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Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


CPF: 10027488608 - eduardobiulchi@gmail.com
SUMÁRIO
CAPÍTULO 1: INTRODUÇÃO..................................................................................................... 7

CAPÍTULO 2: CONHECENDO O POWER BI.............................................................................. 9

2.1 INTERFACE DO POWER BI DESKTOP..........................................................................................................10

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2.2 CARREGANDO OS PRIMEIROS DADOS......................................................................................................12

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2.3  CRIANDO OS PRIMEIROS GRÁFICOS........................................................................................................14

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CAPÍTULO 3: TRATAMENTO DE DADOS NO POWER QUERY................................................ 19

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3.1 ETL – O PROCESSO......................................................................................................................................20
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3.2 POWER QUERY EDITOR – A FERRAMENTA................................................................................................20


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3.3  CONECTANDO COM SUAS FONTES DE DADOS.....................................................................................21


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3.4 A INTERFACE DO POWER QUERY EDITOR.................................................................................................22


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3.5 PRIMEIRAS TRANSFORMAÇÕES.................................................................................................................23
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REMOVENDO LINHAS........................................................................................................................................24
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USAR A PRIMEIRA LINHA COMO CABEÇALHO..............................................................................................24

ADICIONAR COLUNA CONDICIONAL E PREENCHER..................................................................................25

FILTRANDO DADOS............................................................................................................................................27

3.6 TRANSFORMAR VS ADICIONAR COLUNA.................................................................................................28

3.7  ETAPAS DE TRANSFORMAÇÃO.................................................................................................................29

3.8  TIPOS DE DADOS........................................................................................................................................30

3.9  CARREGANDO OS DADOS.........................................................................................................................31

3.10  MAIS ALGUMAS TRANSFORMAÇÕES......................................................................................................32

DIVIDINDO COLUNAS........................................................................................................................................32

RENOMEANDO COLUNAS............................................................................................................................... 33

ALTERANDO TIPO USANDO LOCALIDADE................................................................................................... 34

CONVERTER LISTA EM TABELAS E EXPANDINDO DADOS......................................................................... 35

CONVERTER COLUNAS EM LINHAS................................................................................................................ 38

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4 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

MESCLANDO COLUNAS................................................................................................................................... 39

COMBINANDO VÁRIOS ARQUIVOS................................................................................................................ 40

3.11  CONCLUSÃO SOBRE O POWER QUERY EDITOR.....................................................................................42

CAPÍTULO 4: MODELAGEM DE DADOS E DAX...................................................................... 43

4.1  TABELAS FATO E DIMENSÃO.....................................................................................................................43

4.2  RELACIONAMENTOS..................................................................................................................................45

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GERENCIANDO RELACIONAMENTOS............................................................................................................45

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4.3 LINGUAGEM DAX.........................................................................................................................................48

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COLUNAS E O CONTEXTO DE LINHA.............................................................................................................49

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MEDIDAS E O CONTEXTO DE FILTRO............................................................................................................ 50


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MEDIDAS EXPLÍCITAS........................................................................................................................................ 53
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ORGANIZANDO AS MEDIDAS......................................................................................................................... 55
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4.4 COMPARANDO FATOS................................................................................................................................59
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GERANDO UMA DIMENSÃO A PARTIR DO FATO......................................................................................... 64


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4.5  DIMENSÃO TEMPORAL – A TABELA CALENDÁRIO..................................................................................67


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CÓDIGO M DA TABELA CALENDÁRIO............................................................................................................69

4.6  FUNÇÕES ITERANTES.................................................................................................................................74

4.7  CALCULATE E MUDANÇAS DE CONTEXTO..............................................................................................76

4.8 FUNÇÕES DE INTELIGÊNCIA TEMPORAL..................................................................................................78

MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR..........................................................................................................78

COMPARANDO COM OUTROS PERÍODOS........................................................................................... 79

FUNÇÕES DE REMOÇÃO DE FILTRO...............................................................................................................81

REMOVENDO TODOS OS FILTROS......................................................................................................... 83

REMOVENDO APENAS FILTROS INTERNOS.................................................................................................. 84

CAPÍTULO 5: RECURSOS VISUAIS.......................................................................................... 87

5.1  PLANO DE FUNDO......................................................................................................................................88

5.2  ADICIONANDO IMAGENS..........................................................................................................................90

ÍCONES..................................................................................................................................................................91

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 5

ALINHAR E DISTRIBUIR OBJETOS.................................................................................................................... 92

5.3  CAIXAS DE TEXTO......................................................................................................................................93

5.4  BOTÕES E NAVEGAÇÃO............................................................................................................................94

TEXTO DO BOTÃO..............................................................................................................................................95

CONTORNO.........................................................................................................................................................96

COR DE PREENCHIMENTO................................................................................................................................96

AÇÃO DE NAGEGAÇÃO.....................................................................................................................................97

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5.5  VISUALIZAÇÕES...........................................................................................................................................98

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CARTÃO............................................................................................................................................................... 99

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GRÁFICO DE LINHAS....................................................................................................................................... 100

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MAPA...................................................................................................................................................................102
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MATRIZ................................................................................................................................................................103
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FORMATAÇÃO CONDICIONAL.......................................................................................................................106
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SEGMENTAÇÃO DE DADOS........................................................................................................................... 108


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CAPÍTULO 6: PUBLICAÇÃO NO POWER BI SERVIÇO............................................................. 111


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COMPARTILHANDO O RELATÓRIO................................................................................................................ 113

INCORPORANDO O RELATÓRIO................................................................................................................... 113

EXPANDA O SEU HORIZONTE......................................................................................................................... 115

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AVISO LEGAL

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Nenhuma parte desse material, sem autorização prévia por escrito dos autores, poderá

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ser reproduzida ou transmitidas sejam quais forem os meios empregados: eletrônicos,

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mecânicos, gravação, impresso ou quaisquer outros.

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Todos os direitos reservados e protegidos pela lei 9.610 de 19/02/1998.
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Esse material pertence ao aluno do treinamento de Power BI – Módulo 1 realizado pela


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DATAB INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIA. Sua divulgação ao público não é permitida.


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Caso tenha recebido esse material por distribuição livre, o que é proibido, entre em contato
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com comercial@databinteligencia.com.br para denúncia.
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Todas as marcas e imagens de hardware, software e outros utilizados e/ou mencionados nesta
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obra, são de propriedade de seus respectivos fabricantes e/ou criadores.


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Esse material é de uso exclusivo do aluno

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CAPÍTULO

1
INTRODUÇÃO
Capítulo 1: INTRODUÇÃO

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O conteúdo abordado nesse material abrange o conteúdo sobre o software de business intelligence Microsoft

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Power BI Desktop e tem como principal objetivo complementar e solidificar o conhecimento obtido no
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treinamento de Power BI da DATAB Inteligência e Estratégia.
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Softwares de business intelligence são capazes de transformar grande volume de dados em dashboards
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analíticos e resumidos. Eles são configuráveis e capazes de executar automaticamente a rotina de coleta,
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tratamento , análise e visualização de dados. O termo BI começou a ser utilizado para tecnologia em meados
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de 1958. Proveniente das letras iniciais de business intelligence, foi atrelado a softwares capazes de transformar
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a forma como muitas informações eram consumidas no artigo “A Business Intelligence System” de Hans Peter
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Luhn. O cientista da computação, que naquele momento trabalhava para a IBM, descrevia os softwares de
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BI como sistemas automáticos desenvolvidos para propagar informações para diversos setores da economia.
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Suas pesquisas, dentre os desenvolvimentos de mais de 80 patentes, foram inicialmente aplicadas em


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softwares de análise da IBM.


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Atualmente, existem muitos softwares de business intelligence no mundo que oferecem a base das
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funcionalidades que um software dessa categoria deve oferecer, como análise de dados por meio de cálculos
utilizando diferentes linguagens, conexão às fontes externas de várias formas e visualização de dados com
gráficos específicos e com seu próprio design e configuração. Diante de todas as suas semelhanças e
diferenças, uma das mais relevantes no Power BI é a curva de aprendizado.

Talvez pela estratégia de disponibilização de alguns de seus recursos no Excel antes de seu lançamento
(Power Pivot e Power Query), mas certamente não só por isso, mas pela própria forma como foi logicamente
arquitetado, o aprendizado das linguagens e do processo de construção de projetos no Power BI é considerado
por nós um dos mais rápidos e consistentes, possibilitando resultados em uma velocidade superior a muitos
softwares da mesma categoria.

Uma pesquisa que respalda e transparece alguns dos motivos por que nós, como especialistas em business
intelligence, escolhemos o Power BI como principal software de BI é a publicada pela Gartner, empresa líder
mundial focada em pesquisa e consultoria em diversas áreas da tecnologia da informação. Todo ano um
relatório extenso e um gráfico resumindo-o, chamado de “Quadrante Mágico de Analytics e Plataformas
de Business Intelligence”, são publicados com análises de softwares de BI, sendo analisados 15 aspectos
críticos envolvendo infraestrutura, administração de dados, análise e criação de conteúdo, descobertas e
compartilhamento, facilidade de uso e retorno de investimento. Essas características são resumidas na figura a
seguir. O Power BI é identificado como “Microsoft” e está no quadrante da direta superior, ou seja, dos líderes
do mercado atualmente.

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8 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

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De acordo com a pesquisa da Gartner de 28 de fevereiro de 2018, o Power BI se posiciona como um dos
softwares com melhor custo-benefício. Dos clientes entrevistados, 12% apontaram o fator preço como
influenciador de sua escolha. Esse é o segundo aspecto mais importante para escolhê-lo como software de BI.

Além do preço, a facilidade de uso e a visualização de dados obtiveram 14% de influência. Segundo a Gartner
(2018), a estratégia da Microsoft é conhecida como five-by-five: cinco minutos para se cadastrar e cinco
minutos para impressionar clientes. A facilidade de criação de relatórios e painéis complexos é um dos seus
pontos mais altos.

Mais um fator que contribuiu para o Power BI obter tal posicionamento no quadrante é seu intenso roadmap
de desenvolvimento com aspirações e inovações aplicadas à análise de dados, como a linguagem natural
para criação de visões (P&R), compatibilidade com a Cortana e integração com várias aplicações externas
como o Office 365, Flow, Dynamics 365 e realidade virtual (com HoloLens ).

A experiência dos usuários é o quarto fator relevante a ser destacado no Power BI, avaliado como acima da
média pela sua disponibilidade baseada na nuvem (e adicionamos seu aplicativo para dispositivos móveis)
e capacidades de alto retorno para análise de dados com integração com o Azure. A comunidade forte ao
redor do Power BI também é destacada como um dos diferenciais: além dos materiais e documentações
providas pela Microsoft, há líderes de comunidades, como os Most Valuable Professionals (MVPs), pessoas
que contribuem para a propagação de suas funcionalidades e interação direta com usuários e suas dúvidas.

Diante desse cenário, o Power BI provê não apenas uma solução de business intelligence, mas uma das
mais completas em termos de recursos e envolvimento de usuários. Outros fabricantes possuem algumas
funcionalidades parecidas e também são promissores, mas de acordo com a Gartner, o Power BI se destaca
como o mais visionário, completo e simples de obter conhecimento para criar projetos de BI.

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CAPÍTULO

2
Capítulo 2: CONHECENDO O POWER BI
CONHECENDO
O POWER BI

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O Power BI é um software como serviço (SaaS) de Business Intelligence desenvolvido pela Microsoft que

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oferece recursos para tratamento, modelagem e análise de dados. Lançado em 24 de julho de 2015, ele é
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capaz de se conectar a diversas fontes de dados, realizar tratamentos de dados para adequá-los a análises
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utilizando uma linguagem chamada M e possui uma engine exclusiva para análise de dados utilizando a
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linguagem DAX. O produto de tratamentos e análises podem ser rapidamente aplicados em visualizações
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que são capazes de exibir os resultados dos cálculos para leitura e interpretação visual.
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Apesar de todas as possibilidades e escalabilidade, um dos lemas do Power BI é que são precisos apenas 5
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minutos para se impressionar com suas capacidades. É possível criar relatórios rapidamente em literalmente
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5 minutos e extrair as informações desejadas.


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Sua arquitetura e desenvolvimento começou nos times de produto do SQL Server Reporting Services (SSRS)
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da Microsoft. Entre muitas outras, uma das principais figuras responsáveis pelo planejamento e concepção
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do Power BI foi Amir Netz, arquiteto chefe da Microsoft que, juntamente com outros colaboradores,
desenvolveram o Vertipaq Engine, que é o motor da análise de dados no Power BI, a engine de dados referida
como “In-memory Column-Orientated”, o PowerPivot, Power View e muitas outras que foram registradas em
mais de 40 patentes.

Algumas das principais funcionalidades do Power BI foram inicialmente lançadas no Microsoft Excel, um
software de planilha eletrônica altamente utilizado em empresas ao redor de todo o mundo, com estimativa
de usuários que ultrapassam a casa dos bilhões. No formato de suplementos e chamados de Power Query,
PowerPivot e Power View, ao executar sua instalação (ou habilitá-los), as possibilidades de execução de
tratamentos e análises de dados no Excel foram expandidas a um nível sem precedentes para um software de
planilha eletrônica.

Ainda hoje, os suplementos continuam disponíveis no Excel e avaliamos que a possibilidade da usabilidade
prévia nele foi um dos fatores, além de muitos outros, que contribuíram para a rápida aceitação do Power BI
no mercado de business intelligence. Além do Excel, também encontramos a mesma arquitetura de análise
de dados no SSAS (SQL Server Analysis Services), que é mais utilizado entre profissionais de TI.

Outro fator relevante foi o posicionamento de preço como SaaS. Com o mercado dominado por fabricantes
que estavam há mais de 10 anos nessa categoria, o Power BI disponibilizou diferentes patamares de valores,
começando com a opção gratuita, que habilita a utilização de todas as funcionalidades de desenvolvimento
no Power BI Desktop sem limitações de recursos. A próxima faixa de preço foi disponibilizada ao menor
preço praticado no mercado por um software com essas funcionalidades: $9,99 dólares por usuário por mês,
expandindo capacidades de compartilhamento, agendamento de atualizações automáticas e muitos outros
recursos. A escalabilidade vai até soluções dedicadas com o licenciamento Premium, que atualmente é a
partir de $4.955,00 dólares por mês dependendo da quantidade de usuários frequentes e de nós dedicados,
além da possibilidade de utiliza-lo on-premises com o Servidor de Relatórios.

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10 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

O Power BI se posicionou com o conceito de “self-service BI”, ou seja, suas ferramentas estão disponíveis
para diversos níveis de uma organização: não só para profissionais de TI, como também para analistas de
negócios e executivos. Cada um em seu nível de usabilidade, que pode ser escalonado desde especialistas,
que dominam as linguagens M e DAX, seu gerenciamento e compartilhamento, bem como à usuários que são
capazes de criar seus próprios relatórios rapidamente e sem conhecimentos profundos, iniciando do patamar
zero ou a partir da fundação criada previamente pelos especialistas, com as bases conectadas e tratadas e
cálculos complexos realizados.

Muito se discute sobre a alta disponibilidade do software e suas influências em governança de dados. As
empresas estão se adaptando a esse novo conceito, que surge não apenas com o Power BI, e sim com a
“nova” era de acessibilidade que ferramentas de outros fabricantes também aderiram.

Em uma época não muito distante e ainda praticada por alguns fabricantes, o software de business intelligence

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era responsabilidade do setor de tecnologia da informação. Essa responsabilidade era não só na questão

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administrativa, mas também na criação de relatórios. Desse modo, observações de segurança, padronização

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e controle poderiam ser aplicados obedecendo fatores importantes, como COBIT e ITIL relacionados a esse

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assunto. Ao permitir que um analista de negócios conecte-se aos dados e tenha liberdade de criação, é

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preciso adaptar essa segurança a um nível mais amplo e acessível além da TI. Essa é a adaptação referida

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anteriormente e a Microsoft possui diversas documentações para auxiliar empresas a passarem por ela e
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implantar projetos de business intelligence utilizando o Power BI com sucesso.


