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Estatuto OAB

O estatuto da OAB são atividades privativas da Oab; ou seja; são leis.


Leis do Direito do advogado, do advogado empregado, dos honorários
advocatícios, ética do advogado, dentre outros.
Já a ética profissional diz respeito Muitos autores definem a ética
profissional como sendo um conjunto de normas de conduta que deverão ser
postas em prática no exercício de qualquer profissão. Seria a ação "reguladora"
da ética agindo no desempenho das profissões, fazendo com que o profissional
respeite seu semelhante quando no exercício da sua profissão.
A ética profissional estudaria e regularia o relacionamento do profissional
com sua clientela, visando a dignidade humana e a construção do bem-estar
no contexto sócio-cultural onde exerce sua profissão

CODIGO DE ETICA E DISCIPLINA DA OAB

O CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL,


ao instituir o Codigo de Etica e Disciplina, norteou-se por principios que formam
a consciência profissional do advogado e representam imperativos de sua
conduta, tais como: os de lutar sem receio pelo primado da Justica; pugnar
pelo cumprimento da Constituicao e pelo respeito a Lei, fazendo com que esta
seja interpretada com retidao, em perfeita sintonia com os fins sociais a que se
dirige e as exigencias do bem comum; ser fiel a verdade para poder servir a
Justica como um de seus elementos essenciais; proceder com lealdade e boa-
fe em suas relacoes profissionais e em todos os atos do seu oficio; empenhar-
se na defesa das causas confiadas ao seu patrocinio, dando ao constituinte o
amparo do Direito, e proporcionando-lhe a realizacao pratica de seus legitimos
interesses; comportar-se, nesse mister, com independencia e altivez,
defendendo com o mesmo denodo humildes e poderosos; exercer a advocacia
com o indispensavel senso profissional, mas tambem com desprendimento,
jamais permitindo que o anseio de ganho material sobreleve a finalidade social
do seu trabalho; aprimorar-se no culto dos principios eticos e no dominio da
ciência juridica, de modo a tornar-se merecedor da confianca do cliente e da
sociedade como um
todo, pelos atributos intelectuais e pela probidade pessoal; agir, em suma, com
a dignidade das pessoas de bem e a correcao dos profissionais que honram e
engrandecem a sua classe. Inspirado nesses postulados e que o Conselho
Federal da Ordem dos Advogados do

Brasil, no uso das atribuicoes que lhe sao conferidas pelos arts. 33 e 54,
V, da Lei no 8.906, de 04 de julho de 1994, aprova e edita este Codigo,
exortando os advogados brasileiros a sua fiel observancia.

(fragmento)

