaades laboratoriaais, por equaçõees químicas.
Metas 2.3 Associar as
a reações de combustão, a co orrosão de metaais e a respiraçãão a um tipo de reações químiccas que se
C
Curriculares designam m por reações de oxidação-reduçção.
2.4 Identificar, a partir de infformação selecio
onada, reações de combustão rrelacionadas com m a emissão de poluentes
para a attmosfera (óxido os de enxofre e nitrogénio) e referir consequências dessas eemissões e med didas para
minimizarr os seus efeitos.

SSumário • Reações dee oxidação-reduçção: o caso particular das reaçõees de combustãoo.

• Fazer uma revisão


r da matéria dada na aulaa anterior usandoo a apresentaçãão PowerPoint: «
«Equações químicas».
• Introduzir o estudo deste subdomínio
s com
meçando por refferir que as reaçções químicas po odem ser classifficadas em
vários tiposs.
• Apresentar o exemplo da corrosão de meetais, em partic ular o caso do ferro, como senndo um exempllo de uma
reação de oxidação-reduçã
o ão. Nesta senda discutir també m com os alunoos alguns proceessos usados parra evitar a
corrosão doos metais.
• Partindo dee alguns exemplos presentes noo manual apres entar as combuustões como outtros exemplos dde reações
de oxidação o-redução nas quais, normalmen nte, o oxigénio é um dos reagenntes.
• Realizar com os alunos a Taarefa 6.
A
Atividades • Alertar os alunos
a para a importância das co omponentes «Noo teu caderno» e «Descobre maais».
• Partilhar e discutir
d os resulttados obtidos naa atividade labo ratorial realizada.
• Visualizar os
o vídeo: «Faze er arder enxofre e e fazer arderr o metal magnnésio», identificcando os reageentes e os
produtos daa reação, distingguindo combustíível e comburennte e escrever ass respetivas equaações químicas.
• Partindo daa visualização dod infográfico e do vídeo: «As combustões e a poluição atmosférica» discuttir com os
alunos as reeações de comb bustão relacionaadas com a emisssão de poluent es para a atmossfera (óxidos de enxofre e
nitrogénio) e referir conseqquências dessas emissões e meddidas para minim mizar os seus efeeitos.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 47 a 52 PowerPoint: «Eqquações químicaas»
Recursos Resumo: p. 53 Infográfico e víddeo: «As combusstões e a poluiçãão
Questões: p.
p 54 atmosférica»

• Manual: Taarefa da p. 53
TTPC Tarefa 5 e posterior
p exploraação do vídeo: «A
« intervenção ddo oxigénio na c orrosão do ferro

• Caderno dee Atividades: Ficha global n.o 2 e Ficha de trabal ho n.o 7
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 27
o de aulaa N.o 6
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Tipos
T de reaçõess químicas

C
CONTEÚDOS: Re
eações ácido-ba
ase – Ácidos e baases no dia a diaa; Indicadores áccido-base

2.5 Dar exemplos de soluçõess aquosas ácidass, básicas e neuttras existentes nno laboratório e em casa.
Metas
2.6 Classificaar soluções aqu
uosas em ácidaas, básicas (alcaalinas) ou neuttras, com basee no comportamento de
C
Curriculares indicadores colorimétrico
os (ácido-base).

• Identificaçãão de soluções ácidas, básicas e neutras. Indicaddores ácido-basee: fenolftaleína, tintura e papel azul de
SSumário
tornesol.

• Fazer uma revisão da matééria dada na auula anterior usanndo a apresentaação PowerPoinnt: «Reações de oxidação-
redução».
• Iniciar o esstudo das reaçõões ácido-base, começando poor debater com os alunos a orrigem e o signifficado das
palavras «ácido» e «alcalino» para melhor compreenderem
m estes conceitoos.
• Solicitar aoss alunos que aprresentem exempplos de soluçõess aquosas ácidass, básicas e neuttras que conheçaam.
• Visualizar a animação com mputacional: «Á
Ácidos e bases no dia a dia e no laboratório» e sistematizzar alguns
exemplos destas
d soluções aquosas
a mais fre
equentes em cassa e no laboratóório de química.
• Em diálogo com os alunos referir que, porr exemplo, as suubstâncias respoonsáveis pela cor do chá, do vinnho tinto e
da couve rooxa são alteradaas e mudam de corc de modo differente por adiçção de ácidos ou u por adição de bases. Por
isso, o chá, o vinho tinto e a couve roxa podem ser usados como indicadorres ácido-base.
A
Atividades • Na sequênccia apresentar dois
d indicadoress ácido-base muuito comuns num m laboratório de química: o tornesol e a
solução alcooólica de fenolfttaleína.
• Fazer pequeenas demonstraações de modo a que os alunos possam observaar a cor de cada um destes indiccadores na
presença de soluções ácidas, básicas e ne eutras. Construi r uma tabela, dde forma colabo orativa com os aalunos, de
modo a sisttematizar estas informações.
i
• Organizar os
o alunos em gru upos de trabalho
o e preparar o inndicador de couvve-roxa de acord do com a Tarefa 7.
• Alertar os alunos
a para a importância das coomponentes «Noo teu caderno» e «Descobre maais».
• Partilhar e discutir os resultados obtidos na
n atividade labooratorial realizaada e visualizar o vídeo: «Comoo detetar o
caráter ácid
do ou básico atraavés da cor?» coom o intuito de ssistematizar as ideias mais relevvantes.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interccalares do manuual para aplicar e consolidar os cconhecimentos.
• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 55 a 61 PowerPoint: «Reeações de oxidação-redução»
Recursos
Resumo: p. 62 A
Animação: «Áciddos e bases no d
dia a dia e no lab
boratório»
Questões: p.63
p

• Manual: Taarefa da p. 62
TTPC
no8
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n.
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

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8
o de aulaa N.o 7
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
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_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Tipos
T de reaçõess químicas

C
CONTEÚDOS: Re
eações ácido-ba
ase: indicador un
niversal e escala de pH; reaçõess entre soluções ácidas e básicass; ácidos, bases e sais

2.7 Distinguir soluções ácidass de soluções básicas usando a eescala de Sorenssen.


2.8 Determinar o caráter ácido, básico ou neutro
n de soluçções aquosas coom indicadores colorimétricos, e medir o
respetivo pH com indicad dor universal e medidor
m de pH.
2.9 Ordenar soluções
s aquosaas por ordem creescente ou decreescente de acidez ou de alcalinidade, dado o vaalor de pH
de cada solução.
Metas
2.10 Prever se e há aumento ou diminuição de e pH quando se aadiciona uma soolução ácida a um
ma solução básicca ou vice-
C
Curriculares versa.
2.11 Identificaar ácidos e bases comuns: HCы, H2SO4, HNO3, H 3PO4, NaOH, KO OH, Ca(OH)2, Mg((OH)2.
2.12 Classificaar as reações qu
ue ocorrem, em solução aquosaa, entre um ácido e uma base co omo reações ácido-base e
indicar os
o produtos desssa reação.
2.13 Representar reações ácido-base por equ uações químicass.

SSumário • Indicador universal e escalaa de pH. Reações entre soluçõess ácidas e básicaas.

• Fazer uma revisão


r da matéria dada na aulaa anterior usandoo a apresentaçãão PowerPoint: ««Reações ácido-bbase».
• Através da visualização do vídeo «Como detetar
d o caráte r ácido ou básicco através da co
or?» recordar a Tarefa 9 e
referir que poderia ter-se utilizado
u uma mistura de indicaddores, chamada indicador universal.
• Recorrendoo à apresentaçãoo PowerPoint «Indicador univerrsal e escala de pH» enfatizar quue este indicadoor permite
comparar comc mais rigor o caráter ácido o ou básico dee soluções, senddo mesmo posssível associar uma escala
nças de cor о esccala de pH (ou esscala de Sorenseen).
quantitativaa a estas diferen
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para que oos alunos possam m distinguir soluções ácidas dee soluções
básicas usando a escala de Sorensen e orde enar soluções aqquosas por ordeem crescente ou decrescente dee acidez ou
de alcalinidade, dado o valoor de pH de cadaa solução.
A
Atividades
• Organizar os
o alunos em gru upos de trabalho o e com vista à visualização e innteração com a simulação comp putacional
«Determinaação do pH de so oluções» (orienttada por um roteeiro de exploraçção).
• Realizar a Tarefa
T 8, na send
da partilhar e discutir os resultaados obtidos e vvisualizar o vídeoo: «Como relacionar a cor
do indicadoor, o pH e o caráter ácido-base de
d uma solução??» visando sistem matizar as ideiass mais relevantees.
• Apresentar a animação com mputacional: «RReações de ácidoo-base (ou de neeutralização)» su ublinhando a ideeia de que
se combate e um excesso de ácido juntando uma base e um excesso de basee juntando um áácido.
• Partilhar e discutir os resultados obtidos na atividade labooratorial e visuallizar o vídeo: «CComo varia o pH perante a
adição suceessiva de uma baase a um ácido?» com o intuito de sistematizar as ideias mais reelevantes.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 64 a 68 PowerPooint: «Reações áccido-base»
Resumo: p. 69 Vídeo: «CComo detetar o caráter ácido ou u básico atravéss da cor?»
Questões: p.
p 70 PowerPooint «Indicador uuniversal e escala de pH»
Recursos Simulaçãão: «Determinaçção do pH de soluções»
Vídeo: «CComo relacionarr a cor do indicador, o pH e o caarácter
ácido-ba se de uma soluçção?» e «Como vvaria o pH peran nte a
adição suucessiva de umaa base a um ácido?»
Animaçã o: «Reações de ácido-base (ou d de neutralizaçãoo)»

• Manual: Taarefa da p. 69
TTPC
• Caderno dee Atividades: Ficchas de trabalho n.os 9 e 10
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 29
o de aulaa N.o 8
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Tipos
T de reaçõess químicas

C
CONTEÚDOS: Reeações de precipitação: sais mu
uito solúveis e saais pouco solúveeis em água; reações de precipittação na naturezza e em
nossas casas

2.14 Concluir que certos sais são muito solúvveis ao passo quee outros são pouuco solúveis em água.
2.15 Classificaar em reações ded precipitação as reações em que ocorre a foormação de saiss pouco solúveiss em água
(precipittados).
Metas 2.16 Identificaar reações de prrecipitação, no laaboratório e no ambiente (form
mação de estalacctites e de estalaagmites).
C
Curriculares 2.17 Representar reações de precipitação, re ealizadas em ativvidades laboratooriais, por equaçções químicas.
2.18 Associar águas duras a soluções aquosass com elevada c oncentração em m sais de cálcio e de magnésio.
2.19 Relacionar, a partir de in
nformação seleciionada, proprieddades da água coom a sua durezaa, referindo conssequências
do seu uso
u industrial e doméstico, e iden ntificando processsos usados no trratamento de ágguas duras.

SSumário • Solubilidadee de sais. Reações de precipitação na natureza e em nossas cassas.

• Fazer uma revisão da matéria dada na auula anterior usa ndo a apresenttação PowerPoinnt: «Indicador uuniversal e
escala de pH».
• Em diálogo com os alunos recordar que, taal como já estuddámos, a palavraa «sal» é utilizadda para designar qualquer
composto formado
f por iões. Usar a Fig. 65,, da p. 71 do maanual, para apressentar exemploss de sais.
• Abordar o conceito
c de solu
ubilidade e de solução
s saturadaa a partir de um
ma demonstração onde se tentaa dissolver
diferentes quantidades
q de cloreto de sódio
o em água.
• Realizar a Tarefa
T 8 com os alunos
a de modoo a verificar expeerimentalmente a solubilidade d
de diferentes sais.
• Partilhar e discutir os resultados obtidoss e visualizar o vídeo: «Solúveel ou pouco sollúvel?» com o intuito de
enfatizar a ideia de que quaase todos os saiss de sódio, potá ssio ou amónio são bastante soolúveis em água. O mesmo
acontece coom os nitratos.
• Na sequênccia desta atividadde interagir com
m a simulação coomputacional: «R Reações de preccipitação».
• Com vista a identificar a ocorrência de reaçções de precipitaação realizar com
m os alunos a Taarefa 9.
A
Atividades • Partilhar e discutir os resultados obtidos na
n atividade labboratorial e visuaalizar o vídeo: «
«Como identificaar reações
de precipitaação?» com o intuito de sistemaatizar as ideias m
mais relevantes.
• Partindo daa visualização doo vídeo: «Reaçõees de precipitaçção» na naturezaa e em casa, esttabelecer um diáálogo com
os alunos soobre alguns exemplos de reaçõe es de precipitaçãão na natureza e em nossas casaas.
• Levar os allunos a associarr águas duras a soluções aquoosas com elevadda concentraçãoo em sais de cálcio e de
magnésio e realizar a Tareffa 10, sublinhando as principaiss ideias usando ccomo auxilio o vvídeo: «Como identificar a
dureza da água?»
á
• Com base no texto da questão 3 da p. 28 2 do Caderno de Atividades, orientar os alun nos para relacio
onarem as
propriedades da água co om a sua dure eza, referindo cconsequências do seu uso in ndustrial e dom méstico, e
identificand
do processos usaados no tratame ento de águas duuras.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 71 a 77 PowerPooint: «Indicador uuniversal e escala de pH»
Resumo: p. 78 Simulaçãão: «Reações de precipitação»
Recursos Questões: p.
p 79 Vídeos: «Reações de pprecipitação naa natureza e eem casa»;
«Solúvel ou pouco so lúvel?»; «Como o identificar reeações de
precipitaação?»; «Como identificar a dureeza da água?»

• Manual: Taarefa da p. 78
TTPC • CAP: Fichas 2A
A e 2B – Reaçõess químicas
• Caderno dee Atividades: Ficcha global n.o 3 e Ficha de traballho n.o 11
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

30
0
o de aulaa N.o 9
Plano 90 + 45 min

Esscola ______
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A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Velocidade
V das reações
r químicas
C
CONTEÚDOS: Re
eações químicas rápidas e lentaas
Fa
atores que influe
enciam a velocid
dade das reaçõess químicas: efeitto da concentraçção dos reagentees; efeito da temp
peratura

3.1 Associar a velocidade de e uma reação qu uímica à rapidezz com que um reagente é consumido ou um produto é
formado.
3.2 Identificaar os fatores qu
ue influenciam a velocidade ddas reações quíímicas e dar exxemplos do dia a dia ou
Metas
laboratoriais em que essees fatores são re
elevantes.
C
Curriculares 3.3 Concluir, através de umaa atividade expe erimental, quaiss são os efeitoss, na velocidadee de reações químicas, da
concentraação dos reagen ntes, da temperaatura, do estadoo de divisão do((s) reagente(s) ssólido(s) e da prresença de
um catalissador apropriado.

• Velocidade de uma reação química.


SSumário • Fatores quee influenciam a velocidade dass reações quím icas: efeito da concentração ddos reagentes e efeito da
temperaturra.

• Fazer uma revisão


r da matérria dada na aula anterior
a usando a apresentação PowerPoint: «Reeações de precip
pitação».
• Em diálogoo com os alunoss colocar a seguinte questão: « Todas as reações químicas têm m a mesma velo ocidade?».
Incentivar a participação ordenada dos alu unos e levá-los a associar a veloocidade de uma reação químicaa à rapidez
com que um m reagente é consumido ou um produto é form mado.
• Aproveitar a participação dos alunos para, na sequência, a presentar e disccutir com eles a animação compputacional:
«Como alte erar a velocidadee de uma reaçãoo» (orientada poor um roteiro de exploração).
• Conduzir oss alunos à identificação dos fatoores que influencciam a velocidadde das reações qquímicas dando exemplos
do dia a diaa ou laboratoriais em que esses fatores
f são relevvantes.
A
Atividades
• Organizar oso alunos em grupos
g de trabaalho e realizar aas Tarefas 11 e 12, de modo a identificar, aatravés da
experimenttação, os fatore es de que depende a velocidadde das reações químicas: nestte caso concenttração dos
reagentes e temperatura.
• De modo a sistematizar as a principais coonclusões decorrrentes das ativvidades realizaddas, recordar ass mesmas
mediante a visualização do os vídeos «Qual é o efeito da cconcentração naa velocidade de uma reação?» e «Qual o
efeito da te
emperatura na velocidade de um ma reação?».
• Sistematizar as conclusões globais
g da aula com
c o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interccalares do manuual para aplicar e consolidar os cconhecimentos.
• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 80 a 83 PowerPoint: «Reeações de precip
pitação»
Recursos Resumo: p. 84 A
Animação: «Commo alterar a velo
ocidade de uma reação»
Questões: p.
p 85 V
Vídeo: «Qual é o efeito da conncentração na vvelocidade
de uma reação??»

• Manual: Taarefa da p. 84
TTPC
n o 12
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n.
• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.
A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 31
Plano de aulaa N.o 10 90 + 45 min

Esscola ______
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A
Ano _______
___________ Turma ____ _____ Aula N .o ________________ Datta ___ / _____/ ______
____________

DOMÍNIO: Reaçções químicas

SSUBDOMÍNIO: Velocidade
V das reações
r químicas

C
CONTEÚDOS: Fa
atores que influenciam a velocidade das reaçõe
es químicas: efeeito do estado de divisão do(s) rreagente(s) sólid
do(s);
efeito da luz; efeiito dos catalisad
dores

3.4 Concluir, através de umaa atividade expe erimental, quaiss são os efeitoss, na velocidadee de reações químicas, da
concentraação dos reagen ntes, da temperaatura, do estadoo de divisão do((s) reagente(s) ssólido(s) e da prresença de
um catalissador apropriado.
3.5 Identificaar a influência que
q a luz pode ter na velocid ade de certas reações químicas, justificando o uso de
Metas
recipientees escuros ou oppacos na proteçãão de alimentos,, medicamentoss e reagentes.
C
Curriculares 3.6 Associar os
o antioxidantes e os conservanttes a inibidores utilizados na connservação de aliimentos.
3.7 Indicar quue os catalisadores e os inibidorres não são con sumidos nas reaações químicas, mas podem perder a sua
atividade.
3.8 Interpretaar a variação da velocidade das reações com basse no controlo ddos fatores que a alteram.

• Fatores quee influenciam a velocidade


v das reações
r químicass: efeito do estaado de divisão do
o(s) reagente(s) sólido(s),
SSumário
efeito da luz e efeito dos caatalisadores.

• Fazer uma revisão da matééria dada na aulaa anterior usanddo a apresentação PowerPoint: «Fatores que innfluenciam
a velocidade das reações químicas I».
• Dar continuuidade ao estuddo dos fatores que influenciam
m a velocidadee das reações q
químicas reconh
hecendo a
importânciaa prática destes fatores.
• Organizar os
o alunos em grupos de trabalh
ho e realizar dass Tarefas 13, 144 e 15, de modo
o a identificar, aatravés da
experimenttação, os fatores de que depen nde a velocidadee das reações qquímicas: neste caso o estado de divisão
do(s) reagente(s) sólido(s), a luz e a presen
nça de catalisadoores.
A
Atividades • De modo a sistematizar as a principais co onclusões decorrrentes das ativvidades realizad das, recordar ass mesmas
mediante a visualização do os vídeos: «Qual é o efeito do eestado de divisãão de um reagen nte na velocidad
de de uma
reação?», «Qual
« o efeito dos
d catalisadore es na velocidadee de uma reação?» e «Qual é a influência de diferentes
catalisadore
es na velocidade e da reação de decomposição
d daa água oxigenadda?»
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio doo PowerPoint: «FFatores que influenciam a veloccidade das
reações quíímicas II» e do re
esumo presente e no manual.
• Recorrer àss questões intercalares do manual para aplicarr e consolidar os conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPC
C podem migrarr para atividadess de sala de aulaa.)

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 86 a 91 V
Vídeo: «Qual é o efeito do estad
do de divisão dee um
Resumo: p. 92 reagente na veloocidade de umaa reação?»
Questões: p.
p 93 V
Vídeo: «Qual o efeito dos catalisadores na veloocidade de
uma reação?»
Recursos
V
Vídeo: «Qual é a influência dee diferentes cattalisadores
na velocidade da reação de decomposição da água
oxigenada?»
PowerPoint: «Faatores que influuenciam a veloccidade das
reações químicaas I e II»

• Manual: Taarefa da p. 92 • CAP: Fichas 2AA e 2B – Reaçõees químicas


+ Questões Ficha global nn.o 1, APC e WebQuest
TTPC
• Caderno dee Atividades: Fiicha global n.o 4 e Ficha de
trabalho n.o 13

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

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2
Plano de aulaa N.o 11 90 + 45 min

Esscola ______
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A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Som

SSUBDOMÍNIO: Produção
P e prop
pagação do som

C
CONTEÚDOS: Origem
O dos sons.. Fontes sonorass e instrumento
os musicais. Freqquência da fontee sonora

1.1 Indicar quue uma vibração o é o movimentto repetitivo de um corpo, ou pparte dele, em torno de uma p posição de
equilíbrio.
Metas
1.2 Concluir, a partir da observação, que o soom é produzido por vibrações de um material (ffonte sonora) e identificar
C
Curriculares as fontes sonoras na voz humana e em ap parelhos musicaais.
1.3 Definir fre
equência da fontte sonora, indicaar a sua unidadee SI e determina r frequências neessa unidade.

SSumário • Origem do som. Som puro e a sua frequênccia.

• Em diálogo com os alunos referir


r a importâância da acústicaa e a importânciaa do som nas no
ossas vidas.
• Mantendo o diálogo, solicitar-lhes que appresentem exem mplos de situaçõões em que sejja vantajoso terr uma boa
acústica e de
d situações em que seja vantajo
oso ter um bom isolamento acúústico.
• Visualizar a animação com
mputacional: «Prrodução do Som
m» e na sequênncia enfatizar qu
ue na origem dee um som
estão semp
pre vibrações de corpos.
• Utilizar os innstrumentos muusicais como exeemplos de fontess sonoras.
• Em diálogo com os alunos fazer uma lista grande de instrrumentos musiccais e depois claassificá-los de accordo com
aquilo que neles vibra
• Identificar o aparelho vocaal humano, comoo o local onde sãão produzidos oos sons, e as corddas vocais comoo as fontes
sonoras. De
escrever sumariamente o mecanismo que as fa z vibrar.
A
Atividades • Identificar a vibração da fonnte sonora comoo um movimentoo repetitivo.
• Definir a frrequência comoo o número dee oscilações com mpletas por unnidade de temp
po. Dar como eexemplo a
frequência de um diapasão o (que, se possívvel, deverá estaar disponível) e associar o conceito de som puro ao som
produzido pelo
p diapasão.
• Realizar alguns exercícios que ajudem a connsolidar o conceeito de frequênccia.
• Realizar a tarefa
t descrita no
n manual que permite relacionnar o som prodduzido pelo diap pasão com a vibbração das
suas hastess. Sistematizar as ideias mais relevantes recorreendo à visualiza ção do vídeo: «O som e a vibraação que o
produz».
• Sistematizar as conclusões globais
g da aula com
c o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões intercalares do manual para aplicarr e consolidar os conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa.)

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 104 a 109
9 An imação: «Produ ção do som»
Recursos
Resumo: p. 110 Víddeo: «O som e a vibração que o produz»
Questões: p.
p 111

• Manual: Taarefa da p. 110 • CCAP: Ficha de ddiagnóstico n.o 3 – Som, Ficha 11A – Som,
TTPC
n o 14
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. FFicha global n.o 2 – Som, Atividade n.o 1

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 33
Plano de aulaa N.o 12 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Som

SSUBDOMÍNIO: Produção
P e prop
pagação do som

C
CONTEÚDOS: Prropagação do so
om; mecanismo
o de propagação
o do som no ar. V
Velocidade de p
propagação do ssom

1.4 Indicar quue o som se pro opaga em sólidoos, líquidos e gasses com a mesmma frequência dda respetiva fonte sonora,
mas não ses propaga no váácuo.
1.5 Explicar que a transmissãão do som no ar se deve à propaagação do moviimento vibratório em sucessivass camadas
de ar, surrgindo, alternaddamente, zonas de menor dens idade do ar (zonas de rarefaçãão, com menor p pressão) e
zonas de maior densidade e do ar (zonas de compressão, ccom maior presssão).
Metas 1.6 Explicar que,
q na propagaação do som, as camadas de arr não se deslocaam ao longo do meio, apenas transferem
C
Curriculares energia de umas para outtras.
1.7 Associar a velocidade do o som num dado o material com a rapidez com que ele se prop paga, interpretando o seu
significado através da exp pressão v = d/ȴt.
1.8 Interpretaar tabelas de vellocidade do somm em diversos m materiais ordenanndo valores da vvelocidade de propagação
do som no os sólidos, líquid
dos e gases.
1.9 Definir acústica como o estudo do som.

SSumário • O modo de propagação do som no ar e a suua velocidade dee propagação.

• Fazer uma pequena


p revisão
o da matéria da aula anterior us ando a apresenttação PowerPoin
nt: «Produção do som».
• Em diálogo com os alunos concluir
c que os sons se propagaam não só no arr como também nos sólidos (batter com os
nós dos ded
dos numa mesa e pedir a alunoss para encostareem o ouvido à m
mesa) e nos líquid
dos.
• Associar a vibração
v da fonte, por exemplo
o um diapasão, à criação de zonas no ar altern
nadamente de m
maior e de
menor presssão. Num mesm
mo ponto sucede
em-se pressões oou densidades m
maiores e menores.
• Concluir quue a propagaçãoo do som no ar se
s deve, em últi ma análise à vibbração das molééculas constituin
ntes do ar,
que originam vibrações nass camadas de ar.
• Relacionar a energia assocciada à vibraçãoo com a intensiidade do som e indicar que essta intensidade diminui à
medida que
e aumenta a disttância à fonte.
• Ver os vídeoos: «Pode o som
m propagar-se no
o vazio?» e o «O
O som e a sua proopagação» e debatê-los com os alunos.
• Simular a propagação do soom no ar fazenddo uma demonsttração com umaa mola slinky e sublinhar a ideia de que na
A
Atividades propagação
o da perturbação
o não há deslocaamento a grandees distâncias da matéria do meio.
• Concluir que o som precisa de um certo tem
mpo para se proopagar.
• Relacionar a velocidade dee propagação coom a agitação coorpuscular e esttabelecer qualittativamente a vaariação da
velocidade de propagação do som do ar co
om a temperaturra.
• Fazer referêência histórica à determinação experimental dda velocidade dee propagação doo som no ar e, nna mesma
ocasião, forrmalizar a expre
essão matemáticca que relaciona a velocidade coom a distância p percorrida e o intervalo de
tempo v=d//Δt. Especificar as
a unidades SI de cada uma das grandezas interrvenientes.
• Usar o conhhecido exemplo da trovoada parra um resolver eexercício recorreendo à expressãoo anterior.
• Relacionar as diferentes veelocidades de prropagação do soom nos sólidos, líquidos e gasees com a sua constituição.
Com os alunos, visionar e innteragir com a simulação compuutacional: «Veloocidade de propaagação do som» ».
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPC
C podem migrarr para atividadess de sala de aulaa.)

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 112 a 117
7 PowwerPoint: «Proddução do som»
Recursos Resumo: p. 118 Víddeo: «Pode o som
m propagar-se n
no vazio?»
Questões: p.
p 119 Víddeo: «O som e a sua propagação

Sim
mulação: «Velocidade de propaggação do som»

• Manual: Taarefa da p. 118 • CCAP: Ficha de ddiagnóstico n.o 3 – som, Ficha 11A – Som,
TTPC
n o 15
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. FFicha global n.o 2 – Som, Atividade n.o 1

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

34
4
Plano de aulaa N.o 13 90 + 45 min

Esscola ______
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Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Som

SSUBDOMÍNIO: Som
S e ondas
C
CONTEÚDOS: Prrodução de ond das. Característiccas de uma ondaa: frequência, pperíodo, amplitu
ude e velocidadee. A onda sonora como
o
onda de pressão
o; gráficos presssão-tempo
2.1 Concluir, a partir da prrodução de ond das na água, n uma corda ou numa mola, que uma onda rresulta da
propagação de uma vibraação.
2.2 Identificarr, num esquemaa, a amplitude de e vibração em o ndas na água, n uma corda ou numa mola.
2.3 Indicar quue uma onda é caracterizada porr uma frequênciia igual à frequê ncia da fonte qu ue origina a vibraação.
Metas
2.4 Definir o período
p de uma onda, indicar a respetiva unidadde SI e relacionáá-lo com a frequ
uência da onda.
C
Curriculares 2.5 Relacionaar períodos de ondas
o em gráficcos que mostremm a periodicidaade temporal dee uma qualquerr grandeza
física, assim como as freqquências corresppondentes.
2.6 Indicar que o som no ar é uma onda de d pressão (ondda sonora) e iddentificar, num gráfico pressão o-tempo, a
amplitude e (da pressão) e o período.

SSumário • O som como uma onda de pressão. Caracteerísticas de umaa onda

• Fazer uma revisão


r da matéria dada na aulaa anterior usandoo a apresentaçãão PowerPoint: «
«Propagação do som».
• Referir que o som é uma onnda de pressão e,
e em diálogo coom os alunos, enncontrar exempllos de outras ondas.
• Utilizar com
mo exemplo a onda na água paara identificar a direção de proppagação, a amp plitude e o temp
po de uma
oscilação co
ompleta.
• Dar outross exemplos de ondas (numa corda,
c numa m
mola, no ar) paara reconhecer que há, em to
odas elas,
características comuns (am mplitude, direçãoo de propagaçã o, tempo de um ma oscilação completa) e outraas, como a
direção de vibração,
v distinttas.
• Reforçar a ideia, vinda já da aula anterior, que a onda é a propagação de uma vibraçãão, transporta eenergia ao
longo do meio em que se propaga
p mas não o transporta corppúsculos do me io.
• Visualizar a animação compputacional: «Carracterísticas de uuma onda».
• Relacionar o período de uma u onda com a sua frequênccia e identificarr esta grandeza, a par da velo ocidade de
propagação o como carateríssticas de uma on nda. Indicar a unnidade SI de perííodo.
A
Atividades • Resolver exxercícios que perrmitam utilizar a expressão T = 11/f.
• Utilizar de novo o exemploo da onda sonorra a propagar-see no ar para refforçar a ideia dee que esta é uma onda de
pressão. Re epresentar a vaariação da presssão em funçãoo do tempo parra um som purro, e sublinhar o caráter
repetitivo no
n tempo dessa representação.
• Em conjuntto com os alunos visionar e innteragir com a simulação compputacional: «Vissualização de ondas num
osciloscópioo».
• Indicar em gráficos o períoodo de ondas (dee pressão ou dee outra qualquerr onda), e obterr a partir daí a frrequência.
Reconhecerr, a partir dos grráficos as ondas de maior e mennor frequência (oou período).
• Indicar tam
mbém nos gráfico os a amplitude da
d onda e reconnhecer, a partir da leitura dos gráficos as ondass de maior
ou menor amplitude.
a
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPC
C podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 120 a 123
3 Pow
werPoint: «Proppagação do Som»
Recursos Resumo: p. 124 An imação: «Caractterísticas de uma onda»
Questões: p.
p 125 Sim
mulação: «Visuallização de ondass num osciloscóp
pio»

• Manual: Taarefa da p. 124 • CCAP: Ficha de ddiagnóstico n.o 3 – som, Ficha 11A – Som,
TTPC
n o 16
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. FFicha global n.o 2 – Som, Atividade n.o 1

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 35
Plano de aulaa N.o 14 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
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______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Som

SSUBDOMÍNIO: Atributos
A do som
m e sua deteção pelo ser human
no
C
CONTEÚDOS: Attributos dos son
ns: intensidade, altura e timbre
e. Som puro e soom complexo. Trransformação d
de ondas sonoraas em
sinais elétricos
3.1 Indicar qu
ue a intensidade, a altura e o tim
mbre de um som são atributos q ue permitem disstinguir sons.
3.2 Associar a maior intensidaade de um som a um som mais forte.
3.3 Relacionar a intensidade de um som no ar a com a amplituude da pressão nnum gráfico presssão-tempo.
3.4 Associar a altura de um so om à frequênciaa, identificando ssons altos com aagudos e sons baaixos com graves.
3.5 Compararr, usando um grááfico pressão-tempo, intensidaddes de sons ou aalturas de sons.
3.6 Associar um
u som puro ao som emitido po or um diapasão, caracterizado ppor uma frequência bem definida.
3.7 Indicar qu
ue um microfone e transforma um ma onda sonora nnum sinal elétricco.
3.8 Comparar intensidades e alturas de son ns emitidos por diapasões a paartir da visualizaação de sinais obtidos em
Metas osciloscóppios ou em proggramas de computador.
C
Curriculares 3.9 Determinar períodos e frrequências de ondas sonoras a partir dos sinais elétricos correespondentes, co om escalas
temporaiss em segundos e milissegundos..
3.10 Concluir, a partir de umma atividade experimental, se a altura de um soom produzido pela vibração de um fio ou
lâmina, com
c uma extremmidade fixa, aummenta ou diminuui com a respetivva massa e comp primento.
3.11 Concluir,, a partir de umaa atividade expe
erimental, se a aaltura de um som m produzido pella vibração de uma coluna
de ar aumenta ou dimin nui quando se alttera o seu compprimento.
3.12 Identificaar sons complexxos (sons não puuros) a partir de imagens em oscciloscópios ou prrogramas de com mputador.
3.13 Definir timbre como o atributo de um som complexo q ue permite distiinguir sons com as mesmas inteensidade e
altura mas
m produzidos por p diferentes fo ontes sonoras.

