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Formação_Programa Ensino Integral

GUIA DE APRENDIZAGEM

São Paulo, 10 e 11 de maio de 2018


Agenda

DIA 2
DIA 1
8h às 8h45 - Recepção 8h às 8h30 - Recepção
8h45 - Abertura 8h30 – Fala de Acolhida
9h – Bases e Fundamentos 8h40 – Guia de Aprendizagem
10h - Café 10h - Café
10h30 – Bases e Fundamentos + 10h30 – Orientação de Estudos + Eletivas
Acolhimento 12h30 - Almoço
12h30 - Almoço 13h50 – Tecnologia de Gestão Educacional (TGE)
13h50 – Projeto de Vida 15h - Café Tarde
15h - Café Tarde 15h30 - Tecnologia de Gestão Educacional (TGE)
15h30 – PV + Tutoria 17h30 - Término
17h30 - Término
Guia de Aprendizagem
O seu conceito

É um recurso metodológico que se destina a orientar processos de planejamento e


acompanhamento pedagógico de maneira objetiva em três âmbitos distintos: professor,
estudante e famílias.
O seu conceito

• apoiar as famílias no acompanhamento do


Famílias roteiro de ensino/aprendizagem dos
estudantes.
Por que usar o Guia de Aprendizagem

Para apoiar a gestão dos processos pedagógicos na obtenção dos resultados pretendidos na
formação dos estudantes.
A relação entre o
Guia de Aprendizagem e
os Princípios
Pedagógicos
Projeto de Vida
éa
centralidade
do Modelo
Como se organiza
o Guia de Aprendizagem
O seu modus operandi

• Elaborados no início de cada período (bimestre ou trimestre) para cada disciplina e por cada
professor;
• Publicados nos murais de cada sala de aula;
• Validados pelos Coordenadores de Área;
• Orientados pela Coordenação Pedagógica e executados pelos professores;
• Devem ser objetivos, claros, simples e práticos.
O Guia de Aprendizagem

• Orienta objetivamente o processo de ensino e de aprendizagem de cada disciplina;

• Indica as atividades de docência, as atividades de grupo e os estudos individuais;

• Indica, sugere e orienta as atividades;

• Aponta as fontes de referência e de pesquisa;

• Sugere as atividades complementares, temas transversais e os valores a serem trabalhados


no período.
O Guia de Aprendizagem
O conteúdo deve ser apresentado sobre um tripé

• Conceitos e os temas que serão desenvolvidos durante o período;

• Procedimentos necessários à apreensão do conteúdo (estratégias, métodos e técnicas),


fontes de consulta, atividades complementares;

• Atitudes observáveis esperadas e resultantes das estratégias, métodos e técnicas aplicadas


durante o processo de ensino-aprendizagem.
O Guia de Aprendizagem
Seleção e aplicação das atividades complementares

a) Apenas as que complementam os conteúdos, de forma clara e explícita.


b) Devem ser incorporadas ao contexto do período (bimestre ou trimestre).
TIPOS:
C – CONSOLIDAÇÃO: atividades que acentuam a importância de temas ou conceitos
tratados na aula.
R – REFORÇO: atividades que motivem e ajudem com melhor compreensão e aceitação
do conteúdo.
A – AMPLIAÇÃO: atividades que por sua amplitude ou características não podem fazer
parte diretamente da docência na sala de aula, mas que, pela sua importância e
atualidade, devem ser conhecidas pelos jovens.
Um modelo
Um modelo
Como assegurar a
eficácia da gestão dos
processos pedagógicos
O Guia, por si só, não garante resultados!

O Guia precisa ser:

• Planejado
• Executado como planejado (*)
• Acompanhado
• Monitorado
Quem faz o quê no Guia de Aprendizagem?
Quem O que Onde

Diretor Monitora Na escola (*)

Plano de Ação da Escola


Coordenador Monitora Na escola
Aprendizagem

Pedagógico
Guia de

Valida
Coordenador de Na área
Acompanha
Área
Monitora
Planeja
Professor Executa Na sala de aula
Acompanha
Monitora
Para tanto, é preciso que a equipe escolar:

• Alinhe as formas de acompanhamento do Guia de Aprendizagem


em sala de aula
• Defina e valide um instrumento de acompanhamento da sala de aula
• Utilize os espaços de reunião coletivas para alinhar as ações e as atitudes
Que venham as
perguntas
Referências Bibliográficas
BOURDIEU, Pierre; CHAMPAGNE, Patrick . Os excluídos do interior. Em: Escritos de Educação. Maria Alice
Nogueira e Afrânio Catani (organizadores) – Petrópolis, RJ: Vozes, 6a edição. 1998 pp 217-228

ICE- Escola da Escolha: Cadernos de Formação. Recife, 2015.

