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A Educação Infantil é um período extremamente fértil em relação à construção de novos conhecimentos, sejam eles sociais, afet ivos ou
cognitivos, sendo a criança dessa faixa etária capaz de estabelecer relações complexas entre os elementos da realidade que se apresenta.

Assim, freqüentar uma classe de Educação Infantil significa, além da convivência entre pares, ter acesso a muitas oportunidades para a
construção de novos conhecimentos, graças às ações que a criança exerce sobre o mundo real.

Dentre os conhecimentos que serão construídos nessa etapa da escolaridade, a Matemática ocupa um lugar de destaque. Numerosas pesquisas
têm apontado a relevância do trabalho com essa disciplina para as crianças pequenas, especialmente no que diz respeito à construção do
conceito de número, além das noções ligadas às grandezas e medidas, bem como espaço e forma.

A Matemática está presente em mui tas das atividades realizadas pelas crianças, por exemplo, dividir porções de lanche; distribuir materiais entre
os colegas; calcular a distância entre sua posição e um alvo a ser atingido; pensar no trajeto mais curto para se deslocar de um lugar a outro.

A literatura tem demonstrado que, desde muito pequenas, as crianças já elaboram conhecimentos sobre Matemática, fato que vai ao encontro de
nossas observações de crianças pequenas brincando, conversando, resolvendo situações -problema que se apresentam no dia-a-dia. O que fazer,
por exemplo, quando há mais pessoas do que lugares à mesa? Onde se posicionar para que a bola acerte o cesto? Como dividir en tre os amigos
as balas?

Não parece acertado qualificar esse ramo de atividade como uma disciplina formali zada que deveria ser reservada aos anos seguintes da
escolaridade, uma vez que, desde a Educação Infantil, as crianças já sabem muito sobre relações matemáticas, pois estão expos tas todo tempo a
esse gênero de conhecimento.

Assim, uma questão que merece atenção, frente às freqüentes críticas ao modelo de ensino de Matemática vigente, é fundamentalmente pensar
como torná-la significativa para os alunos.

Deixar para o Ensino Fundamental e para o Ensino Médio a discussão sobre os motivos que levam vários alu nos a fracassar nessa disciplina
pode ser perigoso, uma vez que a Educação Infantil faz parte da formação escolar das crianças e desempenha um importante pape l na
construção de conhecimentos. Assim, a reflexão sobre os processos de ensino e aprendizagem ne ssa etapa da escolaridade poderá fazer parte
de um quadro de referência sobre como as crianças aprendem Matemática, por que não aprendem e o que aprendem.

Na Educação Infantil, a sala de aula deve ser um lugar de exploração dos elementos da realidade que cerca os alunos. O educador deve estar
constantemente preocupado em desenvolver nas crianças a curiosidade e o interesse pela interpretação dos fenômenos que ocorre m no meio em
que estão. Assim, ³experimentar e descobrir´ pode ser uma maneira muito rica e interessante de aprender. Para que isso ocorra, a criança deve
ter a oportunidade de agir sobre sua realidade. Proporcionar à criança dessa faixa etária situações ricas e desafiadoras, as quais possam gerar a
necessidade de resolver um problema efetivo, pa rece ser fundamental. O papel do professor é de grande importância nesse processo, uma vez
que, além de deixar a criança livre para manipular e experimentar os materiais, como também observar as reações decorrentes, deve, em
seguida, propor à criança problemas reais a serem resolvidos, criando, assim, uma situação de aprendizagem significativa.

O trabalho de Matemática na Educação Infantil deve, dessa forma, garantir que as crianças façam mais do que recitar números e decorar os
nomes de figuras geométricas. É preciso que possam, partindo dos conhecimentos prévios de cada uma, avançar em seus conhecimentos
mediante situações significativas de aprendizagem. Várias são as possibilidades para que isso ocorra: as situações de jogos; as resoluções de
problemas; as atividades lógicas etc. O que vai garantir um aprendizado efetivo é que a criança possa ser o protagonista desse processo, ou seja,
um ser ativo que busca respostas a questões verdadeiras e instigantes.

