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Desenvolvimento do

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CAPÍTULO 4 • FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA

movimento humano e as
fases de escolarização

Introdução
Neste capítulo, discutiremos os conceitos de desenvolvimento motor, here-
ditariedade, movimentos reflexos e movimento rudimentar. Para o estudo desse
conteúdo, é necessário que retome a disciplina Psicologia da Aprendizagem,
pois definições aqui apresentadas têm como base as informações discutidas na
disciplina referida.
Esperamos que, ao final deste capítulo, você seja capaz de reconhecer as
fases do desenvolvimento motor e analisar o desenvolvimento motor da criança
em etapa escolar.

4.1 As fases do desenvolvimento motor: movimentos e


reflexos rudimentares
Você já analisou que as experiências vivenciadas no meio ambiente inter-
ferem no desempenho humano. É que o desenvolvimento humano se deve ao
processo de maturação biológica, adquirida com o passar dos anos, e também
com o convívio e as experiências do meio ambiente. A partir daí, surge o termo
desenvolvimento motor.
Cada idade em etapa escolar deve ser entendida como um referencial para
compreender tarefas comuns ou padrões motores frequentemente desenvolvidos
para essas idades, com o objetivo de facilitar a elaboração de atividades físicas
a serem propostas aos educandos. Essas informações são tomadas como nortea-
doras do entendimento do crescimento, desenvolvimento do movimento humano,
bem como da aprendizagem para alunos nas etapas de ensino fundamental.

4.2 Hereditariedade e meio ambiente


O desenvolvimento do ser humano não é determinado somente por carac-
terísticas hereditariamente determinadas, herdadas de uma geração, como é o
caso da cor dos olhos ou a tonalidade de pele. Aspectos externos ao indivíduo,
como doenças adquiridas durante a vida podem interferir no desenvolvimento do
movimento, como é o caso da poliomielite ou AVC (Acidente Vascular Cerebral),
determinando padrões de movimento diferenciados. A alimentação materna
durante a gestação, o uso de drogas, doenças adquiridas durante a gestação
pela mãe ou pela criança pequena podem interferir no desenvolvimento geral do

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ser humano. Essa interferência externa refletirá futuramente em algumas conse-


quências motoras advindas desses fatos.
A interferência do meio ambiente, externo ao indivíduo, pode modificar
seus padrões motores, da mesma forma que acontece com determinações gené-
ticas, como é o caso da Síndrome de Dowm (desenvolvimento físico e mental
mais lento).
A seguir, trataremos das etapas de desenvolvimento motor com base nos
estudos propostos por Gallahue e Ozmun (2003).

4.3 Fases do desenvolvimento motor


4.3.1 Movimentos reflexos
É importante saber quais são os mecanismos
acionados para que aconteça o movimento exter-
namente observado. Partindo, primeiramente, da
codificação ou da coleta dos estímulos recebidos,
em nível dos órgãos dos sentidos (olfato, tato,
paladar, visão e audição), os movimentos nessa
fase são denominados involuntários. Os movi-
mentos reflexos dividem-se em dois grupos: os
reflexos primitivos e reflexos posturais. Os primi-
tivos estão ligados à necessidade de alimentação
e proteção. Esses movimentos surgem no período
intrauterino e persistem até o final do primeiro ano
de idade; os posturais proporcionam a manutenção
de determinada postura.
A fase reflexa pode ser dividida em dois estágios, que expomos na sequência.
t Estágio de codificação (coleta) de informação: compreende o período
fetal até aproximadamente o quarto mês de vida pós-natal. Por meio dos
órgãos dos sentidos, as informações do meio ambiente são coletadas,
mas a resposta do movimento ainda é involuntária. No caso da visão,
por exemplo, a intensidade forte da luz é codificada, levando o bebê a,
involuntariamente, cerrar mais fortemente as pálpebras.
t Estágio de decodificação (processamento) de informação: inicia-se
por volta do quarto mês de vida, a começar pela inibição gradual
de muitos reflexos e início do controle voluntário de algumas tarefas
motoras (outras podem se desenvolver ao longo do primeiro ano de
vida). As informações codificadas pelos órgãos dos sentidos passam a
ser processadas ou interpretadas, retendo em memória essas diferen-
ciações conceituais.

