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Cultivo de Kappaphycus alvarezii

no litoral do Rio de Janeiro: Por:


Renata Perpetuo Reis
e-mail: rreis@jbrj.gov.br
subsídios ao monitoramento ambiental da Instituto de Pesquisas
Jardim Botânico do Rio de Janeiro
produção em escala industrial Marcos Bastos
e-mail: mbastosp@gmail.com
Depto. de Oceanografia da UERJ
Henrique Geromel Góes
e-mail: hggoes@seteondasbiomar.com.br
Sete Ondas Biomar

Kappaphycus alvarezii é uma alga vermelha (Rhodophyta)


cultivada em diversos países tropicais como fonte de matéria Introdução de Kappaphycus no Brasil
prima para a produção de kapa carragenana (polissacarídeo
sulfatado), usado como agente estabilizante, gelatinizante, A introdução de Kappaphycus alvarezii no
espessante e emulsificante (1,2,3). Devido ao crescimento dos Brasil foi realizada pelo Instituto de Pesca de São
mercados, a demanda mundial desta matéria prima vem cres- Paulo em parceria com o Instituto de Biociências
cendo a uma taxa anual superior a 5%, gerando postos de da Universidade de São Paulo, em 1995. Esta alga
trabalho e renda para cerca de 50 mil famílias (2,4). No Brasil foi introduzida, em caráter experimental, na região
a produção de kapa carragenana é incipiente e provem da ex- de Ubatuba, após estudos sobre a potencialidade
plotação de bancos naturais de Hypnea musciformis na Região de dispersão da alga exótica neste local (1,7). A in-
Nordeste e, do cultivo de Kappaphycus alvarezii na Região Su- trodução foi realizada a partir de um ramo de 2,5g
deste (1,5,6). Por este motivo, as algas Eucheuma e Kappaphycus proveniente de um cultivo do sul do Japão e originá-
foram introduzidas em nosso país, sob a argumentação de que ria das Filipinas. Durante dez meses este ramo foi
a colheita de H. musciformis em bancos naturais é insuficien- cultivado in vitro, com a intenção de se obter mudas
te para suprir a demanda nacional, além de ser uma espécie livres de epibiontes, ou seja, evitar potenciais orga-
de difícil adaptação às tecnologias de cultivo (5). O presente nismos invasores para o devido cultivo no mar em
trabalho descreve o sistema de produção em escala industrial balsa flutuante (1,8). Posteriormente, Kappaphycus
e o programa de monitoramento ambiental sobre a influência striatum também foi introduzida, nesta região, en-
do cultivo de Kappaphycus alvarezii, como subsídio à avaliação tretanto foi retirada do mar por segurança uma vez
do impacto ambiental da maricultura desta alga exótica. que no verão produziu esporos viáveis (9).

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Cultivo de Kappaphycus
Destaca-se que a introdução desta espécie exótica no
litoral norte de São Paulo ocorreu com base nas condições am-
bientais limitantes a sua dispersão no costão, como herbivoria
"A maricultura pode gerar
por peixes e ouriços, turbidez da água, competição com espécies benefícios ou danos ao meio
nativas, como Sargassum spp. e epifitismo (8). Inclusive, para
minimizar os problemas de dispersão das algas e mitigar a her- ambiente e à sociedade e, é
bivoria, esta espécie vem sendo cultivada em sistema de balsas inquestionável o relevante
com redes de proteção na região sul fluminense do Estado do
Rio de Janeiro (10). papel que a maricultura
A maricultura pode gerar benefícios ou danos ao meio vem exercendo na geração
ambiente e à sociedade. Como exemplos negativos, têm-se: a
modificação na circulação de água; o aparecimento de doenças de postos de trabalho e
da monocultura; a decomposição e formação de manchas anae- renda para as comunidades
róbicas no substrato; a alteração da composição e estrutura das
comunidades marinhas do local; o desprendimento de artefatos litorâneas e pesqueiras"
do cultivo e, o escape de organismos sob cultivo que podem,
inclusive, interagir com as espécies silvestres. Ressaltam-se, vez que Kappaphycus alvarezii é capaz de se estabelecer
ainda, os conflitos pelo uso do espaço costeiro, como por po- sobre os recifes causando a morte de corais por sombre-
luição visual e por impacto pela pesca e turismo (11,12). Por outro amento (7,21). Entretanto, outros pesquisadores comentam
lado, é inquestionável o relevante papel que a maricultura vem que este problema pode ser evitado através de processos
exercendo na geração de postos de trabalho e renda para as de quarentena em sistema de água fechado, para evitar a
comunidades litorâneas e pesqueiras (13). contaminação de organismos epibiontes para o mar. Além
Os riscos ambientais ocasionados pela introdução de espé- disso, comentam sobre a necessidade de avaliar as vantagens
cies exóticas são, de forma contundente, relatados (14,15,16,17,18,19,20). sócio-econômicas geradas (5).
No que concerne a Kappaphycus alvarezii comenta-se que a Os empreendedores acreditam na vantagem sócio-
introdução pode apresentar resultados imprevisíveis (1,8). Atual- econômica através da geração de trabalho e renda prove-
mente, danos ambientais foram relatados no Havaí, onde alguns niente da transferência de tecnologias de cultivo para comu-
dos corais são dominados em até 50 % por esta alga (21). O cultivo nidades litorâneas. Porém, se alerta que a maricultura desta
desta espécie em Cuba foi interrompido devido ao seu estabeleci- alga vem sendo ampliada para outros estados brasileiros,
mento em recifes de corais vizinhos ao cultivo e devido a receio sem estudos de processos de quarentena e monitoramento
de danos semelhantes, na Venezuela e Colômbia os cultivos foram ambiental (11). Atualmente, através de projetos patrocinados
embargados por órgãos ambientais locais (11). pela FAO, comunidades litorâneas nordestinas (Rio Grande
No Brasil, a introdução desta espécie é um assunto do Norte, Ceará e Paraíba) vêm sendo orientadas para o uso
polêmico entre a comunidade científica, empreendedores e racional do cultivo desse recurso marinho, substituindo a
produtores. Alguns pesquisadores alertam sobre os riscos do atividade extrativista pela sustentável, a maricultura (22,23).
cultivo, com ênfase, em locais próximos a recife de corais, uma Através desta iniciativa, foi gerada uma fonte alternativa

