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CONGREGAÇÃO CRISTÃ

HISTÓRIA
CULTO

IGREJA

DOUTRINA
Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho unigênito, para que
todo aquele que nele crê não pereça,
mas tenha a vida eterna.
João 3:16

SOBRE A CONGREGAÇÃO CRISTÃ

A Congregação Cristã consiste em uma comunhão


adenominacional e não sectária de congregações
locais que compartilham da mesma fé e doutrina em
nosso Salvador, como expressa na Bíblia Sagrada.
Nosso propósito é anunciar o Amor de Deus à
humanidade de modo que qualquer pessoa possa ser
salva pela graça pela fé em Cristo Jesus, cuja morte na
cruz nos permitiu sermos filhos de Deus.
O Novo Testamento contém a Palavra de Deus que se
refere à dispensação da graça e a que nos governa nas
coisas espirituais, tendo somente Jesus Cristo por
nosso cabeça em todo o sentido da palavra, pelo qual
fomos perdoados de nossos pecados e logo feitos
participantes do Dom do Espírito Santo, o que nos
guia em toda a verdade.
Referente às coisas dessa vida, estamos submetidos à
lei e aos magistrados em qualquer nação que nos
encontremos.

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HISTÓRIA DA CONGREGAÇÃO CRISTÃ

A voz de muitas águas


Cristo e os Valdenses
França e Itália
apóstolos Século XIII
Século I
A fonte

Reforma
Alemanha, Zurique, Genebra
Século XVI

 Culto a Deus em espírito e verdade.


 Ler as Escrituras em língua popular.
 Buscar simplicidade na vida e na Igreja.

Anabatistas
Suíça, Alemanha, Holanda
Século XVI

Morávios Pietismo Metodismo


Alemanha, Escandinávia, Reino Unido
Séculos XVII-XVIII  Batismo e a santa ceia conscientes.
 Liberdade de consciência.
 Separação entre Igreja e Estado.
 Responsabilidade pessoal do crente.

 Evangelismo.
 Conversão pessoal.
 Santificação.

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Avivamentos do Século XIX
Suíça, Alemanha, Reino Unido, Escandinávia, Itália
 Biblicismo.
 Evangelização.
 Sociedades bíblicas e missionárias.
 Hinos.
 Diaconia.
 Reuniões nos lares.
 Igrejas livres.
 Concepção voluntária da Igreja.
 Expontaneidade no culto.
 Santidade e cura pelo poder do Espírito Santo.

Evangélicos italianos em Chicago


1889-1904

Imigrantes valdenses
Cereghino, Gardella, Perrou, Garrou

Evangelizados por M. Nardi


Francescon, DiCicco, Moles

Evangelizados por Giuseppe Beretta


Ottolini, Menconi

Michele Nardi e Blanche Nardi

1a Igreja Presbiteriana Italiana de Chicago


casamento Francescon se desliga da Igreja
Missão de Nardi Presbiteriana e congrega por um
em Chicago tempo com os recém-batizados
Rosina Balzano Louis Francescon
1866-1864 1866-1864
diaconisa e supervisora secretário e presbítero
da escola dominical

1889 1892 1894 1895 1900 1903

Francescon sente de ser


batizado por imersão
Beretta, após ser batizado na Igreja dos
Beretta (1853-1921), salvo entre os metodistas livres,
evangeliza 14 pessoas em reuniões domésticas nas quais se Irmãos, batiza 18 pessoas no Lago
cantavam hinos, oravam, testemunhavam e pregavam a
Palavra sob a guia do Espírito Santo. Michigan, entre elas Francescon

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O derramar do Espírito Santo
No final do século XIX em vários lugares no mundo aconteciam manifestações isoladas de curas,
milagres e falar em línguas atribuídos aos dons do Espírito Santo.

