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PPRROOPPOOSSTTAASS

P P R R O O P P O O S S T T A A

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TTRRAABBAALLHHOO

P P R R O O P P O O S S T T A A
P P R R O O P P O O S S T T A A

Direcção Geral de Formação Vocacional ANEFA – Agência Nacional de Educação e Formação de Adultos – Unidade Regional do Norte

Matemática Para a Vida Cidadania e Empregabilidade Tecnologias da Informação e Comunicação Linguagem e
Matemática Para a
Vida
Cidadania e
Empregabilidade
Tecnologias da
Informação e
Comunicação
Linguagem e
Comunicação
TIC 2 A – Identificar
MV 2 A – Interpretar a
informação e compreender
métodos para a processar
CE 2 A – Organização política
dos estados democráticos.
necessidades de equipamento
informático.
LC 2 A – Compreender e produzir
discursos orais de média extensão e
complexidade crescente, em situações
diversificadas

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Linguagem e Comunicação

LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

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LLiinngguuaaggeemm ee CCoommuunniiccaaççããoo

É típico dos seres vivos animados (humanos e não humanos) viver em

comunidade ou em sociedade: em cada espécie, eles inter-relacionam-se, congregam-se por vários laços, orientando-se para a realização de fins comuns.

Essas relações criam-se porque, em cada sociedade, os indivíduos têm necessidade de COMUNICAR entre si, ou seja, darem-se a conhecer uns aos outros, manifestarem-se, trocarem entre si informações de vária ordem.

A base do estabelecimento desta comunicação é sempre um conjunto de

sinais e de regras segundo as quais eles se combinam - a LINGUAGEM. De acordo com a natureza desses sinais, distinguimos como formas de linguagem humana, por exemplo, os gestos, a mímica, a música e todas as

manifestações artísticas (incluindo a fotografia, o cinema), os rituais

(religiosos, sociais,

),

os sinais reguladores de trânsito e outros.

O Homem é o único ser animado a dispor de uma forma particular de

linguagem - a LINGUAGEM VERBAL – seja falada ou escrita.

George-Hoyningen-Huene, 1930

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

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Índice

1- Descrever (A) 2- Descrever (B) 3- Imagem puxa conversa 4- Escutar 5- Outras vozes 6- Quem conta um conto acrescenta um ponto 7- Ouvir e reconhecer (A) 8- Ouvir e reconhecer (B) 9- Dilema Moral 10- Caça ao intruso 11- Assistir activamente a um debate 12- Uma entrevista 13- Uma entrevista – à procura de um 14- Realidades da vida e do trabalho 15- Resumir

de um 14- Realidades da vida e do trabalho 15- Resumir 5 6 7 8 11

5

6

7

8

11

15

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

Descrever oralmente cenas, paisagens, pessoas imaginárias. Usar vocabulário adequado para atingir determinados objectivos.

.

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11-- DDeessccrreevveerr ((AA))

1 1 - - D D e e s s c c r r e e

A turma divide-se em pequenos grupos

Há três fotografias que poderão ser seleccionadas do caderno (sugerimos as imagens 2, 9 e 12)

Cada grupo escolhe em segredo uma fotografia e sobre ela prepara uma descrição oral tendo em conta os seguintes aspectos:

uma descrição oral tendo em conta os seguintes aspectos: R R e e c c u

RReeccuurrssooss

.

actividade representada

.

expressões das personagens

Os restantes grupos, observadores no momento, deverão “adivinhar” de que fotografia se trata e, no final, comentar a descrição ouvida.

Nota:

. se necessitar de apoio para a realização da descrição recorra ao caderno

UUttiilliittáárriiooss

ao caderno U U t t i i l l i i t t á á

: Documento 1 - Descrever

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Descrever oralmente cenas, paisagens, pessoas imaginárias. Usar vocabulário adequado para atingir determinados objectivos.

.

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22-- DDeessccrreevveerr ((BB))

2 2 - - D D e e s s c c r r e e

Num envelope colocam-se cartões com os nomes de todos os formandos.

Cada formando retira, em segredo, um cartão do envelope.

Cada formando deverá descrever o colega referido no cartão sem divulgar a sua identidade.

Os colegas (ouvintes) deverão “adivinhar” de que colega se trata.

Nota:

.

.

deverão “adivinhar” de que colega se trata. Nota : . . se necessitar de apoio para

se necessitar de apoio para a realização da descrição recorra ao caderno

a ordem das descrições pode ser organizada, por exemplo, por ordem alfabética dos nomes dos formandos.