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A preensão palmar é um dos exemplos de movimento reflexo. Quando


estimulado o contato com a palma da mão, o bebê involuntariamente a fecha
com força, segurando o objeto que manteve o contato manual, mas ainda não
domina a musculatura para soltá-lo.

Nessa fase, o bebê explora o ambiente, prioritariamente, por meio da boca,


das mãos e da visão e começa a conhecer os objetos e o mundo. A exploração
do ambiente, por meio da estimulação dos órgãos dos sentidos, auxilia a criança
pequena a desenvolver seus movimentos para dominar os diferentes espaços.

4.3.2 Movimento rudimentar


É a primeira forma de movimento voluntário apresentado pela criança. Essa
fase envolve o final da etapa de movimento reflexo até os dois anos de idade,
aproximadamente. A aparição voluntária dos movimentos depende da matu-
ração biológica tanto quanto dos estímulos externos (ambientais) e varia de
criança para criança, de acordo com o seu contexto socioambiental.

As habilidades de movimentos rudimentares da criança representam a forma


básica de movimento voluntário que é necessário para a sobrevivência, como
aqueles de controle da cabeça, do pescoço e do tronco, sentar em posição ereta,
movimentos de locomoção como rastejar, engatinhar e andar e movimentos de
manipulação como segurar, alcançar e soltar.

Movimentos rudimentares: até dois anos.


Estabilidade: controle muscular da cabeça e do tronco.
Manipulação: alcançar, pegar e soltar objetos.
Locomoção: rastejar, engatinhar, andar com o apoio.

Dois estágios representam a progressão do controle do movimento da


criança. Vejamos quais são eles.
t Estágio de inibição dos reflexos: a partir da maturação do córtex cere-
bral (dos quatro meses até por volta do primeiro ano pós-natal), os
movimentos reflexos são inibidos, dando início à voluntariedade de
execução motora. Mas essa voluntariedade é ainda precária ou pobre-
mente integrada no nível de desenvolvimento. Apesar da intencionali-
dade, os movimentos são pouco refinados, executados em atividade
global, carecendo de controle.

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t Estágio de pré-controle: por volta do primeiro ao segundo ano de vida,


as crianças começam a ganhar precisão e controle de seus movimentos,
aprendem a obter e manter o equilíbrio, manipular objetos e a se loco-
mover por meio do meio ambiente.
O comportamento intencional, de acordo com Le Bouch (1982), é origi-
nado por meio da descoberta da criança de que a apropriação de objetos
externos, do meio ambiente, satisfaz e sacia suas necessidades. A exploração
do ambiente, por meio da manipulação e da locomoção, passa a ser essencial
para a organização da atividade motora da criança nessa etapa de vida.

4.4 As fases de desenvolvimento motor: movimentos


fundamentais e especializados
Após o domínio, mesmo que de forma rudimentar de alguns dos movimentos
exploratórios do meio ambiente, a criança se encontra em condição de avançar
para movimentos mais refinados em nível de controle motor dos movimentos
manipulativos e de locomoção, com avanço significativo da estabilidade do
centro de gravidade corporal em contraponto à força de gravidade que exerce
força constante para baixo (queda).
As duas fases de desenvolvimento abordadas aqui compreendem etapas
escolares da Educação Infantil e primeira fase do Ensino Fundamental, aproxima-
damente. É preciso alertar que a interpretação do desen-
volvimento do movimento humano, nessa concepção de
maturação (com o passar da idade biológica), deve
também considerar os meios externos do indivíduo, pois
a realização de seus movimentos não depende somente
da idade maturacional do corpo humano, mas também
dos estímulos que o indivíduo esteve submetido em sua
vida cotidiana, conforme Gallahue e Ozmun (2003).
Segundo os autores, os movimentos dessa fase são:
movimentos fundamentais e movimentos especializados.

