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UNIVERSIDADE DA AMAZÔNIA - UNAMA

PROFESSOR RUY GUILHERME ALMEIDA


ENGENHARIA CIVIL TURMA 3ENN11

Relatório de Física Experimental

Pêndulo Simples I

• Data do Experimento:
15 de Maio de 2009

Aluna: Bárbara Caluff Rodrigues

BELÉM
MAIO/2009
OBJETIVO

Determinar a aceleração da gravidade local.

MATERIAL UTILIZADO

- Conjunto de mecânica Arette II


(contendo um suporte universal wackerritt, haste, conjunto mecânico e
pêndulo composto de linha e corpo metálico)

- Escala Milimetrada

- Cronômetro
RESUMO TEÓRICO

A aceleração da gravidade em um ponto, é a intensidade do campo


gravitacional nesse ponto. Geralmente, o corpo é perto da superfície de um
corpo massivo. Um exemplo é a aceleração da gravidade da Terra ao nível do
mar e à latitude de 45, que é igual a 9,80665 m/s 2. aceleração na Terra varia
minimamente, devido a, principalmente, diferentes altitudes, variações na
latitude e distribuição de massas do planeta.Para fins didáticos, é dito que a

aceleração da gravidade é a aceleração sentida por um corpo em queda livre.


O movimento harmônico simples é um movimento oscilatório executado
por uma partícula submetida a uma força restauradora proporcional ao
deslocamento da partícula de sua posição de equilíbrio e de sinal contrário a
este deslocamento. Dois elementos importantes no m.h.s. são o período de
oscilação e a amplitude do movimento. O período é o tempo de uma oscilação
completa de vai-e-vem da partícula e a amplitude é a distância máxima (ou o
ângulo máximo) que a partícula se afasta de sua posição de equilíbrio. No m.h.s.
o período independe da amplitude.
Idealmente, o pêndulo simples é definido como uma partícula suspensa
por um fio sem peso. Na prática ele consiste de uma esfera de massa M
suspensa por um fio cuja massa é desprezível em relação à da esfera e cujo
comprimento L é muito maior que o raio da esfera.

A Figura acima mostra um pêndulo simples afastado de um ângulo θ da


vertical (posição de equilíbrio). As forças que atuam sobre a esfera são seu peso
mg e a tensão na corda, T. Decompondo o peso ao longo do fio e da
perpendicular a ele, vemos que o componente tangencial mg.sen θ é a força
restauradora do movimento oscilatório. Nestas condições, demonstra-se que o
período de oscilação do pêndulo simples é dado por: T = 2π.√(L/g)
A equação de período acima é válida para um pêndulo que tem toda sua
massa concentrada na extremidade de sua suspensão e que oscila com
pequenas amplitudes. Na prática, procura-se satisfazer essas condições usando-
se uma esfera pesada (aço, chumbo), de pequeno raio, suspensa por um fio o
mais leve possível e trabalhando com amplitudes pequenas.

PROCEDIMENTO

1. Cada integrante do grupo deve medir com a ajuda da escala milimetrada o


comprimento do fio posicionado no conjunto mecânico. A média dos valores é
tirada e obtemos o L (comprimento do fio).

2. Após isso, cada integrante deverá cronometar o tempo de dez oscilações do


pêndulo, lembrando que cada oscilação é medida no tempo em que o bloco
metálico sai de um ponto até ele voltar pro mesmo ponto. É importante que
todos procurem manter a mesma altura de queda do bloco metálico e que
apenas liberem o bloco, deixando-o cair pela força da gravidade. A média dos
valores obtidos é tirada, obtemos o T (período de uma oscilação) dividindo o
valor encontrado (média do tempo gasto) por 10 (valor de oscilações ocorridas).
3. Com os dados em mãos de L e T, é usada a equação T=2π √(L/g), onde a
fórmula transformada para econtrar a aceleração da gravidade é g=4π 2L/ T2.

4. Por fim, o cálculo da porcentagem de erro é feito através da fórmula , sabendo


que o g teórico é 981 cm/s2.

TRATAMENTO DE DADOS

Comprimento do fio:
L1= 43,40 cm L2= 42,70 cm L3= 42,90 cm L4= 43,20 cm
Lmédio= 43,05 cm

Tempo de 10 oscilações:
∆ t1= 13,71 seg ∆ t2= 13,47 seg ∆ t3= 13,51 seg ∆ t3= 13,27
seg
∆ tmédio= 13,49 seg

Período:
∆ tmédio= 1,35 seg
10

Utilizando a equação do cálculo do período, sabemos que:


g= 4π 2L
T2
g= 4 . (3,14)2 . 43,05
(1,35)2
g= 4 . 9,85 . 43,05
1,82
g= 39,4 . 43,05
1,82
g= 1696,17 = 931,96 cm/s2
1,82

Cálculo do erro:

ε = gt - gexp . 100%
gt

ε = 981 – 931,96 . 100


981

ε = 981 – 931,96 . 100


981

ε = 49,04 . 100
981

ε = 4904 = 4,99 %
981

CONCLUSÃO

No cálculo da aceleração da gravidade local, a porcentagem de erro


encontrada foi de 4,99 %, apesar. Este erro deve-se a fatores que podem ter
comprometido a exatidão do resultado da experiência como:

- a percepção visual na hora de definir o valor do comprimento do fio do


pêndulo.
- A habilidade psico-motora de cada integrante do grupo para soltar o
bloco metálico da mesma altura.
- O paralelismo do fio que provavelmente não foi mantido, uma vez que
ele não deveria oscilar pros lados.