TITULO I
DA ETICA DO ADVOGADO
CAPITULO I
DAS REGRAS DEONTOLOGICAS FUNDAMENTAIS
Art. 1o O exercicio da advocacia exige conduta compativel com os preceitos
deste Codigo, do Estatuto, do Regulamento Geral, dos Provimentos e com os
demais princípios da moral individual, social e profissional.
Art. 2o O advogado, indispensavel a administracao da Justica, e defensor do
estado democratico de direito, da cidadania, da moralidade publica, da Justica
e da paz social, subordinando a atividade do seu Ministerio Privado a elevada
funcao publica que exerce.
Paragrafo unico. Sao deveres do advogado:
I - preservar, em sua conduta, a honra, a nobreza e a dignidade da profissao,
zelando pelo seu carater de essencialidade e indispensabilidade;
II - atuar com destemor, independencia, honestidade, decoro, veracidade,
lealdade,
dignidade e boa-fe;
ƒx Publicado no Diario da Justica, Secao I, do dia 01.03.95, pags. 4.000 a
4.004
III - velar por sua reputacao pessoal e profissional;
IV - empenhar-se, permanentemente, em seu aperfeicoamento pessoal e
profissional;
V - contribuir para o aprimoramento das instituicoes, do Direito e das leis;
VI - estimular a conciliacao entre os litigantes, prevenindo, sempre que
possivel, a instauracao de litigios;
VII - aconselhar o cliente a nao ingressar em aventura judicial;
VIII - abster-se de:
a) utilizar de influencia indevida, em seu beneficio ou do cliente;
b) patrocinar interesses ligados a outras atividades estranhas a advocacia, em
que tambem atue;
c) vincular o seu nome a empreendimentos de cunho manifestamente
duvidoso;
d) emprestar concurso aos que atentem contra a etica, a moral, a honestidade
e a dignidade da pessoa humana;
e) entender-se diretamente com a parte adversa que tenha patrono constituido,
sem o
assentimento deste.
IX - pugnar pela solucao dos problemas da cidadania e pela efetivacao dos
seus direitos individuais, coletivos e difusos, no ambito da comunidade.
Art. 3o O advogado deve ter consciencia de que o Direito e um meio de mitigar
as desigualdades para o encontro de solucoes justas e que a lei e um
instrumento para garantir a igualdade de todos.
Art. 4o O advogado vinculado ao cliente ou constituinte, mediante relação
empregaticia ou por contrato de prestacao permanente de servicos, integrante
de departamento juridico, ou orgao de assessoria juridica, publico ou privado,
deve zelar pela sua liberdade e independencia.
Paragrafo unico. E legitima a recusa, pelo advogado, do patrocinio de
pretensão concernente a lei ou direito que tambem lhe seja aplicavel, ou
contrarie expressa orientação sua, manifestada anteriormente.
Art. 5o O exercicio da advocacia e incompativel com qualquer procedimento de
mercantilizacao.
Art. 6o E defeso ao advogado expor os fatos em Juizo falseando
deliberadamente a verdade ou estribando-se na ma-fe.
Art. 7o E vedado o oferecimento de servicos profissionais que impliquem, direta
ou indiretamente, inculcacao ou captacao de clientela. os elementos seguintes:
I - a relevancia, o vulto, a complexidade e a dificuldade das questoes versadas;
II - o trabalho e o tempo necessarios;
III - a possibilidade de ficar o advogado impedido de intervir em outros casos,
ou de se desavir com outros clientes ou terceiros;
IV - o valor da causa, a condicao economica do cliente e o proveito para ele
resultante do servico profissional;
V - o carater da intervencao, conforme se trate de servico a cliente avulso,
habitual ou permanente;
VI - o lugar da prestacao dos servicos, fora ou nao do domicilio do advogado;
VII - a competencia e o renome do profissional;
VIII - a praxe do foro sobre trabalhos analogos.
Art. 37. Em face da imprevisibilidade do prazo de tramitacao da demanda,
devem ser delimitados os servicos profissionais a se prestarem nos
procedimentos preliminares, judiciais ou conciliatorios, a fim de que outras
medidas, solicitadas ou necessarias, incidentais ou nao, diretas ou indiretas,
decorrentes da causa, possam ter novos honorários estimados, e da mesma
forma receber do constituinte ou cliente a concordancia habil.
Art. 38. Na hipotese da adocao de clausula quota litis, os honorarios devem ser
necessariamente representados por pecunia e, quando acrescidos dos de
honorarios da sucumbencia, nao podem ser superiores as vantagens advindas
em favor do constituinte ou do cliente.
Paragrafo unico. A participacao do advogado em bens particulares de cliente,
comprovadamente sem condicoes pecuniarias, so e tolerada em carater
excepcional, e desde que contratada por escrito.
Art. 39. A celebracao de convenios para prestacao de servicos juridicos com
reducao dos valores estabelecidos na Tabela de Honorarios implica captacao
de clientes ou causa, salvo se as condicoes peculiares da necessidade e dos
carentes puderem ser demonstradas com a devida antecedencia ao respectivo
Tribunal de Etica e Disciplina, que deve analisar a sua oportunidade.
Art. 40. Os honorarios advocaticios devidos ou fixados em tabe las no regime
da assistencia judiciaria nao podem ser alterados no quantum estabelecido;
mas a verba honoraria decorrente da sucumbencia pertence ao advogado.
Art. 41. O advogado deve evitar o aviltamento de valores dos servicos
profissionais, nao os fixando de forma irrisoria ou inferior ao minimo fixado pela
Tabela de Honorarios, salvo motivo plenamente justificavel.
Art. 42. O credito por honorarios advocaticios, seja do advogado autonomo,
seja de sociedade de advogados, nao autoriza o saque de duplicatas ou
qualquer outro titulo de credito de natureza mercantil, exceto a emissao de
fatura, desde que constitua exigencia do constituinte ou assistido, decorrente
de contrato escrito, vedada a tiragem de protesto.
Art. 43. Havendo necessidade de arbitramento e cobranca judicial dos
honorários advocaticios, deve o advogado renunciar ao patrocinio da causa,
fazendo-se representar por um colega.
História OAB

