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Lucas Feitosa de Cássia Laranjeira

REVISÃO DE LITERATURA - BACILLUS THURINGIENSIS

Trabalho de revisão bibliográfica


apresentado como requisito parcial para a
conclusão da disciplina de
MICROBIOLOGIA GERAL, do curso de
AGRONOMIA da faculdade
ICESP/PROMOVE ministrada pela Prof a .
M.Sc. Rayane Bálsamo.

Brasília DF ,Maio, 2021


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1. Introdução

2. REVISÃO DA LITERATURA

2.1. Características gerais

2.2. Características morfológicas

2.3. Modo de ação/forma de transmissão

2.4. Sintomas

2.5. Tratamento e Profilaxia

3. Considerações finais

4. Referências
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RESUMO
O Objetivo desta Revisão de literatura e desenvolver uma compreensão básica do
que seria bacillus thuringiensis. suas características gerais , características
morfológicas , modo de ação ,forma de transmissão, sintomas , tratamento e
profilaxia , entendermos sua utilidade para que possamos desenvolver um ponto de
partida para outros estudos . Foram feitas algumas revisões sobre o assunto no
qual nos levou a elaboração deste trabalho como requisito de aprovação da
disciplina de microbiologia administrada pela professora Rayanne Bálsamo, da
faculdade ICESP do Distrito Federal.Bacillus thuringiensis se mostrou uma bactéria
bem útil no controle biológico, mas será que ela é uma bactéria que oferece total
segurança à saúde humana ? Muito eficiente na agricultura nos auxiliando com a
diminuição do uso de biocontroladores tóxicos e nocivos ao meio ambiente com
aplicação de soluções a base de bt e no melhoramento genético de plantas,
adicionando o gene a tecidos vegetais .Alguns estudos também mostram seu
potencial com as parasporinas que é estudado no controle de células
cancerígenas , mas não foi desenvolvido muita literatura visto que essa ação seria
viável apenas in vitro, necessitando alguns tratamentos para serem realizados
testes in vivo. Também teve bons resultados no tratamento de águas , atuando de
forma mais sustentável e menos agressiva, porém em alguns textos é comentada
sua patogenicidade por produzir toxinas semelhantes a uma bactéria já bem
estudada que está envolvida em diversos casos de intoxicação alimentar ,o bacillus
cereus,necessitando de um isolamento de uma variedade não tóxica para o ser
humano e assim empregar sua utilização em diversas aplicações e desenvolver
novas tecnologias visto que a indústria tem muitos segredos.

Palavras-chave: Bacillus thuringiensis, Biocontrolador.


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1.INTRODUÇÃO

Em 1901, Ishiwata identificou um bacilo patogênico para larvas de bicho-


da-seda denominando-o de Bacillus sotto que posteriormente foi classificado como
Bacillus thuringiensis subsp. sotto (PESSOA et al., 2014),então partimos das
primeiras pesquisas e análises desta bactéria.

No mundo inteiro temos um problema muito grande que enfrentamos com


insetos existentes, que nos causam baixas econômicas e de saúde muito grandes .
seja elas na agricultura ou na pecuária ,com ataques de pragas , seja ela nos
hospitais com acometimento de diversos contaminados por doenças no qual insetos
são vetores.

O controle atual da população de insetos é realizado, principalmente, por


inseticidas químicos, cujo uso indiscriminado e massivo causa danos ambientais e à
saúde humana. Produtos químicos com alta toxicidade, porém com baixa
especificidade e alto efeito residual, prejudicam o meio ambiente, além de
contribuírem para a existência de considerável número de espécies de insetos com
populações resistentes, inviabilizando a aplicação de tais produtos.(ANGELO et
al.,2010)

Uma alternativa aos inseticidas químicos é o controle biológico, que pode


ser feito com o uso racional de entomopatógenos, que constituem os componentes
ativos dos bioinseticidas ou inseticidas biológicos. Entre as vantagens dos
bioinseticidas destacam-se: alta especificidade, menor risco ambiental e à saúde
humana, menor freqüência de resistência nos insetos alvo e a possibilidade do
entomopatógeno se multiplicar no ambiente e, com isso, aumentar sua permanência.
(ANGELO et al. 2010)
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Bacillus thuringiensis, tem sido usado mundialmente para o controle de


culicídeos, especialmente no combate ao Aedes aegypti. Várias formulações vêm
sendo fabricadas, no entanto, a efetividade desses inseticidas variam bastante de
acordo com as condições ambientais.(SILVA et al., 2014).