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Desde seu lançamento, o Power BI recebe atualizações mensais com novas funcionalidades e é um desafio
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acompanhar todas, de tão intenso e movimentado que são os desenvolvimentos e a comunidade. Outro
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fator que contribuiu com seu sucesso é a atuação da Microsoft em conjunto com seus usuários, que podem
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sugerir funcionalidades e alterações no website Power BI Ideas e aquelas mais votadas por outros usuários ou
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mais relevantes são incluídas no roadmap de desenvolvimento. De acordo Arun Ulag (general manager) para
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com o blog oficial do Power BI (2018), desde julho de 2015, mais de 200.000 participantes e 6.000 ideias foram
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sugeridas. Esse é o famoso user voice que sem sombra de dúvidas fortalece não só o software, assim como a
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comunidade em geral.
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Diante dessa introdução, consideramos o Power BI como um marco para a área de inteligência de negócios
e análise de dados. Não só por popularizar o termo de self-service BI e disponibilizar sua poderosa engine no
Excel, como também pelo seu posicionamento de preço, envolvimento com a comunidade e desenvolvimentos
constantes.

2.1 INTERFACE DO POWER BI DESKTOP

O Power BI Desktop é a plataforma mais completa do Power BI para desenvolvimento de relatórios. Como
ele é possível conectar a mais de 40 fontes de dados diferentes, tratá-los no Power Query, modelá-los e criar
visualizações com diversos visuais disponíveis, bem como adicionar novos disponíveis na AppSource ou criar
seu próprio utilizando a linguagem R ou Python, por exemplo.

Apesar da possibilidade de conectar a fontes de dados no Power BI Serviço e criar visualizações, não é
possível tratar e modelar dados lá. Portanto, podemos considerar que o primeiro passo de um projeto de BI
no Power BI começa pelo Power BI Desktop.

Ao criar um projeto e salvá-lo em seu computador, um arquivo de extensão .pbix será criado. Você pode
importar dados de arquivos grandes e isso não vai interferir proporcionalmente no tamanho do .pbix. Devida
a sua capacidade de compressão no Power Query Editor. Portanto, ao importar 100 megabytes de dados, é
provável que seu arquivo do Power BI ainda fique pequeno (10 megabytes, por exemplo). Como não é uma
regra e o tipo de dado, extensão e organização podem interferir, não é possível determinar o tamanho final
de um .pbix observando apenas o tamanho da fonte de dados. Essa comparação foi para te mostrar sua
capacidade compactadora, que é um dos detalhes que mostram como sua engine é robusta.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 11

Não é necessário ter uma conta para utilizá-lo, mas como a maioria dos projetos inevitavelmente serão
compartilhados, é recomendado que tenha uma conta para publicá-lo no Power BI Serviço. E não há limitações
de usabilidade de recursos para contas gratuitas no Desktop, ou seja, todas as visualizações, cálculos e
tratamentos podem ser realizados com a conta gratuita.

Para utilizar o Power BI Desktop não é necessário criar uma conta. Para começar, acesse o link https://www.
microsoft.com/pt-BR/download/details.aspx?id=58494, clique em Baixar e escolha a versão correspondente
arquitetura do seu sistema operacional (32 ou 64 bits).

Depois de fazer o download, abra o Power BI Desktop. Na figura abaixo temos sua interface padrão mostrada.
Observe cada legenda numérica comentada a seguir.

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Essa é a faixa de opções do Power BI contendo a Página Inicial, Inserir, Modelagem, Exibição e Ajuda.
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É por meio dessa interface que são acessados os conectores de bases de dados, e Editor de Consultas
(Power Query Editor), as opções de modelagem de dados, layout do painel e outras.

2. Os três botões localizados na vertical são chamados de Relatório, que é o painel em branco exibido na
imagem acima. Dados, que exibe os dados importados pelo Power Query Editor. E Relacionamentos,
que exibe as tabelas e permite a relação de seus campos chave.

3. Conjunto de visualizações do Power BI. Inicialmente apenas as visualizações padrão serão mostradas,
mas centenas de outras podem ser adicionadas pela AppSource do Power BI, sendo a maioria delas
gratuitas, e também podem ser criadas com a linguagem R ou Python.

4. Localização dos campos do visual selecionado no relatório. É aqui que as colunas e medidas de tabelas
devem ser inseridas para formar visuais.

5. Filtros que permitem filtrar no nível do visual, apenas da página atual ou do relatório inteiro.

6. Campos que relacionam tabelas e colunas importas no Power BI.


7. Caixa de Pesquisa para buscar por nomes de campos. Essa funcionalidade é muito útil em projetos com
muitas tabelas.

8. O campo Drill-through é responsável por habilitar a conexão de visuais a outras páginas capazes de
detalhar com outros visuais criados.

9. Essa é a área de trabalho do Power BI, também conhecida como página do relatório. É aqui que visuais
são inseridos e ela pode ser redimensionada para o tamanho necessário, não apenas na proporção 16:9
como mostrado na Figura 15.

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12 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

2.2 CARREGANDO OS PRIMEIROS DADOS

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A obtenção de dados no Power BI Desktop pode ser executada na opção Obter Dados, ou alguma das outras

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opções do grupo Dados que está localizada na faixa de opções da guia Página inicial. Ao clicar no ícone

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Obter Dados, uma janela com as categorias de fontes de dados disponíveis será mostrada, entre elas: fontes

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de arquivos, bancos de dados, do próprio Power BI (Serviço), do Azure, de serviços online e de conectores
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personalizados.
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Neste primeiro contato com o Power BI vamos iniciar importando um arquivo do Excel chamado Vendas.xlsx
contendo dados de Vendas de uma empresa fictícia.

Escolha o conector Excel e em seguida informe o caminho do arquivo. Na janela Navegador que será
exibida é possível visualizar as duas planilhas presentes no arquivo. Ao selecionar a planilha Vendas uma pré-
visualização dos dados será exibida. Para importar os dados basta clicar em Carregar.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 13

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Enquanto os dados são carregados (são 613.764 linhas) uma janela de carregamento será exibida informando
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o tamanho dos dados já carregados.

O processo de carregamento pode demorar um pouco conforme o volume de dados. Ao ser finalizado você
conseguirá visualizar no painel Campos ao lado direito a tabela e todos os campos carregados, conforme a
imagem a seguir:

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14 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

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Para visualizar os dados carregados clique no botão Dados, o botão do meio dos três botões na vertical a

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esquerda. Se precisar conferir alguma informação você pode classificar os dados e filtrá-los. Mas é importante
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lembrar que nenhum filtro ou classificação aqui irá interferir no seu relatório.
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Com os dados carregados, já estamos aptos a criar nossos primeiros gráficos no Power BI. Então devemos
voltar ao modo Relatório, clicando no botão localizado acima do botão Dados que clicamos agora a pouco.

2.3  CRIANDO OS PRIMEIROS GRÁFICOS

Vamos fazer um gráfico para exibir o valor total de frete pago por cada uma das unidades. E vamos exibir essa
informação em um gráfico de pizza.

Siga os passos abaixo:

• No painel de Visualizações escolha o gráfico de pizza

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• Arraste os campos Unidade para Legenda e Vl.Frete para Valores, conforme figura abaixo
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l:
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Pronto! Todas as informações de Vl.Frete foram consolidadas por Unidade e nosso primeiro gráfico foi
criado. Você pode também redimensionar e posicionar o gráfico no local desejado.

Agora vamos entender um pouco melhor esse processo.

Para criar qualquer elemento de visualização (gráficos) no Power BI temos que seguir basicamente 3
passos. O primeiro e mais simples é a seleção do tipo de visualização clicando no ícone correspondente
no painel de visualizações. O ponto mais importante nesse passo é garantir que nenhum outro objeto
esteja selecionado no seu relatório, pois caso algum objeto esteja selecionado ele será transformado ao
invés de criar um novo objeto.

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16 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

O segundo passo agora é informar os campos de composição do gráfico nas posições desejadas. Essas
composições são exibidas quando o botão Campos está ativado. As composições variam de gráfico para
gráfico. No caso do gráfico de pizza é composto por Legenda, Detalhes, Valores e Dicas de ferramentas. A
maioria dos gráficos vão possuir o espaço para o campo de Valores, que normalmente é onde informamos
os dados numéricos ou as medidas que aprenderemos a criar posteriormente.

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O terceiro passo é a formatação. Para isso clique no botão ícone de um rolo de tinta chamado Formatação,
rd
ci

ao lado do botão Campos. Várias opções de formatação serão exibidas conforme o componente
ua
n
ce

selecionado. Você pode ir ativando o que deseja exibir no gráfico ou desativando caso desejar ocultar.
ed
Li

l:
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Perceba que você pode expandir cada grupo de opções, e encontrar diversas outras configurações que
podem ser alteradas. Por exemplo: se quiser alterar as cores dos dados, clique em Cores dos Dados e
informe as cores desejadas para cada uma das unidades.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 17

HORA DE PRATICAR

1. Insira um Gráfico de barras clusterizado com as seguintes configurações:

Campos:

• Eixo: Unidade

• Valor: Qtde

• Dicas de ferramentas: Vl.Frete

hi
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Formatação:

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• Eixo X: Desativado

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• Rótulo de Dados: Ativado

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o Exibir unidades: Milhão


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o Tamanho do texto: 11pt
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o Mostrar tela de fundo: Ativado


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2. Insira um Gráfico de linhas com as seguintes configurações:


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Campos:
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• Eixo: Data do Pedido


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• Valores: Vl.Frete

Formatação:

• Formas:

o Nível: Ativado

O resultado do exercício deve ser algo semelhante a isso:

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CAPÍTULO

3
Capítulo 3: TRATAMENTO DE DADOS NO
POWER QUERY
TRATAMENTO
DE DADOS NO

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POWER QUERY
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No Power BI, o primeiro choque para os usuários que estão acostumados a trabalhar com o modelo tradicional
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de tabela dinâmica no Excel, é entender que aqui podemos trabalhar com várias tabelas de dados e relacionar
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essas informações.
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C
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Por exemplo: na tabela Vendas que importamos, temos uma coluna chamada Cod.Produto que é apenas um
ci

ua
n

valor de seis caracteres que não diz muito sobre cada produto. Para melhorar a nossa análise poderíamos
ce

ed

importar uma outra tabela que contém esses mesmos códigos, mas descrevendo o nome de cada um dos
Li

l:

produtos e a categoria desse produto.


ai
m

O mesmo poderíamos fazer com os clientes, buscando informações como, por exemplo, o tipo de cliente e
E-

a cidade desse cliente. Ou com os vendedores, trazendo a informação de quem é o seu supervisor e quando
foi contratado. Depois relacionar cada uma dessas informações com as vendas através dos seus códigos.
Chamamos isso relacionamento em um modelo tabular, e que iremos abordar com mais detalhes nos
capítulos posteriores.

Porém, para criarmos esse modelo precisamos primeiro importar esses dados.

Num cenário ideal, seria apenas clicar novamente em obter dados e carregar as informações que desejamos
conforme fizemos no início esse capítulo.

O grande problema que enfrentamos na maioria das vezes é os dados não estarem dispostos no formato
ideal, e necessitamos fazer ajustes nessas tabelas. Muitos usuários estão acostumados a fazer isso usando
diversas ferramentas e recursos como fórmulas do Excel, VBA e às vezes até manualmente. Mas não se culpe
se você faz isso ainda hoje, pois você não está sozinho.

Tenho trabalhado com inteligência informacional ao longo dos últimos 10 anos. Utilizei diversas tecnologias,
e durante esse tempo já vivi experiências das mais variadas. Quando precisava apresentar um relatório em
uma reunião ou para fazer algum tipo de análise, não era raro precisar buscar os dados em diversas fontes
como planilhas, arquivos de textos, banco de dados ou relatórios exportados de sistemas. Depois era preciso
começar todo um trabalho de tratamento desses dados. Era um copiar daqui e colar ali, diversas fórmulas no
Excel para extrair uma parte do texto, converter os dados corretamente, macro no VBA para automatizar a
remoção de linhas indesejadas, juntar informação de um relatório com outro, até a informação está no ponto
para ser consumida.

Bem, ainda hoje por onde tenho passado vejo muitos usuários realizarem as rotinas descritas acima dia após
dia, várias e várias vezes. E esse é o trabalho feito na maior parte do tempo. Limpar e tratar dados, para depois

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20 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

serem utilizados com as poderosas ferramentas de análises, seja no Excel ou no Power BI.

Esse processo de limpar, modificar e depois levar os dados para uma pasta de trabalho ou outra ferramenta
para serem analisados é conhecido como ETL, e irei explicar melhor sobre ele no próximo tópico.

Neste capítulo eu irei mostrar a você diversas técnicas para tornar esse trabalho menos dolorido, e mais
prático. Iremos utilizar uma ferramenta chamada Power Query Editor, ou popularmente apenas Power Query.

Não importa como você fazia o trabalho sujo antes. A partir de agora você irá mudar a sua mentalidade sobre
como fazer o tratamento de dados e deixá-los prontos para serem analisados.

3.1 ETL – O PROCESSO

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Extração, Transformação e Carregamento (do inglês, Extract, Transform e Load, daí a sigla ETL) é um processo

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que envolve basicamente três etapas:
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Extração dos dados de uma fonte externa.
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• Transformação dos dados para atender às necessidades do negócio.


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• Carregamento de dados, geralmente para um Data Mart e/ou Data Warehouse.


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Extração (E): Na etapa de extração é onde vamos nos conectar a uma ou mais fontes de dados que desejamos
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obter informação. Esta etapa consiste basicamente em ir até o local onde os dados estão disponíveis, fazer
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ci

autenticação (quando necessário) e escolher uma ou mais tabelas para a etapa de transformação.
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ce

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Transformação (T): Esta é a etapa onde tudo efetivamente ocorre. Aqui você cria rotinas para modificar os
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l:

dados de forma a atender suas necessidades informacionais. Nesta etapa você pode criar colunas extras com
ai
m

informações novas, remover dados desnecessários, padronizar colunas, mesclar informações, dividir valores
E-

e muito mais.

Carregamento (L): Após toda a informação estar tratada, você irá carregar os dados para partir para a
modelagem. Neste curso iremos carregar os dados para o Power BI, que será onde iremos relacionar as
tabelas, criar medidas e montar nossos relatórios.

3.2 POWER QUERY EDITOR – A FERRAMENTA

O Power Query Editor é um suplemento gratuito criado pela Microsoft em 2013 para o Excel 2010, e
posteriormente também incluído no Power BI. É uma ferramenta intuitiva que permite manipular, transformar,
consolidar, enriquecer, mesclar e fazer muito mais com seus dados.

Ele atua como uma ferramenta ETL, extraindo dados de quase qualquer fonte de dados, transformando esses
dados de alguma forma e, em seguida, carregando-os em algum lugar - no nosso caso, seja o Excel ou o
Power BI.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 21

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Nos próximos tópicos você irá aprender alguns dos principais recursos do editor de consultas
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3.3  CONECTANDO COM SUAS FONTES DE DADOS


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O Power BI permite que você conecte a aproximadamente 70 fontes de dados diferentes. É possível extrair
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informações de pastas de trabalhos do Excel, arquivos de texto, CSV, XML, JSON, Bancos de Dados Oracle,
Li

l:

SQL Server, Access, e diversas outras fontes. Para iniciar a conexão com uma fonte de dados basta clicar no
ai
m

menu Página Inicial → Obter Dados. Logo em seguida escolher qual a fonte deseja fazer a conexão. Para
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visualizar mais tipos de fontes, é só clicar na opção Mais...

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22 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Para nossos primeiros exercícios no Power Query Editor iremos importar dados utilizando a opção Texto/CSV.
Na pasta do material do curso, selecione o arquivo Clientes.csv.

Após iniciar a conexão você irá visualizar uma tela com uma prévia do arquivo e algumas configurações, como
codificação e delimitador utilizado no arquivo. Por padrão o Power Query Editor irá reconhecer a opção mais
recomendada. Mas isso pode variar um pouco conforme o arquivo.

Perceba que existem dois botões, além do botão Cancelar. Se você clicar em Carregar, como fizemos no
capítulo anterior, os dados já serão carregados diretamente no Power BI, subentendendo-se que não existem
nenhuma etapa de transformação e tratamento de dados. Como precisamos fazer algumas modificações,
você deve clicar em Transformar Dados para os dados serem levados para o Power Query Editor.

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3.4 A INTERFACE DO POWER QUERY EDITOR

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 23

Podemos dividir o Power Query Editor em 4 grandes regiões.

• A Região 1 é o que chamamos de Faixa de Opções. Aqui é onde estão todos os comandos que iremos
utilizar durante a sessão de tratamento de dados deste treinamento. A faixa de opções é dividida em 5 abas.
Página Inicia, Transformar, Adicionar Colunas, Exibição e Ajuda. Falaremos mais sobre cada uma delas em
momentos oportunos.

• Na Região 2 são exibidas todas as suas consultas. Cada consulta equivale, normalmente, mas nem
sempre, a uma tabela que será carregada para o seu modelo de dados.