SSumário • Intensidadee, altura e timbree de um som. Sinais sonoros vissualizados num oosciloscópio.

• Rever as nooções de amplitu ude e frequênciaa usando a apre sentação PowerrPoint: «Som e o ondas».
• Visualizar a animação computacional «Atriibutos do som» e, partindo destta e em diálogo com os alunos, cconcluir
que os sons podem ser forttes e fracos, identificando a inteensidade como o atributo que o os permite distinguir.
• Associar a maior
m ou menorr amplitude de vibração
v da fontee sonora à maioor ou menor ampplitude da onda sonora,
relacionanddo-a com a inten nsidade do som.. Mostrar, em grráficos pressão-ttempo, ondas daa mesma frequêência
correspond dentes a um som m mais intenso (m maior amplitudee) e a um som m menos intenso (m
menor amplitudee).
• Indicar méttodos para aume entar a intensidade de um som,, exemplificandoo com um diapassão com caixa-de-
ressonânciaa, e enfatizar as ideias principaiss visualizando víídeo: «Como au mentar a intensidade do som».
A
Atividades • Em diálogoo com os alunos concluir que os sons podem serr mais agudos ouu mais graves, id dentificando a alltura do
som como o atributo que os o permite distin nguir, e relacionaar a maior ou m enor frequênciaa de vibração da fonte
sonora e, portanto,
p a maioor ou menor freq quência da onda sonora, com o ssom alto (agudo o) ou baixo (gravve).
• Visualizar o vídeo: «Como variar
v a altura do som?» e debaater com os alunos os conceitos concluindo com mo varia a
altura de so
ons produzidos por cordas vibraantes (igual com primento e espeessuras diferentes ou vice-versaa).
• Associar o timbre
t de um soom ao atributo que
q permite idenntificar uma fon te sonora que p produz sons commplexos.
• Observar num ecrã de osciloscópio sinais produzidos
p por ssons puros e, em
m comparação, ppor sons compleexos.
• Determinar a frequência de um som a parttir da visualizaçãão do sinal elétriico correspondeente no ecrã do
osciloscópio (ou computad dor). Complemen ntar, recorrendoo ao vídeo: «Visuualização de onddas sonoras».

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 126 a 131
1 PoweerPoint: «Som e ondas»
Recursos Resumo: p. 132 Anim
mação: «Atributoos do som»
Questões: p.
p 133 Vídeoos: «Como aumeentar a intensidade do som», «C Como
variaar a altura do som
m?» e «Visualizaação de ondas so
onoras»

• Manual: Taarefa da p. 132 • CAP:: Fichas 1A e 1B – Som, Ficha gloobal n.o 2 – Som
m, Atividades
TTPC n o 17
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. n.os 2 e 3, Questões usadas em avaliiações externas
interrnacionais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

36
6
Plano de aulaa N.o 15 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Som

SSUBDOMÍNIO: Atributos
A do som
m e sua deteção pelo ser human
no
C
CONTEÚDOS: O ouvido humano o. Espetro sonorro; sons audíveiss, infrassons e ulttrassons. Nível d
de intensidade ssonora; limiar dee audição
e limiar de dor; sonómetro;
s audiiograma. Poluição sonora
4.1 Identificaar o ouvido hum mano como um m recetor de soom, indicar as ssuas partes prin ncipais e associiar-lhes as
respetivass funções.
4.2 Concluir que
q o ouvido humano só é sensíível a ondas son oras de certas ffrequências (sons audíveis), e qu ue existem
infrassonss e ultrassons, caaptados por algu
uns animais, locaalizando-os no eespetro sonoro.
Metas
4.3 Definir níível de intensidaade sonora com mo a grandeza ffísica que se meede com um sonómetro, se exp pressa em
C
Curriculares decibéis e se usa para desscrever a respossta do ouvido huumano.
4.4 Definir limiares de audição e de dor, indicando os rrespetivos níveis de intensidade sonora, e interpretar
audiogram mas.
4.5 Medir níveis de intensidade sonora com um u sonómetro e identificar fonttes de poluição ssonora

SSumário • Deteção doo som pelo ser huumano. Espetro sonoro e nível dde intensidade

• Fazer uma revisão da matééria dada na aula anterior sobrre atributos do ssom usando a aapresentação PoowerPoint:
«Atributos do som».
• Em diálogo com os alunos solicitar-lhes
s que
e apresentem o que sabem sobre o aparelho ad
ditivo do homem
m.
• Recorrer à apresentação da
d animação-3D D: «Ouvido hummano em 3D» e com base neela descrever o aparelho
auditivo, identificando o tím
mpano que é po osto a vibrar pella onda sonora e o ouvido interrno onde o sinal mecânico
é convertido em sinal elétrico.
• Definir ondaas sonoras audívveis de não audííveis e definir ulttrassons e infrasssons. Compararr a capacidade aauditiva do
homem e de d alguns animais no que respeita ao espetro ssonoro. Ilustrar essa descrição ccom as páginas 136 e 137
do manual e/ou recorrendo o à visualização da animação co mputacional: «O O espetro sonoro».
• Indicar que o nível de inteensidade sonoraa traduz a sensaação auditiva e que se pode m medir com um so onómetro.
Indicar a un
nidade mais commum em que se exprime
e (dB).
A
Atividades
• Visualizar o vídeo: «A quee níveis de inteensidade sonor a estamos sujeeitos na nossa escola?» e na sequência
relacionar várias
v situaçõess do dia a dia com
c os respetivvos níveis de inntensidade. Refeerir que há um limiar de
audição e um
u nível de inten nsidade para o qual
q pode haver rutura do tímpaano.
• Apresentar o audiómetro no contexto do d diagnóstico de problemas auditivos: permite detetar o nível de
intensidadee mínimo (e máxximo) a que umaa pessoa é sensívvel.
• Recorrer à apresentação PowerPoint: «Deteção do soom pelo ser huumano» e aprooveitar o contexto para
recomendar os principais cuidados
c a ter para
p evitar doennças decorrentees da exposição prolongada a sons muito
intensos ouu a ruídos, em ge
eral.
• Sistematizar as conclusões globais
g da aula com
c o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões intercalares do manual para aplicarr e consolidar os conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPC C podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp.10 a 17 PoowerPoint: «Atriibutos do som»
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 134 a 139
9 Annimação-3D: «Ouvido humano eem 3D»
Recursos Resumo: p. 140 Annimação: «O esppetro sonoro»
Questões: p.
p 141 Víídeo: «A que nívveis de intensidade sonora estam
mos
suujeitos na nossa escola?»
PoowerPoint: «Deteção do som peelo ser humano» »

• Manual: Taarefa da p. 140 • CAP: Ficha 1A – Som, Ficha 1B – Som, Ficha global n.o 2 –
TTPC n o 18
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. Som, Atividadess n.os 2 e 3, Quesstões usadas em
m
avaliações exterrnas internacionnais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 37
Plano de aulaa N.o 16 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Som

SSUBDOMÍNIO: Fenómenos
F acússticos
C
CONTEÚDOS: Re
eflexão do som;; aplicações (eco
o e reverberação
o, ecolocalizaçãão, sonar, ecograafia). Absorção do som. Refraçãão do
so
om. Poluição sonora, absorção do som e isolammento acústico
5.1 Definir refflexão do som e esquematizar o fenómeno.
5.2 Concluir que
q a reflexão de som numa superfície é acomppanhada por abbsorção de som e relacionar a in ntensidade
do som re efletido com a do som incidente e.
5.3 Associar a utilização de teecidos, esferovitte ou cortiça à aabsorção sonoraa, ao contrário das superfícies polidas que
são muito o refletoras.
5.4 Explicar o fenómeno do eco.
e
Metas 5.5 Distinguir eco de reverberação e justificar o uso de certo s materiais nas paredes das salaas de espetáculo o.
C
Curriculares 5.6 Interpretaar a ecolocalizaçção nos animais,, o funcionamennto do sonar e aas ecografias com mo aplicações dda reflexão
do som.
5.7 Definir a refração do so om pela propagaação da onda ssonora em diferrentes meios, co om alteração de direção,
devido à mudança
m de velo
ocidades de propagação.
5.8 Concluir que
q o som refrattado é menos inttenso do que o ssom incidente.
5.9 Indicar qu
ue os fenómenoss de reflexão, ab bsorção e refraçãão do som podeem ocorrer simultaneamente.
5.10 Dar exem mplos e explicar medidas de pre evenção da poluiição sonora, dessignadamente o isolamento acústico.

SSumário • Reflexão doo som e aplicaçõões. Absorção e refração


r do som
m.

• Fazer uma revisão genéricca e sucinta sobbre a matéria daas últimas aulass (produção do som, o som coomo onda,
deteção do som pelo ser hu
umano)
• Em diálogo com os alunos referir que poddemos ouvir alguuém mesmo que a pessoa não esteja voltada ppara nós e
visualizar a animação comp
putacional: «Fen
nómenos acústiccos».
• Visualizar os vídeos: «Refleexão do som» e «Qual é o mateerial que melhoor absorve o som
m?» e debater ttal com os
alunos.
• Usando a PowerPoint: «Refflexão, absorçãoo e refração do ssom» mencionaar e descrever o fenómeno da reeflexão do
som. Com a ajuda de um esquema repressentar o som inncidente e o som m refletido. Carracterizar o somm refletido,
relativamen nte ao som incid
dente, do ponto de vista da sua ffrequência e da sua intensidadee.
• Dar exempllos do dia a dia da reflexão do som.
s Mencionarr o eco como um m fenómeno acú ústico e explicarr as razões
A
Atividades fisiológicas que determinamm a condição para a ocorrência de eco (obstácuulo a mais de 17 m).
• Propor exerrcícios numéricoos sobre o eco.
• Descrever o fenómeno da múltipla reflexãão das ondas soonoras e a reveerberação a quee dá origem. Descrever as
vantagens e desvantagens da reverberação o e formas de a aatenuar quandoo é indesejável.
• Mencionar os exemplos da ecolocalização nosn animais e dee aplicações prátticas como o son nar e a ecografiaa.
• Descrever o que acontece quando
q a onda sonora
s muda dee meio e identificcar o fenómeno o acústico como a refração
do som.
• Referir a abbsorção do som e as condições para
p a diminuir oou para a aumenntar, conforme o que se deseje.
• Sistematizar as conclusões globais
g da aula com
c o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões intercalares do manual para aplicarr e consolidar os conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 142 a 147
7 A
Animação: «Fennómenos acústiccos»
Recursos Resumo: p. 148 V
Vídeo: «Reflexã o do som»
Questões: p.
p 149 V
Vídeo: «Qual é o material que mmelhor absorve o som?»
PowerPoint: «Reeflexão, absorçãão e refração do som»

• Manual: Taarefa da p. 148 • CAP: Ficha 1AA – Som, Ficha 1BB – Som, Ficha gglobal n.o 2
TTPC
n o 19
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. – Som

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

38
8
Plano de aulaa N.o 17 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Luz

SSUBDOMÍNIO: Ondas
O de luz e sua propagação
C
CONTEÚDOS: Lu
uz visível e não visível.
v Corpos luminosos e ilum
minados. A visãoo dos objetos. P
Propagação da lu
uz. Velocidade d
de
propagação da lu uz. Materiais traansparentes, opaacos e translúciddos. Sombra e p
penumbra. Prop
pagação retilíneaa da luz
1.1 Distinguir, no conjunto do os vários tipos de luz (espetro elletromagnético)), a luz visível da luz não visível.
1.2 Associar escuridão
e e sommbra à ausência de d luz visível e ppenumbra à dim minuição de luz vvisível por interp posição de
um objeto o.
1.3 Distinguir corpos luminossos de iluminado os, usando a luz vvisível, e dar exeemplos da astronomia e do dia a dia.
Metas
1.4 Dar exemmplos de objetoss tecnológicos que q emitem ou recebem luz nãão visível e conccluir que a luz ttransporta
C
Curriculares energia e,, por vezes, informação.
1.10 Distinguir materiais transparentes, opaccos ou translúciddos à luz visível e dar exemplos d do dia a dia.
1.11 Concluir que a luz visível se propaga em linha reta e justtificar as zonas dde sombra com base nesta prop priedade.
1.12 Definir ótica
ó como o estudo da luz.

SSumário • Luz visível e não visível. Proopagação da luz

• Em diálogo com os alunos referir


r a importâância da ótica e a importância da luz nas nossass vidas.
• Solicitar aoss alunos aplicaçõões tecnológicass que usem a luzz, conduzindo a discussão de foorma que reconhheçam que
há dispositivos, como os telemóveis, que usam luz não visíível.
• Visualizar a animação com
mputacional: «Lu
uz visível e nãoo visível», classiificando a luz eem visível e não
o visível e
sublinhando
o que vemos com os olhos graçaas à luz visível.
• Dividir os coorpos visíveis em
m corpos lumino
osos e iluminadoos e explicar a differença
• Introduzir a ideia de quee a luz, ao conntrário do som , pode propagaar-se no vazio. Estabelecer a equação,
sublinhando o a analogia com
m o que se fez no
n caso do som, para a velocidade de propagaçção da luz, v = d//Δt e fazer
um exercíciio de aplicação com
c esta expressão.
A
Atividades • Em diálogo com os alunos solicitar-lhes
s quee apresentem exxemplos de reaçções químicas do o nosso dia a diaa.
• Em diálogoo com os alunoss, concluir que a luz também see propaga, com m maior ou men nor dificuldade, em meios
materiais.
• Classificar os
o materiais em transparentes e translúcidos, dee acordo com a forma como a lu uz visível neles sse propaga
(deixam-se atravessar pela luz visível ou deixam-se atraveessar apenas parrcialmente, resp petivamente) ou u materiais
opacos se a luz os não atravvessa.
• Explicar a foormação das sommbras e de penuumbra e relacionnar com a propaagação retilínea da luz.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa.)

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 156 a 161
1 Anim
mação: «Luz visívvel e não visível»
»
Recursos
Resumo: p. 162
Questões: p.
p 163

• Manual: Taarefa da p. 162 AP: Ficha de diaggnóstico n.o 3, FFicha 1A – Luz, FFicha 1B –
• CA
TTPC n o 20
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. Luzz, Ficha global nn.o 3 – Luz, Questões usadas eem avalia-
çõees externas internacionais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 39
Plano de aulaa N.o 18 90 + 45 min

Esscola ______
____________
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______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Luz

SSUBDOMÍNIO: Ondas
O de luz e sua propagação

C
CONTEÚDOS: A luz como onda.. Ondas mecâniccas e ondas elettromagnéticas

1.5 Indicar qu
ue a luz, visível e não visível, é um
ma onda (onda eeletromagnéticaa ou radiação eleetromagnética).
1.6 Distinguirr ondas mecâniccas de ondas elletromagnéticass, dando exempplos de ondas m mecânicas (som, ondas de
superfície
e na água, numa corda e numa mola). m
1.7 Associar à luz as seguin ntes grandezas características de uma onda num dado meiio: período, frequência e
Metas
velocidade de propagação o.
C
Curriculares 1.8 Identificar luz de diferenttes frequências no espetro elettromagnético, nomeando os tip pos de luz e ordeenando-os
por ordemm crescente de frequências,
f e daar exemplos de aplicações no diia a dia.
1.9 Indicar quue a velocidade máxima com qu ue a energia ou a informação ppodem ser transsmitidas é a velo
ocidade da
luz no váccuo, uma ideia proposta
p por Einsstein.

SSumário • A luz como onda e o espetrro eletromagnéttico

• Fazer uma revisão da matéria dada na auula anterior usa ndo a apresenttação PowerPoinnt: «Luz Visível e Luz Não
Visível».
• Em diálogoo com os alunoss procurar que estes indiquem
m termos relacioonados com a lu
uz e com ondass (por ex.:
micro-ondaas, ondas de rádiio, onda média, ondas eletromaagnéticas, etc.)
• Visualizar a animação coomputacional: «Luz
« e Ondas»» enfatizando que a luz tam
mbém é chamada onda
eletromagn
nética por a luz é uma onda.
• Usar a apresentação PoweerPoint: «Propagação da luz» e distinguir ondda mecânica (coomo o som), que se não
propaga no
o vazio, da onda eletromagnéticaa, que se propagga no vazio e nos meios materiaais.
• Associar, paara além da veloocidade de propaagação, a frequêência à onda eleetromagnética e representar graaficamente
duas ondass com a mesma amplitude
a e freq
quências diferenntes.
• Estabelecerr as semelhanças e as diferençass entre as ondass sonoras e as onndas eletromagnnéticas.
• Visualizar a animação coomputacional: «Espetro
« eletroomagnético» dee modo que sse apresente o espetro
A
Atividades eletromagn
nético como o co
onjunto das ondaas eletromagnétticas (luz visível e não visível) com
m diferentes frequências.
• Listar as várias radiações constituintes do espetro eletrom
magnético e situar a faixa visível no espetro. Reelacionar a
frequência com a cor da luzz visível e dizer como
c varia a fre quência do verm
melho para o vio
oleta.
• Referir quee o Sol emite em
m praticamente todas as frequêências, embora a emissão máxima ocorra no visível, mas
que muitas das radiações provenientes
p do Sol são absorviddas pela atmosfeera.
• Descrever a utilidade de caada uma das raddiações que consstituem o espettro e identificar a zona de frequuências em
que se situaam (ilustrar essaa descrição com as páginas 166 e 167 do manuaal).
• Referir quee é através da luz provenientee de todo o laddo do universoo, e da sua anáálise com instruumentação
apropriada em todas as gaamas de frequências que pode mos ficar a sabber a história e a constituição d dos outros
planetas, daas estrelas, dos exo-planetas, daas galáxias, enfim
m, do universo.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPC C podem migrarr para atividadess de sala de aulaa.)

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 164 a 167
7 PoweerPoint: «Luz Vissível e Luz Não V
Visível»
Recursos Resumo: p. 168 Anim
mação: «Luz e Onndas»
Questões: p.
p 169 PoweerPoint: «Propaggação da luz»
Anim
mação: «Espetro eletromagnético»

• Manual: Taarefa da p. 168 AP: Ficha de diaggnóstico n.o 3, FFicha 1A – Luz, FFicha 1B –
• CA
TTPC n o 21
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. Luzz, Ficha global nn.o 3 – Luz, Questões usadas eem avalia-
çõees externas internacionais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

40
0
Plano de aulaa N.o 19 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Luz

SSUBDOMÍNIO: Fenómenos
F óticos

C
CONTEÚDOS: Re
eflexão da luz; aplicações;
a leis da
d reflexão; refllexão especular e difusa. Absorrção da luz

2.1 Representtar a direção de propagação de uma onda de lu z por um raio dee luz.
2.2 Definir re
eflexão da luz, enunciar e verificcar as suas leis numa atividadee laboratorial, ap
plicando-as no ttraçado de
raios incid
dentes e refletid
dos.
2.3 Associar a reflexão especular à reflexão o da luz em sup erfícies polidas e a reflexão diffusa à reflexão da luz em
superfície
es rugosas, indicaando que esses fenómenos oco rrem em simultââneo, embora predomine um.
Metas 2.4 Explicar a nossa visão doss corpos iluminados a partir da rreflexão da luz.
C
Curriculares 2.5 Interpretaar a formação ded imagens e a menor ou maioor nitidez em su perfícies com b base na predominância da
reflexão especular
e ou da reflexão difusa.
2.6 Concluir que a reflexão da luz numa superfície
s é acoompanhada porr absorção e reelacionar, justifiicando, as
intensidaddes da luz refletida e da luz inciddente.
2.7 Dar exemplos de obje etos e instrume entos cujo fun cionamento see baseia na refflexão da luz (espelhos,
caleidoscóópios, periscópioos, radar, etc.).

SSumário • Reflexão daa luz, absorção da


d luz e refração da luz

• Fazer uma revisão


r breve e sucinta
s da maté
éria dada nas duaas aulas anteriores sobre a luz.
• Introduzir a representaçãoo da onda de luuz que se propaaga por um raioo luminoso e reepresentar feixees de raios
luminosos (paralelos,
( conve
ergentes e diverrgentes)
• Em diálogo com os alunos,, descrever o comportamento dda luz proveniennte de uma lanteerna ou de um aapontador
laser quand
do incide num esspelho plano.
• Enunciar ass leis da reflexão e, sempre quue possível, fazeer uma pequenaa experiência (taarefa 1 da páginna 172 do
manual) quue as evidenciem m. Visualizar o vídeo:
v «Verificaçção das leis da rreflexão da luz» enfatizando as principais
ideias.
• Referir que a nossa visão doos objetos iluminados resulta seempre da luz que é por eles refletida.
• Recorrer à animação computacional: «Reflexão da luz» e ddistinguir entre reflexão difusa ((a mais usual) e a reflexão
A
Atividades especular que
q ocorre em su uperfícies polidaas, salientando qque ambas podeem ocorrer simultaneamente nu um mesmo
objeto. Explicar os efeitos da
d predominância de um tipo dee reflexão sobre o outro tipo.
• Introduzir a ideia de que, sempre que há reflexão da luzz, há também alguma absorçãoo na superfície rrefletora e
que, portannto, a luz refletid
da tem menor in ntensidade do quue a luz incidentte.
• Referir quee a atmosfera terrestre reflete alguma
a luz que cchega do Sol e quue todos os matteriais também ppodem ser
caracterizad
dos pelo seu pod der de absorçãoo (ou de reflexãoo) da luz que nel es incide.
• Indicar e descrever o funccionamento de instrumentos
i e dispositivos qu e se baseiam na reflexão da lu uz como o
radar, espelhos e associaçõ ões de espelhos (por exemplo, nnos caleidoscópioos, etc.)
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 170 a 175
5 Víddeo: «Verificaçãoo das leis da refllexão da luz»
Recursos
Resumo: p. 176 An imação: «Reflexxão da luz»
Questões: p.
p 177

• Manual: Taarefa da p. 176 • CCAP: Ficha de diiagnóstico N.º 33, Ficha 1A – Luzz, Ficha 1B
TTPC • Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. o
n 22 – Luz, Ficha gloobal n.o 3 – Lu uz, Questões u
usadas em
aavaliações externas internacionaais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 41
Plano de aulaa N.o 20 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Luz

SSUBDOMÍNIO: Fenómenos
F óticos

C
CONTEÚDOS: Im
magens virtuais e reais. Imagens em espelhos planos.
p Espelhoss côncavos e con
nvexos; focos reeais e virtuais; im
magens

2.8 Distinguir imagem real de e imagem virtuall.


2.9 Aplicar as leis da reflexão na construção geométrica
g de immagens em espeelhos planos e caaracterizar essass imagens.
2.10 Identificaar superfícies poolidas curvas que
e funcionam com mo espelhos no dia a dia, distingguir espelhos cô
ôncavos de
Metas convexoos e dar exemplo os de aplicações.
C
Curriculares 2.11 Concluir, a partir da obsservação, que a luz incidente nuum espelho cônncavo origina luzz convergente n num ponto
(foco reaal) e que a luz in
ncidente num espelho convexo oorigina luz diverggente de um ponto (foco virtual).
2.12 Caracterrizar as imagens virtuais formadas em espelhos esféricos conveexos e côncavos a partir da obseervação de
imagenss em espelhos essféricos usados no n dia a dia ou nnuma montagem m laboratorial.

SSumário • Os vários tipos de espelhoss, planos e curvoos, e as imagens dadas por eles.

• Fazer uma revisão da mattéria dada na aula


a anterior us ando a apresenntação PowerPo
oint: «Reflexão da Luz» e
dando particular destaque à reflexão especcular.
• Em diálogoo com os alunoss concluir que há
h diversos tipoos de espelhos ((planos, convexos, côncavos) comuns no
nosso dia a dia.
• Construir a imagem de um objeto dada porr um espelho plaano e caracterizar essa imagem. Associar o carááter virtual
da imagem à ideia de que a luz vem de tráss do espelho
• Descrever o funcionamentoo do periscópio e indicar a sua uutilidade.
• Identificar superfícies
s curvvas polidas em objetos
o do dia a dia que podem
m funcionar com
mo espelhos côncavos ou
convexos.
• Concluir, a partir da observvação que a luzz incidente num espelho côncavvo converge num
m ponte e a luzz incidente
num espelh
ho convexo diverrge.
A
Atividades
• Através de esquemas, obteer a posição do fooco real no espeelho côncavo e ddo foco virtual nno convexo.
• Descrever sumariamente
s como
c se podem m obter geomettricamente as imagens dadas por espelhos cô ôncavos e
convexos e caracterizar esssas imagens (im magens virtuais nno caso do espeelho convexo; reeais ou virtuais n
no caso do
côncavo). Visualizar
V e debaater com os alunos o vídeo «Imaagens em espelh os esféricos cônncavos e convexo os».
• Descrever a utilidade de esspelhos côncavoos e convexos n o nosso dia a d ia, usando como suporte a aprresentação
PowerPointt: «Espelhos».
• Em conjuntto com os alunnos visionar e interagir com a simulação com mputacional: «Fo ormação de im magens em
espelhos».
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 178 a 185
5 PowerPoint: «Reeflexão da luz»
Resumo: p. 186 V
Vídeo: «Imagens em espelhos eesféricos côncavos e
Recursos Questões: p.
p 187 convexos»
PowerPoint: «Esspelhos»
Simulação: «Forrmação de imagens em espelhos»

• Manual: Taarefa da p. 186 • CAP: Ficha dee diagnóstico n.o 3, Ficha 1A – Luz, Ficha
TTPC n o 23
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. 1B – Luz, Fichha global n.o 3 – Luz, Questões u
usadas em
avaliações extternas internacioonais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

42
2
Plano de aulaa N.o 21 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Luz

SSUBDOMÍNIO: Fenómenos
F óticos

C
CONTEÚDOS: Re
efração da luz; aplicações. Luz monocromática
m e policromática; dispersão da luzz policromática. Cor dos objetoss opacos

2.13 Definir refração


r da luz, representar geeometricamentee esse fenómeno em várias situ uações (ar-vidro
o, ar-água,
vidro-ar e água-ar) e asssociar o desvio da
d luz à alteraçãoo da sua velociddade.
2.14 Concluir que a luz, quand do se propaga num
n meio transpparente e incide na superfície dee separação de o
outro meio
transparrente, sofre refle
exão, absorção e refração, repreesentando a refllexão e a refraçãão num só esqueema.
Metas 2.15 Concluir que a luz refratada é menos inttensa do que a luuz incidente.
C
Curriculares 2.16 Dar exem mplos de refraçãão da luz no dia a dia.
2.22 Distinguir luz monocrom mática de luz policromática danddo exemplos.
2.23 Associarr o arco-íris à disspersão da luz e justificar o fennómeno da dispeersão num prism ma de vidro comm base em
refraçõees sucessivas da luz e no facto dee a velocidade dda luz no vidro d epender da freqquência.
2.24 Justificarr a cor de um obbjeto opaco com o tipo de luz inccidente e com a luz visível que eele reflete.

SSumário • Refração daa luz. Dispersão da luz branca e a cor dos objetoos

• Fazer uma revisão


r da matéria dada nas aulas anteriores soobre reflexão e aabsorção da luz
• Visualizar a animação com
mputacional: «Reefração da luz» e, em diálogo ccom os alunos, d descrever o fenómeno da
refração, ussando os exemp
plos comuns da observação
o de oobjetos total ou pparcialmente meergulhados em áágua.
• Usar esqueemas com raios luminosos para descrever o deesvio da direçãoo de propagaçãoo da luz quandoo muda de
meio ótico e relaciona a graandeza dos ângu
ulos de incidênciia e de refração.
• Relacionar o desvio que occorre na refraçãoo da luz com a ddiferente velocidade da luz noss meios óticos onde ela se
propaga. Su
ublinhar que a frrequência da luzz não se altera, ttal como na refleexão, quando see dá a refração.
• Descrever com
c esquemas de raios lumino
osos algumas iluusões de ótica qque se baseiam na refração da luz (como
vermos objetos imersos em
m água mais próxximos da superffície.
• Visualizar a animação compputacional: «Dispersão da luz».
A
Atividades
• Introduzir o fenómeno da dispersão da luz branca fazenddo alusão ao arcco-íris. Distinguirr, neste mesmo contexto,
luz monocromática e luz po
olicromática, com
mo a luz branca..
• Num ambieente de sala escurecida, fazer a experiência dde dispersão dee luz branca poor um prisma e descrever
qualitativam
mente o fenóme
eno como uma dupla
d refração.
• Apresentar a cor de um obbjeto como a que corresponde à luz visível quee não é por ele aabsorvida e disccutir vários
exemplos com vários objetos sobre os quais incida luz de ddiferentes cores.
• Em conjuntto com os alunoss visionar e interragir com a simuulação computaccional: «As coress dos objetos».
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPC
C podem migrarr para atividadess de sala de aulaa.)

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 188 a 195
5 A
Animação: «Reffração da luz»
Recursos Resumo: p. 196 A
Animação: «Dis persão da luz»
Questões: p.
p 197 Simulação: «As cores dos objeto
os»

• Manual: Taarefa da p. 196 • CAP: Ficha dee diagnóstico n.o 3, Ficha 1A – Luz, Ficha
TTPC n o 24
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. 1B – Luz, Fichha global n.o 3 – Luz, Questões u
usadas em
avaliações extternas internacioonais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

Editável
E e fotocop
piável © Texto | U
Universo FQ 43
Plano de aulaa N.o 22 90 + 45 min

Esscola ______
____________
___________
____________
______________________________________________________

A
Ano _______
___________ Turma ____
____________ N.o ________________ Datta ___ / _____/ ______
_____ Aula N

DOMÍNIO: Luz

SSUBDOMÍNIO: Fenómenos
F óticos

C
CONTEÚDOS: Le
entes convergen
ntes e divergenttes; imagens. Po
otência de uma llente. Olho hum
mano; defeitos d
da visão e sua co
orreção

2.17 Distinguuir, pela observvação e em esq quemas, lentess convergentes (convexas, borrdos delgados) de lentes
divergenntes (côncavas, bordos
b espessoss).
2.18 Concluir quais são as características dass imagens formaadas com lentess convergentes o ou divergentes a partir da
sua obseervação numa attividade no labo oratório.
Metas
2.19 Definir vergência
v (potên
ncia focal) de um
ma lente, distânccia focal de umaa lente e relacionar estas duas ggrandezas,
C
Curriculares tendo em m conta a conve enção de sinais e as respetivas uunidades SI.
2.20 Concluir que o olho hum mano é um recettor de luz e indiccar que ele posssui meios transp parentes que atu uam como
lentes coonvergentes, caracterizando as imagens formaddas na retina.
2.21 Caracterrizar defeitos de visão comuns (mmiopia, hipermeetropia) e justificcar o tipo de lentes para os corrigir.

SSumário • Lentes e im
magens dadas pelas lentes. O olho humano. Corrreção de defeitoos de visão por m
meio de lentes.

• Fazer uma revisão


r da matéria dada na aulaa anterior usandoo a apresentaçãão PowerPoint: «
«Refração da luzz».
• Em diálogo com os alunos solicitar-lhes
s que
e apresentem exxemplos de lenttes presentes noo nosso dia a dia
• Usar com base a apresentação PowerPoint: «Lentes» e elencar os várrios tipos de leentes (bordos espesso ou
côncavas, bordos
b delgados ou convexas) e a forma de esquuematicamente as representar.
• Descrever os
o percursos de
e raios luminoso
os paralelos sobbre lentes conveexas e côncavass e, através de eesquemas,
identificar a posição do foco real, no prime
eiro caso, e virtu al, no segundo.
• Visualizar o vídeo «Imagens em lentes côncavas e convvexas» e debateer com os alunnos de modo a descrever
sumariamente como se podem obter geom metricamente ass imagens dadass por lentes convergentes e diveergentes e
caracterizarr essas imagenss (imagens virtuais no caso daa lente divergeente; reais ou vvirtuais no caso o da lente
convergentte).
• Definir distâância focal de um
ma lente e relaccionar com a pottência da lente. Indicar a convennção de sinais daa potência
A
Atividades de uma lente e a sua unidade SI.
• Em conjunto com os alunos visionar e interaagir com a simulaação computacioonal: «Formaçãoo de imagens em lentes».
• Visualizar a animação-3D: «O olho em 3D» e descreever o olho h umano, salienttando que possui meios
transparenttes que atuam como
c lentes convvergentes e caraacterizar as imaggens dadas por eesse sistema ótico.
• Referir a formação de imaggens fora da retina e indicar os nnomes dos defeiitos de visão associados
• Caracterizar os principais defeitos de visão (miopia e hiperrmetropia) e aprresentar justificaadamente o tipoo de lentes
adequado à correção dos re eferidos defeitos.
• Em conjuntto com os alunoss visionar e interragir com a simuulação computaccional: «Correçãão de defeitos dee visão».
• Concluir com uma alusão à importância da ciência no nossso bem-estar.
• Sistematizar as conclusões globais da aula com o apoio do resumo presentte no manual.
• Recorrer àss questões interrcalares do mannual para aplicarr e consolidar oos conhecimentoos. (Se o decorrer da aula
assim o perrmitir, algumas propostas
p de TPCC podem migrarr para atividadess de sala de aulaa).