Tomando como base o Referencial Nacional Curricular (RCN), destacam-se três blocos de conteúdos a serem trabalhados na Educação Infantil:
³números e sistema de numeração´; ³grandezas e medidas´; ³espaço e forma´.

Durante muitos anos (especialmente durante as décadas de 70 e 80), as propostas de trabalho de Matemática para as crianças pequenas tinham
como ponto principal a idéia de que não se devia ensinar números, mas sim propor atividades ³pré -numéricas´, desconsiderando tudo aquilo que
as crianças já sabiam sobre eles. Essa idéia tinha como pilar de su stentação interpretações bastante particulares da teoria piagetiana, as quais
preconizavam que não se podia ensinar números antes da noção de conservação estar construída. Assim, todo o trabalho de numer ação era
centrado, mesmo nas séries iniciais, nos aspectos lógicos do número em detrimento daqueles ligados à sua aplicabilidade.

Atualmente, considera-se que para aprender sobre numeração as crianças devem lidar com os números e com o sistema de numeração,
trabalhando com resolução de problemas, contagem e regras do sistema decimal. Assim, as crianças devem ser capazes de pensar e discutir
sobre as relações numéricas utilizando as convenções de nossa própria cultura, tendo familiaridade com números e desenvolvend o as habilidades
matemáticas que capacitem o indivíduo a enfrentar as demandas práticas do dia -a-dia, além de compreender informações matemáticas, tais como
gráficos e tabelas.

Em relação à geometria, faz -se necessário considerar que a criança constrói o espaço a partir de seu próprio corpo e de seu s deslocamentos,
construindo paulatinamente noções geométricas mais complexas. Dessa forma, o trabalho envolvendo espaço e forma não deve limi tar-se ao
reconhecimento e memorização de formas geométricas. Há que se desenvolver propostas que considerem o esp aço sob a perspectiva do
esquema corporal, da percepção do espaço, além das noções geométricas propriamente ditas.

O trabalho de grandezas e medidas propicia que as crianças possam estabelecer relações entre objetos, comparando -os de acordo com um
padrão (não convencional nesse momento da escolaridade). Assim, cabe ao professor organizar situações nas quais o uso da medida seja uma
necessidade para as crianças. A própria marcação do tempo, por meio de um calendário adequado, constitui importante momento d e reflexão
para os alunos.

Por fim, não se pode deixar de considerar a importância de atividades tais como classificar, ordenar, seriar e corresponder, as quais não se
referem especificamente a nenhum conteúdo da Matemática, mas que servem como organizador es do raciocínio lógico matemático. Essas
atividades visam desenvolver as operações intelectuais que permitem à criança estabelecer relações entre os elementos da real idade.

MAÍSA PEREIRA PANNUTI -Psicóloga (USP), Mestre em Educação (UFPR), Doutoranda em Educação Matemática (UFPR). Coordenadora
pedagógica da Escola Anjo da Guarda, Curitiba, PR.

SALTO PARA O FUTURO / TV ESCOLA


WWW.TVEBRASIL.COM.BR/SALTO

http://www.artigos.com/artigos/humanas/educacao/matematica-para-educacao-infantil-4841/artigo/

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http://barbaracgomes.blogspot.com/2009/01/1_29.html


 


  


  

A Educação Infantil brasileira passou por diversas transformações nos últimos 20 anos. Desde o
final da década de 1980, universidades, movimentos sociais, partidos políticos, associações
profissionais e mães têm debatido o modelo de Educação Infantil pretendido para as crianças
brasileiras, influenciando as diretrizes estabelecidas na legislação do país.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação ± LDB -, aprovada em 1996, estabelece, em seu artigo
n. 29, que a Educação Infantil tem como finalidade ³o desenvolvimento integral da criança até
seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a
ação da família e da comunidade´. Tal afirmação é resultado de uma nova maneira de
compreender a criança que é vista como um ser ativo, competente, agente, produtor de
cultura, pleno de possibilidades atuais
e não apenas futuras.