SASSAKI, ROMEU K. – Avaliação da aprendizagem no contexto da inclusão - 2007

SÃO PAULO (ESTADO). Ministério Público. Guia prático: o direito de todos à educação: diálogo com os
Promotores de Justiça do Estado de São Paulo/Ministério do Estado de São Paulo – São Paulo: MP-
SP,2011
Obrigada.
Formação_Programa Ensino Integral
Orientação de Estudos
São Paulo, 10 e 11 de Maio de 2018
O que é
Orientação de
Estudos

http://circlesfordialogue.com/wp-content/uploads/2014/09/1.LEFT-RIGHT-BRAIN.-PICTURE.-8TH-SEPTEMBER.-ARABELLA.jpg
Orientação de Estudos

É uma Metodologia de Êxito oferecida ao estudante para que


usufrua de condições (tempo, ambiente e recursos) e
desenvolva habilidades que o apoiem a aprender sobre o que
é estudar, por que estudar e como estudar, priorizando e
direcionando a sua aprendizagem de acordo com os seus
interesses e necessidades.
Por que o
Orientação de
Estudos na Escola?
Não basta estudar
em casa?
Por que estudar na escola?

Em geral os estudantes não dispõem em casa das condições necessárias para realizar os estudos
(tempo, ambiente e recursos).

Os estudantes, em sua maioria, traduzem estudos por realização de tarefas (e não são a mesma coisa);

Quando estuda, o educando cria outras oportunidades de aprender, desenvolve novas habilidades e
pratica o exercício do “aprender a aprender” – fundamental para o cultivo do desejo de continuar a
estudar ao longo da vida.

A Orientação de Estudos foi concebido a partir da necessidade de ensinar os estudantes a aprender a


estudar por meio de técnicas de estudo e do reconhecimento da importância de criar uma rotina na
escola que contribuisse para a melhoria da aprendizagem.
O que é estudar?
Estudar é diferente de:

Ler Copiar Fazer tarefa


O que é estudar?

Estudar é um processo consciente


e deliberado para analisar um
objeto, fazê-lo próprio e poder
(re)produzi-lo no futuro.
Estudar requer do estudante…

Iniciação e método de trabalho

- O QUE devo fazer? A elaboração de uma agenda pessoal, as prioridades e


as necessidades de estudos.
- QUANDO devo fazê-lo? Os horários e as rotinas.
- COMO devo fazê-lo? Os materiais , os métodos e as técnicas utilizadas.
Estudar exige do estudante…
Tempo e esforço

Para o estudante, é preciso existir sentido e significado na realização dos


seus estudos. Assim, ele dedicará tempo, agirá com determinação e
responsabilidade diante dos seus compromissos acadêmicos.

Mito: Estudar muito é o mesmo que estudar corretamente!


Estudar implica em…
Confrontar-se com novos materiais para

▪ Interpretá-los

▪ Assimilá-los

▪ Retê-los

▪ Expressá-los em qualquer situação da vida


Orientação de Estudos

Para isso tudo isso é necessário


oferecer espaços e tempos para
que o estudante possa, ele
próprio, empreender esforços
para atuar diante da sua
aprendizagem
Orientação de Estudos e os Quatro Pilares da
Educação
OE estimula o desenvolvimento de habilidades cognitivas como a capacidade de compreensão,
análise e síntese e da capacidade de trabalho metódico e sistematizado. É ilustrada nas
habilidades metacognitivas do Pilar do Aprender a Aprender.

Refere-se à busca permanente e insaciável de conhecimento pelo


homem. Relaciona-se com a aprendizagem para, pelo e no trabalho.

Relaciona-se com as habilidades didáticas e com a capacidade de


desenvolver continuamente os próprios potenciais ao longo da vida.

Trata-se de preparar o ser humano a produzir conhecimento e não


apenas a assimila-lo.
Na Orientação de Estudos, os estudantes são
incentivados à

Solidariedade Cooperação Socialização


Orientação de Estudos e
Protagonismo

A sala de aula é um ambiente de estudo cotidiano onde a experiência e a troca de


conhecimentos é comum a todos em seus distintos níveis de apropriação .
A monitoria acadêmica é uma das mais genuínas práticas do jovem protagonista solidário.
Ao colocar a disposição de um colega o seu tempo, talento e conhecimento, se dispoõe a
fazer (com o que sabe) parte da solução do problema do seu colega (que ainda não sabe).
Orientação de Estudos e as habilidades
desenvolvidas
Orientação de Estudos e Projeto de Vida

Apoia o Projeto de Vida porque:


- desenvolve competências que permitem ao estudante aprender a fazer escolhas, a
priorizar ou direcionar a sua aprendizagem de acordo com os seus interesses e
necessidades;
- organiza a rotina de estudo e ensina a estudar por meio do planejamento e apoio para a
organização e execução de atividades de uma agenda pessoal;
- é estruturante para o processo de elaboração do Projeto de Vida durante as aulas do 2º
ano porque trabalha habilidades de planejamento;
- Exercita a sua capacidade de iniciativa e determinação e o autoconhecimento pois o
estudante conhece melhor suas dificuldades e aprende a buscar apoio para a
realização dos seus ideais;
Orientação de Estudos e a organização didática

Se realiza semanalmente, sendo recomendado 4h para cada


série/turma.

