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APOSTILA DE

PORTUGUÊS
ANÁLISE
SINTÁTICA
FAPEC
Material elaborado, segundo o conteúdo programático de Língua Portuguesa dos últimos
concursos públicos realizados pela Fapec (Fundação de apoio e à pesquisa, ao Ensino e à
Cultura) Mato Grosso do Sul para cargos de nível superior, pela professora Lydyane de Almeida
Menzotti Silva.

Lydyane de Almeida Menzotti Silva é Mestra em Letras - Estudos Literários pela UFMS (2017). Tem Especialização em Língua Portuguesa pela
UNICID (2014) e graduação com Habilitação em Português e Espanhol pela UNEMAT (2010). Atuou como professora de Língua Portuguesa e
Língua Espanhola SED/MS e SEMEC (2013-2017), Língua Portuguesa IFMS/Três Lagoas (2018/2019) e atualmente é professora efetiva da rede
municipal de Nova Andradina (2019). Aprovações: 1° lugar no concurso da prefeitura em Nova Andradina/MS - (Fapec, 2018), 1° lugar no
processo seletivo do IFMS/Três lagoas-MS (2018), 4° lugar no concurso da prefeitura de Brasilândia/MS (Fapec, 2018), 6° lugar no concurso do
Estado de Mato Grosso/MT - Campo Verde (IBFC, 2017), 1° lugar no mestrado UFMS/CPTL (2014), Prefeitura de Três Lagoas (Fapec, 2018).

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A LINGUAGEM

 Para Bechara (2009, p.16): “Entende-se por linguagem qualquer sistema de signos
simbólicos empregados na intercomunicação social para expressar e comunicar ideias e
sentimentos, isto é, conteúdos da consciência.”
 Isso é o que diferencia a linguagem humana da animal.

O ATO DE COMUNICAÇÃO

Emissor Receptor

Código

 Emissor e receptor devem conhecer o significado do código.


 O significado é o sentido que damos ao som.
 Ligamos ao som um conceito.
 O código é o conjunto de sinais que combinados criam a mensagem significativa.
 Para nós, o código é a língua portuguesa.
 Cada um utiliza o material linguístico de modo pessoal (experiência vivida)
 A língua está diretamente ligada às experiências passadas e as realizações culturais,
que deixaram as artes como identidade social, por seu valor de expressão sentimental.
 A ciência que estuda o fenômeno geral da linguagem é a semiologia/semiótica.

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Resumindo:
✓ A linguagem é a capacidade de organizar um código de sinais compostos para a
transmissão de mensagens, podendo ela ser verbal ou não verbal.

LINGUAGEM VERBAL E NÃO VERBAL

• Ocorre por meio de palavras, sejam elas


Verbal escritas ou faladas:

Não • Ocorre sem a utilização de palavras. É


uma forma de comunicação que
verbal ocorre por meio de signos visuais ou
sonoros.

• a união da linguagem verbal e da


linguagem não verbal na
Mista comunicação.

DE QUE FORMA É COBRADA?

recursos verbais e não verbais nessa


propaganda revela que

a) o discurso ambientalista propõe formas


radicais de resolver os problemas climáticos.
b) a preservação da vida na Terra depende
de ações de dessalinização da água
marinha.
c) a acomodação da topografia terrestre
desencadeia o natural degelo das calotas
polares.
d) o descongelamento das calotas polares
diminui a quantidade de água doce potável
do mundo.
Disponível
em: http://orion-oblog.blogspot.com.br. Acesso em: 6 jun. 2012 (adaptado).
e) a agressão ao planeta é dependente da
posição assumida pelo homem frente aos
1. (Enem, 2012) O cartaz aborda a questão problemas ambientais.
do aquecimento global. A relação entre os
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2. (Fapec, Brasilândia, 2018) Sobre o período “De que adianta separar o lixo seco do orgânico
se não separamos a linguagem orgânica da seca em nossa rotina?” (l. 10-11), é correta a
informação contida na alternativa:

A) Há apenas linguagem conotativa.


