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Centro Universitário Aparício Carvalho

Curso de Psicologia

RELATÓRIO SOBRE A PRATICA EM ORIENTAÇÃO VOCACIONAL E


PROFISSIONAL

CAIO DIEGO VALLIM FERRAZ

FERNANDA LOPES DOS SANTOS

KARINNE ROCHA DE LIMA

KAROLAINE AMORIM DE SANTANA SILVA

PEDRO HENRIQUE ROCHA SILVA

PORTO VELHO

Junho/2021
CAIO DIEGO VALLIM FERRAZ

FERNANDA LOPES DOS SANTOS

KARINNE ROCHA DE LIMA

KAROLAINE AMORIM DE SANTANA SILVA

PEDRO HENRIQUE ROCHA SILVA

RELATÓRIO SOBRE A PRATICA EM ORIENTAÇÃO VOCACIONAL E


PROFISSIONAL

Relatório sobre a pratica apresentado no


curso de graduação em psicologia do Centro
Universitário FIMCA na disciplina de
orientação vocaciona e profissional como
requisito para a aprovação do semestre.

Orientadora: Gracielly de Oliveira e Silva

PORTO VELHO – RO

Junho/2021
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO..............................................................................................................5

OBJETIVOS:.........................................................................................................................................5
JUSTIFICATIVA:...................................................................................................................................6
DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS..................................................6

DESCRIÇÃO DA PRÁTICA:....................................................................................................................6
RELATO DA PRATICA:..........................................................................................................................9
CONHECIMENTOS TECNICOS ADQUIRIDOS:........................................................12

ASPECTOS POSITIVOS, LIMITANTES E SUGESTÕES..........................................14

REFERENCIAS...........................................................................................................17
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INTRODUÇÃO

O presente trabalho consiste na elaboração de prática em Orientação


Vocacional e Profissional com adolescentes do Ensino Médio, tendo como
objetivo promover o autoconhecimento, reflexão e direcionamento para a
tomada de decisão. A atividade proposta demonstrou-se ser de fundamental
importância para os alunos, pois, a adolescência é uma fase do
desenvolvimento onde o indivíduo está construindo sua identidade pessoal e
as decisões necessárias advindas do início da vida adulta podem ser
conflituosas e angustiantes.

Dessa maneira, a Orientação Vocacional aplicada em prática teve


como propósito elucidar questões envolvidas com as escolhas profissionais,
bem como a chamada "vocação", esclarecendo desafios envolvidos,
possiblidades de entrada no Ensino Superior, o desenvolvimento de
habilidades, promoção de orientações e processo de escolhas. Além disso,
também foi possível trabalhar a minimização da ansiedade presente nos
participantes, visto que este é um fator presente e necessita de suporte para
melhor lidar em diversos momentos da vida.

Embora a expectativa fosse de que houvesse em torno de sete


participantes e que não estivessem decididos quanto a escolha profissional,
apenas três estiveram presentes em todos os encontros e demonstraram já
haver um direcionamento de suas escolhas, pois, cada aluno apesar das
influências externas e considerando suas subjetividades compartilharam suas
possíveis decisões transparecendo amadurecimento e consciência de suas
próprias escolhas.

Dessa forma, o trabalho proposto teve significativa contribuição no que diz


respeito ao autoconhecimento, pensamento crítico e reflexão sobre a sua própria
identidade, levando em consideração que este é o primeiro passo para a escolha
profissional. É possível afirmar também que, o aprendizado obtido pelos encontros
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foi mútuo e subjetivo tanto para os participantes, quanto para os mediadores. No


decorrer deste trabalho, será abordado as atividades desenvolvidas, a descrição dos

encontros, os conhecimentos técnicos adquiridos, os aspectos positivos e limitantes


da prática, bem como sugestões.

OBJETIVOS:

Desenvolver as habilidades adquiridas no decorrer da disciplina de


Orientação Vocacional e Profissional, bem como oferecer suporte e
direcionamento aos alunos quanto às suas escolhas profissionais.

