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NOME RA:

MÓDULO: DISCIPLINA:

O Código de ética profissional dos assistentes sociais, trouxe os princípios básicos,


no âmbito do serviço social, o processo que conduziu à consolidação profissional do
Serviço Social, assim, materializou-se em conquistas teóricas e ganhos práticos que se

revelaram diversamente no universo profissional .


Foi lançado um projeto profissional que, aliado a um projeto social democrático
radical, redimensionou a inserção do serviço social na vida brasileira e a comprometeu
com os interesses históricos da massa operária.
A sua aridez, que torna este projeto possível e necessário, as intervenções,
programas e ações que expressam o nosso projeto ético-político, são excepcionalmente
bons os seus valores e os seus fundamentos.

PRINCÍPIOS BÁSICOS

Reconhecimento da liberdade como um valor ético central e suas demandas


políticas inerentes autonomia, emancipação e desenvolvimento pleno do indivíduo social;
Defesa implacável dos direitos humanos e negação da liberdade de escolha e
Autoritarismo;
A extensão e consolidação da cidadania, é vista como uma tarefa primordial de
qualquer sociedade para salvaguardar os direitos civis, sociais e políticos da classe
trabalhadora;
 Advogar pelo aprofundamento da democracia, como socialização da participação
política e da riqueza socialmente produzida;
 Posicionamento a favor da justiça e da justiça social, garantindo o acesso
universal a bens e serviços, em relação aos programas e políticas sociais e sua
administração democrática;

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 Compromisso com a eliminação de todas as formas de preconceito, promovendo
o respeito à diversidade, a participação de grupos socialmente desfavorecidos e a
discussão das diferenças;
 Assegurar o pluralismo por meio do respeito às correntes profissionais
democráticas existentes e suas expressões teóricas, e pelo compromisso com o
aprimoramento intelectual constante;
Opção por um projeto profissional em relação à construção de uma nova ordem
social sem dominação exploração de classe, etnia e gênero;
 Articulação com movimentos de outros grupos profissionais que compartilham os
princípios deste Código e com a luta geral de trabalhadores;
 Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o
aprimoramento intelectual do ponto de vista da competência profissional;
 Exercício de serviço social sem discriminação ou discriminação por classe social,
sexo, etnia, religião, nacionalidade, orientação sexual, idade e constituição física.

De acordo com Palma (1987, p. 27), “nestas circunstâncias, a atividade de


profissionais pode ser definida como progressista quando apoiam, fortalecem ou
estimulam o esforço transformador de que são os atores fundamentais da mudança
social”. - dos quais reconhecendo-se como trabalhadores. Porém, para que profissionais
desenvolvam ações que fortaleçam o processo de transformação social.
Portanto, táticas e estratégias são mediações, isto é, realizam os intermediários
necessários e / ou possíveis entre o campo de projeção e o de realização. Portanto,
estratégias e táticas não podem "materializar" automaticamente intenções ou planos.
Considere que esses elementos podem tornar o projeto operacional.
A potencialidade da ampliação de espaços da prática profissional encontra-se
articulada à compreensão dessas mediações que ocultam-se nas dobras da facticidade
(PONTES, 2010). E, a parir delas elaborar outras medições vinculadas aos objetivos
profissionais. Desse modo, ousamos afirmar que não existe a possibilidade real de
materialização (efetivação, concretização ou objetivação) do projeto político-social do
Serviço Social no cotidiano de trabalho do assistente social. Entretanto, é o próprio tempo
presente.
O amadurecimento desse projeto profissional, somado às mudanças ocorridas na
sociedade brasileira de (em particular o ordenamento jurídico sancionado pela
Constituição de 1988), passou a exigir uma melhor explicação do sentido imanente do
Código de 1986 os princípios conquistados e sancionados no referido documento, tanto

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para estabelecer os parâmetros éticos de forma mais adequada, quanto para permitir
melhor aproveitamento na prática cotidiana da prática profissional.
Reafirmando seus valores fundadores de liberdade e justiça social, articulou-os a
partir da exigência democrática de: a democracia assume-se como valor ético-político
central, já que é o único padrão de organização político-social capaz de garanta o
explícito valoriza os fundamentos da liberdade e da equidade.
É também o que favorece a superação dos limites reais impostos pela ordem
burguesa ao pleno desenvolvimento da cidadania, dos direitos e garantias individuais e
sociais, e das tendências à autonomia e autogestão social. Em segundo lugar, foi
clarificada a normatização da prática profissional para permitir traduzir esses valores na
relação entre assistentes sociais, instituições / organizações e a população, preservando
os direitos e deveres profissionais, a qualidade dos serviços e a responsabilidade para
com o usuário.
A revisão realizada, compatível com o espírito do texto de 1986, partiu do
entendimento de que a ética deve se basear em uma ontologia do ser social: os valores
são determinações da prática social, fruto da atividade criativa tipificada em o processo de
trabalho. É através do processo de trabalho que o ser social se constitui, ele se afirma
diferente do ser natural, possuindo uma capacidade teleológica, projetiva, consciente; é
por meio dessa socialização que ele se coloca como capaz de liberdade.
O projeto social nele envolvido que vincula o projeto profissional do Serviço Social
e cabe pensar a ética como pressuposto político teórico que se refere a enfrentar as
contradições que surgem na profissão. (SANTOS, 2010, p. 36). A partir de uma crítica, e
teoricamente fundamentado nas derivações ético-políticas da atuação profissional.

Referências

PALMA, Diego. A Prática Política dos Profissionais: o caso do Serviço Social. São
Paulo:
Cortez, 1987.

PONTES. R. N. Mediação e Serviço Social. 7.ed. São Paulo: Cortez, 2010.

SANTOS. C. M. Na prática a teoria é outra? Mitos e dilemas na relação entre teoria,


prática, instrumentos e técnicas no Serviço Social. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2010.

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