Você está na página 1de 25

Centro Universitário Leonardo da Vinci

Nome da Acadêmica: Rosângela Mendes Silveira de Souza


Curso: Pedagogia Turma: FLC 3930PED
Tutor Externo: Mirley Teodoro do Nascimento

PROJETO DE ESTÁGIO: PRÁTICAS VIRTUAIS DE CONTAÇÃO DE


HISTÓRIA

BATURITÉ
2021/2
Sumário
PARTE I: PESQUISA.......................................................................................................................3
1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA..................................3
1.2 OBJETIVOS..............................................................................................................................3
1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA............................................................................4
PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO......................................................................................5
2.1 METODOLOGIA.......................................................................................................................5
2.2 CRONOGRAMA......................................................................................................................6
REFÊRENCIAS................................................................................................................................7
APÊNDICES...................................................................................................................................8
3

PARTE I: PESQUISA

1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E


JUSTIFICATIVA
Área de concentração: Metodologia de ensino
Programa de extensão: Metodologia e estratégia de ensino e de aprendizagem.
Projeto de extensão: Práticas virtuais de contação de história
Produto virtual: E-book e Podcast
Tema: A importância das histórias no processo educacional.

Dentro da metodologia de ensino a contação de história é uma arte que tem grande
importância no aprendizado das crianças, pois através de uma história a criança desenvolve
sua criatividade, aguça a memória, podemos também trabalhar aspectos internos como: o
caráter, o raciocínio, a imaginação o senso crítico, a disciplina entre muitos outros.
Segundo Dohme (2010, p.18) “as histórias são excelentes ferramentas de trabalho na
tarefa de educar”, porém precisamos entender que há uma grande diferença entre contar uma
história e ler uma história, é aí onde entra a metodologia do professor “contador de histórias”.
É necessário conhecer bastante a história para permitir que as crianças entrem nela
através do mundo da imaginação, pode-se usar inúmeros recursos para possibilitar essa viagem,
é através das histórias que as crianças podem viajar por todo o mundo, conhecer lugares
diferentes e para isso o contador “professor” pode usar fantoches, livros , placas, dedoches,
fantasias, dramatizações, teatro de sombras, ou seja, deve usar também a imaginação, porque
uma vez que a história é somente lida as crianças não conseguem entrar na magia da história.
Enfim neste projeto vamos trabalhar as estratégias para que as contações de histórias
possam contribuir em sua total importância para o desenvolvimento e aprendizado dos
estudantes da educação infantil.

1.2 OBJETIVOS
Investigar a importância das histórias, assim como sua relação com a aprendizagem e os
cuidados que o professor deve ter para preparar o antes o momento e o depois da
contação da história.
Despertar a prática da leitura nos educandos.
4

Permitir que as crianças tenham acesso ao mundo da imaginação.


Intensificar aspectos comportamentais internos e externos através das histórias contadas.
Contribuir para um maior desenvolvimento e aprendizado das crianças.