JUSTIFICATIVA:

Para o desenvolvimento da prática entramos em contato com alunos


que apresentaram interesse no trabalho oferecido, sendo estes de escola
Privada.

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

DESCRIÇÃO DA PRÁTICA:

Primeiramente o grupo se reuniu pelo aplicativo meet para discutir


sobre os encontros, quem iria mediar cada encontro e quais dinâmicas seriam
utilizadas neste processo de orientação vocacional. Entramos em contato
com os participantes para saber se estariam interessados e fizemos o grupo
no Whatsapp para passar as informações necessárias como o link do
encontro e materiais que iriamos utilizar.
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Planejamento:

1° Encontro: Apresentação do grupo e da proposta da orientação vocacional

• Pedir para os participantes se apresentarem;

• Fazer acordos com a turma para a dinâmica ser fluida;

‘’nosso acordo é pontualidade, comprometimento e participaão de todos’’

(Padlet (https://pt-br.padlet.com/) – Apresentar na tela da sala.

• Dinâmica: História do nome

(Cada um conta a história que originou seu nome, profissões e quais foram as
inspirações para a escolha dele)

• Perguntar quais são seus hobbies e se quando estudam qual matéria que
mais os motivam?

• Fazer uma reflexão acerca da dinâmica, e perguntar quais foram as


percepções dos alunos, e se eram condizentes com as percepções anteriores ao
encontro em relação ao tema de orientação vocacional profissional).

• Agradecer a presença de todos.

2º Encontro: Cumprimenta-los e apresentar a dinâmica do dia.

Dinâmica: Gosto e faço

• Informar ao responder que se faça uma reflexão das coisas que você gosta e
faz, gosto e não faço, não gosto e faço e não gosto e não faço, para que realmente
se visualizem exercendo um comportamento/profissão que se enquadre e que se
estimule o autoconhecimento.
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• Depois do tempo proposto, pedir para quem se sentir a vontade falar sobre a
dinâmica. (O que percebeu? O que sentiu? Houve alguma percepção nova sobre si
mesmo?).

• Agradecer a presença de todos e pedir que realizem uma pesquisa na internet


sobre as profissões que eles já se interessam e como se dá essa atuação em quais
contextos. Para a próxima dinâmica.

3° Encontro:

• Cumprimentar todos os participantes, perguntar quem realizou a pesquisa e


posteriormente explicar a dinâmica do dia.

Dinâmica: Teste de frases incompletas para orientação profissional (15min;


Plataforma Formulário, link com tudo transcrito para responder
https://forms.office.com/r/mCLG1Rr7tc )

• Realizar uma reflexão acerca das profissões, esclarecer dúvidas sobre alguns
campos de atuação e indagar ao final (o que é preciso fazer para alcançar minhas
metas?).

• Agradecer a presença de todos.

4º Encontro:

• Cumprimentar a todos. Informar que só haverá essa reunião e outra de


encerramento.

• Explicar que a dinâmica será dada em contexto dialético que possíveis


questionamentos podem ter surgido no decorrer dos encontros, a roda de conversa
é aberta para que compartilhem percepções.
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Dinâmica: Roda de Conversa

• Elaborar somente 1 slide para apresentar durante a roda de conversa com a


frase “VERSO DE MACHADO: CAMINHANTE, NÃO HÁ CAMINHOS FAZ-SE O
CAMINHO AO ANDAR” e algumas imagens.

• Caminhar por assuntos como: Não há predestinação de profissão, que


decorre de uma jornada trilhada por cada um. Os pais projetam muitas vezes os
seus sonhos nos filhos, nunca se esquecer do questionamento principal “o que eu
quero ser?”.

• Se há dificuldades em conseguir se entender nessa caminhada profissional,


principalmente, devemos procurar psicoterapia. É comum crises internas que findam
prejudicando que enxerguemos o contexto real da situação, a vista disso é válido
saber o momento de pedir ajuda.