Em Alagoas

A primeira tentativa de se criar o Instituto da Ordem dos Advogados de


Alagoas, "Uma velha aspiração da Classe", se deu a 14 de junho de 1917, por
convocação do Dr. Homero Galvão e a ela compareceram 22 advogados, que
escolheram uma diretoria provisória e Comissões de Sindicância e
Organização de Estatutos, marcando uma próxima reunião para o próximo dia
21 daquele mesmo mês. Contudo, a idéia não vingou, senão no dia 30 de
novembro de 1919, quando um grupo de advogados se reuniu na sala de
sessões da Câmara dos Deputados e decidiu elaborar os estatutos sociais.

Finalmente em 24 de novembro de 1920, no intuito de comemorar o


aniversário da Constituição de 1891, era solenemente instalado o Instituto da
Ordem dos Advogados de Alagoas, tendo por seu primeiro presidente o Dr.
Fernandes Lima, governador do Estado e advogado militante.

No Brasil

Logo após a Proclamação da Independência, iniciaram-se debates nas


Assembléias Constituinte e Legislativa, objetivando a fundação de
Universidades e Cursos Jurídicos. Em 11 de agosto de 1827, foram criados
dois cursos jurídicos, um em São Paulo, outro em Olinda. Com a criação dos
cursos, houve o fortalecimento no meio dos advogados, da idéia de organizar
uma entidade que reunisse toda a classe.

Em 7 de novembro de 1843, é enviado ao Governo Imperial, Estatuto de


uma Associação, tendo sido aprovado pelo respectivo Governo.

Em 21 de agosto do mesmo ano, foi eleita a 18a. Diretoria do Instituto


dos Advogados Brasileiros tendo como Presidente Francisco Gê de
Montezuma.

Após a Revolução de 1930, foi criada a Ordem dos Advogados do Brasil,


pelo decreto nº 19.408 de 18 de novembro de 1930, como órgão de disciplina e
seleção de advogados. Através desse decreto, ficou garantido a OAB o
monopólio de representação e regulação do exercício da advocacia.
Sua missão é a de defender a ordem jurídica e a constituição da República.
Pugnar pela boa aplicação das leis e pela rápida administração da justiça e
contribuir para o aperfeiçoamento das Instituições Jurídicas.
Organograma, OAB-Alagoas

EXAME DA ORDEM

Um desafio para todos os bacharéis em direito que pretendem seguir a


carreira, o exame da Ordem dos Advogados do Brasil foi criado em 1963, por
meio da Lei nº 4.215, e tornou-se obrigatório a partir de 1994, quando passou a
vigorar o Estatuto da OAB, pela Lei nº 8.906/94. Hoje, excetuando-se os
bacharéis em direito que optam pela carreira pública, todos os recém-formados
têm de prestar o exame para obter o registro profissional.
O teste é dividido em duas fases, a primeira composta de 80 questões
de múltipla escolha. As perguntas são formuladas com base nas matérias que
compõem o currículo obrigatório do curso de graduação. Para ser aprovado e
ingressar na segunda fase, o candidato precisa acertar no mínimo 50% das
questões.
A etapa seguinte, considerada prático-profissional, constitui-se de cinco
questões dissertativas, uma das quais envolve a redação de uma petição ou
parecer, fundamentado em uma das seguintes áreas do direito: penal,
tributário, civil, do trabalho ou administrativo. A opção deve ser feita pelo
candidato no dia da inscrição para o exame de Ordem. Nessa fase é possível
consultar a legislação e outros livros sobre direito. Para ser aprovado, o aluno
precisa acertar no mínimo 60% da prova.