O maior avanço na utilização de B. thuringiensis tem sido a transformação


de diversas cultivares agrícolas visando a expressão das toxinas Cry. Desde 1996, a
importância dessas cultivares transformadas tem crescido comercialmente, levando-
as a ocuparem o segundo lugar entre as plantas geneticamente modificadas com
maior emprego e distribuição, seguidas das plantas resistentes a herbicidas(PINTO
et al., 2008)

Essas cultivares transformadas com genes cry, também denominadas


“plantas-Bt”, apresentam diversas vantagens em relação aos formulados de B.
thuringiensis, pois não necessitam de pulverização foliar para o controle de certos
insetos, já que a toxina é expressa pela própria planta. Além disso, diminuem a
quantidade de inseticidas químicos liberados no ambiente, bem como os gases
emitidos pelo maquinário agrícola empregado na sua aplicação(PINTO et al., 2008)

Entretanto, ambas as espécies de Bacillus são compostas por muitas


linhagens com potencial variado que podem causar efeitos adversos em humanos,
desde infecções gastrointestinais ate infecções oportunistas em pacientes
imunocomprometidos (PESSOA et al., 2014)

Mesmo sendo Bt, são necessários alguns cuidados pois algumas cepas
podem sintetizar β-exotoxina, uma proteína produzida durante a fase vegetativa da
célula e secretada no meio de cultura. Ela é termolábil, com baixa massa molecular,
e apresenta amplo espectro de toxicidade para várias ordens de insetos, ácaros,
nematóides e vertebrados, provocando efeitos teratogênicos e mutagênicos . Por
causa da alta toxicidade em mamíferos, um dos critérios indispensáveis para a
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produção de bioinseticida à base de Bt consiste na seleção de cepas que não


produzem β-exotoxina .(VALICENTE et al., 2018)

Vale ressaltar, no entanto, que na produção de um bioinseticida à base de


B. thuringiensis, o que se utiliza é o cristal protéico e este é liberado após lise
celular, ou seja, no último estágio da esporogênese. Já as enterotoxinas são
produzidas durante a fase exponencial de crescimento, nos estágios iniciais da
esporulação(PESSOA et al.,2014)

2. REVISÃO DA LITERATURA

Visto que é uma bactéria bem versátil e manipulada da maneira correta


não oferece risco a mamíferos. apresentando um grande potencial para vários usos ,
tanto na medicina, no controle biológico ,no melhoramento genético de espécies
vegetais e no tratamento de águas e que contém muitos segredos é importante a
constante atualização e o estudo para desenvolvimento de novas tecnologias.

A comercialização de bioinseticidas corresponde a cerca de 5% do


mercado mundial de pesticidas. Porém, o uso destes produtos vem crescendo dez
vezes mais do que o uso de inseticidas químicos . As bactérias destacam-se como
promissoras no controle biológico. Entre estes microrganismos, Bacillus thuringiensis
(Bt) é o mais utilizado. Estima-se que os produtos à base dessa bactéria
correspondam a cerca de 90% do mercado mundial de bioinseticidas (ANGELO et
al., 2010)

2.1 CARACTERÍSTICAS GERAIS

Bacillus thuringiensis é uma bactéria Gram-positiva comumente


encontrada no solo e desde a descoberta de sua atividade inseticida no início do
século XX, esta bactéria tem sido usada mundialmente no controle de pragas da
agricultura e de vetores transmissores de doenças tropicais como dengue e malária.
(PESSOA et al., 2014)
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Com a clonagem e a caracterização de um gene de Bt codificador de uma


proteína responsável pela atividade tóxica a insetos em 1981 , novas perspectivas
do uso desta bactéria e de suas proteínas inseticidas foram vislumbradas. Entre
elas, está a possibilidade de se introduzir os genes de Bt codificadores das toxinas
nos genomas dos vegetais, permitindo a expressão contínua das proteínas em todos
os tecidos da planta e atingindo, assim, apenas os insetos-praga que se alimentam
dos tecidos . A primeira geração de plantas transgênicas resistentes a insetos foi
desenvolvida exatamente com o uso de genes codificadores de proteínas inseticidas
do entomopatógeno Bt (BOBROWSKI et al.,2003)

Estudos recentes indicam que algumas cepas da bactéria produzem


proteínas denominadas de parasporinas, não possuem ação paraguicida, mas
exibem ação citotóxica significativa frente a linhagens de células de câncer humano
e de animais. No entanto, são poucos os dados disponíveis na literatura a respeito
dessa ação contra linhagens de câncer colorretal e não existem estudos sobre seus
efeitos in vivo(RODRIGUES.,2012)

Nossos resultados mostram, pela primeira vez, que, apesar da atividade


antitumoral in vitro, a parasporina não combate o crescimento tumoral in vivo. Ao
contrário, a proteína se mostrou altamente tóxica, afetando fígado e baço, com
possível reflexo em outros órgãos, diminuindo a sobrevida dos animais tratados. Os
resultados indicam a necessidade de estudos para detoxificação ou melhor
manipulação da parasporina para uso terapêutico e abrem a perspectiva de análise
dos efeitos toxicológicos da exposição repetitiva de agricultores a essa toxina.
(RODRIGUES.,2012)