Movimento de Fé Apostólica de Charles Parham, 1901


Ensinava que o batismo do Espírito Santo seria acompanhado com o sinal de
falar em novas línguas.
Esse dom manifestou em sua Bethel Bible College em Topeka, Kansas.
O movimento foi conhecido como “Fé Apostólica”, “Evangelho Pleno” ou
“Pentecostal” — essa última designação, então usada como adjetivo, referia-se
às manisfestações de dons, revestimento de poder e evangelismo descritos em
Atos 2.

Avivamento da Rua Azusa, 1906


Em uma área periférica de Los Angeles, multidões
visitavam essa igreja que anteriormente tinha sido um
estábulo para receber a promessa da infusão do Espírito
Santo.
Com a liderança de William Seymour, o avivamento ganha
visibildade e torna-se um movimento global.
Nicola e Angelica Moles, convertidos em Chicago,
passaram a congregar em Azusa, com outras crentes
italianas: Annie Vienna Holmgren, Rosina Tanzola e suas
filhas Angie e Jeannie.

Avivamento da Missão da North Avenue, 1907


William H. Durham, pastor de uma missão do movimento de santidade,
visitou Azusa onde recebeu o dom de línguas.
Chicago torna-se foco de um avivamento similar ao de Azusa, atraindo vários
migrantes.
Ensinou que a obra perfeita de Cristo no calvário proporcionava uma
santificação progressiva pelo poder o Espírito Santo.
Em 1907 as famílias Francescon e DiCicco congregam e recebem os dons em
sua missão.
Avivamento de 15 de setembro de 1907
Os crentes batizados por Beretta se reuniam em uma
sala de culto em Chicago. Nela, nesse “glorioso” “dia de
sagrada memória” ocorreu um poderoso derramento do
Espírito Santo.

Francescon e DiCicco foram chamados para dar


orientações. Ambos exortaram-os a buscar os dons.
Francescon e DiCicco voltaram a se unir com eles.

Revestidos pelor poder do Espírito Santo, a partir dessa


data surge um movimento, primeiro entre italianos, que
depois transcenderia as fronteiras dos povos e nações.

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Ide por todo o mundo
1907 Revestidos pelo Espírito Santo, evangelizam a comunidade italiana de Chicago.
1908 Missionários partem de Chicago para diversas cidades dos Estados Unidos e Itália.

Susie Colantonio Luigi Terragnoli Lucia Menna Jean Perrou

Pietro Ottolini Umberto Gazzari Giacomo Lombardi Giuseppe Petrelli


1909 Lucia Menna, Giacomo Lombardi e Francescon vão à Argentina, onde vários se convertem.
1910 Março: Francescon e Lombadi vão Brasil. Lombardi segue viagem para a Itália.
1910 Abril-junho: Francescon evangeliza onze crentes em Santo António da Plantina, Paraná.

1910 Julho-setembro: Em São Paulo Francescon inicia uma congregação entre italianos no Brás.
1912 Derramamento do Espírito Santo em uma igreja livre italiana em Hamilton, Ontário, Canadá.
1914 Lombardi vai em missão ao Egito, à Palestina e à Eritreia.
1916 Narciso Natucci e Francisco Anfuso reiniciam a igreja na Argentina, em Buenos Aires.
1920 Primeira viagem missionária de Giuseppe Petrelli ao Brasil e Argentina.
1926 Os sicilianos Giuseppe Giambarresi e Vito Melodia abrem uma igreja em Casablanca, Marrocos.
1928 Domingos de Sá retorna do Brasil e inicia uma congregação no Porto, Portugal.
1952 Joaquim Alves vai do Paraná em missões para a Bolívia, Paraguai e Chile.

