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 Ementário
 Gerenciamento de ambientes virtualizados. 
 Mecanismos de alta disponibilidade de servidores e 
Mecanismos de alta disponibilidade de servidores e
serviços e tolerância a falhas.
 Conceitos de storage. 
C it d t
 Arquitetura de datacenter.
Avaliações:

Primeira Avaliação: 11/04/2011
Segunda Avaliação:13/06/2011

Prova Final e Substitutiva:04/07/2011
Ambientes Virtualizados
 Objetivos
j
 Apresentar fundamentos da virtualização
 Apresentar as soluções de virtualização da Vmware
p ç ç
 Demonstrar os recursos disponíveis na solução de 
virtualização e os benefícios obtidos com a sua utilização
ç ç
 Capacitar os participantes na utilização da solução VMware
Conceitos:
 A virtualização consiste na emulação de ambientes isolados,
capazes de rodar diferentes sistemas operacionais dentro de
uma mesma máquina, aproveitando ao máximo a capacidade
do hardware,
hardware que muitas vezes fica ociosa em determinados
períodos do dia, da semana ou do mês.

 Esse aproveitamento é maior devido à possibilidade de


fornecer ambientes de execução independentes a diferentes
usuários em um mesmo equipamento físico,
concomitantemente.
Conceitos
 Além disso, esse pprocedimento diminui o p poder dos
sistemas operacionais, que, muitas vezes, restringem
o uso do hardware, quanto à utilização
ç de software.
Isso acontece porque softwares normalmente só
rodam sobre o sistema operacional para o qual foram
projetados para rodar.

 Diferentes sistemas operando em uma mesma


máquina aumentam a gama de softwares que podem
ser utilizados sobre o mesmo hardware.
Conceitos

 Essa técnica, muito empregada em servidores, ainda


tem como vantagem g oferecer uma camada de
abstração dos verdadeiros recursos de uma máquina,
provendo um hardware virtual para cada sistema,
tornando‐se também uma excelente alternativa para
migração de sistemas
Histórico
 Como surgiu a virtualizacao?
g
 O conceito de virtualizacao parece novo, mas a sua
origem data da década de 60, quando a IBM
implementou e desenvolveu as maquinas virtuais.
Naa época, ttinha‐se
a se o p
propósito
opós to de ut
utilizar
a de forma
o a
simultânea os caríssimos equipamentos
mainframe.
a a e
Histórico
 Como surgiu a virtualizacao?
g

 Apos
p este experimento
p de p
pouca expressao,
p ,pprovocada p
pelo
seu fraco desempenho, a IBM criou e desenvolveu, no inicio
dos anos 70, um sistema operacional radicalmente
diferente.
dif

 Este sistema foi


f originalmente
l chamado
h d de
d
CP/CMS e posteriormente de VM/370.
Histórico
 Como surgiu a virtualizacao?
g
 A virtualizacao de servidores, tão conhecida e difundida
atualmente nos servidores da plataforma x86, tem a sua
origem e seus conceitos diretamente relacionados a estas
descobertas e pesquisas da IBM.

 A tecnologia como conhecemos hoje, vem sendo preparada


desde os anos 90,
90 mas ganhou a grande
massa pelas maos da VMware, empresa responsavel pelo
boom desta tecnologia,
“boom” tecnologia que foi fundada em 1998.
1998
Histórico
 Como surgiu a virtualizacao?
g
 Em um passado recente, falávamos somente sobre a
virtualizacao de servidores. Hoje, é comum
falarmos de virtualização de aplicações, de
desktops
des tops e de sto
storage.
age Isso
sso eevidencia
de c a os inúmeros
ú e os
benefícios que a palavra “virtualizacao” nos traz.

 Se a tecnologia não tivesse vindo para ficar, isso


com certeza não estaria acontecendo.
acontecendo
Camadas de Virtualização

Virtualização do Servidor
 Esta camada é focada no particionamento do sistema 
operacional e físico em virtual ou em uma máquina 
virtual. 
 Os produtos da virtualização do servidor deixarão que 
seja virtualizado qualquer sistema operacional x86 ou 
x64, como o Windows, Linux e algumas formas do 
UNIX. 
Camadas de Virtualização
Virtualização
ç do Storage
g
 É usada para migrar/ merge um storage físico a partir de
múltiplos aparelhos para que aparentam ser um único
pool de armazenamento.
 O storage dentro deste pool pode assumir diferentes
f
formas: di
direct attached
h d storage (DAS),
(DAS) networkk attached
h d
storage (NAS), ou storage area network (SAN’s); e pode
ser linkado por meio de diversos protocolos:
protocolos Fibre
Channel, Internet SCSI (iSCSI), Fibre Channel on Ethernet,
ou até mesmo o Network File System (NFS).
(NFS)
Camadas de Virtualização
Virtualização
ç da Rede / Network

 A virtualização
ç da rede permite um controle da
largura da banda disponível, dividindo‐a em canais
independentes para que possam ser acessados por
recursos específicos.