Mas como trabalhar, no dia-a-dia da


Educação Infantil, a partir de tais
concepções? O quê ensinar para as
crianças? Essas podem ser algumas
dúvidas comuns de muitas
professoras. Para respondê -las é
importante compreender que as
crianças estão inseridas no mundo e que, desde o seu nascim ento, esforçam-se
para compreendê-lo, reinventando e interagindo com ele a cada momento. Dessa
forma, o papel do professor não seria tanto ensinar -lhes conteúdos, mas
propiciar-lhes momentos e oportunidades para que explorem e descubram esse
mundo.

Ao invés de apenas ensinar a matemática, poderíamos organizar o ambiente e


disponibilizar para as crianças jogos e materiais que permitam desenvolver
noções e conceitos matemáticos, que vão muito além de ensinar a contar.

     


   
 
Existem muitas formas de conceber e trabalhar com a matemática na Educação Infantil.
A matemática está presente na arte, na música, em histórias, na forma como organizo o
meu pensamento, nas brincadeiras e jogos infantis. Uma criança apren de muito de
matemática, sem que o adulto precise ensiná-la. Descobrem coisas iguais e diferentes,
organizam, classificam e criam conjuntos, estabelecem relações, observam os tamanhos
das coisas, brincam com as formas, ocupam um espaço e assim, vivem e desc obrem a
matemática. Contudo, é importante pensarmos que tipo de materiais podemos
disponibilizar para as crianças a fim de possibilitar-lhes tais descobertas.

Existem no mercado diversos materiais que podem ser utilizados pelos professores para
enriquecer o contato com o universo matemático. São músicas, livros de histórias
infantis, encartes de revistas, brinquedos e jogos pedagógicos, que podem ser facilmente
encontrados e que permitem à criança o contato com os números, com as formas, com
as quantidades, seqüências, etc. Além desse material, é possível que o professor crie seu
próprio material de trabalho, confeccionando quebra-cabeças, seqüências lógicas,
desenvolvendo atividades com ritmo, oferecendo palitos e outros materiais, propondo
jogos e brincadeiras e possibilitando a criação das crianças.

Quanto ao trabalho com os números, é importante compreendermos que estes são


símbolos que representam graficamente uma quantidade de coisas que poderiam ser
representadas de outra forma. Assim,
antes de descobrir os números, é
importante ajudarmos as crianças:
dizer quantos têm, mostrar nos
dedinhos e brincar com tudo
isso. Posso indicar que tenho 2 coisas
mostrando o dedo indicador e o médio,
mas também posso fazê -lo mostrando
o dedo mínimo e o polegar. De
qualquer forma estarei mostrando 2
dedos. De quantas formas diferentes
você é capaz de mostrar 3 dedos? E 5?

Se uma criança,
ao mostrar 8
dedos para a
professora,
pergunta quantos dedos têm ali, ela pode receber a resposta ou ser estimulada a desenvolver o seu pensamento lógico-matemático.
Posso responder que tem 8 dedos, como posso desafiá -la, dizendo que ali só tem um dedo e mostrar: 1, 1, 1, 1, 1, 1,1 e1. Diante da
contestação da criança, posso então dizer que me enganei e que acho que ali tem 5 e 3, ou 4 e 4, fazendo com que ela descubra que os
números são mais que eles mesmos, podendo ser um conjunto de outros números.

O importante é que o professor perceba que pode trabalhar a matemática na Educação Infantil sem se preocupar tanto com a
representação dos números ou com o registro no papel, pode colocar em contato com a matemática crianças de todas as idades, desde
bebês. Podemos pensar a matemática a partir de uma proposta não -escolarizante, que permita à criança criar, explorar e inventar seu
próprio modo de expressão e de relação com o mundo. Tudo o que temos que fazer é criar condições para que a matemática seja
descoberta, oferecer estímulo e estar atentos às descobertas das
crianças.