• Manual
Apresentaçãão dos conteúdo
os: pp. 198 a 203
3 PowwerPoint: «Refraação da luz»
Resumo: p. 204 PowwerPoint: «Lenttes»
Recursos Questões: p.
p 205 Víddeo: «Imagens eem lentes côncavvas e convexas»
Sim
mulação: «Formaação de imagenss em lentes»
An imação-3D: «O oolho em 3D»
Sim
mulação: «Corre ção de defeitos de visão»

• Manual: Taarefa da p. 204 • CCAP: Ficha de diagnóstico n.o 3, Ficha 1A – Luz, Ficha 1B –
TTPC n o 25
• Caderno dee Atividades: Ficcha de trabalho n. LLuz, Ficha globbal n.o 3 – Lu uz, Questões usadas em
aavaliações externas internacionaais

• Observaçãoo direta dos alunnos na aula.


A
Avaliação
• Participaçãoo e empenho naas tarefas proposstas.

44
4
4 Fichas de diagnóstico

Ficha de diagnóstico N.o 1 – Reações químicas


1. O que estuda a química?
2. Indica duas propriedades físicas das substâncias.
3. Dá exemplos de três misturas de substâncias e indica qual (ou
quais) o(s) método(s) de separação que aplicarias para proceder à
separação dos seus componentes.
4. Procura explicar por que motivo quando destapamos um frasco
de perfume o cheiro se espalha logo no ar.
5. Utilizando as palavras sólidos, líquidos e gases, completa corretamente os espaços de modo
que obtenhas afirmações verdadeiras:
(A) Nos__________________ os seus constituintes estão fortemente agregados. Por isso,
apresentam forma e volume constantes, independentemente do recipiente em que estejam.
(B) Os constituintes dos __________________ estão muito juntos mas possuem movimentos
mais livres do que os constituintes dos sólidos. Portanto, apresentam volume constante
mas forma variável, dependente do recipiente em que estejam.
(C) Nos_________________ os seus constituintes estão menos agregados, pelo que
apresentam forma e volume variáveis, dependentes do recipiente onde estejam.

6. O que distingue uma transformação física de uma transformação química?


7. Dá exemplos de quatro transformações físicas e quatro transformações químicas que ocorram
no dia a dia.
8. Podemos detetar uma transformação química mediante o aparecimento de algumas mudanças.
Indica três delas.
9. As transformações químicas da matéria são frequentemente designadas de outra forma. Indica
qual é essa designação.
10. A transformação de uma substância em duas (ou mais) exige, normalmente, alguma energia.
Indica de que forma essa energia pode ser fornecida à substância.
11. Para prevenir a corrosão dos metais, nomeadamente do ferro, é
fundamental uma constante manutenção. Indica uma forma de
prevenir que ele se transforme em ferrugem.
12. Dá dois exemplos de soluções do dia a dia que nos provoquem uma
sensação de azedo.
13. Dá um exemplo de um sal que conheças.
14. O açúcar dissolve-se mais rapidamente em café quente ou em café
frio?
15. As batatas cozem mais rápido quando cortadas em pedaços
pequenos ou inteiras?

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 45


Ficha de diagnóstico N.o 2 – Som
Vivemos num mundo rodeado de sons. Eles servem para comunicarmos, para nos dar prazer ou,
por vezes, para nos incomodar!

1. Os instrumentos musicais podem fornecer-nos sons agradáveis e são classificados em


instrumentos de corda, de percussão e de sopro. A cada elemento da coluna I da tabela associa
um elemento da coluna II.
Coluna I Coluna II
A. Instrumento de corda 1. Flauta
B. Instrumento de percussão 2. Viola
C. Instrumento de sopro 3. Tambor
2. A origem dos sons está na vibração de corpos ou de parte deles. A cada elemento da coluna I da
tabela associa um elemento da coluna II.
Coluna I Coluna II
A. Instrumento de corda 1. Partes metálicas ou de pele a vibrarem
B. Instrumento de percussão 2. Coluna de ar a vibrar
C. Instrumento de sopro 3. Cordas vocais a vibrarem
D. Uma pessoa a falar 4. Corda a vibrar

3. O som propaga-se (assinala a opção correta):


(A) Apenas no ar.
(B) No ar e nos líquidos.
(C) Nos gases, nos sólidos e nos líquidos.
(D) Nos gases, nos sólidos, nos líquidos e no vazio.
4. Assinala a frase verdadeira:
(A) O som propaga-se mais depressa do que a luz.
(B) A luz propaga-se mais depressa do que o som.
(C) A luz e o som propagam-se com a mesma velocidade.
(D) O som propaga-se no espaço entre os planetas.
5. Quando uma pessoa está aos gritos está a produzir sons (assinala a opção correta):
(A) Muito altos (C) Muito baixos
(B) Muito intensos (D) Pouco intensos
6. Uma cantora de ópera emite um som grave e um som agudo. Em que situação é maior a frequência do som
emitido?
7. Considera os seguintes materiais: cortiça, esferovite e chapa metálica. Identifica os que
escolherias para isolar uma sala de ruídos do exterior.
8. Será que os seres humanos ouvem os mesmos sons que os outros animais? Fundamenta a tua
resposta.
9. O ruído é um som desagradável aos nossos ouvidos. Indica:
a. Uma fonte de ruído que exista numa cidade e outra que exista no teu dia a dia.
b. Uma consequência para o ser humano por viver num ambiente com poluição sonora.
c. Uma ação que nos possa proteger da poluição sonora.

46
Ficha de diagnóstico N.o 3 – Luz

Estamos rodeados de luz. Ela é uma fonte de energia, permite-nos ver os objetos e as suas cores,
assim como usufruir de tecnologias que só funcionam porque... há luz!
1. Dos objetos seguintes, indica os que são luminosos, ou seja, que são fontes de luz.
A. Vela acesa B. Lâmpada apagada C. Lâmpada de um semáforo (em funcionamento)
D. Ferro em brasa E. Parede F. Lua G. Marte

2. Faz a associação correta entre um elemento da coluna I da tabela e um elemento da coluna II e


outro elemento da coluna III:

Coluna I Coluna II Coluna III


A. Corpo que deixa passar a luz 1. Corpo opaco i) Vidro fosco
B. Corpo que deixa passar parte da luz 2. Corpo transparente ii) Parede de tijolo
C. Corpo que não deixa passar a luz 3. Corpo translúcido iii) Folha de acetato
3. A imagem representa um eclipse da Lua.
a. Dos pontos assinalados na figura, indica o(s) que se A
encontra(m) numa zona em que há: D B
i) luz; ii) sombra; iii) penumbra. C
b. Seleciona a opção correta:
(A) Representa-se o eclipse total da Lua e esta encontra-se em fase de Lua Cheia.
(B) Representa-se o eclipse penumbral da Lua e esta encontra-se em fase de Lua Nova.
(C) Representa-se o eclipse total da Lua e esta encontra-se em fase de Lua Nova.
(D) Representa-se o eclipse penumbral da Lua e esta encontra-se em fase de Lua Cheia.
4. Por que razão vemos um livro? Assinala a opção que pensas ser verdadeira.
(A) A luz parte dos olhos até ao livro.
(B) A luz parte dos olhos, vai até ao livro e volta aos olhos, enviando essa informação ao cérebro.
(C) A luz que incide no livro reflete-se nele e chega olhos, enviando essa informação ao cérebro.
(D) Não acontece nada, basta o livro estar iluminado.
5. Assinala a frase verdadeira:
(A) Os objetos têm uma propriedade que não se altera que é a sua cor.
(B) A cor dos objetos depende apenas da luz que nele incide.
(C) A cor dos objetos depende da sua constituição e da luz que nele incide.
(D) Um objeto tem cor preta quando reflete luz preta para os nossos olhos.
6. Um espelho dá imagens de objetos.
a. Essas imagens (assinala a opção correta):
(A) São sempre direitas e do tamanho do objeto.
(B) Podem ser direitas ou invertidas, maiores, menores ou do tamanho do objeto.
(C) São sempre direitas mas podem ser maiores, menores ou do tamanho do objeto.
(D) Podem ser direitas ou invertidas mas são sempre do tamanho do objeto.
b. Indica um exemplo que fundamente a opção que escolheste.
7. Uma lente pode originar uma imagem ampliada de um objeto. Dá dois exemplos de instrumentos
em que isso possa acontecer.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 47


5 Fichas differenciaadas
FFicha 1A – Reaçõess químicaas
Natureza da
d matéria: um
ma primeira «viagem» ao
o interior das substâncias
Átomos e seus
s agrupam
mentos
Equações químicas
q
Conservaçã
ão da massa – Lei de Lavoisier

1. Considera os
o diagramas seguintes qu ue representaam a organizzação dos corrpúsculos de uma dada
substância em
e três estad
dos físicos. Faaz a associaçãão correta enntre os itens d
da linha A e o
os itens da
linha B:

Linha
L A

A B C

Linha
L B 1. Sólido 2. Líquido 3. Gaso
oso

2. Os corpúscu ulos nos gases têm grande e liberdade de


e movimentoos e chocam cconstantemen nte com as
paredes do o recipiente onde
o se enco na a palavra maior ou
ontram. Paraa cada afirmaação selecion
menor, de modo
m a obterres afirmaçõees verdadeirass:
(A) Quanto maior for a intensidade
i e o número ded choques enntre os corpúúsculos e as p
paredes do
recipien
nte, maior/me enor será a prressão que o gás exerce.
(B) Quanto maior a temp peratura de um
u gás, maiorr/menor será a pressão do o gás.
(C) Quanto maior for o volume
v do reccipiente em que
q o gás se eencontra, maior/menor seerá pressão
do gás.
3
3. Considera a tabela segu
uinte: Átom
mos Protõe
es Eletrões Neutrões
A 6 6 6
B 20 20 20

Seleciona a opção corretta em cada caaso:


a. O núcleo do átomo A é constituído por: b.. A carga de ccada protão q
que está no núcleo do
(A) 6 protões e 6 eletrrões. átomo B é:
(B) 6 prottões e 6 neuttrões. (A) +1
(C) 6 neutrões e 6 elettrões. (B) -1
(D) 6 neu
utrões. (C) 0
(D) +20
4. Observa os diagramas e indica
i o(s) qu
ue pode(m) re
epresentar um
ma:
a. Substânccia elementarr.
b. Substânccia composta.
c. Mistura.

5. Os modelos desenhados na figura ao lado represen ntam molécuulas.


a. Escreve o símbolo quím
mico de cada um dos elemmentos
representtados nas mo
oléculas de A a F.
mica das moléculas A, C e D.
b. Escreve a fórmula quím A B C D E F

48
8
6. Seleciona a afirmação correta:
(A) Quando um átomo perde ou ganha eletrões, forma-se um ião.
(B) Um anião tem carga positiva.
(C) Um anião poliatómico é um grupo de átomos que possui menos eletrões do que o grupo de
átomos neutro que lhe deu origem.
(D) Um catião tem carga negativa.

7. Assinala a alternativa que apresenta a fórmula química do sulfato de cálcio sabendo que este é
constituído pelos iões cálcio, Ca2+, e sulfato, SO42-:
(A) SO4Ca Coluna A Coluna B
(B) Ca(SO4)2 Representação simbólica Significado da representação
(C) Ca2SO4 A. OH- 1. Sete iões cobre (I).
(D) CaSO4 B. H 2. Ião carbonato.
C. 7 Cu+ 3. Três átomos de oxigénio.
8. Faz a associação correta entre D. 2H 4. Molécula de hidrogénio.
os itens da coluna A e os itens E. 2 Ca2+ 5. Ião amónio.
F. 3O 6. Ião hidróxido.
da coluna B.
G. 3 Cы- 7. Três iões cloreto.
H. H2 8. Dois iões cálcio.
I. NH4 + 9. Átomo de hidrogénio.
J. CO32- 10. Dois átomos de hidrogénio.

9. Considera a reação química representada pela seguinte equação A (g) + B (g) → C (g) (as letras não
representam, símbolos químicos). Atendendo à Lei de Lavoisier, completa corretamente a tabela
seguinte.

Massa de reagentes consumidos (g) Massa de produto obtido (g)


A B C
10 80 a)
b) 35 140
0,2 c) 0,8
10. Seleciona a opção que completa corretamente a frase:
Nas reações químicas embora a massa dos produtos obtidos _________ à medida que a massa
dos reagentes ______, a massa total_____.
(A) … diminua … aumenta … não varia
(B) … aumente … diminui … não varia
(C) … não varie … aumenta … diminui
(D) … diminua … aumenta … não varia
11. Indica qual das seguintes equações químicas não está acertada.
(A) 2 C (s) + O2 (g) → 2 CO (g) (C) Na (s) + 2 H2O (ы) → 2 NaOH (aq) + H2 (g)
(B) 2 ZnS (s) + 3 O2 (g) → 2 ZnO (s) + 2 SO2 (g) (D) 2 SO2 (g) + O2 (g) → 2 SO3 (g)

12. Considera as seguintes descrições:


I. Um pedaço de giz (carbonato de cálcio, CaCO3) reage com o ácido clorídrico (HCы),
formando-se dióxido de carbono (CO2), cloreto de cálcio (CaCы2) e água (H2O).
II. Adicionou-se um fragmento de sódio (Na) a um gobelé com água (H2O). Formou-se uma
solução aquosa de hidróxido de sódio (NaOH) e libertou-se o gás hidrogénio (H2).
a. Indica quais os reagentes e os produtos da reação química descrita em I.
b. Escreve e acerta a equação química referente à reação química apresentada em II.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 49


Ficha 1B – Reaçõe
es químiccas
Reações dee oxidação-reddução
Reações dee ácido-base
Reações dee precipitação
Fatores que influenciam a velocidade das
d reações qu
uímicas

1. Considera a combustão o do enxofre no seio do oxigénio


o
representada na figura ao lado. O enxofre sólido (S8)
arde no seio
s do oxigéénio (O2), forrmando-se os gases OXIGÉNIO
dióxido de enxofrre e trióxxido de enxofre e
(respetivaamente SO2 e SO3).
a. As reações de combustão são um m caso particu
ular
das reações de (sele eciona a opção
o correta):
(A) … áccido-base.
(B) … prrecipitação.
(C) ... oxxidação-redução.
(D) … neutralização.
b. Indica quais
q são os reagentes.
r
c. Indica quais
q são os produtos
p de re
eação.
d. Identifica o combusttível e o combburente.

2. A mostarda tem ácido acético


a na suaa composição
o. Assim, podee afirmar-se q
que se trata d
de
uma amosttra:
(A) … ácidaa.
(B) … básicca.
(C) … neutra.
(D) … muitto concentrad
da.

3. Uma solução comercial, usada para desentupir


d caanalizações, ccontém hidró
óxido de sódio
o. Assim,
pode afirm
mar-se que se trata de umaa solução:
(A) … ácidaa.
(B) … básicca.
(C) … neutra.
(D) … saturada.

4
4. O sumo dee limão, que é uma solução o ácida (selecciona as opçõees corretas):
(A) Torna carmim
c a solu
ução de fenollftaleína.
(B) Torna vermelho
v a tintura de torn
nesol.
(C) Não alttera a cor da fenolftaleína.
f .
(D) O torneesol permane ece azul-arroxxeado.

5. O detergen nte limpa-vidros, que é umma solução báásica (selecionna as opções corretas):
(A) Torna carmim
c a solu
ução de fenollftaleína.
(B) Torna vermelho
v a tintura de torn
nesol.
(C) Não alttera a cor da fenolftaleína.
f .
(D) O torneesol permane ece azul-arroxxeado.

50
6. O solo aconselhável parra plantar a azálea deve te
er um valor dee pH entre 4,0 e 5,0. Trataa-se de um
solo:
(A) … básicco.
(B) … neutro.
(C) … ácido
o.
(D) … alcalino a desviar--se para o áciido.

7. Uma solução tem pH = 9. Para dimin


nuir o pH destta solução ad iciona-se umaa solução:
(A) … maiss básica.
(B) … ácidaa.
(C) … neutra.
(D) … forte
emente alcalina.

8
8. Uma solução tem pH = 5. Para aume
entar o pH desta solução a diciona-se um
ma solução dee:
(A) … ácido
o nítrico.
(B) … hidró
óxido de sódioo.
(C) … ácido
o clorídrico.
(D) … ácido
o sulfúrico.

9
9. Seleciona a opção corre eta:
(A) Os solo
os calcários co
ontêm grande es quantidade
es de carbonaato de sódio.
(B) As águaas que atraveessam solos graníticos cham
mam-se águaas duras.
(C) As águaas duras têm grandes conccentrações de e sais de cálciio e de magnéésio.
n água transforma-se em carbonato d e potássio inssolúvel
(D) O bicarrbonato de cáálcio solúvel na
quando o a água arreffece muito.

10. Se adicionarmos uma solução de hidróxido


h de sódio (NaOH ) a uma solução de sulfatto de cobre
(CuSO4), forma-se
f o hidróxido de do (Cu(OH)2) e ainda su
e cobre sólid ulfato de sód dio aquoso
(Na2SO4).
a. A reação descrita é uma
u reação (sseleciona a opção correta)):
(A) Oxid
dação-reduçãão.
(B) Ácid
do-base.
(C) Neuutralização.
(D) Preccipitação.
b. Indica quais
q são os reagentes.
r
c. Indica quais
q são os produtos
p da re
eação.
d. Escrevee e acerta a eqquação química desta reaçção.

11. Observa a figura.


Seleciona a afirmação o correta:
(A) Em B é maior a suuperfície de
conttacto entre oss reagentes.
(B) Em A é maior a cooncentração dod
reaggente dissolvid
do.
(C) Em C a velocidadee da reação é
maioor.
(D) Em A a velocidade e da reação é menor.

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opiável © Texto | Universo FQ 51
Ficha 2A – Reaçõe
es químiccas
Natureza da matéria: uma
u primeiraa «viagem» ao
a interior daas substânciass
Átomos e seus agrupamentos
Equações químicas
Conservaçção da massa
a – Lei de Lavoisier

1. Considera um balão de borracha cheio de gás e completa


c corrretamente as frases que se seguem,
usando oss termos aum
menta, diminui, mantém-see.
(A) Quand
do se aperta o balão, o núm
mero de corpúsculos do gáás ___________
mas o volume ocuppado pelo gáss __________
_.
(B) Se colo
ocarmos maiss gás no interrior do balão
o, o número dde corpúsculo
os
______________. O número de d choques dos corpúscculos com aas
paredees do balão __________,
_ a pressão ___________ e o balão dilata.
(C) Quanddo o balão é levado para um ambientte mais frio, o número dde
corpússculos do gás __________ mas a sua aggitação ___________.

2. Considera os seguintes diagramas.

A B C D E F
Identifica o(s) diagrama(s)) que representa(m):
a. Uma única substânccia.
b. Substââncias elemen ntares diatómmicas.
c. Substâncias composstas.
d. Misturras.
e. Misturra com três coomponentes.
f. Para esste último casso, indica que
e tipos de sub mentares ou compostas) fformam a
bstâncias (elem
misturaa.

órmulas quím
3. Indica as fó micas das substâncias commpostas existeentes entre as seguintes substâncias:
amoníaco; ozono; iodo o; monóxido de carbono.
o; metano; sulfato de cálcio
4
4. Completa corretamente
c e a tabela segguinte.
Númeroo de Núm mero total Tipo de subsstância:
Represe
entação Com mposição de
moléculas de áátomos em elementaar ou
simbóólica cad
da molécula
representtadas cadaa molécula compossta
N2
2 HCы
H2S
C3H8
5 H2SO
S 4
NHH3
4 O3
C3H6O

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5. Representa simbolicamente:
a. Cinco iões magnésio resultantes do átomo de magnésio pela perda de dois eletrões.
b. Quatro iões sulfureto, resultantes do átomo de enxofre que ganhou dois eletrões.
c. Dois iões ferro (III).
d. Um ião potássio.
e. Três iões cloreto resultantes do átomo de cloro que ganhou um eletrão.

6. Completa corretamente a tabela seguinte.

Nome do Símbolo Número de Representação Número de


elemento químico eletrões do átomo do ião eletrões do ião
Cálcio a) 20 Ca2+ b)
c) K 19 d) e)
f) g) h) O2- 10
i) j) k) Na+ 9

7. Consultando a tabela de iões da página 32 do manual:


a. Indica o nome dos seguintes compostos:
I. MgO
II. Fe2(SO4)3
b. Escreve a fórmula química dos seguintes compostos:
I. Hidróxido de potássio.
II. Carbonato de sódio.
III. Cloreto de alumínio.
c. Indica os iões presentes em cada um dos seguintes compostos:
I. Ca3(PO4)2
II. NH4Cы
8. Considera os seguintes iões:
Na+ – ião sódio NO3- – ião nitrato
Ca2+ – ião cálcio Cы- – ião cloreto
CO32- – ião carbonato
Escreve as fórmulas químicas e os nomes de seis compostos diferentes formados por estes iões.

9. A reação entre o carbonato de sódio (Na2CO3), no estado sólido, e o ácido clorídrico (HCы), em
solução aquosa, origina cloreto de sódio (NaCы), em solução aquosa, água (H2O), no estado
líquido, e dióxido de carbono (CO2), no estado gasoso. A reação é realizada num gobelé aberto,
colocado sobre o prato de uma balança.
a. O valor da massa indicado pela balança (seleciona a opção correta):
(A) Diminui porque se forma um produto gasoso que se escapa para a atmosfera.
(B) Aumenta porque se formam três produtos a partir de dois reagentes.
(C) Diminui porque não se forma nenhum produto no estado sólido.
(D) Aumenta porque existem mais átomos nos produtos do que os reagentes.
b. Escreve e acerta a equação química que traduz a reação descrita.

10. Acerta e faz a leitura das seguintes equações químicas:


(A) H2 (g) + O2 (g) → H2O (ы) (C) C6H12O6 (s) + O2 (g) → CO2 (g) + H2O (ы)
(B) KCы (s) + H2SO4 (aq) → K2SO4 (aq) + HCы (aq) (D) Aы (s) + Fe2O3 (s) → Aы2O3 (s) + Fe (s)

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Ficha 2B – Reações químicas
Reações de oxidação-redução
Reações de ácido-base
Reações de precipitação
Fatores que influenciam a velocidade das reações químicas

1. A combustão do butano (C4H10) produz dióxido de carbono e água. Sabendo que não há átomos
de oxigénio nas moléculas de butano:
a. Indica, fundamentando a tua resposta, quais são os elementos que entram na constituição
daquele combustível derivado do petróleo bruto.
b. Escreve a equação química que traduz esta combustão.
c. Indica qual é o combustível e qual é o comburente.
d. Indica, justificando, a massa de oxigénio que intervém na combustão de 1,00 kg de butano,
havendo produção de 4,59 kg de dióxido de carbono e de vapor de água.

2. No rótulo de uma bebida está escrito:


Ingredientes: água, açúcar, xarope de glucose, acidificante, ácido cítrico E 330 […]
a. Classifica esta bebida em ácida, básica ou neutra. Justifica a tua resposta.
b. Planeia uma experiência que te permita comprovar a tua resposta anterior, indicando: o material
e os reagentes necessários; a forma como procederias e o que esperarias observar.

3. A tabela seguinte apresenta parte dos resultados de uma experiência efetuada com alguns
materiais do dia a dia, relativamente ao caráter ácido e básico das mesmas.

Cor adquirida Cor adquirida com


Solução Caráter químico pH
com o tornesol a fenolftaleína
Cerveja Incolor 4,5
Bicarbonato de sódio
Básico 8,5
em água
Água salgada Arroxeado 7

a. Completa a tabela anterior.


b. Indica o nome que se dá às substâncias como o tornesol e a fenolftaleína que mudam de cor
conforme as características ácido-base do meio em que se encontram.

4. Considera a seguinte atividade realizada num laboratório de química em que uma solução A,
incolor, torna carmim a fenolftaleína. Quando se adiciona a solução A a uma solução B, também
incolor, desaparece a cor carmim.

Seleciona a opção correta:


(A) A solução A é básica, enquanto a solução B é ácida.
(B) A solução A é básica, enquanto a solução B é neutra.
(C) À medida que se adiciona B, a solução A vai-se tornando menos ácida.
(D) A mistura final das duas soluções tem pH = 10.

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5. Seleciona a opção correta:
Os valores de pH 1, 3 e 5 correspondem a soluções:
(A) Ácidas e estão escritos por ordem crescente de acidez.
(B) Básicas e estão escritos por ordem crescente de basicidade.
(C) Ácidas e estão escritos por ordem decrescente de acidez.
(D) De hidróxido de sódio, ácido clorídrico e amoníaco.
6. Seleciona a opção correta:
(A) Nas reações de neutralização, um dos produtos de reação é sempre o cloreto de sódio.
(B) A azia, aliada à acidez no estômago, deve ser combatida com uma substância neutra de modo
a neutralizar o ácido.
(C) Nas reações de precipitação, o aparecimento de uma substância no estado sólido deve-se à
sua elevada solubilidade em água.
(D) A solubilidade corresponde à quantidade máxima de um soluto que é possível dissolver num
dado solvente, a uma determinada temperatura.
7. Na região de Mira de Aire, Leiria, existem grutas com estalactites e estalagmites. São formações
de grande beleza que crescem em média 1 cm por século. As águas nesta região contêm grande
número de iões, como Cы-, Na+, Ca2+, NH4+, CO32- e NO3-. De entre os iões referidos, só dois são
responsáveis por aquelas formações. Quais são?
8. Quando se mistura uma solução de nitrato de prata (AgNO3) com uma solução de cloreto de sódio
(NaCы) forma-se nitrato de sódio (NaNO3), em meio aquoso, e um sal sólido que se deposita.
a. Justifica porque se trata de uma reação de precipitação.
b. Indica o nome do sal sólido que se forma.
c. Escreve a fórmula desse sal e indica os seus iões constituintes.
d. Escreve a equação química que representa a reação.
9. No laboratório realizou-se a reação química entre o cobre (Cu) e o ácido clorídrico (HCы), em
solução aquosa, originando cloreto de cobre (CuCы2), em solução aquosa, e hidrogénio gasoso
(H2). Mediu-se o volume de hidrogénio formado e o tempo necessário para se formar,
obtendo-se os valores indicados na tabela seguinte:
Volume de hidrogénio/tempo
Tempo (min) Volume de hidrogénio (cm3)
(cm3/min)
1 15
2 22
3 23
4 24

a. Escreve e acerta a equação química que traduz a reação descrita.


b. Completa a tabela de modo que determines a velocidade da reação química.
c. O que acontece à velocidade da reação química ao longo da reação?
d. Explica e interpreta os resultados obtidos.
10. Observa a tabela e interpreta as diferenças do tempo de conversão do reagente A em solução
aquosa (A não representa um símbolo químico).
Reação Massa do reagente A Volume de água Temperatura Observações Tempo
3 o
1 5g 50 cm 20 C –––– 5 min
2 5g 80 cm3 20 oC –––– 6 min
3 10 g 50 cm3 20 oC –––– 2,5 min
4 5g 50 cm3 30 oC –––– 3 min
5 5g 50 cm3 20 oC Catalisador 2 min

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Ficha 1A – Som
1. O Bruno esstá a ouvir um
ma orquestra.. Qual das afirrmações é fallsa?
(A) O meio
o de propagaçção do som entre
e a fonte sonora
s e o reecetor é o ar.
(B) O Brun
no é a fonte sonora.
(C) O Brun
no é um recettor de som.
(D) A orquestra é comp posta por várias fontes son
noras.

2. As vibraçõees estão na origem


o dos sons. O que vib
bra:
a. num instrumento mu usical de cord
das como, porr exemplo, um
ma guitarra?
b. num instrumento mu usical de soprro como, por exemplo, um
ma flauta?
c. na voz humana?
h

3. O som propaga-se (sele eciona a opção


o correta):
(A) No ar, na
n água e no vazio.
v
(B) Na águaa de um rio, num
n metal e no
n vazio.
(C) No espaaço entre os planetas,
p no ar
a e no álcool.
(D) No ar, num
n n água do mar.
metal e na

4
4. A velocidad de de propaggação do som em diversos meios relacioona-se pela eexpressão (selleciona a
opção corrreta):
(A) v sólidoss > v líquidos > v gases (B)
( v líquidos > v sólidos > v gasess
(C) v sólidoss > v gases > v líqquidos (D)
( v gases > v lííquidos > v sólidoss

5. A frequência do som emitido por um diapasão


d é 440 Hz. Isso signnifica que (assinala a opção correta):
(A) O som dura
d 440 segundos.
(B) As hastes do diapasãão oscilam 44
40 vezes enquuanto há som m.
(C) As hastes do diapasãão efetuam 4440 vibrações completas nuum minuto.
4 vibrações completas n um segundo..
(D) As hasttes do diapasãão efetuam 440

6. A velocidadde com que ses propaga o som


s na água é 1500 m/s, a uma dada ttemperatura.
a. A que disstância se pro
opaga o som emitido
e por um
u submarinoo, na água, durante meio segundo?
b. Quanto tempo
t demorra o som a propagar-se 30
000 m?

7. Uma onda sonora a pro opagar-se no ar


a é (selecion
na a opção co rreta):
(A) O movimento, às on ndas, de corp
púsculos do arr.
(B) A vibraação de uma fonte
f sonora..
(C) O movimento do arr que está junto da fonte sonora e que sse move até cchegar aos ou
uvidos de umma pessoa.
(D) A vibraação de camadas sucessivaas de ar como
o resultado daa propagação
o das vibraçõees de uma fon
nte sonora.

8. Observa a figura onde se


8 s representaam camadas de ar que vibbram
para um laado e para o outro
o quando
o um altifalan
nte emite um som
dentro de um tubo. Faz a associaçãão correta enntre os elemeentos
das várias colunas:
Coluna I Colun na II Colunna III Colun na IV
a. Menor densidade
d de moléculas I. Zona A 1. Zonna de rarefaçãão i) Presssão mais elevada
b. Maior de
ensidade de moléculas
m II. Zon
na B 2. Zonna de compreessão ii) Preessão menos eelevada

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9
9. Completa a frase seguiinte com as expressões
e «muito intens o» «pouco in
ntenso» e «m
muito alto»,
«pouco altto».
(A) Uma pessoa aos gritos produz um
m som _____ ________________
(B) Uma pessoa que cante com voz muito aguda produz um soom _________________
(C) Uma pessoa que mu urmura produuz um som _____________________
(D) Uma pessoa que cante com voz grave
g produzz um som ________________

10. Observa a figura que re


epresenta o essquema de on
ndas sonoras A
A, B e C.
a. Qual re
epresenta o som
s de maiorr frequência?
b. Qual re
epresenta o som
s mais inteenso?
c. Em quee onda o tem mpo de uma viibração comp pleta é menorr?

11. Qual é o atributo


a do so
om que permmite distinguirr dois sons co m a mesma
intensidaade e correspo
ondentes à mesma
m nota musical
m produuzidos por um
m
piano e por
p um violino o?

12. As pessoaas só consegu


uem detetar certos
c sons e com determiinada
frequência. Qual é o in
ntervalo de frrequências a que é sensíveel o ouvido
humano??

13. Assinala a afirmação correta:


(A) Os ultrassons têm frequências
f in
nferiores a 20
0 Hz e podemm ser ouvidos por certos an
nimais.
(B) Os infrrassons são utilizados
u nas ecografias.
(C) O ser humano
h podee ouvir, sem dano
d o, sons acima dos 120 dB.
auditivo
(D) O ser humano
h só ouve sons acim d audição a que correspo
ma do limiar de ondem 0 dB.

14. Um SONA AR permite de etetar obstáculos enviandoo ultrassons. Um SONAR d de um navio pproduz um
som e volta a recebê-llo passados 0,2
0 s.
a. Qual é o fenómeno acústico que e permite ao SONAR
S envia r uma onda e voltar a receebê-la?
b. Se a velocidade
v de
e propagação do som na águaá for 15000 m/s, a disttância entre o navio e o
obstácculo pode serr calculada po
or:

(A) 1500 × 0,2 (B) 1500 × 0,,1 (C


C) 1500 / 0,2 (D) 1500 / 0,1

15. Observa a imagem segguinte onde se representam fenómenoos


acústicoss.
a. Qual dos recetores,, I ou II, ouvirá o som de
maior intensidade?
i Justifica.
b. Compaara a frequên
ncia dos sons A, A B e C.

