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PROCEDIMENTO

PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE PR-BC-ME-001


ESPESSURA POR ULTRASSOM EM
EQUIPAMENTOS DE AÇO CARBONO Rev: 00
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CONTROLE DE REVISÃO

Revisão Data Descrição das Alterações e Item Atingido

00 02/07/2021 Emissão inicial

Verificação: Aprovação: Data: 02/07/2021

Antonio Claret da Costa


Engenheiro Mecânico e Mestre em Metalurgia
US-N3 / N2-S2.1 / AE1 / CD-CL / EV-N3 / PM – N3
Inspetor de Soldagem N2 AWS / ASME / API
IS294N2 / SNQC: 651
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PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE
ESPESSURA POR ULTRASSOM EM PR-BC-ME-001
EQUIPAMENTOS DE AÇO CARBONO
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Sumário

1- OBJETIVO

2- NORMAS DE REFERÊNCIA

3- MATERIAIS E FAIXA DE ESPESSURAS A SEREM EXAMINADOS

4 - TIPOS DE APARELHOS

5 - TRANSDUTORES

6 - MÉTODO DE CALIBRAÇÃO

7 - CONDIÇÃO SUPERFICIAL, TÉCNICA DE PREPARAÇÃO E TEMPERATURA DA


SUPERFÍCIE

8 - ACOPLANTE

9 - IDENTIFICAÇÃO DAS REGIÕES DE MEDIÇÃO DE ESPESSURA

10 – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO

11 - SISTEMA DE IDENDIFICAÇÃO, RASTREABILIDADE E LOCALIZAÇÃO E


QUANTIDADES DE PONTOS MEDIDOS NO EQUIPAMENTO ENSAIADO

12 - FORMULÁRIOS PARA RELATÓRIOS DE REGISTRO DE RESULTADOS

13 - QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL

14 - REQUISITOS DE SEGURANÇA E AMBIENTAIS

15 – REGISTRO E DEMONSTRAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO DO PROCEDIMENTO

Antonio Claret da Costa


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PROCEDIMENTO DE MEDIÇÃO DE
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1- OBJETIVO

Este procedimento visa padronizar a rotina de execução do teste de medição de espessuras por
ultrassom com varredura manual em equipamentos sob pressão, tanques de armazenamento e
tubulações metálicas industriais

2- NORMAS DE REFERÊNCIA

ASME Section V - Nondestructive Examination - ed. 2019


ASME V- 2019 SE 797- Standard Practice for Measuring Thickness by Manual Ultrasonic Pulse-
Echo Contact Method
ABENDE NA-001 - Qualificação e Certificação de pessoal em Ensaios Não Destrutivos
ABNT NBR ISO 9712 - Ensaios não destrutivos - Qualificação e certificação de pessoal em END

3- MATERIAIS E FAIXA DE ESPESSURAS A SEREM EXAMINADOS

3.1 - DOCUMENTOS NACIONAIS:

3.1- METAL DE BASE

Aço carbono Pnumber 1 ASME IX 2019 – QW 422 – e composição química nominal similar

3.2 -FAIXA DE ESPESSURAS : 3,0 a 25 mm

3.3- FAIXA DE DIÂMETROS: Diâmetro nominal ≥ 2” Diâmetro externo ≥ 60,3 mm

4 - TIPOS DE APARELHOS

Os aparelhos aprovados para ensaio estão apresentados na tabela 1 abaixo e ilustrados nas figuras
1, 2, 3 e 4

FABRICANTE MODELO
KRAUTKRAMER DM4 / DM4 DL
MITECH MT 190 MULTI-MODE
MITECH MT 180
MITECH MT 160

Tabela 1

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Figura 1 – MT 190 Figura 2 – MT 160 Figura 3 – MT 180 Figura 4 – DM4 DL

5 – TRANSDUTORES

A seleção dos transdutores tipo duplo cristal para cada tipo de aparelho será feita conforme tabela
2 abaixo e ilustrados nas figuras 5, 6, 7, 8 e 9

FAIXA DE
FAIXA DE
MODELO DO DIMENSÕES FREQUENCIA DIÂMETROS
FABRICANTE APÁRELHOS ESPESSURAS
TRANSDUTOR mm MHz EXERNO
mm
mm
KRAUTKRAMER DA 301 12,5 5 DM4 / DM4 DL 3,0 a 25 Acima de 100
MT 190 3,0 a 25
MITECH P 5 EE 10,0 5 Acima de 76
MULTI- MODE
MITECH 5P 10,0 5 MT 160 3,0 a 25 Acima de 76