• Na Região 3 são exibidas as etapas de transformação. Tudo que formos modificando durante o
tratamento dos dados será representado aqui em formas de etapas. Você pode navegar entre as etapas para

hi
lc
visualizar o resultado de cada transformação. Caso o painel de etapas esteja oculto você pode exibi-lo indo

iu
até a faixa de opções, clicando na guia Exibição → Config. Consulta.

B
a
Na Região 4 é onde visualizamos e definimos nossas transformações.

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3.5 PRIMEIRAS TRANSFORMAÇÕES
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Como podemos perceber na pré-visualização, precisamos fazer alguns ajustes na tabela. Teremos que remover
ob
o

algumas linhas no topo da tabela (1 a 6), corrigir o cabeçalho que está posicionado na linha 7, remover a
C
ad

rd

palavra Cliente da coluna Cod.Cliente. Outra transformação necessária é criar uma coluna para informar o grupo
ci

ua
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(linha 8) em cada uma das linhas dos clientes. Essas são apenas algumas transformações que teremos que
ce

ed

realizar neste arquivo.


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24 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

REMOVENDO LINHAS

Quando desejar remover linhas desnecessárias basta ir na opção Página Inicial → Remover Linhas.

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Neste exemplo, desejamos remover linhas do topo da tabela. Então vamos escolher a opção Remover Linhas
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Principais. Na caixa de diálogo que será aberta, informe a quantidade de linhas, que são seis (6).
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pa

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Outras opções possíveis de remoção são:


C
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ci

• Remover Linhas Inferiores: remove linhas na parte inferior da tabela.


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• Remover Linhas alternadas: remove linhas alternadamente conforme especificação. Por exemplo, você
Li

l:

pode escolher quantas linhas deseja manter e quantas remover. O processo será repetido até o final da tabela.
ai
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• Remover Duplicatas: remove todas as linhas com informações repetidas na coluna selecionada.

• Remover Linhas em Branco: remove todas as linhas com informações em branco na coluna selecionada.

• Remover Erros: remove todas as linhas com erros na coluna selecionada.

USAR A PRIMEIRA LINHA COMO CABEÇALHO

Agora que já removemos as linhas superiores, podemos promover a primeira linha para o cabeçalho. Basta ir
até a opção Página Inicial → Usar Primeira Linha Como Cabeçalho.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 25

O resultado será este:

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ADICIONAR COLUNA CONDICIONAL E PREENCHER 48

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Vamos continuar o nosso processo de transformação dos dados. Agora vamos replicar o valor do grupo de
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clientes para cada linha da tabela. Vamos fazer esse processo em duas etapas. Primeiro vamos adicionar uma
ob
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nova coluna que irá replicar o valor da coluna Cliente quando o valor da coluna Cod.Cliente for igual a “Grupo:”.
ad

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Vamos usar o recurso de Adicionar Coluna → Coluna Condicional.


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No campo Nome da nova coluna digite Grupo. Depois basta informar a condicional a seguir:

Se Nome da Coluna Cod.Cliente for igual a Grupo: então a saída será Cliente

Um detalhe importante é que para selecionar a coluna que deverá aparecer no campo Saída, você antes deve
antes informar que deseja selecionar uma coluna como resultado, conforme imagem abaixo:

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26 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Agora é só clicar em OK e o resultado deverá ser este:

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O próximo passo agora é replicar os valores da coluna Grupo para todas as células que estão vazias (null) abaixo.

Selecione a coluna Grupo e navegue até o menu Transformar → Preenchimento → Para Baixo

Finalizado esse passo, o grupo estará replicado para cada um dos clientes, conforme a figura.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 27

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FILTRANDO DADOS

É muito comum os usuários que utilizam esse recurso pela primeira vez, confundir com o filtro do Excel.
Quando realizamos um filtro no Power Query Editor, é como se estivéssemos excluindo os registros. Esses
registros não serão carregados para o Power BI.

Continuando o processo de transformação, vamos remover as linhas que contém a palavra Grupo: e as linhas
em branco. Para filtrar clique na caixa dropdown ao lado do nome da Cod.Cliente, e desmarque as opções
(em branco) e Grupo:

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28 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

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3.6 TRANSFORMAR VS ADICIONAR COLUNA


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Um fato muito importante no editor de consultas é a existência das abas Transformar e Adicionar Coluna
na faixa de opções. Muitos recursos podem ser encontrados em ambas as abas. A diferença básica é que ao
selecionar uma coluna e executar uma etapa clicando em um recurso presente na aba Transformar, a coluna
selecionada será modificada. Já o mesmo recurso clicado na aba Adicionar Coluna fará com que o resultado
seja colocado em uma nova coluna na sua consulta.

Por exemplo: podemos extrair valores de uma coluna facilmente, transformando-a ou adicionando o resultado
em uma nova coluna. Selecione a coluna Cod.Cliente e vamos extrair apenas o código que está após o espaço
da palavra cliente. Para isso iremos utilizar o recurso Extrair → Texto Após Delimitador.

Você pode encontrar o recurso tanto em Adicionar Coluna quanto em Transformar. Como não queremos
uma nova coluna, vamos escolher a opção presente na aba Transformar. Logo em seguida informe um espaço
como delimitador.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 29

O resultado após a extração será este:

hi
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Ainda vamos explorar várias outras transformações ao longo deste curso, mas é importante que você explore

a
lv
todos os recursos de transformações presente na faixa de opções. Esses recursos poderão lhe ajudar a tratar

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os seus dados nas mais diversas situações.
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3.7  ETAPAS DE TRANSFORMAÇÃO

A cada etapa de transformação que efetuamos, os passos são gravados e exibidos no painel de Configuração
de Consulta. É possível navegar entre as etapas facilmente clicando sobre cada uma delas.

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30 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Para remover uma etapa basta clicar no ícone em formato X antes do nome da etapa selecionada.

Algumas etapas possuem uma engrenagem ao lado direto, que indicam que seus parâmetros podem ser
reconfigurados. Para isso basta clicar no símbolo de engrenagem.

Você pode também reordenar as etapas. Basta clicar sobre a etapa que deseja mover, segurar o clique e
arrastar para a nova posição. Mas cuidado! Alterar a posição de uma etapa significa também alterar a ordem
em que ela é executada. Isso pode quebrar a sequência lógica de execução podendo resultar em um erro na
consulta.

Se você preferir pode renomear as etapas clicando com o botão direito sobre o nome da etapa e escolhendo
a opção Renomear.

Por fim, é possível dar um nome (ou renomear) a sua tabela no campo Nome em abaixo do Grupo Propriedades

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na Config. da Consulta. Mas por ora, vamos manter o nome Clientes.

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3.8  TIPOS DE DADOS Si

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Toda coluna em uma tabela deve ter o seu tipo de dado classificado. Isso é muito importante para que ao
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partir para a modelagem e criar medidas e relacionamento o Power BI já saiba com qual tipo de informação
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está trabalhando.
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É muito fácil identificar o tipo de dado de uma coluna. Basta conferir o ícone que está presente antes do nome
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da coluna.
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Os ícones já são bastante intuitivos, mas veja abaixo dada um deles e o seu tipo:

Para alterar o tipo de dado de uma coluna, basta clicar no ícone a esquerda do nome da coluna e escolher o
tipo adequado.

Outra maneira é escolher que o Power Query Editor detecte os tipos de dados automaticamente. Neste
exemplo vamos selecionar todas as colunas e clicar em Transformar → Detectar Tipo de Dados.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 31

Perceba agora que as colunas Cod.Cliente e Cod.IBGE foram definidas como colunas numéricas.

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3.9  CARREGANDO OS DADOS Si

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Após finalizada as etapas de extração e transformação dos dados, agora é necessário carregar a tabela para
o modelo de dados. Para isso basta clicar no botão Página Inicial → Fechar e Aplicar.

Agora nossa tabela Clientes será carregada e exibida no painel de campos do lado direito na área de trabalho
do Power BI, próximo ao painel de visualizações. Essa tabela está pronta para ser utilizada na modelagem.

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32 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

HORA DE PRATICAR

Importe o arquivo Produtos.csv que está junto aos arquivos do curso e aplique as transformações necessárias
para que o resultado seja o seguinte:

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3.10 MaIS alGuMaS tRaNSFoRMaÇÕES

DIVIDINDO COLUNAS
O nosso modelo está começando a tomar forma. Já temos dados de Vendas, Produtos e Clientes. Agora
vamos importar os dados dos Vendedores. Clique em Página Inicial → Obter Dados → Mais → XML e escolha o
arquivo Vendedores.xml. Agora selecione a tabela Vendedores no navegador e clicar em Transformar Dados.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 33

A primeira transformação que iremos fazer é separar o código do vendedor do nome do vendedor. Para isso,
selecione a Coluna Vendedor e navegue até o menu Página Inicial → Dividir Coluna → Por Delimitador. Uma
curiosidade é que este mesmo recurso também está disponível na guia Transformar.

Neste exercício queremos separar o conteúdo da coluna exatamente onde está o hífen (-), por isso escolhemos
a opção Por Delimitador. Mas existem outras opções de divisão, como por exemplo por um número de
caracteres específico, ou até mesmo nas posições desejadas.

hi
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ci

ua

Automaticamente, o Power Query Editor irá identificar o delimitador na coluna. Normalmente essa identificação
n
ce

ed

está correta pelo padrão da coluna. Mas se necessário, você pode escolher um outro delimitador. Após definir
Li

l:

o delimitador, que neste caso é o hífen (-), você também pode determinar como será feita a divisão. Se na
ai
m

extremidade a esquerda, a direta, ou a cada vez que o delimitador aparecer na coluna. Caso essa terceira
E-

opção esteja marcada, e houver mais de uma ocorrência do delimitador na célula, a sua coluna poderá ser
dividida em mais várias colunas.

Clique em OK para fazer a divisão.

Perceba que a coluna Vendedor foi divida em Vendedor.1 e Vendedor.2.

Se você é uma pessoa mais observadora também deve ter percebido que uma nova etapa chamada Tipo
Alterado1 foi gerada, transformando o tipo de dados da coluna Vendedor.1 para numérico.

RENOMEANDO COLUNAS

Os nomes das colunas não afetam diretamente a composição do nosso modelo, mas é importante para
mantermos tudo organizado. Para renomear uma coluna basta clicar duas vezes sobre o nome no cabeçalho
e informar o novo nome.

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34 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Renomeie as colunas conforme esquema abaixo:

• Vendedor.1 para Cod.Vendedor

hi
lc
• Vendedor.2 para Vendedor

iu
B
• Data_Contrato para Data Contrato

a
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Si

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ALTERANDO TIPO USANDO LOCALIDADE

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E-

Quando alteramos o tipo de dado de uma coluna, por padrão, o Power Query Editor utiliza as configurações de
região do idioma padrão. Mas podemos especificar um outro idioma para interpretar os dados. Por exemplo,
se definirmos a coluna Data Contrato para o formato Data, os dados não serão interpretados corretamente, e
resultarão em Error pois estão no formato americano (mm/dd/aaaa).

Podemos então, escolher a localidade do formato. Para isso clique no ícone para definir um novo formato
para a coluna e escolha a opção Usando a Localidade. Ah, se você fez a conversão e resultou no erro, lembre-
se de apagar a etapa de transformação para retornar os dados o estado anterior.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 35

hi
lc
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B
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lv
Escolha o tipo de dado “Data” e a localidade “Inglês (Estados Unidos)”. Agora os seus dados serão

m
Si

co
interpretados corretamente. Para alterar o tipo de dado de mais de uma coluna simultaneamente, selecione-

8
o

l.
d

86
as, clique com o botão direto do mouse sobre qualquer uma delas, e navegue até Alterar Tipo → Usando

ai
ar

48

gm
Localidade.
du

27
:E

i@
00

Pronto, já finalizamos o tratamento de mais uma tabela de dados. Agora é só clicar em Página Inicial → Fechar
ch
ra

:1

e Aplicar para carregar os dados para o Power BI.


pa

l
iu
PF

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C
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ua
n
ce

ed

CONVERTER LISTA EM TABELAS E EXPANDINDO DADOS


Li

l:
ai
m
E-

O Power Query possui diversos tipos de estruturas de dados que nos auxiliam no processo de tratamento.
Um desses tipos são as listas e registros. Muitas vezes ao importar dados de alguns formatos de arquivos, os
dados vêm estruturas diferentes de tabelas, e precisamos fazer essas conversões. Para você entender melhor,
vamos importar mais alguns dados. Clique em Página Inicial → Obter Dados → Mais → JSON e selecione o
arquivo Cidades.json.

Aqui podemos perceber que o ícone da consulta é diferente, pois o resultado veio como uma Lista. Dentro
desta lista podemos verificar que existem registros (Record). Para que possamos manipular melhor os dados
é necessário converter essa lista em uma tabela.

Navegue até Ferramentas de Lista → Transformar → Para a Tabela. Não existe nenhum delimitador separando
nossos registros, então na caixa de diálogo que será exibida não é necessária nenhuma alteração. Clique em
OK.

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36 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

hi
A lista foi transformada em uma tabela, onde é possível verificar uma coluna chamada Column1. Com isso

lc
agora é possível expandir os dados dos registros clicando no ícone com duas setas ao lado do cabeçalho.

iu
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E-

Nesta janela você deverá informar quais colunas deseja expandir. Queremos expandir todas as colunas
referentes a cada um dos estados. Há um aviso na janela indicando que a lista pode estar incompleta. Então
clique em Carregar mais para verificar o nome de todas as colunas disponíveis. Outro detalhe importante é
que não queremos usar o nome da coluna original como prefixo das novas colunas expandidas. Para evitar
isso você deve deixar desmarcada a opção Use o nome da coluna original como prefixo.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 37

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Com todas as colunas expandidas o resultado da sua tabela deverá ser exatamente o mostrado na figura abaixo:
rd
ci

ua
n
ce

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E-

Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


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38 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Como foi gerada uma coluna para cada estado, e há apenas uma coluna para os códigos das cidades, houve
uma distribuição dos nomes das cidades conforme o código, deixando várias informações vazias já que os
códigos são únicos.

O ideal é que haja apenas 3 colunas na nossa tabela. Cod.IBGE, Cidade e Estado. E vamos fazer essa correção
na próxima etapa.

CONVERTER COLUNAS EM LINHAS

Uma das regras de padronização mais importantes refere-se à normalização dos dados. Basicamente, o
mesmo tipo de informação deve ser mantido em uma mesma coluna, tipos diferentes em colunas diferentes.

hi
lc
No nosso exemplo, temos diversas colunas que estão nomeadas com os nomes dos estados, Porém, em

iu
suma, todas essas colunas referem-se as cidades. Podemos modificar a estrutura dessa tabela para englobar

B
apenas três colunas. Cod.IBGE, Cidade e Estado.

a
lv

m
Si
Para essa etapa de transformação, selecione todas as colunas, exceto Cod.IBGE, e navegue até Transformar

co
8
o

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→ Transformar Colunas em Linhas.

l.
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l:

Você também pode fazer o caminho oposto. Selecionando apenas a coluna Cod.IBGE, e transformando as
ai
m

outras colunas em linhas. Para isso, clique na seta ao lado do botão Transformar Colunas em Linhas.
E-

O resultado será duas novas colunas. Uma chamada Atributo contendo o nome de cada uma das colunas que
foram transformadas em linhas, e outra coluna chamada Valor com os valores que estavam contidos nessas
colunas.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 39

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Agora é só renomear as colunas, conforme já aprendemos anteriormente. Renomeie Atributo para Estado e
m

Valor para Cidade. Não se esqueça de determinar os tipos de dados das colunas.
E-

• Cod.IBGE: Número Inteiro

• Estado: Texto

• Cidade: Texto

MESCLANDO COLUNAS

O recurso de mesclar colunas é útil quando desejamos unir em uma única coluna informações que estão
separadas. Vamos unir as informações de Cidade, Estado numa nova colunada chamada Localização.

Para mesclar é importante selecionar as colunas na ordem em que serão mescladas. Clique sobre a primeira
coluna (Cidade), pressione CTRL e clique sobre a segunda coluna (Estado).

Neste exemplo as duas colunas originais serão mantidas. Então vamos navegar até Adicionar Colunas →
Mesclar Colunas. Informe o separador e o nome da nova coluna.