UUttiilliittáárriiooss

, Documento 1 - Descrever

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Descrever oralmente cenas, paisagens, pessoas imaginárias. Usar vocabulário adequado para atingir determinados objectivos.

.

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33-- IImmaaggeemm ppuuxxaa ccoonnvveerrssaa

g e e m m p p u u x x a a c c o
g e e m m p p u u x x a a c c o
.
.

O formador deverá seleccionar a imagem 9 ou a imagem 42 do caderno

Um dos formandos inicia a construção de uma história sugerida pela imagem. Pode atribuir nomes às personagens, sugerir os papéis que desempenham, as idades, o estado civil,

No final da primeira frase “passa a palavra” a um dos colegas que deverá dar continuidade à história iniciada.

Faz-se um

RReeccuurrssooss

registo áudio

da história construída que no final será ouvida por todos.

Poderá fazer-se uma reflexão/avaliação sobre o resultado obtido.

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

. Saber identificar as intenções do discurso ouvido.

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44-- EEssccuuttaarr

Escutar não é simplesmente ouvir. É sentir e perceber. É interpretar e entender o que os outros dizem, é avaliar e valorizar o que ouvimos.

que os outros dizem, é avaliar e valorizar o que ouvimos. • Propomos que o formador

Propomos que o formador seleccione três composições musicais do caderno

RReeccuurrssooss

musicais do caderno R R e e c c u u r r s s o

ou peça aos formandos que tragam composições musicais de que gostem e que se integrem neste tema de vida.

O formador faz uma breve introdução a cada uma das músicas (sobre o intérprete, ano da edição, nome da composição, etc).

Cada formando deverá, depois de ouvir, escolher uma das composições e sobre ela tecer um comentário tendo em conta:

.

ritmo da música ( sugere alegria, tristeza/movimento/calmia;

);

.

tema da letra;

. expressividade do intérprete ; . dizer porque gostou / não gostou.

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. Saber identificar as intenções do discurso ouvido.

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À medida que cada formando comenta a canção que seleccionou faz-se o registo, num quadro (Documento 4.1), das características que cada um referiu das composições ouvidas.

No final faz-se uma análise desse quadro, tentando avaliar se as apreciações foram/não foram comuns construindo agora uma caracterização colectiva das canções ouvidas.

Nota:

Apresentamos três temas musicais:

- Que força é essa? – Entre outras «leituras», aponta para a consciencialização da importância do trabalhador, esse «construtor de cidades»;

- Postal dos Correios – Reflecte o fenómeno da migração, a nostalgia do lugar e da família ou seja do sentimento de pertença;

- Velho – Comunica a ideia de solidão, as rotinas que nos impedem de parar para pensar.

Se achar conveniente, o formador pode convocar outras músicas que melhor se adaptem às «realidades» do grupo.

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

. Saber identificar as intenções do discurso ouvido.

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Documento 4.1

Canções

Composição A

Composição B

Composição C

Características

Ritmo da música

     

Tema da letra

   

Expressividade do intérprete

   

Porque gostou/não gostou

   

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Saber identificar as intenções do discurso ouvido. Produzir pequenos discursos que captem a atenção dos ouvintes.

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55-- OOuuttrraass vvoozzeess

Norte 5 5 - - O O u u t t r r a a s

O formador deverá começar por fazer uma sensibilização aos formandos para os diferentes tipos de discurso, através da análise de um conjunto de imagens que ilustram pessoas a comunicar (oralmente) em diferentes situações (no trabalho, na escola, etc) –

consulte as imagens 37 a 41 do caderno

RReeccuurrssooss

imagens 37 a 41 do caderno R R e e c c u u r r

O formador propõe que cada formando se aventure a representar um determinado tipo de personagem. Para isso, cada um terá de tirar um dos cartões de um envelope (Documento 5.1) em que estão referidos diferentes tipos de personagem a interpretar.

O formador entrega a cada formando um texto – extracto de um boletim meteorológico ou de um horóscopo. (Documento 5.2)

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Saber identificar as intenções do discurso ouvido. Produzir pequenos discursos que captem a atenção dos ouvintes.

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O grupo esclarece as dúvidas e cada formando faz a leitura do texto dando-lhe a entoação adequada, de acordo com o tipo de personagem que lhe foi atribuída no sorteio.

Enquanto cada um dos formandos lê, os restantes deverão tentar adivinhar de que tipo de personagem se trata e no final, fazer uma apreciação sobre a leitura feita, analisando: correcção, expressividade, ritmo, etc.