Um conjunto de aulas é regido por um professor que ajuda a instalar a rotina de


organização e planejamento de estudos na vida dos estudantes.

As aulas podem ocorrer em diferentes espaços educativos da escola, desde que


asseguradas as condições e atendidas as necessidades de aprendizagem dos estudantes

Atenção às necessidades dos estudantes é fundamental para que seja oferecido o apoio
adequado. Ao final das aulas, é esperado que os estudantes aperfeiçoem continuamente
as suas habilidades a partir do que exercitaram e aprenderam.
Orientação de Estudos e o Líder de Turma
O Líder de Turma pode assumir, com supervisão e apoio do professor, a condução do
O Plano de Estudos é um importante
instrumento de diálogo e negociação Plano de Estudos.
entre professores e estudantes É uma maneira de favorecer o desenvolvimento de habilidades como planejamento,
organização, argumentação, negociação.
Orientação de Estudos
3 pilares fundamentais

ESTILO DE VIDA - alimentação saudável, atividade física, adequada postura corporal, necessária
quantidade de horas de sono.

PLANEJAMENTO - atenção e concentração, descanso e relaxamento

RESPONSABILIDADE - cuidados com os materiais, gerenciamento do tempo, rotina e regularidade nos


estudos.
Orientação de Estudos e sua estrutura

A Orientação de Estudos se organiza por meio de um conjunto de 5 aulas que orientamos estudantes sobre

procedimentos básicos para organização pessoal e preparação para estudar.

Encerrado esse curto ciclo de 5 aulas, os tempos disponíveis são destinados para a realização dos estudos

coletivos ou individuais, atendimentos dos compromissos acadêmicos prescritos pelos professores e etc;

O seu objeto é o desenvolvimento da responsabilidade e organização pessoal, do aprendizado e domínio de

um conjunto de técnicas de estudos, de competências cognitivas e de habilidades sociais e emocionais.


Orientação de Estudos e as suas aulas
Orientação de Estudos - avaliação

• A parte diversificada não implica em reprovação do estudante, conforme legislação, mas isso não
prescinde a avaliação;
• A Orientação de Estudos é um componente curricular previsto na matriz e se submete aos
regimentos legais;
• A frequencia deve ser registrada e contabilizada para efeito da frequência geral do estudante;
• Cabe à SEE arbitrar quanto à atribuição de notas ou conceitos, de acordo com as suas diretrizes.
Orientação de Estudos
As prioridades e articulação com a BNCC

• A priorização do que deve ser estudado está relacionada aos indicadores de desempenho
dos estudantes.

• A equipe escolar faz uso do Modelo de Gestão para que o Modelo Pedagógico (na articulação
entre Base Nacional Comum e Parte Diversificada) aponte a direção para que os estudantes
superem possíveis dificuldades e/ou potencializem o que já sabem, mediados pelo professor
de Orientação de Estudos.
Que venham as
perguntas
Referências Bibliográficas
• BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Lei Federal n.º 9.394, de 26/12/1996.
• ICE- Escola da Escolha: Cadernos de Formação. Recife, 2015.
• IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Educação inclusiva : o que o professor tem a ver com isso? / Marta Gil, coordenação ; texto de
apresentação do Prof. Hubert Alquéres. - - São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo : Ashoka Brasil, 2005.
• MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Ensinando a turma toda - as diferenças na escola http://www.bancodeescola.com/turma.htm (Acessado em
16/11/2014 as 09:12)
• MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Orientações curriculares
para o ensino médio: vol.2. -Brasília: MEC, 2006.
• MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Parâmetros curriculares nacionais – bases legais (ensino médio). Brasília,
2000. Parte I - Bases Legais.
• Orsati FT. Acomodações, modificações e práticas efetivas para a sala de aula inclusiva. Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(107):213-22.
• SECRETARIA MUNINCIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO. GENTE - Ginásio Experimental de Novas TecnologiasEducacionais André Urani.
2013.
• Princípios Orientadores do Desenho Universal da Aprendizagem. Traduzido de http://www.udlcenter.org/aboutudl/udlguidelines
Obrigada.
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ELETIVAS
São Paulo, 10 e 11 de Maio de 2018
Atividade prática
Atividade Prática

• Por que Eletivas no


currículo do Ensino
Médio?
O Currículo e a Parte
Diversificada
Tratar o currículo de maneira integrada

Implica assegurar que a sua Parte Diversificada ganhe robustez e lugar


ao lado das disciplinas da BNCC

Para a efetivação da Parte Diversificada, foram concebidas


Metodologias de Êxito que compõem a tecedura do fazer pedagógico.