• A realidade social do nosso país e como o sistema de capital internalizam na


nossa sociedade o senso de produção e esquecemos muitas vezes que o foco não é
o que é imposto, e sim o que queremos em conjunto com a nossa saúde mental e
física enquanto trabalhamos. Coisa boa seria trabalhar no que nos motiva, não é?

5º Encontro:

• Cumprimentar os alunos, perguntar se há alguma dúvida ou alguma coisa que


queiram perguntar.

• Apresentar a dinâmica explicando que deverá refletir sobre si, sobre o que
almeja para o seu futuro e o que planeja fazer, o que espera que mude desse
contexto atual podendo ser pandemia, sofrimento, luto, qualquer coisa. Informar que
ninguém irá ler, somente eles e que irão colocar o email para receberem
futuramente.

Dinâmica: Escrever uma carta para daqui a 5 anos


(https://www.futureme.org/letters/public?page=3).
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• Após a dinâmica perguntar o que acharam? Se já conheciam esse site? Se foi


difícil ou fácil para escrever?

• Agradecer a presença de todos.

6º Encontro:

• Encontro de encerramento. Devolutiva 180° (participantes falarem sobre o


que eles acharam do encontro.).

RELATO DA PRATICA:

Foram realizados seis encontros com três atividades/dinâmicas no


primeiro encontro, uma atividade no segundo, terceiro, quarto e quinto
encontro, sendo o sexto encontro destinado a devolutiva e encerramento das
atividades como descrito abaixo:

1° Encontro:

Realização de Acordos com a Turma: dinâmica/diálogo realizado para frisar acordos


com a turma como pontualidade, comprometimento e participação de todos.

Dinâmica: História do Nome onde cada um conta a história que originou seu nome,
se está relacionado com profissões, como por exemplo de algum notório profissional
como Steve Jobs, Carl Rogers, Albert Einstein, etc. e quais foram as inspirações
para a escolha dele.

Dinâmica: Hobbies: se consiste em perguntar quais são os seus hobbies, e se


quando estudam, qual matéria que mais os motivam.

2° Encontro:

Dinâmica – Gosto e Faço: esta dinâmica visa informar ao responder após refletir
das: coisas que você gosta e faz, gosto e não faço, não gosto e faço, e, não gosto e
não faço; para se visualizar, exercendo um comportamento/profissão que se
enquadre e que se estimule o autoconhecimento.
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3° Encontro

Dinâmica: Teste de Frases Incompletas para Orientação Profissional:


nesta dinâmica de análise para o Teste de Frases Incompletas para
Orientação Profissional, proposto por Bohoslavsky (1977/1998), que permite
agrupar os conteúdos eliciados pelas frases em categorias, facilitando, assim,
a avaliação detalhada de aspectos importantes a serem analisados no
processo de escolha profissional do orientando, os participantes preenchem
vinte cinco questões incompletas acessando o site
<https://forms.office.com/r/mCLG1Rr7tc>, retiradas do livro ORIENTAÇÃO
VOCACIONAL OCUPACIONAL, 2ª EDIÇÃO, de ROSANE SCHOTGUES
LEVENFUS, DULCE HELENA PENNA SOARES e colaboradores, da Artmed
Editora S.A, 2010, como segue abaixo.
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4° Encontro:

Roda de Conversa: a dinâmica é dada em contexto dialético com o


tema/pergunta: Que possíveis questionamentos podem ter surgido no decorrer dos
encontros? Roda de conversa aberta para que compartilhem suas percepções.

5° Encontro:

Dinâmica: Escrever uma Carta para o Futuro

Essa dinâmica consiste em escrever uma carta/ email para ser recebida pelo próprio
remetente no futuro pelo site <https://www.futureme.org/letters/public?page=3>. Para
à carta, o participante deve refletir sobre si, sobre o que almeja para o seu futuro e o
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que planeja fazer, o que espera que se mude desse contexto atual pandêmico do
novo corona vírus, sofrimento, luto, etc. Está carta, de caráter pessoal, não precisa
ser lida por eles, nem mesmo será lida por nós já que também não temos o acesso a
elas.