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Ficha 1B – Som
1. A figura re
epresenta duas ondas sonoras.
a. Qual daas seguintes afirmações
a é correta?
c
(A) Os sons
s têm a mesma
m altura e a mesma
inte
ensidade.
(B) Os sons têm a mesma
m altura mas diferentte
inte
ensidade.
(C) Os sons têm dife erente altura e diferente
ensidade.
inte
(D) Os sons têm dife erente altura mas a mesm ma
ensidade.
inte
b. Algumaa das ondas pode represen ntar o som prooduzido por uuma flauta? JJustifica.
c. O que vibra
v numa flaauta produzinndo som?

2. Uma pessoa percute um diapasão.


a. Sendo 340 m/s a velocidade
v de
e propagação o do som noo ar, que tem
mpo decorre até o som
chegarr ao ouvido daa pessoa, situuado a 34 cm de distância??
b. O que aconteceria à velocidade de propagaçção do som s e a temperattura do ar au umentasse?
Justificca.
c. Como se s processa a receção do som
s no ouvido da pessoa??
d. Onde se e deve percuttir o diapasão
o para ouvi-lo
o melhor? Justtifica.
e. O som emitido pelo diapasão foi captado por um microfonne ligado a um m osciloscópio
o, tendo-se
visualizzado no seu ecrã
e a imagem m em baixo.

I. Qual é a função do microfone?


m
mina a frequência do som produzido
II. Determ p sab
bendo que a divisão maior do ecrã valee 2 ms.
III. O que aconteceria
a à forma do sin
nal elétrico ob
bservado no oosciloscópio sse o diapasão
o fosse
percutido com maiss força?

3. Observa a figura ao lado o.


a. Que fenómeno acústtico está representado na imagem?
b. Comparra:
i. as inttensidades doo som produzzido pela campainha e do ssom
escuttado, justificaando;
equências do som produzid
ii. as fre do pela camppainha e do soom
escuttado.
c. Compara o valor dos ângulos marccados na figura.

58
4
4. Para que ocorra eco, a distância en ntre o emissoor de som e a superfície rrefletora não pode ser
inferior a 17 m. Podem m ouvir-se ecoos múltiplos quando
q o somm encontra váários obstácullos nestas
condiçõess. É o que aco ontece no Paláácio de Seteais, em Sintra..
a. Quando estamos em e salas pequena mas vaazias parece--nos ouvir um m eco mas d de facto há
reverberação.
i. Em que se distingu uem os dois fenómenos?
f
ii. Como o poderemos minimizar a reverberação o? Justifica.
b. Se a ve elocidade de propagação do som for 340 3 m/s, provva que o intervalo de tem mpo mínimo
para diistinguirmos dois
d sons é 0,,1s.
5. O nível de ruído a que os
o trabalhadoores de clubess noturnos esttão expostos p pode chegar aaos 100 dB.
Indica quaal das afirmaçções é corretaa:
(A) Os traabalhadores são sensíveis a quaisque er sons desd e que as suas frequências estejam
comprreendidas enttre 20 e 20 00 00 Hz.
(B) O níve
el de intensidaade sonora é inferior ao lim
miar de dor ee, por isso, estte ruído é ino
ofensivo.
(C) A expoosição prolonngada a este ruído pode provocar
p danoos auditivos p porque correspondem a
ências de ultrassons.
frequê
(D) A expoosição prolonngada a níveiss de intensidaade sonora eelevados, emb bora inferiorees ao limiar
de dorr, causa danoos auditivos a longo prazo.
6. Observa a figura onde um som emiitido por um altifalante prropaga-se
pelo ar e através
a do gás dióxido de carbono
c conttido num balãão.
a. Que fenómeno acússtico ocorre quando
q a ondda sonora paassa do ar
para o interior do balão e deste novamente para
p o ar?
b. As onddas sonoras no ar e no dió óxido de carbbono (assinalaa a opção
corretaa):
(A) Têm a mesma fre equência e a mesma
m velocidade de proppagação.
(B) Têm a mesma fre equência mass diferente ve
elocidade de
propaagação.
(C) Têm diferente frrequência e diferente ve elocidade de
propaagação.
(D) Têm diferente freequência mass a mesma vellocidade de ppropagação.
c. Qual daas ondas, A ou
o B, pode rep presentar a onda
o sonora qquando se pro
opaga no ar e dentro do
balão? Justifica.
7. Um estudante de músiica pretende insonorizar uma
u divisão dde sua casa dee modo que p possa tocar
sem incom nhos. Que maateriais pode escolher paraa forrar as paaredes dessa divisão?
modar os vizin
8
8. Uma grávida faz uma ecografia
e paraa se observar o feto. Uma sonda move--se sobre a suua barriga e
envia ultrassons que se
s propagam a uma veloccidade que é cerca de 4,55 vezes a velocidade do
som no ar. Os ultrassoons refletem--se na superffície do feto, regressam à sonda e um ma máquina
mede a distância entre
e a sonda e o feto.
a. Que medição a máq quina tem de fazer para caalcular essa diistância? Justtifica.
b. Qual é a velocidade
e de propagaçção dos ultrasssons?
c. Este exxame poderiaa ser feito com
m raios X com
mo se faz umaa radiografia?? Justifica.

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Ficha 1A – Luz
1. Dos objetos seguintes, assinala os que são fontes luminosas.
A. Vela acesa B. Lâmpada apagada C. Lâmpada de um semáforo (em funcionamento)
D. Lâmpada acesa E. Parede F. Vénus G. Sol

2. Dos seguintes tipos de luz, indica os que correspondem a luz visível, ou seja, captada pelos
nossos olhos:
A. Raios X B. Luz infravermelha C. Luz verde de uma lâmpada
D. Luz ultravioleta E. Luz do arco-íris

3. Faz a associação correta entre os elementos da coluna I e os elementos da coluna II e da coluna III.

Coluna I Coluna II Coluna III


A. Corpo que se deixa atravessar pela luz 1. Corpo opaco i) Livro
B. Corpo que só deixa passar parte da luz 2. Corpo transparente ii) Vidro
C. Corpo que não se deixa atravessar pela luz 3. Corpo translúcido iii) Folha de papel vegetal

4. A cada onda de luz da coluna I associa uma sua característica da coluna II.
Coluna I Coluna II
1. Micro-ondas A. É responsável pelo bronzeamento da pele e formação da vitamina D no organismo.
2. Raios X B. É responsável pela nossa visão dos objetos.
3. Radiação gama C. Utiliza-se em comunicações por telemóvel e em fornos.
4. Luz ultravioleta D. Utiliza-se nas radiografias.
5. Luz visível E. Utiliza-se no tratamento de doenças cancerígenas.

5. Das seguintes afirmações, indica a correta:


(A) Certos corpos podem viajar a velocidades superiores à da luz.
(B) A velocidade da luz no vazio é 340 m/s.
(C) A luz não se propaga no vazio.
(D) A velocidade da luz no vazio é 300 000 km/s.

6. Completa a seguinte frase com as expressões: «num meio material», «no vazio».
Uma onda eletromagnética propaga-se __________ ao contrário de uma onda mecânica que só
se propaga ________.

7. Seleciona a opção correta:


(A) As ondas de luz são ondas eletromagnéticas, ao contrário das ondas sonoras que são ondas
mecânicas.
(B) As ondas de luz e as ondas sonoras são ondas eletromagnéticas.
(D) As ondas de luz e as ondas sonoras são ondas mecânicas.
(D) As ondas de luz são ondas mecânicas, ao contrário das ondas sonoras que são ondas
eletromagnéticas.

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8
8. Nas figuraas em baixo re
epresentam-sse fenómenos de reflexão da luz, A e B, em duas sup
perfícies.

a. Em quaal deles se rep


presenta a refflexão especuular?
b. Em quaal das situaçõees, A ou B, háá um observaddor que não vvê a superfíciie onde incidee a luz? Justiffica.
c. Qual daas superfícies onde incide a luz, em A ou
u em B, podee ser uma par ede?

9
9. Na figura representa-se e luz a incidirr numa superffície.
a. Indica o valor do ânggulo I. ______ _____
b. Qual é o raio inciden
nte? E o raio refletido?
r

10. Observa a figura em baixo, onde se


e representam
m imagens obbtidas em trêss espelhos.

Faz a associaçção correta entre


e os elementos da colu
una I e os elem
mentos da co
oluna II.

Co
oluna I C
Coluna II
A. Imagem do tamannho do objeto
o 1. Espelho cconvexo
B. Imagem maior do que o objeto
o. 2. Espelho ccôncavo
C. Image
em menor doo que o objeto
o. 3. Espelho pplano

11. Observa os
o esquemas da figura refe
erentes a fen
nómenos óticoos.

A B C D

u quais dos essquemas A, B,


a. Qual ou endem evidenciar:
B C ou D prete
i. Apennas o fenóme
eno da reflexãão da luz.
ii. Apennas o fenóme
eno da refraçãão da luz.
iii. Os fenómenos simultâneos daa reflexão e da refração daa luz.
b. Qual do os esquemas representa os fenómenoss que estão naa base da form
mação do arcco-íris?

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Ficha 1B – Luz
1. O primeiro forno de micro-ondas
m foi
f patentead do em 1950 nnos Estados U Unidos pelo eengenheiro
Percy Spe encer. Em gerral, a frequên ncia das ondas eletromagnnéticas geradas num forno o de micro-
ondas é 2450 MHz. As ondas eletro omagnéticas geradas
g no foorno ficam co
onfinadas no interior do
aparelho, pois sofrem reflexões nass paredes me etálicas do forrno e na grad
de metálica qque recobre
o vidro daa porta, ceden ndo energia aos
a alimentoss.
a. Exprime e, em notação o científica, a frequência das micro-onddas utilizadas nos fornos.
b. A radiaçção micro-ond das é usada (assinala a afirmação correeta):
(A) Apen nas nos forno os de micro-ondas.
(B) Em comunicações
c s por telemóvvel e satélite.
(C) Na deteção
d de meetais em bagaagens nos aerroportos.
(D) Na nossa
n visão doos objetos.
c. Na figurra ao lado reppresentam-se e esquemas de e ondas
eletrom
magnéticas, um ma referente a micro-ondaas e outra
referentte a luz infravvermelha. Fazz a respetiva
correspo ondência.
d. Nem toda a luz solarr que atinge o nosso plane eta chega à
superfíccie terrestre. Será
S o caso da luz micro-oondas?
Fundammenta a tua re esposta.

éu noturno e dista de nós 8,57 a.l.. Exprime este valor em unidad


2. Sírio é a estrela mais brilhante no cé des SI.

3. Um objetoo está a 20 cm
c de um esp pelho plano e uma pessoaa está atrás ddo objeto e a 50 cm do
espelho. A pessoa vê a imagem do objeto
o distantte de si:
(A) 40 cm (B) 140 cm (C)) 100 cm (D) 70 ccm

4. Seleciona a afirmação correta.


4 c Umaa onda de luz visível, ao muudar de um m
meio para outtro, …
(A) tem a velocidade ded propagaçãão e a frequência alterada .
(B) tem a sua cor alterada, perman necendo com a mesma freequência.
(C) tem a sua cor e a sua
s velocidad de de propagaação alteradaa.
(D) tem a sua cor inaltterada, permanecendo com a mesma ffrequência.

5. Observa a figura ao lad do, em que C representa o centro do esspelho.


a. Que fen nómeno ótico o está esquemmatizado?
b. Identifica o espelho e caraccteriza a im magem
formad da.
c. Que re elação existe entre o ângu ulo que o raio
o 1 faz
com a linha horizon ntal e o ânguulo que o raio
o 2 faz
com esssa mesma lin nha? Justifica.
d. Conside era o raio incidente 3. QualQ é o ânguulo de
incidênncia? Justificaa.
e. Dá exemplo de uma aplicação deste d espelhoo com
este tip
po de imagem m.

6
62
6. Observa a figura, onde se esquemattizam fenóme enos óticos.
a. O que é um meio trransparente? Dá um exemplo.
b. Identiffica os raios 1, 2 e 3.
c. Indica o valor do ângulo de reflexão e do ângulo de
refraçãão.
d. Compaara as frequên ncias e as intensidades da luz incidentee e
da luz refratada.
e. No meio transparen nte a velocidaade de propaggação da luz é maior ou m
menor do que no ar? Justifiica.

7. A figura aoa lado repre


esenta um prrisma de vidrro, ABC, ondee incide luz.
Consideraa o raio I.
Qual dos números rep presenta o trrajeto desse raio até sair do prisma?
Justifica.

8
8. Observa os
o esquemas de d lentes da figura
f ao lado
o:
a. Identiffica as lentes convergentess.
b. Identiffica as lentes que têm foco
os reais e caraacteriza-os.
c. Indica uma lente:
i. que e seja do tipo do cristalino do olho hummano.
ii. que e possa ser uttilizada como lupa.

9
9. Observa a figura seguinte onde se representa
r a imagem form ho humano d
mada num olh doente que
necessita de uma lente e corretora.
a. Identiffica a lente e o defeito de visão.
v
b. Em que parte do olho se forma a imagem? E onde se form maria se
não tivvesse lente coorretora?
c. Caracte eriza a imageem formada.
d. Se a distância
d focaal da lente co
orretora for, em módulo,, igual a
20 cm, qual é a sua potência?

10. Um pescaador olha para um lago e vê


v um peixe. Para
P o pescarr utiliza um arrpão. Deve attirar o arpão:
(A) … para o ponto on
nde vê o peixee.
(B) … acima ou abaixxo onde vê o peixe, depeendendo da ssua
posiçção.
(C) … aciima do ponto
o onde vê o pe
eixe.
(D) … abaixo do ponto
o onde vê o peixe.
p

11. A luz solar encurva-see à medida que atravessa camadas de ar,


a tempe eraturas diferrentes, permitindo-nos ve er a imagem do
Sol quanndo ele já está abaixo da liinha do horizonte. Justificaa a
razão dee tal acontece
er.

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opiável © Texto | Universo FQ 63
6 Fichhas globbais
Ficha global N.o 1 – Reaçõe
es químiccas
1. Faz corresp
ponder as rep presentações corpusculare
es
esquemátticas de três amostras
a matteriais a:
a. Um sólid
do a 20 °C.
b. Um sólid
do a 50 °C.
c. Um líquiido a 50 °C.

2. Analisa a representaçção corpuscu ular esquemática de um


ma amostra de gás em diferentes
condiçõess.
Indica, justtificando o qu
ue acontece à:
à
a. Massa de
d gás entre I e II.
b. Densidaade do gás entre I e II.
c. Pressão do gás entre I e II.
d. Pressão do gás entre e I e III.

3. Faz correspponder as reppresentações moleculares apresentadaas às substânccias:


a. Água (H2O).
b. Amoníaco (NH3).
c. Cloreto de hidrogénioo (HCы).
C ы2) .
d. Cloro (C I II
I
III IV V

e. Dióxido de carbono (CO


( 2).
f. Dióxido de enxofre (SSO2).
g. Monóxid do de carbono (CO).
h. Oxigénioo (O2). VI VVII VIII IX

i. Ozono (O
O3).

4
4. Faz corresp
ponder cada uma
u das repre
esentações essquemáticas dde amostras m
materiais apreesentadas a:

a. Substância compostaa gasosa.


ncia elementaar gasosa.
b. Substân
c. Substância elementar sólida.
ncia compostaa líquida.
d. Substân
e. Mistura sólida de duaas substânciaas elementare
es.

6
64
5. Faz corresponder a cada nome da Coluna I uma fórmula química da Coluna II:

Coluna I Coluna II
Ião carbonato NH3
Amoníaco CO32-
Ião potássio K+
Cloreto de cálcio Na
Sódio CaCl2

6. A combustão do metano (CH4) origina dióxido de carbono e água.


a. Escreve a equação química da reação.
b. Sabendo que a combustão de 160 g de metano origina 800 g de produtos, que massa de
oxigénio intervém na reação? Justifica.

7. Acerta as seguintes equações químicas:


a. C3H8 (g) + O2 (g) ї CO2 (g) + H2O (g)
b. O2 (g) + H2 (g) ї H2O (ы)
c. HCы (aq) + Mg (s) ї MgCы2 (aq) + H2 (g)

8. Uma das muitas transformações químicas que ocorrem espontaneamente no ambiente é aquela a
que se dá vulgarmente o nome de enferrujamento, ou corrosão do ferro. De que tipo é esta
reação química?

9. Seleciona a afirmação falsa:


(A) Os indicadores de ácido-base permitem identificar o caráter químico de uma solução.
(B) Os indicadores ácido-base permitem determinar o pH de uma solução.
(C) Uma solução ácida fica vermelha quando se adiciona tintura azul de tornesol e fica
azul-arroxeado se for básica.
(D) Uma solução onde se adiciona solução alcoólica de fenolftaleína não sofre alterações na cor
quando é ácida ou neutra.

10. Seleciona a afirmação correta:


(A) Uma solução de pH 3 é mais ácida do que uma de pH = 1.
(B) Uma solução de pH 8 é mais ácida do que uma de pH = 6.
(C) Uma solução de pH 10 é menos alcalina do que uma de pH = 4.
(D) Uma solução de pH 12 é mais básica do que uma de pH = 8.

11. Prevê, justificando, se haverá formação de algum precipitado quando se misturam soluções
aquosas dos seguintes sais muito solúveis:
a. Cloreto de sódio e nitrato de prata.
b. Cloreto de sódio e nitrato de potássio.

12. Identifica o fator que influencia a velocidade das reações químicas em cada uma das seguintes
situações fazendo a correspondência correta entre os itens da coluna I e os da coluna II.

Coluna I Coluna II
A. O leite conserva-se no frigorífico. 1. Presença de inibidores ou catalisadores negativos.
B. A carne estraga-se mais facilmente quando é picada. 2. Temperatura.
C. O dióxido de enxofre ajuda a conservar o vinho. 3. Estado de divisão dos reagentes.

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Ficha global N.o 2 – Som
1. Faz-se vibrar um fio esticado, presso nas extrem
midades, afasstando o seu u ponto méd dio de uma
posição dee equilíbrio. O afastamento desse pontto variou nos primeiros 0,6 s como se representa
no gráfico em baixo.

a. Qual é o valor da amplitude de vib bração do ponto da corda??


b. Quanto tempo demo orou esse pon nto a efetuar uma oscilaçã o completa?
c. A vibração da cordaa produziu uma onda son nora mas a ppessoa que a fez oscilar não ouviu
qualqueer som. Explicaa por que razãão isso aconte
eceu.

2. Seleciona a opção que completa


c a frrase seguinte::
Quando o som se propaaga no ar há vibração
v de camadas de arr originando--se…
(A) zonas com maior densidade e maior
m pressão (zonas de ra refação) e zonas com mennor
densidade e menor pressão (zon nas de compre essão).
(B) zonas com maior densidade e menor
m pressão
o (zonas de raarefação) e zo
onas com meenor
densidade e maior pressão
p (zonaas de compre essão).
(C) zonas com maior densidade e maior
m pressão (zonas de coompressão) e zonas com mmenor
densidade e menor pressão (zon nas de rarefaçção).
(D) zonas com maior densidade e menor
m pressão
o (zonas de coompressão) e zonas com mmenor
densidade e maior pressão
p (zonaas de rarefaçãão).

3. O Tiago foii à Serra da Esstrela, onde a temperatura do ar era 0 ºC.


3.1 A velocidade de pro opagação do som no ar é menor a estta temperatu ura do que n num dia de
verãoo. Porquê?
3.2 Para essa temperatu ura a velocidaade de propaagação do soom é 331 m/ss. O Tiago prroduziu um
som e reecebeu o eco passados 0,1 1 s.
a. Que fenómeno
f acústico ocorree na produçãoo do eco? Em que consistee?
b. A quee distância esstava o obstácculo do Tiago
o?
c. Na seerra, o silênccio era tal que o Tiago atéa conseguiaa ouvir a sua respiração. Qual dos
valorres seguintes poderá corre esponder ao nível
n de intennsidade sonorra desse som??
(A) 120 dB (B) 0 dB (C) 60 dB (D
D) 10 dB
3.3 O som é percecionad do pelo Tiago. Qual das partes do ouviddo é responsáável:
a. pela receção da on
nda sonora?
b. pela transformaçã
t ão das vibraçõ
ões em impullsos elétricos??

6
66
4
4. A corda dee um instrum
mento musical é posta a vibrar e execuuta 20 000 vib
brações em 6
60 s. Outra
corda execcuta 25 000 vibrações num
m minuto e meio. Qual delaas produziu u
um som mais agudo?

5. O som prooduzido numaa sala é reflettido pelas suas paredes. U


Uma sala A teem as paredees forradas
com cortiçça; uma sala B, com as mesmas dimen nsões da prim
meira, tem ass paredes forrradas com
espelhos. Compara
C as intensidades do
d som reflettido nestas paaredes, justifiicando.

6. Observa a figura seguinte.


6.1 O que representa? Para que servve?

Nível de intensidade
sonora / dB
120
L
Limiar de dor
6.2 Com que aparelho ses pode mediir o nível de 100
intensidade sonoraa?
80
6.3 Considera os seguin
ntes sons:
60 Limiar de audiição
A. 10 000
0 Hz e 10 dBd
B. 10 Hz
H 40

C. 700
00 Hz e 40 dB 20

D. 22 000
0 Hz 0
10 100 1000 10 000
Frequência / Hz
Indica:
a. um infrassom;
b. um ultrassom;
c. o so do audível pelo ser humano
om mais agud o

7. Sons, produuzidos por insttrumentos differentes, são captados


c por um microfonee ligado a um osciloscópio.
7.1 Numa primeira expe eriência obte
eve-se a image em da figura ao lado.
a. O sin
nal elétrico re
epresenta umm som puro ou u um som com mplexo?
b. Quee instrumento o produz um som
s puro?
c. Numm telemóvel há um micro ofone que co onverte a onnda
sono
ora num sinaal elétrico. A forma das ondas sonooras
prod
duzidas pelas pessoas quan ndo falam é diferente,
d o qque
perm
mite a ativaçãão de um telemóvel por reconhecimen
r nto
v Qual é o atributo do som em que se fundamennta
de voz.
esta técnica?

7.2 Numa segunda exp periência foraam produzidos


vários sons, obtendo-se no ecrrã as imagens
ao lado.
a. Orddena os sonss por ordem crescente de e
amplitude de prressão.
b. Quaal dos sons te
em menor perríodo?
c. Quaal dos sons é o mais alto?
d. Quaal dos sons é o mais grave e de meno or
inte
ensidade?
e. Inddica dois so ons cuja fre equência seja
aprroximadamen nte a mesma.

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Ficha global N.o 3 – Luz
1. Para melhhor vermos as estrelas pre
eferimos o caampo à cidadde iluminada.. Indica uma razão para
este facto
o.
2. Às escuras vemos um metal aqueccido ao rubro
o mas não o vvemos se elee estiver à teemperatura
ambiente. Qual é a razão?
3. As abelhaas detetam lu uz ultravioletta de frequênncia 1,0×10144 Hz e certass cobras deteetam a luz
infravermelha emitida pelo ser hum mano.
a. Qual é o período daa onda de luz ultravioleta?
b. Indica uma aplicaçãão da luz ultraavioleta.
c. Indica qual é a opçãão que completa corretamente a seguinnte frase:
Quando a luz ultravioleta e a luz innfravermelha se propagam m no vácuo têêm _______ velocidade
de propaggação mas a luz ultravioletta tem ____ frequência
f doo que a luz inffravermelha.
(A) igual … maior
(B) igual … menor
(C) dife
erente … mennor
(D) dife
erente … maior
4
4. Os espelhos planos fazem parte do nosso quotidiano.
a. Num espelho
e planoo um raio de luz incide sobre a sua supperfície fazen ndo com ela um ângulo
de 34º.. Que ângulo faz o raio incidente com o raio refletid o?
b. Que tippo de reflexão o, especular ou
o difusa, oco orre predomiinantemente num espelho o? Como se
caracteriza?
c. Quando a luz se reflete num espelho (seleciona a afirmaçãão correta):
(A) Altera a frequên ncia e a velocidade de propagação.
(B) Maantém a frequ uência mas altera a velocid dade de prop agação.
(C) Maantém a frequ uência e a velocidade de propagação.
(D) Alttera a frequên ncia mas man ntém a velocid dade de proppagação.
d. As imagens obtidas num espelho o plano são (sseleciona a oppção correta):
(A) Virttuais porque se podem projetar numa tela e formam m-se atrás do
o espelho.
(B) Virttuais porque não se podem m projetar nu uma tela e forrmam-se atráás do espelho
o.
(C) Direeitas, do tamanho do obje eto e reais.
(D) Invvertidas, do taamanho do ob bjeto e virtuaais.
e. Podem m usar-se associações de esspelhos planoss para ver imaagens múltiplas, obtidas po or reflexão,
de peqquenos objeto os. Dá um exemplo de instrrumento em qque isso possaa acontecer.
5. Observa a figura ao lad do.
a. Identiffica o espelhoo.
b. Caracte eriza a imageem formada.
c. Indica se este tipo de d imagem pode
p ser dado
o por
um pro ojetor, justificcando.
d. Classifiica o foco do espelho em real
r ou virtual.
e. Indica se um espelh ho destes pod
de ser utilizad
do na
constru ução de um forno solar, juustificando.

6
68
6. Observa a figura seguinte: um fe eixe de luz incide na suuperfície de
separaçãoo de dois meio os transparen
ntes I e II.
a. Identiffica os raios 1, 2 e 3. 0,08o
70
1
b. Dá exe emplo de do ois meios transparentes eme que posssa ocorrer o M II
Meio
fenómeno represen ntado, fazendo-os corressponder ao m meio I e ao Meio I
meio III.
c. Indica os valores do o ângulo de re
eflexão e do ângulo
â de refrração. 45o 45o

d. Em quaal dos meios a velocidade de propagaçãão da luz é m maior? 3 2

e. Associaa as ondas A e B da figura aos raios 1 e 2, justificanddo.

7. Observa a figura seguin nte.


a. Identiffica os instrum
mentos óticoss representad dos, indicandoo se
o respe etivo foco é real ou virtuall.
b. Que feenómeno ótico é responsávvel pelo comp portamento dda
luz em cada instrum mento?
c. Indica qual deles po ode fazer partte do farol de
e um carro.
d. Um destes instrume entos pode ussar-se na corrreção da
hipermmetropia.
i. Com
mo se caracterriza esta doen nça do olho?
ii. Que
e instrumento o da figura é usado
u para a sua correção ?

8
8. A luz policcromática é dispersa numaa gota de água no fenóme no do arco-írris.
a. Dá um exemplo de uma luz policcromática e um exemplo dde uma luz mo onocromáticaa.
b. Que feenómeno ótico sofre a luz policromática
p a quando inciide na água e se divide nass suas várias
compo onentes?
c. Na disp persão da luz na água, a lu
uz que mais se
e desvia é a luuz violeta e a que menos sse desvia é a luz
vermelha. Qual delaas se propagaa mais rapidam mente na águua?

9
9. Uma lente
e de bordos espessos
e tem uma distânciia focal, em m
módulo, igual a
25 cm. Qu
ual é a sua potência?

d capuchinhoo vermelho e vai a uma discoteca. Se a


10. Numa fessta de carnavaal uma rapariiga veste-se de
iluminarem
m com luz verde, como se erá vista a suaa roupa?

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7 Queestões usadas
u em
e avaliiações
externas in
nternacionais

Nesta secçção apresentam-se algunss exemplos de


e perguntas uusadas em avaaliações externas internaccionais,
como o PISA 2000, 2003 e 2006 da OCDDE.
Todas as questões apresentadas fo oram adaptadas do mateerial disponívvel online na página web da
OCDE (http:///www.oecd.o
org/pisa/).

Química

Converrsor catalíítico

Na sua maaioria, os auttomóveis moddernos estão equipados c om um conveersor catalíticco que torna os
ffumos de esccape menos nocivos
n para o homem e paara o ambiennte.
Cerca de 90% dos gaases nocivos são converttidos em gasses menos n nocivos. Na ffigura seguin
nte,
referem-se alguns dos gasses que entram no converssor e alguns ddos gases quee saem.

aa. Apresentaa um exempllo do modo como o con nversor catal ítico torna o
os fumos de escape men
nos
nocivos, ussando a informação contid
da no diagram
ma.

b. No interio o, os gases passam por d eterminadas transformaçções. Interpreeta


or do conversor catalítico
essas transsformações em termos de átomos e mo oléculas.

cc. Consideraa os gases queq são emitidos pelo conversor caatalítico. Reffere um pro oblema que os
engenheiroos e os cientisstas que trabalham em conversores cattalíticos deviaam tentar ressolver, para q
que
este produ
uza ainda men nos gases noccivos.

7
70
Massa de pão
Para fazeer massa de pão, um co ozinheiro mistura farinhaa, água, sal e
ffermento. De epois de mistturada, a maassa é colocadda num recippiente durantte
vvárias horass, para que o processo o de fermen ntação ocorrra. Durante a
ffermentação, acontece uma u transformação química na massaa: o fermentto
(constituído por um funggo unicelular)) transforma o amido e oos açúcares d da
ffarinha em dióxido
d de caarbono e álcoool (álcool é uma classe de composto os
orgânicos qu ue possui, naa sua estrutuura moleculaar, um ou mmais grupos d de
hidroxilo (-OH
H) ligados a átomos de carrbono).

aa. A fermentaação faz a maassa crescer. Por


P que razão
o cresce a maassa?
(A) A masssa cresce porq
que se produzz álcool que se
s transformaa em gás.
(B) A masssa cresce porq
que se reprod
duzem nela fu ungos uniceluulares.
(C) A massa cresce porqque se produzz um gás, o diióxido de carbbono.
(D) A masssa cresce porq
que a fermentação transfo orma a água eem vapor.

b. Algumas horas
h depois de ter misturrado a massaa de pão, o coozinheiro pessa a massa e dá-se conta de
que o peso
o diminuiu.

Nas quatro experiênciaas representaadas a seguir, a quantidadee inicial de massa de pão é a mesma. Q Que
duas experiências o cozinheiro devia comparar
d c para determinarr se o fermen nto é responssável pela perrda
de peso?

(A) O cozinheiro devia comparar as experiências 1 e 2.


(B) O cozinheiro devia comparar as experiências 1 e 3.
(C) O cozin
nheiro devia comparar as experiências 2 e 4.
(D) O cozinheiro devia comparar as experiências 3 e 4.

cc. Na massa de pão, o fermento transsforma o amido e os açúccares da farin nha, através de uma reaçção
química duurante a qual se formam dióxido
d de carrbono e álcoool.
De onde vêm
v os átomoos de carbono que estão presentes noo dióxido de ccarbono e no álcool? Faz u um
círculo em
m torno de «Siim» ou de «N
Não», para cadda uma das a lternativas seeguintes.
Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 71
Esta é uma explicação correta para a origem dos átomos de
Sim ou Não?
carbono?
Alguns átomos de carbono vêm dos açúcares. Sim / Não
Alguns átomos de carbono fazem parte das moléculas de sal. Sim / Não
Alguns átomos de carbono vêm da água. Sim / Não

d. Quando a massa levedada (crescida) é colocada no forno para ser cozida, as bolsas de gás e de vapor
no interior da massa expandem-se.
Por que razão se expandem o gás e o vapor quando são aquecidos?
(A) As suas moléculas ficam maiores.
(B) As suas moléculas movem-se mais depressa.
(C) As suas moléculas tornam-se mais numerosas.
(D) As suas moléculas colidem com menor frequência.

Combustões e alterações climáticas

A combustão do carvão, do petróleo e do gás natural, bem como a desarborização e diversas práticas
agrícolas e industriais, estão a alterar a composição da atmosfera e a contribuir para que haja alterações
climáticas. Estas atividades humanas têm conduzido ao aumento da concentração de partículas e de
gases que provocam o efeito de estufa na atmosfera.

a. Inspirado pela leitura do texto explica por que razão a combustão do carvão, do petróleo e gás natural
contribuem para que haja alterações climáticas?

b. Escreve e acerta as equações químicas que traduzem a combustão do carvão e do metano.

c. Pesquisa informações que te permitam comentar a seguinte informação: «O efeito de estufa também
é benéfico para o planeta, pois confere ao planeta uma temperatura média de 15 °C (sem esse efeito a
temperatura média da Terra seria о18 °C)».

Chuvas ácidas

A fotografia seguinte mostra umas estátuas,


chamadas Cariátides, que foram erigidas na
Acrópole de Atenas, há mais de 2500 anos. Estas
estátuas foram esculpidas num tipo de rocha
chamado mármore. O mármore é composto de
carbonato de cálcio.
Em 1980, as estátuas originais foram
transferidas para o interior do museu da Acrópole
e substituídas por réplicas. As estátuas originais
estavam a ser corroídas pelas chuvas ácidas.