1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA


Falar de histórias é falar de crianças e vice-versa, as histórias trazem um colorido
especial para a vida das crianças, além da gigantesca contribuição que elas trazem para o
desenvolvimento e aprendizagem dos pequeninos, elas ainda colaboram com a criação de
valores em cada indivíduo, nos dias atuais onde a inversão de valores está constantemente
presente na sociedade, cabe a nós pedagogos intensificarmos e implementarmos projetos que
possam transmitir aos alunos valores como: responsabilidade, respeito, tolerância, solicitude,
honestidade, disciplina, cortesia, coragem, cooperação, amor, entre muitos outros que estão
sendo perdidos, ou seja, invertidos por essa sociedade adoecida pela falta de caráter e amor.
Segundo Dohme (2010, p.25), “As histórias ensinam a criança a crescer e a pensar”.
O ato de contar histórias para as crianças instrui, diverte e permite que elas socializem
e ao mesmo instante que desperta o interesse pela leitura, também ajuda no desenvolvimento
psicológico e moral, auxiliando na conservação da saúde mental das crianças em
desenvolvimento, ajuda também na ampliação do vocabulário e das ideias, desenvolvendo a
linguagem e o pensamento. As histórias no geral possuem um conteúdo moral que colaboram
para a preparação ética e cidadã das crianças.
Abramovich (1997) ressalta a importância de contar histórias para crianças, de forma
que escutá-las é um precedente para formação de leitor, além de incitar seu imaginário para
responder tantas questões existentes no mundo da criança.
Adotar a contação de histórias no dia a dia da educação infantil além de contribuir e
auxiliar na aprendizagem da criança ajuda também no desenvolvimento do trabalho do
professor, essa prática é um meio muito importante na inspiração à leitura, ao desenvolvimento
da linguagem, é uma ponte para a escrita, desperta o senso crítico e ainda faz a criança sonhar.
E nesse processo os professores tem uma tarefa extraordinária de despertar emoções, dar vida
aos sonhos, envolver as crianças na história, transportando-as para o mundo da fantasia.
Ler história para crianças, sempre, sempre... é poder sorrir, rir, gargalhar, com
as situações vividas pelos personagens, com a ideia do conto ou com o jeito de
escrever do autor e, então, poder ser um pouco cumplice desse momento de
humor, de brincadeira, de divertimento...é através da história que se pode
descobrir outros lugares, outros tempos, outros jeitos de agir e de ser, outra
ética, outra ótica... É aprender História, Geografia, Filosofia, Política,
Sociologia, sem precisar saber o nome disso tudo e muito menos achar que tem
cara de aula... Porque se tiver, deixa de ser literatura, deixa de ser prazer e
5

passa a ser Didática, que é outro departamento (não tão preocupado em abrir as
portas da compreensão do mundo). (ABRAMOVICH, 1997, p.17). (adaptado)
Por fim, entende-se que a contação de história tem uma grande importância no
processo de aprendizagem na educação infantil, considerando que através dela as crianças
demonstram uma grande evolução. Pode-se dizer que a contação de história é um processo
indispensável para uma aprendizagem de excelência.

PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO

2.1 METODOLOGIA
Esse projeto tem como finalidade explorar as histórias como metodologia, por serem uma
fonte extraordinária de aprendizagem para as crianças, será realizado na escola E.E.I.E.F Maria
Rodrigues Lopes no município de Aracoiaba distrito Jenipapeiro, foram feitos cinco planos de
aulas baseados no tema escolhido e durante o processo de desenvolvimento do projeto serão
realizadas atividades como contação de histórias, jogos, teatros, procurando sempre iniciar o
conteúdo com uma história que ajude na compreensão do mesmo, lembrando que esse método
não substitui a hora da história ou qualquer outro procedimento já adotado pela instituição
escolhida, será também produzido um e- book com o intuito de orientar sobre a prática de
contação de história, assim como a realizar a contação de quatro historias através de podcasts e
além disso o projeto em questão objetiva levar para as crianças o aprendizado dos conteúdos
através de histórias transformando as aulas mais lúdicas e prazerosas para as crianças,
procurando despertar o interesse pela leitura e buscando conservar esse hábito tão importante
nesse momento onde tudo coopera para a extinção do mesmo, buscar utilizar recursos que
chame a atenção das crianças para o conteúdo aplicado, como por exemplo: Fantoches, placas,
dedoches, livros, cartazes, teatros, entre outros.
Existem diversos métodos de narrar uma história, mas quando se trata do ambiente
escolar, é muito importante destacar que, contar uma história para crianças vai muito além
disto, pois trata-se de uma atividade de grande importância em seu desenvolvimento. Contudo,
oliveira cita que existem diferenças entre ler e contar história.
As histórias contadas oralmente tem uma força de transmissão oral, isto é, a
voz o olhar e o gesto vivo do contador de histórias, que alegra ou entristece sua
plateia. Na “contação” usam-se as próprias palavras, há variações nas versões
de cada história, permite-se o uso de recursos e está mais próxima da oralidade.
A criança aprende mais sobre a língua que se fala, amplia seu repertorio e seu
universo imaginário, percebem que as histórias podem ser mudadas e começa a
criar suas próprias histórias. Ao ler o professor apresenta aos alunos o universo
letrado, instigam a curiosidade pelos livros e seus conteúdos. Neste caso a
história é sempre a mesma, independente de quem a lê. Podemos modificar a
entonação, a altura, ou o timbre da voz, mas o texto é sempre o mesmo. A
6

leitura traz consigo marcas especificas da língua escrita e que não utilizamos
cotidianamente ao falar. (OLIVEIRA,2006, p.04).