B) Coexistem nele a denotação e a conotação.
C) Há apenas linguagem denotativa.
D) Está expresso em língua informal.
E) Prevalece nele o uso de gírias.

3. (Fapec, UFMS, 2018) Leia ao seguinte texto:

Disponível em wordsofleisure.com e em https://br.pinterest.com/tainastauffer/mafalda-quino/. Acesso em 02-01-2018, às 8h01min.

Sobre a resposta de Mafalda no último quadrinho, é verdadeiro o comentário contido na


alternativa:

A) Indica a rebeldia das crianças de hoje, que, além de ignorar as orientações dos pais, ironizam
suas escolhas e fingem não compreendê-las.
B) Aponta a falta de diálogo entre pais e filhos, resultando em imposições que ferem os direitos
de crianças e adolescentes e geram comportamentos e respostas indesejados.
C) Demonstra conflito de gerações: enquanto os pais investem em atividades culturais para a
formação dos filhos, estes preferem atividades incompatíveis com a faixa etária em que se
encontram.
D) Resulta do fato de a menina não ter ouvido o diálogo representado no primeiro quadrinho, em
que a palavra “teatro” foi empregada em seu sentido denotativo. Esse sentido permanece no
segundo quadrinho, em “atores” e “espetáculo”, mas Mafalda interpreta-o conotativamente.
E) É incoerente, demonstrando, por um lado, a falta de atenção da filha às palavras do pai e, por
outro, a falta de discernimento dos pais na escolha de atividades adequadas à idade dos filhos.

COMO FAZER A ANÁLISE DO TEXTO?

 i. Contexto da comunicação
 ii. Níveis de leitura:
o Leitura elementar
o Leitura inspecional
o Leitura analítica
o Leitura sinóptica
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 iii. Passos metodológicos, o Análise do vocabulário;
conforme Molina, 1982: o Linguagem não verbal;
o Essência do texto;
o Visão geral do texto (quem é o o Síntese do texto;
autor, a mídia, o título etc.?); o Avaliação.
o Questionamento despertado pelo
texto;

OBSERVE A ANÁLISE ABAIXO:

1º Qual o fato (o objetivo não é simplesmente descrever os fatos, mas acrescentar sentido
a eles)?
Mafalda abre a porta para Felipe e pede que ele não faça barulho, porque tinha alguém doente.
O amigo pergunta se é um familiar, mas na sequência dos quadrinhos, ele descobre que é o
mundo, que está deitado na cama.

2º Qual o sentido tem a descrição do fato?

Se tem sentido (denotativo)


• O que se diz sobre o fato (compreensão)
• Fazer análise sintática (Qual o sujeito? O que se diz dele? Quais as
circunstâncias?)
Sem sentido (conotativo)
• Fazer interpretação (inferir)
• Análise de vocabulário: doente
• Linguagem não verbal: gesto de falar baixo, globo (mundo) na cama.

3º Essência do texto (ideia central): O mundo está doente

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4º Síntese do texto (método, processo ou operação que consiste em reunir elementos
diferentes, concretos ou abstratos, e fundi-los num todo coerente): Mafalda pede para falar
baixo, pois tem alguém doente. Logo, infere-se que ela está preocupada com o doente e está
cuidando dele. Ou seja, o mundo precisa de cuidados.

5º Avaliação (Fazer perguntas): Qual a doença do mundo? Poderemos deduzir as mais


diversas: fome, violência, poluição, preconceito.

CUIDADO!

Ao fazer a análise, você não pode confundir sentido conotativo com texto sem coerência. Para
explicar melhor, já abordaremos o que é COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL.

COESÃO E COERÊNCIA TEXTUAL

Observe os dois textos abaixo:

Texto 1:

Maria é amiga de Ana e Pedro. Ana e Pedro estudam na escola do centro. Maria estuda na
escola do centro junto com Ana e Pedro. Maria é estudiosa. Ana e Pedro não estudam muito
e tem notas baixas. Maria passará para o ano seguinte. Ana e Pedro não sabem se passarão
para a série seguinte. Ana e Pedro estudam na mesma sala que Maria estuda no centro. Eles
são amigos.