Elas não são elementos à parte ou complementares ao currículo escolar,


mas o currículo em sua plenitude.
A diversificação do currículo –
a relação com a BNCC
A Parte Diversificada
Diversificada enriquece,
enriquece, aprofunda
aprofunda eecomplementa
complementaaaBNCCBase pelo
Nacional
estudo
Comum
de temas,
Curricular
conteúdos
por meio
e áreas
do
estudo
na consideração
de temas,das
conteúdos,
características
áreasregionais
na consideração
e locais da
das
sociedade,
características
da cultura,
regionais
da economia
e locais da
e dasociedade,
comunidade
da
cultura, da economia e da comunidade escolar.
escolar.

Atravessa todos os tempos e espaços curriculares que constitui o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
Atravessa todos os tempos e espaços curriculares que constitui o Ensino Fundamental e o Ensino Médio.
Interage de
Interage de maneira
maneira intensa
intensa com
com aa BNCC
BNCC no
na âmago
geraçãododeprocesso de constituição
conhecimentos e valoresdee conhecimentos e valores
é fundamental para que
dos
o estudantes
currículo e ésentido
tenha fundamental para que o currículo faça sentido.
e significado.
A diversificação do currículo –
Por que?
A Parte Diversificada enriquece, aprofunda e complementa a Base Nacional Comum Curricular por meio do
A PartedeDiversificada
estudo tem grande
temas, conteúdos, importância
áreas na porque
consideração apenas os componentes
das características regionais e curriculares da BNCC,
locais da sociedade, da
isoladamente, não asseguram a ampliação
cultura, da economia e da comunidade escolar. do repertório cultural, intelectual, social e moral dos
estudantes, sobretudo diante da imensa tarefa de formação na atualidade e do compromisso de leva-lo à
construção do projeto mais refinado de sua vida: o seu Projeto de Vida.

Para isso é necessário oferecer espaços e tempos para que o estudante possa ele próprio empreender
esforços para atuar diante da sua aprendizagem porque para formar alguém autônomo, solidário e
competente é preciso reconceitualizar a prática pedagógica e tratá-lo como sendo fonte de iniciativa,
liberdade e compromisso.
A diversificação do currículo – Como?

Os componentes da Parte Diversificada devem operar por meio de procedimentos teóricos e metodológicos
para favorecer a experimentação de atividades dinâmicas, contextualizadas e significativas nos diversos
campos das ciências, das artes, das linguagens e da cultura corporal.

Eles exercem o papel de articuladores entre o mundo acadêmico, as práticas sociais e ampliam, enriquecem,
aprofundam e diversificam o repertório de experiências e conhecimentos dos estudantes.
As Eletivas
O que são as Eletivas?
O que são as Eletivas?

São componentes curriculares de abordagem interdisciplinar oferecidos na


Parte Diversificada do Currículo, cursadas semestralmente e de livre escolha pelo estudante.

• oferecidas a cada semestre e realizadas semanalmente em duas aulas sequenciadas;


• escolhidas pelos estudantes a partir de um “cardápio” de temas propostos pelos próprios estudantes
e/ou pelos professores;
• de livre escolha, mas tem caráter obrigatório;
• os estudantes não são organizados em séries ou turmas, mas pelas Eletivas que escolheram;
• integram mais de um componente curricular e/ou área de conhecimento;
• “batizadas” com títulos criativos e atrativos para despertar a curiosidade do estudante;
• de caráter essencialmente prático, são encerradas com uma Culminância no final do semestre.
O que objetiva a oferta das Eletivas?