Segundo a OAB, é nessa segunda etapa que muitos candidatos se


complicam, porque a maioria das escolas não prepara o aluno para o exercício
prático da profissão. Outro problema grave é o uso correto da língua
portuguesa. "Alguns não são capazes nem de organizar de forma coerente
suas idéias", afirma Ronald Cardoso Alexandrino, membro do Conselho
Federal da OAB e presidente da Comissão Nacional de Exame da Ordem.
Terror dos recém-formados, o exame funciona como uma espécie de
peneira, na qual somente os alunos bem preparados obtêm sucesso. Não que
seja excessivamente rigoroso, afirma a OAB. "O fato é que a qualidade dos
alunos que se formam em direito no Brasil é muito precária. Por isso
registramos índices tão alarmantes de reprovação no exame da Ordem",
explica o dr. Alexandrino.
Segundo o presidente da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil
da Bahia, Dinailton Oliveira, parte da culpa pelas reprovações cabe ao número
excessivo de cursos de direito criados sem as mínimas condições de
funcionamento. "Aumenta-se a quantidade de faculdades, mas não há
nenhuma preocupação com a qualificação dos professores", afirma. "As
faculdades se tornaram indústrias do ensino, verdadeiro comércio de diploma.
Como o nível do corpo docente é insatisfatório, a qualidade de ensino mantém-
se no mesmo padrão", concorda o dr. Alexandrino.

Fernando Andrade Fernandes, professor doutor assistente da Faculdade


de História, Direito e Serviço Social da Unesp/Franca e coordenador do
Conselho do Curso de Graduação em Direito da instituição, observa que a
implantação de uma faculdade tem um custo muito baixo: "Bastam uma boa
biblioteca, salas de aula e professores. Por isso há tantos cursos por aí". Outro
fator que incentiva a abertura de escolas é a grande demanda pela carreira.
"Além de uma carga horária fácil de ser cumprida, o direito é uma das poucas
profissões que oferecem tantas opções de trabalho. Por isso muitos procuram
a área", afirma o dr. Fernandes.
Para compensar a baixa qualidade dos cursos de graduação e reduzir os
altos índices de reprovação no exame da Ordem, surgiram no mercado
cursinhos preparatórios dedicados especialmente a preparar o aluno para o
teste. De acordo com a OAB, esses cursos apareceram para atender a uma
demanda específica, interessada apenas em passar no exame da Ordem. "O
aluno não vai aprender nesses cursinhos o que não foi ensinado na faculdade,
pois terá apenas dicas de como ser aprovado", critica o dr. Alexandrino.
Mesmo tendo a possibilidade de repetir o exame quantas vezes forem
necessárias, o melhor para o aluno é passar logo na primeira tentativa.
Portanto, para evitar decepções na hora da prova, a única saída é preparar-se
durante todo o curso de graduação e estudar bastante para o exame. Faça um
apanhado geral de todas as matérias que foram apresentadas no curso e, se
possível, obtenha conhecimentos práticos participando de estágios no
departamento jurídico de sua escola ou em escritórios privados. "Estudar é a
única forma de ser aprovado", afirma o dr. Alexandrino.

Sobre a OAB

A Ordem dos Advogados do Brasil detém prerrogativas, conferidas


originariamente pela Lei 4.215/63, do nosso antigo Estatuto, que nenhuma
congênere sua assumiu em qualquer outro país. Hoje, as questões político-
institucionais, além de figurarem como uma das duas finalidades gerais da
OAB, consoante o art. 44 da Lei 8.906/94, estão cometidas expressamente ao
Conselho Federal, ao Conselho Seccional e às Subseções. Assim, a defesa da
Constituição democrática, dos direitos humanos e da justiça social, são
objetivos político-institucionais que hoje estão entre as finalidades da OAB.

Muito se deve a Seabra Fagundes a trajetória da entidade nesta


direção de grandeza e civismo. A organização inicial da OAB, mediante o
Regulamento de 1931-33, tomou como modelo o Burreau de Paris, destinando-
se a ser o órgão de seleção e disciplina da classe, tão-somente. Paulo Lôbo
lembra que com o correr do tempo, as vicissitudes institucionais por que o país
foi passando (da reconstitucionalização em 1934 ao Estado Novo), tantas
vezes com reflexo no exercício da atividade do advogado e mesmo no papel
cívico imanente na sua condição profissional, fizeram que o Congresso, sob a
inspiração do Conselho Federal, conferisse à OAB o estatus que hoje possui.
Temos exemplos históricos notáveis dessa atuação política da OAB,
como as campanhas pela redemocratização do País, pelas eleições diretas,
pela ética na política, pela probidade administrativa, pelo combate à corrupção,
pelo controle externo do Judiciário e tantas outras bandeiras que têm sido
desfraldadas com arrojo nessa direção com destaque, porque é merecido, para
a nossa Seccional, liderada pelo seu presidente, dr. José Caldas Góis, que
vem atuando com desenvoltura nesse contexto político-institucional (exemplo
recente foi a ADIn nº 8320/2006 impetrada contra a cobrança abusiva de taxas
à nossa população por parte da Prefeitura de São Luís). Essa admirável e
aplaudida atuação da OAB só lhe é permitida, porém, quando em jogo
interesses que transcendem as relações individuais ou quando a defesa dos
interesses de grupos determinados de pessoas, excepcionalmente, convenham
à toda coletividade.