BBllooccoo ddee nnoottaass * ::

** AAnnoottee oo qquuee sseennttiiuu ee oobbsseerrvvoouu nnoo ddeeccoorrrreerr ddaa aaccttiivviiddaaddee

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Saber identificar as intenções do discurso ouvido. Produzir pequenos discursos que captem a atenção dos ouvintes.

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Documento 5.1

Tipos de personagem

Locutor de um desafio de futebol

Locutor de um noticiário televisivo

Locutor de um noticiário radiofónico

Um actor

Um professor

Um palhaço

Um político a ler um discurso

Um padre na sua homilia dominical

Um vendedor de “banha da cobra”

Um publicitário

Um juiz

Um polícia

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Saber identificar as intenções do discurso ouvido. Produzir pequenos discursos que captem a atenção dos ouvintes.

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Documento 5.2

Nota: o formador poderá escolher outros textos atendendo às características do grupo.

Textos a trabalhar:

Céu geralmente muito nublado. Vento moderado (20 a 35km/h), rodando para sudoeste para o final da tarde e

enfraquecendo. Aguaceiros diminuindo de frequência ao longo do dia e que serão de neve acima dos 1400

metros. Descida de temperatura, em especial da mínima. Estado do mar: na costa ocidental, ondas de oeste de 3

a 3,5 metros. Costa sul: ondas de sudoeste com 2 a 2,5 metros.

Público, 23 de Novembro de 2000

Esta semana pode chegar a importantes conclusões sobre atitudes a tomar ou rumos a seguir. Encontrará

soluções para tudo e colherá de acordo com o que semear. PLANO AFECTIVO – não construa relacionamentos

com base em falsas premissas. Divirta-se e conviva. Uma maior aproximação entre as pessoas pode levá-lo a

modificar opiniões e a apaixonar-se. PLANO MATERIAL – não deixe que factores de natureza sentimental o

façam ficar eternamente ligado a certos tipos ou locais de trabalho. Agarre-se aos livros. Bom período para

fechar negócios.

Público, 21 de Novembro de 1999

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

Usar vocabulário específico em situações específicas. Usar estruturas sintácticas e vocabulares de complexidade crescente.

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66--QQuueemm ccoonnttaa uumm ccoonnttoo aaccrreesscceennttaa uumm ppoonnttoo

r e e s s c c e e n n t t a a u

A turma retira-se da sala, onde fica somente o formador e um formando.

O formador conta ao formando uma breve história (Documento 6.1).

O formando que ouviu a história conta-a, agora a um outro formando que, entretanto, deverá entrar na sala. Este, por sua vez, conta-a a outro e assim sucessivamente até que todos estejam na sala.

O último formando a ouvir a história deverá contá-la em voz alta para todo o grupo.

Deverá fazer-se uma reflexão sobre o resultado final da história, tentando verificar se se manteve a versão original ou se foi alterada.

BBllooccoo ddee nnoottaass * ::

** AAnnoottee aa ccoonncclluussããoo aa qquuee oo ggrruuppoo cchheeggoouu

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Usar vocabulário específico em situações específicas. Usar estruturas sintácticas e vocabulares de complexidade crescente.

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Documento 6.1

A história

Um viajante, na Idade Média, passava junto a um estaleiro de construção onde estavam três homens a trabalhar.

- O que é que vocês estão a fazer? – perguntou. Um dos homens levanta a cabeça e responde:

- Estou a ganhar a vida.

Um segundo homem vira-se e diz:

- Estou a assentar pedra.

O terceiro, olhando fixamente o viajante, afirma:

- Estou a construir uma catedral!

In, Dirigir, Jul. Agosto de 98

a construir uma catedral! In, Dirigir, Jul. Agosto de 98 M. C. Escher , A Torre

M. C. Escher, A Torre de Babel, 1928

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. Saber distinguir textos do património literário oral.

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77-- OOuuvviirr ee rreeccoonnhheecceerr ((AA))

r e e r r e e c c o o n n h h e

Após um breve diálogo sobre os textos do património literário oral, - consulte o

documento 3 do caderno

UUttiilliittáárriiooss

3 do caderno U U t t i i l l i i t t á

- propomos a actividade que se segue.

Há um envelope com vários cartões que contém provérbios e adivinhas. (Documento 7.1) Contudo, sugerimos que o formador proceda a um levantamento de registos do património literário oral que o grupo conheça e os registe nos cartões em branco.

Cada formando retira do envelope um cartão e lê em voz alta para toda a turma.