72
a. A chuva comum é ligeiramente ácida, porque dissolveu parte do dióxido de carbono do ar. As chuvas
ácidas são mais ácidas do que a chuva comum porque dissolveram igualmente outros gases, como os
óxidos de enxofre e os óxidos de nitrogénio (azoto).
De onde provêm estes óxidos de enxofre e de nitrogénio (azoto) que se encontram no ar?

b. É possível simular o efeito das chuvas ácidas sobre o mármore mergulhando lascas de mármore em
vinagre, durante toda a noite. O vinagre e as chuvas ácidas têm aproximadamente o mesmo nível de
acidez. Quando uma lasca de mármore é mergulhada em vinagre, formam-se bolhas de gás. A massa
desta lasca de mármore, seca, pode ser determinada antes e depois da experiência.
Uma lasca de mármore tem a massa de 2,0 gramas antes de ser deixada imersa em vinagre durante
toda a noite. No dia seguinte, retira-se e seca-se esta lasca. Qual será o valor da massa desta lasca de
mármore seca?
(A) Inferior a 2,0 gramas. (C) Entre 2,0 e 2,4 gramas.
(B) Exatamente 2,0 gramas. (D) Superior a 2,4 gramas..

c. Os alunos que fizeram esta experiência também mergulharam lascas de mármore em água pura
(destilada), durante toda a noite. Explica por que razão os alunos incluíram este passo na experiência.

Física

A luz das estrelas


O Tiago gosta de olhar para as estrelas. No entanto, ele não as pode ver muito bem, à noite, pois vive
numa grande cidade. No ano passado, Tiago foi de visita ao campo e subiu a uma montanha, de onde
observou um grande número de estrelas que não conseguia ver na cidade.

a. Por que razão se podem observar muito mais estrelas no campo do que na cidade?
(A) A Lua é mais brilhante na cidade e esconde a luz de muitas estrelas.
(B) No ar do campo há mais poeiras que refletem a luz do que no ar da cidade.
(C) O brilho das luzes da cidade não nos deixa ver muitas estrelas.
(D) O ar é mais quente nas cidades, devido ao calor emitido por carros, máquinas e casas.

Para observar algumas estrelas pouco brilhantes, Tiago utiliza um telescópio com uma lente de
grande diâmetro.

b. Por que razão é que a utilização de um telescópio com uma lente de grande diâmetro permite ver
estrelas pouco brilhantes?
(A) Quanto maior é a lente, mais luz consegue captar.
(B) Quanto maior é a lente, maior é o seu poder de ampliação.
(D) As lentes maiores permitem ver uma maior parte do céu.
(D) As lentes maiores conseguem detetar as cores escuras das estrelas.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 73


Ultrassons

É possível obter imagens do feto (bebé em


desenvolvimento no útero da mãe) devido às técnicas de
imagem por ultrassons (ecografia). Os ultrassons são
considerados seguros, tanto para a mãe como para o feto.

A médica segura uma sonda que vai movendo sobre o


abdómen da mãe. As ondas de ultrassons são transmitidas
para dentro do abdómen, onde são refletidas pela superfície
do feto. A sonda capta estas ondas refletidas e transmite-as
para uma máquina que gera uma imagem.

a. Para formar uma imagem, a máquina de ultrassons precisa de calcular a distância entre o feto e a
sonda.
As ondas de ultrassons deslocam-se através do abdómen, a uma velocidade de 1540 m/s. O que é que a
máquina tem de medir para poder calcular a distância?

b. Também é possível obter imagens de um feto, usando raios X (radiografia). No entanto, as mulheres
são aconselhadas a evitar fazer radiografias ao abdómen durante a gravidez.
Por que motivo uma mulher deve evitar fazer radiografias ao abdómen durante a gravidez?

c. Poderão as ecografias feitas às mulheres grávidas dar respostas às questões seguintes? Faça um
círculo em torno de «Sim» ou de «Não», para cada questão.

Uma ecografia pode dar resposta a esta questão? Sim ou não?

Há mais do que um bebé? Sim / Não


De que cor são os olhos do bebé? Sim / Não
O bebé tem um tamanho normal? Sim / Não

O trânsito de Vénus
Vénus
Entre os dias 5 e 6 de junho de 2012, foi possível observar, a
partir de muitos locais da Terra, o planeta Vénus a passar em
frente ao Sol. Esta passagem chama-se «trânsito» de Vénus e
ocorre quando a órbita de Vénus coloca este planeta entre o Sol
e a Terra. O trânsito de Vénus anterior ocorreu em 2004 e o
próximo está previsto para 2117.
A fotografia seguinte mostra o trânsito de Vénus em 2012.
Apontou-se um telescópio para o Sol e projetou-se a imagem
obtida sobre uma cartolina branca.

74
a. Por que motivo se observou o trânsito projetando a imagem sobre uma cartolina branca, em vez de se
olhar diretamente através do telescópio?
(A) A luz do Sol era demasiado brilhante para se poder ver Vénus.
(B) O Sol é suficientemente grande para se ver sem ampliação.
(C) Observar o Sol através de um telescópio pode causar danos aos olhos.
(D) Foi preciso reduzir a imagem, projetando-a sobre uma cartolina.

b. Qual dos seguintes planetas pode ser observado em trânsito sobre a superfície do Sol, em certas
ocasiões, a partir da Terra?
(A) Mercúrio.
(B) Marte.
(C) Júpiter.
(D) Saturno.

c. No enunciado seguinte, foram sublinhadas algumas palavras.


Os astrónomos preveem que, ainda durante este século, seja possível observar um trânsito de
Saturno sobre a superfície do Sol, visto de Neptuno.
Para se fazer uma pesquisa numa biblioteca ou na internet, quais seriam, das palavras sublinhadas, as
três mais úteis para se saber quando é que este trânsito vai ocorrer?

Protetores solares

A Maria e o Daniel gostariam de saber qual o protetor solar que oferece a melhor proteção à sua
pele. Os protetores solares têm um fator de proteção solar (FPS) que indica em que medida é que cada
produto absorve a radiação ultravioleta da luz solar. Um protetor solar com FPS elevado protege a pele
durante mais tempo do que um protetor solar com FPS baixo.

A Maria imaginou uma maneira de comparar alguns protetores solares diferentes. Ela e o Daniel
reuniram o seguinte material:
• Duas folhas de plástico transparente e incolor que não absorve a luz solar.
• Uma folha de papel sensível à luz.
• Óleo mineral (M) e um creme com óxido de zinco (ZnO).
• Quatro protetores solares diferentes, a que chamaram P1, P2, P3 e P4.

A Maria e o Daniel utilizaram o óleo mineral, porque deixa passar quase toda a luz solar, e o óxido de
zinco, porque bloqueia praticamente toda a luz solar.

O Daniel depositou uma gota de cada substância no interior de um círculo traçado numa das folhas
de plástico e, a seguir, pôs a segunda folha de plástico por cima. Ele colocou um livro grande em cima das
duas folhas e comprimiu-as.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 75


Em seguidda, a Maria colocou as du uas folhas de plástico por cima da folh
ha de papel ssensível à luz. O
papel sensíve
el à luz muda de cinzento o-escuro para branco (ouu cinzento muito claro), d dependendo do
ttempo de expposição à luz solar. Finalmente, o Danie
el colocou as folhas num lo
ocal ensolarado.

aa. Qual das afirmações


a se
eguintes corre
esponde a um ma descrição científica do
o papel do óleeo mineral e do
óxido de zinco na compparação da eficácia dos pro
otetores solarres?
(A) O óleoo mineral e o óxido
ó de zinco são os dois fatores que eestão a ser teestados.
(B) O óleo mineral é umm dos fatores testados, e o óxido de zinnco é uma sub bstância de reeferência.
(C) O óleo mineral é umma substânciaa de referênciia e o óxido dde zinco é um
m dos fatores ttestados.
(D) O óleoo mineral e o óxido de zinco são, amboss, substânciass de referênciia.

b. A qual das seguintes qu


uestões estavaam a Maria e o Daniel a teentar respond
der?
(A) Que prroteção ofereece cada um dos
d protetore es solares, quuando comparrado com os outros?
(B) Como é que os prottetores solarees protegem a pele da rad iação ultraviooleta?
(C) Haveráá algum proteetor solar quee proteja mennos do que o óleo mineral??
(D) Haveráá algum proteetor solar quee ofereça maiis proteção doo que o óxidoo de zinco?

cc. Por que razzão se comprrimiu a segunda folha de plástico?


p
(A) Para im
mpedir que ass gotas secasssem.
(B) Para esspalhar as gotas tanto quaanto possível..
(C) Para manter
m as gotaas dentro doss círculos traççados.
(D) Para dar a todas as gotas a mesm ma espessuraa.

7
76
d. O papel se
d ensível à luz é cinzento-esscuro, mas to
orna-se cinzennto-claro quaando é exposto a alguma luz
solar e me
esmo branco se for expostto a muita luzz solar.
Qual dos seguintes
s quemas apressenta um padrão possível?? Explica a razzão da tua esccolha.
esq

Um texto sobre o ozono

Lê este exxcerto de um texto sobre a camada de ozono.


o

A atmosffera é um im menso reservvatório de ar a e um rec urso naturall dos mais p preciosos para a
mmanutenção de vida na Teerra. Infelizmeente, a priorid dade que as aatividades huumanas dão a certos intereesses
nnacionais, ou
u pessoais, esstá a destruir este recurso comum, nom meadamente reduzindo a frágil camad da de
oozono que seerve de escudoo protetor da vida na Terra a.
Uma moléécula de ozon no é constituíd da por três áttomos de oxiggénio, enquaanto uma mollécula de oxig génio
é constituída apenas por dois
d átomos de d oxigénio. AsA moléculass de ozono são raríssimas: há menos dee dez
ppor cada millhão de molééculas existen ntes no ar. Todavia,
To desdde há cerca dde mil milhõees de anos, a sua
ppresença na atmosfera
a temm desempenh hado um pap pel vital para a salvaguardda da vida na Terra. Consooante
a altura a qu
ue se encontrra, o ozono ta anto pode prreservar a vidda terrestre ccomo prejudiccá-la. O ozonno na
troposfera (a
até 10 km acim ma da superffície da Terra)) é «mau» e ppode deteriorrar os tecidoss pulmonaress e as
pplantas. Contudo, cerca ded 90% do ozzono que se encontra na estratosferaa (entre 10 e 40 km acima da
ssuperfície da
a Terra) é «bo om», e desem mpenha um papel
p benéficco, absorvenddo os raios u
ultravioletas mais
pperigosos (UVV-B) emitidos pelo Sol.
Sem esta camada de ozono benéfico o, os seres hu
umanos estarriam mais sujjeitos a certass doenças devvidas
ao aumento de exposição o aos raios ulltravioletas provenientes ddo Sol. Nas úúltimas décad das, a quantiddade
de ozono dimminuiu. Em 19 974, foi postaa a hipótese ded os clorofluuorocarbonettos (CFC) podderem ser a ccausa
disto. Até 198
87, a avaliaçãão científica dessa
d o causa-efeitoo não foi sufiicientemente convincente para
relação
eenvolver os CFC. Contud do, em setem mbro de 1987, diplomataas de todo o mundo enccontraram-see em
Montreal (Caanadá) e 20 pa aíses concorddaram em lim mitar o uso doss CFC.

Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 77
a. No texto anterior não é indicado como o ozono se forma na atmosfera. Com efeito, todos os dias se
forma um pouco de ozono e um pouco de ozono desaparece. O modo como o ozono se forma é
ilustrado pela banda desenhada que se segue.

Imagina que tens um tio que tenta compreender o sentido desta banda desenhada. Contudo, não
recebeu qualquer educação científica na escola e não compreende o que o autor da banda desenhada
quer explicar. Sabe que não há «homenzinhos» na atmosfera, mas pergunta o que eles representam na
banda desenhada; pergunta o que aqueles estranhos símbolos O2 e O3 significam e que processos são
representados na banda desenhada. Pede-te que lhe expliques a banda desenhada. Parte do princípio
de que o teu tio sabe:
• que O é o símbolo do oxigénio;
• o que são átomos e moléculas.
Escreve, para o teu tio, uma explicação da banda desenhada.
No seu esclarecimento, utiliza as palavras átomos e moléculas.

b. O ozono forma-se igualmente durante as trovoadas. É ele que liberta o cheiro característico percetível
depois de uma trovoada. No texto, o autor estabelece uma distinção entre o «bom ozono» e o «mau
ozono».
Segundo o artigo, o ozono formado no momento de uma trovoada é «bom» ou «mau»?
Seleciona a resposta com a justificação correta.

Bom ozono ou
Justificação
mau ozono?
A Mau Forma-se durante um período de mau tempo.
B Mau Forma-se na troposfera.
C Bom Forma-se na estratosfera.
D Bom Cheira bem.

c. No texto afirma-se: «Sem esta camada de ozono benéfico, os seres humanos estariam mais sujeitos a
certas doenças devidas ao aumento da exposição aos raios ultravioletas provenientes do Sol.»
Refere uma dessas doenças específicas.

d. No final do texto é mencionada uma reunião internacional em Montreal. Nessa reunião foram
discutidas muitas questões relacionadas com a possível destruição da camada do ozono. Duas dessas
questões estão registadas no quadro que se segue.

78
Podem as questões abaixo ser respondidas através de uma investigação científica?
Faz um círculo em torno de «Sim» ou «Não», em cada uma delas.

Respondida por
Questão:
investigação científica
As incertezas científicas acerca da influência dos CFC na camada do
Sim / Não
ozono devem ser razão suficiente para que os governos atuem?
Qual seria a concentração de CFC na atmosfera, em 2002, se a
Sim / Não
libertação de CFC para a atmosfera se mantivesse ao ritmo atual?

Uma ameaça para a saúde?


Imagina que vives perto de uma grande fábrica de produtos químicos que fabrica fertilizantes para
uso na agricultura. Nos últimos anos, registaram-se vários casos de problemas respiratórios crónicos em
pessoas da região. Muitos dos habitantes locais acreditam que estes sintomas são provocados pelos
fumos tóxicos emitidos pela fábrica de fertilizantes químicos ali situada.
Foi organizada uma reunião pública para se discutirem os potenciais perigos da fábrica de produtos
químicos para a saúde dos residentes locais. Os cientistas presentes nessa reunião fizeram as
declarações seguintes.

Declaração dos cientistas que trabalham para a empresa de produtos químicos:


«Fizemos um estudo da toxicidade do solo nesta região. Não encontrámos qualquer vestígio de
produtos químicos tóxicos nas amostras que recolhemos.»

Declaração dos cientistas que trabalham para os cidadãos da comunidade local afetados com esta
situação:
«Fizemos o levantamento do número de casos de problemas respiratórios crónicos nesta região e,
depois, comparámo-lo com o número de casos de problemas respiratórios crónicos em regiões distantes
da fábrica de produtos químicos. Há mais incidentes na região perto da fábrica de produtos químicos.»
a. O proprietário da fábrica de produtos químicos utilizou a declaração dos cientistas que trabalham para
a empresa para afirmar que «as emissões de fumos da fábrica não constituem um risco para a saúde
dos residentes locais».
Apresenta uma razão que permita questionar se a declaração dos cientistas que trabalham para a
empresa confirma a afirmação do proprietário.

b. Os cientistas que trabalham para os cidadãos afetados, compararam o número de pessoas com
problemas respiratórios crónicos que vivem perto da fábrica de produtos químicos e que vivem numa
região distante da fábrica.
Descreve uma diferença possível entre as duas regiões que te pudesse levar a pensar que a comparação
feita não é válida.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 79


8 Ativvidades prático-laborattoriais
A
Atividade
es prático
o-laborattoriais – Reações
R q
químicas
N o 1 – «Viage
Atividade N. em» ao interior das substââncias
Objetivo:
• Recconhecer a na
atureza corpu
uscular da maatéria.

Experiência 1 «Viageem» ao interioor das substânccias

Material: Frasco
F de perfu
ume, saqueta de
d açúcar, colher, duas cháveenas com pires,, garrafa-esguicho para água,, corante
alimentar
a verm
melho, uma pip peta graduada com
c balões voluméétricos de 100 m
pera de bborracha, dois b mL, duas
provetas,
p álcoo
ol, sumo de fru
uta em pó, gobelé, tripé e lam
mparina.

A) Perfuma
ada...
Procede
e da seguinte forma:
f
• Ab
bre o frasco de
e perfume e feccha-o de novo.
No teu caderno:
• Tira conclusões.
• Completa
C corre etamente a afirmação
a seguinte: «O arooma sentido à distância, m
mesmo com o frasco
__
_____________ ____ , indica que algumas moléculas doo perfume deeixaram o frassco e rapidam
mente se
esspalharam pelaa sala, invisíveis mas _______
___________ ppelo olfato.»

B) Doce...
e da seguinte forma:
Procede f
• Dissolve uma pe uma chávena ccom água. Retira uma colher de água açucarada e
equena colherr de açúcar nu
dilui noutra chávvena com águaa. Prova.
No teu caderno:
• Tira conclusões.
• Coompleta correttamente a afirrmação seguintte: «O sabor ddoce de qualqu
uer porção da água açucarad
da indica
quue os _______ ___________ de
d açúcar (sacaarose) se espa lharam rapidaamente por tod
da a água da cchávena,
invvisíveis mas __
_____________ ____ pelo sabo
or.»

C) Corada....
Procede
e da seguinte forma:
f
e alimentar vermelho em 1000 cm3 de águ
• De algumas gottas de corante ua contida num
m balão. Agitaa e retira
0 cm para outro balão idêntiico; junta águaa até perfazer 1100 cm3.
10 3

No teu caderno:
• Tira conclusões.
• Completa corre etamente a affirmação seguiinte: «A cor rrósea de qualq
quer porção d
da água indicaa que os
__
_____________ ____ do coran
nte alimentar se __________________ rapid oda a água dos balões,
damente por to
invvisíveis mas __
_____________ ____ pela cor.»

8
80
D) 20 + 20 < 40! …
Procede
e da seguinte forma:
f
• Prrocede como está
e indicado na Fig. 3.13:

No teu caderno:
• Tira conclusões.
• Coompleta correttamente a afirm
mação seguinte: «A __________________ d
de volume, ao m
misturar água e
ettanol, indica qu
ue há ________
__________ entre os corpússculos.»
• Oss intervalos entre os corpúsculos:
A.. São espaços vazios.
v
B. Têm vapor do
o líquido.
C. Têm ar.

E) Sumo de
e fruta...
Procede
e da seguinte forma:
f
e indicado na figura seguin
• Prrocede como está nte e observa a diferença, sem
m agitar.

No teu caderno:
• Tira conclusões.
• Co mação seguinte: «O facto de o pó se misturar mais __________________ com a
ompleta correttamente a afirm
ággua ___________________ ind dica que os ___
_________________ na água quente se movem com maio or
_______________ _____ .»

Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 81
N o 2 – Explora
Atividade N. ando as reações químicass
Objetivo:
• Reconhecer a ocorrência de tran
nsformações ou reações químmicas.
• Rep
presentar reaçõ
ões químicas através de equaações químicass.

Experiência 1 Solubilização do clorreto de amónio

Material: Água
Á destilada, cloreto de am
mónio, um gob m3, um termóm
belé de 100 cm metro, uma esp
pátula e uma vvareta de
vidro.
v
Procede da
a seguinte form
ma:
• Introd
duz água destillada no gobelé
é até um terço da sua altura.
• Mede
e a temperaturra da água e regista o respetivo valor.
• Deita três a quatro espátulas
e de cloreto de amónio dentro do gobelé.
• Agita a mistura com
m a ajuda de um
ma vareta de vidro, tendo o ccuidado de não
o tocar no term
mómetro.
e a temperaturra da mistura quando
• Mede q todo o sólido tiver siddo solubilizado
o.

derno:
No teu cad
• Registta a variação de
d temperaturaa observada.
• Classifica esta transformação justiificando a tua resposta.
r
• Escrevve a fórmula química do clorreto de amónio
o.

Experiência 2 Reaçãoo entre o carbonato de sódioo e o sulfato dde magnésio

Material: Solução
S aquosaa de sulfato de
e magnésio, so
olução aquosaa de carbonato 150 cm3,
o de sódio, doiis gobelés de 1
3
um
u gobelé de 250
2 cm ou com m capacidade superior,
s esferrovite, um term
mómetro e um ma vareta de viddro.
Procede da
a seguinte form
ma:
• Deita cerca de 50 cmc 3 de solução aquosa de sulfato
s obelé e cerca de 50 cm3 dee solução
de maggnésio num go
aquossa de carbonatto de sódio nou
utro.
• Registta a temperatu
ura das duas so
oluções.
• Colocca o gobelé com solução de sulfato de magnésio dentro do gobelé de 250 cm3, estaando este rodeeado por
ovite. Mistura as duas soluçõ
esfero ões dentro do gobelé
g que conntinha a soluçãão de sulfato d
de magnésio.
• Agita ligeiramente a mistura.
• Registta, passados breves segundo
os, o valor da te
emperatura daa mistura.

derno:
No teu cad
• Registta as temperatturas indicadass.
• Interp
preta as tuas observações e registos.
r
• Sabenndo que os pro
odutos desta re
eação são carbbonato de maggnésio sólido e sulfato de sód
dio em solução
o aquosa,
escrevve a equação de
d palavras que traduz a reaçção química.

8
82
N o 3 – Reaçõe
Atividade N. es de oxidaçãão-redução
Objetivo:
• Reconhecer a ocorrência de reações de oxidaçção-redução.
• Rep
presentar reaçõ
ões químicas através de equaações químicass.

Experiência 1 Cobre a partir de sullfato de cobre

Material: Água,
Á cloreto de
d cobre, cristaalizador, dois láápis descarnaddos, fios de ligaação, pilha de 9 V e crocodilo
os.

Procede da
a seguinte form
ma:
• Monta a experiên ncia de acordo com a figu ura ao lado i ndica a
eletró
ólise da solução
o aquosa de cloreto de cobre
e.
q polo da pi lha está
• Observa em que lápis se deposita o cobre (a que
ligado
o?).
• Cheiraa o outro lápis e indica a substância que se está aí a liberttar.

derno:
No teu cad
e polo da pilha está ligado o lápis em que se
• A que e deposita o coobre?
• Escrevve um relatório
o desta experiência.

Experiência 2 Moedaa de prata

Material: Nitrato
N de prata, copo, lápis, moeda de cob
bre, fios de ligação, uma lâmp
pada, pilha de 9 V e crocodilo
os.

Procede da
a seguinte form
ma:
• Montta uma eletróliise do nitrato de prata de accordo com a fiigura ao 9V
lado que
q indica a ele
etrólise do nitrrato de prata em
e solução aquuosa.
• Obserrva como fica a moeda.

derno:
No teu cad
• Escrevve a equação química
q associaada a esta experiência.

Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 83
N o 4 – Reaçõe
Atividade N. es de ácido-b
base
Objetivo:
• Meddir o pH de am
mostras de águaa com origens diferentes.
• Reconhecer a ocorrência de reações ácido-basse.
• Rep
presentar reaçõões de ácido-base por equaçõ
ões químicas.

Experiência 1 Medição do pH

Material: Amostras
A de ággua de origens diferentes.

Procede daa seguinte formma:


• Conceebe e realiza uma
u experiênciia de medição de pH com váárias amostras de água de orrigens diferenttes (água
da torrneira, água de
estilada, água de
d um rio, água de uma poçaa, água dos eflu
uentes de umaa indústria, etcc.).
No teu cad
derno:
• Escrevve um relatório
o da experiênccia.

Experiência 2 Descasscar um ovo crru

Material: Dois
D ovos, vinagre branco, ággua, copos.

Procede daa seguinte form


ma:
• Colocca cada um doss ovos num coppo, um com ággua e o outro c om vinagre.
• Comp para os dois ensaios,
e mudan ndo a água e o vinagre de ddois em dois dias,
durannte uma semanna, para ver quaal dos ovos estáá a perder a casca.
No teu cad
derno:
• Registta os resultado
os obtidos.
• Comp pleta corretam nte afirmação: «O ácido _________________ do
mente a seguin
vinagre reagiu com o _______ ___________ de cálcio daa casca do ovo, A caasca dos ovos é
produuzindo-se bolhaas de _______
___________ .»» con
nstituída essencialmente
• O quee aconteceria se, em vez de vinagre, se ussasse ácido cloorídrico? Escreeve a porr carbonato de cálcio.
equaçção que traduzz a reação.

Experiência 3 Contraa a azia

Material: Elabora
E uma lissta do materiall necessário paara a realizaçãoo desta ativida de.
Procede daa seguinte form
ma:
• Comeeça por planeaar uma experiê ência que permita compara r o caráter an ntiácido de duaas pastilhas diiferentes
que atuem contra a azia de estômmago.
• Mostrra ao teu profe
essor o que plaaneaste: ele ind
dicar-te-á se oss passos planeeados são os m
mais adequadoss.
• Execu
uta a experiênccia.
No teu cad
derno:
• Escrevve um relatório
o da experiênccia.

8
84
N o 5 – Reaçõe
Atividade N. es de precipittação
Objetivo:
• Promover reaçõess de precipitação no laborató ório.
• Rep
presentar reaçõ
ões de precipittação, realizadaas em atividaddes laboratoriais, por equações químicas.
• Pesquisar e debater situações doo dia a dia relaacionadas com a maior ou meenor solubilidaade de diferenttes sais
em água.

Experiência 1 Jardim
m de silicatos

Material: Elabora
E uma lissta do materiall necessário paara a realizaçãoo desta ativida de.

Procede da
a seguinte form
ma:
• Tiranddo partido da grande
g solubiliidade do silicatto de sódio em m água e da peequena solubiliidade de muito os outros
silicatos (de ferro, co
obre, prata, níq
quel, cobalto, cálcio,
c etc.), plaaneia uma expperiência de forrmação de preccipitados
em qu ue cries um jarddim de silicatoss.
• Mostrra ao teu profe dicar-te-á se oss passos a segu
essor o que plaaneaste: ele ind uir são os maiss adequados.
• Execu
uta a experiênccia.

derno:
No teu cad
• Escreeve um relatórrio desta experriência indican usados, os principais proced
ndo o material e reagentes u dimentos
realizados bem com
mo os resultado os obtidos.

Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 85
N o 6 – Efeito da temperatura e dos cattalisadores naa velocidade das reações químicas
Atividade N.
Objetivo:
• Con
ncluir, mediante a realização das experiênciias propostas, quais são os e feitos, na velocidade de reaçções
quím
micas, da temp
peratura e da presença
p de um
m catalisador aapropriado.

Experiência 1 Investigar a variaçãoo de temperatuura durante um


ma reação quíímica

Material: Elabora
E uma lissta do materiall necessário paara a realizaçãoo desta ativida de.

Procede da
a seguinte form
ma:
• Colocca as seguintes instruções por ordem.
– Adicciona a solução
o B à solução A,
A agita ligeiram
mente e registaa as observaçõ
ões feitas e o valor da temperatura.
– Num
m gobelé, disso
olve 10 g de su m3 de água: solu
ulfato de magnésio em 40 cm ução A.
– Reggista a temperaatura de cada uma
u das soluçõ
ões alguns minnutos após a su
ua preparação..
– Nou
utro gobelé, dissolve 4 g de carbonato
c de só m3 de água: solu
ódio em 40 cm ução B.
– Inte
erpreta.
• Mostrra ao teu profe
essor: ele indiccar-te-á se os vários
v passos a seguir estão ccorretamente o
ordenados.
• Execu
uta a experiênccia.

No teu cad
derno:
• Escreeve um relatórrio desta experriência indican usados, os principais proced
ndo o material e reagentes u dimentos
realizados bem com
mo os resultado os obtidos.

Experiência 2 Investigar vários catalisadores da decomposiçãoo da água oxigenada

Material: Água
Á es, pedaços de batata (crua e cozida), nabo
oxigenada a 20 volume o, cenoura, queijo, tubos de ensaio e
proveta
p de peq
quena capacidaade.

Procede da
a seguinte form
ma:
• Com uma
u proveta, coloca
c 5 cm3 de água oxigenaada em cada u m de vários tu
ubos de ensaio.
• A cad
da tubo junta, em quantidad des semelhantes, pequenos pedaços de baatata descascaada, batata com casca,
batataa cozida, nabo, cenoura, que
eijo, etc.
• Obserrva se há liberttação de um gáás – oxigénio – e compara a rrapidez da reaçção nos vários casos.

derno:
No teu cad
• Escreeve um relatórrio desta experriência indican usados, os principais proced
ndo o material e reagentes u dimentos
realizados bem com
mo os resultado os obtidos.

8
86
A
Atividade
es prático
o-laborattoriais – Som
S
N o 1 – Frequê
Atividade N. ências das no
otas musicais
Objetivo:
• Determinar as frequências daas diferentes notas
n musica is.

A altura do som musical determina o seu lugar nan escala mussical. Indicam
m-se em seguida as relaçõees entre as
ffrequências de
d duas notass musicais successivas na esscala musical habitual:

Relações entre as frrequências daas notas musiicais:

Obtém ass frequênciass das várias notas


n musicaais, sabendo que a nota musical de rreferência é o lá (mais
precisamente
e o «lá3»), cuja frequênciaa é 440 Hz.
méricos apresentados, obttém-se o valo
Multiplicaando todos oss valores num or 2. Qual é a frequência d
do segundo
dó?

Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 87
N o 2 – Instrum
Atividade N. mentos musiccais e efeitoss sonoros
Objetivo:
• Con nstruir instrum
mentos musiccais com mate eriais do dia a dia; criar efeeitos sonoross.

Tarefa
a 1 Instrumenttos musicais

Constrói oss seguintes insttrumentos musicais: Gri-Gri, Zângão, Sarro nca rã e Rouxinol.
Material:
1. Gri-ggri: pau de gelaado, um elástico forte e uma caixa de fósforros vazia.
2. Zângão: cartão e um
m metro de co
ordel de embru
ulho.
3. Sarro
onca rã: caixa de
d rolo fotográáfico, pau de ge
elado, plástico forte, linha dee coser forte e um fósforo.
m tampa de rosca, tubo em PV
4. Rouxxinol: garrafa de plástico com VC e uma pequ
uena rolha.

Como consstruir?
1. Gri-ggri (Fig. 1): passa o elástico pelo
p pau de geelado, dando dduas voltas. Deepois
de abbrires ligeirame ente a caixa de fósforos, colo
oca o pau em c ima de um fóssforo
sobree a caixa, aperttando tudo co om o elástico à volta da caixxa para que o pau
fique preso. Depois, desloca o elástico
e juntammente com o pau para o lado
fechado da caixa. Uma U das extremmidades do paau ficará livre, enquanto a ooutra Fig. 1
ficará sobre a caixa.
Fig. 2
2. Zânggão (Fig. 2): reccorta em cartão várias estrelas iguais. Cola as várias estreelas.
Faz dois
d orifícios perto
p do centtro. Passa o cordel pelos orifícios e ataa as
extremmidades livres.
3. Sarroonca rã (Fig. 3): corta uma rodela de plásticco cujo diâmet ro seja superio
or ao
diâme etro da boca dad caixa de roloo fotográfico. Com a ponta dda tesoura, fazz um
orifíciio pequeno para passares a linha de coser. Depois de paassares a linha, ata
um fósforo
f a umaa das extrem midades e faz um lacete à outra. Faz uma
reentrância no pau u de gelado, de forma a prenderes
p m o lacete. Atta o
bem Figg. 3
plástico à caixa do rolo fotográficco e corta o paau do fósforo dde modo que este
fique com 3 cm.
4. Rouxxinol (Fig. 4): co
om o tubo em PVC constrói um
u apito, fazeendo uma pequ uena
fendaa a 2 cm de um midades. Abre um orifício, peerto do gargalo da
ma das extrem
garraffa, com cerca de 1 cm de diâmetro. Faz um furo na rolhha da garrafa para
duzires o tubo de PVC. Colocaa água na garraafa até cerca dde 5 cm de altu
introd ura.
FFig. 4

Como toca
ar?
1. Gri-ggri: segura a caixa de fósfoross com uma dass mãos e, com o polegar da o
outra mão, bate duas vezes seguidas
na exttremidade livre e do pau de geelado.
2. Zânggão: estica o co
ordel com os dedos
d indicado
ores e roda o c onjunto formaado pelas estreelas e pelo fio.. Estica o
fio qu
uando ele come eçar a entrelaççar.
onca rã: estica bem o fio e roda para a frentte e para trás o pau de gelad
3. Sarro do.
4. Rouxxinol: sopra pello apito, tapando e destapan
ndo o orifício n a garrafa.

8
88
Tarefa 2 Imitação de sons

Material:
• Folha de papel fino, folha de celofane, massa, arroz, secador do cabelo, sal, folha de papel de lustro, copo de
plástico.

Cria os seguintes efeitos sonoros:


1. Trovão: sacode uma folha de papel fino, segurando-a pelo canto.
2. Fogo: amarrota uma folha de celofane que contenha no seu interior massas e arroz.
3. Avião a jato: liga um secador de cabelo na velocidade mais baixa.
4. Chuva: dá a forma de um cone à folha de papel de lustro e polvilha-a com sal.
5. Voz ao telefone: fala para o interior de um copo de plástico.

Atividade N.o 3 – A que distância está uma trovoada?


Objetivo:
• Calcular a distância a que está uma trovoada.

Nos dias de trovoada temos curiosidade em saber a que distância esta se encontra. Como poderemos obter
uma estimativa dessa distância? E como poderemos saber se a trovoada se está a aproximar ou a afastar?
Em grupo ou individualmente, realiza a seguinte atividade num dia de trovoada.