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40 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

hi
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B
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Esta nova coluna será útil para evitar ambiguidades ao plotar informações em um mapa, para evitar

lv

m
ambiguidades de cidades com o mesmo nome em estados diferentes.
Si

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COMBINANDO VÁRIOS ARQUIVOS 48

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:1

Outra situação muito comum é termos diversos arquivos com a mesma estrutura e necessitamos fazer a união
pa

l
iu
de todos. No nosso próximo exemplo temos uma pasta chamada Metas contendo quatro arquivos com as
PF

ob
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C
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metas de cada uma das nossas unidades (Canção, Colina, Flores e Garoa).
rd
ci

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E-

Neste caso vamos conectar a pasta onde estão contidos os arquivos. Vamos clicar em Página Inicial → Obter
Dados → Mais → Pasta. Vamos selecionar a pasta Metas.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 41

A maneira mais prática de combinar os arquivos é clicando em Combinar → Combinar e Transformar Dados,
então vamos proceder desta forma.

Como se trata de arquivos do Excel, vamos ter que informar qual das planilhas queremos combinar. Neste
exemplo todos os arquivos contêm apenas uma planilha com o nome Metas, que iremos selecionar na janela
Combinar Arquivos. Selecione e clique em OK.

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ce

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Li

l:
ai
m

Um conjunto de consultas é gerado automaticamente para combinar os arquivos e serão armazenadas em


E-

um grupo de consultas, que podem ser visualizadas no painel de consultas do lado esquerdo. Uma consulta
chamada Metas também será criada.

Perceba que na tabela Metas há uma coluna chamada Nome da Origem identificado de qual arquivo as
informações são provenientes. Essa coluna não é necessária visto que já temos uma coluna Cod.Unidade que
identifica cada uma das unidades. Então remova a coluna Nome da Origem.

Para finalizar todas as importações clique em Fechar e Aplicar na guia Página Inicial. Nosso modelo até o
momento é composto por 6 tabelas – Vendas, Clientes, Produtos, Vendedores, Cidades e Metas.

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42 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

3.11 CONCLUSÃO SOBRE O POWER QUERY EDITOR

Tratar os dados é essencial para uma modelagem mais fácil. Muitas das dificuldades existentes na criação de
medidas e filtros no Power BI são provenientes de uma estrutura inadequada dos dados. Ainda vamos voltar
ao Power Query Editor para fazer algumas no nosso modelo, mas é importante que você tenha em mente que
o Power Query Editor possui diversos outros recursos que podem auxiliá-lo no processo de tratamento dos
dados. Aprofundamos mais tanto no módulo 2 quanto no livro Dominando o Power BI. Sugerimos então que
você explore o máximo de possibilidades.

Lembre-se sempre que dados bem tratados, selecionados e corretamente formatados são essenciais para
o sucesso do projeto. A performance de seu projeto é diretamente influenciada pelo volume de dados,

hi
redundância de informações e como seus cálculos são realizados. Atente-se sempre das possibilidades de

lc
iu
tratamento de dados antes de partir para a próxima etapa.

B
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CAPÍTULO

Capítulo 4: MODELAGEM DE DADOS E


DAX
4
MODELAGEM DE
DADOS E DAX

hi
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m
Si
Após importar os dados o próximo passo é modelá-los. Isso envolve diversos conceitos e técnicas que vai

co
8
o

0
desde a criação de relacionamentos entre as tabelas dimensão e tabelas fato, direção dos relacionamentos,

l.
d

86

ai
ar

filtros, criação de medidas e colunas usando a linguagem DAX e principalmente entendimento dos contextos
48

gm
du

de filtro e de linha. E o objetivo desse capítulo é exatamente esclarecer todos esses conceitos.
27
:E

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00

ch
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:1
pa

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PF

4.1  TABELAS FATO E DIMENSÃO


ob
o

C
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ci

Antes de começarmos a aplicação técnica, é importante ressaltar o conceito de modelagem de dados.


ua
n

Normalmente, esse tipo de projeto envolve bancos de dados e como delimitá-los, obtê-los, transformá-los
ce

ed

e modelá-los. A modelagem de dados simplifica uma complexidade natural de dados e big data e pode ser
Li

l:
ai

definida como um processo lógico de relações entre diferentes dados, enaltecendo suas possíveis ligações
m

para atender e responder necessidades de negócios.


E-

Os dados em projetos de modelagem são normalmente apresentados em tabelas. Algumas delas possuem
dados detalhados de operações, chamadas de fato (como pedidos de venda, ordens de produção, notas
fiscais). Elas são o resultado de processos de negócios e, normalmente, armazenam números que podem ser
calculados e resumidos em valores escalares que serão distribuídos nos contextos de filtros dos visuais no
Power BI.

As tabelas fato correspondem a um acontecimento específico e devem conter apenas colunas relacionadas
a esse evento. Por exemplo, dados de vendas de uma empresa podem ter a granularidade diária ou até
mesmo temporal (com o horário da compra) e conter informações sobre a venda, como quantidade, valores,
método de pagamento, produto comprado, o cliente que comprou esse produto e o vendedor que o vendeu.
É irrelevante inserir, por exemplo, a data de nascimento do cliente nessa tabela, já que aqui estamos falando
de fatos de venda e não de clientes.

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44 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Outras tabelas no modelo de dados terão dados descritivos e únicos, também chamadas de tabelas
dimensão. Basicamente, elas descrevem o porquê, quando, onde, quem, o que e como os acontecimentos
das tabelas fato foram registrados. Elas são capazes de agrupar diversos fatos em atributos específicos ou em
subdimensões, categorizando-as e possibilitando filtros por meio dessas descrições semelhantes entre vários
registros da tabela fato. Além desse atributo, elas são essenciais para realizar a “conexão” entre tabelas fato,
já que contém descrições que podem ser em comuns entre elas por meio da relação do registro semelhante
(na mesma linha). Tabelas de dimensão podem ser criadas a partir de técnicas de normalização de dados
que serão exploradas em tópicos posteriores. No nosso modelo, um exemplo de uma tabela de dimensão é
tabela Vendedores.

hi
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ua

Note que, na tabela de cadastro de vendedores acima, temos o nome do Vendedor (que não aparece na
n
ce

ed

tabela de vendas), a coluna Supervisor que é responsável por ele e até a Data de Contrato desse Vendedor.
Li

São todas informações ligadas diretamente ao vendedor (que nossa dimensão) e não ao fato em si (que são as
l:
ai

vendas). Essas colunas não precisam compor a tabela de se repetindo a cada venda que um mesmo vendedor
m
E-

realize. Ao invés de ter todas as informações em apenas uma tabela, foram criadas duas: uma fato e outra
dimensão, sendo que ambas precisam ter uma chave para se conectarem. Nesse caso, a chave (coluna) que
conectam as tabelas é a Cod.Vendedor.

Perceba que esse código é único na tabela dimensão, ou seja, não pode se repetir. Por isso chamamos de
chave primária. Já o mesmo código irá se repetir na tabela fato sempre que uma venda for atribuída ao
mesmo vendedor. Sendo assim chamamos de chave estrangeira.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 45

HORA DE PRATICAR
O modelo que construímos até aqui é composto atualmente por 6 tabelas. Identifique-as usando F para fato
e D para dimensão.

( ) Cidades
( ) Clientes
( ) Vendas
( ) Produtos
( ) Vendedores
( ) Metas

hi
lc
iu
B
a
4.2 RElaCIoNaMENtoS

lv

m
Si

co
8
Com as tabelas normalizadas e importadas para o modelo de dados, os relacionamentos podem ser
o

l.
d

86

ai
estabelecidos. Sua arquitetura influencia diretamente em contextos de filtro que são essenciais para
ar

48

gm
du

cálculos em DAX. Um relacionamento é a ligação que permitirá uma tabela se comunicar com a outra. Um
27
:E

i@
relacionamento possui algumas propriedades que são muito importantes.
00

ch
ra

:1

• Cardinalidade: essa propriedade determina como os dados são interligados. Pode ser 1:1 (um para um),
pa

l
iu
PF

1:* (um para muitos) ou *:* (muitos para muitos). Por exemplo: a relação entre a tabela Clientes e Vendas é
ob
o

C
ad

uma relação um para muitos. Isso indica que uma linha da tabela Clientes pode estar relacionada a muitas
rd
ci

linhas da tabela Vendas. Já uma linha da tabela Vendas só pode estar relacionada a uma única linha da tabela
ua
n
ce

ed

Clientes.
Li

l:

• Direção: pode ser unidirecional ou ambas. Essa propriedade determina a direção em que os filtros serão
ai
m

propagados no modelo de dados. Perceba que a relação sai da tabela Produtos e vai em direção a tabelas
E-

Vendas. Isso indica que os filtros aplicados na tabela Produtos também serão aplicados na tabela Vendas
através da chave relacional.

• Status: pode estar ativo ou inativo. Por padrão apenas os relacionamentos ativos são usados para avaliar
o cálculo de uma medida, mas é possível ativar um relatcionamento inativo via expressão DAX.

GERENCIANDO RELACIONAMENTOS

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46 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Para gerenciar as relações entre tabelas você deve clicar no botão Modelo, que é terceiro ícone do conjunto
de ícones verticais, logo após os botões Relatório e Dados. Nesta tela será possível visualizar todas as tabelas
e as relações já existentes entre elas.

Por padrão o Power BI tentará identificar as chaves existentes entre as tabelas e criar o relacionamento. Muitas
vezes essa automatização ajuda na criação do modelo, mas é muito importante que você verifique cada
uma das relações para que o seu modelo não fique com uma relação criada incorretamente. Para evitar esse
problema, vamos remover todos os relacionamentos criados e cria-los novamente.

Navegue até o menu Página Inicial → Gerenciar Relações.

hi
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Na caixa de diálogo que será exibida, selecione todas as relações existentes e depois clique no botão Excluir.
du

27
Uma mensagem será exibida e basta confirmar a exclusão. Depois é só fechar a caixa de diálogo.
:E

i@
00

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:1
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l:
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E-

Com nenhuma relação no nosso modelo vamos criar a primeira relação. Uma relação entre duas tabelas é
determinada pelas chaves em comum. Então depois de identificada as chaves, basta clicar sobre o campo e
arrastar o mouse até a outra chave com o mesmo conteúdo.

Por exemplo: vamos arrastar o campo Cod.Cliente (chave primária) que está na tabela Clientes para cima do
campo Cod.Cliente (chave estrangeira) que está na tabela Vendas.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 47

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A existência dessa relação irá permitir o filtro entre as duas tabelas. Na prática, isso permite por exemplo, criar
C
ad

rd

um gráfico usando o campo Grupo da tabela Clientes, e o campo Vl.Frete da tabela Vendas.
ci

ua
n
ce

ed

Para visualizar essa aplicação na prática, crie um gráfico de Treemap e insira os campos conforme esquema:
Li

Grupo → Grupo e Valores → Vl.Frete.


l:
ai
m
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48 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

HORA DE PRATICAR

Crie todos os relacionamentos pendentes entre as 5 tabelas do modelo, conforme o esquema abaixo:

• Clientes[Cod.IBGE] → Cidades[Cod.IBGE]

• Metas[Cod.Produto] → Produtos[Cod.Produto]

• Vendas[Cod.Produto] → Produtos[Cod.Produto]

hi
• Vendas[Cod.Vendedor] → Vendedor[Cod.Vendedor]

lc
iu
B
a
O seu modelo deve ficar assim:

lv

m
Si

co
8
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E-

4.3 lINGuaGEM DaX

DAX é uma linguagem de expressões lançada no ano de 2010 e disponível nos softwares: Excel (Power Pivot),
Power BI e Microsoft SQL Server Analysis Service (SSAS). Ela é utilizada para realizar cálculos e consultas sobre
modelos de dados criados e é muito similar às funções do Excel, entretanto, possui um conceito particularmente
diferente. DAX é um acrônimo para Data Analysis Expressions, ou seja, expressões de análise de dados.
Alguns especialistas a consideram como uma evolução da linguagem MDX (Multidimensional Expressions).

Antes de começar a explorar a linguagem, vamos conhecer primeiro as plataformas onde ela está presente:

• Power Pivot é um suplemento do Excel lançado em 2010 utilizado para modelagem de dados, criação
de medidas e relacionamento entre tabelas. Suas funcionalidades expandem a usabilidade do Excel para

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 49

análise de dados por meio de novos conceitos de self-service BI introduzidos.

• Power BI é um software de business intelligence criado pela Microsoft lançado em 2015 capaz de se
conectar a diversas fontes de dados e transformá-las em visuais analíticos.

• Microsoft SQL Server Analysis Service, também conhecido como SSAS, é uma ferramenta do SQL Server
para analisar dados em cubos OLAP, ou seja, capaz de trabalhar em várias dimensões em bancos de dados
utilizando conceitos de fatos, dimensões, relacionamentos, medidas, hierarquias, entre outros.

Criado pelo time de especialistas do SSAS, com o Power Pivot é possível analisar mais de 20 milhões de
linhas dentro do Excel, algo completamente impossível de executar antes do Power Pivot. E, tudo isso, sem
prejudicar a performance, armazenando os dados e cálculos na memória do computador. Donald Farmer
(2010), um dos principais dos gerentes de produto durante a época de desenvolvimento do Power Pivot,

hi
considera que a tecnologia é considerada como um novo tipo de Analysis Service criado para colocar o poder

lc
de cálculo do SSAS nas mãos de um usuário de Excel.

iu
B
Devido à popularidade do Excel e a robustez de uma solução utilizada no SSAS, a linguagem DAX foi

a
lv
rapidamente difundida e aceita depois do lançamento do Power BI.

m
Si

co
8
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0
Existem três tipos de cálculos no DAX: medidas, colunas calculadas e tabelas.

l.
d

86

ai
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48

gm
du

Na interface do Power BI existem botões na guia Modelagem que permitem criar cada um desses cálculos. Ao
27
:E

i@
serem clicados, ambos exibirão a barra de fórmulas para inserção de uma fórmula DAX.
00

ch
ra

:1

Apesar de muito semelhantes os cálculos funcionam em contextos diferentes. Vamos explorar um pouco mais
pa

l
iu
PF

as medidas e colunas.
ob
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Li

l:
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E-

COLUNAS E O CONTEXTO DE LINHA

Uma coluna calculada é um cálculo que é gerado a partir de uma tabela e o seu resultado não depende de
nenhum filtro que possa estar aplicado ao modelo. Por exemplo, na tabela Vendas temos o Vl.Unitário e a
Qtde de cada produto vendido. Podemos criar uma coluna calculada para informar o Vl.Total de cada venda.
Primeiro vamos visualizar os dados da tabela onde vamos inserir a nova coluna. Clique no botão Dados, e em
seguida selecione a tabela Vendas.

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50 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

hi
lc
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B
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lv

m
Si

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o

l.
A barra de fórmulas será exibida para inserir a fórmula DAX que irá gerar a coluna.
d

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48

gm
du

Vamos digitar a seguinte fórmula:


27
:E

i@
00

Vl.Total = Vendas[Qtde] * Vendas[Vl.Unitário] ch


ra

:1
pa

l
iu
PF

ob
o

C
ad

rd
ci

ua
n
ce

ed
Li

l:
ai
m
E-

Ao pressionar Enter uma nova coluna é gerada na tabela Vendas, onde em cada linha tem o resultado da
multiplicação dos respectivos valores nas colunas Qtde e Vl.Unitario.

Perceba que, diferente do Excel, aqui não temos referências dos números das linhas, mas somente dos nomes
das colunas. Isso porque trabalhamos em um modelo tabular onde somente é possível fazer referências à
Colunas e Tabelas, e não diretamente a células.

Para chegar ao resultado da fórmula DAX em uma coluna calculada, o Power BI leva em consideração o valor
de cada linha. Chamamos isso de contexto de linha.

Um outro detalhe importante é que o contexto de linha não é influenciado por nenhum filtro que possa estar
aplicado a tabela. Ou seja, se filtramos qualquer informação na tabela Vendas, os valores da coluna Vl.Total
não sofre nenhuma alteração, pois são determinados apenas pelos valores na própria linha.

MEDIDAS E O CONTEXTO DE FILTRO

As medidas são os cálculos mais comuns no Power BI, e também os mais importantes. São usadas nas análises
de dados mais simples, como por exemplo, somas, médias e contagens de valores ou em cálculos mais
avançados criados com expressões DAX.

Quando arrastamos um campo numérico para um campo de valor em visualização já estamos criando uma
medida implicitamente. Por padrão, o Power BI utiliza uma função agregadora SOMA para retornar os valores.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 51

Vamos criar um gráfico de barras clusterizado com o seguinte esquema:

• Campos

o Eixo: Produtos[Categoria]

o Valor: Vendas[Vl.Total]

• Formatação

o Rótulo de Dados: Ativado

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ua
n

Perceba que, para cada valor diferente em Produtos[Categoria] foi calculado a soma dos respectivos
ce

ed

valores em Vendas[Vl.Total]. O cálculo a ser realizado pode ser especificado na seta do campo inserido
Li

l:
ai

em na composição de Valor. É possível escolher entre Soma, média, mínimo, máximo, contagem distinta,
m

contagem, desvio padrão, variação e mediana.