Os colegas deverão descobrir o tipo de texto que foi ouvido fazendo um comentário sobre o mesmo:

de que tipo de texto se trata?

qual o seu objectivo?

foi lido com entoação adequada?

A actividade termina quando todos os cartões tiverem sido lidos.

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Documento 7.1

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· 1- Do trabalho e experiência aprendeu o homem a ciência.

4- Homem folgazão, no trabalho sonolento.

7- Quem foge do trabalho, foge do ganho.

2- O prazer que acompanha o trabalho, faz esquecer a fadiga.

5- Não há ganho sem trabalho.

8- A passo e passo anda- se por dia um bom pedaço.

3- Carne sem osso, proveito sem trabalho.

6- Ao homem aplicado todos lhe dão a mão.

9- De graça só trabalha o relógio, e mesmo assim quer corda.

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· 10- Antes quero trabalhar que chorar.

11- Debaixo dos pés, se levantam os trabalhos.

12- Na casa deste home quem não trabalha não come.

· 13- Bem manda quem bem sabe trabalhar e bem soube obedecer.

14- A sorte ajuda às vezes, o trabalho sempre.

15- A fome espreita à porta de quem trabalha mas não entra em casa.

· 16- Quem é que não resolve nada mas vive a tomar medidas?

· 17- Qual é o trabalhador que só começa a trabalhar quando é posto na rua?

18- O que é que fazem todos ao mesmo tempo:

velhos, novos e crianças?

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----------------------------------------------------------------- · 19- Qual é a pessoa que não faz senão comer? ·
-----------------------------------------------------------------
· 19- Qual é a pessoa que
não faz senão comer?
·
·
·
·
· 20- Quem é que da folha
faz panela?
·
·
21- Quando não tem
água, bebe água;
quando tem água,
bebe vinho
·
·
. Saber distinguir textos do património literário oral.

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. Saber distinguir textos do património literário oral.

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88-- OOuuvviirr ee rreeccoonnhheecceerr ((BB))

r e e r r e e c c o o n n h h e

Após um breve diálogo sobre os textos do património literário oral, (consulte o

UUttiilliittáárriiooss

(consulte o U U t t i i l l i i t t á á

) propomos a seguinte actividade:

documento 3 do caderno

Há um envelope com vários cartões que contêm provérbios e adivinhas (Documento 7.1)

Cada formando retira um dos cartões sem divulgar o seu conteúdo.

Cada formando explica por palavras suas o provérbio que tem no cartão e os colegas deverão tentar descobrir de que provérbio se trata.

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

Planear pequenos discursos. Produzir pequenos discursos que captem a atenção dos ouvintes. Participar em discussões colectivas emitindo e partilhando opiniões.

.

.
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99-- DDiilleemmaa mmoorraall

Norte 9 9 - - D D i i l l e e m m a
Norte 9 9 - - D D i i l l e e m m a

Há um problema para resolver – Dilema. (Documento 9.1)

O formador apresenta o problema a resolver

O turma é dividida em pequenos

grupos
grupos

ficando cada um deles responsável por

seleccionar e apresentar qual

problema/dilema, referindo o porquê da sua opção.

a solução

que acham mais adequada ao

O formador deverá ir apontando alguns aspectos que estimulem o debate:

- como reagiria um bom amigo?

- Como se comporta um bom funcionário?

- A Ana teria dinheiro para pagar o CD?

- A atitude da amiga não deveria ser repreendida?

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-

Documento 9.1

A Ana é funcionária de uma loja de discos.

Um dia, uma das suas grandes amigas foi à loja e guardou no seu saco um CD sem o pagar. Perante a situação, a Ana sentiu que tinha três saídas:

a) chamar o segurança da loja;

b) chamar a atenção da amiga pedindo-lhe que pagasse o CD ou o colocasse no lugar;

c) pagar, do seu bolso, o CD que a amiga roubou.

Nota:

.

O formador poderá encontrar com os formandos outras saídas para a resolução do problema.

.

Poderá também organizar um debate em torno do tema – “Amizade e ética profissional”

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

Usar vocabulário específico em situações específicas. Usar estruturas sintácticas e vocabulares de complexidade crescente.

.

.

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1100 -- CCaaççaa aaoo iinnttrruussoo

- - C C a a ç ç a a a a o o i i
- - C C a a ç ç a a a a o o i i

Propomos um texto que contém registos de oralidade – Texto 1 do caderno

UUttiilliittáárriiooss

1 do caderno U U t t i i l l i i t t á

RReeccuurrssooss

Para explorar esta temática consulte, no caderno Níveis de Língua

o documento 4

consulte, no caderno Níveis de Língua o documento 4 – • O formador faz uma leitura

O formador faz uma leitura do texto.