 Por exemplo, a simples forma da virtualização da


rede/ network é a virtual local área network (VLAN),
que cria uma segregação lógica da rede física.
Camadas de Virtualização
Virtualização
ç do Gerenciamento

 É focada nas tecnologias g que envolvem o


gerenciamente de um datacenter, ambos virtual e
físico, para apresentar uma infraestrutura unificada
de provisionamento de serviços.

 ManageV não é necessariamente performada por


meio de apenas uma interface.
Camadas de Virtualização
Virtualização
ç do Desktop p
 Permite confiar sobre as máquina virtuais para 
provisionar sistemas de desktops. 
 A virtualização do desktop tem uma série de
vantagens, sendo uma importante habilidade em
centralizar implementações no desktop, a redução de
custos no gerenciamento de equipamentos e a
distribuição, uma vez que os usuários finais terão
dispositivos mais finos e inonerantes/ menos
custosos.
Camadas de Virtualização
Virtualização da Apresentação
ç p ç

 Recentemente chamada de Serviços ç Terminais,


fornece apenas a camada de apresentação desde uma
localização central até os usuários finais.
Camadas de Virtualização
Virtualização
ç de Aplicativos
p
 Possui o mesmo princípio de software baseado em SerV.
Porém, ao invés de fornecer um motor/ propulsor para
rodar todo o sistema operativo, AppV dissocia a
produtividade de aplicações a partir do sistema
operacional.
i l
 AppV transforma o modelo de distribuição de aplicativos
porque é necessário apenas virtualizá‐lo
virtualizá lo uma vez.
vez Assim
sendo, o motor/ propulsor da virtualização dos aplicativos
se encarga de rodar em qualquer versão de Windows.
Windows
Histórico
 Virtualização de Servidores
 VMWare (conceitos): http://www.vmware.com/virtualization/
VMW  ( it )  htt // / i t li ti /

 Citrix XenServer: 
 http://www.citrix.com/English/ps2/products/product.asp?contentID=683148
 Intel VT:
 http://www.intel.com/portugues/business/technologies/virtualization.htm
http://www intel com/portugues/business/technologies/virtualization htm

 AMD‐V: http://www.amd.com/br‐pt/Processors/ProductInformation/0,,30_
Histórico
 Virtualização de Aplicações
ç p ç

 Citrix:http://www.citrix.com/English/ps2/products/product.a
p g p p p
sp?contentID=186

 Microsoft:
http://www.microsoft.com/brasil/servidores/windowsserver
2008/terminal‐services
Histórico
 Virtualização de Desktop
ç p

 VDI (Virtual Desktop Infrastructure):
 http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=4
6737
Conceitos
Níveis de Abstração e Interface
ç
 A divisão de um sistema computacional em diversos
níveis de abstração é um princípio importante. Cada nível
de abstração troca informações com os níveis vizinhos
sem precisar saber como essas informações são tratadas
pelos
l outros níveis.
í i

 Para que essa troca de informações seja feita, feita é


necessária a interposição de uma interface entre os níveis.
Os níveis de abstração podem ser divididos em aplicação,
aplicação
bibliotecas, sistema operacional e processador.
Conceitos
Níveis de Abstração e Interface
ç
 O nível de aplicação é responsável por executar a
aplicação
ç desejada
j pelo usuário, possivelmente
trocando informações com o mesmo.
 As bibliotecas são conjuntos de funções usadas pelo
programador para fazer o programa acessar recursos
protegidos da máquina.
 Isso permite que bibliotecas sejam criadas com o
objetivo de fornecer aos programadores funções que
gerem instruções privilegiadas.
Conceitos
Nívei s de Abstração e Interface
ç

 As instruções
ç não‐privilegiadas
g geradas pela
g
aplicação atuam diretamente no processador,
enquanto as privilegiadas são tratadas pelas
bibliotecas.
 Ao tentar usar recursos protegidos do sistema, a
aplicação se comunica com a biblioteca pela Interface
Aplicativa de Programação (API).
Conceitos
Níveis de Abstração e Interface
ç
 O terceiro nível, o sistema operacional, se encarrega
de executar as instruções
ç não privilegiadas
g de forma a
otimizar a utilização de recursos da máquina.
 A biblioteca, encarregada de fazer o primeiro
tratamento desse tipo de tarefa, usa as “chamadas de
sistema” para pedir auxílio ao sistema operacional e
usar recursos de hardware.
 As chamadas de sistema são, assim, a interface entre
Bibliotecas e Sistema Operacional.
Conceitos
Níveis de Abstração e Interface
ç
 O nível de processador é o principal, onde o computador
realmente “pensa”.
 Tudo o que acontece nos outros níveis serve para
simplificar o uso do sistema através de instruções, que o
processador
d entende. d
 O conjunto de instruções não‐privilegiadas pode ser
usado diretamente por todos os níveis acima.
acima O conjunto
de instruções privilegiadas, porém, só pode ser usado pelo
sistema operacional.
operacional Esses dois conjuntos são as
interfaces entre o processador e os outros níveis.
Conceitos
Níveis de Abstração e Interface
ç
 A figura ilustra esse modelo ‐ um sistema
computacional dividido em níveis de abstração ç (em
azul) e interfaces entre eles (coloridas). Repare que as
aplicações só chamam o sistema operacional quando
querem executar instruções privilegiadas:
Conceitos
Níveis de Abstração e Interface
Conceito
Máquina Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
Máquina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais

 Uma máquina real é um conjunto de componentes


físicos que fornecem operações para os níveis de
abstração acima.
acima
 Seu núcleo é o processador e o chip‐set da placa‐
mãe e inclui todos os recursos como o áudio,
mãe, áudio o
vídeo, a memória, as portas, etc.
Conceito
Máquina Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
Máquina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais

 Um emulador é um programa que funciona para


enganar uma aplicação. Seja uma aplicação que
funciona em certa máquina real.
real
 Caso ela tenha que funcionar em outra máquina que
não oferece os mesmos recursos,
recursos um emulador
pode ser usado.
Conceito
Máquina Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
Máquina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais
 Ele será capaz de traduzir instruções definidas para
a máquina de origem em instruções para a máquina
emulada, de forma a obter os mesmos resultados
que obteria se executasse na original.
original
 O esquema abaixo ilustra a emulação de um
sistema operacional,
operacional técnica que permite rodar uma
aplicação projetada para um sistema operacional
em outro incompatível.
incompatível
Conceito
Máquina Real, Emuladores e Máquinas
Vi
Virtuais
i
Conceito
Máquina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais

•Uma máquina virtual é a imitação, por software, de uma


máquina real
real. Sendo assim
assim, sistemas operacionais podem
rodar em máquinas virtuais, e terão a ilusão de rodarem em
q
uma máquina real.

•Essas imitações podem ser criadas no nível de aplicação


ou no nível
í l de
d sistema
i t operacional.
i l
Conceito
Máquina Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
Máquina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais
 Quando criadas no nível de aplicação, uma máquina
virtual é executada em cima de um sistema
operacional, chamado anfitrião.
 Como o nível acima vai acreditar que abaixo dele há
uma máquina real, pode‐se executar outro sistema
operacional possivelmente diferente do que está
abaixo da imitação. Isso é extremamente útil
quando se deseja rodar uma aplicação projetada
para um sistema operacional em outro
incompatível
Conceito
Máq uina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais
Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
 Quando criadas no nível de sistema operacional, um
Monitor
o to de Máquina
áqu a Virtual
tua ( MMV ou Virtual
tua Machine
ac e
Monitor – VMM) é implementado. Ele controla o
hardware e cria várias máquinas
q virtuais, ou seja,
j várias
imitações do mesmo.
 Em cada “imitação” pode‐se rodar um sistema
operacional, que acreditará estar usando uma máquina
real e não uma imitação. O resultado vantajoso é poder
rodar
d diversos
di sistemas
i operacionais,
i i cadad um com suas
aplicações específicas, em uma mesma máquina.
Conceito
Máq uina Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
Máq uina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais
 É função do monitor de máquinas virtuais gerenciar o uso
dos dispositivos,
p multiplexando
p no tempo
p as tentativas dos
diversos programas em usar a máquina real.
 Outros recursos como uso de memória e de dispositivos de
entrada
d e saída
íd também
bé devem
d ser administrados
d i i d uma vez
que a virtualização não resolve o problema de um hardware
não poder ser duplicado fisicamente.
fisicamente
 Dessa forma, a virtualização faz com que todos os recursos
j
da máquina sejam compartilhados entre os usuários sem que
eles saibam disso. Continuarão acreditando estar rodando
direto em uma máquina real.
Conceito
Máq uina Real  Emuladores e Máquinas Virtuais
Máq uina Real, Emuladores e Máquinas Virtuais

 A figura ilustra os dois tipos de máquina virtual e a 
comparação com um sistema não virtualizado.
Motivação
 A virtualização está mudando,
mudando em quase todos os
aspectos, o jeito de como gerenciar sistemas,
armazenamentos redes,
armazenamentos, redes segurança,
segurança sistemas
operativos e aplicações, trazendo inúmeros
benefícios e vantagens aos departamentos de TI de
corporações, indenpendentemente do porte
(pequeno médio ou grande).
(pequeno, grande)

 Em suma,
suma podemos elencar os seguintes proveitos:
Motivação
 Gerenciamento centralizado;
Gerenciamento centralizado
 Instalações simplificadas;

 Facilidade para a execução de backups;
 Suporte e manutenção simplificados;

p ç p
 Acesso controlado a dados sensíveis e à 
propriedade intelectual mantendo os seguros 
propriedade intelectual mantendo‐os seguros 
dentro do data center da empresa;

 Independência de hardware;
Motivação
 Disponibilização de novos desktops reduzida 
para alguns minutos;

 Migração de desktops para novo hardware de 
d d k h d d
forma transparente;

p
 Maior disponibilidade e mais fácil 
recuperação de desktops;

recuperação de desktops;
 Compatibilidade total com as aplicações.
Motivação
 Disponibilização de novos desktops reduzida 
para alguns minutos;

 Migração de desktops para novo hardware de 
d d k h d d
forma transparente;

p
 Maior disponibilidade e mais fácil 
recuperação de desktops;

recuperação de desktops;
 Compatibilidade total com as aplicações.