Vários estudos têm sido feitos utilizando-se como meio de cultivo para B.
thuringiensis águas residuais de indústrias e de estações de tratamento de água, tais
trabalhos têm apresentado bons resultados, e muitas produções em escala piloto em
várias regiões do mundo já utilizam tais resíduos (ANGELO et al., 2010)
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Bacillus thuringiensis é uma bactéria Gram-positiva comumente utilizada


no controle de vetores de doenças tropicais e pragas da agricultura. Apesar de seu
uso tanto na agricultura quanto em saúde humana, esta bactéria pode ser produtora
de enterotoxinas que estão presentes também em algumas linhagens de Bacillus
cereus, destacando-se a enterotoxina não-hemolítica (NHE), a hemolisina BL (HBL)
e a enterotoxina T (BceT), que têm sido relacionadas a surtos de intoxicação
alimentar relatados na literatura. Esta revisão relata a prevalência destas
enterotoxinas em linhagens de B. thuringiensis isoladas no Estado do Amazonas,
Brasil. (PESSOA et al., 2014)

A maioria dos produtos à base de B. thuringiensis encontrados no


mercado nacional é importada, o que causa aumento no preço final ao consumidor e
consequente diminuição da competitividade destes produtos em relação a inseticidas
sintéticos. Este quadro demonstra a necessidade de produção nacional de
formulações à base de B. thuringiensis, os quais poderiam ser empregados em
programas locais de controle de insetos, como sugerido por vários autores
(ANGELO et al., 2010)

2.2 CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS

Pertencente à família Bacillaceae, a qual engloba a maioria das espécies


formadoras de esporos, B. thuringiensis é um bastonete Gram-positivo, com célula
vegetativa de 1,0 a 1,2 µm de largura por 3,0 a 5,0 µm de comprimento, geralmente
móveis. O esporo desta bactéria possui formato elipsoidal e localiza-se na região
central ou paracentral quando no interior da célula-mãe. A espécie é aeróbia não
estrita com faixa de temperatura de crescimento entre 10 e 45 °C. B. thuringiensis
apresenta um amplo complexo enzimático, o que lhe permite utilizar uma variedade
de substratos. A principal característica que distingue a espécie das outras do
mesmo gênero é a presença intracelular de um cristal protéico, cuja produção foi
descoberta somente em 1953 por Hannay (ANGELO et al.,2010)

2.3 MODO DE AÇÃO

A produção de cristais protéicos representa uma característica típica de B.


thuringiensis e, em geral, ocorre durante a esporulação. Estes cristais apresentam
atividade entomopatogênica para várias espécies de insetos, destacando-se as
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Ordens dos lepidópteros, dípteros e coleópteros. Porém, há subespécies de B.


thuringiensis que apresentam cristais tóxicos contra insetos das Ordens
Hymenoptera, Hemiptera, Orthoptera, Phthiraptera e também para alguns
nematóides, protozoários e ácaros.(ANGELO et al.,2010)

Os cristais de B. thuringiensis são formados principalmente por proteínas


denominadas Cristal (Cry), antigamente conhecidas como δ-endotoxinas.(ANGELO
et al., 2010)

As proteínas Cry são sintetizadas na forma de protoxinas. Desta forma,


sua ação depende de processos de ativação, que ocorrem no interior do aparelho
digestório do inseto. Atualmente, há dois modelos, baseados em dados
experimentais, que explicam o modo de ação das toxinas Cry. As primeiras etapas
desses dois modelos são idênticas: após a ingestão dos cristais, esses são
solubilizados no intestino do inseto, local com pH alcalino, liberando as protoxinas
que são clivadas por proteases do próprio inseto, resultando em toxinas ativas, com
cerca de 60 a 70% do tamanho da protoxina. A toxina ativa é capaz de ligar-se a
receptores específicos presentes nas microvilosidades das células intestinais do
inseto(ANGELO et al., 2010)

A formação de proteínas Cry é determinada por genes denominados cry e


uma mesma linhagem de B. thuringiensis pode conter um único gene cry ou várias
cópias de um mesmo gene, ou mesmo vários genes cry diferentes, determinando a
formação de diferentes proteínas Cry, que podem compor um ou mais cristais
intracelulares. (ANGELO et al., 2010)

Além das toxinas, o esporo de B. thuringiensis também contribui para sua


toxicidade, pois estes podem germinar no interior do inseto-alvo, ocasionando
septicemia; ou potencializando o efeito das toxinas em uma ação sinergística.
(ANGELO et al., 2010)