4.4.1 Movimentos fundamentais


Como o próprio nome diz, são os movimentos básicos, cuja etapa é compreen-
dida entre dois até aproximadamente seis anos de vida. A criança está ativamente
envolvida em explorar e experimentar tudo o que é possível com a movimentação
de seu corpo. É um tempo para descobrir como experimentar uma variedade de
movimentos locomotores, de estabilidade e de manipulação, respondendo com
versatilidade e adaptabilidade a uma variedade de estímulos.
Como você já deve ter visto em algum bebê, essa fase é caracterizada
pelo ganho maior no controle da performance de movimentos que denominamos

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fundamentais, pois nessa fase ocorre o desenvolvimento das habilidades motoras


básicas, fundamentais e/ou essenciais para o ser humano conviver em socie-
dade. São movimentos fundamentais: andar, correr, saltar, arremessar, receber,
girar, quicar a bola, saltitar. Essas habilidades são desenvolvidas nessa fase até
o ponto de as crianças aprenderem a se vestir sozinhas, apesar de precisar de
ajuda com botões de roupas, por exemplo.
É importante destacar que as estruturas físicas tanto de meninos quanto de
meninas são bastante similares nessa fase de desenvolvimento, podendo ser
confundidos se observados de costas.

Movimentos fundamentais: infância até sete anos.


Estabilidade: sentar, ficar em pé, curvar, torcer e girar.
Locomoção: correr, saltar, pular.
Manipulação: lançar, pegar, chutar e rebater.

O desenvolvimento dos movimentos fundamentais divide-se em três etapas.


t Estágio inicial: em torno dos dois a três anos, representa a primeira
tentativa de uma habilidade fundamental direcionada para a manipu-
lação de um objeto. O uso exagerado do corpo é visível, pois a inte-
gração entre o espaço e o tempo para a realização do movimento é
pobre, ocasionando movimentos arrítmicos e descoordenados. O movi-
mento de arremessar, por exemplo, pode ser realizado mais próximo da
característica de empurrar que do arremesso em si.
t Estágio elementar: entre quatro e cinco anos, os elementos espaço-tem-
poral do movimento e seus padrões são ainda exagerados, apesar de
mais bem coordenados e com um maior controle.
t Estágio maduro: por volta de cinco a seis anos, a eficiência mecâ-
nica, o controle do desempenho e a coordenação estão presentes, em
padrões de movimento próximos ao adulto, em termos qualitativos. A
oportunidade de prática das habilidades fundamentais contribui signi-
ficativamente para a melhoria desse desempenho, o que significa que
as atividades físicas voltadas aos movimentos fundamentais na escola
podem contribuir significativamente para essa melhoria.
Conforme observamos, as habilidades motoras fundamentais são à base
de movimentação humana, isto é, permitirão ao ser humano se relacionar com
o mundo. Essas habilidades merecem atenção por parte dos profissionais da

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educação à medida que oportunizam a prática desses


movimentos em momentos escolares.
Como devem ser as atividades físicas na fase dos
movimentos fundamentais? As atividades físicas aos
escolares que compreendem a faixa etária de dois a
seis anos necessitam estar voltadas para o atendimento
das questões relacionadas às etapas de desenvolvi-
mento das habilidades básicas. Devemos considerar
as limitações motoras desse momento de vida, evitar
constrangimento aos educandos por não compreender
que a coordenação e o controle motor ainda neces-
sitam ser aprimorados.
As atividades indicadas para essa fase precisam compreender o desenvol-
vimento da lateralidade, da noção do corpo em diferentes ritmos, espaço e
tempos, do equilíbrio, da velocidade, da força, da coordenação motora geral,
da percepção (órgãos dos sentidos) e da agilidade.

4.4.2 Movimentos especializados


Esses movimentos se referem a domínios mais detalhados, mais elaborados
por parte das crianças. A partir dos sete anos de idade, o refinamento das
habilidades motoras fundamentais, desenvolvidas até a etapa anterior, é aprimo-
rado, combinadas e elaboradas. O movimento, na etapa de movimentos espe-
cializados (ou relacionados ao esporte, conforme Gallahue e Ozmun (2003)),
pode ser aplicado a uma variedade de jogos cooperativos e competitivos, como
esporte, dança e atividades recreativas.
Partindo da base de movimentos do ser humano específicos/fundamentais,
a etapa especializada será possível de ser atingida e desenvolvida, pois a
especialização se refere justamente à combinação dos movimentos anterior-
mente elaborados.

Movimentos especializados: sete anos em diante.


Estabilidade: andar superfície escorregadia, esquiar, fazer ginástica na trave.
Locomoção e manipulação: subir escadas com uma mala, andar escada
rolante com sacolas, jogos recreativos e esportes competitivos.

Conforme Guedes (1997), o período especializado é dividido em três está-


gios, expostos a seguir.