Art. 1º. São atividades privativas de advocacia:


I - a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário e aos juizados especiais;
Nota: Ver Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 1.127-8.
II - as atividades de consultoria, assessoria e direção jurídicas.
§ 1º. Não se inclui na atividade privativa de advocacia a impetração de habeas
corpus em qualquer instância ou tribunal.
§ 2º. Os atos e contratos constitutivos de pessoas jurídicas, sob pena de
nulidade, só podem ser admitidos a registro, nos órgãos competentes, quando
visados por advogados.
§ 3º. É vedada a divulgação de advocacia em conjunto com outra atividade.
Art. 2º. O advogado é indispensável à administração da justiça.
Ver Doutrina
§ 1º. No seu ministério privado, o advogado presta serviço público e exerce
função social.
§ 2º. No processo judicial, o advogado contribui, na postulação de decisão
favorável ao seu constituinte, ao convencimento do julgador, e seus atos
constituem múnus público.
§ 3º. No exercício da profissão, o advogado é inviolável por seus atos e
manifestações, nos limites desta Lei.

Art. 3º. O exercício da atividade de advocacia no território brasileiro e a


denominação de advogado são privativos dos inscritos na Ordem dos
Advogados do Brasil - OAB.
§ 1º. Exercem atividade de advocacia, sujeitando-se ao regime desta Lei, além
do regime próprio a que se subordinem, os integrantes da Advocacia-Geral da
União, da Procuradoria da Fazenda Nacional, da Defensoria Pública e das
Procuradorias e Consultorias Jurídicas dos Estados, do Distrito Federal, dos
Municípios e das respectivas entidades de administração indireta e
fundacional.
§ 2º. O estagiário de advocacia, regularmente inscrito, pode praticar os atos
previstos no artigo 1º, na forma do Regulamento Geral, em conjunto com
advogado e sob responsabilidade deste.

Art. 4º. São nulos os atos privados de advogados praticados por pessoa não
inscrita na OAB, sem prejuízo das sanções civis, penais e administrativas.
Parágrafo único. São também nulos ou praticados por advogado impedido - no
âmbito do impedimento - suspenso, licenciado ou que passar a exercer
atividade incompatível com a advocacia.

Art. 5º. O advogado postula, em juízo ou fora dele, fazendo prova do mandato.
§ 1º. O advogado, firmando urgência, pode atuar sem procuração, obrigando-
se a apresentá-la no prazo de quinze dias, prorrogável por igual período.
§ 2º. A procuração para o foro em geral habilita o advogado a praticar todos os
atos judiciais, em qualquer juízo ou instância, salvo os que exijam poderes
especiais.
§ 3º. O advogado que renunciar ao mandato continuará, durante os dez dias
seguintes à notificação da renúncia, a representar o mandante, salvo se for
substituído antes do término desse prazo.

A OAB, desta forma, adquiriu confiabilidade e prestígio, sobretudo no


Maranhão, porque não se cingiu exclusivamente às suas questões internas,
embora não se tenha descurado da tarefa de valorização da advocacia e da
seleção e disciplina dos advogados, a exemplo do Exame de Ordem, da sua
Escola Superior de Advocacia, dos Congressos Jurídicos, do aparelhamento
das Subseções e da campanha permanente voltada para a ética na profissão.
As funções políticas da OAB não se confundem, no entanto, com a política
partidária ou com a política governamental.
FONTES:

pt.scribd.com

WWW.oab-al.org.br

www.folha.uol.com.br

www.ebook-browser.com