Texto 2:

Maria é amiga de Ana e Pedro. Eles estudam na escola do centro, na mesma sala. A menina
estuda muito, mas os colegas não, por isso eles têm notas baixas. Sendo assim, a garota
passará para a série seguinte, enquanto os outros dois ainda não sabem se isso ocorrerá.

Agora, com base nos textos, responda:


● Qual dos dois textos está melhor para ler e entender?
● Qual dos dois textos está mais confuso?
● Há muita repetição de palavras em um dos textos. Qual texto é?

Como percebemos nos textos acima, a coesão (parte concreta percebida no texto, que
liga as orações e os parágrafos, estabelecendo relação de sentido contribuindo para a fluência)
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e a coerência (parte abstrata, relacionando as ideias do texto: sentido) são as bases para a
interpretação e compreensão dos sentidos.
O texto 1 é um exemplo de texto sem coesão, no entanto, há coerência. Observe abaixo
um texto sem coerência:

Estão derrubando muitas árvores e por isso a floresta consegue sobreviver.

DE QUE FORMA É COBRADA EM CONCURSO ?

1. ( Fapec, Campo Grande MS, 2016) A compreensão de textos depende, entre outros fatores,
da identificação de sentidos de palavras, expressões ou construções e recursos linguísticos.
Assinale a alternativa em que a informação a esse respeito é verdadeira:

A) A palavra "até" (1.2) veicula sentido de deslocamento espacial.


B) A oração que dependem exclusivamente da assistência pública (I. 28-29) introduz, no período
de que faz parte, ideia de restrição.
C) A oração "que dependem exclusivamente da assistência pública" introduz, no período de que
faz parte, sentido de generalização.
D) A palavra "já" tem o mesmo sentido (tempo passado) nas duas ocorrências textuais (l.11 e
l.17)
E ) O uso do travessão em " - e não à mercê de tendências [...]" (I. 37) indica mudança de
interlocutor.

A vida é uma mercadoria

1 Talvez você nem perceba, mas, de tão comum que se tornou, consumir para 2 ter saúde até
parece natural. Mas não deveria... 3 Segundo D. Portugal (2012), "a centralidade do esforço de
permanecer belo, 4 jovem, magro e feliz por muito tempo, no conjunto das preocupações
existenciais 5 dos indivíduos, ajuda a explicar porquê a indústria farmacêutica pôde ter crescido
6 tanto nos últimos 30 anos". 7 Só em 2012, conforme dados da Abradilan, os fármacos
alcançaram um 8 faturamento de R$49,6 bilhões, o que representa um crescimento de 15,8%
em 9 relação ao ano anterior. Os genéricos também tiveram desempenho positivo nesse 10
mesmo período : o faturamento chegou aos R$11,1 bilhões, apontando o crescimento 11 de
26,8%. Já os medicamentos de forma geral, em volume de unidades de 12 medicamentos,
tiveram, em 2012, crescimento de 10,6%, enquanto os genéricos 13 cresceram 16,7%, ambos
em relação a 2011. 14 Em 1991, Lefèvre, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP,
15 afirmava que, do ponto de vista do sistema produtivo, a saúde era um dos valores a 16 ser
reificado em mercadorias ou serviços o qual o uso implicava na posse do valor 17 consumido.
O pesquisador já alertava para algo que viria a ser comprovado: "os 18 indivíduos obtêm saúde
pelo consumo, direto ou indireto, de algum tipo de produto 19 ou serviço considerado, com base
ou não em critérios técnicos, como produtor ou 20 indutor externo de saúde ou de proteção
contra doenças.” 21 Mais recentemente, outro pesquisador da USP (Ribeirão Preto), Edward 22
Meirelles de Oliveira, em sua tese de doutoramento sobre o SUS, concluiu que “o 23 principal
interesse das políticas públicas de saúde no Brasil é o lucro, ou seja, a 24 saúde como
mercadoria ou negócio”. 25 Na prática, o que isso significa? O pesquisador explica que a maneira
como a 26 saúde vem sendo associada a um bem consumível, a mercadoria, acaba por 27
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reduzir os conceitos que a levam a ser compreendida como direito. E isso é um 28 complicador,
especialmente para famílias de baixa renda, que dependem 29 exclusivamente da assistência
pública. 30 Assim, a saúde não só tem representado um negócio de interesse ao grande 31
complexo industrial da saúde, mas também está no imaginário das pessoas como 32 algo que
deve ser adquirido por um preço, quando deveria ser entendida como uma 33 conquista pública.
34 Nada contra uma geração absurdamente fitness, mas está na hora de pensar 35 mais para
agir com mais capacidade de efetuar transformações positivas por si, por 36 sua família e pela
sociedade. Seja um sujeito mais atuante no controle da sua saúde 37- e não à mercê de
tendências e meras insinuações de um mercado que sua família e pela sociedade. Seja um
sujeito mais atuante no controle da sua saúde mercado que 38 transformou a saúde em mais um
objeto da cultura capitalista. (Fragmento do texto 39 "A saúde que cabe no bolso", escrito por
Ágatha Lemos, publicado em Vida e saúde, 40 Tatuí: CPB, ano 78, n° 3, p. 34-36, março-2016.
Com supressões e adaptações).