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t Estágio geral ou transitório: compreende a idade entre sete aos dez


anos. Nessa fase, a criança começa a combinar e aplicar as habili-
dades motoras fundamentais para o futuro desempenho das habilidades
relacionadas ao esporte. O controle e a eficiência das habilidades
fundamentais são aprimorados, combinando padrões adquiridos para
o momento de vida. O esporte, nessa fase, não deve ser o único meio
para o desenvolvimento das habilidades motoras dos educandos. É
bastante comum observar profissionais incluindo o voleibol, o futebol
de salão (futsal, atualmente denominado), o basquetebol, entre outras
modalidades, voltadas para a esportivização, quer dizer, de acordo
com o preconizado em regras oficiais dessas modalidades esportivas.
Mas é importante alertar que essas atividades esportivas a que se refere
o autor são importantes por considerar a variedade de movimentos espe-
ciais, isto é, variações dos movimentos fundamentais, como o saque,
que pode ser interpretado como uma forma de arremessar (habilidade
motora fundamental) diferenciada, especial.
Então a metodologia de se oferecer atividades voltadas aos esportes
não quer dizer executar o modelo esportivo oficial, com suas regras
preestabelecidas e sim, na forma de grandes jogos, ou atividades
pré-desportivas como preferem dizer alguns profissionais, com regras
variadas que utilizam algumas das habilidades esportivas específicas,
como o saque do voleibol, o arremesso a gol do handebol, o arremesso
à cesta do basquetebol, entre tantas outras.
A prioridade do trabalho docente deve estar voltada para a execução
dos movimentos que o esporte oportuniza, mas na forma de jogos que
diversifiquem as regras oficiais.
t Estágio de habilidades motoras específicas: dos onze aos treze anos, as
atividades motoras já são executadas com maior complexidade. Esse
período corresponde à iniciação ao desporto, com regras e estratégias
por meio das quais o indivíduo tem a oportunidade de vivenciar todos
os esportes. Os jovens começam a tomar decisões baseadas em uma
variedade de fatores como a força, as oportunidades, a influência dos
amigos e da mídia, o gosto, entre outros. O desempenho em atividades
avançadas é oportunizado pela tarefa esportiva que exige do adoles-
cente maior complexidade de movimentos. As cortadas do voleibol, os
arremessos ao cesto do basquetebol, o saque e o passe de manchete
são diversificações mais complexas, derivadas do arremesso enquanto
habilidade motora fundamental.
t Estágio de atividades motoras especializadas: a partir dos quatorze
anos, o indivíduo já vivenciou todos os tipos de habilidades motoras,
gerais e específicas, podendo escolher entre os diversos esportes e tipos

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de atividades físicas, oferecendo-lhe condições de escolher o que mais


lhe interessa e praticar a(s) atividade(s) de maneira competitiva ou não.
Esse estágio representa o ponto culminante dos padrões motores das
fases anteriores e é utilizado para toda a vida do ser humano. Portanto
são úteis para a resolução de problemas que exijam a tomada de inicia-
tiva motora para o seu cotidiano.
A função da atividade física educativa não é a de formar atletas, conforme
observamos anteriormente. Vários professores ou pais exigem do aluno padrões
esportivos atléticos que desencadeiem competições excessivas que podem levar
à exclusão pela não participação dos educandos.
Estudamos, neste capítulo, sobre o desenvolvimento motor nas etapas esco-
lares (Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental). Conhecemos a
evolução dos movimentos fundamentais e especializados.
No capítulo que encerramos, vimos que o enfoque técnico esclarece o
desenvolvimento gradual da criança para a participação das atividades físicas
na escola. Nós, educadores, precisamos ter o conhecimento de como amadu-
rece e acontece a passagem do movimento fundamental para o especializado
e considerar que as atividades devem também acontecer nessa mesma perspec-
tiva. Forçar a criança a adiantar seus movimentos pode ter consequências terrí-
veis. No próximo capítulo, conheceremos os domínios cognitivos, afetivo-social
e motor do ser humano.

Referências
GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. Compreendendo o desenvolvimento motor: bebês,
crianças, adolescentes e adultos. São Paulo: Phorte, 2003.
GUEDES, D. P. Crescimento, composição corporal e desempenho motor de
crianças e adolescentes. São Paulo: Baleeiros, 1997.
LE BOULCH, J. O desenvolvimento psicomotor: do nascimento aos 6 anos. Porto
Alegre: Artes Médicas, 1982.

Anotações

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