6° Encontro:

Neste encontro foi feito uma retrospectiva dos pontos abordados nos
encontros anteriores e foi perguntado aos participantes o que acharam deste
processo.

CONHECIMENTOS TECNICOS ADQUIRIDOS:

O arcabouço teórico foi desenvolvido inicialmente através das teorias


não psicológicas, as teorias psicológicas e as teorias gerais. Segundo Bock
(2001) as teorias não psicológicas consideram que a escolha profissional do
indivíduo será influenciada por estímulos externos, como fatores culturais,
econômico e sociais, contudo, não há influência do papel ativo, ou seja,
descarta o processo de orientação. Nas teorias psicológicas Bock (2000)
afirma que analisam os determinantes internos na escolha desses indivíduos,
sob essa perspectiva o indivíduo teria papel ativo total ou parcial em relação à
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escolha, englobando vertentes de Teoria de traço e fator, Teorias


psicodinâmicas, Teorias desenvolvimentistas e Teoria de Decisão. Nas
teorias gerais entende-se a escolha profissional ora por questões
psicológicas, ora por aspectos socioeconômicos, apenas justapondo as
teorias anteriores. Segundo Crites (Blau, apud Bock, 2001: 18):

"A escolha profissional é um processo de


desenvolvimento que se estende por muitos anos,
(...). Não há uma ocasião única em que os jovens
se decidam por uma dentre todas as carreiras
possíveis, mas há muitas encruzilhadas em que
suas vidas dão passos decisivos que vão
tornando limitado o rol de futuras alternativas e
que, consequentemente, influem sobre a escolha
final de uma ocupação. Por toda a parte, as
experiências sociais - intercâmbio com outras
pessoas - constituem um aspecto essencial do
desenvolvimento individual. As experiências
ocupacionais que por fim se cristalizam não
determinam, porém, diretamente o ingresso numa
ocupação. Se elas podem vir a ser realizadas, se
precisam ser modificadas ou mesmo postas de
lado, são coisas que dependem das decisões dos
selecionadores, isto é, todas as pessoas cujas
ações atingem as chances que o candidato tem
de obter uma posição em qualquer das etapas do
processo de seleção (...)."

Levando em consideração esses aspectos o grupo elaborou seu


planejamento e a prática trouxe novos aprendizados, como a percepção pré-
formada dos participantes sobre o corpo psicólogo “esperávamos vocês
vestidos de terno e gravata” como expressado, a questão da fantasia de cura
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se manifestou quando os indivíduos relataram esperar que disséssemos o


que deveriam escolher ou qual ocupação seria melhor, contudo, através do
livro de Bohoslavsky (1977) e do primeiro encontro onde focalizou, enfatizou e
esclareceu que a escolha advém deles. A orientação vocacional se deu pela
relação intrínseca entre objetivos, interesses, habilidades, autoconhecimento
e mercado de trabalho. O aprendizado mais valioso ocorreu pela junção da
teoria e prática ao observar a manifestação de conteúdos subjetivos e sua
conectividade com a situação econômica do país, relembrados pelos
estagiários ao estimular a pesquisa e planejamento de meios econômicos de
atingirem seus objetivos profissionais dentro de suas possibilidades. O uso de
testes como ferramenta foi bastante esclarecedora, dado que dinâmicas
simples como o Gosto e Faço e Testes de Frases Incompletas revelou
questões que para alguns já estavam à luz da consciência enquanto para
outros não. O dialogo realizado ocorreu de maneira horizontal, onde foi
compartilhado as experiências dos estagiários de escolhas profissionais em
consonância com os fatores influenciados propostos pelo arcabouço teórico,
em contra partida os participantes demonstraram-se dispostos e interessados
aos debates e diálogos expressando seus desejos, sendo utilizado pelos
estagiários como um guia através das demandas identificadas a cada
encontro.

ASPECTOS POSITIVOS, LIMITANTES E SUGESTÕES

No decorrer da prática podemos perceber diversos aspectos positivos.