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Cultivo de Kappaphycus
de renda para as mulheres de pescadores, além da diminuição
da exploração irracional dos bancos naturais (22). Outro aspecto
relevante é o uso indireto, as algas servem para a remoção de
excesso de nutrientes em cultivos integrados com animais (24), e "Para evitar os
como atrator biológico, uma vez que o cultivo aumenta o subs-
trato para pastagens, abrigo e oferta de alimento para peixes, possíveisdanos
tartarugas e outros animais nos cultivos (11).
Os potenciais danos ambientais causados pela maricul- ambientais causados
tura e no caso específico do cultivo de Kappaphycus alvarezii
podem e devem ser evitados a partir da utilização de ferramentas
pelos cultivos marinhos,
de planejamento e gerenciamento integrados, desta forma poder- estudos prévios e de
se-á permitir o estabelecimento de bases para o desenvolvimento
sustentável da maricultura (3,25,26). monitoramento ambiental
Para evitar danos ambientais causados pelos cultivos
marinhos, estudos prévios e de monitoramento ambiental devem devem ser realizados,
ser realizados visando estabelecer subsídios ao ordenamento
da atividade (11,12). No caso de Kappaphycus alvarezii, devem
visando estabelecer
ser criados mecanismos de vigilância regular para checar a in- subsídios ao ordenamento
trodução sobre a flora nativa assim como para evitar qualquer
bioinvasão por esta alga (27,28,29). Além disso, precauções devem da atividade"
ser tomadas na implantação da maricultura desta espécie, através
de procedimentos de quarentena práticos, assim como a publi-
cação de protocolos para a implantação de cultivos (2).
Nesse sentido se deve obter conhecimento sobre as ca-
racterísticas fisiológicas, ecológicas, reprodutivas e habilidade da macroalga Kappaphycus alvarezii e contribuir para
dos fragmentos das algas se dispersarem e aderirem rapidamente as políticas públicas que orientem a expansão desta
e dos organismos que se instalaram nas estruturas de cultivo e atividade dentro de bases ambientalmente sustentáveis.
arredores. Estas características são importantes para o estabe- Outro aspecto relevante que se configurará como produto
lecimento de atividades mitigatórias de limpeza (30). Investigar da presente investigação é a capacitação de recursos hu-
áreas adjacentes ao cultivo (áreas controles) é um mecanismo manos para atuarem em ações de manejo e conservação
para detectar mudanças ambientais (31). A compreensão sobre os voltadas à maricultura e atividades de extensão.
efeitos dos fatores ambientais no rendimento de carragenana da Neste projeto está sendo analisada desde a produ-
espécie alvo da maricultura fornece informações sobre épocas ção, como a sazonalidade das taxas de crescimento das
do ano ideais para colheita, além de subsídios para a manipula- mudas, até os aspectos biológicos das três variantes de
ção dessas variáveis ambientais para a obtenção de um melhor Kappaphycus alvarezii, como o potencial reprodutivo das
rendimento de carragenana/biomassa (2,24). mudas, a avaliação da viabilidade e dispersão de espo-
ros e de mudas na área do cultivo; comparação entre as
Projeto integrado para o estudo da ecofisiologia de taxas de crescimento e o rendimento de carragenana da
Kappaphycus alvarezii e seu monitoramento ambiental alga nativa Hypnea musciformis com as variantes desta
espécie, através de cultivo in vitro; a análise do fitobentos
A partir de 2006, através de parcerias entre a empresa Sete em áreas controle para monitoramento ambiental; além
Ondas Biomar (BIOMAR), a Universidade do Estado do Rio de caracterização de epibiontes nas estruturas de cultivo
de Janeiro (UERJ) e o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico e nos indivíduos e da comunidade macro bentônica, que
do Rio de Janeiro (JBRJ) se iniciou um estudo multidisciplinar ocorre no sedimento sob a área de influência do cultivo;
sobre o monitoramento do cultivo de Kappaphycus alvarezii, a efeitos de fatores ambientais (salinidade, temperatura,
partir de um projeto integrado com universidades, institutos de nutrientes) sobre cada variante em cultivo controlado;
pesquisa e o setor produtivo. A partir deste projeto se pretende identificação da existência de diferentes genótipos entre
adquirir o conhecimento sobre a produção; a ecofisiologia da as três variantes de K. alvarezii e análise filogenética;
macroalga e avaliar o potencial de dispersão desta espécie na também será analisada a concentração de metais nas
fazenda marinha BIOMAR. Através do conhecimento gerado se- três variantes desta espécie. Além disso, novas parcerias
rão fornecidas contribuições para o ordenamento da maricultura estão constantemente em estudo, como recentemente com
desta espécie, a partir da elaboração de um protocolo nacional de Centro de Pesquisa e Gestão de Recursos Pesqueiros do
monitoramento ambiental. Este protocolo permitirá não apenas Litoral Sudeste e Sul (CEPSUL), que é um Centro Es-
dimensionar os efeitos, mas auxiliar na definição da capacidade pecializado do IBAMA vinculado à Coordenação Geral
de suporte dos futuros parques aqüícolas destinados ao cultivo de Gestão de Recursos Pesqueiros (CGREP).