A contação de história tem tomado uma grande proporção no meio escolar, pois percebe-
se que tem se inovado bastante os métodos utilizados nas contações de histórias, há um tempo
atras usava-se basicamente a voz, os gestos e o olhar, porém no decorrer dos tempos foram
ocorrendo várias atualizações e criaram novos recursos deixando as narrativas bem diferentes,
muito mais lúdicas e criativas. Atualmente podemos encontrar vários recursos
lúdicos/pedagógicos para proporcionar aos educandos excelentes momentos de contação de
histórias, usando de criatividade pode-se confeccionar vários materiais como: dedoches,
flanelógrafo, cineminhas, peças teatrais, teatros de sombras, fantoches...
Enfim com esses recursos teremos a oportunidade de conseguir a atenção das crianças e
enquanto assistem podem viajar pelo mundo da fantasia.

2.2 CRONOGRAMA
DATA PARA POSTAGEM
ETAPA AÇÃO A SER REALIZADA (Flex) ou ENTREGA
(Semipresencial)
Escrita do Projeto de Estágio+
Planos de aula Até o 3º encontro da disciplina.
Etapa 1
Postar/Entregar o Projeto de 09/10/2021
Estágio.

Observação virtual e preenchimento


do Roteiro de Observação
Postar/Entregar o Roteiro de Até o 3º encontro da disciplina.
Etapa 2
Observação Virtual. 09/10/2021

Escrita do Paper de Estágio e


elaboração do projeto de extensão
de acordo com o Programa de Até o 4º encontro da disciplina.
Etapa 3
Extensão escolhido. 06/11/2021

Postagem do produto virtual.


7

Realização da Socialização de Até o 4º encontro da disciplina.


Etapa 4
Estágio. 06/11/2021

REFÊRENCIAS
ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6023. Informação e
documentação – Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
ABRAMOVICH, Fany. Literatura Infantil: Gostosuras e bobices. 4ª ed., São Paulo:
Scipione, 1997.
BRASIL. Resolução CEB. Resolução nº 2, de 7 de abril de 1998. Institui as Diretrizes
Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental. Brasília, DF: abril de 1998. Disponível
em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ rceb02_98.pdf>. Acesso em: 5 jun. 2018.
CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino; SILVA, Roberto Da. Metodologia
científica. São Paulo: Ed. Pearson, 2006.

DOHME, Vânia. Técnicas de contar histórias. Vol.1. Petrópolis, vozes, 2010.


GIRARDELLO, Gilka. Uma clareira no bosque. Contar histórias na escolar. Campinas:
Papirus, 2015.
OLIVEIRA, Cristiane Madanêlo de. Livros e infância [online]. Disponível em;
http://www.graudez.com.br/litinf/livros.htm Acesso em 25 de agosto de 2021.
SANTOS, A.J.C, POSSAMAI, J.M.B, PASQUALINE, J. T. F. Literatura Infantojuvenil.
Indaial Uniasselvi, 2013.
8

APÊNDICES

PLANO DE AULA 1
PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA
Nome da escola E.E.I.E.F. Maria Rodrigues Lopes
Diretor(a) Ciro Luiz
Turma Infantil V

Disciplinas/Campo de Língua Portuguesa/ Escuta, Fala, Pensamento e


Experiência Imaginação.

Tema Reconhecendo as vogais

(EI03EF09) Levantar hipóteses em relação a linguagem


escrita, realizando registros de palavras e textos, por meio
da escrita espontânea.

Objetivos/Habilidades
Objetivos de aprendizagem:
 Identificar as vogais na história contada;
 Reconhecer as vogais no próprio nome e nos nomes
dos colegas.