Material:
• Cronómetro

Procede da seguinte forma:


• Coloca o cronómetro a zero.
• Inicia a contagem do tempo quando vires o relâmpago.
• Termina a contagem do tempo quando ouvires o som do trovão.
• Regista o intervalo de tempo.
• Sabendo que a velocidade do som no ar é 340 m/s, determina a
distância a que se encontra a trovoada.
• Repete sucessivamente o mesmo procedimento com alguns
minutos de intervalo, por exemplo de 5 em 5 minutos.
• Avalia se a trovoada se está a aproximar ou a afastar.

É fácil saber se uma trovoada se


está a aproximar ou a afastar.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 89


Atividades prático-laboratoriais – Luz
Atividade N.º 1 – A cor e a visão
Objetivo:
Construir um disco de Newton; observar as cores de diferentes objetos quando varia a cor da luz incidente;
elaborar uma animação a partir de imagens estáticas.

Experiência 1 Disco de Newton

Material: Cartolina branca e lápis.

Procede da seguinte forma:


• Recorta um bocado de cartolina branca, com forma circular, e divide-a em sete partes iguais, cada uma pintada
com as cores do arco-íris. Respeita a sequência de cores do arco-íris.
• Faz um orifício no centro do círculo, para que possas prendê-lo no bico de um lápis. Põe o círculo a girar
rodando o lápis, tal como um pião.
No teu caderno:
• Com que cor vês o disco?

Experiência 2 Cores dos objetos

Material: Caixa de sapatos, cartolina preta, tesoura, lanterna, papel celofane vermelho, azul e verde, objetos de cor
vermelha, verde, azul e amarela (frutos e pimentos, por exemplo).

Procede da seguinte forma:


• Forra o interior da caixa de sapatos com a cartolina preta.
• Numa das faces laterais da caixa faz um orifício circular com o diâmetro da tua lanterna.
• Coloca no interior da caixa os objetos.
• Ilumina os objetos com: luz branca; luz vermelha; luz azul; luz verde.
• Observa a cor dos objetos em cada situação.
No teu caderno:
• Explica as diferentes cores observadas para o mesmo objeto.

Experiência 3 Animações com papel

Material: Duas folhas brancas e lápis.

Procede da seguinte forma:


• Divide e recorta duas folhas brancas em quatro partes iguais.
• Elabora uma sequência de oito desenhos, um em cada quarto de
folha.
• Prende as oito folhas pelo mesmo lado numa das mãos, mantendo a
sequência das figuras.
• Com a outra mão desfolha o maço das folhas e verás uma animação,
tal como num filme de banda desenhada.
No teu caderno:
• Explica o que observaste.

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9 Recursos complementares ao manual
TEXTOS DE APOIO

Capítulo 1 – Reações químicas

Texto complementar 1.1 – «A visão do mundo de um químico»


Inspiro. O mundo está repleto de odores. Estes informam um olfato treinado: ameaçadores porque tóxicos,
característicos desta ou daquela substância? Na presença de um frasco aberto, o químico começa por agitar o ar
sobre o frasco a fim de sentir e identificar o cheiro que dele se liberta.
O químico admira no cão, de nariz sensível a algumas moléculas bem determinadas, uma acuidade olfativa
que lhe permite seguir uma pista horas a fio. Admira os recursos de comunicação química nas comunidades de
insetos. Admira o equilíbrio conseguido pela evolução: algumas plantas (compostas) possuem armas químicas,
como o piretrino, para lutarem contra os insetos e os dissuadirem de as atacarem.
Decifra códigos interespecíficos de olfação: o cheiro das rosas que atrai as borboletas, o homem seduzido
pela companheira que se perfumou ou o escanção pelos vapores de um vinho.
Mas o químico não valoriza apenas os odores. O volátil encanta-o, mesmo se incolor e inodoro. Gosta de
seguir uma destilação. A lenha arde na lareira: vê-a perder a humidade, libertar os terpenos voláteis que se
inflamam, que são a chama...
Os químicos são mestres do fogo, que respeitam, mas sabem controlar. Herdeiros dos ferreiros e dos
alquimistas, são pirotécnicos: quantos de entre eles, na sua infância, foram fantásticos autodidatas em
explosivos!
Quando penso naquele irresponsável droguista de Grenoble que me vendia, sem hesitar, clorato de
potássio, sabendo muito bem o que eu ia fazer e até que ponto isso era perigoso! Os químicos reconhecem a
necessidade universal de uma ativação – friccionar um fósforo em sulfureto de fósforo ou embater uma
escorva de espingarda contra fulminato de mercúrio – para desencadear uma cadeia de transformações que se
desenrolam por vezes de uma forma brutal, explosiva. Aprenderam a desconfiar de tais excessos e a
proteger-se deles. As reações químicas são com frequência pródigas na libertação de calor (...). O químico tem
uma relação íntima com a matéria. Sabe como os átomos, através do calor, modificam as suas posições da
argila à cerâmica. Vê o vidro como um líquido viscoso. Conhece os pigmentos dos vitrais, a receita do cristal da
Boémia.
Sabe colorir, por baixo custo, um «fogo-de-artifício», dar cor a uma
solução para enfeitar a montra de uma farmácia ou ornamentar a
paleta de um pintor (azul-cobalto, amarelo-cádmio, vermelho-
mercúrio, etc.). Ourives do factício, o químico domina a aplicação de
finas películas metálicas, o dourar de uma colher de metal ou os vitrais
de um edifício. Continua a ser, como no tempo dos alquimistas, um
perito em imitações: um grande químico alemão que morreu ainda
jovem, confessou-me a sua coroa de glória: podia ter sido fabricante
de moeda falsa, mas o seu sentido estético satisfez-se com a
impressão de selos de correio falsos, de tal modo bem imitados que
foi plenamente sucedido nas suas duas carreiras, oficial e clandestina.
O químico reconhece-se nas fórmulas que está sempre a garatujar.
Estas figuras, simultaneamente ficções e modelos, são mágicas:
relacionam-se com uma realidade, o objeto molecular, que
estranhamente se assemelha a imaginações antes consideradas
delirantes.
o
Adaptado de A Palavra das Coisas ou a Linguagem da Química, Pierre Laszlo, Gradiva, coleção Ciência Aberta, n. 74

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 91


Texto complementar 1.2 – «Os espinafres são ricos em ferro? Sim! Não! Sim!»
Popeye é um impostor. Um ferrabrás sem vergonha. Um charlatão do elixir. O mais célebre dos marines
americanos tem uma saúde de ferro, uma moral de aço e um antebraço de bronze, mas ao contrário daquilo que
quiseram fazer-nos crer durante décadas a sua força excecional não provém das virtudes alimentares dos
espinafres. E quem se sentir tentado a imitá-lo terá todo o interesse em comer a lata de conserva de alumínio
em vez das folhas contidas no interior.
Originária da Pérsia, esta planta de sementes espinhosas (espanach, em árabe) contém certamente ferro.
Com cerca de 3 mg de metal por cada 100 g de legume fresco, tem mesmo mais do que a maior parte dos frutos.
É, no entanto, menos rica em ferro do que (...) as lentilhas, (...) o açúcar, os ovos e o marisco. E, em comparação
com a carne, onde este oligoelemento, ligado à hemoglobina, tem a dupla vantagem de estar presente em
grandes quantidades e ser mais facilmente absorvido pelo organismo, assemelha-se à rã que queria ser boi. Em
suma, mais vale um bocado de fígado ou de chouriço de sangue do que alguns quilos de salada do Popeye.
Durante muito tempo os espinafres, chamados a «vassoura do estômago», foram célebres pelas suas
propriedades digestivas. Luís XIV era louco por eles e o Rei-Sol terá, parece, despedido o seu médico, que, com o
argumento de lhe curar a artrose, o tinha proibido de comer este legume. Depois veio a era das dosagens
bioquímicas. Em 1890 um investigador americano fez a autópsia de uma folha de espinafre, mas, segundo a
lenda, a sua secretária teve a infelicidade de cometer um erro ao datilografar os resultados: devido a um só
traço, este veludo do estômago ficou imbuído de uma dose de ferro excecional.
O simples engano de uma vírgula (30 mg em vez de 3,0 mg) acabou por ser corrigido. Nos anos 30 os
cientistas alemães restabeleceram a verdade. Mas em vão. A partir de 1933, os desenhadores Dave e Max
Fleischer (os pais de Betty Boop) pegaram no legume e transformaram-no em poção mágica para o seu novo
herói: Popeye, o devorador de espinafres. A propaganda nacionalista durante os magros dias da Segunda Guerra
Mundial fez o resto.
A América era «suficientemente forte para vencer a guerra porque comia espinafres», podia ouvir-se na
época.
Obélix fez-nos sonhar com a invencibilidade dos Gauleses. Popeye foi mais longe. Graças a uma mentira do
tamanho da poção mágica, fez com que o mundo inteiro engolisse espinafres. E hoje em dia, em Crystal City,
cidade do Texas, podemos admirar uma estátua de Popeye que comemora o sucesso excecional deste
marinheiro: graças a ele, o consumo deste legume cresceu 33% nos Estados Unidos!
Apesar de tudo, a infeliz folha de espinafre continua a ser perseguida por uma maldição. De erro em correção
e de correção em erro, vive ao sabor das aproximações dos que por ela se apaixonaram. Assim, os dois autores
da obra ldées fausses en médecine, publicada em 1989, esqueceram-se de ir às fontes e asseguram-nos,
desprezando a verdade histórica, que foi o britânico T. J. Hamblin que, num artigo de síntese de 1981 sobre os
erros na história das ciências, descobriu a burla ferruginosa!
«O erro é a regra, a verdade é o acidente do erro», escrevia Georges Duhamel no ano do nascimento de
Popeye. Os Americanos enganaram-se e, com eles, o mundo inteiro. Mas, para dizer a verdade, estamos
contentes porque nos ofereceram ao mesmo tempo uma história de amor que, embora agitada, nunca conheceu
as angústias da ferrugem.

Adaptado de Sobre o Ferro nos Espinafres e Outras Ideias Feitas,


Jean-François Bouvet, Gradiva, coleção Ciência Aberta

92
Capítulo 2 – Som

Texto complementar 2.1 – «Efeitos nocivos do ruído»


O ruído atua através do ouvido sobre os sistemas nervosos central e autónomo. Quando o estímulo ultrapassa
determinados limites, produz-se surdez e efeitos patológicos em ambos os sistemas, tanto instantâneos como
diferidos. A níveis muito menores, o ruído produz incómodo e dificulta ou impede a atenção, a comunicação, a
concentração, o descanso e o sono. A reiteração destas situações pode ocasionar estados crónicos de nervosismo e
stress, o que por sua vez leva a transtornos psicofísicos, doenças cardiovasculares e alterações do sistema
imunitário.
A diminuição do rendimento escolar e profissional, os acidentes de trabalho e de tráfego, certas condutas
antissociais e a tendência para o abandono das cidades são algumas das consequências.

Incómodo
É talvez o efeito mais comum do ruído sobre as pessoas e a causa da maior parte das queixas.
A sensação de incómodo está relacionada não só com a interferência com a atividade em curso ou com o
repouso mas também com outras sensações, menos definidas mas por vezes muito intensas. As pessoas
afetadas falam frequentemente de intranquilidade, inquietude, desassossego, depressão e ansiedade. Tudo isto
contrasta com a definição de saúde dada pela Organização Mundial de Saúde: «Um estado de completo bem-
estar físico, mental e social, e não mera ausência de doença».

Interferência com a comunicação


O nível de som de uma conversação em tom normal, a 1 metro da outra pessoa, varia entre os 50 e 55 dB;
falando aos gritos pode-se chegar a valores de 75 ou 80 dB. Por outro lado, para que a palavra seja
perfeitamente audível é necessário que a sua intensidade supere em 15 dB o ruído de fundo. Logo, um ruído de
fundo superior a 35 ou a 40 dB provocará dificuldades na comunicação oral, o que só se pode resolver,
parcialmente, aumentando o tom de voz. A partir dos 65 dB de ruído, a conversa torna-se extremamente difícil.

Perda de atenção, de concentração e de rendimento


A realização de uma tarefa implica concentração, pelo que se existir um ruído repentino isso causará
distrações. As distrações reduzem o rendimento em muitos tipos de trabalho, conduzindo a erros e diminuindo a
qualidade e quantidade de trabalho desenvolvido.
Alguns acidentes, tanto laborais como de circulação, podem ser devidos a este efeito.
Em certos casos as consequências são duradouras: uma criança submetida a elevados níveis de ruído durante
a idade escolar, por exemplo, não só tem maior dificuldade em aprender a ler como também tende a alcançar
patamares inferiores no domínio da leitura.

Transtornos durante o sono


O ruído influencia negativamente o sono de três formas diferentes, que se dão em maior ou menor grau
segundo particularidades individuais, a partir dos 30 dB:
1. Mediante a dificuldade ou impossibilidade de dormir.
2. Causando interrupções no sono que, sendo repetidas, podem levar a insónias. A partir dos 45 dB a
probabilidade de despertar é grande.
3. Diminuição da qualidade do sono, sendo este menos tranquilo. Acordar durante as fases mais profundas do
sono pode provocar um aumento da pressão arterial e do ritmo cardíaco.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 93


Danos do ouvido
A perda de capacidade auditiva não depende da qualidade mais ou menos agradável que se atribui ao som
recebido nem ao facto de este ser desejado ou não. Trata-se de um efeito físico que depende unicamente da
intensidade do som, sujeito naturalmente a variações individuais.
Na surdez transitória, ou fadiga auditiva, não existe lesão. A recuperação é normalmente quase completa ao
fim de 2 horas e completa ao fim de 16 horas após o ruído, desde que se permaneça num estado de conforto
acústico.
A surdez permanente produz-se por exposições prolongadas a níveis superiores a 75 dB, bem como a sons de
curta duração a mais de 110 dB ou por acumulação da fadiga auditiva sem tempo suficiente de recuperação.
Existem lesões do ouvido interno.

Stress
As pessoas submetidas de forma prolongada a situações como as anteriormente descritas (ruídos que as
tenham perturbado e frustrado os estados de atenção, concentração ou comunicação, ou que tenham sido
afetadas na sua tranquilidade, descanso ou no sono), desenvolvem alguns dos síndromes seguintes:
• cansaço crónico;
• tendência para terem insónias;
• doenças cardiovasculares (o risco de ataques de coração em pessoas submetidas a valores superiores a 65 dB
no período diurno aumenta de 20 a 30%);
• transtornos no sistema imunitário (responsável pela resposta às infeções e aos tumores);
• transtornos psicofísicos como ansiedade, depressão, irritabilidade, náuseas, enxaquecas;
• variações de conduta, especialmente comportamentos antissociais tais como hostilidade, intolerância e
agressividade.

Grupos vulneráveis
Certos grupos são especialmente sensíveis ao ruído. Entre eles encontram-se as crianças, os idosos, os
doentes, as pessoas com dificuldades auditivas ou de visão e os fetos.

Habituação ao ruído
Tem-se falado de casos de soldados que conseguem dormir junto a peças de artilharia a disparar ou de
comunidades perto de aeroportos que também o conseguem. É certo que a médio ou a longo prazo o organismo
se habitua ao ruído, utilizando para tal dois mecanismos diferentes.
O primeiro mecanismo é a diminuição da sensibilidade do ouvido e o seu preço é a surdez temporária ou
permanente.
O segundo mecanismo é a habituação do cérebro, isto é, ouvimos o ruído mas não nos apercebemos disso.
Durante o sono os sinais chegam ao nosso sistema nervoso, não nos despertando mas desencadeando
consequências fisiológicas tais como alteração da frequência cardíaca, do fluxo sanguíneo ou da atividade
elétrica cerebral. É o chamado síndrome de adaptação.

94
Resumo dos valores críticos

A partir destes valores


... começam a sentir-se estes efeitos nocivos
em decibéis...
Dificuldade em conciliar o sono
30
Perda de qualidade do sono
40 Dificuldade na comunicação verbal
45 Provável interrupção do sono
50 Incómodo diurno moderado
55 Incómodo diurno forte
65 Comunicação verbal extremamente difícil
75 Perda de audição a longo prazo
110 – 140* Perda de audição a curto prazo

Valores tabelados pela OMS


*Para sons impulsivos. Valores dependentes da duração do som e do número de exposições ao mesmo.
Adaptado de Ruído – Efeitos Nocivos (http://www.amde.pt), 12/1/07

Texto complementar 2.2 – «Problemas de ruído… O que fazer? Quem contactar?»


Procure saber se o problema é de defeito construtivo ou de excesso do ruído de vizinhança e expor a situação
à(s) entidade(s) indicada(s) com responsabilidade de fiscalização.
É muito comum achar que o problema de ruído é de mau uso da propriedade alheia por parte do vizinho ou
excesso de ruído na via pública, quando pode haver defeito de construção e consequente falta de isolamento
acústico adequado ao tipo de imóvel.
Tal situação tem se tornado comum, principalmente com o aparecimento de novas técnicas construtivas que
permitem obter, com cada vez menos material, igual solidez à que era alcançada nas edificações de outrora.
Preocupados muitas vezes apenas com a estabilidade da construção e com a redução de custos, muitos construtores
modernos descuidam-se quanto ao isolamento acústico que cada imóvel deve ter.
Se suspeita que o seu imóvel tem um isolamento deficiente, reclame junto do construtor e da câmara
municipal, pois cabe a esta entidade exigir uma avaliação acústica no pedido de licenciamento do imóvel que
comprove o cumprimento dos requisitos legais.
Assim, deverá contactar as seguintes entidades com responsabilidade de fiscalização, consoante a origem do
ruído:
– Câmara Municipal (ruído de estabelecimentos de comércio e serviços, defeito no isolamento acústico de
imóveis, ruído de equipamentos colectivos de edifícios como elevadores, automatismos de portas de garagem
ou sistemas de ventilação mecânica);
– Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território IGAMAOT (indústrias,
pedreiras, infraestruturas de transporte, parques eólicos, centrais elétricas, postos de transformação);
– Autoridades Policiais (ruído de vizinhança, obras de construção civil, competições desportivas, festas ou
outros divertimentos, feiras e mercados, alarmes).
http://www.oitava-avaliacao-acustica.com, 12/1/07

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 95


Capítulo 3 – Luz

Texto complementar 3.1 – «Efeitos nocivos – Solários»


Os efeitos nocivos para a saúde associados à exposição solar, tais como cancro da pele e envelhecimento
cutâneo prematuro, estão bem documentados em relatórios nacionais e internacionais e artigos publicados em
revistas médicas.

Cancro da pele
De acordo com um número crescente de dados experimentais e
epidemiológicos, a exposição cumulativa aos raios Ultra Violeta (UV)
aumenta o risco de cancro da pele. Consequentemente, a exposição
aos aparelhos bronzeadores vai provavelmente agravar as
consequências nocivas, bem conhecidas, da exposição natural ao sol.
Não há qualquer evidência que sugira que algum tipo de solário seja
menos nefasto que a exposição natural ao sol.

Envelhecimento da pele
No ser humano, as lesões estruturais da pele devidas à exposição à
radiação UV provocam, a curto prazo, queimaduras, fragilidade e
cicatrizes e a longo prazo um envelhecimento prematuro. Esse
envelhecimento prematuro traduz-se no aparecimento de rugas e na
perda de elasticidade cutânea. É geralmente irreversível sem recurso a
cirurgia estética.

Lesões oculares
Os efeitos agudos da radiação UV sobre os olhos incluem foto queratite, inflamação da córnea e da íris, foto
conjuntivite (uma inflamação da conjuntiva, da membrana que reveste o interior da pálpebra e o branco do
olho). Os efeitos da exposição a longo prazo podem ser o aparecimento de pterigium (excrescência opaca,
branca ou leitosa, fixada na córnea) e de carcinoma epidérmico da conjuntiva.

Texto complementar 3.2 – «Alguns efeitos observáveis da radiação terrestre»


A radiação terrestre, apesar de invisível, revela a sua presença de várias maneiras. Por exemplo, quando
caminho para o trabalho nas manhãs de outono, vejo por vezes a relva coberta de geada (...). Junto da árvore, a
relva não tem geada. Ora a árvore não é uma espécie de guarda-chuva para a geada; ela não protege mais a
relva da geada do que a protege do ar. A geada não cai, trata-se de gelo que se condensou a partir do vapor de
água atmosférico sobre superfícies com temperaturas abaixo do ponto de congelação. A ausência de geada junto
à árvore indica que a relva está menos fria nesse local.
A relva emite radiação infravermelha, o que causa o seu arrefecimento; mas também absorve radiação
infravermelha do ambiente, o que provoca o seu aquecimento. O balanço entre a emissão e a absorção vai
determinar se ocorre, globalmente, aquecimento ou arrefecimento radioativo. A relva a descoberto recebe
menos radiação infravermelha da atmosfera do que a que emite; um céu limpo irradia aproximadamente tanto
como um corpo negro a 250 K. A árvore, porém, emite mais do que o céu, o suficiente para manter a relva junto
96
a si menos fria do que a que se encontra mais afastada. Abundam exemplos sobre este fenómeno – desde que
saiba o que procurar.
Diz-se muitas vezes que os objetos terrestres absorvem radiação durante o dia e a emitem durante a noite.
Esta afirmação está nos limites do imaginário. Implica que todos os objetos se encontram equipados com
detetores que os informam quando o Sol se põe, de forma que possam então começar a emitir. A radiação
infravermelha é emitida incessantemente, dia e noite, até à eternidade. Ora, dado que as temperaturas durante
o dia são geralmente mais elevadas que as noturnas, os índices de emissão são geralmente maiores durante o
dia do que à noite.

Uma árvore exposta à luz do Sol absorve radiação solar. Absorve também radiação terrestre do seu ambiente.
Ao mesmo tempo, emite radiação terrestre, cuja quantidade depende da sua temperatura. Estes processos são
essencialmente independentes um do outro, já que a radiação emitida não tem capacidade para desviar a
radiação incidente como forma de impedir que esta seja absorvida. À noite, a árvore não recebe radiação solar,
apesar de continuar a emitir e a receber radiação terrestre. Seria, no entanto, incorreto dizer que esta radiação
emitida é a mesma que foi acumulada durante o dia. A radiação não se comporta como as lagostas. A radiação
absorvida desaparece, mas não sem deixar rasto: a sua energia habita no que quer que a tenha absorvido e
parte dela poderá eventualmente ser emitida como nova radiação. Portanto, todos os objetos são cemitérios e
infantários para a radiação, mas nunca a sua residência permanente.

Por causa da árvore, a relva que cresce debaixo da sua copa está menos fria do que estaria noutra situação,
quer de dia, quer de noite. Não nos apercebemos deste fenómeno até o aquecimento provocado pela árvore ser
suficiente para impedir a formação de geada. Isto é mais facilmente visível no outono, quando as noites
começam a ficar mais frias. Nos meses quentes podemos ver outro efeito de aquecimento causado pela radiação
infravermelha (...).

Durante a noite, o orvalho formado sobre a areia torna-a mais escura. Mas a areia não é uniformemente
escura. As cristas da sua ondulação são mais escuras do que as concavidades (…). As concavidades são
suficientemente tépidas para que não haja formação de orvalho. A areia das concavidades recebe radiação
infravermelha não só do céu como também da areia em seu redor, enquanto a das cristas recebe apenas
radiação infravermelha do céu.

(…) Estes exemplos, a relva sem geada e as diferenças de coloração da areia com orvalho, são consequências,
a uma pequena escala, da absorção e da emissão da radiação infravermelha terrestre.

Adaptado de Nuvens Numa Caneca de Cerveja, Craig Bohren, Gradiva, coleção Aprender/Fazer Ciência

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 97


NOTÍCIAS
Apresenta-se de seguida um conjunto de notícias divulgadas pelos media e, em particular, retiradas da
internet, que têm uma estreita relação com os vários conteúdos abordados nos vários capítulos do manual.
Podem ser usadas na sala de aula, individualmente ou em grupo, para trabalhos de casa, fichas de trabalho ou
testes de avaliação.

Adaptado de Público Online, 18/10/2013

Criadas bactérias que produzem gasolina


Instituto Avançado para a Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul,
conseguiu produzir gasolina utilizando estirpes da bactéria Escherichia
coli. Este trabalho, publicado na última edição da revista Nature, reforça
outro, desenvolvido anteriormente, sobre a produção de gasóleo
recorrendo a micro-organismos.
A gasolina é composta por uma mistura de hidrocarbonetos (alcanos) e aditivos. Os organismos vivos têm a
capacidade de produzir hidrocarbonetos, compostos químicos constituídos essencialmente por átomos de
carbono e hidrogénio. A E. coli não é exceção neste aspeto, com a vantagem de ser bastante fácil de
manipular em laboratório.

Adaptado de Público Online, 14/03/2012

Golfinhos voltaram ao Tejo, agora desenhados nos


pilares da ponte 25 de Abril
Nos últimos meses, vários grupos de golfinhos foram vistos a
passear no estuário do Tejo. A Estradas de Portugal (EP)
aproveitou a deixa e decidiu desenhar imagens de golfinhos e de
outros mamíferos e aves marinhas nas sapatas dos pilares da
ponte 25 de Abril, que liga Lisboa a Almada.
As pinturas estão integradas nos trabalhos técnicos de conservação das sapatas da ponte, uma intervenção que
se tornou necessária depois de a inspeção subaquática aos pilares, que decorreu entre fevereiro e abril do ano
passado, ter detetado «alguma corrosão» naquelas estruturas.

Adaptado de Público Online, 22/11/2013

Adega gigante com 3700 anos descoberta em Israel


Uma enorme adega com 33,75 metros quadrados foi descoberta
no local de Tel Kabri, uma ruína arqueológica com 30 hectares
pertencente a uma antiga cidade cananeia, no Norte de Israel. Os
arqueólogos desenterraram 40 vasilhas, cada uma com uma
capacidade de 50 litros, de 1700 anos antes de Cristo.
Os investigadores fizeram uma análise à composição do líquido
guardado nas vasilhas. Além de ácido tartárico e ácido siríngico,
dois componentes importantes do vinho, os investigadores
encontraram vestígios de ingredientes que eram populares nos
vinhos daquela altura: mel, menta, pau de canela, bagas de zimbro e resina. Os investigadores querem analisar
melhor a composição deste vinho para tentar reproduzi-lo.
98
Adaptado de Público Online, 18/10/2013

Respigador de sons, laboratório de emoções


David Santos mostra-nos um estranho e curioso instrumento. É um
Omnichord, versão sintetizador portátil de uma autoharp. Mostra-nos
todos os sons que é possível extrair dali - o de um dedilhado de harpa, o
de um vibrafone ligeiramente adulterado, o de uma caixa de ritmos que
se sobrepõe ao dedilhado. Depois de descobrir o primeiro Omnichord,
David não parou. Aponta-nos outro sobre uma prateleira e conta, entre o
sério e o divertido, que quer colecionar todos os modelos existentes.
Enquanto Noiserv, David Santos é um respigador de sons. Procura-os em todo o lado, de Omnichords a
teclados de brincar a guitarras-mesmo-guitarras. E depois utiliza-os à procura de uma base, mínima que seja,
a partir da qual possa construir uma canção. «Nasce tudo de estar horas e horas a experimentar com uma base
musical, a utilizar um som e outro e outro» até que tudo encaixe.

Adaptado de Público Online, 02/06/2013

Há chicletes nos microfones de bares para iludir a fiscalização do ruído


Os protestos contra o ruído aumentam no Algarve, à medida que o
verão se aproxima. Bares e discotecas, em plena atividade, tiram o
sono a quem mora em zonas de animação turística. A instalação de
sonómetros e limitadores nos equipamentos de som, por iniciativa dos
empresários, por vezes serve apenas para fazer de conta que se cumpre
a lei.
Em Albufeira, foram detetadas pastilhas elásticas nos microfones, para
reduzir o volume do som captado pelos medidores. Noutros locais
foram encontrados dispositivos de medição encafuados em baús
para que os decibéis registados não ultrapassem os valores
permitidos.

Adaptado de Expresso Online, 13/06/2013

Mosteiro de Santa Clara-a-Velha de Coimbra sensível a vibrações de som


O relatório sobre medições de vibrações no Mosteiro de Santa
Clara-a-Velha, em Coimbra, aponta para a necessidade de
limitação dos níveis sonoros produzidos no interior do
monumento e na área exterior que lhe fica próxima.
Os níveis sonoros excessivos podem ter impacto nos «elementos
construtivos da igreja do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha», afirma
o relatório sobre medições de vibrações, efetuadas pela Associação
para o Desenvolvimento da Engenharia Civil, designadamente
durante a última Queima das Fitas de Coimbra, que decorreu entre
03 e 10 de maio.
Deve haver «limitação de níveis sonoros produzidos no interior do Mosteiro, nomeadamente em espetáculos
de música», sublinha o documento, subscrito por Diogo Mateus e Telmo Dias Pereira, «interditando» mesmo
«os que possam ter forte amplificação com recurso a difusores» (colunas de som), com «elevada potência
sonora em baixas frequências», com por exemplo, com «colunas de “subgraves”».

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 99


Adaptado de Expresso Online, 09/08/2013

Raios ultravioleta perigosos sábado e domingo


Os índices de raios Ultra Violeta (IUV) estarão muito altos neste
fim-de-semana em todo o país, de acordo com o Instituto
Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). Segundo as
informações do site, todo o território nacional terá níveis muito
altos de radiação ultravioleta, exceto o arquipélago da Madeira que
registará níveis extremos no sábado.
O IPMA sublinha que a radiação ultravioleta muito alta pode causar graves danos para a saúde e recomenda
que as crianças evitem a exposição ao Sol e que os adultos utilizem óculos com filtro UV, chapéu, t-shirt,
guarda-sol e protetor solar.

Adaptado de Expresso Online, 14/06/2013

Fonte de vida em Júpiter pode ser fotossíntese infravermelha


Rolando Cardenas, físico da Universidade Marta Abreu (Cuba),
defende que podem existir bactérias no fundo do oceano debaixo da
superfície gelada de Europa, satélite de Júpiter, alimentadas através da
fotossíntese da luz infravermelha.
A tese da vida extraterrestre baseada na fotossíntese infraver-
melha surge num estudo publicado na revista de referência
internacional «Astrophysics and Space Science», em que Rolando
Cardenas é um dos autores.
O estudo explora o potencial que a vida baseada na fotossíntese, tal fonte: Vasco Célio
como a conhecemos, tem para existir em ambientes com grande
carência de luz solar, baixa energia e presença de luz infravermelha. E há bactérias conhecidas na Terra que
podem viver na ausência de luz solar.

Adaptado de Público Online, 05/11/2013

Os olhos das renas mudam de cor conforme as estações


Uma equipa internacional de cientistas descobriu que os olhos das
renas do Ártico não ficam da mesma cor durante o ano todo, algo
nunca antes observado num mamífero.
Como é isso possível? Acontece que, tal como muitos outros
animais, as renas possuem uma camada de tecido – chamada
tapetum lucidum –, situada por trás da retina, que reflete uma parte
da luz que entra nos olhos. E é essa camada que muda de cor,
conclui, na revista Proceedings of the Royal Society B, a equipa de
Glen Jeffery, do University College de Londres, juntamente com
colegas da Universidade de Tromsø, na Noruega.
Na luminosidade intensa do verão ártico, o tapetum lucidum adquire uma cor dourada, refletindo assim a maior
parte da luz que recebe, que volta a atravessar a retina e a sair do olho. Mas no inverno, durante os seis meses
em que a escuridão reina, o azul profundo do tapetum lucidum garante que uma menor quantidade de luz seja
refletida, permitindo que uma maior quantidade de luz atinja os fotorrecetores situados no fundo dos olhos e
aguçando portanto a visão noturna das renas.
100
ADIVINHAS
Apresenta-se em seguida um conjunto de adivinhas cujas respostas são conceitos abordados nos diferentes
capítulos. Podem ser usadas nos mais variados contextos letivos, apresentadas nas aulas como momentos mais
«leves» ou em fichas de trabalho a desenvolver pelo professor. Na sua maioria, são de estrutura e resposta
simples, destinando-se, essencialmente, a motivar os alunos para o estudo das Ciências Físico-Químicas.