E-

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52 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Parece mágica! Mas vamos esclarecer melhor o que acontece por trás dos panos até que o Power BI exiba
o resultado para cada categoria no gráfico. Para isso, precisamos entender como se comporta as relações e
os filtros. Vamos tomar como suposição que as nossas tabelas Produtos e Vendas foram reduzidas as tabelas
abaixo, onde a seta representa a relação e a direção do relacionamento entre as duas tabelas.

hi
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B
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Si

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l.
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:E

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00

Quando inserimos o campo Produtos[Categoria] no eixo de um gráfico, estamos fazendo o mesmo que
ch
ra

:1
pa

l
aplicar um filtro nesta coluna. Cada categoria no eixo do gráfico atuará como um filtro.
iu
PF

ob
o

Vamos imaginar que estamos calculando o valor para a categoria Queijo. Ao filtrar a tabela Produtos
ad

rd
ci

mantendo apenas as linhas que contém Queijo na coluna Categoria, fazemos com que o filtro se propague
ua
n
ce

através do relacionamento (conforme a seta) até a tabela Vendas.


ed
Li

l:

Hipoteticamente teríamos o seguinte resultado filtrado:


ai
m
E-

Apenas os produtos com os códigos QUE029 e QUE031 ficariam disponíveis na tabela Produtos. Esses códigos
se propagariam através da relação existente, filtrando a tabela Vendas e mantendo esses mesmos produtos.

O resultado seria uma tabela Vendas apenas com os Pedidos 1, 4, 7, 9 e 14.

Como o cálculo especificado no campo Valor é a soma da coluna Vl.Total, apenas os valores remanescentes
são somados, resultando assim no Vl.Total da categoria Queijo.

Esse processo se repete para cada uma das categorias, plotando no gráfico a soma de Vl.Total de todas as
categorias.

É possível então afirmar que os filtros influenciam diretamente no resultado de uma medida. Chamamos
isso de contexto de filtro. Aqui demonstramos apenas um filtro aplicado, mas a junção de todos os filtros
aplicado é o que determina o resultado de uma medida.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 53

MEDIDAS EXPLÍCITAS

Vimos que é possível criar facilmente uma medida arrastando um campo para uma composição de valor de
uma visualização. O grande problema dessas medidas geradas implicitamente é que ficamos limitados aos
poucos cálculos disponíveis, além de não poder reaproveitar um cálculo realizado em outros cálculos.

Para resolver essa situação, vamos aprender a criar medidas explicitamente, onde informamos a expressão
DAX completa do cálculo desejado.

Vamos começar criando uma medida que retorne a soma das vendas, que é basicamente a soma da coluna
Vendas[Vl.Total]

hi
No painel Campos, selecione a tabela Vendas e acesse o menu Ferramentas da tabela → Nova medida que

lc
iu
a barra de fórmulas surgirá. Digite a seguinte expressão:

B
a
Soma Vendas = SUM(Vendas[Vl.Total])

lv

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Si

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8
Um novo campo com o ícone de uma calculadora surgirá na sua tabela. Essa é a nossa medida.
o

l.
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E-

Vamos alterar o esquema do gráfico de barras clusterizado que criamos no exemplo anterior, substituindo a
coluna Vendas[Vl.Total] pela medida Soma Vendas.

• Campos

o Eixo: Produtos[Categoria]

o Valor: [Soma Vendas]

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Agora vamos criar uma medida para exibir a soma das metas. Outra forma de criar uma medida é clicando
27
com o botão direto na tabela onde deseja armazenar a medida e escolher a opção Nova Medida. Vamos
:E

i@
00

ch
ra

criar a medida na tabela Vendas.


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ce

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Li

l:
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m
E-

Soma Metas = SUM(Metas[Vl.Meta])


Ainda no esquema do gráfico de barras clusterizado insira a medida [Soma Metas] na composição do valor.

Por causa da diferença pequena entre as duas medidas e o tamanho da escala do gráfico, a diferença nas
barras é praticamente imperceptível, impossibilitando identificar visualmente as categorias em que a meta
foi atingida ou não.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 55

Para melhorar a visualização, vamos criar uma terceira medida que exibirá a percentual de diferença entre as
medidas [Soma Vendas] e [Soma Metas].

% Vendas x Metas = [Soma Vendas] / [Soma Metas] - 1


Para determinar o formato da medida, selecione-a no painel de Campos e navegue até o menu
Ferramentas de medida e em seguida altere a formatação para Porcentagem.

hi
lc
iu
Remova as medidas [Soma Vendas] e [Soma Metas] da composição de Valor, e insira a medida que

B
a
acabamos de criar.

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Si

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Li

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E-

ORGANIZANDO AS MEDIDAS

Vimos que as medidas são influenciadas pelos filtros e relacionamentos devido ao contexto de filtro. Por
esse motivo, no quesito funcionamento, não faz diferença em qual tabela as armazenamos. Porém, para
manter um projeto organizado, é uma boa prática mantê-las agrupadas para facilitar o manuseio durante o
desenvolvimento do projeto. Sendo assim, vamos criar uma tabela apenas com esse fim.

Para inserir uma tabela vazia, clique em Página Inicial → Inserir Dados. Na caixa de diálogo Criar Tabela que
será exibida vamos apenas informar o nome Medidas e depois clicar em Carregar.

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56 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

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:1

Uma nova tabela será criada no modelo de dados, e pode ser visualizada no painel Campos.
pa

l
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ua
n
ce

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Li

l:
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E-

O próximo passo agora é mover todas as medidas criadas para a nova tabela. Vamos começar pela medida
[Soma Vendas]. Ao selecionar a medida no painel Campos, na faixa de opções surgirá a guia Ferramentas de
medida. Na caixa de opções Tabela Inicial selecione a tabela Medidas que criamos no passo anterior.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 57

hi
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B
A medida [Soma Vendas] será movida para a tabela Medidas. Repita esse processo para as medidas [Soma

a
lv

m
Metas] e [% Vendas x Metas].
Si

co
8
o

0
Se preferir, remova a Coluna 1 da tabela Medidas para manter apenas as medidas na tabela. Clique com o

l.
d

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ai
ar

botão direto sobre o nome da Coluna 1 e escolha a opção excluir e depois confirme a exclusão.
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gm
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l:
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Quando houver apenas medidas na tabela, há ainda um macete para colocar a tabela de Medidas no topo
m
E-

da lista de tabelas. Basta clicar na seta para contrair o painel Campos, e depois clicar novamente para
expandi-lo.

O resultado será uma a tabela Medidas com o ícone de calculadora indicando que é uma tabela que
contém apenas Medidas.

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58 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

A linguagem DAX possui 10 categorias de funções para criação de medidas. Entre elas:

• Data e Tempo

• Inteligência de Tempo

• Filtro

• Informação

• Lógica

• Matemática e Trigonometria

• Hierarquia

hi
lc
• Estatística

iu
B
• Texto

a
lv

m
• Outras (que não se encaixam nas categorias)
Si

co
8
o

l.
d

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gm
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27
Todas as funções e suas usabilidades podem ser consultadas na biblioteca MSDN da Microsoft no website:
:E

i@
00

https://msdn.microso�.com/pt-br/library/ee634396.aspx. Nesse treinamento são abordadas as 16 principais


ch
ra

:1
pa

funções, detalhadas e comentadas nesta apostila e nos arquivos de exemplos.


l
iu
PF

ob
o

C
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rd
ci

ua
n
ce

ed

HORA DE PRATICAR
Li

l:
ai
m
E-

Vamos criar mais algumas medidas para conhecer mais funções da linguagem DAX. Insira uma medida para
cada fórmula abaixo.

Soma Frete = SUM(Vendas[Vl.Frete])


Média Vendas = AVERAGE(Vendas[Vl.Total])
Maior Venda = MAX(Vendas[Vl.Total])
Menor Venda = MIN(Vendas[Vl.Total])
Qtde Vendas = COUNTROWS(Vendas)
Qtde Pedidos = DISTINCTCOUNT(Vendas[Pedido])
Qtde Clientes = DISTINCTCOUNT(Vendas[Cod.Cliente])

Crie uma visualização Matriz com o seguinte esquema de campos:

• Eixo

o Produtos[Categoria]

o Produtos[Produto]

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 59

• Valores

o [Soma Vendas]

o [Soma Frete]

o [Média Vendas]

o [Maior Venda]

o [Menor Frete]

o [Qtde Vendas]

o [Qtde Pedidos]

hi
lc
o [Qtde Clientes]

iu
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Si

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i@
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:1
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n
ce

ed
Li

l:
ai
m
E-

4.4 COMPARANDO FATOS
Vimos que através dos relacionamentos é possível utilizar dados das tabelas dimensões para filtrar os dados
das tabelas fatos. Porém, em alguns casos é necessário comparar valores entre duas tabelas fatos. Inclusive já
fizemos isso, comparando a [Soma Vendas] – que é proveniente da tabela Vendas, com a [Soma Metas] – que
é proveniente da tabela Metas, através das dimensões Categoria e Produto.

Nosso objetivo agora é acrescentar mais uma dimensão nessa comparação – a Unidade. Vamos utilizar um
visual de Matriz conforme o esquema a seguir:

• Linhas

o Vendas[Unidade]

o Produtos[Categoria]

o Produtos[Produto]

• Valores

o [Soma Vendas]

o [Soma Meta]

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Si

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ai
ar

Com o esquema montado é possível perceber que houve um problema ao calcular a [Soma Metas] para cada
48

gm
du

uma das unidades, pois o valor se repetiu para todas as unidades. Você provavelmente deve estar pensando
27
:E

i@
que isso é pela ausência de relacionamento entre as tabelas Vendas e Comissão. Se você pensou isso, saiba
00

ch
ra

que você está certo, mas em partes.


:1
pa

l
iu
PF

Vamos então tentar criar a relação entre as duas tabelas.


ob
o

C
ad

rd
ci

Para criar essa relação, a possibilidade mais plausível seria através da coluna Cod.Unidade que está presente
ua
n

em ambas as tabelas. Como queremos analisar os valores por unidade vamos vincular os seus respectivos
ce

ed
Li

códigos.
l:
ai
m

Arraste o campo Vendas[Cod.Unidade] para cima do campo Metas[Cod.Unidade]. Ao tentar criar essa relação
E-

um alerta será emitido indicando que essa relação possui cardinalidade muitos para muitos. Isso significa
que não existe uma chave primária em nenhuma das duas tabelas e que você está relacionando duas chaves
estrangeiras. Não é proibido fazer esse tipo de relação, mas isso pode implicar em alguns problemas que
veremos a seguir.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 61

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n
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Li

l:
ai
m
E-

Ao clicar em OK a relação será criada. É possível agora visualizar uma relação bidirecional, muitos para
muitos e inativa, representada pela linha tracejada.

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62 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

A relação ficou inativa pois ela gera uma ambiguidade no modelo causada pelas relações existente entre a
tabela Produtos com as tabelas Vendas e Metas, criando uma referência circular no modelo.

hi
lc
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B
a
lv

m
Si

co
8
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Li

l:

Para ativar essa relação, seria necessário inativar ou excluir uma das relações para quebrar a referência
ai

circular. Navegue até o menu Página Inicial → Gerenciar relações.


m
E-

Inative a relação entre as tabelas Metas e Produtos e ative a relação entre as tabelas Vendas e Metas, marcando
e desmarcando as suas respectivas caixas de seleção na coluna Ativo.

Vamos voltar no relatório e verificar se o resultado da [Soma Metas] foi calculado corretamente para cada
unidade.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 63

hi
Em um primeiro momento podemos achar que está tudo certo. Mas vamos prosseguir com a nossa análise.

lc
Suponha que agora queremos visualizar a [Soma Metas] de cada categoria de produtos dentro das unidades.

iu
Como inserimos três campos na composição de linhas da matriz, uma hierarquia entre os campos Unidade,

B
a
Categoria e Produtos foi criada permitindo expandir os dados usando o ícone + ao lado do nome da

lv

m
Unidade. Agora é possível perceber que a [Soma Vendas] foi dividida corretamente pelas categorias, mas a
Si

co
8
[Soma Metas] se repetiu nas categorias para cada grupo da unidade.
o

l.
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86

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00

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:1
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C
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n
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Li

l:
ai
m
E-

Isso ocorreu justamente por não termos uma tabela dimensão para cada campo que desejamos comparar
entre as duas tabelas fatos. Fizemos uma relação direta entre as unidades, mas as tabelas Metas e Vendas
possuem outras colunas que se relacionam entre si, como os produtos por exemplo.

Se temos um conselho para você é evitar utilizar relações muitos para muitos e relações bidirecionais, exceto
se as duas tabelas fatos podem ser vinculadas entre si apenas pelo campo da relação diretamente. Para
solucionar esse problema vamos precisar das duas dimensões Unidade e Produto. Como já temos a tabela
dimensão Produto, vamos precisar gerar apenas a tabela Unidade.

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64 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

A estrutura dessa tabela consiste basicamente em uma tabela contendo os nomes de cada unidade e seus
respectivos códigos, sem repetições, para que possamos relacionar com as duas tabelas fatos que temos no
modelo. E vamos fazer isso no Power Query Editor.

hi
lc
Mas antes de criarmos a tabela, remova a relação que criamos entre as tabelas Vendas e Metas, e ative a

iu
relação entre a tabela Produtos e Metas.

B
a
Agora clique em Página Inicial → Transformar dados.

lv

m
Si

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l.
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Li

l:
ai

GERANDO UMA DIMENSÃO A PARTIR DO FATO


m
E-

Com o Power Query Editor aberto, vamos utilizar a tabela Vendas como ponto de partida para extrair o nome
das unidades e seus respectivos códigos. Clique com o botão direito sobre a consulta Vendas e escolha no
menu a opção Duplicar. Uma cópia da tabela Vendas será criada. Clique duas vezes para renomear a tabela,
e dê o nome Unidades.

Vamos manter apenas as duas colunas que precisamos – Cod.Unidade e Unidade. Selecione-as e clique com
o botão direto do mouse e escolha a opção Remover Outras Colunas.

Ainda com as colunas selecionadas vamos remover as linhas em duplicidade. Clique em Página Inicial →

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 65

Remover Linhas → Linhas Duplicatas. Agora você já tem uma tabela dimensão das Unidades.

hi
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B
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lv

m
Si
O ideal é que remova a coluna Unidade da tabela Vendas mantendo apenas os códigos nas tabelas fatos.

co
8
o

l.
d

86
Clique na tabela Vendas, em seguida clique com o botão direito na coluna Unidade e em Remover.

ai
ar

48

gm
du

27
Clique em Fechar e Aplicar no guia Página Inicial.
:E

i@
00

ch
ra

Com a tabela Unidades carregada, o Power BI pode reconhecer o relacionamento entre as tabelas Unidades,
:1
pa

l
iu
PF

Vendas e Metas automaticamente. Caso os relacionamentos não sejam reconhecidos, certifique-se de cria-los
ob
o

conforme esquema abaixo:


C
ad

rd
ci

ua

• Vendas[Cod.Unidade] → Unidades[Cod.Unidade]
n
ce

ed
Li

• Metas[Cod.Unidade] → Unidades[Cod.Unidade]
l:
ai
m

Confira o esquema completo de relacionamentos:


E-

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ua
n

Um ponto de atenção, é que removemos a coluna Unidade da tabela Vendas. Por esse motivo nosso visual
ce

ed
Li

ficará quebrado. Mas não se preocupe, é só fazer a substituição do campo problemático pelo novo campo
l:
ai

Unidades[Unidade] da tabela dimensão que criamos.


m
E-

Agora Com as dimensões criadas e relacionadas com os fatos, é possível fazer análises cruzadas entre as duas

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 67

tabelas fatos sem nenhum problema.

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8
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l.
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i@
00

4.5  DIMENSÃO TEMPORAL – A TABELA CALENDÁRIO ch


ra

:1
pa

l
iu
PF

ob
o

C
ad

rd

Na nossa próxima análise, vamos querer comparar a [Soma Vendas] e a [Soma Metas] ao longo do tempo. Para
ci

ua
n

isso vamos utilizar a Data do Pedido como referência.


ce

ed
Li

Insira um Gráfico de linhas com o esquema abaixo:


l:
ai
m

• Eixo: Vendas[Data Pedido]


E-

• Valores: [Soma Metas]

• Y2: [Soma Vendas]

Perceba que colocamos as medidas em Valores e Y2. Isso fará com que sejam plotados em 2 eixos diferentes.