Folhas de atividades, tinta guache, folhas de papel A4,


vogais em E.V.A, palitos de picolé, cola quente,
Recursos/Materiais
retroprojetor, caixa de som, notebook, pendrive, cartolina e
pincéis para cartazes.

Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos
Teatro das vogais: após assistirem ao vídeo propor aos alunos que façam a
dramatização da história das vogais. Confeccionar as vogais em E.V.A colar em
9

palitos de picolé para que os alunos façam o teatrinho das vogais.


Treinando os traços das vogais no A4: disponibilizar folhas para todos os alunos.
O professor levantará uma vogal e assim como aparece na história o aluno deverá
desenhar a letra na folha com o dedo com tinta guache.
Identificando as vogais do próprio nome e dos nomes dos colegas: explicar para as
crianças que as vogais aparecem em todas as palavras e que junto com as consoantes
formam os nomes de tudo que vemos no dia a dia. Antes da fazer a atividade da folha
fazer a apresentação dos nomes dos alunos através das targetas (crachás ou
chamadinha). Neste momento fazer uma roda de conversa sobre as vogais que
aparecem na história, em seus nomes e no nome dos seus colegas.
Lista de nomes dos alunos da turma: explicar que as listas fazem parte da nossa
rotina, escrevemos e lemos listas todos os dias, onde entre elas estão a de compras do
supermercado, de convidados do aniversário. Após a explicação fazer uma lista no
quadro com o nome de todos os alunos, pedir que os alunos identifiquem seus nomes
e o nome dos colegas e depois copiar a lista em seus cadernos.
Avaliação
Observação e registro quanto à participação, interesse e realização das atividades
durante a aula.
Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,


MEC/CONSED/UNDIME, 2017.
Blog Profissão Professor.2019. Disponível em:
https://escoladossonhosclaudia.blogstop.com/ . Acesso em 02/09/2021.
PEREIRA, Rosimere de Souza. A história das vogais. Espaço Educar: Editora não
encontrada, 2020. Disponível em: https://oespacoeducar.com.br. Acesso em:
02/09/2021.

ANEXOS:
10

PLANO DE AULA 2
PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA
Nome da escola E.E.I.E.F. Maria Rodrigues Lopes
Diretor(a) Ciro Luiz
Turma Infantil V

Disciplinas/Campo de Matemática / Espaços, tempos, quantidades, relações e


Experiência transformações.

Tema Números Naturais de 0 à 10


11

(EI03ET07) Relacionar números as suas respectivas


quantidades e identificar o antecessor o sucessor e o entre
em uma sequência.
Objetivos de aprendizagem:
 Construir e caminhar pela calçada dos números.
Objetivos/Habilidades
(balões coloridos com os números em tamanho
grande dentro)
 Realizar atividade de folha com questões de
relacionar números a quantidade, antes, despois e
entre e a escrita dos números naturais de 0 à 10.

Folhas de atividades, números em papéis coloridos, palitos


de picolé, cola, cartolina e pincéis para cartazes, fita para
Recursos/Materiais
construir a amarelinha no chão da sala e folhas com os
números e 0 à 10 para concluir a amarelinha.

Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos
Realizar atividades permanentes como: Acolhida, chamadinha, quantos somos?
Tempo, calendário.
Realizar a contação de história – sequência numérica de 0 à 10 com animais ( história
com plaquinhas). Em seguida realizar a caminhada pela calçada dos números
enquanto cantamos a música “Mariana”, então propor brincadeira pulando no
número. Chama o nome do aluno e pede que ele pule no número 5 e assim vai
chamando um por um até que todos possam participar e reconhecer os números.
Aplicar atividade em folha e por fim promover o jogo da amarelinha, enfatizando o
lúdico mais uma vez contribuindo para memorização dos numerais.
Avaliação
Observação e registro quanto à participação, interesse na realização das atividades
durante a aula , interação interpessoal das crianças no momento das atividades
conjuntas e acompanhar as atividades de casa.
Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,