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Consolidação
Esta obra propagou-se sem denominação alguma, inexistindo também organizações institucionais.
1913 A igreja de Chicago adquire um prédio e passa a chamar-se Assemblea Christiana.
1921 Primeira igreja registrada na Itália, com a primeira declaração de fé formal, em Matera.
Primeira casa de oração adquirida em São Paulo, na Lapa, com o nome Congregação Christã.
1922 Controvérsia sobre a validade da proibição de comer sangue, conforme Atos 15.
1925 A questão do sangue divide igreja de Chicago, originando a Christian Congregation Church.
Cismas similares ocorrem nas igrejas da América do Norte, Argentina e Brasil.
1927 Para pacificar a controvérsia, Max Tosetto, ancião de
Niagara Falls, Nova Iorque, convoca a primeira convenção
das igrejas da América do Norte, deliberando:
 Realizar assembleias gerais das igrejas anuais de modo
rotativo entre as igrejas;
 Adotar um único hinário padrão ;
 Aprovar os doze pontos de doutrina e da fé, com a
validade de aplicação de Atos 15;
 Adotar a designação “Igrejas Cristãs Italianas da América
do Norte Inorganizada”, embora cada congregação seria
registrada localmente com seu próprio nome.
Igreja de Niagara Falls

1928 Realizada a primeira convenção da Itália em Roma, presidida por M. Palma de Syracuse, Estados
Unidos. A igreja assume o nome de Congregazione Cristiana Pentecostale.
Na Argentina é registrada a Asamblea Cristiana Cultural, com sede em Villa Devoto.
1929 Francescon preside a 2a convenção de Roma.
1931 Registrada a Congregação Christã no Brasil.
1935 A Circular Buffarini-Guidi fecha as igrejas e proíbe o culto na Itália.
1936 Francescon preside a 1a convenção das igrejas da Congregação Christã no Brasil.
1939 Francescon publica uma carta-circular contra o formalismo organizacional na Igreja.
1944 Registrada a Italian Pentecostal Church of Canada.
Ocorre em Raffadali, Sicília, a primeira assembleia desde o início da perseguição.
1947 Constituída a Chiesa Evangelica Assemblee di Dio in Italia, com cerca de metade das igrejas do país.
1948 Em sua última viagem ao Brasil, Francescon participa da assembleia anual do Brás.
As igrejas dos Estados Unidos registram a organização supralocal Missionary Society of the
Christian Church of North America. Em razão disso, Francescon deixa de frequentar as reuniões
anuais no país, exercendo seu ministério somente na Christian Congregation Church de Chicago,
mas em comunhão com várias igrejas na América do Norte, na Argentina, na Itália e, no Brasil.
1954 Inaugurada a congregação do Brás .
1955 Revogada a Circular Buffarini-Guidi, terminando a perseguição na Itália.
1960 Emigrantes italianos e portugueses plantam igrejas em outros países da Europa, na Austrália, na
Venezuela, no Canadá, nos Estados Unidos e África.
1990 Emigrantes brasileiros levam a igreja para diversos locais da América do Norte, Europa e Japão.
2003 Realizada em São Paulo a 1a Convenção Internacional das Congregações Cristãs.

Hoje, a Congregação Cristã é composta de uma enorme variedade de pessoas e etnicidades,


todos se dedicando a pregar e a práticar o Cristianismo Bíblico, compartilhando a mesma
esperança e comunhão com igrejas de doutrina similar ao redor do mundo.

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Ordem de Culto
Prelúdio (hino da meia-hora e do silêncio)
Abertura– Invocação *
E, quanto fizerdes por palavras ou por obras, fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando por
ele graças a Deus Pai. Colossenses 3:17
Hino de abertura*
Hino de louvor
Falando entre vós com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao
Senhor no vosso coração. Efésios 5:19