Capítulo 1
1.1 1.6 1.11
Se existo (e existo muito!) Rodeiam-me eletrões, Gases resultantes de água
Novas substâncias há. O que me dá certo gozo. Se ela tiver iões:
Mete ar no pulmão P’ra energia sou usado Com a eletricidade
E eu aconteço lá… Podendo ser bem perigoso... Faço assim separações.
1.2 1.7 1.12
Sou um pobre indicador Sou um conjunto de átomos Minha fórmula tem N
Claro e transparente. Ligados, nem sempre em linha. E três agás (H) mais adiante
Com base mudo de cor... Dois no azoto, três na água Sou usada ao plantar
Viro carmim de repente. Um no hélio, pena minha. Pois sou um fertilizante.
1.3 1.8 1.13
Quando fria dou frescura Ando a alta velocidade Sou feito de oxigénio
E o sal em mim se mete. Fujo sempre de repente. Mas não me faço em pares
Quando existo mesmo pura, A eletricidade usa-me Prefiro andar a três
O meu pH vale sete. Sem mim não há corrente. E abundo pelos ares.
1.4 1.9 1.14
Químico francês Sou um átomo deficiente Sou molécula linear
Descobriu com muita graça: Por falta ou excesso de eletrões. Com três átomos ligados
Numa reação química E conduzo a corrente Saio na respiração
Não se cria ou perde massa… Quando estou em soluções... E de alguns corpos queimados.
1.5 1.10 1.15
Se estou numa reação Sou uma partícula pequena, Resulto da combustão
Ela não fica igual: Tiraram-me um eletrão. Tenho dois átomos, somente
Acontece mais depressa Por ter carga há uma «cena»: Se me respirarem a mais
E eu não me gasto no final. Com iguais há repulsão. Podem morrer de repente.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 101


Capítulo 2
2.1 2.5 2.9
Mestres de som dão-me uso Caracterizo uma onda Não sou grave e numa corda
Com ruído permanente Em intervalos iguais. Se resolveres esticar tudo
Pareço um garfo pequeno Posso exprimir-me bem Saio em alta frequência
Ao qual caiu um dente. Em unidades temporais. Isto é, sou um som...
2.2 2.6 2.10
Eu posso ser «por segundo», A intensidade do som Existo porque não sou
Hertz em mim pensou Por mim se pode exprimir. De matéria, solidão:
Caracterizo uma onda No silêncio, eu sou zero No meu meio nada há
Num som alto, grande sou. No ruído, sempre a abrir… A luz passa, o som não.
2.3 2.7
Sou o tamanho de uma onda Sou mais um aparelho
Se sou zero, a onda é morte Meço intensidade de som.
Se sou grande, p’lo contrário Controlo níveis sonoros
Apareço num som forte. O que até pode ser bom.
2.4 2.8
Produziu-se um certo som Usam-me em barcos grandes
Dois mil e cem metros além E com grande precisão.
Demorou sete segundos Com ultrassons logo sei
Que velocidade o som tem? Onde está um tubarão...

102
Capítulo 3
3.1 3.5 3.8
Acontece quando um raio A retina de quem me tem Posso exprimir-me em metros,
Num material espelhado Devia estar mais à frente Medido entre duas cristas
Incide, e imediatamente Com óculos sou corrigida Que ficam seguidas na onda…
É depois recambiado… Na cara de muita gente. Não precisas de mais pistas.
3.2 2.6 3.9
Observas-me num copo Sou uma cor escura Sou um corpo especial
Com água e uma colher Não importa o tamanho Usado na tua janela
Ela parece partida Luz incide, luz cá fica Luz visível que entra
Vista de um lado qualquer. Adivinha que cor tenho. Com nada fico dela.
3.3 3.7 3.10
Sai em cores separada Alguém me pintou por todo Sou espetro de luz solar
A luz que me atravessou. Fiquei opaca e «com pinta» Vario continuamente
Como na primeira vez Luz incide, tudo reflito Cores no céu, chuva e sol
Quando Newton me usou. De que cor era a tinta? Apareço de repente.
3.4
Três raios de luz paralelos
Que passam através de mim
Convergem os três à frente
Num ponto comum, afim.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 103


Respostas às adivinhas

Capítulo 1 Capítulo 2 Capítulo 3

1.1 Reação química 2.1 Diapasão 3.1 Reflexão


1.2 Fenolftaleína 2.2 Frequência 3.2 Refração
1.3 Água 2.3 Amplitude 3.3 Prisma de vidro
1.4 Lavoisier 2.4 300 m/s 3.4 Lente convergente
1.5 Catalisador 2.5 Período 3.5 Miopia
1.6 Núcleo atómico 2.6 Decibel 3.6 Preto
1.7 Molécula 2.7 Sonómetro 3.7 Branco
1.8 Eletrão 2.8 Sonar 3.8 Comprimento de onda
1.9 Ião 2.9 Agudo 3.9 Vidro
1.10 Ião positivo 2.10 Vazio 3.10 Arco-íris
1.11 Eletrólise
1.12 Amoníaco
1.13 Ozono
1.14 Dióxido de carbono
1.15 Monóxido de carbono

104
10 Utilização das Tecnologias de
Informação e Comunicação

Em encontra múltiplos e variados recursos digitais que permitem usar as tecnologias de informação e comunicação (TIC) no ensino das
Ciências Físico-Químicas. Apresentamos neste guião alguns exemplos de recurso disponíveis para professores e alunos.

Página Recurso Metas Curriculares Sugestões de exploração


86 Efeito do estado de divisão dos reagentes sólidos 3.2 Identificar os fatores que influenciam a velocidade • Utilizar a apresentação como suporte à explicação dos
e efeito dos catalisadores das reações químicas e dar exemplos do dia a dia ou conteúdos ou, em alternativa, no final do subcapítulo, como
laboratoriais em que esses fatores são relevantes. síntese dos conteúdos abordados.
3.3 Identificar a influência que a luz pode ter na
velocidade de certas reações químicas, justificando o
uso de recipientes escuros ou opacos na proteção de
alimentos, medicamentos e reagentes.
3.5 Associar os antioxidantes e os conservantes a
inibidores utilizados na conservação de alimentos.
Apresentação em PowerPoint sobre alguns 3.6 Indicar que os catalisadores e os inibidores não são
fatores que influenciam a velocidade das reações consumidos nas reações químicas, mas podem perder a
químicas: estado de divisão dos reagentes, luz e sua atividade.
catalisadores.
3.7 Interpretar a variação da velocidade das reações
com base no controlo dos fatores que a alteram.

86 Como alterar a velocidade de uma reação 3.1 Associar a velocidade de uma reação química à • Clicar em cada um dos fatores que influenciam a velocidade
rapidez com que um reagente é consumido ou um das reações químicas e analisar as reações apresentadas
produto é formado. onde varia o fator em causa.
3.2 Identificar os fatores que influenciam a velocidade • Questionar os alunos sobre os resultados obtidos.
das reações químicas e dar exemplos do dia a dia ou • Interpretar a variação da velocidade da reação com base na
laboratoriais em que esses fatores são relevantes. variação do fator em estudo.
3.3 Identificar a influência que a luz pode ter na • Realizar as atividades finais do recurso com vista à
velocidade de certas reações químicas, justificando o consolidação de conhecimentos.
Animação onde é possível verificar a influência de uso de recipientes escuros ou opacos na proteção de
diferentes fatores na velocidade das reações alimentos, medicamentos e reagentes.
químicas. No final estão disponíveis atividades.
3.6 Indicar que os catalisadores e os inibidores não são
consumidos nas reações químicas, mas podem perder a
sua atividade.
3.7 Interpretar a variação da velocidade das reações
com base no controlo dos fatores que a alteram.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 105


90 Qual é o efeito dos catalisadores na velocidade 3.4 Concluir, através de uma atividade • Contextualizar a tarefa 14 do manual através da primeira
de uma reação? experimental, quais são os efeitos, na velocidade de secção do recurso.
reações químicas, da concentração dos reagentes,
• Analisar o material e reagentes a utilizar na tarefa através
da temperatura, do estado de divisão do(s)
da realização da atividade onde se associa o nome ao
reagente(s) sólido(s) e da presença de um
material respetivo.
catalisador apropriado.
• Visualizar a 3ª secção do recurso correspondente ao vídeo
com o procedimento da tarefa, para esclarecer possíveis
dúvidas e ajudar numa melhor compreensão da experiência.
Vídeo experimental da tarefa 14 do manual.
• Realizar a tarefa com os alunos e por fim tirar conclusões
Inicia-se o recurso com um enquadramento
teórico, exploram-se os materiais e reagentes a através da realização das atividades disponíveis na última
utilizar, o procedimento a realizar é demonstrado secção do recurso.
através de um vídeo e por fim apresentam-se • A visualização do vídeo pode também ser feita depois da
atividades de consolidação. realização da tarefa em sala de aula, como revisão,
auxiliando no processo de interpretação dos resultados
obtidos.

91 Qual é a influência de diferentes catalisadores na 3.4 Concluir, através de uma atividade experimental, • Contextualizar a tarefa através da primeira secção do
velocidade da reação de decomposição da água quais são os efeitos, na velocidade de reações recurso.
oxigenada? químicas, da concentração dos reagentes, da • Analisar o material a utilizar na tarefa através da realização
temperatura, do estado de divisão do(s) reagente(s) da atividade onde se associa o nome ao material respetivo.
sólido(s) e da presença de um catalisador • Visualizar a 3.ª secção do recurso correspondente ao vídeo
apropriado. com o procedimento da tarefa, para esclarecer possíveis
dúvidas e ajudar numa melhor compreensão da experiência.
• Realizar a tarefa com os alunos e por fim tirar conclusões
através da realização das atividades disponíveis na última
secção do recurso.
Vídeo experimental da tarefa 15 do manual.
Inicia-se o recurso com um enquadramento • A visualização do vídeo pode também ser feita depois da
teórico, exploram-se os materiais e reagentes a realização da tarefa em sala de aula, como revisão,
utilizar, o procedimento a realizar é demonstrado auxiliando no processo de interpretação dos resultados
através de um vídeo e por fim apresentam-se obtidos.
atividades de consolidação.

106
94 Reações químicas Explicação e representação de reações químicas • Utilizar o mapa de conceitos no final do domínio Reações
1. Reconhecer a natureza corpuscular da matéria e a químicas para rever, com os alunos, e sintetizar os principais
diversidade de materiais através das unidades conteúdos abordados no domínio.
estruturais das suas substâncias; compreender o
significado da simbologia química e da conservação
da massa nas reações químicas.

Mapa de conceitos que sintetiza, de forma Tipos de reações químicas


esquemática, os principais conteúdos do domínio 2. Conhecer diferentes tipos de reações químicas,
reações químicas. representando-as por equações químicas.
Velocidade das reações químicas
3. Compreender que as reações químicas ocorrem a
velocidades diferentes, que é possível modificar e
controlar.

120 Som e ondas 2.1 Concluir, a partir da produção de ondas na água, • Utilizar a apresentação como suporte à explicação dos
numa corda ou numa mola, que uma onda resulta conteúdos ou, em alternativa, no final do subcapítulo, como
da propagação de uma vibração. síntese dos conteúdos abordados.
Identificar, num esquema, a amplitude de vibração
em ondas na água, numa corda ou numa mola.
2.3 Indicar que uma onda é caracterizada por uma
frequência igual à frequência da fonte que origina a
vibração.
2.4 Definir o período de uma onda, indicar a
Apresentação em PowerPoint sobre ondas respetiva unidade SI e relacioná-lo com a frequência
sonoras, características de uma onda e o som da onda.
como onda de pressão. 2.5 Relacionar períodos de ondas em gráficos que
mostrem a periodicidade temporal de uma qualquer
grandeza física, assim como as frequências
correspondentes.
2.6 Indicar que o som no ar é uma onda de pressão
(onda sonora) e identificar, num gráfico pressão-
tempo, a amplitude (da pressão) e o período.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 107


121 Características de uma onda 2.1 Concluir, a partir da produção de ondas na água, • Utilizar a analogia com as ondas do mar para explicar as
numa corda ou numa mola, que uma onda resulta da características de uma onda: período, frequência e
propagação de uma vibração. amplitude.
2.2 Identificar, num esquema, a amplitude de • Utilizar a secção interativa para estabelecer a associação
vibração em ondas na água, numa corda ou numa entre zonas de compressão e de rarefação provocadas pela
mola. vibração das partículas de ar e a representação gráfica
Animação constituída por uma secção de 2.3 Indicar que uma onda é caracterizada por uma respetiva.
exposição onde se exploram as características de frequência igual à frequência da fonte que origina a • Evidenciar que uma onda resulta de uma vibração, neste
uma onda e uma secção interativa onde se pode vibração. caso da régua.
verificar a construção de uma onda sonora 2.4 Definir o período de uma onda, indicar a respetiva • Realizar as atividades finais do recurso de modo a
associada a zonas de compressão e rarefação. No
unidade SI e relacioná-lo com a frequência da onda. consolidar os conhecimentos adquiridos.
final estão disponíveis atividades de consolidação.
123 Representação gráfica de ondas 2.5 Relacionar períodos de ondas em gráficos que • Estabelecer a relação entre o período e a frequência de
mostrem a periodicidade temporal de uma qualquer uma onda.
grandeza física, assim como as frequências • Alterar os valores das características da onda
correspondentes. (amplitude, período e frequência) e associar à
2.6 Indicar que o som no ar é uma onda de pressão representação gráfica da onda respetiva.
(onda sonora) e identificar, num gráfico pressão- • Consolidar os conhecimentos acerca das características
tempo, a amplitude (da pressão) e o período. de uma onda.

Atividade em que o utilizador deve interagir com


os botões da amplitude, frequência/período de
forma a adaptar o gráfico da onda a(s)
caraterística(s) pré-definidas.

Visualização de ondas sonoras num osciloscópio 3.2 Associar a maior intensidade de um som a um • Explicar o funcionamento do osciloscópio e a sua função,
som mais forte. utilizando a animação inicial.
3.4 Associar a altura de um som à sua frequência, • Interagir com as cordas da guitarra (nos pontos assinalados)
identificando sons altos com sons agudos e sons e classificar os sons obtidos quanto à sua altura em: sons
126
baixos com sons graves. graves e sons agudos. Associar ao valor da frequência.
3.9 Determinar períodos e frequências de ondas • Testar diferentes posições do botão “Volume” e classificar
sonoras a partir dos sinais elétricos os sons obtidos quanto à sua intensidade em: forte e fraco.
correspondentes, com escalas temporais em Associar ao valor da amplitude.
Simulação composta por uma secção que explora
a função de um osciloscópio e outra secção onde é segundos e milissegundos. • Observar no ecrã do osciloscópio as características das
possível observar, no ecrã de um osciloscópio, a ondas sonoras.
onda sonora associada a um som emitido por uma • Interagir com os botões V/div e ms/div do osciloscópio,
guitarra. No final estão disponíveis atividades de para alterar a escala da onda no eixo vertical e no eixo
consolidação.
horizontal.
• Consolidar os conhecimentos adquiridos realizando as
atividades finais.

108
134 Ouvido humano em 3D 4.1 Identificar o ouvido humano como um • Observar e identificar as estruturas principais que
recetor de som, indicar as suas partes principais compõem o ouvido humano e as suas funções, através do
e associar-lhes as respetivas funções. vídeo inicial.
• Recorrendo ao objeto em 3D, observar as partes principais
do ouvido humano e as suas características, clicando nos
pontos interativos.
Animação constituída por um vídeo sobre o • Analisar a posição das diversas estruturas no interior do
ouvido humano como receptor de som. Outra ouvido, rodando o objeto de 0 a 360϶.
secção com um objeto 3D manipulável com • Consolidar os conhecimentos adquiridos realizando as
pontos interativos indicando as partes atividades finais.
principais do ouvido. No final estão
disponíveis atividades de consolidação.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 109


WebQuests

WebQuests
«WebQuest é uma atividade de pesquisa orientada em que toda ou a maior parte da informação com que os
alunos trabalham provém de recursos na internet.»
Bernie Dodge, 1995

O trabalho através de WebQuests tem-se revelado uma boa estratégia de ensinar e aprender, utilizando a
internet. É simples e eficiente e não necessita de grandes conhecimentos de informática. Além de ser um
modelo que utiliza diversas estratégias para motivar os alunos, apela também à autenticidade e à criatividade.
Pelas tarefas genuínas e práticas, pelos recursos concretos que são apresentados aos alunos, pela própria
publicação dos seus resultados, as WebQuests revestem-se, em geral, de grande interesse. Aos alunos pede-se
que realizem algo que, além de dar significado ao que fazem na sala de aula, os leve a resolver problemas, a
participar em debates/discussões temáticas, a lidar com alguns aspetos da realidade, a desenvolver
competências num determinado aspeto ou perspetiva de um tópico, ou a desempenhar um determinado papel
num grupo. Tudo isto, como é sabido, envolve, forma e motiva fortemente os alunos.

Para obter uma maior eficácia e clareza nas propostas, uma WebQuest é concebida e construída segundo
uma estrutura lógica que contém os seguintes elementos estruturantes:
• Introdução
• Tarefa
• Processo
• Recursos
• Conclusão
• Avaliação
• Destinatários

Elaboraram-se três WebQuest uma para cada um dos capítulos:


• WebQuest «Mega Bolo de Chocolate» – capítulo 1
• WebQuest «O som em vias de extinção» – capítulo 2
• WebQuest «Luzes, câmara… festa!» – capítulo 3

De seguida, apresenta-se neste Caderno de Apoio ao Professor apenas a «Tarefa» associada a cada WebQuest
desenvolvida. Desta forma pretende-se contribuir para elucidar sobre a dinâmica proposta.
Sendo a WebQuest uma atividade de pesquisa orientada em que a maior parte da informação com que os
alunos trabalham provém de recursos na internet, haverá vantagem adicional se a exploração desta se fizer a
partir da sua versão on-line, que se encontra disponível em .
Os recursos, previamente selecionados, ficam disponíveis de imediato, bastando clicar sobre os respetivos
nomes.
A exploração das WebQuests, como todas as interações pedagógicas usando a internet, deverão fomentar
nos alunos uma atitude crítica (nem tudo o que está na internet é correto e positivo) e ética (efetuar
«copy-paste» é desonesto, a menos que se cite a fonte).
Apresentam-se ainda algumas sugestões de exploração das WebQuests pelos alunos.

110
WebQueests – Cap
pítulo 1

«Megga Bolo de
e Chocolatte»
TAREFA
O desafio que te propomo os é o seguintte:
Imagina que um restauraante pretende e lançar uma nova sobrem
mesa –
o Mega Boloo de Chocolatte. De modo a melhorar o desempenhho dos
seus funcionários e a obtter um maiorr rendimento na confeçãoo desta
sobremesa, pretende sab ber melhor de que forma a ciência lhee pode
dar uma ajud
dinha.
Pode contar contigo?

INFORMAÇÕEES E SUGESTÕ OLÓGICAS DE EXPLORAÇÃ


ÕES METODO ÃO DA WEBQU
UEST
«MEGA BOLLO DE CHOCO
OLATE»
Conteúdo curricular: Reaçções químicass.
TTempo: 2 aullas de 45 minutos e/ou traabalho em cassa.
omputadores com ligação à internet (1 por cada gru po, preferenccialmente); livros didático
Materiais: Co os.
Objetivos (qu ue podemos não
n ver todoss necessariam mente atingid os, dependen ndo do perfil dos pesquisaadores):
• relembrar algumas
a transsformações químicas;
q
d uma transformação química mediannte o aparecim
• identificar a ocorrência de mento de alggumas evidências;
• reconhecerr o significadoo de reações químicas,
q disttinguindo enttre reagentess e produtos d
da reação.

SSugestões metodológicas de exploraçãão:


O professor que queira im mplementar esta WebQueest na sua auula pode utilizar as sugesstões que pro opomos a
seguir. Esta proposta de eve ser refeita e adaptaada à experiiência do prrofessor, de acordo com m as suas
competências em diverso os domínios: utilização do
o computadorr e seus periiféricos; utilizzação da Inteernet, das
suas funcionaalidades e daas ferramentaas de comuniicação; coorddenação do trabalho de grupo, desde a seleção
dos elementoos até à motivvação da cooperação e cooordenação naa apresentaçãão dos trabalhos finais.

Aulla Atividades

• Consstituição dos grupos de trabaalho;


• o proofessor explicaa o que é uma WebQuest e q uais são os objjetivos do trabbalho;
• os grrupos escolhem m as tarefas a desempenhar;;
1 • os allunos navegamm na WebQuest;
• os allunos pesquisaam informação o nos sítios pre viamente selecionados (e em
m livros);
• o proofessor ajuda os
o grupos a ulttrapassar dificuuldades;
• os allunos deverão preparar a apresentação do seu trabalho.
• Os grupos apresen ntam os seus trrabalhos perannte o professorr e os colegas d
da
turma;
2
• o proofessor e os co
olegas deverãoo manifestar a ssua opinião so
obre o trabalho o
realizaado.

Para que este conhecimento possa seer partilhado por um gruppo mais amplo, poderá deecorrer uma ssessão de
apresentação os estendida a toda a com
o dos trabalho munidade edu cativa.

Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 111
Webquests – Capítulo 2

«O som em vias de extinção»


TAREFA
Antes de proceder à completa «extinção do som» a Polícia Sonora aceitou ouvir as propostas dos alunos
com vista a solucionar a situação descrita anteriormente.
O desafio que te colocamos é ajudar esses alunos na apresentação de boas propostas. As propostas
apresentadas devem ter um caráter marcadamente visual e apelativo, pois a Polícia está a tentar diminuir o
nível de intensidade sonora.
Essas propostas podem ser apresentadas sob a forma de uma brochura, um cartaz, uma banda desenhada
ou um diagrama.
Lembra-te que sem a tua ajuda o som pode ser «extinto» desta escola!

INFORMAÇÕES E SUGESTÕES METODOLÓGICAS DE EXPLORAÇÃO DA WEBQUEST


«O SOM EM VIAS DE EXTINÇÃO»

Conteúdo curricular: Produção e transmissão do som.


Tempo: 2 aulas de 45 minutos e/ou trabalho em casa.
Materiais: computadores com ligação à Internet (1 por cada grupo, preferencialmente), livros didáticos.
Objetivos (que podemos não ver todos necessariamente atingidos, dependendo do perfil dos pesquisadores):
• compreender que os sons podem ser produzidos de diferentes maneiras e que são provocados por vibração de
uma fonte sonora;
• concluir que os sons apenas se propagam em meios materiais;
• associar o ouvido à perceção do som, identificando o seu funcionamento;
• compreender o significado de vibração e de onda;
• caracterizar o som como fenómeno ondulatório;
• identificar o significado de: comprimento de onda; frequência; período; amplitude.
• distinguir propriedades do som: timbre; altura; intensidade.
• relacionar qualitativamente: a altura do som com a frequência das ondas; a intensidade do som com a
amplitude das ondas.
• interpretar o espetro sonoro;
• reconhecer a importância da medição do nível sonoro com vista à melhoria da qualidade de vida;
• reconhecer que o som se propaga em diferentes meios com diferentes velocidades;
• identificar o significado da velocidade de propagação do som;
• compreender a reflexão do som e a sua aplicabilidade;
• utilizar as TIC como ferramentas de apoio ao desenvolvimento de tarefas;
• desenvolver competências no trabalho de grupo;
• resolver problemas, tomar decisões e participar em debates/discussões temáticas.

Sugestões metodológicas de exploração:


Para esta WebQuest propõem-se as mesmas sugestões que são fornecidas na página 111.

112
WebQuests – Capítulo 3

«Luzes, câmara… festa!»


TAREFA
O desafio que te colocamos é submeter, por escrito, um plano do que a tua equipa pensa que deverá ser
feito para resolver cada um dos problemas com que os elementos da organização da festa se estão a
deparar a uma semana da sua realização.
• Problema N.º 1: Numa das peças de teatro que integram o programa da festa, a personagem principal
deveria aparecer usando um vestido preto. Contudo, o único vestido disponível e que se ajusta à aluna que
irá representar esse papel, é vermelho. Não há dinheiro no orçamento para comprar outro vestido. O que
pode ser feito na iluminação da peça de teatro para fazer o vestido vermelho parecer preto?
• Problema N.º 2: Há certas exibições no palco que necessitam de ser iluminadas só pela luz branca. Todas
as lâmpadas de luz branca que existem no palco onde se irá realizar a festa estão fundidas. Este tipo de
lâmpadas brancas são relativamente caras e não há dinheiro no orçamento que permita comprar mais. As
únicas lâmpadas de substituição disponíveis são de cor vermelha, amarela, azul, violeta, verde e laranja.
Existe algum modo de obter a luz branca utilizando as lâmpadas disponíveis?
Que solução a equipa de iluminação proporá aos elementos da organização de modo que resolvam estes
problemas, tendo em conta o pouco tempo e os meios orçamentais disponíveis?
O vosso plano escrito não deverá incluir apenas as soluções para os problemas, mas também descrever
como e porquê foram essas as soluções propostas. Sem a tua ajuda a festa da escola poderá ter de ser
cancelada!

INFORMAÇÕES E SUGESTÕES METODOLÓGICAS DE EXPLORAÇÃO DA WEBQUEST


«LUZES, CÂMARA… FESTA!»

Conteúdo curricular: Propriedades e aplicações da luz.


Tempo: 2 aulas de 45 minutos e/ou trabalho em casa.
Materiais: Computadores com ligação à Internet (um por cada grupo, preferencialmente); livros didáticos.
Objetivos (que podemos não ver todos necessariamente atingidos, dependendo do perfil dos pesquisadores):
• concluir que a visão dos objetos implica a propagação de luz desde a fonte até aos objetos e destes até aos
nossos olhos;
• caracterizar a luz como um fenómeno ondulatório;
• analisar o espetro da luz visível com base da dispersão e composição da luz;
• interpretar a cor dos objetos;
• interpretar o espetro luminoso;
• reconhecer a propagação retilínea da luz;
• reconhecer a importância da reflexão e difusão da luz;
• conhecer as cores primárias;
• utilizar as TIC como ferramentas de apoio ao desenvolvimento de tarefas;
• desenvolver competências no trabalho de grupo;
• resolver problemas, tomar decisões e participar em debates/discussões temáticas.
Sugestões metodológicas de exploração:
Para esta WebQuest propõem-se as mesmas sugestões que são fornecidas na página 111.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 113


Atividade com os Pais no Computador (APC)
«A química e a sustentabilidade na Terra»
O triângulo pais-alunos-computador é complexo e não raras vezes tumultuoso, principalmente porque o
computador (com as iniciativas de jogos e redes sociais, em particular) é visto pelos pais como um «inimigo do
estudo». As «Atividades com os Pais no Computador» (com o acrónimo APC) são iniciativas do professor que
envolvem os pais (ou outros familiares), os filhos e o computador, visando uma conciliação e potenciação
pedagógica do computador, no contexto das relações familiares, com uma grande abertura ao mundo (pela
janela da internet).
Apresentamos neste guião a APC «A química e a sustentabilidade na Terra».

A – Caros jovens e pais

Neste trabalho, propomos a realização de algumas pesquisas relacionadas com a disciplina de Química e uma
reflexão sobre a necessidade de identificar e pôr em prática soluções de sustentabilidade que, no mínimo, assegurem
a manutenção das condições atuais de vida na Terra. A secção B ajuda a compreender o contexto desta atividade. A
secção C destina-se apenas ao filho/a, enquanto as tarefas das secções D, E e F devem ser realizadas em conjunto
pelos pais e pelo filho/a. Mais do que um adulto podem participar na atividade: basta registar as respostas de todos
os participantes.

B – Contexto

A ciência, em geral, e a química, em particular, têm um papel importantíssimo em assegurar a sustentabilidade da


vida na Terra. Ao longo do 8.o ano temos vindo a aprofundar os nossos conhecimentos científicos de modo que
possamos contribuir para esta sustentabilidade. As tarefas que vos propomos nesta APC vão contribuir para que, em
casa, se possa compreender ainda melhor por que razão é necessário o contributo de todos para proteger a
qualidade de vida na Terra. O/A filho/a na parte D precisará da colaboração dos pais! Bom trabalho!

C – Área de trabalho individual

Recordando algumas das abordagens feitas nas aulas, começa por ler o seguinte texto:
É possível fixar e transformar o dióxido de enxofre presente nos fumos das chaminés industriais em gesso. Do
mesmo modo, cada vez mais veículos automóveis são equipados com catalisadores (ou conversores catalíticos) que
reduzem a quantidade de óxidos de azoto expelidos para a atmosfera, responsáveis, juntamente com os óxidos de
enxofre, pelas chuvas ácidas. Os benefícios ambientais e para a vida de todos, a longo prazo, compensam largamente
os investimentos adicionais a curto prazo a que estas medidas obrigam. Entretanto, o crescente uso de gás natural
como combustível em fábricas e centrais termoelétricas contribuirá para a diminuição da poluição atmosférica, pois
os produtos da combustão são praticamente só dióxido de carbono e água. Note-se, contudo, que estas substâncias,
embora não poluentes, são gases responsáveis pelo efeito de estufa.

C1. Qual é a fórmula química do dióxido de enxofre?


C2. Procura em sítios na internet que outros óxidos de enxofre e óxidos de azoto existem. Escreve as suas respetivas
fórmulas químicas.
C3. Pesquisa na internet a relação destes óxidos com as chuvas ácidas e investiga também que outras substâncias
químicas integram a composição destas chuvas.
C4. Além do gás natural, que outros combustíveis são usados nas centrais termoelétricas?
C5. Pesquisa na internet os principais gases com efeito de estufa (GEE), ordenando-os do menos abundante para o
mais abundante.

114
C6. Utiliza a simulação computacional sobre o efeito de estufa disponível em
http://phet.colorado.edu/simulations/sims.php?sim=The_Greenhouse_Effect, que permite selecionar a concentração
de gases com efeito de estufa durante a idade de gelo, no ano 1750, hoje, ou no futuro e observar a evolução da
temperatura.
C6.1. Compara a concentração de GEE no ano 1750 e na atualidade. O que
observas?
C6.2. Porque é que a temperatura aumenta à medida que aumenta a
concentração de GEE?

D – Área de trabalho colaborativo educandos/as e encarregados de educação

D1. [Filho/a] Com base no trabalho realizado na área de trabalho individual, pede a opinião aos teus pais e troca
ideias com eles sobre o desenvolvimento tecnológico que marca a sociedade a partir da revolução industrial e as
suas consequências positivas e negativas na vida humana e na natureza. Regista a opinião dos teus pais sobre o
efeito de estufa. Concordas com os teus pais?
D2. «Economizar os combustíveis fósseis, responsáveis pelo aumento da acidez das chuvas, constitui não só uma
poupança de recursos não renováveis mas também uma contribuição para a qualidade do ambiente». [Filho/a]
Qual será o gasto mensal de eletricidade da tua família? [Pais] Qual será a percentagem de combustíveis fósseis
utilizados na produção da energia que a família consome? [Todos] Para avaliar a correção das estimativas, é
possível recorrer a uma fatura de eletricidade para ver, num gráfico circular, como é gerada a eletricidade.
Depois, recorrendo à internet, todos procuram indicar:
D2.1. Alguns dos efeitos devastadores das chuvas ácidas.
D2.2. Soluções alternativas para minimizar os gastos familiares de eletricidade.
D3. [Filho/a] Partilha com os teus pais o que já aprendeste sobre soluções ácidas, básicas e neutras. [Todos] Em
conjunto, explora a simulação computacional «Determinação do pH» disponível em . [Filho/a]
Regista as previsões de pH dos teus pais. [Pais] Realizando novamente a atividade, desta vez, os pais registam as
previsões do/a filho/a.
D4. Para a chuva «normal» o valor de referência de pH é 5,6 (a 25 °C). Abaixo deste valor, a chuva deixa de ser normal
para ser considerada chuva ácida.
D4.1. Que relação há entre o aumento do efeito de estufa e as chuvas ácidas?
D4.2. Na simulação http://phet.colorado.edu/simulations/sims.php?sim=The_Greenhouse_Effect, é possível
comparar a concentração de GEE na idade do gelo e na atualidade. Poderemos dizer que o efeito de
estufa, por si só, é mau?

E – Para Continuar

E1. Apesar desta investigação, podem ficar algumas dúvidas ainda no ar. Regista todas as dúvidas para depois o aluno
tentar esclarecer na escola com o professor.
E2. Na sequência desta reflexão, indicar que práticas diárias passarão a integrar a vida de cada membro da família, de
modo a contribuir para assegurar a sustentabilidade da vida na Terra.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 115


F – Avaliação de todos os intervenientes

Muito obrigado! Antes de mais, queremos agradecer pela colaboração e por todo o empenho colocado na realização
desta atividade. Pedimos, por favor, que façam o preenchimento da tabela seguinte e que registem quaisquer outras
observações que entendam pertinentes.

Preenchimento da tabela:
Assinalem com uma X a coluna que melhor corresponde à vossa opinião sobre o item em observação. Utilizem, para
apreciar cada item, a escala que a seguir se apresenta:

1 – Muito Mau 2 – Mau 3 – Razoável 4 – Bom 5 – Muito Bom

1 2 3 4 5
Pais
1 – O que achei do desafio inerente à atividade?
Alunos
2 – Como foi o meu desempenho nas questões técnicas, Pais
com o computador? Alunos
Pais
3 – Como foi o nosso nível de diálogo?
Alunos
4 – Contributo para a melhoria dos conhecimentos Pais
científicos? Alunos
5 – Contributos para melhorar a vida, pessoal e em Pais
sociedade? Alunos
6 – Contributos desta atividade para relacionar harmonio- Pais
samente o computador, o estudo e o diálogo familiar? Alunos
7 – Como estava a proposta inerente à atividade do ponto Pais
de vista de clareza, motivação e recursos fornecidos? Alunos
Pais
8 – Na globalidade como avalio esta atividade?
Alunos

Outras observações: __________________________________________________________________________________

Grato(a),

O(A) Professor(a)

116
11 Propostaas de «CCiência divertida
d a»
para
p o «D
Dia Aberto» na escola

Para subsstanciar o con


nceito «Ciênccia Divertida»
» (Fun Sciencce) – relacion
nado com o ensino experimental e
desenvolvend do programass de entreteniimento que abordem as árreas científicaas de uma forrma informal e divertida
– apresentammos algumas propostas
p de atividades,
a de
e alguma form
ma relacionad das com os conteúdos curriculares do
o
8. ano de escolaridade,
e mas que taambém pode em ser extennsões curricu ulares que seerão alvo dee posterior
consolidação.