12

MEC/CONSED/UNDIME, 2017.
Blog Profissão Professor. 2019. Disponível em:
https://escoladossonhosclaudia.blogstop.com/ . Acesso em 02/09/2021.
História com números - Sequência numérica de 0 a 10 com animais: Editora não
encontrada,2013. Disponível em:
https://www.aprenderebrincar.com/2013/09/historia-com-numeros-sequencia-
numerica-com-animais.html

ANEXOS:
13
14
15
16
17

PLANO DE AULA 3
PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA
Nome da escola E.E.I.E.F. Maria Rodrigues Lopes
Diretor(a) Ciro Luiz
Turma Infantil V

Disciplinas/Campo de
Natureza e Sociedade / Corpo gesto e movimento.
Experiência

Tema Os cinco sentidos / Hábitos de higiene

(EI03CG04) Adotar hábitos de autocuidados relacionado a


higiene, alimentação, conforto e aparência.
Objetivos/
Objetivos de aprendizagem:
Habilidades
 Desenvolver a capacidade de autocuidado.
 Identificar e nomear os cinco sentidos.
18

Folhas de atividades, cola, cartolina e pincéis para cartazes,


imprimir a foto do órgão de cada sentido em tamanho grande,
Recursos/Materiais
venda de tecido, frutas, sabonete, desinfetante, lixa, palha de
aço, algodão, tecido, cd, pendrive,

Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos
Realizar atividades permanentes como: Acolhida, chamadinha, quantos somos?
Tempo, calendário.
Realizar uma roda de conversa apresentando para as crianças os cinco sentidos
(paladar, olfato, visão, tato, audição) e os órgãos que utilizamos para sentir cada um
deles. Imprimir os órgãos dos sentidos em tamanho grande para o momento da
explicação, proporcionar atividades práticas para cada sentido.
Audição – levar para sala de aula cd, ou pendrive com sons diferentes, para as crianças
ouvirem.
Visão – fazer a brincadeira da cobra cega.
Olfato – levar para sala coisas que tenham um cheiro forte e inconfundível para que as
crianças sintam o cheiro e tentarem descobrir que cheiro é.
Paladar – colocar as crianças para degustarem alimentos doces e salgados, frutas de
olhos vendados para ver se descobrem que alimento é.
Tato – levar materiais como: lixa, palha de aço, algodão, tecido pedir que as crianças
percebam a textura de cada material apresentado.
Em seguida contar a historinha dos cinco sentidos para ajudar na memorização dos
órgãos dos sentidos.
Avaliação
Observação e registro quanto à participação, interesse na realização das atividades
durante a aula, interação interpessoal das crianças no momento das atividades
conjuntas e acompanhar as atividades de casa.
Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,


MEC/CONSED/UNDIME, 2017.
QUEIROZ, Bartolomeu Campos de Os cinco sentidos. Editora globa, 2020.
19

Disponível em: https://www.estudokids.com.br/orgaos-dos-sentidos/ . Acesso em


03/09/2021.
Turminha suporte à educação infantil. Disponível em:
https://www.turminha.com.br › atividades-educativas

ANEXOS:
20

PLANO DE AULA 4
PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA
Nome da escola E.E.I.E.F. Maria Rodrigues Lopes
Diretor(a) Ciro Luiz
Turma Infantil V

Disciplinas/Campo de Língua Portuguesa (produção textual) / Escuta, fala,


Experiência pensamento e imaginação.

Tema Criando histórias

(EI03EF06) Produzir suas próprias histórias orais e


escritas (escrita espontânea) em situações com
função social significativa.
Objetivos/Habilidades
Objetivos de aprendizagem:
 Interpretar oralmente a história contada.
 Produzir histórias orais e escritas.

Recursos/Materiais Folhas papel A4, cartolina e pincéis para cartazes,


livro da historinha, uma garrafa pet para representar
21

a arara da historinha, plaquinhas dos animais da


história, pedaços de tecidos coloridos, palitos de
picolé, cola.

Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos
Realizar atividades permanentes como: Acolhida, chamadinha, quantos somos?
Tempo, calendário.
Realizar uma roda de conversa onde será contada a história – A Arara que queria
passear e após a contação pedir que os mesmos interpretem a história através de
algumas perguntas feitas sobre a história contada. (vocês gostaram da historinha?
Qual o título? Você mudaria o título? Quais os animais falam com a arara? Qual a cor
da primeira roupinha da arara? Qual lição a arara aprendeu depois de tudo o que
aconteceu?
Propor aos alunos a criação de uma história feita por eles, realizando a atividade do
“Saco da imaginação” onde dentro do saco tem vários objetos e figuras, então cada
um vai tirando um objeto e incluindo em sua história, no primeiro momento somente
de forma oral depois criaremos uma história em conjunto a professora vai escrevendo
no quadro para em seguida as crianças transcreverem para o caderno.
Pedir que façam uma lista dos personagens da história.
E para concluir pedir que eles façam um desenho da parte que mais gostaram da
historinha.
Avaliação
Observação e registro quanto à participação, interesse na realização das atividades
durante a aula, interação interpessoal das crianças no momento das atividades
conjuntas e acompanhar as atividades de casa.
Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,


MEC/CONSED/UNDIME, 2017.
https://loucosportecnologias.blogspot.com/2014/08/educacao-infantil-menina-do-
vestido.html

https://atividadespedagogicas.net/2015/01/atividades-de-listas.html
22

http://infantil5turmadocarinho.blogspot.com/2010/03/escrita-espontanea-na-
educacao-infantil.html

http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_sit
e.pdf
https://escoladossonhosclaudia.blogspot.com/2019/05/plano-de-aula-producao-de-
texto-oral-e.html

ANEXOS:
23

PLANO DE AULA 5
PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA
Nome da escola E.E.I.E.F. Maria Rodrigues Lopes
Diretor(a) Ciro Luiz
Turma Infantil V

Disciplinas/Campo de Natureza e Sociedade / Escuta, fala, pensamento e


Experiência imaginação.

Tema Meios de comunicação

Objetivos/Habilidades (EI03EF01) Expressar ideias, desejos, e sentimentos sobre


suas vivências por meio da linguagem oral e escrita (escrita
espontânea) de fatos desenhos e outras formas de
expressão.
Objetivos de Aprendizagem:
 Identificar as diferentes formas de comunicação;
 Desenvolver a oralidade e a comunicação em sala
24

de aula.

Folhas de atividades, palitos de picolé, cola quente,


Recursos/Materiais retroprojetor, caixa de som, notebook, pendrive, cartolina e
pincéis e plaquinhas.

Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos
Realizar atividades permanentes como: Acolhida, chamadinha, quantos somos?
Tempo, calendário.
Acolhida: colocar sobre as mesas lápis de cera e entregar folha com os meios de
comunicação para as crianças realizarem um colorido bem bonito.
Roda de conversa: explorar o conhecimento prévio das crianças sobre o conteúdo a
ser apresentado, em seguida realizar a contação da história “Cecília e os meios de
comunicação” ( https://youtu.be/GCeWBst8VSI )utilizando as plaquinhas com o
desenho de cada meio de comunicação.
Feito isso, colocar uma música, Rap dos Meios de Comunicação
(https://youtu.be/vz9kr_PncFo ). Permitir que as crianças dancem, pulem, se
movimentem e entendam que a comunicação pode acontecer de diversas formas além
da fala e da escrita.
E por fim construir com as crianças telefones sem fio com copos descartáveis e
cordão, e uma brincadeira de se comunicar através de mimicas.
Avaliação
Observação e registro quanto à participação, interesse e realização das atividades
durante a aula.
Referências

BRASIL. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Educação é a Base. Brasília,


MEC/CONSED/UNDIME, 2017.
https://soatividades.com/atividades-dos-meios-de-comunicacao-para-educacao-
infantil/
https://wordwall.net/pt-br/community/meios-de-comunica%C3%A7%C3%A3o-para-
alfabetiza%C3%A7%C3%A3o
25

ANEXOS:
PINTE OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

PLAQUINHAS PARA HISTÓRIA

Você também pode gostar