O resultado deverá ser um gráfico semelhante ao da imagem a seguir:

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00

ch
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:1

É possível perceber que a [Soma Metas] parece permanecer constante ao longo dos anos enquanto a [Soma
pa

l
iu
PF

Vendas] varia com os anos. Isso ocorreu pois no Eixo estamos usando uma data da tabela Vendas, mesma
ob
o

C
ad

tabela da coluna Vl.Total que é utilizada no cálculo da medida [Soma Vendas].


rd
ci

ua
n

Vamos inverter a situação. Substitua o campo Vendas[Data Pedido] do eixo pelo campo Metas[Data]. Agora
ce

ed

o valor que permanece constante é a [Soma Vendas].


Li

l:
ai
m
E-

Apesar de parecer que existem relações interligando as tabelas Vendas e Metas, se analisarmos as direções
dos relacionamentos podemos perceber que não é possível percorrer um caminho que saia de qualquer um
dos fatos e leve até o outro fato.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 69

hi
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B
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m
Si

co
8
o

l.
Resumindo, não é possível utilizar um campo Metas[Data] para filtrar valores na tabela Vendas, como também
d

86

ai
ar

não é possível utilizar o campo Vendas[Data Pedido] para filtrar valores na tabela Metas.
48

gm
du

27
:E

i@
Isso nos faz voltar novamente no ponto do tópico anterior sobre como comparar duas tabelas fatos. É
00

ch
ra

:1

necessário que haja uma tabela dimensão intermediando essas tabelas. E quando falamos da dimensão
pa

l
iu
temporal, costumamos chamar essa tabela de Tabela Calendário.
PF

ob
o

C
ad

rd

Essa tabela será responsável por interligar todas as datas do modelo de dados. A composição dessa tabela é
ci

ua

semelhante a qualquer outra tabela dimensão. É composta por uma chave primária (aquela que não se repete)
n
ce

ed

e por outras colunas que descrevem essa chave. A chave primária será a Data, e as colunas descritivas serão
Li

l:

os anos, nome dos meses, trimestres, dias da semana ou qualquer outra informação que possa classificar duas
ai
m

datas.
E-

Existem diversas maneiras de criar uma tabela calendário. Neste curso iremos criar utilizando a Linguagem M
dentro do Power Query Editor.

Para criar a tabela calendário vamos abrir uma nova consulta nula no Power Query Editor. Clique em Página
Inicial → Obter Dados → Consulta em Branco. Uma nova consulta chamada Consulta1 será gerada no Power
Query Editor.

CÓDIGO M DA TABELA CALENDÁRIO

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70 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Todas as transformações que são feitas no Power Query Editor geram um código na Linguagem M, e você
pode visualizar o código de qualquer consulta no editor avançado, no menu Página Inicial → Editor Avançado.
Através da linguagem M é possível expandir muito as possibilidades de tratamento dos dados. À primeira
vista pode parecer um código complexo, mas com um pouco mais de contato se torna um código fácil de ser
entendido.

Com o editor avançado aberto, vamos primeiro digitar o código para gerar uma lista contendo todas as datas
da nossa tabela calendário.

Antes de digitar o código, um ponto muito importante que devemos levar em consideração ao programar na
linguagem M é que essa é uma linguagem case-sensitive. Isso significa que letras maiúsculas e minúsculas são
totalmente diferentes. Então fique atento ao digitar o nome de cada função, pois uma pequena alteração na
capitalização das letras pode fazer com que seu código não funcione.

hi
lc
iu
B
a
lv

m
Si

co
8
o

l.
d

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ai
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gm
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C
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ua
n
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Li

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ai
m
E-

Agora vamos a análise do código.

A espinha dorsal de qualquer código na linguagem M é a estrutura let..in. Primeiro, na estrutura let devemos
declarar cada etapa da nossa consulta, separando-as por vírgula. No nosso exemplo temos quatro etapas –
DataInicial, DataFinal, QtdeDias e Lista.

As duas primeiras etapas referem-se ao período que iremos utilizar para gerar a lista de datas. Usamos a estrutura
#date(a, m, d) para especificar as datas, onde os argumentos a, m e d são ano, mês e dia respectivamente.
A etapa QtdeDias calcula quantos dias existem entre as datas inicial e final, que é uma subtração simples entre
as datas. Porém, na linguagem M, qualquer cálculo entre datas e horários são convertidos para um tipo de
dado conhecido como Duração. Como queremos o resultado em dias utilizamos a função Duration.Days para
extratir os dias da duração resultante. Há ainda uma adição de 1 dia ao cálculo. Isso ocorre para contar todas
as datas, inclusive o primeiro dia.

A quarta etapa (Lista) é responsável por gerar a lista de datas que será a nossa coluna de chave primária. A
função List.Dates possui três argumentos – start, count e step.

• start é a data inicial, que informamos na etapa DataInicial


• count é a quantidade de dias que estarão contidos na lista. Calculamos na etapa QtdeDias.
• step é o incremento entre cada data da lista. Como queremos todas as datas no período vamos fazer
incrementos com duração de 1 dia. Esse argumento deve ser informado no formato Duração, por isso usamos
a expressão #duration(d, h, m, s) para especificar o incremento, onde os argumentos são dias, horas, minutos

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 71

e segundos respectivamente. O incremento é de 1 dia exato, ou seja – 1 dia, 0 horas, 0 minutos e 0 segundos.

Por último, na expressão in informamos o resultado da consulta. O resultado deve ser exatamente a lista que
calculamos na etapa Lista.

Clique em Concluído para visualizar o resultado.

hi
lc
iu
B
a
lv

m
Si

co
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l.
d

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ai
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gm
du

Agora vamos transformar a lista gerada em uma tabela. Clique em Ferramentas de Lista → Transformar →
27
:E

i@
Para a Tabela. Não existe nenhum delimitador separando nossos registros, então na caixa de diálogo que
00

ch
ra

:1

será exibida não é necessária nenhuma alteração. Clique em OK.


pa

l
iu
PF

ob
o

Com a lista convertida em tabela, renomeie a coluna Column1 para Data e altere o tipo de dado da coluna para data.
C
ad

rd
ci

ua
n
ce

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Li

l:
ai
m
E-

Com a coluna Data gerada vamos inserir as demais colunas da tabela calendário. Todas as colunas serão
adicionadas a partir da coluna Data. Selecione a coluna Data e repita os passos abaixo. Lembre-se de mantê-
la selecionada sempre que for adicionar uma nova coluna.

• Ano – Adicionar Coluna → Data → Ano → Ano

• Nome do Mês – Adicionar Coluna → Data → Mês → Nome do Mês

• Mês – Adicionar Coluna → Data → Mês → Mês

• Trimestre – Adicionar Coluna → Data → Trimestre → Trimestre do Ano

É possível incrementar a coluna Trimestre adicionado um prefixo, como a letra T, por exemplo. Selecione a
coluna Trimestre e clique no menu Transformar → Formato → Adicionar Prefixo e informe a letra T.

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72 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Antes de Fechar e Aplicar lembre-se de renomear a tabela Consulta1 para Calendário.

Com a tabela Calendário adicionada ao modelo de dados, vamos relacioná-la com as tabelas Vendas e Metas.

hi
Calendario[Data] → Vendas[Data Pedido]

lc

iu
B
• Calendario[Data] → Metas[Data]

a
lv

m
Si

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m
E-

Segue o esquema completo de relacionamentos.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 73

HORA DE PRATICAR

Insira um Gráfico de linhas com o esquema abaixo:

• Eixo: Calendario[Data]

• Valores: [Soma Vendas]

• Y2: [Soma Metas]

Explore os níveis de hierarquia clicando no botão Expandir todo o campo um nível abaixo da hierarquia.

hi
lc
Volte os níveis clicando no botão Fazer drill up.

iu
B
a
lv

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Si

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8
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l.
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E-

Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


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74 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

4.6  FUNÇÕES ITERANTES

Vimos que a linguagem DAX trabalha com dois tipos de contextos. Os cálculos realizados em colunas
e tabelas utilizam o contexto de linha enquanto os cálculos de medidas trabalham no contexto de filtro
agregando valores. Há, porém, funções que são capazes de trabalhar em ambos os tipos de contextos – e
essas funções são conhecidas como iterantes.

Ao utilizar uma função iterante você deve informar em um dos seus argumentos uma tabela, e um cálculo a
ser realizado para cada linha dessa tabela, ou seja, no contexto de linha. Em seguida, os resultados obtidos
para cada linha da tabela serão agregados em uma soma, média ou outro cálculo conforme a função
utilizada.

hi
lc
No modelo de dados que criamos, para calcular a [Soma Vendas] foi necessário criar uma coluna na tabela

iu
Vendas que retornava o resultado da multiplicação entre as colunas Qtde e Vl.Unitario.

B
a
lv

m
Si
Vl.Total = Vendas[Qtde] * Vendas[Vl.Unitario]

co
8
o

l.
d

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gm
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iu
PF

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C
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rd
ci

ua
n

Com o Vl.Total para cada linha da tabela calculado, o próximo passo foi criar a medida que somaria os
ce

ed
Li

valores da nova coluna.


l:
ai
m

Soma Vendas = SUM(Vendas[Vl.Total])


E-

Perceba que para obter o resultado fizemos dois tipos de cálculo. Um primeiro cálculo linha a linha,
multiplicando os valores das colunas, e um segundo cálculo agregador somando os valores obtidos das
multiplicações.

Colunas calculadas consomem memória e espaço para materializar os valores nas tabelas, prejudicando
a performance do modelo. Já as medidas são calculadas apenas quando requisitadas e inseridas em um
visual.

É possível criar o mesmo cálculo em uma medida utilizando apenas a SUMX que é capaz de realizar o
cálculo nos contextos de linha e filtro.

Veja o argumento da função SUMX:

SUMX(Tabela , Expressão)

O primeiro argumento é a tabela na qual será percorrida linha a linha efetuando o cálculo informado no
segundo argumento, a expressão.

A medida [Soma Vendas] então poderia ser escrita assim:

Soma Vendas = SUMX(Vendas, Vendas[Qtde] * Vendas[Vl.Unitario])

Se ao invés de calcular a [Soma Vendas] o objetivo fosse calcular a [Média Vendas], poderíamos utilizar a

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 75

função AVERAGEX, que calcula a média como agregação.

Média Vendas = AVERAGEX(Vendas, Vendas[Qtde] * Vendas[Vl.Unitario])

Outras funções iterantes importantes são:

• MAXX (agrega retornando o maior valor)

• MINX (agrega retornando o menor valor)

• COUNTX (agrega retornando uma contagem)

hi
lc
iu
B
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HORA DE PRATICAR
lv

m
Si

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27
:E

Imagina a tabela hipotética Dados abaixo, com as colunas [A] e [B].

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00

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n
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Li

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ai
m
E-

Informe os resultados para as seguintes fórmulas:

__________ SUMX( Dados , Dados[A] - Dados[B] )

__________ AVERAGEX( Dados , Dados[A] - Dados[B] )

__________ MINX( Dados , Dados[A] - Dados[B] )

__________ MAXX( Dados , Dados[A] - Dados[B] )

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76 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

4.7  CALCULATE E MUDANÇAS DE CONTEXTO

Uma das funções mais importantes no DAX é a CALCULATE. Com ela é possível “quebrar” o contexto de
filtro atual e declarar dentro de seus argumentos qual será o novo contexto a ser considerado.

No exemplo a seguir é preciso calcular a performance de aquisição de clientes ao longo dos anos
comparado com a quantidade de clientes do ano 2016. Resumidamente, queremos dividir a quantidade de
clientes de cada um dos anos pelo valor da quantidade de clientes do ano 2016. Para realizar esse cálculo é
necessário trazer para o contexto atual o resultado referente a quantidade de clientes em 2016

hi
lc
Primeiro vamos montar o esquema abaixo usando a visualização matriz.

iu
B
• Linhas

a
lv

m
o Calendario[Ano]
Si

co
8
o

l.
d

86
• Valores

ai
ar

48

gm
du

o [Qtde Clientes]
27
:E

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00

ch
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:1
pa

l
iu
PF

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o

C
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ci

ua
n
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Li

l:
ai
m
E-

Para forçar que o contexto do ano seja 2016 independente dos contextos exibidos no visual, vamos utilizar a
função CALCULATE.

A sintaxe da função CALCULATE é a seguinte:

CALCULATE( Expressão , [Filtrar1] , ... )

Em expressão vamos informar o cálculo que desejamos realizar. Queremos contar a quantidade de
clientes. Como já temos a medida [Qtde Clientes] que retorna esse resultado, vamos utilizá-la. O segundo
argumento Filtrar1 devemos informar o contexto que deve ser utilizado para calcular a [Qtde Clientes].
Vamos informar o filtro Calendario[Ano] = 2016.

Sendo assim, vamos criar a medida a seguir:

Qtde Clientes 2016 = CALCULATE( [Qtde Clientes] , Calendario[Ano] = 2016 )

Insira a medida [Qtde Clientes 2016] na composição de valores da matriz.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 77

hi
lc
iu
B
a
lv

m
Si
Com o esquema montado, é possível perceber que para a medida [Qtde Clientes 2016] o contexto dos anos

co
8
o

0
foi ignorado, retornando o cálculo da medida [Qtde Clientes] par ao ano 2016 em todos os anos.

l.
d

86

ai
ar

48

gm
du

Para comparar os valores percentualmente basta criar uma medida dividindo os valores das duas medidas, e
27
:E

i@
formatar a medida para exibir os valores em percentual.
00

ch
ra

:1
pa

% Clientes 2016 = [Qtde Clientes] / [Qtde Clientes 2016]


l
iu
PF

ob
o

C
ad

rd
ci

ua
n
ce

ed
Li

l:
ai
m
E-

Aqui fizemos uma comparação forçada com um contexto muito específico. Porém, comparar valores de uma
mesma medida entre contextos diferentes é muito comum na análise de dados, e a função CALCULATE nos
permitirá mudar o contexto para comparar os valores.

Por exemplo, podemos comparar o valor de uma medida com o mesmo valor no ano anterior, ou com o
valor no mês anterior. Ou comparar o valor de uma medida com o valor total da mesma medida para obter
um percentual de representatividade.

E é justamente isso que vamos aprender nos próximos tópicos.

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78 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

4.8 FUNÇÕES DE INTELIGÊNCIA TEMPORAL

MESMO PERÍODO DO ANO ANTERIOR

Em análises sazonais é muito comum comparar valores com períodos anteriores, seja um mês trimestre ou o
ano completo com o mesmo período do ano anterior. Para comparar uma medida em contextos diferentes
é necessário alterar o contexto que serão exibidos no visual. E já vimos que é a função CALCULATE
responsável por essa alteração.

A função CALCULATE possui dois argumentos, um é a expressão (medida) e o outro é o filtro na qual essa
expressão será avaliada. Será neste argumento de filtro que iremos utilizar outra função DAX aninhada a

hi
função CALCULATE para determinar a mudança do contexto.

lc
iu
Na linguagem DAX temos uma função chamada SAMEPERIODLASTYEAR que é capaz de mudar o contexto

B
de filtro de uma expressão para o mesmo período do filtro atual, mas no ano anterior. O único argumento

a
lv

m
que essa função exige é informar a coluna de datas do nosso modelo, presente na tabela Calendario.
Si

co
8
o

l.
A medida para trazer o valor ano anterior é a seguinte:
d

86

ai
ar

48

gm
du

Soma Vendas Ano Anterior =


27
:E

i@
CALCULATE( [Soma Vendas] , SAMEPERIODLASTYEAR(Calendario[Data]) )
00

ch
ra

:1
pa

l
iu
PF

Com a medida criada, monte o esquema abaixo:


ob
o

C
ad

rd
ci

ua
n
ce

ed
Li

l:
ai
m
E-

A medida [Soma Vendas Ano Anterior] não retornou nenhuma informação no contexto do ano 2016, pois
deveria retornar a [Soma Vendas] de 2015, e não temos nenhum dado do ano 2015 na base. Já os anos
subsequentes retornam o valor do ano anterior.