Gabriela Guarnieri de Campos Tebet é Professora de

Educação In fantil da Prefeitura Municipal de São Carlos;

Pedagoga e Mestre em Educação pela UFScar. É co -autora do

livro Ö 
     
 pela
Moderna.

*Fotografias da própria autora. Tratamento de imagem: Mariana Guarnieri.

http://www.moderna.com.br/moderna_new/didaticos/ei/artigos/2008/inserindo-a-matematica-na-
educacao-infantil

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A relação entre o jogo e a Matemática possui atenção de vários autores e constitui-se numa abordagem
significativa, principalmente na Educação Infantil, pois é nesse período que as crianças devem encontrar o
espaço para explorar e descobrir elementos da realidade que as cerca. A criança deve ter oportunidade de
vivenciar situações ricas e desafi adoras, as quais são proporcionadas pela utilização dos jogos como recurso
pedagógico.

De acordo com Schwartz (1966), a noção de jogo aplicado à educação desenvolveu-se vagarosamente e
penetrou, tardiamente, no âmbito escolar, sendo sistematizada com atraso, mas trouxe transformações
significativas, fazendo com que a aprendizagem se tornasse divertida.

A importância dos jogos no ensino da Matemática vem sendo debatida há algum tempo, sendo bastante
questionado o fato de a criança realmente aprender Matemáti ca brincando e a intervenção do professor. Por
isso, ao optar por trabalhar a Matemática por meio dos jogos, o professor deve levar em conta a importância
da definição dos conteúdos e das habilidades presentes nas brincadeiras e o planejamento de sua ação com o
objetivo de o jogo não se tornar mero lazer.

A Matemática faz-se presente em diversas atividades realizadas pelas crianças e oferece aos homens em geral
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várias situações que possibilitam o desenvolvimento do raciocínio lógico, da criatividade e a cap acidade de
resolver problemas. O ensino dessa disciplina pode potencializar essas capacidades, ampliando as
possibilidades dos alunos de compreender e transformar a realidade.

Dentre os muitos objetivos do ensino de Matemática, encontra-se o de ensinar a resolver problemas, e as


situações de jogos representam uma boa situação-problema, na medida em que o professor sabe propor boas
questões aos alunos, potencializando suas capacidades para compreender e explicar os fatos e conceitos da
Matemática.

Segundo Boavida (1992), o principal objetivo da educação é ensinar os mais novos a pensar, e a resolução de
problemas constitui uma arte prática que todos os alunos podem aprender.
Miguel de Guzmán (1986) valoriza a utilização dos jogos para o ensino da Matemática, sobretudo porque eles
não apenas divertem, mas também extrai das atividades materiais suficientes para gerar conhecimento,
interessar e fazer com que os estudantes pensem com certa motivação.

De acordo com Borin (1996), um dos motivos para a introdução de jogos nas aulas de Matemática é a
possibilidade de diminuir bloqueios apresentados pelos alunos.

Assim sendo, o ensino da Matemática na Educação Infantil deve priorizar o avanço do conhecimento das
crianças perante situações significativas de aprendizagem, sendo que o ensino por meio dos jogos deve
acontecer de forma a auxiliar no ensino do conteúdo, propiciando a aquisição de habilidades e o
desenvolvimento operatório da criança.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGUIAR, J. S. >         : leitura e escrita na pré-escola. Papirus, 1999.
BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. 
     
        
 . Brasília, 1998.
OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de (org.).    
 : muitos olhares. 4. ed. São Paulo: Cortez,
2000.

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Professora de Educação Infantil (Turma de Alfabetização), especialista em Educação

Infantil, licenciada em Matemática pela Universidade Estadual do Maranhão - UEMA.

http://www.educacional.com.br/articulistas/outrosEducacao_artigo.asp?artigo=artigo0071
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