Conscientes de que é cada


c vez mais importante abrir a escolla à comunidade, deixando de ter umaa escola só
para quem láá trabalha ou estuda para a tornar parte
e mais presennte no quotidiano das pesssoas e das insstituições à
sua volta, mu
uitas escolas estabelecem
e um dia que simboliza essaa abertura à ssociedade: o cchamado «Dia Aberto».
Nesse dia, enntre outras integrações curriculares possíveis, sugeerimos a realização das aatividades que a seguir
apresentamo os.

A e N.o 1 – Vamos faazer


Atividade
«truquess de magiia» com a fenolftaaleína?
Material:
– Três gobelés
– Conta-ggotas
– Fenolftaaleína
– Solução
o de hidróxido o de sódio
– Ácido sulfúrico diluíd
do

Procedimentto:
1. Coloqu ue no gobelé A duas gotas de fenolftale
eína e no
gobelé é B coloque um pequeno volume
v de sollução de hidróóxido de sódio.
2. Adicionne a solução de
d hidróxido de sódio ao gobelé
g A conttendo as duass gotas de fen nolftaleína.
3. Solicite
e aos alunos que
q observem m a mudança de cor para ccarmim e deb bata tal com eeles.
4. Lave prreviamente umm gobelé com ácido sulfúricco diluído e addicione-lhe o cconteúdo do ggobelé anterio
or.
5. Solicite
e aos alunos que
q observem m a mudança de cor de carrmim para inccolor e debatta tal com eles.

A e N.o 2 – Telefone
Atividade e de corde
el
Material:
– 2 tuboss de cartão (ou 2 copos de iogurte)
– Papel vegetal
– Fio de pesca
p
– Elástico
o
Procedimentto:
SSolicite a doiss alunos que:
1. Façam o telefone de e cordel com dois pequeno os tubos de caartão.
2. Fechemm os tubos de cartão num dos
d lados usan ndo uma mem mbrana delgad da (papel vegeetal, por exem
mplo) muito
bem esticada e pressa com um eláástico.
3. Liguemm os dois tub bos com fio de
d pesca, preso ao centroo de cada meembrana com m um nó. Os nós do fio
devemm ficam no intterior dos tub
bos.
4. Mantenham o fio be em esticado e um deles faale de um doss lados enquaanto o outro eescuta do outtro lado.
Editável e fotoco
opiável © Texto | Universo FQ 117
A e N.o 3 – Construçção de um
Atividade m periscó
ópio
Um periscópio é um instrrumento que permite ver um objeto m mesmo que eeste
se encontre atrás de um obstáculo, situado num nível
n mais ba ixo ou mais aalto
(utiliza-se, po
or exemplo, nos
n submarino
os).

Material:
– Cartolin
na preta
pelhos planoss comuns de 9 por 14 cm
– Dois esp
– Cola

Procedimentto:
SSolicite a um grupo de alunos que:
1. Corte uma
u cartolina com 43 por 66
6 cm.
2. Trace as
a linhas de referência
r e cortem
c a carto
olina nas
regiõe
es indicadas a amarelo na Fig.
F B.
3. Vinque e a cartolina segundo as linhas assin naladas a
vermeelho e montem m o paralelep
pípedo.
4. Coloque os espelhos no inte erior da mo ontagem,
ajustan
ndo-os para a inclinação dee 45°.

A e N.o 4 – Construçção da cassa dos fenómenoss luminossos


Atividade
Material:
– Cartolin
na vermelha, azul e brancaa
– Papel ceelofane azul e vermelho
– Pente
– Espelhoo plano
– Espelhoo côncavo
– Copo de e vidro com água
á
– Lente divergente
– Fonte de
d luz (lâmpad da ligada a um
ma pilha)

Procedimentto:
SSolicite a um grupo de alunos que:
1. Recorte em cartolin na o telhado e as paredes da casa segunndo as
planificações apresentadas na Figura A e B.
2. Forre uma das pare edes interiores da casa co om celofane azul e
outra com
c celofane
e vermelho.
3. Coloque a montaggem da casaa no centro de uma ca rtolina
brancaa.
4. No inteerior da casa coloque a pilha ligada à lâmpada.
5. No traajeto dos raios luminoso os provenientes das difeerentes
paredees coloque:
– um copo
c com águua;
– uma lente diverge ente;
– um espelho
e plano
o ou côncavo.

118
12 Soluções de fichas e atividades
Fichas de diagnóstico
Ficha de diagnóstico N.o 1 – Reações químicas
1. A química estuda as substâncias e as suas transformações. Transformar umas substâncias noutras de modo que se obtenham materiais
úteis que contribuam para uma melhoria da nossa qualidade de vida é um dos objetivos desta ciência.
2. Ponto de fusão e ponto de ebulição.
3. Por exemplo: 1 – mistura de areia e feijão – peneiração; 2 – mistura de água e areia – decantação seguida de filtração; 3 – areia e
limalha de ferro – separação magnética.
4. A deteção do cheiro do perfume deve-se ao movimento dos seus corpúsculos constituintes em todas as direções, pelo que ao
destaparmos o frasco estes se misturam com o ar e impressionam o nosso olfato.
5. A – sólidos; B – líquidos ; C – gases.
6. Nas transformações físicas alteram-se as propriedades das substâncias, mas sem formação de novas substâncias, ao passo que nas
transformações químicas se formam novas substâncias
7. Por exemplo: TF – rasgar uma folha de papel; partir um copo de vidro; congelar água líquida; fatiar um pão. TQ – combustão de um
pedaço de papel; amadurecimento da fruta; enferrujamento do ferro; cozer um ovo.
8. Por exemplo: mudança de cor; formação de um sólido e libertação de um gás.
9. Reações químicas.
10. Essa energia pode ser fornecida por ação do calor, mecânica, elétrica e da luz.
11. Através da pintura do metal.
12. Por exemplo: vinagre e sumo de limão.
13. Por exemplo: cloreto de sódio, o sal de cozinha.
14. O açúcar dissolve-se mais rapidamente em café quente.
15. As batatas cozem mais rapidamente quando cortadas em pedaços pequenos.

Ficha de diagnóstico N.o 2 – Som


1. A – 2; B – 3; C – 1.
2. A – 4; B – 1; C – 2; D – 3.
3. C
4. B
5. B
6. Som agudo.
7. Cortiça e esferovite.
8. Não. Os seres humanos apenas ouvem os chamados sons audíveis, com frequências compreendidas entre os 20 e os 20 000 Hz. Alguns
animais ouvem infrassons (frequências inferiores a 20 Hz) e alguns animais ouvem ultrassons (frequências superiores a 20 000 Hz).
9. a. Na cidade: ruído das obras, dos comboios, etc.; no dia a dia: ruído dos automóveis e das motorizadas
b. O excesso de ruído pode causar stresse e, em certos casos, pode levar à diminuição da capacidade auditiva.
c. Baixar o nível do ruído, por exemplo, ouvir música com menos «volume» de som.

Ficha de diagnóstico N.o 3 – Luz


1. Luminosos: A, C, D.
2. A – 2 – iii; B – 3 – i; C – 1 – ii.
3. a. i. D; ii. B; iii. A, C. b. C.
4. C
5. C
6. a. B; b. Os espelhos côncavos podem dar imagens maiores ou menores que o objeto, dependendo da posição do objeto. Dependendo
ainda dessa posição, as imagens dadas por esse espelho podem ser direitas ou invertidas.
7. Lupa e microscópio.

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 119


Fichas diferenciadas

Ficha 1A – Reações químicas


1. A – 2; B – 1; C – 3.
2. A – maior; B – maior; C – menor.
3. a. B; b. A.
4. a. E; b. A e D; c. B e C
5. a. Hidrogénio – H; Oxigénio – O; Carbono – C; Nitrogénio – N; Cloro – Cы. b. A – Cы2; C – O3; D – H2O.
6. A
7. D
8. A – 6; B – 9; C – 1; D – 10; E – 8; F- 3; G – 7; H – 4; I – 5; J – 2.
9. a. 90; b. 105; c. 0,6.
10. B
11. C
12. a. Reagentes – carbonato de cálcio (CaCO3) e ácido clorídrico (HCы); Produtos da reação – dióxido de carbono (CO2),
cloreto de cálcio (CaCы2) e água (H2O). b. 2 Na (s) + 2 H2O (l) → 2 NaOH (aq) + H2 (g)

Ficha 2A – Reações químicas


1. a. C. b. Enxofre e oxigénio. c. Dióxido de enxofre e trióxido de enxofre. d. Combustível – enxofre; Comburente – oxigénio.
2. A
3. B
4. B e C
5. A e D
6. C
7. B
8. B
9. C
10. a. D. b. Hidróxido de sódio (NaOH) e sulfato de cobre (CuSO4). c. Hidróxido de cobre (Cu(OH)2) e sulfato de sódio (Na2SO4).
d. 2 NaOH (aq) + CuSO4 (aq) → Cu(OH)2 (s) + Na2SO4 (aq)
11. C

Ficha 1B – Reações químicas


1. (A) mantém-se, diminui; (B) aumenta, aumenta, aumenta; (C) mantém-se, diminui.
2. a. B, D, E e F. b. D. c. B e F. d. A e C. e. A. f. uma substância elementar e duas substâncias compostas.
3. Amoníaco – NH3; Metano – CH4; Sulfato de cálcio – CaSO4; Monóxido de carbono – CO.
4.
Número de Número total Tipo de substância:
Representação
Composição de cada molécula moléculas de átomos em elementar ou
simbólica
representadas cada molécula composta
N2 Dois átomos de nitrogénio. 1 2 Elementar
Um átomo de hidrogénio e um átomo de
2 HCы 2 2 Composta
cloro.
Dois átomos de hidrogénio e um átomo de
H2S 1 3 Composta
enxofre.
Três átomos de carbono e oito átomos de
C3H8 1 11 Composta
hidrogénio.
Dois átomos de hidrogénio, um átomo de
5 H2SO4 5 7 Composta
enxofre e quatro átomos de oxigénio.
Um átomo de nitrogénio e três átomos de
NH3 1 4 Composta
hidrogénio.
4 O3 Três átomos de oxigénio. 4 3 Elementar
Três átomos de carbono, seis átomos de
C3H6O 1 10 Composta
hidrogénio e um átomo de oxigénio.

120
5. a. 5 Mg2+
2-
b. 4 S
3+
c. 2 Fe
+
d. K
-
e. 3 Cы
6.
Nome do Símbolo Número de eletrões Representação Número de
elemento químico do átomo do ião eletrões do ião
Cálcio Ca 20 Ca2+ 18
Potássio K 19 K+ 18
Oxigénio O 8 O2- 10
Sódio Na 10 Na+ 9

7. a. I. Óxido de magnésio; II. Sulfato de ferro (III).


b. I. KOH; II. Na2CO3; III. AыCы3
c. I. ião cálcio, Ca2+, e ião fosfato, PO43-; II. Ião amónio, NH4+, e ião cloreto, Cы-.
8. Cloreto de sódio – NaCы; Nitrato de sódio – NaNO3; Carbonato de sódio – Na2CO3; Cloreto de cálcio – CaCы2; Carbonato de cálcio –
CaCO3; Cloreto de alumínio – AыCы3; Nitrato de cálcio – Ca(NO3)2.
9. a. A. b. Na2CO3 (s) + 2 HCы (aq) → 2 NaCы (aq) + H2O (ы) + CO2 (g)
10. a. 2 H2 (g) + O2 (g) → 2 H2O (ы)
b. 2 KCы (s) + H2SO4 (aq) → K2SO4 (aq) + 2 HCы (aq)
c. C6H12O6 (s) + 6 O2 (g) → 6 CO2 (s) + 6 H2O (ы)
d. 2 Aы (s) + Fe2O3 (s) → Aы2O3 (aq) + 2 Fe (s)

Ficha 2B – Reações químicas


1. a. A formação de CO2 e de H2O, por reação do butano com oxigénio, revela a presença de átomos de carbono e de hidrogénio na
molécula de butano.
b. 2 C4H10 (g) + 13 O2 (g) → 8 CO2 (g) + 10 H2O (g)
c. Combustível – butano (C4H10); comburente – oxigénio (O2).
d. A formação de 4,59 kg de produtos exige a reacção de igual massa de reagentes (Lei de Lavoisier). Logo, a massa de oxigénio
consumida é 4,59 kg – 1,00 kg = 3,59 kg.
2. a. A bebida é ácida devido à presença de acidificante e ácido cítrico E 330.
b. Por exemplo: colocar um pouco da bebida num tubo de ensaio e, com um conta gotas, adicionar-lhe algumas gotas de tintura azul de
tornesol. Este indicador de ácido-base na presença de uma solução ácida adquire a tonalidade vermelha.
3. a.
Cor adquirida Cor adquirida com a
Solução Caráter químico pH
com o tornesol fenolftaleína
Cerveja Vermelha Incolor Ácido 4,5
Bicarbonato de sódio em água Azul-arroxeado Rosa carmim Básico 8,5
Água salgada Azul-arroxeado Incolor Neutro 7

b. Indicadores colorimétricos ácido-base.


4. A
5. C
6. D
2+ 2-
7. Ião cálcio, Ca , e ião carbonato CO3 .
8. a. Trata-se de uma reação de precipitação porque ao se misturar duas soluções aquosas de sais solúveis, se forma um sal pouco solúvel –
precipitado.
b. Cloreto de prata.
+ -
c. AgCы, constituído pelo ião prata, Ag , e pelo ião cloreto, Cы .
d. AgNO3 (aq) + NaCы (aq) → NaNO3 (aq) + AgCы (s)

Editável e fotocopiável © Texto | Universo FQ 121


9. a. Cu (s) + 2 HCы (aq) → CuCы2 (aq) + H2 (g)
b.
Tempo (min) Volume de hidrogénio (cm3) Volume de hidrogénio/tempo (cm3/min)
1 15 15
2 22 11
3 23 7,7
4 24 6

c. Diminui.
d. A velocidade da reação tende a diminuir à medida que grande parte dos reagentes já se transformou em produtos da reação.
10. Em 2 diminui a concentração do reagente A (mais água): a reação é mais lenta. Em 3 aumenta a concentração do reagente A: a reação
é mais rápida. Em 4 aumenta a temperatura: a reação é mais rápida. Em 5 utiliza-se um catalisador: a reação é mais rápida.

Ficha 1A – Som
1. B
2. a. Corda (mas também o ar dentro da caixa e a própria caixa); b. coluna de ar; c. cordas vocais (e a laringe).
3. D
4. A
5. D
6. a. ݀ ൌ ‫ ݒ‬ൈ ο‫ ݐ‬ൌ ͳͷͲͲ ൈ Ͳǡͷ ൌ ͹ͷͲ m. b.ο‫ ݐ‬ൌ ݀/ v = 3000/1500 = 2 s.
7. D
8. a – A – 1 – ii; b – B – 2 – i.
9. «muito intenso»; «muito alto»; «pouco intenso»; «pouco alto».
10. a. B; b. C; c. B.
11. Timbre.
12. 20 a 20 000 Hz.
13. D
14. a. Reflexão do som. b. B.
15. a. O recetor I, já que ouve o som refletido (eventualmente também algum som direto); o recetor II ouve o som depois de este ter sido
refratado (duas vezes), processo em que há absorção de energia maior do que na simples reflexão. b. São iguais.

Ficha 1B – Som
1. a. B
b. Não, pois os sons apresentados são todos puros. O som da flauta é uma sobreposição de sons puros, é um som complexo. c. Coluna de
ar.
ௗ ଴ǡଷସ
2. a. ο‫ ݐ‬ൌ ௩

ଷସ଴
ൌ ͲǡͲͲͳs. b. A velocidade do som, em geral, aumenta com a temperatura. Quanto maior for a temperatura do meio
de propagação maior será a agitação corpuscular, mais facilmente se transfere a energia e a onda sonora se propaga, o que se traduz
num aumento da velocidade do som. c. O som é captado pela orelha e canalizado pelo canal auditivo (ouvido externo) até ao tímpano
que é posto em vibração quando atingido pela onda sonora; a onda é amplificada pelo ouvido médio e o ouvido interno transforma as
vibrações em impulsos elétricos, que são comunicados ao cérebro. d. Uma forma de aumentar o som produzido pelo diapasão é através
de uma caixa-de-ressonância. e. i. O microfone converte a vibração mecânica de uma membrana, posta a oscilar por uma onda sonora,
num sinal elétrico. ii. O período é 8 ms. Logo, a frequência é f = 1/0,008 = 125 Hz. iii. Aumentaria a amplitude do sinal (mantendo-se a
frequência).
3. a. Reflexão do som. b. i. O som escutado é menos intenso do que o som produzido pois quando se dá a reflexão tem igualmente lugar
o fenómeno da absorção (embora essa absorção, em certos materiais, possa ser diminuta). Por outro lado, a propagação dá-se em todas
as direções o que conduz a uma diminuição da intensidade à medida que a onda se propaga. ii. São iguais. c. São iguais.
4. a. i. Reverberação é o prolongamento do som devido a múltiplas reflexões em obstáculos próximos. O eco resulta da reflexão do som
original num obstáculo mais distante o que leva à perceção do som refletido de forma autónoma relativamente ao som inicial – os dois
sons são claramente distinguíveis. ii. A reverberação diminui-se revestindo os obstáculos onde o som possa ser refletido (por exemplo, as
paredes de uma sala) com materiais que absorvam o som (cortinados e tecidos, por exemplo). b. Para que o eco se produza o som tem de

122

percorrer 2 × 17 = 34 m. O tempo que esta distância demora a ser percorrida pelo som, se o meio de propagação for o ar, é ο‫ ݐ‬ൌ ൌ

ଷସ
ൌ Ͳǡͳ s.
ଷସ଴
5. D
6. a. Refração do som. b. B. c. A, no ar (antes de entrar no balão); B no interior do balão, pois há diminuição de intensidade.
7. Cortiça, esferovite, tecidos grossos ou outros materiais que absorvam bem o som.
8. a. Tem de ser medido o intervalo de tempo, ѐt, que medeia entre a emissão do ultrassom e a sua receção. A partir deste tempo, e
sabendo a velocidade de propagação da onda, v, pode ficar a saber-se a distância sonda-feto: d = v/ (2 ѐt). b. 4,5 × 340 = 1530 m/s.
c. Não, os raios X seriam perigosos para o feto porque são radiações ionizantes; além disso, os raios X não refletem facilmente nos tecidos
humanos.

Ficha 1A– Luz


1. A, C, D, G.
2. C, E.
3. A – 2 – ii; B – 3 – iii; C – 1 – i.
4. 1-C; 2-D; 3-E; 4-A; 5-B.
5. D
6. «no vazio»; «num meio material».
7. A
8. a. B.
b. B. A superfície do espelho onde a luz incide só pode ser vista pelo recetor que capte os raios luminosos refletidos.
c. A, pois aí há reflexão difusa.
o
9. a. 50.
b. Incidente, 1; refletido 2 (atendendo à orientação das setas nos raios luminosos)
10. A – 3; B – 2; C – 1.
11. a. i. B; ii. A, C; iii. D. b. A, D.

Ficha 1B – Luz
1. a. 2,45 × 109 Hz.
b. B. c. A – micro-ondas; B – infravermelho. d. As micro-ondas provenientes do Sol chegam à superfície da Terra porque a atmosfera é
«transparente» a esta radiação. O facto de a atmosfera não absorver as micro-ondas permite utilizá-las em comunicações via-satélite: as
micro-ondas são enviadas da Terra para os satélites que as reenviam para outro ponto da Terra.
2. ݀ ൌ ͺǡͷ͹ ൈ ͵͸ͷ ൈ ʹͶ ൈ ͸Ͳ ൈ ͸Ͳ ൈ ͵ ൈ ͳͲ଼ = 8,11ൈ ͳͲଵ଺ m
3. D
4. D
a
5. a. Reflexão da luz. b. Espelho convexo; a imagem é direita, virtual e menor do que o objeto. c. São iguais (2. lei da reflexão).
o
d. 0 : o raio luminoso 3 incide perpendicularmente à superfície do espelho pois não há mudança de direção. e. Retrovisores, espelhos de
vigilância em supermercados, etc.
6. a. Meio que se deixa atravessar pela luz: ar, vidro, água. b. 1 – raio refletido; 2 – raio refratado; 3 – raio incidente. c. Ângulo de
o o
reflexão: 60 ; ângulo de refração: 30 . d. As frequências são iguais; a intensidade da luz incidente é maior do que a da luz refletida e esta,
por sua vez, em geral, é maior do que a da luz refratada. e. Menor. O raio luminoso aproxima-se da normal, o que indica que a velocidade
no meio diminui.
7. Raio 4. Quando incide em AB o raio luminoso não é desviado (incidência normal); quando atinge a face AC o raio, que passa para um
meio (ar) onde a velocidade de propagação é maior, afasta-se da normal à superfície.
8. a. I, III, V.
b. I, III, V. As lentes convergentes têm focos reais; num foco real a luz refratada converge para um ponto que é o foco.
c. i. I; ii. I.
9. a. Divergente; miopia. b. Retina; entre a retina e o cristalino. c. Imagem real, invertida e menor do que o objeto. d. P = – 1/0,2 = 5 D (o
sinal negativo indica que a lente é divergente).
10. D
11. Há refrações nas diferentes camadas da atmosfera e essas sucessivas refrações levam a sucessivas mudanças de direção da luz solar
ao propagar-se na atmosfera (por isso se fala em «encurvamento» da luz).

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Fichas globais
Ficha global N.o 1 – Reações químicas
1. A – I; B – III; C – II.
2. a. Mantém-se, apesar de o volume se tornar menor.
b. Aumenta: existe a mesma massa para menor volume.
c. Aumenta: tem-se o mesmo número de corpúsculos para menor volume (a temperatura fixa).
d. Aumenta: há maior agitação dos corpúsculos a maior temperatura (a volume fixo).
3. A – I: molécula triatómica, com dois átomos pequenos (H) ao lado de um átomo maior (O).
B – IV: molécula com três átomos pequenos (H) ao lado de um átomo maior (N).
C – IX: molécula diatómica com um átomo pequeno (H) e um átomo maior (Cы).
D – VII: molécula diatómica com dois átomos iguais relativamente grandes (Cы).
E – III: molécula com dois átomos O e um átomo de carbono, C.
F – VI: molécula com dois átomos O e um átomo de enxofre, S.
G – VIII: molécula com um átomo O e um átomo de carbono, C.
H – V: molécula com dois átomos O.
I – II: molécula com três átomos O.
4. A – III; B – I; C – IV; D – II; E – V.
2– +
5. Ião carbonato: CO3 ; amoníaco: NH3; ião potássio: K ; cloreto de cálcio: CaCы2; sódio: Na.
6. a. CH4 (g) + 2 O2 (g) ї CO2 + 2 H2O. b. Pela conservação da massa, a massa de oxigénio consumido é 800 g – 160 g = 640 g.
7. a. C3H8 (g) + 5 O2 (g) ї 3 CO2 (g) + 4 H2O (g)
b. O2 (g) + 2 H2 (g) ї 2 H2O (ы)
c. 2 HCы (aq) + Mg (s) ї MgCы2 (aq) + H2 (g)
8. Reação de oxidação-redução.
9. B
10. D
11. a. Sim (cloreto de prata, AgCы). b. Não.
12. A – 2; B – 3; C – 1.

Ficha global N.o 2 – Som


1. a. 2 cm. b. 0,1 s. c. A frequência da oscilação foi f = 1/0,1 = 10 Hz. O som correspondente é um infrassom, que não é audível.
2. C
3. 3.1 A velocidade do som depende da temperatura, sendo maior quando a temperatura é maior (os corpúsculos estão, em média, mais
agitados, o que facilita a propagação da onda).
3.2 a. Reflexão. O som, refletido num obstáculo, atinge o recetor que foi o emissor do som inicial. b. d = 331 × 0,1 = 33,1 m foi a
distância total percorrida pelo som (percurso de ida e volta). Logo, o obstáculo estava a 33,1/2= 16,55 m. c. D
3.3 a. Ouvido externo (orelha, canal auditivo e tímpano); b. ouvido interno.
4. Frequência da primeira corda; f1 = 20 000 / 60 = 333,33 Hz; frequência da segunda corda; f2 = 25 000 / 90 = 277,78 Hz. O som mais
agudo foi produzido pela primeira corda.
5. Na sala B o som é mais intenso pois as paredes da sala absorvem menos o som.
6. 6.1 Audiograma. Serve para diagnosticar o funcionamento do ouvido.
6.2 Sonómetro
6.3 a. B; b. D; c. C (apesar de A ter frequência maior só é audível se tiver cerca de 30 dB, de acordo com o audiograma)
7. 7.1 a. Complexo; b. diapasão; c. timbre.
7.2 a. C, D, A = B; b. B; c. B; d. C; e. C e D.

Ficha global N.o 3 – Luz


1. No campo há menos «poluição luminosa»: a ténue luz que chega das estrelas é melhor captada pelo olho humano se não estiver
presente outra luz.
2. À temperatura ambiente o metal é um corpo iluminado, logo, só se vê se nele incidir luz e esta for refletida para os nossos olhos;
quando é aquecido ao rubro para a ser um corpo luminoso e a sua luz atinge os nossos olhos.

124
3. a. T = 1 / (1,0 × 1014) = 1 × 10-14 s. b. Tratamento de algumas doenças de pele. c. A.
o o o
4. a. 90 – 34 = 56 ; 2 × 56 = 112 . b. Especular. Os raios são refletidos predominantemente numa mesma direção. c. C. d. B. e.
Caleidoscópio.
5. a. Espelho côncavo. b. Real, invertida e maior do que o objeto. c. Sim: um projetor dá uma imagem real (que se pode projetar) de um
objeto e maior do que ele. d. Real. e. Sim, a luz solar é refletida no espelho e converge para o foco. Em consequência, a temperatura
nessa zona pode ser muito elevada o que permite mesmo cozinhar alimentos.
o
6. a. 1 – raio refratado; 2 – raio incidente; 3 – raio refletido. b. Meio I – água; meio II – ar. c. Ângulo de reflexão: 45 ; ângulo de refração:
o
70,08 . d. Meio II – o raio refratado afasta-se da normal. e. A – raio 1; B- raio 2 (a luz refratada tem a mesma frequência da luz incidente
mas intensidade menor)
7. a. A – lente divergente (foco virtual); B – lente convergente (foco real); C – espelho convexo (foco virtual); D – espelho côncavo (foco
real). b. A, B – refração; C, D – reflexão. c. D (a lâmpada é colocada no foco e a sua luz, depois de refletida no espelho côncavo,
corresponde a um feixe de raios paralelos). d. i. Dificuldade em ver ao perto; ii. B.
8. a. Policromática – luz branca, por exemplo a luz do Sol; monocromática – luz vermelha, por exemplo a luz laser.
b. Refração da luz. c) Luz vermelha porque se desvia menos.
9. P = 1/0,25 = 4 D (lente divergente)
10. Preta (a roupa vermelha absorve toda a luz vermelha que nela incida).

Atividades prático-laboratoriais
Atividades prático-laboratoriais – Reações químicas
Atividade N.o 1 – «Viagem» ao interior das substâncias
A) distante; detetadas. B) corpúsculos; detetados.
C) corpúsculos; espalharam; detetados. D) diminuição; intervalos. A.
E) rapidamente; quente; corpúsculos; velocidade.

Atividade N.o 2 – Moléculas: presença e efeitos


a. Dióxido de carbono, ozono, óxidos de azoto (monóxido e dióxido de azoto), óxidos de enxofre (dióxido e
trióxido de enxofre) e água
b. CO, CO2, O3, NO, NO2, SO2, SO3 e H2O.
O3 é a única substância elementar.

Atividade N.o 3 – Explorando as reações químicas


Experiência 1
• Transformação ou reação química, detetada pelo aumento de temperatura.
• NH4Cы

Experiência 2
• Transformação ou reação química, detetada pela variação de temperatura.
• Na2CO3 (aq) + MgSO4 (aq) ї MgCO3 (s) + Na2SO4 (aq)

Atividade N.o 4 – Reações de oxidação-redução


Experiência 1
• Negativo.

Experiência 2
• AgNO3 (aq) + Cu (s) ї Cu(NO3)2 + 2 Ag (s)

Atividade N.o 5 – Reações de ácido-base


Experiência 2
• Acético, carbonato, dióxido de carbono.
• A reação seria mais rápida. 2 HCы (aq) + CaCO3 (s) ї CaCы2 (aq) + CO2 (g) + H2O (ы)

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Questões usadas em avaliações externas internacionais
Conversor catalítico
a. O monóxido de carbono e os óxidos de nitrogénio (azoto) nocivos são largamente transformados em dióxido de carbono e em
azoto, menos nocivos.
b. Os átomos das moléculas iniciais recombinam-se para formarem moléculas diferentes.
c.
• Aumentar a percentagem de monóxido de carbono que é convertido em dióxido de carbono e a percentagem de óxidos de
nitrogénio (azoto) que são convertidos em nitrogénio (azoto).
• O dióxido de carbono que é produzido devia ser retido e impedido de escapar para a atmosfera.

Massa de pão
a. C b. D c. Sim, Não, Sim. d. B

Combustões e alterações climáticas


a. A combustão do carvão do petróleo e do gás natural leva à emissão de dióxido de carbono, que é um dos gases com efeito de estufa.

b. C (s) + O2(g) → CO2 (g); CH4 (g) + 2 O2 (g) → CO2 (g) + 2 H2O (g)

Chuvas ácidas
a. Resposta: Escapes dos automóveis, emissões das fábricas, queima de combustíveis fósseis, como o petróleo ou o carvão,
gases de vulcões, ou outras origens similares.
b. A
c. Para o comparar com o teste do ácido e do mármore e mostrar que o ácido (vinagre) é necessário para que a reação ocorra e,
ficando a saber-se que a chuva deve ser ácida, como a chuva ácida, para provocar esta reação.

A luz das estrelas


a. C b. A

Ultrassons
a. Tem de medir o tempo que as ondas de ultrassons demoram, da sonda até à superfície do feto e a serem refletidas de volta.
b. Os raios X são nocivos para o feto. c. Sim, Não, Sim.

O trânsito de Vénus

a. C b. A c. trânsito/Saturno/Neptuno.

Protetores solares
a. D b. A c. D d. A. O círculo ZnO permaneceu cinzento-escuro, porque bloqueia a luz solar, e o círculo M ficou branco, porque o
óleo mineral absorve muito pouco a luz solar.

Um texto sobre o ozono


a. A banda desenhada ilustra a formação do ozono. Se uma molécula de O2 é afetada pelo Sol, divide-se em dois átomos
separados. Estes átomos separados, O, procuram uma molécula para se juntar; eles ligam-se às moléculas O2 existentes e
formam uma molécula de ozono, O3, constituída por três átomos de oxigénio. b. Mau. Forma-se na troposfera. c. Cancro de
pele. d. Não, Sim.

126
Uma ameaça para a saúde?
a.
• A substância que causa os problemas respiratórios pode não ter sido reconhecida como tóxica.
• Os problemas respiratórios podem ter sido provocados, apenas, pelos produtos químicos que estavam no ar e não por
aqueles que estavam no solo.
• As substâncias tóxicas podem modificar-se ou decompor-se com o tempo, aparecendo depois em estado não tóxico no solo.
• Não sabemos se as amostras são representativas da região.
• Os cientistas são pagos pela fábrica de produtos químicos e receiam perder o emprego.

b.
• O número de pessoas nas duas regiões pode ser diferente.
• Uma das regiões pode ter melhores serviços de saúde do que a outra.
• Pode haver outros fatores de poluição do ar, na outra região.

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13 Bibliografia
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BELL, M. S., Lavoisier no ano um. O nascimento de uma nova ciência numa época de revolução, Gradiva, 2007
BODANIS, O universo elétrico. A verdadeira e surpreendente história da eletricidade, Gradiva, 2008
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HECKER, J., Os pequenos cientistas. Experiências para fazer em casa e na escola, Lisboa, Presença, 2008.
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LOPES DA SILVA, J. e FERREIRA DA SILVA, P., A importância de ser eletrão. Lisboa: Gradiva, 2009
MORAIS, C. e TEIXEIRA, P. M., Histórias com química, Vila do Conde, Quidnovi, 2012.
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WOLLARD, K. e SALOMON, D., Sabes porquê? À tua volta, Lisboa, Gradiva, 2012.

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