Outro detalhe importante é que a função altera o contexto automaticamente conforme as dimensões.
Clique no ícone + expandindo as informações dos anos em trimestres.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 79

O valor da medida [Soma Vendas Ano Anterior] de cada trimestre retorna o valor da medida [Soma Vendas]
no mesmo trimestre no ano anterior.

hi
lc
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B
a
lv

m
Si

co
8
o

l.
d

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ai
ar

48

gm
du

27
:E

i@
Podemos utilizar a função DIVIDE para comparar as variações em percentual. Lembre-se de mudar a
00

ch
ra

formatação para percentual.


:1
pa

l
iu
PF

% Var Vendas Ano Anterior =


ob
o

C
ad

DIVIDE( [Soma Vendas] , [Soma Vendas Ano Anterior] ; 1 ) - 1


rd
ci

ua
n
ce

ed
Li

l:
ai
m
E-

COMPARANDO COM OUTROS PERÍODOS


Comparar dados com o ano anterior nem sempre é a melhor alternativa. Algumas situações requer uma
comparação com períodos menores, como por exemplo, realizar uma comparação com o mês ou trimestre
anterior. Pode ser necessário também a comparação 2 ou mais meses atrás, ao invés de olhar apenas para o
mês anterior.

Nestes casos, a função DATEADD será útil, pois ela nos permite informar quantidade de períodos e o
período que desejamos comparar. Vamos criar uma medida para retornar o valor da medida [Soma Vendas]
no mês anterior.

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80 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Soma Vendas Mês Anterior =


CALCULATE( [Soma Vendas] , DATEADD(Calendario[Data] , -1 , MONTH) )

A função DATEADD possui três argumentos. No primeiro informamos a coluna Calendario[Data] semelhante
a função SAMEPERIODLASTYEAR. Essa característica vai ser repetir em praticamente todas as funções
de inteligência temporal da linguagem DAX. O segundo argumento é a quantidade de períodos que
vamos alterar no contexto. Vamos informar a quantidade de períodos que vamos alterar o contexto. Como
vamos retroagir o tempo, o valor deve ser negativo. O terceiro argumento é o tamanho do período que
informamos no argumento anterior. Pode ser DAY (dias), MONTH (meses), QUARTER (trimestres) e YEAR
(anos).

Vamos criar uma matriz para visualizar os resultados da medida criada.

hi
lc
iu
B
a
lv

m
Si

co
8
o

l.
d

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gm
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:1
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l
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PF

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C
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rd
ci

ua
n
ce

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Li

l:
ai
m
E-

Perceba que os nomes dos meses estão ordenados em ordem alfabética na matriz. Para que a classificação
fique em ordem cronológica será necessário definir que a coluna Calendario[Nome do Mês] deve utilizar os
valores numéricos da coluna Calendario[Mês] para ordenar seus valores.

No painel Campos clique no nome da coluna Calendario[Nome do Mês] e na faixa de opções navegue no
menu Ferramentas de coluna → Classificar por coluna e selecione a coluna Mês.

Agora as os nomes dos meses estão classificados em ordem cronológica. Podemos facilmente identificar
que o valor retornado em cada contexto na medida [Soma Vendas Mês Anterior] é exatamente o valor da
medida [Soma Vendas] no mês anterior.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 81

hi
lc
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n
ce

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Li

l:
ai

Se preferir você pode exibir os valores em um gráfico de colunas clusterizado.


m
E-

FUNÇÕES DE REMOÇÃO DE FILTRO

Para aplicar os próximos exemplos, vamos montar um esquema com dois visuais. Uma segmentação de
dados e uma matriz.
A segmentação de dados é útil para filtra os demais visuais inseridos nas páginas do relatório. É literalmente
um filtro de dados. Vamos criar um filtro de Supervisor.

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82 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

hi
lc
iu
B
a
lv

m
Si

co
8
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l.
d

86

ai
ar

48

gm
Para complementar nosso relatório, vamos criar uma matriz para exibir a [Soma Vendas] de cada uma das
du

27
categorias.
:E

i@
00

ch
ra

:1
pa

l
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PF

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ce

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Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 83

Com as duas visualizações inseridas no relatório, é possível filtrar os resultados por supervisor, clicando no
respectivo nome na segmentação de dados.

Mas por hora não vamos manter nenhum filtro aplicado aos supervisores.

REMOVENDO TODOS OS FILTROS


O próximo passo será calcular o percentual de representatividade de cada categoria sobre o total da [Soma
Vendas]. Lembre-se que para cada linha da matriz é como se um filtro estivesse aplicado com a respectiva
categoria. Para calcular o percentual de uma medida sobre o total da própria medida é necessário encontrar
o valor total da medida, ignorando os filtros que possam estar aplicados. Vamos utilizar a mesma técnica
anterior para mudar o contexto de filtro e calcular o total para a medida no mesmo contexto em que será
comparada, ou seja, cada categoria.

hi
lc
Para isso, juntamente com a função CALCULATE, vamos utilizar a função ALL que faz com que todos os

iu
B
filtros aplicados a uma tabela sejam ignorados. Como queremos o total de todas as vendas informaremos

a
lv
como argumento da função ALL a tabela Vendas.

m
Si

co
8
o
Soma Vendas Total = CALCULATE( [Soma Vendas] , ALL(Vendas) )

l.
d

86

ai
ar

48

gm
du

27
:E

i@
00

ch
ra

:1
pa

l
iu
PF

ob
o

C
ad

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ci

ua
n
ce

ed
Li

l:
ai
m
E-

Perceba que todos os filtros de categorias, ou até mesmo de supervisor, serão ignorados para calcular a
medida [Soma Vendas Total].

Para obter o percentual de representatividade basta dividir a medida [Soma Vendas] pela medida [Soma
Vendas Total], e formatar para exibição em porcentagem.

% Vendas Total = [Soma Vendas] / [Soma Vendas Total]

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84 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Aplique filtros na segmentação de supervisor e perceba que o valor da medida [Soma Vendas Total] não se
altera, e consequentemente o percentual é calculado sobre o total de todas as vendas.

hi
lc
iu
B
a
lv

m
Si

co
REMOVENDO APENAS FILTROS INTERNOS

8
o

l.
d

86

ai
ar

48

gm
du

27
No exemplo anterior, quando um supervisor é filtrado, o total da medida [Soma Vendas] é recalculado.
:E

i@
00

Porém o percentual continua sendo calculado sobre o total geral, ignorando qualquer filtro, inclusive os
ch
ra

:1

supervisores, devido a função ALL.


pa

l
iu
PF

ob
o

Nosso objetivo agora é calcular o percentual de representatividade levando-se em consideração apenas o


C
ad

rd

conjunto de dados que possa estar filtrado. Resumidamente, quando um filtro vindo de outra visualização
ci

ua
n

estiver aplicado devemos considerá-lo para calcular o total.


ce

ed
Li

Neste caso, vamos utilizar a função ALLSELECTED que ignora apenas os filtros aplicados pelo próprio visual
l:
ai

onde a medida estiver inserida.


m
E-

Soma Vendas Subtotal = CALCULATE( [Soma Vendas] , ALLSELECTED(Vendas) )

Agora calcule o percentual de representatividade dividindo a medida [Soma Vendas] pela medida [Soma
Vendas Subtotal], e não esqueça de formatar a medida para ser exibida em porcentagem.

% Vendas Subtotal = [Soma Vendas] / [Soma Vendas Subtotal]

Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


CPF: 10027488608 - eduardobiulchi@gmail.com
DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 85

hi
lc
iu
B
HORA DE PRATICAR

a
lv

m
Si

co
8
o

l.
d

86

ai
ar

48

gm
du

Crie medidas para retornar os valores abaixo:


27
:E

i@
00

• ch
ra

Qtde Clientes Ano Anterior


:1
pa

l
iu
PF

• Qtde Clientes Mês Anterior


ob
o

C
ad

rd

• % Clientes Total
ci

ua
n
ce

ed

• % Clientes Subtotal
Li

l:
ai
m
E-

Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


CPF: 10027488608 - eduardobiulchi@gmail.com
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Si

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8
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00

ch
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:1
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C
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ai
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Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


CPF: 10027488608 - eduardobiulchi@gmail.com
CAPÍTULO

5
Capítulo 5: RECURSOS VISUAIS
RECURSOS
VISUAIS

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Um dos pilares da construção de relatórios analíticos é o design e os recursos visuais. Neste capítulo vamos
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abordar alguns recursos que poderão ajudar na elaboração do seu relatório no Power BI. Os recursos
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visuais, como ícones, cores e formas, utilizados corretamente dão uma nova vida ao seu relatório e faz toda a
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diferença no que se diz respeito a imagem que ela passa ao cliente quando ele visualiza os dados.
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Dê uma olhada no relatório a seguir:


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Agora veja o mesmo relatório com uma outra aparência:

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Sabemos que os dados e resultados analíticos são os mesmos no primeiro e no segundo relatório. A
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confiabilidade de um relatório é muito importante, e até por isso focamos neste primeiro momento no
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tratamento e na modelagem dos dados.


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Porém é nítido, que os elementos visuais bem escolhidos e formatados atinge com muito mais impacto o
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cliente final. Sendo assim, usando o modelo de dados que criamos até o momento, vamos à prática.
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5.1  PLANO DE FUNDO

Tenha em mente que um dashboard é uma visão geral, um local para monitorar o estado atual dos dados.
O resultado é formado por um conjunto de dados e relatórios subjacentes, e cada item frequentemente
contêm muitos detalhes. E para facilitar a leitura, normalmente dividimos essas informações em blocos. Neste
contexto, usar um plano de fundo para realçar os blocos é ótima ideia.

Pense na posição de cada informação – cartões, gráficos, tabelas, botões, filtros. Utilizar caixas e bordas é uma
ótima maneira de delimitar tudo. Uma dica importante é que a maioria das pessoas lê de cima para baixo.
Sendo assim, coloque o nível mais alto de dados na parte superior e mostre mais detalhes à medida que você
move na direção que o público-alvo usa para ler (esquerda para direita, de cima para baixo).

Com isso em mente, você pode elaborar um plano de fundo para destacar cada grupo de informações.
Existem diversos softwares que podem ajudar nesta tarefa, sendo os conhecidos o Adobe Photoshop (pago)
e o Gimp (gratuito).

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A elaboração do design de um relatório é repleta de técnicas que merecem uma atenção especial, e por isso
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abordamos tudo em um treinamento específico – Power BI: Design. Porém, neste capítulo vamos apresentar
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possibilidades de aplicação dos recursos visuais que poderão lhe ajudar a iniciar esta jornada. Junto aos
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arquivos de apoio ao curso você encontrará uma pasta chamada Ativos contendo alguns dos recursos visuais
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que iremos aplicar neste relatório.


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Deste ponto em diante, vamos utilizar o arquivo Modulo 1 - Modelo de Dados.pbix para aplicação dos
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recursos visuais. Este arquivo contém o modelo completo que desenvolvemos juntos até aqui no curso.
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Para aplicar o plano de fundo, clique em qualquer ponto vazio da página para garantir que nada esteja
selecionado e em seguida vamos alterar a formatação Segundo plano da página.

Clique no botão Adicionar imagem e selecione o arquivo fundo_pag_a.png. Em seguida, altere a


transparência de imagem para 0%.

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5.2  ADICIONANDO IMAGENS


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As imagens são extremamente úteis para complementar a iconografia do relatório. Através deste recurso
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podemos inserir logos, ícones ou outros elementos que possam complementar a parte visual, como setas
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indicativas, por exemplo.


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Para inserir uma imagem clique em Inserir → Imagem e selecione o arquivo. Vamos começar pela logomarca
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da DATAB.

Após inserir uma imagem, você pode redimensioná-la usando os pontos nas extremidades, e em seguida
movê-la, clicando, arrastando e posicionando-a no local desejado.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 91

Outra forma de posicionar e redimensionar uma imagem de forma exata é usando o painel Formatar imagem
que é exibido quando uma imagem está selecionada, e definindo os valores no grupo Geral.

• Posição X: 30

• Posição Y: 30

• Largura: 150

• Altura: 50

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ÍCONES

Desde os primórdios os ícones são parte fundamental do mecanismo de interação da humanidade, seja para
indicar acionamento de comandos, alertas ou simplesmente para reforçar visualmente alguma informação.
Nada mais são do que imagens com um desenho que nos permitem falar mais de forma simplificada, e é
justamente por isso que vamos utilizá-los. Existem diversos sites na internet onde você pode consegui-los de
forma gratuita. Segue algumas recomendações:

• https://www.flaticon.com/

• https://www.iconfinder.com/

• https://icons8.com.br/

• https://material.io/resources/icons/

• https://www.dreamstale.com/free-downloads/

Como os ícones são recursos visuais com o objetivo de simplificar, é muito importante terem uma cor padrão
em todo o relatório para evitarmos que ofusquem o relatório. Para este relatório já deixamos alguns ícones
preparados para sua prática. Para inseri-los no relatório vamos proceder como fizemos no exemplo anterior
clicando no menu Inserir → Imagem.

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Vamos utilizar para identificar cada grupo de informações – cartões, gráficos, tabelas etc.

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Insira cada um dos ícones e posicione nos locais indicados. Sugerimos utilizar os ícones com um tamanho

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quadrado 40x40.

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ALINHAR E DISTRIBUIR OBJETOS

Enquanto cria objetos no relatório, é possível alinhar e distribuir o espaçamento entre eles. Isso facilita a
isometria entre objetos deixando-os mais organizados.

Para utilizar o recurso, primeiro você deve selecionar os objetos que deseja alinhar e/ou distribuir. Enquanto
segura a tecla CTRL clique em cada um dos objetos para selecioná-los.

Com os objetos selecionados clique em Formato → Alinhar → Alinhar à parte superior. Isso fará com
que todos os objetos fiquem alinhados pela bora superior. Você pode escolher entre seis alinhamentos
diferentes, sendo três na vertical e três na horizontal.

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Agora vamos distribuir os espaçamentos entre os objetos. Ainda com os objetos selecionados, clique no
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menu Formato → Alinhar → Distribuir horizontalmente. Isso fará com que os objetos tenham exatamente
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o mesmo espaçamento entre eles na horizontal. Você pode escolher distribuir o espaçamento tanto na
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horizontal quanto na vertical.


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Além do alinhamento e da distribuição, no menu Formato é possível agrupar objetos ou alterar a sua
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posição fazendo-os avançar ou recuar.


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5.3  CAIXAS DE TEXTO

Através das caixas de textos é possível criar títulos ou adicionar informações complementares no relatório.
Para adicionar uma caixa de texto ao relatório clique em Inserir → Caixa de texto, e digite o texto desejado.

Para remover o fundo branco da caixa de texto, no painel Visualizações mantenha a Tela de fundo
desativado.

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Utilize a barra de ferramentas flutuante para formatar o texto.

• Fonte: Segoe (Bold)

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• Tamanho: 16

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• Cor: Branca

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Utilize a caixa de texto para criar um título para cada posição de gráfico que teremos no relatório – Evolução
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de Vendas, Por Localização e Categoria e Produtos.


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5.4  BOTÕES E NAVEGAÇÃO


Usar botões no Power BI permite que você crie relatórios que se comportam de modo semelhante a
aplicativos e, assim, criar um ambiente para que os usuários possam clicar e interagir ainda mais com
conteúdo do Power BI. Um uso muito comum para os botões é a navegação entre páginas.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 95

Neste exemplo, vamos criar três botões – Geral, Produtos e Distribuição. Cada botão será responsável
por levar o usuário a uma página diferente do relatório. Como no momento temos apenas uma página no
relatório, você adicionar mais duas páginas e renomeá-las.

Na parte inferior do relatório você pode adicionar novas páginas clicando no ícone + ao lado da Página 1.

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Para renomear uma página é só clicar duas vezes sobre no nome atual e informar o nome desejado.

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Com as páginas criadas, vamos voltar a página Geral para criar os botões de navegação. Clique no

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menu Inserir → Botões → Em branco. Existe uma série de botões predefinidos, porém, vamos criar um

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botão a partir do zero, e por isso escolhemos a opção em branco. Um retângulo em branco será criado,

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representando o botão.

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TEXTO DO BOTÃO
Com o botão selecionado, no painel Visualizações vamos definir as configurações do botão. Vamos começar
definindo o texto do botão. Para isso ative primeiro a opção, e depois na caixa específica do Texto do Botão
digite “Geral”. Em seguida, altere a cor da fonte para branco.

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96 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

CONTORNO

Agora vamos mudar um pouco a forma do botão. E vamos fazer isso através do contorno. O contorno
do botão nada mais é do que uma linha ou formato que delimita o botão. Você pode determinar a cor, a
espessura, a transparência e até se o contorno será de cantos arredondados.