MITECH 5 P EE 10,0 5 MT 180 3,0 a 25 Acima de 76

MITECH 10 M PT 04 4,0 10 MT 160 2,0 a 10.0 Acima de 48

Tabela 2

Figura 5 – DA 301 Figura 6 – 5 P Figura 7 – 5 P Figura 8 – P5 EE

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Medição de espessuras em diâmetros externos entre 60,3 mm a 88,90 mm deve ser executada
utilizando o transdutor 10 M PT 04 da MITECH

Figura 9– 10 M PT 04

6 - MÉTODO DE CALIBRAÇÃO

A calibração básica a princípio deve ser executada no próprio bloco acoplado aos aparelhos, que
após calibrado deve indicar no visor a velocidade de 5920 m/s.

Esta operação é indicada na figura 10

Esta operação deve ser executada apertando pela primeira vez a tecla CAL com o transdutor sobre
o bloco e após remover o transdutor do bloco aperte a tecla CAL novamente até aparecer a
velocidade de 5920 m/s no visor.

Figura 10 – 10 M PT 04

A calibração deve ser confirmada ou corrigida em um nos blocos padrões escalonados indicados
no item 6.1 em cada degrau.

A leitura indicada no visor do aparelho, para cada degrau dos blocos medidos, deve ser da
espessura de cada degrau do bloco, com a tolerância de ± 0.07mm.

Esta tolerância é baseada no erro máximo, entre os erros obtidos, indicados na tabela 3 abaixo,
pela calibração com os aparelhos tabela 1 e os transdutores da tabela 2, com demonstração dos
resultados satisfatórios apresentados no item 15 deste procedimento.

APARELHO TRANSDUTOR ERROS ENCONTRADOS


DM4 / DM4 DL DA 301 0,00
MT 190 MULTI- MODE P 5 EE 0,02
MT 160 5P 0,07
MT 180 5 P EE 0,02

Tabela 3
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6.1 BLOCOS PADRÕES


Deve ser confeccionado blocos padrões. Blocos padrões números 1, 2, 3, 4, apresentados nas
figuras 11, 12, 13 e 14 podem ser utilizados dentro da faixa de espessuras a serem medidas

O material do Bloco padrão deve ser do mesmo PNº (QW 422 – ASME XI 2015), ou da mesma
composição química nominal da peça a ser medida (Ver item 3.1).

As tolerâncias dimensionais das espessuras dos degraus dos blocos devem ser de ± 0,05 mm.

Os certificados de calibração devem ser emitidos por laboratórios com padrões rastreados à Rede
Brasileira de Calibração (RBC) ou laboratório com seu sistema metrológico nacional ou
internacionalmente reconhecido. A periodicidade de calibração não deve ser superior a 24 meses.

Figura 11- Bloco padrão de calibração N° 1

Degrau Espessura
1 2,00
2 3,00
3 4,00
4 6,00
5 10,00
6 15,00
7 20,00
7

Figura 12- Bloco padrão de calibração N° 2

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Figura 13- Bloco padrão de calibração N° 3

Figura 14- Bloco padrão de calibração N° 4

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6.2 – CALIBRAÇÃO DO APARELHO PARA EXECUÇÃO DO ENSAIO

6.2.1 - Deve-se posicionar o cabeçote no degrau do bloco padrão cuja a espessura mais se
aproxime da espessura a ser medida.

A leitura indicada no visor do aparelho para cada degrau dos blocos medidos, deve ser a medida
da espessura de cada degrau, com a tolerância de ±0,07 mm. Esta tolerância é baseada no erro
máximo, entre os erros obtidos indicados na tabela 3, pela calibração com os aparelhos tabela 1 e
os transdutores da tabela 2, com demonstração dos resultados satisfatórios apresentados no item
15 deste procedimento.

6.2.2 - O aparelho poderá medir espessuras do tubo numa faixa de ± 25% da espessura do degrau
do bloco padrão, utilizado na calibração

6.2.3 - O aparelho deve ser calibrado diariamente a cada inicio de trabalho, antes do reinicio do
serviço e após interrupção do mesmo, a cada mudança de faixa de espessura e troca de operadores

6.2.4 - A tabela 4 mostra as espessuras calibradas em função das espessuras dos blocos

FAIXA DE ESPESSURA
ESPESSURA
BLOCO PADRÃO CALIBRADA
(mm)
(mm)
4,0 3,0 a 5,0
6,0
4,5 a 7,5
10,0 7,5 a 12,5
Bloco
15,0 11,2 a 18,5
20,0 15,0 a 25,0

Tabela 4

7 - CONDIÇÃO SUPERFICIAL, TÉCNICA DE PREPARAÇÃO E TEMPERATURA DA


SUPERFÍCIE

As superfícies para aplicação do ensaio devem estar uniformes, limpas e livre de rugosidade
excessiva, oxidos, carepas, respingos, rebaixo, revestimentos, tintas, rebarbas e outros.

