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AULA 4 – HSCB – PP

IMPRENSA DA IDEPENDÊNCIA
 1820 - Revolta do Porto
Queria transformar o Brasil novamente em colônia

 1821- família real volta a portugual e d.predro fica no br como regente


 Durante a regência se formou três partidos:
Partido português: comerciantes, burocratas e militares
Partido brasieiro: anticolonialista mas apoiavam a monarquia formado pela
aristocracia rural e a elite brasileira
Liberais Radicais: governo republicano, fim do trabalho escravo e maio
participação popular (camadas médias urbanas)
 1821- A censura prévia, que teve fim e surgiram vários jornais no Brasil.
Boa parte desses periódicos procurava mobilizar a opinião da Colônia
contra a dominação portuguesa.
O Estado precisava se consolidar, mas para isso necessário uma imprensa.
Era essencial unir-se, a mobilização só ocorreria por meio do despertar da
opinião, por isso a necessidade da imprensa

 1821- Diário do rio de Janeiro


O primeiro a publicar notícias do cotidiano, deixando de lado a tendência
doutrinária dos outros órgãos.
Seu conteúdo era voltado para furtos, assassinatos, diversões, espetáculos,
observações meteorológicas, correio, anúncios de venda de escravos, leilões,
compras, vendas, achados e aluguéis. Circulou até 1878.

 1821- agosto - Diário Constitucional


Redigido por Eusébio Venério, José Avelino barbosa e Francisco gê acauaba
Primeiro período a travar uma campanha na imprensa a favor da junto
provisional e elegeu uma maioria brasileira na junta provisional
 1822 janeiro – D. Pedro proíbe o anonimato das obras para que
houvesse sempre um responsável pelo seu conteúdo
 1822- junho – o regente elabora um decreto contra os abusos da
imprensa, a fim de evitar que propagassem “doutrinas incendiárias ou
subversivas”(BARBOSA, 64). Esse decreto permaneceria em vigor até o
ano seguindo quando foi promulgado o projeto de lei sobr a liberdade de
imprensa
 1822- Proclamação da Independência - 7 set e passou a monarquia
 1822- Fim da gazeta do rio de janeiro
Colonialismo para monarquia
Fim da censura não impediu que a Corte tentasse manter a Colônia sob seu
domínio, utilizando a imprensa. Para cada jornal que nascia na oposição,
surgiam muitos outros combatendo a Independência. Entre os muitos
jornalistas punidos por irreverência ou injúria ao governo colonial está Cipriano
Barata, conhecido por Baratinha.

 1823- Cipriano Barata


Sentinela da Liberdade na Guarita de Pernambuco
Defendia a Independência com mudanças radicais e era contra a escravatura.
O jornal saía às quartas-feiras, com linguagem vigorosa e crítica, mostrando as
podridões do poder. O jornal durou 13 anos.
 A partir de 1823
O jornalismo que se desenvolveu, nesse momento, como não poderia deixar de
ser, tinha características muito específicas: era profundamente ideológico,
militante e panfletário. Seu objetivo, antes mesmo de informar, era tomar
posição, tendo em vista a mobilização dos leitores para as diferentes causas. A
imprensa, um dos principais instrumentos da luta política, era essencialmente
de opinião.

 1821 a 1823, anos essenciais para o processo de separação de


Portugal, mais de trinta periódicos circulam em todo o Brasil,
especialmente no Rio de Janeiro, destacando-se o já citado Correio
Braziliense, o Correio do Rio de Janeiro, A Malagueta, O Revérbero
Constitucional Fluminense e O Tamoyo, todos com pequena tiragem,
pois poucos são os alfabetizados e os interessados por política.
 Quem escreve nesses jornais? Religiosos, funcionários públicos,
literatos transformados em jornalistas, empenhados não só em defender
suas posições como em ofender os adversários. Mas também qualquer
um que se disponha, em geral sob pseudônimo, a manifestar sua
opinião, nas muito lidas seções de cartas dos leitores, que levam para a
folha de jornal uma linguagem coloquial e muitas vezes desabrida.

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