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CONTRATO DE ARRENDAMENTO URBANO

-FIM HABITACIONAL-
(COM PRAZO CERTO – Art.º 1095.ª do Código Civil)

PRIMEIROS OUTORGANTES: ____________, natural de Angola, com o NIF _____,


portador do Cartão de Cidadão Nº ______ com validade até __/__/____ emitido pela
República Portuguesa e ____________, natural de Moçambique, com o NIF ___,
portadora do Cartão do Cidadão Nº ___________ com validade ate __/__/____, Casados,
residentes na Rua ____________, nº ___ – 1º C, 2955-278 Pinhal Novo, adiante,
designados por PROPRIETÁRIOS e SENHORIOS;

SEGUNDOS OUTORGANTES: ____________, com o NIF __________, portador do


Cartão do Cidadão _____________, válido até __/__/____, casado com _________, com
o NIF _____, portadora do Cartão do Cidadão _____ válido até __/__/____, residentes na
_________, nº __, 3º Andar - Pinhal Novo, adiante designados por INQUILINOS;

FIADORES: ___________, com o NIF _________, portador do Cartão do Cidadão


_____________, válido até __/__/____, solteiro, natural de Cercal do Alentejo, e
____________, com o NIF ________, portadora do Cartão do Cidadão _________ válido
até __/__/____, solteira, natural de Cercal do Alentejo., ambos residentes na Rua
________ nº ____ , 2955-278 Pinhal Novo, adiante designados por FIADORES.

É CELEBRADO O PRESENTE CONTRATO DE ARRENDAMENTO COM O


PRAZO CERTO, NOS TERMOS DOS ART.º 1094 E SEGUINTES DO CODIGO
CIVIL, O QUAL SE REGE PELAS CONDIÇÕES E CLÁUSULAS SEGUINTES:

CLÁUSULA PRIMEIRA

Os primeiros outorgantes, são os senhorios, donos e legítimos proprietários do prédio


urbano correspondente ao segundo andar esquerdo, que constituí a fração autónoma “C-
7” do prédio urbano em regime de propriedade horizontal situado na Rua _____, 125-B –
2º Esq. na freguesia de Pinhal Novo, do concelho de Palmela, descrito na Conservatória
do Registo Predial de Palmela sob o número ___ / ____ – C-7, e inscrito na matriz predial
urbana sob o Artigo _______;

Certificação Energética – SCE________.


CLÁUSULA SEGUNDA

1. O presente contrato de arrendamento é celebrado pelo prazo certo de 1 ano, tendo o seu
início em 01 de outubro de 2019 e o seu término em 31 de setembro de 2020;

2. No entanto caso ambas as partes assim o entendam, o contrato pode renovar-se


automaticamente por períodos de um ano, ate ao prazo máximo de cinco anos.

CLÁUSULA TERCEIRA

1. O local arrendado destina-se à habitação do inquilino, não lhe podendo ser dado outro
uso;

2. Porém, fica expressamente proibido ao inquilino subarrendar total ou parcialmente a


fração ora arrendada, sem o consentimento prévio, por escrito dos senhorios.

CLÁUSULA QUARTA

1. A denúncia por parte dos senhorios, poderá ser efetuada a todo o tempo, logo que o
pagamento das rendas ultrapasse em 60 (sessenta) dias de atraso;

2. O mau uso do imóvel também pode constituir motivo para a denuncia do contrato por
parte dos senhorios.

CLÁUSULA QUINTA

1. Como contrapartida da ocupação e da utilização do local arrendado, o inquilino pagará


aos senhorios, a renda anual de 5.400,00 € (CINCO MIL E QUATROCENTOS
EUROS), dividida em DOZE RENDAS MENSAIS, no valor de 450,00 €
(QUATROCENTOS E CINQUENTA EUROS), sendo as rendas pagas por
transferência bancária para o IBAN PT50.__________ do Banco Montepio, no primeiro
dia útil do mês a que disser respeito;

2. No momento da assinatura do presente contrato, o inquilino pagará o valor


correspondente à renda do próprio mês (450,00 €), ou seja, outubro de 2019, entregará
ainda o valor correspondente a uma renda (450,00 €), a qual têm carácter de caução;

3. Essa caução destinar-se-á a pagar eventuais deteriorações na fração e ou nos


equipamentos nela existentes;