Caminhando para a exposição de conceitos como realização profissional e
satisfação pessoal podemos observar que os participantes estavam
realmente interessados na orientação, a assiduidade foi um ponto forte.
Todos os três participantes já se conheciam, isso propiciou um fluxo de
dialogo bem compassado, com a contribuição de todos.
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Segundo Crites (2001), a escolha profissional é um processo de


desenvolvimento que se estende por muitos anos. Esse escrito se tornou nítido ao
passo que percebemos que nenhum dos alunos estava ali completamente “perdido”,
eles já possuíam um direcionamento previamente construído com base em suas
capacidades, competências e limitações. Buscamos assim compreender os seus
interesses, necessidades e expectativas, para que através das dinâmicas
promovêssemos reflexão e autoconhecimento.

Ferretti (1988) define que cabe ao indivíduo optar entre diferentes


alternativas de escolha, compatibilizando habilidades pessoais e exigências da
profissão. O autoconhecimento é necessário para que o individuo saiba identificar
suas forças, fraquezas e demandas. Esse desenvolvimento é essencial para o
processo de escolha profissional. Santos (1974) postulou que o interesse
profissional é definido como atração, preferência ou gosto. E como cada pessoa é
única e cada escolha individual, a reflexão pode ser um forte agente esclarecedor.

Proporcionamos um ambiente de escuta para duvidas e anseios


relacionados à área profissional e estimulamos os alunos a pesquisarem contextos
de atuação em esferas de sua preferência. Todos os participantes apontaram querer
desenvolver uma profissão onde trabalhassem com o que gostam e não estar ali
apenas pelo retorno financeiro.

Também foi relatado que é comum a escola cobrar que estudem, passem
nas provas e depois tenham uma profissão, mas não realizam um trabalho de
orientação que promova o autoconhecimento, então duvidas nesse período de
escolha é extremamente corriqueiro para a grande maioria.

“D
e que adianta o jovem conhecer superficialmente
inúmeras profissões se não sabe imaginar-se
nelas, se não consegue sensibilizar-se aos
problemas, se não liga esses papeis profissionais
a seus próprios interesses, se não consegue
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interpretar o mundo do trabalho em função das


suas capacidades e das necessidades que tende
a satisfazer?” (Soares 1987).”

Os encontros de forma geral foram trocas bilaterais, realizamos juntos as


dinâmicas e o grupo também pode refletir e trabalhar as relações interpessoais.
Sabemos que a chave da Orientação Profissional está em facilitar o momento da
escolha profissional, auxiliando o indivíduo nesta tomada de decisão, assim,
podemos afirmar que esse estudo de reflexão, de pesquisa sobre si e sobre as
profissões, foi fundamental para que os participantes integrassem esses dois
fatores.
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REFERÊNCIAS:

ANDRADE, Josemberg M; CONSERVA, Misael S. O autoconhecimento e a


escolha profissional. Disponível em:
<www.prac.ufpb.br/enex/trabalhos/4CCHLADPPROBEX2013567.pdf>. Acesso em:
11 jun, 2021.

BOHOSLAVSKY, R. Disponível em:


<https://drive.google.com/file/d/1G7Pi_hT_WU_o1pTm4ZFjJ-KmNm2Dc_Si/view>.
Acesso em: 11 jun, 2021.

MARTINS, A. S. F. et.al. Disponível em:


<http://www.lite.fe.unicamp.br/cursos/ep127/orient_profis.htm#ind>. Acesso em: 11
jun, 2021.

MELO-SILVA; LASSANCE; SOARES. Orientação Profissional no Contexto da


Educação e do Trabalho. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 2004.

SOARES, Dulse H.P. O Jovem e a escolha profissional. Porto Alegre: Mercado


Aberto, 1987.

SOARES, Dulse H. P. A escolha profissional: do jovem ao adulto. São Paulo,


Summus, 2002.

WULF, A. F. et al. Disponível em:


<http://www.lite.fe.unicamp.br/papet/2003/ep127/orient_prof.htm>. Acesso em: 11
jun, 2021.
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