O ensaio não deve ser executado em superfícies revestidas, ou pintadas.

A técnica de preparação por lixamento rotativo (“flap”), quando aplicável deve ser adequada para
eliminar carepas, respingos, rebaixo, tintas, rebarbas e outros. Esmerilhamento rotativo não deve
ser aplicado, exceto para remoção de pontos de solda ou corrosão excessiva

Durante a execução do exame a temperatura deve ser de 0° C a 48° C

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8 - ACOPLANTE

Poderão ser utilizados acoplantes como metil celulose, glicerina pura ou diluída em água.

O acoplante utiizado no ensaio deve ser o mesmo, utilizado para calibração e inspeção.

9. IDENTIFICAÇÃO DAS REGIÕES DE MEDIÇÃO DE ESPESSURA

As regiões para a medição de espessura, devem ser informadas pela contratante, através de
normas, desenhos, croquis, especificações técnicas ou outros documentos contratuais

10 – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO

As espessuras medidas pelo ensaio devem ser registradas e informadas via relatório a contratante.

O critério de aceitação das espessuras medidas deve ser conforme especificação da contratante,
através de normas, ou documentos contratuais

A espessura mínima da região medida deverá ser calculada, levando-se em consideração os dados
de projeto da linha. Para tanto, o Profissional Habilitado deverá defini-las previamente à medição
de espessuras.

11 - SISTEMA DE IDENDIFICAÇÃO, RASTREABILIDADE E LOCALIZAÇÃO E


QUANTIDADES DE PONTOS MEDIDOS NA TUBULAÇAO

Os resultados das medições devem ser registrados por meio de um sistema de identificação e
rastreabilidade que permita correlacionar o local medido com o local das medições e vice-versa.

A sistemática de identificação e rastreabilidade será conforme recomendações da contratante

12 - FORMULÁRIOS PARA RELATÓRIOS DE REGISTRO DE RESULTADOS

Os resultados das medições devem ser registrados no Relatório de Medição de Espessura por Ultra-
som, mostrado no FM- BC-ME - 001

13 - QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL

O ensaio de ultrassom será executado por inspetor qualificado conforme requerido pelas normas
contratuais de fabricação ou projeto do equipamento sob ensaio, ou requisitos contratuais.

Quando não houver requisitos contratuais ou normativos sobre certificação do pessoal, as


certificações de pessoal conforme ABNT NBR ISO 9712, ou SNQC-ABENDI, Nivel II – ME, ou US
Nível 2– qualquer subnível, podem ser utilizadas.

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14 - REQUISITOS DE SEGURANÇA E AMBIENTAIS

Devem ser considerados os aspectos de impactos ambientais, riscos e perigos causados pela
atividade de inspeção em serviço.

EPI’s necessários para a execução dos serviços de inspeção conforme a norma regulamentadora
no 6 (NR-6) são mandatórios

Verificar se os acessos, andaimes e iluminação são suficientes e adequados.

Verificar se os trabalhos de manutenção em paralelo não oferecem riscos à segurança.

15 – REGISTRO E DEMONSTRAÇÃO DA QUALIFICAÇÃO DO PROCEDIMENTO

15.1 CALIBRAÇÃO DO ENSAIO NO APARELHO / CABEÇOTE INDICADO ABAIXO NO BLOCO N° 1 DA FIGURA 12

FAIXA DE
FAIXA DE
MODELO DO DIÂMETROS
FABRICANTE DIMENSÕES FREQUENCIA APÁRELHOS ESPESSURAS
TRANSDUTOR EXERNO
mm MHz mm
mm
KRAUTKRAMER DA 301 12,5 5 DM4 / DM4 DL 3,0 a 25 Acima de 100

A resolução do aparelho é ± 0,01mm e o desvio está dentro da faixa resolução do aparelho.

Foi utilizado na calibração o aparelho de medição de espessura DM4 DL, krautkramer transdutor
DA301 da Krautkrammer e o bloco padrão N° 1 de aço carbono P number 1 da figura 12, com
espessuras reais de 4,0 mm, 6,0 mm, 10,0 mm, 15,0 mm, 20,0 mm.