• enriquecer,
• ampliar e/ou
• diversificar temas, conteúdos ou áreas do conhecimento que os componentes curriculares do Núcleo
Comum não asseguram na sua plenitude no cotidiano escolar, tendo como eixo metodológico a
interdisciplinaridade.
As Eletivas e sua relação com a BNCC

Necessariamente, as Eletivas devem possibilitar ao estudante:


• A ampliação, diversificação e/ou aprofundamento de conceitos, procedimentos ou temáticas de
uma disciplina ou área de conhecimento que não são garantidas no espaço cotidiano disciplinar.
• O contato com novos conhecimentos, novos desafios e múltiplas linguagens, considerando a
importância do enriquecimento das vivências na escola para o pleno processo de construção e
consolidação de sua identidade cultural e social.
As Eletivas e sua relação com as habilidades
socioemocionais
Por suas características, as Eletivas possibilitam ao estudante:
• o exercício da escolha e participação como sujeitos ativos em todo o Entusiamo
processo;
• a prática de habilidades colaborativas é essencial para que a pessoa Autocontrole Determinação
desenvolva atitude cidadã e responsabilidade diante de sua família, de seu
grupo ou da sociedade em geral;
• o trabalho em regime de colaboração cria a oportunidade de ter
simultaneamente muitas pessoas atuando em torno de uma única tarefa.
Isso exige a flexibilidade para confiar nas pessoas com quem se está Otimismo Curiosidade
trabalhando, em encoraja-las para fazer o melhor e não apenas para
realizar a tarefa.

UM EXEMPLO: O simples fato de decidir por uma Eletiva e não por outra,
Gratidão Inteligência
leva o estudante a exercitar a sua capacidade de escolha com base num
social
processo constituído por critérios, valorando o que lhe interessa e o que
lhe importa naquele momento de sua vida escolar e, ao mesmo tempo, Força de
entende que sua escolha não o impede nem o limita a aprender sobre as vontade
demais áreas do conhecimento.
As Eletivas e sua relação com as habilidades
socioemocionais
Atitude colaborativa ajuda a criar laços fortes e a trabalhar em equipe.

Mente aberta ajuda a explorar o mundo e favorece o aprendizado e a adaptação a novas ideias, ambientes e desafios.

Liderança quando se atua em grupo requer a capacidade de influenciar ao invés de dirigir e comandar.

Motivação ajuda a concluir o que iniciamos e a atingir objetivos.

Curiosidade, criatividade e imaginação aperfeiçoam ou desenvolvem novas ideias e solucionam problemas.

Fazer boas perguntas é um elemento essencial para o pensamento crítico e para a capacidade de resolver problemas;

Lidar com as emoções ajuda a gerenciar melhor o fracasso e possíveis perdas, de maneira a nos tornar resilientes ao
enfrentar obstáculos e dificuldades.
A comunicação efetiva de maneira clara e concisa, com foco e objetivo, vigor e entusiasmo com o vocabulário adequado e
o emprego correto das regras gramaticais, tanto na forma oral como escrita;

A tomada de decisões exige um comportamento responsável com base em padrões éticos, em adequadas normas sociais
e no respeito pelos outros.
As Eletivas e sua relação com o currículo

Rompem com a concepção de atividade


“extra-curricular” e de projetos
complementares

Os estudos estão organicamente integrados


ao currículo

Trabalha com estudos focalizados em


situações-problemas
As Eletivas e sua organização no currículo

Situações didáticas diversificadas

Desenvolvimento e consolidação das áreas


de conhecimento

De forma contextualizada referindo práticas


sociais e produtivas
Alguns exemplos de
Eletivas
Um exemplo de Eletiva
Título: Moléculas ao Creme
Turmas: 1º ao 3º ano
Disciplinas envolvidas: Química e Física
Justificativa: Com a recente explosão de interesse pela culinária surge também a oportunidade de traduzir os princípios químicos e
físicos que determinam as propriedades e o comportamento dos nossos alimentos. Há ciência por trás de cada alimento e de cada
instrumento usado para prepara-lo. E esse é um conhecimento importante, necessário e ainda muito distante da maioria das
pessoas, nas nossas casas e nas escolas.
Objetivo: Introduzir os conceitos químicos e físicos existentes por trás das atividades mais elementares do cotidiano alimentar.
Conteúdo: Propriedades do açúcar (porque o mascavo empedra mais? Por que chocolate derrete na boca?); propriedades do sal
(qual é o problema do sal?); fogo e gelo (nem todo álcool evapora); líquido e certo (cerveja sem álcool tem álcool); as misteriosas
micro-ondas e a química na cozinha.
Metodologia: Realização de experimentos para responder as perguntas coletadas junto aos estudantes.
Recursos Didáticos: Alimentos e instrumentos de cozinha.
Proposta de Culminância: Criação de uma pequena cidade com pessoas vivendo situações cotidianas no supermercado,
restaurante, sala de jantar em residência e refeitório na escola.
Referencias Bibliográficas: Wolke, R. L. O que Einstein disse ao seu cozinheiro. Rio de Janeiro: J Zahar Ed, 2002.
Outros exemplos de Eletivas

Título: O andar do tonto: como o aleatório Título: Da savana à cidade...os encantos e