Os formandos deverão ouvir com atenção e anotar todos os registos orais que detectarem no texto ouvido.

No final, deverá fazer-se uma recolha dos registos feitos pelos formandos, tentando descobrir, em conjunto, qual o significado de cada uma dessas palavras.

SUGESTÃO:

. O texto proposto pode ser o ponto de partida para um fórum na sala de aula sobre a infância, o trabalho, a aprendizagem e os

contrastes sociais. Os formandos exprimem as suas opiniões e experiências de vida comparando-as com as dos seus colegas.

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Saber ouvir e executar instruções. Compreender discursos orais diferenciados (debates, entrevistas, exposições,

. discussões).

.

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1111-- AAssssiissttiirr ccrriittiiccaammeennttee aa uumm ddeebbaattee

a m m e e n n t t e e a a u u m
a m m e e n n t t e e a a u u m

Propomos que seleccione e grave um debate televisivo ( não esquecendo que a temática deverá ser, neste caso, relacionada com o Mundo do Trabalho)

Organizam-se pequenos

grupos
grupos

, de 2 a 4 pessoas, cuja tarefa vai ser prestar uma

atenção especial a determinado aspecto do debate.

Dão-se instruções precisas a cada grupo. Por exemplo:

Grupo 1 – O vosso papel é fazer perguntas. Notem os aspectos que vos pareçam menos claros ou as questões que se vos colocam ao assistir a este debate. Grupo 2 – O vosso papel é anotar as ideias que vos pareçam mais importantes para as transmitirem à turma. Grupo 3 – O vosso papel é anotar os aspectos com os quais estão de acordo. Grupo 4 – O vosso papel é anotar tudo aquilo com o qual não estão de acordo: digam tudo aquilo que vos parecer pouco credível, duvidoso, ou não aceitável.

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LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

Saber ouvir e executar instruções. Compreender discursos orais diferenciados (debates, entrevistas, exposições,

. discussões).

.

Direcção Geral de Formação Vocacional ANEFA – Agência Nacional de Educação e Formação de Adultos – Unidade Regional do Norte

Grupo 5 – O vosso papel é anotar tudo o que possa ter aplicação prática imediata (ou utilidade na vida corrente).

No final, deverá organizar-se a troca/partilha das informações que cada grupo recolheu.

BBllooccoo ddee nnoottaass * ::

GGrruuppoo 11 -- GGrruuppoo 22 -- GGrruuppoo 33 -- GGrruuppoo 44 -- GGrruuppoo 55 --

** AAnnoottee aass pprriinncciippaaiiss ccoonncclluussõõeess ddee ccaaddaa ggrruuppoo

Nota:

. poderão dar-se outro tipo de instruções de acordo com o conteúdo do debate.

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Linguagem e Comunicação

LC 2 A – Compreender e produzir discursos orais de média extensão e complexidade crescente, em situações diversificadas.

Saber ouvir e executar instruções. Compreender discursos orais diferenciados (debates, entrevistas, exposições,

. discussões).

.

Direcção Geral de Formação Vocacional ANEFA – Agência Nacional de Educação e Formação de Adultos – Unidade Regional do Norte

12- Uma entrevista

de Adultos – Unidade Regional do Norte 12- Uma entrevista • Organiza-se a sala de formação,
de Adultos – Unidade Regional do Norte 12- Uma entrevista • Organiza-se a sala de formação,

Organiza-se a sala de formação, tentando dar-lhe a disposição de um escritório de uma empresa.

O formador deverá preparar o grupo para fazer uma simulação de uma entrevista de emprego e, como tal, cada formando deverá assumir o papel de um entrevistado, imaginando para cada questão a resposta mais conveniente. O formador poderá

questão a resposta mais conveniente. O formador poderá distribuir o documento 5 do caderno U U

distribuir o documento 5 do caderno

UUttiilliittáárriiooss

Tendo por base uma bateria de questões o formador vai, então, entrevistar cada um dos formandos, para (hipoteticamente) seleccionar um deles para um posto de trabalho. Da bateria de questões sugerida (Documento 12.1) o formador deverá escolher as que considere mais pertinentes, não esquecendo de seleccionar questões de todos os domínios.

Enquanto o formador entrevista cada um dos formandos, os restantes, preenchem uma grelha de avaliação, que será anónima (Documento 12.2).

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