4. No momento da entrega do apartamento ao inquilino, o mesmo encontra-se conforme e


do conhecimento do primeiro outorgante, assim como dos fiadores;

a) O inquilino obriga-se a conservar no estado em que atualmente se encontram, as


instalações e canalizações de água, eletricidade, esgotos, paredes, pavimentos e vidros
(bem como o equipamento existente no locado, constituído por eletrodomésticos referidos
na clausula anterior, armários de cozinha, roupeiros e instalações sanitárias, correndo por
sua conta todas as reparações decorrentes de culpa ou negligencia sua;
No ato da devolução do mesmo a proprietária, terá que estar nas mesmas condições,
sob pena de pagamento;

b) As avarias nos equipamentos provocadas, pelo mau uso, ou uso não cuidado, são
da responsabilidade do inquilino;

c) Os contratos de telecomunicações, água e luz, serão feitos em nome do inquilino,


todas as despesas com os contadores, assim como respeitantes a todos os consumos que
daí advenham são da inteira responsabilidade do inquilino;

d) As rendas serão atualizadas anualmente, mediante a aplicação dos coeficientes


de atualização divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística, nos termos do art.º
1077.º do Código Civil, mediante comunicação dos senhorios, com efeitos a partir de
janeiro de cada ano.

CLÁUSULA SEXTA

1. O inquilino será exclusivamente responsável por quaisquer danos ou prejuízos


causados por força ou conexão com obras por ele realizadas, devendo reembolsar o
senhorio, de toda e qualquer quantia que este seja chamado a pagar, a terceiros a esse
título;

2. O inquilino só poderá efetuar tais obras, apenas com o consentimento prévio por
escrito dos senhorios.

CLÁUSULA SÉTIMA

O inquilino obriga-se ainda, a:

a) Manter o local arrendado em perfeito estado de conservação, realizando à sua


custa as obras de reparação, conservação e manutenção do local e de todas as suas
instalações e equipamentos e demais encargos tornados necessários pelo seu uso;

b) Permitir que aos senhorios ou quem o representar, vistorie o local arrendado,


desde que avise previamente os inquilinos com a antecedência de oito dias;

c) Não dar ao prédio arrendado uso diverso do convencionado, nem fazer dele uma
utilização imprudente;

e) Findo o contrato de arrendamento, por qualquer causa, reparar todas as


deteriorações verificadas no local, que não decorram da sua utilização prudente e normal.

CLÁUSULA OITAVA

Findo o arrendamento, as benfeitorias resultantes de quaisquer das obras ou beneficiações


efetuadas pelo inquilino, ainda que autorizadas pelos senhorios, revertem a favor deste,
sem que aquele possa por elas pedir indemnização ou invocar retenção.
CLÁUSULA NONA

1. No momento da restituição do local arrendado por força da cessação do arrendamento,


por qualquer causa, haverá lugar a uma vistoria a realizar pelo senhorio ou por entidade
expressamente mandatada por este para o efeito, na presença do inquilino, sendo lavrado
auto do qual constem as anomalias, deteriorações ou deficiências que não sejam, na
opinião convenientemente fundamentada do senhorio ou de quem o representar,
decorrentes de uma utilização normal do prédio, e o prazo eventualmente fixado pelos
senhorios para o inquilino proceder á respetiva eliminação;

2. Caso não proceda à eliminação das anomalias, deficiências ou deteriorações


verificadas, poderão os senhorios mandar executar as obras necessárias para o efeito, a
expensas daquele.

CLÁUSULA DÉCIMA

Caso o contrato seja interrompido por parte do inquilino antes do término do primeiro
ano ou seja antes de 31 de setembro de 2020, o mesmo perderá o direito ao reembolso do
valor da caução.

CLÁUSULA DÉCIMA PRIMEIRA

1. Em todo o omisso no presente contrato, regem as disposições do Código Civil, da lei


6/06 de 27 de fevereiro (N.R.A.U.) e demais legislação aplicável;

2. Qualquer alteração a efetuar ao presente contrato, só é válida mediante documento


escrito e assinado pelas partes, por adenda, que fica a fazer parte do mesmo.

POR ESTAREM AS PARTES DE ACORDO, VÃO ASSINAR O PRESENTE


CONTRATO, FICANDO CADA UMA COM UM ORIGINAL.

Pinhal Novo, 01 de outubro de 2019

SENHORIOS

INQUILINOS

FIADORES

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