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MEMENTO DE INSTRUÇÕES PROTOCOLO MARC 1

SANGRAMENTO MASSIVO
TORNIQUETE
APLICAÇÃO NORMAL DO TORNIQUETE
1. EXPLICAÇÃO BÁSICA
1.1. APRESTAMENTO
1.2. ACONDICIONAMENTO
1.3. APLICAÇÃO
2. PRATICA
2.1. APLICAÇÃO NO COMPANHEIRO
REPETIÇÕES: 01 REPETIÇÃO DE APLICAÇÃO NO
BRAÇO;
01 REPETIÇÃO DE APLICAÇÃO NA
PERNA.
2.2. AUTO APLICAÇÃO
REPETIÇÕES: 01 REPETIÇÃO DE APLICAÇÃO NO
BRAÇO ESQUERDO;
01 REPETIÇÃO DE APLICAÇÃO NO
BRAÇO DIREITO;
01 REPETIÇÃO DE APLICAÇÃO EM UMA
DAS PERNAS.
PROBLEMÁTICAS
2.3. APERTAR O TORNIQUETE CASO VOLTE A
OCORRER O SANGRAMENTO APÓS CERTO PERÍODO
DE TEMPO;
2.4. APLICAÇÃO DE TORNIQUETE DUPLO;
PREENCHIMENTO DE FERIDA
APLICAÇÃO DA GAZE NORMAL
1. EXPLICAÇÃO BÁSICA
1.1. POWER BALL;
1.2. PREENCHIMENTO COMPLETO DA FERIDA;
1.3. TÉCNICA DO RELÓGIO;
1.4. TÉCNICA DA BOLA DE SORVETE;
2. PRÁTICA
2.1. PRÁTICA SIMULANDO FERIDAS COM AS MÃOS 2 A
2
REPETIÇÕES: 01 REPETIÇÃO DE CADA ALUNO
PROBLEMÁTICAS
1. APLICAÇÃO NO PESCOÇO;
1.1. COMO FAZER E PORQUE FAZER DESTA
FORMA;
2. NECESSIDADE DE REFAZER TODO O
PROCEDIMENTO EM CASO DE NÃO FUNCIONAR;
3. EMENDAS DE GAZE;
3.1. COMO FAZER;
4. MEIOS DE FURTUNA;
4.1. QUE MATERIAIS PODEM SER UTILIZADOS;
4.2. EFETIVIDADE REDUZIDA EM RELAÇÃO AO
MATERIAL ADEQUADO.

TÉCNICAS E INSTRUMENTOS PARA APRIMORAR A


EFETIVIDADE DO PROCEDIMENTO
1. TÉCNICA DO RELÓGIO;
2. APRESENTAÇÃO DAS GAZES COM AGENTES
HEMOSTÁTICOS E OUTROS RECURSOS ADVINDOS
DA TECNOLOGIA.

BANDAGENS
COMO APLICAR
1. BRAÇOS E PERNAS (SANGRAMENTO NÃO MASSIVO E
PREENCHIMENTO COMPLEMENTAR)
2. APLICAÇÃO NO PESCOÇO
2.1. ANCORAGEM
3. APLICAÇÃO NA PELVIS
3.1. ANCORAGEM NO CINTO
VIAS AÉREAS
VERIFICAÇÃO DE VIAS AÉREAS
1. COMO FAZER?
1.1. TÉCNICA;
2. CUIDADOS A FAZER
2.1. VERIFICAÇÃO DA BOCA ANTES DE FAZER
HIPEREXTENÇÃO DO PESCOÇO;
LIBERAÇÃO DE VIAS AÉREAS
1. CORPOS SÓLIDOS
1.1. TÉCNICA DE RETIRADA (ANZOL);
1.2. UTILIZAÇÃO DE MEIOS FURTIVOS
- ANTEPARO COM CARREGADOR INVERTIDO,
LANTERNA E ETC.
2. LÍQUIDOS
1.1. TÉCNICA DE RETIRADA (LATERALIZAÇÃO);
MANTENDO VIAS AÉREAS PERVEAS
1. CNF
1.1. APLICAÇÃO DA CNF
1.2. FIXAÇÃO DA CNF
1.3. QUANDO UTILIZAR?
1.4. QUANDO NÃO UTILIZAR DE MANEIRA ALGUMA?
2. TRANSPORTE EM POSIÇÃO LATERALIZADA POR
SEGURANÇA
RESPIRAÇÃO
TRIAGEM
1. RETIRADA DE COLETE
2. CORTE DE VESTIMENTAS QUE ESTEJAM
ENCOBRINDO A REGIÃO DO TORÁX
3. TÉCNICAS DE IDENTIFICAÇÃO DE PERFURAÇÕES
TORACICAS
4. SELO DE TORAX
4.1. APRESENTAÇÃO DOS TIPOS DE SELO DE
TORAX;
4.2. QUANDO USAR;
4.3. COMO USAR;
4.4. O QUE PREVINE;
5. PNEUMOTORAX
5.1. SINTOMAS;
5.2. COMO ALIVIAR;
6. MANOBRA DE “BURP” DA FERIDA
6.1. COMO FAZER?
6.1.1. MANOBRA COM USO DE SELOS
VALVULADOS
6.1.2. MANOBRA COM USO DE SELOS NÃO
VALVULADOS
6.2. LIMPESA DA VALVULA DO SELO
CALOR