Determina nossas vidas. dores de cabeça dos vizinhos.
Disciplinas envolvidas: Matemática e História Disciplinas envolvidas: História e Arte
Conteúdo: As primeiras cidades não surgiram de um dia
Conteúdo: A teoria da aleatoriedade é fundamentalmente
para o outro. A transformação das aldeias em cidades foi um
uma codificação do bom senso, mas é também uma área desenvolvimento gradativo e natural que ocorreu quando o
em que grandes especialistas cometeram erros incríveis e estilo de vida agrícola sedentário se firmou ao longo de um
apostadores acertaram também. Para isso é preciso fazer período de centenas ou milhares de anos. Mas, se a
uso dos estudos de probabilidade por meio de repetições linguagem falada é uma característica natural da espécie
dos experimentos propostos para identificação da humana, a escrita, contudo, é um traço definidor da
civilização humana e teve de ser inventada no contexto da
frequencia de ocorrências e da probabilidade frequentista.
organização social.
A questão é que poucos de nós está preparado para lidar Proposta de Culminância: Realização de um jornal com as
com o aleatório em nossas vidas e por isso não percebemos suas várias edições e matérias.
o quanto o acaso interfere em nossas vidas cotidianamente.
Isso é ciência também.
Proposta de Culminância: Realização de uma
dramatização envolvendo os personagens
pesquisados.
Videos Eletivas

Exibição do vídeo das Eletivas “A Ciência na Cozinha” CEPI Cecília Meireles – Aparecida de Goiânia - GO
Exibição do vídeo das Eletivas “A Ciência na Cozinha”
E Exibição do vídeo das Eletivas da EE Ryoiti Yassuda, Pindamonhangaba/SP
O Planejamento das Eletivas
Como se organizam as Eletivas no
currículo e na escola?
Ter em mente a diversidade
de estudantes que
O Planejamento das Eletivas compõem a sala de aula.
Seus diferentes perfis são a
maior riqueza que este
encontro singular, mediado
pelo professor, pode
proporcionar.
• Quando?
Durante a semana de planejamento, a cada início de semestre.
• Quem?
Os professores iniciam as suas discussões em torno das áreas/temas/conteúdos a serem explorados, das
metodologias utilizadas e dos recursos didáticos requeridos sob a liderança do Coordenador Pedagógico. Esse
é um momento rico, permeado pelo debate das diferentes percepções das áreas sob os mesmos temas, tendo
um objetivo comum: o estudante.
• Qual é o conteúdo do planejamento?
O planejamento considera a definição das Eletivas, a elaboração do Mapa das Eletivas definidas, o “cardápio”
a ser apresentado aos estudantes, os procedimentos da inscrição etc.
• Como os professores se organizam?
É imprescindível que as Eletivas sejam propostas pela combinação de professores das diversas áreas
relacionadas ao tema e não por professores da mesma disciplina e/ou da mesma área de conhecimento.
O Planejamento das Eletivas

No aspecto metodológico, a recomendação é optar por uma


dimensão prática, onde o estudante “viva” literalmente a aplicação do conhecimento que produziu.

O título da Eletiva deve ser atraente, que chame a atenção do estudante, provoque a curiosidade em
torno do tema e desperte o desejo de “começar a conhecer” ou de “conhecer mais” sobre o que está
sendo proposto.
No Planejamento, considerar as Eletivas como
oportunidade para...
• ampliação do repertório de conhecimentos e experiências para além das diretrizes disciplinares;
• diversificação do menu de temas, de “coisas para se pensar a respeito”, “de coisas para se descobrir”,
“de coisas para saber mais”;
• estimular o desejo de aprender através do trabalho com temas pertencentes ao contexto real,
permitindo o aprender-fazendo, o pensar, o querer saber e o descobrir;
• enriquecimento do repertório de vivências culturais, artísticas, esportivas, científicas, estéticas,
linguísticas, etc;
• oportunidade de desenvolver nos estudantes um conjunto de habilidades essenciais que não estão no
estatuto das competências cognitivas apenas.
As Eletivas como estratégia de
apoio para o Nivelamento das aprendizagens

As Eletivas NÃO existem para servir ao Nivelamento. MAS, elas podem ser utilizadas como parte
das estratégias definidas para apoia-lo.
Para isso, os parâmetros para a sua proposição passam a ser:
• Os resultados das avaliações diagnósticas realizadas no início do ano letivo;

• O máximo de informações disponíveis sobre o histórico acadêmico dos estudantes e não apenas quanto às
suas dificuldades.
Exemplo de uma Eletiva proposta após o diagnóstico de que os
estudantes não haviam estudado Geometria nos Anos Finais do
Ensino Fundamental

• Título: O mundo que cabe na palma da minha mão

• Disciplinas envolvidas: Matemática e Artes

• Objetivo: Compreender que o mundo e seus objetos podem ser


representados concretamente.