Hino
Oração de súplicas **
Ó, vinde, adoremos e prostremo-nos! Ajoelhemos diante do Senhor que nos criou. Salmos 95:6
Hino
Testemunho
Salva-me da boca do leão; e dos chifres dos bois selvagens. Então, declararei o teu nome aos
meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação. Salmos 22:21-22
Eu te louvarei, Senhor, de todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas. Salmos 9:1
Hino
Leitura das Escrituras
Persiste em ler, exortar e ensinar, até que eu vá. 1 Timóteo 4:13
Pregação – Exortação à Congregação
Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo
o poder que Deus dá, para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence
a glória e o poder para todo o sempre. Amém! 1 Pedro 4:11
Mas o que profetiza fala aos homens para edificação, exortação e consolação.1 Coríntios 14:3
Oração de agradecimento – Ação de graças**
Hino *
Benção Apostólica *
A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com
vós todos. Amém! 2 Coríntios 13:14
Poslúdio (hino do encerramento)
Saudação
Saudai a todos os irmãos com ósculo santo. 1 Tessalonicenses 5:26
E, tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e
todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia
a palavra de Deus. Atos 4:31
Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós
tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem
interpretação. Faça-se tudo para edificação. 1 Coríntios 14:26
Examinai tudo. Retende o bem. 1 Tessalonicenses 5:21

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Ainda sobre o culto

Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por
palavra, seja por epístola nossa. Tessalonicenses 2:15
POR QUE NOS REUNIMOS?
Somos uma congregação unida por laços de uma mesma fé e esperança comuns.
Reunimo-nos para oferecer de forma unida nossa oração a Deus e podemos comunicar-Lhe as
necessidades de nossas almas. Oramos pelo rei e seus ministros e todos os que têm autoridade,
pelo bem do mundo e pelo estabelecimento da paz.
Nos reunimos para ler o que as Escrituras Sagradas, dando-lhes atenção – com a guia do Espírito
Santo – para as luzes e conselhos de que precisamos.
A Santa Palavra nutre nossa fé, renova nossa esperança, reforma nossa confiança: e estabelece
os preceitos divinos.
POR QUE O ASSENTO SEPARADO?
Nas congregações há o costume de sentarem homens
de um lado e mulheres do outro. Embora essa não seja
uma ordem bíblica, é uma tradição que remonta dos
tempos do tabernáculo e do templo em Jerusalém,
onde havia um pátio separado para mulheres. Esse
costume passou para as sinagogas (chamado mehitsa
em hebraico) e foi praticado pela maioria das igrejas
cristãs até o início do século XIX.
Trata-se de um bom costume para o culto, evitando
distrações e facilita o canto congregacional.
PORQUE AS MULHERES COBREM A CABEÇA E OS HOMENS NÃO?
Deus escuta todas as orações (1 Jo 5:14-15; 1 Pet 3:12; Jer 29:12-13), mas para o culto retemos a
tradição apostólica de a mulher cobrir a cabeça e o homem não. Isso segue o que diz em 1 Cor
11:5-7:
Mas toda mulher que ora ou profetiza com a cabeça descoberta desonra a sua própria
cabeça, porque é como se estivesse rapada. Portanto, se a mulher não se cobre com véu,
tosquie-se também. Mas, se para a mulher é coisa indecente tosquiar-se ou rapar-se, que
ponha o véu.
Era costume de as mulheres cobrirem a cabeça nos lugares públicos. Como as primitivas igrejas
reuniam-se nos lares, infere-se que nos ajuntamentos solenes de culto as mulheres e os homens,
mesmo nesses espaço privado, deveriam seguir as normas de decoro praticadas no espaço
público.

POR QUE SE SAÚDAM COM A PAZ DE DEUS E COM UM BEIJO?


Ao saudamos com “a paz de Deus” porque desejamos aos que estão em Cristo a paz divina, acalma
o coração e tira o temor. (João 14:27; 20:19 ; Lc 10: 5-6). No passado era costume saudar-se com
outras formas, como “a paz do Senhor” ou simplesmente “paz”. Estendemos essa saudação
sincera a quem conhece a Deus, sem acepção de pessoa. (Mat 5:47: Rom 12:9; Tg 2:9).