Essas toxinas são altamente específicas aos seus insetos-alvo, inócuas


ao ser humano, 9 vertebrados e plantas e tem efeito não poluente ao meio ambiente,
por serem completamente biodegradável (COSTA.,2014)
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B. thuringiensis estaria envolvido em surtos de doenças gastrointestinais,


e através de diferentes técnicas aplicadas, como a PCR e kits de diagnóstico
molecular como Oxoid (para o componente L2 de HBL) e Tecra Via (para a proteína
NheA de NHE), ficou demonstrado que algumas linhagens eram capazes de produzir
enterotoxinas e de possuírem genes que estão envolvidos em enteropatogenias
provocadas por Bt.(PESSOA et al.,2014)

Na literatura tem-se referência que algumas linhagens de B. thuringiensis


apresentam enterotoxinas que são compostas pela hemolisina BL (HBL), pela
enterotoxina não hemolítica (NHE) e pela enterotoxina T (BceT ou bc-D-ENT), e que
são codificadas pelos genes hbl, nhe e bceT, respectivamente. Estas mesmas
enterotoxinas são produzidas por linhagens de B. cereus e são relatadas por
estarem envolvidas em surtos de intoxicação alimentar do tipo diarréico,
notadamente as enterotoxinas NHE e HBL ,que apresentam muitos casos relatados
na literatura e, por isso, são as que mais possuem estudos publicados.(PESSOA et
al., 2014)

2.4. SINTOMAS

. As enterotoxinas, diferente das endotoxinas, são toxinas liberadas por


um determinado micro-organismo no intestino. Geralmente, as enterotoxinas são
frequentemente citotóxicas e destroem tecidos pela alteração da permeabilidade das
células epiteliais da parede intestinal. Elas são, na maioria das vezes, formadoras de
poros, secretadas pelas bactérias, que se reúnem para formar poros nas
membranas celulares e, com isso, ocasionar a lise e morte celular.(PESSOA et
al.,2014)

As enterotoxinas afetam as células que revestem o trato gastrointestinal e


como resultado as células epiteliais secretam grandes quantidades de líquidos e
eletrólitos. Estas proteínas produzidas por algumas espécies bacterianas é a causa
mais comum da intoxicação alimentar(PESSOA et al.,2014)

A morte das células que formam uma barreira entre o lúmen intestinal e o
tecido que as circundam, causa fluido intersticial,que é composto por água e
eletrólitos sendo que o vazamento deste material para dentro do trato intestinal
causa a diarreia. As contrações musculares normais são alteradas, levando a uma
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diarreia intensa que pode ser acompanhada de vômitos. As enterotoxinas que


podem ocasionar vômitos são conhecidas como toxinas eméticas(PESSOA et
al.,2014)

Alguns micro-organismos secretam enterotoxinas, tais como Escherichia


coli O157:H7, Clostridium perfringens, Vibrio cholerae, Staphylococcus aureus,
Yersinia enterocolitica, Helicobacter pilori e algumas amostras de Bacillus cereus
(PESSOA et al.,2014)

2.5.TRATAMENTO E PROFILAXIA

As intoxicações alimentares produzidas pelas enterotoxinas constituem-se


em um problema mundial e tem uma estreita relação com os hábitos alimentares
regionais.(PESSOA et al.,2014)

Portanto uma boa limpeza dos alimentos , e um cuidado maior com a as


mãos de quem prepara o alimento também e fundamental para eliminar alguns
patógenos , evitando assim uma contaminação.

O tratamento com bactérias geralmente é feito com antibióticos


administrados por algum profissional capacitado.

Ressalta-se, entretanto, que o sucesso do trabalho com antibióticos


somente pode ser obtido após o isolamento, identificação e realização de testes de
sensibilidade das bactérias. Por causa da fitotoxicidade e alto custo do tratamento,
os antibióticos devem ser utilizados apenas para contaminantes específicos das
culturas, pois somente as bactérias que estiverem dentro do espectro de ação de
cada antibiótico serão controladas(PEREIRA et al., 2003)

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Bacillus thuringiensis é uma bactéria bem versátil , tendo bons resultados


na aplicação do seu gene em tecido vegetal , visando uma autodefesa da planta ao
ataque de insetos e elaboração de bio-defensivos para aplicação foliar.No
tratamento de águas contaminadas também obteve bons resultados, onde varias
regiões do mundo já fizeram o uso também no controle de insetos vetores de
doenças como aedes aegypti confirmando seu potencial.Com a descoberta das
parasporinas foi dado um novo rumo de pesquisa , porém sua viabilidade foi
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observada apenas in vitro sendo necessário isolamento de outras toxinas contidas


na bactéria para viabilizar o uso humano e uma melhor manipulação do princípio
ativo.

4. REFERÊNCIAS

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