Para o botão que estamos criando não queremos nenhum contorno, porém queremos arredondar as
bordas. Então primeiro, com o contorno ativado defina o tamanho de arredondamento para 14px, e depois
desative o contorno. Isso fará com que a linha do contorno não seja exibida, mas mantenha as bordas
arredondadas.

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Se o botão ficar com um fundo branco, uma dica é desativar também a opção de tela de fundo.
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COR DE PREENCHIMENTO

Com a forma definida, agora vamos alterar a cor do botão. Para isso vamos modificar a configuração
Preencher.

Um detalhe bem interessante é que um botão possui três estados diferentes.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 97

• Estado padrão: quando o botão está em repouso.

• Ao focalizar: quando o botão está com o cursor do mouse sobre ele.

• Ao pressionar: quando o botão é clicado.

Podemos definir uma cor de preenchimento do botão para cada um desses estados. Primeiro clique na
caixa de seleção do estado para selecionar em qual dos estados está fazendo a alteração. Com o estado
selecionado, defina a cor de preenchimento. Se necessário, clique em Personalizar cor para definir o
código hexadecimal da cor desejada.

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Vamos definir as seguintes cores para cada estado do botão:


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Estado padrão: 058DAB

• Ao focalizar: 01C5B3

• Ao pressionar: 058DAB

Dica: você pode utilizar uma cor diferente para destacar o botão da página ativa. No exemplo abaixo
utilizamos um tom mais escuro do azul, representando pelo código hexadecimal #0D325D.

AÇÃO DE NAGEGAÇÃO

Com o botão criado, o próximo passo é definir uma ação que ele deverá executar. Para isso, ative a opção
Ação, e em seguida escolha o tipo de ação.

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98 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

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Podemos escolher diversos tipos de ação, dentre eles Navegação na página ou URL da web.

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A navegação de página permite escolher uma página do próprio relatório, enquanto a opção URL da web

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permite inserir um url de um site externo para ser acessada ao clicar no botão.

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Insira os 3 botões, um para cada página – Geral, Produtos e Distribuição, em depois vincule-os com a ação
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de Navegação de página à suas respectivas páginas.

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Com as ações definidas, para testar o funcionamento dos botões é necessário segurar a tecla CTRL
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enquanto clica no botão. Isso só é necessário durante o desenvolvimento do relatório, no Power BI Desktop.
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Quando o seu relatório for publicado, os botões funcionarão normalmente, sem a necessidade de segurar a
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tecla CTRL.
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Com mais essa etapa finalizada, o nosso relatório está tomando forma.
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5.5  VISUALIZAÇÕES
As visualizações são parte essencial da construção de um relatório. É através delas que exibimos números e
gráficos. Inclusive já utilizamos várias durante esse treinamento. Para o relatório que estamos criando, vamos
utilizar cinco tipos de visualizações diferentes – cartão, gráfico de linhas, mapa, matriz e segmentação de
dados.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 99

CARTÃO

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Os cartões são visualizações úteis para resumo de valores numéricos, pois através deles é possível mostrar

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um totalizador de uma medida. Sem nenhum objeto selecionado, no painel de Visualizações clique no

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botão Cartão. Com o objeto criado arraste a medida [Soma Vendas] para a composição Campos.

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Com o cartão criado e a medida inserida, vamos formatar as cores dos rótulos e remover a tela de
fundo. Como o cartão selecionado, clique no ícone de formatação (rolo de tinta) e defina as seguintes
configurações:

• Rótulo de Dados

o Cor: Branco

o Exibir Unidades: Auto

o Tamanho do texto: 20 pt

• Rótulo da Categoria

o Cor: Branco

o Tamanho do texto: 10 pt

• Tela de fundo: Desativado

Repita o processo, criando um cartão para as seguintes medidas:

• [Qtde Pedidos]

• [Média Pedidos]

• [Soma Frete]

• [Qtde Clientes]

• [Maior Venda]

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Dica: Você pode copiar e colar o cartão, e alterar apenas a medida na composição do campo.

GRÁFICO DE LINHAS

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Gráficos de linhas normalmente são usados para controlar dados ao longo de uma série temporal, e para
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facilitar a identificação de tendências ou de anomalias. Neste relatório vamos utilizar esse tipo de gráfico
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para mostrar a variação da [Soma Vendas] ao longo do tempo.
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Para isso, clique no botão para inserir um gráfico de linhas no painel de visualizações. No campo Eixo do
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gráfico vamos colocar o campo Calendario[Data], e no campo de Valores vamos inserir a medida [Soma
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Vendas]
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Use os botões de drill-down para expandir a hierarquia das datas para os níveis menores.

Em formatação do gráfico, defina as seguintes configurações:

• Eixo X: Ativado

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 101

o Cor: Branco

o Tamanho do texto: 9 pt

o Título: Desativado

o Linhas de grade: Ativado

 Cor: #C8C6C4

 Estilo da linha: Pontilhado

• Eixo Y: Ativado

o Cor: Branco

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o Tamanho do texto: 9 pt

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o Título: Desativado

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o Linhas de grade: Ativado
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 Cor: #C8C6C4
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 Estilo da linha: Pontilhado
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Cores dos dados


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o Soma Vendas: #00C3EE


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• Formas
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o Largura do traço: 2
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o Nivel: Ativado
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• Título: Desativado

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MAPA

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Gráficos de mapas são ótimos para mostrar a distribuição dos dados através da geolocalização. O Power BI

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é integrado ao Bing Mapas para fornecer as coordenadas de mapa padrão para a criação de mapas. Juntos,

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o Power BI e o Bing usam algoritmos, em um processo chamado codificação geográfica, para identificar a

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localização correta. Isso pode ser feito através de dados como latitude e longitude, um código postal ou até

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mesmo um nome do local.


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No modelo que criamos a única informação de geolocalização que temos são nos nomes das cidades, que
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estão relacionadas com os clientes e por fim às compras. Então é possível exibir através de um mapa os
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locais onde cada venda foi realizada, e inclusive destacar o valor das vendas através de bolhas no mapa.
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Crie uma visualização do tipo mapa e insira os campos conforme o esquema a seguir:
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• Localização: Cidades[Localização]

• Tamanho: [Soma Vendas]

Perceba que além do campo localização na composição do gráfico, também existe os campos Latitude e
Longitude que poderiam ser utilizados para definir a localização.

O campo Tamanho vai utilizar o valor das vendas para definir o quão grande serão as bolhas conforme as
vendas de cada localização.

Agora vamos definir algumas configurações de formatação para o mapa:

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 103

• Cores dos dados

o Cor padrão: #00C3EE

• Bolhas

o Tamanho: -10

• Estilos de mapa

o Tema: Escuro

• Título: Desativado

• Tela de fundo: Desativado

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Não se limite a alterar apenas as configurações citadas na apostila. Explore cada umas das configurações

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dos visuais, isso abrirá um leque de opções para você ao trabalhar com visualizações.

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MATRIZ

Já percebemos que no Power BI todos os visuais são extremamente intuitivos e fáceis de utilizar. Com as
matrizes e tabelas não poderia ser diferente. Esses visuais são indicados quando precisar de um detalhamento
melhor dos dados e o volume de informação for muito grande para ser exibidos em um gráfico.

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104 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Uma matriz se assemelha muito com a tabela dinâmica do Excel. Com ela é possível detalhar os dados em
vários níveis de linhas e colunas.

• Linhas

o Produtos[Categoria]

o Produtos[Produto]

• Valores

o [Qtde Pedidos]

o [Soma Vendas]

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o [% Var Vendas Ano Anterior]

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Dica: se preferir, é possível renomear o nome de um campo ou coluna apenas na exibição do gráfico. Para
isso, clique duas vezes sobre o nome do campo ou medida depois de inserido na composição.

Os visuais do tipo matriz são ricos em formatações. Vamos conhecer algumas das opções disponíveis.

• Estilo

o Estilo: Nenhum

• Grade

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 105

o Grade Vertical: Desativado

o Grade Horizontal: Desativado

o Peso da estrutura de tópicos: 1

o Cor da estrutura de tópicos: #00C3EE

• Cabeçalhos da coluna

o Cor da fonte: branco

o Contorno: Somente inferior

o Alinhamento do título: Centralizar

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• Cabeçalhos da linha

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o Cor da fonte: branco

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o Contorno: Somente à direta
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o Ícontes +/-: Ativado
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o Cor do ícone: #00C3EE
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o Tamanho do ícone: 11pt


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• Valores
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o Cor da fonte: branco


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o Alternar cor da fonte: branco


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o Estilo de linhas em tiras: desativado


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• Subtotais

o Cor da fonte: #00C3EE

• Total geral

o Cor da fonte: branco

• Título: Desativado

• Tela de fundo: Desativado

Licenciado para Eduardo Silva Biulchi


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106 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

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FORMATAÇÃO CONDICIONAL
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Com a formatação condicional para matrizes, você pode especificar diversas formatações condicionadas aos
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valores de cada medida, como cores das células, representar os valores de com barras de dados ou utilizar
ce

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ícones para representar cada informação. É possível aplicar a formatação condicional a qualquer campo de
Li

l:

texto ou de dados, desde que baseie a formatação em um campo que tenha valores numéricos, de nome
ai
m

ou código de cor e até mesmo uma URL da Web.


E-

Neste exemplo vamos acrescentar um ícone à medida [% Var AA] que deve exibir uma seta verde
apontando para cima quando a variação for positiva, uma seta amarela apontando para o lado quando não
houver variação, e uma seta vermelha apontando para abaixo quando a variação for negativa.

Ainda nas configurações de formatação da matriz que criamos, localize um grupo de opções chamado
Formatação Condicional e selecione o campo que deseja formatar. Neste caso é a medida [% Var AA].

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 107

Perceba que existem vários tipos de formatação condicional – Cor da tela de fundo, cor da fonte, barras de
dados, ícones e URL da web. Vamos ativar a opção de ícones, e depois clicar em controles avançados.

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Na caixa de diálogo exibida você pode informar a posição dos ícones em na opção Layout do Ícone, o
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alinhamento do ícone e até mesmo um conjunto de ícones predefinidos. Selecione a opção com o conjunto
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de três setas.
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Em seguida defina as regras para cada ícone (confira na imagem).


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l:

Se o valor é menor que 0 (número) então ↓


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• Se o valor é 0 (número) então →

• Se o valor é maior que 0 (número) então ↑

Dica: os limites inferiores e superiores são definidos como mínimo e máximo quando os campos são
deixados em branco.

Dica: os valores exibidos na matriz acima estão filtrados para o ano 2019.

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108 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

SEGMENTAÇÃO DE DADOS

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Como relatório criado, vamos querer analisar os dados sob diversas óticas diferentes. E essas óticas são

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conhecidas como filtros. As segmentações de dados são úteis para adicionar filtros aos dados exibidos em

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todo o relatório. É um visual bem simples com apenas um campo de composição. Vamos começar criando

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um filtro de ano. Insira um visual de segmentação de dados e arraste o campo Calendario[Ano] para sua

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composição.

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Como o campo Calendario[Ano] é numérico, a segmentação criada permitirá que você selecione um
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intervalo de dados que englobe todos os valores de anos possíveis no modelo de dados. Você pode utilizar
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as caixas de texto para informar o período ou arrastar as bolinhas para definir o intervalo.
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Outras formas de exibição de uma segmentação são como uma lista de valores ou como um menu
suspenso. Posicione o cursor do mouse sobre a segmentação de dados, e clique na seta próximo ao
cabeçalho para definir a forma de exibição do segmentador.

Como qualquer tipo de visualização, a segmentação de dados permite também configurar uma formatação.
Formate o visual conforme as opções abaixo:

• Controle de Seleção

o Seleção Única: ativado

• Cabeçalho

o Cor da fonte: branco

• Itens

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 109

o Cor da fonte: branco

o Tela de fundo: #058DAB

Dica: explore as opções de controle de seleção

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Para finalizar o relatório, crie mais duas segmentações para filtrar os campos Unidades[Unidade] e
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Vendedores[Supervisor].
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Apresentamos apenas alguns dos visuais disponíveis do Power BI para que você entenda o processo de
apresentação dos dados. Se aplicar cada um dos visuais com as diversas combinações de configurações, as
visualizações se tornam praticamente infinitas. Explore-as!

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CAPÍTULO

6
Capítulo 6: PUBLICAÇÃO NO POWER BI
SERVIÇO
PUBLICAÇÃO
NO POWER BI

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SERVIÇO
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Com o relatório criado, o próximo passo é publicá-lo e compartilhá-lo. E fazemos isso através do Power BI
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Serviço.
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O Power BI Serviço é uma plataforma na nuvem utilizada para publicar e compartilhar relatórios e painéis,
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possibilitando acessá-los pela internet, configurar sua atualização automática, gerenciar espaços de trabalho
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compartilhados, medir a usabilidade dos relatórios e painéis publicados e muitas outras funcionalidades.
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Seu acesso é realizado pelo website app.powerbi.com e um usuário e uma senha serão solicitados para
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acessar seu espaço de trabalho.


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Ainda no Power BI Desktop vamos publicar o relatório clicando em Página Inicial → Publicar

Para publicar um relatório é necessário que você possua uma conta no Power BI. Então se você ainda não
estiver logado uma janela solicitando o e-mail da sua licença será solicitada.

Importante: e-mails pessoais não são permitidos para obtenção de licenças. Apenas e-mails corporativos,
institucionais ou de universidades são aceitos. Se você faz parte de uma instituição que já utiliza o Power
BI, entre em contato com o administrador do domínio para saber como obter uma licença. Se você não faz
parte, mas possui um domínio não-pessoal, você pode clicar no link exibido na janela para criar uma conta.

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112 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Após entrar usando a sua licença do Power BI, serão exibidos os espaços de trabalhos que você possui.
Selecione o espaço de trabalho que deseja publicar o relatório e depois clique emSelecionar. No exemplo
vamos utilizar o Meu worskpace.

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Quando o processo de publicação terminar será exibida uma caixa de diálogo informando que o processo

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foi finalizado. Clique no link logo abaixo da mensagem de êxito para abrir o relatório no Power BI Serviço.

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O navegador padrão será aberto na página do relatório publicado. Caso você ainda não esteja logado na
conta no Power BI Serviço, faça o login para exibir o relatório.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 113

COMPARTILHANDO O RELATÓRIO

Para compartilhar o relatório de forma privada é obrigatório que tanto o usuário que compartilha quanto o
usuário que recebe possuam uma Licença PRO do Power BI.

Ainda na janela exibida, clique no botão compartilhar no menu que aparece na parte superior do relatório.

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Uma janela para compartilhamento será exibida. Informe o e-mail do usuário que deseja compartilhar o

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É possível selecionar algumas opções ao compartilhar, como por exemplo se deseja permitir que o usuário
compartilhe o relatório com terceiros, que criem conteúdo usando os conjuntos de dados do relatório ou
até mesmo se quer enviar uma notificação por e-mail ao destinatário.

INCORPORANDO O RELATÓRIO

Outra forma de compartilhar o relatório é incorporando-o a um site do SharePoint, site ou portal externo ou
até mesmo gerar um link para acesso público.

Vamos gerar um link para acesso público.

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114 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

Importante: relatório publicados dessa forma não possui nenhum controle de acesso, e ficam disponíveis
para qualquer pessoa o acessar. Nunca, em hipótese alguma, utilize esse recurso se os dados forem
privados ou confidenciais.

Clique no botão com uma reticência (...) e navegue até a opção Incorporar → Publicar na Web.

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Ao clicar nesta opção um alerta será exibido. Leia e depois clique no botão Criar código de incorporação.
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Um novo alerta sobre a publicação do relatório em um site público será exibido.

Caso tenha certeza de que deseja publicar abertamente o seu relatório, clique no botão Publicar. Um link
será gerado e você poderá enviar o relatório para qualquer usuário na internet.

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 115

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EXPANDA O SEU HORIZONTE

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O objetivo do treinamento Módulo 1 é que você entenda principalmente como o Power BI funciona, o
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tratamento e a modelagem de dados, criação de medidas, entendimento dos contextos etc. Cada recurso
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apresentado aqui possui um universo de possibilidades que ainda podem ser explorados. Nosso convite
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é que você levante as mangas e explore mais funcionalidade dos recursos que apresentamos. Crie novas
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páginas para o seu relatório, com novas medidas e novos gráficos. O Power BI ainda é um mundo novo a ser
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explorado.
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Encontramos você no Módulo 2!


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116 DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1

ANOTAÇÕES

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DATAB TREINAMENTO POWER BI - MÓDULO 1 117

ANOTAÇÕES

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