É cobrado o sentido dos articuladores, que é um dos mecanismos de coesão.

2. (Fapec, UFMS, 2018, NM) Assinale a alternativa que apresenta informação verdadeira sobre
as relações de coesão referencial estabelecidas no texto:

A) Os pronomes “a” (l. 1) e “seu” (l. 2) referem-se a “Mafalda” (l. 1).


B) Os pronomes “a” (l. 1) e “seu” (l. 2) referem-se a “Mafalda” e “Quino” (l. 2), respectivamente.
C) Os pronomes “seu” (l. 2) e “seus” (l. 3) referem-se a “Quino” (l. 2).
D) O pronome “seu” (l. 6) refere-se a “Quino” (l. 2).
E) O pronome “suas” (l. 7) refere-se a “menina filósofa” (l. 8).

Texto:

1 Segundo Umberto Eco, “o universo de Mafalda é o latino, o que a torna mais


2 compreensível do que muitos personagens norte-americanos”. Seu criador, Quino,
3 nunca parou com seus cartuns e charges, mas, em 1973, optou por descontinuar
4 seu maior sucesso, porque, em seu entender, a tira virara “um carimbo”. Referia-se
5 ao visual, que havia se tornado estandardizado, não lhe agradando como artista.
6 Mas o fato é que seu conteúdo crítico político continua vivo até hoje nos livros que
7 republicam suas manifestações surpreendentes, materializadas em reflexões adultas
8 de uma menina filósofa. (adaptado do artigo “Como surgiu a personagem Mafalda e
9 uma análise da obra do argentino Quino”, postado por Álvaro de Moya, Especial
10 para O Estado de São Paulo, em 17 de dezembro de 2014. Disponível em
11 http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura)

3. (Fapec, Brasilândia, 2018) Analisadas as relações de coesão textual (referencial ou por


articulação) estabelecidas no texto só NÃO é verdadeiro o que se afirma na alternativa:

A) Em “Uma convenção a que a maioria recorre” (l. 44-45), usou-se o “a” antes de “que” porque
o verbo “recorrer” exige esse articulador.
B) Os pronomes “sua” (l. 48) e “ela” (l. 49) retomam o mesmo referente: “mulher” (l. 48).
C) O pronome relativo “que”, em “Uma convenção a que a maioria recorre” (l. 44-45), retoma
“convenção”.
D) Sem em “Uma convenção a que a maioria recorre” (l. 44-45) substituirmos “que” por “qual”,
teremos “à qual”.
E) “essa sentença” (l. 51) retoma “eu avisei” (l. 48).