1. APRESENTAÇÃO DE MATERIAIS QUE PROVEEM


CALOR OU COLABOREM COM SUA NÃO DISSIPAÇÃO
1.1. HOT PACKS
1.2. MANTA ALUMINIZADA

2. QUANDO PROVER CALOR E MELHOR LOCAL

TÉCNICAS DE TRANSPORTE DE FERIDOS E


EVACUAÇÃO

1. TÉCNICA DE ARRASTO
2. TÉCNICAS DE TRANSPORTE DE FERIDOS EM
LONGAS DISTANCIAS
2.1. SEALS
2.2. ARRASTO DUPLO (ENFILEIRADO)
2.3. MACA TÁTICA
3. TRANSPORTE DO FERIDO ATÉ UNIDADE DE SAÚDE
3.1. PLANO DE EVACUAÇÃO
3.2. PREPARAÇÃO DA VIATURA POLICIAL PARA
RECEBER O FERIDO
3.3. TÉCNICAS DE COLOCAÇÃO DO FERIDO NA
VIATURA POLICIAL
3.4. POSICIONAMENTO DOS MEMBROS DA EQUIPE
POLICIAL DENTRO DA VIATURA EM DESLOCAMENTO
PARA A UNIDADE DE SAÚDE
MANOBRAS COM TORNIQUETE
(TROPAS ESPECIALIZADAS)
1. TÉCNICAS QUE VISAM MELHORAR A QUALIDADE DE
VIDA DO PACIENTE QUANDO O TEMPO DE
EXTRAÇÃO APÓS O ATENDIMENTO ULTRAPASSAR 2
HORAS.
2. ESSAS TÉCNICAS DEVERÃO SER UTILIZADAS
SOMENTE EM ÁREA FRIA APÓS DECORRIDO O
TEMPO DE 2 HORAS DE APLICAÇÃO DO TORNIQUETE
3. QUANDO NÃO UTILIZAR
3.1. ANTES DE 2 HORAS DE APLICAÇÃO DO
TORNIQUETE;
3.2. PACIENTE EM ESTADO DE CHOQUE;
3.3. QUANDO NÃO HOUVER POSSIBILIDADE DE
MONITORAR O PACIENTE A TODO MOMENTO
DURANTE A EVACUAÇÃO;
3.4. EM SITUAÇÕES EM QUE O MEMBRO FOI
AMPUTADO
4. APROXIMAÇÃO DE TORNIQUETE
- APLICAÇÃO DE UM SEGUNDO TORNIQUETE A
DISTÂNCIA MÁXIMA DE 4 DEDOS DO FERIMENTO,
EVITANDO ARTICULAÇÕES, VISANDO DIMINUIR A
ÁREA DE POSSIVEL DANO IRREVERSÍVEL NO
MEMBRO APÓS DECORRIDO O TEMPO DE
SEGURANÇA DE 2 HORAS.
4.1. COMO FAZER?
4.2. CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS
4.2.1. NÃO COLOCAR O TORNIQUETE SOB
ARTICULAÇÕES;
4.2.2. DESAFROUXAR O 1º TORNIQUETE APLICADO
DEVAGAR, OBSERVANDO DE O FERIMENTO
NÃO VOLTARÁ A SANGRAR;
4.2.2.1. CASO ISSO ACONTEÇA APERTAR
NOVAMENTE O 1º TORNIQUETE
APLICADO E DESAFROUXAR O
COLOCADO POR ÚLTIMO EVITANDO
SINDOME COMPARTIMENTAL.

5. REVERSÃO
- MUDANÇA DE TÉCNICA DE CONTROLE DE
SANGRAMENTO MASSIVO EM EXTRAÇÕES EM QUE O
TEMPO FOR MAIOR QUE 2 HORAS, VISANDO
MELHORAR A QUALIDADE DE VIDA DO PACIENTE.
5.1. COMO FAZER?
5.1.1. PREENCHIMENTO DA FERIDA DE MANEIRA
CORRETA;
5.1.2. MANTENDO A COMPRESSÃO LOCAL,
DESAFROUXAR O TORNIQUETE APLICADO
INICIALMENTE DEVAGAR PERMITINDO
VISUALISAR A EFETIVIDADE DO
PREENCHIMENTO EM RELAÇÃO AO
CONTROLE DO SANGRAMENTO MASSIVO
5.1.3. CONTINUAR A COMPRESSÃO PELO TEMPO
NECESSÁRIO
5.2. CUIDADOS QUE DEVEM SER TOMADOS
5.2.1. DESAFROUXAR O 1º TORNIQUETE APLICADO
DEVAGAR, OBSERVANDO DE O FERIMENTO
NÃO VOLTARÁ A SANGRAR DE MANEIRA QUE
NÃO CONSIGA SER CONTIDO;
5.2.1.1. CASO ISSO ACONTEÇA APERTAR
NOVAMENTE O 1º TORNIQUETE
APLICADO E NÃO TENTAR PRATICAR
NOVAMENTE O PREENCHIMENTO.

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