• Serão realizados estudos em Matemática, relacionando conceitos de


medidas, proporcionalidade, geometria plana e Artes.

• Produto Final: Maquetes dos ambientes escolhidos pelos estudantes.


Para a Eletiva, elaborar o Mapa da
Eletiva!
Definidos e executados os passos, agora é necessário organizar as ideias, conceitos e informações
em torno de uma estrutura que conceituamos como Mapa da Eletiva.

TÍTULO - deve ser atraente e despertar o interesse dos estudantes


TURMAS – quais são as turmas envolvidas
DISCIPLINAS – sempre na perspectiva do eixo interdisciplinar
PROFESSORES – a depender da estrutura existente
JUSTIFICATIVA – a razão pela qual está sendo proposta
OBJETIVO - o que pretende ser alcançado
CONTEÚDOS - o que será explorado
METODOLOGIA - como se vai trabalhar
RECURSOS DIDÁTICOS - o que será necessário para executar a Eletiva
PROPOSTA PARA A CULMINÂNCIA - como o trabalho será apresentado no final
AVALIAÇÃO - constante e final
REFERÊNCIAIS BIBLIOGRÁFICAS – para o estudante e professor
O Cardápio das Eletivas

• O cardápio é apresentação do conjunto de Eletivas a serem


oferecidas aos estudantes naquele semestre e a partir do qual
eles farão as suas escolhas e suas inscrições;
• Ouvir os estudantes para a elaboração do “cardápio” é sempre
uma boa estratégia.
O Cardápio das Eletivas
Como elaborar o Cardápio das Eletivas
• Elaborado pelos professores, com enfoque interdisciplinar e a
partir dos temas, conteúdos e assuntos relativos às áreas e
disciplinas da BNCC nas quais se pretenda ampliar, enriquecer
ou diversificar o que os estudantes trazem como conhecimento;
• Os estudantes podem participar da proposição dos temas e
para isso devem compreender o conceito, os objetivos e como
se realizarão as Eletivas;
• Realizar uma grande escuta com uma ”caixa-megafone” exposta
no pátio da escola na semana de planejamento para que eles
depositem suas sugestões de temas pode ser uma boa
estratégia. Depois, é só recolher, categorizar e identificar se o
que foi proposto se alinha ao conceito de uma Eletiva.
A divulgação das Eletivas
• Finalizado o “cardápio” das Eletivas, ele deve ser exposto
e amplamente divulgado em diversos locais da escola
para que os estudantes conheçam o que será oferecido
naquele semestre;
• Os professores podem realizar “propaganda” nos
intervalos e nas salas de aula durante a semana de
inscrição.

Maneiras criativas para divulgar as Eletivas

• “Mídia humana”: professores se vestem como os personagens relativos às Eletivas que oferecerão.
• “Feira das Eletivas”: professores organizam no pátio da escola em várias mesas os materiais ilustrativos
(folders, cartazes etc.) e apresentam aos estudantes os conteúdos e objetivos propostos.
A inscrição nas Eletivas
• Após a divulgação das Eletivas, a Coordenação Pedagógica com o
apoio dos Coordenadores de Área orientão os estudantes na
inscrição que deve ser realizada de acordo com os seus
interesses;
• Os estudantes escolhem 3 Eletivas em ordem de preferência, em
formulário próprio contendo seu nome, série e espaço para as
suas opções;
• Finalizadas as inscrições, os estudantes são agrupados
indistintamente, em função das Eletivas que escolheram até o
total de vagas existentes.
• Preenchido aquele total, inicia o atendimento da segunda opção
dos estudantes até a formação das outras turmas de Eletivas e
assim sucessivamente.
A inscrição nas Eletivas

• Os estudantes se inscrevem nas Eletivas em função do


ELETIVA: seu interesse, independente da série que cursam;
O MUNDO É UMA
BOLA QUE • O horário das Eletivas é o mesmo para todas as séries,
REBOLA LÁ NO assegurando que estudantes de séries/turmas diferentes
CÉU
possam escolher a mesma Eletiva.
• São oferecidas tantas quantas forem possíveis as
combinações entre os professores e a quantidade de
estudantes a serem atendidos.
• Nenhum estudante deixará de ser inscrito numa Eletiva.
ELETIVA:
BACTÉRIA NUM
Ex: se existem 400 estudantes na escola e o limite por
MEIO turma é de 40 estudantes, então devem ser oferecidas no
É CULTURA mínimo 10 Eletivas.
DICA:
A parte diversificada não
Como avaliar as Eletivas? implica em reprovação do
estudante, conforme
A frequência do estudante legislação, mas isso não
prescinde a avaliação.

• As Eletivas são componentes previstos na matriz curricular e se submetem


aos regimentos legais;
• A frequencia deve ser registrada e contabilizada para efeito da frequência geral do estudante.