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Cultivo de Kappaphycus

Figura 1: Esquema de uma balsa flutuante,


cedido por Saulo Meirelles e Beatriz Castelar

Figura 2. Exemplar
da alga Kappaphycus
alvarezii, em tamanho
de plantio (100 g)
Escala comercial

O cultivo comercial desta alga se situa na Baía da


Marambaia, sudoeste da Baía de Sepetiba, Município de
Mangaratiba, Rio de Janeiro, Brasil. A fazenda marinha
estudada está posicionada a uma distância de cerca de
60 metros da faixa de praia em uma área com 1,5 a 2,5
metros de profundidade. A tecnologia de cultivo consiste
em estruturas flutuantes denominadas de balsas de cultivo.
O cultivo é composto por balsas, paralelas à direção dos
ventos dominantes. Cada balsa tem comprimento de 150
metros, dividida por 30 módulos (3x5 m cada) sustentados
por tubos de PVC e fixadas com auxílio de poitas a partir
de suas extremidades.

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Cultivo de Kappaphycus
Considerações finais

Um aspecto relevante a ser considerado sobre


o cultivo da macroalga exótica Kappaphycus alvarezii
consiste na insustentável explotação, induzida pela
crescente demanda de carragena, sobre bancos naturais
de espécies nativas. Por outro lado é incontestável o
risco de se incentivar o cultivo sem perscrutar os po-
tencias riscos inerentes à interação desta espécie com
o ecossistema local. A instalação de redes de proteção
utilizadas no Estado do Rio de Janeiro consiste em uma
poderosa ferramenta para mitigar a ação da herbivoria
sobre as balsas de cultivo e da dispersão das algas.
Pretende-se com os estudos (alguns já em andamento),
se certificar do potencial de dispersão e conseqüentes
danos ambientais, além de estudos sobre os efeitos de
fatores ambientais no crescimento das três variantes
deste clone, que fornecerão informações necessárias
Figura 3. Módulos de produção da alga Kappaphycus alvarezii,
com as balsas ao fundo para a análise da sua capacidade de dispersão, além
de subsídios para a sua erradicação. Outro ponto im-
portante é que os resultados obtidos irão auxiliar no
Os módulos são conectados uns aos outros, por cabos de poli- melhoramento da maricultura desta espécie.
propileno e cada um possui um conjunto de fios de nylon, nos quais Por fim, buscar-se-á, no referido projeto de
são plantadas as mudas. A parte inferior de cada módulo possui uma monitoramento do comportamento sob cultivo con-
rede de nylon para proteger as algas da ação da herbivoria e minimizar tribuir para as políticas públicas que regulamentarão
a sua dispersão para o ambiente. (Figura 1-3). a atividade do Brasil.

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