Ecologia poética: abrace esta causa

Salve uma palavra antes que morra no senso comum


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Fabrício Carpinejar
Como pensar em ecologia sem incluir a preservação das palavras? E com a ecologia das
palavras, quem se preocupa? E os lençóis subterrâneos da fala que são contaminados pelo
sarcasmo, pelo cinismo e, sobretudo, pela indiferença, quem cuida de sua prevenção?
(...)
Assim como reciclamos o lixo, as palavras dependem da renovação. Mudar a ordem,
produzir significação, exercitar gentilezas, valorizar detalhes. Não deixa-las paradas,
desacompanhadas, viúvas. Talvez seja daí minha incompetência em me desfazer do arranjo de
rosas que recebo no aniversário de casamento. Desligo as pétalas do miolo e espalho as rosas
nos livros. Fazem sombras para as frases.
44 É poluente dizer ao filho “nem se parece comigo”, para ameaça-lo. Uma convenção a
que a maioria recorre para se livrar do cuidado, sacrificando um momento de particularizar sua
experiência paterna e materna. Por que não procurar afirmar “você se parece comigo mesmo
quando não se parece? Ou há algo mais solitário e desolador que resmungar “eu avisei” para
sua mulher quando ela erra? Mostra que já a estava condenando antes de qualquer resultado e
atitude. Em vez de cobrar, por que não compreender? Transformar o lixo hospitalar (sim, corta-
se um braço dela com essa sentença) em adubo de frutas com simples concisão de “a gente
resolve”.
(...) (In: Conhecimento Prático/Língua Portuguesa, nº 45, São Paulo, Editora Escala, p.
10-11, s.d.[201?]. Com adaptações)

4. (Fapec, UFMS, 2020) A estagiária com cujo tutor falei ontem, por telefone, tem cópias das
páginas do jornal em que foi publicado as últimas nomeações deste ano. Espero que essas
cópias estejam legíveis. Analisadas as relações de coesão estabelecidas no enunciado, é correto
afirmar que:

A) Foram usadas indevidamente a preposição “com” (em “com cujo”) e a preposição “em” (“em
que”), pois os verbos “falar” e publicar” são transitivos diretos e, portanto, não regem preposição.
B) No primeiro período do enunciado, usou-se indevidamente o masculino em “cujo”, pois se
refere a “estagiária”, e cometeu-se um erro de concordância. No segundo, para garantir melhor
a coesão referencial, o correto seria usar “estas”.
C) A expressão “em que” pode ser substituída por “o qual”, sem que isso comprometa a coesão.
D) O pronome “cujo” é duplamente coesivo: retoma “estagiária” e refere-se a “tutor”. E é por
referir-se a “tutor” que se apresenta no masculino singular.
E) Em “foi publicado”, usou-se corretamente o singular e o masculino porque o núcleo do sujeito
a que o verbo se refere é “jornal”.

5. (Fapec, UFMS, 2020) Quanto à coesão, à regência, à concordância, à grafia e ao emprego de


tempos e modos verbais, está correta a alternativa:

A) A empresa que a instituição mantia parceria a anos discordou de alguns procedimentos por
esta adotados e suspendeu o convênio.
B) A empresa na qual a instituição mantinha parceria há anos discordou de alguns procedimentos
por aquela adotado e suspendeu o convênio.
C) A empresa com que a instituição mantinha parceria há anos discordou de alguns
procedimentos por esta adotados e suspendeu o convênio.
D) A empresa no qual a instituição mantia parceria a anos discordou de alguns procedimentos
por aquela adotado e suspendeu o convênio.
E) A empresa que a instituição mantinha parceria há anos discordou de alguns procedimentos
por esta adotados e suspendeu o convênio.

REFERÊNCIAS:

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BECHARA, Evanildo, Moderna gramática portuguesa / Evanildo Bechara. – 37. ed. rev., ampl. e
atual. Conforme o novo Acordo Ortográfico. – Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009.

MARTINO, Agnaldo Português esquematizado® : gramática, interpretação de texto, redação


oficial, redação discursiva / Agnaldo Martino. – 7. ed. – São Paulo: Saraiva Educação, 2018.

MOLINA, Olga. Leitura: será possível (e necessária) uma definição? 1982.

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