Outros critérios adicionais comumente utilizados


• Qualidade da participação do estudante nos processos de planejamento, execução e avaliação das
atividades;
• Envolvimento pessoal e disposição em contribuir com o grupo;
• Domínio do conteúdo;
• Aplicação do que aprendeu nas situações práticas.
DICA:
Os registros semanais
Como avaliar as Eletivas? dos professores e a
adoção de um
caderno/ diário
personalizado para as
Recomendação do ICE quanto à atribuição de nota nas Eletivas Eletivas é
recomendável.
• O objetivo é cada vez mais assegurar a plenitude da integralização entre as Eletivas e a BNCC. O
desenvolvimento dos estudantes nas Eletivas pode ser considerado para efeito da avaliação dos
componentes curriculares com os quais aquela Eletiva está mais diretamente ligado.
• Assim, o desempenho do estudante na Eletiva durante o semestre pode influenciar o resultado da
avaliação dos componentes X ou Y. O peso, cabe à SEE arbitrar.

Um exemplo: Numa Eletiva de Cinema serão estudados os princípios da óptica física e geométrica, da
estética da imagem e da linguagem por meio da elaboração de curta metragens e dos estudos das imagens
3D. O desempenho nesta Eletiva deve ser considerado em Física, Arte e Português (ou outra língua).
.
A Culminância das Eletivas
É um dia no qual a escola se prepara para expor o que foi produzido a toda comunidade escolar em clima de
compartilhamento de conhecimentos, de experiências, de aprendizados e de proposições de desafios para
avançar nos próximos períodos.
É um exercício rico de competências, que deverá ter sentido e significado por meio do conhecimento gerado
pelo e para os estudantes, nas diversas dimensões da vida.

Na Culminância todos os estudantes têm a oportunidade de:

• falar sobre o que aprenderam;


• fortalecer as bases acadêmicas que construíram;
• analisar as escolhas que fizeram e os valores que consolidaram;
• se expor à crítica pública e desenvolver a capacidade de argumentar.
A Culminância das Eletivas
Como apresentar os resultados no final do semestre?
O que acontece no próximo semestre?

• A cada semestre, o processo se repete;


• Eletivas que foram bem avaliadas podem ser oferecidas novamente;
• Os estudantes devem optar por Eletivas diferentes das que vivenciaram no período anterior, mesmo que
algumas delas sejam oferecidas novamente.
O papel e o perfil do
Educador
O papel do educador
• Gerar questionamentos, dúvidas e certezas temporárias;
• Criar a necessidade pela busca de respostas, sendo o estudante o empreendedor dessa busca;
• Compartilhar conhecimentos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam transformar o seu “querer
ser” em “ser”;
• Desafiar e estimular os estudantes, sempre!

O perfil do educador
• É curioso, idealista, criativo, pró-ativo, apaixonado pela construção do conhecimento e anseia por
novidades;
• Gosta de inovações, de pesquisar, de colocar em prática ideias diferentes;
• É capaz de estimular a curiosidade dos estudantes;
• Entende que seu papel é de educar o estudante em todas as suas dimensões;
• Acredita que a troca de conhecimento entre professores, professores/estudantes e entre estudantes é
fundamental para o enriquecimento do processo de aprendizagem.
Que venham as
perguntas
Referências Bibliográficas
• BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Lei Federal n.º 9.394, de 26/12/1996.
• ICE- Escola da Escolha: Cadernos de Formação. Recife, 2015.
• IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO. Educação inclusiva : o que o professor tem a ver com isso? / Marta Gil, coordenação ; texto de
apresentação do Prof. Hubert Alquéres. - - São Paulo : Imprensa Oficial do Estado de São Paulo : Ashoka Brasil, 2005.
• MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Ensinando a turma toda - as diferenças na escola http://www.bancodeescola.com/turma.htm (Acessado em
16/11/2014 as 09:12)
• MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Ciências da natureza, matemática e suas tecnologias. Orientações curriculares
para o ensino médio: vol.2. -Brasília: MEC, 2006.
• MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA. Parâmetros curriculares nacionais – bases legais (ensino médio). Brasília,
2000. Parte I - Bases Legais.
• Orsati FT. Acomodações, modificações e práticas efetivas para a sala de aula inclusiva. Temas sobre Desenvolvimento 2013; 19(107):213-22.
• SECRETARIA MUNINCIPAL DE EDUCAÇÃO DO RIO DE JANEIRO. GENTE - Ginásio Experimental de Novas TecnologiasEducacionais André Urani.
2013.
• Princípios Orientadores do Desenho Universal da Aprendizagem. Traduzido de http://www.udlcenter.org/aboutudl/udlguidelines
Obrigada.

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