A calibração demonstrou resultados satisfatórios, onde as espessuras lidas no aparelho são iguais
as respectivas espessuras reais do bloco. O desvio apresentado foi de 0,00 mm. Desta forma o
procedimento está qualificado para o aparelho e cabeçote indicados. Ver figuras15 a 19 abaixo

Figura 15 Figura 16 Figura 17 Figura 18 Figura 19

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15.2 CALIBRAÇÃO DO ENSAIO NO APARELHO / CABEÇOTE INDICADO ABAIXO NO BLOCO N°2 DA FIGURA 13

FAIXA DE
FAIXA DE
MODELO DO DIÂMETROS
FABRICANTE DIMENSÕES FREQUENCIA APÁRELHOS ESPESSURAS
TRANSDUTOR EXERNO
mm MHz mm
mm
MT 190 MULTI-
MITECH P 5 EE 10,0 5 3,0 a 25 Acima de 76
MODE

A resolução do aparelho é ± 0,01mm e o desvio está dentro da faixa resolução do aparelho.

Foi utilizado na calibração o aparelho de medição de espessura MT 190 MULTI MODE – MITECH
transdutor P5 EE KRAUTKRAMMER, e o bloco padrão N° 2 de aço carbono P number 1 da figura
13, com espessuras reais de 2.0 mm, 3,0 mm, 4,0 mm, 5,0, 6,0 mm, 10,0 mm, 15,0 mm, 20,0
mm,.

A calibração demonstrou resultados satisfatórios. O desvio máximo apresentado foi de 0,01 mm.

Desta forma o procedimento está qualificado para o aparelho e cabeçote indicado.

Ver figuras 20 a 26 abaixo

Figura 20 Figura 21 Figura 22 Figura 23

Figura 25
Figura 24 Figura 26

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13.3 CALIBRAÇÃO DO ENSAIO NO APARELHO / CABEÇOTE INDICADO ABAIXO NO BLOCO N°3 E N°4 DAS FIGURAS 14
E 15

FAIXA DE
FAIXA DE
MODELO DO DIÂMETROS
FABRICANTE DIMENSÕES FREQUENCIA APÁRELHOS ESPESSURAS
TRANSDUTOR EXERNO
mm MHz mm
mm
MITECH P5 10,0 5 MT 160 3,0 a 30 Acima de 76

Foi utilizado na calibração o aparelho de medição de espessura MT 160 MITECH cabeçote P5


KRAUTKRAMMER, e o blocos padrões N° 3 e N°4 de aço carbono P number 1 das figuras 13 e 14,
com espessuras reais de 2.0 mm, 3,0 mm, 4,0 mm, 5,0 mm. 6,0 mm, 7,0 mm, 8,0 mm, 12,0 mm,
20,0 mm, 30.0 mm

A calibração demonstrou resultados satisfatórios. O desvio máximo apresentado foi de 0,07 mm.

Desta forma o procedimento está qualificado para o aparelho e cabeçote indicados. Ver figuras 27
a 36 abaixo

Figura 27 Figura 28 Figura 29 Figura 30 Figura 31

Figura 32 Figura 33 Figura 34 Figura 35 Figura 36


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13.4 CALIBRAÇÃO DO ENSAIO NO APARELHO / CABEÇOTE INDICADO ABAIXO NO BLOCO N°2 DA FIGURA 13

FAIXA DE
FAIXA DE
MODELO DO DIÂMETROS
FABRICANTE DIMENSÕES FREQUENCIA APÁRELHOS ESPESSURAS
TRANSDUTOR EXERNO
mm MHz mm
mm
MITECH P 5 EE 10,0 5 MT 180 3,0 a 35 Acima de 76

A resolução do aparelho é ± 0,01m e o desvio está fora da faixa resolução do aparelho

Foi utilizado na calibração o aparelho de medição de espessura MT 180– MITECH cabeçote P5 EE


KRAUTKRAMMER, e o bloco padrão N° 2 de aço carbono P number 1 da figura 12, com espessuras
reais de 2.0 mm, 3,0 mm, 4,0 mm, 6,0 mm, 10,0 mm, 15,0 mm, 20,0 mm.

A calibração demonstrou resultados satisfatórios. O desvio máximo apresentado foi de 0.02 mm.
Desta forma o procedimento está qualificado para o aparelho e cabeçote indicado. Ver figuras 37 a
43 abaixo

Figura 37 Figura 38 Figura 39 Figura 40

Figura 41 Figura 42 Figura 43

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