Quanto ao beijo ou ósculo santo, fazemos isso em obediência às seguintes palavras dos apóstolos:
“Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo. As igrejas de Cristo vos saúdam.” Rom. 16:16. Veja
também 1 Cor 16:20; 2 Cor 12:12; 1 Tes 5:26; 1 Pe 5:14; At 20:37; Lc 7:45; Lc 15:20. Note que o
ósculo no Novo Testamento aparece como sinal de afeto. Assim, é associado à paz afetuosa que
desejamos que se tenha em Deus. Considerando os costumes contemporâneos de muitas culturas,
limitamos o ósculo santo praticamente para os contextos de culto e somente entre irmãos e irmãs
em seus próprios gêneros.

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POR QUE E COMO CANTAMOS OS HINOS?
O hino é um gênero literário voltado para o
engrandecimento de algo. No nosso caso,
cantamos hinos em uníssono para louvar e
bendizer ao Senhor (2 Crônicas 5:13), o que é
chamado de canto congregacional. Se no
Antigo Testamento a música era prerrogativa
de uma classe (os levitas), sob a graça há o
“sacerdócio universal dos crentes” (1 Pe 2:5),
no qual todos são convocados a adorar a Deus
com os cânticos.

Em consequência desse entendimento, a orquestra tem o objetivo de auxiliar a congregação no


cantar dos hinos. Os músicos são voluntários ainda que devam passar por uma educação musical e
uma série de testes antes de tocarem na igreja. Como regra, não há apresentações, quer
individuais, quer em grupo, embora a orquestra (ou o órgão) toquem os hinos de prelúdio e
poslúdio para meditação da irmandade, preparação dos músicos e despedida.

Compilações de hinos são convenientes e a mais antiga compilação de cânticos para o culto a Deus
são os salmos. Possuímos um hinário próprio intitulado Hinos de Louvores e Súplicas a Deus, o qual
está em sua 5ª edição em português, com 480 hinos e 6 coros. As melodias e as poesias dos hinos
são na maior parte oriundas da hinódia tradicional evangélica, mas tanto nas traduções quanto nos
hinos de autoria própria há a preocupação de as letras serem fundamentadas na Palavra de Deus.
Em regra, nos cultos a liberdade para pedir os hinos são de todos os presentes que sentirem da
parte de Deus. Recomendamos que levantem e peçam o número do hino de forma clara. Há alguns
hinos para fins específicos (listados no índice) ou cuja temática requeira um momento apropriado.
POR QUE VESTEM TRAJES FORMAIS PARA O CULTO?
Este costume serve para manter uma atmosfera de decoro no culto. Os trajes sociais dão certa
uniformidade entre músicos e aqueles que exercem algum tipo de ministério. No entanto, todos
são bem-vindos a virem com qualquer traje condizente com a ocasião de culto.

“A Palavra de Deus nos ordena a modéstia e esta deve ser sempre modelada de acordo com a sua
luz. Não devemos dar determinações sobre esse assunto.”
ONDE SE REUNEM PARA OS CULTOS?
Preferimos chamar nossos locais de culto de casa de oração (Mat. 21:13). Em muitas regiões do
Brasil nossas casas de oração possuem um padrão arquitetônico característico. O mobiliário e
decoração são singelos: bancos e tribuna de madeira, paredes sem ornamentos com cores
claras e o dístico “Em nome do Senhor Jesus” acima do púlpito e na tribuna.

Reunimos também em espaços cedidos, para cultos familiares e reuniões de evangelização.


Os horários e locais de culto regulares, bem como os nomes dos
servos responsáveis pela congregação, estão disponíveis no Relatório
anual. A versão impressa do Relatório pode ser adquirida nos fundos
bíblicos das casas de oração, onde também estão disponíveis hinários,
Bíblias e véus a preço de custo. Há também uma versão eletrônica do
Relatório que pode ser baixada gratuitamente do site
www.congregacaocristanobrasil.org.br

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